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Protocolos e Estrutura do IMS

O documento descreve conceitos e elementos de uma rede IMS, incluindo protocolos como SIP e Diameter. Detalha funções de CSCF, MGW, HSS e outros componentes. Também apresenta etapas para implantação de uma rede IMS e vantagens do uso da arquitetura IMS em redes móveis.

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Rodrigo Eduardo
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Protocolos e Estrutura do IMS

O documento descreve conceitos e elementos de uma rede IMS, incluindo protocolos como SIP e Diameter. Detalha funções de CSCF, MGW, HSS e outros componentes. Também apresenta etapas para implantação de uma rede IMS e vantagens do uso da arquitetura IMS em redes móveis.

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Prova 2 – Telemática

Nome: Rodrigo Eduardo dos Santos

1 – Qual o conceito do IMS?

IP Multimedia Subsystem (IMS) são fundamentalmente adaptados as preferências do usuário,


dependem perfeitamente de várias redes de acesso e agrupam vários recursos de serviço (por
exemplo, conectividade voz/vídeo, ferramentas da comunidade, presença, conferência, jogos e
transmissão de TV. A arquitetura e os aspectos técnicos da telecomunicações a possibilidade
de construir uma infraestrutura de serviço aberta baseada em IP que permitirá fácil
implantação de novos e ricos serviços de comunicação multimídia, combinando serviços de
telecomunicações e dados.

2 – Quais os principais protocolos usados numa rede IMS e quais as funções de cada um
deles?

 Session Initiation Protocol (SIP): é um protocolo de sinalização e controle de


chamadas entre dois ou mais participantes, que tem ganhado uma grande aceitação
por parte da comunidade de telecomunicações. É também um protocolo que promete
escabilidade, flexibilidade e facilidade na criação de serviços.

 Session Description Protocol (SDP): transportado no corpo do SIP com a função de


descrição de atributos de mídia de sessão como endereços IP, portas, tipo de mídia e
codecs.

 Diameter: Diameter é um protocol AAA de padrão aberto definido pelo IETF. Os


recursos do Diameter atendem a vários requisitos das operadoras de rede. A definição
do protocolo de Diameter é dada na especificação RFC 6733.

 MeGaCo (H.248): É um padrão desenvolvido cooperativamente entre o ITU e a IETF


para permitir que um media gateway controller (MGC) controle um media gatewat
(MG). Competindo com outros protocolos ocmo o MGCP e MDCP, é considerado um
protocolo complementar ao H.323 e ao SIP, no qual o MGC controla os MGs via H.248
mas comunicará com outro via H.323 ou SIP.

 Real Time Protocol (RTP): É o principal protocolo utilizado pelos terminais, em


conjunto com o RTC,para o transporte fim-a-fim em tempo real de pacotes de mídia
(voz) através de redes de pacotes. Sua aplicação pode ser em audioconferência
multicast, videoconferência, tradutores e mixers.

 Real Time Control Protocol (RTCP): É baseado no envio periódico de pacotes de


controle a todos os participantes da conexão, usando o mesmo mecanismo de
distribuição dos pacotes de mídia (voz). Desta forma, com um controle mínimo é feita
a transmissão de dados em tempo real usando o suporte dos pacotes UDP (para voz e
controle) e rede IP.
3 – Quais elementos de uma rede IMS e a função de cada um deles?

 CSCF – Call Session Control Function


P-CSCF: Provê o roteamento SIP entre móveis SIP e a rede IMS. Executa a política
de controle definida pela operadora da rede. Coordena com a rede de acesso,
autorizando o controle de recursos e qualidade das chamadas/sessões (QoS).
Adicionalmente, operadores podem oferecer localmente serviços controlados pelo
P-CSCF. Para serviços que são oferecidos pela rede IMS de origem ( Home
Network), o P-CSCF repassa a sinalização SIP para o servidor IMS na rede de
origem.

I-CSCF: Designar um S-CSCF para um usuário executando um registro SIP. Rotear


uma requisição SIP recebida de outra rede em direção ao S-CSCF. Obter do HSS
(Home Subscriber Subsystem) o endereço do S-CSCF. Encaminhar a requisição SIP
ou resposta ao S-CSCF determinada no estágio acima. Encaminhar a requisição SIP
ou resposta para a designação ótima do MGW (Home Control of roamers).

S-CSCF: Responsável pelo registro SIP - processa solicitações de registro SIP (SIP
REGe de dados e condição de assinantes durante a duração da sessão de registro.
Controle da Sessão - executa o estabelecimento da chamada/sessão, modificação
e terminação.

 MGCF – Media Gateway Control Function: O MGCF provê a função de


interfuncionamento de sinalização entre os elementos da rede IMS e as redes
legadas (STFC). O MGCF controla um conjunto de MGWs através da sinalização
H.248. A sinalização H.248 permite o estabelecimento de percursos para as
sessões que necessitam interfuncionamento (sob a perspectiva de tráfego) entre
a STFC e a rede IMS.

