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Regulamento Interno do Exército Brasileiro

A portaria aprova o Regulamento Interno e dos Serviços Gerais (R-1), definindo as atribuições e responsabilidades de cada cargo nas unidades do Exército Brasileiro, incluindo comandantes, oficiais, sargentos, auxiliares e demais cargos. O documento estabelece também as normas para as dependências internas das unidades.
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Regulamento Interno do Exército Brasileiro

A portaria aprova o Regulamento Interno e dos Serviços Gerais (R-1), definindo as atribuições e responsabilidades de cada cargo nas unidades do Exército Brasileiro, incluindo comandantes, oficiais, sargentos, auxiliares e demais cargos. O documento estabelece também as normas para as dependências internas das unidades.
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Portaria nº 816-Cmt Ex, de 19 dezembro de 2003. [Link]

EB10‐R‐12.009

MINISTÉRIO
DA DEFESA
EXÉRCITO
BRASILEIRO
SECRETARIA‐
GERAL DO
EXÉRCITO

Portaria nº 816‐Cmt Ex, de 19 dezembro de 2003.

Aprova o Regulamento Interno e dos Serviços Gerais
(R‐1).

O   COMANDANTE   DO   EXÉRCITO,   no   uso   da   atribuição   que   lhe   confere   o   art.   1º   do


Decreto de 24 de maio de 1994, combinado com o art. 19 da Lei Complementar nº 97, de 9 de junho de
1999, e de acordo com o que propõe o Estado‐Maior do Exército, resolve:

Art. 1º Aprovar o Regulamento Interno e dos Serviços Gerais (R‐1), que com esta baixa.

Art. 2º Determinar que esta Portaria entre em vigor na data de sua publicação.

Art. 3º Revogar as Portarias do Comandante do Exército nº 366, de 30 de julho de 2002, e
nº 103, de 18 de março de 2003.

REGULAMENTO INTERNO E DOS SERVIÇOS GERAIS – R‐1 (RISG)

ÍNDICE DOS ASSUNTOS

Art. Pág
TÍTULO I ‐ Das Generalidades
CAPÍTULO I ‐ Da Finalidade e da Aplicação ... 1º/2º 7
CAPÍTULO II ‐ Do Exército, do Comando do Exército e das Denominações ... 7

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Portaria nº 816-Cmt Ex, de 19 dezembro de 2003. [Link]

Seção I ‐ Do Exército ... 3º 7
Seção II ‐ Do Comando do Exército ... 4º/8º 8
Seção III ‐ Das Denominações ... 9º/17 8
TÍTULO II ‐ Das Atribuições
CAPÍTULO I ‐ Nas Unidades ... 9
Seção I ‐ Do Comandante ... 18/21 9
Seção II ‐ Do Subcomandante ... 22/23 14
Seção III ‐ Do Ajudante‐Secretário ... 24/25 15
Seção IV ‐ Do S1 ... 26/27 15
Seção V ‐ Do S2 ... 28/29 17
Seção VI ‐ Do S3 ... 30/31 17
Seção VII ‐ Do S4 ... 32/33 18
Seção VIII ‐ Do Oficial de Comunicação Social ... 34/36 19
Seção IX ‐ Do Oficial de Treinamento Físico ... 37/40 20
Seção X ‐ Dos Oficiais de Manutenção ... 41/42 20
Seção XI ‐Do Oficial de Comunicações e Eletrônica ... 43/44 21
Seção XII ‐ Do Oficial de Informá ca ... 45/46 21
Seção XIII ‐ Do Oficial de Defesa Química, Biológica e Nuclear ... 47/48 22
Seção XIV ‐ Do Oficial de Munições, Explosivos e Manutenção de Armamento ... 49/51 22
Seção XV ‐ Dos Agentes de Administração ... 52/54 24
Seção XVI ‐ Do Médico ... 55/59 25
Seção XVII ‐ Do Den sta ... 60/63 27
Seção XVIII ‐ Do Farmacêu co ... 64/66 27
Seção XIX ‐ Do Capelão Militar ... 67/68 28
Seção XX ‐ Do Veterinário ... 69/71 28
Seção XXI ‐ Do Regente e do Mestre de Música ... 72/73 29
Seção XXI‐A ‐ Do Oficial de Segurança de Vôo (NR ‐ alterado pela Portaria nº 319‐Cmt
... 73‐A 29
Ex, de 21 de maio de 2008)
Seção XXII ‐ Dos Oficiais de Prevenção de Acidentes ... 74/75 29
Seção XXII‐A ‐ Do Adjunto de Comando (NR ‐ alterado pela Portaria nº 997‐Cmt Ex, de
... 75‐A/75‐B 29
15 de agosto de 2016)
Seção XXIII ‐ Dos Auxiliares da Secretaria ... 76/77 30
Seção XXIV ‐ Do Primeiro‐Sargento Ajudante ... 78/79 31
Seção XXV ‐ Dos Auxiliares das 1ª , 2ª , 3ª e 4ª Seções, do Setor Financeiro e do Setor de
... 80/82 31
Material
Seção XXVI ‐ Dos Auxiliares do Aprovisionamento ... 83/87 31
Seção XXVII ‐ Do Sargento Auxiliar de Munições, Explosivos e Manutenção de
... 88/89 33
Armamento
Seção XXVIII ‐ Dos Auxiliares de Saúde ... 90/95 34
Seção XXIX ‐ Dos Auxiliares de Veterinária ... 96/98 36
Seção XXX ‐ Dos Auxiliares de Comunicações e de Manutenção ... 99/101 37
Seção XXXI ‐ Dos Sargentos de Prevenção de Acidentes ... 102/103 38
Seção XXXII ‐ Dos Motoristas e das Ordenanças ... 104/105 38
Seção XXXIII ‐ Do Pessoal da Banda de Música ou Fanfarra ... 106/108 38
Seção XXXIV ‐ Do Pessoal da Banda de Corneteiros ou Clarins e Tambores ... 109/111 39
Seção XXXV ‐ De Outros Elementos ... 112 39
CAPÍTULO II ‐ Nas Subunidades Incorporadas ... 40
Seção I ‐ Do Comandante, dos Oficiais Subalternos e dos Aspirantes‐a‐Oficial ... 113/115 40

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Seção II ‐ Do Subtenente Encarregado do Material ... 116/117 44


Seção III ‐ Do Sargenteante e dos Sargentos ... 118/120 45
Seção IV ‐ Do Furriel ... 121/122 46
Seção V ‐ Do Graduado Encarregado de Viaturas e do Graduado Mecânico de
... 123/125 47
Armamento Leve
Seção VI ‐ Dos Armeiros ... 126/128 47
Seção VII ‐ Dos Corneteiros ou Clarins ... 129/130 48
Seção VIII ‐ Dos Cabos e Soldados ... 131/133 48
CAPÍTULO III ‐ Em Outras Subunidades Incorporadas ... 134/135 49
CAPÍTULO IV ‐ Nas Bases Administra vas ... 136/137 49
TÍTULO III ‐ Das Dependências Internas
CAPÍTULO I ‐ Das Generalidades ... 138/139 50
CAPÍTULO II ‐ Do Salão de Honra ... 140/141 50
CAPÍTULO III ‐ Das Salas de Instrução ... 142/143 51
CAPÍTULO IV ‐ Do Cassino de Oficiais ... 144/147 51
CAPÍTULO V ‐ Do Cassino de Subtenentes e Sargentos ... 148/149 51
CAPÍTULO VI ‐ Das Salas de Recreação para Cabos e Soldados ... 150/151 52
CAPÍTULO VII ‐ Da Formação Sanitária ... 152/155 52
CAPÍTULO VIII ‐ Do Rancho ... 156/162 53
CAPÍTULO IX ‐ Das Oficinas ... 163/168 53
CAPÍTULO X ‐ Da Biblioteca e dos Espaços Culturais ... 169/170 54
CAPÍTULO XI ‐ Da Can na e de Outras Instalações Congêneres ... 171/172 55
TÍTULO IV ‐ Dos Serviços Gerais
CAPÍTULO I ‐ Do Bole m Interno ... 173/176 55
CAPÍTULO II ‐ Dos Trabalhos Diários ... 177/178 57
Seção I ‐ Da Alvorada e do Silêncio ... 179/180 55
Seção II ‐ Da Instrução e das Faxinas ... 181/183 57
Seção III ‐ Do Expediente ... 184/186 58
CAPÍTULO III ‐ Das Escalas de Serviço ... 187/191 58
CAPÍTULO IV ‐ Do Serviço Interno ... 192/196 60
Seção I ‐Do Oficial‐de‐Dia ... 197/200 61
Seção II ‐ Do Médico‐de‐Dia ... 201/202 64
Seção III ‐ Do Auxiliar do Fiscal‐de‐Dia ... 203/204 65
Seção IV ‐ Do Adjunto ... 205/206 65
Seção V ‐ Do Sargento‐de‐Dia à Subunidade ... 207/209 66
Seção VI ‐ Da Guarda do Quartel ... 210/214 68
Seção VII ‐ Do Comandante da Guarda ... 215/216 69
Seção VIII ‐ Do Cabo da Guarda ... 217/218 71
Seção IX ‐ Dos Soldados da Guarda e das Sen nelas ... 219/225 72
Seção X ‐ Do Reforço da Guarda ... 226/227 74
Seção XI ‐ Da Subs tuição das Guardas do Quartel e das Sen nelas ... 228/233 75
Seção XII ‐ Das Guardas das Subunidades ... 234/235 75
Seção XIII ‐ Do Cabo‐de‐Dia ... 236/237 76
Seção XIV ‐ Dos Plantões ... 238/241 77
Seção XV ‐ Das Guardas das Garagens ... 242/243 78
Seção XVI ‐ Das Guardas das Cavalariças e do Canil ... 244/248 78
Seção XVII ‐ Do Serviço‐de‐Dia à Enfermaria ... 249/250 79
Seção XVIII ‐ Do Serviço de Ordens ... 251/252 80

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CAPÍTULO V ‐ Dos Serviços Externos ... 253/256 80


CAPÍTULO VI ‐ Das Formaturas ... 257/258 81
Seção I ‐ Das Formaturas Gerais da Unidade e de Subunidade ... 259/261 81
Seção II ‐ Da Parada Diária ... 262/264 82
Seção III ‐ Das Formaturas em Quartéis‐Generais ... 265/266 83
CAPÍTULO VII ‐ Das Revistas ... 267 84
Seção I ‐ Da Revista de Pessoal ... 268/271 84
Seção II ‐ Da Revista de Mostra ... 272/273 86
Seção III ‐ Da Revista de Animais ... 274/276 87
Seção IV ‐ Da Revista Diária de Armamento, Munição e Explosivo ... 277/282 87
CAPÍTULO VIII ‐ Das Inspeções e Visitas ... 283/290 88
CAPÍTULO IX ‐ Do Controle Ambiental ... 291/295 89
CAPÍTULO X ‐ Do Controle Diário de Material Bélico ... 296/298 90
CAPÍTULO XI ‐ Da Prevenção de Acidentes na Instrução e no Serviço ... 299/303 91
TÍTULO V ‐ Das Prescrições Referentes às Guarnições Militares e aos Destacamentos
CAPÍTULO I ‐ Das Guarnições Militares ... 304/306 92
Seção I ‐ Do Comandante da Guarnição ... 307/311 93
Seção II ‐ Do Serviço de Médico‐de‐Dia à Guarnição ... 312/313 94
Seção III ‐ Dos Outros Serviços da Guarnição ... 314/315 94
Seção IV ‐ Da Chegada e da Saída de Tropa na Gu Mil ... 316/317 95
CAPÍTULO II ‐ Dos Destacamentos ... 318/320 95
TÍTULO VI ‐
CAPÍTULO I ‐ Dos Símbolos Nacionais ... 321/327 96
CAPÍTULO II ‐ Dos Símbolos do Exército ... 328/333 97
CAPÍTULO III ‐ Das Canções Militares ... 334/336 97
CAPÍTULO IV ‐ Das Festas Nacionais e Militares ... 337/348 97
TÍTULO VII ‐ Das Publicações, da Correspondência Militar, dos Protocolos e dos Arquivos
CAPÍTULO I ‐ Das Publicações ... 349/352 100
CAPÍTULO II ‐ Da Correspondência Militar ... 353/357 100
CAPÍTULO III ‐ Dos Protocolos e dos Arquivos ... 358/363 101
TÍTULO VIII ‐ Dos Cargos, das Subs tuições Temporárias e da Qualificação das Praças
CAPÍTULO I ‐ Dos Cargos ... 364/375 102
CAPÍTULO II ‐ Das Subs tuições Temporárias ... 103
Seção I ‐ Das Normas Gerais para Subs tuições Temporárias ... 376/383 103
Seção II ‐ Das Subs tuições nas Gu Mil e nos Elementos de Tropa Destacados ... 384/385 104
Seção III ‐ Das Subs tuições Temporárias entre Oficiais‐Generais ... 386/390 105
Seção IV ‐ Das Subs tuições Temporárias entre Oficiais ... 391/405 105
Seção V ‐ Das Subs tuições Temporárias entre Praças ... 406/410 107
CAPÍTULO III ‐ Da Qualificação das Praças ... 411/414 108
TÍTULO IX ‐ Das Prescrições Diversas
CAPÍTULO I ‐ Da Preparação de Recursos Humanos ... 415/417 108
CAPÍTULO II ‐ a Parte de Doente, do Tratamento de Saúde e da Incapacidade Para o
... 109
Serviço do Exército
Seção I ‐ Da Parte de Doente ... 109
Seção II ‐ Da Parte de Doente ... 418/423 109
Seção III ‐ Da Incapacidade para o Serviço do Exército ... 428/432 111
CAPÍTULO III ‐ Das Apresentações ... 433/442 111
CAPÍTULO IV ‐ Das Férias ... 443/451 113

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CAPÍTULO V ‐ Do Trânsito e da Instalação ... 452/454 114


CAPÍTULO VI ‐ Dos Círculos Hierárquicos ... 455/456 115
CAPÍTULO VII ‐ Das Galerias de Retratos ... 457/460‐A 116
CAPÍTULO VIII ‐ Das Honras Militares e do Cerimonial ... 461/462 116
CAPÍTULO IX ‐ Das Situações Extraordinárias da Tropa ... 463 117
Seção I ‐ Do Sobreaviso ... 464/465 117
Seção II ‐ Da Pron dão ... 466/467 117
Seção III ‐ Da Ordem de Marcha ... 468/469 118
Seção IV ‐ Das Prescrições Comuns às Situações Extraordinárias ... 470/477 119
Anexo ‐ Glossário de Abreviaturas e Siglas

REGULAMENTO INTERNO E DOS SERVIÇOS GERAIS – R‐1 (RISG)

TÍTULO I

DAS GENERALIDADES

CAPÍTULO I

DA FINALIDADE E DA APLICAÇÃO

Art. 1º O Regulamento Interno e dos Serviços Gerais (RISG) prescreve tudo quanto se
relaciona   com   a   vida   interna   e   com   os   serviços   gerais   das   unidades   consideradas   corpos   de   tropa,
estabelecendo normas rela vas às atribuições,  às responsabilidades e ao exercício dos cargos e das
funções de seus integrantes.

§ 1º O RISG também estabelece normas para as Gu Mil do Exército e para as subs tuições
temporárias.

§ 2º As prescrições do RISG estendem‐se às demais OM do Exército, no que lhes for
aplicável.

Art.   2º   Ao   Comandante   do   Exército   cabe   resolver   os   casos   omissos   verificados   na


aplicação deste Regulamento.

CAPÍTULO II

DO EXÉRCITO, DO COMANDO DO EXÉRCITO E DAS DENOMINAÇÕES

Seção I

Do Exército

Art. 3º O Exército é uma Ins tuição nacional, permanente e regular, organizada com base
na hierarquia e na disciplina, sob a autoridade suprema do Presidente da República, e des na‐se à defesa

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da Pátria, à garan a dos poderes cons tucionais e, por inicia va de qualquer destes, da lei e da ordem.

Parágrafo único. Sem comprome mento de sua des nação cons tucional, cabe também


ao Exército o cumprimento de atribuições subsidiárias explicitadas em lei complementar.

Seção II

Do Comando do Exército

Art.   4º   O   Comando   do   Exército,   órgão   integrante   da   estrutura   organizacional   do


Ministério da Defesa e subordinado diretamente ao Ministro de Estado da Defesa, tem por propósito o
preparo   e   o   emprego   da   Força   para   o   cumprimento   de   sua   des nação   cons tucional   e   de   suas
atribuições subsidiárias.

Art.   5º   O   Comando   do   Exército   compreende   suas   OM,   suas   instalações,   seus


equipamentos e seu pessoal em serviço a vo ou na reserva.

Art. 6º A organização pormenorizada do Comando do Exército é regulada por legislação
específica.

Art.   7º   O   Comandante   do   Exército,   nomeado   pelo   Presidente   da   República,   exerce   a


direção e a gestão do Exército, no âmbito de suas atribuições.

Parágrafo único. O Comandante do Exército desempenha suas funções por intermédio
dos órgãos de comando, de assistência direta e imediata, de direção e de apoio, previstos na legislação
que regula a estrutura regimental do Comando do Exército.

Art. 8º O Comando do Exército está estruturado em:

I ‐ órgãos de assessoramento superior:

a) Alto Comando do Exército; e

b) Conselho Superior de Economia e Finanças;

II ‐ órgãos de assistência direta e imediata ao Comandante do Exército:

a) Gabinete do Comandante do Exército;

b) Centro de Comunicação Social do Exército;

c) Centro de Inteligência do Exército; e

d) Secretaria‐Geral do Exército;

III ‐ Órgão de Direção Geral, o Estado‐Maior do Exército;

IV ‐ órgãos de direção setorial:

a) departamentos;

b) secretarias; e

c) Comando de Operações Terrestres;

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V ‐ órgãos de apoio: diretorias, centros e ins tutos integrantes dos ODS;

VI ‐ Força Terrestre, os comandos militares de área; e

VII ‐ en dades vinculadas.

Parágrafo único. A Consultoria Jurídica‐Adjunta do Comando do Exército, integrante da
Consultoria Jurídica do Ministério da Defesa, tem sua competência, estrutura e funcionamento dispostos
em ato do Advogado‐Geral da União.

Seção III

Das Denominações

Art. 9º A F Ter, instrumento de ação do Comando do Exército, é estruturada, em tempo
de paz, para o cumprimento de missões operacionais terrestres, em C Mil A.

Parágrafo único. A F Ter, em tempo de guerra, é objeto de organização especial.

Art. 10. Os C Mil A, que cons tuem o mais alto escalão de enquadramento das OM, são
subordinados   diretamente   ao   Comandante   do   Exército,   compe ndo‐lhes   o   preparo   e   o   emprego
operacional da F Ter ar culada na área sob sua jurisdição.

Parágrafo   único.   Um   C   Mil   A   pode   compreender   um   ou   mais   grandes   comandos,


unidades, subunidades e, eventualmente, outras OM.

Art. 11.  Grande  comando  é a denominação  genérica de  qualquer comando  da  F   Ter,


priva vo de oficial‐general, podendo ser comando militar de área, região militar, divisão de exército,
brigada, ar lharia divisionária, grupamento de engenharia, grupamento logís co e comando de aviação
do exército.

§ 1º As regiões militares são grandes comandos territoriais, cons tuídos de um comando
e de organizações militares de natureza variável.

§ 2º As divisões de exército, as brigadas, as ar lharias divisionárias e o Comando de
Aviação do Exército cons tuem os grandes comandos operacionais em tempo de paz.

§ 3º As ar lharias divisionárias, as brigadas de ar lharia e os grupamentos de engenharia


cons tuem os grandes comandos de arma.

§   4º   Em   caráter   excepcional,   o   grupamento   de   engenharia   e   o   grupamento   logís co


poderão ser comandados por oficiais superiores no úl mo posto.” (NR ‐ alterado pela Portaria nº 356‐
Cmt Ex, de 20 de maio de 2013)

Art.   12.   As   grandes   unidades   são   OM   com   capacidade   de   atuação   operacional


independente, básicas para a combinação de armas e integradas por unidades de combate, de apoio ao
combate e de apoio logís co.

Parágrafo único. As grandes unidades da F Ter são as brigadas de infantaria e de cavalaria.

Art. 13. As OM são organizações do Exército que possuem denominação oficial, QO e
QCP, próprios.

Parágrafo   único.   As   frações   do   Exército   integrantes   de   uma   OM   são   denominadas

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repar ções internas, salvo as que são unidades, SU, pelotões, seções e demais escalões menores de
tropa.

Art. 14. Unidade é a OM da F Ter cujo comando, chefia ou direção é priva vo de oficial
superior, exceto as subunidades independentes, podendo ser regimento, batalhão, grupo, esquadrão de
aviação, parque, base ou depósito.

Parágrafo único. Os comandos de fronteira são organizações militares, comandadas por
oficial superior, que reúnem elementos de comando, unidades, subunidades e pelotões.

Art. 15. Corpos de tropa são as OM que possuem a missão principal de emprego em
operações militares, conforme for estabelecido pelo Comandante do Exército.

Art. 16. As subunidades da F Ter são denominadas companhia, esquadrão, bateria ou
esquadrilha de aviação, consideradas, para todos os efeitos, corpos de tropa, podendo ser incorporadas
ou independentes.

Art. 17. As OM estruturadas para exercer administração própria, possuindo competência
para realizar atos e fatos de gestão de bens da União e de terceiros e às quais foi concedida autonomia
ou semi‐autonomia administra va, são denominadas, também, unidades administra vas.

TÍTULO II

DAS ATRIBUIÇÕES

CAPÍTULO I

NAS UNIDADES

Seção I

Do Comandante

Art. 18. O comando é função do grau hierárquico, da qualificação e das habilitações,
cons tuindo uma prerroga va impessoal com atribuições e deveres.

Art. 19. Os disposi vos deste Regulamento, rela vos ao Cmt U, aplicam‐se, também, ao


Ch ou ao Dir.

Art. 20. O Cmt U exerce sua ação de comando em todos os setores da unidade, usando‐a
com a inicia va necessária e sob sua inteira responsabilidade.

Parágrafo único. A ação de comando de que trata o caput deste ar go é caracterizada,
principalmente, pelos atos de planejar, orientar, coordenar, acompanhar, controlar, fiscalizar e apurar
responsabilidades.

Art.   21.   Ao   Cmt   U,   além   de   outros   encargos   rela vos   à   instrução,   à   disciplina,   à
administração   e   às   relações   com   outras   OM,   prescritos   por   outros   regulamentos   ou   por   ordens
superiores, incumbem as seguintes atribuições e deveres:

I ‐ superintender todas as a vidades e serviços da unidade, facilitando, contudo, o livre
exercício das funções de seus subordinados, para que desenvolvam o espírito de inicia va, indispensável

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na paz e na guerra, a busca do auto‐aperfeiçoamento e sintam a responsabilidade decorrente;

II ‐ esforçar‐se para que os seus subordinados façam do cumprimento do dever militar um
verdadeiro culto e exigir que pautem sua conduta civil pelas normas da mais severa moral, orientando‐os
e   compelindo‐os   a   sa sfazerem   seus   compromissos   morais   e   pecuniários,   inclusive   de   assistência   à
família,   e   punindo‐os   disciplinarmente   quando   se   mostrarem   recalcitrantes   na   sa sfação   de   tais
compromissos;

III ‐ imprimir a todos os seus atos, como exemplo, a máxima correção, pontualidade e
jus ça;

IV ‐ velar para que os oficiais sob seu comando sirvam de exemplo aos subordinados;

V   ‐   zelar   para   que   seus   comandados   observem   fielmente   todas   as   disposições


regulamentares   e   para   que   existam   entre   eles   coesão   e   harmonia,   a   fim   de   facilitar   o   máximo
rendimento e a indispensável uniformidade nas a vidades de comando, instrução e administração;

VI   ‐   procurar,   com   o   máximo   critério,   conhecer   os   seus   comandados,   observando


cuidadosamente suas capacidades  sica, intelectual e de trabalho, bem como suas virtudes e defeitos,
não apenas para formar juízo próprio, mas também para prestar sobre eles, com exa dão e jus ça, as
informações regulamentares e outras que forem necessárias;

VII ‐ providenciar para que a unidade esteja sempre em condições de ser empregada;

VIII ‐ determinar, em observância aos preceitos da Medicina Preven va, que:

a)   os   oficiais   e   as   praças   se   submetam   às   vacinações   preven vas   contra   molés as


contagiosas e, quando for o caso, a exames complementares, sempre após avaliação médica; e

b) os médicos da OM desenvolvam, sob supervisão do S3, rigorosa campanha contra o
uso   de   substâncias   que   causem   dependência   química   e   de   prevenção   das   doenças   sexualmente
transmissíveis, com o auxílio do capelão militar e de outros especialistas;

IX   ‐   cumprir   cuidadosamente   as   obrigações   que   lhe   forem   impostas   pela   legislação


rela va à mobilização;

X ‐ nomear, em BI, o MP da unidade, observando as instruções e as normas que regulam
o assunto;

XI ‐ definir o horário da unidade;

XII   ‐   transcrever,   a   seu   juízo,   em   BI,   as   recompensas   concedidas   pelos   comandos


subordinados;

XIII   ‐   prestar   honras   fúnebres   aos   seus   subordinados,   quando   a   elas   fizerem   jus,
obedecendo às prescrições do R‐2;

XIV ‐ atender às ponderações justas de  seus subordinados,  quando feitas em termos


adequados e desde que sejam de sua competência;

XV ‐ conceder dispensa do serviço aos militares, nas condições estabelecidas na legislação
vigente:

a) até dez dias, para instalação;

b) até oito dias, para desconto em férias, quando exis r, a seu critério, mo vo de força

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maior;

c) oito dias por mo vo de núpcias;

d) oito dias por mo vo de luto, por falecimento de cônjuge, companheiro(a), pais, sogros,
padrastos, filhos, enteados, menor sob sua guarda ou tutela, curatelado e irmãos; e

e) como recompensa, nos limites estabelecidos pelo RDE;

XVI ‐ conceder aos militares, nas condições estabelecidas na legislação, os períodos de
trânsito a que têm direito;

XVII   ‐   publicar   em   BI   da   unidade,   notas   referentes   a   atos   e   fatos   rela vos   aos   seus
comandados e que devam constar de suas folhas de alterações;

XVIII ‐ conceder férias aos seus subordinados, de acordo com as normas estabelecidas
neste Regulamento;

XIX   ‐   conceder   aos   seus   comandados,   dentro   do   limite   de   sua   competência,   as


recompensas de que tratam o E‐1 e o RDE;

XX ‐ conceder licenças de acordo com as instruções e normas específicas em vigor;

XXI ‐ autorizar o uso do traje civil pelas praças, para entrada e saída da OM, bem como
para a permanência no interior da mesma, em situações excepcionais e quando no cumprimento de
missão que assim o recomende, observado o disposto no inciso V do art. 307 deste Regulamento;

XXII ‐ autorizar, se julgar conveniente, que as bandas de música, fanfarras, orquestras e
bandas   de   corneteiros   ou   clarins   ou   os   músicos   toquem   em   festas   e   atos   que   não   tenham   caráter
polí copar dário;

XXIII ‐ emi r juízo a respeito dos militares da unidade, não só em fichas de avaliação
como em qualquer documento análogo, exigidos pelos órgãos competentes;

XXIV   ‐   providenciar   para   que   seja   lavrado   o   “Atestado   de   Origem”,   nos   casos   de
ferimentos ou doenças adquiridas por militares da unidade, em ato de serviço ou na instrução, de acordo
com as prescrições em vigor;

XXV ‐ despachar ou informar, nos prazos regulamentares, os requerimentos, as partes, as
consultas, os recursos, os pedidos de reconsideração etc, de seus subordinados, mandando arquivar os
que   não   estejam   redigidos   com   propriedade   ou   que   não   se   fundamentem   em   disposi vos   legais,
publicando em BI as razões desse ato e punindo disciplinarmente os seus autores, se for o caso;

XXVI ‐ nomear ou designar comissões ou equipes que se tornem necessárias ao bom
andamento do serviço, sejam estabelecidas em legislação ou impostas pelo escalão superior;

XXVII  ‐  corresponder‐se   diretamente   com   as   autoridades  civis   ou   militares,   quando  o


assunto não exigir a intervenção da autoridade superior, ressalvadas as restrições regulamentares;

XXVIII   ‐   par cipar,   imediatamente,   à   autoridade   superior,   fatos   de   natureza   grave


ocorridos na unidade, solicitando‐lhe intervenção, se não es ver em suas atribuições providenciar a
respeito;

XXIX ‐ incluir na unidade:

a) os oficiais, as praças e os servidores civis nela classificados ou para ela transferidos; e

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b) os voluntários e os conscritos a ela incorporados, designando‐lhes as SU em que irão
servir;

XXX   ‐   reincluir   as   praças   desertoras   que   se   apresentarem   ou   forem   capturadas,   se


julgadas aptas em inspeção de saúde;

XXXI ‐ distribuir, pelas SU e serviços, os oficiais temporários convocados para estágio e
classificados na unidade;

XXXII ‐ realizar as movimentações no âmbito da unidade, segundo a legislação em vigor e
a melhor conveniência do serviço;

XXXIII   ‐   evitar   que   sejam   empregadas   no   serviço   das   repar ções   ou   dependências
internas outras praças que excedam às respec vas lotações previstas;

XXXIV ‐ excluir da unidade os militares que:

a)   se   enquadrarem   em   qualquer   um   dos   mo vos   de   exclusão   do   serviço   a vo


relacionados no E‐1;

b) deixarem de pertencer à mesma por mo vo de movimentação; e

c) forem promovidos, quando houver incompa bilidade entre o novo posto ou a nova
graduação e o cargo que exerciam;

XXXV ‐ licenciar e excluir as praças nos limites de sua competência, em conformidade com
a legislação em vigor;

XXXVI ‐ anular a incorporação de conscrito ou voluntário que  ver ocultado sua condição
de licenciado ou excluído a bem da disciplina, ou de desertor, neste úl mo caso providenciando sua
apresentação à OM de onde desertou;

XXXVII ‐ anular a incorporação de conscrito ou voluntário moralmente inidôneo ou que
tenha u lizado, para o alistamento, documentos inadequados ou falsos, neste úl mo caso mandando
apresentá‐lo à Polícia Civil, com os referidos documentos;

XXXVIII ‐ licenciar as praças do serviço a vo e incluí‐las na reserva, de conformidade com
as normas em vigor, observadas, conforme o caso, as disposições seguintes:

a)   relacionar   as   que,   estando   legalmente   habilitadas,   forem   consideradas   aptas   à


promoção quando convocadas para o serviço a vo;

b) entregar‐lhes, devidamente escriturados, os cer ficados a que têm direito, consoante
o grau de instrução militar que possuírem; e

c) proceder de acordo com as prescrições legais e regulamentares rela vas a indenizações
devidas à União;

XXXIX ‐ manter adidos:

a) os militares promovidos, quando exis r incompa bilidade entre o novo posto ou a


nova graduação e o cargo que exerciam, comunicando este fato, por meio da cadeia de comando, ao
órgão de movimentação (os militares nessa situação ficam sujeitos ao recebimento de encargos);

b)   durante   os   prazos   fixados   na   legislação   específica   para   passagem   de   carga   e/ou


encargo, quando for o caso, os militares excluídos do estado efe vo da unidade;

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c) os militares em processo de transferência para a reserva ou reforma, por qualquer
mo vo; e

d) por entrar de licença, de acordo com as instruções e normas específicas em vigor;

XL ‐ desligar os militares movimentados, após o término dos prazos citados no inciso
XXXIX deste ar go e em outras situações definidas em leis e regulamentos;

XLI   ‐   pedir   providências   à   autoridade   superior   se,   decorridos   dois   meses   do


encaminhamento de processo de reforma, não houver sido solucionado;

XLII   ‐   distribuir   entre   oficiais,   subtenentes   e   sargentos,   e   administrar,   consoante   as


prescrições existentes, os PNR a cargo da unidade;

XLIII   ‐   mandar   encostar   à   unidade   os   conscritos   e   os   voluntários   que   aguardam


incorporação, bem como as praças de outras unidades que se apresentarem por mo vo de serviço, até o
dia de regresso;

XLIV ‐ conceder engajamento e reengajamento às praças de sua unidade, de acordo com
a legislação vigente;

XLV ‐ remeter às autoridades competentes, na época oportuna, os mapas, as relações, as
fichas e outros documentos que forem exigidos pelos regulamentos e por outras disposições em vigor;

XLVI ‐ facilitar às autoridades competentes os exames, as verificações, as inspeções e as
fiscalizações,   quando   determinado   por   autoridade   superior   ou   em   cumprimento   a   disposi vos
regulamentares;

XLVII ‐ distribuir os animais e o material, de acordo com as dotações das SU subordinadas,
e transferi‐los, dentro da unidade, quando o serviço assim o exigir;

XLVIII ‐ assegurar que o material e o equipamento distribuídos à unidade estejam nas
melhores condições possíveis de uso e sejam apropriadamente u lizados, manutenidos, guardados ou
estocados e controlados;

XLIX ‐ designar oficiais, praças e servidores civis para os cargos da unidade, de acordo
com as prescrições em vigor, com o QCP ou com o QLPC, observando que nenhum oficial seja, em
princípio, man do no mesmo cargo por mais de dois anos consecu vos;

L ‐ designar, em BI, o Oficial e o Sargento de Prevenção de Acidentes da unidade e, por
indicação dos respec vos Cmt SU, o Oficial e o Sargento de Prevenção de Acidentes de cada SU e,
quando for o caso, da base administra va;

LI   ‐   determinar   que   sejam   ministradas   palestras   sobre   prevenção   de   acidentes   na


instrução e em outras a vidades de risco para todo efe vo pronto da OM, sob a coordenação do S3 e sob
o controle do O Prv Acdt U;

LII ‐ emi r suas ordens e instruções, sempre que possível, por intermédio do SCmt U,
devendo aqueles que as receberem diretamente dar ciência ao SCmt, na primeira oportunidade;

LIII ‐ receber de seu antecessor os documentos sigilosos controlados, de acordo com as
normas vigentes sobre o assunto;

LIV   ‐   encaminhar   ao   EME,   pelos   trâmites   regulamentares,   os   processos   rela vos   aos
trabalhos de natureza cien fico‐militar, apresentados por seus comandados, para fins de julgamento e

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publicação;

LV ‐ par cipar, imediatamente, ao órgão competente, o local de residência declarado pelo
militar desligado do estado efe vo, em virtude de reforma ou transferência para a reserva, tão logo seja
transcrito em BI o respec vo ato oficial;

LVI   ‐   encaminhar   ao   órgão   competente   os   requerimentos   nos   quais   os   ina vos   e


pensionistas vinculados à unidade, para fins de percepção de proventos, solicitem transferência para
outros des nos;

LVII ‐ par cipar ao órgão competente o falecimento de ina vos e pensionistas vinculados


à unidade;

LVIII   ‐   fornecer,   mediante   requerimento   do   interessado   e   obedecida   a   legislação


per nente ao assunto, cer dão do que constar nos arquivos da unidade;

LIX   ‐   anular   em   BI,   quando   exis rem   razões   para   isto,   qualquer   ato   seu   ou   de   seus
subordinados, dentro do prazo de sessenta dias prazo de cento e oitenta dias; (alterado pela Portaria nº
728‐Cmt Ex, de 08 de outubro de 2007)

LX ‐ providenciar a elaboração ou a atualização dos planos de segurança e defesa do
aquartelamento, de combate a incêndios, de chamada e outros;

LXI ‐ responsabilizar‐se pelos planejamentos referentes à GLO, em sua área de jurisdição;

LXII ‐ propor o comissionamento na graduação honorífica de sargento‐brigada do 1º Sgt
que sa sfaça às exigências estabelecidas na legislação per nente;

LXIII ‐ estabelecer as NGA/U;

LXIV ‐ conceder, de acordo com a legislação em vigor, porte de arma de fogo às praças sob
seu comando;

LXV ‐ orientar, de acordo com as normas vigentes, os procedimentos a serem adotados
pela   unidade,   par cularmente   pelo   pessoal   de   serviço,   quanto   ao   recebimento   de   ordens   judiciais,
inclusive as que não estejam dirigidas a sua OM ou não sejam da sua competência prestar informações
ou esclarecimentos;

LXVI ‐ encaminhar as possíveis solicitações e/ou ques onamentos da mídia ao escalão
superior, a quem caberá decidir pela postura e procedimento decorrentes;

LXVII ‐ orientar e coordenar o processo de arquivamento, análise, avaliação e seleção de
documentos no âmbito da unidade;

LXVIII ‐ manter número suficiente de militares cadastrados no Sistema de Inteligência do
Exército, para  fazer  face a eventuais subs tuições,  cadastrando, obrigatoriamente, os integrantes do
Serviço de Fiscalização de Produtos Controlados; e

LXIX ‐ par cipar, de imediato, pelo meio mais rápido disponível, ao CCOMSEx, ao CIE e à
DFPC,   qualquer   extravio,   furto   ou   roubo   de   armamento,   munição   ou   explosivo   da   unidade   ou   das
empresas sob sua fiscalização, independente de outras determinações do escalão superior.

"LXX ‐ Pra car os atos de encostamento e adição previstos nos art. “428 a 431 deste
regulamento,   bem   como   os   atos   de   exclusão   do   serviço   a vo   e   demais   medidas   administra vas
relacionadas, nos limites de sua competência e em conformidade  com a legislação em vigor.” (NR ‐

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alterado pela Portaria nº 749‐Cmt Ex, de 17 de setembro de 2012)

"LXX ‐ pra car os atos de encostamento e adição previstos nos art. 428 a 430 deste
Regulamento,   bem   como   os   atos   de   exclusão   do   serviço   a vo   e   demais   medidas   administra vas
relacionadas, nos limites de sua competência e em conformidade com a legislação em vigor." (NR ‐
alterado pela PORTARIA – C Ex Nº 1.774, DE 15 DE JUNHO DE 2022)

Seção II

Do Subcomandante

Art. 22. O SCmt U é o principal auxiliar e subs tuto imediato do Cmt U, seu intermediário
na expedição de todas as ordens rela vas à disciplina, à instrução e aos serviços gerais, cuja execução
cumpre‐lhe fiscalizar.

§ 1º O SCmt U é o Chefe do EM/U e o responsável pela coordenação dos seus elementos.

"§1º O SCmt/Subchefe/Subdiretor é o Chefe do EM/U e o responsável pela coordenação
dos seus elementos. É, também, o assessor de gestão junto ao Cmt da OM, cabendo‐lhe implementar,
coordenar e supervisionar todas as a vidades relacionadas a este assunto.” (NR ‐ alterado pela Portaria
nº 976‐Cmt Ex, de 26 de agosto de 2014.)

§ 2º Nas SU independentes, o SCmt poderá acumular suas funções com outros encargos
previstos no QCP.

Art.   23.   Incumbe   ao   SCmt   U,   além   das   atribuições   e   dos   deveres   estabelecidos   em
outrosregulamentos, o seguinte:

I   ‐   encaminhar   ao   Cmt   U,   com   as   informações   necessárias,   todos   os   documentos


quedependam da decisão deste ;

II   ‐   levar   ao   conhecimento   do   Cmt   U,   verbalmente   ou   por   escrito,   depois   de


convenientemente apuradas, todas as ocorrências que não lhe caiba resolver;

III ‐ dar conhecimento ao Cmt U das ocorrências e dos fatos a respeito dos quais haja
providenciado por inicia va própria;

IV ‐ assinar documentos ou tomar providências de caráter urgente na ausência ou no
impedimento ocasional do comandante, dando‐lhe conhecimento na primeira oportunidade;

V ‐ zelar assiduamente pela conduta civil e militar dos oficiais e das praças da unidade;

VI ‐ escalar os oficiais e a SU ou as subunidades que fornecerão pessoal para os serviços
gerais e extraordinários da unidade;

VII ‐ assinar todos os documentos referentes à vida funcional do Cmt U;

VIII ‐ assinar todos os livros existentes na unidade, salvo os de atribuição do Cmt U, dos
serviços administra vos ou os rela vos à instrução;

IX ‐ auten car as cópias do BI, bem como as ordens e instruções do Cmt U que importem
em coordenação de assuntos referentes a mais de uma seção do EM e/ou SU;

X ‐ exercer rigorosa supervisão das normas de controle do armamento, da munição e do

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explosivo adotadas pela unidade, introduzindo as modificações para o constante aperfeiçoamento da
verificação e do acompanhamento desse material bélico, além de realizar inspeções inopinadas;

XI ‐ receber, ao final do expediente, os mapas diários do armamento, da munição e do
explosivo, resultantes da revista diária, para efeito de autorização do toque de “ordem”, por parte do
Cmt U;

XII ‐ manter arquivados, sob sua responsabilidade, os mapas de que trata o inciso XI deste
ar go, em pastas e locais apropriados e seguros; e

XIII ‐ fornecer aos civis que tenham encargos diários no quartel, um cartão de iden dade
que lhes faculte o ingresso para as suas a vidades, cuja validade obedeça a critérios estabelecidos pela
própria unidade.

Seção III

Do Ajudante‐Secretário

Art. 24. O ajudante‐secretário é um auxiliar imediato do Cmt U, incumbindo‐lhe:

I   ‐   dirigir   a   escrituração   referente   à   correspondência,   ao   arquivo   e   ao   registro   das


alterações dos oficiais;

II ‐ redigir toda a correspondência, cuja natureza assim o exigir;

III ‐ subscrever cer dões e papéis análogos;

IV ‐ manter em dia o histórico da unidade;

V ‐ conferir e auten car as cópias de documentos existentes no arquivo, mandadas extrair
por   autoridade   competente,   bem   como   conferir   e   assinar   as   cópias   autên cas   de   documentos   da
unidade;

VI ‐ manter, em dia e em ordem, o arquivo da documentação da unidade, de acordo com
as normas em vigor;

VII ‐ responder pela carga do material distribuído ao gabinete do Cmt U, do SCmt U e da
Secretaria;

VIII ‐ receber toda a correspondência externa des nada à unidade e:

a) entregar a sigilosa ao S2;

b) mandar protocolar a oficial ostensiva, entregando‐a ao SCmt U;

c) fazer distribuir pelas SU a par cular comum; e

d)   fazer   entregar   pessoalmente,   mediante   recibo,   a   registrada   ou   com   valor,   aos


des natários;

IX   ‐   fiscalizar   pessoalmente   a   expedição   da   correspondência,   fazendo   registrá‐la   no


protocolo em que será passado o competente recibo;

X ‐ organizar a documentação referente aos processos de insubmissão e deserção; e

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XI ‐ organizar e manter em dia o livro ou fichário de apresentação de oficiais na unidade,
providenciando a devida publicação em BI.

Art. 25. Quando não exis r cargo específico, a função do ajudante‐secretário é exercida
cumula vamente pelo S1.

Seção IV

Do S1

Art. 26. O S1 é o chefe da 1ª seção do EM/U, responsável pelos encargos rela vos à
coordenação e ao controle das a vidades relacionadas com pessoal, BI, jus ça e disciplina, protocolo e
arquivo da correspondência interna e pagamento do pessoal da unidade, incumbindo‐lhe:

I ‐ coordenar o serviço de ordens;

II ‐ organizar e manter em dia as relações de oficiais e praças para efeito das escalas de
serviço;

III ‐ escalar as praças para os serviços normais e extraordinários da unidade;

IV ‐ organizar o trabalho preliminar de qualificação militar das praças, de acordo com as
normas em vigor;

V ‐ receber a documentação diária interna, mandar protocolá‐la e levá‐la ao SCmt U;

VI ‐ organizar os fichários, os mapas, as relações e outros documentos referentes ao
efe vo da unidade;

VII ‐ organizar o mapa da força e apresentá‐lo ao SCmt U com a devida antecedência,
quando houver formatura da unidade ou outro evento que o exija;

VIII ‐ responsabilizar‐se pela carga do material distribuído à sua seção, pela do gabinete
do S4 e pela da Fisc Adm;

IX ‐ comandar a Parada diária, de acordo com o previsto nos ar gos correspondentes
deste Regulamento;

X ‐ organizar  e manter em dia  uma  relação nominal dos oficiais da  unidade,  com as


respec vas   residências   e   telefones,   des nando   via   ao   SCmt   U,   ao   S3   (para   confecção   do   plano
dechamada) e outra para ser anexada ao livro de ordens do Of Dia;

XI ‐ organizar e manter em dia, sob a orientação do SCmt U, um livro de ordens do Of Dia,
que conterá o registro das ordens internas de caráter geral em vigor, que não constem das NGA/U, assim
como uma cópia da planta do quartel e dos terrenos da unidade;

XII ‐ organizar os bole ns ostensivos da unidade, conforme as determinações do Cmt U;

XIII ‐ auten car ordens e instruções que somente digam respeito a assuntos de sua seção;

XIV ‐ supervisionar as a vidades inerentes à banda de música ou fanfarra e coordenar as
rela vas à banda de tambores e de corneteiros ou clarins;

XV ‐ apresentar sugestões referentes a transferências, designações, preenchimento de

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claros, qualificação e requalificação de pessoal;

XVI ‐ zelar, diligentemente, pelo moral da tropa;

XVII ‐ estar em condições de informar ao Cmt U sobre o estado moral e o disciplinar da
tropa;

XVIII   ‐   preparar   a   documentação   necessária   para   instruir   os   processos   de   promoção,


transferência para a reserva, reforma e concessão de medalhas;

XIX ‐ controlar a escrituração referente à correspondência, ao arquivo e ao registro das
alterações dos subtenentes e sargentos da unidade;

XX   ‐   assessorar   o   ordenador   de   despesas   nas   a vidades   de   pagamento   de   pessoal,


cabendo‐lhe:

a)   confirmar   os   fatos   geradores   dos   direitos   remuneratórios,   conforme   amparo   da


legislação, providenciando seus registros em BI; e

b) fazer cumprir todas as a vidades de controle referentes ao pagamento de pessoal;

XXI ‐ encarregar‐se dos assuntos administra vos rela vos ao FUSEx, quando no QCP da


unidade não exis r  tular específico para este encargo;

XXII   ‐   assessorar   o   Cmt   U   quanto   às   providências   decorrentes   de   falecimento   de


integrante da OM, em serviço ou não;

XXIII   ‐   supervisionar   o   recebimento,   a   conferência   e   o   controle   da   distribuição   dos


contracheques do pessoal militar e civil da unidade, ações que devem ser realizadas por auxiliares não
pertencentes ao setor de pagamento, mandando registrar qualquer alteração porventura existente e
informando ao Centro de Pagamento do Exército; e

XXIV ‐ manter o setor de pagamento como local restrito, impedindo a entrada de pessoas
estranhas ao serviço.

Art. 27. Nas SU independentes, quando não exis r cargo específico, a função de S1 pode
ser exercida cumula vamente pelo SCmt U.

Seção V

Do S2

Art. 28. O S2 é o chefe da 2ª seção do EM/U, responsável pelas a vidades rela vas à


Inteligência e à Contra‐Inteligência.

Art. 29. Ao S2 incumbe:

I ‐ dirigir a instrução de inteligência da unidade, em coordenação com o S3;

II ‐ coordenar, com os demais elementos da unidade, todas as medidas que se relacionem
com a Inteligência e a Contra‐Inteligência;

III ‐ fazer relatórios e coletar informes periódicos;

IV   ‐   receber,   protocolar,   processar,   redistribuir   ou   arquivar   os   documentos   sigilosos

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endereçados à unidade;

V ‐ preparar e distribuir o bole m reservado;

V ‐ preparar e distribuir o bole m de acesso restrito; (NR ‐ alterado pela Portaria nº 795‐
Cmt Ex, de 29 de julho de 2014)

VI ‐ elaborar a correspondência sigilosa rela va à sua seção e controlar os documentos
sigilosos da unidade, protocolando‐os, ainda que elaborados em outras seções;

VII   ‐   ter   sob   sua   guarda   pessoal   o   material   para   correspondência   criptografada
(equipamentos e so wares) e os documentos sigilosos controlados;

VIII ‐ cooperar com o S3 na elaboração das instruções e dos planos de segurança do
quartel;

IX ‐ cooperar com o S3 nas a vidades ligadas ao planejamento operacional; e

X ‐ responder pela carga do material distribuído à sua seção.

Seção VI

Do S3

Art. 30. O S3 é o chefe da 3ª seção do EM/U, responsável pelas a vidades rela vas à


instrução e às operações.

Art. 31. Ao S3 incumbe:

I ‐ planejar, organizar e coordenar, mediante determinação do Cmt U e com base nas
diretrizes do escalão superior, toda a instrução da unidade;

II ‐ organizar e manter em dia o registro da instrução de quadros;

III ‐ superintender a distribuição e o emprego dos meios auxiliares de instrução;

IV ‐ organizar e relacionar o arquivo de toda a documentação de instrução, para facilitar
consultas e inspeções;

V ‐ planejar e realizar a seleção das praças que devam ser matriculadas nos diversos
cursos, em colaboração com o S1;

VI ‐ organizar as cerimônias militares, em coordenação com outros oficiais do EM/U;

VII   ‐   elaborar   os   documentos   de   instrução   de   sua   responsabilidade   e   submetê‐los   à


aprovação do Cmt U;

VIII ‐ reunir dados que permitam ao Cmt U acompanhar e avaliar o desenvolvimento da
instrução da unidade;

IX ‐ preparar e coordenar os planos para:

a) distribuição do pessoal recém‐incluído no efe vo da unidade, com a colaboração do
S1;

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b) emprego e consumo dos meios auxiliares de instrução; e

c) funcionamento dos diversos cursos e estágios da unidade;

X ‐ fiscalizar a instrução, a fim de propor medidas para obter o melhor rendimento da
a vidade;

XI ‐ coordenar as a vidades dos responsáveis pelos diversos ramos de instrução, tendo
em vista a produção de notas, quadros e outros elementos para a sala de instrução da unidade;

XII   ‐   propor,   com   a   colaboração   do   S1,   a   qualificação   das   praças   de   acordo   com   os
resultados alcançados ao término do período de instrução individual;

XIII ‐ elaborar instruções e planos de segurança e defesa do quartel, com a cooperação do
S2;

XIV ‐ coordenar as palestras sobre prevenção de acidentes na instrução e em a vidades
de risco a serem ministradas pelos O Prv Acdt;

XV ‐ coordenar e verificar, com a colaboração dos diversos O Prv Acdt da unidade, a
previsão   e   o   cumprimento   das   prescrições   de   prevenção   de   acidentes   em   todas   as   a vidades   de
instrução;

XVI   ‐   ter   a   seu   encargo,   sob   a   orientação   do   Cmt   U,   os   estudos   e   as   a vidades   de


planejamento da GLO, auxiliado pelos demais componentes do EM;

XVII ‐ preparar a documentação de operações e coordenar a elaboração daquela que não
for de sua responsabilidade direta;

XVIII ‐ auten car todos os livros rela vos à instrução; e

XIX ‐ responsabilizar‐se pela carga do material distribuído à sua seção.

Seção VII

Do S4

Art. 32. O S4 é o chefe da 4ª seção do EM/U, podendo também acumular os encargos de
Fisc Adm; como auxiliar imediato do Cmt U na administração da unidade, é o principal responsável pela
perfeita observância de todas as disposições regulamentares rela vas à administração, incumbindo‐lhe:

I ‐ coordenar e fiscalizar  os serviços dos seus elementos de execução nos termos da
legislação vigente e dos manuais específicos;

II ‐ manter estreita ligação com o S3 para providenciar o apoio material à execução dos
programas de instrução e aos planos de emprego da unidade;

III ‐ zelar pelo fiel cumprimento, por todos os setores subordinados ou vinculados à Fisc
Adm, das prescrições ou normas gerais de prevenção de acidentes na instrução e em outras a vidades
de   risco,   reguladas   em   planos   de   instrução   e   em   manuais   específicos,   verificando   as   condições   de
segurança e o uso correto de EPI e disposi vos de segurança nas repar ções e dependências que lhe são
afetas; e

IV ‐ assessorar o Cmt U quanto ao controle do armamento, da munição e do explosivo,

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supervisionando o trabalho do O Mun Expl Mnt Armt e seus auxiliares.

Parágrafo   único.   O   S4   não   par cipa   dos   serviços   estranhos   à   sua   função,   quando
acumular os encargos de Fisc Adm.

Art. 33. O Fisc Adm também assessora o Cmt U nas providências referentes a controle
ambiental, incumbindo‐lhe:

I   ‐   responsabilizar‐se   pela   elaboração,   atualização   e   difusão   das   normas   de   controle


ambiental no aquartelamento e em áreas de responsabilidade da unidade, de acordo com a legislação
ambiental das esferas federal, estadual e municipal; e

II ‐ fiscalizar, com a colaboração do S3 e dos Cmt SU, o fiel cumprimento das normas de
que   trata   o   inciso   I   deste   ar go,   por   ocasião   de   exercícios   ou   manobras   militares,   em   campos   de
instrução ou em outras áreas cedidas para este fim.

Seção VIII

Do Oficial de Comunicação Social

Art. 34. O oficial de comunicação social é o assessor do Cmt U nos assuntos referentes às
a vidades de comunicação social.

