Revista Scriptor 1 Virtual 2010
Revista Scriptor 1 Virtual 2010
Ano 1 N. 1 2010
Rosemary Salles
Editora da Revista Scriptor
Ano 1 N. 1 2010
Julio Almeida
Palavras. Neste planeta, somente o animal humano articula com sapiência as palavras,
sejam elas escritas ou faladas.
Expressão. A necessidade de o ser humano se expressar graficamente é anterior a 18000
a.e.c., através da comunicação pictográfica ou pinturas rupestres das cavernas.
Escrita. Já o surgimento da escrita ocorreu por volta de 3000 a.e.c. com os hieróglifos no
Egito, ou até mesmo antes, na China.
Intermissivistas. Portanto, o ato de escrever não pode ser considerado novidade entre os
intermissivistas, certamente retrautores em diferentes culturas, idiomas e contextos sociais, noutros
momentos evolutivos.
Versão. O intermissivista vive, hoje, a melhor versão de si mesmo em relação ao nível de
autoconsciência evolutiva. Porém, não acertou sempre, nem chegou sozinho neste patamar.
Livro. Neste sentido, o livro é o somatório da autolucidez com a vontade sincera de ajudar,
retificando-se e, sobretudo, retribuindo à vida.
Teáticas. Pela ótica da Grafopensenologia, eis, na ordem alfabética dos assuntos, pelo menos
50 princípios teóricos e práticos da escrita conscienciológica a quem objetiva, no atual momento,
concretizar e qualificar as gestações conscienciais evolutivas:
01. Acúmulo. As experimentações evolutivas, reflexões e pesquisas, revertidas em gescons,
são para a vida toda da conscin interessada na ampliação da própria holomaturidade. É o acúmulo
do saber prioritário.
02. Alcance. A abrangência generalista (multidisciplinar) na abordagem aos assuntos ten-
de a ampliar o alcance interassistencial do livro no universo intraconsciencial do leitor. O tema
central é a evolução; o público-alvo, o Cosmos.
03. Amparo. A gescon intelectual é o livro-amparador criado para si e demais consciências.
04. Aproveitamento. Apenas duas horas de trabalho intelectual pode ajudar a esclarecer
muitas consciências. Há vidas inteiras desperdiçadas devido ao restringimento materialista (Eletro
nótica). Aqui entra o nível de Inteligência Evolutiva (IE) nas prioridades pessoais dando sentido
à própria vida.
05. Argumentos. O Cosmos é fonte inesgotável de ideias evolutivas. O autodiscernimento
da consciência se encarrega de selecioná-las a fim de aplicá-las e, como efeito, retransmiti-las por
meio das energias, dos atos e das palavras (Exemplarismo).
06. Assistência. Produzir o livro de Conscienciologia é dar destino útil aos resultados das
autopesquisas, o ato de partilhar as aprendizagens pessoais sobre a evolução. Ajuda a promover as
4 Scriptor, Foz do Iguaçu, Ano 1, N. 1, p. 4-9, 2010 Almeida, Julio; Teática da Escrita Conscienciológica
interlibertações conscienciais quando atinge o mentalsoma do interlocutor e o ajuda a alcançar
melhores condições de autolucidez.
07. Atração. Os atos interassistenciais de qualquer natureza – firmados na boa intenção,
boa vontade e autodiscernimento – sempre ajudam no aprimoramento do parapsiquismo. Fun
cionam qual agente atrator dos amparadores extrafísicos de função. Na escrita, o rapport é men
talsomático entre a conscin autora e a consciex inspiradora.
08. Autocrítica. Na visão da maioria dos autores, homens ou mulheres, as próprias ideias
geralmente evoluem para melhor. Contudo, isso nem sempre é a realidade. Importa manter
a autocrítica baseada nos fatos e parafatos. O objetivo é não regredir da abordagem científica mais
lúcida e racional para o pensamento primário, artístico, anacrônico ou sectário (dogmatismo).
09. Autorganização. A autorganização na escrita é, antes de tudo, condição mental. Envolve
o texto em si e a infraestrutura de trabalho, ambos refletindo-se mutuamente. Os autopensenes
desorganizados refletirão na vida e, obviamente, no confor do texto.
10. Calma. O ato de escrever é prazeroso. Contudo, não depende da atuação vigorosa
do cerebelo nem das intensas descargas de adrenalina no sangue. Quanto mais tranquila estiver
a conscin, melhor. Assim, sobrevém a racionalidade do mentalsoma e o parapsiquismo por intermé
dio da passividade intelectual ativa.
11. Completude. Acumular anotações, referências ou fontes de pesquisa ao longo da vida
é essencial. Contudo, chega o momento determinante quando o autor, homem ou mulher, precisa
assumir e enfrentar a produção da gescon, priorizando-a com afinco a fim de completá-la.
12. Contatos. O livro conscienciológico publicado expande os contatos interconscien-
ciais evolutivos. A assistência torna-se o eixo de ligação entre as conscins e a verpon o alicerce dos
conhecimentos libertários.
13. Conteúdo. A interassistência através da escrita significa doação. Não somente de ideias,
mas também dos melhores valores da autopensenidade.
14. Convívio. Mesmo com a ampla assistência promovida pela gescon, a escrita não
substitui a convivência interconsciencial direta. Ninguém evolui à distância do saber e das outras
consciências.
15. Criatividade. A autocriatividade pode ser espontânea, fruto da inspiração ou do apa
rente acaso. Pode também ser técnica, fruto da transpiração, da pesquisa, do parapsiquismo lúcido
ou da exaustividade mentalsomática.
16. Descoincidência. O trabalho intelectual, criativo e lógico, aliado à autoconsciência
multidimensional, permite a descoincidência do paracérebro através da abertura dos chacras mais
evoluídos da consciência, ou seja, a ativação corono-frontochacral.
17. Dicionário. A ampliação do dicionário cerebral dinamiza a compreensão das realida
des e pararrealidades do Cosmos, qualificando o parapsiquismo da conscin receptora/emissora
das verpons esclarecedoras.
18. Egoísmo. Pouco adiantam as ideias mais elaboradas e complexas destinadas a favorecer
unicamente ao egoísmo gigantesco do mundinho pessoal.
19. Fixação. O livro de Conscienciologia não impõe verdades absolutas. No entanto,
o conteúdo libertário da gescon se eterniza na intraconsciencialidade dos leitores.
Almeida, Julio; Teática da Escrita Conscienciológica Scriptor, Foz do Iguaçu, Ano 1, N. 1, p. 4-9, 2010 5
20. Futuro. Pensar grande faz ver mais longe. A gescon possibilita a continuidade de tra-
balhos para o futuro da atual vida, da próxima intermissão e das vidas subsequentes, através do
autorrevezamento multexistencial.
21. Gescons. Ninguém perde por libertar a mente dos baratropensenes. Pensar sobre
a consciência, a Cosmoética, a multidimensionalidade, a interassistência e a evolução é o requisito
das gescons e o meio para a composição do autoideário evolutivo.
22. Humanidade. Os símbolos gráficos restringem o pensamento mas, paradoxalmente,
o libertam quando conduzido à humanidade, por exemplo, por intermédio do livro. O compléxis
das técnicas evolutivas é transformarem-se em atos.
23. Individual. A escrita conscienciológica é geralmente praticada estando o autor sozi-
nho na dimensão intrafísica, sem plateias humanas. Esse é o motivo pelo qual a escrita é muitas
vezes desprezada, inclusive de modo inconsciente, pelas conscins carentes e imaturas. No entanto,
extrafisicamente, existe sempre a companhia das consciexes.
24. Iniciativa. A iniciativa do ato de escrever para ajudar, seja parágrafo simples ou
a digitação no computador, já pode, por si só, desencadear uma série de repercussões energéticas
sadias.
25. Inspirações. Será mais difícil alcançar as inspirações evoluídas sem o investimento
no parapsiquismo ou quando não se mantiver o hábito de anotar as ideias pessoais. O ideal é as
neoverpons não ressomarem e dessomarem na mesma conscin receptora.
26. Intencionalidade. Em meio aos apelos mercantilistas e à tentação dos 3 Pês – poder,
posição e prestígio –, importa ao escritor lúcido, homem ou mulher, assentar e sustentar o apro
fundamento cosmoético da intencionalidade pessoal na composição das próprias obras.
27. Leitores. Os feedbacks dos leitores também fazem parte da pesquisa. O autor inteli
gente, homem ou mulher, nunca os despreza, embora jamais os supervalorize.
28. Meio. A escrita é o instrumento de comunicação, a ferramenta para transmissão de
informações ou o meio interassistencial do esclarecimento. Não o fim em si.
29. Momentos. Importa refletir sobre o seguinte fato: o livro de Conscienciologia não
é indispensável em todas as ocasiões da vida, mas é de particular relevância nos momentos da
reciclagem intraconsciencial – a prioridade evolutiva de cada dia.
30. Ortopensenes. A gescon traz o leitor ou a leitora para dentro do mundo mental do
autor, homem ou mulher. Façamos as boas-vindas com os ortopensenes.
31. Panaceia. Escrever ou ler, por si só, não faz ninguém evoluir, não é panaceia. Há livros
de megassediadores. A dependência química (toxicomania) atinge até nobelistas da literatura.
32. Parapsiquismo. O hábito da escrita, especialmente quando teática e evolutiva, ou
o registro das pesquisas pessoais na composição das autogescons, é ferramenta útil no desenvol
vimento do parapsiquismo.
33. Partilha. A gescon é a partilha do saber evolutivo, a superação do egoísmo intelectual.
Desvalorizá-la é ignorância, inexperiência e falta de evolução.
34. Perseguição. Hoje, com a maior liberdade de expressão, podemos falar aos quatro
ventos sobre as realidades multidimensionais e multexistenciais da consciência sem ninguém ser
condenado à fogueira por isso, por intermédio dos patrulhamentos e perseguições ideológicas.
Esta condição indica nossa responsabilidade.
6 Scriptor, Foz do Iguaçu, Ano 1, N. 1, p. 4-9, 2010 Almeida, Julio; Teática da Escrita Conscienciológica
35. Pesquisas. A auto e heteropesquisa não é a permanente busca pelo ruim. Pouco adianta
conhecer todo o complexo nosográfico pessoal e os mata-burros da vida humana sem, no entanto,
enxergar as próprias virtudes e estabelecer as metas evolutivas da existência. Neste último, nin-
guém perde por incluir a produção da obra-prima ou megagescon, não raro delineada no Curso
Intermissivo (CI) pessoal recente.
36. Prazo. Os efeitos evolutivos da gescon surgem a médio e longo prazos. Não são ime
diatistas como tendem a ser os interesses da vida humana moderna e superficial.
37. Prioridade. O ato de escrever pode ser, mesmo por alguns instantes, a prioridade maior,
principal, insubstituível, dentre as inúmeras outras exigências evolutivas da proéxis, no esforço ou
tentativa de aplicação imediata do megatrafor mentalsomático a favor das outras consciências.
38. Proéxis. Errado não é escrever demais, e sim deixar de lado as demais responsabilidades
da proéxis, incluindo a Conviviologia e as bases intrafísicas da sobrevivência humana.
39. Qualificação. Os meios de comunicação vão se tornar a cada dia mais sofisticados,
inevitavelmente. A qualidade do conteúdo das mensagens transmitidas, no entanto, é o mais im
portante. Isso é preponderante sobretudo na produção das obras pessoais.
40. Recin. A escrita do livro de Conscienciologia é mais difícil que a do livro convencional
porque exige mais reflexão e contínuas reciclagens intraconscienciais auto e heterodesassediadoras.
41. Retribuição. Ser autor da Conscienciologia é levar às próximas gerações os conheci
mentos evolutivos que um dia chegaram a nós. É ajudar por muito tempo como fomos ajudados
por algum momento.
42. Reurbanizações. O livro conscienciológico sempre colabora com a receptiva intrafí-
sica das reurbanizações extrafísicas, promovendo a melhoria dos ambientes humanos através do
aumento da lucidez multidimensional e cosmoética das conscins (Cons).
43. Reverberação. Assim como a tenepes não é somente exteriorização de energias, escrever
sobre a consciência, a interassistência, a cosmoética e a evolução vai além da escrita em si. Inicia
bem antes e termina muito depois. É ato holossomático, multidimensional e multexistencial, com
reverberações imensuráveis.
44. Revisão. A gescon realizada na vida atual é a oportunidade de explicitar o neoideário da
consciência renovada, mais lúcida e madura, retificando as abordagens equivocadas dos próprios
retroideários ultrapassados.
45. Satisfação. Pouco adiantam as ideias pessoais mais evoluídas teoricamente, contudo
assentadas numa vida ansiosa, desequilibrada, imatura ou melancólica do autor, homem ou mu-
lher. Se apenas a escrita traz satisfação, provavelmente exista algo muito ectópico na condução da
vida do indivíduo.
46. Seleção. O Cosmos é fonte ilimitada de argumentos. O autodiscernimento da cons
ciência se encarrega de selecioná-los e adotar os mais lógicos e cosmoéticos na sustentação das
próprias ideias.
47. Trafores. Há trafores evolutivos invisíveis aos olhos públicos. Jamais receberão aplausos
das conscins. A teática inicia pelos autopensenes capazes de embasar cosmoeticamente as obras
pessoais escritas.
Almeida, Julio; Teática da Escrita Conscienciológica Scriptor, Foz do Iguaçu, Ano 1, N. 1, p. 4-9, 2010 7
48. Valor. A importância atribuída à gescon é condição determinante da automotivação
para o continuísmo na prática da escrita. Não escrever o que aprende é egoísmo, preguiça mental
e esterilidade autopensênica.
49. Veículo. A gescon intelectual é a atuação da consciência além dela própria, espécie de
quinto veículo de manifestação da conscin. É o livro trabalhando por si em prol do esclarecimento
e da assistência, independente da ação direta do próprio autor.
50. Verpon. A verpon nasce da necessidade evolutiva; forma-se na autopensenidade das
consciências; valida-se na vivência ou prática diuturna; materializa-se no registro gráfico; multi-
plica--se na partilha do saber; e qualifica-se nas reciclagens da evolução consciencial.
Mensagem. Apoiado na Interassistenciologia, a pessoa pode olhar para a própria obra (ges
con) e menosprezá-la por erros secundários, por exemplo, no âmbito da forma. No entanto, o
mais relevante é não perder o megafoco da mensagem presente no conteúdo, fazendo prevalecer as
prioridades evolutivas, cosmoéticas e interassistenciais menos impermanentes.
Referências:
01. Almeida, Julio; Auto-ideário Conscienciológico; Revista Conscientia; Vol. 11; Suplemento
2; Edição Especial; I Congresso Internacional de Verponologia; Editora CEAEC; Jul., 2007; páginas 82 a 87.
02. Azevedo, Solange; Escrevo para me Sentir Viva; Época; Revista; Semanário; N. 547; Seção: Saúde
& Bem Estar; 4 fotos; 6 ilus.; citações; São Paulo, SP; 10.11.08.
03. Costa, Mariana Timóteo da; “Escrevo para me Entender Melhor”, diz Chico Buarque; BBC-
[Link]; Website; Reporter BBC; 2 fotos; 03.09.2004; [Link]
story/2004/09/040903_chico2mtc.shtml.
04. Daou, Dulce; Autoconsciência e Multidimensionalidade; pref. Tania Guimarães; revisores Ana Flávia
Magalhães Pinto; et al; 282 p.; 33 caps.; biografias; citações; endereços; estatísticas; 92 enus; microbiografias;
siglas; tabs.; 18 websites; glos. 171 termos; 174 refs.; alf.; ono; 21 x 14 cm; br.; Associação Internacional Editares;
Foz do Iguaçu, PR; Brasil; 2005; páginas 17, 42, 78, 83 e 168.
05. Ferreiro, Emilia; Passado e Presente dos Verbos Ler e Escrever; trad. Claudia Berliner; Coleção
Questões da Nossa Época; 92 p.; 3 caps.; Vol. 95; Cortez Editora; São Paulo, SP; 2002; páginas 12 a 24.
06. Garcia, Regina Leite; et al; Para Quem pesquisamos, Para Quem escrevemos: O Impasse dos Inte
lectuais; Coleção Questões da Nossa Época; 120 p.; 5 caps.; Vol. 88; Cortez Editora; São Paulo, SP; 2001;
páginas 48 a 90.
8 Scriptor, Foz do Iguaçu, Ano 1, N. 1, p. 4-9, 2010 Almeida, Julio; Teática da Escrita Conscienciológica
07. Graieb, Carlos; Até parece Fácil; Veja; Revista; Semanário; Ed. 1.581; Ano 32; N. 3; Seção: Livros;
4 ilus.; citações; São Paulo, SP; 20.01.99; páginas 118 e 119.
08. IstoÉ; Redação; Escrita Terapêutica; Revista; Semanário; N. 1.718; Seção: Viva Bem; 1 foto; São
Paulo, SP; 04.09.02; página 71.
09. Lima, João Gabriel de; Falar e Escrever, Eis a Questão; Veja; Revista; Semanário; Ano 34; N. 44;
Ed. 1.726; Seção: Cultura; 5 ilus.; 2 fotos; citações; 2 tabs.; 3 enus.; 1 teste; São Paulo, SP; 07.11.01; páginas
104 a 112.
10. Nonato, Alexandre; A Importância de Escrever; Artigo; Bipro; Boletim; Quadrimestral; Vol.
5; N. 11; Seção: Artigo; Porto Alegre, RS; 11.04.98; páginas 3 e 4.
11. Scliar, Moacyr; A Incurável “Doença” da Escrita; Mente&Cérebro; Revista; Ano XVI; N. 189;
Seção: Literatura; 1 ilus.; São Paulo, SP; Outubro, 2008; página 82.
12. Vieira, Waldo; 200 Teáticas da Conscienciologia; 260 p.; 200 caps.; 13 refs.; alf.; 21 x 14 cm; br.;
Instituto Internacional de Projeciologia e Conscienciologia (IIPC); Rio de Janeiro, RJ; 1997; página 22.
13. Idem; Enciclopédia da Conscienciologia Eletrônica; CD-ROM 1.000 verbetes; 3.792 p.; 178 espe-
cialidades; 4ª Ed.; Associação Internacional Editares, Associação Internacional de Comunicação Conscienciológica
(COMUNICONS) & Associação Internacional do Centro de Altos Estudos da Conscienciologia (CEAEC); Foz
do Iguaçu, PR; 2008.
14. Idem; Manual de Redação da Conscienciologia; 272 p.; 152 abrevs.; 274 estrangeirismos; glos. 300
termos; 28 x 21 cm; br.; 2ª Ed. revisada; Associação Internacional do Centro de Altos Estudos da Conscienciologia
(CEAEC); Foz do Iguaçu, PR; 2002; página 13, 59, 61, 63, 90, 97, 103, 131, 136, 140, 156, 193 e 204.
15. Wapner, Jessica; Quando o Remédio é Escrever; Mente&Cérebro; Revista; Ed. 192; 1 foto; São
Paulo, SP; Janeiro, 2009.
Julio Almeida é acadêmico de Psicologia. Autor do livro Qualificações da Consciência aos 26 anos de
idade e de artigos científicos publicados no Brasil e no Exterior. Pesquisador da Conscienciologia
desde 1997. Palestrante do V Fórum Social Mundial. Voluntário da Uniescon.
E-mail: julioalmeid@[Link]
Almeida, Julio; Teática da Escrita Conscienciológica Scriptor, Foz do Iguaçu, Ano 1, N. 1, p. 4-9, 2010 9
Escrita Esclarecedora
Mabel Teles
10 Scriptor, Foz do Iguaçu, Ano 1, N. 1, p. 10-15, 2010 Teles, Mabel; Escrita Esclarecedora
Traços. Conforme a Caracterologia, eis, por exemplo, enumerados na ordem alfabética do
tema, 22 traços, aspectos ou efeitos do texto esclarecedor:
01. Alerta. Alerta quanto aos perigos e reveses da vida.
02. Caminhos. Abre novos caminhos.
03. Consciência. Expõe a realidade consciencial.
04. Cosmoética. Exalta princípios cosmoéticos.
05. Crítica. Critica as patologias e os regressismos evolutivos, apresentando soluções.
06. Desassédio. Contribui com o auto e o heterodesassédio.
07. Fatuística. Esclarece expondo os fatos e os parafatos.
08. Informação. Informa sem querer convencer.
09. Motivação. Incentiva a automotivação dos leitores.
10. Neofilia. Gera leitores neofílicos.
11. Neossinapses. Estimula o desenvolvimento de neossinapses.
12. Profilaxia. Indica técnicas profiláticas às patologias e vicissitudes da vida humana.
13. Questionamento. Questiona, de modo sadio, o saber existente.
14. Racional. Exalta a racionalidade e o autodiscernimento.
15. Reciclagem. Provoca reciclagens existenciais (recéxis) e intraconscienciais (recins).
16. Reflexão. Leva o leitor à reflexão.
17. Renovação. Renova o saber existente.
18. Rumos. Indica rumos prioritários.
19. Técnicas. Apresenta técnicas de superação das mazelas conscienciais.
20. Terapia. Fortalece pessoa enferma (biblioterapia).
21. Universalismo. Respeita divergências, sem acumpliciamentos indesejáveis.
22. Verpons. Propõe verdades relativas de ponta.
Aspectos. Eis, a título de análise e estudo, 10 aspectos úteis a serem considerados na ela
boração do texto tarístico:
01. Ambiente: o local apropriado para leitura, captação de ideias e registro; o conceptáculo
intelectivo; o Verponarium.
02. Anotações: o hábito de registrar toda ideia útil; o antidesperdício cognitivo.
03. Arquivologia: a biblioteca pessoal; o acúmulo de dados proveitosos.
04. Autorganização: a autodisciplina; o continuísmo consciencial; a higiene mental.
05. Bagagem: o nível da bagagem evolutiva pessoal; a Experimentologia.
06. Cultura: a cultura especializada; a cultura generalista; a cultura acadêmica.
07. Leitura: a leitura heterocrítica e cosmoética; a busca inteligente; o ato de saber pinçar
ideias.
08. Parapsiquismo: a captação de insights extrafísicos; a interação amparador-amparando.
Teles, Mabel; Escrita Esclarecedora Scriptor, Foz do Iguaçu, Ano 1, N. 1, p. 10-15, 2010 11
09. Reflexão: o recolhimento íntimo; a autorreflexão.
10. Retilinearidade: a retilinearidade pensênica; a objetividade e clareza nas argumentações.
12 Scriptor, Foz do Iguaçu, Ano 1, N. 1, p. 10-15, 2010 Teles, Mabel; Escrita Esclarecedora
Agente. O autor de obras libertárias torna-se naturalmente agente retrocognitor de outras
consciências intermissivistas e minipeça assistencial engajada na fixação de verpons na dimensão
intrafísica.
Teles, Mabel; Escrita Esclarecedora Scriptor, Foz do Iguaçu, Ano 1, N. 1, p. 10-15, 2010 13
Telepatia. Há também o caso da recepção telepática de informações, quando o escritor
sensitivo capta sentenças inteiras, ao modo de ditado extrafísico, permanecendo na vigília física
ordinária, com leve descoincidência dos veículos de manifestação.
Psicografia. Já a psicografia se dá a partir do transe mediúnico da conscin, quando esta
permite que a consciex se aproprie do sistema nervoso, em especial, dos mecanismos da escrita.
Enrijecimento. Uma vez instalado o transe, quer seja superficial ou mais profundo,
o sensitivo percebe o enrijecimento do antebraço e mão, seguido de impulsos involuntários para
escrever.
Banhos. Em geral, o fenômeno, quando sadio, é precedido por banhos energéticos capazes
de promover a assepsia e o desbloqueio dos chacras, prioritariamente os encefálicos, facilitando
o entrosamento holossomático entre conscin e consciex.
Lucidez. Nestes tipos de ocorrências, o nível de lucidez do sensitivo difere de experiência
para experiência, podendo graduar-se da lucidez máxima até níveis de inconsciência mais pro
fundos.
Matéria-prima. Do ponto de vista da Parafisiologia, a consciex comunicante utiliza
a bagagem ou o acervo cognitivo da conscin, em especial, o conjunto léxico ou o dicionário cere
bral, enquanto matéria-prima para processar as mensagens transmitidas.
