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Tipos e Funções dos Protocolos de Rede

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Tipos e Funções dos Protocolos de Rede

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O QUE SÃO PROTOCOLOS DE REDE?

Protocolos de rede são um conjunto de normas que permitem que qualquer máquina conectada à internet possa se comunicar com outra
também já conectada na rede.

É assim que qualquer usuário consegue enviar e receber mensagens instantâneas, baixar e subir arquivos no seu site e acessar qualquer
tipo de domínio na web.

Imagine que você não precise aprender uma língua estrangeira para se comunicar com pessoas de outros países. E supomos que o
português fosse o único idioma existente, em que todos pudessem interagir e trocar informações sem problemas.

Os protocolos de internet funciona dessa forma, como uma espécie de “língua universal” entre computadores. Independente do
fabricante e do sistema operacional instalado, essa linguagem é interpretada por todas as máquinas igualmente.

Assim, não é necessário usar qualquer tipo de software extra para que um computador possa entender os protocolos de rede. É desse
jeito que ele se comunica com outro computador ligado à rede mundial de computadores sem qualquer problema.

TIPOS DE PROTOCOLOS DE REDE


Os tipos de protocolos de rede são divididos de acordo com a sua natureza do serviço disponibilizado. E também em qual camada de
profundidade estão localizados na rede de internet.

Essas camadas, junto com alguns exemplos de protocolos, são:

 Camada de Aplicação: WWW (navegação web), HTTP, SMPT (emails), FTP (transferência de arquivos) e SSH. Usada pelos
programas para enviar e receber dados de outros programas pela própria internet.
 Camada de Transporte: TCP, UDP e SCTP. Para transporte de arquivos recebidos da camada anterior. Aqui acontece a
organização e a transformação deles em pacotes menores, que serão enviados à rede.
 Camada de Rede: IP (IPv4 e IPv6). Os arquivos empacotados na camada anterior são recebidos e anexados ao IP da máquina que
envia e que recebe os dados. Daqui, são enviados pela internet usando a próxima camada.
 Camada de Estrutura Física: Ethernet e Modem. É a camada que executa o recebimento ou envio de arquivos na web.

Abaixo, estão os tipos de protocolos de internet explicados mais detalhadamente.

1. PROTOCOLO TCP/IP
TCP/IP é o acrônimo de dois protocolos combinados: o TCP (Transmission Control Protocol, que significa Protocolo de Controle de
Transmissão) e IP (Internet Protocol, que significa Protocolo de Internet).

Dentre todos os protocolos de rede, juntos, eles formam a base de envio e recebimento de dados por toda a internet.

O protocolo TCP/IP surgiu em 1969 nos Estados Unidos durante uma série de pesquisas militares da ARPANET.

Ele foi criado para permitir a comunicação entre sistemas de computadores de centros de estudos e organizações militares espalhadas
em vários pontos do planeta.

A ideia era oferecer uma troca rápida de mensagens entre computadores conectados a uma rede inédita. E, nesse meio termo,
identificar as melhores rotas entre dois locais, mas também encontrar rotas alternativas, quando necessárias.

Ou seja, um protocolo que garantisse a conexão mesmo em caso de um cataclisma nuclear.

O protocolo TCP/IP é, na verdade, um conjunto de protocolos que facilitam a comunicação entre duas máquinas conectadas à rede.

2. PROTOCOLO HTTP
HTTP é a sigla para Hypertext Transfer Protocol, que significa Protocolo de Transferência de Hipertexto. Ele é o mais básico e usado
para navegação em sites da internet.

O protocolo HTTP funciona também como uma conexão entre o cliente e o servidor. Neste caso, o cliente é o navegador que você usa
para acessar a internet. E o servidor é aquele em que um site ou domínio está hospedado na rede.

O navegador envia um pedido de acesso a uma página. Essa requisição acontece quando colocamos o endereço de algum site no
campo de buscas no navegador. É assim que se acessa qualquer site na rede.

Enquanto isso, o servidor manda uma resposta de permissão de acesso. Com ela, vêm os arquivos que formam a página que o usuário
que acessar. Além, também, das informações de hipertexto que fazem outras requisições para levar o leitor a outras páginas através de
links.

Se a solicitação vier com algum problema, como o Erro 500, o usuário não consegue acessar o site.

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3. PROTOCOLO HTTPS
HTTPS é a sigla para Hyper Text Transfer Secure, que significa Protocolo de Transferência de Hipertexto Seguro.

O protocolo HTTPS é e funciona de forma exatamente igual ao HTTP. A diferença da letra “S” na sigla é uma camada extra de
proteção, indicando que sites e domínios que possuem esse protocolo são seguros para o usuário acessar.

O protocolo HTTPS é muito usado por sites com sistemas de pagamentos que dependem proteção para assegurar dados, informações
de conta e cartão de créditos dos usuários.

Essa proteção é feita por certificação digital, que cria uma criptografia para impedir que ameaças e ataques na internet tenham acesso
indevido às informações dos usuários.

