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Romance Proibido em Konoha

1) O documento descreve o relacionamento entre Tobirama Senju e sua namorada mais jovem, Sakura Haruno. 2) Tobirama critica outros personagens como Sasuke Uchiha e incentiva Sakura a não se prender a ele. 3) O documento contém detalhes gráficos do encontro sexual entre Tobirama e Sakura na casa vazia dos pais dela.

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Romance Proibido em Konoha

1) O documento descreve o relacionamento entre Tobirama Senju e sua namorada mais jovem, Sakura Haruno. 2) Tobirama critica outros personagens como Sasuke Uchiha e incentiva Sakura a não se prender a ele. 3) O documento contém detalhes gráficos do encontro sexual entre Tobirama e Sakura na casa vazia dos pais dela.

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A ROSADINHA GULOSA – TOBISAKU

Depois de viabilizar o efeito do meu próprio jutsu, o Edo-Tensei, em que tinha


como base uma pessoa invocar uma pessoa morta com o sacrifício de outra, o
desgraçado do Madara conseguiu na guerra quebrar o efeito sobre o seu
invocador. E eu que criei o mesmo, também quebrei, se eu não conseguisse
com a minha própria técnica, aí seria um Retcon nível hard.
Quando aqueles 3 guris e o filho de Sakumo conseguiram voltar da dimensão e
lutaram contra Kaguya Õtsutsuki, e derrotaram a mesma, eu e os demais
Kages que foram jogar no Santos, conseguimos trazer eles de volta, com muito
esforço, os outros 3 que estavam comigo, inclusive o meu irmão mais velho,
não foram rápido o suficiente para sair do efeito do Edo-Tensei, já que o morto
vivo devia realizar vários sinais de mão.
Em um certo momento, eu vi uma cena que não me agradou nem um pouco,
um maldito Uchiha, que recebeu ajuda até do meu irmão para não morrer no
campo de batalha, deu uma de revoltado, falando que queria fazer uma
revolução e matar o escambau a 4. Que miserável, como eu sempre falo,
“Uchiha bom, é Uchiha morto”.
A garota de cabelos em um dado momento, em uma cena patética, falou
bobeiras para aquele emo maldito, e o mesmo a tratou como um lixo, botando-
a em um Genjutsu, isso me deixou possesso, eu mataria aquele desgraçado
naquele lugar.
O Uchiha chamou para uma batalha mortal o filho do Yondaime Hokage, caso
que eu fui atrás, pois eu sou homem de ágil. Ainda mais contra essa raça
desgraçada que tem Sharingan.
Kakashi me pediu ajuda para cuidar da aluna dele, olhei para a bela moça,
virando-a de frente, vi que ela tinha uma marca na testa, um Losango do
Byakugou, que foi criado por minha falecida cunhada Mito Uzumaki, que
ensinou para algumas pessoas da família, dentre elas, Tsunade, minha
sobrinha neta.
O filho de Sakumo me disse que a jovem que se chamava Sakura Haruno, foi
aluna da Godaime, e que treinou com a mesma por alguns anos. Eu meio
debochado falei para ele, “treinou é? Se Tsunade treinou ela mesmo, ela não
teria agido feito uma palhaça na frente do emo arrombado, se portaria como
uma verdadeira Kunoichi da Folha.”
Falando de coisas como o amor que sentia por ele, que era companheiro de
time, e mais outras coisas sem sentido para mim. Ver uma Ninja tão bonita,
que aprendeu uma técnica que não é passada para qualquer pessoa, se
rebaixando assim, era demais pra mim. Tinha muita coisa melhor pra ela do
que se envolver com Uchiha bastardo.
Quando eu encontrei os dois guris caídos no vale do fim, Kakashi falou que
precisa dos mesmos para quebrar o efeito do Mugen-Tsukuyomi feito por
Madara. Eu pensei em matar o tal do Sasuke, mas como ele tinha utilidade,
deixaria ele ileso, só que ele não espere moleza comigo vivo em Konoha.
Depois do efeito do jutsu de outro Uchiha maldito, as pessoas saíram do reino
dos pesadelos infinitos. Aí houve outro problema, eles não esperavam que eu
estivesse vivo e quebrasse o jutsu que eu mesmo criei.
Eu morri quando eu tinha 44 anos de idade, morri em prol da minha aldeia,
para salvar os meus discípulos e levar 20 ninjas da Nuvem comigo. Não me
arrependi em um só momento. Faria tudo novamente.
Logo no começo, parte do povo me via com curiosidade, desconfiança, coisa
do tipo. Mas em alguns dias já se acostumaram, em que eu fui um dos que
liderava a reconstrução da vila em que eu ajudei a criar com o meu irmão e
meu clã. Eles precisavam de alguém com fibra, ajudei Tsunade e demais
pessoas do alto escalão no que precisassem.
Em um certo dia, alguns meses após o fim da guerra, vi a minha parente de
sangue conversando com a sua discípula. Toda concentrada, uma falando com
a outra sobre braços protéticos, que os dois Gakis tinham perdido na guerra.
Que iam ter células do meu irmão, que absurdo. Já não basta Hashirama ter
dado um pouco do seu poder para o Uchiha maldito na guerra, agora mais
essa. Depois eu ia conversar a respeito sobre isso.