Anímico-mediúnico. Daí infere-se que tais fenômenos são predominantemente anímico-
-mediúnicos, com interferência do sensitivo humano, sendo muito difícil a comunicação pura da
consciex ou consciência extrafísica.
Pangrafia. Há também o caso da escrita parapsíquica pangráfica, na qual a conscin lúcida
parapsíquica escreve o que já conseguiu observar por si mesma, com suas parapercepções, combi
nados com a assistência e inspiração simultâneas do amparador ou consciex comunicante.
Fontes. No fenômeno da pangrafia, entram, pelo menos, 9 fontes conscienciais ou variáveis
polarizadoras: clarividência, cosmoconsciência, descoincidência vígil, epicentrismo consciencial,
intuição externa, parapsiquismo avançado, projetabilidade lúcida, psicografia e retrocognições
(V. Vieira; 200 Téaticas da Conscienciologia; 1997; p.146).
Análise. Importa ressaltar a relevância de se analisar minuciosamente o conteúdo de toda
ocorrência extrafísica, certificando-se se o fenômeno é genuinamente homeostático, ou seja, provo
cado pelas consciexes amparadoras, ou se é o caso da intrusão de guias-cegos ou assediadores.
Esclarecimento. Conforme a Interassistenciologia, os fenômenos parapsíquicos descritos
acima, quando sadios, podem enriquecer o conteúdo do texto elaborado pela conscin, e consequen
temente, a abrangência e a qualificação do esclarecimento proposto.
Grupalidade. Nos critérios da Grupocarmologia, tais ocorrências exemplificam a grupali
dade interdimensional hígida, a partir da sinergia interassistencial entre conscins e consciexes.
Criticidade. No desenvolvimento do parapsiquismo interassistencial esclarecedor, acerta
mais o escritor sensitivo mantendo o senso crítico, o discernimento e a cosmoética em todas as
manifestações pessoais, principalmente na interpretação e aplicação das informações extrafísicas,
evitando autenganos e mistificações antievolutivas.
14 Scriptor, Foz do Iguaçu, Ano 1, N. 1, p. 10-15, 2010 Teles, Mabel; Escrita Esclarecedora
Referências:
1. Aquio, Ruth; O Elogio da Preguiça – Psicanalista se torna Best-seller ao fazer a Defesa do Boicote
ao Trabalho; Época; Revista; Semanário; 1 foto; São Paulo, SP; 15.01.07; páginas 76 e 77.
2. Martins, Wilson; A Palavra Escrita; 519 p.; 17 x 24 cm; Ática; São Paulo; 2002; página 35.
3. Vieira, Waldo; 200 Teáticas da Conscienciologia; 260 p.; 200 caps.; 13 refs.; alf.; 21 x 14 cm; br.;
Instituto Internacional de Projeciologia (IIPC); Rio de Janeiro, RJ; 1997; página 146.
4. Idem; Enciclopédia da Conscienciologia Eletrônica; CD-ROM 1.000 verbetes; 3.792 p.; 178 espe-
cialidades; 4ª Ed.; Associação Internacional Editares, Associação Internacional de Comunicação Conscienciológica
(COMUNICONS) & Associação Internacional do Centro de Altos Estudos da Conscienciologia (CEAEC); Foz do
Iguaçu, PR; 2008. Verbetes: Agente Retrocognitor (Mnemossomática); Assinatura Pensênica (Pensenologia);
Intermissivista (Intermissiologia); Prioridade da Escrita (Comunicologia); Rastro Textual (Grafopensenologia).
Mabel Teles é formada em Comunicação Social pela FAAP, especialista em Docência do Ensino
Superior e mestranda em Administração pela UFPR. Professora universitária e autora do livro
Profilaxia das Manipulações Conscienciais. Pesquisadora e docente da Conscienciologia desde 1994,
com experiência na Europa e Estados Unidos. Etimologista da Enciclopédia da Conscienciologia,
no CEAEC, e voluntária da Uniescon.
E-mail: telesmabel@[Link]
Teles, Mabel; Escrita Esclarecedora Scriptor, Foz do Iguaçu, Ano 1, N. 1, p. 10-15, 2010 15
Escrever no Paradigma Consciencial
Luciana Ribeiro
I – O que é um Paradigma?
Paradigma é basicamente um modelo de interpretação da realidade. Isso significa: orien
tar o que pensamos, sentimos, valorizamos e nossa forma de agir. É a lente com a qual olhamos
o mundo. Tecnicamente, o termo foi aplicado nesse sentido pelo físico e filósofo da Ciência
Thomas Kuhn, na década de 60, do Século XX, quando realizava uma pesquisa sobre o funcio
namento da Ciência: tencionava conhecer procedimentos-padrão dos pesquisadores, suas regras,
hábitos, enfim, a estrutura cultural mantenedora da atividade social de pesquisa científica e de
que modo se desenvolvia historicamente essa atividade. Definiu-o como conjunto de referenciais
teórico-práticos ou matriz disciplinar fundamentando a visão de mundo de uma comunidade
(Kuhn, 2003). A popularização do termo acabou fazendo seu uso se estender para além da Ciên
cia, a quaisquer formas-padrão de pensar e proceder que orientassem grupos mais ou menos
homogêneos de pessoas.
Ou seja, o paradigma vai se configurando pela afinização de pessoas envolvidas com certo
tipo de atividade que as afeta existencialmente. Ao mesmo tempo, sua permanência na atividade
e no grupo reafirma condutas já adotadas, contribuindo para a formação de uma determinada
16 Scriptor, Foz do Iguaçu, Ano 1, N. 1, p. 16-28, 2010 Ribeiro, Luciana; Escrever no Paradigma Consciencial
identidade coletiva. Infere-se, então, a natureza do paradigma: é formado tanto pelos fundamen-
tos epistemológicos da ação, quanto pelos comportamentos e convicções de seus participantes, de
modo indissociável. Trata-se de um quadro de referências, verdadeiro guia perceptivo. Uma vez
formado, o paradigma é um pré-requisito para a percepção. Por isso, determinados aspectos da
realidade permanecem fora de vista ou não problematizados para certos grupos, não cabem em
seu paradigma. Para Khun, um paradigma governa antes de tudo, não um objeto de estudo, mas
um grupo de praticantes da Ciência. E esta afirmação já mostra quão influenciada pela cultura e
pela percepção é a estrutura paradigmática.
Quando as mesmas impressões da realidade passam a ter interpretações diferentes está
em curso a formação de um novo paradigma (estrutura de interpretação). Isto pode ocorrer com
teorias gerais consolidadas, a exemplo da teoria da relatividade substituindo a teoria de Newton,
ou também com subespecialidades de um campo de estudos. O embate entre estas novas inter
pretações e seu resultado, aquilo que Khun denominou Revolução Científica, depende de diversos
fatores sócio-psicológicos, além da própria competência explicativa desta nova interpretação.
Neste artigo, utilizaremos o termo paradigma em sentido amplo, considerando cada grande
área do saber pertencente a distintos paradigmas.
Muitas vezes um paradigma inicia-se sem sequer haver percepção do processo em curso,
como na famosa anedota dos macacos:
Um grupo de cientistas encerrou cinco macacos numa jaula, em cujo centro puse
ram uma escada e, sobre ela, um cacho de bananas.
Quando um macaco subia a escada para apanhar as bananas, os cientistas lançavam
um jato de água fria nos que estavam no chão. Depois de certo tempo, quando
um macaco ia subir a escada, os outros enchiam-no de pancadas. Passado mais
algum tempo, nenhum macaco subia mais a escada, apesar da tentação das bananas.
Então, os cientistas substituíram um dos cinco macacos. A primeira coisa que ele
fez foi subir a escada, dela sendo rapidamente retirado pelos outros, que o surraram.
Depois de algumas surras, o novo integrante do grupo não mais subia a escada.
Um segundo foi substituído, e o mesmo ocorreu, tendo o primeiro substituto parti
cipado, com entusiasmo, da surra ao novato. Um terceiro foi trocado, e repetiu-se
o fato. Um quarto e, finalmente, o último dos veteranos foi substituído.
Os cientistas ficaram, então, com grupo de cinco macacos que, mesmo nunca ten-
do tomado um banho frio, continuavam batendo naquele que tentasse chegar às
bananas. Se fosse possível perguntar a algum deles porque batiam em quem tentasse
subir a escada, com certeza a resposta seria:
‘Não sei, as coisas sempre foram assim por aqui...’ (autor desconhecido)
Ribeiro, Luciana; Escrever no Paradigma Consciencial Scriptor, Foz do Iguaçu, Ano 1, N. 1, p. 16-28, 2010 17
Da analogia implícita na historieta depreende-se o caráter cultural da estruturação dos
paradigmas. Os comportamentos nem sempre são previamente combinados, podem surgir espon
taneamente a partir dos resultados de uma ação, na medida de sua eficácia. Vão se mantendo pela
tradição e reforçando os pressupostos que os motivaram, configurando aos poucos uma conduta
padrão e um entendimento específico de mundo.
Mas outras vezes, o processo pode ser intencional. Isto é, se deseja criar um modo específico
de interpretar o mundo, valorizando determinados pressupostos, o que, por sua vez, leva a formas
específicas de fazer as coisas. Assim ocorreu com o pensamento científico e também, especifica
mente, com a Conscienciologia.
O século XVII assistiu a várias iniciativas propostas para conferir maior rigor e confiabilidade
aos trabalhos científicos. A Ciência, enquanto fenômeno social recente na história, estruturou-se
aproximadamente como a conhecemos há cerca de 300 anos.
Atualmente, o paradigma dominante no pensamento científico, denominado mecanicista--
-cartesiano, encontra-se em revisão. Um paradigma entra em revisão quando as respostas que
proporciona passam a não mais ser satisfatórias. Isto pode se dever à limitação de seu campo
de visão, quando não consegue perceber a existência de certos temas a demandar estudo, ou ainda
se não pode abranger determinados problemas da realidade com sua metodologia de análise.
Enfim, o surgimento de anomalias numa dada área de estudo – quais fatos não explicáveis pela
estrutura analítica vigente, ou o considerável aumento de exceções a regra para uma teoria ou lei
científica – exige novo modelo de análise, cuja explicação torne a “anomalia” algo logicamente
esperado em suas previsões.
O paradigma newtoniano-cartesiano é bastante eficaz para resolver problemas do tipo linear
e para detalhar aspectos menores dentro de aspectos maiores da mesma questão. Por exemplo, para
mapear a função de cada componente das células. A engenharia e a medicina atuais basearam--se
nesta maneira de produzir e organizar o conhecimento e chegaram a grandes progressos tecnoló-
gicos e teóricos, seja referente ao microcosmo, qual a terapia gênica e os nanorrobôs, ou seja no
tocante ao macrocosmo, como ocorre com as sondas espaciais.
O universo funciona tal qual máquina e pode ser entendido a partir do estudo individual
de suas partes: eis a concepção base deste paradigma. Esta forma de estudar recebe o nome de
reducionismo. Por reduzir os fenômenos à soma de seus elementos. Contudo, tal paradigma en-
contra muita dificuldade em explicar fenômenos complexos.
No campo da Ciência, algumas propostas surgidas para substituí-lo foram: o paradigma
Holográfico; o paradigma Sistêmico; a Ciência Pós-Normal; o paradigma Consciencial, entre
outros. Cada qual propondo ampliações relativas ao tamanho da realidade que percebem. No caso
do paradigma consciencial, evidencia-se uma perspectiva de amplitude superior a estas demais
propostas, denotada ao eleger a consciência por objeto de estudo, cuja existência independente da
matéria é negada tradicionalmente no meio científico.
Entretanto, considerando o funcionamento dos paradigmas, revisões paradigmáticas exigem
novas posturas, advindas de reorganizações no plano individual e cultural. São reestruturações
perceptivas e holopensênicas. Numa palavra: requerem recins. Por isso, não ocorrem instanta
neamente, a partir apenas de uma boa ideia.
Com frequência, devido à dificuldade de reciclagem coletiva é a dessoma dos principais
representantes de um paradigma o fator a possibilitar a oxigenação da estrutura de interpretação
do mundo em um grupo.
18 Scriptor, Foz do Iguaçu, Ano 1, N. 1, p. 16-28, 2010 Ribeiro, Luciana; Escrever no Paradigma Consciencial
Para entender isso, é preciso lembrar-se do fato: toda forma de entender a vida e com ela
se relacionar (tema deste artigo) tem consequências práticas. Afeta escolhas, prioridades, estilo
pessoal, tipos de relacionamentos, leituras, amizades.
Há, portanto, efeitos bastante concretos do emprego de cada paradigma. É comum ser
pequena ou insignificante a discussão sobre a temática epistemológica ou paradigmática a pretex-
to de seu caráter pretensamente teórico. No entanto, toda e qualquer manifestação consciencial
enraíza-se em bases paradigmáticas.
Khun sustenta que cada revolução científica leve consecutivamente a um novo paradigma.
Sem embargo, por estarmos considerando o termo paradigma em sentido ampliado, de modo
a abarcar didaticamente as grandes áreas do conhecimento humano, cabe outra ponderação: embora
não tenham surgido simultaneamente, os paradigmas coexistem na sociedade. Este fato leva os de-
savisados a utilizar indiscriminadamente pressupostos paradigmáticos diferentes, confundindo-os.
No caso da produção escrita, isto torna seus argumentos imprecisos, inconsistentes,
incoerentes. Ademais, pode ocasionar verdadeiras gafes multidimensionais, ao modo do ruído
ocorrido quando se utiliza um argumento amparando-o inadvertidamente em autores inscritos
em epistemologias diferentes daquela defendida. Por vezes isso pode ocorrer em função da pessoa
desejar escrever no paradigma consciencial, sem ter se dado conta, ainda, de sua forma pessoal de
funcionar, atualmente embasada em outro paradigma.
Nossa estrutura pensênica se constrói ao longo de milhares de vidas, somando as experi-
ências e conclusões delas tiradas. Portanto, a decisão de escrever no paradigma consciencial, um
neoparadigma, exige esforços para construir uma nova configuração pensênica. Abordar as expe
riências pessoais de outro modo. O tipo de recin dependerá de qual a predominância pensênica
(e sua respectiva matriz epistemológica ou paradigmática) em cada caso. Podemos sintetizar
a ideia na tríade: identificar-avaliar-renovar.
Conhecendo o teor de cada paradigma torna-se mais objetiva a tarefa de traçar estratégias
de renovação, quando desejada.
Ribeiro, Luciana; Escrever no Paradigma Consciencial Scriptor, Foz do Iguaçu, Ano 1, N. 1, p. 16-28, 2010 19
Tabela 1: Indicadores para autoidentificação da predominância paradigmática pessoal.
20 Scriptor, Foz do Iguaçu, Ano 1, N. 1, p. 16-28, 2010 Ribeiro, Luciana; Escrever no Paradigma Consciencial
Filosofia Ciência Conscienciologia
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Complementando as informações propostas nesta tabela, pode-se recorrer ao verbete Conhe
cimento Conscienciológico, de acordo com o qual este tipo de conhecimento pode ser confrontado
com outras áreas sob o prisma da Experimentologia:
“1. Conhecimento conscienciológico: real, pessoalmente, a partir do paradigma
consciencial (Teaticologia); factual e parafactual, dependendo do autoparapsiquis-
mo (Holobiografia; Curso Intermissivo pré-ressomático); contingente individual;
sistemático individual; verificável individualmente (princípio da descrença); falível,
dependendo da pessoa, em si; aproximadamente exato, pois nenhuma consciência
é perfeita ou completamente evoluída nesta dimensão humana ou intrafísica.
2. Conhecimento científico (paradigma convencional, Eletronótica): real; factual;
contingente; sistemático; verificável; falível; aproximadamente exato.
3. Conhecimento filosófico: valorativo; racional (lógico); sistemático; não verificável
(teórico); infalível; exato.
4. Conhecimento popular (artesanal; pragmático; tradicional): valorativo; reflexivo;
assistemático; verificável; falível; inexato.
5. Conhecimento teológico (dogmático; canônico; clerical): valorativo; inspira
cional; sistemático; não verificável; infalível (peremptório); exato.” (Vieira, 2009)
Ainda de acordo com o mesmo verbete, são algumas das características do conhecimento
científico, quando analisado sob a ótica da Holomaturologia: aberto; acumulativo; analítico; claro;
comunicável; constante; crítico; demonstrável; exato; experimental; explicativo; factual; falível;
metódico; objetivo; preciso; preditivo; racional; sistemático; universal; útil; verificável.
No âmbito da Arte, da Filosofia e da Ciência existem tendências diferenciadas de pensamento
e de técnicas, configurando subparadigmas internos. Incentivamos o leitor(a) a buscar conhecer
tais tendências se quiser se aprofundar nos embates paradigmáticos de qualquer das grandes áreas.
Apesar da questão do autoconhecimento e do autaperfeiçoamento não representar novi
dade histórica, já tendo sido tratada tanto pela religião quanto pela Filosofia de diversas maneiras,
a abordagem mais adequada para a autopesquisa é a perspectiva científica, ampliada pelo para
digma consciencial, por ser menos sujeita a erros.
Sabendo que a construção do conhecimento em cada paradigma orienta-se ao menos
pelos fatores apresentados no quadro anterior e nas listagens anteriores, pode-se utilizá-lo com
o fim de autesclarecimento, mapeando as predisposições individuais. Questione-se, por exemplo:
costumo pensar e tomar decisões com base em qual dessas estruturas: o fundamento é geralmente
emocionar? Influenciar? Refletir? Verificar? Amadurecer? Se para você, por hipótese, o fundamento
for “refletir”, então pergunte-se: quais evidências práticas tenho disso no dia a dia? Quais fatos
me mostram esta tendência de decidir ou ainda de agir para fazer refletir? Uso este fundamento
de modo superior a 51% de meu tempo? Os resultados alcançados denotam reflexão (isto é, são
coerentes com o fundamento em questão)?
Observar as próprias predisposições significa observar indicadores a respeito de sua trajetória
multexistencial. Certamente as tendências hoje existentes espelham as experiências predominantes
ou mais marcantes do passado.
Ao compreender as tendências pessoais em termos de visão de mundo amplia-se também
o entendimento acerca das próprias escolhas e ações. Esse movimento permite a autatualização.
Liberta porque abre espaço para a recin e para a recuperação de cons.
22 Scriptor, Foz do Iguaçu, Ano 1, N. 1, p. 16-28, 2010 Ribeiro, Luciana; Escrever no Paradigma Consciencial
Seu texto certamente será perpassado por sua mundividência. Se você quer escrever concien
ciologicamente o primeiro passo é, então, localizar-se quanto ao estado atual e multexistencial de
sua pensenidade. A partir daí, planejar as recins necessárias para desenvolver uma pensenidade
pesquisadora multidimensional.
Levando-se em conta o quadro dos paradigmas, sintonizar-se com o paradigma cons-
ciencial significa conjugar senso crítico, técnicas de pesquisa e desenvolvimento parapsíquico,
aplicando--os de modo sistemático na verificação de hipóteses, com resultados pró-evolutivos.
Historicamente, devido aos contextos, as oportunidades de aprendizado polarizaram-se
de modo quase mutuamente excludente: ou se desenvolvia mentalidade pesquisadora ou habilida-
des parapsíquicas. Algumas vezes o cultivo do autaperfeiçoamento moral combinava-se com uma
destas perspectivas, embora frequentemente fosse visto enquanto assunto filosófico ou ainda
mais comumente ao modo de tema a ser cuidado pela religião. Até agora, as tentativas sociais de
combinar as três abordagens numa perspectiva científica fracassaram (embora isso não signifique
dizer inexistirem ganhos de maturidade para seus integrantes). Exemplos históricos disso são
o Espiritismo, a Metapsíquica, a Antroposofia, a Logosofia, entre outras.
Ribeiro, Luciana; Escrever no Paradigma Consciencial Scriptor, Foz do Iguaçu, Ano 1, N. 1, p. 16-28, 2010 23
estabelecê-la. Tendo em vista a influência da holomemória, existe um processo de reconfiguração
pensênica a ser considerado para a consecução da pesquisa multidimensional.
2. O alcance evolutivo dos objetivos do paradigma consciencial: muito além da produção
do conhecimento em si, espera-se produzir conhecimento útil para: melhoria pessoal; aprimoramento
das relações tanto intra quanto extrafisicamente; libertação de si próprio e das amarras grupo
cármicas multexistencialmente construídas. Equivale a dizer: conhecimento constitui objetivo para
a Conscienciologia apenas na medida em que se torna ferramenta para o real propósito: evolução.
3. A necessidade de criar metodologias adequadas ao paradigma: esta tarefa encontra--
-se em andamento. Diversas técnicas e experimentos tem sido propostos, testados e realizados.
Entretanto, falta-nos enquanto coletividade de voluntários interessados na Conscienciologia,
incrementar a massa crítica para ampliar a realização de experimentos de modo fundamentado,
criticá-los e ao aprender com eles, promover renovações pessoais, coletivas e, consequentemente,
do conhecimento conscienciológico. Isto posto, fica clara a relação: o surgimento de novas ver-
pons depende do nível de recuperação de cons e recins. E ambas podem ser melhoradas a partir
de ganhos na autoconscientização multidimensional e doses crescentes de criticidade cosmoética.
Até onde podemos compreender, aparentemente, a vivência do estado de cosmoconsciência
permanente, dada sua magnitude, dispensaria a construção de metodologias de abordagem da
realidade para entender a natureza e funcionamento da consciência. Diante dessa perspectiva, toda
essa discussão sobre paradigmas seria vã. Entretanto, o próprio alcance desta condição já significaria
ter havido superação das marcas dos paradigmas vivenciados até agora, citados neste artigo.
Dadas as dificuldades, nas atuais condições de amadurecimento da maior parte das conscins,
para a apreensão mentalsomática direta do processo de evoluir, e, considerando a abordagem cientí
-fica da Conscienciologia, interessa aprender a pensar cientificamente desde uma perspectiva não
viciada, conscienciológica. Neste ponto da discussão importa esclarecer a distinção entre abordagem
ou postura científica e paradigma científico convencional. Longe de anexar a Conscienciologia na
listagem das ciências em geral, propõe-se apenas o aproveitamento do melhor existente na estru-
tura científica quando cabível para o desenvolvimento desta Paraciência. Nesse processo inclui-se
(como explicitado anteriormente na tabela dos paradigmas) a experimentação, a crítica, o teste
de hipóteses, a publicação, o debate. Difere, porém, em propósitos e em termos metodológicos,
devido à natureza de seu objeto de pesquisa. O verbete Conceito de Conscienciologia classifica
religião e ciência convencional qual subcursos evolutivos, protoconhecimentos, imaturos devido
à ausência de pesquisas em parapercepções, enfatizando o estudo da Conscienciologia “como sendo
o curso mais avançado da consciência, considerada com abordagem integral, onde se aplica o lado
melhor de todos os conhecimentos positivos hauridos, anteriormente, nos cursos conscienciais da
Religião, da Filosofia, da Ideologia e da Ciência Incompleta, através de todos os tempos ou períodos
históricos da Humanidade.”
Em termos de recin, para construir em si uma postura científica na vivência do paradigma
consciencial, podemos esboçar uma proposta genérica, abrangendo traços-chaves relativos a cada
matriz paradigmática. Tal proposta é apresentada na tabela a seguir apenas a título de exercício,
a fim de propiciar exemplo ao leitor ou leitora interessado em desenvolver sua própria análise.
Assim, deve o leitor considerar sua predominância paradigmática (identificada pelo cotejo de suas
ações e temperamento com as características pontuadas na tabela anterior) e partir da assunção
de um dos perfis citados na presente tabela. Considerando-se, por exemplo, filósofo ou artista,
consulte agora suas principais metas a conquistar, dadas as tendências a superar no contexto de
seu perfil, para aprender a desenvolver postura de paracientista (pesquisador) conscienciólogo.
24 Scriptor, Foz do Iguaçu, Ano 1, N. 1, p. 16-28, 2010 Ribeiro, Luciana; Escrever no Paradigma Consciencial
Tabela 2: Mapeamento dos desafios perfilológicos quanto à conquista da pensenidade pesquisística do
pagadigma consciencial.
