Academia
Volkswagen
Pós-Vendas
Motor FSI 2.0 l Turbo
Índice
Introdução ..................................................................................... 3
Mecânica do motor ......................................................................... 5
Gerenciamento do motor ............................................................... 11
Seviços ....................................................................................... 24
1
Durante a sua leitura fique atento a este símbolo que
identifica informações importantes.
Atenção/Nota Novo
2
Introdução
Os motores Turbo FSI da Volkswagen não utilizam o modo estratificado e baseiam-se na
potência e no torque. Até agora, FSI significava injeção direta no modo estratificado, no
motor turbo, a abreviação FSI é mantida, mas o modo estratificado deixa de existir.
A ausência da operação no modo estratificado proporciona uma ótima dirigibilidade, com
elevado desempenho, bem como força de tração e economia.
3
Introdução
Descrição do motor
O motor Turbo-FSI teve suas dimensões básicas e sua construção baseados no motor FSI
2,0 l, com as letras de identificação AXW, existente até agora.
Para atender aos elevados requisitos do motor turbo, os componentes do motor tiveram
de ser adaptados a essas condições.
O coletor de escape e o compressor são um só componente.
O turbocompressor é fixado com uma
flange aparafusada no cabeçote, Coletor de escape
Válvula magnética para
facilitando a manutenção. limitação da pressão de
carga N75
Turbocompressor
Ressonância
Silencioso
Válvula de recirculação de ar
para o turbocompressor N249
A árvore de manivelas foi adaptada às
elevadas exigências do motor turbo FSI.
Pistões
Biela
Árvore de manivelas
4
Mecânica do motor
Devido ao aumento da força e do calor
gerado no motor 2.0 l turbo em relação ao
motor aspirado, o cabeçote teve de ser
adaptado para atender essas condições.
O comando de válvulas de admissão é
variável e dotado de um sistema de
deslocamento contínuo (região de
deslocamento 42° de ângulo da árvore de Cabeçote
manivelas).
Dutos de admissão
A transmissão com eixo balanceador
otimizado se dá através do acoplamento de
engrenagens acionadas por corrente.
A função assemelha-se a um volante
bi-massa, utilizado no motor 1.8 l Turbo do
Golf GTI.
Engrenagem acionada
por corrente
Transmissão com eixo
balanceador
5
Mecânica do motor
Dados técnicos
Características técnicas
- Turbocompressor no coletor de escape
- Sistema de escape único com pré-
catalisador e catalisador sob o assoalho
próximos do motor
- Bomba de alta pressão Hitachi
- Sistema de combustível com retorno livre
- Injeção homogênea de combustível
Dados técnicos
Letras de identificação AXW
do motor
Tipo de Construção Motor Otto com 4
cilindros em linha
Cilindrada [mm3] 1984
Diâmetro [mm] 82,5
Curso [mm] 92,8
Relação de compressão 10,5:1
Potência máxima 147 kW a 5700 1/min
Torque máximo 280 Nm
a 1800-4700 1/min
Gerenciamento do Bosch Motronic MED Momento de torque e diagrama de
motor 9.1 potência
Deslocamento do eixo 42° ângulo da árvore
do comando de válvulas de manivelas
Retorno do gás de Condução de retorno
Momento de torque Potência
escape do gás de escape [Nm] [kW]
interna
Combustível Super Plus sem
chumbo e com 98
octanas (Super sem
chumbo e com 95
octanas com pequena
redução de potência)
Tratamento dos gases 2 catalisadores de 3
de escape vias com Controle
lambda
Rotação
Norma para gases de EU 4 [1/min]
escape
6
Mecânica do motor
Árvore de manivelas
A resistência construtiva foi adaptada às
elevadas pressões de combustão.
Os colares de munhão e moente, tiveram
suas dimensões aumentadas por motivos
de rigidez.
Bloco do motor
As paredes do cilindro do bloco do motor
de ferro fundido cinzento são brunidas com
jato de fluido.
Jatos de fluido e brunimento liso são um Colares
avanço tecnológico do brunimento em
duas etapas. Na primeira etapa do novo
processo são eliminados esmagamentos na
superfície de deslizamento através da alta
Prefixo do motor
pressão e descobertas oleosidades em
fissuras do brunimento, bem como
erupções devidas à técnica das ligas. Desta
forma, a superfície obtida é amplamente
protegida contra impurezas metálicas. E na
segunda etapa, nas operações de
brunimento finais, são retificados na forma
de acabamento, através dos raios, os
cantos de erupções remanescentes, bem
como as rugosidades restantes.
