História e Tipos de Ginástica
História e Tipos de Ginástica
DISCENTES:
DOCENTE:
Nº 41 Cheila Chita
Nº 42 Cipriano Alberto Belita
Nº 43
Nº 44 Cleide Alberto
Nº 45
Nº 46 Daniba Jussubo
Nº 47
Nº 48 Daniela Betino
Nº 49 Delfia João
Nº 50 Dércio António
QUELIMANE
2023
1.
Índice
Pág.
1. Introdução.....................................................................................................................................3
2. Contextualização...........................................................................................................................4
2.1. Ginástica................................................................................................................................4
2.2. Diferença entre a ginástica competitiva e não competitiva...................................................4
3. História: surgimento e evolução da ginastica................................................................................5
4. Escolas de Ginástica.......................................................................................................................8
a) A Escola Alemã.......................................................................................................................8
b) A Escola Sueca.......................................................................................................................9
c) A Escola Francesa.................................................................................................................11
5. Tipos de ginástica........................................................................................................................13
a) Ginástica artística.....................................................................................................................13
b) Ginástica rítmica......................................................................................................................13
c) Ginástica acrobática.................................................................................................................14
d) Ginástica de trampolim............................................................................................................14
e) Ginástica aeróbica...................................................................................................................14
6. Importância da ginastica..............................................................................................................14
7. Conclusão....................................................................................................................................16
8. Referência Bibliográfica...............................................................................................................17
2. Introdução
3
3. Contextualização
3.1. Ginástica
A ginástica é o esporte em que se realiza uma série de movimentos corporais, que exigem
muita força, flexilidade e equilíbrio para fins únicos de aperfeiçoamento físico e mental.
Ginástica artística,
Ginástica rítmica,
Ginástica de trampolim.
Fazem parte da ginástica não competitiva as modalidades praticadas por lazer, exercício
físico e questões de saúde. Ou seja, são atividades exercidas sem a finalidade de competir
com outros praticantes. Como exemplo:
Hidroginástica,
Ginástica laboral,
Yoga tradicional,
Exercícios de fisioterapia.
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4. História: surgimento e evolução da ginastica.
A origem da ginástica não é precisa, sabe-se que é uma prática milenar presente de diversas
formas em várias regiões do mundo. Há registros sobre a utilização da ginástica na Grécia
Antiga, na Índia (por meio do yoga), na China e no Egito.
Em muitas dessas sociedades a prática acontecia tanto como uma maneira de se exercitar
fisicamente, como preparação militar ou expressão artística em rituais e festas.
Com a ascensão dos valores cristãos, especialmente durante o Império Romano e a Idade
Média na Europa, qualquer espécie de reverência ao corpo humano foi considerado negativo
e a ginástica entrou em desuso. Entretanto, em outras partes do mundo, continuou a ser
utilizada.
Somente após o Renascimento, por volta do século XVIII, que a prática volta a ter
popularidade e surgem as primeiras escolas europeias de ginástica, com métodos e técnicas
próprias. As escolas mais conhecidas foram inglesas, alemãs, francesas e suecas.
Na Grécia Antiga, a ginástica era praticada nas chamadas palestras e nos ginásios, junto a
filósofos e artistas, que esculpiam com perfeição o corpo harmônico dos atletas.
Sendo milenar, a ginástica fez parte da vida do ser humano pré-histórico enquanto atividade
física, pois detinha um papel importante para sua sobrevivência, expressada, principalmente,
na necessidade vital de atacar e defender-se. O exercício físico utilitário e sistematizado de
forma rudimentar era transmitido através das gerações e fazia parte dos jogos, rituais e
festividades. Mais tarde, na antiguidade, principalmente no Oriente, os exercícios físicos
apareceram nas várias formas de luta, na natação, no remo, no hipismo e na arte de atirar com
o arco, além de figurar nos jogos, nos rituais religiosos e na preparação militar de maneira
geral.
Na Idade Média, a ginástica perdeu sua importância devido à rejeição do culto ao físico e à
beleza do homem, ressurgindo somente na fase renascentista, influenciada pela redescoberta
dos valores gregos, aparecendo assim nos teatros de rua, que motivavam os espectadores a
praticarem em grupo as atividades físicas. Estruturalmente, ressurgiu o termo ginástica
higiênica, voltada para a prática do exercício apenas direcionada para a manutenção da saúde
do indivíduo, descrita na obra Arte Ginástica, de Jeronimus Mercurialis. Por volta do século
XVIII, recuperou-se e desenvolveu-se conceituada em duas linhas, como expressão corporal
e como exercício militar, após a publicação de Émile, livro do pedagogo Jean-Jacques
Rousseau, que defensor da aprendizagem indutiva, definiu: Imagem datada do ano de 1851
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mostra a prática gímnica masculina, ao ar livre e em grupo, nos primórdios da transformação
à modalidade esportiva e posteriormente, competitiva.
