TREINAMENTO NR-37 – PRIMEIRO EMBARQUE
Para o bom aproveitamento deste curso é mandatório que
sejam cumpridas as três determinações abaixo:
1. O treinamento deverá ser realizado no horário de trabalho
do(a) empregado(a);
2. Reservar um horário específico para realizar o
treinamento;
3. O treinamento deverá ser realizado em local apropriado
(Ex.: Não realizar o treinamento na sala de controle).
Para realizar o Treinamento Online,
basta clicar no mouse, ou seta do
Olá! Tudo bem? Meu nome é teclado, para avançar.
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TREINAMENTO NR-37 –
PRIMEIRO EMBARQUE . Ótimo treinamento!
OBJETIVO
Fornecer aos empregados
informações sobre as regras
básicas de conduta e de
segurança, evitando acidentes
e/ou incidentes nas unidades
marítimas da UN-BC.
MEIOS E PROCEDIMENTOS
DE ACESSO ÀS
PLATAFORMAS
MEIOS E PROCEDIMENTOS DE ACESSO ÀS
PLATAFORMAS
Os deslocamentos dos trabalhadores entre o continente e a plataforma
ou entre plataformas não interligadas, e vice-versa, são realizados por
meio de helicópteros.
As aeronaves e os procedimentos de transporte aéreo devem obedecer
aos requisitos de segurança exigidos pelas autoridades competentes.
TRANSPORTE AÉREO DE PESSOAS
Antes de cada programação aérea
(embarque ou desembarque), os
passageiros devem assistir às instruções
de segurança sobre as características do
modelo de helicóptero que será utilizado,
as regras de segurança de voo e os
procedimentos em caso de emergência.
TRANSPORTE AÉREO DE PESSOAS
Principais procedimentos a serem adotados pelos passageiros durante o voo:
a) Os passageiros devem utilizar protetor auricular durante o voo;
b) Ao entrar na aeronave, o passageiro deve ajustar e afixar o cinto de segurança;
c) Em voos sobre o mar, é obrigatório utilizar colete salva-vidas, que deve ser vestido antes da
entrada no helicóptero;
d) Nos casos em que o colete salva-vidas não for de cor laranja deverá ser utilizado um colete
desta cor, sendo dispensado caso o empregado esteja utilizando o uniforme;
e) Durante a viagem não é permitido o uso de telefones celulares;
f) Não é permitido que o passageiro transporte bagagem de mão no embarque em helicópteros;
g) Ao embarcar em helicópteros não é permitido o uso de capacete, bonés ou outro tipo de
cobertura, bem como portar objetos que facilmente possam ser deslocados pelo vento;
h) Somente é permitido o embarque de passageiros que estejam utilizando uniforme e calçado
fechado ou calça comprida e camisa com manga e calçado fechado. Não são aceitos sapatos tipo
sapatilha, com salto, sandálias ou similares.
CONDIÇÕES E MEIO
AMBIENTE DE TRABALHO
TIPOS DE PLATAFORMAS
Existem diversos tipos de plataformas
na UN-BC, fixas, semissubmersíveis,
FPSO etc.
Cada uma com suas características,
basicamente o tipo de plataforma é
selecionado considerando a lâmina
d’água dos poços do campo explorado,
assim como da expectativa de duração
da produção desses campos.
FIXA
São constituídas de estruturas modulares de aço, instaladas no local de operação sob
S
jaquetas (estruturas metálicas) ou outra estrutura fixa de concreto, presas no fundo do
mar. Não tem grande capacidade de estocagem de petróleo ou gás, tendo que exporta-
los para a terra através de oleodutos e gasodutos.
São compostas de uma estrutura de um ou mais conveses, apoiada em flutuadores submersos
SEMISUBMERSÍVE
(pontoons) que sofrem movimentações devido influências das correntes marinhas e ventos.
L
Por isso, torna-se necessário que ela fique posicionada na superfície do mar. Dois tipos de
sistema são responsáveis pelo posicionamento da unidade flutuante: o sistema de ancoragem
ou sistema de posicionamento dinâmico.