O HTTPS aparece em um navegador quando o site acessado possui um Certificado SSL instalado. O SSL cria um canal de proteção
entre o cliente e o servidor, adicionando a letra “S” ao HTTP e reforçando uma camada extra de segurança.

4. PROTOCOLO DHCP
DHCP é o acrônimo para Dynamic Host Configuration Protocol, que significa, em português adaptado, Protocolo de Configuração
Dinâmica de Endereços de Rede. Ele permite que os computadores consigam um endereço de IP automaticamente.

Por meio de um servidor, o protocolo DHCP é capaz de obter, sem a necessidade de configuração manual, endereços de IPs para cada
um dos computadores (ou dispositivos móveis) ligados a uma rede de internet.

Uma vez que uma máquina obtém um endereço de IP, ele fica indisponível para uso naquele momento. Quando ela é desligada ou
desconectada da internet, o endereço de IP, antes volta a ficar disponível para ser usado por qualquer nova máquina ligada na conexão.

O protocolo DHCP funciona de três maneiras diferentes. São elas:

Automática. Um IP é definido automaticamente para uma máquina que se conecta na. Neste caso, uma quantidade de IPs é delimitada
para ser usada dentro de uma rede de internet. Qualquer computador que se ligar a ela recebe, automaticamente, um, destes IPs
definidos.

Dinâmica. Como o termo sugere, uma máquina que se conecta à rede de internet recebe um IP dinâmico pelo período em que continuar
conectado. Se a máquina for desligada ou se desconectar da rede, ela perde este IP usado e usa um novo assim que a conexão for
restabelecida.

Manual. O protocolo DHCP define um IP para uma máquina de acordo com o valor de MAC (Medium Access Control) da placa de
rede em que ela está conectada. Este IP é único e estático, sendo que este recurso é usado quando é preciso que um computador tenha
um IP fixo.

5. PROTOCOLO FTP
FTP é a sigla para File Transfer Protocol, que significa Protocolo de Transferência de Arquivos. Ele surgiu antes mesmo do padrão
TCP/IP, que é a base das conexões de internet. E é o modo mais simples de transferir dados entre duas máquinas pela rede.

O protocolo FTP funciona com dois tipos de conexão:

Cliente. É o computador que faz o pedido de conexão com o servidor para pegar algum arquivo ou documento dele.

Servidor. É o computador que recebe o pedido de conexão com o cliente para fornecer um arquivo ou documento dele.
A conexão do cliente com servidor feita pelo cliente na porta 21 do servidor. Essa conexão fica aberta durante toda a sessão para
permitir os comandos necessários, como identificação de contas e senhas.

Na transferência de arquivos, a conexão é ativada pela porta 20 do servidor a alguma porta do cliente previamente estabelecida ou
comunicada pelo próprio servidor.

O FTP é muito útil caso o usuário perca o acesso ao painel de controle do seu site WordPress, por exemplo. Nesta situação, pode usar
uma ferramenta de FTP para ajustar códigos de página, colocar ou apagar arquivos ou resolver qualquer outro problema no seu site.

DICA: conheça quais ferramentas de FTP você pode usar para transferir arquivos pela internet com segurança.

6. PROTOCOLO SFTP
SFTP é a sigla para Simples File Transfer Protocol, que significa Protocolo de Transferência Simples de Arquivos. Ele é,
basicamente, o protocolo FTP com uma camada de proteção a mais aos arquivos transferidos.

O que diferencia o protocolo SFTP do protocolo FTP é que o primeiro utiliza a tecnologia SSH (Secure Shell) para autenticar e
proteger a conexão entre cliente e servidor.

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No protocolo SFTP, a troca de informações não é feita por um canal livre direto, mas por pacotes SSH. Assim, o usuário define a
quantidade de arquivos que quer transferir ao mesmo tempo em que cria um sistema de senhas para reforçar a segurança do processo.

7. PROTOCOLO SSH
SSH é a sigla para Secure Shell que, em português adaptado, significa Bloqueio de Segurança. É um dos protocolos específicos de
segurança de troca de arquivos entre cliente e servidor.

O protocolo SSH funciona a partir de uma chave pública, que verifica e autentica a legitimidade do servidor que o cliente quer acessar
(ou vice-versa). Esse acesso é feito por um login e senha, tornando a conexão entre computadores mais protegida.

Com o SSH, o usuário de internet consegue definir um sistema de proteção para seu site sem comprometer o desempenho dele. Ele
fortifica a segurança do seu projeto ao mesmo tempo em que trabalha na transferência de arquivos de uma maneira confiável e estável.

DICA: Sabia que o SSH é o protocolo que permite a conexão criptografada em uma Hospedagem VPS?

8. PROTOCOLO POP3
POP3 é o acrônimo para Post Office Protocol 3, que significa, excluindo o número, Protocolo de Correios. Ele é usado para mensagens
eletrônicas, ou seja, os populares emails.

O protocolo POP3 funciona como se fosse uma caixa-postal dos Correios. Um servidor de email recebe e armazena diversas
mensagens. Então, o cliente se conecta e se autentica ao servidor da caixa de correio para poder acessar e ler essas mensagens lá
guardadas.

