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Goniometria: Avaliação de Movimentos Articulares

O documento discute a goniometria, que é o método para medir os ângulos articulares do corpo usando um goniômetro. Ele fornece detalhes sobre como medir a amplitude de movimento de várias articulações do tronco, incluindo a cervical, tóraco-lombar e rotação cervical. Procedimentos específicos como a posição do paciente, localização do goniômetro e braços fixo e móvel são fornecidos para cada movimento.

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Cyssa Monteiro
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Goniometria: Avaliação de Movimentos Articulares

O documento discute a goniometria, que é o método para medir os ângulos articulares do corpo usando um goniômetro. Ele fornece detalhes sobre como medir a amplitude de movimento de várias articulações do tronco, incluindo a cervical, tóraco-lombar e rotação cervical. Procedimentos específicos como a posição do paciente, localização do goniômetro e braços fixo e móvel são fornecidos para cada movimento.

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GONIOMETRIA

Amplitude de Movimento Articular (ADM): Quantidade de movimento existente em uma ou


várias articulações.

A medida da amplitude de movimento articular (ADM) é uma prática essencial na


avaliação fisioterapêutica, pois ajuda a identificar possíveis limitações articulares, definindo
muitas vezes o tratamento e o prognóstico de um indivíduo submetido à Fisioterapia, bem
como permite a estes profissionais acompanharem de modo quantitativo a eficácia das
intervenções terapêuticas (Venturini et al, 2006; Batista et al, 2006).

Goniometria:
- Do grego: gonia (ângulo) + metron (medida)
“Método para medir os ângulos articulares do corpo”.

O instrumento mais utilizado para medir a amplitude de movimento é o goniômetro


universal.

Figura 1. Goniômetros (diferentes modelos)

Procedimentos Avaliativos:
1) Explicar o objetivo e a técnica de procedimento ao paciente;
2) Solicitar ao paciente que deixe o segmento corporal a ser avaliado desnudo;
3) Posicionar e alinhar adequadamente o paciente para o teste;
4) Ensinar e demonstrar o movimento ao paciente;
5) Estabilizar o segmento corporal proximal;
6) Localizar precisamente o eixo do movimento, palpando a referência óssea adequada;
7) Alinhar adequadamente o braço fixo e o móvel do goniômetro;
8) Registrar os dados coletados de forma cuidadosa e correta.

1. Movimentos do Tronco

1.1. Flexão e Extensão Cervical (Combinada*):


- Posição do paciente: Sentado com as costas bem apoiadas, pés apoiados no solo e olhando
para o horizonte (cabeça em posição neutra).
- Centro do Goniômetro: Sobre o meato auditivo externo (região lateral da cabeça).
- Braço Fixo: Perpendicular ao solo (voltado para cima).
- Braço Móvel: Paralelo ao solo e em alinhamento com a base do nariz do paciente (em perfil).
Preferencialmente em 900 com o braço fixo.
- Alinhamento preferencial do goniômetro: Em 90 o.
- Ações do Avaliador: Orientar para que o paciente não anteriorize (no momento da flexão) ou
posteriorize (no momento da extensão) o tronco. Realizar a medida com o goniômetro.

Método Alternativo (com o uso de fita métrica):


- Posição do paciente: Sentado com as costas bem apoiadas, pés apoiados no solo e olhando
para o horizonte (cabeça em posição neutra).
- Posição Inicial: Com a cabeça e a cervical em posição neutra, mede-se a distância entre a
extremidade inferior do mento e a extremidade superior da incisura jugular do esterno.
- Posição Final: Com a cabeça e a cervical em flexão ou em Extensão (dependendo do
movimento que se deseja mediar), mede-se a distância entre a extremidade inferior do mento e
a extremidade superior da incisura jugular do esterno.
- Ações do Avaliador: Orientar para que o paciente não anteriorize (no momento da flexão) ou
posteriorize (no momento da extensão) o tronco. Realizar a medida com a fita métrica.
- Resultado: Será dado pela diferença entre a distância final e a distância inicial.

1.2. Inclinação Lateral Cervical (Combinada*):


- Posição do paciente: Sentado com as costas bem apoiadas, pés apoiados no solo e olhando
para o horizonte (cabeça em posição neutra).
- Centro do Goniômetro: Sobre o processo espinhoso da vertebra C7.
- Braço Fixo: Perpendicular ao solo (voltado para baixo), acompanhando os demais processos
espinhosos.
OBS: No caso de desvios escolióticos deve-se dar preferência pelo alinhamento perpendicular
ao solo.
- Braço Móvel: Perpendicular ao solo (voltado para cima), e em alinhamento com a
protuberância occiptal do paciente. Preferencialmente em 180o com o braço fixo.
- Alinhamento preferencial do goniômetro: Em 180o.
- Ações do Avaliador: Orientar para que o paciente tente tocar a orelha no ombro e realizar a
estabilização da cintura escapular, contralateral ao movimento, para esta não se eleve.
Realizar a medida com o goniômetro.
OBS: Deve-se tomar cuidado para que o paciente não tente aproximar o ombro de sua orelha.

