Programa de Conservação Auditiva PCA
Programa de Conservação Auditiva PCA
PCA/2023
CONSÓRCIO ECB-SEA_ALSUB
PCA – Programa de Conservação Auditiva EMISSÃO
15/08/2023
ATUALIZAÇÃO
15/08/2024
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P.C.A
PROGRAMA DE CONSERVAÇÃO AUDITIVA
Consórcio ECB-SEA_ALSUB
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Consórcio ECB-SEA_ALSUB
CNPJ: 43.939.204/0001-03
Fazenda Saco Dantas, S/Nº - Praia do Açu -
São João da Barra – RJ
CEP.: 28.200-000 – TEL 55 (21) 99815-9998
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Sumário
1. DADOS DA EMPRESA ................................................................................................................. 5
2. OBJETIVO .................................................................................................................................... 7
3. REFERÊNCIAS NORMATIVAS .................................................................................................... 7
4. TERMOS E DEFINIÇÕES: ........................................................................................................... 7
5. POLITICA PCA: ............................................................................................................................ 8
6. RELAÇÃO DE CARGOS E QUANTIDADE DE FUNCIONÁRIOS ................................................ 9
7. ABRANGÊNCIA .......................................................................................................................... 10
8. RESPONSABILIDADE DA EMPRESA ....................................................................................... 11
9. RESPONSABILIDADE DO EMPREGADO ................................................................................. 11
10. ADMINISTRAÇÃO DO PROGRAMA ...................................................................................... 11
11. RESPONSABILIDADE DA EMPRESA .................................................................................... 11
12. PENALIDADES ....................................................................................................................... 11
13. CONDIÇÕES ESPECIAIS ....................................................................................................... 12
14. SELEÇÃO DO TIPO DE PROTETOR AURICULAR ............................................................... 12
15. REPOSIÇÃO ........................................................................................................................... 12
16. TAMANHOS ............................................................................................................................ 12
17. TREINAMENTO ...................................................................................................................... 13
18. CONTEÚDO MÍNIMO PARA TREINAMENTO DOS USUÁRIOS DE PROTETORES
AUDITIVOS ........................................................................................................................................ 13
19. TIPOS DE PROTETORES AUDITIVOS .................................................................................. 13
20. PROTETORES AUDITIVOS DE INSERÇÃO MOLDÁVEIS .................................................... 14
21. PROTETORES AUDITIVOS TIPO CONCHA .......................................................................... 15
22. PROTETORES AUDITIVOS TIPO CAPA DE CANAL ............................................................. 16
30. INSTRUÇÃO DO USO ............................................................................................................ 20
32. HIGIENIZAÇÃO ....................................................................................................................... 22
33. MANUTENÇÃO, INSPEÇÃO E GUARDA ............................................................................... 23
34. DISTRIBUIÇÃO E REPOSIÇÃO ............................................................................................. 23
35. INCLUSÃO NO PCA ............................................................................................................... 24
36. MEDIDAS DE APOIO .............................................................................................................. 24
37. RECONHECIMENTO .............................................................................................................. 25
38. MONITORAMENTO DO USO ................................................................................................. 25
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1. DADOS DA EMPRESA
IDENTIFICAÇÂO / LOCALIDADE
RAZÃO SOCIAL: CONSÓRCIO ECB-SEA_ALSUB LOCAL: Fazenda Saco Dantas, S/Nº
Local da execução da Atividade: B-PORT- Fazenda Saco Dantas, S/Nº - Praia do Açu
Jornada de Trabalho: Segunda-feira a quinta-feira - Horário: 07:00 às 17:00 - Regime de 44 Horas semanais
Jornada de Trabalho: Sexta-feira - Horário: 07:00 às 16:00.
Jornada de Trabalho: 07:00 às 19:00 Área Operacional.
ENDEREÇO: Rua João Pessoa, N° 40, Cep 28.010.250 Centro– Campos Dos Goytacazes – RJ
CNPJ: 43.939.204/0001-03
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EMPRESA CONTRATANTE
RAZÃO SOCIAL: Petróleo Brasileiro S.A -Petrobrás
FISCAL DO CONTRATO:
Wanderley Antônio Patrício Júnior
Fernando Orsi da Silva
BAIRRO: Centro
ESTADO: RJ
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2. OBJETIVO
O Programa de Conservação Auditiva objetiva estabelecer diretrizes e parâmetros mínimos para a avaliação e
acompanhamento da audição dos trabalhadores, através da realização de exames audiológicos de referência e
sequenciais; fornecer subsídios para a adoção de programa que visem à prevenção da perda auditiva por níveis de pressão
sonora elevados e a conservação da saúde auditiva dos trabalhadores (itens 1.1 e 1.2 do anexo I da Portaria nº19, de 09
de abril de 1998 do Ministério do Trabalho).
3. REFERÊNCIAS NORMATIVAS
4. TERMOS E DEFINIÇÕES:
• Dosímetro: Medidor dos níveis de pressão sonora. Utilizado para medir o ruído ocupacional no ambiente de trabalho.
• EPI: Equipamento de proteção individual
• Limite de Tolerância ou Limite de Exposição: A concentração ou intensidade máxima relacionada com a natureza e o
tempo de exposição ao agente, que não causará danos à saúde do trabalhador durante sua vida laboral.
• SRTE: Superintendência Regional do Trabalho e Emprego.