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Nesse mesmo século, surgiu a entidade que passou a regrar as práticas do desporto: a
Federação Europeia de Ginástica (em francês: Fédération Européenne de Gymnastique),
fundada por Nicolas J. Cupérus e que contou com a participação de três países – Bélgica,
França e Holanda. Em 1921, a FEG tornou-se a atualmente conhecida FIG (Federação
Internacional de Ginástica), quando os primeiros dezesseis países não europeus foram
admitidos na entidade, sendo os Estados Unidos, o primeiro. Nos dias atuais, é considerada a
organização internacional mais antiga responsável pela estruturação da ginástica. Mesmo sem
carácter competitivo, a modalidade tem figurado em cerimônias de abertura de jogos,
caracterizando-se como um dos pontos mais belos destes eventos, nos quais a criatividade, a
plasticidade e a expressão corporal tornam-se presentes na participação sincronizada de um
grande número de ginastas. Na era moderna, a ginástica, inicialmente tida como prática
física, passou a ser dividida e estruturada em cinco campos de atuação, que desenvolvem-se
unidas pelo conceito e separadas nos fins: condicionamento físico, de competições,
fisioterapêuticas, de demonstração e de conscientização corporal.
5. Escolas de Ginástica
a) A Escola Alemã
De caráter extremamente nacionalista, a ginástica surge na Alemanha com o objetivo de
preparar os corpos para a defesa da pátria, uma vez que esse país ainda não havia conquistado
sua unidade territorial e vivia sob a constante ameaça de guerras. “Era preciso, portanto, criar
um forte espírito nacionalista para atingir a unidade, a qual seria conseguida com homens e
mulheres fortes, robustos e saudáveis” (SOARES, 2002, p.53). Para tanto, seus idealizadores
apoiaram-se nas ciências biológicas, para desenvolver seus métodos.
Em 1760, inspirado nas doutrinas pedagógicas de Jean Jacques Rousseau (1712-1778) e John
Locke (1632-1704), Johann Bernard Basedow (1723-1790) iniciou um processo de
estruturação, denominado Método Alemão, que posteriormente atingiu o ápice com os
trabalhos de Johann Christoph Friedrich Guts-Muths (1759-1839), Adolph Spiess (1810-
18540 e Friedrich Ludwig Jahn (1778-1852). Guts-Muths foi considerado o Pai da Ginástica
Pedagógica. Para ele, deveria ser organizada pelo Estado e ministrada todos os dias e para
todos. Spiess preocupou-se com a inserção da ginástica nas escolas e procurou colocá-la no
mesmo plano das demais disciplinas escolares. Jahn, principal responsável pela disseminação
do método entre a população, trouxe ao seu sistema o caráter militarista e extremamente
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patriótico, chegando a criar termos próprios, como por exemplo a palavra “Turnen” que
significa ginástica (RAMOS, 1982).
Os exercícios tinham objetivos que transcendiam a forma física. “O turnen também tinha um
exercício moral: alcançar autoconfiança, autodisciplina, independência, lealdade, e
obediência. Essas eram as metas a serem atingidas por meio de atividades completas e
informais” (PUBLIO, 2005, p. 17).
Também derivado da Escola Alemã temos o Método Natural Austríaco. Em 1926, após o
desmembramento do império provocado pela Primeira Grande Guerra (1914-1918), iniciou-
se uma grande reforma com o intuito de regenerar física e moralmente a juventude por meio
dos exercícios físicos (MARINHO, S/D). Desenvolvido em um país formado por vários
povos, com diversas línguas, costumes e hábitos, tal método de ginástica sofreu bastante
influência dos métodos já existentes, gerando correntes de pensamentos que se diferenciavam
em movimentos ginásticos independentes.
Buscando ser uma oposição ao Método Alemão, dominado por exercícios violentos em
aparelhos, o sistema austríaco foi uma variação original de ideias interessantes, mais das
ciências médicas do que pedagógicas. Sua maior qualidade consistia no fato de buscar ser
interessante para as crianças e incentivar a juventude a manter uma postura correta,
despertando uma consciência higiênica e o desejo de cuidar do corpo para alcançar a saúde.
Entretanto, errou pela ausência de condições de execução e pela falta de controle de
intensidade, esquecendo a influência educativa e formativa dos exercícios físicos. Seus
principais idealizadores foram Margarete Streicher e Karl Gaulhofer. Margarete esforçou-se
para levar às escolas uma ginástica “natural”, com aplicação de higiene (MARINHO, S/D).