Método Alternativo (com o uso de fita métrica):


- Posição do paciente: Sentado com as costas bem apoiadas, pés apoiados no solo e olhando
para o horizonte (cabeça em posição neutra).
- Posição Inicial: Com a cabeça e a cervical em posição neutra, mede-se a distância entre a
extremidade do lóbulo da orelha e a extremidade do acrômio.
- Posição Final: Com a cabeça e a cervical em inclinação lateral para a direita ou para a
esquerda (dependendo do movimento que se deseja mediar), mede-se a distância entre a
extremidade do lóbulo da orelha e a extremidade do acrômio.
- Ações do Avaliador: Orientar para que o paciente tente tocar a orelha no ombro e realizar a
estabilização da cintura escapular, contralateral ao movimento, para esta não se eleve.
Realizar a medida com a fita métrica.
OBS: Deve-se tomar cuidado para que o paciente não tente aproximar o ombro de sua orelha.
- Resultado: Será dado pela diferença entre a distância final e a distância inicial.

1.3. Rotação Cervical (Combinada*):


- Posição do paciente: Sentado com as costas bem apoiadas, pés apoiados no solo e olhando
para o horizonte (cabeça em posição neutra).
- Centro do Goniômetro: Sobre o ápice do crânio do paciente (na posição em que os braços
fixo e móvel do goniômetro alinharem-se em 90o).
- Braço Fixo: Paralelo ao solo, sobre a linha imaginária que dirige-se do centro do goniômetro
ao acrômio do lado oposto ao do movimento que se deseja avaliar.
- Braço Móvel: Paralelo ao solo, sobre a linha imaginária que dirige-se do centro do goniômetro
para o septo nasal do paciente. Preferencialmente em 90o com o braço fixo.
- Alinhamento preferencial do goniômetro: Em 90o.
- Ações do Avaliador: Orientar para que o paciente tente olhar para trás, por sobre o seu ombro
(do lado do movimento), e realizar a estabilização da cintura escapular para que o paciente não
rotacione o tronco e nem se afaste do encosto da cadeira. Realizar a medida com o
goniômetro.

Método Alternativo (com o uso de fita métrica):


- Posição do paciente: Sentado com as costas bem apoiadas, pés apoiados no solo e olhando
para o horizonte (cabeça em posição neutra).
- Posição Inicial: Com a cabeça e a cervical em posição neutra, mede-se a distância entre o
ponto mediano mais inferior do mento e a extremidade do acrômio.
- Posição Final: Com a cabeça e a cervical em rotação para a direita ou para a esquerda
(dependendo do movimento que se deseja mediar), mede-se a distância entre o ponto mediano
mais inferior do mento e a extremidade do acrômio.
- Ações do Avaliador: Orientar para que o paciente tente olhar para trás, por sobre o seu ombro
(do lado do movimento), e realizar a estabilização da cintura escapular para que o paciente não
rotacione o tronco e nem se afaste do encosto da cadeira. Realizar a medida com a fita
métrica.
- Resultado: Será dado pela diferença entre a distância final e a distância inicial.

1.4. Flexão e Extensão Tóraco-Lombar (Combinada com o quadril ou não):


- Posição do paciente: Paciente em pé, totalmente ereto, braços ao longo do corpo e olhando
para o horizonte (tronco em posição neutra).
- Centro do Goniômetro: Sobre o trocânter maior do fêmur.
- Braço Fixo: Perpendicularmente ao solo (dirigindo-se para baixo), alinhando-se sobre a linha
média da coxa.
- Braço Móvel: Perpendicularmente ao solo (dirigindo-se para cima), alinhando-se sobre a linha
média do tronco, tendo como referência horizontal o nível do processo xifóide do esterno.
Preferencialmente em 180o com o braço fixo.
- Alinhamento preferencial do goniômetro: Em 180o.
- Ações do Avaliador: Orientar para que o paciente incline o troco para frente (no caso da
flexão) ou para trás (no caso da extensão), até o ponto limite do movimento desejado. Realizar
a medida com o goniômetro.

Método Alternativo 1 (com o uso de fita métrica):


- Posição do paciente: Paciente em pé, totalmente ereto, braços ao longo do corpo e olhando
para o horizonte (tronco em posição neutra).
- Posição Inicial: Com o tronco em posição neutra, mede-se a distância entre o processo
espinhoso de S1 e o processo espinho de C7.
- Posição Final: Com o tronco inclinado para frente (flexão) ou para trás (extensão)
(dependendo do movimento que se deseja mediar), mede-se a distância entre o processo
espinhoso de S1 e o processo espinho de C7.
- Ações do Avaliador: Orientar para que o paciente incline o troco para frente (no caso da
flexão) ou para trás (no caso da extensão), até o ponto limite do movimento desejado. Realizar
a medida com o goniômetro.
- Resultado: Será dado pela diferença entre a distância final e a distância inicial.

Método Alternativo 2 (com o uso de fita métrica):


- Posição do paciente: Paciente em pé, totalmente ereto, braços ao longo do corpo e olhando
para o horizonte (tronco em posição neutra).
- Posição Inicial: Com o tronco em posição neutra, mede-se a distância entre a ponto do dedo
(escolhe-se o mais longo) e o chão. Esta medida pode ser dispensada.
- Posição Final: Com o tronco inclinado para frente (flexão) ou para trás (extensão)
(dependendo do movimento que se deseja mediar), mede-se a distância entre a ponto do dedo
(escolhe-se o mais longo) e o chão.
- Ações do Avaliador: Orientar para que o paciente incline o troco para frente (no caso da
flexão) ou para trás (no caso da extensão), até o ponto limite do movimento desejado. Realizar
a medida coma fita métrica.
- Resultado: Será dado pela diferença entre a distância final e a distância inicial ou
simplesmente pela medida obtida com o paciente realizando o movimento (posição final).

