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Manutenção do Motor BR710 Global

O documento apresenta um manual de treinamento técnico sobre a manutenção do motor BR710 para aeronaves Global Express. Ele inclui abreviaturas comuns, objetivos do treinamento e avisos sobre o uso correto dos manuais de manutenção.

Enviado por

Aloizio Silva
Direitos autorais
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Manutenção do Motor BR710 Global

O documento apresenta um manual de treinamento técnico sobre a manutenção do motor BR710 para aeronaves Global Express. Ele inclui abreviaturas comuns, objetivos do treinamento e avisos sobre o uso correto dos manuais de manutenção.

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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Prefácio

Treinamento Técnico
Motor BR700-710A2-20

Global Express
AIRJET TREINAMENTOS
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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Prefácio

Intencionalmente em branco

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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Prefácio

Treinamento técnico
Motor BR700-710A2-20

Global Express

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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Prefácio

Intencionalmente em branco

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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Prefácio

BR710 - Prefácio

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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Prefácio

Aviso aos titulares

As informações neste manual foram extraidas dos manuais


técnicos da Rolls-Royce Corporation .

Este manual de treinamento nâo podem ser usados nas


praticas de manutenção na aeronave. As publicações e
manuais oficiais devem ser utilizados para esses fins, eles
também podem ser usados ​para atualizar o conteúdo das
notas do curso.

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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Prefácio

Objetivos

Após a conclusão do curso, cada aluno será capaz de:

• Descreva, identifique e localize as unidades substituíveis de linha de motor (LRU's).

• Descrever os sistemas e operação básica da LRU.

• Faça a manutenção do motor e realize manutenção não rotineira.

• Remova e instale LRUs (incluindo equipamentos)

• Identificar todos os avisos e cuidados associados ao trabalho no motor de asa.

• Inspecionar, verificar, solucionar problemas e realizar testes do sistema.

• Interrogar o sistema de manutenção a bordo.

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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Prefácio
Abreviaturas

AC Alternating Current BVSU Bleed Valve Solenoid Unit.


(Corrente alternada) (Unidade Solenoide da válvula de sangria)

ADC Air Data Computer CAS Crew Alterring System.


(Computador de dados de ar) (Sistema de alteração da tripulação)

AGB Accessory Gearbox CFC Carbon Fibre Composite


(Caixa de engrenagens) (Composto de fibra de carbono)

APU Auxiliary Power Unit CJT Cold Junction Temperature


(Unidade de força auxiliar) (Junção fria de temperatura)

ARINC Aeronautical Radio Incorporated. COSS Combined Overspeed & shut-off Solenoid
(Aeronautical Radio Incorporated) (Solenoide combinado de Corte e velocidade
excessiva)
ASIC Applications Specific Integrated Circuit.
(Circuito integrado especifico para aplicação) CV Control Valve.
(Valvula de controle)
AVM Airbone Vibration Monitoring System
(Sistema de monitoramento de vibração) CPU Central Processing Unit
(Unidade Central de Processamento)
BDC Bottom Dead Centre.
(Centro morto inferior) CRT Cathode Ray Tube
(Tubos de raios catódicos)
BMC Bleed Management Controller
(Controlador de gerenciamento de sangria) DAC Data Acquisition Unit
(Unidade de aquisição de dados)
BPT Bleed Pressure Transducer.
(Transdutor de pressão de sangria)

BV Bleed Valve
(Válvula de sangria)

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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Prefácio
Abreviaturas

DAU Data acquition Unit EICAS Engine Indication and Crew Alerting System.
(Unidade de aquisição de dados) (Sistema de alerta a tripulação e indicação do motor)

DCU Directional Control Unit EPR Engine Pressure Radio.


(Unidade de Controle Direcional) (Razão de Pressão do motor)

DCV Directional Control Valve ESS Engine Section Stator


(Valvula de controle direcional) (Estatora da seção do motor)

deg Degrees EVM Engine Vibration Monitoring (System or Unit)


(Graus) (Monitoramento de vibração do motor)

DEP Data Entry Plug. FBC Front Bearing Chamber


(Plugue de entrada de dados) (Câmara do rolamento dianteira)

DTE Drains Tank Ejectot. FADEC Full Autority Digital Engine Control.
(Ejetor do tanque dreno) (Controle digital de autoridade total do motor)

EBU Engine Build Unit FCOC Fuel Cooled Oil Cooler


(Unidade de construção do motor)
(Trocador de calor óleo – combustível)
ECS Environmental Control Unit.
(Sistema de controle ambiental) FCOM Flight Crew Operating Manual
(Manual de operação da tripulação de voo)
EEC Electronic Engine Controller
(Controlador eletrônico do motor) FMO Data Acquisition Unit
(Orificio de medição de combustivel)
EGV Exhaust Guide Vane.
(Estatora Guia de Saida)

EHSV Electro Hydraulic Servo Valve


(Servo válve eletro-hidráulica)

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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Prefácio
Abreviaturas

FMU Fuel Metering Unit Hr/hrs hour/hours.


(Unidade dosadora de combustível) (Hora/Horas)

FMV Fuel Metering Valve HT High Tension.


(Válvula Dosadora de combustivel) (Alta tensão)

FRTTV Fuel Return To Tank Valve gph gallons per hour


(Válvula de retorno de combustível para o tanque) (Galões por hora)

FSN Fuel Spray Nozzle ICU Isolation Control Unit


(Bico de pulverização de combustivel) (Unidade de controle de isolação)

HE High Energy . ICV Isolation Control Valve


(Alta Energia) (Valvula de controle de isolação)

HIRF High Intensity Radiated Fields. IGV Inlet Guide Vane.


(Campos irradiados de alta intensidade) (Estatoras Guias de Entrada)

HMS Heat Management System IOP Independent Overspeed Protection


(Sistema de gerenciamento de calor)
(Proteção de sobrevelocidade independente)
HP High Pressure.
(Alta Pressão) IPPT Intermediate Pressure Port Transducer
(Transdutor da porta de pressão intermediaria)
HPC High Pressure Compressor
(Compressor de alta pressão) In. Inches
(Polegadas)
HPSOV High Pressure Shut-Off Valve.
(Valvula de corte de alta pressão)

HPT High Pressure Turbine


(Turbina de alta pressão)

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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Prefácio
Abreviaturas

ISA International Standard Atmosphere LVDT Linear Variable Transformer.


(Atmosfera padrão internacional) (Transformador variável linear)

ITT Inter Turbine Temperature max Maximum.


(Temperatura absoluta em Kelvin) (Máximo)

K Absolute temperature Kelvin MCD Magnetic Chip Detector


(Temperatura absoluta – Kelvin) (Detector de limalha magnético)

kts knots MCT Maximum Continuos


(Nós) (Máximo Continuo)

Lb(f) Pound (Force). MDAU Maintenance Data Acquisition Unit


(Libra força) (Unidade de aquisição de dados de manutenção)

LE(1) Low Energy. min minimum.


(Baixa energia) (mínimo)

LE(2) Leading Edge Mn Mach Number


(Bordo de ataque)
(Numero Mach)
LH(s) Left Hand (side).
(Lado esquerdo) MTO Maximum Take off
(Maxima decolagem)
LP Low Pressure
(Baixa Pressão) N1 LP shaft speed
(Rotação do eixo de baixa pressão)
LPC Low Pressure Compressor.
(Compressor de Baixa Pressão)

LT Low Tension
(Baixa Tensão)

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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Prefácio
Abreviaturas

N2 HP shaft speed PRSOV 1 Pressure Regulating and Shut Off Valve.


(Rotação do eixo de alta pressão) (Valvula de regulação de pressão e corte)

NRV Non Volatile Memory PRSOV 2 Pressure Raising and Shut Off Valve.
(Memoria não Volatil) (Valvula de elevação de pressão e corte)

OAT Outside Air Temperature psi Pounds per square inch.


(Temperatura do ar externo)
(Libras por polegada quadrada)
OGV Outlet Guide Vanes
psia psi absolute
(Estatoras guias de saida)
(psi absoluto)

OPU Oil Pump Unit.


psid psi differential
(Unidade de bomba de óleo) (psi diferencial)

OSU Overspeed and Splitter Unit. PSU Power Supply Unit.


(Unidade divisora e velocidade excessiva) (Unidade de alimentação de energia)

Po Pressure at engine intake


(Pressão na entrada de ar do motor) QECU Quick Engine Change Unit
(Unidade de troca rápida de motor)
P20 Total inlet air pressure
(Pressão de ar de entrada) RBC Rear Bearing Chamber
(Câmara de rolamento traseira)
P26 HP compressor entry pressure
(Pressão de entrada do compressor de alta pressão) RBT Resistance Bulb Thermometer
(Termômetro de resistência)
P30 HP compressor exit pressure
(Pressão de saída do compressor de alta pressão)

P50 LP turbine exit pressure


(Pressão de saída da turbina de baixa pressão)

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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Prefácio
Abreviaturas

RH(s) Right Hand (side) T26 HP Compressor inlet air temperature


(Lado direito) (Temperatura de entrada do ar do compressor de HP)

rpm Revolutions per minute T30 HP Compressor delivery air temperature


(Revoluções por minuto) (Temperatura de saida do ar do compressor de HP)

RVDT Rotary Variable Differential Transducer Tamb Air Ambient Temperature


(Transdutor diferencial variável rotativo)
(Temperatura do ar ambiente)
SACOC Surface Air Cooled Oil Cooler
TAI Thermmal Anti Icing
(Trocador de calor com ar de superficie)
(Sistema anti-gelo)

SAV Start Air Valve


TET Turbine Entry Temperature
(Válvula de ar de partida) (Temperatura de entrada da turbina)

SBPD Structural By pass Duct. TCD Top Dead Centre.


(Duto de desvio estrutural ) (Centro morto superior)

Sec second
(segundo) TLA Thrust Lever Angle
(Ângulo da manete de potência)
SFC Specific Fuel Consuption
(Consumo especifico de combustivel) TRA Throttle Resolver Angle
(Ângulo do resolver da manete de potência )
SPF Super Plastically Formed
(Super plasticamente conformado) TR Thrust Reverser
(Reversor de empuxo)
SVO Starter Valve Open
(Válvula de partida aberta)

T20 Total Air Temperature


(Temperatura Total do Air)

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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Prefácio
Abreviaturas

T/Rev Thrust Reverser


(Reversor de empuxo)

V Volts
(Volts)

VFG Variable Frequency Generator


(Gerador de frequência variável)

VIGV Variable Inlet Guide Vane


(Estatora de entrada variavel)

VSV Variable Stator Vane


(Estatora variavel)

WF Fuel Demmand.
(Demanda de combustivel)

WSU Wheel Spin Up


(Roda girando)

WOW Weight On Wheels


(Peso nas rodas)

XCK Cross Check


(Cheque cruzado)

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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Prefácio

Motor BR700-710A2-20

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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Prefácio

Intencionalmente em branco

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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Introdução

BR710 Seção 1 - Introdução

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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Introdução

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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Introdução

Familia BR700

A série de motores BR700 fornece potência na faixa de


11.000 a 23.000 lbf e utiliza tecnologia avançada adquirida
com a experiência da Rolls-Royce em motores como as
séries RB211 e V2500.O BR710 é um motor da várias séries,
ilustrado ao lado, todos derivados de um núcleo comum,
contendo um compressor HP derivado, câmara de
combustão anular de tecnologia Rolls-Royce Trent,
projetada para atender às regulamentações de emissões de
estágio 5 de ruido aeronáutico, e uma turbina de alta pessão
denominada HP de dois estágios.

A designação do motor BR700-710A2-20 refere-se ao motor


para uso na aeronave Bombardier Global Express, Global
Express-XRS e Global 5000.

O motor possui um único estágio de compressor LP (FAN)


acionado por dois estágios de turbina. Essa configuração
principal do motor também está disponível para outros tipos
de aeronaves.O motor BR715 foi projetado para ter uma faixa
de empuxo mais alta que os motores BR710 e possui dois
estágios de reforço do compressor de baixa pressão (LP)
posicionados atrás do FAN, sendo acionados por uma turbina
de baixa pressão (LP) de três estágios.

O motor também é adequado para futuras configurações de


motor / célula, como um motor de prop-fan para uma “futura
aeronave de grande porte”.

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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Introdução

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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Introdução

LP - Low Pressure
O motor é um turbo fan com alta razão de bypass com (Baixa Pressão)
compressores de baixa pressão (LP) e alta pressão (HP) HP - High Pressure
acionados por turbinas através de eixos coaxiais. (Alta Pressão)

OGV - Outlet Guide Vanes


Todo o ar que entra na entrada de ar do motor passa pelo (Estatoras guias de saida)
compressor LP (FAN) e é então dividido nos dois fluxos FADEC - Full Autority Digital Engine Control.
principais; o fluxo do FAN (frio) e o fluxo do núcleo do motor (Controle digital de autoridade total do motor)
(quente). O ar frio passa através das aletas guias de saida do
FAN (OGV) ao longo do duto de derivação estrutural, e o ar é
forçado a ser misturado; o fluxo de ar central também passa
pelo misturador forçado e um fluxo de ar combinado é
exaurido para a atmosfera através de uma saida comum. As
turbinas e a saida do escapamento são projetadas para
produção mínima de ruído.

O compressor de alta pressão HP possui dez estágios de


compressores que força o fluxo de ar do núcleo do motor para
uma câmara de combustão anular de baixa emissão,que
possui incorporado 20 bicos de pulverização de combustível,
através dos quais o combustível é fornecido de acordo com a
demanda do sistema de controle do motor.

O controle do motor é alcançado pelo sistema Full


Authority Digital Engine Control (FADEC) para melhor
manuseio, eficiência de combustível e vida útil.

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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Introdução
Particularidades

ESBOÇO DO SISTEMA DE PROPULSÃO


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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Introdução
Particularidades

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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Introdução
Particularidades

SISTEMA DE PROPULSÃO
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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Introdução
Particularidades

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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Introdução
Placa de identificação do motor e placa deslizante:

Essas placas identificam o motor ao qual estão instaladas e


registram vários dados relacionados ao desempenho do
motor.

Elas estão localizados entre a linha central do eixo horizontal


do motor e o montante frontal superior, do lado externo, no
Módulo Intermediário (M32).

Essas placas são simples placas de metal planas com


gráficos de esmalte preto e acabamento laqueado. Existem
duas placas, uma placa de identificação do motor e uma placa
deslizante.

A placa de identificação do motor mostra o número de série


do motor, número do tipo de motor, número do certificado de
tipo, nível de emissões e data de fabricação.

A placa deslizante exibe o número de série do motor, a data


do teste e a tração desenvolvida.

Placas de identificação dos módulos:

O Motor é composto por sete módulos. Esses módulos são


serializados e são identificados no motor pelas placas de
identificação do módulo. Quatro placas de identificação do
módulo estão presas adjacentes à placa de identificação do
motor (duas acima e duas abaixo). As demais placas de
identificação do módulo estão presas aos seus respectivos
módulos. (Nota: Apenas duas placas de identificação do
módulo são ilustradas abaixo.)

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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Introdução

Placa de identificação do motor

Placa de identificação

A placa de identificação esta fixada no módulo intermediário


(M32) a cima da linha de centro do motor no lado de fora.

PLACA DE IDENTIFICAÇÃO DO MOTOR


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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Sistema de Propulsão

BR710 Seção 2 – Sistema de propulsão

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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Sistema de Propulsão

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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Sistema de Propulsão
Visão geral de Nacelle
A capota de admissão, as portas de capota superior e inferior
A unidade de propulsão compreende o motor e a nacele. A
e a unidade de escape são principalmente estruturas
nacele foi projetada para alojar o motor em uma capota lisa
compostas de fibra de carbono (CFC). O capó fixo é uma
mantendo o arrasto o mais baixo possível. Os principais
estrutura de titânio com formação super-plástica (SPF).Todas
elementos que compõem a nacele são as seguintes:
as peças de compósito de fibra de carbono da superfície
externa da nacele (CFC) possuem uma laminação externa de
• Capota de entrada de ar (capó de nariz)
malha de cobre pré-impregnada para proteger o sistema
eletrônico contra interferências de campos radiados de alta
• Capó superior.
Intensidade (HIRF) durante descargas atmosféricas.
• Capó inferior.
Todos os conjuntos principais da nacele são entregues a
instalações da esquerda ou da direita e não são
• Estrutura fixa (avental) Firebox.
intercambiáveis.
• Unidade de exaustão.

• Montante frontal do motor.

• Suporte de arrasto.

• Montante traseiro do motor.

CFC - Carbon Fibre Composite


(Composto de fibra de carbono)

SPF - Super Plastically Formed


(Super plasticamente conformado)

HIRF - High Intensity Radiated Fields.


(Campos irradiados de alta intensidade)

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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Sistema de Propulsão
Visão geral de Nacelle

VISÃO GERAL DA NACELE DO MOTOR


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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Sistema de Propulsão
Visão geral de Nacelle

VISÃO GERAL DA NACELE DO MOTOR


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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Sistema de Propulsão
Capó da entrada de ar (capó do nariz)

A capota de entrada de ar permite a passagem de todo o ar conecção do duto TAI na parte inferior e a conecção elétrica /
requerido pelo motor com perda mínima de pressão e uma pressão P20 / T20 na parte superior. A face traseira do anteparo
distribuição uniforme de pressão na face do FAN, além de possui uma camada de tecido de fibra cerâmica, pois esse
ajudar a minimizar o arrasto da [Link] é fixado ao flange anteparo é o firewall frontal da Zona 1.
dianteiro do módulo da carcaça do FAN do motor por 32
parafusos, com 2 buchas de localização (fixadas no flange da • O anel de montagem traseira, usinado a partir de um forjamento
tampa de entrada) para garantir a orientação correta na em liga de alumínio e fixado no barril interno e no anteparo
instalação. A entrada de ar dos motores esquerdo e direito não traseiro.
são intercambiáveis.A entrada de ar do motor é composta por
seis partes principais: Nota: A parte interna da entrada de ar e a pele dos lábios
precisam ser protegidos contra danos acidentais durante a
• A pele dos lábios do bordo de ataque, uma peça de liga de troca da blades do FAN, etc. Sempre use um tapete para
alumínio. trabalhar.

• O anteparo dianteiro, que é uma estrutura de titânio de duas


peças com reforços, e suporta o anel de pulverização TAI.

• O revestimento externo, um composto de fibra de carbono


laminado (CFC), feito de dois segmentos.

• O Inner Barrel, um painel acústico Nomex CFC de duas


TAI - Thermmal Anti Icing
partes. (Sistema anti-gelo)

CFC - Carbon Fibre Composite


• O anteparo traseiro, que consiste em dois segmentos de (Composto de fibra de carbono)
honeycomb CFC unidos por placas de titânio na parte superior
P20 - Total inlet air pressure
e inferior. As placas de titânio também funcionam como a (Pressão de ar de entrada)

T20 - Total Air Temperature


(Temperatura Total do Air)

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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Sistema de Propulsão
Visão geral de Nacelle

ENTRADA DE AR DO MOTOR

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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Sistema de Propulsão
Capó da entrada de ar (capó do nariz)

ENTRADA DE AR DO MOTOR
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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Sistema de Propulsão
Capotas do motor

As capotas do motor formam a superfície externa da entrada


de ar e a unidade do reversor do motor e fornecem acesso a
todos os acessórios e sistemas montados na caixa de
transmissão e o duto de bypass.

No lado interno, cada capota é presa ao capó fixo por duas


dobradiças e três ganchos. No lado externo, as capotas se
encostam e são presas juntas por cinco travas. As capotas
são manuseadas para instalações da esquerda ou da direita
e não são intercambiáveis.

As capotas superior e inferior são de construção composta de


fibra de carbono e têm algumas características comuns, como
dois suportes abertos, dois amortecedores, dobradiças e
travas de abertura. A capota superior também incorpora
travas de segurança, para impedir que a porta superior se
abra em condições de vento forte enquanto a porta inferior
estiver aberta.

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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Sistema de Propulsão
Capotas do motor

CAPOTAS SUPERIOR E INFERIOR DOS MOTORES


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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Sistema de Propulsão
Capotas do motor

CAPOTAS SUPERIOR E INFERIOR DOS MOTORES


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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Sistema de Propulsão

Capotas - abertura e fechamento

Na carcaça do FAN, os acessórios montados no duto de Nota: Os dampers controlam as duas portas apenas na
derivação e a caixa de acessórios, podem ser direção descendente. Não há resistência ao amortecedor ao
acessados ​abrindo as duas capotas.O procedimento de abrir a porta superior ou fechar a porta inferior.
abertura e fechamento da porta pode ser resumido da seguinte
forma: Nota: Ambas as portas devem ser apoiadas pelas hastes
abertas da frente e traseira quando abertas.
Nota: As travas das portas estão numeradas de 1 a 5, nº 1 na
frente Nota: As capotas inferiores podem ser usadas como um
assento para ajudar a trabalhar na área interna inferior do
• Siga todos os requisitos de segurança. motor, mas somente quando suportadas por ambos os
suportes abertos. A capota foi projetada para suportar
• Libere a tensão nas cinco travas, na seguinte sequência: dois funcionários de manutenção com uma caixa de
ferramentas.
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Nota: As capotas não devem ser abertas em velocidades de
• Apoie manualmente o peso da porta inferior e solte todas as vento superiores a 52 nós (60 mph).
cinco travas.

• Abra a porta inferior da tampa e suporte com os dois suportes


abertos

• Destrave as travas de retenção da porta da tampa superior.

• Abra a porta superior da tampa e suporte com os dois


suportes abertos.

Ao fechar as portas, as travas são fechadas na sequência


inversa, ou seja,

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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Sistema de Propulsão
Capotas - abertura e fechamento

CAPOTAS DO MOTOR – ABERTURA E FECHAMENTO


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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Sistema de Propulsão
Capotas - abertura e fechamento

CAPOTAS DO MOTOR – ABERTURA E FECHAMENTO


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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Sistema de Propulsão
Capota fixa

A capota fixa atua como um painel de enchimento, e a


continuação da superfície externa da nacele entre o pylon e
as capotas superior e inferior. O capó fixo também é o suporte
para as capotas superiores e inferiores.

O capota fixa encosta à face externa do pylon. Ele é fixado na


posição por suportes e parafusos de fixação de cisalhamento
na frente para prendê-lo à tampa de entrada e pinos de
cisalhamento na parte traseira que se localizam nos suportes
anexados à anteparo dianteiro da unidade de escapamento. A
capota fixa não é intercambiável da instalação esquerda para a
direita.

A capota é feita de titânio SPF. Existem vedações em toda a


capota, a vedação frontal e traseira são acopladas ao capó de
entrada e à unidade de exaustão, enquanto as vedações da
borda superior e inferior são fixadas no capó fixo. Há também
uma vedação contínua entre a capota e o pylon.

As bordas superior e inferior têm cinco pontos de dobradiça /


gancho (2 dobradiças / 3 ganchos) para prender as portas da
SPF - Super Plastically Formed
tampa superior e inferior. (Super plasticamente conformado)

Uma Fire box , presa à capota fixa, protege o montante frontal.