Ou seja, a Escola Alemã se baseou nas ciências biológicas para transformar a ginástica em
um meio de educação em massa capaz de atender às necessidades do Estado. Característica
também encontrada nas demais escolas, mas o que as diferencia são seus distintos anseios.
b) A Escola Sueca
Idealizada por Pehr Henrick Ling (1776–1839), a ginástica sueca surgiu com a finalidade de
extirpar os vícios da sociedade, em especial o alcoolismo. Com a missão de regenerar a
população, possuía um caráter não acentuadamente militar, mas sim “pedagógico” e “social”.
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Deveria gerar indivíduos fortes que pudessem ser úteis à pátria, como soldados ou
trabalhadores civis (SOARES, 2004).
Ling acreditava que seu método assegurava a saúde, por ser essencialmente respiratório, e
a beleza, por seus efeitos corretivos e ortopédicos. Por isso, o destinou a todos, independente
de sexo, idade ou condições materiais e sociais, dividindo-o em quatros partes: Ginástica
Pedagógica ou Educativa – para todas as pessoas, tinha como objetivo assegurar a saúde,
evitar a instalação de doenças, vícios e defeitos posturais e desenvolver normalmente o
indivíduo; Ginástica Militar- com as mesmas características da pedagógica, acrescentando os
exercícios de preparação para a guerra; Ginástica Médica e Ortopédica – também baseada na
pedagógica, objetivava eliminar vícios e defeitos posturais, sendo específica para cada caso;
Ginástica Estética – mais uma vez apoiada na pedagógica buscou o desenvolvimento
harmonioso do organismo, utilizando-se da dança e de movimentos suaves para proporcionar
beleza e graça ao corpo (MARINHO, S/D).
“A extensão do movimento não ficou na Suécia, estendeu-se com entusiasmo por todo o mundo,
principalmente aos demais países nórdicos – Dinamarca, Noruega e Finlândia” (RAMOS, 1982, p.
211). Na Dinamarca, o Método Sueco, foi chamado de Ginástica Racional por ser fundamentado e
consciente de seu objetivo. Entretanto, foi considerado inapto para as necessidades e interesses da
juventude dinamarquesa por ser composto por posições rígidas (MARINHO, S/D). “Não é necessário
modificar o fundamento nem o objetivo da Ginástica básica, mas é o emprego dos meios que deve ser
levado a um terreno mais firme” (BUKH, 1939 apud MARINHO, S/D, p.198).
Surge então a Ginástica Básica Dinamarquesa, idealizada por Niels Bukh. “O Professor Niels
Illeris, ao fazer uma diferença entre a Ginástica Sueca e a Ginástica Dinamarquesa, diz que a
primeira é uma Ginástica de posições e a segunda uma Ginástica de Movimento”
(MARINHO, S/D, p. 201).
Assim como Ling, Bukh preocupou-se muito com a postura. Os exercícios deveriam ser
diferentes para homens e mulheres e voltados para a correção de defeitos posturais oriundos
do trabalho.
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Também inspirada na Ginástica Sueca de Ling, temos a Calistenia. Para Silva (S/D), a
Calistenia não é um sistema próprio de ginástica, mas sim uma série de exercícios ginásticos
localizados, com fins corretivos, fisiológicos e pedagógicos, que pode integrar perfeitamente
qualquer sistema ginástico. Por estar em constante evolução teria grande vantagem sobre os
sistemas clássicos.
A Calistenia trouxe características nunca antes abordadas. Examinando os dois sistemas mais
difundidos, o sueco e o alemão, educadores suecos chegaram à conclusão de que ambos eram
pobres no que se tratava de elementos psicológicos. Por isso, inseriram a música na prática da
ginástica, por considerarem que ela incentivava o movimento, evitando a monotonia e
contribuindo para a educação dos sistemas psicomotor e neuromuscular (SILVA, S/D).
Objetivando melhorar a forma física da população, foi introduzida nas escolas americanas em
1860 por Dio Lewis (MARINHO, S/D). “[...] era dedicado ao homem gordo, ao homem fraco
ou enfermiço, aos jovens e às mulheres de todas as idades – as classes que mais necessitavam
de treinamento físico. [...] Não havia ninguém, nem nenhum sistema que tivesse contemplado
estes [...]” (MARINHO, S/D, p. 265). Por fim, deveria ser uma ginástica simples,
fundamentada na ciência e cativante (MARINHO, S/D).
c) A Escola Francesa
A Ginástica na França baseou-se nas idéias dos alemães Jahn e Guts Muths e, apresentava
além do caráter moral e patriótico, uma preocupação com o desenvolvimento social.
Objetivava formar o homem “completo e universal”, sem desvincular-se do utilitarismo, tão
abordado pela ginástica científica, buscando o desenvolvimento da força física, da destreza,
agilidade e resistência (SOARES, 2004).
Para Ramos (1982), esse movimento teve como principais representantes o Método Francês
desenvolvido por D. Francisco de Amoros e Ondeaño (1770-1848), George Demeny (1850-
1917) e o Método Natural pensado por Hébert (1875- 1957).