Este tipo de brunimento melhora o
deslizamento do pistão em relação a
camisa, reduzindo o consumo de óleo
lubrificante.
2.0 l 4V FSI 2.0 l 4V T-FSI
Pistões modificados
A parede do pistão T-FSI foi adaptada ao
processo de combustão homogênea.
7
Mecânica do motor
Transmissão com eixo balanceador
Engrenagem de Carcaça do eixo
Árvore de
A transmissão com eixo balanceador foi acionamento Rodas balanceador
Manivelas
adotada no atual motor com tecnologia Balanceadas
FSI. Entretanto, ela precisou ser modificada
nos seguintes pontos:
• Engrenagem acionada por corrente
acoplada ao Eixo balanceador
• Separação das engrenagens e dos contra
pesos para aumentar o grau de equilíbrio
• Bomba de óleo com engrenagem de
maior diâmetro
• Válvula reguladora da pressão de óleo
integrada na carcaça do eixo balanceador Eixos
• Carcaça fundida a pressão com balanceadores
resistência otimizada
• Árvores equilibradoras montadas
diretamente na carcaça de alumínio Tubulação de
admissão
Engrenagem acionada Bomba
por corrente de óleo
Engrenagem acionada por corrente acoplada
As maiores irregularidades do giro da árvore de manivelas resultam num regime baixo de
rotações. Com um ângulo de oscilação relativo de 0,8° na árvore de manivelas no motor
atual FSI se elevou para um ângulo de oscilação de 2° na árvore de manivelas do motor
turbo. A corrente ficou submetida a um desgaste muito maior pela elevada carga da
transmissão, sem a adoção de qualquer medida. Por isto, são empregadas molas de arco
no cubo da engrenagem. Estas molas acoplam o eixo de entrada da transmissão do eixo
balanceador à árvore de manivelas
Cubo
Molas de
Arco (2x)
Disco de
fricção
Disco de
cobertura
Disco de
diamante
Mancal de
deslizamento
Engrenagem
Mola prato
8
Mecânica do motor
Acionamento da correia dentada A engrenagem da correia dentada CTC*,
aplicada pela primeira vez, reduz
Como em todos os motores em linha de 4 significativamente as oscilações de torque
cilindros da série EA113, o acionamento é na árvore de manivelas e as forças de
realizado por correia dentada com tração na correia dentada.
transmissão direta para o eixo comando de
* Engrenagem da correia dentada CTC = crankshaft
válvulas de escape.
torsionals cancellation (árvore de manivela sem torção)
O acionamento da correia dentada foi
submetido a níveis de exigências Funcionamento
superiores, como:
A posição da engrenagem da correia
dentada na árvore de manivelas é no PMS
• maiores forças nas molas da válvula do cilindro 1, como apresentada na figura
específica de motores turbo, abaixo. Quando inicia-se o ciclo de
• tempos de comando específicos de trabalho, forças de tração elevadas atuam
motores turbo, em conjunto com a sobre a correia dentada. Estas são
margem de regulagem do comando de reduzidas pela forma elíptica da
admissão variável, 42° KW (árvore de engrenagem da correia dentada, porque a
manivelas), e face plana dessa engrenagem proporciona
• o acionamento da bomba de alta pressão uma leve distensão da correia dentada. As
através dos cames de 3 fases do eixo do oscilações de torque remanescentes
comando de válvulas da admissão foi reagem às oscilações de torque da 2ª
modificado, e o sistema de tensão da ordem do motor, no ponto de ressonância
correia dentada é o mesmo do motor do comando do motor, sem produzir
aspirado. Como resultado, tem-se uma distúrbios muito fortes em outros regimes
engrenagem elíptica para a correia de rotação.
dentada na árvore de manivelas.
d2
d1
d 2 > d1
9
Mecânica do motor
Cabeçote do motor • balancins roletados com resistência
otimizada através da redução da largura
Foram efetuadas modificações específicas das nervuras de cames e roletes, e
para o turbo no cabeçote do motor (em
relação ao FSI 2.0 l): • molas de válvulas com elevada força
elástica (mesmas molas nas válvulas de
• válvulas de escape com enchimento de admissão e de escape).
sódio,
Além disso, a geometria do canal de
• válvulas de admissão e de escape com admissão foi trabalhada, proporcionando o
assento blindado, efeito ressonância e, conseqüentemente, a
resistência, a detonação e o ruído podem
ser melhorados.