Com isso, as mensagens armazenadas no servidor são transferidas em sequência para a máquina do cliente. No final, a conexão é
terminada e o cliente pode ler suas mensagens até mesmo quando estiver offline. Esta é uma das suas grandes características, inclusive.

9. PROTOCOLO SMTP
SMTP é a sigla para Simple Mail Transfer Protocol, que significa Protocolo de Transferência de Correio Simples. Diferente do POP3,
o protocolo SMTP é voltado para o envio de mensagens eletrônicas (emails).

A mensagem sai da máquina do cliente e, depois de ter um ou mais destinatários determinados, é autenticada e enviada para o servidor.
Lá, os destinatários recebem as mensagens enviadas para o servidor, que são codificadas e recebidas pelo protocolo POP3.

O protocolo SMTP é eficiente por sua simplicidade, mas também é um pouco limitado. Ele se baseia somente em texto. Ou seja, para
envio de arquivos, pastas ou mídias, é preciso extensões que convertem esses arquivos no formato de texto.

10. PROTOCOLO IMAP


IMAP é o acrônimo para Internet Message Access Protocol, que significa Protocolo de Acesso à Mensagem de Internet. Assim como
os dois anteriores, o protocolo IMAP também é voltado para envio e recebimento de emails.

Mas, diferentemente deles, o protocolo IMAP permite que o usuário acesse e gerencie seus arquivos e mensagens diretamente no
próprio servidor. Ou seja, não é preciso esperar que as mensagens enviadas ao servidor cheguem até a máquina do cliente para mexer
nelas.

Essa é uma vantagem bastante útil, pois o usuário não perde tempo e pode adiantar seus trabalhos diretamente pela internet. Em
contrapartida, é preciso estar sempre conectado à rede e o limite de armazenamento

Alguns dos serviços de email mais populares e que usam o protocolo IMAP como base são o Gmail, do Google e o Hotmail, da
Microsoft.

Conclusão
Se você usa a internet diariamente para acessar sites, enviar e baixar arquivos ou mandar e receber emails, com certeza usa ou já usou
alguma vez, mesmo que não perceba, vários ou praticamente todos os protocolos de rede mostrados neste artigo. Sem eles, você não
consegue ir muito longe na web!

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CONHEÇA OS PRINCIPAIS PROTOCOLOS DE REDE E SEUS
USOS!
Para que seja possível uma comunicação entre computadores é necessário que algumas regras sejam estabelecidas. Esse conjunto de
normas e padrões que definem como se dará esse contato é conhecido como protocolos de rede.
Gostaria de saber mais sobre o assunto? Neste artigo explicaremos o que são os protocolos de rede e abordaremos mais a fundo os seus
principais tipos. Continue a leitura e confira!

O QUE SÃO PROTOCOLOS DE REDE?


Protocolos de rede são os conjuntos de normas que permitem que duas ou mais máquinas conectadas à internet se comuniquem entre
si. Funciona como uma linguagem universal, que pode ser interpretada por computadores de qualquer fabricante, por meio de qualquer
sistema operacional.

Eles são responsáveis por pegar os dados transmitidos pela rede e dividi-los em pequenos pedaços, que são chamados de pacotes. Cada
pacote carrega em si informações de endereçamento de origem e destino. Os protocolos também são responsáveis pela sistematização
das fases de estabelecimento, controle, tráfego e encerramento.

Existem três elementos-chave que definem os protocolos de rede. São eles:


 sintaxe: representa o formato dos dados e a ordem pela qual eles são apresentados;
 semântica: refere-se ao significado de cada conjunto sintático que dá sentido à mensagem enviada;
 timing: define uma velocidade aceitável de transmissão dos pacotes.

QUAIS SÃO OS PRINCIPAIS TIPOS DE PROTOCOLOS DE REDE?


Para que a comunicação entre computadores seja realizada corretamente, é necessário que ambos os computadores estejam
configurados segundo os mesmos parâmetros e obedeçam aos mesmos padrões de comunicação.
A rede é dividida em camadas, cada uma com uma função específica. Os diversos tipos de protocolos de rede variam de acordo com o
tipo de serviço utilizado e a camada correspondente. Conheça a seguir as principais camadas e seus tipos de protocolos principais:
 camada de aplicação: WWW, HTTP, SMTP, Telnet, FTP, SSH, NNTP, RDP, IRC, SNMP, POP3, IMAP, SIP, DNS,
PING;
 camada de transporte: TCP, UDP, RTP, DCCP, SCTP;
 camada de rede: IPv4, IPv6, IPsec, ICMP;
 camada de ligação física: Ethernet, Modem, PPP, FDDi.

Selecionamos neste artigo 11 dos principais tipos de protocolos de rede para analisarmos mais a fundo. Vamos conhecê-los nos tópicos
seguintes.