Perfis
Senso Comum Artistas Religiosos Filósofos Cientistas
paradigmáticos
Ribeiro, Luciana; Escrever no Paradigma Consciencial Scriptor, Foz do Iguaçu, Ano 1, N. 1, p. 16-28, 2010 25
De acordo com o verbete correspondente2, a definição de conscienciólogo(a) indica o caráter
prático da assunção do paradigma consciencial: “é a conscin empenhada no estudo permanente
e na experimentação objetiva, dentro do campo de pesquisas da Conscienciologia, na qualidade
de agente de renovações evolutivas (agente retrocognitor), no trabalho libertário (tares) das cons
ciências, em geral, da ignorância quanto às verdades relativas de vanguarda (neoverpons).”
Ainda segundo caracterização do mesmo verbete, tanto a orientação teórica da Conscien
ciologia (evolução cosmoética), quanto a técnica (técnica das prioridades evolutivas pessoais)
apontam para a prática concreta pretendida com esta paraciência: a interação inafastável evolução
consciencial–interassistencialidade.
Nesse sentido, distingue-se claramente do alcance meramente científico:
“O intelectual, neste início do Século XXI, ao viver existência intrafísica puramente acadê
mica, estará sempre em subnível perante os próprios desempenhos evolutivos, em função do
paradigma newtoniano-cartesiano em decadência ante as verdades relativas de ponta da Extra
fisicologia. (...) A mentalsomática desperta o cientista (pesquisador ou conscienciólogo) para não
se deixar sucumbir pela alienação, significando aqui a separação dos produtos do próprio trabalho,
como valioso bem para a Socin e para todos.”
Se ficar claro que a vivência de um neoparadigma implica a construção de experiências
pensênicas novas e libertar-se de antigas tendências, será simples compreender porque dizemos
que nenhum texto nasce pronto. Resulta de inúmeras revisões. As primeiras referem-se justamente
à própria forma de pensar do autor ou autora naquele momento evolutivo. Conforme nos esforçamos
para ajustar nossa interpretação das coisas, vamos desencadeando processos de recin, refletindo-
-se estes por sua vez na expressão pessoal, inclusive quando se trata de texto. Afinal, a construção
da maturidade é processual: permanente, continuada e se desenvolve na experiência coletiva de
partilha e aprendizado. Assim, a elaboração do texto, considerando suas múltiplas versões e revi-
sões, pode auxiliar o autor no balanço de suas próprias conquistas evolutivas.
V – Conclusões
Sendo objetivos da Conscienciologia, enquanto paradigma específico, ampliar a capacidade
de percepção da realidade (e dada sua natureza, significa dizer investir na autoconscientização
multidimensional), facilitar e instrumentalizar a aceleração evolutiva pessoal rumo ao amadureci
mento (autodiscernimento e autoconsciencialidade), através de recins e interassistência, é de se
esperar que a escrita conscienciológica funcione ao modo de ferramenta de autopesquisa, levando
ao auto e heterodesassédio; a reconciliações e, quando cabível, dissidências, com conscins e cons
ciexes. Promove ainda a recuperação de cons, o desenvolvimento mentalsomático e oportuniza
o esclarecimento. Vale lembrar que escrever é estratégia de autorrevezamento multexistencial
e contribui para, a seu turno, a recuperação de cons e reciclagem de conscins ligadas ao mesmo
projeto grupal de proéxis, desempenhando melhor suas funções.
Escrever no paradigma consciencial é vivenciá-lo. Portanto, fique atento(a) ao escrever.
Campos multidimensionais formam-se conforme ideias, pessoas e situações são evocadas. Parti
cipam destes campos holopensênicos outras consciências. De modo que ocorre aí oportunidade de
interagir lucidamente com amigos e desafetos do passado, aprender a decodificar parapercepções
2 Conscienciólogo.
26 Scriptor, Foz do Iguaçu, Ano 1, N. 1, p. 16-28, 2010 Ribeiro, Luciana; Escrever no Paradigma Consciencial
que compõem a sinalética energética pessoal, e por vezes acessar determinadas informações re-
trocognitivas e/ou intermissivas. O posicionamento que o autorando(a) vai assumindo à medida
que escreve esclarece a si próprio e atualiza as consciexes.
Trata-se, então, de aprender a lidar com outras variáveis além do pensamento, das palavras,
papéis e computadores. EV, desassim, projeções, inspirações amparadas, intrusões pensênicas
doentias, recuperação de cons intermissivos, acesso a formas holopensênicas distintas, sinalética
e fenômenos parapsíquicos em geral assumem caráter nitidamente concreto para o autopesqui
sador(a). O processo de estar escrevendo amplia o nível de atenção, facilitando a análise de fatos
e parafatos. Nota-se, com isso, a peculiaridade da escrita conscienciológica. Além de ser instru
mento de registro da pesquisa, a escrita pode simultaneamente ser pesquisada, enriquecendo
a compreensão do tema em estudo e de você mesmo(a).
Por fim, não poderia faltar uma observação quanto à escrita em termos da natureza para
digmática. Todo paradigma possui vocabulário próprio e modos de fazer específicos (técnicas)
quanto à construção do conhecimento. Igualmente ocorre na Conscienciologia. Palavras novas
buscam conferir clareza e precisão conceitual. As técnicas são criadas no intuito de aproximar-
-nos dos objetivos desta Paraciência. Nesse sentido, familiarizar-se com os neologismos auxilia
a criar espaço mental para novas interpretações.
Contudo, cabe uma ressalva: um paradigma não é igual a uma roupa a se vestir. É impra
ticável simplesmente copiar sua forma na expectativa do conteúdo vir à reboque instantaneamente.
Porque conteúdo aqui significa também experiência e maturidade. Assim, recorrer, por exemplo,
à imitação do estilo da Enciclopédia da Conscienciologia sem compreender seus fundamentos
e pressupostos multidimensionais, nem os processos e repercussões desencadeados pelo exercício prático
da aplicação de suas técnicas, não levará ao desenvolvimento de um texto paradigmaticamente
conscienciológico. Escolher neologismos e colocar palavras-chaves em negrito no início de cada
parágrafo é procedimento insuficiente para transformar uma redação em artigo científico. Palavras
são importantes enquanto exercício de reorganização sináptica, mas para promover mudanças
conceituais profundas, pensênicas, é preciso ainda dedicação continuada ao processo de se renovar,
nos mais diversos e banais momentos da vida cotidiana.
Aprender e aplicar de fato (ao invés de meramente imitar inconsequentemente) as técnicas
de escrita da Enciclopédia da Conscienciologia contribui, sim, para o desenvolvimento de novas
formas de pensar e de fazer. Há pelo menos 100 técnicas de escrita conscienciológica descritas
no Homo sapiens reurbanisatus (Vieira, 2003), elaboradas com o fim de auxiliar a ampliar habili
dades necessárias ao autopesquisador conscienciólogo, qual detalhismo, exaustividade, análise-
-síntese, neologística, entre outras. Cada uma delas proporciona experiências com certos traços.
Um traço especialmente relevante para o desenvolvimento do paradigma consciencial em
si próprio é a criticidade cosmoética. De acordo com artigo de Zaslavsky (2006), há, por hipó
tese, uma escala na sequência evolutiva: acriticismo, hipercriticismo e criticismo cosmoético.
O artigo aponta para o valor prático do criticismo cosmoético permanente, princípio auto
reeducador, ao constituir desafio à comunicabilidade, à convivialidade, ao autodomínio energético
e emocional, além de exigir constante exercício da racionalidade e flexibilidade pessoal. Sendo
assim, implica reciclagens constantes, existenciais e intraconscienciais. Deste modo, cultivar
a criticidade é um modo de superar a mentalidade artística, religiosa, mitológica e de senso
comum de uma só vez. Por outro lado, complementarmente, estimular a cosmoética e a com
pletude desta criticidade faz avançar para a superação do emprego paradigmático da Filosofia
Ribeiro, Luciana; Escrever no Paradigma Consciencial Scriptor, Foz do Iguaçu, Ano 1, N. 1, p. 16-28, 2010 27
e da Ciência, quando convencional. Para o autor, a completude do criticismo está diretamente
relacionada à autocoerência e à autiincorruptibilidade, abrangendo tanto a capacidade de hete
rocriticar quanto a de autocriticar-se.
Aproveite os recursos técnicos da Conscienciologia lucidamente, empregando-os e simulta
neamente observando as repercussões multidimensionais causadas em você, e analise a expressão
de seu modus operandi no texto. Elas serão reveladoras das recins necessárias. No processo de
perceber-se escrevendo e aplicando técnicas seu estilo estará sendo construído. Amplie sua luci-
dez para a experiência de pensar-sentir-agir multidimensionalmente, refletindo sobre ela e você
aprenderá a escrever no paradigma consciencial.
Bibliografia:
1. Kuhn, Thomas. Estrutura das Revoluções Científicas (The Structure of Scientific Revolutions);
trad. Beatriz Vianna Boeira e Nelson Boeira; 262 p.; 7ª. Ed.; Perspectiva; São Paulo; 2003. Data de publicação
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2. Vieira, Waldo. 700 Experimentos da Conscienciologia; 1.058 p.; 700 caps.; 147 abrevs.; 600 enus.;
8 índices; 2 tabs.; 300 testes; glos. 280 termos; 5.116 refs.; alf.; geo.; ono.; 28,5 x 21,5 x 7 cm; enc.; Instituto
Internacional de Projeciologia e Conscienciologia (IIPC); Rio de Janeiro; RJ; 1994.
3. Idem; Enciclopédia da Conscienciologia; Foz do Iguaçu; Verbetes: Conceito de Conscienciologia
(Experimentologia); Conhecimento Conscienciológico (Autocogniciologia); Conscienciólogo (Conscien
ciometrologia); Conscienciologia Profunda (Intraconscienciologia); Consciência Conscienciológica
(Autodiscernimentologia); Corpus da Conscienciologia (Experimentologia). Disponível em: [Link]
[Link]/[Link]?option=com_docman&task=cat_view&gid=30&&Itemid= 13, acesso
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4. Idem; Projeciologia: Panorama das Experiências da Consciência Fora do Corpo Humano; 1.248
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5. Idem; Homo sapiens reurbanisatus; 1.584 p.; 479 caps.; 139 abrevs.; 40 ilus.; 7 índices; 102 sinopses;
glos. 241 termos; 7.655 refs.; alf.; geo.; ono.; 29 x 21 x 7 cm; enc.; 3ª Ed. Gratuita; Associação Internacional
do Centro de Altos Estudos da Conscienciologia (CEAEC); Foz do Iguaçu; PR; 2004.
6. Volpato, Gilson. Ciência: da Filosofia à Publicação; Editora Tipomic; Botucatu, SP; 2004.
7. Tomanik, Eduardo Augusto. O Olhar no Espelho; EDUEM; Maringá; 2004.
8. Zaslavsky, Alexandre. Existential Inversion and Cosmoethical Criticism; Journal of Conscientiology;
Vol. 9; N. 34; October; 2006; páginas 237 a 249.
Luciana Ribeiro é Bióloga pela Unesp, mestre e doutora em Educação pela PUC-Rio, especialista
em Meio Ambiente pelo ISER, especialista em Saúde e Meio Ambiente pela Fiocruz. Professora
universitária e tutora de programas de pós-graduação e educação corporativa a distância da FGV
e PUC. Possui publicações no Brasil e no Exterior. Autora do livro Boa Noite, Universo! Pesqui
sadora da Conscienciologia desde 1997. Voluntária da Uniescon.
E-mail: lucmribeiro@[Link]
28 Scriptor, Foz do Iguaçu, Ano 1, N. 1, p. 16-28, 2010 Ribeiro, Luciana; Escrever no Paradigma Consciencial
Autodesassédio Autoral
Kátia Arakaki
Resumo. Este artigo apresenta autassédios básicos da conscin na escrita de obra conscien
ciológica e fornece soluções práticas visando transpô-los. As ideias estão fundamentadas na Enciclo-
pédia da Conscienciologia, nos debates das Tertúlias, em heterobservações e na experiência pessoal.
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CPC. É indicado, ao autor, revisar com seriedade o Código Pessoal de Cosmoética, CPC,
antes de começar a escrever o livro conscienciológico, visando qualificar a intencionalidade, favo
recer o conceptáculo para o amparo de função e fazer a profilaxia do autassédio autoral.
Profilaxia. A profilaxia básica da assedialidade assenta-se no polinômio conscienciológico
autocrítica-autiincorruptibilidade-autorganização-autodesassédio.
Essenciais. A prática do estado vibracional, EV, e da higiene consciencial são essenciais no
autodesassédio, independente do tipo de autassédio vivenciado.
1. Autoderrotismo
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Cons. Outro ponto a ser lembrado: quem já foi escritor em retrovidas, ao retomar a es
crita, hoje, com mais lucidez, poderá desfazer interprisões grupocármicas. Participar do holopensene
da escrita favorece a recuperação de cons magnos.
Prescrição de verbete. Megadesafio do Intermissivista (Maxiproexologia; Homeostático);
Cláusula Pétrea (Proexologia; Homeostático); Lacuna da Formação Cultural (Experimentologia;
Nosográfico).
2. Indecisão
3. Megalomania
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4. Orgulho
5. Inveja
6. Postergação
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Agora. Começar agora mesmo – nesse instante – já, rompendo a inércia.
Enfrentamento. O autenfrentamento da realidade gera coragem.
Complicação. Quanto mais o tempo passa, maiores as chances das circunstâncias se
complicarem e o intermissivista enfrentar mais dificuldades para alcançar os mesmos resultados.
A inteligência está em aproveitar o minuto evolutivo em andamento.
7. Improdutividade
8. Dispersividade
Exemplos. “Estou passando por várias mudanças de vida.” “Sou polivalente, sou requisitado(a).”
Comentários. A conscin começa a escrever o livro e, em paralelo, a engajar-se em várias
outras atividades as quais lhe exigirão grande investimento de tempo e energia.
Mudanças. Às vezes, o autorando mudou-se de cidade, compôs dupla evolutiva, arrumou
novo emprego, começou a tenepes, entrou na formação docente e assumiu liderança administra
tiva no voluntariado.
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Prognóstico. Nesse caso, a probabilidade de fracasso é grande, principalmente, para quem
está escrevendo os primeiros livros e ainda não é desperto.
Solução. Megafocagem.
Estudo. Quem vivencia mudanças radicais de vida deve enumerar os novos compromissos,
em ordem de prioridade, e estudar a necessidade de dedicação a cada item.
Cortes. O ideal para quem desfruta de vida estável, porém com excesso de diversificação
de atividades, é realizar cortes objetivando manter apenas o essencial, convergente.
Espera. Quando é impraticável reduzir os afazeres, ou o intermissivista escreve o livro
lentamente ou espera o momento apropriado para dedicar-se com afinco à escrita.
9. Falta de tempo
10. Autoinsegurança
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Fazendo. Quando se dispõe da teoria básica, aprender fazendo acelera o domínio da escrita
conscienciológica.
Treino. O treino elimina a autoinsegurança porque a tarefa torna-se usual. A tendência
é da autoconfiança aumentar e o autor melhorar o desempenho na escrita.
Imersão. A imersão na escrita acelera o entrosamento do autor com o livro e propicia
a visão de conjunto da atividade.
Técnica. A técnica conscienciológica das 50 vezes mais qualifica qualquer manuscrito. Se
o autor planeja escrever 3 páginas, escreve 150 e depois seleciona as melhores ideias até reduzir
à meta estabelecida.
11. Indisciplina
12. Preguiça
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hormonal, infecção, vermes, estafa, abatimento moral, problemas hepáticos, intoxicação orgânica,
obesidade, sedentarismo, bloqueios energéticos, incluindo os corticais, assédio, pusilanimidade,
dentre outras.
Tratamento. Ao identificar o fator desencadeante da preguiça, buscar tratamento adequa
do: médico, consciencioterápico, nutricional, físico, energético.
Paralelo. Em paralelo, procurar “mexer-se”, porque todo problema é de ordem consciencial
e depende da vontade da conscin superá-lo.
Negligência. O corpo não adoece sozinho, nem os demais veículos da consciência, houve
alguma negligência consciencial.
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Pesquisa. Esse acontecimento é pista para se buscar o autentendimento. É pertinente
observar quando ocorre a pressão, o assunto em pauta, dentre outros detalhes.
Princípio. Aplicar o princípio conscienciológico: em matéria de parapsiquismo, só põe banca
quem tem competência.
Temas. Certos temas de pesquisa exigem veteranismo de desassédio, por exemplo, sexuali
dade, belicismo, e devem ser evitados por iniciantes.
15. Interferências
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Solução. Aguardar mais 24 horas antes de tomar providências (exemplo: mudar tudo no
livro).
Teste. O teste-diagnóstico é o autor analisar os originais identificando aspectos positivos
e negativos do conteúdo e da forma, confor.
Prevalência. Quando ocorre a prevalência total do negativo, o filtro provavelmente está
contaminado, a conscin está desequilibrada e necessita se restabelecer.
Reequilíbrio. Retomando-se o equilíbrio, haverá melhores condições de examinar os ori
ginais com mais racionalidade e menos emocionalismo.
17. Desmotivação
Exemplo. “Está muito difícil escrever o livro, vou deixar para próxima vida.”
Comentários. Em geral, o ser humano comum desmotiva-se perante as dificuldades. Esse
é o ponto do gargalo, da virada, para mudar de patamar. Quando o autorando desiste no meio
do caminho, tende a ficar frustrado e a evitar a escrita futuramente.
Solução. Pensar nos assistidos e conquistar pequenos êxitos.
Antiegoísmo. Diante de obstáculos, o movimento antiegoico, em prol da interassistencia
lidade, tende a fortalecer o autor porque a conscin muda de foco: pára de pensar nas próprias
mazelas e volta a atenção para a meta final.
Antiautovitimização. Antes de autovitimizar-se, a saída é retomar o trabalho pelo lado
mais fácil. Recomece por tarefas nas quais sabe ter êxito.
Concessão. Outra concessão é ser mais realista em relação às próprias capacidades. De nada
adianta almejar a obra dos deuses sem dispor do devido estofo para concretizá-la.
Ajuda. Quando a autossuperação falha, o ideal é procurar ajuda especializada.
18. Ansiedade
Exemplo. “Não consigo ficar sentada para escrever, levanto o tempo todo.”
Comentários. Se o corpo não pára, a conscin sucumbiu à psicomotricidade, ao cerebelo.
Há quem tenha pressa de terminar o livro, antes de começá-lo.
Solução. Esquecer a cronêmica e treinar a imobilidade física vígil.
Quietude. A inquietude do corpo desqualifica a quietude da mente. A consciência racio
cina melhor com predominância da ação do mentalsoma.
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Exercícios. Os exercícios físicos aliados à alimentação adequada e ao estilo de vida regrado
(fazer tudo devagar, tomar banho mais frio, dormir bem) drenam a ansiedade.
Imobilidade. A técnica conscienciológica da imobilidade física vígil é indicada aos ansiosos.
Consiste na conscin permanecer durante 3 horas imóvel, sentada em poltrona confortável, olhando
para parede branca, sem pensar em nada específico.
Parar. No dia a dia, quando ficar ansiosa, a conscin deve parar tudo, trabalhar com as
energias, até voltar à tranquilidade relativa já conquistada.
Datas. O autor ansioso também não deve se comprometer com datas fatais, tais como:
prazos apertados, deadlines inamovíveis, compromissos de última hora, evitando, assim, exacerbar
a ansiedade.
20. Perfeccionismo
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Aprendizagem. O 1º livro conscienciológico é aprendizagem de autodesassédio autoral.
Investir energia nas reciclagens conscienciais é mais proveitoso a perseguir à perfeição, em vão.
21. Heterocomparação
Exemplo. “Não há mais nada para escrever, o Professor Waldo Vieira já escreveu sobre tudo.”
Comentários. O pesquisador Waldo Vieira, precursor da Conscienciologia, está lançando
a sementeira das verpons, ideias de ponta a serem experimentadas, analisadas, questionadas, por-
menorizadas, ampliadas, debatidas, refutadas e renovadas por outros pesquisadores.
Gabarito. Cada conscin no seu nível evolutivo. “O pesquisador de 1ª ordem vale por 50
de 2ª ordem.” Quem vem há muitas vidas cultivando ideias interassistenciais dispõe de forma
holopensênica para gestação de verpons avançadas.
Solução. Tradução e expansão das ideias.
Desafio. O maior desafio das ideias conscienciológicas é vivenciá-las.
Teática. Quanto mais teática, mais ideias para escrever.
Detalhe. As vivências mostram detalhes da teoria ainda inexplorados.
Compreensão. Quem compreende os conceitos conscienciológicos terá mais facilidade
para informá-los.
Verbete. Os verbetes da “Enciclopédia da Conscienciologia” comportam ampliações e trans
formações em livros, dicionários, tratados e outras enciclopédias, aplicando-se a técnica do detalhismo
e da exaustividade.
Afinidade. Na assistência, importa considerar a afinidade na relação assistente-assistido. Cada
autor tem grupocarma específico favorecendo o esclarecimento daquelas consciências.
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Defesa. Muitas vezes, isso ocorre em função da defesa autobiográfica, da dificuldade de
autoposicionamento ou do entendimento superficial das ideias conscienciológicas.
Solução. Desconstrução autopensênica.
FEP. A Conscienciologia não confere títulos a ninguém. A maior titulação do conscien
ciólogo é a própria ficha evolutiva pessoal, FEP, resultante das conquistas evolutivas.
Descondicionamento. Para quem está acostumado a trabalhar dentro de parâmetros rigo
rosos, necessita encontrar meios de promover o descondicionamento consciencial.
Criatividade. A singularidade consciencial precisa aflorar através da criatividade.
A.M. Nesse caso, a autoconscientização multidimensional, AM, derivada da vivência da
projetabilidade lúcida, talvez, seja o modo mais eficaz de desconstrução autopensênica da conscin
eletronótica.
Mundo. Com a prática do autoparapsiquismo lúcido, o mundo das aparências se desfaz
e a realidade do mundo aparece, provocando o questionamento e a mudança de valores na conscin
antes robotizada.
23. Euforin
24. Desorganização
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Solução. Antientropia.
Antibagulhismo. Livrar-se dos excessos é o passo inicial antientropia, para qualificar o holo
pensene doméstico para as gestações conscienciais, gescons. Doe tudo aquilo sem uso ou em quan
tidade desnecessária.
Lugar. Depois arranje lugar para tudo e mantenha a organização no cotidiano.
Segurança. Crie rotina de back up dos originais para evitar surpresas desagradáveis.
Pegadas. Na pesquisa, é interessante imitar os grandes exploradores: sempre deixar a pe-
gada por onde trilhou para depois encontrar o caminho de volta, se necessário. Isso significa datar as
impressões dos originais, fazer fichamento técnicos das fontes, anotar nos livros pessoais, separar
material estudado do não estudado, dentre outros procedimentos.
25. Alienação
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III – Depois da Escrita do Livro
26. Expectativa
27. Tensão
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Ocupação. Portanto, encontrar outra ocupação de interesse do autor é a melhor saída para
a espera menos angustiante do aval dos editores.
Sustentação. Há maior sustentação do holopensene da escrita quando se encadeia o final do
trabalho antigo com o início da nova gescon.
28. Anti-heterocríticas
Exemplo. “Não dediquei tanto tempo escrevendo para outras pessoas, dentre elas quem
nunca escreveu nada, cravar de críticas o livro.”
Comentários. Quem não quer receber heterocríticas, não tem perfil para exercer a ativi
dade autoral. Publicar livro é a autexposição documentada da autopensenidade, sujeita a análises
dignas, indignas, fidedignas, hoje e depois, até quando o livro durar.
Impactante. Quanto mais seja o tema controvertível e as informações impactantes, mais
o livro causará desconforto nas consciências estratificadas e os contrapensenes serão proporcionais,
devido aos patrulheiros ideológicos, conscins e consciexes.
Solução. Autocrítica. “Qual percentual do Cosmos ainda desconheço?”
Enriquecimento. O ideal é a conscin escritora entender a crítica ao modo de possibilidade
do enriquecimento da autopensenidade. Quem está de fora, às vezes, enxerga melhor os defeitos
e as qualidades do autor, principalmente da conscin caloura em autocrítica.
Antiprepotência. É difícil explicitar 1 ideia totalmente para todos. Cada cabeça, 1 sentença,
diz o ditado popular.