Art. 35. Ao O Com Soc incumbe:

I ‐ acompanhar, para efeito de levantamento do grau de sa sfação do público interno, a
execução   do   serviço   especial   que   compreende,   entre   outras,   as   a vidades   de   biblioteca,   espaços
culturais, can na, salas de estar, a vidades de recreação, barbearia, lavanderia e alfaiataria;

II   ‐   ouvir   opinião,   principais   anseios   e   preocupações   dos   públicos   interno   e   externo,


propondo medidas para explorar aspectos posi vos e neutralizar efeitos nega vos;

III ‐ quando determinado pelo Cmt U:

a) divulgar as a vidades da unidade junto aos públicos interno e externo;

b) organizar e conduzir os eventos sociais e culturais; e

c) elaborar os programas de lazer e de assistência religiosa da unidade;

IV ‐ cooperar no preparo e na divulgação de cerimônias cívico‐militares;

V ‐ cooperar com o comando nos assuntos de assistência social;

VI ‐ manter atualizadas as listas de autoridades locais, personalidades civis e militares,
amigos da OM e integrantes dos órgãos da mídia local, bem como as das datas significa vas;

VII   ‐   orientar   os   integrantes   da   OM   quanto   ao   atendimento   adequado   aos   públicos


externo e interno;

VIII ‐ confeccionar o Plano de Comunicação Social da unidade, conforme as orientações
con das no Plano de Comunicação Social do Exército e de acordo com as diretrizes e determinações
recebidas do Cmt U;

IX   ‐   elaborar,   quando   necessário,   o   Anexo   de   Comunicação   Social   às   ordens   de

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serviço/instruções, submetendo‐o à apreciação do Cmt U;

X ‐ confeccionar a ficha de informações de pronto interesse do SISCOMSEX, a mensagem
diária do SISCOMSEX e a ficha de avaliação pós‐campanha, conforme previsto no Plano de Comunicação
Social do Exército, submetendo‐as à apreciação do Cmt U;

XI ‐ ligar‐se com os demais órgãos de comunicação social que integram o Sistema de
Comunicação Social do Exército; e

XII ‐ procurar conhecer os principais órgãos de mídia da área de responsabilidade da U e
planejar a sua u lização, quando necessário.

Art. 36. O oficial de comunicação social, no desempenho de suas atribuições, conta com a
cooperação do OTF, do médico, do capelão militar e de outros elementos designados pelo Cmt U.

Seção IX

Do Oficial de Treinamento Físico

Art. 37. Em toda unidade há um OTF, possuidor do Curso de Instrutor de Educação Física,
que é o auxiliar do S3 nos assuntos que dizem respeito ao treinamento  sico da unidade.

Art.   38.   Na   unidade   em   que   não   exis r   oficial   possuidor   do   Curso   de   Instrutor   de
Educação Física, o Cmt U designará um oficial que revele predileção e ap dão para exercer esta função.

Art. 39. Ao OTF incumbem as atribuições prescritas no C 20‐20.

Art. 40. O OTF dispõe de auxiliares, previstos em QCP ou designados pelo Cmt U, para os
trabalhos de escrituração, guarda e conservação do material especializado.

Seção X

Dos Oficiais de Manutenção

Art. 41. Os oficiais de manutenção são os assessores do comando da unidade nas tarefas
de manutenção, controle e inspeção dos materiais sob suas responsabilidades.

§   1º   Para   efeito   deste   ar go,   os   oficiais   de   manutenção   com   as   respec vas


responsabilidades são:

I   ‐  encarregado  do   setor  de  aprovisionamento   –   material   relacionado  com   a  Classe   I


(câmaras frigorificadas e de congelamento, congeladores, geladeiras, fogões etc);

II ‐ encarregado do setor de material – material da Classe II (fardamento, mobiliário,
barracas, colchões, armários etc);

III ‐ O Mnt Vtr – material relacionado com a Classe III (postos de abastecimentos, lavagem
e lubrificação) e material da Classe IX (motomecanização);

IV ‐ O Mun Expl Mnt Armt – material da Classe V (armamento, munição, explosivo e
IODCT);

V   ‐   SCmt   SU   Cmdo   Ap   (ou   da   SU   Cmdo,   ou   SU   Cmdo   Sv)   –   material   da   Classe   VI

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(geradores, embarcações, bússolas, soldadores, purificadores etc);

VI ‐ O Com Elt – material da Classe VII (telefones, equipamentos‐rádios etc);

VII ‐ médico – material da Classe VIII (canastras, padiolas, equipamentos cirúrgicos etc); e

VIII ‐ adjunto do S4 – material da Classe IV (material de construção) e material da Classe X
(outras classes).

§ 2º Em determinadas unidades, tais como as de engenharia de construção e de aviação
do exército, pode haver as adaptações necessárias em relação ao prescrito no § 1º deste ar go para
atender, no que couber, às caracterís cas peculiares da OM.

Art. 42. Aos oficiais de manutenção incumbe, além de outras atribuições previstas em
manuais e normas técnicas:

I ‐ planejar e conduzir a manutenção de 2º escalão do material que lhe for afeto, realizada
nas respec vas oficinas de manutenção;

II ‐ propor a realização de inspeções técnicas periódicas para determinar as condições do
material da classe sob sua responsabilidade e para assegurar a execução da manutenção, tudo de acordo
com as prescrições estabelecidas em manuais e normas técnicas;

III   ‐   antecipar‐se   às   necessidades   de   manutenção   e   manter‐se   informado   sobre   a


disponibilidade de recursos para reparações orgânicas e para o suprimento de peças de reposição;

IV ‐ propor ao S4 o fornecimento dos suprimentos e do ferramental indispensáveis à
organização e ao funcionamento da oficina;

V ‐ manter atualizada a escrituração rela va à manutenção do material e aos suprimentos
da classe sob sua responsabilidade;

VI ‐ apresentar ao S4, mensalmente, um relatório de todos os trabalhos executados, para
publicação em BI; e

VII ‐ supervisionar as a vidades da oficina de manutenção que lhe for afeta, fazendo
cumprir as normas de prevenção de acidentes e verificando as condições de segurança das instalações
dessas oficinas e o uso correto de EPI e de disposi vos de segurança.

Parágrafo único. O oficial de manutenção de viaturas desempenha, também, as funções
de oficial de transportes, cabendo‐lhe assessorar o Cmt U nos aspectos referentes a essa a vidade,
inclusive a de dirigir e fiscalizar as equipes de apoio de manutenção ao movimento de viaturas, em
comboio e operações.

Seção XI

Do Oficial de Comunicações e Eletrônica

Art. 43. O oficial de comunicações e eletrônica é o encarregado das comunicações e da
eletrônica da unidade e o responsável pela eficiência e con nuidade de seu funcionamento.

Art. 44. Ao O Com Elt incumbe:

I ‐ assessorar o comando na instrução e no emprego das comunicações;

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Portaria nº 816-Cmt Ex, de 19 dezembro de 2003. [Link]

II ‐ verificar a ap dão do pessoal para as a vidades de comunicações, a fim de facilitar


aos Cmt SU a indicação dos homens que serão matriculados nos cursos per nentes;

III ‐ dar assistência técnica a todo o material de comunicações e de eletrônica da unidade,
inclusive ao distribuído às SU, providenciando para que este se mantenha em perfeitas condições de
funcionamento;

IV ‐ cooperar com o S3 nas a vidades ligadas ao planejamento operacional e de GLO;

V ‐ responsabilizar‐se pelo planejamento de comunicações da unidade;

VI ‐ zelar pelo bom funcionamento das redes rádio em operação na unidade, fazendo
cumprir as normas em vigor; e

VII   ‐   atentar   para   as   normas   de   segurança   das   comunicações,   ministrando,


periodicamente, instruções obje vando o adestramento nesta área.

Seção XII

Do Oficial de Informá ca

Art. 45. O oficial de informá ca é o encarregado das redes de informá cas da unidade e o


responsável pela eficiência e con nuidade de seu funcionamento.

“Art. 45. O Oficial de informá ca é o encarregado do material e infra‐estrutura das redes
de informá ca da unidade e o responsável pela eficiência e con nuidade de seu funcionamento.” (NR ‐
alterado pela Portaria nº 109‐Cmt Ex, de 13 de março de 2008)

Art. 46. Ao O Infor incumbe:

I ‐ controlar os recursos de informá ca existentes na OM, de acordo com a legislação
específica;

II ‐ zelar pelo cumprimento da legislação em vigor;

III ‐ organizar e manter atualizada a pasta de licenças de so ware, com os programas em
uso na unidade, e em estreita ligação com a Fisc Adm;

IV ‐ es mular o uso de so ware livre, consoante as orientações do Governo Federal e da


Secretaria de Tecnologia da Informação;

V   ‐   propor,   difundir   e   implantar   normas   de   segurança   da   informação   na   sua   OM,


conforme orientações do Cmt U e da Secretaria de Tecnologia da Informação;

VI   ‐   integrar,   tanto   quanto   possível,   as   a vidades   de   informá ca   e   comunicações,   no


preparo e emprego operacional da unidade, em estreita ligação com o O Com Elt;

VII ‐ na OM em que exis r rede local de computadores e/ou computadores com acesso à
Internet, orientar as a vidades ligadas à gerência de redes, principalmente nos aspectos de segurança da
informação; e

VIII ‐ manter atualizados os sí os da Internet de responsabilidade de sua OM.

“Art. 46. Ao O Infor incumbe:

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Portaria nº 816-Cmt Ex, de 19 dezembro de 2003. [Link]

I ‐ manter‐se atualizado em relação às normas e legislação, em vigor, rela vas ao assunto
de sua competência e zelar pelo seu cumprimento;

II ‐ inventariar periodicamente todo o material (hardware e so ware) da OM;

III ‐ controlar os recursos de informá ca existentes, de acordo com a legislação específica;

IV ‐ estar em condições de informar à Diretoria de Material de Comunicações, Eletrônica
e Informá ca o resultado do inventário do material de informá ca, quando solicitado;

V ‐ organizar e manter atualizada a pasta de licenças de so ware, com os programas em
uso na unidade, em estreita ligação com a Fisc Adm;

VI ‐ propor ao Cmt, Ch ou Dir da OM, medidas para o descarte de hardware e so ware
obsoletos e em desuso;

VII ‐ es mular o uso de so ware livre, consoante as orientações do Governo Federal e do


Departamento de Ciência e Tecnologia;

VIII ‐ propor ao Cmdo da OM e supervisionar a realização de treinamento adequado aos
usuários e técnicos de informá ca da unidade;

IX   ‐   propor,   difundir   e   implantar   normas   de   segurança   da   informação   na   sua   OM,


conforme orientações do Cmt U e do Departamento de Ciência e Tecnologia;

X   ‐   assessorar   nos   processos   de   aquisição   e   recebimento   de   material   ou   serviço   de


informá ca na unidade, segundo critérios de economicidade e adequação às reais necessidades da OM;

XI   ‐   integrar,   tanto   quanto   possível,   as   a vidades   de   informá ca   e   comunicações,   no


preparo e emprego operacional da unidade, em estreita ligação com o O Com Elt;

XII ‐ na OM em que exis r rede local de computadores e/ou computadores com acesso à
Internet, orientar as a vidades ligadas ao uso adequado desses recursos, principalmente nos aspectos
relacionados à segurança da informação;

XIII ‐ manter atualizados os sí os da Internet de responsabilidade de sua OM; e

XIV   ‐   suprir   a   eventual   carência   de   pessoal   especializado   da   unidade   na   área   de


Informá ca, com solicitação de apoio à seção correspondente no escalão superior.” (NR ‐ alterado pela
Portaria nº 109‐Cmt Ex, de 13 de março de 2008)

Seção XIII

Do Oficial de Defesa Química, Biológica e Nuclear

Art. 47. O oficial de defesa química, biológica e nuclear é o assessor do Cmt U em todos
os assuntos referentes à sua especialidade.

Art. 48. Ao oficial de defesa química, biológica e nuclear incumbe:

I ‐ supervisionar a instrução de defesa contra agentes químicos, biológicos e nucleares,
sob a coordenação do S3;

II ‐ verificar, sob a supervisão do O Prv Acdt U, se as medidas de prevenção de acidentes

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Portaria nº 816-Cmt Ex, de 19 dezembro de 2003. [Link]

estão sendo cumpridas durante as instruções indicadas no inciso I deste ar go;

III   ‐   fazer   sugestões   referentes   a   suprimentos   de   guerra   química,   bem   como   sobre   a
armazenagem e conservação desse material;

IV ‐ supervisionar a instalação dos meios e a execução das medidas de defesa contra
agentes químicos, biológicos e nucleares; e

V ‐ elaborar e manter atualizado o plano de combate a incêndio, submetê‐lo à apreciação
do O Prv Acdt U e supervisionar a execução das medidas de prevenção.

Seção XIV

Do Oficial de Munições, Explosivos e Manutenção de Armamento

Art. 49. O oficial de munições, explosivos e manutenção de armamento é o adjunto do S4
e o assessor do comando nos assuntos referentes a armamento e munição da unidade.

Art. 50. Ao O Mun Expl Mnt Armt incumbe:

I ‐ colaborar na instrução de manutenção de armamento, instrumentos ó cos, munição e
explosivo da unidade;

II ‐ colaborar no acionamento das cadeias de manutenção e suprimento;

III   ‐   colaborar   na   determinação   e   na   atualização   dos   níveis   de   suprimento   para   a


manutenção orgânica do armamento da unidade;

IV ‐ supervisionar o trabalho de controle da temperatura, da umidade e a execução das
medidas de segurança dos paióis ou depósitos, inclusive a elaboração dos mapas termo‐higrométricos
realizada pelo seu Sgt Aux;

V   ‐   coordenar   a   difusão,   em   BI,   de   normas   e   instruções   técnicas   sobre   armamento,


munição e explosivo;

VI ‐ supervisionar a manutenção de 2º escalão de armamento da unidade, orientando o
emprego do ferramental, do suprimento e da mão‐de‐obra de pessoal especializado;

VII ‐ dirigir a remoção e a destruição dos engenhos falhados nos campos de  ro;

VIII ‐ manter‐se em dia com as informações rela vas à manutenção do armamento e ao
emprego e armazenamento do suprimento de Classe V;

IX ‐ organizar os arquivos de documentos referentes a armamento, munição e explosivo;

X   ‐   organizar   mostruários   e   meios   auxiliares   de   instrução,   no   que   diz   respeito   a


suprimento de Classe V;

XI ‐ orientar a armazenagem do suprimento da Classe V, de forma a permi r a u lização


prioritária dos lotes mais an gos;

XII ‐ prestar assistência técnica às SU ou demais dependências possuidoras de material
relacionado   às   suas   funções,   diligenciando   para   que   este   se   mantenha   em   boas   condições   de
funcionamento e armazenagem;

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Portaria nº 816-Cmt Ex, de 19 dezembro de 2003. [Link]

XIII ‐ propor medidas e normas visando ao aperfeiçoamento da manutenção orgânica de
armamento;

XIV ‐ propor as medidas de segurança que se fizerem necessárias para reservas, depósitos
ou paióis, no que tange às condições de segurança do material e do pessoal que deve manuseá‐lo;

XV   ‐   realizar   as   provas   de   observação   da   munição   armazenada,   de   acordo   com   as


especificações técnicas;

XVI ‐ realizar, quando autorizado, a destruição dos elementos de munição e explosivo
condenados em provas de exame;

XVII ‐ elaborar termos de exame e averiguação, realizar sindicâncias e pareceres técnicos,
relacionados com sua especialidade;

XVIII ‐ inspecionar, mensalmente, por delegação do Cmt U, o estado do armamento, da
munição e do explosivo e o funcionamento da manutenção orgânica, de acordo com as normas em vigor;

XIX   ‐   supervisionar   a   escrituração   rela va   a   armamento,   munição   e   explosivo,


responsabilizando‐se pela atualização de dados e de normas técnicas;

XX ‐ fazer o levantamento, de conformidade com o QO da unidade e com as tabelas em
vigor,   das   necessidades   de   munição   e   explosivo   de   sua   OM,   solicitando   providências   para   o   seu
provimento;

XXI ‐ solicitar a realização de exames de valor balís co e de estabilidade química, de
acordo com as instruções e normas em vigor;

XXII ‐ auxiliar o S4 no controle da munição e do explosivo da OM;

XXIII   ‐   controlar   a   existência   e   o   estado   da   munição   e   do   explosivo   da   unidade,


organizando e  mantendo em dia  um fichário do  movimento de munições e explosivos por lotes de
fabricação e elemento de munição/explosivo;

XXIV ‐ manter‐se atualizado com relação aos manuais técnicos em vigor e às orientações
da RM;

XXV ‐ informar ao SCmt U, diariamente, ao final do expediente, a situação atualizada
no(s) paiol(óis), por meio de mapa próprio, a fim de permi r a liberação da tropa; e

XXVI ‐ realizar levantamento do perfil de todo o pessoal encarregado da manutenção e
da(s) reserva(s) de armamento, bem como do(s) paiol(óis) de munição.

§ 1º Quando a jornada de trabalho ultrapassar o horário do término do expediente, por
mo vo de serviço, instrução ou adestramento, que implique u lização de munição ou explosivo, o O
Mun Expl Mnt Armt deve aguardar a tropa para que a munição e o explosivo não consumidos e/ou as
sobras de estojos vazios sejam recolhidos de volta ao(s) paiol(óis).

§ 2º Em hipótese alguma, a munição e o explosivo não consumidos e as sobras podem ser
guardados fora do(s) paiol(óis) ou deixadas sob a responsabilidade de outro militar, que não o O Mun
Expl Mnt Armt.

Art. 51. O oficial de munições, explosivos e manutenção de armamento, a critério do Cmt
U, não concorre às escalas de serviço externo, para melhor cumprir as suas atribuições.

Seção XV

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Portaria nº 816-Cmt Ex, de 19 dezembro de 2003. [Link]

Dos Agentes da Administração

Art. 52. Os agentes da administração da unidade têm a competência e as atribuições
prescritas no RAE e em outros regulamentos e instruções que estabeleçam normas para a Administração
Militar, incumbindo‐lhes:

I   ‐   ministrar   a   instrução   rela va   aos   diversos   ramos   de   suas   especialidades,   de


conformidade com os programas de instrução da unidade;

II   ‐   dirigir   o   pessoal   auxiliar   das   dependências   internas   a   seu   cargo   e   orientá‐lo   na


execução dos trabalhos a ele distribuídos; e

III ‐ exercer, durante o serviço, ação disciplinar sobre o pessoal das dependências que
dirijam, apurando as faltas e par cipando‐as à autoridade a que es verem diretamente subordinados.

§ 1º Os agentes da administração são:

I ‐ agente diretor – Cmt U, que dirige integralmente as a vidades administra vas;

II ‐ ordenador de despesas – o agente diretor se in tula ordenador de despesas, quando
na função específica da direção exclusiva das a vidades de administração orçamentária e financeira e, no
que es ver fixado em legislação específica, na direção das a vidades de administração patrimonial;

III ‐ agentes executores diretos:

a) Fisc Adm – elemento de coordenação e controle de toda a administração;

b)   S1   –   encarregado   do   setor   de   pessoal   e   das   a vidades   rela vas   a   pagamento   de


pessoal;

c) encarregado do setor financeiro – responsável pelos setores de finanças (tesoureiro) e
de contabilidade, exceto quando houver contador previsto no QCP, caso em que este será o responsável
pelo setor de contabilidade;

d)   encarregado   do   setor   de   aprovisionamento   (aprovisionador)   –   responsável   pela


execução das a vidades de aquisição, alienação de material e de contratação de serviços do seu setor,
bem como pela administração de todo o material sob sua responsabilidade;

e)   encarregado   do   setor   de   material   (almoxarife)   –   responsável   pela   execução   das


a vidades de aquisição, alienação de material e de contratação de obras e serviços da UA, bem como
pela administração do material a seu cargo, segundo a legislação em vigor; e

f) encarregado da conformidade de suporte documental – responsável pela cer ficação e
correção dos documentos comprobatórios das operações rela vas aos atos e fatos de gestão pra cados
por unidade gestora, e pelo arquivamento de todos os documentos administra vos emi dos por aquela
unidade, sendo subordinado diretamente ao ordenador de despesas, no desempenho de suas funções;

f) encarregado da conformidade dos registros de gestão ‐ responsável pela cer ficação
dos registros dos atos e fatos de execução orçamentária, financeira e patrimonial incluídos no Sistema
Integrado de Administração Financeira do Governo Federal ‐ SIAFI e pela cer ficação da existência de
documentos hábeis que comprovem as operações, sendo subordinado diretamente ao ordenador de
despesas, no desempenho de suas funções".(NR ‐ alterado pela Portaria nº 448‐Cmt Ex, de 26 de junho
de 2008)

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Portaria nº 816-Cmt Ex, de 19 dezembro de 2003. [Link]

IV ‐ agentes executores indiretos:

a) Cmt SU;

b) chefes de serviços;

c) oficiais em geral;

d) Of Dia;

e) subtenentes encarregados de material;

f) encarregados de depósitos, de oficinas ou de material; e

g)   qualquer   militar   a   que   se   tenha   atribuído   competência   para   exercer   a vidade


administra va, de acordo com a legislação em vigor.

§ 2º Os encarregados dos setores financeiro, de aprovisionamento e de material, sem
prejuízo de mútua colaboração a bem do serviço, são independentes entre si, do ponto de vista de suas
funções.

§ 3º Os oficiais que ocupam cargos de agentes de administração, nos limites fixados pelo
Cmt U, tomam parte na instrução de oficiais, colaborando com o S3 na instrução de assuntos de suas
especialidades.

Art. 53. Os encarregados do setor financeiro, de aprovisionamento e de material são
subordinados diretamente ao Fisc Adm, no desempenho de suas atribuições.

Parágrafo   único.   Quando   a   unidade   dispuser   de   apenas   um   oficial   com   a   habilitação


obrigatória para os cargos especificados no caput deste ar go, este acumula as funções de encarregado
dos setores financeiro, de material e de aprovisionamento.

Art.   54.   O   encarregado   do   setor   de   aprovisionamento   é   o   responsável   pela   fiel


observância, por todos os seus subordinados, das normas de prevenção de acidentes e pela verificação
das condições de segurança no aprovisionamento e do uso correto de EPI e de disposi vos de segurança.

Parágrafo único. O encarregado do setor de aprovisionamento deve providenciar, junto
ao Med Ch U, a inspeção de saúde semestral do pessoal do seu setor, par cularmente daqueles que
manipulam alimentos.

Seção XVI

Do Médico

Art. 55. O Med mais an go da FS chefia o Serviço de Saúde da unidade, secundado pelos
respec vos auxiliares, acompanha e avalia o estado sanitário do pessoal da OM e as condições higiênicas
do  quartel,   propondo  ao  Cmt U  as  medidas  que  solucionem   os  problemas   porventura   existentes,   e
encarrega‐se, ainda, dos assuntos de natureza técnica rela vos ao FUSEx.

Art. 56. Ao Med Ch incumbe, além dos deveres de natureza técnica e funcional que lhe
são impostos pelos regulamentos do Serviço de Saúde, o seguinte:

I   ‐   assessorar   o   Cmt   U   nos   assuntos   rela vos   aos   preceitos   da   medicina   preven va,
par cularmente no que diz respeito ao estabelecido no inciso VIII do art. 21 deste Regulamento;

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Portaria nº 816-Cmt Ex, de 19 dezembro de 2003. [Link]

II ‐ observar os diferentes preceitos de higiene em geral e de profilaxia das doenças ou
afecções transmissíveis ou evitáveis, com a finalidade de preservar a saúde dos militares e instruí‐los
nesse sen do;

III ‐ realizar, diariamente, a visita médica no pessoal apresentado pelas SU, no horário
fixado pelo Cmt U;

IV ‐ proceder às revistas sanitárias do pessoal, de acordo com as instruções e ordens a
respeito;

V   ‐   visitar,   freqüentemente,   acompanhado   pelos   seus   auxiliares,   as   dependências   do


quartel, apresentando ao Cmt U as sugestões que julgar necessárias à melhoria das condições higiênicas;

VI ‐ visitar pessoalmente, no mínimo uma vez por semana, os oficiais e as praças da
unidade em tratamento em instalação de saúde, quando na mesma Gu;

VII ‐ assessorar o Cmt U na verificação da alegação de molés a ou de falta de ap dão


sica para qualquer a vidade;

VIII ‐ proceder, como perito, aos exames de corpo de delito e de sanidade, na forma da
lei;

IX ‐ proceder aos inquéritos epidemiológicos determinados pelo Cmt U;

X ‐ proceder à prova técnica do “Atestado de Origem”, quando determinado pelo Cmt U;

XI ‐ ministrar às praças da unidade instrução sobre doenças sexualmente transmissíveis,
medidas de profilaxia e higiene sanitárias, primeiros socorros médicos e combate às substâncias que
causem   dependência   química,   de   conformidade   com   os   programas   de   instrução   e   as   disposições
regulamentares;

XII ‐ realizar palestras técnicas para oficiais e sargentos, de acordo com os programas de
instrução da unidade;

XIII ‐ organizar e ministrar a instrução de praças de Saúde, de acordo com as diretrizes e
os programas de instrução;

XIV   ‐   dar   parte   diária   de   todas   as   ocorrências   referentes   ao   serviço   sob   sua
responsabilidade   ao   SCmt   U,   assinalando   o   movimento   de   militares   doentes,   em   observação,
convalescentes e baixados, fazendo acompanhá‐la da matéria que deva ser publicada em BI, redigida sob
a forma de proposta;

XV ‐ examinar, com o encarregado do setor de aprovisionamento, os víveres e a carne
verde, quando não exis r oficial veterinário na unidade;

XVI ‐ providenciar a alimentação do pessoal baixado à enfermaria e fiscalizar as dietas e
sua distribuição;

XVII ‐ estabelecer, de acordo com as ordens do Cmt U, um serviço especial de assistência,
para socorro imediato e indispensável, nos exercícios que, por sua natureza ou devido às condições
climá cas, aumentem as possibilidades de acidentes;

XVIII ‐ zelar pela ordem, pelo asseio, pelo material e pela disciplina na FS;

XIX ‐ ter, sob sua guarda e responsabilidade, os medicamentos de uso controlado, de
acordo com as instruções especiais reguladoras do assunto;

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XX ‐ organizar e manter em dia e em ordem a escrituração da FS e responder pela carga e
pela conservação do material a esta distribuído;

XXI ‐ escalar o serviço diário da FS;

XXII ‐ fazer registrar, no “Livro de Registro de Acidentes em Serviço”, qualquer acidente
ocorrido com os integrantes da OM, em ato de serviço, e nos prontuários (cadernetas, fichas etc) de cada
militar todas as alterações relacionadas à sua higidez; e

XXIII   ‐   examinar,   semestralmente,   o   pessoal   que   presta   serviço   no   aprovisionamento,


especialmente aqueles que manipulam alimentos, providenciando para que estes sejam subme dos a
exames laboratoriais.

§   1º   O   Med   Ch   tem,   sobre   o   pessoal   da   FS,   autoridade   administra va   quanto   à


organização e ao funcionamento do serviço e autoridade disciplinar durante sua execução.

§   2º   Em   caso   de   incompa bilidade   hierárquica   do   Ch   FS   com   o   den sta   ou   com   o


farmacêu co da OM, estes ficam subordinados administra va e disciplinarmente ao Cmt U, con nuando,
contudo, subordinados, técnica e funcionalmente, ao Ch FS.

§ 3º Ficam sob a autoridade imediata do Med Ch as praças baixadas, em convalescença
ou em observação na enfermaria.

Art. 57.  O(s)  médico(s)  acompanha(m)  a  unidade em  todos os  seus  deslocamentos  e


par cipa(m) da instrução de quadros, nos limites fixados pelo Cmt U.

Art. 58. Um dos médicos da FS será encarregado da parte médica do treinamento  sico,
incumbindo‐lhe:

I ‐ auxiliar tecnicamente o Cmt U na parte rela va a essas atribuições especializadas, de
acordo com o manual específico;

II ‐ proceder, juntamente com os demais médicos da unidade e sob a direção do Ch FS, ao
exame clínico de todos os militares da unidade, para fins de verificação de ap dão para o treinamento
sico;

III ‐ proceder, auxiliado pelo OTF e pelos instrutores e monitores das SU, à coleta de
dados   biométricos   do   pessoal,   imediatamente   após   a   incorporação,   de   acordo   com   as   instruções
específicas;

IV ‐ organizar, auxiliado pelo OTF, os perfis morfofisiológicos das praças, para classificálas
em turmas homogêneas;

V ‐ cooperar, com o OTF, na organização e no preparo das equipes da unidade;

VI ‐ ter, sob sua responsabilidade, todo o material necessário ao exame biométrico de
treinamento  sico, bem como toda a documentação prevista na legislação em vigor; e

VII ‐ realizar, de acordo com as determinações do Cmt U, palestras para oficiais sobre
anatomia e fisiologia aplicada ao treinamento  sico militar e sobre noções sumárias desses mesmos
assuntos para subtenentes, sargentos e cabos do núcleo‐base.

Parágrafo   único.   O   Med   Ch   fica   encarregado   do   previsto   neste   ar go   quando   exis r


apenas um médico na unidade.

Art.   59.   As   unidades   são   dotadas,   sempre   que   possível,   de   um   gabinete   de   exame

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fisiológico.

Seção XVII

Do Den sta

Art. 60. O den sta é subordinado tecnicamente ao Ch FS.

Art.   61.   O   den sta   acompanha   a   unidade   em   seus   deslocamentos,   quando   o   Cmt   U
decidir que sua presença seja indispensável, e par cipa da instrução de quadros, nos limites fixados pelo
Cmt U.

Art. 62. As atribuições do den sta são as previstas por regulamentos e instruções do
Serviço de Saúde e o prescrito neste regulamento para os médicos, no que lhe for aplicável.

Art.   63.   O   den sta   tem   sob   sua   responsabilidade   todo   material   e   medicamento,
distribuídos ao gabinete odontológico.

Seção XVIII

Do Farmacêu co

Art. 64. O farmacêu co é subordinado tecnicamente ao Ch FS.

Art. 65. As atribuições do farmacêu co são as prescritas por regulamentos e instruções
do Serviço de Saúde e as previstas neste regulamento para os médicos, no que lhe for aplicável.

Art. 66. O farmacêu co tem sob sua responsabilidade todo material e medicamentos
existentes na farmácia e no laboratório clínico.

Seção XIX

Do Capelão Militar

Art. 67. O capelão militar é o assessor do Cmt U nos assuntos da assistência religiosa e de
ordem é co‐moral.

Art. 68. Ao capelão militar incumbe:

I ‐ exercer as a vidades de assistência religiosa e espiritual dos militares, funcionários
civis e dependentes e cooperar na educação moral dos militares das unidades que lhe forem designadas;

II ‐ dar par cular assistência a doentes e presos;

III ‐ manter seus chefes militares e os do SAREx a par de suas a vidades, de acordo com a
orientação que deles receber; e

IV ‐ auxiliar em campanhas:

a) contra o uso de substâncias que causem dependência química; e

b) preven vas das doenças sexualmente transmissíveis.

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Seção XX

Do Veterinário

Art. 69. O veterinário da unidade dirige o serviço de saúde e higiene dos animais, pelo
qual é responsável perante o Cmt U e as autoridades técnicas superiores.

Art. 70. Incumbe ao veterinário da unidade, além das atribuições e deveres estabelecidos
em outros regulamentos, especialmente o seguinte:

I   ‐   ter   a   seu   cargo   a   enfermaria   e   a   farmácia   veterinária,   a   ferradoria,   o   plan o   de


forragens e a invernada da unidade;

II   ‐   exercer,   sobre   os   animais   da   unidade   e   sobre   os   par culares   regularmente


forrageados, a mais severa vigilância sanitária;

III ‐ examinar a forragem e fiscalizar o forrageamento dos animais;

IV ‐ visitar freqüentemente os depósitos de forragem a seu cargo, baias ou canil e outras
dependências, que interessem ao serviço, mantendo‐se a par do estado de conservação e das condições
higiênicas das mesmas, e promovendo, junto ao comando, as medidas que julgar oportunas;

V ‐ examinar, diariamente, a qualidade da carne verde e dos demais alimentos de origem
animal des nados ao consumo da unidade;

VI   ‐   verificar   freqüentemente   com   o   médico   e   o   encarregado   do   setor   de


aprovisionamento   a   qualidade   das   rações,   par cipando   ao   comando   as   alterações   encontradas   e
sugerindo as medidas que julgar oportunas;

VII ‐ proceder, diariamente, a visita aos animais baixados, doentes e em observação;

VIII ‐ passar os animais em revista sanitária geral, acompanhado de seus auxiliares, nos
dias e horas fixados;

IX ‐ registrar nos cadernos especiais de registro dos animais das SU as alterações com eles
verificadas;

X ‐ atender, extraordinariamente, aos animais que necessitem de cuidados urgentes;

XI ‐ propor ao comando o sacri cio de animais cujas condições de saúde aconselhem tal
providência,   fazendo   sacrificar,   excepcional   e   sumariamente,   os   vi mados   por   lesões   incuráveis,
conseqüentes de acidentes graves, e os que manifestarem sintomas inconfundíveis de hidrofobia;

XII ‐ tomar as medidas preven vas aconselhadas em casos de molés as contagiosas e


surtos epidêmicos, de acordo com as disposições técnicas regulamentares, par cipando ao comando as
providências tomadas e solicitando as que julgar oportunas e escaparem à sua alçada;

XIII ‐ par cipar, diariamente, ao SCmt U, em livro especial, todas as alterações ocorridas
no serviço, fazendo acompanhá‐lo da matéria que deva ser publicada em BI, devidamente redigida e sob
a forma de proposta;

XIV ‐ manter em dia a escrituração e o arquivo dos documentos do serviço a seu cargo;

XV   ‐   enviar,   nas   épocas   oportunas,   ao   órgão   competente   de   que   depender   e   por

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intermédio   do   Cmt   U,   mapas,   pedidos   e   relatórios   referentes   ao   serviço,   de   conformidade   com   as


disposições e os regulamentos em vigor;

XVI   ‐   dirigir   a   instrução   técnica   dos   enfermeiros‐veterinários   e   ferradores   e   a


complementar dos condutores;

XVII ‐ escalar o serviço diário da enfermaria‐veterinária e ferradoria; e

XVIII ‐ assis r as “revistas de animais”, de acordo com o previsto neste Regulamento.

Art.   71.   Os   veterinários   acompanham   a   unidade   em   todos   os   seus   deslocamentos,


par cipam da instrução de quadros, nos limites fixados pelo Cmt U, e o auxiliam na parte rela va à sua
especialidade.

Seção XXI

Do Regente e do Mestre de Música

Art.   72.   O   regente   ou   o   mestre   de   música   é   o   encarregado   da   banda   de   música   ou


fanfarra e responsável pela apresentação desta fração.

Art. 73. Ao regente ou ao mestre de música incumbe:

I ‐ dirigir pessoalmente a instrução da banda de música ou fanfarra;

II ‐ fiscalizar a parte musical da banda de tambores e de corneteiros ou clarins;

III ‐ responder, perante o S1, pela disciplina da banda de música ou fanfarra nos ensaios,
tocatas e formaturas, levando ao seu conhecimento as irregularidades que ocorrerem;

IV ‐ examinar todo o instrumental, antes de ensaios, tocatas e formaturas, par cipando
ao S1 as alterações que verificar;

V   ‐   passar   minuciosa   revista   no   pessoal   da   banda   ou   fanfarra,   antes   das   tocatas   e


formaturas, exigindo correta apresentação, asseio dos uniformes e limpeza do instrumental;

VI   ‐   responder   pela   carga   e   pela   manutenção   do   instrumental   e   material   diverso


distribuído à banda de música ou fanfarra; e

VII ‐ cooperar com o S1 na seleção do pessoal des nado à QM de corneteiros e clarins.

Seção XXI‐A

Do Oficial de Segurança de Vôo

Art. 73‐A. O Oficial de Segurança de Vôo (OSV) é o chefe da Seção de Inves gação e
Prevenção de Acidentes Aeronáu cos da Unidade de Aviação do Exército, integrando o estado‐maior da
OM, incumbindo‐lhe:

I   ‐   elaborar   e   coordenar   a   execução   do   Programa   de   Prevenção   de   Acidentes


Aeronáu cos (PPAA);

II ‐ elaborar, coordenar e atualizar o Plano de Emergência Aeronáu ca em Aeródromo

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(PEAA), como OSV de Base de Aviação;

III   ‐   realizar   ou   determinar   a   realização   da   Ação   Inicial   nos   acidentes   e   incidentes


aeronáu cos   ocorridos   em   operações   sob   a   responsabilidade   da   OM,   sendo   de   sua   competência   a
conclusão da inves gação dos incidentes;

IV   ‐   assessorar   o   comandante   da   OM   Av   Ex   em   todos  os   assuntos   de   inves gação   e


prevenção de acidentes aeronáu cos;

V ‐ divulgar, sistema camente, informações sobre prevenção de acidentes, des nadas ao


pessoal de vôo, ao pessoal de manutenção, ao pessoal de apoio ao vôo e aos demais integrantes da OM;

VI   ‐   providenciar   para   que   todos   os   pilotos   acidentados   sejam   subme dos,


imediatamente, ao devido controle de saúde, fazendo publicar o resultado em bole m interno;

VII ‐ coordenar com os elementos de saúde as providências a serem adotadas quanto à
segurança de vôo e relacionadas à medicina de aviação;

VIII ‐ realizar Vistorias de Segurança de Vôo (VSV);

IX ‐ propor modificações a serem introduzidas na lista de verificação básica, elaborada
pelo Sistema de Inves gação e Prevenção de Acidentes Aeronáu cos do Exército (SIPAAerEx), para as
VSV;

X ‐ manter, em local apropriado e de acesso restrito ao pessoal qualificado, os registros e
arquivos rela vos às inves gações de acidentes e incidentes aeronáu cos;

XI   ‐   fiscalizar   a   atualização,   a   conservação   e   a   manutenção   dos   equipamentos   de


sobrevivência e de primeiros socorros, constantes do “kit de ação inicial”;

XII   ‐   fiscalizar   o   cumprimento   das   normas   de   segurança   de   vôo   em   todos   os   níveis,


submetendo as recomendações de segurança e as ações corre vas decorrentes à aprovação do Cmt OM
Av Ex; e

XIII ‐ zelar pelo cumprimento da legislação de segurança de vôo em vigor.”(NR ‐ incluído
pela Portaria nº 319‐Cmt Ex, de 21 de maio de 2008.)

Seção XXII

Dos Oficiais de Prevenção de Acidentes

Art.   74.   O   O   Prv   Acdt   U   é   o   assessor   do   comandante   de   unidade   em   questões   de


prevenção de acidentes na instrução e em outras a vidades de risco, reguladas em planos de instrução e
em manuais específicos, incumbindo‐lhe:

I ‐ coordenar e acompanhar as a vidades dos O Prv Acdt SU;

II ‐ acompanhar a instrução de prevenção de acidentes no âmbito das subunidades;

III ‐ elaborar e manter atualizado o plano de prevenção de acidentes da unidade;

IV   ‐   fiscalizar   o   cumprimento   das   normas   de   prevenção   de   acidentes   por   todos   os

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escalões   de   comando   e   setores   da   unidade,   durante   as   a vidades   diárias,   par cularmente   as


desenvolvidas pelo (a) Pel (Seç) Sv Ge e as executadas nas oficinas de manutenção e, quando for o caso,
na   carpintaria,   na   serralheria,   na   ferradoria   e   em   outras,   verificando   a   u lização   correta   dos   EPI   e
disposi vos de segurança;

V   ‐   examinar   e   avaliar,   detalhadamente,   o   planejamento   da   segurança   nas   diversas


a vidades de instrução e em suas correlatas, fiscalizando, secundado pelo respec vo O Prv Acdt SU, a
ação dos escalões de comando envolvidos e o cumprimento das normas previstas por todos os militares
par cipantes;

VI ‐ fazer adotar novas medidas de segurança, resultantes da observação e da experiência
ob da no decorrer da instrução e de qualquer a vidade de risco; e

VII ‐  realizar,  a  critério do  Cmt   U,  palestras para  oficiais,  subtenentes   e   sargentos  da


unidade.

§   1º   O   O   Prv   Acdt  U,   no   desempenho  de   suas   atribuições,   é   auxiliado  pelos  demais


Oficiais e Sargentos de Prevenção de Acidentes existentes na unidade.

§ 2º Nos impedimentos do O Prv Acdt U, o O Prv Acdt SU mais an go (aí incluindo o da
base administra va) responde pelas funções daquele oficial.

Art.   75.   O   O   Prv   Acdt   SU   é   o   assessor   de   seu   comandante   na   implementação   e   na


fiscalização   das   medidas   de   prevenção   de   acidentes   na   instrução   e   em   outras   a vidades   de   risco,
reguladas em planos de instrução e em manuais específicos, incumbindo‐lhe:

I ‐ ministrar a instrução de prevenção de acidentes, no âmbito da SU;

II ‐ fiscalizar o cumprimento das normas de prevenção de acidentes por todos os escalões
de comando e setores da SU, durante as a vidades diárias, verificando o uso correto dos equipamentos e
disposi vos de segurança essenciais;

III ‐ implementar o planejamento de prevenção de acidentes das diversas a vidades de
instrução   e   de   suas   correlatas,   desenvolvidas   no   âmbito   da   SU,   fiscalizando   a   ação   de   todos   os
comandantes de fração e o cumprimento das normas previstas por todos militares par cipantes; e

IV ‐ propor novas medidas de prevenção de acidentes resultantes da observação e da
experiência ob das no decorrer da instrução e de qualquer a vidade de risco.

§ 1º O O Prv Acdt SU, no desempenho de suas atribuições, é auxiliado pelo Sgt Prv Acdt
SU.

§ 2º Nos impedimentos do O Prv Acdt SU, o Cmt SU deve designar outro oficial para
responder por essas funções.

§ 3º Para os efeitos deste ar go, base administra va é considerada uma subunidade.

Seção XXII‐A

Do Adjunto de Comando

Art.   75‐A.   O   Adjunto   de   Comando,   integrante   do   Estado‐Maior   Especial   da   OM,   é   o


assessor do Comando para questões rela vas às praças.

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Art. 75‐B. Ao Adjunto de Comando incumbe:

I ‐ assessorar o Comandante sobre questões sensíveis e correntes relacionadas às praças,
com destaque nos assuntos rela vos ao moral da tropa, ao bem estar, à sa sfação profissional, à carreira,
à mo vação, à instrução, ao apoio à família militar, à saúde, à assistência social, à jus ça e à disciplina, e
em   processos   decisórios   a nentes   às   praças,   tais   como   concessão   de   condecorações,   promoções,
movimentações, designação para Cursos e Estágios, dentre outros;

II ‐ par cipar das reuniões do Estado‐Maior da OM com a finalidade de assessorar o
Comando nos assuntos a nentes às praças;

III   ‐   acessar   os   oficiais   do   Estado‐Maior   e   comandantes   de   subunidade   da   OM   para


assessorá‐los nos assuntos relacionados às praças;

IV ‐ par cipar do processo de planejamento e supervisão de instruções da OM e cooperar
para o correto entendimento e execução de todas as ordens,  diretrizes e orientações emanadas do
Comando da OM;

V ‐ ser o interlocutor das preocupações e das necessidades pessoais e profissionais das
praças,   incen vando   o   ambiente   saudável,   salutar   e   agregador,   es mulando   e   contribuindo   para   o
desenvolvimento da Liderança Militar das praças e o desenvolvimento de um ambiente organizacional
que es mule o espírito de inicia va, bem como o comprome mento com a Ins tuição;

VI ‐ cultuar, disseminar e es mular, no ambiente organizacional, o desenvolvimento de
Valores, Deveres e É ca Militares;

VII ‐ acompanhar o desempenho das praças, fomentando a busca do aprimoramento e
aperfeiçoamento   profissional   desses   militares,   de   forma   a   colaborar   para   o   incremento   das   suas
competências pessoais;

VIII ‐ recepcionar as praças quando de sua apresentação na OM e par cipar do processo
da designação para a ocupação de cargos na OM;

IX ‐ par cipar da recepção de autoridades, por ocasião das honras e visitas à OM;

X ‐ realizar, par cipar ou assessorar o Comandante nas inspeções e demais a vidades


planejadas ou inopinadas; e

XI ‐ a critério do comandante da OM, acompanhá‐lo e/ou representá‐lo em a vidades
socioculturais e militares externas à OM, tais como palestras, a vidades sociais, reuniões, seminários e
afins, principalmente naquelas em que o foco seja o graduado.

Parágrafo único. O militar que desempenhar a função inerente ao cargo de Adjunto de
Comando não concorrerá às escalas de serviço e escalas referentes a processos administra vos.” (NR ‐
alterado pela Portaria nº 143‐EME, de 10 de maio de 2016)

Seção XXII‐A

Do Adjunto de Comando

Art.   75‐A.   O   Adjunto   de   Comando,   integrante   do   Estado‐Maior   Especial   da   OM,   é   o


assessor do Comando para questões rela vas às praças.

Art. 75‐B. Ao Adjunto de Comando incumbe:

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Portaria nº 816-Cmt Ex, de 19 dezembro de 2003. [Link]

I ‐ assessorar o Comandante sobre questões sensíveis e correntes relacionadas às praças,
com destaque nos assuntos rela vos ao moral da tropa, ao bem estar, à sa sfação profissional, à carreira,
à mo vação, à instrução, ao apoio à família militar, à saúde, à assistência social, à jus ça e à disciplina, e
em   processos   decisórios   a nentes   às   praças,   tais   como   concessão   de   condecorações,   promoções,
movimentações, designação para Cursos e Estágios, dentre outros;

II   ‐   par cipar   das   reuniões   do   Estado‐Maior   da   OM,   sempre   que   determinado   pelo
comandante da OM, com a finalidade de assessorar o Comando nos assuntos a nentes às praças;

III   ‐   acessar   os   oficiais   do   Estado‐Maior   e   comandantes   de   subunidade   da   OM   para


assessorá‐los nos assuntos relacionados às praças;

IV ‐ par cipar do processo de planejamento e supervisão de instruções da OM e cooperar
para o correto entendimento e execução de todas as ordens,  diretrizes e orientações emanadas do
Comando da OM;

V ‐ ser o interlocutor das preocupações e das necessidades pessoais e profissionais das
praças,   incen vando   o   ambiente   saudável,   salutar   e   agregador,   es mulando   e   contribuindo   para   o
desenvolvimento da Liderança Militar das praças e o desenvolvimento de um ambiente organizacional
que   es mule   o   espírito   de   inicia va,   bem   como   o   comprome mento   com   a   Ins tuição,   sempre
observando os preceitos da hierarquia e da disciplina e a manutenção das demais atribuições previstas
nas normas e regulamentos do Exército Brasileiro;

VI ‐ cultuar, disseminar e es mular, no ambiente organizacional, o desenvolvimento de
Valores, Deveres e É ca Militares;

VII ‐ acompanhar o desempenho das praças, fomentando a busca do aprimoramento e
aperfeiçoamento   profissional   desses   militares,   de   forma   a   colaborar   para   o   incremento   das   suas
competências pessoais;

VIII ‐ recepcionar as praças quando de sua apresentação na OM e par cipar do processo
da designação para a ocupação de cargos na OM;

IX ‐ par cipar da recepção de autoridades, por ocasião das honras e visitas à OM;

X ‐ realizar, par cipar ou assessorar o Comandante nas inspeções e demais a vidades


planejadas ou inopinadas; e

XI ‐ a critério do comandante da OM, acompanhá‐lo e/ou representá‐lo em a vidades
socioculturais e militares externas à OM, tais como palestras, a vidades sociais, reuniões, seminários e
afins, principalmente naquelas em que o foco seja o graduado.

§ 1º As atribuições previstas neste ar go complementam e não subs tuem as atribuições


previstas   neste   regulamento   para   os   demais   integrantes   do   Estado‐Maior   das   unidades,   para   os
comandantes de subunidade e para os oficiais subalternos.

§ 2º O militar que desempenhar a função inerente ao cargo de Adjunto de Comando não
concorrerá às escalas de serviço e escalas referentes a processos administra vos.” (NR ‐ alterado pela
Portaria nº 997‐Cmt Ex, de 15 de agosto de 2016)

Seção XXIII

Dos Auxiliares da Secretaria

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Portaria nº 816-Cmt Ex, de 19 dezembro de 2003. [Link]

Art.   76.   O   sargento   auxiliar   de   pessoal   é   o   auxiliar   imediato   do   ajudante‐secretário,


cabendo‐lhe:

I ‐ organizar e manter em ordem e em dia o arquivo da unidade, de acordo com as
normas em vigor;

II ‐ executar e distribuir às praças da secretaria os trabalhos de escrituração, de acordo
com as instruções recebidas do ajudante‐secretário; e

III ‐ zelar pelo material distribuído à secretaria.

Art. 77. Para a execução dos trabalhos da secretaria, o sargento auxiliar de pessoal tem,
como auxiliares, da lógrafos/digitadores e outras praças.

Seção XXIV

Do Primeiro‐Sargento Ajudante

Art. 78. O 1º Sgt ajudante é o auxiliar imediato do S1 no serviço da 1ª seção.

Art. 79. Ao 1º Sgt ajudante incumbe:

I ‐ ter perfeito conhecimento de regulamentos, instruções e ordens gerais do Exército,
bem   como   daqueles   rela vos   à   vida   da   unidade,   organizando   índices   dos   BI   e   de   todos   os   atos
administra vos do Comando do Exército de interesse da OM;

II ‐ coordenar a matéria que deva ser publicada em BI, cuja execução dirige;

III ‐ executar os trabalhos afetos à seção e distribuí‐los aos seus auxiliares, de acordo com
as instruções dadas pelo S1;

IV ‐ ter, convenientemente atualizada, uma cópia da escala dos subtenentes, sargentos,
cabos e demais praças, organizada pelo S1;

V ‐ zelar pelo material distribuído à seção;

VI ‐ organizar a Parada diária;

VII ‐ comparecer às formaturas, especialmente àquelas em que deva tomar parte o S1;

VIII ‐ proceder à distribuição do BI, ao toque respec vo, bem como ao seu controle; e

IX ‐ assessorar o S1 nas a vidades do setor de pagamento de pessoal.

Seção XXV

Dos Auxiliares das 1ª , 2ª , 3ª e 4ª Seções, do Setor Financeiro e do Setor de Material

Art. 80. Os graduados e outras praças das 1ª , 2ª , 3ª e 4ª seções são auxiliares diretos dos
respec vos   chefes   de   seção,   incumbindo‐lhes   executar   os   trabalhos   de   escrituração   que   lhes   forem
confiados, mantendo‐os permanentemente em ordem.

Parágrafo único. Incumbe aos auxiliares da 1ª seção responsáveis pelo pagamento de

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Portaria nº 816-Cmt Ex, de 19 dezembro de 2003. [Link]

pessoal:

I ‐ elaborar ou analisar as notas para BI contendo os fatos geradores de direitos rela vos à
remuneração do pessoal, oferecendo, neste caso, entendimento sobre as mesmas;

II ‐ efetuar, com base no publicado em BI da OM, os registros de saques, descontos,
devoluções e alterações cadastrais no Sistema de Pagamento, por meio dos aplica vos rela vos aos
diversos formulários;

III   ‐   transmi r   os   formulários   para   processamento,   no   prazo   fixado   pelo   Centro   de


Pagamento do Exército;

IV ‐ acessar os relatórios de crí ca e de pagamento do Centro de Pagamento do Exército,
procedendo à análise do pagamento e executando as correções necessárias, além de par cipar à chefia
da seção a ocorrência de pagamentos indevidos, provocados ou não pela unidade;

V ‐ preparar as informações e auxiliar no cumprimento das atribuições previstas para a
unidade nas Instruções Gerais para a Consignação de Descontos em Folha de Pagamento (IG 12‐04);

VI ‐ cumprir os procedimentos e as medidas de controle rela vas às concessões do auxílio
transporte, da assistência pré‐escolar e da etapa de alimentação; e

VII ‐ manter em dia e em ordem as Pastas de Habilitação para a Pensão Militar do pessoal
da unidade, conforme legislação específica;

VIII   ‐   manter   o   S1   permanentemente   informado   sobre   a   a vidade   de   pagamento   de


pessoal;

IX ‐ impedir que pessoas estranhas à seção tenham acesso às dependências do setor de
pagamento, sem a autorização do S1;

X ‐ orientar a equipe designada para realizar o exame de pagamento, de acordo com as
normas vigentes; e

XI ‐ apor as respec vas rubricas/assinaturas em todos os documentos que lhes forem
confiados elaborar, salvo ordem em contrário.

Art. 81. Os graduados e outras praças em serviço no setor financeiro são auxiliares diretos
do encarregado desse setor, sob cujas ordens servem, incumbindo‐lhes a execução dos trabalhos de
contabilidade, escrituração e arquivo que lhes forem distribuídos.

