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Uso Consciente da Água no Brasil

Este texto discute a importância do uso consciente da água no Brasil, onde apesar de possuir 15% dos recursos hídricos mundiais, apenas 3% são disponíveis para consumo humano. Defende que pequenas ações como reduzir o tempo do banho e fechar a torneira ao escovar os dentes podem fazer a diferença.
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Uso Consciente da Água no Brasil

Este texto discute a importância do uso consciente da água no Brasil, onde apesar de possuir 15% dos recursos hídricos mundiais, apenas 3% são disponíveis para consumo humano. Defende que pequenas ações como reduzir o tempo do banho e fechar a torneira ao escovar os dentes podem fazer a diferença.
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Água – A importância do uso consciente desse bem natural

[...] O Brasil possui cerca de 15% dos recursos hídricos disponíveis no mundo,
entretanto, o volume de água disponível para consumo humano é de cerca de
3%, o que torna ainda mais essencial a necessidade de uma gestão eficiente
dos recursos hídricos.
 
Consumir água com exagero em um lugar é contribuir para que falte em outro
local, o que prejudica a todos, direta ou indiretamente. [...]

Por isso, o consumo consciente é hoje uma necessidade e pode ser feito por
meio de ações simples do dia a dia, como reduzir o tempo do banho, ou fechar
a água enquanto se escova os dentes. Além disso, ao longo dos anos, novas
tecnologias estão sendo desenvolvidas para ajudar o consumidor no combate
ao desperdício da água.

Um exemplo é a medição individualizada. Até hoje, a maioria dos


condomínios brasileiros possuem apenas um hidrômetro na entrada do
prédio/condomínio e a conta de água é dividida pelo número de condôminos.
Com isso, os moradores dos prédios não têm muita noção de quanto e como
eles gastam água. Com a medição individualizada, cada apartamento terá o
seu medidor e pagará por aquilo que consumiu, o que, além de ser uma forma
mais justa de cobrança, ajuda no controle de vazamentos e também com os
desperdícios diários.

Mais que mudanças de hábitos é importante que as pessoas se conscientizem


da importância de se economizar água e passem essa cultura para seus filhos e
netos. Se a redução no consumo e no desperdício não começar a mudar já, é
bem provável que em pouco tempo sofreremos com os racionamentos e a
escassez de água. [...]
CATANI, Silvio. Água – A importância do uso consciente desse bem natural.
2010. Disponível em: <[Link]
importancia-do-uso consciente-desse-bem-natural/>. Acesso em: 16maio.
Fragmento.
1. Esse texto é um artigo de opinião, pois 

    a) defende uma opinião orientada por argumentos


    b) divulga uma pesquisa científica de forma acessível
    c)  faz propaganda de um produto a fim de atrair clientes
    d) narra uma história criada em torno de um enredo.
    e) relata um acontecimento de forma detalhada.
Alternativa A
2. Nesse texto, no trecho “Por isso, o consumo consciente é hoje uma
necessidade ...” (3º parágrafo), o termo destacado foi utilizado para.
  a) expressar adição.
b) exprimir oposição.
c) indicar conclusão.
d) marcar explicação.
e) sugerir alternância.
Alternativa C

3. Nesse texto, um argumento que sustenta a tese de que é fundamental o uso


consciente da água está no trecho:
a) “... o volume de água disponível para consumo humano é de cerca de
3%...”. (1º parágrafo)
b) “... o consumo consciente é hoje uma necessidade...”. (3º parágrafo)
c) “Além disso, ao longo dos anos, novas tecnologias estão sendo
desenvolvidas...”. (3º parágrafo)
d) “Um exemplo é a medição individualizada.”. (4º parágrafo)
e)  “... que as pessoas se conscientizem da importância de se economizar
água...”. (5º parágrafo)
Alternativa A

Leia o texto abaixo.

Eletrônicos: cuidado com o uso em excesso

Quem nunca ouviu a seguinte exclamação: “Parece que as crianças de hoje


nasceram sabendo manusear o celular e o tablet!”. Pois é... e parece mesmo.
Os pequenos têm tanta facilidade para utilizar os equipamentos eletrônicos,
que parece ser algo inerente a eles, ou seja, já nasceram com essa capacidade.
No entanto, se pararmos para refletir, perceberemos que as crianças têm cada
vez mais acesso a tais componentes [...].
 
[...] Bom, na verdade, quem precisa colocar limite são os adultos. É preciso
verificar o que os pequenos estão acessando, monitorar a quantidade de tempo
que eles ficam expostos ao mundo virtual, sempre explicar a importância dos
relacionamentos pessoais, das amizades no “mundo real”, das brincadeiras de
“antigamente”, como brincar [...] de esconde-esconde, pular corda, etc.

