Avaliação Psicológica: Escalas Wechsler

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Este documento fornece informações sobre as escalas de inteligência de Wechsler, incluindo a WPPSI, WISC e WAIS. Detalha a composição, uso e propriedades de cada escala, bem como a aferição …

ESPECIALIZAÇÃO AVANÇADA EM

AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA DA INFÂNCIA À


IDADE ADULTA [E-LEARNING]
Módulo: Avaliação Psicológica de Crianças e Adolescentes: Avaliação da
inteligência

Formadora: Isabel Basto


Dados históricos

•O desenvolvimento das Escalas de Inteligência de Wechsler teve início com a


publicação da Escala de Inteligência Wechsler-Bellevue para Adultos (Wechsler,
1939).
• Os instrumentos que fazem parte desta escala têm como objetivo avaliar o
desempenho cognitivo do sujeito, em diferentes faixas etárias/fases
desenvolvimentais.
• Caraterísticas que tornavam estas escalas atraentes:
• possibilidade de obter uma medida global de aptidões e de duas medidas de aptidões específicas;
• possibilidade de obter QI’s;
• administração do mesmo conjunto de subtestes a todos os indivíduos avaliados com uma
determinada escala;
• cada subteste contribui, da mesma maneira, para o cálculo dos QI’s.
2
Dados históricos
• Aferição para a população portuguesa:
• 1º aferição: 1969 (Marques, 1969, 1970)
• 2º aferição: 1998-2003 (Simões, 2003)

• WPPSI: pré-escolar e 1º ciclo do ensino básico


• WISC: idade escolar
• WAIS: jovens e adultos
• Validação: Clínica, esboço de análise fatorial, estudos de correlação
intrassubtestes e escolar. 3
Potencialidades das escalas de inteligência de Wechsler

• Permitem comparar o desempenho do sujeito:


• nos subtestes verbais e de realização,
• com o desempenho dos sujeitos do seu grupo etário,
• em diferentes fases da trajetória desenvolvimental,
• nos diferentes subtestes, com vista à análise qualitativa relevante para o diagnóstico.

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Críticas às escalas de inteligência de Wechsler

• Não permite converter diretamente o nível global em Idade Mental (IM).


• A utilização dos termos QI para os resultados das escalas verbal, de
realização e global pode tornar-se algo confusa.
• O postulado de constância do QI é discutível, segundo alguns autores.
• O próprio autor reconhece que as suas escalas não esgotam o espectro de
competências enquadráveis como indicadores da inteligência (Wechsler,
1956).
5
Escala de inteligência de Wechsler para a Idade Pré-escolar – 3ª
edição (WPPSI-III)

• A WPPSI é a escala Wechsler de inteligência para crianças em idade pré-


escolar.
• Foi criada por David Wechsler e a sua versão final remonta a 1967.
• Inicialmente, era uma revisão da Escala de Inteligência de Wechsler para
Crianças (WISC), tendo sido, depois, ampliada no sentido de avaliar as
competências de crianças de idade pré-escolar.

6
Escala de inteligência de Wechsler para a Idade Pré-
escolar – 3ª edição (WPPSI-III)

• População-alvo: crianças entre os 4 e os 6 anos e meio.


• Composição:
• Escala verbal: Informação, Vocabulário, Aritmética, Semelhanças, Compreensão e
Sentenças, sendo este último um teste suplementar.
• Escala de realização: Casa de Animais, Completamento de Figuras, Labirintos, Desenhos
Geométricos e Cubos.

7
Escala de inteligência de Wechsler para a Idade Pré-
escolar – 3ª edição (WPPSI-III)

• Permite obter um QI verbal, um QI de realização e um QI referente à escala


completa.
• Além da avaliação do funcionamento cognitivo, permite rastrear problemas de
desenvolvimento, indicadores de psicopatologia, a par de indícios associados a
alterações neurológicas, ou a lesões cerebrais.
• Apesar de não ser uma extensão da WISC, a WPPSI integra alguns testes que
constam na WISC.
• A continuidade existente entre as competências aferidas pela WPPSI e pela WISC
viabiliza a realização de estudos longitudinais e comparativos.
8
Escala de inteligência de Wechsler para Adultos - 3ª
edição (WAIS-III)

• População alvo: sujeitos com idade superior a 16 anos.


• Composição:
• Escala
Verbal: Vocabulário, Semelhanças, Aritmética, Memória de Dígitos, Informação,
Compreensão e Sequências de Letras e Números (suplementar).
• Escala de Realização: Completamento de Gravuras, Código, Cubos, Matrizes, Disposição de
Gravuras, Pesquisa de Símbolos (opcional) e Composição de Objetos (opcional).
• Inclui 11 subtestes da WAIS-R e 3 novos subtestes: Pesquisa de Símbolos
(adaptado a partir da WISC-III), Matrizes, Sequências de Letras e Números.
9
Escala de Inteligência de Wechsler para Crianças – 3ª
edição (WISC-III)

• Objetivo: avaliar o desempenho/funcionamento cognitivo


• População-alvo: crianças entre os 6 anos e 0 meses e os 16 anos, 11 meses e
30 dias

• Administração: individual

10
O conceito de inteligência na Escala de inteligência de Wechsler
para Crianças – 3ª edição (WISC-III)

•A WISC-III avalia a inteligência na sua natureza compósita, assumindo a


capacidade intelectual dos indivíduos como um potencial decorrente da
integração e ponderação de diversas habilidades e funções cognitivas.

‘(…) avaliar o desempenho cognitivo da criança ou do adolescente, de acordo com um conjunto


de condições bem definidas’ (Wechsler, 2003, p. 31)

11
O conceito de inteligência na Escala de Inteligência de Wechsler para
Crianças – 3ª edição (WISC-III)

13
subtestes Inteligência como constructo
Multidimensional

Outros
Fatores 12
O conceito de inteligência na Escala de Inteligência de Wechsler
para Crianças – 3ª edição (WISC-III)

‘A inteligência é a capacidade global ou complexa do indivíduo agir em função de um


determinado objetivo, pensar de uma forma racional e de estabelecer relações úteis com o
meio’ (Wechsler, 1956, p. 13)

‘… um desenvolvimento diferenciado das aptidões e, por isso, esse mesmo desenvolvimento


resultará em padrões de desempenho bastante diversificados’ (Simões, 2003).