1. IP

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O protocolo IP, do termo em inglês Internet Protocol (Protocolo de Internet) faz parte da camada de internet e é um dos protocolos
mais importantes da web. Ele permite a elaboração e transporte dos pacotes de dados, porém sem assegurar a sua entrega.
O destinatário da mensagem é determinado por meio dos campos de endereço IP (endereço do computador), máscara de sub rede
(determina parte do endereço que se refere à rede) e o campo gateway estreita por padrão (permite saber qual o computador de destino,
caso não esteja localizado na rede local).

2. TCP/IP
Trata-se do acrônimo de dois protocolos combinados. São eles o TCP (Transmission Control Protocol — Protocolo de Controle de
Transmissão) e IP (Internet Protocol — Protocolo de Internet).
Juntos, são os responsáveis pela base de envio e recebimento de dados por toda a internet. Essa pilha de protocolos é dividida em 4
camadas:
 aplicação: usada para enviar e receber dados de outros programas pela internet. Nessa camada estão os protocolos
HTTP, FTP e SMTP;
 transporte: responsável por transportar os arquivos dos pacotes recebidos da camada de aplicação. Eles são
organizados e transformados em outros menores, que serão enviados à rede;
 rede: os arquivos empacotados na camada de transporte são recebidos e anexados ao IP da máquina que envia e
recebe os dados. Em seguida, eles são enviados pela internet;
 interface: é a camada que executa o recebimento ou o envio de arquivos na web.

3. HTTP/HTTPS
O protocolo HTTP (Hypertext Transfer Protocol — Protocolo de Transferência de Hipertexto) é usado para navegação em sites da
internet. Funciona como uma conexão entre o cliente (browser) e o servidor (site ou domínio).

O navegador envia um pedido de acesso a uma página, e o servidor retorna uma resposta de permissão de acesso. Junto com ela são
enviados também os arquivos da página que o usuário deseja acessar.

Já o HTTPS (Hyper Text Transfer Secure — Protocolo de Transferência de Hipertexto Seguro) funciona exatamente como o HTTP,
porém, existe uma camada de proteção a mais. Isso significa que os sites que utilizam esse protocolo são de acesso seguro.

O protocolo HTTPS é comumente usado por sites com sistemas de pagamentos. Esse tipo de site depende de proteção que garanta a
integridade dos dados, informações de conta e cartão de créditos dos usuários. A segurança é feita por meio de uma certificação digital,
que cria uma criptografia para impedir ameaças e ataques virtuais.

4. FTP
Significa Protocolo de Transferência de Arquivos (do inglês File Transfer Protocol). É a forma mais simples para transferir dados entre
dois computadores utilizando a rede.

O protocolo FTP funciona com dois tipos de conexão: a do cliente (computador que faz o pedido de conexão) e do servidor
(computador que recebe o pedido de conexão e fornece o arquivo ou documento solicitado pelo cliente).

O FTP é útil caso o usuário perca o acesso ao painel de controle do seu site. Assim sendo,essa ferramenta pode ser usada para realizar
ajustes página, adicionar ou excluir arquivos, ou ainda solucionar qualquer outra questão no site.

5. SFTP
Simple Transfer Protocol (Protocolo de Transferência Simples de Arquivos) consiste no protocolo FTP acrescido de uma camada de
proteção para arquivos transferidos.

Nele, a troca de informações é feita por meio de pacotes com a tecnologia SSH (Secure Shell – Bloqueio de Segurança), que
autenticam e protegem a conexão entre cliente e servidor. O usuário define quantos arquivos serão transmitidos simultaneamente e
define um sistema de senhas para reforçar a segurança.

6. SSH
SSH (Secure Shell, já citado acima) é um dos protocolos específicos de segurança de troca de arquivos entre cliente e servidor.
Funciona a partir de uma chave pública. Ela verifica e autentica se o servidor que o cliente deseja acessar é realmente legítimo.

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O usuário define um sistema de proteção para o site sem comprometer o seu desempenho. Ele fortifica a segurança do projeto e
garante maior confiança e estabilidade na transferência de arquivos.

7. SSL
O protocolo SSL (Secure Sockets Layer — Camada de Portas de Segurança) permite a comunicação segura entre os lados cliente e
servidor de uma aplicação web, por meio de uma confirmação da identidade de um servidor e a verificação do seu nível de confiança.

Ele age como uma subcamada nos protocolos de comunicação na internet (TCP/IP). Funciona com a autenticação das partes
envolvidas na troca de informações.

A conexão SSL é sempre iniciada pelo cliente, que solicita conexão com um site seguro. O browser, então, solicita o envio do
Certificado Digital e verifica se ele é confiável, válido, e se está relacionado ao site que fez o envio. Após a confirmação das
informações, a chave pública é enviada e as mensagens podem ser trocadas.

8. ICMP
Sigla para Internet Control Message Protocol (Protocolo de Mensagens de Controle da Internet). Esse protocolo autoriza a criação de
mensagens relativas ao IP, mensagens de erro e pacotes de teste.

Ele permite gerenciar as informações relativas a erros nas máquinas conectadas. O protocolo IP não corrige esses erros, mas os mostra
para os protocolos das camadas vizinhas. Por isso, o protocolo ICMP é usado pelos roteadores para assinalar um erro, chamado de
Delivery Problem (Problema de Entrega).