Tudo isso é de extrema importância para fortalecer os vínculos interpessoais,


para o desenvolvimento psíquico, emocional e físico dos pequenos. É óbvio
que as atividades realizadas nos equipamentos eletrônicos não devem ser
encaradas como vilãs. Nada disso. Elas devem ser um complemento às demais
tarefas e afazeres do cotidiano das crianças. Como sempre, a palavra de ordem
é: equilíbrio!
 O IMPARCIAL. Eletrônicos: cuidado com o uso em excesso. 2022.
Disponível em: <[Link]
com-o-uso-em-excesso,50223>. Acesso em: 16 maio 2022. Fragmento.

4. No último parágrafo desse texto, a expressão “palavra de ordem” refere-se a


a) acesso.
b) cuidado.
c) equilíbrio.
d) facilidade.
e) limite.
Alternativa C

5. Esse texto tem como objetivo 


a) defender uma opinião.
b) divulgar um produto.
c) fazer uma reclamação.
d) orientar uma tarefa.
e) relatar um fato.
Alternativa A

Leia o texto abaixo.

O mundo na palma da mão

A tecnologia [...] exerce uma forte influência em nossas vidas!


Independentemente da idade ou geração, vivemos conectados quase todo o
tempo. [...]
 
Estar conectado abre um universo através da telinha do celular. Uma notícia
do outro lado do mundo é transmitida e viraliza em minutos, falar com alguém
que está a quilômetros de distância pode ser mais rápido e fácil do que
conversar com o vizinho. Pedir comida, cursar uma faculdade, pagar uma
conta, ouvir uma música, fazer compras [...] tudo isso é possível se você
estiver conectado [...]. Não existe loja fechada no mundo digital, tudo está
disponível sempre. São inúmeras possibilidades na palma da mão. [...]
De fato, atualmente é inevitável o uso de tecnologia, até porque ela nos traz
inúmeros benefícios: é o acesso à informação, o ganho de tempo, a
mobilidade, melhores meios de comunicação e muitas outras inovações. Por
outro lado, há que se ficar atento para os danos que ela pode estar causando,
tanto para nós quanto para as pessoas em nossa volta. Cabe a nós mantermos o
equilíbrio e a vigilância constantes para usufruir do melhor que a tecnologia
nos proporciona e que certamente no futuro proporcionará.
 ZAUPA, Aglaê Pereira. O mundo na palma da mão. In: O Imparcial. 2022.
Disponível em: <[Link] Acesso em: 12 maio 2022.
Fragmento.

6. O objetivo comunicativo desse texto é 


a) anunciar um produto.
b) defender um posicionamento.
c) divulgar uma pesquisa.
d) ensinar um procedimento.
e) relatar uma experiência.
Alternativa B

7. Nesse texto, no trecho “...pode ser mais rápido e fácil do que conversar


com o vizinho.” (2º parágrafo), os termos destacados foram utilizados para 
a) apontar proporção.
b) indicar concessão.
c) marcar conformidade.
d) mostrar comparação.
e) sugerir finalidade.
Alternativa D

Leia o texto abaixo.

Como transformar a nossa relação com a natureza?

Falar em meio ambiente não é algo abstrato. Se traduz no ar puro que


respiramos, na água que bebemos e na fauna e flora que nos cercam. Somos
dependentes desses recursos [...] e, mesmo assim, temos dificuldade para
reconhecer e valorizar nosso patrimônio natural. Quando começamos a falar
sobre a temática, há quase 30 anos, parecia loucura. Porém, conservar a
natureza é uma causa que vale a pena – e vai continuar valendo sempre. É
uma mudança essencial no presente, que torna possível o nosso futuro.
 
O território brasileiro abriga a maior biodiversidade do planeta, distribuída em
vários biomas que preenchem de beleza os nossos 8,5 milhões de km2 de
extensão. [...]
Reunimos 20% do total de espécies da Terra e garantir a sobrevivência desses
seres não pode ser uma questão restrita à ciência. [...]

Quando criamos reservas naturais, contribuímos com a qualidade do ar, com a


diversidade de espécies e com o desenvolvimento das comunidades locais. [...]
Quando reavaliamos o uso de recursos naturais ou a forma como os dejetos
industriais são descartados, podemos poupar matas, córregos, rios e bosques
para um desenvolvimento mais sustentável. [...]

[...] Precisamos encontrar um equilíbrio que beneficie todos os setores –


agricultura, pecuária, indústria, comércio, turismo, serviços – de forma
sustentável, sem gerar prejuízos para as próximas gerações. Mas, sim, garantir
um futuro.
 

KRIGSNER, Miguel. Como transformar a nossa relação com a natureza?


In: Estado de Minas. 2019. Disponível em: <[Link]
Acesso em: 12 maio 2022. Fragmento.