Quanto ao Movimento Desejado


- Flexão e Extensão apenas do segmento tóraco-lombar: O movimento deve ser realizado até o
início da anteroversão ou da retroversão pélvica, percebida pelo avaliador, enquanto palpa a
EIAS de seu paciente.
- Flexão e Extensão tóraco-lombar com participação do quadril: O movimento deve ser
realizado até o máximo de sua amplitude para frente (flexão) e para trás (extensão).

1.5. Inclinação Lateral do Tronco:


- Posição do paciente: Paciente em pé, totalmente ereto, braços ao longo do corpo e olhando
para o horizonte (tronco em posição neutra).
- Centro do Goniômetro: Sobre o processo espinhoso de S1.
- Braço Fixo: Perpendicularmente ao solo (dirigindo-se para baixo), alinhando-se sobre a
fissura interglútea (rêgo).
- Braço Móvel: Perpendicularmente ao solo (dirigindo-se para cima), alinhando-se com o
processo espinhoso de C7. Preferencialmente em 180o com o braço fixo.
OBS: No caso de desvios escolióticos deve-se dar preferência pelo alinhamento em relação ao
processo espinhoso da vértebra mais alta que ainda mantiver o alinhamento original.
- Alinhamento preferencial do goniômetro: Em 180o.
- Ações do Avaliador: Orientar para que o paciente incline o troco para um dos lados, até o
ponto limite do movimento desejado, sem que o mesmo realize movimentos compensatórios de
elevação do membro inferior contralateral ao movimento, ou de rotação do tronco. Para isto, o
avaliador deve estabilizar a cintura pélvica do paciente. Realizar a medida com o goniômetro.

Método Alternativo (com o uso de fita métrica):


- Posição do paciente: Paciente em pé, totalmente ereto, braços ao longo do corpo e olhando
para o horizonte (tronco em posição neutra).
- Posição Inicial: Com o tronco em posição neutra, mede-se a distância entre a ponto do dedo
(escolhe-se o mais longo) e o chão. Esta medida pode ser dispensada.
- Posição Final: Com o tronco inclinado para a direta ou para a esquerda (dependendo do
movimento que se deseja mediar), mede-se a distância entre a ponto do dedo (escolhe-se o
mais longo) e o chão.
- Ações do Avaliador: Orientar para que o paciente incline o troco para um dos lados, até o
ponto limite do movimento desejado, sem que o mesmo realize movimentos compensatórios de
elevação do membro inferior contralateral ao movimento, ou de rotação do tronco. Para isto, o
avaliador deve estabilizar a cintura pélvica do paciente. Realizar a medida com a fita métrica.
- Resultado: Será dado pela diferença entre a distância final e a distância inicial ou
simplesmente pela medida obtida com o paciente realizando o movimento (posição final).

1.6. Rotação do Tronco:


- Posição do paciente: Sentado com as costas livres (não apoiadas), membros superiores
cruzados à frente do abdômen, pés apoiados no solo e olhando para o horizonte (tronco e
cabeça em posição neutra).
- Centro do Goniômetro: Sobre o ápice do crânio do paciente (na posição em que os braços
fixo e móvel do goniômetro alinharem-se em 0o/360o).
- Braço Fixo: Paralelo ao solo, sobre a linha imaginária que dirige-se do centro do goniômetro a
EIAS (Não estará visível no início do movimento) do lado oposto ao do movimento que se
deseja avaliar. Preferencialmente alinhado sobre o braço móvel do goniômetro em 0o/360o.
- Braço Móvel: Paralelo ao solo, sobre a linha imaginária que dirige-se do centro do goniômetro
para a ponta do acrômio do paciente. Preferencialmente alinhado sobre o braço fixo do
goniômetro em 0o/360o.
- Alinhamento preferencial do goniômetro: Em 0o/360o.
- Ações do Avaliador: Orientar para que o paciente tente girar o tronco para um dos lados, sem
afastar as nádegas da cadeira. Para isto, o avaliador deve estabilizar a cintura pélvica do
paciente. Realizar a medida com o goniômetro.

2. Movimentos dos Membros Superiores

2.1. Flexão e Extensão dos Ombros


- Posição do paciente: Paciente deitado em decúbito dorsal, com os MMSS totalmente
estendidos e ao lado do tronco e com os antebraços em posição neutra entre a pronação e a
supinação.
- Centro do Goniômetro: a) Na posição inicial: Sobre o aspecto lateral do tubérculo maior do
úmero; b) Na posição final: Deve manter o mesmo posicionamento, baseando-se no
posicionamento dos braços fixo e móvel do goniômetro.
- Braço Fixo: Paralelo à linha mediana lateral do tronco.
- Braço Móvel: Alinhado sobre a linha mediana do braço (osso úmero) pela face lateral.
- Alinhamento preferencial do goniômetro: Em 0o/360o. No entanto devido ao membro superior
ficar repousado na maca a sua linha mediana lateral, dificilmente ficará ao mesmo nível que a
linha mediana lateral do tronco.
- Ações do Avaliador: Estabilizar o paciente tocando a parte lateral da escápula ou do tórax
(dependendo do movimento desejado). Realizar a medida com o goniômetro.

