OS NOVOS EUROCÓDIGOS ESTRUTURAIS
APEE , LNEC – 26 de Novembro de 2008
ASPECTOS GERAIS DO
EUROCÓDIGO 8
Aplicação em Portugal
E CANSADO CARVALHO
Chairman do CEN/TC250/SC8
Coordenador do GT EC8
ASPECTOS GERAIS DO EUROCÓDIGO 8
Aplicação em Portugal
SUMÁRIO
>Aspectos gerais do Eurocódigo 8
Exigências fundamentais
Definição da acção sísmica
>Desenvolvimento do Anexo Nacional (NP EN1998-1)
Zonamento sísmico
Período de retorno da acção sísmica de projecto
Configuração dos espectros de resposta e efeito dos solos
Edifícios de Betão Armado
>Comparação entre actual regulamentação (RSA e
REBAP) e futura NP EN1998-1
ASPECTOS GERAIS DO EUROCÓDIGO 8
Aplicação em Portugal
EUROCÓDIGO 8 (EN1998)
>Projecto de estruturas sismo-resistente
>Complementar dos restantes Eurocódigos
>6 partes (publicadas pelo CEN 2004/2006):
Parte1: Regras gerais, acções sísmicas e regras para
edifícios (EN1998-1)
Parte 2: Pontes (EN1998-2)
Parte 3: Avaliação e reforço de edifícios (EN1998-3)
Parte
4: Silos, reservatórios e condutas enterradas
(EN1998-4)
Parte
5: Fundações, estruturas de contenção e
aspectos geotécnicos (EN1998-5)
Parte 6: Torres, mastros e chaminés (EN1998-6)
ASPECTOS GERAIS DO EUROCÓDIGO 8
Aplicação em Portugal
EN1998-1
>Inclui 56 parâmetros de Determinação Nacional
(NDPs)
Aspectos gerais e definição da acção sísmica: 11
Modelação, análise e dimensionamento de edifícios: 7
Edifícios de Betão: 11
Edifícios de Aço: 6
Edifícios mistos Aço-Betão: 4
Edifícios de Madeira: 1
Edifícios de Alvenaria: 15
Isolamento de Base: 1
TOTAL 56
ASPECTOS GERAIS DO EUROCÓDIGO 8
Aplicação em Portugal
EN1998-1 - Objectivos
>Proteger as vidas humanas
>Limitar as perdas económicas
>Assegurar a manutenção em
funcionamento das instalações de
protecção civil importantes
ASPECTOS GERAIS DO EUROCÓDIGO 8
Aplicação em Portugal
EN1998-1 - Exigências de desempenho
>EXIGÊNCIA DE NÃO COLAPSO
Acção sísmica de projecto (“design seismic action”)
Definida
nos Anexos Nacionais de cada País (Parâmetros de
Determinação Nacional)
Valor
recomendado para casos correntes: 10% de
probabilidade em 50 anos (período de retorno de 475 anos)
>EXIGÊNCIA DE LIMITAÇÃO DE DANOS
Acção sísmica de serviço
Valor
recomendado para casos correntes: 10% de
probabilidade em 10 anos (período de retorno de 95 anos)
ASPECTOS GERAIS DO EUROCÓDIGO 8
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EN1998-1 – Exigências de desempenho
>Introdução do conceito de Classes de Importância
das construções (coeficiente de importância – γI)
4 Classes de Importância com valores de γI a variar entre 2,1
e 0,6
γI mais elevado – edifícios fundamentais para socorro pós-
sismo (hospitais)
γImais reduzido – edifícios de importância reduzida (edifícios
agrícolas)
Edifícios correntes - γI = 1,0
Conceito semelhante no REBAP (diminuição dos
coeficientes de comportamento)
ASPECTOS GERAIS DO EUROCÓDIGO 8
Aplicação em Portugal
RSA vs NP EN1998-1
Acção sísmica considerada acção variável
Probabilidade de excedência de 5% em 50 anos
Acção sísmica de referência correspondente a um
período de retorno de 975 anos
Acçãoé majorada (coeficiente parcial = 1,5) na
combinação com outras acções
Não é explicitada qualquer verificação sísmica a
efectuar para um “estado limite de serviço”
Diferença conceptual importante entre os dois
documentos
ASPECTOS GERAIS DO EUROCÓDIGO 8
Aplicação em Portugal
EN1998-1 – Zonamento Sísmico
>Definido pelas Autoridades Nacionais (Parâmetro
de Determinação Nacional – Anexo Nacional)
>Estabelecido em termos da aceleração máxima de
projecto de referência agR (compatível com a
definição da acção sísmica)
Divisão do território em zonas sísmicas
NP EN1998-1: Duplo cenário de acção sísmica em
Portugal Continental (sismo afastado e próximo).