Parágrafo único. Incumbe aos auxiliares do setor financeiro:

I   ‐   acompanhar,   nos   sistemas   informa zados   de   administração   financeira,   as   contas


contábeis da OM, em especial as contas em trânsito, dando conhecimento das alterações ao encarregado
do setor;

II ‐ consultar  e imprimir as mensagens transmi das pelos sistemas informa zados da


administração federal, entregando‐as ao encarregado do setor;

III ‐ realizar, na esfera de sua competência, o registro dos atos e fatos administra vos nos
sistemas informa zados de administração financeira;

IV ‐ cooperar para o cumprimento dos encargos rela vos à execução da administração
patrimonial da OM;

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Portaria nº 816-Cmt Ex, de 19 dezembro de 2003. [Link]

V ‐ preparar o relatório mensal de prestação de contas da unidade, submetendo‐o à
apreciação do encarregado do setor; e

VI ‐ apor as respec vas rubricas/assinaturas em todos os documentos que lhes forem
confiados elaborar, salvo ordem em contrário.

Art. 82. Os graduados e outras praças em serviço no setor de material são auxiliares
diretos  do   encarregado  daquele  setor  na  escrituração,   na   guarda   e  na  conservação   do  material   em
depósito e dos trabalhos de recebimento e distribuição do material da unidade.

Parágrafo único. Incumbe aos auxiliares do setor de material:

I   ‐   receber,   conferir,   armazenar   nos   depósitos   e   proceder   aos   respec vos   registros,
conforme normas específicas, dos materiais recebidos pela cadeia de suprimento ou adquiridos pela
unidade;

II ‐ lotear e distribuir o material mediante autorização do Fisc Adm e do encarregado do
setor, procedendo aos registros necessários à contabilidade patrimonial e financeira;

III ‐ proceder, no que lhe couber, a liquidação das despesas e os respec vos registros
patrimoniais;

IV   ‐   confeccionar   e   encaminhar   para   a   4ª   seção  do   EM  da   unidade   a   documentação


necessária à atualização dos sistemas de controle patrimonial e contábil;

V ‐ cumprir, no que lhe incumbir, as atribuições rela vas ao suprimento de fardamento;

VI ‐ par cipar da execução orçamentária da unidade, no que lhe for determinado;

VII ‐ receber das frações da unidade e recolher ao órgão provedor, para manutenção, os
materiais da linha de suprimento, conforme normas específicas;

VIII ‐ par cipar de comissões de licitação, de recebimento e de descarga de material,
man da a devida segregação de funções; e

IX ‐ apor as respec vas rubricas/assinaturas em todos os documentos que lhes forem
confiados elaborar, salvo ordem em contrário.

Seção XXVI

Dos Auxiliares do Aprovisionamento

Art. 83. Os graduados e outras praças em serviço no aprovisionamento são auxiliares
diretos do  encarregado  do  setor,  incumbindo‐lhes a  escrituração, o recebimento, a conservação e a
distribuição   dos   víveres   e   da   forragem,   de   conformidade   com   as   disposições   regulamentares   e   as
determinações do encarregado do setor de aprovisionamento.

Art. 84. Os militares citados no art. 83 deste Regulamento devem apor as respec vas
rubricas/assinaturas   em   todos   os   documentos   que   lhes   forem   confiados   elaborar,   salvo   ordem   em
contrário.

Art. 85. Ao graduado do rancho incumbe a direção do serviço de cozinha e de refeitório e
o zelo pela ordem, pelo asseio e pelas disciplina e obediência às normas de prevenção de acidentes
nestas dependências.

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Portaria nº 816-Cmt Ex, de 19 dezembro de 2003. [Link]

Art. 86. Os soldados do rancho são auxiliares diretos do graduado, incumbindo‐lhes:

I ‐ o serviço de copa e faxina;

II   ‐   a   responsabilidade,   perante   o   encarregado   do   setor   de   aprovisionamento,   pelo


controle e pela manutenção dos materiais carga e relacionado que lhes forem distribuídos; e

III ‐ o fiel cumprimento das normas de prevenção de acidentes.

Art. 87. Ao cozinheiro incumbe:

I ‐ receber os víveres do dia, preparar as refeições em conformidade com o cardápio
estabelecido e proceder à entrega das mesmas aos auxiliares de rancho para distribuição;

II ‐ zelar pela boa ordem do serviço na cozinha, sendo responsável pelo asseio e pelas
disciplina e observância das normas de prevenção de acidentes; e

III ‐ responder pela carga e conservação do material que lhe for distribuído. Parágrafo
único. O cozinheiro é auxiliado por soldados auxiliares do rancho, designados para aprendizagem dessa
qualificação.

Seção XXVII

Do Sargento Auxiliar de Munições, Explosivos e Manutenção de Armamento

Art. 88. O Sgt Aux Mun Expl Mnt Armt, pertencente à 4ª seção do EM da unidade, é o
principal auxiliar do O Mun Expl Mnt Armt, cabendo‐lhe as seguintes tarefas:

I ‐ manter‐se atualizado com relação aos manuais técnicos em vigor e às orientações da
RM;

II ‐ colaborar, como monitor, nas instruções de manutenção de armamento, instrumentos
ó cos e manuseio de munição e explosivo;

III   ‐   controlar,   diariamente,   a   temperatura   e   a   umidade   dos   paióis   ou   depósitos,


elaborando os mapas termo‐higrométricos;

IV ‐ orientar a manutenção de 2º escalão do armamento da unidade e o emprego do
ferramental, suprimento e pessoal especializado;

V ‐ realizar, quando determinado, a remoção e a destruição dos engenhos falhados nos
campos de instrução;

VI   ‐   manter   organizados   e   atualizados   os   arquivos   de   documentos   referentes   a


armamento, munição e explosivo;

VII ‐ realizar a armazenagem do suprimento Classe V, de forma a permi r a u lização


prioritária dos lotes mais an gos;

VIII ‐ adotar as medidas de segurança que se fizerem necessárias, quanto a reservas,
paióis ou depósitos e ao manuseio por parte do pessoal autorizado;

IX ‐ organizar mostruários e meios auxiliares de suprimento Classe V para serem u lizados
na instrução da unidade;

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Portaria nº 816-Cmt Ex, de 19 dezembro de 2003. [Link]

X ‐ destruir, quando determinado, os elementos da munição e do explosivo condenados
em prova de exame;

XI ‐ auxiliar o O Mun Expl Mnt Armt nos exames e averiguações, nas sindicâncias e nos
pareceres, bem como nas inspeções mensais do estado da munição e do explosivo;

XII ‐ manter o controle  sico e do estado de conservação da munição e do explosivo da
unidade, organizando e mantendo em dia um fichário do movimento desse suprimento por lotes de
fabricação e elemento de munição ou explosivo;

XIII ‐ fiscalizar a área do paiol, no tocante à limpeza e conservação;

XIV ‐ entregar, mediante recibo, a munição e/ou o explosivo, necessários à instrução, ao
adestramento, ao emprego da unidade ou subunidade ou por mo vos administra vos, por determinação
e sob a supervisão do O Mun Expl Mnt Armt;

XV ‐ receber e conferir a munição e/ou explosivo que tenha que dar entrada no paiol,
inclusive nos dias e horários sem expediente;

XVI ‐ preparar o paiol para receber visitas ou inspeções, conforme orientação do O Mun
Expl Mnt Armt;

XVII   ‐   rubricar/assinar   todos   os   documentos   que   lhe   forem   confiados   elaborar,   salvo
ordem em contrário;

XVIII ‐ controlar o pessoal auxiliar, necessário aos trabalhos no paiol; e

XIX   ‐   confeccionar,   em   modelo   próprio,   o   mapa   diário   de   munição   e   explosivo,


assinando‐o e entregando‐o ao O Mun Expl Mnt Armt, para que seja enviado ao SCmt U e permi r a
liberação da tropa ao final do expediente.

Art. 89. A critério do Cmt U, o Sgt Aux Mun Expl Mnt Armt não concorre aos serviços
externos à OM, para melhor cumprir suas tarefas

Seção XXVIII

Dos Auxiliares de Saúde

Art. 90. Ao Sgt Aux Enf incumbe:

I ‐ preparar os pacientes para consultas, exames e tratamentos;

II ‐ observar, reconhecer e descrever sinais e sintomas, ao nível de sua qualificação;

III   ‐   executar   tratamentos   especificamente   prescritos,   ou   de   ro na,   além   de   outras


a vidades de enfermagem, tais como:

a) ministrar medicamentos por via oral e parenteral;

b) realizar controle hídrico;

c) fazer cura vos;

d) aplicar oxigenoterapia, nebulização, enteroclisma, enema e calor ou frio;

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Portaria nº 816-Cmt Ex, de 19 dezembro de 2003. [Link]

e) executar tarefas referentes à conservação e à aplicação de vacinas;

f) efetuar o controle de pacientes e de comunicantes em doenças transmissíveis;

g)   realizar   testes   e   proceder   a   sua   leitura,   para   subsídio   de   diagnós co   quando


autorizado;

h) colher amostras para exames laboratoriais, dentro dos limites de sua competência;

i) prestar cuidados de enfermagem pré e pós‐operatórios;

j) circular em sala de cirurgia e, se necessário, instrumentar;

l) executar a vidades de desinfecção e esterilização;

m)   prestar   cuidados   de   higiene   e   conforto   aos   pacientes   e   zelar   por   sua   segurança,
inclusive, alimentando‐os ou auxiliando‐os na alimentação, quando necessário; e

n) zelar pela limpeza, pela ordem e pelo controle do material, de equipamentos e de
dependências da FS;

IV ‐ integrar a equipe de saúde;

V ‐ auxiliar o Med Ch na instrução técnica de pessoal da FS;

VI   ‐   orientar   os   pacientes   na   pós‐consulta,   quanto   ao   cumprimento   de   prescrições


médicas e de enfermagem;

VII ‐ par cipar dos procedimentos pós‐morte;

VIII   ‐   auxiliar   os   O   Sau   na   execução   dos   programas   de   educação   para   a   saúde,   em


par cular na instrução ministrada às praças sobre a prevenção de doenças infecto‐parasitárias, doenças
sexualmente transmissíveis e uso indevido de substâncias que causem dependência química; e

IX ‐ executar os trabalhos de ro na vinculados à baixa e à alta de pacientes.

Art. 91. Ao Sgt Aux Sau incumbe:

I ‐ chefiar a fração de evacuação da unidade;

II ‐ auxiliar o Med Ch, principalmente, no(a):

a) escrituração rela va ao serviço;

b) organização das notas para o BI;

c) organização da relação do pessoal para a escala de serviço diário da FS;

d) zelo pela conservação, pelo asseio e pela boa ordem das dependências da FS, bem
como de todo o material a ela distribuído;

e)   guarda   dos   medicamentos   ordinários,   somente   fornecendo   qualquer   medicamento


mediante   ordem   dos   Med,   salvo   nos   casos   de   urgência,   o   que   será   comunicado   na   primeira
oportunidade; e

f) distribuição de refeições aos doentes;

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III ‐ estar a par do serviço da FS.

Art. 92. O cabo atendente tem atribuições correspondentes a auxiliar do Sgt Aux Enf,
incumbindo‐lhe ainda:

I ‐ assis r a visita médica; e

II ‐ secundar o Sgt Aux Sau em suas atribuições, especialmente quanto à escrituração, à
conservação e à limpeza do material e das dependências da FS.

Art. 93. Ao cabo padioleiro incumbe:

I ‐ auxiliar os serviços gerais da FS, de acordo com as instruções do Med Ch;

II ‐ auxiliar o Sgt Aux Sau na instrução da especialidade; e

III ‐ dirigir o serviço de faxina na FS, de acordo com as instruções do Med Ch.

Art.   94.   Os   soldados   padioleiros   e   atendentes   par cipam   de   todos   os   serviços   e


instruções da FS, de acordo com as instruções do Med Ch.

Art. 95. As praças da FS, no que respeita à instrução, ao serviço técnico e à disciplina
durante a execução do serviço, ficam sob a subordinação do Med Ch; quanto à administração, instrução
geral e disciplina, fora daquele limite, subordinar‐se‐ão ao Cmt SU.

Seção XXIX

Dos Auxiliares de Veterinária

Art. 96. Ao sargento que exerce a vidades de veterinária incumbe:

I ‐ encarregar‐se de toda a escrituração rela va ao serviço;

II   ‐   zelar   pela   conservação   e   limpeza   das   dependências   e   do   material   distribuído   à


enfermaria e à farmácia veterinária;

III ‐ acompanhar o veterinário em todas as fases do serviço, auxiliando‐o no desempenho
de suas atribuições;

IV ‐ zelar pela disciplina e boa ordem do serviço, de acordo com as ordens e instruções do
seu chefe;

V ‐ organizar a relação do pessoal para efeito de escala de serviço;

VI ‐ fazer cura vos e dirigir a distribuição de medicamentos, de acordo com as instruções
recebidas do veterinário;

VII ‐ manter seu chefe a par de todas as alterações verificadas no serviço; e

VIII   ‐   rubricar/assinar   todos   os   documentos   que   lhe   forem   confiados   elaborar,   salvo
ordem em contrário.

Art. 97. O sargento mestre ferrador é o encarregado da ferradoria, incumbindo‐lhe:

I ‐ dirigir o serviço de ferragem dos animais, executando pessoalmente os que exijam

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técnica especial;

II ‐ auxiliar na instrução dos ferradores; e

III ‐ zelar pela limpeza, boa ordem e disciplina no serviço da ferradoria e pela conservação
do material que lhe esteja distribuído.

Art. 98. As praças auxiliares das a vidades de veterinária da unidade, no que respeita à
instrução, ao serviço técnico e à disciplina durante a execução do serviço, ficam sob a subordinação do
veterinário; quanto à administração, instrução geral e disciplina; fora daquele limite, subordinam‐se ao
Cmt SU.

Parágrafo único. Os cabos e soldados auxiliares das a vidades de veterinária executam os
serviços que lhes forem determinados, de acordo com as ordens e instruções recebidas de seus chefes, e
concorrem à escala de serviço organizada pelo veterinário.

Seção XXX

Dos Auxiliares de Comunicações e de Manutenção

Art. 99. Os sargentos das frações de comunicações da unidade são os auxiliares imediatos
do O Com Elt, incumbindo‐lhes:

I   ‐   secundar   a   ação   do   seu   chefe   na   instrução   do   pessoal   de   comunicações   e   no


funcionamento do serviço das respec vas frações;

II   ‐   cumprir   as   determinações   e   instruções   do   seu   chefe,   mantendo‐o   a   par   das


ocorrências e circunstâncias que interessem à eficiência das comunicações;

III ‐ exercer autoridade técnica e disciplinar sobre os cabos e soldados de suas frações;

IV ‐ par cipar do preparo do pessoal e do perfeito funcionamento das comunicações; e

V ‐ exercer rigorosa vigilância sobre o material que lhe for confiado, zelando pela sua
conservação, e providenciando, em tempo, a respeito das avarias e dos extravios que se verificarem.

Art. 100. Aos cabos e soldados das frações de comunicações incumbe:

I ‐ secundar os chefes de frações nos seus encargos de instrução, funcionamento das
comunicações, zelo e manutenção do material;

II ‐ executar, com  os elementos a seu cargo, os serviços técnicos e  de  instrução que


lhesforem determinados;

III ‐ operar a central telefônica da OM;

IV ‐ instalar, operar e realizar a manutenção do sistema de som;

V ‐ realizar a manutenção preven va dos aparelhos telefônicos; e

VI ‐ concorrer ao serviço de telefonista de dia.

Art. 101. Ao sargento mecânico (de motomecanização, de comunicações, de armamento
etc), além das atribuições normais, como encarregado de uma ou mais frações especializadas, incumbe:

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I ‐ auxiliar o oficial Cmt de sua fração na reparação do material de sua especialidade,
visando a mantê‐lo em condições normais de u lização;

II ‐ conhecer o material susce vel de manutenção e recuperação em sua fração, bem
como as peças de subs tuição, a fim de executar tais serviços com os recursos existentes;

III ‐ ter sob sua responsabilidade imediata e manter em ordem o material e o ferramental
da sua fração, de modo a poder, à simples vista, informar sobre sua u lização, dispondo dos elementos
indispensáveis à execução de qualquer serviço urgente; e

IV ‐ par cipar, diariamente, ao oficial Cmt de sua fração, logo no início do expediente, as
faltas de pessoal.

Seção XXXI

Dos Sargentos de Prevenção de Acidentes

Art. 102. Os Sgt Prv Acdt da unidade e de subunidade auxiliam as a vidades dos O Prv
Acdt da unidade e de subunidade, respec vamente.

Art. 103. Nos impedimentos dos Sgt Prv Acdt, são observadas, no que couber, as mesmas
prescrições para a subs tuição temporária dos O Prv Acdt.

Seção XXXII

Dos Motoristas e das Ordenanças

Art. 104. Ao motorista incumbe:

I ‐ dirigir a viatura que lhe for designada, de acordo com o Código de Trânsito Brasileiro e
obedecer, rigorosamente, às normas de segurança e à prevenção de acidentes previstas em planos de
instrução e manuais técnicos;

II ‐ realizar a manutenção de 1º escalão da sua viatura, pela qual é o responsável perante
o comandante da sua fração e o O Mnt Vtr;

III   ‐   zelar   pela   conservação,   pelo   acondicionamento   e   pela   correta   u lização   do


equipamento e das ferramentas da viatura;

IV ‐ dispensar os cuidados prescritos quanto às cargas e ao carregamento de viatura,
pelos quais fica responsável quando não houver um chefe de viatura; e

V ‐ manter, em ordem e em dia, as fichas e outros documentos de sua alçada rela vos à
viatura que lhe for designada.

Art.   105.   Ordenança   é   o   soldado   man do   à   disposição   de   um   oficial   em   função   de


comando,   a   par r   do   escalão   subunidade,   para   auxiliá‐lo   na   vida   da   caserna   e   em   campanha,
incumbindo‐lhe:

I ‐ cumprir, com a máxima dedicação, as ordens recebidas do oficial a quem auxilia; e

II ‐ ser o motorista da viatura distribuída ao oficial a quem auxilia, quando for o caso.

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§ 1º As ordenanças são designadas mediante indicação do oficial interessado.

§ 2º O direito a ordenança consta do QCP da OM.

§ 3º As ordenanças, normalmente, não concorrem ao serviço interno da unidade.

Seção XXXIII

Do Pessoal da Banda de Música ou Fanfarra

Art. 106. Ao músico incumbe:

I ‐ ter o maior cuidado com o instrumento que lhe seja confiado, mantendo‐o em bom
estado de conservação e limpeza e empregando‐o apenas na instrução e em cerimônias oficiais, ou em
outras, quando devidamente autorizado; e

II ‐ par cipar, imediatamente, ao regente ou ao mestre os extravios ou danos verificados
no instrumento que lhe es ver confiado.

Art. 107. Os músicos, sob o ponto de vista da instrução musical, ficam subordinados ao
regente   de   música,   mestre   ou   contramestre;   quanto   à   instrução   geral,   administração   e   disciplina,
subordinam‐se ao Cmt SU à qual es verem vinculados.

Parágrafo único. Os músicos par cipam das escalas normais de serviço, a critério do Cmt
U.

Art.   108.   Os   aprendizes   de   música   par cipam   de   ensaios   e   tocatas,   sem   prejuízo   da
instrução que devem freqüentar nas respec vas SU, nos limites fixados pelo Cmt U, incumbindo‐lhes,
quanto aos cuidados com o material, os mesmos deveres atribuídos aos músicos.

Seção XXXIV

Do Pessoal da Banda de Corneteiros ou Clarins e Tambores

Art. 109. Ao sargento corneteiro ou clarim incumbe:

I   ‐   dirigir   a   banda   da   unidade   nos   ensaios   e   nas   formaturas,   zelando   para   que   a
apresentação se revista do cunho marcial caracterís co das bandas militares;

II ‐ conhecer perfeitamente todos os toques regulamentares;

III   ‐   ministrar   a   instrução   regulamentar   própria   dos   corneteiros   ou   clarins   e   dos


aprendizes,   auxiliado   pelos   cabos   corneteiros   ou   clarins   das   SU,   aos   quais   distribuirá   turmas   de
aprendizes, fiscalizando sua instrução;

IV ‐ examinar, antes de qualquer ensaio ou formatura, todos os instrumentos, dando
parte ao S1 das irregularidades verificadas, quer quanto a extravios, quer quanto à conservação;

V   ‐   diligenciar   para   que   sejam   observados,   rigorosamente,   os   toques   regulamentares


como o prescrito no Manual FA‐M‐13;

VI ‐ exigir do pessoal da banda a máxima compostura e asseio nos uniformes; e

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VII ‐ indicar ao S1 os cabos e soldados que revelem ap dão para corneteiro ou clarim, a
fim   de   serem   propostos   para   aprendizes,   procurando   mantê‐los   em   número   suficiente   para   o
preenchimento dos claros disponíveis.

Art. 110. Os cabos corneteiros ou clarins são auxiliares do sargento corneteiro, ao qual
subs tuem na direção dos corneteiros e clarins da unidade, quando estes não es verem incorporados à
banda, incumbindo‐lhes:

I   ‐   dirigir   e   instruir   a   banda   da   unidade,   de   acordo   com   as   instruções   do   sargento


corneteiro ou clarim;

II ‐ secundar a ação do sargento corneteiro na instrução de conjunto e instruir a turma de
aprendizes que lhes for distribuída;

III ‐ manter‐se em condições de subs tuir o sargento corneteiro nos impedimentos deste;

IV ‐ zelar pela conservação e limpeza dos instrumentos distribuídos ao pessoal da banda;
e

V   ‐   reunir   os   corneteiros   ou   clarins   e   os   aprendizes,   examinar   o   instrumental   e   os


uniformes   e   conduzi‐los   em   forma   ao   local   da   instrução,   do   ensaio   ou   da   formatura,   a   fim   de
apresentálos ao sargento corneteiro ou clarim.

Art.   111.   Quando   no   efe vo   da   unidade   não   for   previsto   o   sargento   corneteiro   ou
clarim,as incumbências discriminadas no art. 109 deste Regulamento são de responsabilidade do cabo
corneteiro ou clarim mais an go.

Seção XXXV

De Outros Elementos

Art. 112. Os elementos das dependências ou repar ções da unidade, não referidos neste
capítulo, têm atribuições e deveres fixados nos manuais de instrução da Arma, do Quadro ou do Serviço.

Parágrafo único. As praças pertencentes a tais dependências ou repar ções par cipam


dos serviços gerais da unidade, sem prejuízo das suas atribuições peculiares.

CAPÍTULO II

NAS SUBUNIDADES INCORPORADAS

Seção I

Do Comandante, dos Oficiais Subalternos e dos Aspirantes‐a‐Oficial

Art. 113. Ao Cmt SU, além das ações de planejamento, coordenação, execução e avaliação
e dos encargos que lhe são atribuídos em outros regulamentos, incumbe:

I ‐ educar militarmente seus comandados, orientando‐os no sen do da compenetração
do dever, inspirando‐se na jus ça, tanto para punir, como para recompensar;

II ‐ ter em vista que o comando de uma SU é a verdadeira escola de comando em que o

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oficial aprimora as virtudes militares e adquire a energia capaz de manter e elevar o moral da tropa no
campo de batalha;

III   ‐   procurar   conhecer,   com   segurança,   a   personalidade,   a   capacidade   e   o   preparo


profissional de cada um dos seus oficiais e praças, a fim de melhor orientar‐se no cumprimento de sua
missão, como educador, instrutor, disciplinador e avaliador, exigindo‐lhes esforços compa veis com as
suas possibilidades morais, intelectuais e  sicas;

IV ‐ procurar desenvolver, entre todos seus comandados, o sen mento do dever e o
devotamento à Pátria, direcionando os melhores esforços para a preparação da SU para o seu emprego;

V ‐ exigir dos seus oficiais, sargentos e cabos a compenetração das responsabilidades
correspondentes à autoridade de cada um deles, a qual fundamenta‐se no cumprimento rigoroso do
dever,   na   máxima   dedicação   ao   serviço   e   no   perfeito   conhecimento   dos   manuais   de   instrução,
regulamentos   e   ordens   em   vigor,   a   fim   de   que   possam   ter   a   autoridade   moral   indispensável   para
servirem de exemplo aos seus subordinados;

VI ‐ considerar  a SU como  uma  família,  da qual  deve ser o chefe enérgico e justo e


interessar‐se para que, a todos os seus membros, se faça inteira jus ça;

VII ‐ empenhar‐se para que sua SU apresente‐se de maneira impecável em qualquer ato;

VIII   ‐   cuidar,   com   especial   atenção,   da   educação   moral   e   cívica   de   suas   praças,
principalmente das recém‐incorporadas;

IX ‐ administrar a SU, zelando pelo conforto e pelo bem estar de suas praças;

X ‐ zelar pela saúde de seus comandados e esforçar‐se para que adquiram e cul vem
hábitos salutares de higiene  sica e moral, aconselhando‐os, freqüentemente, nesse sen do;

XI ‐ zelar pelos seus comandados, quando enfermos, levando‐lhes a necessária assistência
moral e material;

XII ‐ providenciar para que sejam passados os atestados de origem aos seus comandados,
de acordo com as instruções reguladoras do assunto;

XIII   ‐   encaminhar,   pelos   trâmites   regulamentares,   ao   comando   da   unidade,   os


documentos comprovantes do estado civil de casado, de união estável ou companheirismo, ou situação
de arrimo de seus comandados, para a publicação em BI e providências decorrentes;

XIV ‐ organizar e manter em dia uma relação nominal de todas as praças da SU, com os
respec vos   endereços   e   com   nomes   e   endereços   de   suas   famílias   ou   de   pessoas   por   elas   mais
diretamente interessadas, para efeito do plano de chamada e de comunicações importantes;

XV ‐ ouvir com atenção os seus comandados e providenciar, de acordo com os princípios
de jus ça, para que sejam assegurados os seus direitos e sa sfeitos os seus interesses pessoais, sem
prejuízo da disciplina, do serviço e da instrução;

XVI ‐ destacar, perante a SU em forma, os atos meritórios de seus comandados, que
possam servir de exemplo, quer tenham sido ou não publicados em BI;

XVII ‐ observar e avaliar, constantemente, a conduta militar e a civil dos cabos e soldados
que exercem a função de armeiros, de modo a antecipar‐se a possíveis problemas com o armamento da
SU, para tanto contará com auxílio dos demais oficiais, do subtenente e dos sargentos da SU;

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XVIII ‐ submeter, mediante parte, à decisão da autoridade superior, os casos que, a seu
Juízo, mereçam recompensa ou punição superiores às suas atribuições;

XIX   ‐   acompanhar   com   solicitude   os   processos   em   que   estejam   envolvidos   os   seus


comandados, esforçando‐se para que não lhes faltem, nem sejam aqueles retardados, os recursos legais
de defesa;

XX ‐ zelar pela conservação do material distribuído à SU e providenciar, de acordo com as
disposições vigentes, as reparações e subs tuições necessárias;

XXI ‐ exigir a fiel obediência, por todos os integrantes da SU, às prescrições ou normas
gerais de prevenção de acidentes na instrução e em outras a vidades de risco, reguladas em planos de
instrução e em manuais específicos, verificando as condições de segurança nas diversas repar ções,
dependências e a vidades da SU;

XXII ‐ criar, em seus subordinados, o hábito de u lizar equipamentos de segurança em
todas as a vidades de risco, sejam de serviço ou não;

XXIII ‐ providenciar, de acordo com as normas regulamentares, para que se mantenham
completas as dotações de material da SU, especialmente quanto a armamento, equipamento e demais
materiais necessários à instrução e aos seus subordinados;

XXIV   ‐   inspecionar,   freqüentemente,   os   animais   da   SU   e   suas   cavalariças   ou   canil,


verificando   se   as   prescrições   per nentes   ao   trato   e   à   higiene   são   convenientemente   observadas,   e
providenciar, de acordo com o veterinário da unidade, para que a alimentação seja feita conforme o
estado de cada animal e a natureza dos esforços individualmente dispensados;

XXV ‐ proporcionar aos animais treinamento gradual e progressivo, tendo em vista o seu
vigor;

XXVI ‐ fiscalizar a distribuição de forragem ou ração aos animais da SU;

XXVII ‐ realizar, semanalmente, inspeção para determinar as condições das viaturas da SU
e assegurar, de acordo com as instruções do O Mnt Vtr, a manutenção preven va;

XXVIII   ‐   realizar   pessoalmente   a   revista   diária   de   armamento,   com   a   presença   do


encarregado de material da SU;

XXIX ‐ remeter, ao SCmt U, o mapa de armamento resultante da revista diária;

XXX   ‐   verificar   o   recebimento   de   combus veis   e   lubrificantes   e   seu   consumo   pelas


viaturas de sua SU;

XXXI   ‐   mandar   distribuir   aos   pelotões   ou   às   seções,   conforme   as   condições   do


aquartelamento,   convenientemente   relacionados,   todo   armamento,   viaturas,   equipamentos,
arreamentos e outros materiais correspondentes aos seus efe vos reais;

XXXII ‐ responsabilizar os Cmt Pel (Seç) pela (o):

a)   instrução   profissional   e   militar   dos   seus   homens,   bem   como   pelo   asseio   e   pela
conservação dos uniformes;

b) ordem dos serviços internos dos seus elementos;

c) asseio das dependências que ocupam;

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d) estado dos respec vos animais ou viaturas;

e) guarda, conservação e limpeza de todo o material a seu cargo; e

f)   rigoroso   cumprimento   das   normas   de   prevenção   de   acidentes   na   instrução   e   em


outrasa vidades de risco;

XXXIII ‐ fiscalizar, freqüentemente, os pelotões e as seções, não apenas para tornar efe va
a responsabilidade prevista no inciso XXXII deste ar go, como, também, para manter a indispensável
unidade de instrução, disciplina e administração da SU, sem prejuízo da inicia va e autoridade de seus
oficiais;

XXXIV ‐ fiscalizar toda a escrituração da SU, providenciando para que esta se mantenha
em dia e em condições de ser examinada por autoridade superior competente;

XXXV   ‐   zelar   pela   boa   apresentação   de   suas   praças   e   pela   correção   e   asseio   nos
uniformes, reprimindo qualquer transgressão nessa matéria;

XXXVI ‐ escalar o serviço normal da SU e/ou outro que for determinado;

XXXVII ‐ permi r, em caráter excepcional, a troca de serviço de escala às praças da SU e,
somente antes de iniciado o serviço, a das que devam ficar sob as ordens de outra SU;

XXXVIII   ‐   assinar   os   documentos   de   baixas   ordinárias   de   oficiais   e   praças   da   SU   a


instalação de saúde e, quando no quartel, também as extraordinárias;

XXXIX ‐ par cipar ao Cmt U as ocorrências havidas na SU, cujas providências escapem às
suas atribuições, assim como as que, pela importância, convenha levar ao conhecimento do Cmt U,
embora sobre estas tenha providenciado;

XL ‐ apresentar ao Cmt U as praças promovidas;

XLI ‐ remeter ao Cmt U, nas datas oportunas, os documentos regulamentares, ficando
responsável pela sua exa dão;

XLII ‐ indicar , ao Cmt U, o Oficial de Prevenção de Acidentes da SU;

XLIII ‐ manter a ordem e a disciplina em sua SU, assegurando permanente serviço de
guarda aos alojamentos e demais dependências;

XLIV ‐ providenciar o arranchamento e o desarranchamento das praças da SU, de acordo
com as normas vigentes;

XLV ‐ solicitar providências, com a necessária antecedência, para a alimentação da SU,
quando esta deva permanecer, em serviço ou instrução, em lugar distante do quartel, bem como para o
fornecimento dos indispensáveis recursos médicos de urgência;

XLVI ‐ verificar, pelo menos semestralmente, a escrituração, a existência e o estado do
material   da   carga   da   SU   e   tornar   efe va   a   responsabilidade   dos   seus   detentores   pelas   faltas   ou
irregularidades encontradas, par cipando ao fiscal administra vo a situação do material;

XLVII ‐ anotar, em BI da unidade, os assuntos que devam ser lidos à SU;

XLVIII ‐ aditar ao BI todas as ordens, instruções e providências que julgar necessárias;

XLIX ‐ assis r, pessoalmente ou por intermédio de um oficial subalterno, à leitura do BI à

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SU;

L ‐ fazer registrar, diariamente, pelos instrutores, a instrução por eles ministrada, as faltas
verificadas, os resultados ob dos e todas as observações úteis ao julgamento do desenvolvimento de
cada ramo da instrução, assim procedendo, também, com a que pessoalmente ministrar;

LI   ‐   escalar,   mensalmente,   um   oficial   subalterno   para   seu   auxiliar   imediato   na


administração e na disciplina da SU, sem prejuízo de suas funções normais, a fim de melhor orientá‐lo,
de acordo com a sua experiência, na aplicação dos preceitos regulamentares;

LII ‐ assis r, diariamente, à limpeza dos animais ou escalar um subalterno para fazê‐lo,
quando for o caso;

LIII   ‐   realizar   pessoalmente   o   pagamento   das   praças   da   SU,   quando   este   não   es ver
centralizado no S1 ou em outros órgãos pagadores;

LIV ‐ assis r, em princípio semanalmente, ao rancho dos cabos e soldados, acompanhado
de pelo menos um oficial subalterno; e

LV   ‐   salvo   ordem   em   contrário,   apor   a   respec va   rubrica/assinatura   nos   documentos


elaborados sob sua responsabilidade.

Art.   114.   Os   oficiais   subalternos   da   SU   são   os   principais   auxiliares   do   respec vo


comandante para disciplina, instrução, educação e administração da tropa, incumbindo a cada um:

I ‐ manter‐se a par das instruções e ordens do Cmt SU, a fim de secundar‐lhe os esforços e
tornar‐se apto a subs tuí‐lo, eventualmente, sem solução de con nuidade;

II ‐ estudar, quando mensalmente escalado como auxiliar em administração e disciplina
da SU, todas as questões que tenham de ser resolvidas pelo seu comandante e submeter‐lhe a solução
que daria, citando as disposições regulamentares que o orientaram;

III ‐ comandar e instruir a fração que lhe for atribuída;

IV ‐ cumprir com esmero as ordens do Cmt SU, sem prejuízo da inicia va própria, que lhe
cabe usar no desempenho de suas atribuições;

V ‐ ter pleno conhecimento das disposições regulamentares em vigor e das ordens e
instruções par culares do Cmt U e do Cmt SU;

VI ‐ ler, diariamente, o BI e seus aditamentos;

VII   ‐   responder,   por   ordem   de   an güidade,   pelo   comando   da   SU,   tomando,   quando
necessário, qualquer providência de caráter urgente;

VIII ‐ comparecer pontualmente ao quartel e aos locais de instrução, par cipando, com
antecedência, quando, por mo vo de força maior, se encontre impedido de assim proceder, mantendo
seu   subs tuto   imediato   em   condições   de   subs tuí‐lo   na   instrução,   sem   tardança   e   sem   solução   de
con nuidade;

IX ‐ assis r à distribuição de fardamento e material ao pessoal de sua fração, bem como
às revistas de fardamento;

X ‐ visitar, freqüentemente, o alojamento, as baias, o canil, as garagens e os depósitos a
seu cargo, zelando pela limpeza, pela conservação e pela boa ordem dessas instalações;

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XI ‐ responder pela carga e pela conservação do material que tenha sido distribuído à
fração sob seu comando;

XII ‐ solicitar ao Cmt SU o material necessário à limpeza e à conservação de armamento,
equipamento, arreamento e viaturas a seu cargo;

XIII ‐ par cipar, por escrito, ao Cmt SU, os extravios de objetos distribuídos às suas praças
ou à sua fração, indicando os responsáveis, se houver;

XIV   ‐   zelar   pela   correta   apresentação   de   seus   homens   e   passar   sua   fração   em
rigorosarevista, antes de incorporá‐la à SU nas formaturas;

XV ‐ fazer cumprir, rigorosamente, no âmbito de sua fração, as prescrições de prevenção
de acidentes na instrução e em a vidades de risco;

XVI   ‐   registrar   pessoalmente   a   instrução   que   ver   ministrado,   de   acordo   com   as


disposições em vigor;

XVII   ‐   entender‐se   com   as   autoridades   superiores   da   unidade,   em   objeto   de   serviço,


somente   por   intermédio   do   Cmt   SU   ou   por   ordem   deste,   salvo   no   desempenho   de   serviço   sujeito
diretamente a autoridade superior;

XVIII ‐ apresentar‐se ao Cmt SU logo que este chegue ao quartel, ou assim que os seus
afazeres o permitam;

XIX ‐ conhecer, individual e perfeitamente bem, todas as praças de sua fração, não só
para obter o máximo resultado na instrução, como para bem assessorar o Cmt SU; e

XX ‐ assis r, em princípio diariamente, com ou sem a presença do Cmt SU, ao rancho dos
cabos e soldados de sua fração.

Parágrafo único. Os tenentes, durante os dois primeiros anos de  serviço neste posto,
devem ser classificados como oficiais subalternos de SU, não sendo desviados para outras funções, nem
mesmo   dentro   da   própria   unidade,   concorrendo,   porém,   às   subs tuições   temporárias   que   lhes
incumbirem.

Art. 115. Os aspirantes‐a‐oficial exercem as funções inerentes aos oficiais subalternos,
com   atribuições   e   deveres   semelhantes,   respeitadas   as   restrições   previstas   em   leis,   regulamentos   e
instruções específicas.

Seção II

Do Subtenente Encarregado do Material

Art. 116. O subtenente é o encarregado do setor de material da SU, cuja administração
lhe incumbe auxiliar, de conformidade com as ordens do respec vo comandante e de acordo com as
atribuições que lhe são fixadas em legislação e regulamentos vigentes, cabendo‐lhe ainda:

I ‐ entregar, mediante recibo, o material distribuído aos pelotões ou às seções e a outras
dependências da SU e, bem assim, qualquer ar go que, por ordem do respec vo comandante, deva sair
da sua reserva, fornecendo aos pelotões e às seções, quando tenham depósito próprio, a relação do
material distribuído, conferida com a que fica em seu poder;

II   ‐   entregar,   para   formaturas   ou   exercícios,   o   material   dos   pelotões   ou   das   seções,

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verificando o seu estado ao recebê‐lo de volta e par cipando as faltas ou os danos verificados ao Cmt SU;

III ‐ propor, ao respec vo Cmt SU, todas as medidas que  julgue  convenientes para o


melhoramento das condições materiais da SU;

IV ‐ organizar e assinar todas as relações de material que devam ser apresentadas pela
SU, submetendo‐as à apreciação do Cmt SU para aposição do visto;

V ‐ acompanhar o Cmt SU nas revistas e inspeções de material e na inspeção diária do
armamento da SU;

VI   ‐   solicitar   ao   Cmt   SU   as   formaturas   especiais   que   se   tornarem   necessárias   para   a


verificação e a fiscalização que lhe incumbem;

VII ‐ encarregar‐se, de acordo com as instruções do seu Cmt SU, das providências rela vas
à alimentação da SU, quando esta deva permanecer, em serviço ou instrução, em lugar distante do
quartel;

VIII   ‐   instruir   os   sargentos   e   cabos   da   SU   nos   assuntos   rela vos   à   escrituração   e   à


contabilidade do material e auxiliar na instrução geral das praças, na parte referente à conservação e ao
uso dos uniformes e à limpeza do armamento;

IX ‐ exercer, nas formaturas, o comando de pelotão ou seção, quando determinar o Cmt
SU ou quando lhe incumbir por direito;

X ‐ exercer sobre o pessoal da SU a necessária autoridade, na ausência do respec vo
comandante e de seus oficiais, recorrendo ao SCmt U, quando necessário, e submetendo seus atos à
consideração do seu Cmt SU; e

XI ‐ apresentar‐se, diariamente, ao Cmt SU, logo que este chegue ao quartel, informando
o sobre o andamento das ordens recebidas.

Art. 117. O subtenente, para o desempenho das suas múl plas atribuições, tem como
auxiliares   o   furriel,   o   mecânico   de   armamento   leve   e   os   soldados   capacitados   para   o   exercício   das
diferentes a vidades.

Seção III

Do Sargenteante e dos Sargentos

Art.   118.   Os   sargentos   são   auxiliares   do   Cmt   SU   e   dos   oficiais   da   SU   em   educação,


instrução, disciplina e administração e lhes incumbe, ainda, assegurar a observância ininterrupta das
ordens vigentes, angariando a confiança dos seus chefes e a es ma e o respeito dos seus subordinados.

Art. 119. Ao Sgte SU incumbe:

I ‐ ter a seu cargo toda a escrituração corrente da SU, referente a pessoal, ao serviço e à
instrução,   e   executá‐la,   auxiliado   pelos   demais   sargentos,   mantendo‐a   em   dia   e   em   ordem,   e
submetendo a à apreciação do Cmt SU para aposição do visto;

II   ‐   fiscalizar   a   execução   da   escrituração   que   distribuir   aos   seus   auxiliares,   ficando


responsável pelas irregularidades existentes;

III ‐ organizar as relações de pessoal para as escalas de serviço a cargo da SU;

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IV   ‐   responsabilizar‐se   pelo   arquivamento   de   todos   os   documentos   que   devam   ser


conservados na SU, de acordo com as normas em vigor;

V ‐ organizar um índice dos assuntos publicados nos BI que interessem à SU;

VI   ‐   responder   pela   SU,   na   ausência   dos   oficiais   e   do   subtenente,   exercendo   sua


autoridade sobre as demais praças, nas questões de serviço e disciplina;

VII ‐ proceder à chamada ou verificação das praças nas formaturas, anotando as faltas;

VIII ‐ instruir os demais sargentos nos assuntos concernentes à escrituração, a fim de
pôlos a par do serviço e prepará‐los para o subs tuírem em seus impedimentos;

IX ‐ auxiliar na instrução da SU, como lhe for determinado pelo respec vo Cmt;

X ‐ estar em condições de subs tuir os oficiais subalternos no comando de pelotão ou
seção;

XI ‐ conhecer a instrução de sua Arma, Quadro ou Serviço até a escola do pelotão ou da
seção, bem como os diversos manuais de instrução e regulamentos, devendo possuir os conhecimentos
necessários ao exercício de suas atribuições;

XII ‐ proceder à leitura do BI e de seus aditamentos para a SU;

XIII ‐ pôr em forma, quinze minutos antes da Parada, as praças que devam entrar de
serviço,   fazer   a   respec va   chamada,   revistar‐lhes   os   uniformes,   o   equipamento   e   o   armamento,   e
conduzi‐las, ao toque ou à hora regulamentar, ao local determinado;

XIV ‐ formar as praças da SU para as revistas e, quando impossibilitado, designar, por
escala, outro sargento para subs tuí‐lo, com o conhecimento do respec vo Cmt;

XV ‐ apresentar, diariamente, ao Cmt SU, os documentos endereçados à SU;

XVI ‐ par cipar, ao SCmt U, na ausência dos oficiais ou do subtenente da SU, qualquer
ocorrência que exija providência imediata;

XVII   ‐   apresentar‐se,   diariamente,   ao   oficial   da   SU   que   chegue   primeiro   ao   quartel,


par cipando‐lhe as ocorrências havidas e ao respec vo Cmt SU logo após sua chegada; e

XVIII ‐ submeter à assinatura do Cmt SU o expediente diário, à hora por ele marcada.

Art. 120. A cada um dos demais sargentos da SU incumbe:

I ‐ auxiliar na instrução da SU e ministrar a que lhe incumbir, em virtude de disposições
regulamentares, programas e ordens;

II ‐ par cipar ao Cmt Pel ou Seç tudo o que, na sua ausência, ocorrer com o pessoal;

III ‐ auxiliar o Sgte, fora das horas de instrução, em toda a escrituração da SU e em tudo o
que se relacionar com o serviço;

IV ‐ auxiliar o Cmt Pel ou Seç na fiscalização da fiel observância das ordens e instruções
rela vas à limpeza, à conservação e à arrumação das dependências da fração e do material distribuído
aos   homens   e   no   rigoroso   cumprimento  das  normas   de   prevenção   de   acidentes  na   instrução   e   em
a vidades de risco, verificando se todos encontram‐se inteirados das ordens gerais e par culares que
lhes dizem respeito;

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V ‐ conhecer a instrução de sua Arma, Quadro ou Serviço e possuir os principais manuais
de instrução e regulamentos necessários ao exercício de suas atribuições;

VI ‐ par cipar as faltas verificadas nas frações de tropa sob seu comando, em qualquer
formatura;

VII ‐ subs tuir, por ordem de graduação ou an güidade, o Sgte em seus impedimentos


fortuitos ou, responder pela sargenteação da SU, em seus impedimentos prolongados, por ordem do
respec vo Cmt;

VIII ‐ apresentar‐se, diariamente, ao oficial a que esteja diretamente subordinado e ao
Sgte SU, logo que estes cheguem ao quartel; e

IX ‐ responder, perante o Cmt Pel ou Seç e o subtenente, pelo material que lhe tenha
sidodistribuído.

Seção IV

Do Furriel

Art. 121. O furriel é o encarregado das a vidades rela vas ao pagamento do pessoal e ao


arraçoamento da SU.

Art. 122. Ao furriel incumbe:

I ‐ auxiliar no preparo da documentação referente aos vencimentos das praças da SU,
baseando‐se nas alterações fornecidas pelo Sgte, já publicadas em BI;

II ‐ organizar e assinar, diariamente, os vales de ração das praças e os de forragem dos
animais da SU, remetendo‐os após a aposição do visto pelo Cmt SU;

III ‐ executar os trabalhos de escrituração que lhe forem atribuídos, rubricando‐os ou
assinando‐os, salvo ordem em contrário; e

IV ‐ manter‐se em condições de prestar quaisquer informações rela vas ao pagamento do
pessoal da SU.

Seção V

Do Graduado Encarregado de Viaturas e do Graduado Mecânico de Armamento Leve

Art. 123. O graduado encarregado de viaturas é o auxiliar do subtenente na execução da
administração da SU, na parte rela va a material de motomecanização (viaturas e equipamentos).

Art. 124. Ao graduado encarregado de viaturas incumbe:

I   ‐   executar   os   trabalhos   de   escrituração   referentes   às   viaturas,   rubricando‐os   ou


assinando‐os, salvo ordem em contrário;

II   ‐   preencher,   convenientemente,   a   Ficha   de   Serviço   de   Viatura   sempre   que   saírem


isoladamente as viaturas que lhe são afetas;

III ‐ fiscalizar a manutenção de 1º escalão e a escrituração do “Livro Registro de Viatura”, e

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realizar a manutenção de 2º escalão que lhe for autorizada, assim como quaisquer outros encargos,
inclusive os peculiares dos motoristas da SU;

IV   ‐   organizar   e   arquivar   as   fichas   de   manutenção   preven va,   mensal   e   semestral,


comunicando, com a devida antecedência, ao subtenente, quais viaturas serão subme das a uma dessas
manutenções;

V ‐ par cipar ao subtenente, tão logo tome conhecimento:

a) toda e qualquer indisponibilidade verificada em suas viaturas; e

b) qualquer acidente ocorrido com uma de suas viaturas, anexando a Ficha de Acidentes
preenchida pelo motorista;

VI ‐ inspecionar, freqüentemente, os acessórios e as ferramentas das viaturas sob sua
guarda, par cipando, imediatamente, ao subtenente, qualquer falta ou avaria;

VII ‐ impedir que os motoristas, em qualquer caso, executem nas viaturas outros serviços
que não os de manutenção de 1º escalão;

VIII   ‐   impedir   que   sejam   executados,   nas   viaturas   sob   sua   guarda,   trabalhos   de
manutenção não autorizados pelo Cmt SU, informando ao subtenente as infrações a esta norma; e

IX ‐ zelar pelo cumprimento das normas de prevenção de acidentes previstas em planos
de instrução e manuais técnicos.

Art.   125.   O   graduado   mecânico   de   armamento   leve   é   o   auxiliar   do   subtenente   na


execução   da   administração   da   SU,   na   parte   rela va   a   armamento   e   munição,   e   responsável   pela
execução   da   manutenção   do   armamento   e   pela   obediência   às   normas   de   prevenção   de   acidentes
previstas em planos de instruções e em normas técnicas.

Seção VI

Dos Armeiros

Art. 126. Os cabos ou soldados designados para a função de armeiro têm que evidenciar,
de modo inequívoco, uma exemplar conduta militar e civil para o desempenho de tão importante tarefa.

Art. 127. Ao armeiro incumbe a responsabilidade exclusiva de:

I ‐ controlar e registrar a distribuição e a devolução das armas por todos os militares, sem
exceção, inclusive nos dias e horários sem expediente;

II ‐ confeccionar o mapa diário do armamento para fins da revista diária a ser realizada
pelo Cmt SU;

III ‐ não permi r a entrada de cabos, soldados e de pessoal estranho à SU na reserva,
salvo se exis r autorização superior para tal; e

IV ‐ comunicar, imediatamente, ao comandante de fração e/ou de SU toda e qualquer
alteração ocorrida com o armamento sob sua responsabilidade.

Art. 128. O armeiro não concorre às escalas de serviço interno e externo, para melhor
cumprir o previsto no inciso I do art. 127 deste Regulamento.

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Seção VII

Dos Corneteiros ou Clarins

Art. 129. Os cabos ou soldados corneteiros ou clarins são elementos orgânicos da SU, com
a qual par cipam dos exercícios e formaturas isoladas.

Parágrafo único. Nas formaturas da unidade, os cabos ou soldados corneteiros ou clarins
são os elementos cons tu vos da banda de tambores e corneteiros ou clarins.

Art. 130. Aos cabos ou soldados corneteiros ou clarins incumbe:

I ‐ prestar serviços de mensageiros ao Cmt SU por ocasião de exercícios e em campanha;

II   ‐   par cipar   dos   ensaios   da   banda   da   unidade,   sob   a   direção   do   cabo   ou   sargento
corneteiro ou clarim, esforçando‐se pelo desenvolvimento próprio e perfeito conhecimento e execução
dos toques regulamentares;

III ‐ par cipar das instruções da SU, de acordo com as ordens do respec vo Cmt;

IV ‐ concorrer ao serviço de ordens da unidade; e

V ‐ ter o maior cuidado com o instrumental a seu cargo, mantendo‐o em bom estado de
conservação e limpeza e par cipando ao Cmt SU qualquer avaria ou extravio verificado.

Seção VIII

Dos Cabos e Soldados

Art. 131. Aos cabos incumbe:

I ‐ auxiliar na instrução do elemento de tropa que lhes incumbir ou lhes for confiado;

II ‐ par cipar ao seu Cmt direto as ocorrências que se verificarem com o pessoal a seu
cargo;

III ‐ comandar o elemento de tropa que regularmente lhes incumbir ou que lhes seja
confiado;

IV ‐ manter‐se em condições de subs tuir, eventualmente, os 3º Sgt, na instrução e nos
serviços; e

V   ‐   cumprir,   rigorosamente,   as   normas   de   prevenção   de   acidentes   na   instrução   e


a vidades de risco.

Art.   132.   O   soldado   é   o   elemento   essencial   de   execução   e   a   ele,   como   a   todos   os


militares, cabe os deveres de:

I ‐ pautar a conduta pela fiel observância das ordens e disposições regulamentares;

II ‐ mostrar‐se digno da farda que veste; e

III ‐ revelar como atributos primordiais de sua nobre missão:

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a) o respeito e a obediência aos seus chefes;

b) o culto à fraternal camaradagem para com os companheiros;

c)   a   destreza   na   u lização   do   armamento   que   lhe   for   des nado   e   o   cuidado   com   o
material que lhe seja entregue;

d) o asseio corporal e o dos uniformes;

e) a dedicação pelo serviço e o amor à unidade; e

f) a consciente submissão às regras disciplinares.

Art. 133. Ao soldado cumpre, par cularmente:

I ‐ esforçar‐se por aprender tudo o que lhe for ensinado pelos seus instrutores;

II   ‐   evitar   divergências   com   camaradas   ou   civis   e   abster‐se   de   prá ca   de   vícios   ou


a vidades que prejudicam a saúde e aviltam o moral;

III   ‐   manter   relações   sociais   somente   com   pessoas   cujas   qualidades   morais   as
recomendem;

IV   ‐   portar‐se   com   a   máxima   compostura   e   zelar   pela   correta   apresentação   de   seus


uniformes, em qualquer circunstância;

V ‐ compenetrar‐se da responsabilidade que lhe cabe sobre o material de que é detentor,
abstendo‐se de desencaminhar ou extraviar, propositadamente ou por negligência, peças de fardamento,
armamento, equipamento ou outros objetos pertencentes à União;

VI ‐ par cipar, imediatamente, ao seu chefe direto o extravio ou estrago eventual de
qualquer material a seu cargo;

VII ‐ apresentar‐se ao Cb Dia, quando sen r‐se doente;

VIII ‐ ser pontual na instrução e no serviço, par cipando ao seu chefe, sem perda de
tempo e pelo meio mais rápido ao seu alcance,  quando,  por  mo vo  de doença ou de  força maior,
encontrar‐se impedido de cumprir esse dever; e

IX ‐ cumprir, rigorosamente, as normas de prevenção de acidentes na instrução e nas
a vidades de risco.

CAPÍTULO III

EM OUTRAS SUBUNIDADES INCORPORADAS

Art. 134. As SU Sv, SU Cmdo Sv e SU Cmdo Ap são elementos de administração, disciplina
e instrução de todo o pessoal auxiliar das repar ções internas da unidade, que não pertençam a outras
SU orgânicas.

Art. 135. As atribuições e os deveres inerentes ao comando e aos auxiliares diretos do
comando  e  da   administração  destas   SU   são   idên cos  aos  dos  seus  correspondentes  nas demais  SU
incorporadas.

