Gêneros Textuais e Leitura Inclusiva

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Este documento discute a inserção de gêneros textuais e o ensino da leitura na perspectiva da psicopedagogia institucional e clínica. Ele argumenta que a exposição constante a diferentes gên…

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Laís Bersan

FAVENI

LAÍS FABRI BERSAN

Inserção dos gêneros textuais e o ensino da leitura na


perspectiva da Psicopedagogia Institucional e Clinica

BARIRI-SP
2023
FAVENI

LAÍS FABRI BERSAN

Inserção dos gêneros textuais e o ensino da leitura na


perspectiva da Psicopedagogia Institucional e Clinica

Trabalho de Conclusão de Curso


apresentado como requisito parcial à
obtenção do título especialista em
Psicopedagogia Clinica e Institucional.

BARIRI-SP
2023
Inserção dos gêneros textuais e o ensino da leitura na
perspectiva da Psicopedagogia Institucional e Clinica

RESUMO: O trabalho apresentado tem como finalidade mostrar os diferentes meios


de inserção dos gêneros textuais e o ensino da leitura na inclusão, identificando o
objetivo para entender a proposta de leitura em sala de aula, que é difundida por
meio de diferentes gêneros de textuais, buscando desenvolver o prazer da leitura.
Para que isso ocorra é necessário uma prática de leitura constante na escola e fora
dela. A Escola esta aberta para todos. Dando-lhes direito de participar do ensino-
aprendizagem e dessa forma vivenciar de acordo com a necessidade de cada um,
participando de todas as experiências em sala de aula mediante aos vários modos
de ensino da leitura com os diferentes gêneros textuais
Devendo-se sempre serem feitas leituras livres em salas de aula, é assim que teram
um encontro com o mundo da leitura, imaginação, ficção, para que se torne
prazeroso e não apenas um dever horrível. Pois é através do lúdico que o aluno
desperta o interesse facilitando a aprendizagem de crianças portadoras ou não de
necessidades especiais. A Educação inclusiva é uma conduta humanística,
democrática, amorosa, com o objetivo ao crescimento com a inserção de todos.
Palavras-Chave: Inserção, Leitura, Inclusão.

ABSTRACT: The work presented aims to show the different means of insertion of
textual genres and the teaching of reading in inclusion, identifying the objective to
understand the proposal of reading in the classroom, which is disseminated through
different textual genres, seeking develop the pleasure of reading. For this to happen,
it is necessary to practice constant reading at school and outside it. The School is
open to everyone. Giving them the right to participate in teaching-learning and thus to
live according to the needs of each one, participating in all classroom experiences
through the various modes of teaching reading with different textual genres Free
reading should always be done in classrooms, this is how they will have an
encounter with the world of reading, imagination, fiction, so that it becomes
pleasurable and not just a horrible duty. It is through play that the student arouses
interest by facilitating the learning of children with or without special needs. Inclusive
education is a humanistic, democratic, loving conduct, with the aim of growth with the
inclusion of all.
Key-Word: Insertion, Reading, Inclusion.