Dois zonamentos do território (diferente do RSA)
ASPECTOS GERAIS DO EUROCÓDIGO 8
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NP EN1998-1 – Zonamento Sísmico
>DIVISÃO DO TERRITÓRIO EM ZONAS SÍSMICAS
Critérios de base
1. Zonas com igual variação de intensidade de Housner,SI (ξ)
2,5
SI (ξ) ≡ ∫ S pv (ξ, T ) ⋅ dT [Clough & Penzien 1993]
0,1
2. agR da zona ⇔ quantilho de 95% da distribuição dos
valores de PGA de todos os concelhos da zona
3. Razão de agR entre zonas > 1,5
ASPECTOS GERAIS DO EUROCÓDIGO 8
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NP EN1998-1 – Zonamento Sísmico
Sismicidade afastada (AS Tipo 1)
120
120
interplacas
interplacas
4 zonas
100 4 zonas
100
Intensidade de Housner [cm]
Intensidade de Housner [cm]
80
80
Lisboa
Lisboa
60
60
10 concelhos
40
10 concelhos
Zonas
34 concelhos
zona 1
40
34 concelhos
zona 1
64 concelhos
zona 2
64 concelhos
zona 2
zona 3
zona 3
concelhos
20 1
zona 4
concelhos
20
170
zona 4
170
2
0
0 3
0 50 100 150 200 250 300
0 50 100 150
Concelho 200 250 300
Concelho
4
5
ASPECTOS GERAIS DO EUROCÓDIGO 8
Aplicação em Portugal
NP EN1998-1 – Zonamento Sísmico
Sismicidade próxima (AS Tipo 2)
25
25
intraplaca
intraplaca
3 zonas
3 zonas Lisboa
Lisboa
Intensidade de Housner [cm]
20
Intensidade de Housner [cm]
20
15
15
concelhos
concelhos
zona 1
concelhos
zona 2
10 concelhos
zona541
155
2
10
155
54
zona
Zonas
concelhos
concelhos
zona 3
zona693
69
2.3
5
5
0 50 100 150 200 250 300 2.4
0 50 100 150
Concelho 200 250 300
Concelho
2.5
ASPECTOS GERAIS DO EUROCÓDIGO 8
Aplicação em Portugal
NP EN1998-1 – Zonamento Sísmico
>Aceleração máxima de referência agR (cm/s2)
Zona Sismo Sismo
Sísmica afastado próximo
(AS1) (AS2)
x.1 250 250
x.2 200 200
x.3 150 170
x.4 100 110
x.5 50 80
ASPECTOS GERAIS DO EUROCÓDIGO 8
Aplicação em Portugal
EN1998-1 - Definição Acção Sísmica
>Espectro de Resposta Elástico
Se (T ) = a g ⋅ S ⋅ 1 + ⋅ (η ⋅ β0 − 1)
T
0 ≤ T ≤ TB :
TB
TB ≤ T ≤ TC : Se (T ) = a g ⋅ S ⋅ η ⋅β0
TC
TC ≤ T ≤ TD : Se (T ) = a g ⋅ S ⋅ η ⋅β0 ⋅
T
TC T D
TD ≤ T : S e (T )= ag ⋅ S ⋅ η ⋅β 0 ⋅ 2
T
β0 = 2,5
S, TB, TC e TD: Parâmetros de Determinação Nacional
ASPECTOS GERAIS DO EUROCÓDIGO 8
Aplicação em Portugal
EN1998-1 – Definição Acção Sísmica
>Espectro de Resposta Elástico
SSe/a/ag
e g
2,5Sηη
2,5S
SS
TTB TTC TTD TT
B C D
ASPECTOS GERAIS DO EUROCÓDIGO 8
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NP EN1998-1 – Definição Acção Sísmica
Espectro de Resposta Elástico (Rocha)
Acção sísmica Tipo 1
Zona ag [cm/s2] TB [s] TC [s] TD [s]
1.1 250
1.2 200
0,10 0,60 2,00
1.3 150
(0,15) (0,40) (2,00)
1.4 100
1.5 50
Acção sísmica Tipo 2