CAPÍTULO IV

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NAS BASES ADMINISTRATIVAS

Art. 136. No caso da OM possuir base administra va, as atribuições rela vas às a vidades


de administração orçamentária, financeira, contábil, patrimonial e de pessoal são as estabelecidas em
instruções ou normas que regulam o funcionamento das referidas bases, preconizando as adaptações
que se fazem necessárias em diversas competências previstas neste regulamento.

Art.   137.   As   bases   administra vas   são   responsáveis   pela   administração,   disciplina   e
instrução de todo o pessoal auxiliar das repar ções internas da unidade, não pertencente às SU.

TÍTULO III

DAS DEPENDÊNCIAS INTERNAS

CAPÍTULO I

DAS GENERALIDADES

Art. 138. A organização da unidade, as facilidades de vigilância e a melhor ligação entre o
comando,   a   tropa   e   os   serviços   são   fatores   preponderantes   na   distribuição   das   dependências   que
cons tuem o quartel.

Art. 139. Além das servidões referidas no art. 138 deste Regulamento, deve‐se ter em
vista:

I ‐ tanto quanto possível, todas as SU, os serviços e os demais elementos funcionam em
dependências próprias, cons tuindo gabinetes, reservas, alojamentos, oficinas, depósitos e outros;

II ‐ em princípio, os oficiais exercem suas a vidades em gabinetes, e os Cmt Pel (Seç), os
subtenentes e sargentos nas reservas de suas respec vas frações de tropa;

III   ‐   nas   SU   deve   haver   um   alojamento   para   os   cabos   e   soldados,   podendo   haver
alojamento des nado a oficiais e outro a seus subtenentes e sargentos;

IV ‐ os alojamentos compreendem dormitório e ves ários e, sempre que possível, os
armários de roupa do pessoal são colocados em dependência própria (ves ários) ou reunidos numa
parte do alojamento, separados das camas;

V   ‐   em   camas,   armários,   cabides   ou   outros   móveis   de   uso   pessoal   das   praças,   são
colocados, bem à vista, os números e as graduações dos seus detentores;

VI ‐ nas entradas das diversas dependências são colocadas placas indica vas;

VII ‐ em cada alojamento, sala de trabalho ou dependência deve haver, em lugar bem
visível, um quadro com a relação do material carga em uso;

VIII ‐ em todas as repar ções da unidade e nas SU são afixados quadros com o resumo
das ordens internas em vigor que par cularmente lhes interessarem;

IX ‐ nas dependências do quartel, somente devem ser afixados cartazes de exaltação
cívica, de instrução, de mo vos militares ou de significado histórico;

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X   ‐   na   sala   do   Of   Dia   e   no   gabinete   do   S1,   são   afixadas,   em   quadros   próprios   ou


colecionadas em pastas apropriadas, as ordens e disposições par culares em vigor na unidade, para
conhecimento, especialmente, dos oficiais recém‐incluídos;

XI ‐ as dependências são man das em completo estado de asseio e higiene;

XII ‐ quando o responsável por uma dependência ou um alojamento es ver ausente, o
mais an go presente é o responsável pela ordem, pelos asseio e higiene e pela conservação dos objetos
de uso comum ali existentes;

XIII ‐ todos devem dispensar constantes cuidados no sen do de evitar riscos de incêndio;
e

XIV   ‐  pelo   BI   é  designado  o  relógio   que  marcará   a  hora  certa   da  unidade,   ficando   a
exa dão das horas sob a responsabilidade do S1.

CAPÍTULO II

DO SALÃO DE HONRA

Art. 140. Em cada unidade deve haver, sempre que possível, uma sala especialmente
mobiliada, des nada à recepção de autoridades e visitas (salão de honra), podendo ser nela instalados
retratos dos grandes vultos da História do Brasil.

Art.   141.   O   salão   de   honra   fica   sob   a   responsabilidade   do   O   Com   Soc   ou   de   um


subtenente ou sargento designado pelo Cmt U.

CAPÍTULO III

DAS SALAS DE INSTRUÇÃO

Art.   142.   As   unidades   devem   dispor   de   uma   sala   convenientemente   aparelhada,


des nada à instrução e à realização de conferências e palestras.

Parágrafo único. A sala de instrução fica sob a responsabilidade do S3.

Art.   143.   As   unidades   dispõem,   ainda,   de   uma   sala   des nada   à   guarda   dos   meios
auxiliares de instrução, sob a responsabilidade do S3 ou de um subtenente ou sargento designado pelo
Cmt U.

CAPÍTULO IV

DO CASSINO DE OFICIAIS

Art. 144. Pode haver na unidade um cassino de oficiais com a totalidade ou parte das
seguintes instalações:

a) sala de refeições;

b) sala de recreação; e

c) dormitório.

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§ 1º O encarregado do cassino é um oficial designado pelo Cmt U.

§ 2º Somente fora das horas de expediente da unidade é permi da a permanência em
trajes civis nas instalações do cassino.

Art. 145. A sala de recreação é des nada à leitura de revistas e jornais, podendo dispor
de jogos de salão (bilhar, sinuca, damas, dominó, gamão, xadrez, tênis de mesa etc), de aparelhos de
áudio e vídeo.

Parágrafo único. O horário e as condições de funcionamento da sala de recreação são
estabelecidos nas NGA/U.

Art. 146. De acordo com as disponibilidades do quartel, pode ser permi da a residência
de oficiais da unidade em dependências internas apropriadas.

Parágrafo único. As condições de ocupação de tais dormitórios são reguladas nas NGA/U.

Art.   147.   Pode   haver,   ainda,   um   ves ário   para   oficiais,   tendo,   anexos,   lavatórios,
banheiros e instalações sanitárias.

CAPÍTULO V

DO CASSINO DE SUBTENENTES E SARGENTOS

Art.   148.   Pode   haver   na   unidade   um   cassino   de   subtenentes   e   sargentos,   com   a


totalidade ou parte das seguintes instalações:

a) sala de refeições;

b) sala de recreação; e

c) dormitórios.

§ 1º Aplicam‐se ao cassino dos subtenentes e sargentos as mesmas prescrições referentes
ao cassino dos oficiais, exceto no que se refere ao uso de trajes civis na sala de refeições, que deve ser
regulado em NGA/U.

§ 2º O encarregado do cassino é um subtenente ou sargento designado pelo Cmt U.

Art. 149. De acordo com as disponibilidades do quartel, pode ser permi da a residência
de subtenentes e sargentos da unidade em dependências internas apropriadas.

CAPÍTULO VI

DAS SALAS DE RECREAÇÃO PARA CABOS E SOLDADOS

Art. 150. Na unidade pode haver uma ou mais salas de recreação para cabos e soldados,
preferencialmente uma por SU, constando de sala de leitura, jogos de salão e aparelhos de áudio e vídeo.

Art.   151.   O   horário   e   as   condições   de   funcionamento   das   salas   de   recreação   são


estabelecidos nas NGA/U.

CAPÍTULO VII

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DA FORMAÇÃO SANITÁRIA

Art. 152. O Serviço de Saúde da unidade funciona na FS, cabendo a direção deste ao
comandante do pelotão de saúde ou chefe da seção de saúde, que é responsável por seu funcionamento
e a conservação e higiene da FS.

§ 1º Em princípio, nas dependências da FS, estão localizados o gabinete do médico, o
gabinete odontológico, a enfermaria, a sala de espera, a farmácia, a sala de fisioterapia, o depósito de
material de saúde e a sala do enfermeiro‐de‐dia.

§ 2º No âmbito da unidade, a assistência médica aos militares e seus dependentes é
prestada na FS, de acordo com o horário proposto pelo Med Ch e aprovado pelo Cmt U.

§ 3º A assistência em domicílio é prestada somente quando o estado de saúde do doente
não permi r o seu comparecimento à FS.

§ 4º As praças que adoecerem em domicílio são transportadas para a enfermaria, tão
logo suas condições de saúde o permitam.

Art. 153. O serviço interno diário na FS consiste:

I ‐ na assistência ininterrupta aos doentes e na guarda da enfermaria;

II ‐ nos primeiros socorros médicos de urgência;

III ‐ na assistência, por meio de consultas e cura vos, aos militares da unidade e seus
dependentes, na FS ou em domicílio, de acordo com a legislação vigente; e

IV ‐ na vigilância sanitária con nua do quartel e do pessoal.

§ 1º O serviço ordinário é executado por todo o pessoal da FS, conforme determinado
pelo respec vo chefe.

§ 2º O serviço de escala des na‐se a atendimentos extraordinários fora do período de
expediente.

Art. 154. O apoio de saúde das unidades é assegurado pela FS da OM cons tuída pelo
pessoal, pelo material e pelas dependências necessárias à execução do serviço.

Art. 155. O pessoal da FS é cons tuído de acordo com o QCP da OM e seus integrantes
não serão empregados em a vidades estranhas ao Serviço de Saúde.

§ 1º Durante o serviço, o pessoal da FS fica sob a autoridade do Med Ch, no que se refere
à   instrução   e   aos   serviços   técnicos,   e   no   que   se   referir   à   administração   e   à   disciplina,   fica   sob   a
autoridade do Cmt SU a que pertencer.

§ 2º A instrução peculiar do pessoal da FS é ministrada sob a direção do Med Ch, ficando
a instrução não especializada a cargo da SU a que pertencer, de acordo com o programa de instrução da
unidade.

CAPÍTULO VIII

DO RANCHO

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Art. 156. A alimentação da tropa deve ser objeto de máxima preocupação do comando da
unidade.

§ 1º Os militares têm direito à alimentação no quartel, de acordo com o es pulado na
legislação em vigor.

§ 2º Há, normalmente, três refeições diárias – café, almoço e jantar – distribuídas de
acordo com o horário da unidade.

§ 3º Às praças de serviço é fornecida, à noite, uma refeição quente.

Art. 157. Conforme as possibilidades em pessoal e em material, o rancho de cada unidade
tem refeitório em três salas separadas – para oficiais, para subtenentes e sargentos e para cabos e
soldados.

Art. 158. As refeições preparadas são subme das à aprovação do Fisc Adm, por meio de
uma amostra; depois de aprovadas, o encarregado do setor de aprovisionamento ficará em condições de
mandar distribuir as refeições.

Parágrafo único. Nos dias sem expediente, a amostra é examinada pelo Of Dia, salvo se
es ver presente no quartel o Fisc Adm.

Art. 159. As praças que não puderem comparecer às refeições à hora regulamentar, por
mo vo de serviço, são servidas em horário definido nas NGA/U.

Art. 160. Os cabos e soldados seguem para o rancho em forma por SU, sob o comando
dos respec vos Sgt Dia, que apresentarão ao Of Dia a relação dos que deixaram de comparecer por
mo vo de serviço.

Art. 161. O funcionamento dos refeitórios para as refeições dos oficiais e dos subtenentes
e sargentos é fixado no horário da unidade.

Art. 162. As disposições rela vas à organização, à direção, à execução e à fiscalização de
tudo   o   que   se   referir   ao   rancho,   não   previstas   neste   regulamento,   são   estabelecidas   em   outros
disposi vos regulamentares e nas NGA/U.

CAPÍTULO IX

DAS OFICINAS

Art. 163. As oficinas de manutenção da unidade (de motomecanização, de comunicações,
de armamento e outras) des nam‐se à execução dos trabalhos de manutenção de 2º escalão, previstos
nos manuais técnicos do material em uso da unidade.

§ 1º Podem ser executados trabalhos de 3º escalão, quando autorizados.

§   2º   Sem   prejuízo   de   sua   finalidade   específica,   a   oficina   pode   reparar   os   ar gos


inu lizados   no   uso   diário   ou   subs tuir   os   extraviados,   podendo,   também,   confeccionar   os   ar gos
necessários à instrução ou ao serviço.

§ 3º Os chefes de oficinas de manutenção são os responsáveis pela fiel observância, por
todos os integrantes, das normas de prevenção de acidentes previstas em planos de instrução e manuais
técnicos,   pela   verificação   das   condições   de   segurança   das   respec vas   oficinas   e   pelo   uso   de   EPI   e
disposi vos de segurança.

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Art. 164. A unidade também pode possuir, de acordo com seus recursos e possibilidades
materiais, carpintaria, marcenaria, serralheria e outras que se tornarem necessárias, des nando‐se estas:

I   ‐   a   reparações   do   material   distribuído   e   em   uso   na   unidade,   não   proibidas   em


regulamentos ou manuais técnicos; e

II ‐ à confecção, nas mesmas condições, de ar gos para subs tuição dos inu lizados,


extraviados ou necessários à instrução ou ao serviço.

Parágrafo único. O Cmt Pel Sv Ge/Ch Seç Sv Ge é o responsável pela disciplina do pessoal,
pelo   bom   funcionamento,   pelo   material   distribuído,   pela   obediência   às   normas   de   prevenção   de
acidentes e pelo uso dos EPI e disposi vos de segurança, tudo rela vo às oficinas citadas neste ar go.

Art.   165.   As   diversas   oficinas   da   unidade,   sempre   que   possível,   são   organizadas   em
seções, tais como na oficina de motomecanização (seções de mecânica, pintura, lanternagem, elétrica
etc).

Art. 166. Cada seção tem um encarregado responsável perante o chefe da oficina, não
apenas pela execução dos trabalhos que forem ordenados, como também:

I ‐ pela guarda, conservação e emprego de todo o material que lhe for confiado;

II ‐ pelo cumprimento das normas de prevenção de acidentes;

III ‐ pela verificação das condições de segurança das respec vas seções; e

IV ‐ pelo uso de EPI e disposi vos de segurança.

§ 1º Os encarregados das seções são responsáveis pela ordem e pela disciplina e não
devem permi r que nelas permaneçam ou par cipem dos trabalhos, praças estranhas ao serviço, sem
consen mento ou ordem superior.

§ 2º As seções que contenham material inflamável ou explosivo, ou cujo equipamento
permaneça em funcionamento con nuo, são mo vo de medidas específicas de prevenção de incêndios
ou   explosões,   sendo   tais   providências   da   responsabilidade   do   chefe   da   oficina,   que   deve   fiscalizar
seguidamente se são eficazes.

Art. 167. O comando da unidade deve empenhar‐se para que as oficinas e, quando for o
caso, as seções de cada oficina funcionem em dependências separadas, próprias e seguras, a fim de
serem definidas as responsabilidades dos respec vos encarregados.

Art. 168. Nos trabalhos das oficinas são observadas as seguintes disposições:

I ‐ nenhum trabalho é executado pelo pessoal da oficina sem a respec va "ordem de
serviço”   assinada   pelo   S4   e   os   trabalhos   urgentes   ordenados   pelo   Cmt   U   são   confirmados,
posteriormente, também por “ordem de serviço” assinada pelo S4; e

II ‐ qualquer trabalho somente pode ser executado na oficina, após previamente orçado
pelo respec vo encarregado.

CAPÍTULO X

DA BIBLIOTECA E DOS ESPAÇOS CULTURAIS

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Portaria nº 816-Cmt Ex, de 19 dezembro de 2003. [Link]

Art.   169.   Cada   unidade   deve   possuir   e   manter,   sempre   que   possível,   uma   biblioteca
cons tuída de obras de cultura geral, especialmente sobre assuntos militares, História e Geografia do
Brasil, podendo dispor de uma coleção de publicações do Exército e de galerias de retratos de que trata
este Regulamento.

Parágrafo único. O funcionamento da biblioteca obedece às prescrições de instruções ou
normas em vigor e, no que couber, das NGA/U.

Art.   170.   Cada   unidade   pode   possuir   e   manter   um   espaço   cultural   com   parte   ou   a
totalidade das seguintes finalidades:

I ‐ destacar os feitos históricos ou os heróis da OM ou do Exército;

II ‐ mostrar a evolução da Arma, do Quadro ou do Serviço que a OM representa;

III ‐ es mular a vocação para a carreira militar; e

IV   ‐   incen var   o   interesse   pela   preservação   da   memória   e   dos   valores   da   OM   e   do


Exército.

§   1º   O   espaço   cultural   da   OM   é   caracterizado   por   uma   ou   mais   das   seguintes


dependências:

I ‐ museu;

II ‐ sala de exposição;

III ‐ memorial; e

IV ‐ monumento.

§   2º   O   funcionamento   do   espaço   cultural   obedece   às   prescrições   de   instruções   ou


normas em vigor que regulam o assunto e, no que couber, das NGA/U.

CAPÍTULO XI

DA CANTINA E DE OUTRAS INSTALAÇÕES CONGÊNERES

Art. 171. O Cmt U pode permi r, no respec vo aquartelamento, o funcionamento de


pequenas   instalações   comerciais,   tais   como   can na,   alfaiataria,   lavanderia,   engraxataria,   barbearia,
armarinho e xerografia, caracterizadas pela des nação de prestação de serviços ao pessoal civil e ao
militar, vinculados à unidade onde se localizarem, e exclusivamente, des nadas a estes fins.

Parágrafo único. Em hipótese alguma, o funcionamento dessas instalações pode onerar a
administração da unidade, ficando elas responsáveis pela sua própria contabilidade.

Art. 172. As instalações tratadas no art. 171 deste Regulamento funcionam sob a forma
de cessão de uso, de acordo com a legislação per nente.

TÍTULO IV

DOS SERVIÇOS GERAIS

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Portaria nº 816-Cmt Ex, de 19 dezembro de 2003. [Link]

CAPÍTULO I

DO BOLETIM INTERNO

Art. 173. O BI é o documento em que o Cmt U publica todas suas ordens, as ordens das
autoridades superiores e os fatos que devam ser do conhecimento de toda a unidade.

§ 1º O BI é dividido em quatro partes:

I ‐ 1ª – Serviços Diários;

II ‐ 2ª – Instrução;

III ‐ 3ª – Assuntos Gerais e Administra vos; e

IV ‐ 4ª – Jus ça e Disciplina.

§   2º   O   BI   é   publicado   diariamente   ou   não,   conforme   as   necessidades   e   o   vulto   das


matérias a divulgar.

§   3º   Os   assuntos   classificados   como   sigilosos   são   publicados   em   bole m   reservado,


organizado pelo S2, de forma semelhante à do bole m ostensivo.

§ 4º Nos sábados, domingos e feriados, havendo expediente na unidade, também pode
ser publicado o BI.

§ 5º Cópias auten cadas de BI, ou de partes deste, bem como cópias autên cas, somente


podem ser emi das pelo ajudante‐secretário, e conforme determinação do Cmt U.

§ 3º Os assuntos avaliados e julgados sob restrição de acesso deverão ser publicados em
bole m   de   acesso   restrito,   organizado   pela   seção   ou   divisão   de   inteligência   da   OM,   de   formato
semelhante   ao   do   bole m   ostensivo,   devendo   ser   cumprido   o   prescrito   nas   Instruções   Gerais   para
Salvaguarda de Assuntos Sigilosos.

§ 4º O bole m de acesso restrito que contenha assunto enquadrado em um dos incisos
do art. 23 da Lei nº 12.527, de 18 de novembro de 2011, será classificado e receberá o grau de sigilo
adequado, podendo ser reservado, secreto ou ultrassecreto, devendo ser confeccionado o respec vo
Termo de Classificação de Informação (TCI) e cumpridas as demais prescrições con das nas Instruções
Gerais para Salvaguarda de Assuntos Sigilosos.

§ 5º Nos sábados, domingos e feriados, havendo expediente na unidade, também pode
ser publicado BI.

§ 6º Cópias auten cadas de BI, ou de partes deste, bem como cópias autên cas, somente


podem ser emi das pelo ajudante‐secretário, conforme determinação do Cmt U.” (NR ‐ alterado pela
Portaria nº 795‐Cmt Ex, de 29 de julho de 2014)

Art. 174. O BI contém, especialmente:

I ‐ a discriminação do serviço a ser executado pela unidade;

II ‐ as ordens e decisões do Cmt U, mesmo que já tenham sido executadas;

III   ‐   as   determinações   das   autoridades   superiores,   mesmo   que   já   cumpridas,   com   a

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Portaria nº 816-Cmt Ex, de 19 dezembro de 2003. [Link]

citação do documento da referência;

IV ‐ as alterações ocorridas com o pessoal e o material da unidade;

V ‐ as ordens e disposições gerais que interessam à unidade e referência sucinta a novos
manuais de instrução, regulamentos ou instruções, com indicação do órgão oficial em que  verem sido
publicados;

VI ‐ referências a oficiais e praças falecidos que, pelo seu passado e conduta, mereçam
ser pontados como exemplo;

VII ‐ a apreciação do Cmt U ou da autoridade superior sobre a instrução da unidade e
referência a documentos de instrução recebidos ou expedidos;

VIII ‐ os fatos extraordinários que interessam à unidade; e

IX ‐ os assuntos que devam ser publicados por força de regulamentos e outras disposições
em vigor.

Parágrafo único. Não são publicados em BI:

I ‐ os assuntos que tenham sido transmi dos à unidade em caráter sigiloso ou quaisquer
referências a esses mesmos assuntos; e

II ‐ as ocorrências ou os assuntos não relacionados com o serviço do Exército, salvo se
verem dado lugar à expedição de alguma ordem ou es verem ligados a comemoração de caráter cívico.

Art. 175. Do original do BI são extraídas tantas cópias, todas auten cadas pelo SCmt U,
quantas forem necessárias à distribuição às SU, às dependências internas e à autoridade a que es ver a
unidade imediatamente subordinada, observando‐se, a respeito, as seguintes disposições:

I   ‐   os   Cmt   SU   incorporadas   podem   anexar   ao   BI   um   aditamento,   com   as   minúcias


necessárias ao cumprimento das ordens nele con das, acrescidas de suas próprias ordens rela vas à
instrução, aos serviços especiais e ao emprego do tempo no dia seguinte;

II   ‐   o   BI   e   o   aditamento   são   lidos   à   SU   em   formatura   de   todo   o   pessoal,   ao   toque


respec vo;

III   ‐   o   Cmt   U,   em   casos   excepcionais,   pode   reunir   os   oficiais   para   ouvirem,   em   sua
presença, a leitura do BI;

IV ‐ o BI deve ser conhecido no mesmo dia de sua publicação por todos os oficiais e
praças da unidade, e o aditamento pelos da respec va SU, para isso, será aposto o ciente, pelos oficiais,
na úl ma página das cópias de sua SU ou dependência e as praças que por qualquer mo vo hajam
faltado à leitura do BI devem informar‐se dos assuntos de seus interesses na primeira oportunidade.

V ‐ as ordens urgentes que constarem do BI e interessarem aos oficiais ou às praças em
serviço externo, ser‐lhes‐ão dadas a conhecer, imediatamente, pelo meio mais rápido e por intermédio
da SU a que pertencerem ou pelo S1, quando do EM;

VI ‐ o desconhecimento do BI não jus fica a falta ou o não cumprimento de ordens;

VII   ‐   mesmo   informa zados,   os   originais   dos   bole ns   e   seus   aditamentos,   com   a
assinatura   de   próprio   punho   do   comandante   são   colecionados   e   periodicamente   encadernados   ou
brochados em um volume com um índice de nomes e outro por assuntos, organizado pela 1ª seção,
sendo guardados no arquivo da unidade; e

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VIII   ‐   as   SU   procedem   de   modo   análogo   ao   previsto   no   inciso   VII   deste   ar go,


rela vamente às cópias dos bole ns e aos respec vos aditamentos que lhes forem distribuídos.

Parágrafo único. Nas unidades em que os bole ns são disponibilizados em rede, ou por
outros meios de informá ca:

I ‐ o SCmt U auten cá‐los‐á eletronicamente; e

II   ‐   não   é   obrigatória   a   distribuição   de   cópias   impressas   para   as   SU   e   dependências


internas.

Art. 176. Normalmente, o BI deve estar pronto até uma hora antes do fim do expediente;
para isso, havendo acúmulo de matéria, a parte que não exija conhecimento imediato pode cons tuir
assunto do BI seguinte.

Parágrafo   único.   O   BI   é   distribuído,   no   mínimo,   meia   hora   antes   do   término   do


expediente.

CAPÍTULO II

DOS TRABALHOS DIÁRIOS

Art.   177.   O   horário   da   vida   diária   da   unidade,   compreendendo   serviços,   instrução,


expediente, rancho etc, é estabelecido pelo Cmt U, por períodos que podem variar com as estações do
ano, os interesses da instrução, e de acordo com determinações superiores.

Art. 178. O horário correspondente a cada período deve ser publicado em BI, sempre que
possível com antecedência de uma semana, sendo igualmente publicadas, com a antecedência devida,
quaisquer alterações nele introduzidas.

Seção I

Da Alvorada e do Silêncio

Art. 179. Em situação normal, o toque de alvorada, executado de acordo com o horário
da unidade e por ordem do Of Dia, indica o despertar e o começo da a vidade diária.

§ 1º Ao terminar o toque de alvorada, a guarda de cada alojamento deve providenciar
para que todos os homens tenham deixado seus leitos.

§ 2º Nos dias sem expediente, as praças de folga podem permanecer no leito até a hora
fixada no horário da vida diária da unidade ou nas NGA/U.

Art. 180. O toque de silêncio,  executado de acordo com  o horário da  unidade e por


ordem do Of Dia, indica o fim da a vidade diária.

Seção II

Da Instrução e das Faxinas

Art. 181. A instrução, como objeto principal da vida da unidade, desenvolve‐se nas fases

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mais importantes da jornada, não devendo ser prejudicada pelos demais trabalhos, serviços normais ou
extraordinários, salvo o serviço de jus ça e as a vidades decorrentes das situações anormais.

Parágrafo único. A militar gestante, salvo se for dispensada por recomendação médica,
par cipa   de   todas   as   a vidades   militares,   exceto   das   que   envolvam   esforços   sicos   e   jornadas   ou
exercícios em campanha.

Art. 182. A instrução é  ministrada de conformidade com  os programas e quadros de


trabalho preestabelecidos e de acordo com os manuais, regulamentos e disposições par culares em
vigor.

Art. 183. Faxinas são todos os trabalhos de u lidade geral, executados no quartel ou fora
dele,   compreendendo   limpeza,   lavagem,   capinação,   arrumação,   transporte,   carga   ou   descarga   de
material e outros semelhantes regulados pelas NGA/U.

Seção III

Do Expediente

Art.   184.   O   expediente   é   a   fase   da   jornada   des nada   à   preparação   e   execução   dos
trabalhos normais da administração da unidade e ao funcionamento das repar ções e das dependências
internas.

Parágrafo único. Os serviços de escala e outros de natureza permanente independem do
horário do expediente da unidade, assim como todos os trabalhos e serviços em situações anormais.

Art. 185. O expediente começa normalmente com a formatura geral, da unidade ou de
SU, e termina depois da leitura do BI do dia, com o toque de “ordem”.

§  1º  O expediente   é  interrompido  para  a   refeição do  almoço,  em  horário  fixado  nas
NGA/U, reiniciando logo após, também em horário estabelecido nas NGA/U.

§ 2º A formatura geral da unidade corresponde a um tempo de instrução.

§   3º   O   toque   de   “ordem”   é   executado,   por   ordem   do   Cmt   U,   somente   após   o


recebimento, pelo SCmt U, de todos os mapas diários do armamento emi dos pelos respec vos Cmt SU
e do mapa diário de munição e explosivo confeccionado pelo O Mun Expl Mnt Armt, e, quando for o
caso, por outros militares que possuam responsabilidade sobre os referidos materiais.

Art.   186.   Todos   os   oficiais   e   praças   prontos   para   o   serviço   permanecem   no   quartel
durante o expediente, de onde só podem afastar‐se:

I ‐ os oficiais, mediante permissão do Cmt U, que poderá delegá‐la ao SCmt; e

II ‐ as praças com autorização dos respec vos Cmt SU ou chefes de repar ção interna.

§ 1º Durante o expediente, oficiais e praças devem manter‐se com o uniforme previsto.

§ 2º Durante as horas de expediente, todos os militares devotam‐se, exclusivamente,
aoexercício de suas funções e aos misteres profissionais.

§ 3º A entrada e a permanência de civis no quartel, nos horários sem expediente, são
reguladas pelas NGA/U.

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§ 4º As praças, para fins de controle, devem dar ciência à SU a que pertencem de sua
ausência do quartel, mesmo quando autorizadas pelos chefes de repar ção interna em que trabalham.

CAPÍTULO III

DAS ESCALAS DE SERVIÇO

Art.   187.   A   escala   de   serviço   é   a   relação   do   pessoal   ou   das   frações   de   tropa   que
concorrem na execução de determinado serviço, tendo por finalidade principal a distribuição eqüita va
de todos os serviços de uma OM.

§ 1º Em cada unidade ou SU, as escalas respec vas são reunidas em um só documento,
devendo cada uma delas conter os esclarecimentos necessários rela vos à sua finalidade.

§   2º   Todas   as   escalas   são   rigorosamente   escrituradas   e   man das   em   dia   pelas


autoridades   responsáveis,   sendo   nelas   convenientemente   registrados   os   serviços   escalados   e
executados, bem como as alterações verificadas por ordem ou mo vo superior.

Art. 188. Serviço de escala é todo o serviço não atribuído permanentemente à mesma
pessoa,   ou   fração   de   tropa,   e   que   não   importe   em   delegação   pessoal   ou   escolha,   obedecendo   às
seguintes regras:

I   ‐   o   serviço   de   escala   externo   é   escalado   antes   do   interno   e,   em   cada   caso,   o


extraordinário antes do ordinário, tendo‐se bem em vista a perfeita eqüidade na distribuição;

II ‐ a designação para determinado serviço recai em quem, no mesmo serviço,  ver maior
folga;

III ‐ em igualdade de folga, designa‐se, primeiro, o de menor posto ou graduação, ou mais
moderno;

IV ‐ as folgas são contadas separadamente para cada serviço;

V ‐ sempre que possível, entre dois serviços de mesma natureza ou de natureza diferente,
observa‐se, para o mesmo indivíduo, no mínimo a folga de quarenta e oito horas;

VI  ‐   é   considerado   mais   folgado   o   úl mo   incluído   na   escala,   excetuados   os   casos   de


reinclusão na mesma, quando não haja decorrido, ainda, o prazo dentro do qual lhe houvesse tocado o
serviço;

VII ‐ a designação para o serviço ordinário é feita de véspera, levando‐se em conta as
alterações desse dia e, para o extraordinário, de acordo com a urgência requerida;

VIII   ‐   quando   qualquer   militar   ver   entrado   de   serviço   num   dia   em   que   não   haja
expediente, evitar‐se‐á, na medida do possível, que a sua imediata designação para o serviço recaia em
um desses dias, sendo que, para isto, podem ser organizadas escalas especiais, paralelas à comum;

IX ‐ a troca de serviço não altera as folgas da escala e, conseqüentemente, o critério da
designação;

X ‐ o militar somente pode ser escalado para qualquer serviço depois de apresentado
pronto, ressalvado o disposto no parágrafo único deste ar go;

XI ‐ para contagem de folga, o serviço individual é considerado como executado, desde

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que o designado o tenha iniciado e, rela vamente ao cole vo, desde que a tropa tenha entrado em


forma;

XII ‐ em caso de restabelecimento de um serviço, deve‐se levar em consideração, para
contagem das folgas, a escala anterior desse serviço;

XIII ‐ a designação para os serviços da unidade é publicada, de véspera, em BI e a das SU,
nos respec vos aditamentos; e

XIV ‐ durante o período de gravidez e até que a criança a nja a idade de seis meses, a
militar não concorre aos serviços de escala.

Parágrafo   único.   No   caso   de   movimentação,   após   apresentado   pronto   na   unidade,   o


militar   passa   a   concorrer   ao   serviço   de   escala   depois   de   cumprido   um   período   de   ambientação
determinado pelo Cmt U.

Art. 189. Ao serviço de escala concorrem:

I ‐ Fisc Dia – os capitães, tenentes e aspirantes‐a‐oficial e, a juízo do Cmt U, os adidos e os
excedentes, exceto os oficiais que es verem em função priva va de major ou de posto superior a este;

II ‐ Of Dia:

a) nos corpos de tropa – os tenentes e aspirantes‐a‐oficial prontos e, a juízo do Cmt U, os
adidos, os excedentes e os tenentes do QAO, exceto o encarregado do setor de aprovisionamento, os
oficiais do Serviço de Saúde e os que es verem em função priva va de capitão ou de posto superior a
este; e

b) nas demais OM – os tenentes e aspirantes‐a‐oficial prontos das Armas, dos Quadros e
dos   Serviços   e,   a   juízo   do   Cmt   U,   os   adidos   e   os   excedentes,   exceto   o   encarregado   do   setor   de
aprovisionamento e os oficiais que es verem em função priva va de capitão ou de posto superior a este;

III ‐ Med Dia – todos os médicos da unidade, inclusive o Med Ch;

IV ‐ Adj – todos os 1º Sgt prontos na unidade, exceto o sargento ajudante da unidade, e
mais os 2º Sgt que, a juízo do Cmt U, se tornem necessários;

V   ‐   Cmt   Gd   do   Quartel   e   Sgt   Dia   SU   –   todos   os   2º   e   3º   Sgt   prontos,   excluídos   os


designados para a escala de Adj;

VI ‐ cabos da guarda do quartel, da SU, das garagens, das cavalariças e de outras – todos
os cabos prontos;

VII ‐ serviço de ordens – todos os corneteiros ou clarins, aprendizes, ordenanças e outros
soldados habilitados para esse serviço;

VIII ‐ serviço de guarda – todos os soldados prontos; e

IX ‐ serviço‐de‐dia às enfermarias – os sargentos e cabos de saúde da FS e os cabos e
soldados da seção de veterinária.

§ 1º Quando o número de tenentes e aspirantes‐a‐oficial que concorrerem à escala de Of
Dia for inferior a três, o serviço será de Fisc Dia, o qual terá como auxiliar, normalmente, um subtenente.

§   2º   Da   escala   de   Aux   Fisc   Dia   par cipam   todos   os   subtenentes;   quando   a   unidade
possuir menos de três subtenentes, par cipam, também, os 1º Sgt, de modo que nunca figurem menos

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de três militares na escala.

§ 3º Nas escalas não citadas nos §§ 1º e 2º deste ar go, quando o número de praças
concorrentes for inferior a cinco, são chamadas praças de graduações inferiores às das que normalmente
concorrem ao serviço, até completar aquele número da respec va escala.

§ 4º Nas SU Cmdo, SU Sv, SU Cmdo Sv, SU Cmdo Ap e nas bases administra vas, quando
incorporadas,   as   praças   disponíveis   de   qualquer   QM   concorrem   às   escalas   do   serviço   interno,   sem
prejuízo do funcionamento das respec vas repar ções internas em que trabalham.

§ 5º As praças adidas podem concorrer às escalas respec vas, a critério do Cmt U.

§   6º   Para   os   serviços   constantes   dos   incisos   IV,   V,   VII   e   VIII   deste   ar go,   não   são
designadas, em princípio, as praças das seções de serviços, as quais concorrem aos serviços de escala das
respec vas seções, tais como motorista, eletricista, telefonista, cassineiro, cozinheiro etc, ‐de‐dia.

Art. 190. Os serviços de permanência a quartéis‐generais ou congêneres são regulados
pelas suas respec vas NGA, respeitado, no que for cabível, o previsto neste Regulamento.

Art. 191. Os médicos e os den stas das unidades podem concorrer às escalas de serviço
de‐dia ou de sobreaviso às OMS ou, quando for caso, ao posto médico da Gu, a critério e sob o controle
do Cmt Gu.

CAPÍTULO IV

DO SERVIÇO INTERNO

Art. 192. O serviço interno abrange todos os trabalhos necessários ao funcionamento da
unidade e compreende o serviço permanente e o serviço de escala.

§ 1º O serviço interno permanente é executado segundo determinações dos Cmt SU e
chefes das repar ções e das dependências internas, de acordo com os preceitos e as disposições deste e
de outros regulamentos.

§ 2º O serviço interno de escala compreende:

I ‐ Of Dia à unidade e seu Adj (ou Fisc Dia, Aux e Adj);

II ‐ Med Dia (a critério do Cmt U);

III ‐ guarda do quartel;

IV ‐ Sgt Dia SU;

V ‐ guarda das SU (alojamentos, garagens, cavalariças, canis, quando for o caso);

VI ‐ serviço‐de‐dia ao rancho (Sgt Dia, cozinheiro, cassineiro etc);

VII ‐ serviço‐de‐dia às enfermarias;

VIII ‐ telefonista‐de‐dia;

IX ‐ ordens; e

X ‐ serviços extraordinários (patrulhas, reforços, faxinas etc).

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§ 3º O serviço de escala interno tem a duração de vinte e quatro horas, de Parada a
Parada, salvo o de faxina que será contado por jornada completa, do início até o término do expediente.

Art. 193. Os serviços de que trata o art. 192 deste Regulamento são escalados:

I ‐ pelo SCmt U – os de Of Dia, Fisc Dia e Med Dia, bem como a SU ou subunidades
quefornecerão pessoal para os serviços diários e extraordinários;

II ‐ pelo S1 – os de Adjunto, Aux Fisc Dia (se for o caso), Cmt Gd e Cb Gd do quartel;

III ‐ pelos Cmt SU – o de Sgt Dia SU e os de guarda da SU, das garagens, das cavalariças e
dos canis (quando for o caso), bem como o pessoal para os diversos serviços determinados em BI; e

IV ‐ pelos chefes de seções e serviços – o serviço interno da repar ção.

Art. 194. Nas SU independentes, o serviço de escala é provido, em linhas gerais, como foi
previsto para a unidade no art. 193 deste Regulamento, com as modificações julgadas necessárias.

Parágrafo único. Nas SU independentes, somente há Of Dia e Adj quando a situação o
exigir, a juízo do Cmt; contudo, normalmente, há um Sgt Dia com os mesmos encargos atribuídos ao Of
Dia, no que for compa vel com a sua graduação.

Art. 195. O serviço de escala interno é atribuído, quando possível, à mesma fração de
tropa, em sua totalidade, excetuados o de Of Dia e o Adj (auxiliar, se for o caso), devendo este princípio
estender‐se às menores frações, de modo que os homens reunidos em um mesmo serviço tenham o
necessário entrosamento decorrente do convívio diário.

Art. 196. A fiscalização dos serviços de escala incumbe:

I ‐ ao SCmt U – o de Of Dia ou Fisc Dia, o de Adj (Aux Fisc Dia, se for o caso) e os serviços
extraordinários determinados pela unidade;

II   ‐   ao   Of   Dia   –   o   de   guarda   do   quartel,   o   de   ordem   respec vo   e,   na   ausência   das


autoridades competentes, todos os demais serviços de escala da unidade; e

III ‐ às demais autoridades, os serviços que lhes cabe escalar, salvo os determinados por
autoridade superior, à qual cabe a fiscalização.

Seção I

Do Oficial‐de‐Dia

Art. 197. O Of Dia é, fora do expediente, o representante do Cmt U e tem como principais
atribuições, além das previstas em outros regulamentos, as seguintes:

I ‐ assegurar, durante o seu serviço, o exato cumprimento de ordens da unidade e das
disposições regulamentares rela vas ao serviço diário;

II ‐ estar inteiramente familiarizado com os planos de segurança do aquartelamento, de
combate   a   incêndio,   de   chamada   e   os  sinais  de   alarme   correspondentes,   para   fins   de   execução   ou
treinamento;

III ‐ apresentar‐se ao:

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a) Cmt U:

1. à sua chegada ao início do expediente, com a guarda do quartel em forma, realizando o
mesmo por ocasião de sua saída, respeitado o previsto no R‐2 e as determinações daquela autoridade; e

2. quando este entrar no quartel após o toque de ordem;

b) SCmt U, assim que este chegue;

IV   ‐   verificar,   ao   assumir   o   serviço,   em   companhia   de   seu   antecessor,   respeitadas   as


restrições do § 2º deste ar go e as constantes das NGA/U, se todas as dependências do quartel estão em
ordem e assegurar‐se da presença de todos os presos e de dos nos lugares onde devam permanecer, e,
após estas providências, ambos apresentar‐se‐ão ao SCmt U;

V   ‐   conduzir,   pessoalmente,   após   a   rendição  da   Parada,  um   exercício   de   manejo   das
armas (preconizado nas instruções de  ro) a ser realizado por toda guarda do quartel que está entrando
de   serviço,   bem   como   a   recomendação   da   fiel   obediência   às   normas   de   segurança   para   o   uso   do
armamento, tudo como medida de prevenção de disparos acidentais, e o mesmo procedimento deve ser
adotado com o pessoal de reforço que assume o serviço ao final do expediente;

VI ‐ supervisionar, auxiliado pelo seu Adj, a confecção pelo Cmt Gd do roteiro do pessoal
de serviço, documento este de conhecimento restrito ao Of Dia, Adj Of Dia, Cmt Gd e Cb Gd, evitando
que os soldados da guarda ocupem o mesmo posto de sen nela durante todo o serviço;

VII   ‐   par cipar   ao   SCmt   U   todas   as   ocorrências   extraordinárias   havidas   fora   do


expediente,   mencionando‐as,   ainda,   na   parte   diária,   e,   na   recepção   ao   Cmt   U,   deve   prestar‐lhe   as
mesmas informações, sem que isso o dispense de fazê‐lo ao SCmt U;

VIII ‐ providenciar para que sejam executados, a tempo, os toques regulamentares, de
modo que todas as formaturas ou demais atos que exijam toques se realizem no momento oportuno;

IX ‐ receber qualquer autoridade civil ou militar de categoria igual ou superior à do Cmt U
e acompanhá‐la à presença deste ou do oficial de maior posto que se achar no quartel;

X ‐ ter sob sua responsabilidade os objetos existentes nas dependências priva vas do Of
Dia e de oficiais presos;

XI   ‐   estar   ciente   da   entrada,   permanência   e   saída   de   quaisquer   pessoas   estranhas   à


unidade;

XII   ‐   providenciar   alojamento   e   alimentação   para   as   praças   apresentadas   à   unidade


depois de encerrado o expediente e fazê‐las encostar à SU designada para tal;

XIII ‐ assinar as baixas extraordinárias ocorridas depois do expediente, quando não se
achar no quartel o Cmt SU interessada ou seu subs tuto;

XIV ‐ inspecionar, freqüentemente, respeitadas as restrições do § 2º deste ar go e as
constantes das NGA/U, as dependências do quartel, verificando se estão sendo regularmente cumpridas
as ordens em vigor e tomando as providências que não exijam a intervenção de autoridade superior;

XV ‐ dar conhecimento imediato ao SCmt U, ou ao Cmt U quando não possa fazê‐lo ao
primeiro, de todas as ocorrências que exigirem pronta intervenção do comando;

XVI ‐ fazer recolher aos lugares competentes os presos e de dos e pô‐los em liberdade,
quando para isso esteja autorizado;

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XVII ‐ não consen r que praças presas conservem em seu poder objetos que possam
provocar lesão corporal ou danificar as prisões;

XVIII ‐ conservar em seu poder, durante a noite e a par r das vinte e uma horas, as chaves
das prisões e de todas as entradas do quartel, menos a do portão principal, que permanece com o Cmt
Gd;

XIX ‐ passar ou fazer passar pelo Adj, quando não possa fazê‐lo pessoalmente, as revistas
regulamentares, limitando‐se a receber do Cmt SU a relação das faltas, quando este desejar passar a
revista à sua tropa, tudo fazendo constar da parte diária;

XX ‐ em casos extraordinários, determinar às SU, na ausência dos respec vos Cmt ou de
autoridade   superior   da   unidade,   a   apresentação   de   praças   para   o   serviço   urgente   não   previsto   nas
ordens do comando;

XXI ‐ providenciar, nas mesmas condições do inciso XX deste ar go, a subs tuição de


praças que não compareçam ao serviço, adoeçam ou se ausentem;

XXII ‐ atender com presteza, na ausência do Cmt U ou do SCmt U, às determinações de
autoridade   que   tenha   ação   de   comando   sobre   a   unidade,   empregando   todos   os   meios   para   dar
conhecimento de tais determinações àquelas autoridades, no mais curto prazo possível, devendo estas
ordens serem objeto de auten cação;

XXIII ‐ impedir, salvo mo vo de instrução ou serviço normal, a saída de qualquer fração de
tropa   armada   sem   autorização   prévia   do   comando   da   unidade,   a   menos   que,   por   circunstâncias
especiais, uma autoridade nas condições previstas no inciso XXII deste ar go o determine diretamente,
procedendo, então, como está regulado naquele inciso;

XXIV ‐ impedir a saída de animais, viaturas ou outro material sem ordem de autoridade
competente, salvo nos casos de instrução ou serviço normal, fazendo constar da parte diária as saídas
extraordinárias, assim como o regresso, mencionando as horas;

XXV ‐ permanecer no quartel durante as horas determinadas neste Regulamento, pronto
e uniformizado para atender a qualquer eventualidade;

XXVI ‐ rubricar todos os documentos regulamentares rela vos ao seu serviço;

XXVII   ‐   fazer   registrar   pelo   Adj   e   assinar,   no   respec vo   livro   de   partes,   todas   as
ocorrências havidas no serviço, inclusive saída ou entrada de tropa por mo vo que não seja de instrução
ou de serviço normal;

XXVIII ‐ estar presente, do início ao término da distribuição e do consumo de todas as
refeições dos cabos e soldados, para mandar executar os toques regulamentares, verificar a disciplina no
refeitório e tomar outras providências que se fizerem necessárias;

XXIX ‐ nos dias sem expediente, e na ausência do Fisc Adm, do médico, do encarregado
do setor de aprovisionamento ou do veterinário, examinar as rações preparadas, os víveres, a carne
verde e a forragem;

XXX ‐ impedir a abertura de qualquer dependência fora das horas de expediente, sem ser
pelo respec vo chefe ou mediante ordem escrita deste, com declaração do mo vo;

XXXI ‐ transmi r ao Cmt Gd do quartel as ordens e instruções par culares do Cmt U


rela vas   ao   serviço,   acrescidas   das   instruções   pormenorizadas   que   julgue   oportunas,   e   fiscalizar,
freqüentemente,   a   execução   do   serviço,   verificando   se   estão   sendo   observadas   as   disposições

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regulamentares e cumpridas as ordens e instruções dadas;

XXXII ‐ assis r ao recebimento de todo o material que entre no quartel fora das horas de
expediente, fazendo constar da parte diária, e, a qualquer hora, à distribuição de víveres e forragem;

XXXIII   ‐   fiscalizar   para   que,   logo   após   o   término   do   expediente,   todas   as   chaves   das
dependências do quartel (gabinetes, reservas, depósitos, paiol etc) estejam no claviculário da unidade,
exigindo, em seguida, que a chave deste lhe seja entregue pelo seu Adj;

XXXIV   ‐   no   caso   de   abertura   de   reserva   para   entrega   de   armamento   do   pessoal   de


serviço,   nos   horários   sem   expediente   e   ausente   o   Cmt   SU,   supervisionar,   auxiliado   pelo   seu   Adj   e
acompanhado do respec vo Sgt Dia SU,  a  distribuição e o recolhimento, pelos armeiros, de todo o
armamento u lizado, bem como a abertura e o fechamento da reserva;

XXXV   ‐   somente   permi r   a   entrada   de   civil   no   quartel   depois   de   inteirado   de   sua


iden dade,   mo vo   de   sua   presença   e   do   conhecimento   da   pessoa   com   quem   deseja   entender‐se,
mesmo assim, devidamente acompanhado, quando julgar essa medida necessária;

XXXVI ‐ fiscalizar, auxiliado pelo seu Adj, a limpeza das dependências do quartel a cargo
do cabo da faxina; e

XXXVII ‐ autorizar a saída de praças, após a revista do recolher, exceto das relacionadas no
pernoite.

§ 1º O Of Dia somente pode retardar as apresentações previstas no inciso III deste ar go,
em conseqüência de trabalho urgente, no qual seja indispensável a sua presença, sendo que, nesse caso,
apresentar‐se‐á imediatamente após cessar o impedimento, declarando os mo vos do retardo.

§   2º   Quando   não   es ver   presente   o   oficial   responsável   por   qualquer   repar ção   ou
dependência da unidade, o Of Dia, como representante do Cmt U, tem autoridade para intervir nesse
local, sempre que se tornar necessária a repressão de irregularidades que afetem a ordem, segurança,
higiene ou disciplina.

§ 3º Quando es ver presente o oficial responsável direto por qualquer repar ção ou


dependência da unidade, ou o oficial seu subs tuto eventual, a intervenção do Of Dia ocorrerá somente
quando solicitada.

Art. 198. O Of Dia ministra a instrução da qual es ver encarregado em sua SU ou na
unidade, quando esta não exija seu afastamento do quartel, cabendo‐lhe avisar ao seu Adj e ao Cmt Gd o
local preciso em que a qualquer momento pode ser encontrado.

Art. 199. Quando julgar necessário, o Cmt U pode mandar escalar oficiais auxiliares do Of
Dia, com atribuições prescritas de acordo com a situação par cular que  ver aconselhado esta medida.

Art. 200. Quando o serviço for o de Fisc Dia, este tem todas as atribuições do Of Dia
durante   a   sua   permanência   no   quartel,   passando‐as   ao   auxiliar   durante   sua   ausência,   apenas   se
tornando responsável, daí em diante, pelos fatos para cuja solução for solicitado pelo auxiliar.

Parágrafo   único.   Quando   nas   funções   de   Fisc   Dia,   o   oficial   pode   pernoitar   em   sua
residência, devendo, entretanto, assis r à revista do recolher e à primeira refeição das praças no dia
seguinte,   salvo   quando   exis r   oficial   preso   ou   de do   ou   ordem   especial   do   Cmt   U,   casos   em   que
pernoitará no quartel.

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Seção II

Do Médico‐de‐Dia

Art. 201. Ao Med Dia incumbe, além das suas atribuições normais, o seguinte:

I  ‐  permanecer  no  quartel,   depois  de  encerrado  o   expediente  da  unidade,  quando  o


serviço assim o exigir, ou por mo vo de força maior, a critério do Cmt U;

II ‐ prestar os socorros médicos de urgência aos militares da unidade;

III ‐ atender aos casos urgentes, fora das horas de expediente;

IV ‐ providenciar a assistência indispensável, exigida pelos doentes em estado grave, seja
no quartel, seja durante o seu transporte para o hospital;

V ‐ verificar as dietas des nadas aos doentes, antes de sua distribuição;

VI ‐ percorrer as dependências da FS, especialmente as enfermarias, verificando o estado
de asseio e a ordem, assim como a conduta do pessoal de serviço na FS;

VII ‐ fiscalizar a aplicação dos medicamentos e cura vos pelos enfermeiros, orientando‐os
quando necessário, nesse mister;

VIII ‐ baixar à enfermaria ou outra instalação de saúde as praças que adoecerem fora do
horário de expediente;

IX   ‐   passar   pelo   menos   uma   revista,   à   noite,   na   enfermaria,   quando   houver   doentes
graves;

X ‐ transmi r, em parte, ao SCmt U, por intermédio do Med Ch, as ocorrências verificadas
durante o serviço; e

XI ‐ realizar o controle de todos os militares em LTSP e, conforme parecer da JIS, realizar o
acompanhamento daqueles que necessitam de trabalhos de fisioterapia ou atendimento hospitalar.

Art. 202. O nome, a residência, o telefone e todos os informes necessários sobre o Med
Dia devem estar na enfermaria, em lugar bem visível, bem como seu des no eventual, se for o caso.

Seção III

Do Auxiliar do Fiscal‐de‐Dia

Art. 203. O Aux Fisc Dia responde pelas funções do Fisc Dia no período em que este
es ver afastado da unidade.

Art. 204. A existência da escala de Aux Fisc Dia não elimina a escala de Adj.

Seção IV

Do Adjunto

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Art. 205. O Sgt Adj é o auxiliar imediato do Of Dia, incumbindo‐lhe:

I ‐ apresentar‐se ao Of Dia após receber o serviço, executar e fazer executar todas as suas
determinações;

II ‐ transmi r as ordens que dele receber e inteirá‐lo da execução;

III ‐ secundá‐lo, por inicia va própria, na fiscalização da execução das ordens em vigor
rela vas ao serviço;

IV ‐ responder, perante o Of Dia, pela perfeita execução da limpeza do quartel a cargo do
cabo da faxina;

V ‐ par cipar ao Of Dia todas as ocorrências que verificar e as providências que a respeito
tenha tomado;

VI ‐ acompanhar o Of Dia nas suas visitas às dependências do quartel, salvo quando
dispensado por ele ou na execução de outro serviço;

VII ‐ passar revista às SU, quando determinado pelo Of Dia;

VIII ‐ organizar e escriturar os papéis rela vos ao serviço, de modo que, uma hora depois
da Parada, no máximo, estejam concluídos e à disposição do SCmt U;

IX ‐ dividir os quartos de ronda noturna entre si e os Sgt Dia SU;

X ‐ dividir a ronda noturna da guarda entre o seu comandante e o Cb Gd;

XI   ‐   secundar   o   Of   Dia   na   verificação   do   roteiro   do   pessoal   de   serviço   da   guarda,


confeccionado pelo Cmt Gd;

XII ‐ fiscalizar os serviços das SU, na ausência dos respec vos Cmt ou de seus subs tutos


eventuais;

XIII ‐ receber, dos Sgt Dia SU, todas as praças da unidade que devam ser recolhidas presas
e apresentá‐las ao Of Dia para o conveniente des no;

XIV ‐ providenciar para que as chaves de todas as dependências do quartel (gabinetes,
reservas,   depósitos,   paiol   etc)   estejam   colocadas   no   claviculário   da   unidade,   logo   após   o   toque   de
ordem, informando pessoalmente ao Of Dia qualquer falta e entregando‐lhe a respec va chave;

XV ‐ no caso de abertura de reserva para entrega de armamento do pessoal de serviço,
nos horários sem expediente e ausente o Cmt SU, auxiliar o Of Dia na fiscalização, acompanhados do
respec vo   Sgt   Dia   SU,   da   distribuição   e   do   recolhimento,   pelos   armeiros,   de   todo   o   armamento
u lizado,bem como da abertura e do fechamento da reserva; e

XVI ‐ responder pelo Of Dia em seus impedimentos eventuais.