Quanto ao Movimento Desejado


- Flexão glenoumeral: O movimento deve ser realizado até o início da rotação para cima (ou
báscula lateral) da escápula, percebida pela mão de estabilização do avaliador.
- Flexão do complexo articular do ombro: O movimento deve ser realizado até o início da
extensão do tronco, percebida pela mão de estabilização do avaliador.

2.2. Hiperextensão dos Ombros:


- Posição do paciente: Paciente deitado em decúbito ventral, com os MMSS totalmente
estendidos e ao lado do tronco e com os antebraços em posição neutra entre a pronação e a
supinação. A cabeça deverá estar voltada para o lado contralateral.
- Centro do Goniômetro: a) Na posição inicial: Sobre o aspecto lateral do tubérculo maior do
úmero; b) Na posição final: Deve manter o mesmo posicionamento, baseando-se no
posicionamento dos braços fixo e móvel do goniômetro.
- Braço Fixo: Paralelo à linha mediana lateral do tronco.
- Braço Móvel: Alinhado sobre a linha mediana do braço (osso úmero) pela face lateral.
- Alinhamento preferencial do goniômetro: Em 0o/360o. No entanto devido ao membro superior
ficar repousado na maca a sua linha mediana lateral, dificilmente ficará ao mesmo nível que a
linha mediana lateral do tronco.
- Ações do Avaliador: Estabilizar a escápula do paciente para que a face anterior do ombro
esteja sempre em contato com a maca. Orientar o paciente quanto à possibilidade de realizar
flexão do cotovelo durante o movimento. Realizar a medida com o goniômetro.

2.3. Adução e Abdução dos Ombros:


- Posição do paciente: Paciente deitado em decúbito dorsal, com os MMSS totalmente
estendidos e ao lado do tronco e com os antebraços em posição neutra entre a pronação e a
supinação.
- Centro do Goniômetro: a) Na posição inicial: Sobre o aspecto anterior do processo acromial;
b) Na posição final: Deve manter o mesmo posicionamento, baseando-se no posicionamento
dos braços fixo e móvel do goniômetro.
- Braço Fixo: Paralelo à linha mediana do osso esterno.
- Braço Móvel: Alinhado sobre a linha mediana do braço (osso úmero) pela face anterior. Na
posição final de abdução o epicôndilo medial do úmero pode servir como referência para o
alinhamento.
- Alinhamento preferencial do goniômetro: Em 0o/360o.
- Ações do Avaliador: Estabilizar o paciente tocando a parte lateral da escápula ou do tórax
(dependendo do movimento desejado). Realizar a medida com o goniômetro.

Quanto ao Movimento Desejado


- Abdução glenoumeral: O movimento deve ser realizado até o início da rotação para cima (ou
báscula lateral) da escápula, percebida pela mão de estabilização do avaliador.
- Abdução do complexo articular do ombro: O movimento deve ser realizado até o início da
inclinação lateral do tronco, percebida pela mão de estabilização do avaliador.

2.4. Rotação Medial e Lateral dos Ombros:


- Posição do paciente: Paciente deitado em decúbito dorsal, com os ombros em abdução de
90o, cotovelo em flexão de 90o e antebraço em posição neutra entre a pronação e a supinação.
Talvez seja necessário colocar uma pequena almofada ou toalha dobrada na região distal do
braço.
- Centro do Goniômetro: Sobre o centro do olécrano.
- Braço Fixo: Perpendicular ao solo (voltado para cima).
- Braço Móvel: Alinhado sobre a linha mediana do antebraço pela face lateral, utilizando o
processo estilóide da ulna como referência para o alinhamento.
- Alinhamento preferencial do goniômetro: Em 0o/360o.
- Ações do Avaliador: Estabilizar o ombro do paciente comprimindo-o sobre a maca evitando
movimentos compensatórios. Realizar a medida com o goniômetro.

2.5. Flexão e Extensão dos Cotovelos:


- Posição do paciente: Paciente deitado em decúbito dorsal, com os MMSS totalmente
estendidos e ao lado do tronco e com os antebraços em posição de supinação. Deve-se
colocar uma pequena almofada ou toalha dobrada na região distal do braço.
- Centro do Goniômetro: Sobre o epicôndilo lateral do úmero.
- Braço Fixo: Paralelo à linha mediana lateral do úmero.
- Braço Móvel: Alinhado sobre a linha mediana do antebraço pela borda radial, utilizando o
processo estiloide do rádio como referência para o alinhamento.
- Alinhamento preferencial do goniômetro: Em 180o. No entanto, em muitos indivíduos este
alinhamento não será possível.
- Ações do Avaliador: Estabilizar o ombro do paciente comprimindo-o sobre a maca evitando
movimentos compensatórios. Realizar a medida com o goniômetro.