9. SMTP
Protocolo para transferência de e-mail simples (Simple Mail Transfer Protocol) é comumente utilizado para transferir e-mails de um
servidor para outro, em conexão ponto a ponto.

As mensagens são capturadas e enviadas ao protocolo SMTP, que as encaminha aos destinatários finais em um processo automatizado
e quase instantâneo. O usuário não tem autorização para realizar o download das mensagens no servidor.

10. TELNET
Protocolo de acesso remoto. É um protocolo padrão da Internet que permite obter uma interface de terminais e aplicações pela web.
Fornece regras básicas para ligar um cliente a um intérprete de comando.

Ele tem como base uma conexão TCP para enviar dados em formato ASCII codificados em 8 bits, entre os quais se intercalam
sequências de controle Telnet. Assim, fornece um sistema orientado para a comunicação bidirecional e fácil de aplicar.

11. POP3
Acrônimo para Post Office Protocol 3 (Protocolo de Correios 3). É um protocolo utilizado para troca de mensagens eletrônicas.
Funciona da seguinte forma: um servidor de email recebe e armazena mensagens.
O cliente se autentica ao servidor da caixa postal para poder acessar e ler as mensagens.

Assim, as mensagens armazenadas no servidor são transferidas em sequência para o computador do cliente. Quando, a conexão é
encerrada as mensagens ainda são acessadas no modo offline.

MONITORAMENTO DE PROTOCOLOS DE REDE E TRÁFEGO

Além de conhecer os principais protocolos, muitas empresas precisam realizar o monitoramento da rede para que ela funcione da
melhor forma possível. Para esta tarefa, existem muitas soluções que realizam o monitoramento da rede para, assim, evitar o
desperdício de recursos.
Uma plataforma que recomendamos é o OpMon Traffic Analyzer, software desenvolvido no Brasil e que faz o gerenciamento
qualitativo da rede em tempo real para obter uma análise detalhada do status, do tipo de tráfego e de quem são os consumidores de
recursos da rede.

Um protocolo de comunicações é um conjunto de normas que estão obrigadas a cumprir todas as máquinas e programas que intervêem
em uma comunicação de dados entre computadores sem os quais, a comunicação seria caótica e, portanto impossível.

Esboçamos a seguir alguns exemplos de protocolos de comunicações com a intenção de aclarar o conceito e a evolução dos mesmos:

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 Protocolos ponto a ponto.
 Comunicação entre redes.
 Protocolos de transmissão de pacotes.
 O protocolo TCP/IP.

PROTOCOLOS PONTO A PONTO.

São os protocolos mais antigos e elementares utilizados para a comunicação mediante uma linha de dados entre dois únicos
computadores. Algumas de suas normas básicas estabelecem os seguintes critérios:

Papel que assume cada uma das duas partes durante uma sessão de comunicações, identificando-se e definindo o papel correspondente
ao computador que iniciou a sessão e ao que responde. Ao primeiro chamamos de "comando" e ao segundo, "resposta".
Maneira de controlar a correta recepção dos dados. Por exemplo, acrescentando um caractere no final de cada mensagem que seja a
soma total de BIT utilizados.

Tempo máximo que deve passar entre o envio de uma mensagem e a recepção do acuse de recebimento desde a estação receptora.

Número vezes que se deve repetir uma mensagem no caso de que, passados os tempos correspondentes, não se receba a mensagem de
acuse de recebimento.

COMUNICAÇÃO ENTRE REDES.

Além das normas do tópico anterior, há que especificar a forma de identificar ao terminal concreto da rede com o qual se deve
estabelecer a comunicação no caso de que as máquinas que estão se comunicando diretamente sejam servidores de uma rede local
(LAN). Por exemplo, atribuindo um número a cada um dos terminais.

Sistemas de polling: Estes sistemas controlam as comunicações em uma rede dirigida por um computador central, e se organizam de
maneira que é este que pergunta seqüencialmente a todos os computadores da rede se têm algo a comunicar, e lhe pede que faça em
caso afirmativo, nenhum outro componente da rede toma, em nenhum momento, a iniciativa da comunicação.

PROTOCOLOS DE TRANSMISSÃO DE PACOTES:

Nos protocolos de transmissão de pacotes a transmissão se apóia na própria informação contida nos dados que transitam pelas redes de
comunicações, enquanto que nos protocolos anteriores, a responsabilidade do bom funcionamento das comunicações recai sobre as
máquinas e as linhas de dados.

Para isso, os dados se "cortam em pedaços" e se organizam em pacotes, como cartas de correio ordinário, com seus dados de origem e
destino e vão dando de máquina a máquina como as cartas vão de uma agência de correio a outra, de trem correio ao caminhão de
repartição e de outra agência ao bolso do carteiro que finalmente a faz chegar ao seu destinatário.

As máquinas que conformam as redes se limitam a ler os endereços contidos nos pacotes de dados e a entregar o pacote ao seguinte
posto, que por sua vez o entregará a outro e assim sucessivamente até que finalmente chegue ao destino.

O protocolo TCP/IP.