Art.   206.   Quando   o   Adj   responder   eventualmente   pelo   Of   Dia,   par cipar‐lhe‐á   as
ocorrências  havidas   durante   o   seu   impedimento,   mesmo   que   já   as   tenha   comunicado   à   autoridade
superior ou haja providenciado a respeito.

Seção V

Do Sargento‐de‐Dia à Subunidade

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Portaria nº 816-Cmt Ex, de 19 dezembro de 2003. [Link]

Art. 207. O Sgt Dia SU é o auxiliar do Of Dia no que se referir ao serviço em sua SU e, de
conformidade com as determinações desse oficial, incumbe‐lhe:

I ‐ apresentar‐se ao Cmt SU, ao Of Dia e ao Adj, ao entrar e sair de serviço e após a leitura
do BI;

II ‐ informar ao Of Dia a existência de ordens especiais rela vas à sua SU que interessem
ao serviço;

III ‐ solicitar do Of Dia, na ausência do Cmt SU, qualquer providência de caráter urgente;

IV ‐ auxiliar o Of Dia e o Adj em tudo o que diga respeito à boa execução dos respec vos
serviços, providenciando, par cularmente, para que o armeiro da SU esteja na reserva à hora prevista
para a distribuição e o recolhimento do armamento do pessoal de serviço;

V ‐ registrar no livro de partes diárias da SU todas as ocorrências havidas no seu serviço;

VI ‐ fiscalizar o serviço de guarda da SU;

VII ‐ cumprir e fazer cumprir todas as ordens gerais e par culares referentes ao serviço na
SU;

VIII ‐ manter a ordem, o asseio e a disciplina na SU;

IX ‐ responder pelo Sgte, na ausência deste;

X ‐ cumprir as determinações do Of Dia rela vas à sua SU ou ao serviço da unidade;

XI ‐ par cipar, com a urgência necessária, ao Cmt SU, aos oficiais, ao subtenente e ao
Sgte, as ordens extraordinárias que receba e que sejam de interesse imediato desses militares ou da SU;

XII ‐ par cipar ao Cmt SU, com urgência, as ocorrências verificadas durante o serviço e
que exijam seu imediato conhecimento, independente das providências tomadas a respeito;

XIII ‐ pôr em forma a SU para as formaturas e revistas;

XIV   ‐   conduzir,   em   forma,   os   cabos   e   soldados   da   SU   para   o   rancho,   cumprindo   os


seguintes procedimentos:

a) exigir que as praças se apresentem corretamente fardadas;

b) apresentar ao encarregado do setor de aprovisionamento a relação das praças que, por
mo vo de serviço, não compareçam à hora regulamentar; e

c)   permanecer   no   rancho   até   o   final   da   refeição,   verificando   os   aspectos   rela vos   à


higiene e à disciplina das praças da SU;

XV ‐ apresentar ao Adj as praças da SU que devam ser recolhidas presas;

XVI ‐ zelar para que as praças de das da SU permaneçam nos lugares determinados;

XVII ‐ subs tuir o Sgte nos feriados, sábados e domingos, nas atribuições deste rela vas à


Parada; e

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XVIII ‐ no caso de abertura da reserva de armamento da SU, nos horários sem expediente,
para   entrega   de   armamento   do   pessoal   de   serviço,   assis r   à   distribuição   e   ao   recolhimento,   pelo
armeiro, de todo o armamento u lizado, bem como à abertura e ao fechamento da reserva.

§ 1º Quando no quartel se encontrar apenas uma SU da unidade, as funções de Adj Of
Dia e de Sgt Dia SU são acumuladas pelo mesmo militar.

§ 2º O serviço de Sgt Dia SU, quanto às ligações externas, começa normalmente depois da
leitura do BI, salvo nos dias em que, por qualquer circunstância, não se achem presentes os oficiais, o
subtenente ou o Sgte SU, caso em que seguirá a regra geral para os serviços diários.

§ 3º Ordinariamente, antes da leitura do BI, o Sgt Dia SU entende‐se apenas com as
autoridades de sua SU.

Art. 208. Nas unidades em que os animais se achem distribuídos às SU, o Sgt Dia tem
mais os seguintes encargos:

I   ‐   verificar   a   limpeza   e   outros   cuidados   com   os   animais,   bem   como   zelar   pela
conservação das cavalariças ou do canil, de acordo com as regras estabelecidas e ordens recebidas;

II   ‐   receber   a   forragem   des nada   à   alimentação   dos   animais   da   SU   e   assis r   à


suadistribuição, bem como a da água, tudo de acordo com as ordens em vigor;

III ‐ acompanhar o Cmt SU, o Of Dia, o veterinário ou outra autoridade nas revistas às
cavalariças ou ao canil, prestando‐lhes as informações pedidas;

IV ‐ inspecionar, com freqüência, as cavalariças, tanto de dia como de noite, verificando
se tudo corre normalmente, corrigindo as irregularidades que encontre e pedindo providências para as
que escapem à sua alçada;

V ‐ anotar os animais que se desferrarem e os que o veterinário considerar sem condições
de prestar serviço, registrando os respec vos números no quadro de avisos da SU para conhecimento
dos interessados e providências decorrentes;

VI   ‐   apresentar,   diariamente,   à   enfermaria   veterinária,   os   animais   que   precisarem   de


cura vos ou tratamento, bem como ao veterinário, o caderno de registro da SU, para as alterações
necessárias;

VII   ‐   impedir   que   qualquer   animal   da   SU   seja   re rado   das   baias   ou   do   canil   sem   a
autorização necessária, bem como anotar as quan dades de forragem recebidas do seu antecessor e
passadas ao seu sucessor; e

VIII   ‐   examinar,   minuciosamente,   os   animais   que   saírem   ou   regressarem,   a   fim   de


inteirarse, de imediato, das irregularidades ocorridas e par cipá‐las à autoridade competente para as
devidas providências.

Art.   209.   Nas   unidades,   cujas   SU   disponham   de   viaturas,   o   Sgt   Dia   tem,   ainda,   os
seguintes encargos:

I ‐ verificar limpeza, arrumação e segurança da garagem, das oficinas e dos depósitos, em
especial os que contenham inflamáveis;

II ‐ acompanhar o Cmt SU, o Of Dia, o O Mnt Vtr ou outra autoridade, nas revistas às
dependências mencionadas, prestando‐lhes as informações pedidas;

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Portaria nº 816-Cmt Ex, de 19 dezembro de 2003. [Link]

III ‐ somente permi r a saída de viaturas quando devidamente autorizada, verificando se
o motorista cumpre todas as normas prescritas;

IV   ‐   anotar   as   viaturas   que   sofrerem   panes   ou   acidentes,   par cipando   as   alterações


verbalmente ao Cmt SU e registrando‐as no livro de partes;

V ‐ inspecionar, com freqüência, as dependências relacionadas no inciso I deste ar go,
verificando   se   tudo   corre   normalmente,   corrigindo   eventuais   irregularidades   ou   solicitando   as
providências que o caso indicar;

VI ‐ examinar as viaturas na saída e no regresso, transcrevendo no livro de partes:

a) o reabastecimento;

b) a leitura do odômetro;

c) a natureza do serviço prestado e quem o autorizou; e

d) as observações que julgar oportunas;

VII   ‐   anotar   e   transcrever   no   livro   de   partes   as   quan dades   de   lubrificantes   e


combus veis que recebeu de seu antecessor, as que foram consumidas e as que passou para o seu
sucessor.

Seção VI

Da Guarda do Quartel

Art.   210.   A   guarda   do   quartel   é   normalmente   comandada   por   um   2º   ou   3º   Sgt   e


cons tuída dos cabos e soldados necessários ao serviço de sen nelas.

§ 1º Excepcionalmente, a guarda do quartel pode ser comandada por oficial, neste caso, é
acrescida de um corneteiro ou clarim, passando o sargento às funções de auxiliar do Cmt Gd.

§ 2º Todo o pessoal da guarda deve manter‐se corretamente uniformizado, equipado e
armado   durante   o   serviço,   pronto   para   entrar   rapidamente   em   forma   e   atender   a   qualquer
eventualidade.

§ 3º Observado o previsto no § 5º deste ar go, um rodízio de descanso entre os homens
menos   folgados   pode   funcionar   no   decorrer   de   todo   o   serviço,   sob   o   controle   do   Cmt   Gd,   com   a
finalidade de permi r que os soldados estejam descansados, vigilantes e alertas durante a permanência
nos postos de sen nela, par cularmente no período noturno.

§ 4º O período de descanso de que trata o § 3º deste ar go é gozado no alojamento da
guarda, de onde os homens somente se afastam mediante ordem ou com autorização do Cmt Gd, sendo
autorizado que os soldados afrouxem o equipamento e durmam.

§ 5º Um efe vo aproximado de um terço da guarda do quartel deve estar acordado e
reunido, como força de reação, inclusive à noite, para atender a situações de emergência na defesa do
quartel.

§ 6º As condições do rodízio tratado nos §§ 3º e 4º deste ar go devem estar reguladas de
forma pormenorizada nas NGA/U.

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Art. 211. A guarda do quartel tem por principais finalidades:

I ‐ manter a segurança do quartel;

II ‐ manter os presos e de dos nos locais determinados, não permi ndo que os primeiros


saiam das prisões, nem os úl mos do quartel, salvo mediante ordem de autoridade competente;

III ‐ impedir a saída de praças que não estejam convenientemente fardadas, somente
permi ndo a sua saída em trajes civis quando portadoras de competente autorização e, neste caso,
convenientemente trajadas;

IV   ‐   somente   permi r   a   saída   de   praças,   durante   o   expediente   e   nas   situações


extraordinárias, mediante ordem ou licença especial e apenas pelos locais estabelecidos;

V ‐ não permi r a entrada de bebidas alcoólicas, inflamáveis, explosivos e outros ar gos


proibidos pelo Cmt U, exceto os que cons tuírem suprimento para a unidade;

VI ‐ não permi r aglomerações nas proximidades das prisões nem nas imediações do
corpo da guarda e dos postos de serviço;

VII   ‐   impedir   a   saída   de   animais,   viaturas   ou   material   sem   ordem   da   autoridade


competente, bem como exigir o cumprimento das prescrições rela vas à saída de viaturas;

VIII ‐ impedir a entrada de força não pertencente à unidade, sem conhecimento e ordem
do Of Dia, devendo, à noite, reconhecer à distância aquela que se aproximar do quartel;

IX ‐ impedir que os presos se comuniquem com outras praças da unidade ou pessoas
estranhas, sem autorização do Of Dia;

X ‐ dar conhecimento imediato ao Of Dia sobre a entrada, no aquartelamento, de oficial
estranho à unidade;

XI ‐ levar à presença do Adj as praças de outras OM que pretendam entrar no quartel;

XII ‐ impedir a entrada de civis estranhos ao serviço da unidade sem prévio conhecimento
e autorização do Of Dia;

XIII   ‐   apenas   permi r   a   entrada   de   civis,   empregados   na   unidade,   mediante   a


apresentação do cartão de iden dade em vigor, fornecido pelo SCmt U;

XIV ‐ só permi r a entrada de qualquer viatura à noite, depois de reconhecida à distância,
quando necessário;

XV ‐ fornecer escolta para os presos que devam ser acompanhados no interior do quartel;

XVI ‐ relacionar as praças da unidade que se recolherem ao quartel depois de fechado o
portão principal;

XVII   ‐   permi r   a   saída   das   praças,   após   a   revista   do   recolher,   somente   das   que
estejamautorizadas pelo Of Dia; e

XVIII ‐ prestar as con nências regulamentares.

Parágrafo único. Na execução dos serviços que lhes cabem, as guardas são regidas pelas
disposições regulamentares vigentes rela vas ao assunto e instruções especiais do Cmt U.

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Portaria nº 816-Cmt Ex, de 19 dezembro de 2003. [Link]

Art. 212. No corpo da guarda é proibida a permanência de civis ou de praças estranhas à
guarda do quartel.

Art. 213. No corpo da guarda devem ser afixados quadros contendo relações de material
carga distribuído, os deveres gerais do pessoal da guarda e as ordens par culares do Cmt U.

Art. 214. Os postos de sen nela, especialmente o da sen nela das armas e os das prisões,


são ligados ao corpo da guarda por meio de campainha elétrica ou outros meios de comunicação.

Seção VII

Do Comandante da Guarda

Art. 215. O Cmt Gd é o responsável pela execução de todas as ordens referentes ao
serviço da guarda e é subordinado, para esse efeito, diretamente ao Of Dia.

Art. 216. Ao Cmt Gd incumbe:

I ‐ formar a guarda:

a) rapidamente, ao sinal de alarme dado pelas sen nelas, reconhecendo imediatamente
o mo vo e agindo por inicia va própria, se for o caso; e

b) à chegada e à saída do Cmt U, prestando‐lhe as honras militares, respeitado o prescrito
no R‐2 e as determinações daquela autoridade;

II ‐ responder perante o Of Dia pelos asseio, ordem e disciplina no corpo da guarda;

III ‐ conferir, ao assumir o serviço, o material distribuído ao corpo da guarda e constante
do quadro nele afixado, dando parte, imediatamente, ao Of Dia das faltas e dos estragos verificados;

IV ‐ cumprir e fazer cumprir, por todas as praças da guarda, os deveres correspondentes;

V ‐ velar pela fiel execução do serviço, de conformidade com as ordens e instruções em
vigor;

VI ‐ confeccionar o roteiro do pessoal de serviço da guarda, sob a supervisão do Of Dia e
seu Adj;

VII ‐ organizar e controlar o rodízio de descanso dos soldados da guarda;

VIII ‐ verificar, ao assumir o serviço, se todas as praças presas encontram‐se nos lugares
determinados;

IX ‐ examinar, cuidadosamente, as condições de segurança das prisões, em especial o
tocante aos presos condenados ou sujeitos a processo no foro militar ou civil;

X   ‐   dar   conhecimento   às   praças   da   guarda   das   ordens   e   disposições   regulamentares


rela vas ao serviço e, especialmente, das ordens e instruções par culares a cada posto, relembrando‐
lhes as normas de segurança;

XI ‐ passar em revista o pessoal da guarda, constantemente;

XII   ‐  somente   abrir  as  prisões,  durante  o   dia,   mediante   ordem   do   Of  Dia   e,   à   noite,
somente com a presença deste;

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XIII ‐ quando abrir as prisões, formar a guarda em torno dos respec vos portões;

XIV ‐ exigir dos presos compostura compa vel com a finalidade moral da punição, não
permi ndo diversões cole vas ou individuais ruidosas;

XV ‐ passar em revista, tanto a guarda como os presos, na mesma hora em que esta é
passada nas SU, sem prejuízo de outras que julgue conveniente;

XVI ‐ verificar,  freqüentemente,  se as sen nelas têm pleno conhecimento das ordens


par culares rela vas aos seus postos;

XVII ‐ fechar os portões do quartel às dezoito horas, ou em horário determinado pelo Cmt
U, deixando aberta, apenas, a passagem individual do portão principal;

XVIII ‐ conservar em seu poder, durante o dia, as chaves das prisões e das diferentes
entradas do quartel, entregando‐as ao Of Dia às vinte e uma horas, com exceção das chaves do portão
principal;

XIX ‐ dar imediato conhecimento ao Of Dia de qualquer ocorrência extraordinária havida
na guarda, mesmo que tenha providenciado a respeito;

XX ‐ entregar ao Of Dia, logo depois de subs tuído no serviço, a parte da guarda, nela
fazendo   constar   a   relação   nominal   das   praças   da   guarda,   os   roteiros   das   sen nelas   e   rondas,   as
ocorrências havidas durante o serviço e a situação do material do corpo da guarda;

XXI ‐ anexar à parte da guarda uma relação:

a) das praças que entraram no quartel após a revista do recolher, mencionando a hora de
entrada; e

b)   das   saídas   e   entradas   de   viaturas   civis   ou   militares,   indicando   o   horário   em   que


ocorreram, bem como os respec vos mo vos;

XXII   ‐   levar   ao   conhecimento   do   Of   Dia   a   presença,   no   quartel,   de   qualquer   militar


estranho à unidade, bem como a dos oficiais e praças da própria unidade que, aí não residindo, nela
entrarem depois do toque de silêncio ou de encerramento do expediente;

XXIII ‐ estar a par da entrada, permanência e saída de quaisquer pessoas estranhas à
unidade, cien ficando o Adj e o Of Dia a respeito;

XXIV ‐ somente permi r que as praças saiam do quartel nos horários previstos ou quando
munidas de competente autorização, verificando se estão corretamente fardadas;

XXV ‐ só permi r que as praças saiam do quartel em trajes civis, quando autorizadas e
bem trajadas;

XXVI ‐ revistar as viaturas estranhas, militares e civis, à entrada e à saída do quartel; e

XXVII ‐ somente afastar‐se do corpo da guarda autorizado pelo Of Dia ou por mo vo de
serviço, coordenando, nesses casos, as ações com o Cb Gd.

Seção VIII

Do Cabo da Guarda

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Portaria nº 816-Cmt Ex, de 19 dezembro de 2003. [Link]

Art. 217.  O Cb Gd é  o auxiliar  imediato do Cmt Gd,  cujas ordens deve cumprir com


presteza e exa dão, sendo, ainda o seu subs tuto eventual em impedimentos momentâneos, quando se
tratar de Sgt, incumbindo‐lhe:

I ‐ empenhar‐se para que nenhuma falha ocorra no serviço, corrigindo imediatamente as
que verificar e solicitando a intervenção do Cmt Gd, quando necessário;

II ‐ dar ciência ao Cmt Gd de todas as ocorrências que chegarem ao seu conhecimento e
interessarem ao serviço;

III ‐ com relação às praças:

a) que devam render os quartos de sen nelas:

1. verificar se todas estão com suas armas travadas, alimentadas e não carregadas;

2. conduzi‐las para a rendição dos postos; e

3. fazê‐las verificar o perfeito funcionamento da campainha elétrica, do telefone ou de
outro meio de comunicação que ligar o posto ao corpo da guarda;

b) subs tuídas nos postos de sen nelas:

1. exigir delas a transmissão clara e fiel das ordens recebidas;

2. verificar se todas estão com suas armas travadas, alimentadas e não carregadas;

3. conduzi‐las para o corpo da guarda; e

4. no corpo da guarda, verificar se todas estão com suas armas travadas, não carregadas e
sem o carregador;

IV ‐ secundar o Cmt Gd, se sargento, na vigilância de tudo o que se relacionar com o
serviço, por inicia va própria ou por determinação daquele;

V   ‐   atender,   com   a   máxima   presteza,   ao   chamado   das   sen nelas   e   dirigir‐se   aos
respec vos postos logo que tenha conhecimento de alguma anormalidade;

VI ‐ fazer afastar previamente, para transmissão das ordens par culares às sen nelas nos


respec vos postos, todas as pessoas estranhas ao serviço;

VII ‐ não se afastar do corpo da guarda sem ordem ou licença do Cmt Gd, salvo por
mo vo de serviço, deixando, nesse caso, um soldado como seu subs tuto eventual;

VIII ‐ assegurar‐se, constantemente,  de  que as sen nelas estejam bem inteiradas das


ordens de serviço recebidas, par cularmente das normas de segurança;

IX   ‐   conduzir   ao   rancho,   ao   toque   respec vo,   as   praças   da   guarda,   deixando,


aproximadamente, um terço do seu efe vo no corpo da guarda, como força de reação, para atender a
situações de emergência na defesa do quartel;

X ‐ reconhecer pessoas, viaturas ou forças que pretendam entrar no quartel, verificando
os respec vos mo vos;

XI ‐ anotar, ou fazer anotar, todas as praças que se recolham ao quartel após a revista do
recolher; e

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XII ‐ auxiliar o Cmt Gd no controle do rodízio de descanso dos soldados da guarda.

Art. 218. Quando houver mais de um Cb Gd, o serviço é distribuído conforme as NGA/U.

Seção IX

Dos Soldados da Guarda e das Sen nelas

Art. 219. Os soldados da guarda des nam‐se ao serviço de sen nela, incumbindo‐lhes a


observância de todas as ordens rela vas ao serviço.

Art. 220. A sen nela é, por todos os  tulos, respeitável e inviolável, sendo, por lei, punido


com   severidade   quem   atentar   contra   a   sua   autoridade;   por   isso   e   pela   responsabilidade   que   lhe
incumbe, o soldado inves do de tão nobre função portar‐se‐á com zelo, serenidade e energia, próprios à
autoridade que lhe foi atribuída.

Art. 221. Incumbe, par cularmente, à sen nela:

I ‐ estar alerta e vigilante, em condições de bem cumprir a sua missão;

II ‐ não abandonar sua arma e mantê‐la pronta para ser empregada, alimentada, fechada
e travada, e de acordo com as ordens par culares que tenha recebido;

III ‐ não conversar nem fumar durante a permanência no posto de sen nela;

IV ‐ evitar explicações e esclarecimentos a pessoas estranhas ao serviço, chamando, para
isso, o Cb Gd, quando se tornar necessário;

V ‐ não admi r qualquer pessoa estranha ou em a tude suspeita nas proximidades de


seu posto;

VI ‐ não consen r que praças ou civis saiam do quartel portando quaisquer embrulhos,
sem permissão do Cb Gd ou do Cmt Gd;

VII ‐ guardar sigilo sobre as ordens par culares recebidas;

VIII   ‐   fazer   parar   qualquer   pessoa,   força   ou   viatura   que   pretenda   entrar   no   quartel,
especialmente à noite, e chamar o militar encarregado da necessária iden ficação;

IX ‐ prestar as con nências regulamentares;

X ‐ encaminhar ao Cb Gd os civis que desejarem entrar no quartel; e

XI ‐ dar sinal de alarme:

a) toda vez que notar reunião de elementos suspeitos na circunvizinhança do seu posto;

b) quando qualquer elemento insis r em penetrar no quartel antes de ser iden ficado;

c) na tenta va de arrombamento de prisão ou fuga de presos;

d) na ameaça de desrespeito à sua autoridade e às ordens rela vas ao seu posto;

e) ao verificar qualquer anormalidade de caráter alarmante; ou

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f) por ordem do Cb Gd, do Cmt Gd ou do Of Dia.

§ 1º Em situação que exija maior segurança da sen nela para o cabal desempenho de sua
missão, incumbe‐lhe, especialmente à noite, e de conformidade com as instruções e ordens par culares
recebidas, além das prescrições normais estabelecidas, as seguintes:

I ‐ fazer passar ao largo de seu posto os transeuntes e veículos;

II ‐ dar sinal de aproximação de qualquer força, logo que a perceba; e

III ‐ fazer parar, a uma distância que permita o reconhecimento, pessoas, viaturas ou força
que pretendam entrar no quartel.

§ 2º Para o cumprimento das disposições constantes do § 1º deste ar go, a sen nela


deve adotar os seguintes procedimentos:

I ‐ no caso do inciso I do § 1º deste ar go:

a) comandar “Passe ao largo”;

b) se não for imediatamente obedecido, abrigar‐se, repe r o comando, dar o sinal de
chamada ou de alarme e preparar‐se para agir pela força;

c) se ainda o segundo comando não for cumprido, in mar pela terceira vez, e tratando‐se
de   indivíduo   isolado,   mantê‐lo   imobilizado   à   distância,   apontando‐lhe   sua   arma   carregada   e   com   a
baioneta armada, até que ele seja de do pelos elementos da guarda que  verem acorrido ao sinal de
alarme;

d) em caso de não obediência à terceira vez, fazer um disparo para o ar e somente reagir
pelo   fogo   se   houver,   pelo   indivíduo   isolado,   manifesta   tenta va   de   agressão   à   sua   pessoa   ou   à
integridade das instalações;

e)   tratando‐se   de   grupo   ou   de   veículos,   fazer   um   primeiro   disparo   para   o   ar   e,   em


seguida, caso não seja ainda obedecida, a rar no grupo ou nos veículos; e

f)   no   caso   de   ameaça   clara   de   agressão,   a   sen nela   fica   dispensada   das   prescrições
citadas nas alíneas deste inciso;

II ‐ na situação do inciso III do § 1º deste ar go:

a) perguntar à distância conveniente “Quem vem lá?”, se a resposta for “amigo”, “de paz”,
“oficial” ou “ronda”, deixá‐lo prosseguir se pessoalmente o reconhecer como tal;

b) em contrário ou na falta de resposta, comandar “Faça alto!” e providenciar para o
reconhecimento pelo Cb Gd; e

c) não sendo obedecida no comando “Faça alto!”, proceder como dispõe a alínea “e” do
inciso I deste parágrafo.

§ 3º Em situações excepcionais, o Cmt U pode dar ordens mais rigorosas às sen nelas,
par cularmente quanto à segurança desses homens; estas ordens devem ser transmi das por escrito ao
Of Dia.

§ 4º Nos quartéis situados em zonas urbanas e de trânsito, o Cmt U deve estabelecer, em
esboço permanentemente afixado no corpo da guarda, os limites em que devam ser tomadas as medidas
citadas nos parágrafos deste ar go.

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Art. 222. A sen nela do portão principal denomina‐se “sen nela das armas” e as demais,


“sen nelas cobertas”.

§   1º   A   sen nela   das   armas   mantém‐se   durante   o   dia   parada   no   seu   posto   e,
normalmente, na posição regulamentar de “descansar”, tomando a posição de “sen do” no caso de
interpelação por qualquer pessoa, militar ou civil e, nos demais casos, como previsto no R‐2.

§ 2º Depois de fechado o portão principal, a sen nela das armas posiciona‐se no interior
do   aquartelamento,   movimentando‐se   para   vigiar   de   forma   mais   eficaz   a   parte   daquele   portão   e
arredores, fazendo‐o com a arma cruzada.

§ 3º A sen nela coberta:

I ‐ mantém‐se com a arma em bandoleira ou cruzada, tomando a posição de “sen do” no
caso de interpelação por qualquer pessoa, civil ou militar, e também como forma de saudação militar; e

II   ‐   pode   deslocar‐se   nas   imediações   de   seu   posto,   se   não   houver   prejuízo   para   a
segurança.

Art. 223. As sen nelas podem abrigar‐se em postos em que haja guarita, ficando, porém,
em condições de bem cumprir suas atribuições.

Art. 224. As sen nelas se comunicam com o corpo da guarda por meio de sinais, de
campainha   ou   de   viva   voz   e,   conforme   o   caso,   podem   dispor   de   telefones   ou   outros   meios   de
comunicação apropriados.

§ 1º Os sinais referidos neste ar go podem ser “de chamada” ou de “alarme”.

§ 2º No caso de sinal de viva voz, o de alarme será o brado de “Às armas!”.

Art. 225. O serviço em cada posto de sen nela é dado por três homens ou mais durante
as vinte e quatro horas, dividido em quartos, de modo que um mesmo homem não permaneça de
sen nela mais de duas horas consecu vas.

§   1º   As   sen nelas   não   devem   ocupar   o   mesmo   posto   durante   o   serviço,   conforme
prescrição con da no inciso VI do art. 197 deste Regulamento.

§   2º   Em   caso   de   necessidade,   por   mo vos   diversos,   par cularmente   por   razões   de


segurança, a sen nela deve ser dupla e, neste caso, um dos homens mantém‐se no posto e o outro
assegura permanente cobertura ao primeiro e ligação com os demais elementos da guarda.

Seção X

Do Reforço da Guarda

Art. 226. Quando a situação exigir, as guardas são reforçadas, geralmente para o serviço à
noite, com o estabelecimento de novos postos de sen nela e a intensificação do serviço de ronda.

Parágrafo único. O aumento citado no caput deste ar go é realizado por meio de um
“reforço” em praças, correspondente às necessidades.

Art. 227. As praças de reforço:

I ‐ são escaladas de modo semelhante às da guarda;

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II ‐ formam na Parada;

III ‐ são apresentadas ao Of Dia, para o serviço, em horário definido pelo Cmt U; e

IV ‐ durante o dia, par cipam dos trabalhos normais de suas SU, seções ou frações.

Parágrafo único. Nos dias sem expediente, o reforço permanece no quartel à disposição
do Of Dia, desde a rendição da Parada.

Seção XI

Da Subs tuição das Guardas do Quartel e das Sen nelas

Art. 228. Na subs tuição das guardas deve ser observado o cerimonial prescrito no R‐2.

Art.   229.   Após   o   cerimonial   de   subs tuição   das   guardas,   procedem‐se   às   seguintes
formalidades:

I   ‐   as   duas   guardas   dirigem‐se   para   as   portas   das   prisões   que   serão   abertas   com   as
precauções regulamentares, sendo os presos recebidos pelo Cmt Gd que entra, de acordo com a relação
que lhe será entregue pelo subs tuído;

II ‐ após isto, as guardas retornam ao corpo da guarda; (re ficado)

III ‐ de posse das ordens e instruções, o Cmt Gd que entra organiza seu serviço (roteiro,
ordens par culares a cada posto etc) e, em seguida, recebe a carga do material que ficará sob sua
guarda; e

IV ‐ o Cmt Gd que entra transmite as ordens ao Cb Gd e ordena que este proceda à
subs tuição das sen nelas, pelo seu primeiro quarto, devendo a sen nela das armas ser subs tuída por
úl mo. (re ficado)

Art. 230. Na subs tuição das sen nelas deve ser observado o cerimonial prescrito no R‐2.

Art. 231. Subs tuídas as sen nelas, os comandantes das guardas apresentam‐se ao Of


Dia, par cipando as irregularidades verificadas.

Art. 232. As guardas externas que se recolherem ao quartel, após seus comandantes se
apresentarem  ao  Of Dia,  fazem  a  con nência   regulamentar  ao  terreno no  local  habitual  da  Parada,
saindo de forma ao comando correspondente.

Parágrafo único. Quando a guarda for comandada por oficial, este ordena ao sargento
Cmt Gd do quartel que comunique a sua chegada ao Of Dia, procedendo, a seguir, como estabelece o
presente ar go.

Art. 233. A subs tuição dos demais serviços processa‐se mediante a  transmissão das


ordens e instruções, dos subs tuídos aos subs tutos, e a apresentação de ambos ao Of Dia.

Seção XII

Das Guardas das Subunidades

Art. 234. A Guarda da SU é cons tuída pelo Cb Dia, que é o seu Cmt, e pelos soldados

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plantões, restringindo‐se o serviço às dependências da SU acessíveis às praças.

Art. 235. O serviço de guarda à SU tem por fim:

I ‐ manter a ordem, a disciplina e o asseio no alojamento e nas demais dependências
acessíveis às praças;

II ‐ vigiar as praças de das no alojamento;

III ‐ não permi r:

a) jogos de azar, disputa ou algazarra; e

b) a saída de objetos sem autorização dos respec vos donos ou responsáveis;

IV ‐ cumprir e fazer cumprir todas as determinações das autoridades competentes.

§ 1º Os plantões permanecem no quartel durante todo o serviço; o Cb Dia e o plantão da
hora conservam‐se desarmados, mas portando o cinto de guarnição.

§   2º   Quando   a   SU   ocupar   mais   de   um   alojamento,   o   número   de   plantões   pode   ser


aumentado, na razão de três homens por alojamento, a juízo do Cmt SU.

Seção XIII

Do Cabo‐de‐Dia

Art. 236. O Cb Dia é o principal responsável pela ordem e exa dão do serviço de guarda à
SU.

Art. 237. Ao Cb Dia incumbe:

I   ‐   verificar   com   o   seu   antecessor,   na   ocasião   de   receber   o   serviço   se   todas   as


dependências estão em ordem e limpas e se as praças de das se encontram nos lugares determinados;

II ‐ transmi r aos plantões as ordens gerais e par culares rela vas ao serviço e velar pela


sua fiel execução;

III ‐ assis r à subs tuição dos plantões, verificando se as ordens são transmi das com


exa dão;

IV ‐ apresentar‐se, logo depois da Parada, ao seu Cmt SU, ao Sgte e ao Sgt Dia à sua SU;

V ‐ dirigir a limpeza das dependências da SU sob a responsabilidade da guarda, a ser feita
pelos plantões, par cularmente dos banheiros;

VI ‐ providenciar para que as praças da SU entrem rapidamente em forma, por ocasião de
todas as formaturas normais ou extraordinárias;

VII ‐ apresentar ao Sgte, ou ao Sgt Dia SU na ausência daquele, as praças que devam
comparecer à visita médica e acompanhá‐las à presença do médico;

VIII ‐ par cipar ao Sgte, ou ao Sgt Dia SU na ausência do primeiro, as irregularidades
ocorridas na SU, mesmo que tenham exigido providências imediatas;

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IX ‐ distribuir os quartos de serviço pelos plantões, de modo que cada um não permaneça
em serviço por mais de duas horas consecu vas;

X ‐ apresentar‐se a todos os oficiais que entrarem no alojamento;

XI ‐ zelar para que as camas se conservem arrumadas pelos seus donos e os armários
fechados;

XII ‐ fazer levantar, nos dias com expediente, as praças ao findar o toque de alvorada,
salvo ordem contrária;

XIII ‐ não consen r a presença de civis no alojamento sem que estejam devidamente
acompanhados por um oficial ou sargento;

XIV ‐ verificar e relacionar as praças que, estando no pernoite, não se encontrem no
alojamento ao toque de silêncio, devendo tal relação constar da parte do Sgt Dia, a fim de que seja
possível averiguar o des no de cada militar ausente;

XV ‐ apresentar ao Sgt Dia SU, por ocasião das formaturas para o rancho, a relação das
praças que, por mo vo de serviço, não possam comparecer ao rancho na hora regulamentar; e

XVI ‐ verificar, por ocasião das formaturas para o rancho, se todas as praças em forma
estão arranchadas, entregando ao Sgt Dia SU a relação dos faltosas sem mo vo jus ficado.

Seção XIV

Dos Plantões

Art. 238. O plantão de serviço (plantão da hora) é a sen nela da SU, incumbindo‐lhe:

I ‐ estar atento a tudo o que ocorrer no alojamento, par cipando imediatamente ao Cb
Dia qualquer alteração que verificar;

II   ‐   proceder   como   estabelece   o   R‐2   na   entrada   de   qualquer   oficial   no   alojamento,


apresentando‐se a este quando ausente o Cb Dia;

III ‐ não permi r que as praças de das no alojamento dele se afastem, salvo por mo vo


de serviço e com ordem do Cb Dia;

IV ‐ não consen r que seja prejudicado, por qualquer meio, o asseio do alojamento e das
dependências que lhe caiba guardar;

V ‐ zelar para que as camas se conservem arrumadas;

VI ‐ impedir, durante o expediente,  a entrada  de praças na  dependência des nada  a


dormitório, sempre que haja ves ário separado ou outro local apropriado à permanência nas horas de
folga;

VII ‐ fazer levantar, nos dias com expediente, as praças ao findar o toque de alvorada,
coadjuvando a ação do Cb Dia;

VIII   ‐   não   consen r   a   entrada   de   civis   no   alojamento   sem   que   estejam   devidamente
acompanhados por um oficial ou sargento;

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IX   ‐   examinar   todos   os   volumes   que   forem   re rados   do   alojamento,   conduzidos   por


praças e que não tenham sido verificados pelo Sgt Dia ou Cb Dia, impedindo a re rada dos que não
estejam devidamente autorizados;

X ‐ impedir a re rada de qualquer objeto do alojamento sem a devida autorização do
dono ou responsável ou do Sgt Dia ou Cb Dia;

XI ‐ não consen r que qualquer praça se u lize ou se apodere de objeto pertencente a


outrem sem a autorização do dono ou responsável;

XII ‐ impedir a entrada de praças de outras SU que não possuam a autorização necessária,
principalmente após a revista do recolher;

XIII ‐ não permi r conversa em voz alta, nem outra qualquer perturbação do silêncio,
depois do respec vo toque;

XIV ‐ relacionar as praças que, estando no pernoite, se recolherem ao alojamento depois
do toque de silêncio e entregar a relação ao Cb Dia no momento oportuno;

XV ‐ dar sinal de “silêncio” imediatamente após a úl ma nota do respec vo toque; e

XVI ‐ acender e apagar as luzes do alojamento nas horas determinadas.

Parágrafo único. Caso o plantão da hora não se aperceba da entrada de um oficial no
alojamento, qualquer praça pode dar o alerta (sinal ou voz) que àquele incumbe.

Art. 239. Os plantões são subs tuídos nas mesmas condições das sen nelas da guarda do


quartel, no que for cabível.

Art. 240. Os plantões fazem a limpeza do alojamento e das dependências a cargo da Gd
SU, sob a direção do Cb Dia.

Art. 241. O posto de plantão da hora se localiza, normalmente, na entrada do alojamento,
devendo aquele militar percorrer, algumas vezes, essa dependência, para cer ficar‐se de que o pessoal
está usando corretamente as instalações, principalmente as sanitárias.

Parágrafo único. O plantão da hora também é responsável por manter a limpeza e o
asseio das instalações sanitárias.

Seção XV

Das Guardas das Garagens

Art. 242. A guarda das garagens é um serviço integrante da unidade ou de SU, conforme a
distribuição da responsabilidade por tais dependências.

Art. 243. O Cmt U, tendo em vista o número de garagens, sua localização e as condições
de segurança, deve fixar, nas NGA/U, a graduação do comandante e o efe vo das guardas das garagens,
bem como a conduta e as regras do serviço.

Seção XVI

Das Guardas das Cavalariças e do Canil

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Portaria nº 816-Cmt Ex, de 19 dezembro de 2003. [Link]

Art. 244. A guarda das cavalariças é parte integrante do serviço da SU, sendo cons tuída
por um cabo e pelos soldados indispensáveis ao serviço, e tem por finalidade:

I ‐ manter as cavalariças em estado de asseio e ordem;

II ‐ velar para que os animais sejam tratados com o máximo cuidado, tanto no que se
relaciona à alimentação, como ao conforto que lhes deva ser proporcionado;

III ‐ dispensar especial atenção a tudo quanto respeitar à higiene e aos cuidados com a
saúde dos animais; e

IV ‐ zelar pela guarda e conservação de todos os objetos a seu cargo ou que lhe forem
entregues.

Parágrafo   único.   A   guarda   das   cavalariças   conserva‐se   nas   imediações   destas,   não
podendo suas praças daí se afastarem sem conhecimento do respec vo Cmt, o qual somente por ordem
superior   ou   mo vo   de   serviço   inadiável   o   permi rá,   devendo,   porém,   permanecer   pelo   menos   um
homem em vigilância.

Art. 245. O Cmt Gd das cavalariças é o responsável, perante o Sgt Dia, pela fiel execução
do serviço a cargo da guarda, incumbindo‐lhe:

I ‐ verificar, em companhia do seu antecessor, ao receber o serviço, se as cavalariças estão
em ordem, se os animais estão limpos e cuidados e se o material está de acordo com a relação‐carga e
em condições de emprego imediato;

II ‐ distribuir os soldados da guarda por grupos de baias e dar‐lhes as instruções para o
serviço;

III ‐ designar os homens para os quartos de serviço de plantão durante a noite, conforme
as regras estabelecidas para o referido serviço;

IV ‐ receber a forragem des nada ao consumo durante as vinte e quatro horas do serviço
e dirigir a sua distribuição, bem como o fornecimento de água, nas horas regulamentares;

V ‐ assis r à subs tuição dos plantões, verificando se as ordens e instruções são fielmente


transmi das;

VI ‐ corrigir as irregularidades no serviço, ou pedir a intervenção do Sgt Dia, quando não
for de sua alçada;

VII ‐ par cipar ao Sgt Dia todas as ocorrências verificadas e as providências que haja
tomado;

VIII ‐ dirigir e fiscalizar o serviço de limpeza das cavalariças; e

IX   ‐   impedir   que   qualquer   animal   da   SU   seja   re rado   das   baias   sem   a   autorização
necessária.

Art. 246. Aos soldados da guarda das cavalariças incumbe:

I ‐ conservar em completo estado de asseio as baias ou os grupos de baias de que tenham
sido incumbidos;

II ‐ examinar freqüentemente os animais a seu cargo e mantê‐los limpos e cuidados;

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Portaria nº 816-Cmt Ex, de 19 dezembro de 2003. [Link]

III ‐ impedir que sejam re rados das cavalariças os objetos ou utensílios que lhes tenham
sido distribuídos ou confiados;

IV ‐ preparar a forragem para distribuição e distribuí‐la, bem como a água, sob a direção
do Cmt Gd;

V ‐ não consen r que alguém lance mão de montada que não seja a própria, salvo ordem
de autoridade competente;

VI   ‐   atender   prontamente   a   qualquer   acidente   ou   alteração   que   se   verificar   com   os


animais; e

VII ‐ par cipar imediatamente ao Cmt Gd as irregularidades que não possam corrigir.

Art. 247. À noite, em hora estabelecida no horário da unidade, o serviço de cavalariças
transforma‐se em  serviço  de plantões às baias,  executado  pelos  soldados  da  guarda  das cavalariças
escalados para isto, sendo os homens distribuídos em quartos de serviço e subs tuídos nas mesmas
condições das sen nelas da guarda do quartel, no que for cabível.

Art. 248. As prescrições rela vas à guarda do canil são as mesmas previstas para a guarda
das cavalariças no que lhe for aplicável.

§ 1º A critério do Cmt U, de acordo com as caracterís cas da seção de cães de guerra da
OM, o serviço de guarda do canil pode ser reduzido para um serviço de permanência.

§ 2º Os integrantes da seção de cães de guerra concorrem aos serviços de guarda ou de
permanência do canil.

Seção XVII

Do Serviço‐de‐Dia à Enfermaria

Art. 249. Diariamente, um atendente ou padioleiro deve ser escalado no serviço‐de‐dia à
enfermaria.

Art. 250. Ao atendente‐de‐dia ou ao padioleiro‐de‐dia incumbe:

I ‐ permanecer  na FS durante todo o serviço, podendo apenas daí  afastar‐se para  as


refeições ou por exigência do mesmo serviço, mas sem sair do quartel;

II ‐ fazer os cura vos e prestar os demais cuidados aos doentes e a outras praças que
deles necessitarem, de acordo com as determinações do Med Ch e do Med Dia;

III ‐ cien ficar prontamente o médico de quaisquer acidentes ou ocorrências havidas na
enfermaria, fazendo‐o ao Of Dia na ausência daquele, que será chamado em caso grave ou urgente;

IV   ‐   receber   e   acomodar,   convenientemente,   os   doentes   que   derem   entrada   na


enfermaria, recolhendo os respec vos fardamentos, a fim de serem guardados, bem como quaisquer
valores que es verem portando, entregando‐os ao Med Ch, que lhes dará o des no conveniente;

V ‐ executar, na forma estabelecida neste Regulamento, os serviços que lhe incumbirem
na FS, procedendo, quanto à assistência aos doentes, de acordo com as normas vigentes nos hospitais
militares, no que lhe for aplicável;

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VI ‐ recolher petrechos de jogo, instrumentos ou quaisquer outros objetos que estejam
de posse dos doentes e que possam servir para danificar materiais ou dependências da FS, perturbar a
ordem ou causar lesões corporais;

VII ‐ fiscalizar constantemente a permanência na enfermaria de todas as praças baixadas,
somente permi ndo que dela se afastem mediante autorização do médico ou do Sgt Aux Enf; e

VIII ‐ par cipar do serviço de ronda noturna na enfermaria, de forma a ser man da a


vigilância necessária.

Seção XVIII

Do Serviço de Ordens

Art. 251. O serviço de ordens é executado pelos corneteiros ou clarins, pelas ordenanças
e por outros soldados, e se des na à transmissão de ordens e remessa de documentos.

§   1º   O   número   de   soldados   de   ordens   é   fixado   pelo   Cmt   U,   e   os   locais   onde


permanecerão durante o serviço são determinados pelas autoridades de que dependem.

§ 2º As ordenanças concorrem, normalmente, aos serviços de ordens da dependência em
que trabalham os oficiais a que servem.

§ 3º O corneteiro de ordens ao comando somente executa os toques que lhe forem
determinados.

§ 4º O corneteiro de ordens ao Of Dia acompanha‐o permanentemente e executa os
toques por ele determinados, os de comando e os impostos pelo horário da unidade, estes úl mos
mediante autorização daquele oficial.

Art. 252. Os soldados de ordens transportados devem ter, durante o serviço, viaturas em
condições de rápida execução das ordens que receberem, permanecendo, como os demais, nos lugares
determinados pelas autoridades a que es verem servindo.

Parágrafo único. Os soldados de ordens dependem diretamente das autoridades a cuja
disposição se encontram.

CAPÍTULO V

DOS SERVIÇOS EXTERNOS

Art. 253. Serviço externo é todo serviço prestado fora do quartel, de interesse da unidade
ou, simultaneamente, das OM da Gu.

Art. 254. São serviços externos:

I ‐ guardas e escoltas de honra;

II ‐ paradas, desfiles e outras solenidades;

III ‐ honras fúnebres (guardas, escoltas e salvas);

IV ‐ guardas às OM que não disponham de tropa, a próprios nacionais do Exército ou

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outros, cuja vigilância e conservação estejam a este confiadas;

V ‐ escoltas, rondas e patrulhas;

VI ‐ ordenanças temporárias;

VII ‐ faxinas;

VIII ‐ representações;

IX ‐ assistência médica e veterinária; e

X ‐ outros serviços que se tornem necessários, com as caracterís cas estabelecidas no art.
253 deste Regulamento.

§   1º   O   serviço   externo   é   escalado   pelo   Cmt   U,   por   inicia va   sua   e   por   interesse   da
unidade, ou, conforme o caso, por determinações do Cmt Gu ou de autoridade superior.

§   2º  As   guardas   e   escoltas   de   honra,   as   paradas   e   as   honras   fúnebres  obedecem  às


disposições do R‐2.

§ 3º As guardas às OM que não disponham de tropa são regidas pelas disposições deste
Regulamento, no que diz respeito ao serviço de guarda, e por ordens par culares.

§ 4º As escoltas, rondas, patrulhas e faxinas obedecem a ordens e instruções especiais do
Cmt U ou do Cmt Gu, conforme o caso.

Art. 255. As ordenanças temporárias são praças postas à disposição de autoridades em
trânsito ou transitoriamente em serviço na Gu, incumbindo‐lhes, em princípio, as mesmas atribuições
das ordenanças permanentes, sendo dispensadas de todos os serviços da unidade.

Art.   256.   As   praças   da   unidade,   em   serviço   em   outras   OM   nas   quais   haja   falta   ou
insuficiência de auxiliares próprios, são consideradas em serviço externo.

Parágrafo   único.   Essas   praças   são   dispensadas   do   serviço   interno   da   unidade,   mas
comparecem à instrução, de acordo com o respec vo programa e as prescrições par culares.

CAPÍTULO VI

DAS FORMATURAS

Art. 257. Formatura é toda reunião do pessoal em forma, armado ou desarmado, e pode
ser:

I ‐ geral ou parcial, da unidade ou de SU; e

II ‐ ordinária ou extraordinária.

§ 1º Em regra, toda formatura tem origem na SU, pela reunião dos oficiais e praças que
dela devam par cipar.

§ 2º Durante a semana, nos corpos de tropa há pelo menos uma formatura geral de toda
a unidade para o início das a vidades do dia, ocasião em que será cantado o Hino Nacional, ou outro
hino, ou uma canção militar.

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Portaria nº 816-Cmt Ex, de 19 dezembro de 2003. [Link]

§   3º   O   horário   da   formatura   geral   da   unidade   pode,   a   critério   do   comandante,   ser


alterado por eventual necessidade do serviço ou em função de condições climá cas ou meteorológicas.

§ 4º A formatura geral de SU é realizada nos dias em que não houver formatura geral da
unidade.

§ 5º As formaturas ordinárias são as des nadas às revistas normais do pessoal, ao rancho,
à Parada, à leitura do BI e à instrução.

Art. 258. As formaturas extraordinárias podem ser previstas ou inopinadas.

§   1º   As   formaturas   extraordinárias   previstas   são   as   determinadas   nos   programas   da


unidade   ou   SU,   para   revistas   de   material   ou   animais,   ou   ordenadas   em   BI   quando   des nadas   a
solenidades internas ou externas.

§ 2º As formaturas extraordinárias inopinadas são as impostas pelas circunstâncias do
momento, em virtude de anormalidades ou em função de medidas comuns de caráter interno.

Seção I

Das Formaturas Gerais da Unidade e de Subunidade

Art.   259.   Nas   ordens   para   formaturas,   são   designados,   com   precisão,   hora,   local   da
reunião, formação, uniforme e outros esclarecimentos necessários, observadas, também, as seguintes
disposições:

I ‐ em cada SU:

a) as ordens são dadas de modo que não seja retardada a hora de reunião da unidade;

b) os oficiais subalternos passam em revista suas frações; e

c) o mais an go apresenta toda a tropa ao Cmt SU, que a conduz, no momento oportuno,
ao local da reunião da unidade;

II ‐ reunidas as SU no local previsto e à hora marcada para a formatura da unidade, o
SCmt U assume o comando de toda a tropa, até a chegada do Cmt U; e

III ‐ o Cmt U somente se aproxima do local da formatura depois de avisado, pelo S3, que a
tropa se encontra pronta para recebê‐lo.

Art. 260. Nas formaturas gerais de SU são observadas as prescrições tratadas no art.
259deste Regulamento, no que lhes for aplicável.

Art. 261. As formaturas nas Armas montadas ou motomecanizadas, quando a pé, são
regidas pelas mesmas disposições do art. 259 deste Regulamento e, quando a cavalo ou com o material,
por   aquelas   que   lhes   forem   aplicáveis,   observando‐se,   quanto   ao   encilhamento   dos   animais   e   à
preparação do material, as disposições regulamentares peculiares e as instruções par culares do Cmt U
ou Cmt SU.

Seção II

Da Parada Diária

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Art. 262. A Parada diária interna é uma formatura des nada à revista do pessoal para o
serviço diário, que é contado de Parada a Parada.

§ 1º Realiza‐se a pé, à hora e em local determinados pelo Cmt U.

§   2º   Nela   tomam   parte,   além   da   banda   de   música   ou   da   fanfarra   ou   da   banda   de


corneteiros ou clarins e tambores, todas as praças que tenham de entrar de serviço (com os uniformes,
equipamentos e armamentos adequados ao respec vo serviço), exceto as escaladas para os serviços de
faxina e de guarda às cavalariças que, à hora da Parada, seguem diretamente dos alojamentos para os
respec vos des nos.

§   3º   Todos   os   oficiais   que   tenham   de   entrar   de   serviço   formam   na   Parada,   após   as


formalidades do inciso IV do art. 264 deste Regulamento, salvo os de maior posto ou mais an gos do que
o S1, que ficam dispensados dessa cerimônia.

Art. 263. A Parada é organizada pelo 1º Sgt ajudante, auxiliado pelo Sgte mais an go, e
comandada pelo S1 (exceto nos dias em que não houver expediente, quando é comandada pelo Of Dia
que entra de serviço).

Parágrafo   único.   Ao   toque   de   “Parada”,   os   Sgte   SU   conduzem,   em   forma,   ao   local


determinado, todas as praças que tenham de entrar de serviço, apresentando‐as ao 1º Sgt ajudante.

Art. 264. A Parada obedece às seguintes formalidades:

I ‐ é organizada da direita para a esquerda na seguinte ordem:

a) a banda de música ou fanfarra ou a banda de corneteiros ou de clarins e tambores;

b) guardas, por ordem de graduação ou an güidade dos respec vos Cmt;

c) sargentos‐de‐dia;

d) plantões das SU, comandados pelos Cb Dia; e

e) outros serviços (policiamento, escolta de presos etc);

II ‐ terminada a organização da tropa (a banda de música e de corneteiros ou clarins e
tambores em linha de quatro fileiras, e os demais no mínimo em duas fileiras, dependendo do local), o 1º
Sgt ajudante re fica o alinhamento e aguarda a chegada do S1 (a quem mandará prevenir, se for o caso);

III ‐ ao aproximar‐se o S1, o 1º Sgt ajudante comanda “Parada, sen do!” (seguido de
“ombro‐arma!”,   quando   o   S1   for   oficial   superior),   indo,   em   seguida,   ao   encontro   desse   oficial   e
apresentando‐lhe a tropa;

IV ‐ o S1 desembainha a espada, assume o comando da Parada, toma posição na altura
do centro da mesma, à distância de quinze passos,  frente para ela, tendo à sua esquerda o 1º Sgt
ajudante,   e   comanda   “Parada,   descansar!”   (antecedido   de   “descansar‐arma!”,   se   for   o   caso),   nessa
ocasião os oficiais de serviço entram em forma, o Of Dia no intervalo entre a banda de corneteiros
(clarins) e as guardas, e os demais à direita das frações que comandarem;

V ‐ acompanhado do 1º Sgt ajudante, o S1 inicia a revista das guardas, a par r das bandas
de música, passada homem a homem, fazendo com que o 1º Sgt ajudante vá anotando as observações
por   ele   feitas,   referentes   a   irregularidades   em   uniforme,   equipamento,   armamento,   apresentação
individual etc;

VI ‐ na revista de cada guarda acompanham o S1, além do 1º Sgt ajudante, o Of Dia e o

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respec vo comandante da fração de serviço, sendo que este úl mo retoma seu lugar tão logo o S1


termine a revista da guarda a seu comando, já o Of Dia e o 1º Sgt ajudante somente ao término da
revistageral;

VII ‐ terminada a revista, o S1 retorna à sua posição anterior (quinze passos de distância,
frente   para   a   Parada)   e   comanda   “Parada,   sen do!,   ombro‐arma!,   em   con nência   ao   terreno,
apresentararma!”,   a   tropa   faz   a   con nência   regulamentar,   enquanto   as   bandas   de   música   e   de
corneteiros (clarins) executam o toque FA‐44 do Manual FA‐M‐13;

VIII ‐ terminada a con nência, o S1 comanda “Parada, descansar‐arma!, oficiais, fora de
forma!, direita, volver!, Parada a seu des no, ordinário, marche!”; e

IX ‐ os oficiais reúnem‐se com o S1 e, formados em uma fileira à sua retaguarda, assistem
ao desfile de toda a Parada até o ponto de liberação, de onde os diferentes elementos, bem como as
bandas, seguem seus des nos, em forma.