2.0 l 4V FSI 2.0 l 4V T-FSI
10
Gerenciamento do motor
Ventilação do bloco do motor turbocompressor. Se houver depressão no
coletor de admissão, então os gases blow-
A depressão constante no bloco do motor by são conduzidos diretamente para o
é assegurada por intermédio de uma coletor de admissão.
ventilação separada entre bloco do motor e
cabeçote. Ocorrendo pressão de sobrealimentação,
fecha-se uma válvula de retenção na
Os gases de blow-by provenientes do carcaça da válvula reguladora de pressão.
bloco do motor são conduzidos através do Os gases de blow-by são conduzidos
separador de óleo no conjunto do filtro de através de um canal na tampa de válvulas
óleo para a tampa das válvulas. ao turbocompressor. Para identificar uma
falha de montagem na válvula reguladora
Aqui os gases de blow-by são misturados de pressão, foi integrado um canal de
ao óleo do cabeçote e conduzidos por um diagnóstico. Numa falha de montagem, um
labirinto, onde ocorre mais uma separação volume exagerado de ar penetra pela área
do óleo. de vedação na tampa de válvulas. O
volume exagerado de ar é diagnosticado
Uma vez que um motor turbo demanda pela reação da sonda lambda e é registrado
uma regulagem de pressão mais complexa, um erro na memória de falhas.
é montada na tampa de válvulas, uma
válvula reguladora de pressão de dois
estágios, que ramifica os gases de blow-by
para o tubo de admissão ou antes do
Existindo pressão de admissão antes do turbocompressor
Existindo depressão no coletor de admissão
Saída dos gases no turbocompressor
Labirinto na tampa de
válvulas do cabeçote
Saída de gases
para o coletor
de admissão
Separador
de óleo
Conjunto de
filtro de óleo
Válvula de Valvulade
Canal de Válvula de
retenção reguladora
diagnóstico retenção
de pressão
11
Gerenciamento do motor
Turbocompressor - Coletor de escape
Por questões de espaço, foram desenvolvidos um coletor de escape e uma carcaça da
turbina que podem ser montados em todas as versões no sentido longitudinal ou
transversal. O aspecto importante foi realizar uma solução voltada à área de Assistência
Técnica, para poder instalar e remover facilmente o coletor de escape e a conexão do
catalisador próxima do motor.
Conexão da ventilação do bloco
do motor
Fluxo de líquido refrigerante
até o radiador e a bomba
d´água
Conexão com o filtro de
carvão ativado
Fluxo do óleo sob
pressão
Válvula de recirculação de
ar para o turbocompressor
N249
Fluxo de líquido
refrigerante do bloco do
Retorno de óleo motor
O alojamento para o eixo da turbina está integrado na carcaça do compressor. A tampa
de válvulas do cabeçote contém as conexões para a ventilação do bloco do motor e do
filtro de carvão ativado. Rosqueado no bocal de pressão, encontra-se um silencioso,
calibrado de forma específica para reduzir o índice de ruídos.
A pressão de sobrealimentação é regulada através da eletroválvula limitadora de pressão
N75 (semelhante ao motor 1.8T) e através da válvula de alívio de pressão (Wastegate).
A eletroválvula limitadora de pressão N75 e a válvula para recirculação de gases do
turbocompressor N249 encontram-se no turbocompressor.
12
Gerenciamento do motor
Turbocompressor - Coletor de escape com o novo flange de fixação
O sistema do turbocompressor com o coletor de escape apresenta montagem com
fixação ao bloco do motor através de somente cinco parafusos. Ao instalar e remover,
não é necessário soltar a trava de aperto.
O coletor de escape foi desenvolvido pela ordem de ignição. No coletor há uma haste
divisora, que proporciona um fluxo uniforme dos gases para a turbina. Deste modo,
ocorre uma divisão nos canais de gases, correspondente à seqüência de ignição. Além
disto, a haste divisora evita a expansão da pressão de escape para os canais dos outros
cilindros.
Consequentemente a rotação necessária da turbina será mantida e o comportamento de
resposta do turbocompressor será otimizado.