‘…é importante considerar, em toda a avaliação da inteligência, outros fatores (e.g., história
pessoal-social do individuo, traços de personalidade, atitudes, etc.), para além das aptidões
intelectuais ou cognitivas’ (Simões, 2003). 13
Escala de Inteligência de Wechsler para Crianças
– 3ª edição (WISC-III)

Contextos de utilização
A WISC-III é utilizada num espectro amplo de contextos:
•contexto escolar, sendo útil no diagnóstico de:
•dificuldades de aprendizagem,
•sobredotação,
•défice intelectual e
•atraso de desenvolvimento.
•contexto clínico e de reabilitação, nomeadamente na caraterização do perfil de funcionamento
cognitivo de sujeitos com:
•perturbações neurológicas (e.g., afasia, traumatismos cranianos, paralisia cerebral, epilepsia);
•deficiências sensoriais (e.g., auditivas e visuais).
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Escala de Inteligência de Wechsler para Crianças
– 3ª edição (WISC-III)

• Composição
• A escala é composta por 13 subtestes, organizados em duas subescalas compósitas: Verbal e de
Realização.
• 3 QI’s
• Verbal
• Realização
• Escala Completa
• 3 índices fatoriais
• Compreensão Verbal
• Organização Percetiva
• Velocidade de Processamento 15
Escala de Inteligência de Wechsler para Crianças
– 3ª edição (WISC-III)
Composição
1. Completamento de Gravuras (R)
2. Informação (V)
3. Código (R)
4. Semelhanças (V)
5. Disposição de Gravuras (R)
6. Aritmética (V)
7. Cubos (R)
8. Vocabulário (V)
9. Composição de Objetos (R)
10. Compreensão (V) 16
Escala de Inteligência de Wechsler para Crianças
– 3ª edição (WISC-III)
Composição
[Link] de Símbolos (subteste opcional que pode substituir apenas o subteste
Código)
[Link]ória de Dígitos (subteste opcional que pode substituir qualquer subteste
Verbal)
[Link] (subteste opcional que pode substituir qualquer subteste de
Realização)

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AFERIÇÃO NACIONAL
Aferição nacional

• 2 estudos exploratórios (orientados para a elaboração da versão portuguesa


da WISC-III) – entre fevereiro e junho de 1999;

• Estudo de Aferição Nacional (orientado para a elaboração de normas) –


fevereiro e dezembro de 2000.

• Estudos que avaliaram as propriedades psicométricas do instrumento (i.e.,


precisão (acordo intercotadores) e validade concorrente, preditiva e de
constructo) – fevereiro de 2001 e junho de 2002.
20
Aferição nacional

A aferição da versão portuguesa da WISC-III visou aperfeiçoar:


• conteúdo dos subtestes
• instruções de administração e cotação


Para o efeito, foram utilizadas várias fontes de informação:
• comentários solicitados aos psicólogos que administraram a WISC,
• sugestões de vários consultores e peritos,
• revisão da literatura,
• análise sistemática dos resultados obtidos.
21
Aferição nacional

• A versão final portuguesa da WISC – III, utilizada na aferição nacional, corresponde


a um trabalho de aperfeiçoamento progressivo que implicou 2 estudos
exploratórios.
• Seleção dos itens que apresentavam qualidades psicométricas mais adequadas aos
seguintes níveis:
[Link] de dificuldade dos itens da versão portuguesa deveria ser equivalente ao dos itens
das versões inglesa (Wechsler, 1992) e francesa/belga (Wechsler, 1996), tendo sido
definida a ordem dos itens, em função deste critério.
2.Índice de discriminação: itens de cada subteste apresentam correlações bisseriais
corrigidas superiores a 0.20.
[Link] diferencial dos itens permitiu eliminar, nos subtestes verbais, os itens
cujo conteúdo enfermava de um viés decorrente do sexo.
22
Aferição nacional

• A primeira versão experimental da WISC-III portuguesa foi elaborada, com base na:
• versão americana (Wechsler, 1991),
• versão inglesa (Wechsler, 1992),
• versão francesa/belga (Wechsler, 1996).

• Não se tratou de uma tradução literal, mas antes de um exercício complexo de adaptação.
• Os itens dos subtestes verbais da escala sofreram alterações, tendo em vista a sua adequação à
realidade portuguesa.
• Os subtestes da escala de realização não foram objeto de modificação.
• No entanto, nos dois estudos exploratórios, os subtestes de realização foram administrados, a fim de
verificar se a sequência dos itens corresponde a um aumento efetivo do grau de dificuldade dos
mesmos.
23
Aferição nacional

• Diversos itens na versão portuguesa da WISC-III constavam já nas edições anteriores (WISC,
WISC-R), ainda que alguns desses itens tenham sido objeto de ligeiras modificações.
• Foram acrescentados mais pontos de início na escala, que permitem diminuir o tempo de
administração.
• Na escala verbal, foi aumentado o número de exemplos de resposta, para facilitar a
cotação.
• Foram incluídos itens de exemplo, com o objetivo de ajudar o sujeito a familiarizar-se com
a tarefa.
• Foram introduzidas alterações na regra de interrupção, em função do número de
insucessos consecutivos.
• Foi revista a estrutura dos pontos de bonificação.
24
Aferição nacional

• Com a exceção dos subtestes de Informação, Semelhanças e de Vocabulário, o número de


itens aumentou, em comparação com as versões anteriores.
• No subteste de Código, cada símbolo foi ligeiramente aumentado e acrescentou-se uma
linha de números.
• No subteste de Disposição de Gravuras, os itens são, agora, numerados. A ordem correta é
verificada através de uma sequência numérica (1, 2, 3), sem a utilização de palavras em
inglês.
• A Pesquisa de Símbolos é o novo subteste, opcional, que contempla dois níveis de
dificuldade: Partes A e B. As duas partes são apresentadas, autonomamente, num único
caderno.
• O conteúdo dos problemas do subteste de Aritmética foram devidamente revistos,
considerando a transição do escudo para o euro.
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Aferição nacional

• Os procedimentos de administração e cotação sofreram modificações significativas:


• Esta escala inclui diversos parâmetros de estandardização, contemplando alguns subtestes
o recurso a:
• reforços verbais,
• itens de exemplo,
• itens com um segundo ensaio,
• repetição de itens e aprofundamento de respostas,
• cotação de respostas múltiplas ou “deterioradas”,
• diferentes pontos de início e regras de interrupção,
• subtestes cronometrados e com bonificações distintas, em função da qualidade e rapidez das
respostas.
26
Aferição nacional

• Os procedimentos de administração e cotação sofreram modificações


significativas:
• O manual integra um maior número de exemplos de resposta, nos subtestes verbais (sobretudo
nos subtestes de Vocabulário e de Compreensão), para facilitar a cotação.
•A ordem de apresentação dos subtestes sofreu uma modificação: a admistração da WISC-III
começa com um subteste de Realização, para ajudar o examinador a estabelecer um clima
relacional positivo com a/o criança/adolescente.

27
Aferição nacional

• Dimensões e níveis de interpretação:


• 1º nível: QIEC
• 2º nível: QIV e QIR (soma dos resultados padronizados dos subtestes Verbais e de Realização;
comparação dos dois QI’s)
• 3º nível: Índices (ICV, IOP, IVP) – os índices fatoriais permitem fazer uma análise mais
pormenorizada das áreas fortes e das fragilidades do perfil do funcionamento cognitivo do sujeito.
• 4º nível: Análise do resultado obtido em cada teste.

