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ASSOCIACAO
BRASILEIRA
DE NORMAS
TECNICAS
Far «$5 21 3078:2506
mato r996 | NBR 13604
Filtros e tubos de revestimento em PVC
para pogos tubulares profundos
Especificagao
Origem: Projeto 02:013.03.001/1995
CB-02 - Comité Brasileiro de Construgao Civil
CE-02:013,03 - Comissdo de Estudo de Pogos Tubulares Profundos em PVC
NBR 13604 - Well screens and casings of unplasticized (Poly Vinyl Chloride)
(PVC) for groundwater wells - Specification
Descriptors: Well screens. Well casings. Groundwater wells
Vélida @ partir de 01.07.1996
‘SUMARIO.
1 Objetivo
2 Documentos complementares
3 Definigoes:
4 Condigdes gerais
5 Condigées especiticas
6 Inspegao
7 Aeeitagao @ rejelgao
1 Objetivo
1.1 Esta Norma fixa as condigdes oxigiveis para os fitros
€ tubos de revestimento fabricados em poli (loreto de
vinia) (PVC) a serem empregados em pogos tubulares
profundos para captagao de agua subterranea,
1.2 Esta Norma se aplica aos filtros @ tubos de revesti-
monto de didmetros nominais ON 100, 150, 200, 250
300, nas classes leve, normal e reforgada.
2Documentos complementares
Na aplicagao desta Norma é necessério consultar:
NBR 5684 - Tubos de PVC rigido - Efeitos sobre a
‘gua - Método de ensaio
NBR 5687 - Verticagao da estabilidade dimensional
‘em tubos de PVC rigido - Método de ensaio
Palavras-chave: Filtro. Tubo de PVC. Pogo 8 paginas
NBR 7282 - Conexdes de PVC rigido - Determinacao
do ponte de amolecimento Vicat - Método de ensaio
NBR 7457 - Plisticos - Determinago da densidade
aparente de material de moldagem capaz de fluir
através de um funil especificado - Método de ensaio
NBR 13605-- Fitros.e tubos de revestimento em PVC.
ppara pogos tubulares profundos - Determinagao di-
‘mensional - Método de ensaio
NBR 13606 - Tubos de revestimento em PVC para
poges tubulares protundos - Determinagao do
‘médulo de elasticidade a flexao - Método de ensaio
NNBR19607 - Tubos de rovestimento em PVC para
pogos tubulares profundos - Verificacao da flexio
a0 impacto - Método de ensaio
NBR 13608 - Tubos do rovostimento em PVC para
pogos tubulares profundes - Verficagéo do desem-
ppenho de junta roscdvel - Método de ensaic
NBR 13609 - Tubos de revestimento em PVC para
ogos tubulares profundos - Veriticagao da re-
sigténcia & tragdio das juntas - Método de ensaio
NBR 13610 - Resinas de PVC - Determinagao do
valor K - Método de ensaio12) Pole UY CALUSIYY = PLROMIES NUYS ININ UE FERS HUUS LIDAR 21.8, IHgrUYU Inve \eUY OF
3Definigdes
Para os efeitos desta Norma séo adotadas as definigdos
de 3.13.12.
3.1 Tubos de revestimento
Tubos destinados a dar sustentagdio mocénica © con-
tinuidade & coluna fitrante do pogo.
3.2Filtro
Tubo de revestimenta dotado de ranhuras destinadas &
admissao de égua subterrénea.
3.3 Diémetro nominal (ON)
Numero que serve para classificar, em dimensdes, os
elementos de tubulag6es © que corresponde, aproxi-
madamente, ao didmetro intamo da tubulagZo, em mi
metros,
‘3.4 Didmetro externo médlo (d,,)
‘Quociente da divisdo do perimetro externo do fitro © tubo
de revestimento, em milimetros, pelo némero 3,142, apro-
ximado para 0,.mm superior.
3.5 Espessura de parede (e)
Dimenstio (e) mastrada na Figura 1.
3.6 Diametro interno minimo (4,)
‘Menor diametro interme medido em uma segao qualquer
do fitro ou tubo de revestimento,
3.7 Comprimento de montagem
Distancia medida entre a extremidade da bolsa de um
{itro ou tubo de revestimento até a extremidade da bolsa
de outro fitro ou tubo de revestimento de mesmo DN,
quando os dois estdo rosqueados.