INTRODUÇÃO

O presente artigo surgiu do contato com referencias bibliográficos que


defendem o uso do livro e textos na salas de aula nas series iniciais e difundem
uma proposta para a formação de professores, nos mostrando aspectos
pedagógicos e sociais da língua portuguesa a partir da experiência na sala de aula,
vale ressaltar que tais referências bibliográficas é fundamental para professores e
estudiosos que estejam preocupados com a qualidade de ensino da língua
portuguesa no Brasil, principalmente na questão da inserção dos gêneros textuais e
o ensino da leitura na inclusão. A proposta para este estudo é apresentar um
trabalho sobre leitura a partir do contato com gêneros textuais: textos curtos,
crônicas, reportagens e com textos longos romances e novelas onde o aluno teria
que ler pelo simples prazer, sem qualquer tipo de avaliação (Geraldi, 1985)
O objetivo é entender a proposta de leitura em sala de aula, que é difundida
por meio de diferentes gêneros de textuais, buscando desenvolver o prazer da
leitura. A Escola esta aberta para todos. Dando-lhes direito de participar do ensino-
aprendizagem e dessa forma vivenciar de acordo com a necessidade de cada um,
participando de todas as experiências em sala de aula mediante aos vários modos
de ensino da leitura com os diferentes gêneros textuais.
A leitura representa um grande passo para aquisição do conhecimento, contribui
para o funcionamento e desenvolvimento do pensamento crítico, levando o leitor a
questionar e avaliar o texto lido, dentro de um referencial próprio de seus
conhecimentos, conceitos e valores. Por meio dela, o leitor conhece novos fatos,
relaciona o que foi apreendido com os conhecimentos anteriores sobre o assunto e
utiliza os conteúdos assimilados a partir das ideias e as intenções do autor em novas
situações e em diferentes contextos, possibilitando a participação cultural e social
dos estudantes através da conscientização e criticidade favorecida pelo ato de ler
(AGUIAR, 2004).
Para Geraldi, (1985) quanto mais o aluno ler, maior será a sua reflexão e
conhecimento na formação de ideias, algumas das diversas dificuldade dos alunos
na produção de textos é não saber dizer, ou seja a falta de ideias, pois a partir do
próprio texto do aluno pode-se iniciar a prática da análise linguística e então fazer
com que ele consiga elaborar textos com sentido.
Compreender esse processo e a práticas dela decorrente, bem como
fortalecer a discussão e as deliberações coletivas na escola, é um desafio que se
coloca para toda a comunidade escolar. Todos os alunos com necessidades
especiais precisam de incentivos e atenção para a realização de todas as tarefas, as
praticas desenvolvidas em salas de aula é que ira ajudar no desenvolvimento.
Nesse cenário adverso, acreditamos que as propostas de leitura em sala de
aula, como apresentadas por Geraldi, (1985) representam uma tentativa de
compreender o processo de ensino-aprendizagem da língua materna, tanto de
crianças, quanto de adultos.
O ensino são vivências que preparam para o exercício da cidadania, como
também proporciona o desenvolvimento intelectual geral dos alunos envolvidos, a
tentativa pela conquista de tal intenção é preciso avaliar as práticas em sala de
aula, ver o aluno como um ser ativo, questionador, crítico e participante do
processo. Os Jornais, revistas, internet, gibis, enfim, todos os meios são
fundamentais para esse processo da leitura pois é através dela que o aluno fica em
contato com os mais diversos registros da escrita, leitura é uma das maiores
maneiras de conhecer o mundo, o livro mostra para aluno o acesso as mais
variadas informações, abrindo as portas para imaginação, assim é esperado que
eles desenvolvem um hábito de leitura que transforma o aluno em um grande leitor
e consequentemente um bom escritor. Nessa mesma perspectiva deve-se ser
colocado que a escola deve interagir com seus alunos demonstrando sua relações
com a leitura, quanto mais cedo a leitura é apresentada a criança melhor será o
seu desenvolvimento, pois os pais são fundamentais a relacionar uma rotina com a
leitura em casa. É correto afirmar que a leitura é um conhecimento. A leitura em
geral precisa ter sentido, significado para o leitor, logo a mesma só se tornara livre
quando se respeitar ao menos em momentos iniciais de aprendizado, o prazer ou a
aversão de cada leitor a cada leitura, ou seja, quando não houver obrigatoriamente
para se ler, seja um livro ou mesmo uma revista. A Leitura une raciocínio e reflexão
com desafio e de uma forma lúdica muito rica, também proporciona o
desenvolvimento intelectual dos alunos envolvidos que podem aprimorar o trabalho
em conjunto.
A pratica da leitura de forma ludica principalmente através dos jogos que
usamos estratégias com observação e memorização, auxilia as capacidades
matemáticas principalmente também o desenvolvimento pessoal e social da criança,
pois existem crianças que tem vergonha de tirar suas dúvidas e com isso a Leitura
se torna um problema para eles, para tudo sair de forma adequada o professor deve
realizar um planejamento e ultilizar do ludico fazendo com que o aluno queira buscar
o resultado, para toda a criança de Educação infantil a Leitura precisa ser interessante e
desafiador para prender a atenção de todos.
Freire (2002) ao realizar um estudo sobre a leitura nos leva a pensar que a
educação pode encontrar uma leitura mais do que um veiculo para transmitir
conhecimento, além de nos apresentar elementos para pensar como o professor
pode se deixar levar pelas condutas lúdicas.
No corpo lúdico infantil pode ser visto a espontaneidade expressada pelas
criança, que vai sendo permeada por uma realidade social refletida pela
necessidade de instrumentalização e formatação para o mundo do trabalho,
refratando um corpo lúdico com menos espaço para ser e estar na sua essência
para Bakhtin:
Todo fenômeno que funciona como signo ideológico tem
uma encarnação material, seja como som, como massa
física, como cor, como movimento do corpo ou como outra
coisa qualquer. Nesse sentido, a realidade do signo é
totalmente objetiva. Um signo é um fenômeno do mundo
exterior. (BAKHTIN, p. 33, 2004)