• As distribuições das notas nos QI’s (QIV, QIR e QIEC) e dos resultados dos 3 índices
fatoriais (ICV, IOP, IVP) M=100, DP=15 e amplitude de 40 a 160 pontos.

28
Aferição nacional

• Potencialidades
•A WISC-III é considerada um instrumento válido para a classificação,
diagnóstico e tomada de decisão em vários contextos de exercício
profissional da Psicologia.
•Pode ser utilizada no diagnóstico de populações ou grupos especiais, como
é o caso da deficiência mental, da sobredotação e de dificuldades de
aprendizagem.
•Permite obter um espectro amplo de resultados, que facilitam o exercício
de interpretação quantitativa e qualitativa: QIEC, QIV, QIR, ICP, IOP, IVP,
subtestes.
29
Aferição nacional

• Potencialidades
• As alterações introduzidas na WISC-III tiveram como objetivo tornar a administração mais
intuitiva e potenciar o envolvimento da(o) criança/adolescente.
•Os estímulos visuais foram impressos a cores.
•A ordem de administração dos subtestes foi modificada, para facilitar a
adaptação do sujeito à situação de teste.
•Foram introduzidas novas instruções sobre a forma de dispor o material do
subteste de Código, de modo a não afetar o desempenho de crianças
esquerdinas.
•Foi introduzida uma clarificação dos critérios de cotação do subteste dos
Labirintos.
30
Aferição nacional

• Potencialidades
• Os resultados relativos à fiabilidade (consistência interna; teste-reteste; acordo
interavaliadores) e à validade são, de um modo geral, satisfatórios.
• A WISC-III vem resolver o problema grave do caráter extremamente datado das
normas da primeira edição da WISC e a falta de instrumentos alternativos.

31
Aferição nacional

• Limitações
• Ausência de fundamentação teórica da WISC-III (Shaw, Swerdlick, & Laurent, 1993).
• Segundo alguns autores, a WISC-III constitui apenas uma atualização das normas da
WISC-R.
• Segundo Sternberg (1993), a simples atualização das normas não pode ser confundida
com um processo de verdadeira revisão, dado que as novas normas asseguram apenas a
atualização dos resultados.
• Algumas investigações mostram que o efeito de aprendizagem é particularmente notório
para o QIR (ganhos de 10 a 14 pontos) e para o QIEC (ganhos de 10 pontos).
• Por causa deste efeito de aprendizagem, devem ser evitadas administrações com
intervalos de tempo reduzidos.
• As Escalas de Inteligência de Wechsler não avaliam todas as áreas de competência do
funcionamento cognitivo.
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ADMINISTRAÇÃO
Condições de Administração
1. Condições físicas
• Local de administração
• A mesa
• Posição do examinador em relação à criança
• Disposição do material
• Utilização do cronómetro
2. Relação e motivação
3. Registo das respostas e das pontuações
4. Cronometragem
5. Critérios de início e de interrupção
34
Escala de Inteligência de Wechsler para Crianças
– 3ª edição (WISC-III)

Criança Criança

Administração

Examinador Esquerdino Examinador Destro

35
Escala de Inteligência de Wechsler para Crianças
– 3ª edição (WISC-III)

Administração
•Durante a administração, é importante atender aos seguintes aspetos:
• itens de exemplo;
• critérios de início e de interrupção;
• regras de retrocesso;
• cronometragem;
• repetição de itens (exceto no subteste Memória de Dígitos).

36
Escala de Inteligência de Wechsler para Crianças
– 3ª edição (WISC-III)

Administração
•Respostas
• Clarificadas: clarificar, para aumentar a pontuação
• Deterioradas: perdem pontuação, após questionamento.
• Múltiplas: se a/o criança/adolescente der várias respostas, é considerada a melhor
resposta.
• Se a criança solicitar a repetição da questão, o examinador deverá fazê-lo, com a exceção
do subteste de Memória de Dígitos. Contudo, a repetição do item deve ser integral.
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Escala de Inteligência de Wechsler para Crianças
– 3ª edição (WISC-III)

Administração
•Respostas
• O questionamento deve ser utilizado, quando a resposta dada pelo sujeito é
demasiado vaga, ou ambígua, para ser cotada.

• “Explica-me um pouco melhor.”


• “E mais?”
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Escala de Inteligência de Wechsler para Crianças
– 3ª edição (WISC-III)

Dá uma resposta que demonstra a


0 pontos
não compreensão do item

Resposta de 1 ponto Reformula a resposta, mas não


1 ponto
questionada acrescenta mais informações

Acrescenta nova informação,


2 pontos
aperfeiçoando a resposta
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Escala de Inteligência de Wechsler para Crianças
– 3ª edição (WISC-III)

• Administração
• Período de tempo estimado para a administração
• 10 subtestes – 60 a 90 minutos
• subestes opcionais: 10 a 15 minutos adicionais
• A escala deverá ser administrada, preferencialmente, numa única sessão.
• Se não for possível, devido à reduzida motivação, sinais de cansaço evidenciados pela criança,
ou a outros constrangimentos, a avaliação deverá ser interrompida.
• O intervalo de tempo entre as duas sessões não deverá exceder a uma semana.
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Critérios de início e interrupção

• Nalguns subtestes, o critério de início é a idade do sujeito, enquanto noutros se


administram todos os itens.
• Critério de interrupção corresponde ao número específico de insucessos
consecutivos que é necessário atingir para interromper a administração do
subteste.
• Nos subtestes de Composição de Objetos, Código e Pesquisa de Símbolos, não se
aplica o critério de interrupção, porque têm um limite de tempo.

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Critérios de início e interrupção

• Nos subtestes de Disposição de Gravuras, Cubos e Labirintos, quando o sujeito não


obtém sucesso resposta perfeita, no primeiro item administrado (com exceção das
pontuações bonificadas do subteste Disposição de Gravuras), é necessário voltar ao
primeiro item, ou ao item exemplo, e administrar os itens na sequência normal, até
ser cumprido o critério de interrupção.

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Critérios de início e interrupção
• Nossubtestes de Completamento de Gravuras, Informação, Aritmética e
Vocabulário, se o sujeito não responder corretamente a um dos dois
primeiros itens administrados, aplica-se a regra de retrocesso:
•Administram-se os itens anteriores em sentido inverso, até obter dois
sucessos consecutivos, ou cumprir o critério de interrupção.
•Depois de o sujeito obter dois sucessos consecutivos, retoma-se a
administração no último item administrado pela ordem normal, até que o
critério de interrupção seja cumprido.
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Advertencia

• Nos casos em que o examinador não consegue decidir, no momento, se a


resposta ao item é ou não aceitável, o mais prudente é prosseguir com a
administração, até se assegurar de que o critério de interrupção foi cumprido.