3.8 Resisténcia ao colapso
Valor teérico equivalente & pressdo hidrostatica extema,
capaz de causar 0 colapso da tubulagao, Na prética, tom
1 fungdo de orientar sobre a profundidade de aplicago
das diferentes classes de fitros e tubos de revestimento,
3.9 Classe dos filtros e tubos de revestimento
Familia de fitros @ tubos de revestimentos caracterizada
pelo limite de profundidade de aplicagdo.
a
1 Classe love
Para protundidade maxima de 50 m.
3.9.2 Classe normal
Para profundidade maxima de 160m.
NBR 13604/1996
3.9.3 Classe reforgada
Para profundidade maxima de 300 m,
3:40 Nervura (h)
Estria longitudinal externa, om forma de cunha, com 0
‘objetivo de melhorar as caracteristicas hidrdulicas © mé
‘canicas dos fitros @ tubos de revestimento, Nao é consi-
derada na determinagéo da espessura da parede. A Fi-
gura 1 apresenta a forma das nervuras. Na Tabela 1,
‘constam a quantidade e a altura minima de nervuras em
tungao do iametro nominal do tubo de revestimento.
Figura - Forma das nervuras
‘Tabela 1 - Detalhes das nervuras
DN ‘dz, | Quantidade] —hminimo
(rim) minima | (mm)
100 1170 110 20
150 1740 160 20
200 231,0 210 2.0
250 286,0 180 25
300 335.0 210 25
3.11 Ranhura
Corte em forma de arco, ortogonal ao elxo longitudinal do
filtro, com a finalidade de permitir a entrada de agua. A
Jargura da ranhura est4 relacionada @ granulometria da
formagao geolégica do solo e do prévfiltro utlizado,
3.12 Junta roscével
Junta constituida pela unio de uma ponta roscada com
uma bolsa roscada de um filtro ou tubo de revestimento.
4Gondigoes gerais
4.1 Material
411 Os ftros @ tubos de revestimento devem ser fabrica-
dos com resina de poli (cloreto de vinla) e aditivos neces-
sarios para permitir um adequado procosso do oxtrusto,
bem como para garanti, ao produto inal, um desempentho
‘compativel com a finaidade a que se destina ¢ ao aten-
dimento dos requisitos desta Norma.NBR 13604/1996
4.1.20 fltros e tubos de revestimento devem apresentar
superticies uniformes © sem irregularidades. Bolhas, do-
[presses e porosidades, bem como outros indicativos do
‘mé-formagao dos firos e tubos no processo de extrusso,
no so aceitos. Pequenas ondulagdes internas sao tole
‘adas, desde que nao haja comprometimento do didmetro
interno minimo,
42 Dimensoes
4.21 Os ftros e tubos de revestimento devem ser fabrica-
dos com DN 100, 150, 200, 250 ¢ 300, com as dimensies
dofinidas na Figura 2e nas Tabelas 1,263.
"Nota: A isposiedo 0 dimensées das ranhuras encontran-so na
Tabela a,
4220 acoplamento entre tubos de revestimento, ftros ©
acessories deve ser feito através de rosqueamento por
rosca trapezoidal, conforme estabelecido nas Figuras 3
e4enas Tabelas 405,
423 0s fitros e tubos de revestimento devem ser fabri
ccados com comprimento de montagem de 1m, 2me 4m,
‘com tolerdncia de #1%.
Corte AA
424 Os fitros e tubos de revestimento deve ser ner
vvurados,
43 Intercambialidade
A intercambialidade entre ftros ¢ tubos de revestimento
do classes diferentes nao é permitda.