São unidades flutuantes que possuem cascos com grandes tanques de FPSO
armazenamento (navios) com capacidade para produzir, processar e/ou armazenar
petróleo e gás natural, estando ancorados em um local definido. Em seus conveses,
são instaladas plantas de processo para separar e tratar os fluidos produzidos pelos
poços.
CONDIÇÕES E MEIO AMBIENTE DE TRABALHO
As plataformas de petróleo são ambientes complexos e as condições de trabalho envolvem riscos
que exige uma forte gestão de saúde, segurança e meio ambiente. Historicamente podemos constatar
que a os acidentes ocorridos na atividade de exploração do petróleo podem culminar em grandes
catástrofes devido a:
Multiplicidade de atividades realizadas simultaneamente: Produção de petróleo, Geração de
Energia, Movimentação de Cargas, Manutenção (mecânica, elétrica, solda etc.), serviços de
hotelaria (cozinha, refeitório, lavanderia) entre outras;
Manipulação de produtos perigosos: petróleo bruto, solventes, tintas, gases explosivos etc;
Consequências severas: Incêndios, explosões, contaminação por vias aéreas, acidentes pessoais em
geral.
ACIDENTES HISTÓRICOS
ACIDENTES HISTÓRICOS
ACIDENTES HISTÓRICOS
SUBSTÂNCIAS COMBUSTÍVEIS
E INFLAMÁVEIS PRESENTES A
BORDO
SUBSTÂNCIAS COMBUSTÍVEIS E INFLAMÁVEIS
Os líquidos inflamáveis e combustíveis são os protagonistas da NR-20, a qual
estabelece os requisitos mínimos para gestão da segurança e saúde
provenientes das atividades de extração, produção, armazenamento,
transferência, manuseio e manipulação destes agentes.
A principal referência para caracterizar um líquido como INFLAMÁVEL e
COMBUSTÍVEL é o ponto de fulgor (PF).
Segundo a NR-20 eles são definidos desta forma:
LÍQUIDO INFLAMÁVEL: são líquidos que possuem ponto de fulgor ≤ 60º C.
LÍQUIDO COMBUSTÍVEL: são líquidos com ponto de fulgor > 60º C e ≤ 93º C.
SUBSTÂNCIAS COMBUSTÍVEIS E INFLAMÁVEIS
Ponto de fulgor, ou ponto de Inflamação, é a menor temperatura na
qual um combustível liberta vapor em quantidade suficiente para
formar uma mistura inflamável por uma fonte externa de calor.
O ponto de fulgor, ou de inflamação, não é suficiente para que a
combustão seja mantida.
SUBSTÂNCIAS COMBUSTÍVEIS E INFLAMÁVEIS
SUBSTÂNCIA PONTO DE FULGOR
ETANOL (70%) 16.6°C
GASOLINA -43°C
DIESEL >62°C
QUEROSENE >38° a 72°C
QAV >60°C
ALCOOL ETÍLICO 12,6°C
ACETONA -20°C
ÓLEO LUBRIFICANTE 37,7° a 110°C
BENZINA -17,7°C
PARAFINA 199,0°C
ÁREAS CLASSIFICADAS,
FONTES DE IGNIÇÃO E SEU
CONTROLE
ÁREAS
CLASSIFICADAS
Local sujeito a “probabilidade” da formação/existência de uma atmosfera explosiva.
Os principais quesitos a serem considerados
para a classificação de uma área são:
1. Verificar presença de substâncias inflamáveis
(gases, vapores ou poeiras);
2. Verificar características das substâncias
presentes, como: ponto de fulgor, limite de
inflamabilidade e temperatura de auto
inflamação;
3. Verificar equipamentos e instalações.
ÁREAS CLASSIFICADAS
As áreas classificadas são categorizadas da seguinte forma:
Local onde a formação de uma mistura explosiva é contínua ou existe
por longos períodos.
Local onde a formação de uma mistura explosiva é provável de acontecer
em condições normais de operação do equipamento de processo.
Local onde a formação de uma mistura explosiva é pouco provável de
acontecer e se acontecer é por curtos períodos estando ainda associada à
operação anormal do equipamento de processo.
EXEMPLO DE ÁREAS CLASSIFICADAS
Representação em corte das áreas classificadas existentes em um
tanque de armazenamento de líquido inflamável, com respiro (vent.)