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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Sistema de Propulsão
Capota fixa

CAPÓ FIXO
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Capota fixa

CAPÓ FIXO
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Capota fixa

CAPÓ FIXO
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Unidade de exaustão

A unidade de exaustão mantém a superfície externa


aerodinâmica da nacele e atua como um coletor de exaustão
para os fluxos de gás quente e frio da corrente, com a
extremidade traseira sendo o bico de propulsão.

A unidade de escape também incorpora o mecanismo e o


sistema de reversão de impuxo.

O tubo de respiro do sistema de óleo passa através da


unidade de exaustão e descarrega na atmosfera através de
um mastro de exaustão.

A unidade é aparafusada ao flange traseiro do módulo do duto


de desvio estrutural.

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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Sistema de Propulsão

UNIDADE DE EXASTÃO
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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Sistema de Propulsão

UNIDADE DE EXASTÃO
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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Sistema de Propulsão
Portas e paines de acesso

Painéis e portas de acesso permitem o acesso a vários


componentes do sistema para manutenção. Sua posição é
ditada pela posição dos componentes do sistema no motor.
Eles também permitem a ventilação do ar e permitem a
exaustão do ar / vapor para a atmosfera.

Lado de baixo

As portas de acesso para a válvula térmica anti-gelo (TAI), a


válvula de ar de partida (SAV), o visor de nível de óleo e o
enchimento de óleo são articuladas para permitir acesso
rápido e fácil. Além disso, as portas TAI e SAV são portas de
alívio de pressão para proteger contra a pressão excessiva do
capó. Todos os outros painéis são fixos.

Os escapamentos incluem anti-gelo térmico, ventilação,


sistema de controle ambiental (ECS) e respiro do sistema de
óleo.

Existem dois drenos para remoção de fluidos.


TAI - Thermmal Anti Icing
(Sistema anti-gelo)

SAV - Start Air Valve


(Válvula de ar de partida)

ECS - Environmental Control Unit.


(Sistema de controle ambiental)

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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Sistema de Propulsão

PORTAS E PAINES DE ACESSO VISTO POR BAIXO


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Portas de acesso lado de cima.

O acesso do transmissor de fluxo de combustível do motor


esquerdo é feito através de um painel (preso com parafusos),
construído na estrutura fixa acima do pylon. No motor direito,
o acesso ao transmissor é obtido através das capotas laterais.

As entradas são fornecidas para ventilação.

Os painéis parafusados ​dão acesso à sonda P20 / T20.

P20 - Total inlet air pressure


(Pressão de ar de entrada)

T20 - Total Air Temperature


(Temperatura Total do Air)

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PORTAS E PAINES DE ACESSO VISTO POR CIMA


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Paneis de acesso da unidade de exaustão.

O sistema reversor de empuxo, os LRUs e outros


componentes que podem exigir acesso estão posicionados
na parte superior, inferior e lateral da unidade de escape,
com exceção do mecanismo de trava primária interno.

O acesso da trava primária e do atuador interno é


parcialmente coberto pela pele da parte superior do pylon;
pode ser necessário remover o revestimento da parte
superior do pylon (ou parte dela) para obter acesso ao
mecanismo de trava primária da parte interna.

LRU – Line Replaceable Unit


(Unidades removíveis em linha)

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PORTAS E PAINES DE ACESSO – UNIDADE DE EXASTÃO


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Suporte dianteiro do motor e braço de tração

O suporte dianteiro e o braço de tração suportam o peso do


motor à frente e transferem o empuxo do motor para a
estrutura da aeronave.

A viga de montagem frontal do motor é conectada a um ponto


rígido da estrutura por dois pinos.

O motor é preso à viga dianteira por dois elos, um na parte


superior e outro na parte inferior. O feixe dianteiro também
incorpora um munhão de impulso central para suportar o peso
e o empuxo do motor.

O braço de tração é fixado na extremidade dianteira à face


traseira da viga dianteira, logo atrás do munhão de tração e
na extremidade traseira a um ponto rígido da estrutura,
transmitindo a tração do motor.

A viga dianteira e o suporte de tração não são desmontados


durante a remoção do motor.

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SUPORTE DIANTEIRO DO MOTOR & BRAÇO DE TRAÇÃO


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SUPORTE DIANTEIRO DO MOTOR & BRAÇO DE TRAÇÃO


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SUPORTE DIANTEIRO DO MOTOR & BRAÇO DE TRAÇÃO


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Montante traseiro do motor

O montante traseiro do motor suporta o peso do motor na


parte traseira e permite expansão térmica axial e contração
da carcaça do motor.

A viga de montagem traseira é conectada a um ponto rígido


da estrutura por dois pinos, e o motor é preso à viga traseira
por dois elos, um na parte superior e outro na parte inferior.

A montagem traseira suporta o peso do motor através dos


links para a viga e depois para a estrutura da aeronave.

Também permite expansão e contração axiais do motor


devido a transientes de temperatura.

Ao remover o motor, os dois elos permanecem presos ao anel


de suporte traseiro do motor.

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MONTANTE TRASEIRO DO MOTOR


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MONTANTE TRASEIRO DO MOTOR


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MONTANTE TRASEIRO DO MOTOR


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Montante dianteiro Montante traseiro

MONTANTES DIANTEIRO E TRASEIRO DO MOTOR


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Drenos do motor

A função do sistema de drenagem do motor é coletar e


descartar quaisquer fluidos indesejados e fornecer indicações
de várias falhas na vedação dos LRU. Existem dois tipos de
drenos:

• Drenos úmidos, de onde seria normal observar a


drenagem de fluidos. No entanto, um dreno contínuo de fluido
pode destacar uma falha no componente.

• Drenos secos, onde a perda de fluido em qualquer


circunstância indicaria a existência de um problema e
precisaria de ações de manutenção para corrigir. O
transbordamento do tanque de drenagem é um dreno úmido.
Todos os outros são designados como drenos secos.

LRU – Line Replaceable Unit


(Unidades removíveis em linha)

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DRENOS DO MOTOR - ESQUEMÁTICO


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Conjunto de dreno master seco


Localizado na parte inferior da caixa de acessórios

DRENOS SECO DIANTEIRO


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VSV Actuator
(Seco)

Drain Tank
(Umido)

Combined Interservices Fairing & Bypass Duct


(seco)

DRENOS SECOS E UMIDOS TRASEIRO


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Localizações dos componentes

Dreno Master dianteiro seco: fixado por suportes na frente


da caixa de acessorios.

Drenos Unidos e secos traseiros: montado em um suporte


conectado ao anel de suporte traseiro na extremidade frontal
e no anteparo dianteiro da caixa de escape na extremidade
traseira.

Tanque de drenagem do sistema de combustível:


parafusado no flange traseiro do duto de desvio e no flange
de suporte da caixa de escape por dois suportes, à direita do
BDC.

O bloco de montagem do transdutor de pressão de óleo:


é fixado ao anel de suporte traseiro do motor. Os drenos
combinados SBPD e Interservices são encaminhados para o
dreno master traseiros através de conexões neste bloco

SBPD - Structural By pass Duct.


(Duto de desvio estrutural )

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Localizações dos componentes

LOCALIZAÇÃO DOS COMPONENTES DO SISTEMA DE DRENOS


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Drenos master dianteiro seco.

Montado em um suporte fixado na face frontal da caixa de


acessórios, o dreno master agrupa vários tubos de drenagem
em um ponto comum, o que permite a fácil identificação da
fonte de qualquer vazamento. O dreno master consiste em
uma placa plana com tubos curtos de drenagem soldados, os
tubos tendo pontos de desconexão logo acima da placa. A
fonte do tubo de drenagem é identificada por gravuras na
superfície inferior da placa. A porta da capota inferior
incorpora um prato coletor raso com um único orifício de
saída através da capota para o exterior. A vedação
compressível dos drenos master sela contra este prato.

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DRENO MASTER DIANTEIRO SECO


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Drenos molhados e Secos Traseiros

Montado em um suporte que vai do anel de suporte traseiro


do motor para trás até a anteparo dianteiro da unidade de
exastão, este dreno master agrupa uma série de drenos até
um ponto comum que permite a fácil identificação da fonte
de qualquer vazamento. A saída do dreno está localizada no
BDC, na borda traseira da porta da capota inferior.

Existem três drenos na parte traseira, constituídos por tubos


simples, direcionados para baixo e por cima da placa,
projetando-se um pouco abaixo da superfície da porta da
capota.

Uma placa gravada, presa à unidade de escape, identifica a


função de cada tubo de drenagem. Os drenos secos são do
atuador da VSV e o duto de desvio estrutural combinado e a
carenagem interserviços. O dreno úmido indica excesso de
combustivel do tanque de drenos.

BDC - Bottom Dead Centre.


(Centro morto inferior)

VSV - Variable Stator Vane


(Estatora variavel)

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DRENOS SECO & MOLHADOS - TRASEIRO


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Tanque de dreno de combustível

O tanque de drenagem coleta o combustível residual do


coletor de combustível após o desligamento do motor. É
aparafusado ao flange traseiro do duto de desvio e ao flange
de suporte da caixa de exaustão através de dois suportes, e
está posicionado à direita do BDC.

O tanque possui um ejetor integral, o Ejetor do Tanque de


Drenos (DTE), que usa o combustível de entrega da bomba
LP como força motriz para esvaziar o tanque. O DTE possui
uma válvula de bóia para impedir a ingestão de ar no retorno
do tanque no DTE. Um dreno úmido é instalado na parte
superior do tanque para descarregar o combustível a
atmosfera, no caso de o tanque ficar cheio demais. Um filtro
na entrada DTE evita o bloqueio do ejetor e uma válvula de
retenção impede que o fluxo do ejetor entre no tanque. A
capacidade do tanque é suficiente para duas partidas
abortadas.

BDC - Bottom Dead Centre.


(Centro morto inferior)

DTE - Drains Tank Ejectot.


(Ejetor do tanque dreno)

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TANQUE DRENO DE COMBUSTIVEL


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Caixa de derivação combinada e drenagem da


carenagem interserviços.

Os dutos de desvio estrutural e os drenos de interseção de


carenagem são combinados e descarregados na atmosfera
por meio de um único tubo no dreno master traseiro. Esses
drenos não são cortados durante a operação do motor;
portanto, a linha de drenagem permite uma pequena
descarga do ar do ventilador na atmosfera quando o motor
está em funcionamento.

O vazamento de fluido a partir deste ponto pode indicar uma


falha no tubo dentro da área central e deve sempre ser
investigado.

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DRENO DA CARENAGEM DE INTERSERVIÇOS E A CAIXA DE DERIVAÇÃO BY-PASS


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Sistema de Controle Ambiental - Sangria de Ar do Motor

O sistema de controle Ambiental (ECS) fornece ar para os


seguintes sistemas:

• Pressurização e condicionamento da cabine de commando e


passageiros.

• Anti-gelo de asa.

• Partida cruzada do motor.

O ar para o Sistema pode ser fornecido a partir :

• Unidade de energia de solo (GPU) - fonte somente de


aterramento, externa à aeronave. ECS - Environmental Control Unit.
(Sistema de controle ambiental)

• Unidade de energia alternativa (APU) - em terra ou em vôo. GPU – Ground Power Unit
(Unidade de energia de solo)

• Compressor do motor HP - em terra ou em vôo: APU - Auxiliary Power Unit


Unidade de força auxiliar)

• Ar do estágio 8 em configurações de baixa potência. HP - High Pressure.


(Alta Pressão)

• Estagio 5 do ar em configurações de potência mais altas. BMC - Bleed Management Controller


(Controlador de gerenciamento de sangria)

O sistema está sob o controle de dois BMC (Bleed HPSOV - High Pressure Shut-Off Valve.
Management Controllers). O BMC 1 controla o sistema da (Valvula de corte de alta pressão)

do lado esquerdo e o BMC 2 controla o sistema do lado


direita. A válvula de corte de alta pressão (HPSOV) fornece ar
no estágio 8, de acordo com a configuração de potência do
motor e a demanda da aeronave.

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É controlado por solenóide e operado pneumaticamente. A


posição da válvula é sinalizada para o BMC por
microinterruptor. O ar do estágio 8 é impedido de entrar
novamente no compressor no estágio 5 por uma válvula de
retenção (NRV).

A pressão de entrega do sistema é ligada e controlada pela


válvula de regulagem e desligamento da pressão (PRSOV).

Também é controlado por solenóide e operado


pneumaticamente. A posição da válvula é sinalizada para o
BMC por microinterruptor. A pressão é regulada para 43 +/- 2 BMC - Bleed Management Controller
(Controlador de gerenciamento de sangria)
psig. O HPSOV é automaticamente sinalizado para fechar
sempre que o PRSOV é sinalizado para fechar. Em caso de NRV - Non Volatile Memory
(Memoria não Volatil)
mau funcionamento, é previsto que o HPSOV e o PRSOV
sejam travados na posição fechada, para permitir o despacho HPSOV - High Pressure Shut-Off Valve.
(Valvula de corte de alta pressão)
da aeronave. A temperatura de entrega do sistema é
controlada a 200 +/- 15 oC pela válvula de ar do ventilador PRSOV - Pressure Regulating and Shut Off Valve.
(Valvula de regulação de pressão e corte)
(FAV) em associação com o termostato de controle de
temperatura (THC). O ar é resfriado por um trocador de calor FAV – Fan Air Valve.
(Valvula de ar do Fan)
ar-ar, montado no pilão. Os sensores de pressão no sistema
fornecem sinais para funções de controle: THC – Temperature Control Thermostat
(Termostato de controle de temperatura)

• A entrega do estágio 5 é monitorada pelo transdutor de porta IPPT – Intermediate Pressure Port Transducer
(Transducer da porta de pressão intermediaria)
de pressão intermediária (IPPT).
BPT - Bleed Pressure Transducer.
• A pressão a jusante do PRSOV é monitorada pelo transdutor (Transdutor de pressão de sangria)

de pressão de sangramento (BPT). ECS - Environmental Control Unit.


(Sistema de controle ambiental)

Nota: O anti-gelo de Nose Cowl também usa o mesmo ar do


estágio 5, mas não faz parte do ECS.

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SISTEMA DE CONTROLE AMBIENTAL-ESQUEMÁTICO


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SISTEMA DE CONTROLE AMBIENTAL-ESQUEMÁTICO


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Sistema de Controle Ambiental - Controles e Indicações

O ECS é controlado por interruptores no painel superior da


cabine de comando. Os interruptores de sangria do motor
esquerdo e direito normalmente operam na posição 'AUTO',
mas as posições 'ON' e 'OFF' são fornecidas em caso de
falha automática. As posições manuais são anotadas como
mensagens CAS WHITE STATUS. Além das mensagens de
status, a página CAS também fornece os CUIDADOS
ÂMBAROS:

“L/R BLEED SYSTEM FAIL e XBLEED FAIL”

eo

CYAN ADVISORY

"L/R BLEED FAULT"

A página de synoptic fornece o status do sistema. As


alterações de cores indicam alterações de status e falhas.

ECS - Environmental Control Unit.


(Sistema de controle ambiental)

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CONTROLE E INDICAÇÃO
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CONTROLE E INDICAÇÃO
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CONTROLE E INDICAÇÃO
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Sistema de Controle Ambiental - Localização dos


Componentes.

O layout do sistema é comum a ambas as instalações. As


saídas do compressor estão no ponto morto inferior e passam
através da carenagem de interserviços, com as válvulas de
controle e dutos situados à direita do ponto morto inferior e
conectados ao duto de desvio estrutural. O IPPT também está
localizado no lado direito do SBPD. A exceção é a saída do
pré-resfriador de ar do ventilador, que é sempre retirada do
lado interno do motor. O duto é coberto por um cobertor de
refraisal (heatshield). O FAV e o pré-resfriador estão
localizados no pylon. O BPT e o THC estão localizados no
compartimento traseiro do equipamento.

IPPT – Intermediate Pressure Port Transducer


(Transducer da porta de pressão intermediaria)

SBPD - Structural By pass Duct.


(Duto de desvio estrutural )

FAV – Fan Air Valve.


(Valvula de ar do Fan)

BPT - Bleed Pressure Transducer.


(Transdutor de pressão de sangria)

THC – Temperature Control Thermostat


(Termostato de controle de temperatura)

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5º stg Non return check valve

HP air bleed valve


8º Stg

Pressure regulator
And Shutoff valve

SISTEMA DE CONTROLE AMBIENTAL – LOCALIZAÇÃO DOS COMPONENTES


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SISTEMA DE CONTROLE AMBIENTAL – LOCALIZAÇÃO DOS COMPONENTES


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Sistema de Controle Ambiental - Ventilação do ar

A Saída de ventilação do FAN fornece ar para um trocador de


pré-resfriador para resfriar o ar de sangria do motor, se
necessário. A saída de ar do FAN é um tubo de 4 "de diâmetro
e um componente da placa de vedação, que aparafusa ao
SBPD no lado interno do motor, com a extremidade do tubo
com uma flange de fixação em " V ". No lado externo, a porta
está em branco por um painel de acesso. O fluxo de ar do
ventilador é controlado pela válvula de ar do ventilador.

SBPD - Structural By pass Duct.


(Duto de desvio estrutural )

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Sangria de ar do Fan

SISTEMA DE CONTROLE AMBIENTAL – SANDRIA DO AR DO FAN


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Intencionalmente em branco

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BR710 Seção 3 – Arranjo mecânico do motor

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Intencionalmente em branco

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Principais conjuntos rotativos e rolamentos

O motor BR710 contém dois conjuntos rotativos principais


que são:

um compressor de baixa pressão (LP) de estágio único (Fan)


acionado por uma turbina de dois estágios e um compressor
de alta pressão HP de dez estágios, também acionado por
uma turbina de dois estágios.

Além disso, o sistema (HP) fornece uma unidade externa


para os acessórios acionados pelo motor montados na caixa
de acessórios (AGB). Cada sistema rotativo é suportado na
frente por um rolamento de esferas, que também transmite
cargas axiais, e na parte traseira por um rolamento de
esferas. O sistema LP possui um rolamento de esfera
adicional para suporte. Todos os rolamentos principais estão
posicionados em duas câmaras de rolamento, as câmaras de
rolamento frontal e traseira, FBC e RBC, respectivamente.

Cada câmara de rolamento é suportada pela estrutura fixa do


motor, que transmite empuxo e peso à estrutura da aeronave,
através das montagens do motor. A rigidez do motor é
aprimorada pelo uso de um duto de derivação estrutural
conectado às estruturas fixas à frente e atrás.

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PRINCIPAIS CONJUNTOS ROTATIVOS E OS ROLAMENTOS


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Separação modular

O motor é composto por sete módulos, como segue: Conjuntos rotativos balanceados independentemente

Módulo 31 Blades do Fan e o conjunto do disco.


As blades de saída da turbina LP, o conjunto de estatoras (que
Módulo 32 Carcaça intermediária. é parafusado na parte traseira do módulo 51) e o duto de
derivação estrutural não são modulares.
Módulo 33 Compressor de alta pressão (HP).

Módulo 34 Carcaça do Fan.

Módulo 41 Turbina de alta pressão e câmara de combustão.

Módulo 51 Turbina de baixa pressão e eixo

Módulo 61 Caixa de acessorios (AGB)

A construção modular possui as seguintes vantagens:

Custos gerais de manutenção reduzidos.

Vida útil máxima alcançada em cada módulo.

Tempo de retorno reduzido para reparo do motor.

Suporte de motor reduzido

Facilidade de transporte e armazenamento.

Troca rápida de módulo com o mínimo de testes de solo.

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SEPARAÇÃO MODULAR
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Módulo 31 – Blades do Fan e o conjunto do disco.

O Fan comprime o ar de entrada do motor o qual fornece ar Anel de retenção das Blades
para o compressor do motor e empuxo através do duto de
desvio. O anel de retenção das Blades fornece retenção axial para as
blades e os preenchimentos do anel. O anel de retenção é
O módulo consiste no disco, blades, annulus filler e um anel preso ao disco por uma única linha de parafusos. O anel
de retenção da blade. também fornece um local para pesos de balanceamento
dinâmicos e para o cone do nariz (giratório). Os pesos de
Disco balanceamento são montados nos parafusos de fixação do
cone do nariz, com a carenagem removida.
O disco é uma unidade de titânio, com slots axiais em “cauda
de andorinha” para a localização da lâmina. É fornecido um
acoplamento curvico na parte traseira do disco para conexão
ao eixo do Fan. As laminas números 1, 2 e 3 do Fan estão
gravados na face frontal do disco. As blades são numeradas
no sentido anti-horário (visto de frente).

Blades

Existem 24 blades no Fan de titânio sólido, localizadas nos


slots do disco.

Annulus Fillers (Enchimentos do anel)

São 24 Annulus Fillers que desempenham a função de


plataformas das Blades, proporcionando um fluxo de ar suave
para o compressor principal. Os enchimentos são presos ao
disco por um arranjo de pinos e ganchos.

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M31 - CONJUNTO DO FAN


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M31 - CONJUNTO DO FAN


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M31 - CONJUNTO DO FAN


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CONJUNTO DO DISCO
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M31 - CONJUNTO DO FAN


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Procedimento para a substituição das Baldes do Fan.

ASSEGURE-SE DE TODAS AS PRECAUÇÕES DE Instalação


SEGURANÇA ASSOCIADAS AO TRABALHO DE
MANUTENÇÃO NO MOTOR. Selecione uma blade de reposição com um peso de momento
radial o mais próximo possível da blade removida. Se a
Remoção diferença de peso no momento for maior que 3000 gmm (ou
mais de três pás estiverem sendo substituídas), será necessário
Usando o marcador apropriado, desenhe uma linha através obter uma nova sequência de compilação determinada por
do cone do nariz, carenagem e preenchimento de anel. Isso computador para todo o conjunto de pás do Fan. Inspecione a
garante que esses itens sejam recolocados na mesma Blade do Fan e verifique se o flanco da cauda de andorinha da
posição. raiz da Balde (sombreado na ilustração) possui uma camada de
lubrificante de filme seco. Encaixe a lâmina em seu slot, usando
Retire os parafusos, as arruelas e a carenagem. um martelo macio, se necessário. Uma fina camada de vaselina
pode ser aplicada ao calço para facilitar a instalação. Aplique
Registre a posição de quaisquer pesos de balanceamento no uma fina camada de óleo lubrificante do motor nas superfícies
flange de montagem do cone do nariz. Posteriormente, eles correspondentes das vedações da borda de enchimento. Instale
serão recolocados nas mesmas posições. Modelos os enchimentos, garantindo a posição correta dos vedantes.
numerados podem ser usados ​para identificar a localização
do Spider e do anel de retenção, parafusos de fixação, Encaixe o anel de retenção, alinhando as cavilhas de
arruelas e pesos de balanceamento. Remova os parafusos, localização e os preenchimentos de anel. Prenda o anel no
arruelas, pesos de balanceamento e cone do nariz. Marque a disco, ajustando quaisquer pesos de balanceamento às suas
posição de quaisquer pesos de balanceamento no anel de posições corretas. Aperte os parafusos simetricamente para
retenção e remova os parafusos, os pinos de localização puxar o anel no disco, mas não aperte com torque. Encaixe os
ocos e o anel. Marque o preenchimento de anel em cada pinos ocos no anel e nos enchimentos e, em seguida, encaixe
lado da lâmina a ser removida e gire o Compressor LP até os parafusos. Aperte com torque os parafusos do anel de
que o preenchimento a ser removido esteja no TDC. Retire o retenção e de retenção, o cone do nariz e a carenagem agora
material de enchimento puxando-o para a frente. Identifique podem ser montados, garantindo o posicionamento correto de
a posição das blades a ser removida e verifique se as blades quaisquer pesos de balança no flange de montagem do cone.
está na posição TDC. Puxe a lâmina para a frente e remova- Todas as marcas de alinhamento agora devem ser removidas.
do slot no disco LP Compressor. Registre o peso do Realize um levantamento de vibrações.
momento radial das blades. Isso pode ser encontrado na
parte inferior da raiz da lâmina.
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BLADE DO FAN – REMOÇÃO E INSTALAÇÃO


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CURVED AXIAL DOVETAIL SLOTS

BLADE DO FAN – REMOÇÃO E INSTALAÇÃO


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Localização da pintura e furo de marcação

BLADE DO FAN – REMOÇÃO E INSTALAÇÃO


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BLADE DO FAN – REMOÇÃO E INSTALAÇÃO


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Módulo 32 – Caixa intermediaria ( Intermediate Case)

O módulo da carcaça intermediária fornece uma estrutura


fixa para localizar os sistemas de rotação do motor e para
transmitir o empuxo ao montante dianteiro do motor /
munhão do motor. O módulo também fornece uma força
motriz para a caixa de assessórios montada no motor (AGB)
através do eixo de transmissão radial.