Haste de divisão
Trava de aperto
13
Gerenciamento do motor
Regulagem de pressão de
sobrealimentação
Através da eletroválvula limitadora de A tampa da válvula de alívio abre um canal
pressão N75 é formada, a partir das Bypass para conduzir uma parte dos gases
pressões de carga e de aspiração, uma por fora da turbina, pelo sistema de
pressão de controle. A pressão de controle escape. Desta forma, pode ser regulada a
existente atua sobre a câmara de pressão rotação da turbina e assim ajustada a
que aciona a tampa da válvula de alívio pressão máxima.
(Wastegate) por meio de um tirante.
Válvula de recirculação dos
gases para o turbocompressor
N249 Válvula de alívio de
pressão (Wastegate)
Eletroválvula limitadora
de pressão N75
Câmara de
pressão
Intercooler
Se a regulagem falhar, a pressão de admissão atua diretamente sobre a
câmara de pressão e contra sua força elástica. Desta forma, o valor máximo
de carga fica limitado a um valor básico.
14
Gerenciamento do motor
O comando elétrico da recirculação de ar em desasceleração (anteriormente
pneumático)
Para não frear fortemente o turbocompressor nas reduções e durante as trocas de
marchas, é acionada a válvula elétrica para recirculação de ar N249.
O comando elétrico para recirculação de ar apresenta durabilidade muito maior que o
pneumático.
Numa redução, a borboleta não se fecha completamente. O comando elétrico para
recirculação de ar está aberto também durante as trocas de marcha.
Na desaceleração, é produzida uma pressão dinâmica na carcaça do compressor através
da pressão de admissão que continua sendo exercida. Através desta pressão dinâmica, o
eixo do compressor é freado fortemente, o que gera uma queda na pressão de admissão
atual (buraco no turbo). Para evitar isto, a válvula para recirculação de ar N249 é aberta
por um posicionador elétrico. Abre-se um canal de circulação para conduzir o ar
comprimido, através do eixo do compressor, novamente para o lado da admissão do
circuito do compressor. Assim, a rotação é mantida na turbina.
Com a abertura borboleta, é fechada a válvula para recirculação de ar N249 e a pressão de
admissão fica novamente disponível.
Admissão de ar do
Redução filtro de ar
Válvula de
recirculação de
ar aberta
Regime de carga
Válvula de recirculação
de ar fechada
15
Gerenciamento do motor
Circuito de arrefecimento do turbocompressor
Para evitar uma carbonização de óleo no eixo do turbocompressor, uma bomba adicional
de água gera uma circulação de água até 15 minutos após desligar-se o motor quente. Ela
transporta o líquido de arrefecimento frio contra o sentido do fluxo. Com isto, o líquido
de arrefecimento flui, aspirado pela bomba d'água adicional, do radiador através do bloco
do motor e de volta para o radiador para dissipar o calor dinâmico.
Conexão Turbocompressor
de escape
Conexão bloco
do motor
Funcionamento
do motor
Funcionamento
do motor
Saída do Operação da bomba
radiador d´água adicional
Bomba d´água
adicional
Entrada do
radiador
16
Gerenciamento do motor
Defletores de movimentação na admissão
Uma vez que o motor só é operado no modo homogêneo os defletores do turbo de
admissão são usados para melhoria da formação da mistura interna.
Com baixas cargas, a um regime de
rotações de 1000 rpm até 5000 rpm, os
Torque Potência
defletores do tubo de admissão estão
[Nm] [kW]
fechados:
- em desasceleração, para evitar colisões
do motor,
- para melhoria da qualidade da marcha
lenta com motor frio,
- para intensificar o movimento de carga
conseguindo uma maior suavidade de
marcha do motor.
Nos demais regimes de rotação, os
defletores do tubo de admissão estão Rotação
abertos para não gerar resistência ao fluxo [1/min]
Regime no qual os defletores
e, assim, reduzir o desempenho.
do tubo de admissão estão
fechados
Defletores do tubo de
adimissão com eixo de aço
Haste de
acoplamento
Corpo de borboleta Motor do coletor de
admissão V157 com
potenciômetro G336
17
Gerenciamento do motor
Alimentação de combustível
Os motores com injeção direta de gasolina recebem o combustível através de uma bomba
regulada em função das necessidades. Esta regulagem foi desenvolvida para reduzir o
consumo de energia da bomba, com isto, economizar combustível.