Entendimento. De nada valem grandes ideias se os leitores não a compreendem.
Ajustes. As heterocríticas apontam possíveis ajustes nos originais, tornando-os mais comple
tos e compreensíveis ao público-alvo da obra.
Antiegão. Outra utilidade das heterocríticas é o desbaste do egão, ampliando a convivência
sadia intra e extrafísica.
Aula. Ao receber as críticas, a conscin observadora tem verdadeira aula de heterocrítica:
das construtivas e interassistenciais às ácidas e mal intencionadas.
Relevar. Em muitos casos, a crítica apresenta conteúdo pertinente, mas forma desconcertante.
É a chance da conscin autora praticar a relevalidade interassistencial.
Parouvidos. Quem não escuta as conscins, dificilmente disponibilizará os parouvidos às cons-
ciexes.
Antirresistência. Na Cognópolis, há atividades propícias para ajudar o autor a romper
a resistência a receber heterocríticas, por exemplo: conscin-cobaia, conscienciografia em debate,
consciencioterapia, assessoria grafopensênica.
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29. Falta de Acabativa
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Ego. O livro também, aos moldes da síndrome do diploma, pode inflar o ego do escritor,
levando-o a optar pela carreira solo, a “maxipeça no minimecanismo”.
Divergência. Dentre as causas comuns da minidissidência estão os conflitos inter
conscienciais, a partir de divergências recalcitrantes e resistentes a ponderações contrapontuais.
A conscin não cede no ponto de vista pessoal. Considera-se certa e todo mundo errado. Mantém-
-se antagônica e afasta-se.
Solução. Minipeça interassistencial e retomada de tarefa.
Amparadores. As gescons evolutivas envolvem os amparadores, consciências técnicas
e universalistas. A manutenção do amparo de função exige autesforço contínuo.
Maximecanismo. Para se alcançar a condição de minipeça no maximecanismo evolutivo,
primeiro, é necessário a vivência na interdependência, na grupalidade.
Maxiproéxis. O trabalho em grupo exige da conscin aprender a colocar os interesses grupais
acima de individualismos e egoísmos pessoais.
Burilamento. Essa condição ajuda no burilamento dos traços conscienciais, de modo
a torná-los mais compatíveis com os interesses assistenciais de consciexes amparadoras.
Aproximação. A qualificação de valores, interesses e interrelações, pouco a pouco, aproxima
a consciência de equipes de amparadores até, em vidas futuras, tornar-se similar a eles.
Exemplo. “Preciso fazer o segundo livro muito superior ao primeiro.” (O autor preocupa-
-se tanto com esta condição, paralisa-se, não produz nada).
Comentários. Cada livro escrito e publicado constitui degrau no aprendizado da escrita
verponológica.
Lacunas. Os enganos, os erros e as omissões da obra anterior apontam as lacunas cons
cienciais a serem sanadas pelo autor. Toda atividade permite autossuperações.
Reciclagem. No entanto, ninguém vira serenão da noite para o dia. Se o livro reflete
a autopensenidade do escritor, há necessidade da recin, a reciclagem intraconsciencial, para os
próximos livros apresentarem maior qualidade didática.
Solução. Autoqualificação cosmoética.
Levantamento. Após a publicação de cada livro, fazer revisão profunda da obra, levantando
os pontos altos e as falhas cometidas.
Heterocríticas. Pedir heterocríticas dos leitores e especialistas no tema e no confor.
Qualificação. Procurar investir na melhoria da ortopensenidade, da retilinearidade autopen
sênica, no aperfeiçoamento de talentos e no desenvolvimento de habilidades e competências
importantes à escrita conscienciológica e ainda faltantes na vida do autor.
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Autopesquisa. Eis o quadro-síntese dos problemas discutidos, listados em ordem alfabética,
com respectivas soluções e páginas para o leitor ou a leitora fazer a autopesquisa:
Quadro-síntese. Problema / Solução / Página
Problema Solução p.
Abandono da Obra Reassumir a gescon 30
Academicismo Exacerbado Desconstrução autopensênica 31
Alienação Responsabilidade 31
Ansiedade Esquecer a cronêmica, treinar a imobilidade física vígil 32
Anti-heterocríticas Autocrítica 32
Autoderrotismo Autoquestionamentos 32
Autoinsegurança Realização 33
Branco Mental Ideia chama ideia 33
Depreciação do Texto Aguardar mais 24 horas 34
Desmotivação Pensar nos assistidos e conquistar pequenos êxitos 34
Desorganização Antientropia 35
Dificuldades Específicas Tecnicidade e repetição 35
Dispersividade Megafocagem 36
Euforin Trabalhar mais 36
Expectativa Realismo 37
Falta de Acabativa Honrar compromissos até o final 37
Falta de Tempo Organização mental 38
Heterocomparação Tradução e expansão das ideias 38
Improdutividade Inventariologia diária 39
Indecisão Decidir fazer 39
Indisciplina Regularidade 40
Interferências Concentração mental: isolamento consciencial 40
Inveja Aproveitar melhor os recursos pessoais 41
Megalomania Menos é mais 41
Minidissidência Minipeça interassistencial e retomada de tarefa 42
Orgulho Descensão cosmoética 43
Perfeccionismo Antes o bom realizado ao ideal sem fazer 43
Postergação Aproveitar o momento evolutivo 44
Preguiça Mexer-se! 45
Pressão Energética EV antes, durante, depois 45
Síndrome do 2º Livro Autoqualificação cosmoética 45
Tensão Ocupação 46
Resoluções. Quem sofre vários desses problemas, deve começar a resolver algum deles. Ao
superá-lo, passa para o próximo.
Auxílio. Quando o autodesassédio não funciona, o ideal é procurar auxílio técnico.
Encaminhamento. A Uniescon poderá auxiliar a orientar e a encaminhar o autor de acordo
com a problemática específica para as instâncias especializadas da Cognópolis.
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Nota:
1. Vieira, Waldo; Linha de Montagem; Tertúlia Conscienciológica; CEAEC; Foz do Iguaçu, PR;
15.08.09; Anotações pessoais.
Referências:
1. Vieira, Waldo; 200 Teáticas da Conscienciologia; 260 p.; 200 caps.; 13 refs.; alf.; 21 x 14 cm; br.;
Instituto Internacional de Projeciologia e Conscienciologia (IIPC); Rio de Janeiro, RJ; 1997; página 122.
2. Idem; 700 Experimentos da Conscienciologia; 1.058 p.; 700 caps.; 147 abrevs.; 600 enus.;
8 índices; 2 tabs.; 300 testes; glos. 280 termos; 5.116 refs.; alf.; geo.; ono.; 28,5 x 21,5 x 7 cm; enc.; Instituto
Internacional de Projeciologia e Conscienciologia (IIPC); Rio de Janeiro; RJ; 1994; páginas 340 e 607.
3. Idem; Enciclopédia da Conscienciologia; CD-ROM; 5.272 páginas; 1.365 verbetes; 234 espe
cialidades; 5ª Ed.; Associação Internacional Editares, Associação Internacional de Comunicação Conscien
ciológica (Comunicons) & Associação Internacional do Centro de Altos Estudos da Conscienciologia
(CEAEC); Foz do Iguaçu, PR; 2009; verbetes referenciados: Abandonador (Autopriorologia; Neutro),
p. 59; Acídia (Parapatologia; Nosográfico), p. 131; Acrasia (Experimentologia; Nosográfico), p. 152;
Acrescentamento (Maximologia; Neutro), p. 155; Ânimo Extra (Autorrecexologia; Homeostático), p. 370;
Ansiedade (Psicossomática; Nosográfico), p. 380; Anticatarse (Antirrecexologia; Nosográfico), p. 446;
Antirretilinearidade (Holomaturologia; Nosográfico), p. 499; Aprofundamento da Pesquisa (Experimento-
logia; Neutro), p. 560; Aproveitamento do Tempo (Autoproexologia; Homeostático) p. 564; Aquecimento
Neuronial (Mentalsomatologia; Homeostático), p. 568; Assepsia Energética (Parassepsia; Homeostático),
p. 599; Atelia (Autopesquisologia; Neutro), p. 621; Atenção (Mentalsomatologia; Neutro), p. 624; Aten
ção Dividida (Mentalsomática; Homeostático), p. 627; Atraso de Vida (Etologia; Nosográfico), p. 659;
Autocontrole (Holomaturologia; Homeostático), p. 821; Autocorreção (Autocosmoeticologia; Neutro),
p. 829; Autod esempenho Proexológico (Proexologia; Homeostático), p. 868; Autodesorganiza-
ção (Parapatologia; Nosográfico), p. 873; Autodisposição (Experimentologia; Homeostático), p. 908;
Autoimunidade Consciencial (Despertologia; Homeostático), p. 943; Automanobra Dilatória (An-
tiproexologia; Nosográfico), p. 971; Autorganização Livre (Intrafisicologia; Homeostático), p. 1070;
Autorresolução (Autodiscernimentologia; Homeostático), p. 1092; Banco de Dados (Mentalsomática;
Neutro), p. 1185; Barreira Teórica (Autopesquisologia; Neutro), p. 1236; Centrifugação do Egão (Ego-
logia; Homeostático), p. 1437; Cláusula Pétrea (Proexologia; Homeostático), p. 1489; Compatibilidade
Automotivação-Trabalho (Experimentologia; Homeostático), p. 1578; Compensação Intraconsciencial
(Autoconscienciometria; Homeostático), p. 1581; Consciência Crítica Cosmoética (Cosmoeticologia; Homeostático),
p. 1708; Conscin Tenepessável (Interassistenciologia; Homeostático), p. 1833; Cosmoética Formal (Cosmoeti
cologia; Homeostático), p. 1894; Crítica Benéfica (Autodiscernimentologia; Homeostático), p. 1937; De-
cidofobia (Parapatologia; Nosográfico), p. 1992; Dependência Indireta (Conviviologia; Neutro), p. 2023;
Desafeição (Parapatologia; Nosográfico), p. 2027; Descensão Cosmoética (Evoluciologia; Homeostático), p.
2051; Desviacionismo (Proexologia; Nosográfico), p. 2085; Detalhismo (Experimentologia; Homeostático),
p. 2091; Diferencial da Conscienciologia (Evoluciologia; Homeostático), p. 2114; Douta Ignorância (Auto
discernimentologia; Nosográfico), p. 2172; Efeito do Estado Vibracional (Energossomatologia; Homeostático),
p. 2219; Espera Inútil (Experimentologia; Nosográfico), p.2381; Estatística Motivadora (Autexperimentologia;
Homeostático), p. 2394; Euforin (Psicossomática; Neutro), p. 2415; Experiência Compartilhada (Experimen
tologia; Neutro), p. 2482; Facilitador da Conscienciologia (Parapedagogia; Homeostático), p. 2522; Gargalo
Operacional (Experimentologia; Homeostático), p. 2662; Impaciência Disfuncional (Psicossomatologia;
Nosográfico), p. 2868; Imperfectividade (Holomaturologia; Nosográfico), p. 2884; Inatividade Intelectual
(Mentalsomática; Nosográfico), p. 2901; Incompletude (Holomaturologia; Nosográfico), p. 2923; Indisciplina
(Parapatologia; Nosográfico), p. 2934; Inortodoxia (Cosmoética; Neutro), p. 2974; Intelecção (Mentalsomá-
tica; Homeostático), p. 3012; Interassedialidade (Grupocarmologia; Nosográfico), p. 3056; Interconfiança
(Interconfianciologia; Homeostático), p. 3066; Irresponsabilidade (Parapatologia; Nosográfico), p. 3153;
48 Scriptor, Foz do Iguaçu, Ano 1, N. 1, p. 29-54, 2010 Arakaki, Kátia; Autodesassédio Autoral
Lacuna da Formação Cultural (Experimentologia; Nosográfico), p. 3193; Lei do Maior Esforço (Holomatu-
rologia; Homeostático), p. 3212; Limite Inteligente (Holomaturologia; Homeostático), p. 3236; Linearidade
da Autopensenização (Autopensenologia; Homeostático), p. 3239; Megadesafio do Intermissivista (Maxipro-
exologia; Homeostático), p. 3417; Megateste Conscienciológico (Autopesquisologia; Homeostático), p. 3493;
Microinteresse (Autopriorologia; Nosográfico), p. 3549; Minipeça Interassistencial (Interassistenciologia;
Homeostático), p. 3577; Parada Produtiva (Autexperimentação; Homeostático), p. 3837; Parêntese Patológico
(Grafopensenologia; Nosográfico), p. 3970; Pesquisador Independente (Experimentologia; Homeostático),
p. 4049; Pico Máximo de Inteligência (Mentalsomática; Homeostático), p. 4053; Planilha Evolutiva (Evolu-
ciologia; Homeostático), p. 4063; Preço da Verpon (Verponologia; Homeostático), p. 4149; Primarismo Téc-
nico (Experimentologia; Neutro), p. 4200; Princípio Conscienciocêntrico (Holomaturologia; Homeostático),
p. 4236; Prioridade (Autevoluciologia; Neutro), p. 4268; Prioridade da Escrita (Comunicologia; Homeostáti
co), p. 4272; Prova de Orgulho (Autoconscienciometria; Nosográfico), p. 4312; Rastro Textual (Grafopen
senologia; Homeostático), p. 4420; Refinamento Formal (Exaustivologia; Neutro), p. 4529; Relevalidade
(Holomaturologia; Homeostático), p. 4545; Repetição Paciente (Experimentologia; Homeostático), p. 4551;
Rotina Útil (Intrafisicologia; Homeostático), p. 4601; Ruptura do Equilíbrio (Evoluciologia; Neutro), p. 4604;
Sedução da Simplificação (Psicossomática; Nosográfico), p. 4649; Sistemata (Experimentologia; Neutro),
p. 4760; Superexatidão (Holomaturologia; Homeostático), p. 4815; Sustentação Factual (Argumentologia;
Homeostático), p. 4821; Trabalho Antelucano (Autexperimentologia; Homeostático), p. 5041; Trinômio da
Holomaturidade (Holomaturologia; Homeostático), p. 5086; Trinômio Prioridade-Desafio-Autossuperação
(Recexologia; Homeostático), p. 5092; Truncagem Intraconsciencial (Intraconscienciologia; Nosográfico),
p. 5101; Turno Intelectual (Mentalsomática; Homeostático), p. 5105; Verbaciologia (Conscienciometria;
Homeostático), p. 5142; Verpon Motivadora (Mentalsomática; Homeostático), p. 5172; Vida Humana (Intra
fisicologia; Neutro), p. 5185; Xenopensene (Xenopensenologia; Neutro), p. 5229.
4. Idem; Homo sapiens reurbanisatus; 1.584 p.; Associação Internacional do Centro de Altos Estudos da
Conscienciologia (CEAEC); Foz do Iguaçu, PR; 2004; página 129.
Bibliografia Consultada:
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especialidades; 5ª Ed.; Associação Internacional Editares, Associação Internacional de Comunicação Consciencio
lógica (Comunicons) & Associação Internacional do Centro de Altos Estudos da Conscienciologia (CEAEC);
Foz do Iguaçu, PR; 2009; verbetes consultados: Abertismo Consciencial (Autopriorologia; Neutro), p. 66;
Acriticismo (Parapatologia; Nosográfico), p. 159; Administração da Vida Intelectual (Experimentologia;
Homeostático), p. 177; Adversário Ideológico (Convíviologia; Neutro), p. 187; Amparo Extrafísico (Assisten-
ciologia; Homeostático), p. 325; Anticura (Consciencioterapia; Nosográfico), p. 456; Atitude Pró-amparador
Extrafísico (Interassistenciologia; Homeostático), p. 640; Atributo Consciencial (Mentalsomatologia; Neu-
tro), p. 669; Autassédio (Parapatologia; Nosográfico), p. 711; Autautoridade Vivencial (Autopesquisologia;
Homestático), p. 714; Autexpressão (Comunicologia; Neutro), p. 754; Autocompromisso Multidimensional
(Multidimensionologia; Homeostático), p. 788; Autocorrupção (Parapatologia; Nosográfico), p. 833; Au-
tocura (Consciencioterapia; Homeostático), p. 845; Autodefesa Energética (Paraprofilaxia; Homeostático),
p. 852; Autodesassedialidade (Autoconsciencioterapia; Homeostático), p. 863; Autodesempenho Proexológico
(Proexologia; Homeostático), p. 868; Autodespriorização (Autodiscernimentologia; Nosográfico), p. 877; Au-
todestravamento (Proexologia; Homeostático), p. 883; Autodiscernimento (Holomaturologia; Homeostático),
p. 894; Autodiscernimento Energético (Energossomatologia; Homeostático), p. 904; Autoincorruptibilidade
(Cosmoética; Homeostático), p. 950; Autoinsegurança (Psicossomática; Nosográfico), p. 954; Autojustifica-
tiva (Autoconscienciometria; Neutro), p. 957; Automotivação (Psicossomática; Homeostático), 983; Autorado
(Mentalsomática; Neutro), p. 1066; Autovitimização (Parapatologia; Nosográfico), p. 1133; Código Pessoal
de Cosmoética (Cosmoética; Homeostático), p. 1509; Consciência Gráfica (Comunicologia; Homeostático),
p. 1723; Conscin Eletronótica (Intrafisicologia; Nosográfico), p. 1793; Curso Intermissivo (Intermissiolo-
gia; Homeostático), p. 1971; Divulgação Científica (Comunicologia; Neutro), p. 2159; Estado Vibracional
(Energossomatologia; Homeostático), p. 2384; Estafa Intelectual (Experimentologia; Nosográfico), p. 2391;
Ficha Evolutiva Pessoal (Autevoluciologia; Neutro), p. 2589; Frustração (Psicossomática; Nosográfico),
Arakaki, Kátia; Autodesassédio Autoral Scriptor, Foz do Iguaçu, Ano 1, N. 1, p. 29-54, 2010 49
p. 2633; Higiene Consciencial (Parassepsia; Homeostático), p. 2739; Hipotensão (Parapatologia; Nosográfico),
p. 2761; Horário Nobre (Mentalsomatologia; Homeostático), p. 2814; Impedimento ao Estado Vibracional
(Energossomatologia; Nosográfico), p. 2880; Incompatibilidade da Conscienciologia (Experimentologia;
Homeostático), p. 2916; Inspiração (Heuristicologia; Neutro), p. 2986; Intencionologia (Holomaturologia;
Neutro), p. 3039; Intermissivista (Intermissiologia; Homeostático), p. 3096; Interprisiologia (Grupocar
malogia; Nosográfico), p. 3105; Inventariologia (Proexologia; Homeostático), p. 3133; Manutenção Dinâmica
(Constanciologia; Homeostático), p. 3322; Megapatologia Intraconsciencial (Parapatologia; Nosográfico), p.
3443; Melex (Intermissiologia; Nosográfico), p. 3527; Ortopensenidade (Cosmoética; Homeostático), p. 3783;
Partilha do Saber (Seriexologia; Homeostático), p. 3980; Prova Geral de Conscienciologia (Parapedagogia;
Homeostático), p. 4316; Saúde Emocional (Autoconscienciometrologia; Homeostático), p. 4633; Saúde
Física (Autoconscienciometrologia; Homeostático), p. 4637; Saúde Intelectual (Autoconscienciometrologia;
Homeostático), p. 4640; Saúde Mental (Autoconscienciometrologia; Homeostático), p. 4643; Saúde Parapsí-
quica (Autoconscienciometrologia; Homeostático), p. 4646; Teaticologia (Intrafisicologia; Homeostático), p.
4887; Técnica da Exaustividade (Experimentologia; Neutro), p. 4912; Técnica da Segunda Redação (Con-
formática; Neutro), p. 4922; Tertúlia Conscienciológica (Parapedagogia; Neutro), p. 4999; Tríade da Erronia
(Parapatologia; Nosográfico), p. 5077; Verponarium (Verponologia; Homeostático), p. 5168; Via Expressa do
Pensamento (Comunicologia; Homeostático), p. 5179.
Leitura recomendada:
01. Allen, David; Gerencie sua Mente, Não o seu Tempo: 52 Princípios do Código da Produtividade
(Ready for Anything); 200 p.; Landscape; São Paulo, SP; 2006.
O livro enfatiza a importância de se fazer anotações sobre tudo para deixar mais espaço mental livre
favorecendo o processo da criatividade e defende a tese da falta de organização mental como causa da impro-
dutividade em vez da falta de tempo. O autor atua de coach de executivos há mais de 20 anos.
02. Cameron, Julia; Escreva e Emagreça (The Writing Diet); 240 p.; Fontanar; Rio de Janeiro, RJ;
2007.
O livro apresenta correlação entre autoexpressão, autopercepção, autodesintoxicação, emagrecimen-
to e criatividade. Surgiu da observação dos efeitos da escrita diária livre e a regulagem de peso dos alunos.
A autora trabalha, em New York, com programa de desbloqueio da criatividade há 25 anos.
03. Cooper, Robert K.; Não tropece nas Próprias Pernas: pare de se Sabotar e seja Tudo o que Você
pode Ser (Get Out of Your Own Way); 288 p.; Elsevier; Rio de Janeiro, RJ; 2006.
O livro apresenta diversas técnicas aplicáveis no dia a dia visando a construção de hábitos sadios
e rotinas produtivas e explicações sobre os mecanismos de funcionamento cerebral. O autor é pesquisador
independente, estudioso da neurociência e consultor em liderança, com estudos de mais de 30 anos sobre
superação pessoal.
04. Emmett, Rita; Não deixe para Depois o que Você pode Fazer Agora (The Procrastinator´s Hand-
book); 154 p.; Sextante; Rio de Janeiro, RJ; 2003.
O livro mostra as autocorrupções e efeitos relativos à protelação e propicia ferramentas para a pessoa
tornar-se mais proativa. A autora é conferencista profissional de grandes empresas.
05. Garcia, Luiz Fernando; Pessoas de Resultado: o Perfil de Quem se destaca Sempre; 154
p.; Gente; Rio de Janeiro, RJ; 2003.
O livro explana sobre as 7 características comuns identificadas em pesquisa com pessoas realizadoras,
no âmbito pessoal e profissional, mostrando o contraponto negativo e respectivas soluções.
06. Joeci, Góes; A Inveja nossa de cada Dia: como Lidar com Ela; 516 p.; Topbooks Polifucs; Rio de
Janeiro, RJ; 2001.
50 Scriptor, Foz do Iguaçu, Ano 1, N. 1, p. 29-54, 2010 Arakaki, Kátia; Autodesassédio Autoral
O livro traz análise multidisciplinar da inveja e fornece meios do leitor enfrentá-la. O autor é advogado,
empresário e ex-deputado federal. A ideia de escrever o livro surgiu da intenção de melhorar a convivência
humana.
07. Mascarenhas, Denise; Da Timidez à Expressão de Si Mesmo; 158 p.; Leitura; Belo Horizonte,
MG; 2007.
O livro é baseado na experiência pessoal da autora de autossuperação da baixa autestima. A autora tem
formação em Psicologia e Engenharia. É professora, palestrante e facilitadora de grupos e workshops no Brasil
e Exterior.
08. Maxwell, John C.; Talento não é Tudo: descubra os 13 Princípios para Você Superar seus Talentos
e Maximizar suas Habilidades (Talent is Never Enough: discover the Choices that will take you beyond your Talent);
310 p.; Thomas Nelson Brasil; Rio de Janeiro, RJ; 2007.
O livro mostra o desperdício do talento quando pouco valorizado e mal utilizado e fornece técnicas
para a pessoa obter mais resultados a partir dos talentos pessoais. O autor é especialista em treinamento de
líderes e escritor de best-sellers.
09. Ury, William; O Poder do Não Positivo (Positive No); 236 p.; Elsevier; Rio de Janeiro, RJ; 2007.
O livro apresenta técnicas de “como dizer não” de forma diplomática. O autor é pacifista, mediador
internacional há mais de 3 décadas, diretor do Programa de Negociação de Harvard. Escreveu o livro em
5 anos. Teve a inspiração para escrevê-lo durante viagem ao Brasil, com esposa e filhos, sendo estes brasileiros.
10. Zeigler, Ken; Como se Tornar mais Produtivo (Getting Organized at Work); 78 p.; Sextante; Rio
de Janeiro, RJ; 2007.