“O método (Francês) para alcançar os seus objetivos preconiza sete formas de trabalho: jogos,
flexionamentos, exercícios educativos, exercícios mímicos, aplicações, desportos individuais e
coletivos” (RAMOS, 1982, p. 222). Marinho (S/D) descreve a abordagem de exercícios de marcha,
corrida, salto, lançamentos, lutas, esgrima, utilização de pesos e halteres, ginástica de aparelhos, remo,
A Escola Francesa inclui ainda a obra de Georges Hébert. O chamado Método Natural de
Hébert repudia todas as formas de exercícios analíticos, artificiais ou formais, conhecidos sob
a denominação de ginástica. Pretendia “utilizar os gestos de nossa espécie para adquirir o
desenvolvimento físico completo [...], além de atender às dificuldades inerentes à vida
moderna, particularmente à falta de tempo e à falta de espaço” (MARINHO, S/D, p. 122).
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O que Hébert deseja é aumentar as resistências orgânicas, realçar as aptidões para a execução
de exercícios naturais e utilitários (os seus 10 grupos) e, sobretudo, desenvolver a energia, a
qualidade de ação, a virilidade, para então subordinar esse conjunto de qualidades físicas bem
treinadas a uma moral altruísta, física, inclusive (SOARES, 2003, p. 28).
Desse ponto de vista, os “métodos de ginástica” até agora por nós discutidos assemelham-se.
Diferenciam-se apenas na forma, umas mais analíticas, outras mais sintéticas. Todavia, o
conteúdo anatomofisiológico ditado pela “ciência”, constitui o núcleo central das distintas
propostas, além do que, é claro, a moral da classe, o culto ao esforço (individual), a
disciplina, obediência... ordem, adaptação, formação de hábitos [...] (SOARES, 2004, p 67).
E além de atender aos objetivos do Estado no século XIX, serviram de suporte para a
estruturação da Ginástica atual.
6. Tipos de ginástica
a) Ginástica artística
A ginástica artística é uma modalidade que exige muita força, equilíbrio e forte domínio
técnico para realizar movimentos com precisão.
b) Ginástica rítmica
Ginasta rítmica se apoiando com os braços esticados no chão e pernas abertas para cima,
segurando o arco com um dos pés.
A ginástica rítmica é uma modalidade que, além da técnica exigida pela própria ginástica,
também utiliza elementos de outras artes, como o balé, a dança, o teatro e a música.
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Os aparelhos usados são o arco, a bola, a fita e as maças. É uma modalidade que exige força,
flexibilidade, elegância, agilidade e entrosamento entre as atletas para realizar movimentos
em sincronia.
c) Ginástica acrobática
Como o nome diz, a ginástica acrobática tem como principal elemento as acrobacias
realizadas pelos atletas. Tem forte influência da arte de circo, sendo uma modalidade em que
a força e o equilíbrio são de extrema importância.
Também é comum nas competições em grupo, que os participantes tenham alturas e idades
bem distintas. A ginástica acrobática não é uma modalidade olímpica.
d) Ginástica de trampolim
e) Ginástica aeróbica
A ginástica aeróbica tem grande influência da música e da dança, exige controle corporal,
força e graça durante a execução dos movimentos.
Ainda não é um esporte olímpico, mas as competições podem ser individuais, em pares
(mistos) ou grupos (que podem ser 3 ou 5 pessoas). As execuções competitivas costumam ser
ágeis, al
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7. Importância da ginastica
A prática da ginástica foi se desenvolvendo a partir dos exercícios físicos que eram feitos
pelos soldados gregos, até se tornar uma das modalidades mais requisitadas nas academias
modernas, para atendimento de adultos que querem melhorar o tônus muscular nas regiões
abdominais, parte posterior de membros superiores e também coxa e glúteos. É a arte de
exercitar o corpo para fortificá-lo e dar-lhe agilidade. O conjunto de exercícios corporais
sistematizados, realizados no solo ou com auxílio de aparelhos e aplicados com objetivos
educativos, competitivos, terapêuticos, etc. Um esporte que envolve uma série de
movimentos que exigem força, flexibilidade e coordenação motora. Essas modalidades
ajudam na coordenação motora, no condicionamento cardiovascular, melhora a noçao
espacial, trabalha a flexibilidade e as capacidades aeróbicas, corrige postura, auxiliam a
resistência muscular e os objetivos mais procurados: contribui para o emagrecimento e ajuda
a ter abdomes.
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8. Conclusão
A ginástica é o esporte em que se realiza uma série de movimentos corporais, que exigem
muita força, flexilidade e equilíbrio para fins únicos de aperfeiçoamento físico e mental.
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9. Referência Bibliográfica
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