Conversei com a Senju sobre alguns assuntos, a Haruno então se despediu e
saiu. Como meu assunto não era muito longo, falei o necessário e sai para
resolver outras coisas, e no corredor do prédio do Fogo vi Sakura bebendo
água e andando lentamente, com uma cara de preocupação.
Decidi puxar conversa com ela, foi indo na medida do possível, falando sobre
o colega dela, o Uchiha, que irá a julgamento nos próximos dias. Dizendo que
ele também ajudou na guerra, uma baboseira, sendo que ele também deu
causa para começar a mesma.
Eu não aguentei não, já era vivido o suficiente para ensinar os mais novos,
principalmente se for um Ninja da Folha. Agora uma aprendiz de alguém com
sangue Senju, se rebaixando aquilo, isso era demais pra mim.
Comecei falando umas boas verdades de como era o mundo, e de como o
Uchiha fez, tanto com ela e com os seus colegas, fora as outras informações
que eu soube, quando ele desertou. Quando eu falei encarando nos olhos
verdes da mesma, eu deixei escapar, que uma mulher tão bonita como ela, tem
que se dar o valor, e não ficar presa no mundo da fantasia.
Certamente ela é uma jovem bonita, com 18 anos, exalando a sua jovialidade,
ainda mais com o seu cabelo cor de rosa, bem exótico diga-se de passagem.
Pra dizer a verdade, eu me senti atraído por ela fisicamente, o seu corpo
curvilíneo, sua pele branca, em que o seu traje vermelho caiu bem na sua
extensão corporal. Ela era uns 20 cm menor que eu, já que eu possuo 1.82 de
altura, conseguia impor a minha dominância corporal sobre a mesma.
E foi a partir daí, que o meu envolvimento com ela começou, de uma maneira
bem diferente das convencionais para a época em que vivemos.
O povo de Konoha já no começo, estava falando que o Hokage que voltou dos
mortos, já todo quarentão, estava namorando com uma mulher de 18 anos de
idade. Não vi nenhum espanto sobre isso, quando ainda era “vivo” isso era
normal. E eles só podiam falar, não tinha nada que impedisse.
Eu fui à casa dos pais de Sakura, pedi a mão dela em namoro aos mesmos,
muitos admiraram isso. Até o momento que era o Segundo Hokage, o homem
pedia a mão da namorada aos sogros, era o que tinha que se fazer primeiro,
até mesmo nos contratos entre famílias, para depois ter autorização do Kage.
Com o senhor e senhora Haruno aceitando a nossa união, começamos o nosso
relacionamento.
Quem não gostou disso depois, foi o Uchiha, que teve a sua pena reduzida
com influência de Naruto, o filho de Minato, aquele Gaki loiro queria ser
Hokage e tem uma mente de beta. Era outro pra quem tinha de falar umas
boas verdades, se ele quisesse ser um futuro líder de Konoha. Só que eu tinha
uma novinha para macetar, o puxa-saco de emo ia ter que esperar um pouco.
A minha nova namorada um certo dia, me chamou para ir em sua casa,
dizendo que os pais dela tinham saído em uma viagem, que eu poderia ir sem
me preocupar, como se eu tivesse medo de alguém, mas como eu respeitava
os donos da casa por motivos éticos, sempre evitava comer ela lá.
Quando eu cheguei, nós dois já fomos direto para o seu quarto, nos pegando
de uma maneira avassaladora. A novinha tinha um fogo que não era pouco.
Logo estamos quase totalmente sem roupa.
Eu estava ajoelhado com ela em cima do colchão, só de cueca. Já a Haruno só
de lingerie, usava uma na cor preta, que caia bem entre as suas coxas fartas e
brancas, dividindo a sua bundinha durinha. Saboreando a sua boca, o seu
cheiro era de cerejeira, ela certamente se preparou para a minha visita.
Descendo pelo seu pescoço albino, deixava a minha marca na pele alva,
lambendo cada centímetro que podia, os arrepios e gemidos que a mais nova
soltava, me deixavam louco de tesão.
Quando eu fui em seus mamilos, com os biquinhos rosadinhos, bem durinhos,
passava a minha língua fazendo círculos, revezando entre um e o outro.
Minhas grandes mãos desciam pelas suas costas, e foram para na sua bunda,
aproveitei para dar um duplo tapa, ela arfou com o gesto.
As suas pequenas mãos iam em minha cabeleira e exploravam com vontade,
apertando os meus fios grisalhos e indo para trás da minha nuca. Mordiscava o
seu leito inferior. Ela me olhava com os seus olhos esmeraldas, belos e
preciosos, com aquela cara de putinha submissa. Tratei de me levantar e retirar
a minha cueca exibindo o meu pênis viril.
Apertando a ponta dos mamilos, senti os dedos de Sakura arranhando a minha
pele. Meus olhos de caçador viam aquela jovem Kunoichi pronta para me
satisfazer no que eu quisesse, e quando eu quisesse.
— Tá doidinha para chupar a minha pica, não é Sakura? Só esperou os pais
viajarem para me trazer para cá, ainda mais em uma noite como essa, com a
chuva caindo lá fora. — Quando eu cheguei na residência dos Haruno,
começou a trovejar e cair água com uma certa velocidade, dava para escutar
daqui de dentro, não tinha nada melhor que macetar a boceta de uma novinha,
com a chuva caindo.