O módulo consiste em:

• A carcaça externa, com provisão para montagens de motor


e caixa de engrenagens acessórios.

• 64 pás de guia de saída de ventiladores (OGVs).

• 65 estator da seção do motor (ESS) .

• 10 suportes de suporte fornecem o suporte para o


alojamento do rolamento dianteiro (FBH) .

• O FBH, contendo o eixo do Fan LP, o eixo de HP e seus


respectivos rolamentos de esferas e rolete

• Uma engrenagem no eixo de topo da HP para acionar o


eixo de tração radial.

• As sondas são montadas no FBH para monitorar a


velocidade do eixo LP através de um anel fônico no eixo.

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MODULO M32 – CARCAÇA INTERMEDIARIA


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MODULO M32 – CARCAÇA INTERMEDIARIA


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MODULO M32 – CARCAÇA INTERMEDIARIA


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FAN OUTLET GUIDE VANES & ENGINE


SECTION STATORS LP SPEED PROBES & FRONT BEARING CHAMBER

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MODULO M32 – CARCAÇA INTERMEDIARIA


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Módulo 33 - Compressor de alta pressão (HP).

O compressor de alta pressão (HP) fornece um fluxo de ar


pressurizado para combustão, resfriamento interno e câmara
de mancal e vedação da caixa de acessórios. O ar da HP
também é usado para a proteção de anti-ice do nariz e da
asa, além do sistema de controle ambiental. O compressor é
uma unidade de fluxo axial de dez estágios, com palhetas-
guia de entrada variável (VIGV's) e três estágios de palhetas
de estator variável (VSV's). Caso A metade frontal da carcaça
do compressor é dividida em duas metades ao longo da linha
central horizontal e contém as palhetas do estator VIGV,
estágios 1,2 e 3 VSV e estágio 4. O invólucro traseiro é
composto por uma caixa interna e externa, com o espaço
anular entre eles formando os coletores de saída de ar do
estágio 5 e 8. A caixa interna consiste em estágios individuais
de 5 a 9 caixas, enquanto a caixa externa é uma unidade de
peça única. Rotor é um tambor do rotor de duas peças é
parafusado entre os estágios 6 e 7 e incorpora um redutor de
vórtice nessa posição. Os estágios 1, 2 e 3 das pás do rotor
são montados em slots de encaixe axial e os 4 a 10 estágios
em encaixes de encaixe circunferenciais. As lâminas do
estágio 1 incorporam "amortecedores" que formam uma
cobertura de extensão da peça. O rotor HPC é conectado por
acoplamentos curvicos em cada extremidade. A frente é
conectada ao eixo de topo do módulo intermediário HPC (no
módulo 32), a traseira ao disco do rotor do estágio 1 da
turbina HP (Módulo 41).

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1st STAGE
MID SPAN
SNUBBERS

MODULO M33 – COMPRESSOR DE ALTA PRESSÃO


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STAGES 4 – 7
CIRCUMFRENTIAL
DOVETAIL

STAGES 1 -3
AXIAL
DOVETAILS

6TH STAGE VORTEX REMOVER

MODULO M33 – COMPRESSOR DE ALTA PRESSÃO


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MODULO M33 – COMPRESSOR DE ALTA PRESSÃO


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Modulo 34 – Carcaça do Fan

A carcaça do Fan fornece um duto para o ar de desvio e


incorpora recursos de contenção no caso de uma falha na
Blade do Fan. Atenuação de ruído e recursos de proteção
contra gelo também são incorporados. O módulo possui
uma estrutura principal de isogrelha de alumínio, com um
envoltório em Kevlar triplo na superfície externa para
contenção das pás do Fan. A superfície interna contém o
revestimento acústico dianteiro e traseiro (segmentos
aparafusados ​e colados), a vedação da esteira do
ventilador (honeycomb and blue filler) e uma caixa de
impacto de gelo de fibra de vidro na posição com maior
probabilidade de receber impacto do gelo sendo derramado
pelas blades do Fan. A caixa é aparafusada no módulo
intermediário e fornece local para a tampa de entrada do
motor (nariz) na borda dianteira. Devem ser tomadas
precauções especiais para evitar danificar o anel de
contenção de Kevlar ao trabalhar na carcaça do Fan ou
próximo a ela.

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MODULO M34 – CARCAÇA DO FAN


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MODULO M34 – CARCAÇA DO FAN


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KEVLAR BLADE CONTAINMENT WRAP

MODULO M34 – CARCAÇA DO FAN


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MODULO M34 – CARCAÇA DO FAN


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Módulo 41 – Turbina de alta pressão (HP) e câmara de Carcaça da turbina da alta pressão (HP)
combustão.
O carcaça da turbina fornece suporte para as palhetas-guia
A câmara de combustão permite que o combustível seja de entrada da turbina de alta pressão (NGVs) 1 e 2 e para
queimado em ótimas condições para obter a máxima as NGVs do estagio de baixa pressão (LP).
eficiência, adicionando energia térmica ao ar fornecido pelo
compressor HP. A turbina HP converte uma parte da energia As NGVs da turbina de baixa pressão (LP) suporta a
em energia mecânica para acionar o compressor HP. câmara de rolamentos traseiro e também são os locais para
os pares térmicos da temperatura dos gases e os detectores
O módulo compreende de 10 estágios do compressor HP internos de superaquecimento do motor.
(OGV's), e blades difusoras, a seção de combustão, dois
estágios de turbina de alta pressão, palhetas guia da entrada
da turbina LP do primeiro estágio e a câmara de rolamento Rotor de turbina de alta pressão (HP)
traseiro (RBC).
O rotor da turbina consiste em uma turbina de alta pressão
Seção de combustão (HP) de dois estágios, cujo primeiro estágio possui lâminas
encobertas (Shrouded blades). O segundo estágio das
A câmara de combustão anular está localizada dentro de um lâminas é sem cobertura (Shroudless blades). . Os discos
revestimento interno e externo. A carcaça externa faz parte estão aparafusados ​juntos. O disco HP1 possui um braço de
da carcaça completa do motor e fornece recursos de acionamento que se estende para a frente para conectar-se
localização para os bicos de spray de combustível e velas de ao rotor do compressor HP, através de um acoplamento
ignição. A carcaça interna se estende para a frente para curvico. O disco HP2 possui um eixo de ponta que se
acomodar os OGVs do compressor HP e as palhetas do estende para trás para fornecer a pista interna para o
difusor. rolamento de rolete do sistema de alta pressão (HP).
Também dentro da RBC está a pista externa do rolamento
traseiro do sistema de baixa pressão (LP).

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Módulo 41 – Turbina de alta pressão (HP) e câmara de combustão.

MODULO M41 – TURBINA DE ALTA PRESSÃO (HP) E CÂMARA DE COMBUSTÃO


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Módulo 41 – Turbina de alta pressão (HP) e câmara de combustão.

STAGE 2 UNSHROUDED

STAGE 1 SHOUDED

MODULO M41 – TURBINA DE ALTA PRESSÃO (HP) E CÂMARA DE COMBUSTÃO


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Módulo 41 – Turbina de alta pressão (HP) e câmara de combustão.

STAGE 1 LEADING
EDGE COOLING
HOLES

FIR TREE BASE

MODULO M41 – TURBINA DE ALTA PRESSÃO (HP) E CÂMARA DE COMBUSTÃO


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Módulo 41 – Turbina de alta pressão (HP) e câmara de combustão.

CÂMARA DE COMBUSTÃO
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Módulo 41 – Turbina de alta pressão (HP) e câmara de combustão.

CÂMARA DE COMBUSTÃO
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Módulo 51 – Turbina de baixa pressão (LP) e o eixo.

A turbina de baixa pressão (LP) fornece a força para acionar o Eixo da turbina de baixa pressão (LP)
compressor de baixa pressão (LP) (Fan) e fornece o local
para um mecanismo de detecção de quebra de eixo de baixa O eixo é parafusado no disco do segundo estágio e passa
pressão LP. Como parte desse mecanismo, um tubo de sinal para a frente para conectar-se ao eixo do Fan (LP) por
passa pelo eixo da turbina. meio de estrias e uma porca de fixação. Montado no eixo
está o conjunto de rolamentos de roletes traseiros do
Carcaça da turbina de baixa pressão (LP). sistema baixa pressão (LP). Dentro do eixo está o tubo de
sinal para o mecanismo de detecção de falha do eixo.
A carcaça da turbina de baixa pressão fornece suporte para
as NGVs do segundo estagio da turbina de baixa pressão
(LP2) e para a unidade de palhetas guia de saída da turbina.

Rotor de turbina de baixa pressão (LP).

A turbina de baixa pressão (LP) é uma unidade de dois


estágios, sendo as blades encobertas nos dois estágios. Os
discos estão aparafusados ​juntos. O disco do estágio 2 é
estendido para conectar-se ao eixo da turbina e fornecer local
para o mecanismo de detecção de falha do eixo.

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Módulo 51 – Turbina de baixa pressão (LP) e o eixo.

MODULO M51 – TURBINA DE BAIXA PRESSÃO (LP) E O EIXO


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Módulo 51 – Turbina de baixa pressão (LP) e o eixo.

LP 1 & 2
TURBINE
BLADES
FULLY
SHROUDED

LP SHAFT

SIGNAL TUBE

MODULO M51 – TURBINA DE BAIXA PRESSÃO (LP) E O EIXO


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Sistema de desligamento de combustível de emergência

O sistema foi projetado para desligar o fluxo de combustível


para os manifold no caso de falha no eixo do Fan LP ou no
eixo da turbina LP, evitando assim a possibilidade de excesso
de velocidade da turbina (Overspeed). O mecanismo de
detecção de ruptura do eixo está localizado em uma extensão
do disco da turbina de baixa pressão LP no 2º estagio. O
cabo operacional do sistema passa por dentro de uma
estatora guia de saída da turbina no BDC do motor e é
conectado a um conjunto de cabos por meio de um adaptador
de liberação rápida. O conjunto do cabo é conectado à
unidade de velocidade excessiva e divisor de combustível
(Overspeed and splitter unit -OSU). O cabo é ativado por
um mecanismo de lingueta com mola, localizado no disco da
turbina. Dois flanges na parte traseira do portador de lingueta
fornecem os pontos de articulação para as duas linguetas. A
velocidade do eixo do Fan é sinalizada pelo tubo de sinal, que
é conectado, na extremidade frontal, ao disco do Fan e
suportado, na parte traseira, dentro do suporte de lingueta
(Power Carrier).

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Sistema de desligamento de combustível de emergência

SISTEMA DE EMERGÊNCIA DE CORTE DE COMBUSTIVEL


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Sistema de desligamento de combustível de emergência

SISTEMA DE EMERGÊNCIA DE CORTE DE COMBUSTIVEL


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Sistema de desligamento de combustível de emergência


(cont.)

Durante a operação normal, a relação angular entre o tubo de


sinal (conectado ao disco do Fan) e o suporte de lingueta
(Power Carrier) (conectado à turbina) mudará. As
articulações tentarão se mover para fora, devido à força
centrífuga, mas serão impedidas pelos calcanhares apoiados
no tubo de sinalização. Essa situação será mantida até a
condição máxima de decolagem. Se o eixo de baixa pressão
(LP) falhar, o deslocamento angular aumentará, permitindo
que os calcanhares entrem nas ranhuras no tubo de sinal e as
patas se movam para fora e se engatem com o cabo de corte.
O cabo operará a válvula de corte na OSU.

Após a operação, a válvula é travada mecanicamente na


posição de desligado e o cabo quebra.

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Sistema de desligamento de combustível de emergência

SISTEMA DE EMERGÊNCIA DE CORTE DE COMBUSTIVEL


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Sistema de desligamento de combustível de emergência

SISTEMA DE EMERGÊNCIA DE CORTE DE COMBUSTIVEL


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Sistema de desligamento de combustível de emergência

PAWL PAWL
CARRIER

PAWL CARRIER & PAWL ASSEMBLY


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Sistema de desligamento de combustível de emergência

OVERSPEED & SPLITTER UNIT (OSU)


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Sistema de desligamento de combustível de emergência

OVERSPEED & SPLITTER UNIT (OSU)


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Sistema de desligamento de combustível de emergência

LP SHAFT

SIGNAL TUBE

LP SHAFT & SIGNAL TUBE


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Modulo 61 – Caixa de acessórios (AGB)

A Caixa de Acessórios (AGB) transmite o acionamento do motor


para os acessórios do motor montados nela. O AGB também
transmite energia do start de ar para o motor durante os
procedimentos normais de partida / crank. Além disso, o AGB
abriga o tanque de óleo integral e fornece um meio de girar
manualmente o sistema de alta pressão HP do motor para
operações de manutenção (Inspeção boroscopica). O AGB é
parafusada na parte inferior da caixa intermediária por meio de
dois suportes e é acionado pelo eixo de transmissão radial. A
AGB aciona as seguintes unidades:

• Geradores de frequência variável Motor LH nº 1 e 2 (motor


RH nº 4 e 3).

• Bomba de combustível e unidade de medição de combustível

• Unidade de bomba de óleo

• Bomba hidráulica • Respirador de óleo

• Gerador dedicado

• O start de partida

O acesso ao ponto de acionamento do sistema HP para


inspeção boroscopica é feito através de uma placa na face
traseira da saída do respiro de óleo (Oil Breather).

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Modulo 61 – Caixa de acessórios (AGB)

MÓDULO 61 – CAIXA DE ACESSÓRIOS (AGB)


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Modulo 61 – Caixa de acessórios (AGB)

MÓDULO 61 – CAIXA DE ACESSÓRIOS (AGB)


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Modulo 61 – Caixa de acessórios (AGB)

MÓDULO 61 – CAIXA DE ACESSÓRIOS (AGB)


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Modulo 61 – Caixa de acessórios (AGB)

MÓDULO 61 – CAIXA DE ACESSÓRIOS (AGB)


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Carenagens internas do motor (Core Engine Fairings)

As carenagens do núcleo do motor formam a superfície


interna aerodinâmica do fluxo do bypass do motor. Onde
necessário, elas são facilmente removíveis, para facilitar o
acesso rápido aos acessórios montados no núcleo do motor.
As carenagens fixas, na parte frontal do compressor HP, são
parafusadas nos suportes anexados ao flange traseiro da
caixa intermediária. As carenagens traseiras fixas são
aparafusadas aos suportes anexados ao estojo de escape. As
carenagens removíveis do compressor de alta pressão HP
são conectadas às carenagens fixas dianteiras e aos suportes
parafusados ​ao flange da junta dos modulos M33 / M41. As
carenagens removíveis da turbina da alta pressão HP são
fixadas em outros suportes no flange da junta dos módulos
M33 / M41 e nas carenagens fixas traseiras. Nas carenagens
removíveis padrão posteriores, as arestas principais se
localizam em ranhuras anulares. Isso evita a perda de
carenagem no caso de os parafusos 'Livelock' se soltarem.

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CARENAGENS INTERNAS DO MOTOR


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CARENAGENS INTERNAS DO MOTOR


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Estatoras de saída da turbina, bocal de escape, cones dianteiro e traseiro
Turbine Outlet Guide Vanes, Exhaust Nozzle, Front and Rear Cones.

O conjunto estatoras guias de saída da turbina é parafusada na


parte traseira do Módulo 51. As estatoras endireitam o fluxo de
gás e fornecem um local para o cabo de desligamento de
emergência do combustível. O bocal de exaustão (misturador
forçado) é parafusado na parte traseira do conjunto da estatoras
de saída e mistura os gases do núcleo quente e o ar de
passagem frio. Isso reduz a velocidade geral dos gases de
escape do motor para a atmosfera, aumentando a eficiência e
reduzindo a assinatura de ruído do motor. O cone dianteiro e
traseiro forma a superfície interna do caminho dos gases de
escape, proporcionando um contorno suave atrás da turbina. O
conjunto é parafusado na plataforma interna das estatoras guias
de saída. A superfície externa do percurso do gás é fornecida
pelo perfil interno da unidade de escape.

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Estatoras de saída da turbina, bocal de escape, cones dianteiro e traseiro
Turbine Outlet Guide Vanes, Exhaust Nozzle, Front and Rear Cones.

CONJUNTO DO TUBO DE ESCAPAMENTO


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Duto de desvio estrutural (SBPD)
Structural Bypass Duct

O duto de derivação é um componente estrutural do motor


que fornece um caminho simplificado para o fluxo de ar de
derivação do Fan e suporte para a unidade do reversor de
empuxo. Ele também fornece recursos de montagem para
muitos dos componentes do sistema do motor. O duto é uma
estrutura composta de peça única, que é parafusada
diretamente no flange traseiro do flange externo da caixa
intermediária (módulo 32). Os orifícios (normalmente vazios)
no duto de derivação permitem o acesso aos componentes
do sistema montados no núcleo. O anel de suporte traseiro
está preso ao flange traseiro do duto de desvio. Esse anel é
o suporte de carga da unidade do reversor de empuxo, a
extremidade traseira do motor principal e o motor traseiro
para montagem na aeronave. Existem dois resfriadores a
óleo de superfície de gerador de frequência variável
(SACOCs) montados na superfície interna do SBPD em
direção à traseira.

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Duto de desvio estrutural (SBPD)
Structural Bypass Duct

DUTO DE DESVIO ESTRUTUAL


Paines de acesso
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Duto de desvio estrutural (SBPD)
Structural Bypass Duct

O duto estrutural de desvio (SBPD) é equipado com vários


painéis de acesso que permitem o acesso às unidades de
substituição em linha montadas no motor (LRUs). Também é
fornecido acesso a equipamentos de boroscópio. Em uma
instalação externa, a saída do pré-resfriador é substituída por
uma placa de vedação.

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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Arranjo mecânico do motor
Duto de desvio estrutural (SBPD)
Structural Bypass Duct

DUTO DE DESVIO ESTRUTUAL – PAINEIS DE ACESSO


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Duto de desvio estrutural (SBPD)
Structural Bypass Duct

DUTO DE DESVIO ESTRUTUAL – PAINEIS DE ACESSO


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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Arranjo mecânico do motor
Carenagem de interserviços e paineis de vedação.

A carenagem divide o fluxo de ar do desvio do Fan em torno


de todos os tubos de serviço e cabos elétricos que
conectam o revestimento do núcleo à área de acessórios
fora do duto de desvio. A carenagem também atua como
uma proteção para esses tubos e blindagem. A carenagem
é produzida a partir de material compósito e é conectada ao
duto de desvio estrutural no BDC através do painel de
vedação de serviço, que por sua vez fornece a interface
entre os tubos de serviço externos e do núcleo do motor,
etc. O painel de vedação também é a parede contra
incêndio entre os dois zonas de ventilação. Todos os
serviços que passam pelo painel de vedação podem ser
desconectados nesse ponto, exceto os fios de ignição HE e
os fios da fiação.

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CARENAGEM DE INTERSERVIÇOS
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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Arranjo mecânico do motor
Acesso ao boroscópio e giro do rotor DE ALTA
PRESSÃO (HP).

Provisões são feitas em várias posições no motor para


A posição D é o estator HPC St. 5 (veja o rotor HPC St. 5 T / E e
permitir que o equipamento de inspeção por boroscópio seja
o rotor HPC St. 6 L / E). A posição E é o estator HPC St. 9 (veja
usado para examinar visualmente um número representativo
o rotor HPC St. 9 T / E e o rotor HPC St. 10 L / E). A posição G
de partes internas. As portas de acesso do compressor HP
é HPT St. 2 NGV (veja o rotor HPT St. 1 T / E e o rotor HPT St.
são fornecidas nos dois lados do motor, para acomodar nas
2 L / E). A posição H é LPT St. 1 NGV (veja o rotor HPT St. 2 T /
instalações esquerda e direita do motor na aeronave. O
E e o rotor LPT St. 1 L / E). O giro do rotor HP é obtido usando
único conjunto de plugues de acesso à turbina está situado
um padrão de 3/8 pol. acionamento quadrado no rotor do
próximo à parte inferior do motor. Os plugues B, C, D, E, G e
respiro. O acesso é por meio de um bujão, que também possui
H não são intercambiáveis ​e são travados automaticamente.
uma vedação em O-ring. A relação entre o eixo do respirador e
Eles apresentam um padrão 3/8 in. tamanho e tipo da
a engrenagem do rotor HP é de 0,46: 1. O sentido de rotação do
cabeça do soquete para que os plugues possam ser
eixo do respiro é oposto ao do rotor HP do motor.
removidos usando uma barra de extensão padrão do
conjunto de soquetes sem a necessidade de adaptadores
especiais. Além disso, a cabeça do soquete do plugue de
acesso do boroscópio também incorpora o recurso padrão
de 'travamento', minimizando assim o risco de deixar o
plugue cair dentro do duto de desvio durante a remoção ou
instalação. Sondas rígidas são usadas nessas posições.
Observe que um tipo revisado de bujão (fixado por
parafusos) é usado no local “E” nos motores com SB 72-
101037. As posições A e I estão na frente e na traseira do
motor e são acessadas usando sondas flexíveis. A posição F
é um dos dois bujões de ignição (veja os bicos de spray de
combustível, a câmara de combustão, o HP St. 1 NGV's e o
HPT St. 1 rotor L / E). A posição B é o estator HPC St. 1
(veja o rotor HPC St. 1 T / E e o rotor HPC St. 2 L / E). A
posição C é o estator HPC St. 3 (veja o rotor HPC St. 3 T / E
e o rotor HPC St. 4 L / E).

