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Entendendo a Bronquite Asmática

A asma é uma doença crônica dos brônquios caracterizada por crises de asma e contração dos músculos dos brônquios. A asma pode ser desencadeada por alérgenos como poeira, pelos de animais e cigarro e tem diversos níveis de gravidade. Sintomas incluem dificuldade para respirar e tosse.
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Entendendo a Bronquite Asmática

A asma é uma doença crônica dos brônquios caracterizada por crises de asma e contração dos músculos dos brônquios. A asma pode ser desencadeada por alérgenos como poeira, pelos de animais e cigarro e tem diversos níveis de gravidade. Sintomas incluem dificuldade para respirar e tosse.
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BRONQUITE ASMATICA

A asma é uma doença crônica dos brônquios. Esta condição é caracterizada por
crises de asma (aperto no peito ), na qual ocorre uma forte contração dos músculos
que controlam a abertura e o fechamento dos brônquios.

A asma é uma doença que mata dezenas de pessoas ao redor do mundo todos os
dias. Cabe, portanto, ao próprio paciente e à equipe médica considerar essa doença
como séria.

Trata-se de uma doença não transmissível, uma doença crônica que é mais
comum em crianças.

AGENTES OU COMPONENTES ALERGENOS

Mais de 80% dos indivíduos com asma têm crises após a exposição a substâncias
ou agentes transportados por meio do ar – como é o caso de poluição, ácaros, mofo,
poeira, pelos de animais, pólen de flores, pedaços de insetos, e fumaça de cigarro.
Além disso, até mesmo produtos de limpeza, tintas ou tinturas de cabelo também
podem desencadear crises asmáticas para os indivíduos que são alérgicos.
ALERGIA: Cigarro, comida,viros,poluicão, poeira, animais, temperatura e genetica.

TIPOS DE ASMA E SUAS CAUSAS

A asma pode ser classificada de acordo com a sua [Link] categorias são:

 Asma de primeiro grau: os sintomas neste caso são intermitentes e leves.


Aparecem em média 2x por semana (durante o dia) e 2x por mês (durante a
noite). Ela ataca mais no inverno.
 Asma de segundo grau: os sintomas continuam leves, apesar de mais
persistentes – de 3 a 7 dias na semana. Quando ataca, é apenas uma vez ao
dia.
 Asma de terceiro grau: os sintomas aqui são moderados e persistentes.
Costumam ocorrer todos os dias e pelo menos uma noite semanalmente.
 Asma de quarto grau: por fim, esse grau possui sintomas persistentes e
graves. A condição ataca na grande maioria dos dias, além de também ser
frequente no período noturno.

Ainda:

 Asma noturna: quando o indivíduo manifesta crises apenas em períodos


noturnos, ou seja, durante as horas de sono;
 Asma ocupacional: esse tipo de asma é resultado de ‘agentes’ presentes Não à
toa, alguns no trabalho. Profissionais que podem desencadear a doença são:
cabeleireiros, veterinários, enfermeiros, marceneiros, pintores e outros que
trabalham com forte exposição a agentes químicos;
 Asma ocasionada por mudança do clima;
 Asma causada por medicamentos (como Ibuprofeno, diclofenaco e ácido
acetilsalicílico).
Prática de exercícios

O exercício físico é muito importante para quem tem crises de asma, como
natação.

Mas alguns asmáticos desencadeiam crises após a realização de exercícios


físicos, sendo ela conhecida como ‘asma induzida por exercício’. A crise costuma
ocorrer entre 5 a 20 minutos após o início das atividades, o que faz com que o
indivíduo manifeste uma dificuldade enorme de manter o fôlego para continuá-las.

Alimentos

Alguns alimentos, quando consumidos, também podem causar crises em indivíduos


asmáticos. Entre eles destacamos: leite de vaca, trigo, ovos, amendoim, camarão (e
outros frutos do mar), soja, peixe e saladas ou frutas frescas. Outras causas para
asma, apesar de mais raras, são:

Sintomas e tratamentos asma

Assim como as causas, os sintomas da asma também podem ser bem variados. Na
grande maioria dos casos, os principais são três:

 Deficiência ao respirar que pode se agravar durante a prática de atividades


físicas;
 Retrações intercostais (repuxo da pele em meio as costelas quando respira);
 Tosse com ou sem muco.

Além disso, respiração ofegante também está entre os sintomas mais agressivos da


asma. Ela costuma ser pior no começo do dia ou noite; não acompanha outros
sintomas; piora com azia, em meio a exercícios ou com ar frio; começa do nada e
também pode desaparecer por si só. Já os sintomas que indicam uma situação
emergencial são:

 Rosto, lábios ou ponta dos dedos em tom azulado;


 Dificuldade excessiva para respirar;
 Sonolência grave ou confusão mental causadas por uma crise asmática;
 Rápida pulsação;
 Sudorese;
 Grave ansiedade por dificuldade em respirar.