2.6. Pronação e Supinação dos Antebraços:


- Posição do paciente: Sentado com as costas bem apoiadas, pés apoiados no solo e com o
cotovelo em 0o/360o.
- Centro do Goniômetro:
- Braço Fixo: Alinhado pela face ventral (para o movimento de supinação) ou pela face dorsal
(para o movimento de pronação) da região distal do antebraço, permanecendo totalmente
perpendicular ao solo, voltado para cima.
- Braço Móvel: Alinhado pela face ventral (para o movimento de supinação) ou pela face dorsal
(para o movimento de pronação) da região distal do antebraço, permanecendo totalmente
perpendicular ao solo, voltado para cima.
- Alinhamento preferencial do goniômetro: Em 0o/360o. Mantendo o máximo contato com a face
ventral (para o movimento de supinação) ou com a face dorsal (para o movimento de
pronação) da região distal do antebraço.
- Ações do Avaliador: Estabilizar o braço do paciente, mantendo-o próximo ao tronco. Realizar
a medida com o goniômetro.

Método Alternativo (Pronação e Supinação dos Antebraços):


- Posição do paciente: Sentado com as costas bem apoiadas, pés apoiados no solo, braço
alinhado com a região lateral do tronco, cotovelo em flexão e em posição neutra entre a
pronação e a supinação, e com a mão segurando um lápis longo.
- Centro do Goniômetro: Sobre a intersecção entre a linha imaginária do eixo longitudinal do
lápis e a linha imaginário do eixo longitudinal da falange proximal do terceiro dedo.
- Braço Fixo: Perpendicularmente ao solo (dirigindo-se para cima).
- Braço Móvel: alinhado sobre o eixo longitudinal do lápis.
- Alinhamento preferencial do goniômetro: Em 0o/360o.
- Ações do Avaliador: Orientar o paciente para não afastar o seu braço em relação ao tronco.
Realizar a medida com o goniômetro.

2.7. Flexão e Extensão do Punho:


- Posição do paciente 1: Sentado com os pés apoiados no solo, cotovelo em 90o, antebraço em
pronação apoiado sobre uma superfície plana e firme e mantendo a articulação do punho além
da borda desta superfície.
- Posição do paciente 2: Sentado com os pés apoiados no solo, ombro em 90o de abdução,
cotovelo em flexão de 90o, braço e antebraço apoiados sobre uma superfície plana e firme,
com o antebraço em pronação e mantendo a articulação do punho além da borda desta
superfície.
- Centro do Goniômetro: Sobre a face ulnar da articulação punho, um pouco a frente do
processo estiloide da ulna.
- Braço Fixo: Alinhado com a linha mediana do antebraço, pela face ulnar.
- Braço Móvel: Alinhado com a linha mediana do 5o metacarpo.
- Alinhamento preferencial do goniômetro: Em 180o.
- Ações do Avaliador: Estabilizar o antebraço do paciente, mantendo-o encostado à superfície
de apoio. Realizar a medida com o goniômetro.

2.8. Desvio Radial e Ulnar do Punho:


- Posição do paciente 1: Sentado com os pés apoiados no solo, cotovelo em 90 o, antebraço em
pronação e apoiado sobre uma superfície plana e firme (ou apoiado pelo avaliador).
- Posição do paciente 2: Sentado com os pés apoiados no solo, ombro em 90 o de abdução,
cotovelo em flexão de 90o, braço e antebraço apoiados sobre uma superfície plana e firme,
com o antebraço em pronação.
- Centro do Goniômetro: Sobre a face dorsal da articulação punho, no ponto de encontro entre
a projeção do 3o metacarpo e a linha articular do punho.
- Braço Fixo: Alinhado com a linha mediana do antebraço, pela face dorsal.
- Braço Móvel: Alinhado com a linha mediana do 3o metacarpo.
- Alinhamento preferencial do goniômetro: Em 180o.
- Ações do Avaliador: Estabilizar o antebraço do paciente, mantendo-o encostado à superfície
de apoio. Realizar a medida com o goniômetro.

2.9. Adução e Abdução do Polegar:


- Posição do paciente: Sentado com os pés apoiados no solo, cotovelo em 90 o, antebraço em
posição entre pronação e supinação e apoiado sobre uma superfície plana e firme (ou apoiado
pelo avaliador). A mão deve ficar na posição mais natural possível.
- Centro do Goniômetro: Sobre a face dorsal da articulação carpometacárpica do polegar.
- Braço Fixo: Alinhado com a linha mediana do 2o metacarpo (pela borda medial).
- Braço Móvel: Alinhado com a linha mediana do 1o metacarpo.
- Alinhamento preferencial do goniômetro: Quando a mão estiver mantida em posição natural
haverá um ângulo entre o 2o e o 3o metacarpo (este ângulo é diferente de 0o, 90o e 180o).
- Ações do Avaliador: Estabilizar o antebraço do paciente e orientar o paciente para
permanecer com o punho em posição neutra. Realizar a medida com o goniômetro.