O livro oferece técnicas simples para a pessoa não sucumbir ao rolo compressor das pressões no dia
a dia. O autor, ex-executivo de empresas multinacionais, é especialista em gerenciamento do tempo, orga
nização e produtividade.
Artigos conscienciológicos:
01. Almeida, Nazaré; Gonçalves, Luiz; & Soares, Fátima; Decidofobia; Proceedings of the 4th Cons-
ciential Health Meeting (Anais da IV Jornada de Saúde da Consciência; 07 a 10 setembro 2006); Journal of
Conscientiology; Revista; trimestral; Vol. 9; N. 33-S; IAC; London, UK; páginas 213 a 234.
02. Arakaki, Kátia; Auto-estima e Proéxis; Conscientia; Revista; trimestral; Vol. 5; N. 3; CEAEC; Foz
do Iguaçu, PR; jul. / set., 2001; páginas 98 a 106.
03. Idem; Auto-estima e Síndrome de Satélite; Conscientia; III Cinvéxis; 19 a 22 julho 2004; Revista;
trimestral; Vol. 6; N. 4; CEAEC; Foz do Iguaçu, PR; out. / dez., 2002; páginas 210 a 218.
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AEC; Foz do Iguaçu, PR; abr. / jun., 2006; páginas 224 a 226.
05. Idem; Holociclo: Laboratório do Desassédio Mentalsomático; Conscientia; I Jornada de Des
pertologia; 15 a 17 julho 2005; Revista; trimestral; Vol. 8; N. 2; CEAEC; Foz do Iguaçu, PR; abr.
/ jun., 2004; páginas 63 a 77.
06. Balona, Málu; Binômio Autovitimização-Autobenignidade aplicado à Autocuroterapia; Cons
cientia; V Jornada de Saúde da Consciência e II Simpósio de Autoconsciencioterapia; Discernimentum
5 a 7 setembro 2008; Revista; trimestral; Vol. 12; N. 1; CEAEC; Foz do Iguaçu, PR; jan. / mar., 2008; pági
nas 62 a 73; 5 a 7 setembro 2008; Revista; trimestral; Vol. 12; N. 1; CEAEC; Foz do Iguaçu, PR; jan. / mar.,
2008; páginas 62 a 73.
07. Bonassi, João; Three Hours of Physical Immobility: a Self-Experiment; Journal of Conscientiology;
Revista; Trimestral; Vol. 1; N. 3; IAC; London; UK; páginas 255 a 265.
Arakaki, Kátia; Autodesassédio Autoral Scriptor, Foz do Iguaçu, Ano 1, N. 1, p. 29-54, 2010 51
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Foz do Iguaçu, PR; out. / dez., 2000; páginas 259 a 263.
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a 17 julho 2005; Revista; trimestral; Vol. 8; N. 2; CEAEC; Foz do Iguaçu, PR; abr. / jun., 2004; páginas 110
a 116.
10. Carvalho, Juliana; Auto-estima: Uma Abordagem Autoconsciencioterápica; Conscientia;
V Jornada de Saúde da Consciência e II Simpósio de Autoconsciencioterapia; Discernimentum 5 a 7 setembro
2008; Revista; trimestral; Vol. 12; N. 1; CEAEC; Foz do Iguaçu, PR; jan. / mar., 2008; páginas 18 a 31.
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trimestral; Vol; 9; N. 4; CEAEC; Foz do Iguaçu, PR; out. / dez., 2005; páginas 354 a 369.
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trimestral; Vol. 8; N. 31-S; IAC; London, UK; páginas 121 a 129.
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CEAEC; Conscientia; Revista; trimestral; Vol; 2; N. 3; CEAEC; Foz do Iguaçu, PR; jul. / set., 1998; páginas
117 a 123.
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trimestral; Vol. 2; N. 3; CEAEC; Foz do Iguaçu, PR; jul. / set., 1998; páginas 135 a 139.
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CEAEC; Foz do Iguaçu, PR; out. / dez., 2005; páginas 388 a 398.
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AEC; Foz do Iguaçu, PR; abr. / jun., 2003; páginas 70 a 75.
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Conscientia; Revista; trimestral; Ano 8; N. 4; CEAEC; Foz do Iguaçu, PR; out. / dez., 2004; páginas 240
a 251.
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Iguaçu; PR; out. / dez., 1998; página 187 e 188.
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trimestral; Vol; 2; N. 3; CEAEC; Foz do Iguaçu, PR; jul. / set., 1998; páginas 131 a 132.
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Revista; trimestral; Vol. 6; N. 4; CEAEC; Foz do Iguaçu, PR; out. / dez., 2002; páginas 155 a 165.
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a 17 julho 2005; Revista; trimestral; Vol. 8; N. 2; CEAEC; Foz do Iguaçu, PR; abr. / jun., 2004; páginas 90 a 101.
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52 Scriptor, Foz do Iguaçu, Ano 1, N. 1, p. 29-54, 2010 Arakaki, Kátia; Autodesassédio Autoral
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Conscienciológica: Teática dos Caminhos para a Desperticidade; 10 a 12 junho 2004; Rio de Janeiro, RJ; IIPC;
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de Saúde da Consciência e II Simpósio de Autoconsciencioterapia; Discernimentum 5 a 7 setembro 2008;
Revista; trimestral; Vol. 12; N. 1; CEAEC; Foz do Iguaçu, PR; jan. / mar., 2008; páginas 7 a 17.
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PR; abr. / jun., 2001; páginas 54 a 68.
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Vol. 7; N. 1; CEAEC; Foz do Iguaçu, PR; jan. / mar., 2003; páginas 14 a 23.
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Teática dos Caminhos para a Desperticidade; 10 a 12 junho 2004; Rio de Janeiro, RJ; IIPC; Foz do Iguaçu, PR;
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Despertologia; 15 a 17 julho 2005; Revista; trimestral; Vol. 8; N. 2; CEAEC; Foz do Iguaçu, PR; abr. / jun.,
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College of Cosmoethics (Anais de Estudos do Colégio Invisível da Cosmoética); Journal of Conscientiology; Vol.
10; N. 37-S; IAC; London, UK; 2007; páginas 69 a 86.
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Teática dos Caminhos para a Desperticidade; 10 a 12 junho 2004; Rio de Janeiro, RJ; IIPC; Foz do Iguaçu, PR;
páginas 189 a 201.
44. Salles, Rosemary; Formação de Autores: Tares Grafopensênica; Jornal Campus CEAEC; Tablóide;
Mensário; Ano 12; N. 141; Foz do Iguaçu, PR; página 2.
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Revista; trimestral; Vol. 11; S2; CEAEC; Foz do Iguaçu, PR; páginas 3 a 17.
46. Scheidt, Felippe; Autocrítica; Conscientia; Revista; trimestral; Vol. 4; N. 4; CEAEC; Foz do Iguaçu,
PR; out. / dez., 2000; páginas 274 a 276.
47. Scheitzer, Fernanda; Postura Traforista na Invéxis; Conscientia; III Cinvéxis; 19 a 22 julho 2004;
Revista; trimestral; Vol. 6; N. 4; CEAEC; Foz do Iguaçu, PR; out. / dez., 2002; páginas 202 a 209.
Arakaki, Kátia; Autodesassédio Autoral Scriptor, Foz do Iguaçu, Ano 1, N. 1, p. 29-54, 2010 53
48. Schmit, Luimara; Auto-incorruptibilidade; Conscientia; Revista; trimestral; Vol. 7; N. 4; CEAEC;
Foz do Iguaçu, PR; out. / dez., 2003; páginas 157 a 162.
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CEAEC; Foz do Iguaçu, PR; out. / dez., 2005; páginas 370 a 378.
50. Simões, Ana Paula; Técnica da Produtividade Grafopensênica Policármica; Conscientia; Revista;
trimestral; Vol. 8; N. 1; CEAEC; Foz do Iguaçu, PR; jan. / mar., 2004; páginas 3 a 7.
51. Steiner, Alexander; Auto-suficiência Energética; Conscientia; I Jornada de Despertologia; 15
a 17 julho 2005; Revista; trimestral; Vol. 8; N. 2; CEAEC; Foz do Iguaçu, PR; abr. / jun., 2004; páginas 54 a 58.
52. Teles, Mabel; Traforismo; Conscientia; Revista; trimestral; Vol. 7; N. 4; CEAEC; Foz do Iguaçu,
PR; out. / dez., 2003; páginas 163 a 167.
53. Valente, Ivo; Recin e Autodesintoxicação Energética; Conscientia; I Jornada de Despertologia; 15
a 17 julho 2005; Revista; trimestral; Vol. 8; N. 2; CEAEC; Foz do Iguaçu, PR; abr. / jun., 2004; páginas 59
a 62.
54. Vicenzi, Siomara; Enfrentamento da Auto-sabotagem através do Traforismo; Anais do I Simpósio
de Autoconsciencioterapia; Discernimentum; 27 e 28 outubro 2007; Editares; Foz do Iguaçu, PR; páginas 112
a 123.
55. Vieira, M. I. K.; Superação de Patopensenes (Laboratório da Pensenologia – CEAEC); Conscientia;
Revista, trimestral; Vol. 2; N. 4; CEAEC; Foz do Iguaçu; PR; out. / dez., 1998; página186.
56. Vieira, W.; Assimilação Energética Antipática; Conscientia; Revista; trimestral; Vol. 3; N. 2;
CEAEC; Foz do Iguaçu, PR; abr. / jun., 1999; páginas 63 a 69.
57. Idem; Conscienciólogo-Medicamento (Paraterapêutica); Boletins de Conscienciologia 1; Vol. 1; N.
1; CEAEC; Foz do Iguaçu, PR; jan. / dez., 1999; páginas 11 e 12.
58. Idem; Manutenção Funcional das Coisas (Intrafisicologia); Boletins de Conscienciologia
I; Vol. 1; N. 1; CEAEC; Foz do Iguaçu, PR; jan. / dez., 1999; páginas 9 e 10.
59. Idem; Técnica do Objetivo (Holomaturologia); Boletins de Conscienciologia 2; Vol. 2; N. 1; CEAEC;
Foz do Iguaçu, PR; jan. / dez., 2000; páginas 23 e 24.
60. Welton, Maria Luiza; Auto-incorruptibilidade; Conscientia; Revista; trimestral; Vol. 9; N. 2;
CEAEC; Foz do Iguaçu, PR; abr. / jun.; 2005; páginas 132 a 146.
61. Wheires, Kelly; Posicionamento Consciencial; Conscientia; III Cinvéxis; 19 a 22 julho 2004; Re-
vista; trimestral; Vol. 6; N. 4; CEAEC; Foz do Iguaçu, PR; out. / dez., 2002; páginas 193 a 201.
Kátia Arakaki é Psicóloga pela PUC-Rio, especialista em Psicoterapia Breve Integrada pela CESAN-
TA/OMS. Ex-membro da AIESEC. Professora universitária na UDC e docente de Conscienciologia.
Artigos publicados sobre temas da Conscienciografologia, Consciencioterapia, Desassediologia e
Psicossomática. Pesquisadora da Conscienciologia desde 1992. Autora do livro Viagens Interna
cionais: O Nomadismo da Conscienciologia. Voluntária do CEAEC e da Uniescon.
E-mail: karakaki@[Link].
54 Scriptor, Foz do Iguaçu, Ano 1, N. 1, p. 29-54, 2010 Arakaki, Kátia; Autodesassédio Autoral
Benefícios da Autossuperação dos Travões da Escrita
Málu Balona
Travões. Contudo, na maioria dos casos, para autossuperação dos aspectos intraconscien-
ciais indesejáveis, o que é possível aplicar sobre os travões evolutivos básicos é a ação terapêutica.
Alguns deles impedem ou retardam, dentre outras etapas da programação existencial (proéxis),
a produção escrita de gestações conscienciais (gescons) das conscins neófitas no exercício da redação
de obras conscienciológicas. Eis, em ordem alfabética, 25 condições comuns, dentre outras, a serem
observadas pelos neoautores e neoautoras interessados em prevenir ou superar os travões da escrita:
Balona, Málu; Benefícios da Autossuperação dos Travões da Scriptor, Foz do Iguaçu, Ano 1, N. 1, p. 55-58, 2010 55
Escrita
eixo do autodesassédio. As extrapolações mentaissomáticas, ocorrências naturais durante a redação
do livro, apontarão os ganhos imediatos e futuros da obra em curso motivando os neoautores para
a manutenção do autesforço e do megafoco.
07. Autestima. A maioria das conscins, mesmo aquelas frequentadoras inquestionáveis dos
cursos intermissivos pré-ressomáticos, podem apresentar insegurança intelectual no momento de
assumir o registro escrito relevante da sua realidade evolutiva. Entretanto, é justamente o auten
frentamento da escrita da obra conscienciológica a vacina definitiva para consolidar a autestima
intelectual.
08. Colheitas. A qualificação da oferta interassistencial do livro torna a demanda assistencial
mais seletiva ou especializada. Essa condição conta pontos a favor da ficha evolutiva pessoal (FEP) da
conscin (colheita intrafísica e colheita intermissiva) abrindo novas possibilidades de aproveitamento
das próximas existências humanas (autorrevezamentos). A publicação do livro construtivo é a va-
cina das melancolias extrafísicas (melexes) reiterativas do incompletismo existencial (incompléxis).
09. Comparação. Toda classificação é válida, contudo a comparação excessiva corre
o risco de degradar alguém ou alguma coisa. Todo autor é único. Ao invés de se fixarem apenas na
comparação com o exemplarismo de outros autores mais veteranos, os neoautores precisam saber
detectar o megatrafor pessoal, elaborando uma listagem dos fatores excepcionais que justificam
a escrita da obra pessoal. Após a elaboração dessa listagem, compare você com você mesmo há uma
década. Quais foram os aspectos de autossuperação conquistados nesse período?
10. Contribuição. Ao oferecer ideias libertárias através de um livro o autor expande a qua
lidade e a magnitude da sua interassistência rumo à policarmalidade. Por isso, a obra conscien
ciológica pode ir além da mera retribuição dos aportes recebidos na atual existência, podendo
representar verdadeira contribuição para a maxiproéxis pessoal e grupal.
11. Docência. Com a escrita e publicação do livro pessoal, a docência ou o magistério
conscienciológico tarístico passa por um upgrade. A dupla qualificação docência-autorado através
do curso-livro permite aos amparadores a formação de turmas temáticas, compostas de conscins
e consciexes carentes das soluções teáticas propostas pelo autor. Essa especialização garante um
nível de desassédio mentalsomático mais profundo aos assistidos, criando novas oportunidades
de ressarcimento grupocármico para todos.
12. Heterocríticas. Os paraleitores anticonscienciologistas ou anticonscienciólogos do livro
interassistencial são os melhores críticos da validade e da autenticidade da obra conscienciológica.
É indispensável saber aproveitar essas heterocríticas, físicas e extrafísicas que constituem reais con
tribuições para o aperfeiçoamento do trabalho do autor iniciante ou veterano.
13. Heurística. A descoberta, a ideia original, a nova verdade relativa de ponta (neover-
pon) pessoal tem mais chance de frutificar num ambiente intraconsciencial antiestresse negativo
e antiansiosismo, dedicado à interassistência. Com a desrepressão, o desenvolvimento do parapsi-
quismo sadio, da coragem cosmoética e da pacificação íntima, a autocriatividade será favorecida
em níveis crescentes.
14. Libertação. Toda consciência é singular quando, disposta a compartilhar seu labo
ratório consciencial (labcon), mergulha na intraconsciencialidade de maneira antiegoica. O autor
de obra cosmoética recebe assistência especializada quando decide dar esse passo definitivo rumo
à policarmalidade na conquista da libertação egocármica.
56 Scriptor, Foz do Iguaçu, Ano 1, N. 1, p. 55-58, 2010 Balona, Málu; Benefícios da Autossuperação dos Travões
da Escrita
15. Paradoxo. A revelação pública de um problema egocármico junto à respectiva propos-
ta teática de solução ao grupocarma, pode representar relevante contribuição policármica à ficha
evolutiva pessoal (FEP). Ao compartilhar dificuldades evolutivas apontando saídas cosmoéticas
às conscins menos experientes, os neoautores aumentam o seu senso de fraternismo aplicado.
16. Paravínculo. A autoria do livro conscienciológico dá testemunho do paravínculo da
conscin com a sua paraprocedência ou a qualidade da sua origem intermissiva. Ao dedicar-se
à concretização de uma obra tarística escrita a conscin estará, na maioria das vezes, fazendo jus
a essa paraprocedência e atendendo uma das cláusulas magnas de paradever da autoproéxis.
17. Reconciliação. Ao dedicar-se prioritariamente à escrita do livro pessoal, a conscin
intermissivista não correrá o risco de equivocar-se, mesmo que não tenha claras as cláusulas da
autoproéxis. O livro leva o autor ou autora a reconciliar-se com os autoprincípios cosmoéticos
inatos, conciliando os valores da vida humana atual com as cláusulas da autoproéxis e da proéxis
grupal. Desse modo, cumprirá a parte de autorresponsabilidade no compromisso existencial evo
lutivo assumido perante os orientadores evolutivos.
18. Senha. O título e o tema do livro atuam na condição de senha para o recall grupocár
mico. Desde o início desse empreendimento evolutivo é importante para os autores iniciantes
fixarem o materpensene da obra buscando o rapport que facilitará o pré-contato dos amparadores
com o público-alvo interassistencial (paramercado evolutivo).
19. SEST. A escrita e a publicação de obras conscienciológicas estreitam o contato com
os professores extrafísicos do mais recente curso intermissivo pré-ressomático minimizando
a separação relativa ou a ausência temporária da paraprocedência. A gestação consciencial sincera
constitui elemento de superação definitiva da síndrome de abstinência do curso intermissivo ou
síndrome do estrangeiro (SEST).
20. Singularidade. A metodologia da obra conscienciológica é singular e corresponde à linha
de autopesquisa adotada pelo autor ou autora. Quanto mais aprofundar o conhecimento de si
mesmo, com desassombro, mais o autopesquisador trilhará um caminho original de investigação.
21. Tenepes. Nesse caso, o praticante neófito ou veterano da tenepes (técnica energética
pessoal) conta com elemento coadjutor de peso para ampliar a conexão multidimensional com
a paraprocedência rumo à realização da sua meta evolutiva mentalsomática. A assistência inter
consciencial dedicada diária garante caminho livre para a trajetória tarística dos neoautores.
22. Terceirização. Segundo a autoconsciencioterapia, as recins promovidas pelo autorado
consolidam a autocura que não pode ser terceirizada. Contudo, todo livro conscienciológico
tem ghost writer. Quem são os coautores extrafísicos da obra? Você já abriu espaço na sua agenda
extrafísica para qualificar a afinização com essas consciexes amparadoras intelectuais?
23. Trinômio. Autestima-autoconfiança-autossuperação é o trinômio coautor de toda obra
conscienciológica. É preciso por em marcha, o quanto antes, esse inestimável mecanismo de
manutenção inabalável das metas evolutivas da conscin cosmoeticamente perseverante.
24. Uróboro. Quando bem aproveitado, o levantar da poeira natural do período de redação
do livro pode ser atravessado de modo proveitoso. Com a aplicação da rotina útil de autopense
nização sadia, os neoautorandos terão mais facilidade para plotar o conceptáculo mentalsomático
pessoal utilizando, por exemplo, a técnica do uróboro introspectivo em ressonância com as Centrais
Extrafísicas da Fraternidade (CEF), da Verdade (CEV) e de Energias (CEE). Vale lembrar que os
autores neófitos ou veteranos jamais escrevem sozinhos (Balona, 2008).
Balona, Málu; Benefícios da Autossuperação dos Travões da Scriptor, Foz do Iguaçu, Ano 1, N. 1, p. 55-58, 2010 57
Escrita
25. Verdade. É preciso lembrar que a primeira versão do livro representa uma verdade
temporária que poderá ser aprimorada de modo perene pela conscin-autora, nesta e em outras
existências humanas. Por isso, vale combater e substituir o ansiosismo e o perfeccionismo pelo
entendimento de que o livro é um processo.
Referências Bibliográficas:
1. Balona, Málu; Binômio Antivitimização-Autobenignidade aplicado à Autocuroterapia;
V Jornada de Saúde da Consciência e II Simpósio de Autocuroterapia; Revista Conscientia; Edição Especial;
Vol. 12; n. 1 – Jan./Mar. – 2008; Foz do Iguaçu, PR; p. 62-73.
2. Idem; Equipes Criativas e Labilidade Parapsíquica; Anais da I Jornada de Administração Cons
cienciológica; 335 p.; Porto Alegre, RS; 4 a 7 de setembro, 2004; p. 148-156.
3. Idem; Síndrome do Estrangeiro (SEST) / Síndrome de Abstinência do Curso Intermissivo; Revista
Conscientia; vol. 11; Suplemento 2; Julho 2007; Publicação Técnico-Científica de Conscienciologia; 102 p.;
CEAEC: Centro de Altos Estudos da Conscienciologia; Foz do Iguaçu, PR; 2007; p. 30-39.
4. Vieira, Waldo; Enciclopédia da Conscienciologia; Tomos I, 1238 p.; Associação Internacional do
Centro de Altos Estudos da Conscienciologia (CEAEC) & Associação Internacional Editares; Foz do Iguaçu, PR;
2007; p. 774-780.
Málu Balona é educadora e escritora. Autora dos livros Síndrome do Estrangeiro e Autocura
Através da Reconciliação, com edições em português e espanhol. Pesquisadora, professora
e conferencista internacional de Conscienciologia desde 1986. Autora de dezenas de artigos em
publicações especializadas e de divulgação científica no Brasil e no Exterior. Voluntária do IIPC.
Coordena atualmente o Curso de Extensão em Conscienciologia e Projeciologia (ECP1) e os
Programas Parassociais do Instituto Internacional de Projeciologia e Conscienciologia (IIPC).
E-mail: mbalona@[Link]
58 Scriptor, Foz do Iguaçu, Ano 1, N. 1, p. 55-58, 2010 Balona, Málu; Benefícios da Autossuperação dos Travões
da Escrita
Interassistência: Autor-Amparador e Autor-Leitor
Lucy Lutfi
Objetivo
Esse artigo objetiva evidenciar a possibilidade de a Gestação Consciencial escrita promover
a conexão interassistencial entre duplas, a exemplo: autor-amparador e autor-leitor.
Há evidências que a automotivação, a percepção, a lucidez, o detalhismo, dentre outros
atributos, ampliam as parapercepções contribuindo para o estudo, análise e o desenvolvimento
mentalsomático, dinamizando a teática adquirida nos aprendizados multidimensionais. O autor,
em geral, é assistido de maneira holossomática durante o processo gráfico.
O acabamento de qualidade diferenciado, em textos com objetivos definidos, fatuísticas pre
cisas, escrita simples, porém trabalhada nos conteúdos e na forma são instrumentos expressivos
ao pensamento de quem escreve sem poluir o entendimento do leitor. A especialidade da Cons
cienciografologia promove a qualificação da interassistencialidade autoral, casuística informada
por muitos autores da Conscienciologia.
O abertismo às ideias incomuns e à escrita tarística podem ter link multidimensional de
caráter interassistencial às conscins e às consciexes.
A análise crítica dos parafatos fenomenológicos pode aguçar o escritor ao estudo dos acon
tecimentos multidimensionais e ampliar sua biografia conscienciológica a partir das autopercepções,
dilatando o autentendimento e qualificando a escrita conscienciológica.
O autor independente ao expressar seus pensenes em publicações com intenção de elucidar
sobre as fatuísticas extrafísicas e disposto aos feedbacks aceita-os para requintar suas autopesquisas.
É a evidência da interassistência no binômio leitor-autor, autor-leitor.
O padrão assistencial da obra denota: coragem nas abordagens de vanguarda, neofilia para
ampliar as pesquisas e gerar textos mais esclarecedores. Esclarecer significa ampliar o universo
pensênico, o que intensifica e oportuniza reflexões renovadoras aos leitores pré-despertos.
Textos com verpons, com posicionamentos salutares ao crescimento consciencial, superações
conscientes despertam pesquisas ao entendimento do autodomínio consciencial. O refinamento autoral
de escritores da Conscienciologia é oponente à filosofia, aos dogmas e às manipulações intrafísicas.