Desde os primórdios da humanidade já se tinha registro sobre o brincar, tal fato


pode ser visto nas pinturas rupestres, nas danças, nas manifestações de alegria. Já
nos dias de hoje percebe-se a brincadeira de várias maneiras, nos esportes, nos
jogos, nas danças, no teatro e até na política. (Santos,2000).
Para os autores Freitas e Salvi (2008) a ludicidade é mencionada:
O lúdico tem sua origem na palavra latina "ludus" que quer dizer "jogo". Seachasse
confinado a sua origem, o termo lúdico estaria se referindo apenas ao jogar, ao
brincar, ao movimento espontâneo. A evolução semântica da palavra "lúdico",
entretanto, não parou apenas nas suas origens e acompanhou as pesquisas de
Psicomotricidade. O lúdico passou a ser reconhecido como traço essencial de
psicofisiologia do comportamento humano. De modo que a definição deixou de ser o
simples sinônimo de jogo. As implicações da necessidade lúdica extrapolaram as
demarcações do brincar espontâneo.
Para Vygotsky (1984), o brincar é definido pela situação da imaginação criada pela
criança, e que tende a suprir necessidades que mudam conforme a idade. Com o
crescimento surgem novas necessidades que poderão ser satisfeitas através da
capacidade imaginária da criança.

DESENVOLVIMENTO

A leitura é uma atividade permanente da condição humana, uma habilidade a


ser adquirida desde cedo e treinada em várias formas. Lê-se para entender e
conhecer, para sonhar, viajar na imaginação, por prazer ou curiosidade.
Aprendemos com Geraldi, (1985) que o ensino e a aprendizagem da língua
precisam desenvolver-se por meio de situações em que falar, ler e escrever tenham
finalidade real, Lajolo (1982) concorda com essa ideia ao afirmar que:

Ler não é decifrar, como num jogo de adivinhações, o sentido


de um texto. É a partir do texto ser capaz de atribuir-lhe
significado, conseguir relaciona-lo a todos os outros textos
significativos para cada um, reconhecer nele o tipo de leitura que
seu autor pretendia e, dono da própria vontade, entregar-se a
esta leitura, ou rebelar-se contra ela, propondo outra não
prevista. (LAJOLO 1982, p.59)

O ato de ler foi de tal forma se afastando da prática individual que a tarefa
que hoje se solicita de profissionais da leitura, como professores, bibliotecários e
animadores culturais, é exorcizarem o risco da alienação, muito embora eles
possam acabar constituindo elo a mais e agora inevitável a cadeia de mediadores
que se interpõem entre o leitor e o significado do texto. (LAJOLO, 2001, p.105)
Trabalhar com literatura na escola é promover a aprendizagem que sirva para
a constituição de sujeitos que simplesmente não pertençam a uma sociedade,
porém a questiona e a transforma. A Educação inclusiva é uma conduta
humanística, democrática, amorosa, com o objetivo ao crescimento com a inserção
de todos.

Se a leitura é estimulada e exercitada com maior atenção pelos


professores de língua e literatura, intervém em todos os setores
intelectuais que dependem, para sua difusão do livro, repercutindo
principalmente na manifestação escrita e oral do estudante, isto é, na
organização formal de seu raciocínio e expressão. (ZILBERMANN
1986, p. 25)