2.10. Flexão e Extensão das Articulações Metacarpofalangeanas dos Quirodáctilos:


- Posição do paciente: Sentado com os pés apoiados no solo, cotovelo em 90 o, antebraço em
posição neutra entre pronação e supinação e apoiado sobre uma superfície plana e firme (ou
apoiado pelo avaliador). A mão deve ficar na posição mais natural possível.
- Centro do Goniômetro: Sobre a face dorsal da articulação (com a borda do goniômetro).
- Braço Fixo: Alinhado sobre a linha mediana do metacarpo, pela face dorsal (com a borda do
goniômetro).
- Braço Móvel: Alinhado sobre a linha mediana da falange proximal dos quirodáctilos, pela face
dorsal (com a borda do goniômetro).
- Alinhamento preferencial do goniômetro: Utilizando o modelo pequeno de goniômetro, o
alinhamento preferencial será o de 0o.
- Ações do Avaliador: Estabilizar a mão do paciente e realizar o movimento de forma passiva,
quando for necessário. Realizar a medida com o goniômetro.

2.11. Flexão e Extensão das Articulações Interfalangeanas Proximais dos Quirodáctilos:


- Posição do paciente: Sentado com os pés apoiados no solo, cotovelo em 90 o, antebraço em
posição neutra entre pronação e supinação e apoiado sobre uma superfície plana e firme (ou
apoiado pelo avaliador). A mão deve ficar na posição mais natural possível.
- Centro do Goniômetro: Sobre a face dorsal da articulação (com a borda do goniômetro).
- Braço Fixo: Alinhado com a linha mediana da falange proximal dos quirodáctilos, pela face
dorsal (com a borda do goniômetro).
- Braço Móvel: Alinhado sobre a linha mediana da falange média dos quirodáctilos, pela face
dorsal (com a borda do goniômetro).
- Alinhamento preferencial do goniômetro: Utilizando o modelo pequeno de goniômetro, o
alinhamento preferencial será o de 0o.
- Ações do Avaliador: Estabilizar a mão do paciente e realizar o movimento de forma passiva,
quando for necessário. Realizar a medida com o goniômetro.

2.12. Flexão e Extensão das Articulações Interfalangeanas Distais dos Quirodáctilos:


- Posição do paciente: Sentado com os pés apoiados no solo, cotovelo em 90 o, antebraço em
posição neutra entre pronação e supinação e apoiado sobre uma superfície plana e firme (ou
apoiado pelo avaliador). A mão deve ficar na posição mais natural possível.
- Centro do Goniômetro: Sobre a face dorsal da articulação (com a borda do goniômetro).
- Braço Fixo: Alinhado sobre a linha mediana da falange média dos quirodáctilos, pela face
dorsal (com a borda do goniômetro).
- Braço Móvel: Alinhado sobre a linha mediana da falange distal dos quirodáctilos, pela face
dorsal (com a borda do goniômetro).
- Alinhamento preferencial do goniômetro: Utilizando o modelo pequeno de goniômetro, o
alinhamento preferencial será o de 0o.
- Ações do Avaliador: Estabilizar a mão do paciente e realizar o movimento de forma passiva,
quando for necessário. Realizar a medida com o goniômetro.

3. Movimentos dos Membros Inferiores

3.1. Flexão e Extensão do Quadril:


- Posição do paciente: Paciente deitado em decúbito dorsal, com os MMSS totalmente
estendidos e ao lado do tronco e com os MMII estendidos e paralelos entre si.
- Centro do Goniômetro: Sobre o centro da face lateral do trocânter maior do fêmur.
- Braço Fixo: Paralelo à linha mediana lateral da pélvis.
- Braço Móvel: Alinhado sobre a linha mediana da coxa pela face lateral.
- Alinhamento preferencial do goniômetro: Em 180o.
- Ações do Avaliador: Orientar ao paciente para realizar a flexão/extensão do quadril associado
à flexão/extensão do joelho. Auxiliar o paciente para alcançar as amplitudes finais do
movimento. Realizar a medida com o goniômetro.

3.2. Hiperextensão do Quadril:


- Posição do paciente: Paciente deitado em decúbito ventral, com os MMSS totalmente
estendidos e ao lado do tronco, com os MMII estendidos e paralelos entre si e com a cabeça
para um dos lados.
- Centro do Goniômetro: Sobre o centro da face lateral do trocânter maior do fêmur.
- Braço Fixo: Paralelo à linha mediana lateral da pélvis.
- Braço Móvel: Alinhado sobre a linha mediana da coxa pela face lateral.
- Alinhamento preferencial do goniômetro: Em 180o.
- Ações do Avaliador: Estabilizar a pelve do paciente, pela região posterior, para que durante a
hiperextensão do quadril a EIAS não se afaste da maca. Realizar a medida com o goniômetro.

3.3. Adução e Abdução do Quadril:


- Posição do paciente: Paciente deitado em decúbito dorsal, com os MMSS totalmente
estendidos e ao lado do tronco e com os MMII estendidos e paralelos entre si (quadris em
posição neutra).
- Centro do Goniômetro: Sobre a EIAS do lado do quadril a ser avaliado.
- Braço Fixo: Alinhado sobre a linha imaginária que une as duas EIAS.
- Braço Móvel: Alinhado sobre a linha mediana da coxa, pela face anterior, direcionando-se
para a linha mediana da patela.
- Alinhamento preferencial do goniômetro: Em 90o.
- Ações do Avaliador: Estabilizar a pelve do paciente, pela região lateral, para que não ocorra
uma rotação da pelve. Realizar a medida com o goniômetro.
OBS: Na posição final de abdução do quadril as duas EIAS perderam o seu alinhamento
horizontal devido a inclinação pélvica, que não será possível evitar com a estabilização.
Contudo, o braço fixo do goniômetro ainda deverá alinhar-se sobre a linha imaginária que une
as duas EIAS, ainda que estas estejam inclinadas entre si.