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Registo das respostas e das pontuações
• INC (incompleto)
• S (sucesso)
• R (rotação)
• I (insucesso)
• AC (Aponta corretamente)
• Q (questionamento)
• AI (Aponta incorretamente)
• NSR (não sabe responder)

• NR (não responde)
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APRESENTAÇÃO
DOS SUBTESTES
1. Completamento de Gravuras

Material
• Caderno de Estímulos (31 gravuras, incluindo um exemplo)
• Cronómetro
Descrição
• Conjunto de gravuras coloridas que representam objetos ou situações familiares. É pedido ao sujeito que
identifique a parte da gravura em falta.

Critério de início
• Começar com o item exemplo, em todas as idades, continuando, depois, com o item correspondente à idade do
sujeito:
• 6 -7 anos: item 1
• 8-9 anos: item 5
• 10-13 anos: item 7
• 14-16 anos: item 11
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1. Completamento de Gravuras

Instruções
‘Vou mostrar-te uns desenhos. Em cada um deles, falta uma parte . Observa cada desenho com atenção e diz-me qual
é a parte que lhe falta.’
‘Agora, observa este desenho. Qual é a parte importante que lhe falta?’
‘E neste, o que é que falta?’ ‘Sim, mostra-me qual é a parte que falta.’

Regra de Retrocesso
• Se o sujeito não responder corretamente a qualquer um dos dois primeiros itens administrados, deve administrar-se
os itens anteriores, em sentido inverso, até obter dois sucessos consecutivos.
• Uma vez cumprido este requisito, atribui-se a pontuação a todos os itens anteriores não administrados.
• De notar que devem ser sempre administrados os dois itens iniciais, antes de se proceder à apresentação em
sequência inversa.

48
1. Completamento de Gravuras

Critérios de Interrupção:
• Após 6 insucessos consecutivos.
• Entre os 8 e 16 anos de idade, se o sujeito não obtiver 1 ponto nos dois primeiros administrados, administrar os itens
anteriores, na sequência inversa, até que obtenha sucesso em dois itens consecutivos.

Limite de tempo
• 20 segundos para cada item, a partir do momento em que o sujeito olha para a gravura.
• É permitida a correção das respostas no Item Exemplo, bem como nos itens 1 e 2.

Cotação
• Item : 0 ou 1.
• Máxima: 30 pontos.
49
50
51
52
53
1. Completamento de Gravuras
Aspetos a observar
• Tempo de latência;
• Comportamento não-verbal:
• Oposição e inflexibilidade;
• Ansiedade, potenciada pelo efeito de novidade.
• Atenção/concentração
• Identificação dos objetos e das suas caraterísticas
• Precisão do vocabulário empregue, quando a criança consegue nomear a parte da imagem em falta
• Grau de precisão e pormenor das respostas;
54
1. Completamento de Gravuras

O que avalia
• Memória visual
• Processamento visuopercetivo
• Raciocínio espacial
• Acesso lexical

55
1. Completamento de Gravuras

Fatores que podem influenciar os resultados


• Capacidade de avançar com uma resposta, mesmo sem segurança na resposta dada
• Regulação da atenção.

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2. Informação

Material
• os itens deste subteste encontram-se no Manual.

Descrição
• Conjunto de questões que avaliam a capacidade do sujeito de mobilizar os conhecimentos associados ao quotidiano e à
aprendizagem escolar.

Critério de início
• Começar com o item exemplo, em todas as idades, continuando, depois, com o item correspondente à idade do sujeito:
• 6 -7 anos: item 1
• 8-10 anos: item 5
• 11-13 anos: item 8
• 14-16 anos: item 11

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2. Informação
Instruções
‘Vou fazer-te algumas perguntas a que gostaria que respondesses.’ (Ler os enunciados das questões,
respeitando a formulação proposta no manual).

‘Explica-me um pouco melhor.’ ou ‘E mais?’


(Quando as respostas não são claras).

Regra de Retrocesso
• Se o sujeito não responder corretamente a qualquer um dos dois primeiros itens administrados, devem
administrar-se os itens anteriores, em sentido inverso, até que obtenha dois sucessos consecutivos.
• Uma vez cumprido este requisito, deve atribuir-se os pontos correspondentes aos itens anteriores que não
foram administrados. Prossegue-se, depois, com a administração do subteste, até ser cumprido o critério de
interrupção.
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2. Informação

Critérios de interrupção
• Após 5 insucessos consecutivos.
• Entre os 8 e os 16 anos de idade, se o sujeito não obtiver sucesso, em qualquer um dos dois
primeiros itens administrados, deve administrar-se os itens precedentes, na sequência inversa, até
que obtenha sucesso em dois itens consecutivos.
• É permitida a correção da resposta no Item 1.

Cotação
• Pontuação: (respostas aceitáveis).
• Pontuação Máxima: 30 pontos.
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2. Informação

Comportamentos a observar
• Padrão de resposta
• Background sociocultural
• Verificar se os itens correspondem a uma área específica de conhecimento
• Respostas demasiado longas
• Crianças tímidas ou com dificuldades na linguagem expressiva

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2. Informação

O que avalia
• Capacidade de mobilizar, integrar e articular os conhecimentos adquiridos no contexto familiar
e escolar
• Memória episódica a longo prazo
• Organização temporal
• Compreensão verbal
• Curiosidade e motivação face à aprendizagem

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2. Informação

Fatores que podem influenciar os resultados


• Capacidade de regular a atenção
• Background cultural
• Curiosidade intelectual
• Motivação face à aprendizagem escolar
• Aprendizagem escolar
• Hábitos de leitura
• Língua materna

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3. Código
Material
• Folha de resposta (Parte A ou B) – Folha de Registo;
• folha de cartolina;
• 2 lápis sem borracha;
• grelha de correção;
• cronómetro.
Descrição
• Conjunto de formas geométricas (parte A dos 6-7 anos), ou de números (parte B dos 8 aos 16 anos), que
se encontra associados a um símbolo simples. O sujeito deverá estabelecer a correspondência entre os
símbolos e as formas geométricas (Código A), ou os símbolos e os números (Código B). A folha de resposta
deste subteste faz parte da Folha de Registo.

Critério de início
• 6 – 7 anos : Parte A
• 8-16 anos: Parte B
63
3. Código

Instruções
“Olhando para aqui vês uma … …. . Agora, olha para aqui. Vês, … e outras sem nenhum sinal dentro. Vai por
nesses desenhos os mesmos sinais que tem na linha de cima”
(dar instrução para fazer até ao marco do fim de exemplo)

“ Quando te disser para começares, vais preencher o resto das figuras.”


“ Começa aqui e tenta fazer o máximo de figuras que conseguires, umas a seguir às outras sem saltar
nenhuma. Continua até te mandar parar. Faz o mais depressa que conseguires, sem te enganares. Quando
terminares uma linha, passas para linha a seguir.”