— Sabe que eu fico com vergonha Tobi-kun! Você e um safado e só quer me


pegar de maneira bruta, esconder os meus gemidos são quase impossíveis, aí
tenho que lhe encontrar em outro local na vila. — Fazendo um vai e vem com o
cacetão, ela cuspiu na cabeça e começou a chupar o cabeção de carne
rosada.

— Que boquinha gulosa e essa que você tem, sua safadinha, você gosta de
engolir com uma vontade, que por Kami! Só ele mesmo para eu não perder o
juízo! — Sakura era uma pecadora, agora o seu maior pecado com certeza era
o da GULA, a sua boquinha de cima, na frente e atrás em uma gula com o meu
pau que era fora do limite.
Se bem que eu a fiz assim, já que foi eu que quebrei o cabaço dela tempos
atrás, deixando a mais nova viciada em rola. Agora ela já estava perdida nesse
caminho, só eu mesmo para satisfazer o seu ego de gulosa.
— Isso sua putinha safada, engole a pica do seu macho! Engole ela toda
caralho! – Juntando os fios rosados em sua cabeça, segurei em um coque alto,
enquanto desferia um tapa em sua bela face, no momento em que ela me
mamava com fervor. – Vem com esse seu bocão guloso me chupar até aqui,
na base na pica do seu macho, puta!
Os sons de Glup, glup, glup, glup emitidos pela boquinha carnuda da minha
parceira, eram músicas para os meus ouvidos. Os seus olhos começaram a
lacrimejar com a intensidade e fome que ela tava da minha rola. Babava que
era uma beleza, fazendo a sua saliva cair sobre o lençol de sua cama.
— Vagabunda safada! Gosta de chupar gostoso o seu macho né! Você estava
precisando de um homem de verdade em sua vida, sua vadiazinha safada! –
Puxo a sua boca do meu pau, e dou um tapa em sua cara, bem estralado com
a minha mão aberta, ela chegava a sorrir, com a forma que eu lhe tratava.

— Gostoso! Isso é o que você é Tobi-kun! Minha buceta chegou a piscar de


excitação com essa sua rola maravilhosa! – Dou um sorriso sacana com a
frase que escuto, e faço a boquinha gulosa engolir o meu pau mais uma vez,
agora era o momento de eu socar bem fundo.