TCP/IP são as siglas de "Transfer Control Protocol / Internet Protocol" e este é o conjunto de normas de transporte estabelecido e
definida linguagem estabelecida para a Rede Internet e incorporada por outras redes.

TCP/IP é um protocolo de transmissão de pacotes. Quando um computador quer mandar a outro um arquivo de dados, o primeiro que
faz é parti-lo em pedaços pequenos (ao redor de uns 4 Kb) e posteriormente enviar cada pedaço separadamente. Cada pacote de
informação contém o endereço na Rede onde há que chegar, e também o endereço de remitente, no caso de que tenha que receber
resposta. Os paquetes viajam pela Rede de forma independente.

Como entre dois pontos da Rede costuma haver muitos caminhos possíveis, cada pacote escolhe o que nesse momento é o melhor,
dependendo de fatores como saturação das rotas ou congestionamento. Assim, pode acontecer que parte de um arquivo que se envie
desde EUA até o Brasil passe por cabos submarinos até certo ponto ou que logo venha diretamente por satélite.
Isto permite que Internet seja uma rede estável, já que, por sua própria dimensão e complexidade, existem centenas de vias alternativas
para um destino concreto. Sendo assim, mesmo que falhem os computadores intermediários ou que não funcionem corretamente

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alguns canais de informação, praticamente sempre existe comunicação entre dois pontos da Rede.

Outra conseqüência da estrutura e da forma de atuar de TCP/IP é que admite a eventualidade de que algum pacote de informação se
perca pelo caminho devido a algum acontecimento indesejado como o de um computador intermediário que se apaga ou se satura
quando está passando por ele um pedaço de um determinado arquivo em transmissão.

Se isto ocorrer, sempre fica aberta a possibilidade de voltar a solicitar o pacote perdido, e completar a informação sem a necessidade
de voltar a transferir todo o conjunto de dados. Em alguns serviços de Internet, como o FTP, automaticamente se volta a pedir o envio
do pacote perdido, para que o arquivo solicitado chegue ao seu destino integramente.

Entretanto, em outros serviços como é a Navegação pela World Wide Web, a perda de um desses pacotes implica que na tela do
receptor não apareça uma imagem ou um texto no lugar onde deveria estar, mas sempre existe a possibilidade de voltar a solicitar tal
informação.

TCP, UDP E PROTOCOLOS: QUAIS AS DIFERENÇAS?

Para entender melhor como funciona cada um dos protocolos, vamos tentar enxergar uma situação prática onde cada um deles pudesse fazer diferença:
o UDP e o TCP.

Recentemente, eu estive trabalhando em uma aplicação de bate-papo online, para treinar minhas habilidades de programação. Para testá-la, enviei o
programa para um amigo para tentarmos conversar através dele.

Quando começamos a conversar, logo notei que havia algo de muito estranho - as mensagens do meu amigo não faziam muito sentido. Não só isso, mas
ele parecia não conseguir entender o que eu estava dizendo também! Olha só como estava a conversa para mim:

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Mandei para o email dele esse screenshot de como a conversa estava aparecendo pra mim, para ele entender minha confusão e ele respondeu meu email
com a imagem de como a conversa estava para ele:

Agora sim fiquei confuso! Para mim, a conversa estava de um jeito, mas para meu amigo estava de outro… O que será que estava acontecendo com o
meu programa?
A princípio, pensei que podia ter alguma relação com a nossa Internet, mas a conexão estava muito boa e, ainda, as mensagens estavam chegando bem
rápido. O que, então, poderia ser?
Depois de diversas pesquisas, consegui entender qual era o problema - o protocolo que eu estava utilizando na camada de transporte. Mas como
assim, um protocolo? Na camada de transporte? O que é tudo isso? Vamos com calma!

A CAMADA DE TRANSPORTE
A Internet se baseia, no geral, em requisições e respostas. Se pensarmos na Web, temos um exemplo bastante concreto - usamos um navegador (como o
Google Chrome ou o Mozilla Firefox) para fazer uma requisição para um servidor de determinado site. Se tudo der certo, esse servidor me devolve uma
resposta com a página web que eu procurava.
Mas como é que funciona, de fato, uma requisição? O que está por trás disso?

Para descrever os passos de uma requisição, existem diversos modelos que descrevem os protocolos (isto é, as regras) por trás desse processo. Os
modelos mais conhecidos são o OSI, que é dividido em 7 camadas, e o TCP/IP, que é dividido em 5 camadas.
Em ambos esses modelos, há uma mesma camada que é fundamental a camada de transporte.
Nos dois casos, a camada de transporte é, como o próprio nome indica, a responsável pela transferência de dados entre diferentes máquinas (seja um
servidor, ou mesmo um computador pessoal).

A respeito dessa camada, temos dois protocolos principais: o TCP e o UDP. No programa de bate-papo que eu fiz, utilizei o UDP, simplesmente
porque pensava que não havia muita diferença. Afinal, foi justamente esse o meu erro!