64
3. Código
Critérios de Interrupção
• Após 120 segundos.
• Nos itens de exemplo, é permitida a correção da resposta.

Limite de tempo
• 120 segundos

Cotação Máxima
• Máxima A – 59 ( atribuir pontos de bonificação, consoante o tempo gasto).
• Máxima B – 119 pontos.

65
3. Código

Comportamentos a observar
• Movimentos oculares
• Impulsividade
• Sinais de ansiedade e/ou fadiga
• Atenção ao pormenor
• Imaturidade

66
3. Código

• Destreza visuomotora
• Capacidade de automatizar as aprendizagens
• Atenção/concentração
• Perceção de estímulos visuais abstratos
• Codificação da informação
• Facilidade em lidar com números e avaliação simbólica (+ 8 anos)
• Execução gráfica e caligrafia
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3. Código

Fatores que podem influenciar os resultados


• Ansiedade, que pode refletir-se na preocupação excessiva com os pormenores
• Atenção/concentração
• Motivação
• Persistência na tarefa
• Problemas visuopercetivos

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4. Semelhanças
Material
• Manual
• Folha de Registo.

Descrição
• Pares de palavras apresentadas oralmente, sendo pedido ao sujeito que identifique e justifique as
semelhanças entre cada par de objetos ou conceitos abstratos.

Critério de início
• Item de exemplo.
‘Em que é que são semelhantes um (a) … e um (a) … ?’
‘Em que é que são iguais?’
Clarificação: ‘Explica-me um pouco melhor” ou ‘E mais?’

69
4. Semelhanças

2 Pontos: exprime uma classificação geral pertinente, relativa a ambos os membros do par. A resposta deverá
descrever uma propriedade universal de ambos os objetos ou conceitos, ou uma categoria comum a
ambos.
1 Ponto: exprime uma propriedade ou função especifica, comum a ambos os objetos ou conceitos e que constitui
uma semelhança relevante entre ambos. Atribuir, igualmente, 1 ponto e classificações gerais corretas,
mas menos pertinentes.
0 Pontos: exprime uma propriedade especifica de qualquer um dos membros do par, que não se aplica a ambos
os membros; generalização incorreta ou irrelevante; identificação de diferenças entre os membros do
par; respostas claramente incorretas.

Exemplo: ‘Em que são semelhantes o COTOVELO e o JOELHO?’


0 pontos: Juntam/ São curvos/ Têm ossos e carne/ Ambos mexem.
1 ponto: Ambos são partes do corpo/ Permitem que tenhamos reflexos.
2 pontos: São articulações/Onde os ossos se juntam (articulam).
70
4. Semelhanças

Comportamentos a observar
• Capacidade de estruturar e elaborar o discurso
• Flexibilidade cognitiva
• Grau de pormenor conferido às respostas
• Capacidade de gerir a frustração e de persistir na tarefa, nos itens mais complexos

71
4. Semelhanças

O que avalia?
• capacidade de estabelecer analogias entre conceitos e categorias concetuais
• capacidade de síntese e de integração de conhecimentos
• Raciocínio semântico
• Abstração de um nível concreto de pensamento
• Capacidade de estruturar e elaborar o discurso

72
4. Semelhanças

Fatores que podem influenciar os resultados


• Ansiedade
• Atenção/concentração
• Abstração
• Background cultural
• Hábitos de leitura
• Comportamento, durante a administração do subteste

73
5. Disposição de Gravuras

Material
• 15 conjuntos de cartões (incluindo um exemplo)
• Cronómetro.
Descrição
• Conjunto de gravuras coloridas, apresentadas de forma desordenada. O sujeito deverá dispor as gravuras, de
forma a criar uma sequência lógica para a história.

Critério de início
• 6-8 anos: Demonstração seguida da administração do tem 1.
• 9-16 anos : Demonstração seguida da administração do item 3.
Regra de Retrocesso
• Se um sujeito entre os 9 e os 16 anos não obtiver 2 ou mais pontos, no primeiro item administrado, deve
administrar-se os itens 1 e 2.
74
Nota: Não deve indicar-se a resposta correta no Item 3, se o sujeito não obtiver sucesso. A correção da
resposta aplica-se apenas nos itens 1 e 2.
5. Disposição de Gravuras

Instruções
• O examinador dispõe os cartões, de acordo com a ordem indicada no verso dos mesmos.
• As pintas que se encontram no canto superior direito indicam a ordem pela qual os cartões devem
ser dispostos pelo examinador e os números a sequência correta.

Critérios de interrupção
• Após 4 insucessos consecutivos.
• Entre os 9 e os 16 anos de idade, se o sujeito obtiver insucesso no Item 3, deve administrar-se os
Itens 1 e 2.
• É permitido retificar a disposição dos cartões nos itens 1 e 2.

75
5. Disposição de Gravuras

Limite de tempo
• Específico para cada item.

Critérios de interrupção
• Pontuação máxima: 64 pontos.
• Pontos de bonificação: apenas para os itens 3 a 14.

76
5. Disposição de Gravuras

77
5. Disposição de Gravuras

Comportamentos a observar
• Forma como a criança manipula os cartões
• Sinais de aprendizagem
• Estilo reflexivo ou impulsivo
• Verbalizações

78
5. Disposição de Gravuras
O que avalia?
• Competências de planeamento
• Análise percetiva
• Capacidade de inferir relações causais entre estímulos imagéticos
• Capacidade de compreender instruções verbais complexas
• Avaliação simbólica
• Produção convergente
• Distinguir o essencial do acessório
• Processamento simultâneo
• Raciocínio lógico aplicado a conteúdos não-verbais
79
5. Disposição de Gravuras

O que avalia?
•Conteúdo semântico
•Compreensão/julgamento verbal
•Processamento visual
•Sequências visuais e temporais
•Antecipação das consequências

80
5. Disposição de Gravuras

Fatores que podem influenciar os resultados


• Background cultural
• Flexibilidade cognitiva
• Capacidade de trabalhar sob pressão
• Criatividade

81
6. Aritmética
Material
• Os itens do subteste Aritmética encontram-se neste manual;
• Figuras do caderno de estímulos (Itens 1-4)
• Cartões com enunciados dos problemas (itens 17-24),
• Cartão branco
• Cronómetro.
Descrição
• Conjunto de problemas aritméticos que é pedido ao sujeito para resolver mentalmente.
Critério de início
• 6 anos: item 1
• 7-8 anos: item 6
• 9-12 anos: item 12
• 13-16 anos: item 14
82
6. Aritmética

Instruções
• Os itens 1 -16 são lidos ao sujeito. Os itens 17-24 estão impressos num cartão e deverão ser lidos em voz alta
pelo sujeito (exceto quando apresenta dificuldades na leitura ou visuais).
• Registar as respostas do sujeito, tendo em consideração o tempo.
• Se a criança solicitar a repetição do enunciado, este é lido novamente, sem parar a cronometragem.
Regra de Retrocesso
• Se o sujeito não obtiver a pontuação máxima, em qualquer um dos dois primeiros itens administrados,
administram-se os itens anteriores, na sequencia inversa, até que tenha êxito em dois itens consecutivos.
• Depois de cumprido este requisito, atribui-se os pontos correspondentes aos itens anteriores não
administrados.
• Prossegue-se, depois, com a administração do subteste, até que sejam cumpridos os critérios de interrupção.