• Nível de Pressão Sonora (NPS): E uma variação dinâmica na pressão atmosférica que pode ser detectada pelo ouvido
humano. É o que chamamos de ruído ou som.
• NR’s: Normas Regulamentadoras do MTE.
• PCMSO: Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional.
• PPRA: Programa de Prevenção aos Riscos Ambientais.
• Protetor Auricular: Equipamento de Proteção individual para proteção auditiva. Utilizado para atenuar a exposição a
níveis de pressão sonora acima dos limites permitidos.
• Ruído: Fenômeno físico que indica uma mistura de sons, cujas frequências não seguem nenhuma lei precisa. Causa
sensações desagradáveis e irritantes.
• Ruído Competitivo: Ruído simultâneo que pode mascarar sinais de alarme e/ou comunicação verbal que devem ser
percebidos e compreendidos.
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5. POLITICA PCA:
Avaliação da exposição de ruído as avaliações da exposição ocupacional ao ruído e o monitoramento são feitos
conforme antecipação e reconhecimento feito no PGR.
Calibração dos aparelhos para medições corretas e precisas, todos os dosímetros e medidores de campo devem ser
calibrados de acordo com instruções dos fabricantes, antes e após o uso, e aferidas anualmente por empresa legalmente
credenciada.
Monitoramento adicional as medições devem ser repetidas sempre que existirem mudanças no processo, na produção,
nos equipamentos ou controles, que possam resultar em exposição de Ruído Adicional ou Novo.
Controle do Ruído Sempre que possível, deverá adotar o controle do ruído na fonte de origem e na via de transmissão.
Quando tecnicamente não for possível a implantação dessas medidas, deve-se recorrer aos meios de controle
administrativo e/ou uso de EPI. Os níveis de ruído e exposição podem ser reduzidos da seguinte forma:
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7. ABRANGÊNCIA
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8. RESPONSABILIDADE DA EMPRESA
9. RESPONSABILIDADE DO EMPREGADO
Orientar, implantar e fazer cumprir os requisitos deste Programa junto aos seus colaboradores,
Encaminhar seus comandados aos treinamentos programados;
12. PENALIDADES
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• Interdição da tarefa ou trabalho, identificado o risco eminente de perdas por falta do uso do protetor auricular.
• Penalidades por falta do uso de Protetor Auricular definido neste Programa na função correspondente devem
seguir a seguinte ordem:
Cabe ao Médico do Trabalho, determinar o tamanho adequado do protetor auricular para cada usuário, devido às
limitações fisiológicas dos usuários de protetores auriculares.
Os EPI´s são selecionados de acordo com as necessidades de cada setor e que se adaptem individualmente. É somente
quando as medidas de controle ambientais não reduzem significativamente o ruído, e que independente do tempo de
permanência no recinto de visitantes, gerentes e funcionários de outros setores, sem exceções, todos deverão usar o
equipamento recomendado.
15. REPOSIÇÃO
Os EPI deverão estar à disposição em número suficiente, de forma que seja garantido o imediato fornecimento ou
reposição.
16. TAMANHOS
Para indicação do tamanho correto do protetor, o Médico do Trabalho, ou clínico indicado pela empresa fará a medição
do canal auditivo, com o otômetro (fig. 1), instrumento em forma de estrela com três pontas, com forma de esfera com três
tamanhos como identificado na figura 1, correspondendo o tamanho do canal àquela esfera que melhor se adaptar neste
canal, não ficando nem folgado, nem apertado. Pequeno (azul), médio (verde) e grande (vermelho).
Figura - 1
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17. TREINAMENTO
O objetivo do treinamento é conscientizar tanto os trabalhadores quanto os supervisores e líderes, dos efeitos
potencialmente prejudiciais do ruído e dos requisitos de um PCA eficaz.
Os programas de treinamento, educação e motivação dos usuários de proteção auditiva são de extrema importância
para que os trabalhadores participem ativamente do PCA e para que seja gerado o suporte do programa por parte da alta
gerência.
Atividades regulares de educação, treinamento e motivação estimulam o interesse de todos pelo programa e mantém
a importância do PCA vivo na memória de todos, com o passar do tempo. Se esta fase do programa não for realizada com
sucesso, as outras fases também tenderão a falhar, pois os envolvidos não entenderão qual a importância da cooperação
intensa de cada um no PCA e quais os benefícios adquiridos por compreender e seguir o programa. Os treinamentos
devem ter uma agenda regular pré-definida, com o conteúdo de cada um deles estabelecidos e com a recomendação do
perfil dos participantes. Além do treinamento mínimo anual dos usuários de protetores auditivos, toda a equipe
multidisciplinar do PCA deve receber treinamento sobre perda auditiva e conservação auditiva, para entender os objetivos
e as políticas do PCA; sobre como conduzir suas funções dentro do programa, recebendo treinamentos específicos quando
necessário, treinamentos básicos sobre colocação/vedação/utilização de P.A.
• Conhecendo o risco
• Efeitos do ruído- como proteger sua audição dentro e fora do trabalho
• Seleção do protetor auditivo adequado
• Instruções de colocação/inspeção/manutenção
Importante: Controlar a frequência dos treinamentos e reprogramar treinamentos complementares caso necessário.