8.  Nesse texto, para defender a importância de conservar a natureza, o autor


utiliza como argumento o trecho:
a) “Falar em meio ambiente não é algo abstrato.”. (1º parágrafo)
b) “Quando começamos a falar sobre a temática, há quase 30 anos, parecia
loucura.”. (1º parágrafo)
c) “O território brasileiro abriga a maior biodiversidade do planeta, distribuída
em vários biomas que preenchem de beleza os nossos 8,5 milhões de km² de
extensão...”. (2º parágrafo)
d) “Quando criamos reservas naturais, contribuímos com a qualidade do ar,
com a diversidade de espécies...”. (4º parágrafo)
e) “Precisamos encontrar um equilíbrio que beneficie todos os setores...”. (5º
parágrafo)
Alternativa D

9. Esse texto é 
a) um artigo de opinião.
b) um relato de viagem.
c) uma crônica.
d) uma reportagem.
e) uma resenha crítica.
Alternativa A
10. Nesse texto, no trecho “... que beneficie todos os setores...” (5º parágrafo),
o termo destacado refere-se a
a) ambiente. 
b) causa. 
c) equilíbrio. 
d) recursos. 
e) temática. 
Alternativa C
Leia o texto abaixo.

Evite o desperdício de energia elétrica!


 
O Brasil enfrenta uma séria crise hídrica e energética, agravada pelo menor
nível de chuvas [...] e pela consequente baixa vazão dos reservatórios de água
para a geração hidrelétrica, nossa maior fonte de energia. [...]
 
O momento reforça a necessidade da adoção de hábitos de consumo
consciente. “[...] Ao evitar o desperdício de energia elétrica no dia a dia, em
nossas casas, economizamos na conta de luz, poupamos esse recurso e
contribuímos para que o país supere a crise”, enfatiza Bruna Tiussu, gerente
de comunicação [...]. Atitudes simples, como apagar as luzes ao sair do
ambiente, reduzir o tempo de banho no chuveiro elétrico e tirar da tomada
equipamentos que não estão em uso, proporcionam economia no final do mês
e ainda podem ajudar a evitar racionamentos. Todo mundo sai ganhando. [...]

A crise hídrica é uma oportunidade para o país repensar seus modelos de


produção e de consumo. Afinal, tudo está interligado: a falta de chuvas [...]
acarreta a seca dos reservatórios [...].

Evitar o desperdício e fazer um uso consciente de energia elétrica, portanto,


deve ir além de um cenário de crise – são comportamentos que precisamos
adotar todos os dias do ano, faça chuva ou faça sol. [...]
 Disponível em: <[Link] Acesso em: 12 maio 2022.
Fragmento. 

11.  Nesse texto, no trecho “... faça chuva ou faça sol.” (4º parágrafo), o termo
destacado foi utilizado para 
a) apontar conclusão.
b) expressar adição.
c) indicar alternância.
d) mostrar explicação.
e) revelar oposição.
Alternativa C 

12. Esse texto é um artigo de opinião, pois 


a) apresenta uma pesquisa científica de forma acessível.
b) defende um posicionamento utilizando argumentos.
c) faz a propaganda de um produto.
d) narra uma história criada em torno de um enredo.
e) relata acontecimentos factuais.
Alternativa B

Leia o texto abaixo. 

O desafio da transformação digital

A tecnologia vem, de maneira crescente, intermediando as relações humanas


em seus mais diversos aspectos. Ela está presente nas interações sociais, nos
estudos, no entretenimento ou no consumo. [...]
 
Um dos maiores desafios para o mundo corporativo no momento [...] é a
chamada transformação digital. Trata-se de uma mudança muito mais
profunda do que a mera adoção de novas tecnologias ou a digitalização de
documentos e processos na empresa. [...]

Pode-se dizer, grosso modo, que a digitalização é a passagem de documentos,


processos e procedimentos de um meio analógico para um meio digital. A
digitalização, por sua vez, já é uma revisão completa do funcionamento da
empresa, com adoção de tecnologias e eliminação de processos e sistemas
obsoletos.

A transformação vai além. Ela se serve de todas essas mudanças para


mergulhar de cabeça na era digital, com foco quase total em melhorar a
experiência do cliente, não na tecnologia em si. Uma pesquisa [...] mostra que
55% dos gestores da transformação digital apontam a evolução dos
comportamentos e preferências dos consumidores como o grande
impulsionador do processo de mudança. [...]

Um salão de beleza, por exemplo, pode começar por oferecer agendamento


on-line, mas pode, também, tornar a recepção e encaminhamento mais ágeis,
[...] assegurar que o profissional escolhido esteja disponível e coletar dados de
todo o atendimento para oferecer uma experiência cada vez mais
personalizada. [...]

Uma outra pesquisa [...] mostra que a transformação digital gera um


crescimento médio de 37% na receita com novos negócios. [...]

Então, se você tem um negócio ou pretende empreender, é preciso começar a


pensar, estudar e se questionar: como a tecnologia pode ajudar o negócio a se
tornar mais ágil, eficiente e melhorar o relacionamento com o cliente? A
transformação era o passe para o futuro, e o futuro chegou!
 Disponível em: <[Link] Acesso em: 20 maio 2022.
Fragmento.