4.4 Marcacio
Os ftros e tubos de revestimento devem trazer marcado,
de forma visivel e que nao seja removivel com agua, no
‘minimo uma vez em cada tubo, o seguinte:
a) marca ou identificago do fabricante;
b) classe do tubo:
©) diametro nominal;
4) data de tabricagaio;
©) abertura da ranhura, no caso do fio,
Figura 2- Dimensées dos filtros e tubos de revestimento
Tabela2- Dimensées dos filtros @ tubos de revestimento
Love Normal
ve e e
mm mm mm mm mm
100 117,05% : - 50; | 1016 . :
150 174,058 159.0 783' | 153.0 95,7 | 1496
200 231,03 : : too;" | 2050 130;°” 199.6
250 285,03" : : 12s; | 2520 160; | 2442
300 935,0;°* : . 145;" | 2076 190;% | 28764 NBR 13604/1996
‘Tabela 3 - Disposigao-e dimensdes das ranhuras -Namero minimo de ranhuras no perimetro
‘Abertura das ranhuras tae | or | noe fae | ge
™
Nomero minimo
DN uy lem. | 8 8 B B B en
425 205 | 205 | 205 205 | 206 cian
°
mm mm mm mm | mm mm | mm
100 90,0 136,0 os | 35 | 88 95 98 5
150 170,0 161,0 55 | 55 | 55 9s 95 5
200 180,0 179.0 ss | 55 | 55 9s 98 6
250 ono | 20 | ss | 85 | 58 9s 95 8
300 20,0 oro | 65 | 88 | 58 95 98 9
oC
Detaihe A
Figura 3- Dimensdes de acoplamento da bolsa dos filtros.¢ tubos de revestimento
Detaine B
Figura 4 - DimensGes de acoplamento da ponta dos filtos e tubos de revestimentoNBR 13604/1996 5
‘Tabela 4- Bolsa - Dimensées de acoplamento da bolsa dos filtros e tubos de revestimento
Unid:mm
ON OB 20 > 1 P 4 N a
(rnirimo) | (basso)
Nervurado love
180 168.9°3¢ 25201 | 65 5 we 8 1.0
Nervurado normal
100 sto | 11602, | 2,701 | 50 6 we 8 10
7 150 tesa? | 713%, | 25201 | 65 6 any | 10
3
3 200 zeaas* | 2s, | 25201 | 80 6 ase | 12 18
i 250 2700 52201 | 95 12 soy | 163 28
; 300 st90% 52201 | 98 2 sow | 202 28
3 Nervurado reforgado
3 150 1653 | 171%, | 30201 | 65 7 26%" 8 10
? 200 args? | 2302%, | 35201 | 60 8 a | we 18
3 250 270% | ragat, | 6001 | 95 14 a 25
i 300 a190%7 | 968%, | 6.0201 | 95 14 soy | 202 25
3 “Tabla or Bhnensteede eooplementy daperdaitos filtoe niuhioede revesthrwcte
§ Unie: mm
2 DN A e F Pp Hq M u
3 (méx) | _(passo)
3 Nervurado leve
i 150 1e95%, | 25201 60.0 5 ] wz | 60x05 ] soz
i
; Tervaradonorinal
; 100 zrzo1 | 450 6 173? | 60:05 | 603
3
3
: 150 25201 | 600 6 263 | 60x05 | 603
3
: 200 2501 | 700 6 26% | 100205
2 20 | aveoa, | saaor | eso | v2 cop | amos | 190d
; 300 se7o%, | 52201 | 850 12 503° | 165205 | 200%
3 Nervurado reforeado
H 150 30201 | 600 7 2e%* | 60205 802
g 200 245, | ss20) | 700 ® 100208 1205
: 250 278.0%, | 6001 | 85.0 14 som? | 145205 | 1803
4 300 3270, | 6.0201 85.0 14 soy? | 16.5205 200%i
c
§
3
2
i
§
i
3
3
?
}
5
R
4.5 Unidade de compra
‘A unidade de compra é a barra com ponta @ bolsa ros-
‘céveis, © comprimento de montagem de 1,0 m, 2,0 me
40m.
5 Condigéesespectficas
5.1 Requisitos paraa,resinade PVC
8.1.4 Densidade de massa
‘A densidade de massa da resina de PVC deve ser esta-
belecida por seu fabricante e no pode variar acima de
+=0,02 g/cm? do valor especiicado,
5.1.2 Valor.
© valor K da resina de PVC deve ser especificado por
‘seu fabricante. A dispersao maxima admitida, em relago
20 valor especificado, 6 de = 1
5.2 Requisitos para o composto de PVC
5.2.1 Densidade de massa
‘A densidade de massa do composto de PVC deve
especificada por seu fabricante. A disperséo maxima
‘admitida, em relagao ao valor especificado pelo fabri-
ante, 6 de =0,05 glcr
5.3 Requisitos para o filtro e tubo de revestimento
5.3:1 Flexo 20 impacto do tubo da revestimento
(© percentual de quebra, obtido dos corpos-de-prova reti-
‘ados dos tubos de revestimento, deve ser inferior a 10%
5.3.2 Temperatura de amolecimento Vicat
Os corpos-de-prova, isentos das nervuras, devem ter a
temperatura de amolecimento Vicat igual ou superior a
80°C.