Seção III

Das Formaturas em Quartéis‐Generais

Art. 265. Nos quartéis‐generais de G Cmdo, há, com periodicidade a critério do Of Gen
Cmt, uma formatura geral com a finalidade de manter a coesão e o contato entre todos os oficiais e as
praças da OM e dar oportunidade aos comandos de verificarem as condições de sua tropa.

Parágrafo único. A formatura, realizada em dia, hora e local a serem determinados pelo
Of Gen Cmt, tem cunho solene e nela tomam parte todos os oficiais do QG e o maior efe vo possível de
praças.

Art.   266.   A   formatura   é   comandada   pelo   chefe   do   estado‐maior   (ou   equivalente)   e


obedece às seguintes formalidades:

I ‐ os oficiais formam um ou mais grupamentos de desfile;

II ‐ as praças formam por fração, à esquerda do úl mo grupamento de oficiais;

III ‐ uma revista de todo o disposi vo é realizada, durante a qual a banda de música (ou
fanfarra) toca um dobrado militar;

IV ‐ o Hino Nacional, ou outro hino, ou uma canção militar é entoado e o Cmt faz uma
breve   preleção   à   tropa,   em   forma   de   recomendações,   observações   e   ensinamentos   cívicos,   morais
sociais, disciplinares, sobre história e outros; e

V ‐ em seguida e na formação mais conveniente do efe vo em forma, a tropa realiza um
desfile, após o que toma seu des no.

CAPÍTULO VII

DAS REVISTAS

Art. 267. Revista é o ato pelo qual se verifica a presença ou o estado de saúde do pessoal,
a existência e o estado do material distribuído e dos animais.

§ 1º As revistas podem ser:

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I ‐ de pessoal;

II ‐ de mostra;

III ‐ de animais; e

IV ‐ diária de armamento, munição e explosivo.

§ 2º As revistas mencionadas nos incisos I a III do § 1º deste ar go podem ser normais ou
extraordinárias.

§ 3º As revistas normais são as fixadas em regulamentos ou nos programas de instrução
da unidade; as extraordinárias são determinadas pelo comando superior, pelo comando da unidade ou
pelo comando da SU, quando julgadas necessárias.

§ 4º Em regra, as revistas de pessoal são feitas em formaturas.

§ 5º As revistas de mostra são realizadas no material distribuído, presentes os detentores,
em forma e em local determinado.

Seção I

Da Revista de Pessoal

Art.   268.   Ordinariamente,   são   passadas   as   seguintes   revistas   de   pessoal,   às   horas


determinadas pelo Cmt U:

I ‐ revista da manhã:

a) des nada a constatar a presença do pessoal no quartel, é feita em todos os dias úteis,
normalmente antes do início do expediente;

b) é passada em formatura geral (oficiais e praças) e no uniforme da primeira instrução
do dia; a chamada, porém, é feita em cada pelotão ou seção pelo respec vo comandante, sendo as faltas
apuradas nas SU; e

c) após a chamada, quando for o caso, as SU deslocam‐se para o local da formatura geral
da unidade, de onde, posteriormente, seguem para os locais de instrução ou de trabalho;

II ‐ revista do recolher:

a) des na‐se a constatar a presença das praças relacionadas no pernoite e é passada
diariamente;

b) a chamada e a iden ficação dos militares presentes são realizadas pelo Sgt Dia, em
forma no alojamento da SU, na presença do Of Dia ou do seu Adj;

c)   as   praças   conservam‐se   em   forma   até   o   toque   de   “fora   de   forma”   que   o   Of   Dia


mandará tocar depois de passada a revista em todas as SU;

d) quando houver na unidade mais de duas SU, o Of Dia encarrega o Adj da revista em
algumas delas, a seu critério, assis ndo às demais, a fim de não retardar exageradamente o toque de
“fora de forma”; e

e) após a revista  do recolher, as praças relacionadas no pernoite não podem sair do

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quartel;

III ‐ revistas sanitária e médica, esta úl ma nos dias úteis:

a)   as   revistas  sanitárias   são   passadas   pelo   Ch   FS,   auxiliado   pelos   demais   médicos   da
unidade, em dias marcados pelo Cmt U, em todas as praças da unidade, de sorte que cada militar seja
examinado e pesado periodicamente, sendo os resultados registrados convenientemente;

b) a revista médica é passada por médico da unidade, de preferência numa dependência
especial da FS, nas praças que comparecerem por mo vo de doença ou por ordem superior;

c) excepcionalmente, quando o estado dos doentes não permi r o seu comparecimento à
FS, a revista médica pode ser feita nos alojamentos;

d)   toda   praça   que   se   sen r   adoentada,   não   podendo   fazer   o   serviço   ou  a   instrução,
par cipa tal fato à autoridade de que dependa diretamente, a fim de ser encaminhada à revista médica;

e) nas SU, as praças que devam comparecer à revista médica são relacionadas pelo Sgt
Dia, em livro apropriado;

f) neste livro é registrado pelo médico, para conhecimento e providências imediatas do
Cmt SU, o seu parecer sobre o estado de saúde do doente, bem como o des no que lhe  ver sido dado;

g) ao toque de “revista médica”, as praças que devam comparecer a esta a vidade são
reunidas nas suas SU e daí conduzidas à FS pelos Cb Dia, que levarão consigo o livro de registro;

h) o médico examina individualmente as praças apresentadas por SU, consignando no
livro de revista médica o seu parecer rela vo a cada militar e assinalando as prescrições médicas, a
situação   em   que   permanecerá   o   doente,   a   indicação   do   lugar   de   tratamento   e   todas   as   demais
informações de interesse para o comando;

i) o livro de revista médica é levado diariamente ao SCmt U, a fim de que esta autoridade
se   inteire   das   ocorrências   havidas   e   ordene   as   providências   necessárias   acerca   das   prescrições   e
indicações médicas; e

j) as alterações resultantes da revista médica, que devam constar do BI da unidade, são
apresentadas pelo Ch FS, devidamente redigidas para a publicação e sob a forma de proposta.

Parágrafo único. A revista do  recolher  pode ser  realizada  de forma  centralizada,  com


todas as SU deslocando‐se para o local determinado, facilitando a transmissão de ordens e os avisos de
caráter geral pelo Of Dia.

Art. 269. As providências que cabem aos médicos proporem, com relação aos doentes,
em conseqüência das observações feitas durante a revista médica, devem constar pormenorizadamente
de prescrições específicas, consis ndo, normalmente, em:

I   ‐   dispensas   –   do   uso   de   peças   do   fardamento   ou   equipamento,   do   serviço   ou   da


instrução, por prazo determinado;

II ‐ tratamento no quartel – para os casos de indisposições ligeiras, com ou sem isenção
parcial ou total do serviço ou da instrução;

III ‐ observação na enfermaria – para os casos em que não seja possível a formação de um
diagnós co imediato:

a)   a   praça   permanece   na   enfermaria,   em   princípio   por   dois   dias,   que   podem   ser

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prorrogados; e

b) no caso de não ser constatado nenhum indício de molés a, o observado tem alta,
devendo o médico mencionar, no livro adequado, o prazo e os dias em que o paciente deve comparecer
à visita médica, para confirmar ou não o diagnós co, se for o caso;

IV   ‐   baixa   à   enfermaria   –   para   tratamento   de   afecções   benignas   que   necessitem   de


cuidados   médicos   ou   para   convalescença   dos   militares   que,   tendo   alta   de   hospital,   necessitem   de
repouso antes da volta ao serviço;

V   ‐   baixa   a   hospital   –   para   todos   os   doentes   portadores   de   molés as   graves   ou


contagiosas que necessitem de cuidados assíduos ou especializados não prestados na enfermaria; ou

VI ‐ encaminhamento à JIS ou aos serviços médicos especializados.

§ 1º A convalescença, a critério do Cmt U e mediante parecer do médico, pode ser gozada
no interior do quartel ou na residência do interessado, não devendo, neste caso, ultrapassar o prazo
máximo de oito dias.

§ 2º Nos documentos de baixa a hospital devem constar todos os esclarecimentos que
possam elucidar o diagnós co e orientar o tratamento, além das indicações dos antecedentes do doente
e outras informações necessárias.

Art. 270. Comparecem à revista médica, obrigatoriamente, as praças que:

I ‐ alegarem ou manifestarem doenças;

II ‐ regressarem de hospitais, acompanhadas dos respec vos documentos de alta;

III ‐ se apresentarem prontas para o serviço na unidade, por movimentação, conclusão de
licença ou qualquer outro mo vo;

IV ‐ receberem ordem para tal, de autoridade competente; ou

V ‐ devam ser subme das a exame de corpo delito ou de sanidade, quando tais exames
não sejam urgentes.

Art. 271. Entre a revista do recolher e o toque de alvorada, o Of Dia deve cer ficar‐se da
presença das praças que devam permanecer no quartel, por meio de revistas incertas, passadas de modo
a não acordar os militares, salvo para iden ficá‐los, o que pode ser feito por intermédio do Sgt Dia à
respec va SU.

§ 1º O Cmt U, o SCmt U e os Cmt SU, estes nos elementos que comandam, podem passar
revistas incertas, sendo indispensável para os Cmt SU prévio aviso ao Of Dia quanto a militares que não
estejam em serviço de escala próprio da SU ou estejam recolhidos à prisão.

§ 2º As revistas incertas, com indicação das horas em que foram passadas, devem ser
registradas na parte diária do Of Dia.

Seção II

Da Revista de Mostra

Art.   272.   A   revista   de   mostra   é   o   exame   procedido   por   qualquer   chefe   que   tenha

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autoridade administra va sobre os responsáveis por material, com a finalidade não apenas de verificar a
existência   do   material   distribuído,   mas   também   o   seu   estado   de   conservação   e   a   apuração   de
responsabilidade individual, se for o caso.

Art.   273.   As   revistas   de   mostra,   procedidas   periodicamente   pelo   Cmt   U,   ou   por   seu
representante designado, e pelos Cmt SU, obedecem às seguintes disposições:

I ‐ o responsável direto pela guarda e conservação do material a ser revistado deve estar
presente, obrigatoriamente;

II ‐ a circunstância de não ter sido passada a revista de mostra na época oportuna, devido
à causa eventual, não isenta o detentor da responsabilidade pelo extravio e/ou pela falta de conservação
do material a ele distribuído, que venham a ser constatados em qualquer oportunidade;

III   ‐   as   faltas   assinaladas   são   par cipadas   ao   Cmt   U   por   intermédio   do   Fisc   Adm,
mencionando‐se não apenas os responsáveis, como também a natureza e a causa da avaria, se for o
caso; e

IV ‐ a execução da revista de mostra deve ser regulada em normas que visem à ordem,
rapidez e facilidade, podendo contar com a cooperação de oficiais especializados da unidade para o
exame do material de suas especialidades.

Seção III

Da Revista de Animais

Art. 274. Os Cmt U e de SU, quando julgarem oportuno, passam em revista os animais das
suas cargas, verificando o seu estado.

Art. 275. Em princípio, todas as revistas de animais são realizadas com a presença do
veterinário e dos seus auxiliares.

Parágrafo   único.   Para   as   revistas   determinadas   pelos   Cmt   SU,   a   par cipação   do
veterinário e/ou de seus auxiliares deve ser solicitada ao Cmt U.

Art.   276.   O   local   e   as   par cularidades   da   execução   das   revistas   de   animais   devem
observar as disposições vigentes, sendo estabelecidos pela autoridade que as determinar, de modo a não
prejudicar a instrução e os demais serviços da unidade.

Seção IV

Da Revista Diária de Armamento, Munição e Explosivo

Art. 277. A revista diária de armamento, munição e explosivo, realizada obrigatoriamente
ao final do expediente, é o exame de todo esse material existente em carga e relacionado nas reservas e
paióis,   com   o   obje vo   de   controlar,   de   modo   rigoroso,   as   diversas   quan dades   e   os   seus   des nos,
consubstanciados nos mapas diários do armamento e de munição e explosivo.

Parágrafo único. O mapa diário do armamento e o de munição e explosivo, por serem
documentos primordiais de controle, são conferidos e assinados pelos Cmt SU e pelo O Mun Expl Mnt
Armt, respec vamente, por ocasião da revista diária, e arquivados sob a responsabilidade do SCmt U.

Art.   278.   A   revista   diária   de   armamento,   munição   e   explosivo   é   a   medida   básica   e

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fundamental do conjunto de normas de controle de armas, munições e explosivos da unidade.

Art. 279. Os Cmt SU, acompanhados dos subtenentes encarregados do material das SU,
realizam pessoalmente as revistas diárias do armamento sob sua responsabilidade.

Parágrafo único. A revista pode ser realizada:

I ‐ por outro oficial da SU, somente no caso de seu Cmt SU não se encontrar no interior do
aquartelamento; ou

II ‐ pelo graduado de maior hierarquia presente na SU, quando todos os oficiais da SU
es verem ausentes do quartel.

Art. 280. Após a realização da revista diária, a reserva é fechada pelo armeiro na presença
do   encarregado   do   setor   de   material   da   SU   e   do   Cmt   SU   ou   do   militar   mencionado   nas   situações
previstas no parágrafo único do art. 279 deste Regulamento.

§ 1º A distribuição e o recolhimento, pelos armeiros, de todo o armamento u lizado pelo
pessoal de serviço, bem como a abertura e o fechamento da reserva com aquele propósito, nos horários
sem   expediente   e   ausente   o   Cmt   SU,   são   supervisionados   pelo   Of   Dia,   auxiliado   pelo   seu   Adj   e
acompanhado do respec vo Sgt Dia SU.

§ 2º No caso de abertura de reserva de armamento, mo vada por propósito dis nto do


citado   no   §   1º   deste   ar go,   nos   horários   sem   expediente   e   ausente   o   Cmt   SU,   o   Of   Dia   conduz,
pessoalmente, acompanhado do respec vo Sgt Dia SU, a distribuição e o recolhimento do armamento,
bem como a abertura e o fechamento da reserva, devendo o fato ser lançado em seu livro de partes e no
do Sgt Dia SU, e relatado ao Cmt U e ao SCmt U, na primeira oportunidade.

Art. 281. O O Mun Expl Mnt Armt realiza pessoalmente a revista diária no(s) paiol(óis) da
unidade.

Parágrafo único. A revista pode ser realizada:

I ‐ por oficial designado pelo SCmt U, quando o O Mun Expl Mnt Armt não se encontrar
no interior do aquartelamento, contando‐se, nesse caso, com o apoio do Sgt Aux Mun Expl Mnt Armt; ou

II ‐ pelo S4, também apoiado pelo Sgt Aux Mun Expl Mnt Armt, caso o Cmt U ou SCmt U
julguem conveniente.

Art. 282. Após a realização da revista diária, o(s) paiol(óis) é(são) fechado(s) pelo O Mun
Expl Mnt Armt.

CAPÍTULO VIII

DAS INSPEÇÕES E VISITAS

Art. 283. Inspeção é o exame procedido por qualquer chefe com a finalidade de verificar a
tropa, o material, as viaturas, a administração, as instalações e a instrução.

§ 1º As inspeções podem ser dos seguintes  pos:

I ‐ da tropa;

II ‐ de material;

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III ‐ de viaturas;

IV ‐ administra vas;

V ‐ de instalações; ou

VI ‐ de instrução.

§ 2º As inspeções mencionadas no § 1º deste ar go podem ser normais, extraordinárias
ou inopinadas.

§ 3º As inspeções normais são as fixadas nos regulamentos ou nos programas e diretrizes
de instrução; as extraordinárias são marcadas quando julgadas necessárias e as inopinadas são realizadas
sem aviso prévio ou alerta à OM.

Art. 284. Inspeção da tropa é o exame procedido no efe vo e na apresentação do pessoal
da   unidade,   ou   de   parcela   desta,   ordenada   pelo   Cmt   U   ou   por   Cmt   SU   (neste   caso,   para   os   seus
subordinados), com a finalidade de verificar o estado e a correção dos diversos uniformes, equipamentos
etc.

Parágrafo único. Em regra, a inspeção da tropa é feita em formatura, com todo o efe vo
presente, no uniforme previsto e com equipamento e armamento determinados.

Art.   285.   Inspeção   de   material   é   o   exame   procedido   com   a   finalidade   de   verificar   a


existência   do   material,   seu   estado   de   conservação,   seu   funcionamento   e   condições   de   guarda   e
acondicionamento.

§ 1º O responsável direto pela guarda e conservação do material a ser inspecionado deve
estar presente, obrigatoriamente.

§ 2º A execução da inspeção de material deve ser regulada em normas que visem à
ordem, à rapidez e à facilidade, podendo contar com a cooperação de oficiais especializados para o
exame do material de suas especialidades.

Art. 286. A inspeção de viaturas visa, principalmente, a observar as condições mecânicas,
o aspecto externo, o estado de conservação, a execução das operações de manutenção, a u lização
correta do material automóvel e o ferramental correspondente.

§   1º   As   inspeções  de  viaturas  orientam‐se  pelas  instruções  em  vigor   e   obedecem   às


seguintes disposições:

I   ‐   os   Cmt   U,   especialmente   as   motorizadas,   mecanizadas   ou   blindadas,   realizam


constantes verificações para se cer ficarem do aspecto geral e das condições aparentes das viaturas, da
existência e do grau de conservação do ferramental e dos acessórios respec vos, bem como do estado
de parques ou garagens e dos meios disponíveis para manutenção;

II ‐ os Cmt SU inspecionam freqüentemente as suas viaturas, com a finalidade de verificar
a maneira pela qual os motoristas desempenham seus encargos, assinalando os erros por eles come dos
e corrigindo‐os convenientemente;

III ‐ os Cmt Pel (Seç) e o subtenente inspecionam, semanalmente, as viaturas sob suas
responsabilidades, a fim de verificar seu estado e orientar os motoristas nos cuidados indispensáveis ao
bom funcionamento; e

IV ‐ as viaturas sem u lização são inspecionadas mensalmente, inclusive as que tenham

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estado imobilizadas por mais de duas semanas.

§ 2º Quando a unidade dispuser, no seu efe vo, de oficiais de manutenção, as inspeções
previstas nos incisos I e II do § 1º deste ar go são feitas com a sua presença, sem prejuízo das que ele
tenha que realizar no desempenho de suas funções.

Art. 287. A inspeção administra va visa a verificar toda ou parte da vida administra va da


unidade   ,   sendo   realizada   de   acordo   com   as   disposições,   normas   e   instruções   em   vigor,   ou
determinações do escalão superior.

Art.   288.   A   inspeção   de   instalações   visa   a   verificar   toda   ou   parte   das   instalações   da
unidade,   sendo   realizada   de   acordo   com   as   disposições,   as   normas   e   as   instruções   em   vigor,   ou
determinações do escalão superior.

Art. 289. A inspeção de instrução visa  a verificar o andamento da instrução,  os seus


rendimento e registro, sendo realizada de acordo com as disposições, normas e instruções em vigor, ou
diretrizes do escalão superior.

Art. 290. A visita é o ato de autoridade que, por inicia va própria, ou mediante convite,
comparece a uma OM por cortesia ou praxe já consagrada nos hábitos militares.

Parágrafo único. O procedimento a ser observado pelas OM, por ocasião das visitas, está
regulado em normas específicas.

CAPÍTULO IX

DO CONTROLE AMBIENTAL

Art.   291.   O   meio   ambiente   é   formado   pelos   elementos   da   natureza   somados   às


modificações feitas pelo homem, onde o ar, a água e o solo cons tuem o meio  sico e os animais, os
vegetais e os demais seres vivos compõem o meio biológico.

Art. 292. Em con nuidade ao tradicional zelo e à salutar convivência do militar com o
meio   ambiente,   o   controle   ambiental,   no   âmbito   da   unidade,   visa   a   orientar,   educa va   e
preven vamente, todos os integrantes da OM sobre os cuidados e o respeito à Natureza, durante a
execução de a vidades diárias e operacionais da unidade.

Art. 293. O controle ambiental é realizado pelas providências e pelas normas de proteção
adotadas pela OM, de acordo com a legislação em vigor de âmbitos federal, estadual e municipal.

Art. 294. As providências de controle ambiental no âmbito da unidade envolvem, entre
outras:

I ‐ a inclusão da OM no sistema público de coleta de lixo;

II ‐ a coleta sele va de lixo, com a eliminação de depósitos de detritos a céu aberto e
incineradores;

III   ‐   os   cuidados   com   a   poda   e   o   corte   de   árvores,   em   ligação   com   as   autoridades


competentes;

IV ‐ o esgotamento sanitário, com preservação dos lençóis freá cos;

V ‐ o consumo de água potável para a tropa e de água “bruta” para a lavagem de viatura,

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equipamento e instalações;

VI ‐ o controle do des no adequado:

a) de óleos e combus veis inservíveis, resultantes da manutenção periódica de viaturas e
equipamentos;

b) de rejeitos radioa vos, quando for o caso;

c) da água “bruta” após a lavagem de viaturas, equipamentos e instalações;

d) dos detritos orgânicos oriundos das cozinhas;

e) dos dejetos de animais, quando for o caso;

f) dos rejeitos e sobras de produtos químicos u lizados em oficinas e fábricas; e

g) de baterias automo vas e equipamentos de comunicações;

VII ‐ os cuidados na u lização de campos de instrução ou de outras áreas cedidas para
exercícios ou manobras militares; e

VIII ‐ a autorização, mediante a licença de instalação expedida pelo respec vo órgão de
controle ambiental, de obras e serviços de engenharia, conforme a legislação em vigor.

Art.   295.   Os   Cmt   SU   e   os   chefes   de   repar ções   e   dependências   internas,   quando


envolvidos nas a vidades militares próprias, são co‐responsáveis junto ao Fisc Adm, na esfera de suas
atribuições, pela verificação do cumprimento, por seus subordinados, das providências e das normas que
disciplinam a proteção do meio ambiente.

CAPÍTULO X

DO CONTROLE DIÁRIO DE MATERIAL BÉLICO

Art. 296. O controle diário de material bélico, par cularmente o de armamento, munição
e explosivo, cons tui‐se na série de medidas implementadas pela unidade para verificar, rigorosamente,
as quan dades, o des no e a segurança requerida do material em tela.

Art.   297.   As   medidas   de   controle   de   armamento   de   que   trata   o   art.   296   deste
Regulamento abrangem, entre outras:

I ‐ a abertura das reservas, no intervalo entre a revista diária e o término do expediente,
somente em casos de extrema excepcionalidade e na presença do Cmt SU;

II ‐ o des no da via da chave de responsabilidade do armeiro, após o fechamento da
reserva por término da revista diária;

III   ‐   a   existência   de   dupla   segurança   de   cada   reserva,   sendo   uma   delas   de


responsabilidade do Of Dia, entre a revista diária e o início do expediente seguinte;

IV ‐ o controle e a guarda, pelo Of Dia, das armas portadas por militares isolados que
chegarem   de   retorno   ao   quartel,   entre   a   revista   diária   e   a   abertura   das   reservas   para   o   início   do
expediente seguinte ou entrega de armamento para o pessoal de serviço;

V ‐ a sistemá ca de distribuição e recolhimento de armas do pessoal de serviço nos dias

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sem expediente;

VI ‐ após o término do expediente, a espera, pelo armeiro, da SU ou parte dela, quando
do retorno de a vidades externas, para o recolhimento do armamento, supervisionado pelo Of Dia e o
respec vo Sgt Dia SU, no caso de não estar presente o Cmt SU; e

VII   ‐   a   proibição   da   guarda   e   da   permanência   de   armas   par culares   de   militares,


residentes ou não no aquartelamento, no interior das reservas de armamento da SU.

Art. 298. Para o controle da munição e de outro material bélico, são adotadas, a critério
do Cmt U e no que couber, as medidas rela vas ao controle do armamento citadas no art. 297 deste
Regulamento.

CAPÍTULO XI

DA PREVENÇÃO DE ACIDENTES NA INSTRUÇÃO E NO SERVIÇO

Art.   299.   A   prevenção   de   acidentes   na   instrução   e   no   serviço   visa   a   prevenir   a   sua


ocorrência e a contribuir para a criação de uma mentalidade adequada a respeito do tema.

Art. 300. As medidas de prevenção de acidentes preconizadas em planos de instrução, em
manuais técnicos de cada equipamento e em outras publicações específicas:

I ‐ servem de orientação para as medidas preven vas a serem adotadas por todos os
escalões   de   comando   no   desenvolvimento   normal   da   instrução   militar   e   na   execução   de   a vidades
diárias de risco;

II ‐ não devem ser consideradas como medidas restri vas à execução da instrução militar
ou   do   serviço,   e   sim   como   um   meio   de   realizar‐se   todas   as   a vidades   previstas   na   mais   absoluta
segurança; e

III ‐ devem ser de conhecimento obrigatório de todo militar par cipante de a vidades de


instrução e de risco.

Art. 301. As a vidades militares são orientadas, entre outros, pelos seguintes preceitos:

I ‐ o serviço e a instrução caracterizam‐se pela seriedade e correção de a tudes;

II   ‐   todo   militar   que   tenha   obrigação   funcional   de   manipular   ou   manusear   materiais


perigosos ou de executar técnicas de risco, ligados ao cargo que ocupa, comportar‐se‐á como um perito
responsável em seu nível e em seu universo de ação;

III ‐ como perito responsável, o militar deve, em razão do nível funcional em que atua e
do universo em que age, ser um executante perfeitamente habilitado e conhecedor dos perigos e riscos
das a vidades a seu cargo; e

IV   ‐   algumas   a vidades   merecem   cuidados   especiais   dos   comandantes,   instrutores   e


monitores e outros responsáveis por elas e, para isso, os aspectos relacionados com a segurança do
pessoal   e   do   equipamento   nessas   a vidades   devem   ser   previamente   analisados,   visando   ao
estabelecimento de medidas preven vas contra acidentes, dentre elas a suspensão de a vidades de
instrução em determinadas situações, mesmo que já tenham sido iniciadas.

Art. 302. Para a vidades de instrução que envolvam situações extraordinárias de risco, a
critério dos Cmt U, Cmt SU e S3, devem ser consideradas, quando for o caso:

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I   ‐   as   condições   climá cas,   o   esforço   a   ser   despendido   pela   tropa   e   o   uniforme   da


a vidade,   tudo   para   se   evitar   possíveis   danos   à   integridade   sica   do   pessoal   provocados   pela
intermação, hipotermia etc;

II ‐ as necessidades de:

a) fiscalização pelos O Prv Acdt das instruções que envolvam a vidade de risco;

b)   ambulância,   permanentemente   no   local,   com   equipamentos/medicamentos   e   a


respec va   equipe   de   primeiros   socorros,   que   esteja   perfeitamente   adestrada   na   operação   desses
equipamentos, para um atendimento imediato e, se for o caso, evacuação; e

c)   ligação   rádio   ou   telefônica   entre   a   área   em   que   se   desenvolve   a   a vidade   dos


instruendos, o aquartelamento e, se for o caso, a OM que apóia;

III ‐ as medidas preven vas contra doenças de maior incidência na área.

Art. 303. Os comandantes, chefes e diretores, em todos os níveis (GU, OM, SU, Pel, Seç
etc), devem adotar medidas para a prevenção de acidentes, tais como:

I ‐ realização de palestras e instruções sobre prevenção de acidentes na instrução, no
serviço e no trânsito;

II ‐ fiscalização do fiel cumprimento das normas de prevenção de acidentes pelos seus
subordinados; e

III ‐ es mulo ao hábito do uso de equipamentos e disposi vos de segurança em todas as


a vidades de risco, de serviço ou não.

TÍTULO V

DAS PRESCRIÇÕES REFERENTES ÀS GUARNIÇÕES MILITARES E AOS DESTACAMENTOS

CAPÍTULO I

DAS GUARNIÇÕES MILITARES

Art. 304. Uma Gu Mil é cons tuída por uma ou mais OM existentes em uma mesma
localidade, delimitada por determinada área, podendo ser transitória ou permanente.

§ 1º A Gu Mil toma, em princípio, a denominação da localidade, e exis ndo nesta mais de
uma OM, a Gu é criada por ato do Comandante do Exército.

§ 2º Nas grandes cidades pode haver mais de uma Gu Mil; neste caso, o Comandante do
Exército define os limites territoriais de cada uma delas.

§ 3º O Comandante do Exército pode delegar aos Cmt Mil A a atribuição de delimitar, em
detalhes, a área de uma Gu Mil.

§ 4º Quando em uma Gu Mil exis rem OM pertencentes a G Cmdo diferentes, cabe ao
comandante militar de área determinar a que G Cmdo fica subordinado o Cmt Gu Mil.

Art. 305. O Comando da Gu Mil incumbe, normalmente, ao militar de maior precedência

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hierárquica,   no   exercício   efe vo   de   cargo   de   Cmt,   Ch   ou   Dir   na   localidade,   que   o   exercerá,


cumula vamente, com as suas funções normais.

§ 1º Quando em uma localidade exis rem apenas OM que não cons tuam unidade, e


não houver comando de Gu Mil, ao Cmt (Ch ou Dir) de maior posto ou mais an go incumbe tomar todas
as providências que se relacionarem, com os deveres e interesses militares, não só quanto às mesmas
OM, como aos militares presentes na localidade.

§ 2º O oficial que assumir o comando da Gu deve consignar o fato  em BI  da OM e


par cipálo à autoridade superior.

Art. 306. O Comandante do Exército, por conveniência do serviço, pode:

I   ‐   reunir   sob   um   mesmo   comando,   em   qualquer   localidade,   determinadas   OM,


atribuindo   ao   Of   Gen   ou   ao   oficial   de   maior   precedência   hierárquica,   no   exercício   de   cargo   de
comandante, chefe ou diretor de OM, as atribuições de comando de Gu Mil;

II ‐ cons tuir uma mesma Gu Mil com OM estacionadas em localidades vizinhas, desde
que as distâncias entre elas e as condições normais de transporte permitam ao militar que sirva em uma
dessas localidades residir em quaisquer das outras; e

III ‐ designar Cmt especial para qualquer Gu Mil.

Seção I

Do Comandante da Guarnição

Art. 307. Ao Cmt Gu Mil incumbe:

I ‐ exercer ação disciplinar sobre os militares da Gu, na forma prevista nos regulamentos e
na legislação vigentes;

II ‐ organizar e escalar os serviços indispensáveis à Gu, procurando conciliar os interesses
desses serviços com os da instrução e dos serviços internos das OM integrantes;

III ‐ comunicar à autoridade superior, às OM da Gu e às autoridades a que estas es verem
diretamente subordinadas, sua inves dura no respec vo comando, logo que o tenha assumido;

IV   ‐   distribuir   os   PNR   que   estejam   a   cargo   da   Gu   entre   os   militares,   segundo   a   sua


des nação, e administrá‐los, consoante a regulamentação existente; e

V ‐ estabelecer normas que regulem, no âmbito da Gu, o uso do traje civil pelas praças.

§ 1º O Cmt Gu não tem interferência na vida interna das OM que não lhe são diretamente
subordinadas.

§ 2º Em assuntos de GLO, o Cmt Gu Mil tem sua ação condicionada  às diretrizes ou
instruções do escalão superior.

Art. 308. O Cmt Gu Mil pode designar, na sua Gu Mil, se necessário e conveniente, o
oficial mais an go de cada Serviço como chefe do respec vo Serviço da Gu.

Parágrafo   único.   A   organização   e   o   funcionamento   desses   Serviços   regem‐se   pelos


regulamentos que lhes são peculiares, complementados, quando necessário, por instruções especiais

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baixadas pela RM respec va ou por ODS.

Art. 309. A obediência devida por um Cmt OM ao comandante da respec va Gu Mil não o
isenta da obediência que deva ter a outras autoridades, das quais dependa normalmente; entretanto,
sempre que ordens dessas autoridades interessarem ao serviço da Gu, os Cmt OM devem dar ciência ao
Cmt Gu Mil.

Art. 310. As ordens rela vas ao serviço da Gu Mil devem constar em BI da OM cujo Cmt
se achar no comando da Gu, sendo reme das aos elementos interessados.

§  1º  Em   princípio,  o  Cmt Gu não  tem   auxiliares  especiais  para  o  desempenho  dessa


função – seus auxiliares serão os da sua própria OM.

§ 2º Quando o Cmt Gu Mil  ver sido nomeado especialmente para o cargo, ser‐lhe‐ão
atribuídos os meios indispensáveis ao exercício do comando.

§   3º   No   caso   do   §   2º   deste   ar go,   a   Gu   Mil   tem   BI   próprio,   como   previsto   neste


Regulamento.

§ 4º Todos os documentos rela vos ao comando da Gu cons tuem um arquivo especial,


que fica a cargo do Cmt em exercício.

Art. 311. O Cmt Gu Mil fiscaliza pessoalmente, ou por intermédio de um representante, a
execução dos serviços de Gu.

§   1º   O   oficial   designado   para   fiscalização   dos   serviços   deve   ser   mais   an go   que   os
encarregados dos serviços de Gu.

§   2º   A   fiscalização   de   que   trata   o   presente   ar go   não   exime   os   Cmt   OM   de   se


interessarem pela parte do serviço de Gu atribuída aos seus elementos; não lhes é permi do, porém,
modificar as normas do serviço estabelecidas pelo Cmt Gu Mil.

§ 3º A juízo do Cmt Gu Mil, pode ser estabelecido o serviço de Supe Dia Gu, a cuja escala
concorrem oficiais superiores e capitães, excluídos os Cmt OM, os oficiais que desempenhem as funções
de Fisc Adm, os oficiais do Serviço de Saúde e outros a critério do Cmt Gu.

Seção II

Do Serviço de Médico‐de‐Dia à Guarnição

Art. 312. Deve ser estabelecido o serviço de Med Dia Gu nas Gu Mil em que isto se torne
necessário e seja possível a organização de uma escala com cinco médicos, no mínimo.

Art. 313. O serviço de Med Dia Gu rege‐se pelas seguintes disposições:

I ‐ o Med Dia Gu é escalado, diariamente, pelo Chefe do Serviço de Saúde da Gu;

II ‐ quando uma Gu Mil não dispuser de hospital militar, um posto de saúde pode ser
instalado na FS de uma OM designada pelo Cmt Gu, em princípio a de mais fácil acesso à maioria dos
usuários ou a de melhores instalações;

III ‐ o hospital militar ou o posto de saúde é a sede do serviço de Med Dia Gu, onde este
permanece;

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IV ‐ o posto de saúde pode compreender dependência para consultas, sala de pequenas
intervenções   cirúrgicas   e   cura vos,   gabinete   odontológico,   ves ário,   dormitório   para   o   médico   e
enfermeiros, instalações sanitárias etc;

V   ‐   o   pessoal   que   presta   serviço   no   posto   é   cons tuído   por   auxiliares   de   saúde   e
atendentes existentes na Gu Mil, escalados diária ou semanalmente, como determinar o Cmt Gu Mil;

VI ‐ o serviço do posto corresponde ao atendimento de emergência aos militares do
Exército e seus dependentes, quer pertençam ou não à Gu, e aos em trânsito, sendo prestado no próprio
posto ou nos quartéis;

VII ‐ o atendimento em residência somente é prestado em casos de acidente ou molés a
grave, e desde que o doente não possa comparecer ao posto de saúde;

VIII ‐ sem prejuízo do serviço de pronto atendimento, pode haver no posto de saúde o
serviço de consultas externas dadas pelos médicos da Gu, conforme normas e horários estabelecidos
pelo Chefe do Serviço de Saúde da Gu, aprovados pelo Cmt Gu Mil;

IX   ‐   os   doentes   com   molés as   infecciosas   ou   infecto‐contagiosas   são   removidos


diretamente do posto para o hospital mais próximo;

X ‐ no posto de saúde deve haver um livro de partes, onde são consignados, pelo Med Dia
Gu, todos os atendimentos e as ocorrências que se verificarem durante o serviço;

XI ‐ o serviço do Med Dia Gu é de vinte e quatro horas e o médico permanece no posto
durante todo o serviço, dele se afastando apenas para atender aos casos previstos no inciso VII deste
ar go; e

XII ‐ ao ser subs tuído, o Med Dia Gu faz a entrega, ao seu subs tuto, do material sob sua


responsabilidade no posto e transmite‐lhe todas as ordens em vigor.

Seção III

Dos Outros Serviços da Guarnição

Art. 314. A tropa empregada no serviço da Gu Mil depende diretamente do Cmt desta e o
serviço é feito de acordo com as disposições regulamentares, salvo no caso de ordens e instruções
especiais a respeito.

§ 1º Todo o pessoal concorre ao serviço da Gu Mil, mediante escala.

§   2º   A   tropa   não   deve   ser   empregada   em   serviços   policiais   estranhos   aos   que
diretamente lhe dizem respeito; em caso algum, a tropa é posta à disposição de autoridades policiais ou
administra vas civis.

§ 3º Somente são dadas guardas e faxinas às OM que não dispuserem de pessoal próprio
para tais serviços.

§ 4º No mesmo dia, apenas por absoluta deficiência de pessoal, o serviço da Gu é dado
por mais de uma OM; quando isto ocorrer, a cada uma delas são atribuídos os serviços que lhes ficam
mais próximos, sendo indispensável que o pessoal de cada posto de serviço pertença à mesma OM.

§ 5º O serviço de escala da Gu obedece às mesmas disposições estabelecidas para o
serviço interno das unidades e para as escalas de serviço.

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Portaria nº 816-Cmt Ex, de 19 dezembro de 2003. [Link]

Art. 315. Em todas as Gu Mil, quando a con güidade de duas ou mais OM e as suas
peculiaridades permi rem, deve se buscar a progressiva centralização e racionalização das a vidades
comuns   de   segurança   dos   aquartelamentos,   de   apoio   administra vo   (rancho,   saúde,   transporte,
lavanderia, suprimento e manutenção) e de recreação e assistência ao pessoal.

Seção IV

Da Chegada e da Saída de Tropa na Gu Mil

Art. 316. O Cmt Gu Mil, quando informado da chegada de uma tropa estranha à mesma,
determina as necessárias providências para sua conveniente instalação.

Parágrafo   único.   O   Cmt   da   tropa   que   ocupar   aquartelamento   de   outra   OM   é   o


responsável pela conservação do edi cio ocupado e guarda do material ali existente.

Art.   317.   Quando   uma   unidade   se   afastar   de   sua   Gu   Mil,   o   respec vo   Cmt   entrega,
mediante inventário, os móveis e utensílios que não possa ou não deva transportar ao oficial designado
para recebê‐los.

§   1º   No   caso   de   afastamento   temporário,   a   unidade   deixa,   no   quartel,   uma   tropa


comandada   por   oficial,   que   ficará   responsável   pela   guarda   e   conservação   do   material   e   do
aquartelamento.

§ 2º As dependências que ficarem fechadas e lacradas só podem ser abertas por ordem
explícita   da   autoridade   competente,   na   presença   do   oficial   encarregado   da   guarda   do   quartel   e   do
portador e executante da ordem, sendo tomadas as mesmas providências quando do fechamento das
referidas dependências.

§ 3º A tropa obrigada a se afastar deixa de concorrer ao serviço da Gu Mil quatro dias
antes de sua par da.

CAPÍTULO II

DOS DESTACAMENTOS

Art. 318. Denomina‐se destacamento, para fins das disposições deste Regulamento, a
fração de unidade estacionada fora da sede desta.

§ 1º Os destacamentos podem ser temporários (de duração prefixada) ou permanentes
(de caráter defini vo).

§   2º   A   autoridade   do   Cmt   do   destacamento,   em   relação   aos   seus   subordinados,   é


sequivalente   à   de   Cmt   U,   observadas,   entretanto,   as   restrições   expressas   neste   e   em   outros
regulamentos.

Art.   319.   Os   destacamentos   de   efe vo   equivalente   ou   superior   ao   de   uma   SU   tem


serviços próprios, estabelecidos com seu pessoal, de acordo com sua organização prévia.

§ 1º Quando o efe vo for inferior ao de uma SU, as necessidades do destacamento são
atendidas, na falta de instruções par culares, com os recursos da própria OM e por inicia va do Cmt
desta.

§ 2º Quando a distância for tal que haja facilidade de transporte diário, os destacamentos

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Portaria nº 816-Cmt Ex, de 19 dezembro de 2003. [Link]

podem ser providos diretamente pela unidade.

§ 3º Os destacamentos permanentes tem os serviços organizados em caráter defini vo,
sendo, porém, seus provimentos feitos pela unidade.

§ 4º Em qualquer situação, a tropa destacada fica subordinada ao Cmt U para efeito de
instrução.

Art.   320.   Ao   ser   cons tuído   um   destacamento   temporário,   o   comando   da   unidade


fornecelhe os meios até que seja regularizada, pela autoridade competente, a situação do destacamento
quanto ao apoio administra vo.

TÍTULO VI

DOS SÍMBOLOS NACIONAIS E DO EXÉRCITO, DAS CANÇÕES E FESTAS MILITARES

CAPÍTULO I

DOS SÍMBOLOS NACIONAIS

Art. 321. São símbolos nacionais:

I ‐ a Bandeira Nacional;

II ‐ o Hino Nacional;

III ‐ as Armas Nacionais; e

IV ‐ o Selo Nacional.

Parágrafo único. A forma, a apresentação e o uso dos símbolos nacionais são regulados
em legislação específica.

Art. 322. Cada unidade possui sob sua guarda uma Bandeira Nacional, símbolo da Pátria,
des nada a es mular, entre os que se agrupam em torno dela, o elevado sen mento de sacri cio no
cumprimento dos deveres de cidadão e de soldado.

§ 1º A Bandeira Nacional é guardada no gabinete do Cmt, em local visível e de destaque.

§ 2º Na guerra, somente as unidades e os G Cmdo conduzem a Bandeira Nacional.

Art.   323.   Os   corpos   de   tropa   conduzem   suas   Bandeiras,   em   tempo   de   paz,   em


solenidades e formaturas, salvo quando em manobras ou exercícios.

§ 1º Os corpos de tropa que formarem em ordem de marcha para inspeções ou visitas do
escalão superior também conduzem suas Bandeiras.

§   2º   Os   corpos   de   tropa   de   efe vo   inferior   a   unidade   somente   usam   Bandeiras   nas


guardas   de   honra,   nas   guardas   fúnebres,   na   solenidade   de   sua   apresentação   aos   conscritos,   no
compromisso   dos   recrutas,   no   dia   19   de   novembro,   nas   paradas   e   nas   formaturas   para   entrega   de
medalhas e condecorações.

Art.   324.   Cada   unidade   deve   possuir   uma   Bandeira   Nacional   para   ser   hasteada   no

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Portaria nº 816-Cmt Ex, de 19 dezembro de 2003. [Link]

respec vo mastro, conforme preceitua o R‐2.

Art. 325. O Hino Nacional é o que se compõe da música de Francisco Manuel da Silva e
poema de Joaquim Osório Duque Estrada, conforme o disposto nos Decretos nº 171, de 20 de janeiro de
1890, e nº 15.671, de 6 de setembro de 1922.

Parágrafo único. Nos corpos de tropa, o Hino Nacional é cantado, no mínimo, uma vez por
semana, por ocasião de formatura da unidade ou de SU.

Art. 326. O Selo Nacional tem os dis n vos a que se refere o Decreto nº 4, de 19 de
novembro   de   1889,   sendo   usado   para   auten car   os   diplomas   e   cer ficados   expedidos   pelos
estabelecimentos de ensino, bem como outros documentos de caráter oficial, de acordo com a legislação
vigente.

Art. 327. É obrigatório o uso das Armas Nacionais em local de destaque da fachada do
quartel ou do pavilhão principal de todas as unidades, bem como nos armamentos, na correspondência
e nas publicações oficiais.

CAPÍTULO II

DOS SÍMBOLOS DO EXÉRCITO

Art. 328. O símbolo do Exército é o constante do RUE.

Art. 329. O azul e o vermelho (cores heráldicas), quando apresentados em justaposição,
significam Exército.

Art.   330.   As   unidades   que   possuírem   estandartes   históricos,   oficialmente


autorizados,podem conduzi‐los nas condições estabelecidas pelo C 22‐5.

Parágrafo   único.   Os   estandartes   são   guardados   nas   mesmas   condições   da   Bandeira


Nacional.

Art.   331.   Os   estandartes   de   equipes   despor vas   obedecem   às   normas   que   regem   o
assunto e só podem figurar nas solenidades e compe ções espor vas.

Art.   332.   A   presença,   nas   OM,   de   altas   autoridades   civis   e   militares   e   dos   seus
comandantes é indicada por meio de bandeiras‐insígnias, sendo seu uso regulado pelo R‐2.

Art. 333. Os dis n vos históricos são des nados a evocar feitos militares e são criados e


mandados adotar, por ato do Comandante do Exército, para uso nos uniformes do pessoal militar de
certas OM do Exército.

CAPÍTULO III

DAS CANÇÕES MILITARES

Art. 334. As GU e os corpos de tropa podem ter seu cân co de guerra evoca vo de ações


heróicas de suas Armas ou das Forças Armadas.

Art.   335.   Nas   marchas,   no   interior   dos   quartéis   e   no   regresso   de   solenidades   ou


instruções externas, podem ser entoadas canções militares e cân cos de guerra.

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Portaria nº 816-Cmt Ex, de 19 dezembro de 2003. [Link]

Parágrafo único. Nos deslocamentos da unidade são permi das canções populares, desde
que não ofendam a moral, nem encerrem crí ca pessoal, polí ca ou religiosa.

Art.   336.   Os   cân cos   de   guerra   e   as   canções   militares   somente   são   adotados   após
aprovados pelo órgão competente.

CAPÍTULO IV

DAS FESTAS NACIONAIS E MILITARES

Art. 337. As festas militares são as comemorações de feitos e fatos nacionais ou rela vos
à vida do Exército e das OM, des nadas à exaltação do patrio smo, ao es mulo e desenvolvimento do
sen mento cívico e ao revigoramento, num ambiente de sã camaradagem, do “espírito de corpo” e do
amor ao Exército.

Art. 338. Os feriados nacionais, as datas fes vas e as comemora vas são celebrados nas


unidades,   consoante   as   disposições   em   vigor,   as   determinações   do   Comandante   do   Exército   e   dos
respec vos Cmt, podendo comportar a publicação, de véspera, de um bole m alusivo à data.

Art. 339. Os feriados nacionais, as datas fes vas e comemora vas a que se referem os


arts. 337 e 338 deste Regulamento são os seguintes:

“Art. 339. Os feriados nacionais, as datas fes vas e comemora vas a que se referem os


art. 337 e 338 deste Regulamento são os seguintes:” (NR ‐ alterado pela Portaria nº 1.253‐Cmt Ex, de 9
de agosto de 2018)

I ‐ feriados nacionais:

a) 1º de janeiro – Dia da Fraternidade Universal;

b) 21 de abril – Dia da Inconfidência Mineira;

c) 1º de maio – Dia do Trabalho;

d) 7 de setembro – Dia da Independência do Brasil;

e) 12 de outubro – Nossa Senhora Aparecida – Padroeira do Brasil;

f) 2 de novembro – Dia de Finados;

g) 15 de novembro – Dia da Proclamação da República;

h) 25 de dezembro – Natal; e

i) data móvel – Paixão de Cristo;

II ‐ datas fes vas:

a) 21 de fevereiro – Dia da Tomada de Monte Castelo na 2ª Guerra Mundial;

b) 31 de março – Dia da Revolução Democrá ca de 1964;

c) 19 de abril – Dia do Exército Brasileiro;

d) 22 de abril – Dia da Aviação de Caça;

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Portaria nº 816-Cmt Ex, de 19 dezembro de 2003. [Link]

e) 8 de maio – Dia da Vitória na 2ª Guerra Mundial;

f) 11 de junho – Dia da Batalha Naval do Riachuelo na Guerra da Tríplice Aliança;

g) 25 de agosto – Dia do Soldado;

h) 23 de outubro – Dia do Aviador;

i) 19 de novembro – Dia da Bandeira Nacional;

j) 13 de dezembro – Dia do Marinheiro;

l) 16 de dezembro – Dia do Reservista; e

m) dia do aniversário da unidade;

III ‐ datas comemora vas:

a) 8 de fevereiro – Dia do Magistério;

b) 13 de fevereiro – Dia do Serviço de Assistência Religiosa;

c) 10 de abril – Dia da Arma de Engenharia;

d) 12 de abril – Dia do Serviço de Intendência;

e) 5 de maio – Dia da Arma de Comunicações;

f) 10 de maio – Dia da Arma de Cavalaria;

g) 24 de maio – Dia da Arma de Infantaria;

h) 27 de maio – Dia do Serviço de Saúde;

i) 10 de junho – Dia da Arma de Ar lharia;

j) 3 de agosto – Dia do Quadro de Engenheiros Militares;

l) 2 de outubro – Dia do Quadro Complementar de Oficiais;

m) 30 de outubro – Dia do Quadro de Material Bélico;

n) 24 de novembro – Dia do Quadro Auxiliar de Oficiais;

o) 27 de novembro – Dia da Intentona Comunista de 1935; e

p) dia da incorporação dos conscritos.

III ‐ datas comemora vas:

a) 8 de fevereiro ‐ Dia do Magistério;

b) 13 de fevereiro ‐ Dia do Serviço de Assistência Religiosa;

c) 10 de abril ‐ Dia da Arma de Engenharia;

d) 12 de abril ‐ Dia do Serviço de Intendência;

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Portaria nº 816-Cmt Ex, de 19 dezembro de 2003. [Link]

e) 29 de abril ‐ Dia da Rendição Incondicional da 148ª Divisão de Infantaria Alemã à Força
Expedicionária Brasileira;

f) 5 de maio ‐ Dia da Arma de Comunicações;

g) 10 de maio ‐ Dia da Arma de Cavalaria;

h) 24 de maio ‐ Dia da Arma de Infantaria;

i) 27 de maio ‐ Dia do Serviço de Saúde;

j) 10 de junho ‐ Dia da Arma de Ar lharia;

k) 17 de junho ‐ Dia da Veterinária Militar;

l) 3 de agosto ‐ Dia do Quadro de Engenheiros Militares;

m) 18 de setembro ‐ Dia da Família Militar;

n) 2 de outubro ‐ Dia do Quadro Complementar de Oficiais;

o) 30 de outubro ‐ Dia do Quadro de Material Bélico;

p) 24 de novembro ‐ Dia do Quadro Auxiliar de Oficiais; e

q) 27 de novembro ‐ Dia da Intentona Comunista.” (NR ‐ alterado pela Portaria nº 1.253‐
Cmt Ex, de 9 de agosto de 2018.)

Art. 340. Nos feriados nacionais e nas datas fes vas de 19 de abril, 25 de agosto e 19 de
novembro   não   há   expediente   nem   instrução,   limitando‐se   as   a vidades   aos   festejos   militares
programados.

§ 1º Nos dias de ponto faculta vo, o expediente transcorre de acordo com as disposições
em vigor do Poder Execu vo e as determinações do Comandante do Exército.

§   2º   Na   data   fes va   correspondente   ao   aniversário   da   OM,   além   das   fes vidades


comemora vas pode haver ou não expediente, a critério do Cmt U.

§ 3º As a vidades a que se refere este ar go são realizadas na data comemorada, não


devendo haver transferência de dia para a realização dos festejos.

§   4º   Nos   feriados   estaduais   e   municipais   não   há   expediente   nas   OM   localizadas   nos


municípios alcançados por aquelas determinações governamentais.

§ 5º São normais o expediente e a instrução nas datas fes vas e comemora vas não


citadas nos caput, § 2º e § 4º deste ar go.

§   6º   As   prescrições   deste   ar go   não   se   aplicam   quando   da   realização   de   manobras,


exercícios de longa duração e situações extraordinárias da tropa.