ÁREAS CLASSIFICADAS
Os equipamentos que necessitam ser
instalados em áreas classificadas,
devem ser projetados e construídos
considerando a classificação ao lado
quanto ao seu nível de proteção:
ÁREAS CLASSIFICADAS
As áreas classificadas devem ser sinalizadas conforme exemplo abaixo:
FONTES DE IGNIÇÃO
São elementos que em um determinado momento
podem se encontrar em alta temperatura ao ponto
de INICIAR a combustão de um material combustível.
Devem ser RIGOROSAMENTE controlados durante as
operações e atividades de manutenção, a fim de
evitar incêndios e explosões.
Uma mistura dentro dos limites de inflamabilidade necessita apenas
de um elemento para que se produza um incêndio ou explosão:
A FONTE DE IGNIÇÃO.
FONTES DE IGNIÇÃO
ALGUNS EXEMPLOS DE FONTES DE IGNIÇÃO:
a) Eletricidade estática: As cargas eletrostáticas surgem de forma natural, inclusive
quando entram em atrito com materiais isolantes. As manifestações desse tipo de
eletricidade precisam ser identificadas, principalmente em locais onde a umidade
do ar é muita baixa.
b) Chama direta: Essa é a fonte de ignição mais frequente, podendo atingir
temperaturas entre 1.800ºC (hidrogênio ou GLP com oxigênio) e 3.100ºC (acetileno
/ oxigênio).
c) Fagulhas ou borras: Resíduos dos processos de corte a quente e esmerilhamento
de materiais metálicos, se não contidos adequadamente podem se propagar a
vários metros, com alto poder de ignição podem incendiar madeira, plásticos etc;
d) Brasas de cigarro: Chegam a alcançar temperaturas em torno de 1.000ºC.
FONTES DE IGNIÇÃO
MEDIDAS DE CONTROLES:
a) Siga rigorosamente os procedimentos para trabalhos a quente, em eletricidade e quaisquer
outras atividades que possam gerar fontes de ignição;
b) Sempre fique atento a potenciais fontes de ignição tais como: fiação elétrica defeituosa,
equipamentos danificados, ou qualquer outra situação de risco, reporte imediatamente ao
responsável pela área;
c) Conheça as áreas classificação de sua unidade;
d) Superfícies quentes, como uma tubulação, motores e descargas de equipamentos, podem ser
comportar como fonte de ignição, nunca deixe materiais combustíveis em contato com
estes, como trapos e luvas sujos, pedaços de madeira etc.
e) Só utilize dispositivos eletrônicos portáteis (celulares, câmeras digitais, tablets) em áreas
industriais quando estiver formal e claramente autorizado. Siga sempre as políticas e o
sistema de permissão de trabalho;
f) Para todo trabalho a quente utilize uma Permissão de Trabalho e somente inicie a atividade
após a avaliação ambiental da atmosfera, mantendo o monitoramento local sempre que
necessário;
g) Mantenha os equipamentos elétricos aterrados adequadamente.
RISCOS AMBIENTAIS
EXISTENTES NAS ÁREAS
DAS PLATAFORMAS
ruídos, vibrações, pressões
anormais, temperaturas extremas,
radiações, etc.
RISCOS AMBIENTAIS
poeiras, fumos, névoas, neblinas,
gases, vapores que podem ser
absorvidos por via respiratória ou São considerados riscos
através da pele, etc.
ambientais os agentes
capazes de causar danos
bactérias, fungos, bacilos, parasitas,
protozoários, vírus, entre outros. à saúde do trabalhador
em função de sua
esforço físico intenso, levantamento e natureza, concentração,
transporte manual de peso, postura intensidade e tempo de
inadequada, ritmos excessivos, jornadas
de trabalho prolongadas, além de outras exposição. A seguir
situações causadoras de stress físico vamos conhecer os
e/ou psíquico.
agentes existentes nos
arranjo físico inadequado, máquinas e ambientes de trabalho.
equipamentos sem proteção,
ferramentas inadequadas ou defeituosas,
Iluminação inadequada, eletricidade,
probabilidade de incêndio ou explosão,
armazenamento inadequado entre outras
situações de risco.