A bomba é acionada por 3 cames (AXW 2 Cames) para atingir continuamente elevadas
pressões. Com isto, a bomba elétrica de combustível disponibiliza somente o volume de
combustível necessário para o motor, regulado por uma pressão do sistema pré-
estabelecida. Isto se dá por meio da unidade de comando do motor, que regula a rotação
da bomba de combustível através de um sinal PWM.
Válvula de regulagem para
pressão do combustível N276
Bomba de combustível
de alta pressão
Câmes da bomba
de 3 estágios
Válvula de injeção
de alta pressão
Circuito de combustível
de baixa pressão
Sensor de pressão de
combustível para baixa
pressão G410
Circuito de combustível de
alta pressão
Válvula limitadora
de pressão
Sensor de pressão de
combustível G247
18
Gerenciamento do motor
Modos operativos
O motor turbo é disponibilizado em dois modos operativos.
Dupla injeção em fase de partida a frio
A dupla injeção é um modo operativo especial para aquecer rapidamente o catalisador.
Neste modo, é injetado um volume parcial no ciclo de admissão, aproximadamente 300°
antes do PMS. O combustível distribui-se de forma homogênea em função do longo
tempo até a ignição. Durante a fase de compressão, a cerca de 60° antes do PMS, é
quando ocorre a segunda injeção.
Através da mistura rica de combustível resultante na região da vela de ignição, podem ser
conduzidos ângulos de ignição muito tardios ainda com rotação estável do motor.
Ambas injeções resultam em Lambda 1. Uma vez que as válvulas de escape já estão
abertas, a temperatura dos gases de escape eleva-se rapidamente. Assim, o catalisador é
levado à temperatura de operação (350° C) rapidamente (30-40 segundos).
Ao abrir-se a porta do motorista, a bomba elétrica de combustível é acionada pelo
interruptor de contato da porta. Isto serve para reduzir o tempo de partida e para a rápida
formação de alta pressão.
Modo operativo principal na temperatura de operação do catalisador
Ocorre somente uma injeção homogênea na região circundante à vela de ignição, por não
ser necessário aquecimento adicional do catalisador. O motor trabalha em Lambda 1.
Para evitar a formação de bolhas de vapor na tubulação de combustível, a bomba elétrica
de combustível também atua com o motor em temperatura de operação.
19
Gerenciamento do motor
Visão geral do sistema
T16 Conexão para
G70 Medidor de massa de ar
diagnóstico
G31 Sensor da pressão de admissão
G42 Sensor de temperatura do ar de admissão
G28 Sensor de rotações do motor
G40 Sensor Hall J220 Unidade de commando
para Mottronic
J338 Unidade de comando da válvula borboleta
G187 Sensor 1 para operação da válvula borboleta
G188 Sensor de ângulo 2 para operação da
válvula borboleta
G79 Sensor 1 de posição do pedal do acelerador
G185 Sensor 2 de posição do pedal do acelerador
F Interruptor da luz de freio
F47 Interruptor do pedal do freio
G247 Sensor de pressão de combustível
G336 Potenciômetro para a tampa do tubo de
admissão
G61 Sensor de detonação 1-
G66 Sensor de detonação 2-
G62 Sensor de temperatura do líquido
refrigerante
G83 Sensor de temperatura do líquido de
arrefecimento na saída do radiador
G410 Sensor de pressão do combustível para
baixa pressão
G42 Sensor de temperatura do ar de admissão
G39 Sonda Lambda
G130 Sonda Lamda após catalisador
G476 Sensor de posição da embreagem
J519 Unidade de commando
Alternador DF da rede de bordo J533
GRA on/off Interface de diagnóstico
p/ bus de dados
(gateway)
20
Gerenciamento do motor
J538 Unidade de
comando para
bomba de
combustível
G Sensor do nível de combustível
G6 Bomba de combustível
N30 - N33 Válvula de injeção para cilindros 1- 4
N70 Bobina de ignição 1 com estágio final de potência
N127 Bobina de ignição 2 com estágio final de potência
N291 Bobina de ignição 3 com estágio final de potência
N292 Bobina de ignição 4 com estágio final de potência
J338 Unidade de comando da válvula borboleta
G186 Atuador do corpo de borboleta
J317 Relé para abastecimento de tensão linha 30
J757 Relé para abastecimento de corrente para
componentes do motor
J329 Relé para alimentação de tensão linha 15