Art. 341. As festas militares realizam‐se segundo programa pré‐estabelecido pelo Cmt U,
aprovado,   se   for   o   caso,   pela   autoridade   imediatamente   superior,   e   podem   compreender,
principalmente:

I ‐ formatura da unidade ou de um dos seus elementos;

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Portaria nº 816-Cmt Ex, de 19 dezembro de 2003. [Link]

II ‐ uma parte recrea va, cons tuída de provas de hipismo, atle smo,  ro, esgrima, jogos


espor vos e outros de natureza militar;

III ‐ uma parte ilustra va cons tuída de conferências ou palestras, em que se relembrem


não apenas a data comemorada, como outros fatos notáveis da História Nacional, especialmente os que
se relacionem com os feitos memoráveis de nossa História Militar;

IV ‐ visita ao espaço cultural porventura existente na OM, preferencialmente inserida nos
eventos citados nos incisos I e III deste ar go; e

V ‐ reuniões internas, de caráter social, às quais podem comparecer civis.

Parágrafo único. As comemorações de glórias e feitos militares têm caráter estritamente
nacional,   evitando‐se   manifestações   que   possam   ferir   susce bilidades   patrió cas   de   representantes
estrangeiros, principalmente quando estes a elas comparecerem.

Art. 342. Nas festas militares são rigorosamente observados os princípios de sobriedade,
evitando‐se os exageros, sempre nocivos, dispendiosos e incompa veis com a conduta militar.

Art.   343.   Em   dias   anteriores   às   datas   a   comemorar,   devem   ser   realizadas   nas   SU
dissertações sobre o fato histórico, de modo a preparar o espírito do soldado para bem compreender o
sen do da comemoração.

Art.   344.   O   dia   7   de   setembro   é   consagrado   como   Dia   da   Pátria   e   as   fes vidades   e
solenidades realizadas nesse dia têm caráter eminentemente nacional.

Art. 345. A Semana da Pátria é cons tuída pelas comemorações realizadas durante o Dia
da Pátria e em dias anteriores, as quais compreendem uma série de solenidades, inclusive palestras
rela vas ao fato histórico da proclamação da independência polí ca e ao desenvolvimento do Brasil.

Art. 346. O dia 19 de novembro é consagrado como Dia da Bandeira, sendo comemorado
de acordo com as prescrições do R‐2.

Art. 347. O dia 19 de abril, data em que se comemora a I Batalha de Guararapes, travada
em 1648, é consagrado como o Dia do Exército Brasileiro.

§ 1º Este dia é fes vo e solenemente comemorado nas OM, ressaltando‐se os feitos de
Guararapes ‐ “berço da nacionalidade e do Exército Brasileiro”.

§   2º   Nas   Gu   Mil,   as   comemorações   são   coordenadas   pelos   respec vos   Cmt,   com   a
par cipação de todas as OM nelas sediadas.

Art. 348. O dia 25 de agosto, data em que se comemora o nascimento do Marechal Luís
Alves de Lima e Silva – o Duque de Caxias – é consagrado como o Dia do Soldado – Festa de Caxias.

§ 1º Este dia é fes vo e solenemente comemorado nas OM, ressaltando‐se as qualidades
de cidadão exemplar, de patriota insigne e de soldado heróico que caracterizaram aquele grande chefe
militar e o tornaram um dos maiores vultos da História Nacional.

§   2º   Nas   Gu   Mil,   as   comemorações   são   coordenadas   pelos   respec vos   Cmt,   com   a
par cipação de todas as OM nelas sediadas.

TÍTULO VII

DAS PUBLICAÇÕES, DA CORRESPONDÊNCIA MILITAR, DOS PROTOCOLOS E DOS ARQUIVOS

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CAPÍTULO I

DAS PUBLICAÇÕES

Art. 349. Os exemplares de regulamentos, manuais de instrução e outras publicações do
Exército, distribuídos à unidade, não podem, sob pretexto algum, cons tuir propriedade pessoal.

§ 1º Os exemplares dos documentos referidos no presente ar go são man dos em dia


pelos   responsáveis,   que   devem   introduzir   as   sucessivas   alterações,   à   medida   que   forem   publicadas
oficialmente.

§   2º   Os   oficiais,   subtenentes   e   sargentos   devem   possuir   os   regulamentos   e   manuais


ostensivos de sua Arma, Quadro, ou Serviço e, obrigatoriamente, os que dizem respeito às suas frações, a
fim de se manterem a par de todas as disposições regulamentares gerais e, especialmente, das que
interessem diretamente ao exercício de seu cargo e suas funções.

Art.   350.   Exemplares   de   regulamentos,   manuais   de   instrução   e   outras   publicações


revogados, desde que perfeitamente iden ficados, podem ser man dos na biblioteca da OM para efeito
de consulta e pesquisa.

Art. 351. As publicações de caráter sigiloso, distribuídas à unidade e não redistribuídas às
repar ções, ficam sob a responsabilidade pessoal do respec vo Cmt U e são relacionadas e guardadas
em arquivo especial, de acordo com as normas em vigor.

§ 1º Os documentos sigilosos que forem redistribuídos às repar ções da unidade ficam
sob a responsabilidade do respec vo chefe, man dos em arquivo especial, sob controle do S2.

§ 2º Sempre que ocorrer subs tuição do detentor das publicações sigilosas em carga,
procede‐se de acordo com a legislação e as instruções em vigor.

§ 3º O mesmo procedimento estabelecido no § 2º deste ar go é observado nos casos de
transferência ou recolhimento dos documentos em apreço.

Art.   352.   As   publicações   e   outros   documentos   de   caráter   sigiloso   são   descarregados,


desrelacionados ou eliminados de acordo com a legislação e as instruções especiais vigentes.

CAPÍTULO II

DA CORRESPONDÊNCIA MILITAR

Art. 353. A correspondência oficial militar em uso no Exército é regulada por instruções
específicas baixadas pelo Comandante do Exército.

Parágrafo   único.   Na   correspondência   militar   empregam‐se   as   abreviaturas   conforme


prescrevem os Manuais C 21‐30 e MD33‐M‐02, e outras instruções específicas.

Art. 354. A correspondência oficial do Exército tem a seguinte classificação:

I ‐ quanto ao trânsito:

a) interna; ou

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Portaria nº 816-Cmt Ex, de 19 dezembro de 2003. [Link]

b) externa;

II) quanto à natureza:

a) sigilosa; ou

b) ostensiva;

III) quanto à tramitação:

a) normal;

b) urgente; ou

c) urgen ssima.

Art.   355.   A   correspondência   sigilosa   é   aquela   que   trata   dos   assuntos   que,   por   sua
natureza, devem ser de conhecimento restrito e, portanto, requer medidas especiais de salvaguarda para
sua   divulgação,   iden ficação,   expedição,   recebimento,   registro,   manuseio,   custódia,   arquivo   e
eliminação, conforme a legislação em vigor e outras instruções e normas baixadas pelo Comandante do
Exército.

Art. 356. A correspondência ostensiva é aquela cujo conhecimento por outras pessoas
além   do(s)  des natário(s)  não  prejudica   o  sigilo,  a  administração  militar,   ou  a   Defesa   Nacional,   não
sendo, entretanto, permi da sua publicação além da imprensa oficial, salvo quando autorizada pelo
Comandante do Exército ou por autoridade delegada.

Art. 357. Nenhum documento é encaminhado por uma autoridade:

I ‐ sem que esta o instrua convenientemente, de acordo com as leis e os regulamentos em
vigor, fundamentando francamente seu posicionamento, a menos que o documento, por seu  po, não o
comporte, ou se trate de conduta de superior, ou ainda não caiba parecer ou informação;

II ‐ sem estar redigido em termos convenientes;

III ‐ quando não forem respeitados os princípios da subordinação hierárquica e as normas
regulamentares; e

IV ‐ quando não houver amparo legal.

CAPÍTULO III

DOS PROTOCOLOS E DOS ARQUIVOS

Art.   358.   Os   documentos   sigilosos,   ostensivos   externos   e   ostensivos   internos   são


protocolados pelo S2, pelo ajudante‐secretário e pelo S1, respec vamente.

§ 1º A saída dos documentos é dada com o número que  verem tomado na dependência
respec va ou com numeração centralizada pela OM.

§ 2º Os documentos que retornarem conservam o número primi vo do protocolo.

Art.   359.   Os   documentos,   inclusive   os   BI,   são   numerados   de   1º   de   janeiro   a   31   de


dezembro de cada ano, seguindo a ordem crescente dos números naturais.

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Parágrafo único. Os documentos sigilosos recebem numeração dis nta.

Art. 360. As cópias de todos os documentos expedidos pela unidade e os originais dos BI
devem ser arquivados, sendo periodicamente encadernados ou brochados.

§ 1º Aplicam‐se às SU e dependências internas as prescrições deste ar go.

§ 2º Os documentos, conforme seu  po, formam, obrigatoriamente, coleções dis ntas.

§ 3º Os documentos arquivados são conservados em armários ou gavetas adequadas, sob
guarda e responsabilidade dos respec vos detentores.

Art. 361. Nenhum documento que tramite pela unidade pode ser reproduzido sem o
conhecimento do militar detentor.

Parágrafo único. Conforme o teor do documento, deve‐se buscar sempre a emissão de
cópias auten cadas ou autên cas, emi das conforme disposto no inciso V do art. 24 deste Regulamento.

Art. 362. Os documentos de qualquer procedência que não devam ser encaminhados,
depois de solucionados, são arquivados.

Art. 363. O arquivista não pode ser desviado de suas funções, tendo um ou dois auxiliares
em condições de subs tuí‐lo nos seus impedimentos eventuais.

TÍTULO VIII

DOS CARGOS, DAS SUBSTITUIÇÕES TEMPORÁRIAS E DA QUALIFICAÇÃO DAS PRAÇAS

CAPÍTULO I

DOS CARGOS

Art. 364. Cargo militar é o conjunto de atribuições, deveres e responsabilidades come do
ao militar em serviço a vo.

§   1º   Os   cargos   militares   encontram‐se   especificados   nos   QC   e   QCP   ou   definidos   ou


caracterizados como tal em outros disposi vos legais.

§ 2º Os cargos militares são providos com pessoal que sa sfaça o grau hierárquico, a
qualificação e as habilitações exigidas para o seu desempenho, previstos nos respec vos QCP.

§ 3º Quando, por ocasião do provimento efe vo de cargos, ocorrer que um militar deva
ficar,   funcionalmente,   subordinado   a   um   outro   de   menor   precedência   hierárquica,   aplicam‐se   as
seguintes regras:

I ‐ o Cmt (Ch ou Dir) deve realizar as transferências internas necessárias para evitar essa
situação;

II   ‐   quando   não   for   possível   realizar   as   transferências   internas,   em   decorrência   da


habilitação de um deles:

a) o de maior precedência hierárquica passa à situação de adido ao comando (chefia ou
direção), podendo permanecer, entretanto, no exercício do cargo; e

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b)   nas   relações   funcionais   e   de   serviço,   ambos   observam   os   preceitos   de   respeito   e


camaradagem e as ordens têm a forma de solicitação, as quais, no entanto, não podem deixar de ser
cumpridas;

III ‐ se o mais moderno for o Cmt (Ch ou Dir), os casos de responsabilidade funcional e
disciplinar são subme dos à consideração da autoridade imediatamente superior.

Art. 365. Função militar é o exercício das obrigações inerentes ao cargo militar.

§   1º   A   entrada   no   exercício   da   função   ocorre   quando   o   militar   passa   a   executar   as


medidas necessárias ao desempenho de suas novas atribuições no local de a vidade própria, assumindo,
efe vamente, as responsabilidades do cargo ou encargo.

§ 2º O militar que, por sua atuação, se tornar incompa vel com o cargo ou demonstrar
incapacidade para o exercício de suas funções militares deve ser afastado do cargo.

§ 3º Nenhuma atribuição pode ser come da ao militar afastado das suas funções por
incompa bilidade, antes do término do processo a que es ver sujeito.

Art. 366. As obrigações que, por generalidade, peculiaridade, duração, vulto ou natureza,
não   são   catalogadas   em   QC,   QCP   ou   outro   disposi vo   legal,   são   cumpridas   como   encargos,
incumbências, comissões, serviço ou a vidade, militares ou de natureza militar.

Parágrafo único. Para as obrigações enumeradas neste ar go, aplica‐se, no que couber, o
disposto para “cargo militar".

Art. 367. “Adido” é a situação especial e transitória do militar que, sem integrar o efe vo
de uma OM, está a ela vinculado por ato de autoridade competente.

Art. 368. “Adido como se efe vo fosse” é a situação especial e transitória do militar que,
sem que haja vaga em uma OM, para seu grau hierárquico, qualificação ou habilitações, nela permanece
ou é para ela movimentado; nessa situação o militar é considerado para todos os efeitos como integrante
da OM.

Art.   369.   “Excedente”   é   a   situação   especial   e   transitória   a   que   o   militar   passa


automa camente nos casos previstos no E‐1.

Art. 370. “À disposição” é a situação em que se encontra o militar a serviço de órgão ou
autoridade a que não esteja diretamente subordinado.

Art. 371. “Efe vo” é a situação do militar nomeado ou designado para exercer um cargo,
quando sa sfaz aos requisitos de grau hierárquico, qualificação e habilitações.

Art.   372.   QO   é   o   documento   que   estabelece   as   missões   das   OM   e   a   organização,   o


pessoal e o material que devem possuir.

§   1º   Nas   OM   operacionais,   o   QO   é   composto   por   base   doutrinária,   estrutura


organizacional, QC e QDM.

§   2º   Nas   OM   não   operacionais,   a   base   doutrinária   é   subs tuída   pelo   regulamento


específico.

Art. 373. QDM é o documento em que é especificada a distribuição pormenorizada do
material atribuído ao pessoal e às frações de uma OM, bem como são fixadas as normas de distribuição
dos diversos itens de material.

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Art. 374. QCP é o documento que prevê os cargos que possui uma OM, permi ndo seu
funcionamento em tempo de paz, expressando as supressões ou os acréscimos necessários nos cargos
dos respec vos QC, indispensáveis ao atendimento das peculiaridades da OM.

Art. 375. QLPC é o documento que define, para determinada OM, o efe vo civil des nado


ao desempenho de a vidades administra vas em tempo de paz.

CAPÍTULO II

DAS SUBSTITUIÇÕES TEMPORÁRIAS

Seção I

Das Normas Gerais para Subs tuições Temporárias

Art.   376.   Subs tuição   temporária   é   a   realizada   pelo   militar   quando,   em   caráter
transitório, exerce cargo ou responde por função ou encargo atribuídos priva vamente a militar de grau
hierárquico superior ou igual ao seu, sendo‐lhe atribuídas todas as responsabilidades inerentes ao cargo.

Art. 377. O cargo militar é considerado vago a par r de sua criação até que um militar
dele tome posse efe vamente, voltando a estar vago quando o militar que o exerce efe vamente seja
exonerado ou o deixe por ordem expressa de autoridade competente.

Art. 378. Aplicam‐se às subs tuições subseqüentes as mesmas prescrições referentes à
subs tuição inicial que as mo vou.

Art. 379. Respeitado o disposto nos arts. 386 e 390 deste Regulamento, as subs tuições
temporárias ocorrem por mo vo de:

I ‐ cargo vago;

II ‐ afastamento do cargo, do ocupante efe vo ou interino, por prazo superior a trinta
dias; ou

III ‐ afastamento do cargo, do ocupante efe vo ou interino, por prazo inferior a trinta dias
ou por férias.

§ 1º Nos casos dos incisos I e II deste ar go, o subs tuto assume o cargo interinamente.

§ 2º No caso do inciso III deste ar go, o subs tuto responde pela função.

Art. 380. Afastado o ocupante do cargo, por quaisquer dos mo vos constantes do art. 379
deste Regulamento, sua subs tuição dá‐se conforme o previsto neste Regulamento, exercendo o cargo
ou respondendo pela função em questão o militar de maior precedência hierárquica.

Parágrafo único. Em tempo de paz, não há subs tuição de oficial ou aspirante‐a‐oficial
por   praças   de   qualquer   graduação,   podendo   estas,   entretanto,   responder   nos   impedimentos
momentâneos daqueles militares.

Art.   381.   Concorrem   às   subs tuições   temporárias   todos   os   militares   prontos   para   o
serviço, os adidos como se efe vos fossem e os excedentes.

Parágrafo único. Os militares adidos, os à disposição, os que não estejam prontos para o

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serviço e os da reserva remunerada designados para o serviço a vo não concorrem às subs tuições


temporárias.

Art. 382. Quando exis r dúvida quanto a quem cabe, em caráter temporário, exercer
determinado cargo, ou responder por determinada função, deve‐se consultar o escalão imediatamente
superior, mantendo‐se no exercício do cargo ou respondendo pela função o militar já designado, salvo
quando isto acarretar incompa bilidade hierárquica.

Art. 383. Todas as subs tuições temporárias são publicadas em BI/OM, sendo as do Cmt
(Ch ou Dir) comunicadas pelo meio mais rápido à autoridade imediatamente superior.

Seção II

Das Subs tuições nas Gu Mil e nos Elementos de Tropa Destacados

Art.   384.   A   subs tuição   de   Cmt   Gu   Mil,   quando   oficial‐general,   é   realizada   pelo
oficialgeneral que lhe segue em hierarquia e, na falta deste, sucessivamente, pelos oficiais‐generais de
precedência decrescente.

Parágrafo   único.   Inexis ndo   oficial‐general,   cabe   exercer   o   cargo   ou   responder   pelo
comando da Gu o oficial subordinado e de maior hierarquia, respeitadas as condições previstas no art.
305 deste Regulamento.

Art. 385. No caso de tropa destacada de OM, as subs tuições temporárias são reguladas
como se segue:

I ‐ os oficiais do elemento de tropa destacada não concorrem às subs tuições que se
verificarem na OM, exceto às de Cmt U e SCmt U;

II   ‐   do   mesmo   modo,   os   oficiais   em   serviço   na   sede   da   OM   não   concorrem   às


subs tuições no elemento de tropa destacado;

III ‐ as subs tuições de praças são feitas por aquelas pertencentes ao elemento de tropa
destacado, obedecidas as prescrições deste Regulamento; e

IV ‐ o Cmt OM pode propor as transferências que se tornarem necessárias quando no
elemento de tropa destacado não exis r praça de determinada qualificação para concorrer à subs tuição
e esta se fizer necessária.

Seção III

Das Subs tuições Temporárias entre Oficiais‐Generais

Art.   386.   O   oficial‐general   mais   an go,   pronto   para   o   serviço   na   Força,   subs tui   o
Comandante   do   Exército,   interinamente,   por   mo vo   de   férias,   para   tratamento   de   saúde,   em   suas
ausências do território nacional ou em outros impedimentos legais.

Art. 387. A subs tuição do Chefe do EME e de chefe, comandante ou secretário de ODS,
faz‐se pelo respec vo vice‐chefe, subcomandante ou subsecretário.

§ 1º A subs tuição de vice‐chefe, subcomandante ou subsecretário, do EME e de ODS,
dá‐se pelo oficial‐general de maior precedência hierárquica integrante do órgão.

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§   2º   A   subs tuição   dos  demais   oficiais‐generais   do   EME   e   dos   ODS   dá‐se   por   oficial
subordinado a esses militares, de maior precedência hierárquica.

Art.   388.   A   subs tuição   dos   chefes   dos   órgãos   de   assistência   direta   e   imediata   ao
Comandante   do   Exército,   exceto   o   Chefe   do   seu   Gabinete,   dá‐se   por   oficial   subordinado   àqueles
militares, de maior precedência hierárquica.

Parágrafo   único.   A   subs tuição   do   Chefe   do   Gabinete   do   Comandante   do   Exército   é


realizada conforme determinação do Comandante do Exército.

Art. 389. Nas subs tuições de oficiais‐generais nos comandos militares de área e nos
grandes   comandos   subordinados   é   obedecida   a   precedência   hierárquica   e   respeitada(s)   a(s)
habilitação(ões) requerida(s) pelo cargo, constante(s) do QCP.

Art.   390.   Não   há   subs tuição   quando   o   oficial‐general   tular   do   cargo   deslocar‐se   a
serviço, por qualquer prazo, dentro da área correspondente à função ou G Cmdo, a saber:

I ‐ para oficiais‐generais do EME e dos ODS, o território nacional;

II ‐ para os Cmt Mil A, nas zonas ou áreas de jurisdição dos respec vos comandos;

III ‐ para os Cmt RM, no território regional; e

IV ‐ para os demais oficiais‐generais, na área correspondente à função ou G Cmdo, por
prazo inferior a dez dias.

§ 1º Nos casos previstos nos incisos deste ar go, a autoridade, conforme previsto nesta
Seção, responde pelo expediente, situação que não configura uma subs tuição temporária.

§ 2º Nos casos em que um militar responder pelo expediente, seu contato funcional com
outras   autoridades   que   sobre   ele   tenham   precedência   hierárquica   limita‐se   ao   encaminhamento   de
documentos, os quais, quando necessário, são selecionados pelo escalão superior.

Seção IV

Das Subs tuições Temporárias Entre Oficiais

Art. 391. Nas OM, o Cmt é subs tuído pelo SCmt ou, na falta deste, pelo oficial de maior
hierarquia, efe vo e pronto, habilitado para o exercício do cargo.

Parágrafo único. Os oficiais do QAO concorrem apenas às subs tuições temporárias de
Cmt OM quando todos oficiais subordinados forem desse mesmo Quadro.

Art. 392. A subs tuição de oficiais chefes de assessoria, seção ou divisão faz‐se por oficial
subordinado de maior precedência hierárquica, respeitada a formação exigida para o ocupante efe vo
do cargo.

Parágrafo único. As subs tuições referentes aos cargos de que trata este ar go são feitas:

I ‐ no âmbito da assessoria, seção ou divisão; e

II ‐ na falta de oficiais dentro da assessoria, seção ou divisão, por oficiais da OM, na forma
deste ar go.

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Art.   393.   Quando   não   exis rem   oficiais   em   número   suficiente   para   atender,   sem
acumular, às subs tuições que se impuserem, o Cmt, Ch ou Dir, respeitada a precedência hierárquica e a
Arma,   o   Serviço   ou   Quadro   previstos   para   o   desempenho   do   cargo,   deve   designar   um   oficial   para
responder pelas funções.

Art.   394.   Quando   um   oficial   promovido   não   for   movimentado,   e   não   exis r
incompa bilidade hierárquica para a sua permanência no cargo em que se encontrar, este não é:

I ‐ exonerado ou dispensado do cargo ou comissão que exerce;

II ‐ excluído do estado efe vo da OM a que pertence; ou

III ‐ subs tuído temporariamente.

Art. 395. As subs tuições temporárias referentes a cargos priva vos de oficiais do QEMA


são feitas:

I ‐ no âmbito das assessorias, seções ou divisões, por oficiais do QEMA; e

II ‐ na falta de oficiais do QEMA dentro da: (re ficado)

a) assessoria, seção ou divisão, por oficiais do QEMA da OM; e (re ficado)

b)   OM,   responde   pelas   funções   um   oficial   superior   designado   pelo   Cmt   (Ch   ou   Dir),
respeitada a precedência hierárquica, se for o caso. (re ficado)

Art. 396. Os oficiais com o Curso de Comando e Estado‐Maior podem assumir qualquer
cargo que importe em comando, chefia ou direção.

§ 1º Os oficiais do QEMA não concorrem às subs tuições de cargos priva vos de outros


quadros funcionais (Quadro Ordinário, QSG e QSP).

§   2º   Na   falta   absoluta   de   oficial   de   outros   quadros   com   a   habilitação   exigida,   as


obrigações administra vas e disciplinares do cargo serão come das, como encargos, a um oficial do
QEMA designado pelo Cmt, Ch ou Dir.

Art.   397.   Na   inexistência   de   oficial   de   Intendência   na   OM,   o   Cmt   U   designa   para


responder pela função um oficial de outro Serviço, de Arma, do QMB, do QCO ou do QAO, este úl mo
oriundo, de preferência, do Serviço de Intendência.

Parágrafo único. Se o exercício das obrigações, na forma de que trata o presente ar go,
prejudicar o funcionamento da OM, o Cmt U deve solicitar providências ao escalão superior.

Art. 398. Na falta de oficial do Serviço de Saúde, par cularmente de médicos, para as
subs tuições que se impuserem, o Cmt U recorre ao escalão superior, solicitando que um oficial de
Saúde da mesma Gu receba o encargo de exercer, cumula vamente, as funções de natureza técnica na
sua OM.

Parágrafo único. No caso de exis r uma única OM na Gu, o escalão superior, uma vez
cien ficado, deve tomar as providências cabíveis, com a urgência necessária.

Art.   399.   Quando,   em   decorrência   de   subs tuições   temporárias,   resultar   que   algum
oficial fique, necessariamente, sob a jurisdição funcional de outro de menor precedência hierárquica, o
de maior posto ou mais an go não fica subordinado hierarquicamente ao mais moderno, aplicando‐se,
porém o previsto nas alíneas do inciso II do § 3º do art. 364 deste Regulamento.

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Portaria nº 816-Cmt Ex, de 19 dezembro de 2003. [Link]

Art. 400. Os oficiais do QAO não concorrem às subs tuições que acarretem o exercício de
funções priva vas de postos inexistentes no seu quadro.

§ 1º Os oficiais do QAO somente respondem pelas funções de Cmt SU quando não exis r,
na unidade, oficial habilitado para o exercício destas.

§ 2º Os cargos atribuídos aos oficiais do QAO são exercidos, indis ntamente, por capitão,
primeiro e segundo‐tenente do respec vo Quadro, respeitadas as habilitações necessárias.

Art. 401. Os cargos distribuídos a oficial subalterno das Armas, do QMB, do QEM e dos
Serviços   são   exercidos,   independentemente,   por   aspirante‐a‐oficial,   segundo   e   primeiro‐tenente,
respeitadas as habilitações necessárias.

Parágrafo único. Os aspirantes‐a‐oficial concorrem às subs tuições temporárias como se
fossem oficiais subalternos, excetuando‐se as rela vas aos cargos previstos para oficiais superiores.

Art. 402. Se um oficial for movimentado da OM, enquanto es ver afastado do seu cargo,
deve con nuar a ser o ocupante efe vo até o seu retorno, ocasião em que transmi rá o cargo e passará
as funções, a carga e os encargos ao seu subs tuto eventual.

Parágrafo  único.   Se  durante  o   período  de   afastamento   apresentar‐se   um   novo   tular


efe vo, este assume o cargo sem aguardar o retorno do oficial afastado.

Art. 403. Respeitada a habilitação exigida para o cargo, as subs tuições temporárias entre
oficiais são feitas:

I ‐ no âmbito da OM, nos casos de corpos de tropa de valor igual ou menor que batalhão;
e

II ‐ no âmbito da assessoria, seção, divisão ou outra repar ção interna, nos casos de OM
de valor superior a batalhão.

Parágrafo único. Na impossibilidade de ser realizada a subs tuição temporária no âmbito
prescrito neste ar go, recorre‐se ao escalão imediatamente superior evitando‐se, tanto quanto possível,
a movimentação interna de oficiais.

Art. 404. Quando exis r um cargo cujas obrigações só podem ser exercidas por oficial
com   determinada   habilitação   técnica,   não   havendo   militar   assim   habilitado   na   OM,   não   ocorre
subs tuição; as obrigações administra vas e disciplinares do cargo são come das como encargos a um
oficial   designado   pelo   Cmt   (Ch   ou   Dir),   devendo   este   úl mo   solicitar   providências   ao   escalão
imediatamente superior.

Art. 405. Nas unidades logís cas, os oficiais dos Serviços e do QMB concorrem também às
subs tuições temporárias do Cmt U e do SCmt U, de acordo com a precedência hierárquica.

Seção V

Das Subs tuições Temporárias Entre Praças

Art. 406. Respeitada a qualificação exigida para o cargo, as subs tuições temporárias
entre praças são realizadas:

I ‐ no âmbito da unidade, quando o cargo a ser preenchido for no comando (chefia ou
direção) da OM;

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Portaria nº 816-Cmt Ex, de 19 dezembro de 2003. [Link]

II ‐ nos corpos de tropa, no âmbito da SU, quando o cargo a ser ocupado for na SU; e

III ‐ nos demais casos, no menor âmbito possível.

Parágrafo único. Salvo na hipótese do inciso I deste ar go, são vedadas as transferências
internas de praças no âmbito da OM para fins de subs tuições temporárias.

Art.   407.   O   sargento   ajudante   é   subs tuído   pelo   1º   Sgt   mais   an go   da   OM,   com   a
qualificação exigida para o cargo.

Parágrafo único. Nas unidades logís cas esta subs tuição temporária toca ao 1º Sgt mais


an go da OM, qualquer que seja a sua qualificação.

Art.   408.   Na   SU,   a   subs tuição   temporária   do   Sgte   é   efetuada   pelo   Sgt   de   maior
precedência hierárquica, com a qualificação exigida, pronto na SU.

Art. 409. Quando não exis r praça devidamente qualificada e a subs tuição se impuser,


esta pode ser feita sob a forma de:

I ‐ acumulação, desde que os cargos a acumular sejam dentro da mesma SU ou repar ção
interna; e

II ‐ responder pelas funções, quando a acumulação contrariar o previsto nos inciso I e
parágrafo único deste ar go.

Parágrafo único. Na situação de que trata o presente ar go, a praça não pode acumular
mais de dois cargos.

Art. 410. Em tempo de paz, não há subs tuição de subtenentes e sargentos por cabos e
destes por soldados.

CAPÍTULO III

DA QUALIFICAÇÃO DAS PRAÇAS

Art. 411. As praças são grupadas por qualificações militares.

Art. 412. As QM são atribuídas às praças de acordo com o resultado ob do em cursos
militares ou civis promovidos pelo Exército, ou ainda em provas organizadas pela Força, estas úl mas
sempre que o recrutamento para certas qualificações deva recair sobre pessoal já habilitado na vida civil.

Art. 413. As QM são:

I ‐ qualificação militar de subtenentes e sargentos – é a caracterização dos conhecimentos
básicos com afinidades de natureza tá ca e/ou técnica, encarada dentro de uma idéia de emprego de
Arma, Quadro ou Serviço, resultante da reunião de vários cargos militares correlatos; e

II ‐ qualificação militar dos cabos, soldados e taifeiros:

a) qualificação militar geral – é a caracterização de conhecimentos gerais e básicos, com
afinidades de natureza tá ca e/ou técnica, dentro de uma idéia de emprego de Arma, Quadro ou Serviço
e resultante da reunião de várias QMP correlatas;

b)   qualificação   militar   par cular   –   é   a   caracterização   de   conhecimentos   específicos,

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Portaria nº 816-Cmt Ex, de 19 dezembro de 2003. [Link]

necessários a determinados cargos ou grupos de cargos, para os quais é exigida a mesma habilitação de
formação, orientando a instrução, a formação e o acesso dos cabos, soldados e taifeiros; e

c) qualificação singular é o grupamento de QMP específicas, independentes entre si.

Art.   414.   A   discriminação   das   QM,   bem   como   condições   de   ingresso   nas   mesmas,
obedecem à regulamentação e às instruções próprias.

TÍTULO IX

CAPÍTULO I

CAPÍTULO III

DA PREPARAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS

Art. 415. Nas unidades podem  funcionar cursos des nados à  preparação de recursos


humanos para os soldados que não tenham profissão civil, na forma prescrita na legislação específica.

§   1º   As   unidades   devem   proporcionar   os   referidos   cursos   aos   conscritos,   como


colaboração cívica, u lizando, se possível, pessoal e meios de en dades que cuidam da matéria (SENAC,
SENAI etc).

§   2º   Tais   cursos   podem,   também,   ser   ministrados   por   elementos   designados   pelos
governos federal, estaduais e/ou municipais, segundo convênio assinado com o Comando do Exército, ou
mediante   simples   entendimento   com   os   órgãos   dos   ministérios   correspondentes,   quando   isto   for
possível e a exigência de convênios puder ser dispensada.

Art.   416.   Os   programas   de   ensino   são   coordenados   pelo   S3,   que   supervisionará   os
diversos cursos e presidirá, quando for o caso, as comissões de exame.

Parágrafo único. O funcionamento dos cursos obedece às seguintes disposições:

I ‐ os cursos devem dispor de instalações apropriadas e de todo o material necessário;

II   ‐   o   oficial   designado   para   exercer   as   funções   de   diretor   de   curso   deve   dispor   de


auxiliares por ele indicados, em número proporcional à quan dade de cursos e de alunos;

III ‐ os horários de funcionamento dos cursos são coordenados pelo S3, sem prejuízo das
a vidades normais da unidade; e

IV ‐ os resultados dos cursos devem constar de atas de exame, ser publicados em BI, e
informados às autoridades civis que firmaram os diversos convênios.

Art.   417.   A   preparação   de   recursos   humanos   é   considerada   de   grande   valor   moral,


tornando merecedores de recompensas, a critério do Cmt U, todos os instruendos que, no desempenho
de funções a ela rela vas, apresentarem os melhores resultados.

CAPÍTULO II

DA PARTE DE DOENTE, DO TRATAMENTO DE SAÚDE E DA INCAPACIDADE PARA O SERVIÇO DO EXÉRCITO

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Portaria nº 816-Cmt Ex, de 19 dezembro de 2003. [Link]

Seção I

Da Parte de Doente

Art. 418. O militar que por mo vo de doença não puder comparecer ao quartel deve dar
parte de doente à autoridade a que es ver subordinado, exceto nos casos de absoluto impedimento ou
quando a constatação da doença for feita por meio de exame realizado por médico militar.

§ 1º A parte de doente pode ser escrita ou verbal e transmi da por qualquer meio de
comunicação.

§ 2º Recebida a parte de doente ou constatada a necessidade de afastamento do militar
do serviço, por mo vo de saúde, a autoridade competente providencia para que ele seja examinado pelo
médico da unidade ou por outro médico militar.

§ 3º Ao médico cabe informar sobre o estado de saúde do doente e a duração provável
de seu impedimento, bem como propor a prescrição necessária conforme o art. 269 deste Regulamento,
salvo se a parte do doente já vier instruída com parecer de médico militar, ou a constatação  ver sido
realizada por esse úl mo.

§   4º   Os   pareceres   sobre   o   estado   de   saúde,   exarados   por   outros   médicos,   mesmo


militares, são subme dos à homologação do médico da OM.

§ 5º O militar considerado em condições para o desempenho de suas a vidades retorna
ao serviço imediatamente.

§ 6º O militar considerado com restrições para o desempenho de suas a vidades retorna
ao serviço onde atua, se aprovado pelo Cmt U, de acordo com as prescrições médicas.

§   7º   O   militar   julgado   em   inspeção   de   saúde   “incapaz   defini vamente”   ou


“temporariamente incapaz para o serviço do Exército” é tratado de acordo com a seção II deste capítulo.

Art. 419. O militar que, por mo vo de doença, alegar impossibilidade de retornar à sua
Gu   Mil   de   origem,   dá   a   parte   de   doente   ao   Cmt   Gu   onde   se   encontrar,   que   determinará   imediata
inspeção de saúde pela JIS ou pelo MP.

§ 1º Se o parecer da JIS ou do MP for "pode viajar", o militar desloca‐se imediatamente
para sua OM e procede de acordo com o prescrito no art. 418 deste Regulamento.

§ 2º Se o parecer da JIS for "não pode viajar", é adotado o procedimento previsto para
concessão de LTSP, conforme legislação específica.

Art. 420. Todo militar baixado a hospital civil ou em tratamento com médico civil, mesmo
no caso previsto no art. 419 deste Regulamento, é acompanhado por médico militar, a quem incumbe
avaliar a situação e, se for o caso, fornecer subsídios à JIS ou ao MP e providenciar outras medidas na
salvaguarda dos interesses do Exército ou do militar enfermo.

§ 1º No caso de o militar estar baixado a hospital civil ou em lugar onde não seja possível
exame por médico militar ou a inspeção de saúde, este procedimento é realizado logo que possível,
cabendo ao médico militar, à JIS ou ao MP prescrever, homologando ou não, os prazos de baixa e as
prescrições de ro na e especiais dos hospitais e médicos civis que assis ram ao militar.

§ 2º Quando necessário e mediante autorização do Cmt RM, a JIS ou o MP podem realizar
inspeção de saúde no local onde se encontra o militar.

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Portaria nº 816-Cmt Ex, de 19 dezembro de 2003. [Link]

“Art. 420‐A. Todo militar que, em tratamento nos hospitais militares, for julgado incapaz
por sofrer molés a contagiosa não pode ter alta desses estabelecimentos para ser mandado apresentar‐
se à sua unidade.

§ 1º Nesta situação, somente pode ser concedida alta se o caso es ver enquadrado em
legislação federal como passível de tratamento em domicílio.

§ 2º Quando o militar portador de molés a contagiosa for julgado incapaz sem estar
baixado   ao   hospital,   deve   ser   mandado   apresentar‐se   à   autoridade   sanitária   competente,   para   as
medidas cabíveis.” (NR ‐ alterado pela Portaria nº 749‐Cmt Ex, de 17 de setembro de 2012)

"Art. 420‐A. Todo militar que, em tratamento nos hospitais militares, for julgado incapaz
por   sofrer   molés a   contagiosa,   não   pode   ter   alta   desses   estabelecimentos,   para   ser   mandado   a
apresentar‐se em sua unidade." (NR ‐ alterado pela PORTARIA – C Ex Nº 1.774, DE 15 DE JUNHO DE 2022)

"§ 1º Nesta situação, somente pode ser concedida alta se o caso es ver enquadrado em
legislação federal como passível de tratamento em domicílio. " (NR ‐ alterado pela PORTARIA – C Ex Nº
1.774, DE 15 DE JUNHO DE 2022)

"§ 2º Quando o militar portador de molés a contagiosa for julgado incapaz sem estar
baixado ao hospital, deve ser mandado apresentar‐se à autoridade sanitária competente, para que sejam
tomadas as medidas cabíveis." (NR ‐ alterado pela PORTARIA – C Ex Nº 1.774, DE 15 DE JUNHO DE 2022)

Art. 421. O militar que desejar internar‐se em hospital ou submeter‐se a tratamento que
exija seu afastamento do serviço deve dar parte de doente, citando o prazo e a data prováveis do evento.

Art. 422. No caso de prescrição de baixa, o militar que preferir permanecer em residência
par cular   ou   tratar‐se   em   ins tuição   de   saúde   não‐conveniada   ou   contratada   pelo   FUSEx,   deve
apresentar essa pretensão por escrito a seu Cmt, Ch ou Dir, a quem cabe, ouvido o médico da OM,
decidir sobre a conveniência ou não.

Art.   423.   O   militar   que   não   desejar   tratar‐se   com   médico   militar   ou,   quando
encaminhado, com profissional de saúde credenciado pelo FUSEx, deve apresentar, por escrito, essa
pretensão ao seu Cmt, Ch ou Dir.

Seção II

Do Tratamento de Saúde

Art.   424.   As   licenças   para   tratamento   de   saúde   própria   do   militar   ou   por   mo vo   de


doença de seus dependentes são concedidas de acordo com a legislação específica.

Art. 425. A LTSP é concedida ao militar, ex officio, pela autoridade competente, depois de
ter sido julgado “incapaz temporariamente” por JIS ou MP.

Parágrafo único. O militar nessa situação:

I ‐ permanece no quartel, acompanhado por um médico da unidade, e este, conforme os
cuidados que o caso requer, pode:

a) baixá‐lo à enfermaria da OM ou a hospital; ou

b) encaminhá‐lo a tratamento específico;

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Portaria nº 816-Cmt Ex, de 19 dezembro de 2003. [Link]

II   ‐   pode,   ainda,   de   acordo   com   prescrição   médica   e   a   critério   do   Cmt   U,   realizar   o


tratamento em sua residência, cabendo ao Med U realizar as visitas de ro na.

Art. 426. A LTSPF é concedida ao militar, mediante requerimento e posterior parecer da
JIS, quando a permanência junto à pessoa da família seja considerada imprescindível em sindicância
mandada instaurar pelo Cmt, Ch ou Dir OM.

Art. 427. O militar goza a LTSP ou a LTSPF, em princípio, em localidade onde possa contar
com o apoio de uma OMS ou, quando encaminhado, de uma ins tuição ou de profissional de saúde
conveniados, contratados ou credenciados pelo FUSEx.

Parágrafo único. Para gozar LTSP ou LTSPF em local onde esse apoio não exista, o militar
deve pedir autorização ao Cmt RM.

Seção III

Da Incapacidade para o Serviço do Exército

Art. 428. O militar julgado incapaz defini vamente para o serviço do Exército é reformado
ou desincorporado, na forma da legislação em vigor.

“Art. 428. O militar julgado incapaz defini vamente para o serviço do Exército (incapaz C)
terá a incorporação anulada, será desincorporado ou reformado, na forma da legislação em vigor.

§   1º   A   anulação   da   incorporação   ocorrerá   se   ficar   comprovado   que   a   causa   da


incapacidade é preexistente à data de incorporação.

§ 2º Nos casos em que for aplicada a desincorporação, ao desincorporado, embora já
excluído   do   serviço   a vo,   será   garan do   o   encostamento   à   organização   militar   (OM)   de   origem
unicamente   para   fins   de   tratamento   do   problema   de   saúde   que   deu   origem   à   incapacidade,   em
organização militar de saúde (OMS), até a estabilização do quadro.

§ 3º O militar que  ver direito à reforma, amparado na legislação em vigor, permanecerá
adido à respec va unidade até o encerramento do processo administra vo de reforma, quando será
excluído do serviço a vo.” (NR ‐ alterado pela Portaria nº 749‐Cmt Ex, de 17 de setembro de 2012)

"Art. 428. O militar temporário julgado incapaz defini vamente para o serviço do Exército
(incapaz C) terá a incorporação anulada, será desincorporado, licenciado ou reformado, na forma da
legislação em vigor. " (NR ‐ alterado pela PORTARIA – C Ex Nº 1.774, DE 15 DE JUNHO DE 2022)

"§   1º   A   anulação   da   incorporação   ocorrerá   se   ficar   comprovado   que   a   causa   da


incapacidade ou invalidez é preexistente à data de incorporação." (NR ‐ alterado pela PORTARIA – C Ex Nº
1.774, DE 15 DE JUNHO DE 2022)

"§ 2º Quando não for considerado inválido, e a causa da incapacidade defini va para o
serviço do Exército es ver enquadrada em uma das hipóteses previstas no art. 108, incisos III, IV, V, e VI
da Lei nº 6.880/80, será licenciado ou desincorporado na forma da legislação em vigor. " (NR ‐ alterado
pela PORTARIA – C Ex Nº 1.774, DE 15 DE JUNHO DE 2022)

"§   3º   Quando   a   causa   da   incapacidade   defini va   para   o   serviço   do   Exército   es ver


enquadrada em uma das hipóteses previstas no art. 108, incisos I e II da Lei nº 6.880/80, ou quando
considerado   inválido   por   estar   impossibilitado   total   e   permanente   para   qualquer   a vidade   laboral,
pública ou privada, pelas hipóteses previstas no art. 108, incisos III, IV, V e VI da Lei nº 6.880/80, será
reformado." (NR ‐ alterado pela PORTARIA – C Ex Nº 1.774, DE 15 DE JUNHO DE 2022)

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Portaria nº 816-Cmt Ex, de 19 dezembro de 2003. [Link]

"§ 4º O militar que  ver direito à reforma, amparado na legislação em vigor, permanecerá
adido à respec va unidade até o encerramento do processo administra vo de reforma, quando será
excluído do serviço a vo." (NR ‐ alterado pela PORTARIA – C Ex Nº 1.774, DE 15 DE JUNHO DE 2022)

"§ 5º Nos casos em que for aplicada a desincorporação ou o licenciamento, embora já
excluído   do   serviço   a vo,   será   assegurado   o   encostamento   à   organização   militar   (OM)   de   origem
unicamente   para   fins   de   tratamento   do   problema   de   saúde   que   deu   origem   à   incapacidade,   em
organização militar de saúde (OMS), até a estabilização do quadro." (NR ‐ alterado pela PORTARIA – C Ex
Nº 1.774, DE 15 DE JUNHO DE 2022)

Art. 429. Todo militar que, em tratamento nos hospitais militares, for julgado incapaz por
sofrer molés a contagiosa não pode ter alta desses estabelecimentos para ser mandado apresentar‐se à
sua unidade.

§ 1º Nesta situação, somente pode ser concedida alta se o caso es ver enquadrado em
legislação federal como passível de tratamento em domicílio.

§ 2º Quando o militar portador de molés a contagiosa for julgado incapaz sem estar
baixado   ao   hospital,   deve   ser   mandado   apresentar‐se   à   autoridade   sanitária   competente,   para   as
medidas cabíveis, sem prejuízo das providências rela vas ao amparo legal pelo Estado.

“Art.   429.   À   praça   temporária   que   durante   a   prestação   do   serviço   militar   inicial   for
considerada incapaz temporariamente para o serviço do Exército (incapaz B1 ou incapaz B2) aplicam‐se
as seguintes disposições:

I ‐ se a causa da incapacidade es ver enquadrada em uma das hipóteses elencadas nos
incisos I a V do art. 108 da Lei nº 6.880/80, não será excluída do serviço a vo enquanto essa situação
perdurar, passando à situação de adido à sua unidade na data de licenciamento da úl ma turma de sua
classe, para fins de con nuação do tratamento médico, até que seja emi do um parecer que conclua
pela ap dão (apto A) ou pela incapacidade defini va (incapaz C), quando será licenciada ou reformada,
conforme o caso, na forma da legislação em vigor;

II   ‐   se   for   considerada   incapaz   B2   e   a   causa   da   incapacidade   es ver   enquadrada   na


hipótese elencada no inciso VI do art. 108 da Lei nº 6.880/80, será desincorporada.

III   ‐   se   for   considerada   incapaz   B1   e   a   causa   da   incapacidade   es ver   enquadrada   na


hipótese elencada no inciso VI do art. 108 da Lei nº 6.880/80, será licenciada na data de licenciamento
da úl ma turma de sua classe, ou será desincorporada, caso haja, em razão da incapacidade, falta ao
serviço ‐ afastamento da a vidade ‐ durante 90 (noventa) dias consecu vos ou não, embora ainda não
tenha chegado a data de licenciamento da úl ma turma de sua classe.

IV‐ nos casos em que a causa da incapacidade B2 for comprovadamente preexistente à
data de incorporação, aplicar‐se‐á a anulação da incorporação.

§ 1º Na hipótese do inciso I deste ar go, se o parecer conclusivo for pela ap dão (apto A)


e houver interesse para o serviço, o militar poderá obter engajamento, contado a par r do dia imediato
àquele em que terminou seu tempo de serviço, obedecidas as demais exigências regulamentares.

§   2º   Nas   hipóteses   dos   incisos   II   e   III   deste   ar go,   observar‐se‐ão   as   seguintes


disposições:

I   ‐   ao   desincorporado   ou   ao   licenciado,   embora   já   excluídos   do   serviço   a vo,   será


garan do o encostamento à OM de origem unicamente para fins de tratamento do problema de saúde
que deu

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Portaria nº 816-Cmt Ex, de 19 dezembro de 2003. [Link]

origem à incapacidade, em OMS, até o seu restabelecimento; e

II   ‐   a   inspeção   de   saúde   deverá   indicar   expressamente   se,   além   da   incapacidade


temporária   para   o   serviço   do   Exército,   existe   inap dão   temporária   para   o   exercício   das   a vidades
labora vas civis (impossibilidade temporária para qualquer trabalho). Exis ndo a inap dão temporária
para   o   exercício   de   a vidades   labora vas   civis,   o   militar   não   será   excluído   do   serviço   a vo,
permanecendo adido enquanto essa situação perdurar. Superada a situação de inap dão para o exercício
das a vidades labora vas civis, será licenciado, se já  ver sido ultrapassada a data de licenciamento da
úl ma turma de sua classe, ou será desincorporado, se ainda não houver sido ultrapassada a data de
licenciamento da úl ma turma de sua classe.” (NR ‐ alterado pela Portaria nº 749‐Cmt Ex, de 17 de
setembro de 2012).

"Art. 429. Ao militar temporário que durante a prestação do serviço militar inicial for
considerado incapaz temporariamente para o serviço do Exército (incapaz B1 ou incapaz B2) aplicam‐se
as seguintes disposições: " (NR ‐ alterado pela PORTARIA – C Ex Nº 1.774, DE 15 DE JUNHO DE 2022)

"I ‐ se a causa da incapacidade temporária es ver enquadrada em uma das hipóteses
elencadas no art. 108, incisos I e II da Lei nº 6.880/80, não será excluído do serviço a vo enquanto essa
situação perdurar, passando à situação de adido à sua unidade na data de licenciamento da úl ma turma
de sua classe, para fins de con nuação do tratamento médico, até que seja emi do um parecer que
conclua   pela   ap dão   (apto   A),   quando   será   licenciado,   ou   pela   incapacidade   defini va   (incapaz   C),
quando será reformado, na forma da legislação em vigor; " (NR ‐ alterado pela PORTARIA – C Ex Nº 1.774,
DE 15 DE JUNHO DE 2022)

"II ‐ se for considerado incapaz B2 e a causa da incapacidade es ver enquadrada nas
hipóteses   elencadas   no   art.   108,   incisos   III,   IV,   V,   e   VI   da   Lei   nº   6.880/80,   será   desincorporado
imediatamente; " (NR ‐ alterado pela PORTARIA – C Ex Nº 1.774, DE 15 DE JUNHO DE 2022)

"III ‐ se for considerado incapaz B1 e a causa da incapacidade es ver enquadrada nas
hipóteses elencadas no art. 108, incisos III, IV, V e VI da Lei nº 6.880/80, será licenciado na data de
licenciamento   da   úl ma   turma   de   sua   classe,   ou   será   desincorporado,   caso   haja,   em   razão   da
incapacidade, falta ao serviço ou afastamento da a vidade, durante noventa dias consecu vos ou não,
embora ainda não tenha chegado a data de licenciamento da úl ma  turma de sua classe; e" (NR ‐
alterado pela PORTARIA – C Ex Nº 1.774, DE 15 DE JUNHO DE 2022)

"IV ‐ nos casos em que a causa da incapacidade B2 for comprovadamente preexistente à
data de incorporação, aplicar‐se‐á a anulação da incorporação. " (NR ‐ alterado pela PORTARIA – C Ex Nº
1.774, DE 15 DE JUNHO DE 2022)

"§ 1º Na hipótese do inciso I deste ar go, se o parecer conclusivo for pela ap dão (apto


A)   e   houver   interesse   para   o   serviço,   o   militar   poderá   obter   engajamento,   contado   a   par r   do   dia
imediato   àquele   em   que   terminou   seu   tempo   de   serviço,   obedecidas   as   demais   exigências
regulamentares. " (NR ‐ alterado pela PORTARIA – C Ex Nº 1.774, DE 15 DE JUNHO DE 2022)

"§   2º   Nas   hipóteses   dos   incisos   II   e   III   deste   ar go,   observar‐se‐ão   as   seguintes
disposições: " (NR ‐ alterado pela PORTARIA – C Ex Nº 1.774, DE 15 DE JUNHO DE 2022)

"I   ‐   ao   desincorporado   ou   ao   licenciado,   embora   já   excluídos   do   serviço   a vo,   será


assegurado o encostamento à OM de origem unicamente para fins de tratamento do problema de saúde
que deu origem à incapacidade, em OMS, até o seu restabelecimento; e " (NR ‐ alterado pela PORTARIA –
C Ex Nº 1.774, DE 15 DE JUNHO DE 2022)

"II   ‐   a   inspeção   de   saúde   deverá   indicar   expressamente   se,   além   da   incapacidade


temporária para o serviço do Exército, existe inap dão temporária para o exercício de qualquer a vidade

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Portaria nº 816-Cmt Ex, de 19 dezembro de 2003. [Link]

laboral, pública ou privada (impossibilidade temporária para qualquer trabalho). Exis ndo a inap dão


temporária para o exercício de qualquer a vidade laboral, pública ou privada, o militar não será excluído
do   serviço   a vo,   permanecendo   adido   enquanto   essa   situação   perdurar.   Superada   a   situação   de
inap dão para o exercício de qualquer a vidade laboral, pública ou privada, será licenciado, se já  ver
sido ultrapassada a data de licenciamento da úl ma turma de sua classe, ou será desincorporado, se
ainda  não  houver  sido  ultrapassada   a  data   de  licenciamento  da  úl ma  turma   de  sua   classe."  (NR   ‐
alterado pela PORTARIA – C Ex Nº 1.774, DE 15 DE JUNHO DE 2022)

Art.   430.   São   man dos   adidos   às   respec vas   unidades,   para   fins   de   alimentação,
alterações   e   vencimentos,   os   militares   que,   julgados   inválidos   ou   incapazes   defini vamente   para   o
serviço do Exército, aguardam reforma, amparados nas disposições em vigor.