Programar e desenvolver os treinamentos necessários ao atendimento deste programa de acordo com as informações
abaixo:
Protetores Auditivos de Inserção Pré – Moldados - São aqueles cujo formato seja definido, por exemplo, três
flanges ou protetores não roletáveis. Podem ser de diferentes materiais: borracha, silicone, PVC. As vantagens dos
protetores auditivos pré-moldados são:
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Diversos modelos;
As desvantagens são:
Feitos em espuma moldável, com superfície lisa que evita irritações no conduto auditivo. Contornam-se ao canal
auditivo do usuário, independentemente do tamanho ou formato do canal.
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AS DESVANTAGENS SÃO:
Formado por um arco plástico ligado a duas conchas plásticas revestidas internamente por espuma, que ficam
sobre as orelhas. Possuem as almofadas externas para ajuste confortável da concha ao rosto do usuário, ao redor da
orelha. Podem ser do tipo “acopláveis à capacetes”, não apresentando, neste caso, a haste de interligação das conchas.
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São formados por uma haste plástica de alta resistência à deformação e rompimento utilizados abaixo do queixo ou
atrás da cabeça, com plugues de espuma substituíveis em suas extremidades. Acomodam-se na entrada do canal auditivo,
possuem formato definido, não entrando em contato com o canal auditivo do usuário.
AS DESVANTAGENS SÃO:
Seleção de Protetores Auditivos - A consideração mais crítica na seleção e uso de protetores auditivos é a habilidade
em ajustar os protetores, a fim deles proporcionarem uma vedação ao ruído de uma maneira confortável e que a vedação
possa ser consistentemente mantida durante todas as exposições ao ruído. Outras considerações importantes incluem:
capacidade de redução de ruídos do protetor auditivo (atenuação), a exposição diária ao ruído (uso diário), variações no
nível de ruído (dose), preferências do usuário (conforto), necessidades de comunicação, perda auditiva (se houver),
compatibilidade com outros equipamentos de segurança, habilidades físicas, clima e outras condições de trabalho e
requerimentos de troca, cuidado e uso.
Como selecionar um bom protetor auditivo - É de responsabilidade das áreas de Segurança e Saúde/Médica a escolha
pela proteção apropriada, em termos de atenuação mínima necessária, após a avaliação das exposições dos
trabalhadores (dose de exposição). Porém, deverão ser consideradas as opiniões finais dos usuários em relação a alguns
pontos muito importantes, que aumentarão as chances do uso correto e eficácia da proteção.
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Para que o protetor seja utilizado adequadamente, vários aspectos deverão ser observados, dependendo das condições
de trabalho em cada área e do tipo de ruído existente. Elementos da proteção efetiva. Existe uma diferença entre os termos
Eficiência dos protetores e sua Eficácia. A Eficiência de atenuação está relacionada à capacidade que os protetores têm
de amenizar os ruídos externos, ou seja, poder de redução ou nível de redução do ruído. Esta medida de eficiência é
realizada em laboratório, através de uma metodologia de ensaio conforme sugerido em uma norma. Atualmente, no Brasil,
são seguidos os critérios da ANSI S12.6/1997 – método B, cujo resultado é denominado NRRsf (nível de redução de ruído
– “subject fit”), cujo resultado está explícito no certificado de aprovação (C.A.), emitido pelo Ministério do Trabalho. No
entanto, a Eficácia do protetor depende de alguns fatores, que são os elementos da proteção efetiva:
Portanto, a seleção do protetor auditivo deve considerar todos os elementos da proteção efetiva, além das
características pessoais do usuário (formato da cabeça e rosto, tamanho do conduto auditivo, tipo de atividade,
compatibilidade com outros E.P.I.’s) e conforto proporcionado ao usuário pelo protetor, lembrando que o aspecto conforto
é extremamente subjetivo, ou seja, o protetor não deve incomodar quem o utiliza. “O melhor desempenho dos protetores
auditivos somente será alcançado com esforços direcionados para a correta seleção, colocação, vedação, entrega do EPI
e substituição por novos. Pessoas capacitadas e interessadas devem ser selecionadas para conduzir esta fase do PCA,
proporcionando-as conhecimentos suficientes para realizarem um bom trabalho”.
Realizar seleção, juntamente com os trabalhadores, do protetor mais adequado e treiná-los no uso correto e cuidados
com os protetores é muito mais complicado que distribuir óculos de segurança.
Os protetores auditivos somente protegerão os trabalhadores se for absolutamente reforçada a necessidade do uso
apropriado como uma condição mandatória. Para o PCA ser efetivo, é preciso dar a mesma prioridade no uso dos
protetores auditivos como no uso de qualquer outro equipamento de segurança”.
Colocação e Uso Corretos - Em consequência do pouco conforto, pela falta de treinamento e motivação ao uso, os
protetores auditivos muitas vezes são impropriamente inseridos (plugues) ou ajustados (tipo concha); e finalmente, a partir
de algumas horas de utilização, eles ficam fora de posição - devido ao suor, movimentos da cabeça e/ou da boca (para
falar, mascar ou bocejar). Por isso é necessário que sejam retirados e recolocados, fora da área de riscos, após algumas
horas de uso, ajustando-o novamente.