13. Nesse texto, no trecho “Ela se serve de todas essas mudanças...” (4º


parágrafo), o termo em destaque refere-se a  
a) digitalização.
b) empresa.
c) evolução.
d) pesquisa.
e) transformação.
Alternativa E

14. Nesse texto, o argumento que sustenta a tese de que a transformação


digital melhora o relacionamento da empresa com o cliente está no trecho: 
a) “Um dos maiores desafios para o mundo corporativo no momento [...] é a
chamada transformação digital.”. (2º parágrafo)
b) “Pode-se dizer, grosso modo, que a digitalização é a passagem de
documentos, processos e procedimentos de um meio analógico para um meio
digital.”. (3º parágrafo)
c) “...é uma revisão completa do funcionamento da empresa, com adoção de
tecnologias e eliminação de processos...”. (3º parágrafo)
d) “Uma outra pesquisa [...] mostra que a transformação digital gera um
crescimento médio de 37% na receita com novos negócios.”. (6º parágrafo)
e) “...como a tecnologia pode ajudar o negócio a se tornar mais ágil, eficiente
e melhorar o relacionamento com o cliente?”. (7º parágrafo)
Alternativa D

15. Qual é o objetivo comunicativo desse texto? 


a) defender uma ideia.
b) descrever uma cena.
c) divulgar um produto.
d) instruir um procedimento.
e) narrar uma história.
Alternativa A

Leia o texto abaixo.

16. Entende-se desse texto que 


a) as meninas não gostam de jogar videogame com os meninos.
b) as meninas se importam com o que os meninos fazem sem elas.
c) os meninos não chamaram as meninas por medo de perder.
d) os meninos se esqueceram de convidar as meninas para jogar.
Alternativa B

17.  No segundo quadrinho desse texto, no trecho “Uhuuuu!”, o ponto de


exclamação foi usado para 
a) destacar irritação.
b) expressar susto.
c) marcar entusiasmo.
d) reforçar desejo.
Alternativa C

Leia o texto abaixo.

Arraia Xingu: espécie endêmica do Brasil encanta pela beleza

Entre todos os tesouros da fauna brasileira um animal que vive no fundo do


rio chama atenção pela beleza inegável: a arraia Xingu (Potamotrygon
leopoldi).

Como o próprio nome indica, essa espécie é endêmica do Brasil, restrita


apenas à bacia do rio Xingu, entre os estados do Mato Grosso e o Pará.
Também conhecida como arraia-de-fogo ou arraia-negra, pertence à família
Potamotrygonidae, que possui cinco gêneros e 39 espécies.

“Ela se diferencia de outros membros do gênero por conter ocelos brancos


amarelados em contraste com o fundo negro. Tem um corpo arredondado,
ligeiramente ovalado, e costuma atingir os 60 centímetros, porém o maior
espécime registrado possuía 111 cm, com cerca de 17 kg”, explica o biólogo
Pedro Köptcke Daudt de Lima Brandão [...].
 

De acordo com o pesquisador, a arraia Xingu é uma espécie exclusiva de água


doce. “São animais que têm o hábito de se manter enterrados no substrato do
rio”, diz.

A expectativa de vida da arraia Xingu é de 15 anos [...].

A arraia Xingu possui um ferrão com veneno na ponta da cauda, entretanto,


segundo Brandão, não é considerada um animal perigoso, pois tem um
comportamento tímido e recluso.

Ele alerta, porém, que o hábito de manter-se enterrada pode promover


acidentes caso sejam pisoteadas. “Por isso é indicado caminhar nos rios
arrastando o pé ao invés de dar passos, pois ao encostar em suas laterais a
arraia irá imediatamente fugir para outra área”, explica.

Em casos de acidente, a orientação é lavar a região afetada imediatamente


com água e sabão e em seguida colocar em água morna. “Além de aliviar a
dor, isso degrada boa parte do veneno. Depois dos primeiros socorros, é
importante ir direto ao hospital para seguir com o tratamento”, finaliza
Brandão. [...]

JANUZZI, Nicolle. Arraia Xingu: espécie endêmica do Brasil encanta pela


beleza. In: G1, 2022. Disponível em: <[Link] em:
19 maio 2022. Fragmento.

18.  O assunto desse texto é


a) as características da arraia Xingu.
b) as espécies exclusivas de água doce.
c) os acidentes com a arraia Xingu.
d) os estudos de biólogos sobre as arraias.
Alternativa A

19. Esse texto é uma reportagem, pois


a) apresenta críticas sobre um assunto polêmico.
b) conta uma história curta a partir de um conflito.
c) expõe uma informação de forma detalhada.
d) narra situações cotidianas da vida urbana.
Alternativa C

20. Nesse texto, no trecho “... o hábito de manter-se enterrada pode promover


acidentes caso sejam pisoteadas.” (7º parágrafo), a palavra em destaque foi
usada para
a) apontar finalidade.
b) indicar consequência.
c) marcar proporção.
d) realçar condição.
Alternativa D 

Leia o texto abaixo.