Zona ag [cm/s2] TB [s] TC [s] TD [s]
2.3 170
0,10 0,25 2,00
2.4 110
(0,05) (0,25) (1,20)
2.5 80
ASPECTOS GERAIS DO EUROCÓDIGO 8
Aplicação em Portugal
NP EN1998-1 e RSA (majorado)
Comparação dos espectros de resposta
em rocha (2 acções)
800 800
LAGOS FARO
700 700
RS x1.5 Afast. - ZONA A
600 600
EC8 Afast. - ZONA 1 RS x1.5 Afast. - ZONA A
Aceleração [cm/s^2]
Aceleração [cm/s^2]
500 500
RSAx1.5 Próx. - ZONA A EC8 Afast. - ZONA 2
400 EC8 Próx. - ZONA 1 400 RSAx1.5 Próx. - ZONA A
EC8 Próx. - ZONA 1
300 300
200 200
100 100
0 0
0 0.5 1 1.5 2 2.5 3 0 0.5 1 1.5 2 2.5 3
Período [s] Período [s]
Lagos Faro
ASPECTOS GERAIS DO EUROCÓDIGO 8
Aplicação em Portugal
NP EN1998-1 e RSA (majorado)
Comparação dos espectros de resposta
em rocha (2 acções)
800 600
VILA REAL STO ANTÒNIO
SANTARÉM
SINES
700
LISBOA
500
600
EC8 Afast. - ZONA 4
RS x1.5 Afast. - ZONA A
Aceleração [cm/s^2]
400
Aceleração [cm/s^2]
500 RSAx1.5 Próx. - ZONA B
EC8 Afast. - ZONA 3
400 RSAx1.5 Próx. - ZONA A RSAx1.5 Afast. - ZONA B
300
EC8 Próx. - ZONA 1 EC8 Próx. - ZONA 1
300
200
200
100
100
0
0
0 0.5 1 1.5 2 2.5 3
0 0.5 1 1.5 2 2.5 3
Período [s]
Período [s]
V.R.S. António, Santarém
Sines, Lisboa
ASPECTOS GERAIS DO EUROCÓDIGO 8
Aplicação em Portugal
NP EN1998-1 e RSA (majorado)
Comparação dos espectros de resposta em
rocha (2 acções)
400 300
COIMBRA PORTO
BRAGANÇA
EC8 Afast. - ZONA 5 RSAx1.5 Próx. - ZONA D
300
200 EC8 Afast - ZONA 5
Aceleração [cm/s^2]
Aceleração [cm/s^2]
RSAx1.5 Próx. - ZONA C
RSAx1.5 Afast. - ZONA C RSAx1.5 Afast. - ZONA D
200
EC8 Próx. - ZONA 2 EC8 Próx. - ZONA 3
100
100
0 0
0 0.5 1 1.5 2 2.5 3 0 0.5 1 1.5 2 2.5 3
Período [s] Período [s]
Coimbra Porto, Bragança
ASPECTOS GERAIS DO EUROCÓDIGO 8
Aplicação em Portugal
NP EN1998-1 e RSA majorado
Razão entre envolventes dos espectros de
resposta em rocha
3 3
LAGOS FARO
envolvente EC8 / envolvente EC8 /
2 envolvente RSAx1.5 2
envolvente RSAx1.5
1 1
0 0
0 0.5 1 1.5 2 2.5 3 0 0.5 1 1.5 2 2.5 3
Lagos Faro
ASPECTOS GERAIS DO EUROCÓDIGO 8
Aplicação em Portugal
NP EN1998-1 e RSA majorado
Razão entre envolventes dos espectros de
resposta em rocha
3 3
ILA REAL STO ANTÓNIO SANTARÉM
SINES
LISBOA
envolvente EC8 /
2 envolvente EC8 / 2 envolvente RSAx1.5
envolvente RSAx1.5
1
1
0
0
0 0.5 1 1.5 2 2.5 3
0 0.5 1 1.5 2 2.5 3
V.R.S. António, Santarém
Sines, Lisboa
ASPECTOS GERAIS DO EUROCÓDIGO 8
Aplicação em Portugal
NP EN1998-1 e RSA majorado
Razão entre envolventes dos espectros de
resposta em rocha
3 3
COIMBRA PORTO
BRAGANÇA
2 envolvente EC8 / 2 envolvente EC8 /
envolvente RSAx1.5 envolvente RSAx1.5
1 1
0
0
0 0.5 1 1.5 2 2.5 3
0 0.5 1 1.5 2 2.5 3
Coimbra Porto, Bragança