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O hábito de utilizar tipo concha com a haste atrás da nuca (com as conchas viradas na horizontal), junto com outros
E.P.I.’s, pode fazer com que o ajuste não fique adequado e haja vazamentos. Mesmo quando bem utilizadas, existe a
deteriorização dos protetores: os plugues podem alterar-se com o calor e suor; os protetores tipo concha podem se
danificar ou a haste que une as conchas pode perder a pressão contra a cabeça. Ou mesmo as espumas externas ficarem
ressecadas e prejudicarem o conforto e a vedação. Indivíduos podem modificar os protetores para obter melhor conforto.
Estas técnicas incluem a dilatação da haste nos do tipo concha para reduzir a tensão, cortes nos plugues para utilizá-los
em menor tamanho, modificação ou furos nos protetores de espuma para um melhor conforto. Por estas razões, um bom
programa de treinamento é essencial e os usuários de protetores precisam estar convencidos de que os protetores
somente oferecerão proteção adequada se a colocação, uso e manutenção também forem adequadas.
Antes de utilizar o produto, conforme exigência na NR. 6, o usuário deve ser informado pelo empregador sobre a
obrigatoriedade do uso e devidamente treinado para a correta utilização do mesmo.
Com as mãos limpas, rolete o protetor deslizando-o entre o seu polegar e os dois primeiros dedos, até que o protetor
seja reduzido ao menor diâmetro possível e mantenha-o neste formato.
Passe a outra mão ao redor da cabeça e puxe o topo de sua orelha para abrir o canal auditivo.
Mantendo o canal auditivo aberto, leve a mão, que ainda está pressionando o protetor roletado, em direção à orelha e
insira o protetor no canal auditivo, o mais profundamente possível.
Mantenha a ponta do seu dedo pressionando a extremidade do protetor para dentro do canal auditivo por 10 segundos,
para que o protetor se expanda e vede o canal auditivo.
Para ajustar a pressão aplicada à cabeça, movimente o cursor lateral do braço da haste para cima e para baixo, até
que se obtenha um ajuste confortável.
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Retire com as mãos o máximo possível o excesso de cabelo que possa interferir no bom contato entre as almofadas
dos protetores e a sua cabeça. Certifique-se de que a vedação entre as almofadas pretas externas da concha e a cabeça
não tenha interferência de objetos, tais como hastes de óculos, brincos, a fim de se obter a melhor performance.
Com a haste do protetor sobre a cabeça, posicione as conchas de maneira a cobrir completamente as orelhas.
As conchas podem ser deslizadas na haste, para cima ou para baixo, mantendo a haste sobre a cabeça, para que se
obtenha um ajuste firme e confortável.
• Deslize a concha até a extremidade da ranhura da haste, para facilitar sua inserção no capacete.
• Gire a parte que se encaixa ao capacete, alinhando-a a haste.
• Pressione com o dedo a lâmina metálica para abrir a haste
• Introduza a parte que se encaixa ao capacete na fenda lateral do mesmo
• Para colocar as conchas em posição de descanso, coloque o dedo indicador sobre a lâmina metálica e
pressione-a para dentro e, ao mesmo tempo, levante a concha.
• Após encontrar a posição correta, pressione-os contra a orelha, para uma boa vedação.
• Os plugues não devem ser inseridos no canal auditivo
• As hastes podem ser utilizadas ou abaixo do queixo ou atrás da cabeça, na nuca.
Os protetores auriculares tipo plug de silicone podem ser de três tamanhos: pequeno, médio e grande, fig. 2 ou ainda
de tamanho universal (tamanho único) fig. 3.
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Figura – 2 Figura – 3
No uso do protetor universal tamanho único é recomendado que se faça também à medição para verificação de canais
com medidas extremas, ou seja, ou muito pequeno ou muito grande, visto que este atende à grande maioria dos canais
auditivos, podendo ocorrer às exceções, quando então se utiliza o tamanho determinado.
O protetor tipo plug, deve ser sempre colocado antes do início da atividade ou exposição ao ruído;
Para colocá-lo certifique-se que o mesmo esteja limpo, se não estiver, limpe-o e seque-o (procedimento conforme
descrito mais adiante).
1º sobrepondo a mão direita sobre a cabeça, puxe a orelha esquerda suavemente para cima e para frente (fazendo com
que o canal auditivo fique reto facilitando a colocação. Normalmente o canal é curvo para cima e para trás) figura 4.
Figura - 4
2º Segure o protetor pelo “cabo” encostando-se à entrada do canal auditivo e exerça uma pequena pressão, girando
levemente até que o protetor penetre pelo menos até a segunda flange deste. É recomendado que se faça uma pequena
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abertura da boca no instante em que se introduz o protetor visando com isto equilibrar as pressões do ar do ouvido médio
e da câmara do canal auditivo, diminuindo a tensão sobre o tímpano.
Figura – 5 Figura – 6
INSTRUÇÃO DO USO:
1º Com as mãos limpas, role o protetor entre os dedos até obter o melhor diâmetro.
2º Para facilitar a colocação, puxe a orelha para cima e para o lado e coloque o protetor no canal auditivo.
3º Mantenha-o nesta posição até que ele tenha se expandido (voltando ao seu formato original moldando-se as paredes
do canal auditivo).
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Os protetores auriculares tipo concha parecem-se com fones de ouvido, os quais cobrem todo o pavilhão auditivo.
INSTRUÇÃO DO USO:
Coloque o abafador com a boca aberta e de maneira que as conchas cubram as duas orelhas não fazendo pressão de
ar nos ouvidos, fazendo leve pressão no crânio, para que não fiquem aberturas laterais por onde venha a passar o ruído.