RISCOS AMBIENTAIS
RISCOS AMBIENTAIS
Trabalho em altura e
Temperaturas extremas
sobre o mar
Ruídos, vibrações e umidade
Radiações não-Ionizantes Radiações ionizantes
MEDIDAS DE SEGURANÇA
DISPONÍVEIS PARA O
CONTROLE DOS RISCOS
OPERACIONAIS A BORDO
MEDIDAS DE SEGURANÇA PARA CONTROLE
OPERACIONAL
Segurança operacional
É o estado em que o risco de lesões às
pessoas ou danos aos bens se reduz e
se mantém em um nível aceitável, ou
abaixo deste, por meio de um
É assim que
processo contínuo de identificação de
perigos e gerenciamento de riscos.
devemos
Quando falamos em controle de riscos pensar?
automaticamente vem a mente
fornecer EPI ou indicar algum EPC.
MEDIDAS DE SEGURANÇA OPERACIONAL
As medidas de segurança devem ser planejadas e implementadas
muito antes da utilização de equipamentos de proteção, sendo
estes a última barreira de segurança, somente utilizados quando
não conseguimos evitar a exposição ao perigo e ou medidas
administrativas para bloquear ou minimizar a presença de dos
agentes nocivos no ambiente de trabalho, priorizando ações nas
seguinte ordem:
1) Intervir na agente perigoso, o segregando, isolando ou até
mesmo o excluindo do processo quando possível;
2) Medidas voltadas ao meio ambiente, como arranjo físico,
compartimentação etc.
OUTROS RISCOS
INERENTES ÀS
ATIVIDADES ESPECÍFICAS
DOS TRABALHADORES E
AS SUAS MEDIDAS DE
CONTROLE E
ELIMINAÇÃO
RISCOS INERENTES ÀS ATIVIDADES ESPECÍFICAS
Alguns riscos presentes nas unidades estão
associados a execução de atividades específicas
como por exemplo:
a) Trabalho em Eletricidade;
b) Trabalho em Espaços Confinados;
c) Trabalho em Altura;
d) Trabalho Sobre o Mar.
TRABALHO EM ELETRICIDADE
São todos os serviços em instalações elétricas
alimentadas por baixa (BT) e alta (AT) tensão e atividades
executadas dentro da zona controlada de BT e AT, bem
como os serviços em instalações elétricas alimentadas por
extra-baixa tensão (EBT).
Trabalhos em eletricidade devem ser realizados somente por
trabalhadores autorizados, capacitados, qualificados ou
habilitados conforme NR-10 e ter planejamento aprovado por
profissional legalmente habilitado.
TRABALHO EM ELETRICIDADE
MEDIDAS DE PROTEÇÃO:
COLETIVAS:
• EXISTÊNCIA DE PROCEDIMENTOS
Procedimentos ou instrumentos/equipamentos de
OPERACIONAIS;
uso coletivo, cuja finalidade é a de neutralizar,
• DESENERGIZAÇÃO / BLOQUEIOS;
atenuar ou sinalizar determinados riscos de um
• EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO COLETIVA.
trabalho executado.
INDIVIDUAIS:
Procedimentos ou instrumentos/equipamentos de • CUMPRIMENTO DOS PROCEDIMENTOS DE
uso pessoal cuja finalidade é neutralizar ou TRABALHO;
atenuar a ação de agentes agressivos que • EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL.
poderiam causar lesões ao profissional .
Quando as medidas de proteção coletiva forem tecnicamente inviáveis ou insuficientes para
controlar os riscos, devem ser adotados equipamentos de proteção individual específicos.
TRABALHO EM ELETRICIDADE
RISCOS MEDIDAS DE CONTROLE
1. Manter a fiação sempre embutidas em
eletrodutos e/ou sobre eletrocalhas;
2. Realizar o aterramento correto de
instalações e equipamentos elétricos;
Curto circuito
3. Ao instalar um novo equipamento, verificar
se ele não vai sobrecarregar o circuito.
4. Manter os equipamentos elétricos sempre
manutenidos.