As meninas

[...] – Que tempo – resmungou se sacudindo no vestíbulo do casarão.

– Lia? É você, Lia? – perguntou Madre Alix abrindo a porta do seu gabinete.
– Entre um instante, filha. Sente-se. Aqui ao meu lado. Quer tomar um café?
Foi feito há pouco, vê se está bom de açúcar.

Lia deixou a sacola e o livro no chão. Sorriu [...].

– Insônia, Madre Alix?

– Não, muito trabalho. Mas que beleza de gorro.

– Não é mesmo? Presente de um amigo.

 
– Prendendo assim o cabelo você fica com cara de marujo [...], você tem os
olhos de seu pai.

– Foi o que falou meu amigo, cara de marinheiro – digo tomando o café.
Quente demais. Doce demais. – A senhora recebeu carta da minha mãe?

– Uma longa carta. Gosto muito da sua mãe.

Fico olhando o relógio em formato de oito, dependurado na parede caiada de


branco. O som também é antigo.

– Na minha casa tem um relógio igual.

– Você tem saudade, Lia?

– Não sei explicar, mas lá é como este café adocicado e quente. Minha mãe
chegava a me abafar com tanto amor, preferia às vezes que me amasse menos.
O velho disfarçando com carrancas, tios e tias estourando por todos os lados
com os batalhões dos primos. Aconchegos, festinhas. Lembro-me de todos,
amo todos, mas não tenho vontade de voltar. Isso é saudade? Foi um período
que se encerrou. Aqui começou outro e agora vai começar um terceiro período
e então fico com esses dois períodos pra lembrar. Será saudade?

– Acho que sim. Quando noviça, eu pensava muito na minha gente. Sabia que
não ia voltar, mas continuava pensando com tanta força. Como quando se tira
um vestido velho do baú, um vestido que não é para usar, só para olhar. Só
para ver como ele era. Depois a gente dobra de novo e guarda, mas não se
cogita em jogar fora ou dar. Acho que saudade é isso. [...]

 TELLES, Lygia Fagundes. As meninas. São Paulo: Companhia das Letras.


2009.
21. Qual é o trecho desse texto que mostra o local em que essa história
acontece?
a) “– Lia? É você, Lia? – perguntou Madre Alix abrindo a porta do seu
gabinete. – Entre um instante, filha. Sente-se.”. (2º parágrafo)
b) “– Foi o que falou meu amigo, cara de marinheiro – digo tomando o café.
Quente demais. Doce demais.”. (8º parágrafo)
c) “Minha mãe chegava a me abafar com tanto amor, preferia às vezes que me
amasse menos.”. (13º parágrafo)
d) “Quando noviça, eu pensava muito na minha gente. Sabia que não ia voltar,
mas continuava pensando...”. (14º parágrafo)
e) “Como quando se tira um vestido velho do baú, um vestido que não é para
usar, só para olhar.”. (14º parágrafo)
Alternativa A

22. Nesse texto, no trecho “... amo todos, mas não tenho vontade de voltar.”


(13º parágrafo), o termo destacado foi usado para
a) apontar conclusão.
b) destacar alternância.
c) indicar adição.
d) marcar oposição.
e) mostrar explicação.
Alternativa D

Leia o texto abaixo.

Questões de princípio

Não me exijam

que diga

o que não digo

não queiram

que escreva

o meu avesso

 
não ordenem

que eu aceite

o que recuso

não esperem

que me cale

e obedeça

 HORTA, Maria Teresa. Questões de princípio. In: Capital Mag. Disponível


em: <[Link] Acesso em: 20 maio. 2022.

23. Nesse texto, foi utilizado como recurso estilístico


a) a repetição de sons consonantais.
b) a repetição de sons vocálicos.
c) a repetição de uma mesma palavra como recurso expressivo.
d) o emprego de palavras distintas com sonoridade semelhante.
e) o emprego de uma palavra que descreve o som das coisas.
Alternativa C

Leia o texto abaixo.

Um raro inseto fóssil do Brasil


Pesquisadores descreveram nova espécie de efêmera que viveu durante o
Cretáceo no nordeste do Brasil. [...]
 
O Brasil possui diversos depósitos fossilíferos que têm revelado achados
importantes. [...]

A nova espécie foi chamada de Incogemina nubila e é baseada em um


exemplar adulto com uma parte do corpo preservada, atingindo 23 mm. As
suas características permitiram aos pesquisadores classificar esse inseto na
ordem Ephemeroptera, que reúne formas voadoras conhecidas como efêmeras.
A fase larval desses insetos é aquática e os adultos vivem muito pouco,
voando por diferentes partes. Apesar das larvas dessa ordem de insetos serem
abundantes nos calcários laminados, com diversas espécies descritas, as
formas adultas são raras, principalmente Incogemina nubila, que pertence ao
grupo Oligoneuriidae, registrado apenas uma única vez na Formação Crato
antes do presente achado. [...]