83
6. Aritmética

Critérios de Interrupção
• Após 3 insucessos consecutivos.
• administrados,
Entre os 7 e os 16 anos de idade, se o sujeito não tiver sucesso em qualquer um dois primeiros itens
administrar os itens anteriores, na sequência inversa, até o sujeito obter sucesso em dois itens
consecutivos.
• É permitida a correção das respostas nos itens 1 e 2.
Limite de tempo
• Itens 1-5: 30 segundos
• Itens 16: 45 segundos
• Itens 17-24: 75 segundos.
Cotação máxima
• Apenas para os itens 19 e 24.
• Bonificação: É atribuído 1 ponto de bonificação, nos itens 19-24, se responder em menos de 10 segundos.
84
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6. Aritmética

Comportamentos a observar
• Ansiedade face ao desempenho e à cronometragem;
• Atenção e concentração;
• Pedidos de repetição das questões;
• Estratégias de resolução mobilizadas, mesmo nos itens em que a criança não obtém
sucesso.

88
6. Aritmética
O que avalia?
• Capacidade de aplicar conceitos numéricos e abstratos
• Capacidade de resolver operações aritméticas
• Cálculo mental
• Raciocínio lógico
• Memória de trabalho
• Memória a longo prazo
• Compreensão de enunciados verbais
• Concentração e atenção
89
6. Aritmética
Fatores que podem influenciar os resultados

• Ansiedade
• Atenção/concentração
• Dificuldades auditivas
• Aprendizagem escolar
• Capacidade de trabalhar sob pressão
90
7. Cubos

Material
• 9 cubos
Descrição
• Conjunto de padrões geométricos, a duas dimensões, construídos diante do sujeito, ou impressos no
Caderno de Estímulos, sendo pedido ao sujeito que os reproduza.

Critério de início
• 6-7 anos: item 1
• 8-16 anos : item 3.
91
7. Cubos

Instruções
‘Vês estes cubos? São todos iguais. Algumas faces são vermelhas, outras são brancas e outras são
metade vermelhas e metade brancas. Podemos juntá-los para fazer um desenho igual a este que
vem no Cartão. Vê como é que eu faço. [Demonstração] Agora, faz tu um igual a este. Podes
começar…Faz o mais depressa que conseguires. Diz-me quando tiveres acabado.’

Regra de Retrocesso
• Se um sujeito entre os 8-16 anos não obtiver sucesso no ensaio 1 do item 3, administra-se o Ensaio
2.
• Se não obtiver sucesso no Ensaio 2, administra-se o Item 1 e 2.
• Prossegue-se, depois, com a administração do Item 4, até ser cumprido o critério de interrupção.

92
7. Cubos

Critérios de Interrupção
• Após 2 insucessos consecutivos.
• Os itens 1, 2 e 3 são considerados insucessos, quando o sujeito não obtém sucesso em ambos os ensaios.
• Entre os 8 e os 16 anos de idade, se sujeito não tiver sucesso no ensaio 1 do Item 3, administra-se o ensaio 2.
• Mesmo que o sujeito não obtenha sucesso no ensaio 2, administram-se os Itens 1 e 2.

Limite de tempo
• Item 1: 30 segundos
• Item 2-5: 45 segundos
• Item 6-9: 75 segundos
• Item 10-12: 120 segundos.

Cotação máxima
• Pontuação Máxima: 69 pontos.
• Bonificação: apenas para os Itens 4 a 12.
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96
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7. Cubos

Comportamentos a observar
• Estratégias utilizadas na realização da tarefa (i.e., planeamento)
• Coordenação motora e lateralidade
• Preocupação com os pormenores
• Persistência na tarefa
• Agitação motora

98
7. Cubos
O que avalia?
• Coordenação visuo-motora
• Raciocínio e processamento visuo-espacial
• Capacidade de síntese e integração percetiva
• Processamento visual
• Velocidade de processamento
• Aprendizagem por tentativa e erro
99
7. Cubos

Fatores que podem influenciar os resultados


• Flexibilidade cognitiva
• Problemas visuo-percetivos
• Capacidade de trabalhar sob pressão

100
8. Vocabulário
Material
• Manual
Descrição
• Conjunto de palavras apresentadas oralmente, que o sujeito deverá definir, igualmente de forma oral.
Critério de início
• 6-8 anos : Item 1
• 9-10 anos : Item 3
• 11-13 anos: Item 5
• 14-16 anos : Item 7.
Instruções
‘Vou dizer-te umas palavras. Escuta com atenção e diz-me o que cada palavra quer dizer.’
‘Não, apontar não vale a pena. Tens que me dizer o que é um(a) …
(o quer dizer). Escuta com atenção. O que quer dizer … ?’

101
8. Vocabulário

Regra de Retrocesso
• Se o sujeito não obtiver a pontuação máxima (2 pontos), em qualquer um dos dois primeiros itens
administrados, administram-se os itens anteriores, em sentido inverso, até que obtenha a
pontuação máxima em dois itens consecutivos.
• Se o sujeito obtiver a pontuação máxima no primeiro item administrado, este é contabilizado na
contagem de sucessos no sentido inverso.
• Uma vez cumprido este requisito, atribui-se a pontuação máxima a todos os itens anteriores não
administrados.
• Prossegue-se, depois, com a administração do subteste, até ser cumprido o critério de interrupção.

102
8. Vocabulário
Critérios de interrupção
• Após 4 insucessos consecutivos.
• Entre os 9 e os 16 anos, se o sujeito não obtiver 2 pontos, em qualquer um dos dois primeiros itens
administrados, administram-se os itens anteriores, na sequência inversa, até que obtenha sucesso
em dois itens consecutivos.
• No item 1, é permitida a correção das respostas.

Cotação
• Pontuação: 0, 1 ou 2.
• Pontuação Máxima: 60 pontos.
103
8. Vocabulário

2 Pontos: a resposta denota uma boa compreensão da palavra: um bom sinónimo, em emprego
principal, uma ou mais características principais ou determinantes do objeto, uma categoria à qual
pertence a palavra, emprego simbólico concreto da palavra ou várias caraterísticas descritivas corretas
e pouco determinantes, mas cuja acumulação indique compreensão da palavra.