ASPECTOS GERAIS DO EUROCÓDIGO 8
Aplicação em Portugal
EN 1998-1 – Efeito do terreno
5 tipos de condições de terreno
Rocha (terreno Tipo A)
Terrenos rijos (terreno Tipo B)
Solos médios e brandos (terrenos Tipo C e D)
Formações brandas de pequena espessura (5 a
20m) sobre formações rochosas ou quase rochosas
com grande contraste de rigidez (terreno Tipo E).
Classificação dos terrenos não é um Parâmetro de
Determinação Nacional mas
Configuração espectral associada a cada terreno tem
o carácter de Parâmetro de Determinação Nacional
Necessidade de informação específica complementar,
não contraditória para os terrenos nos Açores
ASPECTOS GERAIS DO EUROCÓDIGO 8
Aplicação em Portugal
EN 1998-1 – Efeito do terreno
Espectros de resposta Espectros de resposta
elásticos do Tipo 1 elásticos do Tipo 2
(5% amortecimento) (5% amortecimento)
ASPECTOS GERAIS DO EUROCÓDIGO 8
Aplicação em Portugal
NP EN1998-1 – Efeito do terreno
Espectro Tipo 2 (Sismo
Espectro Tipo 1 (Sismo afastado)
próximo)
Tipo de Zona 4 e 5 Zonas 2 e 3
Zona 1 Zona 2 Zona 3 Zona 1
terreno (100/50 (110/80
(250 cm/s2) (200 cm/s2) (150 cm/s2) (170 cm/s2)
cm/s2) cm/s2)
S TC (s) S TC (s) S TC (s) S TC (s) S TC (s) S TC (s)
0,6 0,6 0,6 0,6
A 1,0 1,0 1,0 1,0 1,0 0,25 1,0 0,25
(0,4) (0,4) (0,4) (0,4)
0,6 0,6 0,6 1,3 0,6
B 1,2 1,2 1,2 1,35 0,25 1,35 0,25
(0,5) (0,5) (0,5) (1,2) (0,5)
1,3 1,4 1,5 1,6 1,6
C 0,6 0,6 0,6 0,6 1,5 0,25 0,25
(1,15) (1,15) (1,15) (1,15) (1,5)
1,4 1,6 1,8 2,0 2,0
D 0,8 0,8 0,8 0,8 1,8 0,3 0,3
(1,35) (1,35) (1,35) (1,35) (1,8)
0,6 1,5 0,6 1,7 0,6 1,8 0,6 1,8
E 1,4 1,6 0,25 0,25
(0,5) (1,4) (0,5) (1,4) (0,5) (1,4) (0,5) (1,6)
( ) valores recomendados da EN1998-1
S dependente da zona sísmica
ASPECTOS GERAIS DO EUROCÓDIGO 8
Aplicação em Portugal
NP EN1998-1 – Efeito do terreno
ASPECTOS GERAIS DO EUROCÓDIGO 8
Aplicação em Portugal
NP EN1998-1 – Efeito do terreno
ASPECTOS GERAIS DO EUROCÓDIGO 8
Aplicação em Portugal
NP EN1998-1 – Efeito do terreno
ASPECTOS GERAIS DO EUROCÓDIGO 8
Aplicação em Portugal
NP EN1998-1 – Efeito do terreno
ASPECTOS GERAIS DO EUROCÓDIGO 8
Aplicação em Portugal
NP EN1998-1 – Efeito do terreno
ASPECTOS GERAIS DO EUROCÓDIGO 8
Aplicação em Portugal
NP EN1998-1 – Efeito do terreno
ASPECTOS GERAIS DO EUROCÓDIGO 8
Aplicação em Portugal
EN1998-1 – Edifícios - Importância da
Concepção Estrutural
Definição de princípios orientadores de
concepção de edifícios
Simplicidade Estrutural
Uniformidade, simetria e redundância da estrutura
Resistência e rigidez nas duas direcções
Resistência e rigidez de torção
Acção de diafragma ao nível dos pisos
Fundação adequada