A comunicação didática junto com a linguagem da Conscienciologia faz o diferencial nos
textos dos autores com preferência ao esclarecimento pela escrita: racional, técnica e científica.
A interação amparo-autor formaliza a sincronicidade à escrita esclarecedora.
Fenomenologia
A Projeção Consciente da Consciência Fora do Corpo Físico, a Experiência da Quase-Morte,
a Autoscopia interna ou a Autoscopia externa, exemplos de fenômenos extrafísicos, desnudados
pela escrita ou expostos na comunicação falada, são argumentos disponíveis ao esclarecimento.
O binômio: lucidez-rememoração é imprescindível à sustentabilidade autoral.
Lutfi, Lucy; Interassistência: Autor-Amparador e Autor-Leitor Scriptor, Foz do Iguaçu, Ano 1, N. 1, p. 59-62, 2010 59
Experimentações vivenciadas por atores e atrizes laicos, o nosso exemplo, quando isentos
de apriorismos, mistificações, manipulações e ainda analisados com emprego predominante do
mentalsoma e ancorados no paradigma consciencial, podem expressar fatos de maneira detalhista
e, em geral, indicam constructos facilitadores à tares.
Personalidade
Relatar fenômeno extrafísico ou parafatos com objetivo de divulgar e estender as próprias
experimentações são exemplos de: comunicação democrática, comunicação educada, comunicação
pedagógica e comunicação cosmoética.
A comunicação democrática indica respeito às ideias adversas e elimina a intervenção cons
ciencial pelo estupro evolutivo.
O sinal de autestima elevada é aferido em textos que representam a personalidade do autor
incluindo a composição gramatical correta, a objetividade e o encadeamento singular das ideias,
comunicação educada.
A personalidade do escrevedor aponta maturidade e competência para bancar a tarefa de
escrever esclarecendo, modo geral, com êxito.
A lógica cósmica é apresentada na pedagogia construtiva em textos escritos através de ponto
de vista multiformes, considerações peculiares e respeito às possibilidades de reeducação pensênica
do leitor, comunicação democrática.
Conviviologia
Atributos ou talentos ímpares são indicadores da intencionalidade e da ortopensenidade
do autor.
Racionalidade, lucidez, autopercepção, autestima e força presencial, mesmo que isentas do
laringochacra, retratam posicionamentos pró-ativos.
A reciprocidade entre a dupla autor-amparador pode apontar a eficácia da Conviviologia
multidimensional produtiva e sinalizadora à reciprocidade assistencial entre consciências inte
ressadas em recins.
O upgrade autoral consolidado nas neoideias podem indicar o sentido específico de frater-
nismo e da intenção: “que seja o melhor para todos”.
Neste contexto há possibilidade da consolidação interassistencial na dupla leitor-escritor.
A reflexão do leitor sobre o caráter assistencial intrínseco nos textos, embora diferenciados
e incomuns, pode dinamizar posicionamentos motivadores à leitura, contraponto pensênico às neoideias.
No trinômio acolhimento-orientação-encaminhamento, Waldo Vieira esclarece sobre a re
percussão da intencionalidade tarística.
Considero esse trinômio, valioso instrumento à realização de assistência através da escrita cons
cienciológica. O autor direciona suas ideias à saúde holossomática para si, extrapolando aos seus pares.
60 Scriptor, Foz do Iguaçu, Ano 1, N. 1, p. 59-62, 2010 Lutfi, Lucy; Interassistência: Autor-Amparador e Autor-Leitor
O binômio sensibilidade-vontade, em geral, é inerente à sinergia autoral.
O autacolhimento representa discernimento para a elaboração da obra e manutenção do
equilíbrio pensênico representado na sustentação do processo autoral, quando na intenção e na
criação da ideia e vontade de escrever, na escolha do tema, na elaboração da titulação, no processo
da escrita, no lançamento da obra, e na prolongação da revisão à próxima edição.
Experiência
“Experiência não é apenas o que acontece com você. O mais importante é o que você faz com
o que acontece com você”.
Um autor atento pode se utilizar das experiências pessoais e fazer contrapontos esclarecedores
aos interessados em explorar argumentos aqui transcritos.
Lutfi, Lucy; Interassistência: Autor-Amparador e Autor-Leitor Scriptor, Foz do Iguaçu, Ano 1, N. 1, p. 59-62, 2010 61
Descrença
NÃO ACREDITE EM NADA DO QUE AQUI ESTÁ EXPOSTO.
TENHA AS PRÓPRIAS EXPERIÊNCIAS.
PRODUZA GESTAÇÕES CONSCIENCIAIS TARÍSTICAS.
Questionologia
Você, leitor ou leitora, pensa na possibilidade interassistencial pela escrita conscienciológica?
Realize essa tarefa ainda nesta proéxis. Mãos à obra.
Nota:
1. Anotações pessoais em tertúlias conscienciológica; CEAEC; Foz do Iguaçu, PR; 2009.
Bibliografia geral:
1. Azevedo, Francisco Ferreira dos Santos; Dicionário Analógico da Língua Portuguesa; Editora The-
saurus; Brasília; DF; 1983.
2. Houaiss, Antônio; Villar, Mauro de Salles & Franco, Francisco Manoel de Mello; Dicionário
Eletrônico Houaiss da Língua Portuguesa; CD-ROM; Editora Objetiva; 2009.
3. Lutfi, Lucy; Voltei para Contar: Autobiografia de uma Experimentadora da Quase-morte; Associação
Internacional Editares; Foz do Iguaçu, PR; 2006.
4. Vieira, Waldo; 700 Experimentos da Conscienciologia; 1.058 p.; 700 caps.; 147 abrevs.; 600 enus.;
8 índices; 2 tabs.; 300 testes; glos. 280 termos; 5.116 refs.; alf.; geo.; ono.; 28,5 x 21,5 x 7 cm; enc.; Instituto
Internacional de Projeciologia; Rio de Janeiro; RJ; 1994; páginas 386-387, 527, 558-559, 563, 612-613, 656-
657, 678.
5. Idem. Enciclopédia da Conscienciologia Eletrônica; CD-ROM 1.000 verbetes; 3.792 p.; 178 especia
lidades; 4ª Ed.; Associação Internacional Editares, Associação Internacional de Comunicação Conscienciológica
(COMUNICONS) & Associação Internacional do Centro de Altos Estudos da Conscienciologia (CEAEC); Foz do
Iguaçu, PR; 2008. Verbetes: Amparador Extrafísico (Interassistenciologia) p. 263; Interassistenciologia (Con-
viviologia) p. 2.260; Megatares (Autopriorologia) p. 2.564; Minipeça Interassistencial (Interassistenciologia)
p. 2.624; Oportunidade de Ajudar (Interassistenciologia) p. 2.756; Trinômio Evolutivo (Autevoluciologia).
62 Scriptor, Foz do Iguaçu, Ano 1, N. 1, p. 59-62, 2010 Lutfi, Lucy; Interassistência: Autor-Amparador e Autor-Leitor
Escrita Conscienciológica e Reciclagem Intraconsciencial
Rosemary Salles
I – Abordagem Introdutória
Evolucionismo. A Ciência Biológica revelou a capacidade de mutação e evolução dos seres
vivos neste planeta. Dependendo de condições climáticas, escassez ou excesso de alimento, exis
tência ou não de fontes hídricas, dentre outras condições, há mutações, extinções e surgimentos
de novas formas de vida.
Superações. Se os seres vivos são mutáveis biologicamente, ao ser humano inclui-se
o desenvolvimento do atributo da autoconsciência. Em constante busca de superações, o Homem
investiu em criações, adaptações, transformações, automações e instrumentalizações a fim de
superar impossibilidades e limitações somáticas.
Adaptabilidade. Da pré-história às viagens interplanetárias, ocorreram alterações ideoló
gicas, sociais e tecnológicas em todo o Planeta. O Homem do Século XXI não é o mesmo Homem
do Século I e, considerando-se a serialidade existencial, mesmo as consciências mais monoideístas
precisam se adaptar a cada nova vida neste planeta, independente de perceber ou não a mudança
de dimensão. A consciência não é imutável, nem mesmo aquelas mais primitivas.
Renovação. Mudanças pensênicas ocorrem nas consciências há milênios, prova é a mu
dança social da humanidade, do primitismo à contemporaneidade. O Homem vem ressomando
em ambientes já modificados culturalmente século após século. E para tornar isso possível, fez-se
Salles, Rosemary; Escrita Conscienciológica e Reciclagem Scriptor, Foz do Iguaçu, Ano 1, N. 1, p. 63-71, 2010 63
Intraconsciencial
necessário o intercâmbio de informações, o aumento populacional, o desenvolvimento da Ciência
e a complexificação dos sistemas político e social, favorecidos graças ao surgimento de elementos
gráficos em suportes iniciados nas pinturas em cavernas.
Escrita. Sem a escrita, o planeta estaria vivendo arcaicamente até o presente momento.
Publicações foram produzidas aos milhões, em diversas modalidades de escrita, seja caligráfica,
artística, poética, contábil, histórica, legislativa, informativa, técnica, criptográfica, científica.
Conscienciologia. A Conscienciologia utiliza-se deste instrumento para levar suas infor
mações e pesquisas a todas as consciências. Tendo surgido num momento da história propício
ao abertismo a neoideias pela internacionalização do saber, a Conscienciologia contribui para
a multi e paraculturalidade em geral e dinamiza mudanças paradigmáticas na Ciência a partir de
seus debates, perquirições e, principalmente, suas publicações.
II – Escrita Conscienciológica
Pensene. A escrita indica pensamentos, convicções, fanatismos, emoções, tolices, destrezas,
utopias e serendipitias do autor, ou autores. Os registros pensênicos de quem escreveu permanecem
na sua obra, independente do tipo de grafia.
Gescon. O anseio de deixar algo escrito nesta dimensão, principalmente com o padrão
pensênico de mentalsomaticidade, está presente nos intermissivistas. A escrita conscienciológica
prima pela retilinearidade pensênica e pela racionalidade, coerente com o uso dos atributos men
taissomáticos. A utilização da consciência do próprio autor como sendo seu objeto de pesquisa
fundamental, o enfoque sob o paradigma consciencial e o uso da inteligência evolutiva são carac
terísticas esperadas das gescons escritas pelos autores conscienciológicos.
Grafopensene. A obra escrita deixada nesta dimensão pode atuar aos moldes de um canal,
fulcro, base, agente facilitador e desencadeador de tares a leitores e paraleitores. Constitui objeto
intrafísico importante porque permanece promovendo assistência enquanto seu autor transita
entre uma dimensão e outra na serialidade existencial necessária e inevitável.
Livro. O livro representa a fixação da informação por um período ilimitado de tempo,
abrangendo incontável número de pessoas espalhadas por diversos continentes e dimensões. As
informações ali contidas podem permanecer para toda a eternidade e, mesmo com o advento da
informática, ainda representa a divulgação das autopesquisas levadas diretamente ao leitor.
Tares. A assistência tarística deve ser megafoco de qualquer escrita conscienciológica.
O autesclarecimento e o heteresclarecimento, independente do estilo autoral e do tema abordado,
são elementos indispensáveis, pela responsabilidade do autor perante o arcabouço de informações
de sua bagagem cultural e holomnemônica e coerência teática de gerar consciência crítica sem
consolações, tutorias, muletarias ou gurulatrias.
Autorrevezamento. A seriedade da escrita conscienciológica através do livro é motivo
de priorização dos intermissivistas também pela possibilidade de favorecer ao autor o autorre
vezamento existencial, o rapport da obra com a Passadologia, o acesso à memória pretérita grafada.
Um livro não se compõe apenas de páginas escritas, mas de padrões personalíssimos de pensenes
individuais e indissociáveis de suas obras. Estes são motivos suficientes para se encarar o desafio
de superar dificuldades, intraconscienciais, intelectuais, de autorganização ou quaisquer outras
inerentes a cada autor.
64 Scriptor, Foz do Iguaçu, Ano 1, N. 1, p. 63-71, 2010 Salles, Rosemary; Escrita Conscienciológica e Reciclagem
Intraconsciencial
III – Intraconsciencialidade
Demarcação. O curso intermissivo é atividade extrafísica, com participação de evoluciólogos
e consciexes docentes amparadoras, visando oferecer elementos às reciclagens intraconscienciais
de consciexes participantes. Representa linha divisória entre a consciência pretérita e a consciência
reciclada.
Responsabilidade. Se a consciência conseguiu participar de curso intermissivo, pressupõe
um nível de responsabilidade perante a assistência a ser promovida na próxima vida intrafísica
e a preparação para ela, elaborando uma programação existencial na qual, geralmente está envol
vida a escrita de livro conscienciológico.
Recin. As reciclagens intraconscienciais promovidas no curso intermissivo possuem aborda
gens autoconscienciométricas e cosmovisionárias, pela quantidade de variáveis autavaliativas,
conjuminando retrocognições, simulcognições e o planejamento de nova vida intrafísica, com
nível ampliado de consciencialidade. Retornando à intrafisicalidade, o intermissivista, com muitos
cons a serem recuperados, organiza-se para o cumprimento das metas estipuladas no curso.
Maturidade. Com o uso da inteligência evolutiva, tornam-se primordiais as recins, sem
as quais o intermissivista se posiciona de modo estacionário perante a própria evolução. Através
da inteligência evolutiva, se desenvolve a capacidade de promover autorrecins, e a amplificação
desta capacidade é proporcional ao aumento da maturidade consciencial. Quanto mais madura
multidimensionalmente, mais aprofundadas intraconsciencialmente serão as reciclagens pessoais.
Intraconsciencialidade. O intermissivista busca o aprimoramento de seus traços de persona
lidade por meio de recursos intraconscienciais, promovendo autossuperações de trafares e priorizando
lucidamente a utilização dos trafores. O autoconhecimento, autenfrentamento e autopesquisa
favorecem a distinção entre a pensenização pessoal e a de outrem no microuniverso consciencial.
Autoconscienciometria. Através da autoconscienciometria identifica-se cons submersos
e potenciais subutilizados, ampliando a autoconsciencialidade. A recin vai se tornando cada vez mais
incisiva, pontual, assertiva, cirúrgica. São pequenas mudanças ocorrendo de modo constante, lúci-
do, planejado ao ponto da própria consciência ter autopercepção de sua diferença de pensenidade
e das consciências ao seu redor notarem sutilezas de manifestações em atitudes, rotinas e reações.
Sementeira. Com o aprofundamento da autoconsciencialidade e da ampliação dos níveis
de cosmoética e assistencialidade, torna-se promente a gestação consciencial, tal qual sementeira
evolutiva gerando recins a conscins e consciexes. A permanência da obra escrita nesta dimensão
é objeto de anseio dos intermissivistas.
Frutificação. As reciclagens existenciais envolvem ou resultam no desenvolvimento de
atributos conscienciais, no uso mais eficiente da inteligência evolutiva, catalisam a recuperação
de cons e podem promover mudanças de patamar evolutivo.
IV – Experiência Autoral
Autocobaia. Os autores conscienciológicos são, primeiramente, pesquisadores de si mesmos
e este é o diferencial mais significativo do autor focado apenas na intrafisicalidade. As pesqui-
sas relacionadas a qualquer área da ciência seriam enriquecidas se considerassem a interferência
direta do pesquisador sobre a sua pesquisa. Dados considerados aleatórios são variáveis importan
-tes, a exemplo do estado psicológico do pesquisador no momento da realização das experiências.
Salles, Rosemary; Escrita Conscienciológica e Reciclagem Scriptor, Foz do Iguaçu, Ano 1, N. 1, p. 63-71, 2010 65
Intraconsciencial
Interação. As ideias adquiridas pela autovivência, pelo contato com os amparadores de
função e pela expansão da consciência são molas impulsionadoras à escrita conscienciológica.
O autor não escreve sozinho, interage multidimensionalmente consigo mesmo, com as consciências
relacionadas com seu tema de pesquisa e com seus amigos, ou não tão amigos, de diversas vidas.
Reencontros. Independente da temática, o autor deve estar preparado para encontros com
consciências de seus círculos pretéritos, e predisposto a promover a desvinculação com as inter
prisões grupocármicas.
Interassistencialidade. A experiência autoral demonstra a importância do abertismo
consciencial do autor perante conscins e consciexes credoras do passado. O posicionamento de
interassistencialidade e a vontade de se resolver as pendências interpessoais auxilia o autor quando
das visitas inesperadas destas consciências.
Evocações. A pressão extrafísica ocorre, de modo consciente ou inconsciente, por parte das
consciexes, porque o autor promove evocações no decorrer da escrita do livro. A cada episódio
rememorado de sua vida intrafísica, ou a cada retrocognição, há emissão pensênica atratora das
energias daquele exato momento vivido.
Reivindicações. A reciclagem intraconsciencial do autor é percebida pelos amigos ou ex--
-amigos extrafísicos desejosos de mantê-lo no grupo, porém, com os traços de personalidade que
os fez parecidos no passado. Muitas vezes a consciex pode estar obnubilada, confusa, sem lucidez
quanto à condição do autor ser conscin ressomada e à condição de ser, ela própria, consciex bara-
trosférica ou guia amaurótico. Esta falta de lucidez deixa a consciex reclamando seus direitos de
justiça, afeto ou orientação, interferindo pensenicamente no autor.
Contrafluxos. Qualquer influência externa, principalmente patológica, à pensenidade do
autor é consequência de sua dificuldade em lidar com o heterodesassédio e pode causar contraflu
xos, sutis ou explícitos, cabendo a prática de mobilizações energéticas, reciclagens intraconscien
ciais a fim de mudar o padrão pensênico e a reconciliação sincera com consciências com aquele
determinado padrão.
Higidez. Pode ocorrer da afinização com determinado perfil de consciexes estar relacio
nado ao tema de pesquisa e não necessariamente à pessoa do autor. Nestes casos, o melhor a fazer
é a manutenção da higidez de autopensenização e a predisposição à interassistencialidade fraterna.
Progressão. O desenvolvimento intraconsciencial do autor ocorre juntamente com o desen
volvimento da escrita de seu livro. A noção de responsabilidade perante as informações eternizadas
no livro é fonte de recin constante. A cada revisão ou a cada renovação íntima, novo patamar
é alcançado e novo padrão pensênico é impregnado na obra.
Posicionamento. No processo da escrita, o autor tem a oportunidade de esclarecer a si pró
prio, rever fatos pretéritos com isenção emocional, pensar em situações consideradas irrelevantes
ou deparar com abordagens inusitadas na própria avaliação feita anteriormente. É necessário um
posicionamento frente a si mesmo e a todas as consciências, assumindo nova pensenidade, promo
vendo recins e encarando antigos credores com padrão pensênico em novo patamar.
66 Scriptor, Foz do Iguaçu, Ano 1, N. 1, p. 63-71, 2010 Salles, Rosemary; Escrita Conscienciológica e Reciclagem
Intraconsciencial
Autoconflitos. Eis abaixo algumas situações comumente enfrentadas pelo autorando no pro
cesso de escrita conscienciológica, geradoras de crises de crescimento e reciclagens intraconscienciais:
Salles, Rosemary; Escrita Conscienciológica e Reciclagem Scriptor, Foz do Iguaçu, Ano 1, N. 1, p. 63-71, 2010 67
Intraconsciencial
No desenvolvimento da escrita do livro:
01. Autopesquisa. Saber como transformar vivências em algo útil ao autor. A CCCI pos
sui diversas atividades voltadas ao esclarecimento sobre técnicas de escrita. (Ver página 84)
02. Pesquisa. Precisar buscar referências bibliográficas daquela temática e temas afins. Será
inevitável, em qualquer temática, a necessidade de aprofundamento pesquisístico. A Holoteca
e o Holociclo contém milhares de exemplares à disposição de qualquer pesquisador.
03. Redação. Desenvolver estilo pessoal, escrita de acordo com a autopensenidade e dicio
nário cerebral. A prática e a experiência irão demonstrar a ocorrência natural da pensenidade do
autor em seus escritos.
04. Fidedignidade. Confundir ocorrências com as análises das mesmas. Ser fiel aos fatos
e parafatos. A análise será posterior ou, mesmo se desejar texto permeado de fatos e análises, expli
citar aos leitores quando se trata de um ou de outro.
05. Teaticidade. Ser teático, cosmoético e assistencial sem demagogias ou autexaltações
do ego. A autocrítica ajuda neste caso.
06. Argumentação. Conseguir encadear as ideias de modo coerente, coeso e com
fundamentação. O importante é o esforço de colocar no papel as ideias. Revisões podem ser feitas
inúmeras vezes.
07. Autenfrentamentos. Superar trafares, traumas, dificuldades intraconscienciais, reações
imaturas, sensação de retrocesso na pensenidade constantemente. A superação dos traços pessoais
deveria ser uma constante no intermissivista autolúcido, independente de estar escrevendo livros.
É desnecessário ter superado todos eles para poder publicar, se assim o fosse, apenas os serenões
teriam conseguido.
08. Desassédio. Promover auto e heterodesassédios necessários e recorrentes. Será inevitável
o enfrentamento das consciências cobradoras de débitos passados e o posicionamento firme do
autor irá contribuir com a assistência necessária ao encaminhamento, por parte dos amparadores,
destas consciências. Para ocorrer esta situação, o autor precisa estar em constante recin, porque
a afinização, em geral, ocorrerá pelos trafares ainda não enfrentados de maneira efetiva.
09. Reconciliações. Promover reconciliações com conscins, consciexes e consigo mesmo.
As recins promoverão a identificação de determinados traços da personalidade, perceptíveis em
outras consciências e em si mesmo. A autoculpa ou as acusações não levam a nada. é necessária
a autoconciliação e heteroperdão generalizado a todas as consciências.
10. Autossustentação. Bancar energeticamente os contrafluxos, invejas e frustrações
alheias. A autoconfiança e a confiança na equipex é profilaxia. Se a intencionalidade é cosmoética,
a dificuldade de intrusões pensênicas será uma realidade.
68 Scriptor, Foz do Iguaçu, Ano 1, N. 1, p. 63-71, 2010 Salles, Rosemary; Escrita Conscienciológica e Reciclagem
Intraconsciencial
3. Heterocríticas. Saber receber heterocríticas sem se sentir tolido da liberdade de expres
são e sem considerá-las pessoais, pois se referirão ao livro e não ao autor. Ponderar entre o posi
cionamento pessoal frente às ideias pessoais e a abordagem distinta vista sob outros olhos, mantendo
a flexibilidade e o abertismo, pode ser um exercício de quebra do orgulho pessoal e do senso
de propriedade sobre sua obra. A obra pode ter partido de você, mas será doada à humanidade
e isso precisa ser sincero.
4. Saturação. Estar saturado do tema ou do livro, desejar fazer outra atividade ou publicar
logo. Às vezes, é necessário dar uma pausa, buscar outras atividades, buscar lazer ou atividades
motivantes, deixando de lado a escrita por um período. Após, este retorno será de grande valia
pelo desanuviamento das ideias.
5. Frustração. Saber aguardar a ordem de publicação de acordo com a Editora sem rei
vindicar urgência porque a pressa é inimiga da perfeição.
6. Definições. Saber escolher capa coerente com o pensene pessoal e com a temática, sem
ser influenciado ou induzido. Esta é uma preocupação real, o autor não precisa ter seu livro publi
cado com capa não atraente ou não transmissora da essência conteudística de sua obra. A decisão
final sempre caberá ao autor, sendo grande a responsabilidade perante consequências evitáveis.
7. Autodomínio. Sentir-se preparado para lançar o livro, com domínio das ideias expli
citadas. A CCCI conta hoje com diversas Instituições Conscienciocêntricas especializadas em
formar docentes, capacitar apresentações em mídias, além de ajudar nas questões intraconscien-
ciais de autossuperações quanto às dificuldades de posicionamentos, argumentações, exposições,
posturas, dentre tantas outras concernentes a cada consciência.
Salles, Rosemary; Escrita Conscienciológica e Reciclagem Scriptor, Foz do Iguaçu, Ano 1, N. 1, p. 63-71, 2010 69
Intraconsciencial
Legado. Ser autor é ser um reciclante intraconsciencial permanente, antes, durante e após
a publicação. É aproveitar as oportunidades evolutivas oferecidas pelo exercício de escrita e dei-
xar seu estilo pessoal na presente obra para o autorrevezamento futuro, seja por meio de senhas
personalíssimas, pelo uso de palavras-mantra pessoais, pelo relato de episódios vividos de modo
inesquecível, ou pelo confor inédito no mundo bibliomático.