Exemplo:
O que é um relógio?
•Para cronometrar algo. Marca o tempo (as horas)
•Aprendemos a dizer (ler) as horas com ele.
104
8. Vocabulário

1 Ponto: resposta que não é incorreta, mas reflete pobreza de conteúdo: um sinónimo vago ou menos
adequado, uma utilização pouco precisa da palavras; a identificação de atributos que são corretos,
mas pouco importantes; um exemplo pouco elaborado; definição correta de uma forma próxima da
palavra proposta.

Exemplo:
O que é um relógio?
•Para as horas.
•Tem a ver com o tempo.
105
8. Vocabulário

O Pontos: respostas erradas, respostas que contenham uma expressão corrente que inclua a palavra,
mas não demonstrem uma real compreensão do seu significado; resposta não totalmente incorreta,
mas que, mesmo depois das tentativas de clarificação do examinador, permaneçam muito vagas ou
denotem um conteúdo muito pobre.

Exemplo:
O que é um relógio?
•Pendura-se numa parede.
•Faz barulho.
106
8. Vocabulário

Comportamentos a observar
• Assegurar que não existem problemas auditivos;
• Dificuldades de articulação;
• Dificuldades na organização das ideias no discurso oral;
• Explorar os significados subjacentes à resposta ‘não sei’;
• Grau de pormenor e elaboração das respostas.

107
8. Vocabulário

O que avalia?
•Leque vocabular
•Capacidade de manipular conceitos
•Capacidade de estruturação e elaboração do discurso
•Pensamento abstrato
•Compreensão verbal
•Memória a longo prazo
108
8. Vocabulário

Fatores que podem influenciar os resultados


• Background cultural
• Língua materna
• Aprendizagem escolar
• Curiosidade intelectual

109
9. Composição de Objetos

Material
• 6 puzzles, que se encontram em caixas individuais, devidamente numeradas
• Cartão de Composição de Objetos, que ilustra a disposição inicial das peças e que funciona como
biombo
• Cronómetro
Descrição
• Conjunto de puzzles representando objetos comuns, cujas peças são apresentadas ao sujeito de um
forma estandardizada. A tarefa consiste em juntá-las de modo a obter uma forma coerente.

Critério de início
• Item exemplo seguido do Item 1.
110
9. Composição de Objetos
Instruções
‘Se juntares corretamente estas peças, elas formam o desenho de um(a) … . Tenta lá. Diz-me
quando tiveres acabado.’
(Itens Exemplo, 1 e 2)

‘Agora, junta estas peças o mais depressa que conseguires’


(Itens 3, 4 e 5)

Critérios de interrupção
• São administrados todos os itens.
• É permitida a correção do item 1.

111
9. Composição de Objetos
Limite de tempo
Item 1: 120 segundos
Itens 2 e 3: 150 segundos.
Itens 4 e 5: 180 segundos.
Cotação
• Cotação Máxima: 44 pontos.
• Bonificação: itens 1 a 5.

112
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9. Composição de Objetos

Comportamentos a observar
• Coordenação motora e lateralidade
• Estratégias de resolução mobilizadas na realização da tarefa
• Ritmo de execução da tarefa
• Capacidade de identificar a imagem representada
• Estratégias de gestão da frustração

119
9. Composição de Objetos

O que avalia?
• Integração percetiva (integração das partes no todo)
• Raciocínio visuoespacial
• Competências de planeamento
• Aprendizagem por tentativa e erro

120
9. Composição de Objetos

O que avalia?
•Capacidade de responder, mesmo quando está inseguro quanto à correção da
resposta
•Persistência na tarefa
•Experiência com puzzles
•Problemas visuopercetivos
•Capacidade de gerir a pressão da cronometragem
121
10. Compreensão
Material
• Manual
Descrição
• Conjunto de questões apresentadas oralmente.
• Solicita-se ao sujeito que solucione um conjunto de problemas que implicam a
mobilização de conhecimento associados ao quotidiano, de regras e convenções
sociais e de conceitos abstratos.

Critério de início
• 6- 16 anos: item 1
122
10. Compreensão

Instruções
• Ler, pausadamente, cada questão ao sujeito.
• Se o sujeito tiver dificuldade em recordar-se da questão, ou demorar mais de 10-15 segundos a
responder, esta pode ser repetida.
• Se o sujeito não der uma resposta de 2 pontos no Item 1, diz-se:
‘Bem, uma coisa que se pode fazer é pôr um penso na ferida.’
• O examinador poderá colocar questões neutras para facilitar a elaboração/clarificação da resposta
inicial, ou a mobilização de argumentos e soluções alternativos, dizendo: ‘Explica um pouco melhor.’
ou ‘E mais?’

123
10. Compreensão

Critérios de Interrupção
• Após 3 insucessos consecutivos.
• Se o sujeito não der qualquer resposta, durante 120 segundos.
• É permitida a correção das respostas do Item 1.

Cotação
• Pontuação máxima: 36 pontos.
• Cotação: 0, 1 ou 2
124
10. Compreensão

O que avalia?
•Competências de resolução de problemas associados ao quotidiano
•Compreensão e mobilização das regras e convenções sociomorais
•Compreensão verbal
•Fluência verbal
•Raciocínio lógico aplicado a conteúdos verbais
•Capacidade de mobilizar as experiências passadas na resolução de problemas atuais
(aprendizagem com base na experiência)

125
10. Compreensão

Fatores que podem influenciar os resultados


• Competência verbal
• Aprendizagem escolar
• Capacidade de abstração
• Background sociocultural
• Curiosidade intelectual
• Comportamento desafiador e/ou oposicional

126
11. Pesquisa de Símbolos
Subteste opcional que somente pode substituir o subteste Código.

Material
• Caderno de Pesquisa de Símbolos
• 2 lápis sem borracha
• Grelha de correcção para subteste Pesquisa de Símbolos,
• Cronómetro.

Descrição
• Parte A (6-7Anos) em cada um dos 45 itens, o sujeito deverá decidir se o símbolo isolado se repete
ou não numa série de três símbolos.
• Parte B (8-16 anos) em cada um dos 45 itens, o sujeito deverá decidir se um dos dois símbolos
isolados se repete ou não numa série de cinco símbolos. A Folha de Resposta deste subteste faz
parte da Folha de Registo.
127
11. Pesquisa de Símbolos

Critérios de início
•6-7 anos: Parte A
•8-16 anos: Parte B

128
11. Pesquisa de Símbolos

Instruções
Parte A
‘Olha bem para estes desenhos. Podemos encontrar este desenho neste conjunto de desenhos aqui (A).’

Parte B
‘Um destes desenhos encontra-se neste grupo de desenhos aqui (B) Vês, este desenho aqui é igual a este desenho
aqui (apontar). Então, o que temos de fazer é pôr uma cruz no quadrado que diz SIM (A e B).’
Vês, olha bem para estes desenhos (apontar) . Este desenho (apontar) não se encontra neste grupo aqui (A)
(apontar).
OU
‘Nenhum destes dois desenhos se encontra neste grupo (B). Então, desta vez, faço uma cruz no quadrado que diz
NÃO .’
129
11. Pesquisa de Símbolos
Critérios de Interrupção
• Após 120 segundos.
• É permitida a correção das respostas nos itens de treino.