Conceito de elementos sísmicos primários e
secundários
ASPECTOS GERAIS DO EUROCÓDIGO 8
Aplicação em Portugal
EN1998-1 – Irregularidade em planta
ASPECTOS GERAIS DO EUROCÓDIGO 8
Aplicação em Portugal
EN1998-1 – Irregularidade em altura
ASPECTOS GERAIS DO EUROCÓDIGO 8
Aplicação em Portugal
EN1998-1 – Efeito da regularidade
estrutural nas condições de análise
Coeficiente de
Regularidade Simplificações admitidas
comportamento
Em Em Análise (para a análise
Modelo
planta altura elástica linear linear)
Sim Sim Plano Força lateral Val. de
Sim Não Plano Modal referência
Não Sim Espacial Força lateral Valor reduzido
Não Não Espacial Modal Val. de
referência
Valor reduzido
ASPECTOS GERAIS DO EUROCÓDIGO 8
Aplicação em Portugal
EN1998-1 – Métodos de Análise Não Linear
>Modelação estrutural com valores médios das
propriedades dos materiais
Análise estática não linear (pushover)
Carga lateral
Curva de capacidade
Deslocamento alvo
ASPECTOS GERAIS DO EUROCÓDIGO 8
Aplicação em Portugal
EN1998-1 – Métodos de Análise Não
Linear (cont.)
Análise temporal não linear
Modelação do comportamento com carregamento cíclico
Nomínimo 3 acelerogramas compatíveis com o espectro
de projecto
Avaliação
da resposta em termos de deslocamento
imposto vs capacidade de deformação
Efeito da acção
Valor mais desfavorável se aplicados 3 a 6 acelerogramas
Valor médio se aplicados 7 ou mais acelerogramas
Anexo Nacional limita a 25% o desvio da
resistência global horizontal relativamente ao
cálculo linear de referência
ASPECTOS GERAIS DO EUROCÓDIGO 8
Aplicação em Portugal
EN1998-1 – Novos aspectos para o
projecto de edifícios
Análise de elementos não estruturais
(equipamentos)
Efeito dos preenchimentos de alvenaria
Verificação dos efeitos P-∆ (coeficiente Θ )
“Capacity design” nas fundações
Largura de juntas para evitar choque
Isolamento da base
ASPECTOS GERAIS DO EUROCÓDIGO 8
Aplicação em Portugal
EN1998-1 – Edifícios de Betão Armado
Tipos de Estruturas
a) Porticadas
b) Mistas
c) Paredes dúcteis (acopladas ou não)
d) Paredes de grandes dimensões fracamente
armadas
e) Pêndulo invertido
f) Flexível à torção
Alarga a classificação do REBAP
ASPECTOS GERAIS DO EUROCÓDIGO 8
Aplicação em Portugal
EN1998-1 – Edifícios de Betão Armado
Classes de Ductilidade
DCL – Classe de Ductilidade Baixa
Comportamento essencialmente linear, tendo
em conta as sobre-resistências
DCM – Classe de Ductilidade Média
DCH – Classe de Ductilidade Alta
Comportamento não-linear com capacidade de
dissipação histerética de energia sem ocorrência
de roturas frágeis
O objectivo das Classes DCM e DCH é o de
controlar a resposta sísmica não-linear.