O PROTOCOLO UDP
O protocolo UDP (sigla para User Datagram Protocol) tem, como característica essencial, um atributo que pode parecer esquisito para os iniciantes no
tema - a falta de confiabilidade.

Isso significa que, através da utilização desse protocolo, pode-se enviar datagramas de uma máquina à outra, mas sem garantia de que os dados
enviados chegarão intactos e na ordem correta.
Além do mais, o UDP é um protocolo que não é voltado à conexão. Isso significa que o "aperto de mão", ou, tecnicamente, handshake, não é
necessário para que se estabeleça uma comunicação.

Dessa forma, com o UDP é possível enviar, pela mesma saída, dados para diversas máquinas diferentes sem problema algum.
Podemos fazer um paralelo com aqueles anúncios em alto-falante. O anúncio consegue sair em busca do destino, mas não temos certeza se o
destinatário da mensagem conseguiu ouvi-la.

Entendendo o UDP, fica claro nosso problema - a falta de confiabilidade dele fez com que as mensagens trocadas pelo bate-papo se corrompessem de
diversas formas! Mas se isso é natural desse protocolo, por que alguém escolheria usá-lo?!

As características já descritas do UDP podem parecer contraprodutivas no geral, mas elas formam um outro atributo que dá muito poder ao protocolo: a
velocidade! No geral, o protocolo UDP permite uma comunicação bastante rápida, o que é muito vantajoso.

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Velocidade alta mas confiabilidade baixa, ainda parece suspeito - não funcionou no nosso caso. Acontece que o UDP justamente não é feito para esse
tipo de caso! Na verdade, o UDP tem sua grande vantagem quando se trata de serviços cuja velocidade é fundamental e a perda mínima de dados não
muito desvantajosa.

Um exemplo é com jogos online, em que é normal alguns bytes se perderem na comunicação,mas que é sempre importante que a aplicação continue
rodando com rapidez (sem se importar tanto com as perdas e falhas), para que não ocorra o famigerado lag.
Mas e agora? Se o UDP não serve para a gente, o que podemos usar em seu lugar?

O PROTOCOLO TCP
O protocolo TCP é, talvez, o mais utilizado na camada de transporte para aplicações na Web. Diferente do UDP, o TCP é voltado à conexão e tem
como garantia a integridade e ordem de todos os dados.

Para manter a confiabilidade dos dados, o TCP utiliza um aperto de mãos de três vias, o _ three way handshake_, também chamado de SYN,SYN-
ACK,ACK.

O nome SYN,SYN-ACK,ACK é uma resumida descrição de como esse handshake funciona. A conexão entre dois hosts começa com o primeiro
enviando ao segundo um pacote de sincronização (SYNchronize).

O segundo host recebe esse pacote e responde com a confirmação do sincronização ( SYNchronize-ACKnowledgment). O primeiro host, por fim,
manda uma confirmação (ACKnowledge) para o segundo, assim estabelecendo a conexão.

Com o TCP, de fato temos uma conexão entre um ponto e outro, comumente chamados de servidor e cliente. É interessante notar que o TCP permite o
envio simultâneo de dados de ambos os pontos ao outro, durante todo o fluxo de comunicação.
Desse modo, o TCP é ideal para casos em que a confiabilidade dos dados é essencial, como quando se trata de mensagens de texto!

Trocando o uso do UDP pelo TCP em minha aplicação,tudo vai funcionar bem, mesmo que com uma velocidade possivelmente um pouco menor.

Afinal, o importante é que a troca de dados, ou seja, de mensagens, seja efetuada com sucesso, de modo que quem está se comunicando consiga se
entender!

UDP OU TCP?
É certo que não existe um protocolo certo ou errado, nem um melhor ou pior que outro por essência. O que existe são situações diferentes, e essa é a
chave para trabalhar com aplicações que se comunicam com diferentes máquinas.

Nesse post, entendemos algumas das diferenças entre os dois principais protocolos da camada de transporte dos modelos da Internet: o UDP e o TCP.
Assim, entendemos a importância de ambos os protocolos e quando devemos preferir um ou outro.

Ao final, como resumo, podemos entender que o UDP serve melhor casos em que a integridade constante dos dados não é essencial (é menos
importante que a velocidade da comunicação), como em livestreams de vídeos e jogos online.

Por outro lado, o TCP funciona melhor em casos que a confiabilidade do transporte de dados é o foco, como quando trabalhamos com comunicação em
texto ou com documentos.

O mais importante, portanto, é entender as diferenças entre os protocolos e, assim, saber qual utilizar em cada caso. Assim, teremos uma aplicação mais
funcional!

E aí, achou o tema do post interessante? Então dê uma olhada em nossa formação de administrador de redes, em que você se aprofundará ainda mais
em redes de computadores e como elas funcionam!

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INTERNET: QUAL A DIFERENÇA ENTRE OS PROTOCOLOS UDP E TCP?

Ao entrar nas configurações de rede de seu computador ou ao lidar com algum software de firewall, provavelmente você já se deparou com referências
aos protocolos TCP e UDP. Embora distintas entre si, ambas as opções servem ao propósito de enviar pequenas fatias de dados — conhecidos como
“pacotes” — a um determinado endereço de IP, seja pela internet ou através de uma rede local.