Resultado. Recebimento de homenagens ou prêmios não é tão importante quanto o apren
dizado adquirido e o senso de satisfação íntima ao doar ideias geradoras de neoideias e recins para
outras consciências, embasando neoescritores e incentivando pesquisadores a produzir outros livros
a fim de manter e alargar os esclarecimentos multidimensionais. A associação de ideias cria novas
hipóteses de pesquisas, novas indagações e novos livros, o conhecimento se multiplica ao infinito
diminuindo cada vez mais o gap entre a erudição e o ignorantismo, a sapiência e a paralexia.
Referências:
1. Vieira, Waldo; 200 Teáticas da Conscienciologia; 260 p.; 200 caps.; 13 refs.; alf.; 21 x 14 cm; br.;
Instituto Internacional de Projeciologia e Conscienciologia (IIPC); Rio de Janeiro, RJ; 1997.
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8 índices; 2 tabs.; 300 testes; glos. 280 termos; 5.116 refs.; alf.; geo.; ono.; 28,5 x 21,5 x 7 cm; enc.; Instituto
Internacional de Projeciologia; Rio de Janeiro, RJ; 1994.
3. Idem; Homo sapiens reurbanisatus; 1.584 p.; 479 caps.; 139 abrevs.; 40 ilus.; 7 índices; 102 sinopses;
glos. 241 termos; 7.655 refs.; alf.; geo.; ono.; 29 x 21 x 7 cm; enc.; 3ª Ed. Gratuita; Associação Internacional
do Centro de Altos Estudos da Conscienciologia (CEAEC); Foz do Iguaçu, PR; 2004.
4. Idem; Manual da Proéxis: Programação Existencial; Rev. Alexander Steiner e Cristiane Ferraro;
168 p.; 40 caps.; 130 enus.; 3 fotos; 38 ilus.; 1 tab.; 17 refs.; alf.; 21 x 14 cm; br.; 3ª Ed.; Instituto Internacional
de Projeciologia e Conscienciologia (IIPC); Rio de Janeiro, RJ, Brasil; 1998.
5. Idem; Nossa Evolução; 168 p.; 15 caps.; 149 abrevs.; glos. 282 termos; 6 refs.; alf.; 21 x 14 cm; br.;
Instituto Internacional de Projeciologia; Rio de Janeiro, RJ; 1996.
Verbetografia:
1. Vieira, Waldo; Enciclopédia da Conscienciologia Eletrônica; CD-ROM 1.000 verbetes; 3.792 p.;
182 especialidades; 4 Ed.; Associação Internacional Editares, Associação Internacional de Comunicação Consciencio
lógica (COMUNICONS) & Associação Internacional do Centro de Altos Estudos da Conscienciologia (CEAEC);
Foz do Iguaçu, PR; 2008. Verbetes de acordo com a temática:
Escrita conscienciológica:
Agente Retrocognitor (Mnemossomática; Homeostático) p. 197; Aquecimento Neuronial (Men
talsomatologia; Homeostático) p. 486; Assinatura Pensênica (Pensenologia; Neutro) p. 518; Autenticismo
(Intencionologia; Homeostático) p. 606; Autexemplificação (Cosmoeticologia; Neutro) p. 627; Autexpressão
(Comunicologia; Neutro) p. 631; Bibliofilia (Mentalsomatologia; Homeostático) p. 992; Bibliologia (Mentalso-
matologia; Homeostático) p. 997; Divulgação Científica (Comunicologia; Neutro) p. 1600; Gescon (Proexologia;
Homeostático) p. 1978; Gestação Evolutiva (Evoluciologia; Homeostático) p. 1986; Informação Esclarece-
dora (Parapedagogia; Homeostático) p. 2179; Intrarticulação Heurística (Holomaturologia; Homeostático)
p. 2314; Megadoação (Interassistenciologia; Homeostático) p. 2529; Megatares (Autopriorologia; Homeostático)
p. 2563; Megaverpon (Verponologia; Homeostático) p. 2581; Rastro Textual (Grafopensenologia; Homeostá
tico) p. 3191; Registro Eterno (Experimentologia; Neutro) p. 3272; Tares Expositiva (Interassistenciologia;
Homeostático) p. 3501; Taxologia das Megagestações (Autoproexologia; Homeostático) p. 3526.
70 Scriptor, Foz do Iguaçu, Ano 1, N. 1, p. 63-71, 2010 Salles, Rosemary; Escrita Conscienciológica e Reciclagem
Intraconsciencial
Intraconsciencialidade:
Acerto Grupocármico (Grupocarmologia; Homeostático) p. 106; Autodesempenho Proexoló
gico (Proexologia; Homeostático) p. 715; Barreira Teórica (Autopesquisologia; Neutro) p. 989; Cláusula
Pétrea (Proexologia; Homeostático) p. 1116; Colheita Intermissiva (Evoluciologia; Homeostático) p.
1154; Crise Pessoal (Evoluciologia; Neutro) p. 1434; Curso Intermissivo (Intermissiologia; Homeostático)
p. 1459; Desafio da Proéxis (Proexologia; Homeostático) p. 1515; Inseparabilidade Grupocármica (Gru
pocarmologia; Neutro) p. 2199; Intermissão Mudancista (Intermissiologia; Homeostático) p. 2285;
Intermissivista (Intermissiologia; Homeostático) p. 2291; Megadesafio do Intermissivista (Maxiproexo
logia; Homeostático) p. 2525; Meta Existencial Final (Proexologia; Homeostático) p. 2598; Momento
da Megadecisão (Recexologia; Neutro) p. 2632; Momento Evolutivo (Paracronologia; Neutro) p. 2640;
Omniexposição (Conviviologia; Neutro) p. 2740; Paradever (Cosmoeticologia; Homeostático) p. 2792;
Planejamento Milimétrico (Autoproexologia; Homeostático) p. 2936; Ponteiro Consciencial (Holomatu
rologia; Homeostático) p. 2958; Princípio da Prioridade Compulsória (Holomaturologia; Homeostático)
p. 3073; Prioridade da Escrita (Comunicologia; Homeostático) p. 3087; Reciclagem Prazerosa (Recexolo
gia; Homeostático) p. 3229; Recin (Recexologia; Homeostático) p. 3233; Refém da Autocognição (Auto
discernimentologia; Neutro) p. 3256; Tempo dos Cursos Intermissivos (Parapedagogia; Homeostático)
p. 3596; Tendência Inata (Paragenética; Neutro) p. 3600; Tirateima do Intermissivista (Intrafisicologia; Ho
meostático) p. 3629.
Experiência Autoral
Autautoridade Vivencial (Autopesquisologia; Homeostático) p. 595; Autorado (Mentalsomatologia;
Neutro) p. 860; Consciência Gráfica (Comunicologia; Homeostático) p. 1294; Conscienciografia (Comu
nicologia; Neutro) p. 1321; Exemplologia (Parapedagogia; Neutro) p. 1823; Facilitador da Conscienciologia
(Parapedagogia; Homeostático) p. 1859; Ganho Evolutivo (Autevoluciologia; Homeostático) p. 1962; Maxicon-
quista Atual (Autevoluciologia; Homeostático) p. 2485; Neopatamar Libertário (Intrafisicologia; Homeostático)
p. 2673; Oportunidade de Ajudar (Interassistenciologia; Homeostático) p. 2755; Pesquisador Independente
(Experimentologia; Homeostático) p. 2929; Sementeira Intrafísica (Autoproexologia; Homeostático) p. 3356;
Teaticologia (Intrafisicologia; Homeostático) p. 3546.
Agentes de Recin no Autorado
Administração da Vida Intelectual (Experimentologia; Homeostático) p. 151; Alavancagem da Proéxis
(Proexologia; Homeostático) p. 205; Aproveitamento do Tempo (Autoproexologia; Homeostático) p. 482;
Conteudologia (Cosmoconscienciologia; Homeostático) p. 1388; Estatística Motivadora (Autexperimentologia;
Homeostático) p. 1767; Lei do Maior Esforço (Holomaturologia; Homeostático) p. 2382; Técnica do Trinômio
Automotivação-Trabalho-Lazer (Intrafisicologia; Neutro) p. 3584.
Salles, Rosemary; Escrita Conscienciológica e Reciclagem Scriptor, Foz do Iguaçu, Ano 1, N. 1, p. 63-71, 2010 71
Intraconsciencial
Paraposfácio: Tares Autoconscienciográfica
Dulce Daou
Instrumento. A escrita conscienciológica pode ser recurso eficaz para a qualificação da in
terassistência, da autolucidez e dos reposicionamentos existenciais evolutivos, a partir da análise
autoconscienciográfica.
Hipóteses. As ideias expostas a seguir fundamentam-se em autovivências e encontram-
-se sob foco de novas pesquisas, compreendendo, no âmbito da Autexperimentologia, hipóteses
a serem confirmadas, ampliadas ou revisadas em futuros experimentos.
Holopensene. A atmosfera de autopesquisa do autor ou autorando centrado na busca do
entendimento mais aprofundado sobre a própria obra escrita pode propiciar parafenomenologia
esclarecedora, a exemplo da ocorrência do paraposfácio.
Definição. O paraposfácio é a explicação parapsíquica ou o adendo parafenomênico ocor
rido depois de concluído ou publicado o livro conscienciológico, promovendo ao autor elucidação
multidimensional referente a aspectos holobiográficos ou proexológicos prioritários no momento
evolutivo.
Sinonímia. 1. Posfácio holobiográfico. 2. Posfácio retrocognitivo. 3. Post-scriptum evolutivo.
Antonímia. 1. Posfácio eletronótico. 2. Prefácio. 3. Prólogo.
Continuidade. A tentativa de otimização dos recursos pessoais, a partir da conclusão da obra
conscienciográfica, promove extrapolacionismos oportunos no sentido de motivação e continuidade
da tares iniciada com a publicação do primeiro livro conscienciológico.
Natureza. O paraposfácio resulta do sinergismo entre o percentual teórico da escrita,
o teor da obra e as retrovivências práticas, contudo não rememoradas até então pelo autor.
Impacto. A ocorrência do paraposfácio gera impacto tarístico relevante impulsionando
a conscin ao encontro de reposicionamentos prioritários diante da reperspectivação da realidade
intraconsciencial autoral.
Teia. A escrita conscienciológica, dentro dos princípios do paradigma consciencial, está
inserida em complexa teia holobiográfica e multidimensional, tão desconhecida quanto presente na
conteudística e conformática autoral.
Fio. O advento do paraposfácio instiga o autor revelando fio condutor de escrita prioritário
no momento evolutivo, tornando-se elo importante na vivência atual para a preparação do primeiro
autorrevezamento lúcido.
72 Scriptor, Foz do Iguaçu, Ano 1, N. 1, p. 72-78, 2010 Daou, Dulce; Paraposfácio: Tares Autoconscienciográfica
Autoconsciência. A autoconsciência é a faculdade de percepção e discernimento da própria
realidade consciencial e holossomática em relação ao meio multidimensional.
Autoconscienciografia. A autoconscienciografia é o estudo da escrita conscienciológica rea
lizado pelo próprio autor. Pode configurar-se instrumento para a autoconsciência multidimensio
nal, holobiográfica e o estabelecimento de elos coerentes e lógicos entre a escrita (intrafísica), o autor
(interdimensional) e a seriéxis.
Realidade. O processo da autoria faculta vivências lúcidas relativas a hipóteses ou elucubra
ções teóricas ainda consideradas inexequíveis ou mantidas distantes da realidade intraconsciencial
do escritor neófito.
Teática. O trinômio autor-personagem-vivenciador torna-se inevitável no autorado conscien
ciológico, fomentando a verbação autoral e a teática plena entre teoria e prática, condição ideal
já exemplificada pelos mais veteranos e lúcidos.
Vivificação. A escrita do primeiro livro conscienciológico pode facultar ao autorando a expe
riência singular da vivificação de atributos holobiográficos até então desconhecidos e inusitados.
Autoconhecimento. A análise despojada da obra publicada, aliada à tentativa de desven
damento do próprio microuniverso consciencial aprofunda esta compreensão.
Daou, Dulce; Paraposfácio: Tares Autoconscienciográfica Scriptor, Foz do Iguaçu, Ano 1, N. 1, p. 72-78, 2010 73
Autassistência. O resultado do esforço da escrita conscienciológica é potencializado quando
o autor ou autorando vincula ao objetivo da tares (Extraconscienciologia) buscar a otimização da
autorrecuperação de cons (Intraconscienciologia), a exemplo destes 2 momentos:
1. Antes. O livro conscienciológico pode tornar-se mais eficaz evolutivamente quando,
no âmbito da autassistência, o autor se predispõe a configurá-lo, de modo lúcido, como objeto
de releitura em ressoma futura, a fim de antecipar a lucidez consciencial.
2. Depois. O livro conscienciológico pode ainda tornar-se mais útil quando, no escopo
do aprimoramento interassistencial, o autor promove a análise despojada da obra publicada,
a partir da ocorrência de paraposfácio, visando preparar-se para o primeiro autorrevezamento lúcido.
74 Scriptor, Foz do Iguaçu, Ano 1, N. 1, p. 72-78, 2010 Daou, Dulce; Paraposfácio: Tares Autoconscienciográfica
Civilizaciologia. Desde o aparecimento da escrita cuneiforme em tabletes de argila, papiros,
pergaminhos, papéis ecológicos ou telas flexíveis de e-books, a escrita perpassa civilizações, registrando
ideias, transmitindo conhecimentos e promovendo a evolução consciencial. (V. Blasselle; À Pleines
Pages. Histoire du Livre; páginas 14 a 18).
Perenidade. Dentre os feitos humanos ao longo da História, pela própria natureza ideativa
e relativamente duradoura, nos mais diversos formatos, as obras escritas viabilizam o reconhecimento
retrobiográfico e a ativação de recursos parapsíquicos holomnemônicos.
Contingenciamento. Elos grafopensênicos produzem trilha inteligente para o autorreveza
mento consciencial ao longo do ciclo evolutivo. Contudo, a autoconsciência evolutiva exige ações
contumazes diante dos cons recuperados, das verpons apreendidas e das supostas interprisões estabe
lecidas pelo emprego equivocado de pseudoverdades.
Chancela. O paraposfácio aumenta a autoconfiança e modifica o posicionamento existencial
do autor, aproximando-o da paraprocedência, ao chancelar interrelações holobiográficas e confir
mar a inteligência do maximecanismo multidimensional, mesmo em condições autorais incipientes.
Interassistencialidade. O paraposfácio é coadjutor relevante na qualificação das gescons
ulteriores, promovendo subsídios factuais para o autorrevezamento autoral lúcido. Mobilizar-se
para esta condição homeostática, em tese, depende apenas da autodeterminação do intermissivista
centrado na Cosmoética interassistencial.
Referências:
Bibliografia Específica:
01. Alegretti, Wagner; Retrocognições: Lembranças de Vivências Passadas; pref. Waldo Viei-
ra; revisores Ana Luiza Rezende; et al; 304 p.; 23 caps.; 46 enus.; 1 formulário; 4 fotos; 1 ilus.; 1 tab.;
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e Conscienciologia (IIPC); Rio de Janeiro, RJ; 1998.
02. Almeida, Julio; Qualificações da Consciência; pref. Waldo Vieira; 250 p.; 14 caps.; endereços; 193
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03. Blasselle, Bruno; À Pleines Pages. Histoire du Livre; Vol. I; 160 p.; 5 caps.; 81 ilus.; 25 refs.; ono.;
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04. Daou, Dulce; Autoconsciência e Multidimensionalidade; pref. Tania Guimarães; revisores Ana Flávia
Magalhães Pinto; et al; 282 p.; 33 caps.; biografias; citações; endereços; estatísticas; 92 enus; microbiografias;
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05. Vieira, Waldo; 200 Teáticas da Conscienciologia; 260 p.; 200 caps.; 13 refs.; alf.; 21 x 14 cm; br.;
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06. Idem; 700 Experimentos da Conscienciologia; 1.058 p.; 700 caps.; 147 abrevs.; 600 enus.;
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Internacional de Projeciologia; Rio de Janeiro, RJ; 1994.
07. Idem; Enciclopédia da Conscienciologia Eletrônica; CD-ROM 1.000 verbetes; 3.792 p.; 178
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(COMUNICONS) & Associação Internacional do Centro de Altos Estudos da Conscienciologia (CEAEC); Foz
do Iguaçu, PR; 2008.
Daou, Dulce; Paraposfácio: Tares Autoconscienciográfica Scriptor, Foz do Iguaçu, Ano 1, N. 1, p. 72-78, 2010 75
08. Idem; Homo sapiens pacificus; 1.584 p.; 413 caps.; 403 abrevs.; 434 enus.; 37 ilus.;
7 índices; 240 sinopses; glos. 241 termos; 9.625 refs.; alf.; geo.; ono; 29 x 21,5 x 7 cm; enc.; Associação Inter-
nacional do Centro de Altos Estudos da Conscienciologia (CEAEC) & Associação Internacional Editares; Foz do
Iguaçu, PR; 2007.
09. Idem; Homo sapiens reurbanisatus; 1.584 p.; 479 caps.; 139 abrevs.; 40 ilus.; 7 índices; 102 sinop
ses; glos. 241 termos; 7.655 refs.; alf.; geo.; ono.; 27 x 21 x 7 cm; enc.; 3a Ed. Gratuita; Associação Internacional
do Centro de Altos Estudos da Conscienciologia (CEAEC); Foz do Iguaçu, PR; 2004.
10. Idem; Manual da Redação da Conscienciologia; 276 p.; 152 abrevs.; 274 estrangeirismos; gloss.
300 termos; 28 x 21 cm; 2a Ed. revisada; Associação Internacional do Centro de Altos Estudos da Conscienciologia
(CEAEC); Foz do Iguaçu, PR; 2002.
11. Idem; Projeciologia: Panorama das Experiências da Consciência Fora do Corpo Humano; 1.248
p.; 525 caps.; 150 abrevs.; 43 ilus.; 5 índices; 1 sinopse; glos. 300 termos; 2.041 refs.; alf.; geo.; ono.; 27 x 21
x 7 cm; enc.; 5a Ed.; Instituto Internacional de Projeciologia e Conscienciologia (IIPC); Rio de Janeiro, RJ; 2002.
Bibliografia consultada:
Autoconsciencialidade
01. Adversário Ideológico (Conviviologia); Enciclopédia da Conscienciologia; página 159.
02. Autocoerência Cosmoética Multidimensional; Homo sapiens pacificus; página 983.
03. Autocognição (Autocogniciologia); Enciclopédia da Conscienciologia; página 648.
04. Autoconsciencialidade; 200 Teáticas da Conscienciologia; página 38.
05. Cons; 200 Teáticas da Conscienciologia; página 60.
06. Desassediologia (Consciencioterapia); Enciclopédia da Conscienciologia; página 1523.
07. Egocentrismo compulsório (Egologia); Enciclopédia da Conscienciologia; página 1651.
08. Extraconscienciologia (Experimentologia); Enciclopédia da Conscienciologia; página 1841.
09. Gratidão (Holomaturologia); Enciclopédia da Conscienciologia; página 1989.
10. Hipótese do Esgotamento Eletronótico (Evoluciologia); Enciclopédia da Conscienciologia; página
2052.
11. Hermenêutica da Evoluciologia (Evoluciologia); Enciclopédia da Conscienciologia; página 2012.
12. Holanálise da Conscin; Homo sapiens pacificus; página 155.
13. Holofilosofia (Holomaturologia); Enciclopédia da Conscienciologia; página 2059.
14. Interassistencialidade (Assistenciologia); Enciclopédia da Conscienciologia; página 2256.
15. Intraconscienciologia (Mentalsomatologia); Enciclopédia da Conscienciologia; página 2308.
16. Nível de Lucidez (Autolucidologia); Enciclopédia da Conscienciologia; p. 2693.
17. Para-História; Homo sapiens pacificus; página 203.
18. Potencialização Evolutiva (Evoluciologia); Enciclopédia da Conscienciologia; página 2988.
19. Princípio da Descrença (Mentalsomatologia); Enciclopédia da Conscienciologia; página 3067.
20. Recexologia; 200 Teáticas da Conscienciologia; página186.
21. Técnica da Recuperação dos seus Cons; 700 Experimentos da Conscienciologia; página 510.
22. Trafarismo (Trafar); 200 Teáticas da Conscienciologia; página 211.
23. Traforismo (Trafor); 200 Teáticas da Conscienciologia; página 212.
76 Scriptor, Foz do Iguaçu, Ano 1, N. 1, p. 72-78, 2010 Daou, Dulce; Paraposfácio: Tares Autoconscienciográfica
Escrita conscienciológica
24. Assinatura Pensênica (Pensenologia); Enciclopédia da Conscienciologia; página 520.
25. Autocompromisso Multidimensional (Multidimensionologia); Enciclopédia da Conscienciologia;
página 660.
26. Autorado (Mentalsomatologia); Enciclopédia da Conscienciologia; página 860.
27. Características Básicas dos Holopensenes; 700 Experimentos Conscienciologia; página 397.
28. Consciência Gráfica (Comunicologia); Enciclopédia da Conscienciologia; página 1294.
29. Conscienciografia (Comunicologia); Enciclopédia da Conscienciologia; página 1321.
30. Conteúdo e Forma (Confor); 200 Teáticas da Conscienciologia; página 70.
31. Estigma Autobiográfico (Psicossomática); Enciclopédia da Conscienciologia; página 1770.
32. Holopensene; 200 Teáticas da Conscienciologia; página 116.
33. Informação Esclarecedora (Parapedagogia); Enciclopédia da Conscienciologia; página 2179.
34. Inspiração (Heuristicologia); Enciclopédia da Conscienciologia; página 2203.
35. Parautobiografia (Paragenética); Enciclopédia da Conscienciologia; página 2865.
36. Prioridade da Escrita (Comunicologia); Enciclopédia da Conscienciologia; página 3087.
37. Rastro Textual (Grafopensenologia); Enciclopédia da Conscienciologia; página 3191.
38. Tarefa do Esclarecimento; 200 Teáticas da Conscienciologia; página 206.
39. Tares Expositiva (Interassistenciologia); Enciclopédia da Conscienciologia; página 3501.
40. Verpon (Experimentologia); Enciclopédia da Conscienciologia; página 3733.
41. Verpon Motivadora (Mentalsomatologia); Enciclopédia da Conscienciologia; página 3740.
Intermissão
42. Ciclo Multiexistencial; 200 Teáticas da Conscienciologia; página 63.
43. Curso Intermissivo (Intermissiologia); Enciclopédia da Conscienciologia; página 1459.
44. Paraprocedência (Extrafisicologia); Enciclopédia da Conscienciologia; página 2841.
45. Teoria dos Cursos Intermissivos; Projeciologia: Panorama das Experiências da Consciência Fora do
Corpo Humano; página 819.
46. Vivências do seu Curso Intermissivo; 700 Experimentos Conscienciologia; página 604.
Parapercepciologia
47. Agente Retrocognitor (Mnemossomática); Enciclopédia da Conscienciologia; página 198.
48. Amparador Extrafísico; 700 Experimentos da Conscienciologia; página 43.
49. Amparo Extrafísico (Assistenciologia); Enciclopédia da Conscienciologia; página 267.
50. Autorretrocognição (Mnemossomática); Enciclopédia da Conscienciologia; página 880.
51. Conexão Interdimensional (Conexologia); Enciclopédia da Conscienciologia; página 1243.
52. Extrapolacionismo (Evoluciologia); Enciclopédia da Conscienciologia; página 1850.
53. Multidimensionalidade Consciencial (Parapercepciologia); Enciclopédia da Conscienciologia; página
2649.