1. Desenergização do sistema elétrico;
2. Equipotencialização;
3. Aplicação de isolamento de partes vivas;
Choque elétrico e Arco elétrico 4. Instalação de barreiras e invólucros;
5. Realização de aterramento elétrico;
6. Isolação dupla ou reforçada.
TRABALHO EM ESPAÇO CONFINADO
TRABALHO EM ESPAÇO CONFINADO
RISCOS NAS ATIVIDADES
EM ESPAÇO CONFINADO:
TRABALHO EM ESPAÇO CONFINADO
MEDIDAS DE CONTROLE:
Técnicas de Prevenção Administrativas Pessoais
• Criar e implementar
• Identificar, isolar e sinalizar procedimento para trabalho • Trabalhador com PT em
os EC; em EC; espaços confinados deve ser
• Realização de análise e • Encerrar a PET quando as submetido a exames
reconhecimento dos riscos operações forem médicos específicos para a
antecipadamente; completadas e arquivá-las função que irá
por 5 anos; desempenhar;
• Implementar medidas para
eliminação ou controle dos • Acesso ao EC somente será • O número de trabalhadores
riscos atmosféricos em EC; iniciado com envolvidos na execução dos
acompanhamento e trabalhos em EC deve ser
• Avaliar a atmosfera nos EC, autorização de supervisão determinado conforme a
antes da entrada de capacitada; análise de risco, não sendo
trabalhadores; permitido a realização de
• Informar os riscos e medidas
• Proibir a ventilação com de controle existentes no trabalho em espaço
oxigênio puro; local de trabalho para todos confinado de forma
• Fazer testes com os os trabalhadores; individual ou isolada;
equipamentos de medição • Implementar um Programa • Capacitar todos os
antes de cada utilização. de Proteção Respiratória de trabalhadores envolvidos,
acordo com a análise de direta ou indiretamente com
risco. os EC.
TRABALHO EM ALTURA
Trabalhos em altura devem ser
realizados sob supervisão, cuja forma
deve ser definida na análise de riscos
do trabalho de acordo com as
peculiaridades da atividade.
TRABALHO EM ALTURA
TRABALHO EM ALTURA
a) O trabalhador deve permanecer conectado ao
sistema de ancoragem durante todo o período
de exposição ao risco de queda;
b) O ponto de ancoragem do cabo de segurança na
estrutura deve ser inspecionado antes do início
da atividade, devendo estar com seus
componentes e acessórios em perfeito estado
de conservação.
c) Os trabalhos em altura devem ser interrompidos
em velocidade de vento superior a 21,6 nós (40
km/h conforme N-2910).
TRABALHO SOBRE O MAR
TRABALHO SOBRE O MAR
PRINCIPAIS CUIDADOS
NOS TRABALHOS SOBRE
O MAR
TRABALHO SOBRE O MAR
PRINCIPAIS CUIDADOS
NOS TRABALHOS SOBRE
O MAR
RISCOS PSICOSSOCIAIS
RISCOS PSICOSSOCIAIS
RISCOS PSICOSSOCIAIS
O que são os fatores de riscos
psicossociais?
RISCOS PSICOSSOCIAIS
CONSEQUÊNCIAS
• Os riscos psicossociais trazem quais consequências para o funcionário?
Consequências negativas nos relacionamentos tanto pessoais como profissionais
acabam sendo abalados devido a esse turbilhão de sentimentos e ações que pairam
sobre a vida do funcionário.
• Psicológico abalado
Com o psicológico abalado é muito comum que haja uma alta diminuição nas
defesas psíquicas do indivíduo. Essa diminuição favorece o desencadeamento de
transtornos emocionais, como:
o sentimentos de insegurança;
o apatias;
o fobias;
o ansiedade;
o medos;
o depressão.
RISCOS PSICOSSOCIAIS
CONSEQUÊNCIAS
Transtornos Psicofisiológicos
Somados aos fatores psicossociais é muito comum que transtornos funcionais físicos
surjam no decorrer dessa fase da vida do trabalhador, principalmente daqueles que
estão com a saúde física propensa à fácil debilitação. E esses transtornos físicos podem
ser:
o infartos;
o problemas gastrointestinais;
o artrite reumatoide;
o complicações respiratórias;
o Dor nas costas;
o doenças na pele, entre outros.