— Então toma mais rola do seu macho! Tempos atrás agia como uma
mimadinha por causa de emo arrombado, mas depois de experimentar a minha
pica nem quer saber dele! — Após o maldito Uchiha sair da cadeia, eu botei
ordem aqui em Konoha, aqui não é casa da mãe Joana, não comigo “ainda
vivo”.
Ele queria sair, pra bater perna por aí, falei que não, vai trabalhar na vila aqui
dentro se quer ter outra chance. E que teria que usar um braço protético, e que
não teria células do meu irmão, para realizar alguns serviços. Ele teve que
aceitar, ou de um jeito ou de outro. O pirralho Uzumaki, deu um calundu, mas
só foi falar umas boas verdades, que o seu “discurso no jutsu” não colou aqui
no pai não.
Quando o emo soube que a garotinha que lhe idolatrava, agora não estava
mais dando bola, e estava sendo macetada por um Senju, rival do seu clã, não
gostou. Tentou convencer Sakura de certas coisas, que ela logo negou, agora
ela era uma mulher, não puxa saco de Uchiha revoltado. Ele ficou com raiva
que perdeu aquilo que ele tinha sem fazer esforço, depois do meu retorno.
Sentindo o chakra do revoltado, notei que ele estava perto, tinha uma
impressão de que ele estava até nos observando com raiva. Perder para um
inimigo da sua família, devia ferir o ego dele.
No quarto da minha parceira tinha uma janela, que ficava no segundo andar,
podia jurar que vi um vulto, será que era ele? Tratei de socar mais rola na boca
da safada com força.
— Toma mais pica nessa boca Sakura! Toma mais rola sua novinha safada. –
Dei uma boa penetrada, que fez ela se engasgar. – Tá pensando que aqui é
Uchiha brocha, aqui é Senju viril, putinha! Abre a boquinha pra tomar leite
quente na goela, rosadinha gulosa! – Ela abriu bem a boca, colocando a
linguinha pra fora, em que balançava de um lado para o outro, me olhando
como uma gatinha sem dono. – Ohhhhhhh, porra! – Jorrei o sal na boca da
gata manhosa, que tratou de engolir tudo, e mostrar que não tinha nada na
língua, a Haruno, podia se, dizer tinha o pecado da gula quando o assunto era
sexo comigo.
Me ajoelhei e chupei a sua língua, sentindo os nossos gostos misturados, meus
dedos descendo em sua barriguinha lisa, começou a passar por cima da sua
calcinha, sentindo como estava molhada, só de fazer um boquete pra mim.
Puxando a calcinha de lado, enfiei dois dedos nela, e comecei a socar, ela
gemeu gostoso na minha, apertando os meus ombros.
— Ahhh, Tobi-kun! Soca os seus dedos maravilhosos em mim, me faz gozar
seu gostoso. – Deixando o seu pescoço à mostra funguei nele, inalando o seu
cheiro.
— Tobi-kun não, putinha! Tobirama-sama! A partir de agora, você é minha
cachorrinha, isso que você é. – Acelerando os movimentos, sinto os meus
dedos invadirem mais ainda, indo o mais fundo possível. O mel feminino descia
pela boceta apertadinha.

— Isso porra! Me faz gozar em seus dedos, seu Senju gostoso, Ino falava pra
mim que homens mais velhos são melhores em tudo, agora eu acredito
naquela vaca, depois de ser fudida de todos os jeitos pelo meu Nidaime
Gostosão! – Jogando um migué pra cima de mim, ou talvez não, meu pau já
estava pronto para o combate novamente, ter o sangue do Clã da Madeira,
tinha as suas vantagens, nos rivalizamos com os Uzumakis em resistência e
virilidade, bendito seja Kami.