Nos debates sobre o tema, a leitura crítica e comparativa de jornais,


dramatizações, visitas à biblioteca, conversas, são atividades para trabalhar o livro
em sala, desenvolvendo no aluno a capacidade de pensar e crescer. Assim
devemos evitar a avaliação do rendimento da leitura por meio da literatura, pois será
inútil enquanto não tivermos alunos que encontrem o prazer no ato de ler.
Os livros não podem servir de pretexto para serem, simplesmente,
instrumentos de avaliação. Para Geraldi (2008) a criança participa dos usos sociais
da escrita antes de entrar para a escola. Impedir esse uso na escola é separar o
sujeito da sua própria vida. Muitos professores tentam essa separação, em função
do processo de alfabetização. Na verdade esse processo seria muito mais produtivo
se levasse em conta os usos sociais da língua. 
Aprendizagem não é só um processo de apreensão; é um processo de
reflexão sobre aquilo que eu aprendo. Essa reflexão altera tudo o que eu pensava
antes, porque desloca o conjunto de conceitos de que disponho para acessar o
[Link] a criança começa a refletir e interpretar a escrita, esse
conhecimento passa a ocupar um lugar em sua vida.

Na realidade, toda palavra comporta duas faces. Ela é determinada


tanto pelo fato de que precede de alguém, como pelo fato de que se
de que se dirige para alguém. Ela constitui justamente o produto da
interação do locutor e do ouvinte. Toda palavra serve de expressão a
um em relação ao outro.  (BAKHTIN, 1981, p. 113)

Desse modo, a escola está distante da linguagem divulgada pelos estudiosos


contemporâneos, ela é ensina por meio de estruturas e sistemas linguísticos como
um arco-íris imóvel. (BAKHTIN, 1981).
Assim, precisamos adentrar conceitos referentes à algumas correntes teóricas
presentes no interior da escola.
Segundo estudos de Barbosa (1990), os métodos tradicionais de
alfabetização tratam a língua escrita de forma fragmentada, desvinculada do
contexto de produção ficando presos aos aspectos gráficos ,letras, silabas e som,
desprezando a construção de sentido, e que esses métodos alfabetizam mas não
formam leitores e escritores. Na visão de Braggio (1992), por trás desses métodos
existe uma concepção de linguagem e de homem, baseado na filosofia positivista e
da ciência behaviorista que considera válido para ciência apenas os aspectos que
podem ser observados, desprezando portanto os aspecto de compreensão e sentido
no ato de ler e escrever.
A leitura é uma prática social, que envolve atitudes, gestos e habilidades que são
mobilizados pelo leitor, vai além da decodificação dos sinais gráficos no texto, e
exige do leitor uma participação ativa diante do texto escrito, no que se refere a
construção dos efeitos de sentido. É uma ação que possibilita a perpetuação e a
transferência da educação e da cultura para as novas gerações, e promove
amadurecimento e desenvolvimento da sociedade (ANTUNES, 2003)
De acordo com Mizukami (1986) esse ensino preocupa-se com as situações de
sala de aula, ofertando aos alunos modos de instrução dados por um professor. Os
conteúdos e as informações são aprendidas seguindo os modelos vivenciados.
O ensino tradicional tem como foco a aquisição de informações e
demonstrações transmitidas, e estas ações são transmitidas por meio de
solicitações, automatismos denominados hábitos, geralmente isolados uns dos
outros, quase sempre, as situações são idênticas umas as outras, funcionam como
receituários prontos. O aluno adquire o hábito ou que "aprendeu" apresenta, por
repetições. Há forte preocupação com a sistematização dos conhecimentos
apresentados de forma acabada.
A inclusão é para SASSAKI (1997,41):

(...) um processo pelo qual a sociedade se adapta para poder incluir,


em seus sistemas sociais gerais, pessoas com necessidades
especiais e, simultaneamente, estas se preparam para assumir seus
papéis na sociedade. A inclusão social constitui, então, um processo
bilateral no qual as pessoas ainda excluídas e a sociedade buscam,
em parceria, equacionar problemas, decidir sobre soluções e efetivar
a equiparação de oportunidades para todos.

Através de métodos de ensino meramente técnico utlilza-se material


sistematizado seguindo uma ordem como manuais, módulos de ensino, livros
didáticos, dispositivos audiovisuais, visando com isso a imediata produção de
sujeitos competentes para atender o mercado de trabalho, sendo que para isso,
seria necessário transmitir eficientemente as informações de forma rápidas,
objetivas sem haver qualquer chance de subjetividade. Passa a ser irrelevante o
relacionamento interpessoal. Debates, discussão e questionamento não existem e
tão pouco importa as relações afetivas e pessoais dos sujeitos envolvidos no
processo de ensino. O relacionamento professor aluno é puramente técnico objetivo
com o aluno calado recebendo, aprendendo e fixando informações e o professor
administrando e transmitindo eficientemente a matéria visando à garantia na eficácia
nos resultados da aprendizagem. 