Acidentes de trabalho
Com o psicológico abalado, os funcionários estão propensos a distrações e inseguranças
que podem causar os mais diferentes tipos de acidente de trabalho.
RISCOS PSICOSSOCIAIS
RISCOS PSICOSSOCIAIS
Como evitar os riscos psicossociais no ambiente de trabalho?
A gestão dos riscos psicossociais no ambiente de trabalho pode
acontecer por meio de ações preventivas e integradas,
contemplando três fases:
• Fase 1
Sensibilização da equipe, sinalizando as situações problemáticas e
desenvolvendo pequenos cursos ou seminários.
• Fase 2
Capacitação e formação, para munir os trabalhadores e chefias de
ferramentas, que possam ser utilizadas quando se depararem com
estas problemáticas.
• Fase 3
Exames de saúde periódicos para os funcionários ;
Fornecimento de alimentação adequada;
Acesso a práticas esportivas.
RISCOS PSICOSSOCIAIS
Diante de tantas evidências sobre os riscos para a saúde, por que
as pessoas insistem em trabalhar à noite? Muita gente não tem
escolha. Mas vamos mencionar algumas vantagens:
O trabalho noturno e/ou offshore pode satisfazer
determinados tipos de personalidade:
Profissional que prefere ou faz exclusivamente turnos
noturnos é um pouco mais introvertida por natureza.
Há menos exposição ao público, então você tende a
encontrar pessoas que preferem trabalhar à noite porque
gostam mais de ficar sozinhas para fazer seu trabalho
Disciplina com o horário de sono, com atividade física e
alimentação, para se certificar que consiga mitigar (os
efeitos) ao máximo.
Algumas escalas funcionam muito bem para algumas
famílias... “Existe a folga em que se consegue fazer
planos."
RISCOS RADIOLÓGICOS
DE ORIGEM INDUSTRIAL
OU DE OCORRÊNCIA
NATURAL
MATERIAIS RADIOLÓGICOS
FORMAS DE COMO A RADIAÇÃO
PODE AFETAR O CORPO
HUMANO
RISCO RADIOLÓGICOS DE
OCORRÊNCIA NATURAL
MATERIAL RADIOATIVO DE
ORIGEM INDUSTRIAL
Fonte radioativa
488mm 1404mm
ATIVIDADES CORRELACIONADAS COM NORM
Levantamento Radiométrico em
linhas.
Abertura de equipamentos e
tubulações.
Acondicionamento de resíduos (borra
oleosa, areia e cascalhos).
SINALIZAÇÃO DA PRESENÇA DE RISCOS
RADIÓLOGICOS
Não é permitida a entrada e/ou permanência de
pessoal não autorizado no interior da área isolada.
a força de trabalho deve sempre respeitar o
isolamento e a sinalização das áreas
supervisionadas e/ou controladas.
SEMPRE RESPEITE A ÁREA ISOLADA E SINALIZADA.
PRODUTOS QUÍMICOS
PERIGOSOS E
EXPLOSIVOS
ARMAZENADOS E
MANUSEADOS A BORDO
PRODUTOS QUÍMICOS
PERIGOSOS
PRODUTOS QUÍMICOS
PERIGOSOS
Os produtos químicos são rotulados com a seguinte classificação, conforme o GHS (Sistema
Globalmente Harmonizado para Classificação e Rotulagem de Produtos Químicos):
- Explosivos
- Gás sob
- Oxidantes - Reativos
pressão
- Peróxido orgânico
- Inflamáveis
- Auto reativos -Carcinogênico
- Tóxico agudo
- Pirofóricos - Mutagênico
- Emite gás inflamável
- Tóxico a órgão -Tóxico a vida
- Corrosivos
alvo específico aquática
PRODUTOS QUÍMICOS
PERIGOSOS
O que devo fazer
Ler a FISPQ e tomar conhecimento de todas as precauções no manuseio de
que devem ser tomada para o manuseio do produto; produtos químicos?
Antes de abrir qualquer embalagem ler atentamente o
rótulo, verificando se a substância é aquela indicada para o
trabalho;
Não é permitido manipular substâncias inflamáveis nas
proximidades de FONTES DE IGNIÇÃO;
Deve-se ter cuidado quanto ao uso de luvas, estopas e
trapos contaminados com substâncias combustíveis ou
inflamáveis, devido à possibilidade de combustão
espontânea;
Devem ser utilizados os EPI indicados na FISPQ.