Incogemina nubila se diferencia das demais espécies pela distribuição das


nervuras nas asas. [...]

Outro ponto importante é que o exemplar da nova espécie foi encontrado em


uma escavação controlada, o que significa dizer que se sabe em detalhe de
qual camada ele veio. Assim, existe a possibilidade de se fazerem novas
escavações, em busca de mais exemplares desse raro grupo de insetos. [...]
 

KELLNER, Alexander W. A. Um raro inseto fóssil do Brasil. In: Ciência


Hoje. 2020. Disponível em: <[Link]
fossil-do-brasil/>. Acesso em: 18 maio 2022. Fragmento.

24. Nesse texto, a expressão “Incogemina nubila” (2º parágrafo) é um


exemplo de linguagem
a) arcaica
b) científica.
c) coloquial.
d) padrão.
e) regional.
Alternativa B

25. Nesse texto, no trecho “Assim, existe a possibilidade de se fazerem novas


escavações...” (4º parágrafo), o termo destacado foi utilizado para
a) apontar alternância.
b) apresentar adição.
c) exprimir explicação.
d) indicar conclusão.
e) marcar oposição.
Alternativa D

26. Esse texto é um artigo de divulgação científica, pois


a) apresenta os resultados de uma pesquisa científica.
b) defende uma opinião orientada por argumentos.
c) ensina normas de convivência em grupo. 
d) narra uma história criada em torno de um enredo.
e) relata uma informação de forma detalhada.
Alternativa A
 
eia este poema de Carlos Drummond de Andrade, autor de obras que você
já leu nos bimestres anteriores, em virtude de sua importância para a
literatura brasileira.

Procura da poesia

Não faças versos sobre acontecimentos.


Não há criação nem morte perante a poesia.
Diante dela, a vida é um sol estático,
não aquece nem ilumina.
As afinidades, os aniversários, os incidentes pessoais não contam.
Não faças poesia com o corpo,
esse excelente, completo e confortável corpo, tão infenso à efusão lírica.

Tua gota de bile, tua careta de gozo ou dor no escuro


são indiferentes.
Não me reveles teus sentimentos,
que se prevalecem de equívoco e tentam a longa viagem.
O que pensas e sentes, isso ainda não é poesia.

Não cantes tua cidade, deixa-a em paz.


O canto não é o movimento das máquinas nem o segredo das casas.
Não é música ouvida de passagem, rumor do mar nas ruas junto à linha
de espuma.

O canto não é a natureza


nem os homens em sociedade.
Para ele, chuva e noite, fadiga e esperança nada significam.
A poesia (não tires poesia das coisas)
elide sujeito e objeto.

Não dramatizes, não invoques,


não indagues. Não percas tempo em mentir.
Não te aborreças.
Teu iate de marfim, teu sapato de diamante,
vossas mazurcas e abusões, vossos esqueletos de família
desaparecem na curva do tempo, é algo imprestável.

Não recomponhas
tua sepultada e merencória infância.
Não osciles entre o espelho e a
memória em dissipação.
Que se dissipou, não era poesia.
Que se partiu, cristal não era.
Penetra surdamente no reino das palavras.
Lá estão os poemas que esperam ser escritos.
Estão paralisados, mas não há desespero,
há calma e frescura na superfície intata.
Ei-los sós e mudos, em estado de dicionário.

Convive com teus poemas, antes de escrevê-los.


Tem paciência, se obscuros. Calma, se te provocam.
Espera que cada um se realize e consume
com seu poder de palavra
e seu poder de silêncio.
Não forces o poema a desprender-se do limbo.
Não colhas no chão o poema que se perdeu.
Não adules o poema. Aceita-o
como ele aceitará sua forma definitiva e concentrada
no espaço.

Chega mais perto e contempla as palavras.


Cada uma
tem mil faces secretas sob a face neutra
e te pergunta, sem interesse pela resposta,
pobre ou terrível que lhe deres:
Trouxeste a chave?

Repara:
ermas de melodia e conceito
elas se refugiaram na noite, as palavras.
Ainda úmidas e impregnadas de sono,
rolam num rio difícil e se transformam em desprezo.
ANDRADE, Carlos Drummond de. Procura da poesia. In: A rosa do povo.
São Paulo: Companhia das Letras, 2012. p. 11-12.

1 A quem o eu lírico do poema se dirige? Explique sua resposta.

O eu lírico dirige-se a possíveis leitores do poema, que escrevem ou que têm


interesse em escrever esse tipo de texto, passando dicas e
orientações a respeito do que deve ser considerado na
escrita desse gênero.
2. A voz do interlocutor pode ser percebida ao longo do poema? Comente.