32. HIGIENIZAÇÃO
Para assegurar o bom funcionamento do protetor auricular, utilize-o corretamente e mantenha-o higienizado, isento de
qualquer sujidade, como descrito a seguir:
Para os protetores do tipo concha poderá ser passado apenas um pano limpo, úmido e esterilizado nas bordas das
conchas, das almofadas e das hastes, internamente não deverão ser molhados.
Esta higienização só é recomendada para não moldáveis, os moldáveis são sempre descartáveis, feitos de esponja.
• Lave-o todos os dias com água corrente e limpa, secando-o logo após com uma toalha limpa e seca;
• Não utilize nenhum tipo de sabão ou detergente, somente água;
• Guarde-o na caixinha ou envelope “zip” sempre que o mesmo estiver fora de uso (nos intervalos de descanso);
Lembre-se que o protetor na posição de descanso sobre o pescoço retém poeira do ar que adere ao mesmo, devido à
gordura deixada pelo cerúmen na superfície do protetor em uso (“cera de ouvido” não é sujeira é uma proteção natural
que todas as pessoas produzem todos os dias, umas com mais intensidade outros com menos intensidade, com a
finalidade bactericida e antisséptica); portanto observe o protetor e se necessário limpe-o em água corrente antes de usá-
lo;
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É recomendado que se esterilize o protetor uma vez a cada sete ou dez dias, ou seja, retire os cordões de algodão,
coloque os plugs dentro de um recipiente com água e ferva-os pelo menos três minutos, não esquecendo de mexê-los
para que não grudem no fundo; você deve lavar também o cordão.
A manutenção deverá ser realizada de acordo com as instruções do fabricante e obedecendo a um procedimento que
garanta a cada usuário um protetor auricular limpo. O usuário deverá examinar o protetor antes de colocá-lo, para verificar
se está em perfeitas condições de uso. O protetor deverá ser guardado em local conveniente, limpo e higiênico. Será
atribuição dos encarregados, verificarem diariamente esta rotina.
a) Modelo Tipo Plug não Descartável– Rasgamento, perda de pedaços, endurecimento e muita sujeira.
b) Modelo Tipo Plug Descartável – Demora no tempo de expansão, esfarelamento e sujeira.
c) Modelo Concha – Concha rachada ou furada, almofada ressecada, esponja interna esfarelada, falta de pressão nas
hastes quebra das hastes.
A distribuição dos protetores auriculares, são feitos diretamente pelo SMS da empresa, a solicitação para troca ou
substituição pode ser feita diretamente através do RH ou ao SMS da empresa, os protetores ficam armazenados no
almoxarifado da empresa tanto na sede quanto nas frente de trabalhos onde são necessários.
Quando for entregue qualquer protetor o mesmo é anotado em formulário próprio de ficha de EPI individual ao
colaborador e armazenado uma cópia no almoxarifado e uma cópia na pasta individual do funcionário.
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Nota 1: Para os empregados que apresentarem perda auditiva não induzida pelo ruído, serão submetidos à investigação
clínica e otorrinolaringológica para detecção da perda auditiva.
Nota 2: Aos empregados que apresentarem perda auditiva induzida pelo ruído serão fornecidos protetores auriculares
mais eficientes, treinamentos periódicos mais frequentes, monitoramento do uso do protetor auricular quanto a sua
durabilidade e higienização.
As pessoas que não realizam tarefas nessas áreas, ou visitantes, deverão receber instruções breves sobre o seu uso.
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37. RECONHECIMENTO
Onde há possível exposição ao ruído é o primeiro passo para iniciar as ações preventivas.
Efetua-se a avaliação sistemática e repetitiva dos níveis variáveis de ruído a que estes postos de serviços estão
expostos, definindo a dose e o LEQ (nível equivalente de ruído em decibéis) o que nos possibilita definir em decibéis o
nível equivalente ao ruído constante durante toda a jornada de trabalho.
Esse nível exige ações preventivas, de forma a minimizar a probabilidade de que as exposições a ruído ultrapassem os
limites. Efetua-se monitoramento periódico da exposição à intensidade e controle audiométrico.
Se estas medidas não forem suficientes para reduzir a dose <1, 0, tomamos medidas de controle do homem, tais como:
limitação do tempo de exposição e o uso de EPI’s.
No caso dos EPI’s, após a sua seleção, deve-se calcular a sua atenuação que deverá reduzir a pressão sonora abaixo
do limite de tolerância, para serem implantados.
O monitoramento do uso deverá ser feito rotineiramente nas inspeções de auditoria comportamental, as inspeções
devem ser feitas aleatoriamente de acordo com a disponibilidade e o roteiro de inspeções do SMS. Também poderá haver
inspeções provocadas, seja ela por solicitação de terceiros quando visualizar algum colaborar fazendo o uso incorreto ou
mesmo sem utilizar o protetor auricular ou mesmo por solicitação do próprio colaborador em caso de dúvida ou
questionamento.
Os dados de medição de ruído, obtidos através de pesquisas e avaliações, são necessários para determinar o grau de
exposição ao risco e para tomada de decisões sobre como proteger os trabalhadores expostos.