 MGW – Media Gateway Function: o Media Gateway é a interface com o plano de


mídia da rede PSTN ou CS. Por um lado o MGW pode enviar e receber mídias da
rede IMS sobre o Real-Time Protocol (RTP). Por outro lado o MGW usa um ou
mais time slots PCM (Pulse Code Modulation) para conectar com a rede de CS.
Adicionalmente, o MGW executa transcodificação quando o terminal IMS não
suporta o codec usado pelo lado CS.

 HSS – Home Subscriber Server: O HSS contém a base de dados principal, com os
dados de todos os usuários (incluindo serviços autorizados), o qual as várias
entidades lógicas de controle (CSCF) acessam ao gerenciar os assinantes. O HSS
contém os dados do usuário, que são passados ao S-CSCF, e armazena a
informação temporária com a localização do S-CSCF onde o usuário está
registrado em um dado momento.

 BGCF – Breakout Gateway Control Function: O BGCF seleciona a rede na qual o


acesso à rede pública comutada (STFC) deve ocorrer. Se o BGCF determina que o
acesso vai ocorrer na mesma rede onde o BGCF está localizado, então o BGCF
seleciona um MGCF.

 SLF – Subscriber Locator Function: É uma base de dados simples que mapeia e
relaciona os endereços dos usuários aos seus respectivos HSS's. Um nó que
pergunte ao SLF, com o endereço do usuário como entrada, obtém o HSS que
contém toda a informação relacionada a esse usuário como saída.

 MRFC – Multimedia Resource Function Controller: O MFRC controla os recursos


de mídia do elemento MultiMedia Resource Function Processor (MRFP). Por
exemplo, recursos necessários para prover tons, anúncios e conferência.

 MRFP – Multimedia Resource Function Processor: O MRFP executa todas as


funções relacionadas à mídia, tais como anúncios e conferências.

 UE – User equipament: É o terminal móvel e seu módulo de indentidade de


serviços do usuário (USIM) equivalente ao SIM card dos terminais GSM.

 AS – Aplication Server: É uma entidade SIP que hospeda e executa serviços.


Dependendo do serviço atual o AS pode se operar na modalidade SIP proxy, SIP
UA (User Agent), ou SIP B2BUA (Back-to-Back User Agent).

 SGW – Signalling Gateway: é a interface com o plano de sinalização da rede CS (por


exemplo, a PSTN). O SGW executa a conversão de protocolo da camada mais baixa. Por
exemplo, um SGW é responsável por substituir o transporte MTP pelo SCTP (Stream
Control Transmission Protocol) sobre IP. Assim, o SGW transforma o ISUP ou BICC sobre
MTP por ISUP ou BICC sobre SCTP/IP.

4 - Descreva as principais vantagens, pelo menos 3 delas do uso da arquitetura IMS em redes
Móveis.

O IMS torna as operadoras fixas e móveis equivalentes, ou seja, a possibilidade de oferecer


diversos tipos de serviços passa a ser uma realidade na plataforma IMS, pois permite uma
completa convergência entre ambas as redes.

Outro ponto Camada de Aplicações: contém as plataformas de serviços (e.g. PTT - Push to
Talk ,Serviços de Localização - LBS, Serviços de Mensagem Curta e Multimídia - SMS/MMS,
Plataforma de Vídeo, etc.).

Também posso dar como exemplo o HSS contém a base de dados principal, com os dados de
todos os usuários (incluindo serviços autorizados), o qual as várias entidades lógicas de
controle (CSCF) acessam ao gerenciar os assinantes. O HSS contém os dados do usuário, que
são passados ao S-CSCF, e armazena a informação temporária com a localização do S-CSCF
onde o usuário está registrado em um dado momento.

5 – Quais a etapas para implantação de uma rede IMS?

O IP Multimedia Subsystem (IMS) é a plataforma de serviços padronizados do Third Generation


Partnership Project (3GPP) que permite a implantação de serviços ricos e personalizados em
redes fixas e móveis, ao mesmo tempo em que permite aos usuários finais acesso onipresente
a serviços como voz, vídeo, presença e jogos online a qualquer hora e em qualquer lugar. No
entanto, a entrega desses serviços aos usuários finais é altamente dependente da rede de
acesso disponível ou preferencial, que pode variar de acesso de banda larga fixa a conexões 4G
móveis. Embora o IMS tenha sido inicialmente desenvolvido como rede central para sistemas
de Terceira Geração (3G), ele agora foi adotado como plataforma de serviço para Long Term
Evolution (LTE) e System Architecture Evolution (SAE). À medida que essa transição de 3G para
4G e além evolui, há uma necessidade imediata de um teste de pesquisa que facilite a
pesquisa, o desenvolvimento e os primeiros testes da integração dessas tecnologias.

A camada de rede define a comunicação na rede por meio de quatro processos básicos que
são endereçamento, roteamento, encapsulamento e desencapsulamento, Ele divide o
processo de comunicação em cinco camadas distintas. As cinco camadas são a camada de
aplicação, a camada de transporte, a camada de internet, a camada de acesso à rede e a
camada física.

Ele também e subdivido em algumas etapas como SIP Enable, LTE Network, Rádio, Core, IMS
Core e Voice PSTN.

Ele necessita de um Servidor SIP, Mídia Gateway, IPCAN, SIP Proxy, Um Interrogator I-CSCF,
HSS, Media Control para implantação da Rede.

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