Não, trata-se de um interlocutor que não contra-argumenta, mas também não


há indícios de que ele aceita o que o eu lírico aponta como verdade em relação
à escrita de um poema. Nos versos lidos, há presença, somente, da voz do eu
lírico, que sabe muito bem a quem está se dirigindo, mas que não
abre espaço para uma interlocução.

3. O poema lido pode ser dividido em duas partes distintas. Identifique-as.

Na primeira, há um destaque para o uso dos verbos no imperativo negativo,


como em “Não faças versos sobre acontecimentos.”, “Não me reveles teus
sentimentos”, “Não cantes a tua cidade [...]”, versos nos quais o eu lírico
apresenta tudo que não deve ser feito, segundo ele, por alguém que
pretende escrever um poema. A segunda é assinalada pelo uso dos imperativos
afirmativos, como em “Penetra surdamente no reino das palavras”, “Convive
com teus poemas, antes de escrevê-los”, que ressalta o trabalho com a
matéria-prima do poeta: a palavra.
4. É possível definir se o eu lírico tem, de fato, conhecimento a respeito da
escrita de um poema? Explique.

Sim, o eu lírico tem conhecimento do que está falando, pois apresenta


informações aplicando um tom de quem sabe o que faz, ou seja, próprio de
quem já refletiu bastante acerca do assunto abordado. Além disso, o uso dos
verbos no modo imperativo, empregado para dar comandos, ordens, fazer um
pedido, um convite ou dar um conselho, comumente é utilizado
por pessoas que têm certeza daquilo que estão falando.
5. O eu lírico afirma que não é possível fazer um poema apenas falando de
acontecimentos, resgatando, subjetivamente, a infância, as ideias, os
sentimentos, ou fazendo idealizações. Comprove essa
afirmação, transcrevendo trechos do texto.
Sugestões de resposta: “Não faças versos sobre acontecimentos. / As
afinidades, os aniversários, os incidentes pessoais não contam.”; “Não me
reveles teus sentimentos, / O que pensas e sentes, isso ainda não é poesia.”;
“Não recomponhas / tua sepultada e merencória infância. / Não osciles entre
o espelho e a / memória em dissipação.”.

6. Diante das constatações apontadas anteriormente, é possível afirmar que o


eu lírico defende o princípio de que a escrita de um poema deve apresentar
algumas particularidades. Assinale apenas a(s) alternativa(s) incoerente(s) no
que diz respeito ao poema, segundo o contexto. 

a) Trata-se de um texto que privilegia o trabalho com a palavra.


b) As realidades individuais devem ser descartadas.

c) É um texto universal.

d) Pode ser construído de maneira inocente, pessoal, impulsiva.

Resposta: D
7. Leia o texto.

O eu lírico afirma que é preciso penetrar “surdamente no reino das palavras”,


pois “lá estão os poemas que esperam ser escritos”. Ainda não são poemas,
porque “estão paralisados”, “sós e mudos, em estado de dicionário”, isto é, ele
propõe um poema que vá além dos fatos e que reforce o trabalho com a
matéria-prima do poeta, a palavra. Em um texto que exalta, justamente, as
palavras, cabe ao interlocutor buscar entender o significa- do delas,
observando o contexto apresentado nos versos e nas imagens estabelecidas ao
longo do poema, ou seja, além de buscar a origem e a significação exata dos
vocábulos empregados, cabe ao leitor compreender o sentido
conotativo (figurado) estabelecido ao longo dos versos.
Você já aprendeu a diferenciar o sentido denotativo e conotativo das
palavras. Com base nesse conhecimento, responda ao que se
pede:
a) Palavras “em estado de dicionário”, isto é, fora de contexto, apresentam que
sentido?

As palavras “em estado de dicionário”, fora de contexto, estão no sentido


denotativo, relacionado ao sentido literal das palavras.

b) Palavras que têm “mil faces secretas sobre a face neutra”, empregadas em
contextos específicos e diferenciados, que sentido
apresentam? Comente sobre isso.
As palavras que têm “mil faces secretas sobre a face neutra”, empregadas em
contextos específicos e diferenciados, estão no sentido
conotativo, que diz respeito ao sentido figurado das
palavras.
8. Releia estes versos.
Chega mais perto e contempla as palavras.
Cada uma
tem mil faces secretas sob a face neutra
e te pergunta, sem interesse pela resposta,
pobre ou terrível que lhe deres:
Trouxeste a chave?

Agora, pense e responda: Para que serviria essa chave?