Apesar de não serem os únicos protocolos que funcionam com base em IPs, o TCP e o UDP são as opções mais usadas atualmente pelo mundo da
tecnologia. Neste artigo, explicamos quais as principais diferenças entre as duas opções e detalhamos os motivos pelos quais saber disso é essencial
para configurar corretamente a maneira como você acessa a internet.

COMO FUNCIONA O TCP


TCP é uma sigla que significa Transmission Control Protocol (Protocolo de Controle de Transmissões, em uma tradução livre), que faz referência ao
sistema de envio de pacotes mais comum da internet.
Ao acessar um site, seu computador manda dados ao servidor pedindo que ele envie os conteúdos da página à máquina que está sendo utilizada — as
informações enviadas de volta são “costuradas” pelo seu navegador para mostrar aquilo que você deseja.

Esse processo de envio e recebimento de pacotes se repete toda vez que você clica em um link, faz um login, publica um comentário ou faz
basicamente qualquer coisa.

A principal característica do TCP é o fato de que ele não somente envia dados como também recebe informações de volta para se assegurar que os
pacotes foram recebidos corretamente — mais ou menos como alguém ligando para você para confirmar que um item enviado por correio chegou ao
destino corretamente.

O TCP também adota um sistema de numeração próprio para se assegurar que os pacotes enviados vão chegar ao destino na ordem correta.
Caso o receptor não receba um pacote corretamente, a informação é enviada novamente até que chegue seguramente ao destino — para completar,
também há uma checagem de erros que assegura que nenhuma das informações foi corrompida durante o trajeto.

É exatamente essa a característica que se destaca no protocolo: a confiabilidade.


É graças ao TCP que os downloads que você faz não são corrompidos por oscilações na velocidade de sua conexão e que as páginas acessadas por seu
navegador dificilmente deixam de carregar algum elemento por acidente — é claro, se uma das máquinas usadas para a troca de dados ficar offline
durante esse processo, você receberá uma mensagem de erro e não conseguirá acessar o conteúdo que deseja.

COMO FUNCIONA O UDP


Espécie de “irmão” do protocolo TCP, o UDP (User Datagram Protocol) também se baseia no envio de pacotes de informações, mas remove toda a
parte de verificação de erros da outra tecnologia.

O objetivo dessa opção é acelerar o processo de envio de dados, visto que todas as etapas de comunicação necessárias para verificar a integridade de
um pacote (e para reenviá-lo, se necessário) contribuem para deixá-lo mais lento.

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Quando o protocolo UDP é acionado, ele simplesmente manda informações a um destinatário, sem se preocupar se elas foram recebidas devidamente
— em caso de erros, simplesmente ocorre o envio do próximo pacote programado pelo sistema, e os anteriores não podem ser recuperados.
Embora esse método de funcionamento potencialize a ocorrência de erros, ele garante uma comunicação rápida entre dois computadores.

Graças às suas características, o protocolo é bastante usado em situações nas quais a correção de erros não é exatamente desejada.
Durante a transmissão de um vídeo ao vivo, por exemplo, é mais interessante que uma pessoa perca alguns trechos ou tenha que lidar com distorções de
imagem e áudio do que esperar pelo recebimento de um pacote que se perdeu — o que pode acabar com o fator “tempo real”.

O UDP também é muito usado durante games online — caso você perca alguns pacotes, os personagens adversários podem se “teleportar” pela tela, no
entanto não há motivos para que você receba os dados que foram perdidos, já que a partida continua mesmo sem que eles cheguem até você.
Tudo o que importa é o que está acontecendo agora, não aquilo que ocorreu há alguns instantes, assim não faz sentido apostar em checagens de erro que
só serviriam para aumentar a latência dos participantes.

APLICAÇÃO PRÁTICA
A escolha entre o uso do protocolo TCP ou UDP cabe ao desenvolvedor de cada aplicação, que deve decidir o que ela precisa.
Embora muitos prefiram a segurança e confiabilidade oferecidas pelo TCP, outros se beneficiam mais optando pela velocidade de transmissão gerada
pelo UDP — caso você deseje observar quais tipos de conexão seu computador faz, é possível recorrer a ferramentas de análise de rede como o
Wireshark.

A não ser que você seja um administrador de redes ou um desenvolvedor de softwares, a diferença entre os dois protocolos não deve afetar muito a
maneira como você lida com a internet.
Durante a configuração de um firewall ou de um roteador, geralmente é possível escolher a opção “ambos” caso não haja a certeza sobre qual protocolo
específico um aplicativo usa na hora de enviar pacotes.

Vale notar que esses não são os únicos protocolos que atuam na internet — siglas como RPT, CMP e SCTP são igualmente comuns, cada uma se
destinando à realização de uma tarefa específica.
Saber como cada uma delas funciona não é tão importante para quem simplesmente quer usar a rede mundial de computadores, mas se mostra essencial
para administradores de rede que querem oferecer a melhor experiência possível aos usuários do sistema.

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