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Diferentes instrumentos e metodologias de medições podem ser empregados, dependendo do tipo de informação que
se deseja obter e profundidade da avaliação que está sendo conduzida. Os resultados das avaliações do ruído são
necessários por muitas razões:
• Conhecimento do ambiente;
• Descrição dos processos;
• Atividades envolvidas;
• Agentes existente.
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Controle da Exposição ao Ruído - O controle do ruído é uma ação que, em última análise, visa diminuir a exposição dos
indivíduos ao ruído, ou seja, reduzir a dose de exposição diária. Como o controle do ruído pode se dar em três níveis –
fonte, trajetória e indivíduo, a dose estaria mais vinculada ao último caso.
É importante observar que existe uma hierarquia e que a forma ideal de diminuir os riscos de perda da capacidade
auditiva dos trabalhadores é através do Controle por Engenharia, onde as práticas mais comuns são:
Quando os controles ou práticas de trabalho não conseguirem a redução do ruído a um nível seguro, deverá ser
implementada a Redução da Exposição ao Ruído no Indivíduo, reduzindo a dose de exposição diária:
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O conjunto de medições deve ser representativo das condições reais de exposição do grupo, com os períodos
adequadamente escolhidos, entendendo e considerando os ciclos de trabalho nos processos (ciclos repetitivos; ciclos não
regulares). As medições não devem interferir nas condições de trabalho e devem ser realizadas medições isoladas de
exposições não rotineiras, além de serem coletadas informações administrativas e de campo, essenciais para
interpretação dos resultados e tomada de decisões.
As avaliações devem ser realizadas periodicamente – anualmente ou mais frequentemente caso haja suspeita que as
exposições dos trabalhadores tipo médias ponderadas no tempo alteraram significantemente (para mais ou para menos).
Para que os objetivos do trabalho sejam definidos e os investimentos bem aplicados:
Manter uma previsão das avaliações, com seus objetivos claramente definidos e limite seu escopo, para obter as
informações necessárias para direcionar as decisões;
Planejar e coordenar o pessoal responsável pela produção (empregados e supervisores), para obter as informações
necessárias e confiáveis nas avaliações do ruído e responder a relevantes questões sobre como proteger os expostos.
Através da familiaridade do pessoal da produção com o ambiente produtivo, processos, ciclos, máquinas, juntamente com
a explicação do propósito da pesquisa, erros podem ser evitados tanto nas estratégias quanto nas avaliações propriamente
ditas;
Registrar e documentar os dados com um nível de detalhe suficiente para que outra pessoa possa compreendê-los e
replicar os resultados, caso nada tenha sido alterado no ambiente de trabalho;
A participação do trabalhador é essencial para o sucesso das avaliações, mantendo sua rotina de trabalho quando
solicitado, ou para notificar qualquer informação aos membros coordenadores do PCA, em portar e zelar pelos
equipamentos de avaliação, indicar aos responsáveis necessidades de novas avaliações;
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Nas avaliações básicas do ruído, um medidor instantâneo de nível de pressão sonora (“decibelímetro”) pode ser utilizado
para identificar as áreas de trabalho onde claramente não existe um problema de ruído e as áreas as quais existe um
potencial de ambiente perigosamente ruidoso. As avaliações básicas de ruído determinam os departamentos onde os
trabalhadores podem necessitar serem incluídos no PCA devido aos resultados das exposições diárias ao ruído. (Uma
combinação entre os níveis de ruído e sua correspondente duração da exposição).
Nas avaliações detalhadas do ruído, um medidor instantâneo de nível de pressão sonora (“decibelímetro”) e um
cronômetro e/ou um medidor integrador de uso pessoal (“dosímetro”) podem ser utilizados para estimar a dose diária de
ruído de um trabalhador e a equivalente média ponderada no tempo.
Nas avaliações para controle de engenharia um medidor instantâneo de nível de pressão sonora (“decibelímetro”), filtros
de banda de oitava e outros instrumentos podem ser utilizados para medir o nível de ruído produzido por uma máquina
em vários modos de operação a fim de avaliar o potencial para aplicação de controles de engenharia (na fonte, trajetória)
Monitoramento Pessoal da Exposição: A Dosimetria deve ser realizada sempre que se desejar informações de
exposição da população que não assume uma posição fixa junto a um equipamento, e sim, possui uma rotina de trabalho
por várias áreas ou locais da empresa. Porém, sabe-se que praticamente não existem tarefas profissionais nas quais o
indivíduo é exposto a um único e perfeitamente constante nível de ruído durante a jornada. O que ocorre são exposições
por tempos variados a níveis variados de ruídos. Limites de Tolerância para Ruído Contínuo ou Intermitente
A Dose de ruído é calculada de acordo com os tempos de exposição permitidos para cada nível de ruído. No Brasil, a
Portaria 3214 do Ministério do Trabalho, NR – 15 no seu Anexo 1, estabelece tais limites, partindo de 85 dB (A) para uma
exposição de 8 horas e um fator de 5 dB (A) para a redução à metade da exposição
Para fins de NR-15, Limite de Tolerância é a concentração ou intensidade máximas ou mínimas, relacionadas com a
natureza e o tempo de exposição do agente, que não causará danos à saúde do trabalhador, durante a sua vida laboral.
Para a ACGIH, os Limites de Exposição – TLV’s- referem-se aos níveis de pressão sonora e aos tempos de exposição
que representam condições às quais, se acredita que, a maioria dos trabalhadores possa estar exposta, repetidamente,
sem sofrer efeitos adversos à sua capacidade de ouvir e entender uma conversa normal.