“Art.   430.   À   praça   temporária,   que   não   es ver   prestando   o   serviço   militar   inicial,
considerada incapaz temporariamente para o serviço do Exército (incapaz B1 ou incapaz B2) aplicam‐se
as seguintes disposições:

I ‐ se a causa da incapacidade es ver enquadrada em uma das hipóteses elencadas nos
incisos I a V do art. 108 da Lei nº 6.880/80, não será excluída do serviço a vo enquanto essa situação
perdurar, passando à situação de adido à sua unidade ao término do tempo de serviço militar a que se
obrigou, término de engajamento, reengajamento ou prorrogação de tempo de serviço, para fins de
con nuação do tratamento médico, até que seja emi do um parecer que conclua pela ap dão (apto A)
ou pela incapacidade defini va (incapaz C), quando será licenciada ou reformada, conforme o caso, na
forma da legislação em vigor;

II ‐ se a causa da incapacidade temporária es ver enquadrada na hipótese elencada no
inciso VI do art. 108 da Lei nº 6.880/80, será licenciada ex officio, por conveniência do serviço ou por
término do tempo de serviço militar a que se obrigou (término de engajamento, reengajamento ou
prorrogação de tempo de serviço); e

III   ‐   se   ficar   comprovado   que   a   causa   da   incapacidade   B‐2   preexis a   à   data   de


incorporação, aplicar‐se‐á a anulação de incorporação.

§ 1º Na hipótese do inciso I deste ar go, se o parecer conclusivo for pela ap dão (apto A)


e houver interesse para o serviço, o militar poderá obter reengajamento ou prorrogação de tempo de
serviço, contado a par r do dia imediato àquele em que terminou seu tempo de serviço, obedecidas as
demais exigências regulamentares.

§ 2º Na hipótese do inciso II deste ar go, observar‐se‐ão as seguintes disposições:

I ‐ aplicar‐se‐á o licenciamento por conveniência do serviço após 90 (noventa) dias de
incapacidade, consecu vos ou não, sem prejuízo da aplicação do licenciamento por conclusão do tempo
de serviço, caso o requisito para esta forma de licenciamento ocorra em prazo inferior a 90 (noventa)
dias;

II ‐ ao licenciado, embora já excluído do serviço a vo, será garan do o encostamento à


OM   de   origem   unicamente   para   fins   de   tratamento   do   problema   de   saúde   que   deu   origem   à
incapacidade, em OMS, até o seu restabelecimento; e

III   ‐   a   inspeção   de   saúde   deverá   indicar   expressamente   se,   além   da   incapacidade


temporária   para   o   serviço   do   Exército,   existe   inap dão   temporária   para   o   exercício   das   a vidades
labora vas civis (impossibilidade temporária para qualquer trabalho). Exis ndo a inap dão temporária
para   o   exercício   de   a vidades   labora vas   civis,   o   militar   não   será   excluído   do   serviço   a vo,
permanecendo adido enquanto essa situação perdurar. Superada a situação de inap dão para o exercício
das a vidades labora vas civis, será licenciado.” (NR ‐ alterado pela Portaria nº 749‐Cmt Ex, de 17 de

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Portaria nº 816-Cmt Ex, de 19 dezembro de 2003. [Link]

setembro de 2012)

"Art. 430. Ao militar temporário que não es ver prestando o serviço militar inicial e for
considerado incapaz temporariamente para o serviço do Exército (incapaz B1 ou incapaz B2), aplicam‐se
as seguintes disposições:" (NR ‐ alterado pela PORTARIA – C Ex Nº 1.774, DE 15 DE JUNHO DE 2022)

"I ‐ se a causa da incapacidade temporária es ver enquadrada em uma das hipóteses
elencadas no art. 108, incisos I e II da Lei nº 6.880/80, não será excluído do serviço a vo enquanto essa
situação perdurar, passando à situação de adido à sua unidade ao término do tempo de serviço militar a
que se obrigou, para fins de con nuação do tratamento médico, até que seja emi do um parecer que
conclua   pela   ap dão   (apto   A),   quando   será   licenciado,   ou   pela   incapacidade   defini va   (incapaz   C),
quando será reformado, na forma da legislação em vigor;" (NR ‐ alterado pela PORTARIA – C Ex Nº 1.774,
DE 15 DE JUNHO DE 2022)

"II ‐ se a causa da incapacidade temporária es ver enquadrada nas hipóteses elencadas
no art. 108, incisos III, IV, V e VI da Lei nº 6.880/80, será licenciado ex officio, por conveniência do serviço
ou por término do tempo de serviço militar a que se obrigou (término de engajamento, reengajamento
ou prorrogação de tempo de serviço); e " (NR ‐ alterado pela PORTARIA – C Ex Nº 1.774, DE 15 DE JUNHO
DE 2022)

"III   ‐   se   ficar   comprovado   que   a   causa   da   incapacidade   B2   preexis a   à   data   de


incorporação, aplicar‐se‐á a anulação de incorporação. " (NR ‐ alterado pela PORTARIA – C Ex Nº 1.774,
DE 15 DE JUNHO DE 2022)

"§ 1º Na hipótese do inciso I deste ar go, se o parecer conclusivo for pela ap dão (apto


A) e houver interesse para o serviço, o militar poderá obter reengajamento ou prorrogação de tempo de
serviço, contado a par r do dia imediato àquele em que terminou seu tempo de serviço, obedecidas as
demais exigências regulamentares." (NR ‐ alterado pela PORTARIA – C Ex Nº 1.774, DE 15 DE JUNHO DE
2022)

"§ 2º Na hipótese do inciso II deste ar go, observar‐se‐ão as seguintes disposições:" (NR ‐
alterado pela PORTARIA – C Ex Nº 1.774, DE 15 DE JUNHO DE 2022)

"I ‐ aplicar‐se‐á a desincorporação ou o licenciamento por conveniência do serviço após
noventa dias de incapacidade, consecu vos ou não, sem prejuízo da aplicação do licenciamento por
conclusão do tempo de serviço, caso o requisito para esta forma de licenciamento ocorra em prazo
inferior a noventa dias; " (NR ‐ alterado pela PORTARIA – C Ex Nº 1.774, DE 15 DE JUNHO DE 2022)

"II ‐ ao licenciado, embora já excluído do serviço a vo, será assegurado o encostamento à
OM   de   origem   unicamente   para   fins   de   tratamento   do   problema   de   saúde   que   deu   origem   à
incapacidade, em OMS, até o seu restabelecimento; e" (NR ‐ alterado pela PORTARIA – C Ex Nº 1.774, DE
15 DE JUNHO DE 2022)

"III   ‐   a   inspeção   de   saúde   deverá   indicar   expressamente   se,   além   da   incapacidade


temporária para o serviço do Exército, existe inap dão temporária para o exercício de qualquer a vidade
laboral, pública ou privada (impossibilidade temporária para qualquer trabalho). Exis ndo a inap dão
temporária para o exercício de qualquer a vidade laboral, pública ou privada, o militar não será excluído
do   serviço   a vo,   permanecendo   adido   enquanto   essa   situação   perdurar.   Superada   a   situação   de
inap dão  para  o  exercício  de  qualquer  a vidade  laboral,   pública   ou  privada,  será   licenciado." (NR  ‐
alterado pela PORTARIA – C Ex Nº 1.774, DE 15 DE JUNHO DE 2022)

Art. 431. O militar não estabilizado que, ao término do tempo de serviço militar a que se
obrigou   ou   na   data   do   licenciamento   da   úl ma   turma   de   sua   classe,   for   considerado   “incapaz
temporariamente para o serviço do Exército”, em inspeção de saúde, passa à situação de adido à sua

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Portaria nº 816-Cmt Ex, de 19 dezembro de 2003. [Link]

unidade, para fins de alimentação, alterações e vencimentos, até que seja emi do um parecer defini vo,


quando será licenciado, desincorporado ou reformado, conforme o caso.

§ 1º Caso o militar se encontre baixado em enfermaria ou hospital na data prevista de
licenciamento, é subme do à inspeção de saúde no prazo máximo de oito dias a contar dessa data e, se
julgado “incapaz temporariamente para o serviço do Exército”, passa também à situação de adido nas
mesmas condições e com as finalidades previstas no caput deste ar go.

§ 2º Emi do o parecer defini vo, o licenciamento ou a desincorporação ocorre até oito


dias a contar da data da inspeção de saúde ou, no caso de baixado a hospital, a par r da efe vação da
alta.

“Art. 431. Ao oficial temporário que for julgado incapaz temporariamente para o serviço
a vo do Exército (incapaz B1 ou incapaz B2) aplicam‐se as seguintes disposições:

I ‐ se a causa da incapacidade es ver enquadrada em uma das hipóteses elencadas nos
incisos I a V do art. 108 da Lei nº 6.880/80, não será excluído do serviço a vo enquanto essa situação
perdurar, passando à situação de adido à sua unidade ao término do tempo de serviço militar a que se
obrigou,   término   da   convocação   ou   prorrogação   de   tempo   de   serviço,   para   fins   de   con nuação   do
tratamento   médico,   até   que   seja   emi do   um   parecer   que   conclua   pela   ap dão   (apto   A)   ou   pela
incapacidade defini va (incapaz C), quando será licenciado ou reformado, conforme o caso, na forma da
legislação em vigor; e

II ‐ se a causa da incapacidade temporária es ver enquadrada na hipótese elencada no
inciso VI do art. 108 da Lei nº 6.880/80, será licenciado ex officio, por conveniência do serviço ou por
término do tempo de serviço militar a que se obrigou (convocação ou término de prorrogação de tempo
de serviço).

§ 1º Na hipótese do inciso I deste ar go, se o parecer conclusivo for pela ap dão (apto A)


e houver interesse para o serviço, o militar poderá obter prorrogação de tempo de serviço, contado a
par r do dia imediato àquele em que terminou seu tempo de serviço, obedecidas as demais exigências
regulamentares.

§ 2º Na hipótese do inciso II deste ar go, observar‐se‐ão as seguintes disposições:

I ‐ aplicar‐se‐á o licenciamento por conveniência do serviço após 90 (noventa) dias de
incapacidade, consecu vos ou não, sem prejuízo da aplicação do licenciamento por conclusão do tempo
de serviço, caso o requisito para esta forma de licenciamento ocorra em prazo inferior a 90 (noventa)
dias;

II ‐ ao licenciado, embora já excluído do serviço a vo, será garan do o encostamento à


OM   de   origem   unicamente   para   fins   de   tratamento   do   problema   de   saúde   que   deu   origem   à
incapacidade, em OMS, até o seu restabelecimento;

III   ‐   a   inspeção   de   saúde   deverá   indicar   expressamente   se,   além   da   incapacidade


temporária   para   o   serviço   do   Exército,   existe   inap dão   temporária   para   o   exercício   das   a vidades
labora vas civis (impossibilidade temporária para qualquer trabalho). Exis ndo a inap dão temporária
para   o   exercício   de   a vidades   labora vas   civis,   o   militar   não   será   excluído   do   serviço   a vo,
permanecendo adido enquanto essa situação perdurar. Superada a situação de inap dão para o exercício
das a vidades labora vas civis, será licenciado.” (NR ‐ alterado pela Portaria nº 749‐Cmt Ex, de 17 de
setembro de 2012)

§ 3º Se, por parecer defini vo, for julgado “apto para o serviço do Exército”, pode obter
prorrogação do serviço militar, contada a par r do dia imediato àquele em que terminou seu tempo de
serviço, obedecidas as demais exigências regulamentares.

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Portaria nº 816-Cmt Ex, de 19 dezembro de 2003. [Link]

"Art.   431.   Cabe   à   OM,   sob   coordenação   e   orientação   da   Região   Militar   (RM)   com
jurisdição na respec va área, manter um rigoroso acompanhamento e controle do tratamento médico de
seus militares e dos ex‐militares encostados à OM para essa finalidade." (NR ‐ alterado pela PORTARIA – C
Ex Nº 1.774, DE 15 DE JUNHO DE 2022)

"§ 1º As RM, sob a coordenação da Diretoria do Serviço Militar (DSM), do Departamento
Geral do Pessoal (DGP), deverão manter um programa de controle de dados rela vos ao pessoal man do
adido ou encostado, em razão de incapacidade para o serviço do Exército, na forma a ser regulamentada
por aquele Órgão de Direção Setorial. " (NR ‐ alterado pela PORTARIA – C Ex Nº 1.774, DE 15 DE JUNHO
DE 2022)

"§   2º   As   RM,   as   OMS   e   as   demais   OM   envolvidas   devem   implementar   medidas   que


priorizem a recuperação dos militares julgados temporariamente incapazes para o serviço. O processo de
recuperação será acompanhado pelo médico da OM, devendo a unidade publicar em Bole m Interno o
planejamento do tratamento e um relatório mensal com a execução do mesmo. O recuperando deverá
ser   inspecionado   de   saúde   ao   menos   a   cada   noventa   dias   para   fins   de   avaliação   da   evolução   do
tratamento. " (NR ‐ alterado pela PORTARIA – C Ex Nº 1.774, DE 15 DE JUNHO DE 2022)

"§ 3º Mediante decisão fundamentada, observados o contraditório e a ampla defesa, a
OM poderá cassar o ato de encostamento quando houver comprovada desídia do encostado em relação
ao tratamento médico disponibilizado." (NR ‐ alterado pela PORTARIA – C Ex Nº 1.774, DE 15 DE JUNHO
DE 2022)

“Art. 431‐A. Cabe à Organização Militar, sob coordenação e orientação da Região Militar
com   jurisdição   na   respec va   área,   manter   um   rigoroso   acompanhamento   e   controle   do   tratamento
médico de seus militares e dos ex‐militares encostados à OM para essa finalidade.

§   1º   As   Regiões   Militares,   sob   a   coordenação   do   DGP   /   Diretoria   do   Serviço   Militar,


deverão manter um programa de controle de dados rela vos ao pessoal man do adido ou encostado,
em razão de incapacidade para o serviço do Exército, na forma a ser regulamentada por aquele ODS.

§   2º   As   Regiões   Militares,   Organizações   Militares   de   Saúde   e   Organizações   Militares


envolvidas   devem   implementar   medidas   que   priorizem   a   recuperação   dos   militares   julgados
temporariamente incapazes para o serviço. O processo de recuperação será acompanhado pelo médico
da OM, devendo a unidade publicar em BI o planejamento do tratamento e um relatório mensal com a
execução do mesmo. O recuperando deverá ser inspecionado de saúde ao menos a cada 90 (noventa)
dias para fins de avaliação da evolução do tratamento.

§ 3º Mediante decisão fundamentada, observados o contraditório e ampla defesa, a OM
poderá cassar o ato de encostamento quando houver comprovada desídia do encostado em relação ao
tratamento médico disponibilizado.” (NR ‐ alterado pela Portaria nº 749‐Cmt Ex, de 17 de setembro de
2012)

Art. 432. Quando for o caso, a inicia va de providenciar e encaminhar a documentação
necessária à reforma de um militar considerado incapaz defini vamente para o serviço do Exército cabe
à respec va OM.

CAPÍTULO III

DAS APRESENTAÇÕES

Art.   433.   Todos   os   oficiais   e   aspirantes‐a‐oficial   de   uma   unidade   apresentam‐se,


diariamente, ao Cmt U, a fim de cumprimentá‐lo; em caso de impedimento momentâneo, fá‐lo‐ão tão

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logo lhes seja possível, declarando os mo vos do retardo.

§ 1º O Cmt pode dispensar essa formalidade em dias de formatura geral da unidade, ou
caso reúna seus oficiais ao início do expediente, ou ainda determinar que somente os Cmt SU e os chefes
de seção o façam.

§ 2º A apresentação diária, com idên ca finalidade, por parte dos oficiais e aspirantes‐
aoficial, a qualquer outra autoridade pertencente à unidade, somente é obrigatória quando assim decidir
o Cmt U, devendo tal decisão constar das NGA/U.

Art. 434. A apresentação do militar ao chegar à Gu Mil onde vai servir ou quando nela
ver sido movimentado realiza‐se de acordo com as normas estabelecidas pelo Cmt Gu.

Art. 435. Os militares em serviço, obrigados a permanecerem por mais de quarenta e oito
horas   numa   Gu   Mil,   em   trânsito   ou   de   passagem,   enquadram‐se   no   previsto   no   art.   434   deste
Regulamento, salvo se permanecerem, por qualquer mo vo, a bordo das embarcações em que viajarem,
ou re dos em aeroportos.

Parágrafo único. Tratando‐se de militar de posto mais elevado que o da maior autoridade
da Gu Mil, a apresentação é subs tuída por uma comunicação; neste caso, o Cmt Gu, pessoalmente, ou
por intermédio de representante, apresentar‐se‐á àquele militar.

Art.   436.   Antes   de   ausentar‐se   temporariamente   de   sua   Gu   Mil,   o   militar   deve


apresentarse, declarar o endereço e, se possível, o telefone em que pode ser localizado em seu des no.

Parágrafo único. Os cabos e soldados somente se ausentam temporariamente de sua Gu
Mil, mediante permissão escrita da autoridade competente.

Art. 437. Quando uma tropa ou fração de tropa permanecer em trânsito mais de doze
horas   em   uma   localidade,   o   seu   Cmt   apresenta‐se   à   autoridade   militar   mais   elevada   da   Gu   Mil,
declarando‐lhe a procedência, o des no e a missão, salvo se esta for de natureza sigilosa, o que será
mencionado.

§   1º   A   autoridade   a   quem   deva   ser   feita   a   apresentação   designa   dia   e   hora   para   a
apresentação cole va dos oficiais da tropa, se esta permanecer, no mínimo, vinte quatro horas na Gu.

§ 2º Se o Cmt da tropa for de posto mais elevado que o da autoridade da Gu, procederá
como no caso do parágrafo único do art. 435 deste Regulamento.

Art. 438. As apresentações são feitas durante as horas de trabalho normal; nos casos de
urgência, entretanto, podem realizar‐se a qualquer hora.

§   1º   Se,   além   da   razão   de   urgência,   prevalecerem   mo vos   de   entendimento   pessoal


direto com determinada autoridade, pode a apresentação ser feita a qualquer hora do dia ou da noite e
em qualquer lugar.

§ 2º As apresentações feitas às autoridades que disponham de BI, exceto as mo vadas
por serviço comum, são nele publicadas.

Art. 439. Quando o oficial, subtenente ou sargento for movimentado para outra Gu Mil, o
Cmt U de origem deve informar, pelo meio mais rápido, ao Cmt U de des no, o dia provável da chegada
do militar e as providências que o militar movimentado gostaria que fossem tomadas para sua primeira
instalação.

Parágrafo único. O comandante da OM de des no, recebida a informação, designa um

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oficial, subtenente ou sargento, conforme o caso, com a missão de receber o militar no local de chegada,
providenciar, se necessário, as acomodações solicitadas e prestar‐lhe todo o auxílio que o espírito de
camaradagem impõe.

Art.   440.   Ao   iniciar   e   terminar   qualquer   serviço,   o   militar   apresenta‐se   à   autoridade


nomeante e à que es ver imediatamente subordinado.

§ 1º O militar designado para serviço extraordinário que deva ser desempenhado na
própria   Gu   Mil,   se   outra   determinação   não   receber,   apresenta‐se,   por   via   hierárquica,   dentro   de
quarenta e oito horas, a contar do momento em que  ver conhecimento da designação, ao seu Cmt e à
autoridade sob cujas ordens vai ficar, procedendo, na ordem inversa, uma vez terminado o serviço.

§ 2º A situação estabelecida no § 1º deste ar go não exonera o militar designado do
serviço em sua OM, senão durante o tempo de efe vo trabalho no serviço extraordinário, salvo ordem
expressa em contrário.

Art.   441.   O   militar   nominalmente   chamado   por   autoridade   superior   à   do   seu   Cmt
imediato e que tenha sobre ele jurisdição funcional, a ela apresenta‐se imediatamente e par cipa o fato
ao   seu   Cmt,   na   primeira   oportunidade,   relatando‐lhe,   também,   a   ordem   que   recebeu,   salvo   se   for
sigilosa, circunstância esta que será então declarada.

Art. 442. O militar movimentado dentro da mesma Gu terá o prazo de quarenta e oito
horas para apresentar‐se na OM de des no.

CAPÍTULO IV

DAS FÉRIAS

Art. 443. Férias são afastamentos totais do serviço, anuais e obrigatoriamente concedidas
aos militares para descanso, a par r do décimo segundo mês do período de um ano ininterrupto de
efe vo serviço e durante os doze meses seguintes, conforme prescrito no E‐1.

§ 1º Os militares incorporados ou convocados, para a prestação do serviço militar inicial
obrigatório,   somente   podem   gozar   férias   a   par r   da   data   em   que   houverem   completado   um   ano
ininterrupto de efe vo serviço e durante os doze meses subseqüentes.

§   2º   As   férias   dos   militares   que   operam   direta   e   habitualmente   com   raios   X   ou


substâncias radioa vas são reguladas por legislação especial.

Art.   444.   As   férias   subordinam‐se   às   exigências   do   serviço   devendo,   para   isso,   ser
estabelecido um plano de férias visando a não apresentar solução de con nuidade à administração, bem
como a não perturbar a execução dos programas de instrução.

§ 1º O plano de férias, elaborado anualmente e de acordo com as  prescrições deste
Regulamento, deve ser subme do à aprovação do escalão imediatamente superior.

§ 2º Os militares pertencentes ao corpo discente dos estabelecimentos de ensino têm
direito às férias escolares em conformidade com o que estabelecem os respec vos regulamentos.

§ 3º Durante o trânsito ou logo após a sua conclusão, não podem ser concedidas férias.

§ 4º O Cmt U, o ordenador de despesas e os agentes executores diretos não podem gozar
férias nos períodos que coincidam com o encerramento do exercício financeiro.

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§ 5º Os aspirantes‐a‐oficial de carreira têm direito às férias com início, obrigatoriamente,
no dia imediato àquele em que tenham sido declarados aspirantes‐a‐oficial.

Art.   445.   O   período   de   férias   pode   ser   gozado   onde   convier   ao   interessado,   nele
compreendido o tempo gasto em viagem, salvo as exceções previstas em legislação.

§ 1º O militar em serviço no País, que desejar gozar suas férias no exterior, deve solicitar
autorização ao seu respec vo chefe de órgão de direção geral ou setorial, comandante militar de área ou
chefe de órgão de assistência direta e imediata ao Comandante do Exército, permi da a delegação por
parte dessas autoridades.

§ 2º Os que pretendam gozar férias fora da Gu Mil devem declarar tal pretensão no ato
de sua apresentação.

§ 3º Deve ser publicada em BI a concessão das férias ao militar, declarando a data em que
ele deverá apresentar‐se na OM pronto para o serviço, bem como o ano a que estas se referirem.

Art. 446. As férias do militar a serviço do Brasil no exterior são reguladas em instruções
específicas.

Art. 447. Os Cmt (Ch ou Dir) OM concedem férias a todos os seus subordinados e têm as
suas concedidas pela autoridade a que es verem imediatamente subordinados.

Art. 448. As férias não são interrompidas por mo vo de movimentação do militar, sendo
o seu desligamento efe vado quando de sua apresentação por conclusão de férias.

§ 1º Excepcionalmente, o militar não entra no gozo de suas férias no período previsto no
caput do art. 443 deste Regulamento ou estas são interrompidas, nos casos previstos no E‐1.

§ 2º O militar que for impedido, por extrema necessidade do serviço, assim reconhecida
pela autoridade competente em ato publicado em BI, de iniciar as férias rela vas a determinado ano, até
31   de   dezembro   do   ano   subseqüente,   ou   as   ver   interrompidas,   tem   suas   férias   concedidas,   ou
retomadas, imediatamente após cessarem os mo vos que levaram ao impedimento ou à interrupção.

§   3º   O   gozo   das   férias,   ou   de   parcela   destas,   adiado   ou   interrompido,   conforme


capitulado no § 2º deste ar go, é realizado de uma só vez.

§ 4º As dispensas do serviço para desconto em férias somente podem ser concedidas
quando   se   referirem   a   períodos   de   férias   aos   quais   o   militar   já   tenha   feito   jus,   excetuando‐se   as
dispensas concedidas na forma da alínea “b” do inciso XV do art. 21 deste Regulamento.

§ 5º Em casos especiais, e devidamente consideradas as necessidades da OM de des no,
o   Comandante   do   Exército   e   as   autoridades   com   atribuições   para   realizar   movimentações   podem
conceder férias ao militar já movimentado, se ele es ver incluído, na época precisa da publicação da
movimentação, no plano de férias da OM a que pertencia.

Art. 449. As férias do militar indiciado em IPM, subme do a conselho de jus ficação ou a


conselho de disciplina ou respondendo a processo, somente podem ser gozadas com a concordância da
autoridade que presidir ais atos, respeitado o limite para concessão de férias previsto no E‐1.

Art. 450. O militar perde o direito às férias rela vas ao ano em que:

I ‐ for condenado, por sentença passada em julgado:

a)   a   pena   restri va   de   liberdade,   desde   que   não   tenha   sido   concedida   suspensão

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Portaria nº 816-Cmt Ex, de 19 dezembro de 2003. [Link]

condicional da pena; ou

b) à pena de suspensão do exercício do posto, da graduação, do cargo ou da função;

II ‐ gozar trinta ou mais dias de licença para tratar de interesse par cular.

Art. 451. Os períodos de férias têm a duração de trinta dias para todos os militares,
observado o previsto no § 1º deste ar go e no § 2º do art. 443 deste Regulamento.

§   1º   O   militar   que   servir   em   Gu   especial,   assim   classificada   na   legislação   de


movimentação, tem direito a um acréscimo nas suas férias correspondente aos dias de viagem até o local
de des no e de regresso à sede, até um limite de quinze dias, caso vá gozá‐las fora da sede.

§ 2º Cabe ao Cmt Mil A a fixação, dentro do limite estabelecido no § 1º deste ar go, do
acréscimo a que faz jus o militar.

“Art. 451. Os períodos de férias têm a duração de trinta dias para todos os militares,
observado o previsto nos parágrafos deste ar go e no § 2º do art. 443 deste Regulamento.

§ 1º As férias dos militares podem ser gozadas da seguinte forma:

I ‐ em um período de trinta dias corridos; ou

II ‐ em três períodos de dez dias ou dois períodos de quinze dias, mediante solicitação do
interessado a ser apreciada, autorizada pelo Comandante, Chefe ou Diretor da OM, e, caso aprovada,
incluída no Plano de Férias.

§ 2º O parcelamento de férias só deverá ser concedido se os períodos solicitados pelo
interessado forem distribuídos de acordo com o estabelecido no caput do ar go 443 deste Regulamento.

§ 3º Quando as férias do militar forem parceladas, os direitos financeiros serão gerados
por ocasião da concessão do primeiro período.

§   4º   O   militar   que   servir   em   Gu   especial,   assim   classificada   na   legislação   de


movimentação, tem direito a um acréscimo nas suas férias correspondente aos dias de viagem até o local
de des no e de regresso à sede, até um limite de quinze dias, caso vá gozá‐las fora da sede.

§ 5º Cabe ao Cmt Mil A a fixação, dentro do limite estabelecido no § 4º deste ar go, do
acréscimo a que faz jus o militar.“ (NR ‐ alterado pela Portaria nº 039‐Cmt Ex, de 28 de janeiro de 2015)

CAPÍTULO V

DO TRÂNSITO E DA INSTALAÇÃO

Art. 452. Trânsito é o período de trinta dias de afastamento total do serviço concedido ao
militar cuja movimentação implique, obrigatoriamente, mudança de sede e des na‐se aos prepara vos
decorrentes dessa mudança.

§ 1º O trânsito tem início no dia imediato à data do desligamento do militar da OM,
devendo este seguir des no durante o seu transcurso ou no dia imediato ao seu término.

§ 2º O trânsito pode ser gozado, no todo ou em parte, na localidade de origem ou de
des no, não sendo computado como tal o tempo de viagem, considerando‐se o meio de transporte a
que o militar tem direito.

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Portaria nº 816-Cmt Ex, de 19 dezembro de 2003. [Link]

§ 3º Em casos especiais, a critério do Comandante do Exército, o período de trânsito pode
ser ampliado ou reduzido.

Art. 453. O militar em trânsito que ficar em uma Gu de passagem, alegando doença, deve
dar parte de doente, sendo baixado a hospital ou enfermaria, por ordem do Cmt Gu Mil, com declaração
daquela circunstância.

§ 1º Ao ter alta e ser julgado em condições de viajar, deve seguir des no na primeira
oportunidade.

§ 2º Se desde logo, verificar‐se que o militar está em condições de prosseguir viagem, a
baixa   será   tornada   sem   efeito   e   aquele   seguirá   imediatamente   a   seu   des no,   sem   prejuízo   das
providências de caráter disciplinar, se for o caso.

Art. 454. Instalação é o período de afastamento total do serviço concedido ao militar,
após o término do trânsito, quando de sua apresentação na OM para onde foi transferido, reservado
para as providências de ordem pessoal ou familiar, a serem tomadas na Gu de des no, decorrentes da
movimentação.

§ 1º Aos militares são concedidos para instalação, independente do local onde tenham
gozado o trânsito, os seguintes prazos:

I ‐ dez dias, quando acompanhados de dependentes; e

II ‐ quatro dias, quando desacompanhados ou solteiros.

§ 2º A instalação pode ser concedida a par r da data de chegada da bagagem do militar,
por solicitação do interessado.

§ 3º Em caráter excepcional, a instalação pode ser concedida até nove meses após a
apresentação do militar, se os seus dependentes, com direito ao transporte por conta da União, não o
puderem acompanhar por qualquer mo vo na mesma viagem.

§ 4º O militar movimentado na mesma Gu e obrigado à mudança de residência, por força
de prescrição legal ou regulamentar, tem direito a quatro dias de instalação.

CAPÍTULO VI

DOS CÍRCULOS HIERÁRQUICOS

Art.   455.   Círculos   hierárquicos   são   âmbitos   de   convivência   entre   militares   da   mesma
categoria e têm a finalidade de desenvolver  o espírito de  camaradagem,  em  ambiente de es ma  e
confiança, sem prejuízo do respeito mútuo.

§ 1º Os círculos hierárquicos são os constantes do E‐1.

§ 2º Embora seja de interesse para o Exército que todos os militares se mantenham
fisicamente capazes, pela prá ca de esportes, é, no entanto, inconveniente a sua prá ca indiscriminada
entre oficiais e praças, pelos sérios prejuízos que pode causar à disciplina e à compostura a manter em
qualquer situação.

§ 3º Nos trabalhos eqüestres devem ser observadas as disposições deste ar go.

Art.   456.   Aos   cônjuges   militares   pertencentes   a   círculos   hierárquicos   dis ntos   é

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Portaria nº 816-Cmt Ex, de 19 dezembro de 2003. [Link]

permi do, a cada um, par cipar do círculo de convivência do outro, quer em acontecimentos sociais,


quer na freqüência a clubes.

Parágrafo único. Aos eventos de cunho oficial ou reuniões sociais, em que seja marcado
uniforme, o cônjuge que es ver fora do seu círculo hierárquico comparece, obrigatoriamente, em traje
civil.

CAPITULO VII

DAS GALERIAS DE RETRATOS

Art. 457. É facultada a colocação de retratos de vultos históricos nas dependências das
unidades.

Art. 458. As unidades podem  possuir, em suas sedes, como homenagem,  galerias de


retratos compostas dos vultos mais notáveis da História Militar e Polí ca e dos ex‐chefes do Exército.

§ 1º No Gabinete do Cmt, Ch ou Dir figuram, em caráter obrigatório, o retrato oficial do
Presidente da República, do Ministro da Defesa e do Comandante do Exército, distribuído pelo respec vo
órgão responsável.

§ 2º Na unidade deve haver uma galeria de retratos dos seus ex‐comandantes, ex‐chefes
ou ex‐diretores.

“Art. 458. As unidades podem possuir, em suas sedes, como homenagem, galerias de
retratos compostas dos vultos mais notáveis da História Militar e Polí ca e dos an gos chefes do Exército.

§ 1º No Gabinete do Cmt, Ch ou Dir figuram, em caráter obrigatório, o retrato oficial do
Presidente da República, do Ministro de Estado da Defesa e do Comandante do Exército, distribuído pelo
respec vo órgão responsável.

§ 2º Na unidade deve haver uma galeria de retratos dos seus comandantes, chefes ou
diretores.” (NR ‐ alterado pela Portaria nº 976‐Cmt Ex, de 26 de agosto de 2014)

"§ 3º Na unidade, também, deve haver uma galeria de retratos dos seus adjuntos de
comando.” (NR ‐ alterado pela Portaria nº 997‐Cmt Ex, de 15 de agosto de 2016)

Art. 459. A inauguração de retratos nas diversas galerias cons tui ato solene, feita em
dias feriados ou datas fes vas, ressalvado o disposto no art. 460 deste Regulamento, devendo constar do
BI para ser transcrita no histórico da organização.

Parágrafo único. Na parte inferior do retrato de cada vulto notável ou autoridade militar,
constará o posto ou cargo, o nome e o feito pelo qual se dis nguiu.

Art. 460. A inauguração dos retratos dos ex‐comandantes, ex‐chefes ou ex‐diretores é
realizada pelos que os sucederem, por ocasião das cerimônias de passagem de comando, chefia ou
direção da OM.

“Art. 460. A inauguração dos retratos dos comandantes, chefes ou diretores sucedidos é
realizada pelos que os sucederem, por ocasião das cerimônias de passagem do cargo de comandante,
chefe ou diretor da OM." (NR ‐ alterado pela Portaria nº 976‐Cmt Ex, de 26 de agosto de 2014)

§ 1º A galeria de que trata este ar go obedece aos seguintes preceitos:

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Portaria nº 816-Cmt Ex, de 19 dezembro de 2003. [Link]

I ‐ ressalvado o disposto no inciso II deste parágrafo, o militar é retratado, nas cores preta
e branca, de frente e descoberto, em uniforme 3º A ou 3º B com barretas e com as insígnias do úl mo
posto   em   que   exerceu   o   cargo,   e   caso   a   OM   possua   uniforme   histórico,   este   será   o   u lizado,   com
medalhas; e

I ‐ ressalvado o disposto no inciso II deste parágrafo, o militar é retratado, nas cores preta
e branca, de frente e descoberto, em 5º ou 6º uniforme com barretas e com insígnias do úl mo posto em
que exerceu o cargo, e caso a OM possua uniforme histórico, este será o u lizado, com medalhas; e” (NR
‐ alterado pela Portaria nº 997‐Cmt Ex, de 15 de agosto de 2016)

II ‐ a galeria mantém o padrão de fotografia ou pintura já existente na OM.

§   2º   Na   galeria   dos   ex‐comandantes,   ex‐chefes   ou   ex‐diretores   somente   constam   os


retratos dos que es veram no exercício efe vo do cargo.

§ 2º Na galeria dos comandantes, chefes ou diretores somente constam os retratos dos
que es veram no exercício efe vo do cargo.” (NR ‐ alterado pela Portaria nº 976‐Cmt Ex, de 26 de agosto
de 2014)

§   3º   As   galerias,   cuja   uniformidade   foi   quebrada,   são   reorganizadas   com   os   recursos


técnicos   existentes,   de   forma   a   recuperar   a   padronização,   de   acordo   com   este   Regulamento,
respeitandose os uniformes da época em que as fotografias foram  radas.

“Art. 460‐A. A galeria de retratos dos adjuntos de comando deve permanecer na sala do
adjunto   de   comando   ou   em   local   apropriado   e   sua   inauguração   seguirá   os   mesmos   preceitos
estabelecidos no ar go anterior.” (NR ‐ alterado pela Portaria nº 997‐Cmt Ex, de 15 de agosto de 2016)

CAPITULO VIII

DAS HONRAS MILITARES E DO CERIMONIAL

Art. 461. As honras militares são manifestações cole vas de respeito que se tributam aos
militares das Forças Armadas, consoante a hierarquia, às altas autoridades civis e aos símbolos nacionais,
segundo as prescrições do R‐2.

Art. 462. O cerimonial militar, regulado pelo R‐2, tem por obje vo dar a maior solenidade
possível a determinados atos da vida militar ou nacional, cujo alto significado convém ser ressaltado.

§ 1º Nas for ficações e nas embarcações pertencentes ao Exército são observadas, se for
o caso, as regras estabelecidas no “Cerimonial Marí mo Brasileiro”.

§   2º   Nas   cerimônias   militares   são   obedecidas,   também,   as   “Normas   do   Cerimonial


Público da República Federa va do Brasil e Ordem Geral de Precedência”, no que for aplicável.

CAPITULO IX

DAS SITUAÇÕES EXTRAORDINÁRIAS DA TROPA

Art.   463.   As   situações   extraordinárias   da   tropa   são   as   decorrentes   de   ordens   de


sobreaviso, de pron dão e de marcha.

Seção I

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Portaria nº 816-Cmt Ex, de 19 dezembro de 2003. [Link]

Do Sobreaviso

Art. 464. A ordem de sobreaviso determina a situação na qual a unidade fica prevenida da
possibilidade de ser chamada para o desempenho de qualquer missão extraordinária.

Art. 465. Da ordem de sobreaviso resultam as seguintes medidas:

I   ‐   todas   as   providências   de   ordem   preven va,   rela vas   ao   pessoal   e   ao   material,   e


impostas pelas circunstâncias decorrentes da situação da tropa, são tomadas pelos diversos comandos e
chefias de serviços, logo que a unidade receba a ordem de sobreaviso;

II ‐ permanecem no quartel um terço dos oficiais da unidade e, pelo menos, um oficial
por SU;

III ‐ também permanecem no quartel a metade dos subtenentes e sargentos da unidade
e, pelo menos, um sargento por pelotão ou seção;

IV ‐ os demais oficiais, subtenentes e sargentos permanecem no quartel ou em suas
residências, mas, neste caso, em estreita ligação com a unidade e em condições de poderem recolher‐se
imediatamente ao quartel, em caso de ordem ou qualquer eventualidade;

V ‐ todos os cabos e soldados permanecem no quartel;

VI ‐ pode ser permi do aos cabos e soldados, a juízo do Cmt U, sair à rua por tempo
fixado, em pequenas turmas por SU, desde que fiquem em condições de regressar ao quartel dentro de
uma hora;

VII ‐ a instrução da unidade não é perturbada, restringindo o Cmt U, quando necessário, a
zona externa do quartel onde ela pode realizar‐se; e

VIII   ‐   se   a   ordem   de   sobreaviso   não   a ngir   a   totalidade   da   unidade,   as   presentes


disposições, inclusive as rela vas a pessoal, abrangem apenas os oficiais e praças da fração de tropa que
ver sido designada.

Seção II

Da Pron dão

Art.   466.   A   ordem   de   pron dão   importa   em   ficar   a   unidade   preparada   para   sair   do
quartel   tão   logo   receba   ordem,   para   desempenhar   qualquer   missão   dentro   da   respec va   Gu   ou   à
distância tal que permita sejam atendidas suas necessidades com os recursos da própria unidade.

Art. 467. Da ordem de pron dão resultam as seguintes medidas:

I ‐ avisados os militares, estes ficam responsáveis pelo comparecimento ao quartel no
mais curto prazo possível;

II ‐ todos os militares permanecem uniformizados, equipados e armados;

III ‐ os oficiais permanecem no quartel, ficando, permanentemente, um oficial em cada
SU;

IV ‐ as praças permanecem em suas SU;

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V ‐ a munição é distribuída aos Cmt SU;

VI ‐ a instrução é ministrada no âmbito do quartel;

VII ‐ ficam suspensas, automa camente, todas as dispensas do serviço concedidas aos
militares da unidade que se encontrem na Gu, sendo‐lhes expedidas ordens a respeito;

VIII   ‐   se   a   ordem   de   pron dão   não   a ngir   a   totalidade   da   unidade,   as   providências,


inclusive as rela vas ao pessoal, abrangem apenas os militares da fração que a receber;

IX ‐ todas as ordens e toques gerais cons tuem atribuição exclusiva do Cmt U;

X ‐ os elementos de tropa ou de serviço, em todos os escalões, ficam sob as ordens dos
respec vos Cmt ou chefes, como em campanha; e

XI ‐ a fração que se achar de pron dão e deixar o quartel para apresentar‐se a outra
autoridade,   sob   cujas   ordens   deva   ficar,   passa   a   depender   diretamente   dessa   autoridade   que
providenciará   o   estacionamento   da   tropa   e   seu   aprovisionamento,   caso   já   não   o   tenha   sido   pela
autoridade competente.

Parágrafo único. Nos casos em que for determinada “pron dão rigorosa”, todos os oficiais
permanecem   em   suas   SU,   a   instrução   é   ministrada   no   âmbito   destas   e   são   intensificadas   todas   as
medidas impostas pela situação.

Seção III

Da Ordem de Marcha

Art.   468.   A   ordem   de   marcha   impõe   que   a   unidade   fique   preparada,   com   todos   os
recursos necessários à sua existência fora da Gu, e em condições de deslocar‐se e desempenhar qualquer
missão, dentro do mais curto prazo ou daquele que lhe for determinado.

Art. 469. A ordem de marcha impõe que sejam tomadas as seguintes medidas:

I ‐ a permanência de oficiais e praças e a situação da tropa são reguladas na ordem de
marcha, de conformidade com as circunstâncias;

II ‐ a instrução fica reduzida à que possa ser ministrada no interior do quartel;

III ‐ consideram‐se cassadas todas as dispensas do serviço concedidas aos militares, que
são imediatamente avisados;

IV ‐ se a ordem não a ngir a totalidade da unidade, as providências, inclusive as rela vas


a pessoal, abrangem somente a fração que a receber;

V ‐ a fração da unidade que receber a ordem de marcha e for mandada apresentar a
outra autoridade, passa a depender diretamente desta, tão logo deixe o quartel;

VI ‐ ordens e toques gerais cons tuem atribuição exclusiva do respec vo Cmt;

VII ‐ os elementos de tropa ou de serviços, em todos os escalões, ficam sob as ordens
diretas dos respec vos Cmt ou chefes; e

VIII ‐ todas as providências que visam à adaptação da unidade às circunstâncias impostas

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pela   situação   são   tomadas   a   par r   do   momento   em   que   for   recebida   a   ordem,   dentro   do   prazo
estabelecido.

Seção IV

Das Prescrições Comuns às Situações Extraordinárias

Art.   470.   Quando   a   uma   tropa   for   determinada   uma   das   situações   extraordinárias
definidas neste capítulo, o Cmt deve manter ligação, permanente e constantemente verificada, com a
autoridade que  ver dado a ordem ou à qual es ver diretamente subordinado.

Parágrafo único. Na falta de nova ordem, cumpre ao Cmt da tropa provocá‐la no fim de
cada período de vinte e quatro horas, contadas da primeira ordem recebida.

Art. 471. A ordem para adoção de uma situação extraordinária em qualquer Gu Mil é
emi da, em princípio, pelo Cmt Mil A enquadrante.

Art.   472.   Os   Cmt   Gu   Mil,   nos   casos   de   perturbação   da   ordem   ou   ameaça   de   sua
deflagração,   mantêm   os   respec vos   Cmt   Mil   A   e   o   comando   superior   informados   da   evolução   dos
acontecimentos,   u lizando   o   meio   de   comunicações   disponível   que   ofereça   maior   rapidez   e
confiabilidade.

Art. 473. Os Cmt Gu Mil somente podem tomar a inicia va de emi r ordens para adoção


de situações extraordinárias quando a gravidade dos acontecimentos assim o exigir, informando sua
decisão, imediatamente, ao Cmt Mil A e ao comando superior enquadrantes.

Art. 474. A instrução intensiva, a rigorosa observância das regras de serviço interno e
externo e a facilidade de rápido e seguro comparecimento dos militares aos respec vos quartéis (por
meio   de   um   eficiente   plano   de   chamada)   evitam   os   inconvenientes   e   as   fadigas   decorrentes   de
freqüentes sobreavisos, pron dões e ordem de marcha.

Art. 475. Verificada, freqüentemente, pelas autoridades superiores, a perfeita execução
das   providências   con das   no   art.   474   deste   Regulamento,   as   situações   extraordinárias   são   por   elas
adotadas somente nos seguintes casos:

I   ‐   sobreaviso,   na   iminência   de   perturbação   da   ordem   na   Gu   ou   de   provável


deslocamento;

II ‐ pron dão, na ocorrência de fatos graves que tornem iminente o emprego da tropa na
Gu ou em suas proximidades; e

III ‐ ordem de marcha, quando expedida por autoridade competente, tendo em vista o
iminente emprego da tropa fora da sua Gu.

Parágrafo   único.   Da   situação   de   pron dão   passa‐se   a   uma   das   outras   ou   volta‐se   à
normalidade, consoante as circunstâncias e mediante ordem superior.

Art. 476. Os Cmt U devem pôr em prá ca, freqüentemente, mesmo em períodos normais
e sem aviso prévio, uma ou outra dessas situações extraordinárias, a  tulo de verificação e por um
período de tempo tal que não prejudique a instrução.

Art. 477. Com a finalidade de organizar a unidade, prepará‐la materialmente e treinar seu
pessoal para passar, em curto prazo, de uma situação normal para uma situação de ordem de marcha,
devem ser programados exercícios de apronto operacional, de acordo com as normas baixadas pelo

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COTER

ANEXO

GLOSSÁRIO DE ABREVIATURAS E SIGLAS

Adj ........................................... adjunto(s)

Adj Of Dia ............................... adjunto do oficial‐de‐dia

Aux Fisc Dia ............................ auxiliar do fiscal‐de‐dia

BI ............................................. bole m interno

C 20‐20 .................................... Manual de Treinamento Físico Militar

C   21‐30   ....................................   Manual   de   Abreviaturas,   Símbolos   e   Convenções


Cartográficas

C 22‐5 ...................................... Manual de Ordem Unida

Cb Dia ...................................... cabo(s)‐de‐dia

Cb Gd ...................................... cabo(s) da guarda

CCOMSEx ............................... Centro de Comunicação Social do Exército

Ch ............................................. chefe(s)

CIE ........................................... Centro de Inteligência do Exército

C Mil A ................................... comando(s) militar(es) de área

Cmt .......................................... comandante(s)

Cmt Gd .................................... comandante(s) da guarda

Cmt Gu .................................... comandante(s) de guarnição

Cmt Gu Mil .............................. comandante(s) de guarnição militar

Cmt Mil A ................................ comandante(s) militar(es) de área

Cmt Pel ..................................... comandante(s) de pelotão

Cmt RM .................................... comandante(s) de região militar

Cmt SU ..................................... comandante(s) de subunidade

Cmt U ...................................... comandante(s) de unidade

COTER ..................................... Comando de Operações Terrestres

DFPC ....................................... Diretoria de Fiscalização de Produtos Controlados

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Portaria nº 816-Cmt Ex, de 19 dezembro de 2003. [Link]

Dir ............................................. diretor(es)

E‐1 ............................................ Estatuto dos Militares

EM ........................................... estado‐maior

EM/U ....................................... estado‐maior da unidade

EME ........................................ Estado‐Maior do Exército

EPI ........................................... equipamento de proteção individual

FA‐M‐13 .................................. Manual de Toques, Marchas e Hinos das Forças Armadas

Fisc Adm .................................. fiscal administra vo, fiscalização administra va

Fisc Dia ..................................... fiscal(ais)‐de‐dia

FS ............................................. formação sanitária

F Ter ......................................... Força Terrestre

FUSEx ...................................... Fundo de Saúde do Exército

G Cmdo .................................... grande(s) comando(s)

GLO ......................................... garan a da lei e da ordem

GU ............................................ grande(s) unidade(s)

Gu ............................................ guarnição(ões)

Gu Mil ...................................... guarnição(ões) militar(es)

IODCT ..................................... instrumento(s) ó co(s) de direção e controle de  ro

IPM .......................................... inquérito policial militar

JIS ............................................ junta(s) de inspeção de saúde

JISG ......................................... junta(s) de inspeção de saúde da guarnição

LTSP ........................................ licença para tratamento de saúde própria

LTSPF ...................................... licença para tratamento de saúde de pessoa da família

MD33‐M‐02   .............................   Manual   de   Abreviaturas,   Símbolos   e   Convenções


Cartográficas das Forças Armadas

Med Ch .................................... médico(s)‐chefe(s)

Med Dia ................................... médico(s)‐de‐dia

Med Dia Gu ............................. médico(s)‐de‐dia à guarnição

Mil ............................................ militar(es)

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Portaria nº 816-Cmt Ex, de 19 dezembro de 2003. [Link]

MP ........................................... médico(s) perito(s)

NGA/U .................................... normas gerais de ação da unidade

OCS ......................................... organização(ões) civil(is) de saúde

ODS ......................................... órgão(s) de direção setorial

O Com Elt ................................ oficial(is) de comunicações e eletrônica

O Com Soc ............................... oficial(is) de comunicação social

Of ............................................ oficial(is)

Of Dia ..................................... oficial(is)‐de‐dia

Of Gen ..................................... oficial(is)‐general(is)

O Infor ...................................... oficial(is) de informá ca

OM ........................................... organização(ões) militar(es)

O Mnt Vtr ................................ oficial(is) de manutenção de viaturas

OMS ........................................ organização(ões) militar(es) de saúde

O   Mun   Expl   Mnt   Armt   ............   oficial(is)   de   munições,   explosivos   e   manutenção   de


armamento

O Prv Acdt ............................... oficial(is) de prevenção de acidentes

O Sau ....................................... oficial(is) de saúde

OTF ......................................... oficial(is) de treinamento  sico

Pel Sv Ge ................................. pelotão de serviços gerais

PNR ......................................... próprio nacional residencial

QAO ........................................ Quadro Auxiliar de Oficiais

QC ........................................... quadro de cargos

QCO ........................................ Quadro Complementar de Oficiais

QCP ......................................... quadro de cargos previstos

QDM ........................................ quadro de dotação de material

QEMA ..................................... Quadro do Estado‐Maior da A va

QG ........................................... quartel(éis)‐general(ais)

QLPC ....................................... quadro(s) de lotação de pessoal civil

QM ........................................... qualificação militar

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Portaria nº 816-Cmt Ex, de 19 dezembro de 2003. [Link]

QMB ........................................ Quadro de Material Bélico

QMG ........................................ qualificação militar geral

QMP ......................................... qualificação militar par cular

QMS ......................................... qualificação militar de subtenentes e sargentos

QO ............................................ quadro(s) de organização

QSG .......................................... quadro suplementar geral

QSP .......................................... quadro suplementar priva vo

R‐2 ............................................. Regulamento de Con nências, Honras, Sinais de Respeito
e Cerimonial Militar das Forças Armadas

RAE (ou R‐3) ............................ Regulamento de Administração do Exército

RDE (ou R‐4) ............................ Regulamento Disciplinar do Exército

RISG (ou R‐1) .......................... Regulamento Interno e dos Serviços Gerais

RM ............................................ região militar

RUE .......................................... Regulamento de Uniformes do Exército

S1 .............................................. chefe da 1ª seção do estado‐maior da unidade

S2 .............................................. chefe da 2ª seção do estado‐maior da unidade

S3 .............................................. chefe da 3ª seção do estado‐maior da unidade

S4 .............................................. chefe da 4ª seção do estado‐maior da unidade

SAMMED ............................... Sistema de Assistência Médico‐Hospitalar aos Militares do
Exército e seus Dependentes

SAREx ...................................... Serviço de Assistência Religiosa do Exército

SCmt U .................................... subcomandante(s) de unidade

Seç ........................................... seção

Seç Sv Ge ................................. seção de serviços gerais

SENAC ..................................... Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial

SENAI ..................................... Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial

Sgt ............................................ sargento(s)

Sgt Aux Enf ............................. sargento(s) auxiliar(es) de enfermagem

Sgt   Aux   Mun   Expl   Mnt   Armt   ...   sargento(s)   auxiliar(es)   de   munições,   explosivos   e
manutenção de armamento

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Portaria nº 816-Cmt Ex, de 19 dezembro de 2003. [Link]

Sgt Aux Sau .............................. sargento(s) auxiliar(es) de saúde

Sgt Dia ...................................... sargento(s)‐de‐dia

Sgt Dia SU ............................... sargento(s)‐de‐dia à (da) subunidade

Sgte .......................................... sargenteante(s)

Sgt Prv Acdt ............................. sargento(s) de prevenção de acidentes

SISCOMSEX ........................... Sistema de Comunicação Social do Exército

SU ............................................ subunidade(s)

SU Cmdo ................................. subunidade(s) de comando

SU Cmdo Ap ............................ subunidade(s) de comando e apoio

SU Cmdo Sv ............................ subunidade(s) de comando e serviço

Supe Dia .................................. superior‐de‐dia

SU Sv ....................................... subunidade(s) de serviço

U .............................................. unidade

UA ............................................ unidade administra va

Este texto não subs tui o publicado na Separata ao Bole m do Exército nº 51/2003.

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Common questions

Com tecnologia de IA

The S4 is responsible for ensuring perfect observance of all regulatory provisions related to the unit's administration. This involves coordinating and supervising execution services in accordance with current legislation and specific manuals . In interaction with the S3, the S4 must maintain a close relationship to ensure that supply materials are adequately provided, especially regarding instructional aids . This collaboration ensures the operational and instructional needs of the unit are met comprehensively.

The Commander of the Guard must first form and inspect the guard unit, ensuring military honors are observed during changes . They are responsible for assessing the condition and presence of all equipment listed in the guard inventory, reporting any discrepancies to the Officer of the Day . During their shift, the Commander must vigilantly ensure all security protocols are adhered to, particularly in managing access to restricted areas, and verifying the security of prisoners and equipment .

Temporary substitutions occur under conditions such as a vacant position or the absence of the current occupant for more than thirty days . Eligibility to fill these positions is determined by hierarchical precedence, ensuring a seamless chain of command . In these temporary roles, all responsibilities of the original position are assumed by the substitute, maintaining the effectiveness of military operations during personnel transitions . Substitutions are communicated through internal bulletins to ensure transparency and continuity .

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