Airjet Taxi Aéreo Ltda Pag. 69


BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Arranjo mecânico do motor

ACESSO AOS PONTOS DE BOROSCOPIO E ACINONAMENTO DO ROTOR HP


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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Arranjo mecânico do motor

ACESSO AOS PONTOS DE BOROSCOPIO


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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Arranjo mecânico do motor

Intencionalmente em branco

Airjet Taxi Aéreo Ltda Pag. 72


BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha FADEC

BR710 Seção 4 – Full Authority Digital Engine Control

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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha FADEC

Intencionalmente em branco

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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha FADEC
Introdução

O sistema Full Authority Digital Engine Control, ou Controle do fluxo de ar do compressor, através dos
FADEC, é um sistema de controle integrado que consiste em sistemas de estatoras variaveis e válvula de purga de
vários subsistemas. Seu objetivo é controlar o motor durante controle de compressor HP para garantir:
toda a operação, desde a partida até o desligamento,
incluindo o empuxo reverso. Também protege o motor contra • Aceleração e desaceleração livres de surge.
velocidades excessivas dos rotores de LP e HP.
• Recuperação de surge.
No coração do sistema FADEC está o Controlador Eletrônico
do Motor (EEC), que possui as seguintes funções: • Operação estável de acordo as condições de projeto.
• Controle, através da Unidade de Medição de Combustível • Controle dos dispositivos de ignição e válvula de ar de
(FMU), de: partida (Start valve) que ativar a capacidade de partida e
religamento automática e manual do motor.
• Partida automática e religamento.
• Controle do sistema Thrust Reverser para garantir
• velocidade de macha lenta. operação segura e controle da potência do motor em
reverso.
• Aceleração e desaceleração.
A energia do sistema FADEC é fornecida, via ECC, pela
• Ajuste de potência do motor. fonte de aeronaves 28v ou pelo gerador dedicado (DG)
acionado por motor. Os sensores, tanto no motor quanto
• Limite de proteção para velocidades de rotor de baixa na aeronave, fornecem entradas para a EEC. A manete de
pressão LP e alta pressão HP, pressão de entrega do potência também fornece um sinal de comando para o
compressor de alta pressão HP (P30) e temperatura do gás EEC. O anti-gelo térmico do nose cowl é controlado
da turbina (TGT/ITT). independentemente do sistema FADEC, mas existem
interfaces funcionais, como o controle do dispositivo de
• Proteção independente de velocidade excessiva de LP e ignição. Os dispositivos de ignição usam energia da
HP. aeronave, mas são comadados pela EEC.

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FULL AUTHORITY DIGITAL ENGINE CONTROL SYSTEM (FADEC)


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Localizações dos componentes do FADEC.

As seguintes unidades substituíveis em linha estão localizadas


no motor:

• Controlador eletrônico do motor (EEC).

• Plug de entrada de dados (DEP).

• Gerador dedicado (DG).

As localizações dos outros componentes, que contribuem para


o sistema FADEC, são abordadas na seção do manual
apropriada, sondas de velocidade, FMU, etc.

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CLOSE FITTING FIRE BOX

LOCALIZAÇÃO DOS COMPONENTES DO FADEC


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LOCALIZAÇÃO DOS COMPONENTES DO FADEC


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LOCALIZAÇÃO DOS COMPONENTES DO FADEC


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Controlador Eletrônico do Motor (EEC)

O EEC é a unidade de controle do sistema FADEC, A PSU controla as fontes de alimentação da CPU e da IOP
fornecendo os sinais de controle necessários. A unidade é e do restante do sistema FADEC.
instalada no duto de derivação no TDC, através de quatro
suportes antivibração. A unidade é instalada em uma caixa que A CPU recebe e processa todos os sinais de entrada e
oferece proteção contra incêndio e campos irradiados de alta calcula os sinais de saída para informações e controle.
intensidade (HIRF).
O IOP desligará automaticamente o combustível no caso
O EEC é uma unidade de controle eletrônico que contém dois de N1 ou N2 atingir os valores de disparo de velocidade
canais (A e B). excessiva.

Cada canal consiste em uma unidade central de processador O EEC não possui peças internas substituíveis para
(CPU), uma unidade de fonte de alimentação (PSU) e uma manutenção.
unidade de proteção independente de velocidade excessiva
(IOP). A CPU e o IOP / PSU são montados em placas de A falha grave de ambos os canais EEC levará a uma
circuito integrado específicas tipo (ASICS). situação de 'Não Despachar' e gerará um mensagem
ambar de atenção no EICAS.
Uma separação interna de hardware fornece proteção contra
incêndio entre os canais. "L - R FADEC FAIL"

Cada canal do EEC possui três conexões elétricas externas e A temperatura interna do EEC é monitorada e um
um receptáculo para o conector de entrada de dados. superaquecimento é anunciado pelo uma mensagem
Ambar de cuidado no EICAS.
Um módulo de pressão contém sensores de pressão do
cilindro vibratório para medição de P20 e P50 e sensores de "L - R FADEC OVHT"
strain gauge para P30 e P0.
Isso é inibido durante a decolagem e aterrissagem.
Também estão incluídos sensores de temperatura internos, Pequenas falhas do FADEC levam a 'Despacho de Curto
para fornecer sinais de temperatura de junção fria para TGT Prazo' e a uma mensagem em Cyan advisory no EICAS.
(ITT), superaquecimento da turbina e medição / validação T30.
“FALHA L - R FADEC”
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ENGINE ELECTRONIC CONTROLLER


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EEC-Controlador eletrônico do motor (SB 73-101504)

Um novo padrão de hardware do EEC é introduzido pelo SB O módulo de conexão do Canal B na parte frontal da unidade
73-10504. Este controlador possui os transdutores de incorpora conectores de chicotes elétricos do motor e da
pressão localizados na unidade, incluindo o transdutor P0, aeronave, bem como o conector do plugue de entrada de
que detecta a pressão estática da tampa através de orifícios dados. O transdutor de pressão P0 que mede a pressão
de drenagem localizados na parte inferior da unidade. ambiente é montado internamente neste módulo de conexão.

Este padrão de EEC só pode ser instalada em motores que O módulo de conexão do canal A na parte traseira da
também incorporem as mudanças de curativas necessárias unidade incorpora conectores de chicote elétrico do motor e
para acomodar os novos locais dos tubos pneumáticos e dos da aeronave, bem como três conexões de tubo pneumático
chicotes elétricos. É usada uma blindagem protetora para sinais de pressão P20, P30 e P50. Pressão de dois
modificada que acomoda o gabinete da unidade modificado strain gauges P30.
e a localização do plugue de entrada de dados. O arranjo
interno dos dois canais de controle independentes dentro da
unidade é semelhante ao EEC original, pois eles são
separados por uma barreira física e ainda são capazes de se
comunicar usando links de dados entre canais.

Cada um dos módulos de conexão da unidade está


conectado a uma placa de circuito da Unidade Central de
Processamento (CPU) e a uma placa de circuito da Unidade
de Fonte de Alimentação (PSU).

Os circuitos de proteção independente da velocidade


excessiva (IOP) estão localizados na placa PSU e sua
funcionalidade é semelhante à do controlador original. Cada
módulo de computador incorpora circuitos de segurança de
seleção de canal dedicados, que garantem que apenas um
canal tenha controle do motor a qualquer momento.

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POST SB 73-101504

P30 CONNECTION

P50 CONNECTION

P20 CONNECTION

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ENGINE ELECTRONIC CONTROLLER – SB 73-101504
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Unidade de fonte de alimentação (PSU)

A PSU controla a transição da fonte de 28V DC da aeronave


para a energia fornecida pela DG. Ele também retifica ambas
as saídas DG de CA para CC.

A energia da aeronave é usada para alimentar o FADEC


sempre que o barramento da aeronave for ligado com o
motor não funcionando. Com o motor em funcionamento, o
FADEC é alimentado pelo DG, mas se a fonte de
alimentação do DG falhar, a PSU retornará à fonte de
alimentação da aeronave para continuar a operação do
motor.

A energia da IOP monofásica DG é selecionada quando a


saída de energia DG é maior que a energia fornecida pela
aeronave. A transição é suave e os diodos impedem a
alimentação de energia do DG no barramento da aeronave.

A energia da CPU trifásica DG é selecionada de uma


maneira semelhante descrita acima. No entanto, a fonte de
alimentação da aeronave para a CPU é desconectada pela
PSU quando N2 está acima de 35% e a tensão de saída DG
está acima de 23,7 volts.

A energia da aeronave é reconectada quando N2 é menor


que 29% ou a tensão de saída DG é menor que 17,2 volts.
Esses métodos de seleção de fonte de alimentação eliminam
qualquer interrupção de energia no ponto de mudança.

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AIRCRAFT
ENGINE

UNIDADE DE FONTE DE ALIMENTAÇÃO - PSU


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Unidade central do processador (CPU)

As funções de controle EEC são geradas na placa da CPU de Se o cronômetro do watchdog detectar um mau
cada canal, com exceção do controle da fonte de alimentação funcionamento da CPU em uma escala de tempo, o
elétrica e da função de proteção contra sobre velocidade watchdog imporá uma redefinição da CPU. Nesta situação, o
(Overspeed). controle passa temporariamente para o outro canal. Após
quatro redefinições de CPU, o watchdog imporá um
O controle do mecanismo alterna automaticamente entre os congelamento e o controle passará para o outro canal até que
canais. Se o canal A estiver no controle, o canal B é o backup. a falha seja corrigida e removida. O controle de canal
alternado normal será retomado.
Na próxima partida, o canal B controlará com o canal A como
backup. O comando de mudança de canal é acionado no
desligamento do motor (interruptor de funcionamento do motor Sinais de entrada EEC
selecionado para OFF) e gravado na memória do EEC
(EEPROM). Existem dois tipos de sinais de entrada para o EEC:

Um intertravamento impede que ambos os canais estejam no • Duplex: são sinais que são recebidos separadamente no
comando ao mesmo tempo. Se o canal de controle se tornar canal A e no canal B.
incapaz de controlar, os relés de mudança de canal mudarão
para o canal de backup. Como os processos de controle estão • Simplex: são sinais singulares que são:
sempre em execução, o controle pode ser transferido de um
canal para outro sem demora enquanto o software de controle é -Internamente com conexão cruzada antes da validação.
iniciado.
-Internamente reticulado durante a validação.
O canal em espera, no entanto, gera valores padrão enquanto
detecta que não está conectado à saída. O canal em espera -Comunicação cruzada interna durante o processamento.
inicia o controle de malha fechada das saídas somente após a
alteração do canal ter sido detectada. A operação de cada CPU Todos os sinais de entrada são validados (verificados quanto
é monitorada por um "Watchdog Timer". à precisão).

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Sinais de entrada EEC (Cont.)

Existem três métodos de validação do sinal de entrada:

• Verificação cruzada: Cada canal compara seu próprio valor


do sinal de entrada com o valor do sinal de entrada do outro
canal.

• Verificação de faixa: Cada canal verifica seu valor de


entrada para verificar se está dentro dos valores normais da
faixa de operação (mínimo e máximo).

• Valor sintetizado: Cada canal verifica um valor de


parâmetro do motor (ou, para ser mais preciso, o valor
sinalizado devido a possíveis falhas na saída do sensor)
contra um valor sintetizado (calculado).

Nota: Os sinais de entrada são validados por apenas um ou


dois dos três métodos e apenas os sinais mais importantes
são verificados em relação a um valor sintetizado

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OPERAÇÃO DA CPU
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FALHA DA CPU
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TROCA DE CANAL CPU


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EEC Monitoramento da saúde.

Ambas as vias do EEC processam continuamente os Cada canal possui seis níveis de integridade, de 0 a 5. O
parâmetros de entrada, executam seus processos de controle nível 0 é o mais saudável e indica operação normal do
e se comunicam com a aeronave barramento via ARINC 429. FADEC. Se o nível de integridade de ambos os canais cair
para o nível 2, o EEC comandará a rotação do motor para a
Durante esse processo, o EEC monitora o nível de marcha lenta. Se o nível de integridade de ambos os canais
integridade do sistema FADEC. cair para o nível 3, o EEC ordenará que o motor seja
desligado. Existe um esquema de nível de integridade
Cada tipo de falha detectável está associado a um nível de separado que é usado se as comunicações entre canais
integridade. A integridade de cada canal é monitorada e falharem. Este esquema permite parâmetros que, após sua
comparada continuamente. perda, são normalmente utilizados pelo canal de controle
nas comunicações digitais entre canais do EEC. O uso do
Se o canal no controle desenvolver uma falha e o outro canal nível de saúde separado.
for mais saudável, o EEC mudará o controle para o outro
canal. O canal mais saudável da EEC sempre controlará o
motor. Somente o canal de controle está conectado à saída
O esquema também indica que as checagens cruzadas de
através dos relés de mudança de canal.
parâmetros não podem ser executadas. O quadro abaixo
resume os efeitos de várias combinações dos níveis de
Certas combinações de múltiplas falhas não críticas podem
saúde da EEC.
constituir um nível inferior de saúde para o EEC. Algumas
falhas causam perda de função somente quando presentes
em combinação com outras falhas. Tais combinações de
falhas recebem um nível de saúde apropriado. A lógica
combinatória para esses casos está contida na EEC. Os
níveis de integridade do EEC situam-se entre "funcionalidade
completa" e "desligamento necessário".

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Proteção Independente de Excesso de Velocidade (IOP).


Uma falha na IOP será vista como um 'voto' para fechar o
As IOPs evitarão uma velocidade excessiva perigosa dos PRSOV. Se o segundo IOP detectar uma velocidade
rotores LP e HP fechando a válvula Pressure Raising and excessiva, o motor será desligado.
Shut Off Valve cortando o combustível para a FMU.
O desligamento do mecanismo como resultado da ação da
Quando o sinal de velocidade N1 ou N2 excede um valor limite IOPs cria um as seguintes mensagens no EICAS em âmbar:
predefinido, um dos IOPs fechará a PRSOV e informa isso
para o outro canal através do Crosslink discreto. Embora um
canal esteja sob controle, os dois IOPs dos canais podem "L - R ENG OVERERSPEED"
funcionar como resultado de uma situação de velocidade
excessiva. O IOP de qualquer canal pode detectar primeiro a
velocidade excessiva e depois sinalizar para o outro canal. No
entanto, o solenoide dos IOPs na FMU não energiza, a menos
que o IOP do outro canal também detecte uma velocidade
excessiva.

As IOPs de ambos os canais precisam concordar que uma


velocidade excessiva está ocorrendo antes de desligar o motor.

Os limites do rotor são: Limite de IOP são:

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PROTEÇÃO DE SOBRE VELOCIDADE INDEPENDENTE


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Plug de entrada de dados (DEP)


A DEP contém características do motor e, portanto, deve
Instalado na face frontal do EEC, o DEP fornece ao EEC permanecer com o motor. Embora instalado na EEC, está
informações específicas para um motor específico. Possui preso ao motor. Quando um EEC é substituído, o DEP é
duas seções eletricamente isoladas, cada uma fornecendo a simplesmente transferido do EEC removido para o EEC
mesma informação ao seu respectivo canal EEC. substituto.

O DEP fornece os seguintes valores: O Boletim de Serviço 73-101443 apresenta um plug de


entrada de dados revisado (ilustrado abaixo) que usa pinos
• ITT Trimming. em vez de fios de jumper.

• para garantir que todos os motores tenham o mesmo


limite de linha vermelha.

• EPR Trimming.

• Garantir que todos os motores do mesmo padrão de


construção tenham o mesmo EPR para impulsionar o
relacionamento no teste de aprovação.

• Classificação do motor.

• Para garantir que dados corretos sejam usados ​pelo


EEC Os valores de ajuste acima são determinados no teste
de aprovação do motor e configurados como códigos
binários, fazendo um curto-circuito nos fios dos jumpers. A
reconfiguração em serviço dos cabos de jumper DEP é
necessária apenas quando a notificação oficial, como um
boletim de serviço, é recebida ou após o reparo ou revisão
do motor, quando as características dos parâmetros do
motor podem mudar.

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PLUG DE ENTRADA DE DADOS (DEP)


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Gerador Dedicado (DG)

O DG fornece energia ao sistema EEC e FADEC. Ele é


montado na frente da caixa de acessórios, no lado esquerdo,
quando visto de frente. O rotor acionado pelo motor possui um
conjunto de ímãs permanentes, enquanto o estator incorpora
os enrolamentos e os conectores de saída. O gerador possui 2
saídas de energia trifásicas e 2 monofásicas. A energia
trifásica é fornecida às cargas externas da CPU e do sistema
FADEC. A energia monofásica é fornecida aos IOPs.

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GERADOR DEDICADO (DG)


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GERADOR DEDICADO (DG)


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LOCALIZAÇÃO DO GERADOR DEDICADO (DG)


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Visão geral do sistema

O EEC recebe sinais de comando e informações da estrutura, • Válvulas solenoides, ativando ou desativando uma pressão
através do barramento de dados ARINC 429, e também sinais de combustível HP.
de informações de vários sensores ao redor do motor.
• Servo válvulas eletro-hidráulicas (EHSVs) para variar a
A partir dessas entradas, os sinais de saída são gerados para pressão do combustível para fornecer um posicionamento
comandar várias configurações dos sistemas ao redor do infinitamente variável entre dois extremos.
mecanismo.
Os sistemas de motores também comunicam seu status ao
O EEC, por meio do sinal de comando, faz interface com os EEC através de sinais de feedback. Eles diferem de acordo
sistemas do motor de diferentes maneiras, dependendo do com o tipo de sistema sob controle, conforme a seguir:
tipo de sistema e dos requisitos de controle, como segue:
• Dois sistemas de posição, geralmente um sistema
• Sistemas elétricos. controlado de LIGAR / DESLIGAR, usam micro interruptores
para indicar a posição mais importante.
• Interruptores de relé, para ligar ou desligar a energia
elétrica. • Os sistemas de modulação usam Transformadores
variáveis ​lineares (LVT) ou Transformadores diferenciais
• Sistemas operados pneumaticamente. variáveis ​rotativos (RVDT) para indicar uma posição precisa
sobre a faixa de operação normal do sistema.
• Válvulas solenoides, ligando ou desligando a pressão do
ar.

• Sistemas operados hidraulicamente

• Válvulas solenoides, ativando ou desativando a pressão


do óleo hidráulico.

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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha FADEC

VISÃO GERAL DO FADEC


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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha FADEC

Intencionalmente em branco

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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Gerenciamento de potência

BR710 Seção 5 – Gerenciamento de potência

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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Gerenciamento de potência

Intencionalmente em branco

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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Gerenciamento de potência
Manete de potência / interface com o EEC

As manetes de potência consistem em uma alavanca As falhas de verificação cruzada serão acomodadas
principal para ajustar a potência do motor a frente e uma selecionando a mais alta das duas entradas, se nenhuma
pequena alavanca de comando com dedos (Finger lift falha anterior existir. Se houver falhas antes da verificação
lever) para selecionar a operação do reversor do motor. cruzada, o canal na entrada de controle deve ser usado.

Cada manete de aceleração aciona um transformador Uma falha dupla do TRA (Throttle Resolver Angle) deve
diferencial variável rotativo de dois canais (RVDT), montado ser acomodada mantendo a última configuração válida, não
no módulo da manete no console central. Cada canal de superior à classificação máxima contínua, até que a
RVDT é dedicado a um canal do EEC. aeronave esteja em uma configuração de aproximação. A
energia será redefinida para alta ociosidade e
O EEC fornece uma corrente de excitação para os subsequentemente baixa ociosidade após o pouso. Essa
resolvers de aceleração. Os resolvers geram uma situação resulta em uma mensagem âmbar.
voltagem relativa à posição da manete, ou Throttle
Resolver Angle (TRA), que o EEC lê como um sinal de “L – R THROTTLE FAIL”
demanda de potência (ou EPR) e define a potência do motor
de acordo o solicitado. Assim, é estabelecida uma relação As manetes de aceleração também podem ser operadas por
TRA / EPR. Os resolvers são conectados ao EEC, um sistema de aceleração automática. Os computadores
separados ao barramento ARINC 429. aviônicos integrados (IACs) calculam um valor alvo de EPR
a partir das entradas da aeronave. Um servo motor aciona a
Não há ligação mecânica entre as manetes da cabine de manete. O sistema é ligado ou desligado através de um
comando e os motores. O sistema de detecção de falhas interruptor na parte traseira da manete. Além disso, há um
TRA do EEC detectará todas as falhas elétricas ou botão rápido de “OFF". Os IACs também têm autoridade
eletrônicas que, se não forem acomodadas corretamente, para modificar os sinais dos RVDTs da manete para
resultarão em perda do controle de empuxo. sincronização dos valores N1, N2 ou EPR do motor
esquerdo e direito. Os modos de sincronização
Isso inclui a detecção de falhas de circuito aberto e curto, (sincronização N1, sincronização N2, sincronização EPR ou
falhas resistivas resultando em uma falha de verificação OFF) são selecionados através da CDU do FMS. N1 sync é
cruzada de canal e falhas de rigagem onde ambos os canais a configuração padrão quando o FMS esta sendo ligado.
estão de acordo, mas as entradas TRA excedem a faixa
válida.

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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Gerenciamento de potência
Manete de potência / interface com o EEC.

Se a sincronização estiver indisponível, devido a uma falha do


sistema, haverá uma mensagem na cor Cyan nível
ADVISORY :

“ENG SYNC FAIL”

A autoridade de ajuste da sincronização normal é limitada a


+/- 5%. A incapacidade de executar a sincronização, devido a
limitações de autoridade de ajuste, criará uma mensagem da
cor Cyan nível ADVISORY : :

“ENG SYNC LIMIT”

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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Gerenciamento de potência
Manete de potência / interface com o EEC.

MANETE DE POTÊNCIA / INTERFACE COM O EEC


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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Gerenciamento de potência

Controle de Malha Fechada.


Closed Loop Control

O relacionamento EPR / TRA é modificado por sinais de


entrada para as condições ambientais e status do sistema
prevalecentes. A partir desse relacionamento modificado, um
comando de EPR é gerado e uma demanda de combustível
necessária (WF) é calculada. O sinal WF comanda a posição
da válvula de medição de combustível (FMV). A posição FMV
é sinalizada de volta ao EEC como um WF real, qualquer
diferença (ou erro) entre o comando WF e o WF real resultará
no movimento do FMV até que o WF real seja o mesmo que o
comando WF. A posição FMV permitirá uma certa quantidade
de combustível para o motor, que por sua vez irá gerar os
valores P20 e P50. Esses dois sinais serão validados e
usados ​para calcular o EPR real. O EPR real é exibido na
cabine de comando. Qualquer diferença entre o comando
EPR real e o comando EPR será eliminada recalculando o
sinal de comando WF. Se o EPR não puder ser calculado ou
detectado, N1 será usado. Nesse modo, um comando N1 é
usado para gerar um comando WF e será usado para
comparação com o N1 real.