Essa chave serviria para que as pessoas que escrevem ou têm vontade de
escrever poemas tenham acesso aos múltiplos significados que
as palavras podem apresentar.
9. Segundo o eu poético, quando as palavras estão sem a companhia da
melodia e do conceito, o que acontece com elas? Responda
com suas palavras.
Sugestão de resposta: Segundo o eu poético, quando as palavras estão
solitárias, sem a companhia da melodia e do conceito, elas desaparecem,
ficam fracas e escondidas, sendo deixadas de lado por se tornarem de
difícil acesso, quase inalcançáveis ao poeta.
10. O poema “Procura da poesia”, de Carlos Drummond de Andrade, pode ser
classificado como um metapoema, ou seja, um texto que apresenta uma
metalinguagem, pois há um questionamento do eu lírico sobre o próprio fazer
poético. A metalinguagem acontece quando o código explica o próprio
código, por exemplo, quando uma canção fala sobre a canção, ou o dicionário,
que explica o significado das palavras por meio das palavras, e
assim por diante.
Leia os textos a seguir e aponte o único texto em que há metalinguagem. Na
sequência, explique o porquê de sua escolha.

a)

“De tudo ao meu amor serei atento


Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.” [...]

(“Soneto de Fidelidade”, Vinicius de Moraes)

b)
“Um dos temas estudados na fonologia é a ortoépia, que é o estudo da
pronúncia correta das palavras. A prosódia, por sua vez, trata também da
pronúncia das palavras, mas se limita à tonicidade das
sílabas.”
c) 

A metalinguagem está presente na tela de Van Gogh, que mostra o próprio


artista pintando. Trata-se, portanto, de uma pintura falando da
pintura.

Saiba mais - Poema e poesia

Ao longo da leitura e da análise do texto de Drummond, você se deparou com


os termos poema e poesia.

Você já estudou o gênero poema. Entretanto, há muito ainda a ser visto sobre
esse gênero, que é rico em recursos expressivos e que é fundamental a seu
processo de aprendizagem. Isso porque o poema exige olhares diferenciados,
seja em função da subjetividade a que está submetido, seja pelo uso de uma
linguagem trabalhada de maneira distinta da usada em textos escritos em
prosa (parágrafos).

Como você aprendeu, o poema é um texto escrito em versos – que são as


linhas de um poema –, os quais podem se juntar em estrofes, que
correspondem aos conjuntos de versos. Mas, e a diferença entre poema
e poesia, você saberia determinar?

Leia abaixo uma definição desses termos.

• Poema: gênero textual relacionado aos gêneros literários, que apresenta uma
estrutura específica – versos, estrofes, rima, ritmo, jogo de
palavras, etc.
• Poesia: elemento associado a uma atitude criativa. É, portanto, maior que a
estrutura de um gênero textual. Pode estar presente em diversas manifestações
artísticas, como na pintura, na música, em uma escultura, em um texto em
prosa ou em verso, entre outros. Em outras palavras, é a caracterização de um
estado de espírito, de um senti mento, que é provocado a partir do
contato com algum objeto artístico.
Para facilitar esse entendimento, pense em um pôr do sol: o poema
corresponde ao que você está visualizando; a poesia, às sensações que esse
pôr do sol lhe proporciona, como boas lem branças, saudades de
alguém, alegrias, entre outras.
Dessa forma, é possível perceber que o conceito de poema está diretamente
ligado à estrutura de um gênero, que se diferencia dos demais em função de
suas especificidades. Já a poesia não é algo tão simples de se
determinar, visto que carrega subjetividade em sua
constituição.
Mas não fique preocupado em relação a isso, pois até mesmo grandes poetas
tiveram dificuldade em estabelecer essa definição. Nesse caso, mais
importante que determinar um conceito, é identificar a presença da
poesia (ou não) em contextos criativos.

11. Diante dessa explicação, é possível concluir que o texto “Procura da


poesia”, de Carlos Drummond de Andrade, é um poema. Em sua opinião, o
poema de Drummond tem poesia? Fundamente sua resposta.

Resposta pessoal.
Professor, é importante, nesse momento, que os alunos consigam identificar
que há poesia no poema de Drummond, visto que há uma tentativa, por parte
do eu lírico, de intensificar os sentidos do uso da palavra, o que só pode
acontecer com subjetividade e com envolvimento do leitor. Há necessidade,
portanto, de que o leitor aproxime-se do texto e sinta-se propenso a realizar o
que é sugerido pelo eu lírico. Em “Procura da poesia”, o fazer poético
compreende uma imersão no mundo das palavras e a descoberta
de suas faces mais secretas.
12. Quantos versos e quantas estrofes há no poema de Drummond?

No poema de Drummond, há 59 versos e 10 estrofes.

13. É possível afirmar que, em “Procura da poesia”, a poesia está escondida,


“agarra- da nas palavras”, e que somente o trabalho poético poderá libertá-la?
Comente sua resposta.

Em “Procura da poesia”, segundo o eu lírico, apenas o trabalho intenso com as


palavras é que permitirá que os poemas sejam criados e consigam ter melodia
e conceito para, a partir daí, provocar um estado de espírito, um sentimento
diferenciado em relação ao que se lê.

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