“Os valores devem ser usados como um guia no controle da exposição a ruídos e, devido a susceptibilidade individual,
não devem ser considerados uma linha divisória entre níveis seguros e níveis perigosos”. “Um programa de conservação
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auditiva com todos seus elementos, incluindo testes audiométricos, é necessário quando os trabalhadores estão expostos
a níveis de ruído”. Iguais ou superiores ao limite de exposição”.
O Procedimento Operacional Padrão é um recurso essencial nos trabalhos executados pelos profissionais de saúde da
área hospitalar, uma vez que auxilia a realização de condutas padronizadas gerando mais segurança ao paciente,
melhores resultados e qualidade do serviço oferecido. Neste aspecto, o trabalho serão encontrados os procedimentos da
Fonoaudiologia Ambulatorial relacionados à Avaliação Audiológica que tem como objetivo principal “determinar a
integridade do sistema auditivo, além de identificar tipo, grau e configuração da perda auditiva em cada orelha” (Lopes,
Munhiz & Bozza (2015). Este POP de Fonoaudiologia faz parte da Unidade de Reabilitação e tem duração de dois anos,
necessitando de revisão bianual.
Os resultados das audiometrias serão compilados em planilha específica e monitorado cada caso de forma individual
Para a realização da ATL, além da cabina tratada acusticamente, o fonoaudiólogo deve dispor de audiômetro, onde
estarão acoplados transdutores (fones), para a pesquisa de limiares tonais por via aérea e um vibrador ósseo, para a
pesquisa de limiares tonais por via óssea. Os transdutores normalmente usados são do modelo TDH39. Observa-se que
um dos lados apresenta um cabo vermelho e o outro lado um cabo azul. O vermelho é usado na orelha direita e o azul na
orelha esquerda.
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Estas cores serão sempre usadas da mesma forma. Tudo o que se referir ao lado direito é escrito em vermelho e o que
se referir ao lado esquerdo em azul. Para a realização da audiometria tonal limiar o paciente deve estar sentado
confortavelmente dentro da cabina e ser orientado a levantar a mão ou apertar um botão a cada vez que ouvir o estímulo
sonoro (apito), mesmo que este seja muito fraco. Normalmente se inicia o exame pela melhor orelha. Caso o paciente
relate não perceber diferenças pode então iniciar pela orelha direita. Para a obtenção dos limiares auditivos o profissional
optará pelo método ascendente ou descendente. No método descendente inicialmente é apresentado um som audível
para o paciente. A partir da resposta do mesmo, a intensidade é diminuída de 10 dB em 10dB até que não seja mais
audível. Neste momento deve-se aumentar 10dB e diminuir-se de 5dB em 5dB, identificando-se a menor intensidade que
o paciente é capaz de perceber (RUSSO; SANTOS, 2011). No método ascendente parte-se de uma intensidade inaudível
para o indivíduo e aumenta se o tom puro de 10dB em 10dB. Quando o paciente ouvir deve-se diminuir 10dB e aumentar
novamente em passos de 5dB, até que ele volte a perceber o som. Considera-se o limiar auditivo a intensidade em que o
paciente perceber o som 50% das vezes em que for apresentado (RUSSO; SANTOS, 2011).
Normalmente inicia-se a audiometria pela frequência de 2KHz. Após a determinação dos limiares auditivos devem-se
avaliar as outras frequências, na seguinte ordem: 3KHz, 4KHz, 6KHz, 8KHz, 2KHz, 1KHz, 500Hz e 250Hz. No caso de
audiometria em altas frequências o fonoaudiólogo deverá testar até a frequência máxima do equipamento utilizando
transdutores específicos para este fim. Os limiares auditivos por via aérea permitem verificar se o paciente apresenta
limiares auditivos normais ou perda auditiva, bem como calcular o grau da mesma. O Conselho Federal de Fonoaudiologia
(CFFa) reemitiu em 2017 um guia de orientações na avaliação audiológica básica que contém a recomendação para a
elaboração do resultado audiológico, que deve ser levado em consideração: tipo, grau e configuração da perda auditiva.
A elaboração da Ficha Audiológica deverá ser baseada nos seguintes critérios para classificação e registro:
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Quadro 2 - Classificação quanto ao grau da perda auditiva: Organização Mundial da Saúde (OMS, 2014), para adultos
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Cabe ao fonoaudiólogo que realizou o exame: relatar o atendimento, imprimir/anexar a evolução no prontuário clínico
juntamente com o resultado do exame (ATL) e confeccionar cópia do mesmo que poderá ser retirada, na recepção, pelo
próprio paciente 02 dias após. Caso não seja retirada até 03 meses deverá ser devolvida ao setor de arquivo. Será
elaborado laudo audiológico diferenciado (descritivo) apenas em situações que houver justificativa, solicitação médica ou
se o profissional jugar necessário diante dos resultados obtidos durante o período de avaliação, como por exemplo,
orientações à escola. Nenhum resultado de exame ou prontuário clínico será arquivado no ambulatório de fonoaudiologia.
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Obs: A vida útil do selo e espuma é de 12 (doze) meses a contar da sua utilização.
