Tema: DISCIPULADO
PRINCÍPIOS DE DISCIPULADO (MT 28.19-20)
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1. DISCIPULADO É A VOCAÇÃO DA IGREJA
Única vocação da igreja: Fazer discípulos!
A nossa real vocação, não se alterará jamais.
Jesus é a verdade absoluta e as pessoas têm que
vir a Ele para terem vida (Jo 14.6).
2. RELACIONAMENTO COM DEUS
Relacionamento com Deus se mostra verdadeiro
quando obedecemos ao que Jesus nos diz.
Um relacionamento real para com Deus nos
possibilita vivenciar os sonhos de Deus.
O discipulado é o grande sonho de Deus para a
humanidade (Is 54.13; Lc 9.35).
3. OS PRINCÍPIOS PARA O DISCIPULADO PLENO
O discipulado praticado por Jesus busca alcançar
o coração.
O processo do discipulado se desenvolve em
pessoas regeneradas.
O papel a ser desempenhado pelo discipulador é
ser uma ferramenta nas mãos de Deus.
4. IMITADORES DE CRISTO
O objetivo do discipulado.
Transformar o ser humano em discípulo parecido
com Jesus.
Imitar a Cristo é sofrer como Ele sofreu.
5. A AUTORIDADE DO DISCIPULADO
Em todo o processo do discipulado é o Senhor
Jesus o único referencial a ser seguido.
O que nos possibilita realizar a nossa missão é a
autoridade que repousa sobre Cristo.
Não transmitimos princípios que vêm de nós
mesmos, mas tudo quanto aprendemos de Jesus.
6. O PAPEL DO DISCIPULADOR
O papel do discipulador é de auxiliar o discípulo
que Deus lhe confiou.
Deus escolheu utilizar nossas vidas para realizar
os Seus santos propósitos.
Fomos salvos e agora temos de viver para sermos
agente de transformação de vidas.
7. A EXCELÊNCIA DO DISCIPULADO
O discipulado atende aos anseios de Deus em
relação a todo ser humano
o que Deus quer para toda a raça humana, pode
ser alcançado pelo discipulado.
o discipulado visa a assistir um novo discípulo em
sua trajetória sobre a Terra.
Tema: DISCIPULADO
PRINCÍPIOS DE DISCIPULADO (MT 28.19-20)
1. DISCIPULADO É A VOCAÇÃO DA IGREJA
Mateus evidencia nas últimas palavras de Jesus a única vocação da
igreja: Fazer discípulos! Vivenciamos uma época de pós-modernidade e a
sua maior característica é a falta de uma verdade única e absoluta.
A abordagem e as ferramentas utilizadas para levar o evangelho
podem ser adaptadas, porém, o crucial e definitivo, a nossa real vocação,
não se alterará jamais. Jesus é a verdade absoluta e as pessoas têm que
vir a Ele para terem vida (Jo 14.6).
2. RELACIONAMENTO COM DEUS
Devemos discipular a todos, a fim de que se assemelhem a Cristo
Jesus. Este é o fruto natural de uma vida voltada a um profundo
relacionamento com Deus, o qual se mostra verdadeiro quando passamos
a obedecer ao que o próprio Jesus nos diz.
O convite de Jesus é para que o cerne, o centro da nossa vida seja
a vontade de Deus (Mt 6.33). A nossa oração ao Pai é que a Sua vontade
esteja enraizada em nossos corações, a ponto de não desejarmos outra
coisa, senão a Sua vontade.
Um relacionamento real para com Deus nos possibilita vivenciar os
sonhos de Deus. Podemos afirmar que o discipulado é o grande sonho de
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Deus para a humanidade (Is 54.13; Lc 9.35).
A nossa vocação enquanto igreja é o discipulado e a nossa
capacitação para tornar esse ideal em plena realidade, vem do profundo
e verdadeiro relacionamento com Deus.
3. OS PRINCÍPIOS PARA O DISCIPULADO PLENO
O discipulado que desejamos viver se faz muito mais profundo do
que um mero transmitir de um raso conhecimento, pois tem como
padrão o discipulado praticado por Jesus, e este visa não só o intelecto,
mas primeiramente busca alcançar o coração, pois somente assim
atingirá seu objetivo final --- transformar o ser humano de modo que em
tudo se assemelhe a Cristo.
O discipulado pleno se dá quando se enquadra em parâmetros ou
princípios que norteiam um processo, a fim de que o mesmo produza
bons e permanentes frutos. Devemos entender que:
a) O processo do discipulado se desenvolve em pessoas
regeneradas, nascidas em Deus.
b) A autoridade para o perfeito desenvolvimento do discipulado
parte do Senhor Jesus Cristo.
c) Qual é o papel a ser desempenhado pelo discipulador: ser uma
ferramenta nas mãos de Deus.