5.8.3 Estabilidade dimensional
Os corpos-de-prova devem apresentar variagdio longi-
tudinal menor que 5%, quando submetidos & temperatura
de (150+2)°C.
5.3.4 Médulo de elasticidade a flexdo do tubo de
revestimento
(O médulo de elasticidade a flexao deve sera média aritmé-
tica do resultado individual de cada corpo-de-prova &
estar entre 2500 MPa a$200 MPa.
NBR 13604/1996
5.35 Estanqueldade das juntas
Os corpos-de-prova com juntas rosqueadas, dotadas
de vedante indicado pelo fabricante de tubos, deve
Ser estanques quando ensaiados com vécuo parcial de
0,03 MPa, durante 5 min, ¢, posteriormente, a uma pres-
‘so hidrostatica interna de 0,2 MPa, durante outros
5min,
5.3.6 Trapdo das juntas
AAs juntas, devidamente rosqueadas, devem ser en-
Salads em uma maquina universal de onsaios, & velo:
‘cidade de § mm/min, devendo resistir no minimo aos
valores estabelecidos na Tabela 6.
Tabela 6 - Tabela de resisténcia a tragao axial
oN Classe Resistencia
O)
100 Normal 45000
150 Leve ‘36000
180 Normal 85000
150 Retorgado 105000
200 Normal 50000
200) Reforgado 190000
250 Normal 190000
250 Reforgado 190000
300 Normal 200000
300 Retforgado 200000
5.37 Dimonsdes
‘As dimensées dos filtros © tubos de revestimento ©
Tespectivas toleréncias devem estar de acordo com 0
estabelecido em 4.2,
‘53.8 Efelto sobre a agua
(Os corpos-de-prova dos filtros e tubos de revestimento
‘no devem transmitir & agua quantidades de chumbo
tais que excedam 1 ppm, Repetindo-se mais duas vezes
© ensaio sobre o mesmo corpo, no tefceiro resultado
obtido, @ quantidade de chumbo nao deve exceder
0,3 ppm. Outras substancias, como Cr, As, Hg @ Sn, néo
davem estar presentes em quantidades que excedam
0,05 ppm.eee
i
5
;
3
3
>
2
j
:
5
3
3
Z
$
i
NBR 13604/1996
5.3.9 Ensalos @ perlodicidades para fltros 0 tubes de
revestimento
Os ensaios @ periodicidades minimas para controle
durante a fabricacdo dos firos @ tubos de revestimento
devern ser os estabelecidos na Tabela 7,
‘Tabela 7 Ensaios dos filtros e tubos de revestimento
realizados durante a fabricagao
Ensaio N de [Periodicidade
ensaios|
Densidade de massa da resina| 3 | monsal
Valor K da resina 3 mensal
Donsidade de massa do 3 | aisrio
composto
Flexdo ao impacto do tubo 1 semanal
de revestimento
Temperatura de amolecimento| 3 | quinzenal
Vieat
Establidade dimensional 3 | didtio
‘Médulo de elasticidade & 1 semanal
flexdo do tubo de revestimento
Estanqueidade das juntas 1 ttimestal
Tragao das juntas 1 semanal
Dimensées 3 | 2horas
Efeitos sobre a Agua 1 semestral
6inspegao
6.1 Atribuigdes de responsabilidade
6.1.1 Fabricante de fitros.@ tubos do revestimento
41.4 O fabricante deve, envolvendo 0 fornecedor de re-
sina, projetar, estabolocer, implomentar e manter atua-
lizado um sistema de gestéo da qualidade, capaz de asse-
urar que os filtros © tubos de revestimento que produz
estejam de acordo com esta Norma e satistagam as ex:
Pectativas dos usuarios finais dastes produtos.
[Link] No caso do fabricante possuit fabricagtio propria
do composto, ele deve verificar a densidade de massa
do composto especificada om 5.2.1 0 oxigir 6 sou aton
‘mento quando do recebimento de composto fabricado
por terceiros.
6.1.2 Fornecedor de resina de PVC
6.4.2 © fomecedor deve manter a hemogeneidade ©
Uniformidade do material, assegurando a sua qualidade
de acorde com esta Norma,
6.1.22 0 fomecedor deve entrogar ao fabricante de fitros
‘¢tubos de revestimento, a cada lote, 0s resultados auferi=
dos nos ensaios de densidade de massa efou do com=
posto 8 do valor k,
6.1.3 Usudrio
0 usuério deve assegurar-se de que o fabricante fornega
fitros @ tubos de revestimento cuja qualidade esteja de
‘acordo com esta Norma,
62Enseios
{6.2.1 Densidade de massa da resina e do composto de PVC
O ensaio deve ser realizado de acordo com a NBR 7457.