Já sobre o tratamento, muitas são as linhas seguidas para amenizar os sintomas – já


que a doença é crônica e, neste sentido, não pode ser tratada.

Common questions

Com tecnologia de IA

Certain foods can exacerbate asthma symptoms in susceptible individuals. Common dietary triggers include cow's milk, wheat, eggs, peanuts, shellfish, soy, fish, and fresh fruit or vegetable salads. These foods can cause the same bronchial muscle constriction as other allergens, leading to the characteristic symptoms of asthma attacks, such as difficulty breathing and wheezing .

Physical exercise is beneficial for general health and asthma management but can trigger exercise-induced asthma, causing symptoms like breathlessness shortly after starting. Asthmatics need to warm up before exercising, use medication like inhalers as prescribed to prevent attacks, and choose suitable activities, such as swimming, which are less likely to trigger symptoms. It’s crucial to monitor symptoms and adjust activity levels to avoid exacerbating the condition while benefiting from regular physical activity .

Environmental factors such as air pollution, exposure to chemical agents, and climatic changes can trigger asthma or exacerbate its symptoms. Occupational asthma results from exposure to allergens and irritants in the workplace. Professions at higher risk include hairdressers, veterinarians, nurses, carpenters, painters, and those in frequent contact with chemicals. Such environments can lead to the development of asthma symptoms specifically associated with the workplace setting .

Managing asthma in pediatric patients poses unique challenges compared to adults. Children may have difficulty articulating symptoms, leading to underestimation of disease severity. The developing immune system and differences in metabolism necessitate careful dosing and medication choices. Psychological impacts, such as anxiety over symptoms and fear of triggers, need addressing alongside standard treatments. Care plans must also involve parents and guardians, creating a collaborative approach to encourage adherence and minimize disruptions to childhood activities and growth .

Primary allergens that trigger asthma attacks include airborne substances such as pollution, dust mites, mold, animal dander, pollen, and tobacco smoke. Additionally, cleaning products, paints, and hair dyes may also initiate attacks in allergic individuals. These allergens cause the muscles controlling the bronchi to contract strongly, leading to tightening in the chest and breathing difficulties, which are characteristic of asthma attacks. Approximately 80% of asthma sufferers experience these attacks post-exposure to such allergens .

Genetic predisposition predisposes individuals to asthma, often manifesting through inherited allergic tendencies. Environmental factors such as pollution, allergens, and occupational exposures interact with genetic tendencies, potentially triggering the onset and progression of asthma symptoms. This complex interplay requires personalized management strategies, including avoidance of known environmental triggers, genetic counseling, and tailored pharmacological treatment plans to effectively manage and mitigate symptoms while accounting for personal risk factors .

Key symptoms of an asthma emergency include blueness around the face, lips, or fingertips, extreme difficulty breathing, severe confusion or drowsiness, rapid pulse, excessive sweating, and intense anxiety due to breathing difficulty. Immediate treatment is critical as these symptoms indicate severe hypoxia and possible respiratory failure, which are life-threatening without quick medical intervention. Rapid treatment can prevent fatal outcomes and stabilize the patient’s condition .

Nocturnal asthma symptoms play a significant role in classifying asthma severity. Their frequency and intensity typically increase with higher severity levels. First-degree asthma involves rare monthly nighttime symptoms, whereas in fourth-degree asthma, symptoms are frequent and severe nightly. This correlation underscores the necessity for targeted management during sleep to prevent exacerbation and maintain optimal lung function and quality of life .

Asthma classification by severity is based on the frequency and intensity of symptoms. First-degree asthma includes mild, intermittent symptoms twice a week and monthly nighttime symptoms, typically worsening in winter. Second-degree is characterized by mild, persistent symptoms 3-7 days weekly and occasional daily attacks. Third-degree entails moderate, persistent symptoms daily and weekly nocturnal episodes. Fourth-degree encompasses severe, persistent symptoms most days and frequent nighttime attacks . Each level reflects increased frequency and intensity, impacting lifestyle and requiring careful management.

As asthma is a chronic but non-transmissible condition, its management focuses on long-term control and symptom alleviation rather than a cure. Patients and healthcare professionals prioritize identifying and avoiding triggers, using medications to manage symptoms and prevent attacks, and consistently monitoring lung function. This chronic nature requires continuous education, lifestyle adjustments, and adherence to a personalized asthma action plan developed with healthcare providers to reduce risks and improve quality of life .

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