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Violência de Gênero e Direitos das Mulheres

No Irã, uma jovem de 22 anos chamada Masha Amini morreu após ser detida pela polícia da moralidade por usar o hijab de forma "inadequada", levando a protestos em massa pedindo mais direitos e liberdades para as mulheres no país. As manifestações continuam com mulheres cortando o cabelo em sinal de luto e revolta contra as leis opressivas.
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Violência de Gênero e Direitos das Mulheres

No Irã, uma jovem de 22 anos chamada Masha Amini morreu após ser detida pela polícia da moralidade por usar o hijab de forma "inadequada", levando a protestos em massa pedindo mais direitos e liberdades para as mulheres no país. As manifestações continuam com mulheres cortando o cabelo em sinal de luto e revolta contra as leis opressivas.
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A Revolta no Irã

No dia 13 de Setembro a garota Masha Amini foi detida pelos policiais na


moralidade do Terrã,com apenas 22 anos Masha foi acusada de infringir o
código de vestimenta feminina, porque deixou uma mecha de seu cabelo
aparecer . Infelizmente a garota acabou ficando de coma e depois de três
dias do ocorrido acabou falecendo . Mais o Irã afirmou que a garota morreu
devido a uma doença, mais a família da garota Masha alega que ela morreu
de espancamento. O ocorrido se transformou em um símbolo de revolta no
país.E fez com que a população tomasse as ruas em protestos contra as leis
compulsórias e a falta de direitos. Entoando o slogan "mulheres, vida,
liberdade", as mulheres estão cortando seus cabelos durante as
manifestações, uma tradição persa que representa protesto e tristeza. 

Dominação Masculina

A violência de gênero é expressa e reproduzida culturalmente através de


um comportamento impensado, aprenderam histórica e socialmente em
instituições como igreja, escola, família e estado. Contribuir diretamente à
opressão masculina sobre a feminina..

A violência contra a mulher é qualquer ato lesivo que resulte em danos


físicos, psicológicos, sexuais, patrimoniais, tendo como principal
motivação o gênero, ou seja, é praticada contra a mulher especificamente
por ser mulher.

A violência contra a mulher pode ser praticada no âmbito da vida privada


em ações individuais, que incluem, por ex.

• Assédio

• à violência doméstica

• estupro
• feminicídio

• violência obstétrica

Pesquisas realizadas na área da saúde apontam que as principais


consequências que as mulheres que vivenciam a violência apresentam:
"sentimentos de destruição, tristeza, desânimo, solidão, estresse, baixa
autoestima, incompetência, impotência, ódio e inutilidade". As doenças
desenvolvidas incluem:

• obesidade

• Síndrome do pânico

• gastrite

• doenças inflamatórias e imunes

• mutilação

• fraturas e lesões

Alterações comportamentais como:

• insegurança no trabalho

• dificuldades nas relações familiares

• dificuldades sexuais e obstétricas

• desenvolvimento do hábito de fumar

• maior suscetibilidade a acidentes

As consequências da violência contra a mulher são, portanto,


multidimensionais, afetando desde a família até o mercado de trabalho e a
saúde pública.
Identidade e Diferença

A identidade é definida como o que é e a diferença é definida como o que não é.


Portanto a identificação é feita a partir de uma pessoa ou grupos são educados e
engajados mas também comprometidos com outras culturas permite a construção da
identidade. A convivência social que está ocorrendo representará a geração de sentido o
surgimento de uma identidade nova ou em evolução.

Corpo e os Direitos Humanos

Visando sistematizar questões referentes ao Direito ao Corpo pelos indivíduos na


sociedade hipermoderna ou pós-moderna, principalmente do gênero feminino, alguns
pontos vinculados aos macros e micros problemas carecem problematizações. O Estado
é o principal responsável pelo respeito aos Direitos Humanos dentro do seu território,
ele pode adotar sansões específicas através de mecanismos como petições, tratados,
legislações, tribunais e órgãos de investigação.

Esses debates e os resultados da conferência introduziram gradualmente


novos conceitos e perspectivas. Iniciou-se o processo de reconhecimento
do direito da mulher à integridade física, à tomada de decisão sobre o
próprio corpo, à escolha sexual, aos direitos reprodutivos, incluindo a
maternidade voluntária. Em 1994, a Terceira Conferência Mundial sobre
População e Desenvolvimento, realizada no Cairo, ampliou esses avanços e
discutiu amplamente o direito à procriação, rompendo com a visão
tradicional e limitada que considerava esse direito apenas relacionado ao
controle da fecundidade.

Foram incorporados conteúdos relacionados à reprodução, acesso a


informações e serviços de saúde reprodutiva, qualidade e planejamento
familiar, autodeterminação e liberdade de uso do próprio corpo. A Quarta
Conferência Mundial sobre a Mulher em Pequim reforçou as conquistas da
conferência do Cairo e acrescentou questões sobre a invasão das relações
de poder sobre o corpo.
Corpo magro, sarado, corpo ideal. Ao longo dos anos, os movimentos
feministas acumularam experiências, conhecimentos e habilidades de
formulação indispensáveis para a defesa dos direitos humanos das mulheres
e para problematizar essas intervenções e o uso do próprio corpo pelas
mulheres como bem entenderem. Qualquer ação que torne essas questões
visíveis é essencial.

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