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De acordo com a NR 9, as medidas de controle do ruído ocupacional, seja para eliminar ou minimizar, devem ser
adotadas dando-se prioridade, nessa ordem, às medidas de proteção coletiva, medidas de caráter administrativo ou de
organização do trabalho e utilização de EPIs. “As últimas duas deveriam ser utilizadas somente quando comprovada a
inviabilidade técnica da adoção de medidas de proteção coletiva ou quando essas não forem suficientes ou se encontrarem
em fase de estudo, planejamento ou implantação, ou ainda em caráter complementar ou emergencial.
O agente físico ruído envolve sempre uma fonte sonora, um caminho de transmissão e um receptor. Cada medida de
controle atuará ou na fonte sonora ou no caminho de transmissão ou no receptor. “As medidas de controle coletivo são as
mais eficazes, pois a implementação dessa solução atinge simultaneamente diversas pessoas”, o método mais eficaz de
fazer o controle de ruído é eliminar a fonte sonora, eliminando, assim, o ruído. Em alguns casos, é possível trocar a fonte
sonora de um local para outro. Dessa forma, elimina-se o ruído de um local, mas gera-se o ruído em outro local”, explica.
Já o controle por substituição possibilita a troca de uma fonte sonora ruidosa por outra menos ruidosa, minimizando o
NPS (Nível de Pressão Sonora) do ambiente. “Na maioria das situações, a questão do ruído só é levada em consideração
quando a fonte sonora (máquina) já foi instalada. Nesses casos, é quase sempre inviável trocar a fonte sonora por uma
mais silenciosa devido ao alto custo das máquinas”, observa. Outra possibilidade é fazer substituições ou ajustes de partes
da fonte sonora, implementando controle de movimento de elementos de máquinas, controle de movimento de fluídos,
controle de irradiação sonora, entre outros.
Por sua vez, a engenharia de controle é a opção como medida de controle coletiva no caminho da transmissão, quando
não é possível eliminar ou substituir a fonte sonora. “Normalmente, implementa-se enclausuramentos das fontes sonoras,
barreiras acústicas e tratamentos de absorção sonora entre a fonte sonora e o receptor, instalação de silenciadores em
entradas e saídas de tubulação de fluídos de fontes sonoras, instalação de isoladores de vibração e choque para reduzir
o ruído estrutural.
Deve ser realizada um PDCA, levando em consideração os seguintes dados obtidos através;
Análise do processo e condições de trabalho: Identificar as características do negócio e os riscos ocupacionais que
os trabalhadores estão expostos.
Gestão dos exames Audiológicos: Diagnosticar precocemente os casos de perda auditiva ocupacional, orientar e
fazer os encaminhamentos necessários para cada especialidade médica.
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Gestão das medidas de controle individual: Acompanhamento dos trabalhadores que tiveram uma piora da perda
auditiva.
Monitoramento Ambiental: Avaliação da exposição dos trabalhadores a riscos ocupacionais que possam gerar perdas
auditivas.
Gestão das medidas de controle coletivo: Medidas de controle ambiental, administrativas e medidas de controle
individual.
Gestão dos Equipamentos de Proteção Individual (EPI): Indicação do EPI, documentação de entrega, treinamento
para manuseio adequado, conservação e higienização, fiscalização dos cuidados e do uso e avaliação do EPI
(durabilidade, conforto, conservação, aceitabilidade, etc.).
Os relatórios preparados com as informações sobre os resultados das avaliações das exposições devem ser claros e
objetivos. Recomenda-se que no relatório técnico sejam abordados, no mínimo, os aspectos a seguir apresentados, de
forma que possibilite a compreensão por leitor qualificado sobre o trabalho desenvolvido e documentar os aspectos
relevantes que foram utilizados no estudo, como por exemplo, os parâmetros da NHO-01. Mesmo contento nos relatórios
todas as informações de uma forma organizada, as informações originais sobre as avaliações das exposições devem ser
preservadas para propósitos legais.
Relatório de Introdução, incluindo objetivos do trabalho, justificativo e datas ou períodos em que foram desenvolvidas
as avaliações; Critério de avaliação adotado; instrumental utilizado; Metodologia de avaliação; Descrição das condições
de exposição avaliadas; Dados obtidos; Interpretação dos resultados;
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57. CRONOGRAMA
Ações MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ JAN FEV MAR ABR
1 Divulgação do PCA
Realizar os Treinamentos
2
de Uso e Higienização
Inspeção dos
3
Certificados
Elaboração do Relatório
4
Final
As audiometrias dos funcionários serão realizadas, conforme o cronograma do PCMSO (Programa de Controle médico
de Saúde Ocupacional), os monitoramentos de ruído serão realizados conforme o cronograma do PGR (Programa de
Gerenciamento de Riscos).
A Coordenação deve promover, análise global do desempenho do programa, pelo menos uma vez ao ano.
Avaliar o grau de atendimento do Plano de Ação e definir as correções necessárias, assim como as novas metas para
o plano de ação.
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NOME CRM
Dr. Bassam Moussalem 52-55553-5
A empresa deve arquivar todos os dados referentes a resultados de audiometrias, bem como avaliações ambientais e
medidas adotadas de proteção coletiva por período de 30 anos. Esses dados devem estar disponíveis para os
trabalhadores, órgãos de fiscalização e vigilância.
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Consórcio ECB-SEA_ALSUB
Benedito Cristino Lopes
Responsável pela Aprovação do Documento