Limite de tempo
• 120 segundos.

Cotação máxima
• Parte A : 45 pontos.
• Parte B: 45 pontos.

130
11. Pesquisa de Símbolos

Comportamentos a Observar
• Sinais de ansiedade e fadiga
• Preocupação excessiva
• Estilo impulsivo versus reflexivo
• Movimento ocular

131
11. Pesquisa de Símbolos

O que avalia?
• Atenção/concentração
• Compreensão de instruções verbais complexas
• Capacidade de discriminação percetiva

• Codificar a informação para processamento

• Competências de planeamento

• Memória de trabalho

• Raciocínio espacial

132
11. Pesquisa de Símbolos
Fatores que podem influenciar os resultados
• Ansiedade
• Atenção/concentração
• Dificuldades de aprendizagem
• Motivação
• Preocupação excessiva com os pormenores
• Persistência
• Dificuldades visuopercetivas
• Trabalhar sob pressão

133
12. Memória de Dígitos
Subteste opcional que pode substituir um subteste Verbal.

Material
• Manual

Descrição
• Sequências de números apresentadas oralmente, sendo pedido ao sujeito para repetir os números
na mesma ordem (dígitos no sentido direto), ou na ordem inversa (dígitos sentido Inverso).

134
12. Memória de Dígitos

Critérios de início
• 6-16 anos: Item 1 (dígitos em sentido direto)
• 6-16 anos: Item Exemplo (dígitos em sentido inverso)

Instruções
• Sentido direto
‘Vou dizer-te alguns números. Ouve com atenção e, quando eu acabar, repete-os exatamente como eu
disse.’
• Sentido inverso
‘Agora, vou dizer-te mais números, mas, desta vez, quando eu parar, quero que os digas em sentido
contrário. Por exemplo, se eu disser 8-2, o que é que tu dizes?’
135
12. Memória de Dígitos

Critérios de Interrupção
• Após insucesso em ambos os ensaios de uma mesma série.
• Administrar ambos os ensaios de cada item, independentemente de o sujeito ter ou não obtido
sucesso no primeiro ensaio.
• Administrar os Dígitos em Sentido Inverso, ainda que a cotação dos Dígitos em Sentido Direto seja
igual a 0.
• É permitida a correção das respostas no Item Exemplo dos Dígitos em Sentido Inverso.

136
12. Memória de Dígitos

Cotação
• Pontuação: 0 (insucesso nos 2 ensaios), 1 (sucesso num só ensaio) ou 2 (sucesso em ambos
os ensaios).
• Dígitos em Sentido Directo:16 pontos.
• Dígitos em Sentido Inverso:14 pontos.
• Cotação Máxima: 30 pontos.

137
12. Memória de Dígitos
O que avalia?
•Atenção/concentração
•Apreensão e recuperação da informação
• Ordem direta:
• memória auditiva sequencial
• capacidade de escuta
• competências de regulação da atenção
• Ordem inversa:
• memória de trabalho
• um resultado igual ou superior à média na ordem inversa pode refletir a utilização preferencial de um modo de
evocação visual.
138
12. Memória de Dígitos

Fatores que podem influenciar os resultados

• Ansiedade
• Atenção/concentração
• Flexibilidade cognitiva
• Dificuldades auditivas
• Dificuldades de aprendizagem
• Comportamento de oposição
139
13. Labirintos
Subteste opcional que pode substituir um subteste de Realização .

Material
• Caderno de labirintos
• 2 lápis sem borracha
• Cronómetro

Descrição
• É pedido ao sujeito que resolva um conjunto de labirintos. Em cada um deles, terá que traçar
uma linha desde o centro até à saída, sem entrar em nenhum caminho sem saída, nem passar
através de paredes. A tarefa é cronometrada para determinar a rapidez com que o sujeito
resolve o labirinto, dentro do limite de tempo permitido.

140
13. Labirintos

Instruções
6-7 anos
• ‘Vês esta rapariga aqui no meio? Ela quer sair para a rua (apontar). Vou mostrar-te
como é que ela pode sair sem ficar presa. Olha como eu faço.’

• Fazer a demonstração: ‘Não é por aqui. Vês, ficava presa, se fosse por este caminho.
O caminho não tem saída. Não podes atravessar a parede, pois não? (apontar). Por
isso, tem que ir por este caminho para sair.’

141
13. Labirintos

Instruções
8-16 anos

Labirinto 4
Isto é um labirinto. Deves começar aqui (apontar para a rapariga) e procurar o caminho para sair por
aqui (apontar para a saída), sem passar por caminhos errados, nem cortar nenhuma linha. Faz o
melhor que conseguires e não entres em ‘caminhos sem saída’. Não entres em caminhos fechados.
‘Percebeste bem?’

Labirinto 5-10
‘Agora, começas aqui e procuras o caminho de saída. Podes começar.’
142
13. Labirintos

Critérios de interrupção
• Após 2 insucessos consecutivos (excluindo o Labirinto 1)
• Entre os 8 e os 16 anos de idade, se o sujeito obtiver insucesso (0 pontos) no Labirinto 4, administra-
se o item de exemplo e os Labirintos 1 a 3, de acordo com a sequência numérica.
• Se o sujeito obtiver 1 Ponto no Labirinto 4, administra-se apenas os Labirintos 1 a 3, de acordo com a
sequência numérica.

143
13. Labirintos
Limite de tempo
• Labirinto 1-4:30 segundos
• Labirinto 5 : 45 segundos
• Labirinto 6: 60 segundos
• Labirintos 7-8:120 segundos.
• Labirintos 9-10: 150 segundos.

Cotação
• Máxima: encontra a saída dentro do tempo limite e sem erros.
• Parcial: encontra a saída dentro do tempo limite, mas com erros (dentro do limite).
• Nula: não encontra a saída dentro do tempo limite e excede o numero de erros permitidos.
• Cotação máxima: 28 pontos
144
13. Labirintos

Comportamentos a Observar
• Tipo de estratégias utilizadas
• Dificuldades na motricidade fina e na coordenação óculo-manual
• Impulsividade

145
13. Labirintos

O que avalia?
•Atenção/concentração
•Competências de antecipação e planificação da ção
•Aprendizagem por tentativa e erro
•Coordenação visuomotora
•Destreza motora
•Memória de trabalho

146
13. Labirintos

Fatores que podem influenciar os resultados


• Atenção/concentração
• Flexibilidade cognitiva
• Problemas visuopercetivos
• Persistência na tarefa
• Capacidade de trabalhar sob pressão

147

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