6.22 Valork.
O ensaio deve ser realizado conforme a NBR 13610.
6.2.3 Flexo ao impacto do tubo de revestimento
‘Ocensaio deve ser realizado de acordo com a NBR 13607.
6.2.4 Temperatura de amolecimento Vicat
[Link] 0 ensaio deve devs ser realizado de acordo com a
NBR 7232,
62.42 Devem-se utilizar uma carga constante compre-
endida entre 49 N @ 50 Ne velocidade de aquecimento
de 50°C/h, A agulha do apareino deve ser apoiada na
‘superficie no usinada,
6.2.5 Estabilidade dimension
(O ensaio deve ser realizado de acordo com a NBR 5687.
2.6 Médulo de elasticidade & flexio do tubo de
revestimento
CO ensalo deve ser realizado de acordo com a NAR 13606.
6.2.7 Estanquoldade das juntas
© ensaio deve ser realizado de acordo com a NOR 19608.
6.28 Traglo das juntas
© ensaio deve ser realizado de acordo com a NBR 19608.
629 Dimensses
A determinagaio das dimensées deve ser realizada de
acordo com a NBR 13605.
6.2.10 Efeito sobre @ équa
O ensaio deve ser realizado de acordo coma NAR S684.6.3 Auditoria ou qualificagiio do sistema de gestéo da
qualidade
63.1 0 usuério pode utilizar uma das entidades neutras
‘com as quais 0 fabricante mantém permanente inter-
cambio técnico referents & qualidade, para quaiiicar 0
fabricante, ou efetuar aucitoria espectiica
6.3.2 O fabricante deve colocar & disposigo do auditor
de qualidade, credenciado pelo usuatio, os documentos
do sou sistema da qualidade, cuja exibigéo foi objeto de
acordo prévio entre as partes,
6.3.3 0 usuario e/ou entidades neutras devem efetuar au-
itorias periédicas que permitam assegurar que o fabri-
ccante cumpre os procedimentos estabelecides no manual
dda garantia da qualidade.
{63.4 0 fabricante deve ter o manual da garantia da qua-
lidade, estabelecendo a organizagao e os procedimentos
do seu sistema de gestdo da qualidade no que diz tespei-
toa:
) garantia de desempenho da resina de PVC
utiizada na fabricago dos fitros e tubos de reves-
timento, baseada nos ensaios de qualificagao, ¢
da qualidade assegurada do seu fornecedor,
) garantia de um procossamento adequado da ro-
sina, baseado nos ensaios de qualificagao @ rece-
bimento do composto, e durante a fabricago dos
filtros e tubos de revestimento:
©) planejamento da inspegao;
4) controle dos documentos;
©) equipamento de medicéo e controle;
1) inspegao ¢ ensaios de recebimento da resina de
Pvc;
NBR 13604/1996
9) inspecdo e ensaios de aceitaro dos fitros e tubos
de revestimento;
h) ndo-conformidade;
i) ago corretiva;
1) manuseio, embalagem e expedigao:
registro da qualidade;
1) auditoria da qualidade,
7 Aceitagao e rejeigao
7.1 Cabe a entidade mencionada em 6.3.1 ootejar 08 re-
‘sultados obtidos nos ensaios com os valores desta Nor-
ma,
7.2 Cabe ao comprador, antes da assinatura do contrato
de fornecimento, estabelecer uma auditoria no sistema
{de gosto da qualidade do fabricante de tal forma a asse-
‘gurar que este tenha condigdes de produzirfitros e tubos
{de revestimentos conforme especificado nesta Norma.
7.8 Dependendo do acordo firmado entre fabricante ©
comprador, a aucitoria no sistema da qualidade do fa-
bricante pode ser feita diretamente ou através de entida-
dos inspetoras,
7.4 Para eteito de 7.2, a entidade inspetora deve:
) avaliar 0 programa da qualidade do tabricante:
b)aprovar, formalmente, 0 manual de controle da
qualidade do fabricante:
©) realizar fiscalizagdes esporadicas, a fim do asse-
_gurar que 0 fabricante esta obedecendo ao manual
do controle da qualidade e que os filtros © tubos
de revestimento esto de acordo com esta Norma,