4. IMITADORES DE CRISTO
Paulo faz aos crentes em Corinto a seguinte recomendação:
Torne-se meus imitadores, como eu sou de Cristo (2Co 11.1). Tal
recomendação não se refere a uma conduta passageira, mas a uma nova
vida, desta feita, à semelhança da vida de Jesus.
Como já foi dito anteriormente, qual o objetivo do discipulado? É
transformar o ser humano em discípulo de Jesus, parecido com Jesus, de
modo que em tudo se assemelhe a Cristo.
Não imitamos a Cristo visando lucros ou ganhos pessoais e
individuais, pelo contrário, mesmo que nos resulte em perdas
significativas, devemos agir como Cristo agiu.
Imitar a Cristo é sofrer como Ele sofreu. Esse é o nosso desafio,
essa é a nossa cruz. Quando o “eu” não é negado, imediatamente passa a
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ser adorado (Mt 16.24; 1Pe2.20-21)
5. A AUTORIDADE DO DISCIPULADO
Em todo o processo do discipulado fica claro que é o Senhor Jesus
o único e verdadeiro referencial a ser seguido, o molde a ser copiado
plenamente por um novo ser regenerado em sua natureza e mente
e com um novo destino. Tal discernimento nos encaminha ao próximo
ponto, que aborda sobre que tipo de autoridade se faz necessária para a
plena execução do discipulado.
Jesus se aproximou dos discípulos e disse: foi me dada toda a
autoridade nos céus e na Terra (Mt 28.18).
Esta afirmação por parte de Cristo evidencia onde está embasada a
grande missão e a real vocação da igreja de Jesus: O discipulado.
O que nos possibilita realizar a nossa missão é a autoridade que
repousa sobre Cristo Jesus. Autoridade dada por quem detém todo o
poder, pelo próprio Deus.
O que deve ficar claro e evidente é que em todo o processo do
discipulado não transmitimos aos outros conteúdo ou princípios que vêm
de nós mesmos, mas repassamos tudo quanto aprendemos de Jesus.
Podemos afirmar que a graça é a pura manifestação da autoridade de
Deus, autoridade esta sobre a qual está baseado o discipulado.
6. O PAPEL DO DISCIPULADOR
Tudo o que se faz no processo de discipulado abrange somente a
reprodução do comportamento e a assimilação do caráter imaculado de
Cristo, e, toda a capacidade em realizar tal função se dá a partir da graça
e baseada na autoridade de Jesus.
O papel do discipulador é de auxiliar o discípulo que Deus lhe
confiou em sua trajetória iniciada no vale em direção ao monte.
Provérbios 22.6 diz: educa a criança no caminho em que deve andar.
Educar transcende a tarefa de transmitir conhecimento, pois para isto se
faz necessário mostrar de forma concreta o caminho a ser percorrido.
No processo do discipulado ocorre de igual modo. Aprendemos
com quem aprende, andamos com quem anda e vivemos com quem vive.
Para discipularmos como formos discipulados.
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Paulo admoesta Timóteo a tomar os ensinamentos que dele ouviu.
e entregar a homens de confiança, que sejam capazes de ensinar outros
(2Tm2.2). Para isto fomos chamados, e esta é a nossa vocação.
Deus escolheu utilizar nossas vidas para realizar os Seus santos
propósitos e devemos sempre terem mente o quão honroso é ser
coparticipantes da obra de Deus. E em meio a todo esse processo
salientamos a soberania divina que excede a todo planejar humano.
Deus não descarta a singularidade ou originalidade do ser humano
mesmo com suas falhas e limitações. O que acontece é que o
discipulador, como instrumento nas mãos de Deus, também está sendo
aperfeiçoado enquanto o discipulado é desenvolvido (2Co 12.7-10).
Assim como foi na vida de Paulo, a infinita graça de Deus se
manifesta em nossas vidas. Fomos salvos e agora temos de viver para
sermos agente de transformação de vidas, e então glorificar ao Pai. Só
que para tal tarefa Ele nos dá o Seu Espírito Santo, e assim, e somente
assim, somos capazes de realizar a nossa grande missão.
7. A EXCELÊNCIA DO DISCIPULADO
O discipulado enquanto vocação única da igreja de Jesus Cristo
atende aos anseios de Deus em relação a todo ser humano em sua
coletividade. Ou seja, o que Deus quer para toda a raça humana, pode ser
alcançado pelo discipulado.
Reafirmamos que o discipulado visa a assistir um novo discípulo
em sua trajetória sobre a Terra. Aprendendo com quem aprende, vivendo
com quem vive, andando com quem anda para, enfim, discipular como foi
discipulado. Em síntese, podemos ainda reafirmar que o discipulado só
acontece:
1. Num ser nascido de novo.
2. Baseado na autoridade de Jesus.
3. Por meio do relacionamento humano.
Que Deus nos fortaleça para que verdadeiramente possamos dizer
como Paulo disse: sejam meus imitadores, como eu sou de Cristo.
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