PRODUTOS QUÍMICOS
PERIGOSOS
Orientações para o
O gerente da instalação, com assessoria do profissional de armazenamento de
segurança, deve definir os locais destinados exclusivamente para
esta finalidade, os quais devem apresentar facilidade de limpeza,
produtos químicos?
possuir boa ventilação e estar afastados de fontes de calor.
Nos locais de armazenamento devem permanecer apenas as FISPQ
dos produtos armazenados no local;
Produtos armazenados em tambores devem ser colocados sobre
estrados ou outra condição compatível e, quando aplicável, em área
com contenção;
Os produtos perigosos devem ser agrupados tomando-se por base a
compatibilidade de suas características físico-químicas, disponíveis
na FISPQ, devendo o local ser sinalizado com a simbologia do risco
principal desse grupo.
PRODUTOS QUÍMICOS
PERIGOSOS
EXPLOSIVOS
A principal ferramenta utilizada a bordo que caracteriza o trabalho com uso de
EXPLOSIVOS é a ferramenta FINCA-PINOS.
É uma ferramenta manual acionada à pólvora
destinada à cravação de pinos de fixação em
estruturas de aço, concreto ou outro material
onde a força motriz é obtida pela combustão de
pólvora acondicionada em um cartucho.
Principais orientações para a mão de obra:
1. O supervisor da atividade deve orientar os executantes quanto aos riscos
envolvidos e os cuidados a serem adotados;
2. A utilização da ferramenta manual acionada a pólvora deve ser feita por
trabalhador capacitado e autorizado;
PRODUTOS QUÍMICOS
PERIGOSOS
O que devo fazer
Os materiais explosivos devem ser submetidos à inspeção
visual por ocasião do seu recebimento e antes do uso; no manuseio de
materiais
Os materiais explosivos carregados e não detonados explosivos?
devem ser recuperados e destruídos;
As caixas de explosivos devem ser carregadas de forma a
evitar movimentos bruscos, como choques e quedas;
O manuseio dos materiais explosivos deve se limitar ao
mínimo necessário;
Não é permitido fumar e portar fósforos, isqueiros ou
qualquer material inflamável nas áreas onde se
manuseiam e armazenam explosivos, bem como utilizar
ferramentas que produzam centelhas.
Nos locais de manuseio e uso de materiais explosivos
devem permanecer apenas as pessoas indispensáveis ao
serviço.
FICHA DE INFORMAÇÃO
DE SEGURANÇA DE
PRODUTOS QUÍMICOS -
FISPQ
FISPQ (FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA
DE PRODUTO QUÍMICO)
A FISPQ é o documento fornece todas as informações para quem
manuseia um produto químico. Todo fornecedor deve disponibilizá-la
obrigatoriamente aos seus clientes, que por sua vez devem
disponibilizá-las aos seus empregados que utilizam estes produtos.
Sempre leia com atenção a FISPQ de todos os produtos
químicos que irá armazenar e/ou manusear.
Quanto mais você souber a respeito do produto, menores são as
chances de acidentes, danos à sua saúde ou ao meio ambiente.
FISPQ
O QUE VOCÊ VAI
ENCONTRAR NO
DOCUMENTO?
FISPQ
FISPQ
Equipamento de Proteção Individual EPI
O uso de EPI – Equipamento de Proteção Individual – é
obrigatório para trabalhos com riscos químicos associados.
Os EPI específicos para cada atividade com o
produto estão relacionados na FISPQ.
FISPQ
Rotulagem de Produtos Químicos:
Palavras de Advertências
As palavras de advertência servem para chamar a atenção aos
perigos mais relevantes e alertar o leitor do rótulo sobre os
cuidados que são indispensáveis para o manuseio e guarda do
produto.
As palavras utilizadas são:
- PERIGO: Utilizado para produtos que oferecem alto risco
quando manipulados;
- ATENÇÃO ou CUIDADO: Utilizado para produtos que
oferecem médio e baixo risco quando manipulados.