— Vai cavalgar para o seu macho, Sakura! Quero ver a sua bocetinha
engolindo o meu cacete agora mesmo, ele já está pronto para o combate,
quero sentir você gozar enquanto sentar para o seu homem… – Sussurrando
em seu ouvido, logo eu tomei posição e deitei esticando o meu corpo,
segurando o meu pênis na base.
— Vou sentar gostoso no pau do meu macho alfa pirocudo. – Molhando os
dedos com a sua saliva, passava na sua intimidade e no meu cabeçote, ela
logo se arrumava, passando uma das suas pernas por cima do meu corpo, e foi
descendo bem lentamente, ela apoiando as suas mãos em meu tronco.
E a sua bocetinha rosa e apertada, que tesão da porra, contraia com vontade
querendo ser leitada, tinha que esperar mais um pouco para ganhar leite
quente dentro.
— Sobe e desce na minha pica, Sakura! Faz isso bem gostoso para o seu
Senju! – Com as minhas mãos em sua cintura fina, eu controlava o ritmo do
sexo, em que rapidamente ela se acostumava, as unhas afiadas da mesma
afundavam em minha pele alva, em que eu logo larguei a minha mão aberta
em sua raba redonda! – Isso caralho! Senta com força para o seu macho e
cavalga bem gostoso.
Eu e ela nos encaramos pelo olhar, mantendo aquela conexão, ela tateava
cada centímetro do meu corpo, em que logo foi indo na região do seu grelo
rosadinho, se estimulando enquanto o seu pequeno corpo rebolava na caceta.
— Que pau gostoso e forte que você tem Tobi-sama! Quanto ele me preenche
eu me sinto em êxtase, um deleite que não tenho como, Uhhhnn, que delícia,
tá vindo Tobi-kun! A sua novinha rosadinha vai gozar com vontade na sua
chibata, seu Senju convencido! — disse, em um jogo de palavras que tinha
intuito de deixar o ambiente mais luxurioso.
— A sua bocetinha Sakura, ela é tão gulosa quanto essa sua boquinha de
veludo! Ela quer engolir toda a minha vara, tá apertando com força safada! —
Dando mais algumas contraídas, pude perceber como a sua xoxotinha
aumentava a pulsação, ela fechando os olhos e com a respiração acelerada,
em que o seu corpo aumentava a produção de suor, os seus fios rosados
grudavam em sua face, e os gemidos eróticos, satisfaziam o meu ego, que não
era pouco.
— Ahhhhhh, isso seu cachorro gostoso! – O corpo da mais nova pressionou o
meu, no mesmo instante que eu senti uma quentura no cacete, o orgasmo
feminino sendo liberado sem o menor pudor.
Puxando-a para um beijo ardente, minhas mãos passavam pelas suas costas,
sentindo o suor dela. Afundei os meus dedos em sua pele, em que com
maestria virei o meu corpo sobre o de Sakura, ela agora estava por baixo, e eu
na posição de frente a ela. Abri bem as suas pernas, olhei para baixo, vi a sua
bocetinha excitada, bem vermelhinha e lisinha, que piscava sem parar, o seu
cabelo rosa bagunçado, com o seu pescoço deitado no travesseiro.
— Essa sua bocetinha apertadinha é uma tentação Haruno, maceto ela tanto
com a minha pica, e ela ainda fica assim, bem gostosinha, só para me matar de
tesão. – Indo e voltando com o meu corpo, eu fazia um vai e vem bem
lentamente, ia lá no fundo do seu útero, e voltava quase saindo pra fora com o
meu pau, bem molhado, ele deslizava numa facilidade só.
— Soca tudo em mim cachorro! Soca tudão na sua rosadinha safada que ela
tem uma bocetinha gulosa por sua rola e pelo seu leite quente dentro dela! –
Antes da mesma terminar a sua fala, dei uma penetrada bem forte que
empurrou o seu corpo, indo na sua boca, chupava a sua linguinha quente,
mordiscando o lábio inferior, ela grunhia com o meu toque.
— Gostoso! Tá acabando com a minha bocetinha de um jeito bem avassalador!
Eu gosto assim, desse seu jeito bruto comigo, Tobi-kun, ops... digo Tobi-sama!
É assim que você gosta de ser chamado quando estamos em quatro paredes.
– Lambendo o lóbulo da sua orelha e sua bochecha, ela me pirraçava com a
sua voz de putinha manhosa, eu só sorria de canto.
As suas mãos estavam em minha nuca e nas minhas costas, ao chamar o meu