CONCLUSÃO

A partir das reflexões apresentadas aqui , tivemos o intuito de identificar o que


o aprendizado e o trabalho com textos em sala de aula, tanto em relação ao nível de
leitura quanto à produção textual.
Considera-se, então, que é no contexto escolar que a leitura e a produção escrita
acontecem como objetos de aprendizagem. Portanto pode-se dizer que as atitudes e
as ações pedagógicas dos professores podem determinar a adequada compreensão
de mundo e a participação efetiva do sujeito na sociedade. "Daí a necessidade de
uma educação corajosa [...] que levasse o homem a uma nova postura diante dos
problemas de seu tempo e seu espaço", fazendo nossas as palavras de Freire
(FREIRE, 1982:93). Concluimos que a leitura através do lúdico motiva as crianças.
Segundo Nhary (2006) As atividades lúdicas são importantes no desenvolvimento do
sujeito que tenha ou não alguma limitação, durante as atividades lúdicas todos são
vistos como  capazes de realizar a atividade coletivamente, dentro das suas
capacidades físicas,  intelectuais, sociais. Desta  maneira o educando especial é
incluído através  da ação lúdica. Isso porque o mais importante nestas atividades é o
desejo de estar junto com o outro, mesmo que seja para competir, é poder usufruir
do movimento de prazer.
Como já dito anteriormente apresentamos um recorte com maior ênfase ao trabalho
teórico-metodológico na tentativa de diagnosticar o trabalho em sala de aula
referente aos temas da pesquisa, isso porque o trabalho docente como forma de
rever alguns quadros da educação brasileira, como a falta de interesse dos alunos
para com a leitura e produção de [Link]ém o trabalho docente pode ser
benéfico se utilizarmos da literatura como um instrumento na aquisição de leitores
críticos e bons escritores de texto, trabalhando sempre com a dialogia e com as
diversas maneiras de ensino em sala de aula . Nesse contexto, fica a cargo tanto
dos pais quanto ao dos professores apresentar todos os meios de leitura incluindo a
forma ludica desde cedo, para o desenvolvimento da criança que necessita dos
meios de inclusão. É dever do professor planejar as aulas a partir da realidade cada
aluno e ter em mente que a criança não aprende a escrever por meio de cópia, mais
sim praticando a escrita através dos diversos meios que temos acesso.

REFERÊNCIAS:

BAKHTIN, M. Marxismo e Filosofia da Linguagem. São Paulo: Hucitec, 1990.

GERALDI, João Wanderley. O texto na sala de aula, 1984;

Gil, Antonio Carlos. Métodos e técnicas de pesquisa social. 5. ed. São Paulo:
Atlas, 1999.

LAJOLO, Marisa. Do mundo da leitura para a leitura do mundo. Série Educação


em Ação. São Paulo: Ática, 1993.

MIZUKAMI , Maria da Graça Nicoletti. Ensino: As Abordagens do Processo. 1986

ZILBERMAN, Regina. Leitura em Crise na Escola: As alternativas do Professor.


7 ed. Porto Alegre: Mercado Aberto, 1986.

FREIRE, P. Educação como prática de liberdade. São Paulo: Paz e Terra, 1982.

AGUIAR, V. T. Leitura e cidadania. In: HENRIQUES, C. C. e SIMÕES, D. (Org.).


Língua e cidadania: novas perspectivas para o ensino. Rio de Janeiro: Europa,
2004, pp. 34-52.

ANTUNES, I. Aula de português: encontro & interação.São Paulo: Parábola, 2003.

NHARY, Tania Marta da Costa.  O que está em jogo no jogo . Cultura, imagens e
simbolismos  na formação de professores. Dissertação de Mestrado em Educação.
UFF. Niterói: RJ, 2006. RIBAS, RJ
SASSAKI, R. K. 1997. Inclusão: Construindo uma Sociedade Para Todos. Rio de
Janeiro, Editora WVA, 174 p.

SANTOS, M. P. 2000. Educação Inclusiva e a Declaração de Salamanca:


Consequências ao Sistema Educacional Brasileiro. In Revista Integração, nº 22,
MEC. Secretaria de Educação Especial.

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