3.4. Hiperadução do Quadril:


- Posição do paciente: Paciente deitado em decúbito dorsal, com os MMSS totalmente
estendidos e ao lado do tronco, MMII estendidos, com o quadril a ser avaliado em posição
neutra e com o quadril oposto em abdução, sem perder o alinhamento entre as EIAS.
- Centro do Goniômetro: Sobre a EIAS do lado do quadril a ser avaliado.
- Braço Fixo: Alinhado sobre a linha imaginária que une as duas EIAS.
- Braço Móvel: Alinhado sobre a linha mediana da coxa, pela face anterior, direcionando-se
para a linha mediana da patela.
- Alinhamento preferencial do goniômetro: Em 90o.
- Ações do Avaliador: Estabilizar a pelve do paciente, pela região lateral, para que durante a
abdução do quadril as duas EIAS não percam o seu alinhamento. Realizar a medida com o
goniômetro.

3.5. Rotação Medial e Lateral dos Quadris:


- Posição do paciente: Paciente sentado em uma superfície firme, com os quadris e os joelhos
em 90o e com as pernas pendentes (sem alcançar o solo). Deve-se colocar uma pequena
almofada ou toalha dobrada na região distal da coxa.
- Centro do Goniômetro: Sobre o ponto central da patela.
- Braço Fixo: Perpendicularmente ao solo (dirigindo-se para baixo).
- Braço Móvel: Perpendicularmente ao solo (dirigindo-se para baixo), alinhando-se sobre a
linha mediana da perna (sobre a crista tibial).
- Alinhamento preferencial do goniômetro: Em 0o/360o.
- Ações do Avaliador: Estabilizar a coxa do paciente para que esta não se eleve. Para medir o
movimento de rotação lateral, o examinador deve solicitar ao paciente para realizar uma flexão
do joelho contralateral. Realizar a medida com o goniômetro.

3.6. Flexão e Extensão dos Joelhos:


- Posição do paciente: Deitado em decúbito dorsal, com os MMSS totalmente estendidos e ao
lado do tronco e com os MMII estendidos e paralelos entre si.
- Centro do Goniômetro: Sobre o epicôndilo lateral do fêmur.
- Braço Fixo: Paralelo à linha mediana lateral da coxa, alinhando-se ao trocânter maior do
fêmur.
- Braço Móvel: Alinhado sobre a linha mediana lateral da perna, alinhando-se ao maléolo
lateral.
- Alinhamento preferencial do goniômetro: Em 180o.
- Ações do Avaliador: Orientar ao paciente para realizar a flexão/extensão do joelho associado
à flexão/extensão do quadril (como se tentasse tocar o calcanhar na nádega). Auxiliar o
paciente para alcançar as amplitudes finais do movimento. Realizar a medida com o
goniômetro.

3.7. Hiperextensão dos Joelhos:


- Posição do paciente: Paciente deitado em decúbito ventral, com os MMSS totalmente
estendidos e ao lado do tronco, MMII estendidos e paralelos entre si, pés para fora da maca e
cabeça voltada para qualquer um dos lados. Deve-se colocar uma pequena almofada ou toalha
dobrada na região distal da coxa.
- Centro do Goniômetro: Sobre o epicôndilo lateral do fêmur.
- Braço Fixo: Paralelo à linha mediana lateral da coxa, alinhando-se ao trocânter maior do
fêmur.
- Braço Móvel: Alinhado sobre a linha mediana lateral da perna, alinhando-se ao maléolo
lateral.
- Alinhamento preferencial do goniômetro: Em 180o.
- Ações do Avaliador: Estabilizar a pelve do paciente durante o movimento, para que não se
eleve. Orientar ao paciente para realizar a hiperextensão do joelho. Realizar a medida com o
goniômetro.

3.8. Flexão (Dorsoflexão) e Extensão (Flexão Plantar) dos Tornozelos:


- Posição do Paciente: Paciente sentado em uma superfície firme, com os quadris e os joelhos
em 90o e com as pernas pendentes (sem alcançar o solo).
- Posição Alternativa do Paciente: Paciente deitado em decúbito ventral, com os MMSS
totalmente estendidos e ao lado do tronco, com a cabeça para qualquer um dos lados e com o
membro inferior a ser avaliado com o joelho em 90o de flexão.
- Centro do Goniômetro: Em um ponto abaixo do maléolo lateral. Este ponto será definido pelo
alinhamento do braço fixo e do braço móvel do goniômetro.
- Braço Fixo: Alinhado com a linha mediana lateral da perna, dirigindo-se para à cabeça da
fíbula.
- Braço Móvel: Alinhado com a linha mediana lateral do 5o metatarso, dirigindo-se para a face
lateral da cabeça do 5o metatarso.
- Alinhamento preferencial do goniômetro: Em 90o.
- Ações do Avaliador: Manter a perna do paciente estável, evitando os movimentos de flexão
ou de extensão do joelho durante o teste. Realizar a medida com o goniômetro.