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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Gerenciamento de potência
Controle de Malha Fechada.
Closed Loop Control

CONTROLE DE MALHA FECHADA - FMV


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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Gerenciamento de potência

EEC INICIANDO – REVERSÃO SUAVE


EEC INITIATED - SOFT REVERSION
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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Gerenciamento de potência
Ajuste das manetes.
Throttle Settings

O EEC possui dois modos para ajustar a potência O comando do reverso é somente por seleção manual e é
estacionado acima da macha lenta . Eles são EPR e N1. O controlado para um relacionamento ângulo de alavanca do
EPR é o modo primário, enquanto N1 é o backup. N2 é o acelerador em reverso (RTLA) / N1.
parâmetro de controle da rotação em macha lenta.
N1 Velocidade do Fan- Limitações de operação em terra são
Embora a macha lenta seja controlado para RPM de N2, um necessárias limitações na velocidade de N1 do Fan durante
EPR equivalente é calculado para que o EEC possa as decolagens estáticas de terra para limitar o estresse do
estabelecer o relacionamento TRA / EPR em toda a faixa de disco do Fan associado à ressonância das Blades. As
operação. limitações exigem que a velocidade do Fan não seja
estabilizada entre 66% e 80% N1 (LP Keep Out Zone -
A potência a frente é definida posicionando as manetes KOZ). Além disso, o tempo necessário para transitar esta
principais de aceleração (manual ou automaticamente) entre faixa de velocidade não deve exceder 10 segundos. Os
a marcha lenta e a potência máxima. Dentro dessa faixa de motores de aeronaves Global equipados com o padrão de
potência, existem vários níveis de potência, como: software EEC C7 (SB 73-101472) incorporam uma lógica
KOZ de velocidade do Fan (N1) eletrônica. A lógica KOZ de
• MTO - Potência máxima de decolagem. velocidade do Fan eletrônico EEC é ativada quando a
aeronave está no solo e o freio de estacionamento está
• MCT - Potência máxima contínua . acionado. O EEC usa a velocidade do Fan N1 e a taxa de
variação da velocidade do Fan N1 para determinar quando é
• MCL - Potência de subida. necessário ativar a lógica KOZ. Quando ativada, a lógica
KOZ da velocidade do Fan eletrônico EEC garante que as
• MCR - Potência máxima de cruzeiro. limitações de velocidade do Fan em movimento no solo
sejam atendidas, independentemente da posição da manete
• Flexible TO - Potencia flexível de decolagem. de potência e / ou taxa de movimento.

• Flexible CL – potência flexível de subida.

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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Gerenciamento de potência
Ajuste das manetes.
Throttle Settings

O EEC possui dois modos para ajustar a


potência em estado estacionário acima
da macha lenta. Eles são EPR e N1.
EPR é o modo primário, enquanto N1 é
o backup. N2 é o parâmetro de controle
na velocidade de macha lenta. O
reversor de empuxo é somente por
seleção manual e é controlado para um
relacionamento Ângulo de alavanca do
acelerador reverso (RTLA) / N1.

AJUSTE DAS MANETES


THROTTLE SETTINGS
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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Gerenciamento de potência
Modo de controle alternado.
Alternate control mode

Em uma determinada posição da manete


(diferente da marcha lenta), o motor com o
modo de reversão forte (hard reverted)
tem controle de N1 alternativo oferecendo
um empuxo mais alto do que no modo de
controle EPR normal. Em uma 'reversão
suave’ (Soft reversion), um viés é
aplicado à programação N1 usada pelo
EEC. O viés N1 impede que um impulso
(alteração de empuxo) ocorra quando o
EEC muda para o modo de controle N1.

MODO DE CONTROLE ALTERNADO


ALTERNATE CONTROL MODULE
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Potência de decolagem

O MTO (Maximum Takeoff) é selecionado avançando os Há uma mudança adicional, de potência máxima continua
aceleradores, manual ou automaticamente, para a parada (MCT) para a potência máxima de subida (MCL), com uma
forçada (hard stop) na posição totalmente para a frente. O mudança contínua na altitude (30.000 a 32.000 pés).
EEC incorpora funções limitadoras para evitar excedências de
N1, N2, P30 e fluxo de combustível.

O modo de bloqueio (Lock-up mode) é inserido quando a


velocidade da aeronave excede 65 Kts durante a corrida de
decolagem. Nesse modo, qualquer alteração grande ou
repentina nos débitos de sangria é ignorada pelo EEC,
impedindo grandes alterações repentinas no EPR. O modo de
bloqueio (Lock-up mode) é cancelado quando:

• o acelerador é movido manualmente para a posição de


marcha lenta.

• A altitude acima da pista ultrapassa 400 pés

• CAS excede 300 Kts

• O numero de Mach excede 0,55

O potência máxima na posição máxima de avanço das


manetes mudará da potência máxima de decolagem (MTO /
TOGA) para a potência máxima continua (MCT) à medida que
a altitude alcançar (16.500 a 18.000 pés) ou a velocidade de
da aeronave aumenta para (0,45 a 0,50 Mach).

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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Gerenciamento de potência
Potência de decolagem

A decolagem de empuxo reduzido (FLEX) é permitida quando


o peso da aeronave e as condições da pista são de tal ordem
que a potência total não é necessária. As vantagens da
potência flexível são menos desgaste e temperaturas
operacionais mais baixas da turbina, o que prolonga a vida útil
do motor e reduz os custos de manutenção.

O empuxo de decolagem flexível é implementado pelo uso de


uma temperatura assumida maior que a temperatura ambiente
do dia e está sujeito a certos requisitos da autoridade de
certificação:

• O uso do impulso flexível está sempre a critério do piloto.

• A potência máxima de decolagem pode ser selecionada, se


necessário, a qualquer momento, sem introduzir dificuldades
de controle.

• Não há perda de função, aviso de falha do motor ou aviso


de configuração da decolagem.

• pelo menos 75% do impulso nominal total é usado em todas


as decolagens.

Da mesma maneira que a utilização de um empuxo de


decolagem reduzido (de-rated) , o empuxo de subida reduzido
(de-rated) pode ser usado para operar a aeronave sem
incorrer em violações de ruído.

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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Gerenciamento de potência
Potência de decolagem

POTÊNCIA DE DECOLAGEM
TAKE OFF THRUST
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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Gerenciamento de potência

Configuração da macha lenta

A macha lenta mínima do motor é controlado para um valor de Se o EEC não puder determinar se a aeronave está em uma
N2, em função da temperatura e altitude. No entanto, o EEC configuração de aproximação ou não, o EEC será padronizado
controlará a potência de macha lenta para impedir que o motor para alta macha lenta alta.
opere abaixo de certos limites mínimos, como:

• P30 Para garantir que as demandas de sangria da cabine e


anti-gelo possam ser atendidas.

• N1 Para impedir o acúmulo de gelo no Fan no solo e durante


o voo.

• N2 Para garantir que os VFGs (Variable Frequency


Generator) permaneçam ligadas.

• T30 Para proteger contra intempéries, abrindo as válvulas de


sangria para ajudar a rejeitar a água e manter a margem de
surge do compressor e comandando a ignição contínua para
manter a combustão.

A marcha lenta baixa é comandada quando a manete está na


posição de marcha lenta para frente e a aeronave não está em
uma configuração de aproximação.

A faixa de marcha lenta alta é comandada quando o TRA está


na posição de marcha lenta para a frente com a aeronave em
uma configuração de aproximação e o WOW (peso nas rodas)
é falso (a aeronave não está no solo). A macha lenta alta
também é mantido por 5 segundos após o pouso, para garantir
que o tempo de aceleração do motor seja satisfatório em caso
de arremetida.

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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Gerenciamento de potência

Configuração da macha lenta.

CONFIGURAÇÃO DA MACHA LENTA


IDLE SPEED SETTING
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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Gerenciamento de potência
Modo de Controle Alternativo (Reversão paraN1)

O EEC normalmente governa a potência do motor usando Uma mudança iniciada pelo piloto, através de um
EPR como parâmetro de controle primário, no entanto, como interruptor na cabine de comando, é conhecida como
alternativa, o EEC também pode usar a velocidade do Fan N1 “hard reversion” Os interruptores seletores do modo de
como parâmetro de controle do motor. A troca entre esses controle do motor (L e R) estão no painel de controle do
dois modos de operação é chamada de “reversão”. A motor no pedestal central (à frente do conjunto do
seguinte mensagem de alerta da tripulação é exibida quando quadrante de manetes).
o sistema de controle do motor é revertido para o controle N1:
Essas chaves de duas posições podem selecionar os
"L - R FADEC N1 CTL" modos de controle do motor EPR ou N1. Quando um
motor é revertido para “hard reverted” , o valor EPR
Uma mudança para o modo de controle alternativo, que é ainda é exibido (o valor digital não está em caixa), o EEC
iniciado pela EEC, é conhecida como “reversão suave”. usa as programações de velocidade TRA / N1 para
Uma reversão suave ocorrerá quando o EEC detectar uma controlar a potência do motor e o display digital N1
falha P50, uma falha nos dados do ar (P20) ou uma falha no apresenta em caixa. O alerta da tripulação L – R FADEC
status do plugue de entrada de dados (DEP). O EPR não é N1 CTL é exibido como uma mensagem em “WHITE
mais exibido e uma caixa Âmbar envolve o visor digital de N1. STATUS”.
A mensagem “L - R FADEC N1 CTL” é exibida com uma cor
ÂMBAR de ATENÇÃO. A falha deve ser corrigida antes que o
EEC possa retomar o controle EPR normal.

Se a falha, que causou uma 'reversão suave', for corrigida,


o mecanismo deverá entrar no modo “hard reverted” para
alternar o controle antes que o controle EPR normal possa ser
selecionado novamente.

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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Gerenciamento de potência
Modo de Controle Alternativo (Reversão para N1)

Em uma determinada posição do acelerador (diferente da


marcha lenta), um motor com reversão forte no modo de
controle N1 alternativo oferece um empuxo mais alto do que no
modo de controle EPR normal. Em uma 'reversão suave', um
viés é aplicado à programação N1 usada pela EEC. O viés N1
impede que um empuxo (alteração de empuxo) ocorra quando
o EEC muda para o modo de controle N1. Esse viés não é
aplicado, no entanto, quando uma 'reversão forçada’ “hard
reverted” é selecionada e um empuxo ocorrerá se a alteração
no modo de controle for feita em posições do acelerador
diferentes da marcha lenta. Para evitar mudanças bruscas no
empuxo ao reverter com força o modo de controle do motor, a
alavanca do acelerador sempre deve ser colocada na posição
de marcha lenta antes de alterar a posição do interruptor
seletor do modo de controle do motor.

Em voo, é normal operar os dois motores no mesmo modo de


controle. Se um motor 'reverter suavemente', os dois
motores, por sua vez, quando as condições de voo permitirem,
serão reduzidos à potência de macha lenta e 'fortemente
revertidos' para o controle N1. Se for necessário que a
tripulação em voo opere os motores em modos diferentes, o
acelerador do motor 'soft reverted' deve ser ajustado para
corresponder seus valores de N1 rpm aos do motor no modo
de controle EPR.

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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Gerenciamento de potência
Modo de Controle Alternativo (Reversão para N1).

Em uma determinada posição do acelerador


(diferente da marcha lenta), um motor com
reversão forte no modo de controle N1
alternativo oferece um empuxo mais alto do
que no modo de controle EPR normal. Em
uma 'reversão suave', um viés é aplicado à
programação N1 usada pela EEC. O viés
N1 impede que um impulso (alteração de
impulso) ocorra quando o EEC muda para o
modo de controle N1.

MODO DE CONTROLE ALTERNATIVO (REVERSÃO PARA N1)


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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Gerenciamento de potência

Intencionalmente em branco

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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Indicação do motor

BR710 Seção 6 – Indicação do motor

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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Indicação do motor

Intencionalmente em branco

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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Indicação do motor
Sistema de Indicação do Motor e Alerta a Tripulação
(EICAS)

O Sistema de Indicação de Motor e Alerta a Tripulação Os sistemas são selecionados através de botões no
(EICAS) é um sistema integrado de exibição de computador controlador EICAS no pedestal central. Também existe uma
digital que é usado para fornecer indicações e alertas do opção para selecionar DUs alternativas para telas sinópticas.
sistema de propulsão à tripulação. Duas unidades de exibição Nem todos os parâmetros do motor são exibidos no EICAS.
(DU's) para o sistema EICAS estão localizadas lado a lado no Eles podem ser usados ​para monitoramento do motor ou ter um
painel central (DU3 e DU4). certo controle de funções.

A unidade de exibição DU3 EICAS normalmente mostra os As mensagens de alerta da tripulação aparecerão na janela
parâmetros principais do motor, como EPR, N1 e ITT (TGT) no superior direita da tela principal do EICAS. Eles são agrupados
formato de arco, juntamente com os valores digitais desses em categorias, o grupo mais importante no topo e listados
parâmetros. cronologicamente em cada grupo.

N2 é exibido apenas no formato digital, juntamente com os


parâmetros secundários, como fluxo de combustível, pressão e
temperatura do óleo, etc. Alguns parâmetros primários da
aeronave também são exibidos nesta tela.

A vibração N2 é exibida apenas como um ícone ÂMBAR VIB


acima de 1,0 IPS. Isso é acompanhado por um display digital
dos níveis de vibração N1 para ambos os motores. A vibração
N1 é exibida como uma leitura digital VERDE para os dois
motores quando os níveis de vibração dos motores excederem
0,5 IPS e fica âmbar acima de 1,0 IPS. A tela principal pode ser
alterada para DUs alternativos, se necessário. O interruptor de
controle está situado no Controlador de Reversão (Reversion
Controller) no pedestal central DU4 normalmente mostra
vários visores sinóticos do sistema.

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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Indicação do motor
Sistema de Indicação do Motor e Alerta a Tripulação
(EICAS)

As categorias são as seguintes: RED WARNING e AMBER CAUTION serão


acompanhadas por avisos auditivos. A exibição normal
• RED - WARNINGS de mensagens contém 24 linhas, mas é reduzida para
14 quando o menu pop-up Slats / Flaps, Spoilers e
• São mensagens que requerem reconhecimento imediato e posição do trem está em exibição.
ação corretiva ou compensatória da tripulação de voo. Além
disso, eles podem impor limitações específicas à aeronave
durante o voo atual.

• AMBER - CAUTIONS

• São mensagens que requerem reconhecimento imediato


da tripulação e subsequente ação compensatória por parte
da tripulação de voo.

• CYAN - ADVISORIES

• Essas são mensagens que exigem conhecimento da


tripulação de voo.

• WHITE - STATUS

• São mensagens que representam a seleção da tripulação


de voo. As mensagens

RED WARNING e AMBER CAUTION serão acompanhadas


por avisos auditivos. A exibição normal de mensagens contém
24 linhas, mas é reduzida para 14 quando o menu pop-up
Slats / Flaps, Spoilers e Posição da engrenagem está em
exibição.
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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Indicação do motor
Sistema de Indicação do Motor e Alerta a Tripulação
(EICAS)
DU 3 DU 4

SISTEMA DE INDICAÇÃO DO MOTOR E ALERTA A TRIPULAÇÃO - EICAS


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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Indicação do motor
Sistema de Indicação do Motor e Alerta a Tripulação
(EICAS) DU 4
DU 3

EICAS – INDICADOR DE SISTEMAS


EICAS – INDICADOR PRIMÁRIO

SISTEMA DE INDICAÇÃO DO MOTOR E ALERTA A TRIPULAÇÃO - EICAS


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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Indicação do motor
Sistema de Indicação do Motor e Alerta a Tripulação
(EICAS)

SISTEMA DE INDICAÇÃO DO MOTOR E ALERTA A TRIPULAÇÃO - EICAS


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GLOBAL 600 FUSION


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Sistema Indicador de Razão de Pressão do Motor (EPR).


Engine Pressure Ratio Indicating System

A potência real não pode ser medida na asa, mas a razão de


pressão do motor (EPR) fornece uma indicação do potência e
é usada para o ajuste do motor. EPR é calculado como:

As pressões P20 e P50 são conectadas através de tubos ao


módulo de pressão do EEC. Eles são então convertidos em
sinais elétricos, validados e alimentados aos dois canais da
EEC. Devido às tolerâncias de construção, nem todos os
motores têm o mesmo relacionamento EPR / Potência. O
EPR calculado é, portanto, modificado (ajustado) para garantir
que a indicação do EPR seja sempre a mesma para um dado
empuxo, para todos os motores de um determinado padrão.

Esse ajuste é estabelecido em uma célula de teste e é


transmitido para o EEC através do Data Entry Plug (DEP). O
EPR é exibido no formato de arco redondo e ponteiro, bem
como digitalmente.

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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Indicação do motor
Sistema Indicador de Razão de Pressão do Motor (EPR).
Engine Pressure Ratio Indicating System

HONEYWELL

ROCKWELL COLLINS

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INDICAÇÃO DE EPR Pag. 10
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Sistema Indicador de Razão de Pressão do Motor (EPR).
Engine Pressure Ratio Indicating System

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INDICAÇÃO DE EPR Pag. 11
BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Indicação do motor
Sistema Indicador de Razão de Pressão do Motor (EPR).
Engine Pressure Ratio Indicating System

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INDICAÇÃO DE EPR Pag. 12
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Sonda P20 / T20

A sonda P20 / T20 fornece pressão total de entrada do


motor (P20) para o módulo de pressão do EEC. Ele também
fornece a temperatura total de entrada do motor ao EEC para
fins de controle. A sonda está situada na capota de entrada do
motor na posição de 12 horas e é acessada através de um
painel no revestimento externo da capota. A sonda também
incorpora elementos de aquecimento nas bordas dianteira e
traseira para mantê-la livre de gelo.

SONDA P20/T20
Airjet Taxi Aéreo Ltda Pag. 13
BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Indicação do motor
Sonda P20 / T20

SONDA P20/T20
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Sonda P20 / T20

SONDA P20/T20
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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Indicação do motor
Sonda de pressão P50

As sondas de pressão P50 fornecem a pressão total de


escape do motor central (P50) para o módulo de pressão do
EEC. As sondas de pressão P50 estão localizados na borda
principal de quatro das dezesseis estatoras de escape
(EGVs) situadas na saída da turbina LP. Os probes
consistem em vários pequenos tubos pitot presos às arestas
principais do EGV. Um coletor conecta os probes e transmite
a pressão para o EEC. O tubo P50 incorpora um coletor de
umidade na saída do painel de carenagem interserviços.

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SONDA DE PRESSÃO P50 Pag. 16
BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Indicação do motor
Sonda de pressão P50

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SONDA DE PRESSÃO P50 Pag. 17
BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Indicação do motor

Sistema de indicação de velocidade dos eixos.

As velocidades dos eixos de LP e HP (N1 e N2,


respectivamente) são detectadas diretamente no motor. Os
sinais N1 e N2 são usados ​pelo EEC para funções de
controle do motor, exibidos no EICAS como porcentagem e
usados ​pelo Monitor de vibração do motor (EVM). N1 é
medido por quatro sondas de velocidade. Uma está
conectada ao IOP (Independent Overspeed Protection) e à
CPU (Central Processing Unit) do canal A. Outra é
conectada da mesma forma ao canal B. A terceira é
compartilhada entre as duas CPUs. A quarta sonda é
conectada à estrutura da aeronave e é dedicada ao sistema
EVM. É usado para indicação de vibração e para
balanceamento do sistema LP 'one-shot’.

N2 é medido de maneira semelhante a N1. Os sinais são


usados ​da mesma maneira, exceto que não há
balanceamento 'one-shot’.

N1 é exibido, como uma porcentagem, tanto digitalmente


quanto no formato de arco e ponteiro.

N2 é exibido apenas digitalmente.

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Sistema de indicação de velocidade dos eixos.

HONEYWELL

ROCKWELL COLLINS

INDICAÇÃO DE N1
Airjet Taxi Aéreo Ltda Pag. 19
BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Indicação do motor

O EEC é suprido com sinais N1 (três sondas) para:

• indicação N1 EICAS Ambos os canais da IOPs devem estar operacionais para


permitir o despacho da aeronave. Se uma sonda IOP N1
• Limite de linha vermelha N1 falhar, é possível conectar a sonda "compartilhada" não
crítica (a sonda conectada às duas CPUs). A falha de N1
• controle N1 (modo alternativo) (perda de sinal) nos dois canais EEC fará com que o motor
seja desligado.
• Controle N1 (impulso reverso)

• Proteção independente de velocidade excessiva (IOP)

O EVM usa sinais N1 (uma sonda) para:

• Indicação de vibração do motor

• Balanceamento de Fan LP "One-shot" as quatro sondas


estão localizadas no alojamento do mancal dianteiro,
próximo a uma roda fônica, parte do eixo do Fan LP. A
sonda de velocidade é um sensor eletromagnético que
produz impulsos à medida que os dentes da roda fônica
passam por ela. A frequência dos pulsos está relacionada
à velocidade do eixo. As sondas de velocidade N1 não
são substituíveis pela linha, pois é necessário acesso à
câmara do rolamento dianteiro para remoção /
substituição. Portanto, é fornecida uma instalação para
alterar as conexões do terminal entre uma sonda com
defeito e uma sonda funcional em um suporte em frente
ao EEC.

Airjet Taxi Aéreo Ltda Pag. 20


BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Indicação do motor

PROBES DE VELOCIDADE LP
43 DENTES DA RODA FÔNICA

UMA VEZ POR DENTE DE REVOLUÇÃO PARA VIBRAÇÃO

INDICAÇÃO DE N1
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CONECÇÕES DO PROBE DE LP (N1)


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Sondas de velocidade N2

O EEC é suprido com sinais N2 (três sondas) para: As sondas podem ser substituídas com muita facilidade,
mas se uma substituição não estiver disponível e uma
• indicação de N2 no EICAS. sonda de IOP falhar, ela poderá ser substituída pela sonda
não crítica. Ambos os canais da IOPs devem estar
• Limitação da linha vermelha de N2. operacionais para permitir o despacho da aeronave. Se o
canal de controle perder seu sinal N2, ele poderá emprestar
• Macha lenta o sinal N2 do canal de backup, se for válido. Se o sinal N2
do canal de backup não for válido, o canal de controle usará
• Controle das VSVs. um valor sintetizado.

• Controle da válvula de sangria

• Controle de aceleração / desaceleração

• Partida / Reacendimento.

• Proteção contra surges de compressor/ Recuperação.

• Proteção contra velocidade excessiva O EVM usa sinais N2


(uma sonda) para:

• Indicação de vibração do motor

Os sinais de velocidade são gerados da mesma maneira que


os sinais N1, mas as sondas estão localizadas ao redor da
carcaça do motor de partida na frente da caixa de acessórios.
Uma engrenagem cônica atua como a roda fônica.

Airjet Taxi Aéreo Ltda Pag. 23


BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Indicação do motor

PROBE DE INDICAÇÃO DE N2 & CONECÇÕES


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Medição de temperatura entre turbinas (ITT)

A temperatura entre turbinas (ITT), que é detectada na


entrada da turbina LP, é o meio prático de medir e limitar o
valor máximo da temperatura de entrada da turbina (TET).

O TET, que é a temperatura do fluxo de gás de combustão


que entra na turbina de HP, é um importante parâmetro de
desempenho do motor que limita a performance que um
motor pode fornecer.

O ITT é usado para controle do motor pelo EEC durante a


operação, partida / religamento e para exibição na cabine de
comando. O ITT é medido entre as turbinas HP e LP, por
sete termopares de elemento duplo, localizados em sete das
estatoras de saída da turbina LP1 e conectados em paralelo.