corpo para o próximo ao dela. Eu logo segurei os seus pulsos e coloquei pra
cima da cabeça dela, em que a minha mão esquerda pressionava os dois na
cabeceira de sua cama.
Me arrumando melhor dentro dela, remexia o meu quadril dentro da mulher, em
que os ovos batiam em sua boceta melada. E as minhas empurravam as suas
coxas fartas. Apertava o seu pescoço e descia para as suas mamas, lambendo
e chupando os seus mamilos rosadinhos, ela tentava sair da minha mão, mas
não conseguia, foi então que ela cruzou as suas pernas em minha cintura, não
deixando que eu saísse de dentro dela. Beijei ela novamente, até faltar ar para
separar os nossos lábios.
Foi quando, cada uma das minhas mãos separaram as mãos pequenas da
rosada, afundando no colchão de sua cama, meus dedos se entrelaçando os
seus dedos. Como eu tinha os dedos maiores e era mais forte, conseguia
impor uma dominância, como na maioria das coisas que eu faço. Tratei de
aumentar o ritmo das minhas penetradas em sua boceta encharcada.
Colocando a minha testa sobre a dela, eu sentia a sua respiração e ela a
minha, tínhamos uma conexão avassaladora, isso era um fato notório.
Meu tórax pressionando o seu busto, podia sentir as pontas dos seus mamilos
me furando de leve. E ela tratava de apertar a sua boceta no meu pau, era hora
de gozar novamente na boceta dessa mulher.
— Que boceta apertada e rosinha tu tem Sakura! Ela é tão apertadinha assim,
e para ganhar leite quente nela! – Chupando o seu pescoço suado, ela deu
uma arrepiada.
— Hum... bem apertadinha para ganhar leite quente do meu Senju pirocudo,
goza nela vai Tobirama! – Me pedindo assim, não tinha como negar, e além do
mais já estava vindo com tudo para preencher o seu buraco de reprodução.
— Que sentir leite quente do seu macho ai dentro rosinha?! Vou deixar a
xoxotinha apertada bem cheinha do meu sêmen! – Aumentando as estocadas,
o barulho que a cama dela fazia com os movimentos pegados que eu
praticava, certamente podia quebrar, mas não estava ligando, compraria
quantas ela quisesse. — Tá vindo putinha! O seu coroa vai gozar gostoso,
porra! Uhhhhh! Ahhhh! Porra! Sua filha da puta safada! — Me aliviando, soltei
alguns jatos de espermatozoide dentro dela, ela contraiu quando sentiu o
líquido quente lhe invadindo.
Algumas gotas de suor desciam pelo meu cabelo e caiam sobre o corpo da
mais nova, retirei o meu membro de dentro. Senti um alívio quando saiu pra
fora, ele melado de porra feminina com porra masculina. Segurei na base da
caceta e bati com o mesmo em cima da boceta raspadinha da discípula de
Tsunade. Foi em direção a sua boca, dei um curto selinho e puxei a mesma
para um abraço em que voltamos a nos beijar, ajoelhados na cama. Com as
mãos dela cruzadas na minha nuca.
— Chupa o pau do seu macho, putinha, que ele quer lhe fuder de 4 agora! –
Passando o dedo polegar em seus lábios, minha voz grave dava imponência
no que eu dizia, ela assentiu balançando a cabeça.
— Vou limpar o seu pau, seu gostoso, e ficar de 4 para o meu macho me
comer com força, do jeito que eu gosto! – Ela logo foi descendo, e parou em
frente do meu pênis, segurando nele, ela deu uma lambida fazendo aquela
limpa. — Essa sua resistência é muito boa Tobi-kun, você já deu duas e ainda
está duro, os livros de história da vila não mentiram que os Senjus tinham uma
baita durabilidade e resistência. — Fazendo mais umas engolidas, ela ficou de
quatro na cama, afundou bem o seu rosto no colchão, empinando a sua
bundinha pra mim, com a cara para a frente da cabeceira.
— Isso bebe, desse jeitinho que eu gosto de comer você! – Desfiro um tapa em
seu traseiro, redondinho e branquinho, abro um pouco as suas pernas, e sou
agraciado com a visão maravilhosa da bocetinha e do cuzinho rosados, são os
meus maiores motivadores pra fuder essa mulher.
— Que rachadinha bonita você tem Sakura, desce mais um pouquinho e
empina mais para o seu Senju, putinha! – Dou um tabefe bem dado com a mão