3.9. Inversão e Eversão dos Tornozelos (pela articulação tibiotársica):


- Posição do Paciente: Sentado em uma superfície firme, com os quadris e os joelhos em 90 o e
com as pernas pendentes (sem alcançar o solo).
- Centro do Goniômetro: No ponto central da face dorsal da linha articular do tornozelo (ponto
médio dorsal entre os dois maléolos).
- Braço Fixo: Alinhado com a linha mediana anterior da perna, dirigindo-se para à tuberosidade
da tíbia.
- Braço Móvel: Alinhado com a linha mediana dorsal do 2o metatarso, dirigindo-se para a face
dorsal da cabeça do 2o metatarso.
OBS: Este alinhamento só será possível utilizando-se goniômetros flexíveis de plástico.
- Alinhamento preferencial do goniômetro: Em 180o.
- Ações do Avaliador: Manter a perna do paciente estável, evitando os movimentos de rotação
do quadril durante o teste. Alinhar o goniômetro aproveitando a flexibilidade do próprio
equipamento, posicionando o tornozelo do paciente em posição de flexão plantar. Orientar o
paciente para não realizar movimentos de flexão plantar ou de dorsoflexão. Realizar a medida
com o goniômetro.

3.10. Inversão e Eversão dos Tornozelos (pela articulação subtalar):


- Posição do Paciente: Deitado em decúbito ventral, com os MMII estendidos e paralelos entre
si, pés para fora da maca e cabeça voltada para qualquer um dos lados.
- Centro do Goniômetro: Sobre o ponto de inserção do tendão calcâneo no osso calcâneo.
- Braço Fixo: Alinhado com a linha mediana posterior da perna.
- Braço Móvel: Alinhado com a linha mediana posterior do calcâneo.
- Alinhamento preferencial do goniômetro: Em 180o.
- Ações do Avaliador: Manter a perna do paciente estável, evitando os movimentos de adução,
abdução ou rotação do quadril durante o teste. Orientar o paciente para não realizar
movimentos de flexão plantar ou de dorsoflexão. Realizar a medida com o goniômetro.

3.11. Flexão e Extensão das Articulações Metatarsofalangeanas:


- Posição do paciente 1: Sentado em uma superfície firme, com os quadris e os joelhos em 90o
e com as pernas pendentes (sem alcançar o solo).
- Posição do paciente 2: Deitado em decúbito dorsal, com os MMII estendidos e paralelos entre
si e com os pés para fora da maca.
- Centro do Goniômetro: Sobre a face dorsal da articulação (com a borda do goniômetro).
- Braço Fixo: Alinhado sobre a linha mediana do metatarso, pela face dorsal (com a borda do
goniômetro).
- Braço Móvel: Alinhado sobre a linha mediana da falange proximal dos artelhos, pela face
dorsal (com a borda do goniômetro).
- Alinhamento preferencial do goniômetro: Utilizando o modelo pequeno de goniômetro, o
alinhamento preferencial será o de 0o.
- Ações do Avaliador: Estabilizar o pé do paciente e realizar o movimento de forma passiva,
quando for necessário. Realizar a medida com o goniômetro.

3.12. Flexão e Extensão das Articulações Interfalangeanas Proximais dos Artelhos:


- Posição do paciente 1: Sentado em uma superfície firme, com os quadris e os joelhos em 90 o
e com as pernas pendentes (sem alcançar o solo).
- Posição do paciente 2: Deitado em decúbito dorsal, com os MMII estendidos e paralelos entre
si e com os pés para fora da maca.
- Centro do Goniômetro: Sobre a face dorsal da articulação (com a borda do goniômetro).
- Braço Fixo: Alinhado com a linha mediana da falange proximal dos artelhos, pela face dorsal
(com a borda do goniômetro).
- Braço Móvel: Alinhado com a linha mediana da falange média dos artelhos, pela face dorsal
(com a borda do goniômetro).
- Alinhamento preferencial do goniômetro: Utilizando o modelo pequeno de goniômetro, o
alinhamento preferencial será o de 0o.
- Ações do Avaliador: Estabilizar o pé do paciente e realizar o movimento de forma passiva,
quando for necessário. Realizar a medida com o goniômetro.

3.13. Flexão e Extensão das Articulações Interfalangeanas Distais dos Artelhos:


- Posição do paciente 1: Sentado em uma superfície firme, com os quadris e os joelhos em 90 o
e com as pernas pendentes (sem alcançar o solo).
- Posição do paciente 2: Deitado em decúbito dorsal, com os MMII estendidos e paralelos entre
si e com os pés para fora da maca.
- Centro do Goniômetro: Sobre a face dorsal da articulação (com a borda do goniômetro).
- Braço Fixo: Alinhado sobre a linha mediana da falange média dos artelhos, pela face dorsal
(com a borda do goniômetro).
- Braço Móvel: Alinhado sobre a linha mediana da falange distal dos artelhos, pela face dorsal
(com a borda do goniômetro).
- Alinhamento preferencial do goniômetro: Utilizando o modelo pequeno de goniômetro, o
alinhamento preferencial será o de 0o.
- Ações do Avaliador: Estabilizar o pé do paciente e realizar o movimento de forma passiva,
quando for necessário. Realizar a medida com o goniômetro.

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