O relacionamento entre TET e ITT pode variar entre os


motores devido a diferenças no padrão de modificação ou na
eficiência do componente. No teste de aprovação do motor,
é determinado um valor de compensação ITT que permite
que todos os motores instalados sejam operados com o
mesmo valor de linha vermelha de indicação da ITT,
independentemente dessas diferenças. O código de ajuste
apropriado é conectado ao DEP (Data Entry Plug), que é
anexado ao EEC. Este código de compensação é usado pelo
EEC para corrigir a ITT medida. O EEC então transmite o
valor ITT ajustado para o sistema de indicação da aeronave
para exibição. Além disso, é feito um ajuste pelo EEC para a
temperatura da junção fria. O ITT é exibido, em graus oC, no
formato de arco redondo e ponteiro, bem como digitalmente.

Airjet Taxi Aéreo Ltda Pag. 25


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Medição de temperatura entre turbinas (ITT)

HONEYWELL ROCKWELL COLLINS

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TEMPERATURA ENTRE TURBINAS
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Termopar de ITT

Sete unidades de termopar estão igualmente espaçadas ao


redor da área de entrada da turbina LP, posicionada dentro
das estatoras de saída da LP1. Cada sonda é uma unidade
de imersão dupla de elemento duplo, portanto a temperatura
é detectada em 14 posições. Eles são conectados juntos, em
paralelo, por um chicote de cabos. Os cabos são codificados
por cores, verde para Alumel e branco para Chromel. A
conexão incorreta do chicote ao termopar é impedida por
meio de pinos terminais de tamanhos diferentes. A sonda do
termopar está em um ângulo de deslocamento em relação à
caixa de junção. Portanto, deve-se tomar cuidado durante a
remoção.

Airjet Taxi Aéreo Ltda Pag. 27


BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Indicação do motor
Termopar de ITT

TERMOPAR DE ITT
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Sistema de Monitoramento de Vibração do Motor (EVMS).


Engine Vibration Monitoring System (EVMS)

A função principal do Sistema de Monitoramento de Vibração Indicação de vibração N1


do Motor (EVMS- Engine Vibration Monitoring System) é
fornecer à tripulação os meios de monitorar continuamente Se o conjunto rotativo N1 de um dos motores sofrer alta
qualquer desequilíbrio dos conjuntos rotativos no motor, a fim vibração, a 0,5 IPS, uma etiqueta branca "N1 VIB" será
de detectar possíveis falhas mecânicas. postada sob a informação de "OIL PRESS" na página
principal do EICAS. Os níveis reais de vibração de N1
Além disso, o EVMS possui uma função de manutenção, para para ambos os motores serão informados no display
gravar dados de balanceamento do motor em terra e em voo. digital de pressão de óleo da seguinte forma:
Isso pode ser usado para calcular uma solução de
balanceamento de compensação do Fan. Uma unidade de • Entre 0,0 e 0,9 IPS, os dígitos ficarão verdes.
monitoramento de vibração do motor (EVMU) montada na
estrutura recebe sinais de N1 e N2 junto com sinais de • Se a vibração N1 exceder 1,0 IPS, os dígitos ficarão
vibração de um transdutor montado no motor. âmbar, indicando uma excedência

Indicação de vibração de N2 • A faixa indicadora de vibração N1 é de 0,0 a 9,9 IPS


Quando os níveis de vibração N1 de ambos os motores
Se o conjunto rotativo N2 de um dos motores sofrer alta caem abaixo de 0,5 IPS, a etiqueta de vibração N1 e os
vibração, um ícone âmbar "VIB" será publicado acima da displays digitais são removidos.
indicação de N2 RPM dos motores na página principal do
EICAS. O ícone “VIB” é exibido quando o nível de vibração
de 1,0 polegadas / segundo (IPS) é atingido. Quando o nível
de vibração N2 cai abaixo de 1,0 IPS, o ícone "VIB" é
removido.

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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Indicação do motor

Sistema de Monitoramento de Vibração do Motor (EVMS).


Engine Vibration Monitoring System (EVMS)

Indicação de vibração N1

Além disso, sempre que um ícone N2 "VIB" for exibido, os


níveis de vibração N1 para os dois motores serão exibidos.

Balanceamento do Fan

Uma conexão de teste na EVMU permite o uso de um


analisador de vibração para calcular uma solução de
balanceamento de Fan. A EVMU fornece velocidade LP (N1),
amplitude de vibração e ângulo de fase ao equipamento de
teste. Usando essas informações, o analisador calcula a
localização e a massa dos pesos de balanceamento para as
compensações necessárias para equilibrar corretamente o
rotor LP.

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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Indicação do motor
Sistema de Monitoramento de Vibração do Motor (EVMS).
Engine Vibration Monitoring System (EVMS)

HONEYWELL
ROCKWELL COLLINS

MONITORAMENTO DA VIBRAÇÃO DO MOTOR


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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Indicação do motor

Transdutor de vibração do motor

O transdutor está localizado na caixa intermediária,


ligeiramente à esquerda do TDC. Um cabo especial de
baixo ruído transmite o sinal de vibração para a EVMU.

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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Indicação do motor

TRANSDUTOR DE VIBRAÇÃO NO MODULO M32


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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Indicação do motor

Medição de T30

A temperatura de saída do compressor HP, T30, é monitorada


continuamente pelo EEC como um meio de detectar alto teor
de umidade devido a intempéries. Nessas circunstâncias, o
EEC pode tomar as medidas necessárias para evitar o
apagamento do motor, incluindo a seleção de ignição contínua,
o controle do manuseio das válvulas de sangria e o aumento
da velocidade de marcha lenta do motor. Os dois termopares
estão localizados na carcaça da câmara combustão, alinhados
com os bicos de pulverização de combustível, nas posições 9
e 3. Os cabos Chromel e Alumel são conectados ao chicote
elétrico principal por conectores de pá / parafuso com
diferentes diâmetros de furo. Cada sonda é conectada a um
canal EEC separado. As sondas são aparafusadas à carcaça
da câmara de combustão e uma vedação de metal 'C' evita
vazamentos.

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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Indicação do motor

T30

T30 THERMOCOUPLE
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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Indicação do motor

Coletor de Pressão P30

A pressão de entrega do compressor HP, P30, é usada para


a programação de combustível e detecção e recuperação de
surge. A pressão é retirada da carcaça da câmara de
combustão, entre os bicos de pulverização de combustível
19 e 20. A pressão é então canalizada para o módulo de
pressão do EEC. Existe um dreno de umidade na saída da
carenagem interserviços.

Airjet Taxi Aéreo Ltda Pag. 36


BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Indicação do motor

COLETOR DE PRESSÃO DE P30


Airjet Taxi Aéreo Ltda Pag. 37
BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Indicação do motor

Sinal de pressão P0

O sinal de pressão P0 fornece ao EEC um valor de pressão


ambiente para programação do sistema e validação do sinal.

A captação do sinal P0 faz parte do conjunto do EEC e


consiste simplesmente em uma tela de malha de proteção
sobre a porta de entrada de pressão. Na verdade, é a
pressão dentro da capota que é relativa à pressão ambiente.

Airjet Taxi Aéreo Ltda Pag. 38


BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Indicação do motor

Airjet Taxi Aéreo Ltda COLETOR DE PRESSÃO DE P30 Pag. 39


BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Indicação do motor

Intencionalmente em branco

Airjet Taxi Aéreo Ltda Pag. 40


BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Sistema de óleo do motor

BR710 Seção 7 – Sistema de oleo do motor

Airjet Taxi Aéreo Ltda Pag. 1


BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Sistema de óleo do motor

Intencionalmente em branco

Airjet Taxi Aéreo Ltda Pag. 2


BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Sistema de óleo do motor

Visão geral do sistema

A função do sistema de óleo é lubrificar e resfriar os O sistema é protegido contra pressão excessiva, quando
rolamentos e a caixa de acessórios do motor. O sistema é aplicável, pelo uso de válvulas de alívio.
autônomo e é do tipo de recirculação e fluxo completo.
A informação de obstrução do de filtro de óleo são indicados
O óleo é armazenado no reservatório principal, que é parte por chaves de pressão diferencial e indicadores pop-up.
integrante da caixa de acessórios (AGB), e um reservatório
auxiliar, formado por uma cavidade moldada dentro do AGB. A pressão do sistema é medida como um diferencial entre a
Um sistema ejetor garante a circulação de óleo entre os dois pressão de entrega da bomba de óleo e a pressão da linha
reservatórios. Todas as interconexões do sistema são para o de retorno da câmara do rolamento traseiro.
tanque principal.
A detecção da temperatura do óleo é realizada na linha de
Uma bomba de elemento único leva o óleo do tanque para as retorno para o reservatório.
câmaras de rolamento dianteiras e traseiras e para a AGB,
através de um trocador de calor óleo - combustível (FCOC). Os detectores de limalhas magnéticos (MCDs) são
instalados em três das linhas de retorno para monitorar a
Três bombas de retorno removem o óleo das câmaras dos condição interna dos componentes em contato com óleo no
rolamentos e da AGB e devolvem-no ao tanque em uma sistema.
única linha de retorno combinada. Uma quarta bomba retorna
o óleo de um separador centrífugo, parte do sistema de A quantidade, a pressão e a temperatura do óleo são
ventilação, para o tanque. A bomba de pressão e as bombas exibidas na cabine de comando.
de retorno estão todas contidas na Unidade de
Bombeamento de Óleo (OPU), montada na parte traseira do O sistema pode ser reabastecido a partir de um reservatório
AGB. na aeronave, eliminando a necessidade de abrir as capotas
do motor.

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VISAL GERAL DO SISTEMA DE ÓLEO DO MOTOR


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Localização do componente

Os seguintes componentes são unidades substituíveis em


linha, com exceção do tanque de óleo, que faz parte do
AGB:

• Reservatório de óleo.

• Transmissor de quantidade de óleo.

• Unidade de bomba de óleo.

• Conjunto do filtro de óleo.

• Chave de pressão diferencial do filtro de óleo.

• Trocador de calor óleo - combustível (FCOC).

• Lâmpadas de indicação temperatura do óleo.

• Transdutores de pressão de óleo.

Eles estão localizados no duto de derivação estrutural ou na


AGB, conforme mostrado no diagrama seguinte.

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OIL PRESSURE
TRANSDUCER

LOCALIZAÇÃO DOS COMPONENTES


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Reservatório de óleo

O óleo é armazenado no reservatório, localizado no LHS da O óleo sai do reservatório através de um filtro e é fornecido
caixa de acessórios (AGB), e é parte integrante desse à bomba.
módulo.
No retorno ao tanque, combinado ao óleo de retorno passa
Os seguintes recursos são encontrados no tanque de óleo: através de um dereador em espiral para separar o ar do
óleo.
• Visor de nível de óleo.
A ventilação do tanque de óleo é alcançada através de uma
• Conjunto de enchimento por gravidade de óleo e enchimento conexão interna da caixa de engrenagens ao respiro. Uma
por pressão. válvula no tubo de ventilação pressuriza o tanque de óleo,
garantindo alimentação de óleo adequada à bomba de
• Dereador. pressão em todas as condições de operação do motor.

• Um filtro na saída do reservatório. Uma linha antisifão, instalada entre o FCOC (trocador de
calor óleo - combustível) e o tanque de óleo, impede que o
• Conexão de preenchimento remoto. óleo entre em contato com a caixa de engrenagens durante
o desligamento do motor. O fluxo é usado para lavar o visor
• Transmissor de quantidade de tanque. de nível de óleo.

• Uma válvula de aumento de pressão

• Sistema auxiliar de alimentação e ejeção do tanque de óleo

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Reservatório de óleo

A quantidade de óleo é medida eletronicamente para indicação Os tubos de empilhamento conectam os tanques superior e
na cabine de comado e pelo uso de um visor no tanque. O nível inferior. Durante o enchimento condição vazia, haverá um
do tanque de óleo deve ser verificado e reabastecido entre 5 e aumento inicial no visor à medida que o tanque superior se
30 minutos após o desligamento do motor. Se tiverem decorrido enche até o nível do tubo da pilha. Não haverá mais subidas
mais de 30 minutos desde o desligamento do motor, ele deverá indicadas, à medida que o tanque inferior se enche. Depois
operar em marcha lenta por 10 minutos; então o tanque é disso, o nível do visor aumentará novamente. O consumo
verificado e reparado após 5 a 30 minutos após o desligamento máximo de óleo é de 0,2 litros por hora.
do motor.

O visor tem uma faixa “FULL", entre as marcas “FULL" inferior


e superior. A marca superior ”FULL” representa um volume de
óleo de 11,25 litros.

A marca inferior “FULL” representa um volume de óleo de


10,05 litros. Marcas abaixo da banda indicam a quantidade de
óleo necessária para atingir a marca “FULL” mais baixa. Se o
nível do óleo estiver acima da faixa “FULL”, o excesso de óleo
precisará ser drenado do tanque.

Também deve ser observado que a inclinação da aeronave


afeta a leitura do visor. Isso não se aplica à leitura eletrônica.

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Reservatório de óleo

RESERVATÓRIO DE ÓLEO
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Reservatório de óleo

RESERVATÓRIO DE ÓLEO
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Transmissor de quantidade de óleo.

O transmissor de quantidade de óleo monitora o nível de óleo O painel de reabastecimento de óleo, na parte traseira da
no reservatório principal e envia sinais para o EEC. Os sinais cabine de comando, também exibe “LO OIL” quando a
são então enviados para o Sistema de Abastecimento Remoto aeronave esta energizada selecionado no painel e a
de Óleo e também fornecem uma indicação da quantidade aeronave está no solo. O sistema de óleo deve ser drenado
dos reservatórios para as equipes de manutenção. para garantir que o nível de óleo no tanque esteja abaixo da
porta do transmissor antes de removê-lo. O ponto de
O transmissor é instalado no fundo do tanque de óleo drenagem do reservatório de óleo está situado ao lado da
superior, em direção à frente do tanque. Ele é fixado por dois porta do transmissor.
parafusos e possui um o’ring na interface do tanque.

O transmissor contém chaves de palheta. Uma mudança no


nível do óleo resulta em uma alteração na resistência elétrica
no circuito. Essa alteração é detectada pelo sistema EICAS,
que calcula uma quantidade de óleo para exibição na cabine
de comando.

A quantidade de óleo é exibida na página EICAS STATUS em


VERDE. As quantidades de óleo do motor da página EICAS
STATUS são exibidas apenas quando a aeronave está no solo
(peso nas rodas). Se a quantidade de óleo for inferior a 3
quartos de galões por mais de 10 minutos, um único chime
será emitido, as luzes MASTER CAUTION piscarão e um
AMBER EICAS CAUTION será exibido:

“L / R OIL LO QTY”

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Transmissor de quantidade de óleo.

TRANSMISSOR DE QUANTIDADE DE ÓLEO


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Unidade de bomba de óleo

A Unidade de Bomba de Óleo (OPU) fornece alimentação


de pressão de óleo para as engrenagem de acionamento da
AGB e as câmaras dos rolamentos do motor. Em seguida, ele
remove o óleo dessas áreas e o entrega de volta ao
reservatório de óleo.

A bomba está instalada na face traseira da caixa de


acessórios (AGB). A OPU contém uma bomba de pressão e
quatro bombas tipo palheta, dispostas ao longo de dois eixos
paralelos. Um eixo é acionado pelo AGB, o outro é conectado
através de um mecanismo de engrenagem. Além das
conexões internas e externas, a bomba também possui
MCDs, para câmaras de rolamento dianteiras e traseiras, um
conjunto de filtro de pressão de óleo e um suporte para uma
chave de pressão diferencial do filtro de óleo.

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Unidade de bomba de óleo

UNIDADE DA BOMBA DE ÓLEO


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Unidade de bomba de óleo

AGB DRIVE FRONT BEARING


FILER INPUT SCAVANGE & CHIP
BOWL FILTER DETECTOR REAR BEARING
POP OUT
DIFFERENTIAL SCAVANGE & CHIP
INDICATOR
PRESSURE SWITCH DETECTOR

UNIDADE DE BOMBA DE ÓLEO


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Unidade de bomba de óleo

UNIDADE DE BOMBA DE ÓLEO


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Unidade de bomba de óleo

UNIDADE DE BOMBA DE ÓLEO


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Unidade de bomba de óleo

UNIDADE DE BOMBA DE ÓLEO


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Conjunto do filtro de óleo e indicador de obstrução.


(Oil Filter Assembly and Pop-Out Indicator)

O filtro de óleo remove os resíduos do óleo do motor antes de Uma válvula de alívio de pressão opera a 64 psid para
passar para os compartimentos do rolamento / gearbox do permitir que o óleo desvie do elemento do filtro em caso de
motor. bloqueio. Uma válvula de retenção no orifício de saída e uma
válvula de troca de filtro na entrada evitam o vazamento de
O conjunto do filtro é montado na unidade da bomba de óleo óleo durante a substituição do filtro.
na parte traseira do LHS da AGB. O elemento filtrante
descartável de 30 mícron, em fibra de vidro, está alojado em
um copo de rosca, que incorpora um indicador de obstrução.

O indicador de obstrução pera com uma pressão diferencial


de 50 psid e indica bloqueio parcial do filtro.

Se o indicador pop-out funcionar, revise o CAIMS para obter


as mensagens do sistema / filtro de óleo. Inspecione o filtro de
óleo e os detectores de limalha magnéticos. Se as inspeções
revelarem contaminação do filtro ou detritos do MCD fora dos
limites, rejeite o motor. O motor pode permanecer em serviço
se as inspeções não revelarem evidências de contaminação
ou desgaste do motor.

Se o indicador de pop-out saltar novamente, substitua o


conjunto do indicador de pop-out diferencial. Para resetar o
indicador, o copo do filtro deve ser removido e invertido. Uma
tira bi metálica evita que o indicador pop-out opere a
temperaturas de óleo abaixo de + 30°C.

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ACTUATOR PIN EXTENDS @


50PSID (FULL BYPASS)
FILTER BOWL MUST BE
REMOVED
& INVERTED TO RESET
FILTER IS NOT REUSABLE, MUST BE
CHANGED ANYTIME IT IS REMOVED

FILTRO DE ÓLEO E INDICADOR DE OBSTRUÇÃO


Airjet Taxi Aéreo Ltda OIL FILTER AND POP OUT INDICATOR Pag. 20
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Interruptor de pressão diferencial do filtro de óleo.


(Oil Filter Differential Pressure Switch)

O interruptor de pressão diferencial do filtro de óleo está montado


na OPU e fornece indicação de bloqueio iminente do filtro de óleo.

O interruptor opera com um diferencial de pressão de 18 psid e


indica que o filtro começou a bloquear. Um bloqueio de filtro será
indicado na cabine de comando pela mensagem do CYAN EICAS
ADVISORY:

"L (R) OIL FILTER"

O bloqueio de filtro, portanto, causa três eventos:

• 18 psid - a mensagem EICAS está definida (Pré SB 79-101449)

• 28 psid - mensagem EICAS está definida (SB 79-101449).

• 50 psid - indicação de DPI (pop-out) no recipiente do filtro.

• 64 psid - a válvula by-pass do filtro é aberta.

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Indication of impending oil filter blockage 18 ±2 PSID

Optional Service Bulletin BR700-79-101449 28 ±2 PSID

INTERRUPTOR DE PRESSÃO DIFERENCIAL DO FILTRO DE ÓLEO


FILTER DIFFENTIAL PRESSURE SWITCH
Airjet Taxi Aéreo Ltda Pag. 22
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Trocador de calor óleo – Combustível


(Fuel Cooled Oil Cooler - FCOC)

O Trocador de calor óleo - combustível (FCOC) é um trocador


de calor do tipo matriz, que fornece resfriamento do óleo do
motor e aquecimento do combustível. O FCOC é montado no
lado esquerdo do SBPD. O combustível flui através dos tubos
da unidade e o óleo passa ao redor deles. As placas
defletoras retardam a passagem do óleo para garantir a
máxima troca de calor. Quando o óleo está frio, uma válvula
de derivação se abre e o óleo ignora parte da matriz do
resfriador Um “dreno molhado” fornece uma indicação de
uma falha de vedação entre os sistemas de combustível e
óleo.

Airjet Taxi Aéreo Ltda Pag. 23


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Bypass de aproximadamente 60% quando O óleo esta frio.

FCOC localizado no lado esquerdo do SBPD

TROCADOR DE CALOR ÓLEO - COMBUSTIVEL


Airjet Taxi Aéreo Ltda FUEL COOLED OIL COOLER ( FCOC) Pag. 24
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Transdutor de temperatura do óleo

Os dois transdutores de temperatura do óleo, montados nas


faces frontal e traseira do AGB, fornecem sinais de
temperatura do óleo para a EEC. Existe um transdutor para
cada canal do EEC. A exibição primária da temperatura do
óleo no EICAS é:

A indicação Low Amber e Low Redline mudam com atraso


em 15 segundos.

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Parte dianteira da Gearbox acima da bomba Parte traseira da Gearbox acima da Unidade de
hidraulica bombas de óleo

TEMPERATURA DE ÓLEO
Airjet Taxi Aéreo Ltda OIL TEMPERATURE Pag. 26
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Transdutor de pressão diferencial de óleo


(Oil Differential Pressure Transducer)

O sistema indicador de pressão do óleo fornece uma indicação


da diferença de pressão entre a alimentação de óleo e a linha
de retorno da RBC e é indicado pelo EICAS como um
parâmetro secundário do motor.

Os dois transdutores de pressão de óleo, um para cada canal


do EEC, estão localizados em um bloco na flange traseira do
duto de derivação, adjacente ao tanque de drenagem de
combustível.

Os limites para despacho de voo de excedência em âmbar


dependem de N2. A indicação normal do EICAS muda de
VERDE (GREEN) para ÂMBAR, após 10 segundos de delay.

A 25 psi, a indicação muda para a cor vermelha (Red) e


haverá uma mensagem no EICAS após 10 segundos de delay:

“L / R OIL LO PRESS”

Isso é inibido abaixo de 56% de N2.

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Entradas de alta pressão Entradas de pressão de retorno

Anel de fixação traseiro (SBPD)


Rear Mount Ring

TRANSDUTORES DE PRESSÃO DE ÓLEO


Airjet Taxi Aéreo Ltda OIL PRESSURE TRANSDUCERS Pag. 28
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Conjunto do detector magnético de limalha


(Magnetic Chip Detector Assembly)

Os detectores magnéticos de limalha (MCDs) fornecem


indicação precoce de falha de componentes lubrificados do
motor (mancais e engrenagens) coletando quaisquer partículas
ferromagnéticas que passam no fluxo de óleo.

Os conjuntos de caixas do MCD estão posicionados nas linhas


de retorno da câmara de rolamentos dianteiros (FBC), câmara
de rolamentos traseiros (RBC) e caixa de acessórios (AGB).
Os dois MCDs da câmara de rolamento estão montados na
unidade de bombas de óleo; enquanto que o da caixa de
acessórios é montada no BDC na face traseira da caixa de
acessórios. Os parafusos do MCD nas caixas e os fios estão
travados na posição. Cada compartimento do MCD contém um
filtro grosso, que é removível para inspeção.