aberta, deixando a marca digital dos 5 dedos.
Pegando um pouco da minha própria saliva, fico na posição de súdito, passo
no cabeçote para dar um up no pau, e enfiou nela abrindo uma das ancas da
minha namorada, entrou como uma facada certeira. Quentinha e apertando
que era uma delícia, era uma maravilha fuder uma novinha desse jeito.
Segurando em sua cinturinha fina, aumentava o ritmo das estocadas, e a chuva
ia caindo lá fora.
Metia com força nela, em que meu abdômen batia em seu corpo pelo contato
hard que fazíamos, os gemidos obscenos que ela produzia só me deixavam
com mais tesão ainda. Pegando as suas duas mãos e puxando para trás,
segurei os seus pulsos como se fosse um X sem que ela possa segurar algo ou
pano dos lençóis, ela mordia o pano esparramado que cobria a sua cama,
tentando abafar os gritinhos de cadela. Mas podia fazer sem receio, já que os
pais não estavam nessa noite, e a chuva lá fora não deixava o barulho ser
escutado pelos vizinhos.
E falando da chuva lá fora, parecia que aquele chakra de Uchiha maldito que
eu sentir, ainda estava por perto e me observando. Podia jurar que vi um vulto
pelo vidro, em que estava sobre a galha de uma árvore. Ri de canto, aumentei
a pressão das penetradas na minha rosadinha gulosa.
— Isso porra! Fala pra o seu macho quem lhe come melhor! É o Senju
gostosão aqui e viril, ou é Uchiha brocha que mal dura dois minutos. – O tom
da minha voz alta, com certeza seria ouvido por quem estivesse lá fora.
— É você meu macho gostoso e viril, só você e resistente o suficiente para me
dar tesão e me fazer gozar várias vezes, seu putão gostoso! — Minha mão livre
foi em sua nuca e tratou de empurrar a sua cabeça contra o colchão, que meu
pau encharcado metia sem dó nela, eu botava com raiva em cima do seu
colchão, disso não tinha dúvidas.
Nossos corpos suados, o cheiro de sexo no ar era muito afrodisíaco, não tinha
como. Os minutos iam passando nesse sexo pegado de 4. Meter desse jeito
numa novinha gostosinha em idade fértil, Sakura era ideal para gerar
descendentes com a sua anca, boa parideira com esse bumbum grande. E o
seu cuzinho apertadinho piscando pra mim, eu iria cair de boca nele agora
mesmo.
— Que Cuzinho bonitinho é esse, Sakura! Chuparei ele para enfiar o meu
cacetão nele. – Retirei o meu membro da boceta e abrir bem a sua bundinha
redondinha, mordi o seu traseiro, que ela logo se contorceu, dei uma lambida
em toda a extensão da sua porta de trás, fazendo o cu de língua, em que eu
sentia como ela pressionava, soquei o dedo do meio, que chegou afundar de
jeito.
— Vai meter a sua rola grossa, no cuzinho de sua novinha, Tobi-sama? Mete
ela bem de jeitinho, daquele jeito que eu adoro, pra arder quando eu for me
sentar, seu puto, pirocudo! – Olhando por cima do ombro, mesmo com o rosto
de lado na cama, a Haruno não parava de me excitar.
— Então abre bem gostoso para o seu macho, essa sua bundinha maravilhosa,
sua putinha malandra, que gosta de sentir a minha rola dentro de si, com esse
seu cuzinho guloso por minha caceta. – Ela logo puxando as suas ancas de
lado, deixou bem abertinho o seu rabinho. Dei uma cuspida antes de inserir o
picolé de carne rosado dentro.
— Que cuzinho apertado porra! Uhhhh que merda, bem apertadinho caralho,
do jeito que eu gosto cacete! – Uma ma mão segurando na bunda de Sakura, a
outra segurava na base do meu pênis, em que eu tirava e colocava para se
acostumar, em que foi metendo só a cabecinha, pra ir pegando o jeito é
aumentar a velocidade e chegar no fundo do seu ânus.
Agora usando as minhas mãos para abrir a sua grande bunda, eu estava
praticamente sentado na traseira da minha namorada, com o peso do meu
corpo empurrando o meu órgão para dentro dela, em que os seus gemidos são
cada vez mais arrebatadores de luxuria.
— Você e bem pecadora minha novinha safadinha, você tem o pecado da gula,