54. Parapercepciologia; Homo sapiens reurbanisatus; página 219.
55. Parapsiquismo Intelectual (Parapercepciologia); Enciclopédia da Conscienciologia; página 2853.
56. Solução Parapsíquica (Parapercepciologia); Enciclopédia da Conscienciologia; página 3446.
57. Teste das suas relações com os amparadores; 700 Experimentos Conscienciologia; página 676.
Daou, Dulce; Paraposfácio: Tares Autoconscienciográfica Scriptor, Foz do Iguaçu, Ano 1, N. 1, p. 72-78, 2010 77
Proexologia
58. Alavancagem da Proéxis (Proexologia); Enciclopédia da Conscienciologia; página 207.
59. Autocomprometimento (Proexologia); Enciclopédia da Conscienciologia; página 656.
60. Gestação Consciencial; 200 Teáticas da Conscienciologia; página 110.
61. Gescon (Proexologia); Enciclopédia da Conscienciologia; página 1978.
62. Programação Existencial (Proéxis); 200 Teáticas da Conscienciologia; página 173.
63. Vivência da Programação Existencial; 700 Experimentos da Conscienciologia; página 609.
Serialidade
64. Autorrevezamento Consciencial; 200 Teáticas da Conscienciologia; página 43.
65. Autorrevezamentos Conscienciais; Homo sapiens reurbanisatus; páginas 987 e 988.
66. Ciclo Multiexistencial Pessoal (Seriexologia); Enciclopédia da Conscienciologia; página 1102.
67. Conscin Eletronótica (Intrafisicologia); Enciclopédia da Conscienciologia; página 1346.
68. Continuísmo Consciencial (Evoluciologia); Enciclopédia da Conscienciologia; página 1391.
69. Forma Holopensênica Pessoal; Homo sapiens reurbanisatus; página 215.
70. Registro Eterno (Experimentologia); Enciclopédia da Conscienciologia; página 3274.
71. Serialidade Evolutiva (Seriéxis); 200 Teáticas da Conscienciologia; página 195.
72. Taxologia das Megagestações (Autoproexologia); Enciclopédia da Conscienciologia; página 3529.
78 Scriptor, Foz do Iguaçu, Ano 1, N. 1, p. 72-78, 2010 Daou, Dulce; Paraposfácio: Tares Autoconscienciográfica
Relatos
Importância da Autobiografia Autorais
Jean-Pierre Bastiou
1. O Colar
As contas estão esparramadas no tabuleiro à sua frente. De diversas cores, origens e tama
nhos, você as trouxe de precedentes episódios existenciais e cada uma delas liga a sua pessoa
a um passado recente ou distante. Pretende com elas formar um colar para oferecer a alguém com
quem tenha especial afinidade.
Num primeiro ato precisa selecionar cuidadosamente as contas, descartar as desgasta
das pelo tempo, fazendo com que aquelas da sua escolha combinem entre si, em tamanho,
cor e proveniência e, isso feito, enfileirá-las num sólido cordão com fecho que lhes dê acabamento
e unidade de colar... Ah, ia me esquecendo, falando em fecho e acabamento, não esquecer que
a última conta do colar deve lembrar a primeira!
Sei, por experiência, que a redação de uma autobiografia se assemelha em muito à descri-
ção que acabei de fazer. Num primeiro momento, as lembranças ocorrem de forma desordenada,
igual às contas esparramadas no tabuleiro. Precisa selecioná-las e ordená-las cronologicamente,
conservando aquelas mais significativas e em harmonia com o tema e objetivo do livro.
São tantas as contas esparramadas no tabuleiro da memória, assim como tantas são as
palavras dentre as quais se tem que escolher, para melhor comunicar escrevendo, rejeitando
as definições envilecidas pelo uso de uma linguagem vulgar, a exemplo das contas desgastadas pelo
tempo utilizando em substituição neologismos da Conscienciologia.
Importante é pensar bem, antes da escolha mais acertada, como é também importante
usar sinônimos, assim que for necessário, para evitar que o colar da narração se torne monótono,
pesado, embora correto no fundo, mas sem o brilho da vida, capaz de transmitir a intensidade
e o significado profundo de vivências passadas.
Exercício de estilo, talvez, mas o leitor ou a leitora merece que se esmere em oferecer-lhe
a melhor redação possível sem, entretanto, deformar a dimensão real de trafores e trafares. Sem
ceder ao nosso ego que instiga em enfatizar os primeiros e amenizar os segundos.
O pior erro de quem escreve uma autobiografia não seria enganar o leitor, mas mentir
a si mesmo (conservando a linguagem alegórica inicial, seria o mesmo como oferecer um colar
de coloridas contas de vidro fazendo-as passar por cristal). Automentira que impossibilitaria um
lúcido e persistente programa de dinamização dos trafores para dominar os trafares.
Isto realizado, só resta unir todas as contas-capítulos num colar-mnemônico que lhes dê
coerência e cujo fecho-conclusão evidencie a atual evolução consciencial, em relação ao passado,
e o quanto se tem ainda que evoluir, planificando os passos que restam a dar (proéxis) para atingir
o almejado compléxis, implicando em continuísmo existencial.
Bastiou, Jean-Pierre; Importância da Autobiografia Scriptor, Foz do Iguaçu, Ano 1, N. 1, p. 79-80, 2010 79
2. Minha Experiência
3. Apelo
Se você, lendo essas linhas, for professor ou professora, saiba que a sua esperada auto
biografia irá criar, em seus cursos, um fraterno rapport entre você e aqueles e aquelas que superaram
ou procuram superar desafios existenciais semelhantes aos que você já superou. Sentirá que ao
escrever seu livro teve que empreender, também, uma exigente autanálise em termos conscien
ciológicos, permitindo-lhe reforçar trafores e enfraquecer trafares, da mesma forma que os leitores
se esforçam em fazer.
Perceber-se-á disto e será mais atento e atenta às suas palavras porque você viveu e vive
o que ensina.
Jean-Pierre Bastiou é graduado em Cultura Física na França e Yoga na índia. Pioneiro do Yoga no
Brasil e um dos fundadores da Associação Brasileira de Professores de Yoga. Palestrante e confe
rencista internacional, também é tradutor de livros. Autor do livro Globe-trotter da Consciência:
Do Yoga à Conscienciologia, dentre outros livros. Pesquisador da Conscienciologia desde 1995.
Voluntário da IAC.
E-mail: [Link]@[Link]
80 Scriptor, Foz do Iguaçu, Ano 1, N. 1, p. 79-80, 2010 Bastiou, Jean-Pierre; Importância da Autobiografia
A Escrita Grafada é Para Sempre
Dalva Morem
Gostaria mais uma vez de incentivar os meus amigos candidatos a escrever livros, a não se
assustarem com a ideia e sim que mantenham a calma, e procurem fazer as pesquisas necessárias
ao encontrarem o tema sobre o qual desejam escrever. Essa tarefa fica mais fácil quando o alvo
já é bem conhecido. Não faltam temas, haja vista os vários volumes das bibliotecas existentes no
mundo inteiro. O melhor é pesquisar nos sebos da cidade, em livrarias e em bibliotecas.
A escrita de livro técnico, autobiográfico ou qualquer outro gênero, vai deixar impressa energia
consciencial que será percebida ou reconhecida muito tempo após escrito. Permanece para sempre.
Em relação à autevolução, no meu caso, o principal foi querer realmente escrever o livro.
Diante da vontade determinada, nada poderá abalar essa decisão. Quem quer, busca. Nesta busca,
por que não manter o senso crítico de assumir algo anteriormente planejado e esquecido durante
essa vida intrafísica? Não vale a pena deixar o inesperado trazer luz, insight para o despertamento
e início do trabalho da escrita?
Nada acontece por acaso e tudo tem relevância para ser somado aos valores já adquiridos
em outras vidas. Se somos a melhor versão do que já fomos, é fácil raciocinar que também temos
muito mais do que precisamos para escrever 1 livro. Se dispomos de bagagem literária, temos algo
racional de um trabalho anterior a essa vida, seja qual profissão for, de médico, artista, vendedor,
mecânico, engenheiro, entre outras. Se trazemos para essa vida intrafísica o que já possuímos, também
levaremos para as próximas o que adquirirmos nesta. Nossas ações, boas ou não tão boas, somadas,
darão algum esclarecimento para serem aplicados em outros tempos vindouros. Por que esperar?
Sempre é tempo de voltar e recomeçar agora a colocar no papel as vivências e os conhecimentos
de hoje.
Provavelmente, as pessoas que desejavam esclarecer a humanidade através dos escritos, bem
antes de nós existirmos, enfrentaram dificuldades maiores. Em nosso tempo de faculdades, tecno
logias e computadores – os melhores instrumentos físicos para acelerar qualquer tipo de escrita ou
qualquer outro trabalho intelectual – fica muito mais fácil escrever. Para chegarmos onde estamos,
muitos tipos de livros foram escritos, das cartilhas para aprendermos o bê-a-bá até chegarmos
aos livros que nos ajudam a realizarmos as carreiras desejadas. Outros nos ensinam a assistir às
consciências, ajudando-as a se autoconhecerem. Por exemplo, outros casos iguais ao meu, de pessoas
ao tomarem conhecimento da Conscienciologia, falada e escrita, mudaram o ritmo de suas vidas.
Portanto, vale a pena escrever para esclarecer. Só se sabe realmente o valor de um livro,
após ver e sentir o retorno da assistência realizada pelo próprio.
Dalva Morem é profissional na área administrativa, onde dedicou parte de sua vida. Prestou assis
tência aos pacientes no Hospital do Câncer durante 13 anos. Autora do livro Sempre é Tempo,
publicado aos 75 anos de idade, atualmente dedica-se à leitura e à escrita, qualificações desenvolvi
das a partir da terceira idade. Pesquisadora da Conscienciologia desde 1996. Voluntária do IIPC.
E-mail: [Link]@[Link]
Morem, Dalva; A Escrita Grafada é para Sempre Scriptor, Foz do Iguaçu, Ano 1, N. 1, p. 81-81, 2010 81
Enfrentando o Desafio de Escrever
Silda Dries
Há muito tempo, ao ser transferida de setor e deparar-me com a tarefa de redigir sínte-
ses de processos para cabeçalhos de protocolo, correspondência interna e externa da instituição
onde trabalhava, quase entrei em pânico por me julgar incapaz de dar conta do serviço. Já estava
a ponto de abrir mão da promoção, quando ouvi de meu superior um dos mais preciosos conselhos
recebidos até hoje: “O treino é o caminho mais seguro para uma redação clara e objetiva. Escreva
e reescreva um texto até ficar satisfeita com o resultado”.
Hoje, depois de tantos anos, o incentivo recebido quando enfrentava os primeiros desafios
da vida profissional continua a ter o seu valor.
Na época, decidi firmar comigo mesma o compromisso de escrever um texto de, pelo
menos, vinte linhas todos os dias.
O teor do texto não importava muito. Podia ser minha opinião sobre qualquer assunto em
voga ou uma pequena crônica a respeito de alguma notícia publicada na mídia.
Enfrentei a tarefa com seriedade, afinal não podia desistir de mim mesma.
Escrevia diariamente, no entanto, era raro ficar satisfeita com o resultado. Contudo, ao reler
o texto no dia seguinte, outras ideias, para melhorá-lo, surgiam com clareza e as frases pareciam
ajustar-se perfeitamente umas às outras. E assim, descobri que, embora ficando satisfeita com
o resultado de algum texto, ele sempre pode ser enriquecido.
Com a despretensiosa técnica, pude enfim, desempenhar minhas tarefas satisfatoriamente.
Encerrada a etapa da carreira profissional e dedicada a outras atividades, jamais pensei em
escrever um livro, mas... Foi quando conheci a Projeciologia e a Conscienciologia.
A busca para a comprovação da existência do holossoma, a descrição das repercussões físi
cas da constante mobilização das energias, e, mais tarde, os relatos das vivências de projeções de
consciência, constituíram-se em novos desafios a serem superados, pois a prática mostrou-me que
a memória não era a forma mais confiável de guardar informações que, futuramente, poderiam
enriquecer minha autopesquisa.
Escrever a respeito das novas experiências exigiu outro estilo de comunicação. Era necessário
usar vocabulário adequado aos fenômenos. Os relatos das experiências pessoais exigiam que me
colocasse, muito mais, na posição de um observador descrevendo os fatos desapaixonadamente
do que de protagonista dos eventos e, neste item, desafio ainda maior revelou-se: superar o emo
cionalismo e o deslumbramento de vivenciar eventos totalmente inesperados, além de buscar
formas de exprimir sentimentos desconhecidos até então.
Ao registrar as primeiras vivências, a falta de organização das ideias tornava os relatos con-
fusos e muito prolixos, porém com o treino e a identificação adequada da linguagem, os relatos
82 Scriptor, Foz do Iguaçu, Ano 1, N. 1, p. 82-83, 2010 Dries, Silda; Enfrentando o Desafio de Escrever
tornaram-se mais claros e concisos, respeitando as regras da Projeciografia – especialidade da
Conscienciologia que fornece à Projeciologia o material histórico, técnico e estatístico.
O conjunto de descrições minuciosas das projeções conscientes compõe o diário do(a)
projetor(a) consciente.
A principal exigência para que o diário do projetor consciente torne-se uma ferramenta
de comparação analítica entre as projeções é que o registro seja feito o mais rapidamente possível
após o evento.
Costumo fazer o registro imediatamente no gravador e, com frequência, me surpreendo
ao ouvir minha própria voz relatando detalhes completamente esquecidos devido à fugacidade
das lembranças extrafísicas.
Escrever e reler alguns tipos de vivências proporciona dupla motivação para insistir na apli
cação de técnicas que catalisam o desenvolvimento das projeções. Ainda não encontrei método
melhor para reviver eventos inesperados e marcantes que extrapolam minha realidade física de
pré-serenona comum.
Escrever, registrar e resgatar os mínimos detalhes das vivências, mantém ativa a vontade
de aumentar o poder de vislumbrar outras dimensões, ampliando múltiplos aprendizados sobre
o real sentido da vida humana.
Dries, Silda; Enfrentando o Desafio de Escrever Scriptor, Foz do Iguaçu, Ano 1, N. 1, p. 82-83, 2010 83
ONDE CONSEGUIR ORIENTAÇÕES SOBRE ESCRITA NA CCCI
Escrita de
Journal of Conscientiology IAC
Artigos Científicos
Revista Conscienciologia Aplicada ARACê
Escrita de Verbetes
Verbetografia
da Enciclopédia da CEAEC
Oficinas do Holociclo
Conscienciologia
Debate sobre
Debates Dominicais CEAEC
Temas de Pesquisa
Akamac Etexts. Foco em textos de História Social e Econômica. Disponibiliza acessos indexados
para seleção pelo autor.
[Link]
[Link]
Alex Catalogue of Electronic Texts. Acesso para textos filosóficos em formato de fácil leitura.
[Link]
Biblioteca Virtual em Saúde. Fontes de Literatura Científica e Técnica. Oferece acesso direto
a outras redes: SciElo, ScienTI, CVSP.
[Link]
Europeana. Financiada pela Comissão Europeia e estados membros da União, é fonte de 4,6 milhões
de ítens digitais, entre imagens, livros, jornais, cartas, diários e documentos.
[Link]
Google Acadêmico. Todos os recursos de busca avançada do Google operando com fontes especia
lizadas de forma abrangente: teses, livros, resumos e artigos de editoras, bibliotecas, universidades
e outras entidades acadêmicas.
[Link]/scholar
Project Gutenberg. Aproximadamente 30.000 livros grátis e livres no Catálogo on-line do Project
Gutenberg. Alguns estão em Português.
[Link]
Veja. Todas as edições de 40 anos de existência da revista poderão ser consultadas na íntegra, em
formato digital.
[Link]
Publicação: 2005
Edição em português: 2007
Editora Record; brochura; 16 x 23 cm; 644 páginas.
ISBN: 8501075876
Publicação: 2004
Editora Bertrand Brasil; brochura; 16 x 23 cm; 544 páginas.
ISBN: 8528610756
Sinopse: Agassiz Almeida, professor e ex-deputado federal, analisa a história brasileira a partir da
relação controversa elites-intelectuais. O autor ressalta a herança ideológica elitista da coloniza-
ção portuguesa, a omissão dos literatos brasileiros na política e a subestimação do talento do povo
brasileiro.
Publicação: 2006
Edição em português: 2007
Editora Bertrand Brasil; brochura; 14 x 21 cm; 208 páginas
ISBN: 9788528613025
Sinopse: Edgar Morin, filósofo e sociólogo, filho de família judia, expõe as contradições em
torno da noção de judaísmo na modernidade, tendo como pano de fundo os conflitos de 1948,
quando a Palestina foi dividida em estado árabe e judeu, originando os conflitos ainda existentes
nos dias atuais.
Publicação: 2005
Edição em português: 2008
Editora Record; brochura; 14 x 21 cm; 206 páginas
ISBN: 9788501077585
Sinopse: Claude Ribbe, filósofo, historiador, defensor da memória dos escravos, relata as
atrocidades cometidas por Napoleão Bonaparte, as quais serviram de inspiração para Hitler.
O autor expõe o racismo imperial, através da defesa dos brancos, da comparação dos judeus
pragas e da perseguição de negros.
Publicação: 2002
Edição em português: 2009
Contraponto Editora; brochura; 14 x 21 cm; 424 páginas
ISBN: 9788578660161
Sinopse: Victor Klemperer, filólogo, analisa a lavagem cerebral nazista feita pela manipulação da
linguagem. Durante 12 anos, Klemperer, judeu alemão casado com ariana, sobreviveu intelec
tualmente registrando observações lingüísticas da vida cotidiana.
Exemplarismo de Antifé
Publicação: 2004
Edição em português: 2009
Editora Companhia das Letras; brochura; 14 x 21 cm; 388 páginas
ISBN: 9788535914955
Sinopse: Sam Harris, filósofo e doutor em neurociência, filho de judia e quaker, combate a ir
racionalidade da fé, a partir de fatos indefensáveis, mostra a violência causada pelas religiões
e apresenta como solução o autoconhecimento no mundo pós-religioso.
Índice Página
01. Criatividade 89
02. Escrita 89
03. Evitações 90
04. Fórmulas 91
05. Leitura 91
06. Livro 91
07. Palavra 92
08. Pesquisa 92
09. Rotina Autoral 93
10. Taxologia 94
11. Técnicas 94
12. Trafores Autorais 94
13. Verpon 95
01. CRIATIVIDADE
Acrobacia Mentalsomática (Heuristicologia; Neutro)
Aplicação da Neoideia (Heuristicologia; Neutro)
Autocriatividade (Verponologia; Neutro)
Central Extrafísica da Verdade (Cosmovisiologia; Homeostático)
Corredor Heurístico (Experimentologia; Homeostático)
Eclosão Criativa (Heuristicologia; Homeostático)
Holopensene Criativo (Heuristicologia; Homeostático)
Holopensene Saturado (Holopensenologia; Neutro)
Ideia Original (Mentalsomatologia; Neutro)
Ideia Sutil (Heuristicologia; Neutro)
Inspiração (Heuristicologia; Neutro)
Intrarticulação Heurística (Holomaturologia; Homeostático)
Lateropensene (Lateropensenologia; Neutro)
Nicho da Neoideia (Verponologia; Neutro)
Parângulo (Heuristicologia; Homeostático)
02. ESCRITA
Ciclo Enumerativo (Enumerologia; Neutro)
Citaciologia (Comunicologia; Neutro)
Conformática (Comunicologia; Neutro)
Confutaciologia (Contradiciologia; Neutro)
05. LEITURA
Aperitivo Intelectual (Mentalsomatologia; Neutro)
Bibliofilia (Mentalsomatologia; Homeostático)
Bibliologia (Mentalsomatologia; Homeostático)
Bibliotáfio (Mentalsomatologia; Neutro)
Holotecologia; (Comunicologia; Homeostático)
Interpretação Seletiva (Hermeneuticologia; Neutro)
Leitura (Leiturologia; Neutro)
Leitura Correta (Cosmovisiologia; Homeostático)
Nutrição Informacional (Mentalsomatologia; Neutro)
Omnileitura (Omnileiturologia; Neutro)
Reserva de Leitura (Autocogniciologia; Neutro)
Tradução Parapsíquica (Parapercepciologia; Neutro)
06. LIVRO
Autorado (Mentalsomatologia; Neutro)
Colheita Intermissiva (Evoluciologia; Homeostático)
Conscienciografia (Comunicologia; Neutro)
Díptico Evolutivo (Duplologia; Neutro)
Divulgação Científica (Comunicologia; Neutro)
Edição Gratuita (Comunicologia; Homeostático)
Escala dos Autores Mentaissomáticos (Mentalsomatologia; Homeostático)
Exegese Conscienciológica (Comunicologia; Neutro)
Ferramenta de Comunicação (Comunicologia; Neutro)
Gescon (Proexologia; Homeostático)
Informação Esclarecedora (Parapedagogia; Homeostático)
Informação Pró-Evolutiva (Evoluciologia; Homeostático)
Interassistencialidade (Assistenciologia; Homeostático)
Mutualidade da Comunicação (Comunicologia; Neutro)
07. PALAVRA
Antônimo (Comunicologia; Neutro)
Antonimologia (Comunicologia; Neutro)
Cognato (Comunicologia; Neutro)
Conceito (Mentalsomatologia; Neutro)
Diferença Semântica (Comunicologia; Neutro)
Expressão Intercambiável (Comunicologia; Neutro)
Matematização do Conceito (Comunicologia; Neutro)
Orismologia (Comunicologia; Neutro)
Palavra (Comunicologia; Neutro)
Palavra-Chave (Comunicologia; Neutro)
Prole Mentalsomática (Cogniciologia; Homeostático)
Realidade Oximorônica (Oximorologia; Neutro)
Resgate de Expressão (Conformática; Neutro)
Sinônimo (Comunicologia; Neutro)
Sinonimologia (Comunicologia; Neutro)
Variação Vernacular (Conformática; Neutro)
08. PESQUISA
Abordagem da Antessala (Autexperimentologia; Neutro)
Acumulabilidade (Experimentologia; Neutro)
Afinidade Cognitiva (Autocogniciologia; Homeostático)
Análise (Autodiscernimentologia; Neutro)
Antagonismo Pesquisa / Leitura (Antipesquisologia; Neutro)
Aprofundamento da Pesquisa (Experimentologia; Neutro)
Ato Mentalsomático (Mentalsomatologia; Neutro)
Autochecagem Indispensável (Autexperimentologia; Homeostático)
Autopesquisologia (Experimentologia; Homeostático)
Avanço Mentalsomático (Mentalsomatologia; Homeostático)
Balão de Ensaio (Experimentologia; Neutro)
Banco de Dados (Mentalsomatologia; Neutro)
Barreira Teórica (Autopesquisologia; Neutro)
Base da Conscienciologia (Conscienciometrologia; Neutro)
10. TAXOLOGIA
Taxologia (Experimentologia; Neutro)
Taxologia das Análises (Experimentologia; Neutro)
Taxologia das Sínteses (Experimentologia; Neutro)
Taxologia do Conhecimento (Mentalsomatologia; Neutro)
Taxologia dos Analogismos (Intrafisicologia; Neutro)
11. TÉCNICAS
Técnica Conscienciológica Curiosa (Autopesquisologia; Neutro)
Técnica da Circularidade (Experimentologia; Neutro)
Técnica da Exaustividade (Experimentologia; Neutro)
Técnica da Segunda Redação (Conformática; Neutro)
Técnica do Bloco Tridisciplinar (Parapedagogia; Neutro)
Técnica do Crescendo (Comunicologia; Neutro)
13. VERPON
Megaverpon (Verponologia; Homeostático)
Neoverpon (Heuristicologia; Homeostático)
Neoverponidade (Neoverponologia; Homeostático)
Preço da Verpon (Verponologia; Homeostático)
Transverpon (Transverponologia; Homeostático)
Verdade Prioritária (Verponologia; Homeostático)
Verpon (Experimentologia; Homeostático)
Verpon Motivadora (Mentalsomatologia; Homeostático)
Verponarium (Verponologia; Homeostático)
Verponogenia (Neoverponologia; Homeostático)
Atividades Eventuais:
Curso Energização Grafopensênica (em parceria com o CEAEC). Curso com objetivo de
desenvolver o parapsiquismo mentalsomático, estreitando a conexão paracérebro-cérebro.
Curso Imersão na Escrita. Curso com objetivo de criar ambiente favorável para a expansão
mentalsomática e dinamizar a escrita e o acesso às ideias originais.
Oficinas Temáticas de Escrita. Atividades objetivando a capacitação teórico-prática de escrita
conscienciológica.
Semana da Escrita. Série de atividades conscienciográficas: maratonas, oficinas, workshops,
debates.