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CONJUNTO DO DETECTOR MAGNÉTICO DE LIMALHA


Airjet Taxi Aéreo Ltda MAGNETIC CHIP DETECTOR ASSEMBLY Pag. 30
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Sistema de reabastecimento remoto do óleo do motor


(Engine Oil Remote Replenishing System)

Este é um sistema de reabastecimento a bordo, que


permite reabastecer o sistema de óleo do motor sem abrir
as capotas. Só pode ser usado quando a aeronave estiver
no solo. A quantidade de óleo do motor deve ser verificada
ou reabastecida conforme necessário entre 5 e 30 minutos
após o desligamento do motor. O nível do tanque de óleo
está correto quando se encontra dentro da área tracejada
(marca cheia) no visor do nível do reservatório.

O painel de controle está situado na parede traseira da


cabine de pilotagem, no lado esquerdo.

Certas condições devem ser satisfeitas antes que o sistema


possa funcionar. Se essas condições forem atendidas, o
botão para energizar e o botão de reabastecimento
necessário podem ser pressionados. O reabastecimento do
reservatório ocorrerá.

Quando o tanque estiver cheio, a lâmpada “LO OIL” apaga


e o reabastecimento para.

Somente um motor ou o APU, pode ser reabastecido por


vez.

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SISTEMA DE REABASTECIMENTO REMOTO DE ÓLEO DO MOTOR


ENGINE OIL REMOTE REPLENISHING SYSTEM
Airjet Taxi Aéreo Ltda Pag. 32
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SISTEMA DE REABASTECIMENTO REMOTO DE ÓLEO DO MOTOR


ENGINE OIL REMOTE REPLENISHING SYSTEM
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INDICAÇÕES DE QUANTIDADE DE ÓLEO


OIL QUANTITY INDICATIONS
Airjet Taxi Aéreo Ltda Pag. 34
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BR710 Seção 8 – Sistema de combustivel do motor

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Intencionalmente em branco

Airjet Taxi Aéreo Ltda Pag. 2


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Introdução

A principal função do sistema de combustível é fornecer e O aumento de energia disponível para as turbinas resulta
medir o combustível limpo e sem gelo para o motor, de acordo em um aumento na velocidade do motor. A aceleração
com as demandas do Electronic Engine Controller (EEC). cessa quando o mecanismo se estabiliza na linha de
demanda no estado estacionário. A diminuição do fluxo de
Os requisitos de medição se enquadram em três combustível reduz a energia disponível no fluxo de gás, o
categorias principais: que faz com que o motor desacelere. Fluxo de combustível
suficiente deve ser mantido para evitar a extinção de
O motor deve manter um estado de funcionamento chama.
constante, conforme solicitado pela tripulação de voo.
A entrega da bomba HP (bomba do tipo engrenagem)
O motor deve ser capaz de sofrer acelerações suaves da sempre excederá a demanda do motor. Esse excesso é
taxa máxima sem picos de carga. retornado à entrada da bomba HP e é chamado de
derramamento de combustível do motor.
O motor deve ser capaz de desacelerar rapidamente sem
correr o risco de extinção da chama da câmara de combustão O controle do derramamento de combustível permite o
excesso de combustão / aceleração ou a falta de
Essas condições podem ser representadas por uma curva que combustão / desaceleração, conforme necessário.
relaciona a rotação do motor (rpm) ao fluxo de combustível. A
linha de corrida normal (conhecida como linha de demanda em O ponto de projeto da bomba HP é definido pela demanda
estado estacionário) especifica o requisito de combustível para de combustível no ponto de partida do motor
uma determinada rpm. Inicialmente, o aumento do fluxo de (aproximadamente 8% N2), onde é atingido um
combustível gera uma contrapressão que restringe o derramamento mínimo de combustível. O derramamento
fornecimento de ar do compressor. Isso deve ser limitado para máximo de combustível ocorre no motor, ou logo acima
evitar um fluxo de ar instável do compressor e uma oscilação dele, em marcha lenta (60% N2 aprox.).
do motor.

Airjet Taxi Aéreo Ltda Pag. 3


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CARACTERISTICAS DO SISTEMA DE COMBUSTIVEL


Airjet Taxi Aéreo Ltda FUEL SYSTEM CHARACTERISTICS Pag. 4
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Visão geral do sistema


(System Overview)

Além dos requisitos de condicionamento e medição de


combustível, o sistema também fornece servo-combustível de
alta pressão HP para controlar o atuador VIGV / VSV
(Sistema de controle de fluxo de ar do compressor). Todos os
sinais de controle e indicação passam pelo EEC. A chave de
controle de combustível (localizado na cabine de comando)
faz interface com o EEC, mas também é conectado
diretamente ao Solenoide Combinado de Excesso de
Velocidade e Desligamento (COSS) na Unidade de Medição
de Combustível (FMU).

Basicamente, o sistema pode ser dividido em sistema de


baixa pressão (LP) e sistema de alta pressão (HP).

A condição do sistema de combustível é exibida na cabine de


comando.

O fluxo de combustível é mostrado na tela principal do EICAS.

A temperatura do combustível LP é mostrada na página


Synoptic do sistema de combustível.

O bloqueio do filtro LP é indicado por uma mensagem no


EICAS, produzida por uma chave de pressão diferencial no
filtro (interruptor delta-P). A baixa pressão de combustível na
bomba LP é anunciada por uma mensagem EICAS,
produzida por uma chave LP.

Airjet Taxi Aéreo Ltda Pag. 5


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Visão geral do sistema
(System Overview)

VISÃO GERAL DO SISTEMA


Airjet Taxi Aéreo Ltda FUEL SYSTEM OVERVIEW Pag. 6
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Visão geral do sistema
(System Overview)

Fuel back to Fuel back to


FCOC aircraft tank Actuator Dry Drain
Position
switch
Fuel Burner
(1 off) Nozzles (20 off)
Engine
FCOC
LVDT
FRTTV Dry
Drain
bypass T
valve
VSV Actuator
LP Filter VSVA Torque Motor
dP Spill Diverter
Check Valve HP filter
FMV Torque (cleanable)
Motor
FFTX
inhibit plug Spill Shutoff
start Input from cable
Return
Orifice
Spill LVDT switches (3 off) stop operated mechanism
Spill Return (LP) Valve
relief valve
LP
Pump
Fuel from Manifold
aircraft tank FMV Drain Line
boost pumps
OSU OSU
Dry
HP FMU Dry Drain T T Drain
HP
P Pump
PRSOV
pump mounted)
cavity drain (not
gearbox offtake

60µ Flow
Dry drain into

Motive flow filter Washed Overboard


Filter
(cleanable) Drain

Shutdown
shuttle valve
FMU
(shown in run
Combined Overspeed & position)
Shutoff Solenoid
Drains Tank Ejector & Issue 01
Float Valve Assy
08 Feb. 2007

VISÃO GERAL DO SISTEMA


Airjet Taxi Aéreo Ltda FUEL SYSTEM OVERVIEW Pag. 7
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Localização do componente
(Component Location)

A seguir, estão as unidades substituíveis por linha:

• Unidade de bomba de combustível .

• Unidade de medição de combustível (FMU).

• Filtro de combustível LP (com FCOC).

• Interruptor de combustível de baixa pressão.

• Chave de pressão diferencial de filtro LP.

• Transmissor de fluxo de combustível.

• Filtro de combustível HP.

• Lâmpadas de indicação de temperatura de combustível

• Unidade de velocidade excessiva e divisor (OSU)

• Bicos de pulverização de combustível (FSN) .

• Tanque e Ejetor de Drenos de Combustível .

• Filtro em linha do ejetor do tanque.

As unidades são montadas no AGB, no SBPD ou na carcaça do motor


principal.

Airjet Taxi Aéreo Ltda Pag. 8


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LOCALIZAÇÃO DOS COMPONENTES DE COMBUSTÍVEL


FUEL COMPONENTS LOCATION
Airjet Taxi Aéreo Ltda Pag. 9
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Unidade de bomba de combustível


(Fuel Pump Unit)

A unidade da bomba de combustível contém as bombas de


baixa pressão LP e de alta pressão HP e é presa por um
acoplamento em banda V na face traseira da caixa de
acessórios AGB. Ambas as bombas são acionadas por um
único eixo.

A bomba de baixa pressão LP é uma bomba centrífuga de


deslocamento não positivo. O fluxo através dele pode variar
em uma RPM definida e, se a bomba parar de girar, o
combustível poderá ser forçado através dela. Ela fornece uma
pressão positiva para a bomba de alta pressão HP, suficiente
para impedir a cavitação na entrada da bomba de alta
pressão HP. Ela também fornece o fluxo para o ejetor do
tanque de drenagem.

A bomba de alta pressão HP é uma bomba do tipo


engrenagem de deslocamento positivo. O fluxo é proporcional
a RPM e, se a bomba parar de girar, o fluxo também será
interrompido. Ele fornece pressão e vazão suficientes para
satisfazer todas as demandas do motor, incluindo a operação
do atuador das blades do estator variável. Uma válvula de
alívio de pressão evita que a pressão excessiva danifique o
sistema.

A unidade da bomba fornece um local para a montagem da


unidade de medição de combustível.

Airjet Taxi Aéreo Ltda Pag. 10


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UNIDADE DE BOMBA DE COMBUSTIVEL


FUEL PUMP UNIT
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UNIDADE DE BOMBA DE COMBUSTIVEL


FUEL PUMP UNIT
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UNIDADE DE BOMBA DE COMBUSTIVEL


Airjet Taxi Aéreo Ltda FUEL PUMP UNIT Pag. 13
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UNIDADE DE BOMBA DE COMBUSTIVEL


Airjet Taxi Aéreo Ltda FUEL PUMP UNIT Pag. 14
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Filtro de combustível de baixa pressão e conjunto do


radiador de óleo de refrigeração combustível.
(Low Pressure Fuel Filter and Fuel Cooled Oil Cooler Assembly)

O combustível de baixa pressão LP é aquecido passando-o


através do Fuel Cooled Oil Cooler (FCOC). Depois passa
pelo filtro de combustível de baixa pressão LP. O filtro LP está
contido no mesmo alojamento que o conjunto FCOC. Ele
remove os resíduos do combustível antes do combustível
entrar na bomba de alta pressão HP. O filtro descartável
possui um elemento de malha de fibra de celulose de estágio
único de 40 mícron.

Após a remoção e inspeção, o elemento deve ser descartado e


um novo filtro deve ser instalado. Dentro do conjunto do filtro,
há uma válvula de alívio de pressão que permite que o
combustível desvie do elemento em caso de bloqueio do filtro.

O corpo do filtro possui um sensor de temperatura do


combustível e uma chave de pressão diferencial do filtro de
combustível.

O elemento é mantido em posição por uma tampa de


extremidade que apresenta uma montagem com mola para o
elemento, um orifício de drenagem deslocado e um indicador
de pop-out de bloqueio de filtro.

Airjet Taxi Aéreo Ltda Pag. 15


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TROCADOR DE CALOR ÓLEO – COMBUSTIVEL (FCOC)


Airjet Taxi Aéreo Ltda FUEL COOLED OIL COOLER (FCOC) Pag. 16
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TROCADOR DE CALOR ÓLEO – COMBUSTIVEL (FCOC)


Airjet Taxi Aéreo Ltda FUEL COOLED OIL COOLER (FCOC) Pag. 17
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WEEP HOLE & SWITCH LOCATIONS


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Chave de pressão diferencial do filtro de combustível LP


e indicador pop-out.
(LP Fuel Filter Differential Pressure Switch and Pop-Out Indicator)

Essas unidades indicam o bloqueio iminente do filtro. Elas O pino de pop-out é montado no centro da tampa de
operam amostrando a pressão diferencial através do filtro de retenção do filtro. O indicador fornece uma indicação à
baixa pressão LP. equipe de manutenção de um bloqueio iminente do filtro.
Isso ocorre quando a pressão diferencial atinge 21,5 psid.
O interruptor (switch) de pressão diferencial é montado na
face traseira do alojamento do filtro de combustível LP. O pino indicador de pop-out não pode ser redefinido, a
menos que a tampa de retenção do filtro seja removida e
O interruptor (switch) fornece uma indicação na cabine de invertida, garantindo assim que o filtro seja inspecionado
comando do bloqueio iminente do filtro de combustível LP. ao mesmo tempo. O bloqueio do filtro, portanto, causa três
Isso ocorre quando a pressão diferencial atinge 5 psid. eventos:

Em um único motor, o comando da chave indicará a seguinte 5 psid - a mensagem EICAS está configurada.
mensagem CYAN EICAS ADVISORY:
21,5 psid - indicação de DPI (pop-out) no recipiente do
"L (ou R) FUEL FILTER" filtro.

Além disso, o contorno do filtro na exibição página de 25 psid - A válvula by-pass do filtro é aberta.
sinoptic muda de VERDE para ÂMBAR. Se a falha ocorrer
nos dois motores, a mensagem será alterada para AMBER
CAUTION:

“L – R FUEL FILTER”

Airjet Taxi Aéreo Ltda Pag. 19


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FILTRO DE COMBUSTIVEL LP & INDICADOR POP OUT


LP FUEL FILTER & POP OUT INDICATOR
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Interruptor de baixa pressão de combustível.


(Low Pressure Fuel Switch)

O interruptor de combustível de baixa pressão LP é


parafusado na caixa de derivação estrutural e fornece
indicação na cabine de comado de baixa pressão de
combustível na linha de suprimento da bomba de combustível
LP do motor.

A pressão na qual o interruptor opera é de 7 psig.

A operação do interruptor (switch) gerará uma mensagem


AMBER EICAS CAUTION:

“ L / R FUEL LO PRESS”

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INTERRUPTOR DE BAIXA PRESSÃO DE COMBUSTÍVEL


LOW PRESSURE FUEL SWITCH
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INTERRUPTOR DE BAIXA PRESSÃO DE COMBUSTÍVEL


LOW PRESSURE FUEL SWITCH
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Unidade de dosagem de combustível (FMU)


(Fuel Metering Unit)

A unidade de dosagem de combustível (FMU) está montada


na unidade de bomba de combustível.

Dosa o combustível requerido pelo motor, em resposta aos


sinais de controle gerados pelo Electronic Engine Controller
(EEC). Os sinais elétricos são convertidos em servo pressões
pelas válvulas servos eletro-hidráulicas (EHSV).

A FMU também fornece pressões servo que são usadas para


operar o atuador da VSV. Além disso, a FMU será
comandada para impedir que o combustível flua para os bicos
de pulverização de combustível no caso de uma velocidade
excessiva do motor. Na parada do motor, a FMU drena os
coletores de combustível o tanque de drenagem.

A entrega da bomba de alta pressão HP e o retorno do


combustível à bomba HP são efetuados através de portas nas
faces de montagem. Outras conexões de combustível são
externas.

O sistema de desligamento de combustível é controlado pelo


solenoide combinado de sobre velocidade e desligamento
(COSS), que direciona a pressão servo HP ou LP para a
válvula de aumento e desligamento de pressão (PRSOV)
através de uma válvula de acionamento. Dois interruptores de
posição da PRSOV permitem feedback para o EEC. Um
interruptor de posição PRSOV adicional faz parte do circuito
de controle COSS.

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UNIDADE DOSADORA DE COMBUSTIVEL (FMU)


FUEL METERING UNIT (FMU)
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UNIDADE DOSADORA DE COMBUSTIVEL (FMU)


Airjet Taxi Aéreo Ltda FUEL METERING UNIT (FMU)
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UNIDADE DOSADORA DE COMBUSTIVEL (FMU)


Airjet Taxi Aéreo Ltda FUEL METERING UNIT (FMU)
Pag. 27
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UNIDADE DOSADORA DE COMBUSTIVEL (FMU)


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Unidade de dosagem de combustível (FMU) (continuação)


(Fuel Metering Unit (Continued))

Esta ilustração mostra as várias conexões dos tubos, bem


como a localização do plug de inibição da unidade. O plug de
inibição é removido quando é necessário retrair e estender
manualmente o atuador das estatoras variáveis. Isso pode ser
necessário quando executando boroscopio no motor ou
solucionar problemas do sistema VSV.

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CONECÇÕES EXTERNAS DO FMU


FMU EXTERNAL CONNECTIONS
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Unidade de dosagem de combustível - Operação
(Fuel Metering Unit – Operation)

O fluxo de combustível desejado é alcançado controlando a Isso sangra a pressão na cabeça da PRSOV para a
posição da válvula de medição de combustível (FMV). Uma pressão de retorno da LP, permitindo que ele se abra
queda de pressão constante na FMV é mantida pela válvula quando o fluxo medido da HP tiver pressão suficientemente
de derramamento (spill valve), que desvia o combustível alta para superar a força da mola (sendo esta a função de
indesejado de volta para a entrada da bomba de combustível aumento de pressão da PRSOV).
de alta pressão HP.
Um comando do EEC para aumentar o fluxo de
A válvula de derramamento (spill valve) está sujeita à combustível fará com que o EHSV direcione o servo-
mesma queda de pressão que o FMV. O FMV é controlado combustível HP para o pistão inferior do FMV, permitindo
por um EHSV e sua posição é informada ao EEC pelo LVDT. que ele se abra. Isso reduz a queda de pressão da FMV
A válvula de vaivém controla a pressão na PRSOV. O COSS que é detectada pela válvula de derramamento (spill
direciona a pressão para a válvula de vaivém. O COSS valve) . A válvula de derramamento (spill valve) fechará,
consiste em três solenoides "OFF" e um solenoide "ON". O reduzindo o fluxo de retorno do derramamento. O aumento
solenoide "ON" e um solenoide "OFF" são controlados pelo correspondente no fluxo de combustível através da FMV
interruptor de combustível (com fio da cabine de comando). aumentará a queda de pressão até que a taxa de fluxo
Os dois solenoides "OFF" restantes são controlados pelo desejada seja alcançada. Nesse ponto, a queda de pressão
sistema de proteção independente da velocidade excessiva na FMV será restaurada ao seu valor anterior e a válvula
(IOP). A lógica do COSS determina que um único comando de derramamento (spill valve) retornará à sua posição de
"OFF" de combustível do IOP superará um sinal "ON" de equilíbrio. A desaceleração é o oposto do acima.
combustível da aeronave.

Motor funcionando

Um fluxo de combustível positivo será obtido com o motor em


funcionamento, desde que a chave de controle de
combustível da aeronave esteja na posição "ON" (LIGADA) e
que os dois canais de IOP desse motor não exijam o
desligamento do motor. Nesta posição, o COSS permite que a
pressão servo da HP atue na cabeça da válvula de vaivém,
forçando-a à posição de funcionamento do motor.
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FMU – MOTOR FUNCIONANDO


FMU ENGINE RUNNING
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Corte do motor
(Engine Shutdown)

O desligamento do motor é alcançado pelo EEC / FMU de


três maneiras:

• Comando do interruptor de combustível. Isso faz com


que o COSS "OFF“ solenoide seja energizado,
permitindo que a pressão do combustível HP entre na
cabeça da válvula de vaivém e mova-a para a posição de
desligamento, retornando o fluido deslocado ao sistema
de combustível LP. Nesta posição, a válvula de vaivém
permite que a pressão do servo de combustível HP atue
na cabeça do PRSOV, que é forçado a fechar.

• EHSV para fechar o FMV. No caso de uma falha de


canal duplo, o EHSV é polarizado para fechar o FMV e,
através da haste, move a válvula de vaivém para a
posição de desligamento. O PRSOV então fecha.

• demanda de IOP. Isso moverá o COSS para a posição


de desligamento, independentemente da demanda da
aeronave.

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FMU – CORTE DO MOTOR


FMU ENGINE NOT RUNNING
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Interruptor de combustível / Fadec / Interface com FMU.


(Fuel Switch / Fadec / FMU Interface)

A chave RUN (combustível) do motor é selecionada Esta é uma situação "SEM DESPACHO“ para voo.
manualmente pelo piloto na posição “OFF” ou “ON”. O
interruptor de combustível faz interface com o EEC e a FMU A instrução de sequência de canais também é definida neste
para obter o seguinte: ponto e gravada na EEC EEPROM.

• Fechamento e abertura manual do PRSOV usando duas


bobinas solenoides no FMU.

• Indicação da posição do interruptor para o EEC e


fechamento do PRSOV através do FMV e da haste.

Os solenoides "ON" e "OFF" do interruptor de combustível


são ativados por um Micro-interruptor que monitora a posição
do PRSOV. Assim, com o PRSOV fechado, apenas a bobina
de abertura pode ser energizada e, com o PRSOV aberto,
apenas a bobina de fechamento pode ser energizada. O sinal
"OFF" para a lógica de controle de FMV e PRSOV do EEC re-
datum o valor do ponto de disparo de sobrevelocidade da IOP
para efetuar um desligamento por sobrevelocidade. Quando a
rotação do motor fica abaixo da marcha lenta, os valores
normais do ponto de disparo da rotação da IOP são
restaurados. O objetivo disso é 'exercitar' o circuito da IOP
para garantir o funcionamento correto. Quaisquer falhas que
desenvolvam e impeçam a capacidade de desligar a IOP
resultarão em um AMBER EICAS CAUTION:

“L/R FADEC FAIL"

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INTERRUPTOR DE COMBUSTIVEL NA POSIÇÃO ACIONADA


FUEL SWITCH RUN POSITION
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INTERRUPTOR DE COMBUSTIVEL NA POSIÇÃO CORTE


FUEL SWITCH OFF POSITION
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Transmissor de fluxo de combustível

O transmissor de fluxo de combustível fornece uma indicação


do fluxo de combustível do motor para o sistema EICAS. É
fixado por cavilha e parafusos a um suporte no lado direito do
duto de desvio, acima da linha central. O conjunto do filtro de
combustível HP é parafusado na parte traseira do transmissor
de fluxo de combustível, mas o conjunto do transmissor e do
filtro são LRUs separadas. O mecanismo dentro da caixa do
transmissor converte a taxa de fluxo de massa em um
deslocamento angular entre dois ímãs, que giram com o
mecanismo do transmissor. Um par de bobinas elétricas
detecta a diferença de tempo entre a passagem dos dois ímãs.
Essa diferença de tempo tem uma relação direta com o
deslocamento angular dos ímãs e, portanto, com a taxa de
fluxo de combustível.

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TRANSMISSOR DE FLUXO DE COMBUSTIVEL


FUEL FLOW TRANSMITTER
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LOCALIZADO NO LADO DIREITO NO DUTO DE BYPASS


LOCATED ON RH SIDE OF BYPASS DUCT

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Conjunto do filtro de combustível HP.


(HP Fuel Filter Assembly)

O filtro HP, montado na parte traseira do transmissor de fluxo


de combustível, evita que quaisquer detritos sejam
passados ​para o coletor de combustível e causa possível
bloqueio dos bicos de pulverização de combustível. O
conjunto consiste em um elemento de filtro lavável em aço
inoxidável de 250 mícron dentro de uma carcaça de alumínio.
O filtro é parafusado em uma placa final aparafusada à
carcaça. A placa final também fornece um recurso de
montagem para duas sondas de temperatura.