N80 Válvula magnética para o reservatório de
carvão ativado 1
N276 Válvula de regulagem para pressão do
combustível
V157 Motor para defletor do tubo de admissão
N205 Válvula 1 para deslocamento do eixo do
comando de válvulas variável
J285 Unidade de
comando no N75 Eletroválvula para limitação da pressão do
painel de turbocompressor
instrumentos N249 Válvula de recirculação de ar para o
turbocompressor
Z19 Aquecimento para a sonda Lambda
Z29 Aquecimento para a sonda Lambda após
catalisador
J527 Unidade de
comando para J235 Relé da bomba de líquido refrigerante
coluna de
direção V50 Bomba para a circulação de líquido
eletrônica de arrefecimento
J293 Unidade de comando para o ventilador do
J104 Unidade de radiador (sinal PWM)
comando para
ABS
21
Gerenciamento do motor
Plano de funcionamento
A Bateria G186 Atuador do corpo de borboleta
F Interruptor da luz de freio G187 Sensor 1 para operação da válvula borboleta
F47 Interruptor do pedal do freio G188 Sensor 2 para operação da válvula borboleta
G Sensor do nível de combustível G247 Sensor de pressão de combustível
G1 Indicador de reserva de combustível G336 Potenciômetro do coletor de admissão
G6 Bomba de combustível G410 Sensor de pressão de combustível para pressão
G28 Sensor de rotações do motor baixa
G31 Sensor de pressão de admissão G476 Sensor de posição da embreagem
G39 Sonda Lambda J220 Unidade de comando do motor
G42 Sensor Hall J235 Relé para a bomba de líquido de arrefecimento
G61 Sensor de detonação 1
G62 Sensor de temperatura do líquido
de arrefecimento Código de cores/Legenda
G66 Sensor de detonação 2
G70 Medidor de massa de ar Sinal de saída
G79 Sensor 1 de posição do pedal acelerador
G83 Sensor de temperatura do líquido
Massa
de arrefecimento na saída do radiador Sinal de entrada
G130 Sonda Lambda após catalisador Positivo
G185 Sensor 2- da posição do pedal do acelerador
CAN bus de dados
22
Gerenciamento do motor
J285 Unidade de comando no painel de instrumentos N127 Bobina de ignição 2 c/ estágio final de potência
J317 Relé de alimentação de tensão linha 30 N205 Válvula 1 para deslocamento do eixo do
J329 Relé de tensão linha 15 comando de válvulas variável
J338 Unidade de comando da válvula borboleta N249 Válvula de recirculação ar p/ turbocompressor
J519 Unidade de comando para a rede de bordo N276 Válvula de regulagem para pressão de
J533 Interface de diagnóstico para CAN bus de combustível
dados N291 Bobina 3 com estágio final de potência
J538 Unidade de comando para a bomba de N292 Bobina 4 com estágio final de potência
combustível P Soquete das velas de ignição
J682 Relé de alimentação de tensão linha 50 Q Velas de ignição
J757 Relé de alimentação de corrente para S Fusível
componentes do motor T16 Conexão para diagnóstico
N30 Válvula de injeção para cilindro 1 V50 Bomba para circulação de líquido de
N31 Válvula de injeção para cilindro 2 arrefecimento
N32 Válvula de injeção para cilindro 3 V157 Motor para tampa do tubo de admissão
N33 Válvula de injeção para cilindro 4 Z19 Aquecimento para sonda Lambda
N70 Bobina de ignição 1 estágio final de potência Z29 Aquecimento para a sonda Lambda 1, após
N75 Válvula magnética p/ limitação pressão do catalisador
turbocompressor
N80 Válvula magnética 1 reser/ de carvão ativado
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Serviços
Ferramentas especiais
Denominação Ferramenta Utilização
T10252 Trava do para soltar a polia
eixo do comando do eixo do
de válvulas comando de
válvulas
VAG 1687 para verificação de pressão
Aparelho de do turbocompressor
teste do
turbocompressor
com novo
adaptador 1687/5
24
Serviços
Ferramentas especiais
Denominação Ferramenta Utilização
T10133 Mala especial Ferramentas especiais
de ferramentas FSI para reparação dos
motores FSI.
T40057 Adaptador Para drenar o óleo da carcaça do
para drenagem de óleo filtro de óleo
T40001 Extrator Para remover a polia do eixo
comando de válvulas
T40001/1 - 7 Garras
para Extrator
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Anotações
26
Anotações
27
Anotações
28
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