e uma gula para engolir meu pau, e uma gula para engolir a minha porra, e
uma gula para levar rola em sua bocetinha apertada, e uma gula para ser
leitada no pelo, e uma gula para levar rola no cu, você também tem gula para
encher esse buraquinho de leite quente, cachorra! — Com o meu quadril
empurrando o pênis para dentro da menor, a cada estocada ia cada vez mais
fundo nela, e com as minhas provocações, aí que ela ficava louca.
— Tá colocando só a cabecinha, seu cachorrão? Eu quero tudão! Mas bem
devagar para eu sentir prazer, safado! – Me respondeu com uma voz bem
abafada, que vadia.
— Só a cabecinha? Tá de sacanagem, até parece que é a sua primeira vez no
anal, sente o pau do seu Senju afundando com tudo! — Cuspindo, empurrei a
minha saliva com o polegar, em que melhorou ao deslizar para dentro dela, dei
mais um tapa na sua traseira com uma das minhas bem estalada, ela pediu
mais, e que enfiasse tudo sem dó agora!
Arrombando o cu da minha rosadinha gulosa, o seu cuzinho depois de dar
umas estocadas bem dadas, melhorou a posição. Sakura gemia mais ainda
com os meus toques quentes e pegados. Meu corpo suado e trincando,
descendo suor, estava bem erótico.
Eu estava um coroa da hora, conseguia botar muito Shinobi novo no bolso, em
todos os sentidos praticamente. Ainda mais na hora do sexo. Eu sou um putão
treinado. Meu saco chegava a balançar e bater em sua boceta molhada
quando eu empurrava com tudo em seu rabinho apertado.
Os minutos iam passando, meu ficava novamente inchado. Teria que me aliviar
bem gostoso no buraquinho dela, a vagabunda ainda contraia querendo puxar
mais e mais do leite que eu estava produzindo.
— Quer sentir leite no cuzinho bebê? Quer sentir o leite quentinho aqui dentro?
– Com as penetradas mais firmes, logo sairia da minha taça o líquido da
reprodução.
— Quero seu safado, Tobi-kun e muito safado comigo, da leite quente no meu
rabinho, da leite quente pra sua novinha gulosa! – Me provocando, não deu
outra.
— Sente como o pau do seu macho deixa a porra do seu cu, cheio de porra
sua vadia safadinha! — Mais uma vez eu gozei com essa mulher, jatos de
esperma preenchendo a porta de trás dela, que chegou a trancar a raba,
quando eu senti a quentura que eu soltei! – Ah porra! Que tesão Sakura!
Comer você é muito bom, minha rosadinha gulosa por pica.
Saindo de dentro dela, me senti extremamente aliviado, meu corpo estava
pegando fogo. E olha que a chuva ainda caía lá fora. Foi como se uma missão
ninja tivesse sido concluída, me lembrando dos tempos que eu ainda era
jovem.
— Vamos tomar um banho, Tobi-kun? Estou toda molhada, em todo sentido
seu gostoso. – Quando eu desci da cama da Haruno, a mesma pulou em cima
de mim, em que eu a segurei nos braços e nos beijamos.
— Pode apostar que sim, você é insaciável quando quer, sua rosadinha
safada. – Bato na bundinha dela, em que ela ri, vamos direto para o chuveiro,
em que nos limpamos e nos pegamos no cômodo da casa dela.
Já deitados, eu e ela nus, apenas um lençol fino de cor branca, tampava as
nossas intimidades. Com a sua cabeça em meu tronco, falando algumas
bobagens, a minha namorada podia ser bem nova, só que ela possuía uma
mente de mulher resolvida. Com muito mais maturidade que dar época em que
eu conheci ela, ela brincando com os seus dedos na minha barriga, me dizia
que queria mais, aproveitar que os seus pais não estavam em casa. Que
novinha pecadora, o pecado dela era a gula por sexo hard comigo.
— Vamos Tobi-kun! Mais uma vez, a noite tá tão propicia a isso, fazer sexo
enquanto chove e bom demais. – Pelada com as suas mamas a mostra, ela
subia na minha barriga, e ficou esfregando a sua xereca em mim, ela queria me
enfeitiçar, não tenho dúvidas.
— Pra satisfazer essa sua gula, não pode ser pouca coisa não. – Puxando ela
para um beijo, com ela deitada sobre o meu corpo, íamos trocar calor noite
adentro ainda.

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