ASPECTOS GERAIS DO EUROCÓDIGO 8
Aplicação em Portugal
EN1998-1 – Edifícios de Betão Armado
Condições para os materiais nos elementos
sísmicos primários
Classe de DC L DC M DC H
Ductilidade
Classe do betão Sem limite ≥ C16/20 ≥ C16/20
Classe do aço (EN B ou C B ou C C
1992-1-1)
Varões Nervurados Nervurados
longitudinais
Sobre-resistência Sem limite Sem limite fyk,0,95 ≤
do aço 1,25 fyk
ASPECTOS GERAIS DO EUROCÓDIGO 8
Aplicação em Portugal
EN1998-1 – Edifícios de Betão Armado
Coeficientes de comportamento (val. básico q0)
Tipo estrutural DCM DCH
Porticado, Misto, Paredes
3,0αu/α1 4,5αu/α1
acopladas
Paredes não acopladas 3,0 4,0αu/α1
Flexível à torção 2,0 3,0
Pêndulo invertido 1,5 2,0
ASPECTOS GERAIS DO EUROCÓDIGO 8
Aplicação em Portugal
EN1998-1 – Edifícios de Betão Armado
Coeficientes de comportamento (cont.)
q = q0 kw ≥ 1,5
kw = (1 + α0) / 3 ≤ 1 (paredes)
α0 = Σhwi / Σlwi (esbelteza predominante)
Em estruturas irregulares reduzir q 20 %
Efeito da redundância e da sobre-
resistência (factor αu/α1)
ASPECTOS GERAIS DO EUROCÓDIGO 8
Aplicação em Portugal
EN1998-1 – Edifícios de Betão Armado
Factor αu/α1 ≤ 1,5
Vb
á uV b d
á 1V b d global plastic
mechanism
1st yielding
anywhere
äto p
Vbd =design base shear
ASPECTOS GERAIS DO EUROCÓDIGO 8
Aplicação em Portugal
EN1998-1 – Edifícios de Betão Armado
Valores por defeito de αu/α1 para edifícios:
Sistemas porticados
• Um só piso: αu/α1 = 1,1
• Vários pisos, um só tramo: αu/α1 = 1,2
• Vários pisos, vários tramos: αu/α1 = 1,3
Sistemas de paredes
• Apenas duas paredes não acopladas: αu/α1 = 1,0
• Outras paredes não acopladas: αu/α1 = 1,1
• Sistemas mistos e paredes acopladas: αu/α1 = 1,2
ASPECTOS GERAIS DO EUROCÓDIGO 8
Aplicação em Portugal
EN1998-1 – Edifícios de Betão Armado
Esforços para dimensionamento
DCL – Classe de Ductilidade Baixa
Dimensionamento de acordo com os
esforços resultantes da análise estrutural
Aplicação genérica do Eurocódigo 2
Semelhante a REBAP para Ductilidade Normal
mas coeficientes de comportamento menores
ASPECTOS GERAIS DO EUROCÓDIGO 8
Aplicação em Portugal
EN1998-1 – Edifícios de Betão Armado
Esforços para dimensionamento
DCM – Classe de Ductilidade Média
“Capacity Design” para Esforço
Transverso em Vigas e Pilares.
Esforço Transverso em Paredes aumentado
50%.
Esforço Transverso em Paredes de Grandes
Dimensões Fracamente Armadas corrigido em
função de q.
Semelhante a REBAP para Ductilidade Melhorada
mas coeficientes de comportamento maiores
ASPECTOS GERAIS DO EUROCÓDIGO 8
Aplicação em Portugal
EN1998-1 – Edifícios de Betão Armado
Esforços para dimensionamento
DCH – Classe de Ductilidade Alta
“Capacity Design” para Esforço Transverso
em Vigas, Pilares, Nós viga-pilar e
Paredes.
Disposições especiais para Paredes
compactas
Não aplicável a Paredes de Grandes
Dimensões Fracamente Armadas.
Não tem equivalente no REBAP