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Modelo atômico de Rutherford
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O modelo atômico (português brasileiro) ou modelo
atómico (português europeu ) de Rutherford (também
conhecido como modelo planetário do átomo) é um
modelo atômico proposto pelo físico Ernest
Rutherford. Para montar sua teoria, Rutherford
analisou os resultados do experimento de Geiger-
Marsden. Nesta experiência, utilizando uma fonte
radioativa para emitir partículas alfa, um contador
Geiger, e uma fina lâmina de ouro, Geiger e Mardsen
mediram o número de partículas alfa que atravessaram
esta folha. Porém, eles perceberam que, embora muitas
das partículas atravessassem a folha, um número muito
pequeno de partículas alfa eram refletidas ou eram
desviadas por esta folha. Com base nisto, Ernest
Rutherford elaborou o modelo.[1]
Em 1911, Rutherford apresentou a sua teoria para o Modelo de um átomo de Rutherford.
seu modelo atômico, afirmou que o modelo vigente até
então, também conhecido como "pudim de passas",
que foi feito por J. J. Thomson, estava incorreto. Rutherford afirmou
com seu experimento, que o átomo não era apenas uma esfera maciça
de carga elétrica positiva incrustada com elétrons como dizia J. J.
Thomson. Segundo Rutherford, o átomo teria na verdade um núcleo
de carga elétrica positiva de tamanho muito pequeno em relação ao seu
tamanho total, sendo que este núcleo, que conteria praticamente toda a
massa do átomo, seria rodeado por elétrons de carga elétrica
negativa.[2]
Falha no modelo de Rutherford
A falha do modelo de Rutherford é mostrada pela teoria do
electromagnetismo, de que toda partícula com carga elétrica submetida
a uma aceleração origina a emissão de uma onda electromagnética. O Modelo para o resultado obtido
elétron em seu movimento orbital está submetido a uma aceleração pelo Rutherford em sua
centrípeta e, portanto, emitirá energia na forma de onda experiência
eletromagnética. Essa emissão, pelo Princípio da conservação da
energia, faria com que o elétron perdesse energia cinética e potencial, caindo progressivamente sobre o
núcleo, fato que não ocorre na prática. A falha foi corrigida pelo modelo atômico de Bohr, de seu aluno e
colega de trabalho Niels Bohr, que dizia que considerava a ideia de um modelo atômico planetário bonita
demais para estar errada. Assim, com o auxílio das descrições quânticas da radiação eletromagnética
propostas por Albert Einstein e Max Planck, conseguiu completar a teoria de Rutherford, ficando assim
conhecida como modelo atômico-molecular de Rutherford-Bohr.[3]
Tamanho do átomo
Analisando os resultados de números de partículas que passavam ou eram refletidas pela camada de ouro,
Rutherford conseguiu inclusive calcular a provável proporção de tamanho entre núcleo e átomo, que
segundo ele seria 1/100 000 a 1/1 000 000. É de costume comparar o tamanho do núcleo do átomo de
Rutherford em relação ao seu todo, com uma formiga no meio de um campo de futebol, sendo a formiga o
núcleo e o campo o tamanho total do átomo.[2]
Experimento das lâminas
Fatos
1. A maioria dos raios passa direto pelas placas de metal;
2. Algumas partículas sofrem desvio em uma das placas
de ouro;
3. Pouquíssimas partículas são rebatidas.[1]
Animação em 3D do modelo atômico
Conclusão de Rutherford.
1. 1º postulado: Os elétrons descrevem órbitas circulares estacionárias ao redor do núcleo,
sem emitirem nem absorverem energia;
2. 2º postulado: Fornecendo energia (elétrica, térmica etc) a um átomo, um ou mais elétrons a
absorvem e saltam para níveis mais afastados do núcleo. Ao voltarem as suas órbitas
originais, devolvem a energia recebida em forma de luz (fenômeno observado, tomando
como exemplo, uma barra de ferro aquecida ao rubro);
3. O núcleo é positivamente carregado;
4. A região vazia em torno do núcleo é denominada eletrosfera que seria onde os elétrons
estão localizados.
Ou seja, Rutherford concluiu: Que todo átomo possui uma eletrosfera, na qual se baseia em um espaço ao
redor do núcleo, em que os elétrons estão localizados e giram em órbitas circulares estacionárias ao redor
do núcleo maciço e positivo.
Bibliografia
María José T. Molina.. Mecánica Global e Astrofísica: Teoria da Equivalência Global ,
Editora Molwick - 268 páginas. ISBN 8-415-36565-9
Referências
1. Modelo atômico de Rutherford ([Link]
rford/)
2. «Modelo Atômico de Rutherford» ([Link]
[Link]/ead/fisicoquimica/modelosatomicos/modelo_rutherford.html). Consultado em 20
de agosto de 2014. Arquivado do original ([Link]
omicos/modelo_rutherford.html) em 24 de setembro de 2015
3. Falhas do modelo atômico de Rutherford ([Link]
elo-atomico-de-rutherford/)
Ver também
Modelo atômico de Bohr
Modelo atômico de Thomson
Modelo atômico de Dalton
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