FISPQ
Dicas importantes para manuseio e armazenagem de produtos
químicos
Siga rigorosamente as instruções dos rótulos de segurança do produto;
Armazene os produtos nas embalagens originais, com rótulos originais e mantenha as
embalagens bem fechadas;
Lave cuidadosamente as mãos antes de comer, beber ou fumar, após o manuseio de
produtos químicos e não leve as mãos a boca ou aos olhos ao manusear produtos
químicos;
Verifique periodicamente as condições das embalagens quanto a vazamento, corrosão
ou ferrugem;
Nas dependências ou áreas de armazenagem de produtos químicos não é permitido
manter alimentos, bebidas, tabaco ou cosméticos;
Os locais destinados exclusivamente a armazenamento de produtos químicos devem ser
mantidos em perfeitas condições de limpeza;
Permanecendo alguma dúvida após consultar a FISPQ, procure o Profissional de
Segurança.
FISPQ
ATENÇÃO!!!!
Quando for manipular qualquer produto químico
que não esteja acompanhado de sua FISPQ, pare
imediatamente a atividade e procure o profissional
de segurança para que o mesmo te forneça a FISPQ.
EQUIPAMENTOS DE
PROTEÇÃO COLETIVA
EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO COLETIVA
Equipamento de Proteção Coletiva (EPC): auxiliam na segurança do
trabalhador de forma geral, protegendo um grupo de riscos presentes
no ambiente. Deve ser considerado o seu uso antes da aplicação de
EPI onde aplicáveis, evitando que o trabalhador porte mais
equipamentos.
Principais Objetivos:
Evitar acidentes com os trabalhadores, assim como de outras pessoas que
venham a estar presentes no local de trabalho;
Melhoria nas condições de trabalho, consequentemente, aumento da
produtividade e minimização de perdas para empresa;
A neutralização ou minimização dos riscos num determinado local de trabalho.
EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO COLETIVA
EQUIPAMENTOS DE
PROTEÇÃO INDIVIDUAL
- EPI
EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL (EPI)
É todo dispositivo ou produto de uso
individual pelo trabalhador, destinado à
proteção de riscos suscetíveis de ameaçar
a segurança e a saúde no trabalho.
Em áreas onde existir o risco de fogo
repentino, é obrigatória a utilização de
uniforme em tecido resistente a chama
pelos componentes da Brigada de
Incêndio e profissionais de outras funções
NOTAS IMPORTANTES: expostos a este risco.
1 - Determinados EPI não podem ser compartilhados entre os empregados,
sem que antes tenham sido submetidos a processo de higienização;
2 - Os EPI não evitam o acidentes, mas previnem ou minimizam as lesões
e/ou as exposições a agentes nocivos;
3 - Os empregados não devem alterar as características originais do EPI.
EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL (EPI)
Em áreas operacionais os seguintes EPI básicos são obrigatórios:
uniforme de trabalho completo, calçado de segurança com elásticos laterais e com
solado antiderrapante em bom estado, capacete com jugular, óculos de segurança,
luvas de segurança e proteção auditiva;
Capacete de Segurança Óculos de Segurança Luvas de Segurança
Botina de Segurança Protetor Auricular
Macacão FR
PROCEDIMENTOS A SEREM
ADOTADOS EM SITUAÇÕES
DE EMERGÊNCIA
PROCEDIMENTOS EM SITUAÇÕES DE
EMERGÊNCIA
PROCEDIMENTOS EM SITUAÇÕES DE
EMERGÊNCIA
PROCEDIMENTOS EM SITUAÇÕES DE
EMERGÊNCIA
TIPOS DE ALARME
PROCEDIMENTOS EM SITUAÇÕES DE EMERGÊNCIA
Ao ouvir o alarme de segurança deve-se prestar atenção a
mensagem do local da ocorrência, com segurança desligar
máquinas, equipamentos e ferramentas que estiverem
utilizando, dirigir-se ao camarote, caso a emergência não
seja nesse local, apanhar seu colete salva-vidas e seguir
para seu ponto de reunião e retirar do escaninho seu cartão
“T”. A partir deste momento você deve seguir todas as
orientações do líder do seu ponto de encontro.