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ELEMENTO DE FILTRO REUTILIZÁVEL

FILTRO DE COMBUSTIVEL DE ALTA PRESSÃO


HIGH PRESSURE FUEL FILTER

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FILTRO DE COMBUSTIVEL DE ALTA PRESSÃO


HIGH PRESSURE FUEL FILTER

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Sensores de temperatura de combustível


(Fuel Temperature Sensors)

O sensor de temperatura do combustível LP é montado na


carcaça do filtro LP e é usado para indicar possível
congelamento do combustível e bloqueio iminente do filtro. Na
página sinóptica do sistema de combustível, a temperatura do
combustível LP é mostrada em VERDE se acima de 5º C e
em ÂMBAR se abaixo de 5º C. Além disso, no mesmo ponto
de limite, haverá uma mensagem AMBER EICAS:

“L - R ENG FUEL LO TEMP”

Os sensores de temperatura HP estão instalados no


alojamento do filtro de combustível HP e detectam a
temperatura de fornecimento de combustível HP. Esta
temperatura não é exibida no EICAS, no entanto, pode ser
lida usando a função de diagnóstico do sistema do CAIMS.

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Sensores de temperatura de combustível


Canal A & B

SENSORES DE TEMPERATURA DE COMBUSTIVEL


FUEL TEMPERATURE PROBES

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Unidade divisora e velocidade excessiva


(Overspeed and Splitter Unit)

O OSU é parafusado ao RHS da carcaça do compressor HP


por meio de um suporte e três parafusos. A unidade contém
duas válvulas dentro de uma carcaça de alumínio. A válvula
divisora ​com mola distribui o combustível para os dois
coletores e a válvula de velocidade excessiva fornece pressão
de combustível para a parte traseira da válvula divisória,
fechando-a no caso de detecção de quebra do eixo LP. A
válvula de velocidade excessiva possui uma mola de trava.

Sempre que a OSU estiver exposta e visível, verifique sempre


se a válvula de velocidade excessiva está travada na posição
de operação. Se não estiver travado na posição de operação,
será necessário redefinir e pode ser necessário verificar e
ajustar o mecanismo e o cabo sensor de ruptura de eixo da
turbina LP.

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OSU DRY DRAIN

UPPER FUEL MANIFOLD


OUTLET

METERED FUEL IN

LOWER FUEL
MANIFOLD OUT

LOCALIZADA NO LADO ESQUERDO INFERIOR DO COMPRESSOR DE HP.

UNIDADE DIVISORA E VELOCIDADE EXCESSIVA (OSU)


(OVERSPEED & SPLITTER UNIT (OSU))

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Unidade divisora e velocidade excessiva – operação.


(Overspeed and Splitter Unit – Operation)

A válvula divisora ​é mantida fechada pela força da mola até


que a pressão a montante suba para 60 psi aproximadamente,
momento em que a válvula se abre e permite que o
combustível passe para os coletores. As portas de medição
são nominalmente idênticas e produzem uma diferença
insignificante na cabeça entre o coletor superior e inferior. No
caso de detecção de quebra do eixo LP, a válvula de
velocidade excessiva será aberta por um cabo, permitindo que
a pressão do combustível de entrada atue no lado da mola da
válvula divisória. A mola de travamento manterá a válvula de
velocidade excessiva na posição de desligamento. A pressão
da mola e do combustível supera a pressão do combustível de
entrada que atua na válvula divisora, fazendo com que a
válvula divisória se feche. Quando a válvula separadora está
na posição fechada, uma ranhura ao redor do pistão permite
que o coletor superior seja drenado para o coletor inferior, o
qual é posteriormente drenado para o tanque de drenagem
através da válvula de comutação de drenos da FMU.

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OSU - OPERAÇÃO
(OSU OPERATIONS)
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Distribuidor de combustível.
(Fuel Manifold)

O coletor de combustível possui três partes que, juntas, vão


totalmente ao redor do motor. O coletor superior possui uma
parte esquerda e uma direita e cada parte fornece
combustível para cinco bicos de pulverização de combustível
(FSN). O coletor superior direito fornece os FSNs 1 a 5. O
coletor superior esquerdo fornece os FSNs 16 a 20. O coletor
inferior, que é uma parte, fornece os FSNs 6 a 15. O coletor é
fixado nos suportes que estão instalados no flange frontal da
carcaça externa de combustão. Cada saída do coletor é
conectada ao bico de pulverização de combustível
relacionado com um tubo "pigtail" diferente.

O combustível da saída do coletor superior do OSU vai para


um tubo de suprimento conectado às extremidades inferiores
dos dois coletores superiores. O combustível da saída do
coletor inferior do OSU vai para a conexão de entrada do
coletor inferior. Esse arranjo de distribuição minimiza qualquer
diferença na pressão do combustível entre os FSNs na parte
superior e inferior do motor.

Um fio amortecedor liga as extremidades superiores dos dois


coletores superiores e é instalado entre os bicos de
pulverização de combustível n ° 1 e n ° 20. O objetivo do fio
amortecedor é reduzir a vibração nas extremidades
superiores dos coletores superiores.

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DISTRIBUIDOR DE COMBUSTIVEL
FUEL MANIFOLD
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Bicos de pulverização de combustível.


(Fuel Spray Nozzles)

Os bicos de pulverização de combustível (FSN) fornecem o


combustível medido para a câmara de combustão de uma
forma adequada para a máxima eficiência de combustão.

Existem 20 FSNs montados na carcaça de combustão,


igualmente espaçados ao redor do motor. Cada um é
parafusado diretamente na carcaça. A cabeça do bico
localiza-se na seção da cabeça do revestimento de
combustão. Cada FSN é idêntico em design. O combustível é
passado dos coletores para os bicos por tubos de distribuição
individuais. O combustível passa ao longo do corpo do bico e
para a cabeça, onde é forçado através de um orifício
circunferencial estreito. O ar de entrega da HP também passa
pelo bico e se mistura com o combustível na saída. Essa
combinação de orifício estreito de combustível e fluxos de ar
faz com que o combustível seja atomizado (um spray fino),
essencial para uma combustão eficiente.

Os FSN são numerados no sentido horário (quando vistos na


parte traseira do motor) com o número 1 imediatamente à
direita do TDC. Todos os 20 bicos de pulverização de
combustível são intercambiáveis.

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FUEL MANIFOLD

BICOS DE PULVERIZAÇÃO DE COMBUSTIVEL


FUEL SPRAY NOZZLE (FSN)
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BICO DE INJEÇÃO & DISTRIBUIDOR DE COMBUSTIVEL


(FUEL NOZZEL & MANIFOLD ASSEMBLY)
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Filtro em linha DTE


(DTE In-Line Filter)

Instalado na parte traseira do SBPC na posição das 7 horas,


o filtro DTE evita o bloqueio do filtro cônico ejetor do tanque
de drenos.

O filtro é uma malha de liga de alumínio, com filtragem de 200


mícron, contida em um alojamento que incorpora um copo de
filtro de 'parafuso'. O recipiente do filtro é preso por um clipe
de mola. O conjunto completo é preso ao SBPC por três
parafusos.

Para remover o elemento do filtro, o clipe de mola deve ser


liberado. Uma chave inglesa pode ser usada para
desaparafusar o copo do filtro.

Os planos de chave são fornecidos para esse fim. O elemento


pode ser removido, superando a resistência do anel de
vedação de PTFE.

O selo de PTFE deve ser examinado. Pequenos cortes e


cortes podem ser tolerados e a vedação deve durar toda a
vida útil do filtro.

A substituição pode ser realizada, se necessário. O elemento


do filtro pode ser limpo manualmente e, em seguida,
recolocado, empurrando-o de volta para o compartimento
manualmente. O copo do filtro deve ser parafusado
manualmente. Os planos da chave são fornecidos apenas
para a remoção do copo do filtro. O clipe de mola deve ser
reengajado.
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FILTRO EM LINHA DO TANQUE DE DRENO


DRAINS TANK IN-LINE FILTER
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FILTRO EM LINHA DO TANQUE DE DRENO


DRAINS TANK IN-LINE FILTER
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FILTRO EM LINHA DO TANQUE DE DRENO


DRAINS TANK IN-LINE FILTER
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Retorno de combustível ao sistema do tanque


(Fuel Return To Tank System)

Voos de longa duração em grandes altitudes, principalmente O FRTTV incorpora um Micro-interruptor de feedback de
nos trópicos, podem resultar em temperaturas do tanque de posição que é monitorado pelo Computador de Gerenciamento
combustível da aeronave atingindo a temperatura congelante. de Combustível e Medidor de Quantidade da aeronave
Para evitar que isso ocorra, é utilizado um sistema que, (FMQGC). Se a válvula não estiver na posição de comando,
quando necessário, direciona um fluxo de combustível quente uma mensagem “AMBER EICAS CAUTION” será exibida:
do sistema de combustível do motor de volta aos tanques da
aeronave. Este sistema de aeronave é controlado
independentemente do sistema FADEC do motor. L-R FUEL RECIRC FAIL

Durante a operação do motor, uma parte do fluxo de


derramamento da unidade de medição de combustível é
direcionada para a entrada da válvula de retorno do tanque de Aeronaves Global XRS e 5000
combustível (FRTTV). Esta válvula é montada no lado
esquerdo do duto de desvio estrutural do motor (SBPD). O controle da recirculação de combustível nessas aeronaves
Quando a recirculação de combustível para os tanques da é automatizado usando a lógica contida no FMQGC. Os
aeronave não é necessária, o FRTTV direciona o combustível interruptores de controle no painel de controle de combustível
quente da FMU para o lado da entrada do radiador de óleo são usados ​quando é necessário desligar manualmente a
resfriado a combustível do motor. O solenóide FRTTV é recirculação de combustível. Os interruptores são identificados
desenergizado quando a recirculação está DESLIGADA. como L e R RECIRC INHIBIT.
Quando a recirculação de combustível é necessária, a
tripulação de vôo liga o sistema manualmente, selecionando L
e R RECIRC. Esses comutadores estão localizados no painel
de controle de combustível aéreo da cabine. Quando o sistema
está LIGADO, o solenóide FRTTV é energizado. Isso faz com
que o FRTTV redirecione todo o fluxo de derramamento de
FMU disponível de volta aos tanques da aeronave.

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TO WING FUEL TANK

L(R) RECIRC ON/OFF SWITCH (FUEL


CONTROL PANEL)

FUEL RETURN INACTIVE


RETORNO DE COMBUSTÍVEL INATIVO
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TO WING FUEL
TANK

L(R) RECIRC ON/OFF SWITCH (FUEL


CONTROL PANEL)

FUEL RETURN ACTIVE


RETORNO DE COMBUSTÍVEL ATIVO
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FUEL RETURN TO TANK VALVE


RETORNO DE COMBUSTÍVEL À VÁLVULA DE TANQUE
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FUEL RETURN TO TANK VALVE


RETORNO DE COMBUSTÍVEL À VÁLVULA DE TANQUE
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Intencionalmente em branco

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BR710 Seção 9 – Sistema de ar do motor

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Intencionalmente em branco

Airjet Taxi Aéreo Ltda Pag. 2


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Introdução

Na "Condição de Projeto", ou seja, em rotações do


motor relativamente altas, o compressor funciona de
forma eficiente e é estável. Em baixas rotações do motor,
a "Condição de Fora do Projeto", o fluxo de ar do
compressor é menos estável quando a linha de surge se
aproxima da linha de operação. Isso ocorre porque o
ângulo de ataque relativo (AOA) entre o fluxo de ar e as
pás do rotor na frente do compressor aumenta com a
diminuição da rotação do motor. Se o ângulo de ataque
for muito alto, as pás irão estolar, possivelmente
causando um surge do compressor.

A AOA ideal pode ser restaurada de duas maneiras:

• Estatores variáveis ​alteram a AOA, levantando


efetivamente a linha de surge do motor.

• A abertura de válvulas de purga aumenta a


velocidade axial do ar e diminui o aumento da
pressão nos estágios avançados do compressor,
reduzindo efetivamente a linha de trabalho.

Ambos os sistemas são usados ​no motor BR710, tanto


para operação de regime estacionário quanto transitória.
A operação transitória permite aceleração e
desaceleração. Ambos os sistemas também podem ser
usados ​para ajudar na recuperação de surge.

Airjet Taxi Aéreo Ltda Pag. 3


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EFFECT OF VSV’S & BLEED VALVES


EFEITO DAS VSV’S E VALVULAS DE PURGA
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Sistema de controle de estatoras variáveis.


(Variable Stator Vane Control System)

As estatoras de entrada variável (VIGVs) e os três primeiros


estágios do estator do compressor de alta pressão HP,
chamados coletivamente de estatoras variável (VSVs), são
acoplados e sua posição é controlada por um único atuador
movido a combustível em resposta aos comandos do EEC.

O acoplamento VSV também controla uma válvula de ar


(Buffer air valve), que admite o ar na junção de HP4 na
câmara do rolamento dianteiro e nas vedações da caixa de
engrenagens/acessórios em baixas rotações do motor.

As VSVs operam entre ângulos máximos e mínimos,


controlados pela EEC através de um EHSV montado na FMU,
que fornece a pressão do servo ao atuador VSV. Um LVDT
de dupla posição fornece feedback posicional para o EEC. O
LVDT faz parte do conjunto do atuador. A programação VSV é
em função do fluxo de ar do compressor. Isso é calculado
pela EEC, usando medições da velocidade do rotor e
temperatura do ar.

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VSV CONTROL & FEEDBACK


CONTROLE DAS VSVs & SINAL DE RETORNO
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Mecanismo do sistema de estatoras variáveis.


(Variable Stator Vane System Mechanism)

O mecanismo da VSV é conectado à parte frontal da caixa do


compressor de alta pressão HP e garante um movimento
sincronizado em toda a faixa operacional do sistema.

Existem quatro anéis uníssonos, um para cada estágio da


estatora variável. Cada anel uníssono é de seção quadrada e
está dividido em duas metades semicirculares, conectadas por
peças de ponte. As alavancas são instaladas nos arbustos a
distâncias iguais em torno de cada anel. As alavancas são
conectadas aos eixos das estatoras variáveis por um parafuso.
Um suporte de acionamento em cada anel uníssono é
conectado ao atuador VSV através de um conjunto de
alavancas e hastes ajustáveis. O movimento linear do atuador
gira os anéis uníssonos através das alavancas de campainha
para alterar os ângulos variáveis ​das estatoras, de acordo com
os requisitos de programação de controle da EEC. O arco real
da movimento é difere para cada estágio, mas todos os
estágios começam a se mover juntos e param de se mover
juntos. Não é necessário nenhum ajuste no conjunto da
alavanca da bucha ou nos ajustadores de concentricidade do
anel de sincronização. Eles são definidos na construção do
motor e não há necessidade de reajustar durante a
manutenção do motor.

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UNISION
RING

VSV 2

VIGV
VSV 3

BUFFER
AIR
VSV 1 VALVE

VSV
ACTUATOR
BELLCRANK
LEVER
PIVOT
POINTS

VSV STATOR VANE ACTUATOR


ATUADOR DAS ESTATORAS VARIAVEIS
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Atuador da VSV
(VSV Actuator)

O atuador VSV está localizado no lado inferior esquerdo da


carcaça do compressor de alta pressão HP. O atuador
controla a posição dos VIGV e VSV do compressor de alta
pressão HP. Também é usado para operar a válvula Buffer
Air.

O atuador VSV consiste em um pistão de área diferencial


alojado em um corpo de alumínio. O pistão é conectado a
uma série de alavancas (Bellcranks) para girar os anéis de
união síncronos. O feedback para o EEC é feito através de
um LVDT de dupla indicação de posição.

Durante a substituição, o atuador é fixado na plataforma em


uma posição nominal de cruzeiro (retraída) antes de conectar
à articulação. A relação entre o LVDT e o pistão do atuador é
definida pelos fabricantes e não requer nenhum ajuste.

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LVDT

RIG PIN
POSITION VSV ROD
VSV ROD VSV DRY
(RETRACT) (EXTEND)
DRAIN

VSV STATOR VANE ACTUATOR (VSV)


ATUADOR DAS ESTATORAS VARIAVEIS (VSV)
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VSV STATOR VANE ACTUATOR (VSV)


ATUADOR DAS ESTATORAS VARIAVEIS (VSV)
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CORE MOUNTED
LH SIDE HP
COMPRESSOR
CASE

VSV STATOR VANE ACTUATOR (VSV)


ATUADOR DAS ESTATORAS VARIAVEIS (VSV)
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VSV STATOR VANE ACTUATOR (VSV)


ATUADOR DAS ESTATORAS VARIAVEIS (VSV)
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Operação do atuador da VSV.


(VSV Actuator Operation)

O atuador da VSV é operado com combustível de alta pressão


HP. O combustível é direcionado ao atuador por uma válvula
de vaivém (Shuttle valve), que é controlada por um EHSV. A
válvula de vaivém (Shuttle valve) e o EHSV estão situados na
FMU, portanto, um EHSV ou uma válvula de vaivém (Shuttle
valve) defeituosa exigirá uma substituição da FMU.

O EHSV é controlado pelo EEC, canal A ou canal B.

Quando é necessária uma alteração no ângulo VSV, o EEC


transmite um sinal para o EHSV. O movimento do motor de
torque resulta no deslocamento da válvula de vaivém (Shuttle
valve) . As aberturas na válvula de vaivém controlam a taxa de
fluxo, direção e pressão em cada lado do aríete do atuador. A
pressão do servo HP é direcionada para um lado da válvula, o
outro lado sendo aberto para o retorno de LP. Quando o
ângulo da VSV é satisfatório, o EEC transmite um sinal ao
motor de torque para retorná-lo e, portanto, a válvula de
carretel vai para a posição nula. Portanto, é impedido o
movimento adicional do atuador VSV.

O EHSV é polarizado para garantir que o aríete seja acionado


em direção à parada de baixa velocidade para uma corrente de
motor de torque zero. Quando o aríete se estende, as pás se
movem para a posição fechada ou em baixa rotação. Quando
o aríete se retrai, as pás se movem para a posição aberta ou
de alta rotação. A posição do aríete é transmitida
continuamente para o EEC pelo LVDT.

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VSV OPERATIONS
OPERAÇÃO DA VSV
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Fuel back to Fuel back to


FCOC aircraft tank Actuator Dry Drain
Position
switch
Fuel Burner
(1 off) Nozzles (20 off)
Engine
FCOC
LVDT
FRTTV Dry
Drain
bypass T
valve
VSV Actuator
LP Filter VSVA Torque Motor
dP Spill Diverter
Check Valve HP filter
FMV Torque (cleanable)
Motor
FFTX
inhibit plug Spill Shutoff start Input from cable
Return
Orifice
Spill LVDT switches (3 off) stop operated mechanism
Spill Return (LP) Valve
relief valve
LP
Pump
Fuel from Manifold
aircraft tank FMV Drain Line
boost pumps
OSU OSU
Dry
HP FMU Dry Drain T T Drain
HP
P Pump
PRSOV
cavity drain (not
pump mounted)
gearbox offtake

60µ Flow
Dry drain into

Motive flow filter Washed Overboard


Filter
(cleanable) Drain

Shutdown
shuttle valve
FMU
(shown in run
Combined Overspeed & position)
Shutoff Solenoid
Drains Tank Ejector & Issue 01
Float Valve Assy
08 Feb. 2007

ENGINE FUEL SYSTEM SCHEMATIC


SISTEMA DE COMBUSTIVEL DO MOTOR
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Sistema de controle de válvula de sangria de compressor


de alta pressão HP.
(HP Compressor Bleed Valve Control System)

O sistema consiste em quatro válvulas de sangria operadas Esses tipos de falhas, no entanto, podem ser detectados
pneumaticamente, que direcionam o ar dos 5º e 8º estágios como uma falha "observada" pela tripulação de voo. Por
do compressor HP para o duto de desvio. Três válvulas exemplo, se uma válvula de sangria, que estava sendo
sangram o ar do 5º estágio e uma válvula sangra o ar do 8º comandada como fechada em cruzeiro, permanecesse
estágio. aberta devido a uma falha não elétrica, a tripulação
observaria um aumento no ITT nesse motor e relataria
As válvulas de sangria são operadas pelo ar “servo” do 10º essa condição para ações de manutenção.
estágio do compressor HP, que é direcionado às válvulas
através de quatro válvulas solenoides operadas O EEC é capaz de abrir válvulas de purga para garantir
eletricamente. Essas quatro válvulas estão contidas na um fluxo de ar estável durante condições climáticas
Unidade Solenoide da Válvula de Sangramento (BVSU). O ar adversas (como indicado por T30). Além disso, as válvulas
servo do 10º estagio é retirado de uma sangria na carcaça de sangria são abertas para restabelecer condições
externa de combustão, localizada entre os bicos de estáveis ​após um surge do motor (reconhecida como uma
pulverização nº 1 e 2. Um tubo, no lado direito do motor queda repentina no P30).
principal, leva esse ar servo da caixa de combustão para o
BVSU . Cada uma das quatro válvulas solenoides do BVSU é
energizada pelo EEC, canal A ou canal B. O EEC programa
cada válvula de sangria separadamente, em função da
velocidade do rotor e das condições ambientais. As válvulas
podem ser comandadas para estar em uma das duas
posições - totalmente aberta ou totalmente fechada. O EEC
não recebe feedback de nenhuma posição de válvula. O EEC
detecta falhas no circuito elétrico do solenoide por
monitoramento de tensão e corrente. Falhas mecânicas ou
pneumáticas, que causam mau funcionamento da válvula de
sangria, não são detectadas pelo EEC.

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COMPRESSOR BLEED VALVE CONTROL


CONTROLE DAS VALVULAS DE SANGRIA DO COMPRESSOR
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Unidade solenoide da válvula de sangria


(Bleed Valve Solenoid Unit)

A unidade contém as quatro válvulas solenoides operadas


eletricamente que permitem o controle independente do ar
servo de HP10 para comando das nas válvulas de sangria,
conforme indicado pela EEC. Ele é parafusado diretamente no
lado inferior direito da carcaça do compressor HP.

O ar HP10 é fornecido à unidade através de uma entrada


comum e depois direcionado para as válvulas de sangria
através de tubos individuais.

Dois receptáculos elétricos recebem sinais do EEC, um do


canal A e um do canal B.

Deve-se tomar cuidado para garantir que as aberturas de


ventilação não sejam cobertas ou bloqueadas, pois isso
impediria a operação correta da unidade.

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SOLENOID
(4 EA)

VENT
(4 EA)

OUTPUT
HP 5.3
OUTPUT
HP 5.2

EEC CH A

EEC CH B

OUTPUT
HP 5.1
OUTPUT HP 10 MUSCLE AIR
HP 8 INPUT

BLEED VALVE SOLENOID BLOCK


BLOCO DE SOLENOIDES DA VALVULA DE SANGRIA
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BLEED VALVE SOLENOID BLOCK


BLOCO DE SOLENOIDES DA VALVULA DE SANGRIA
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Válvula de purga do compressor HP (SB 75-100385).


(HP Compressor Bleed Valve (SB 75-100385))

O comando das válvulas de purga permitem que o ar seja


purgado do compressor HP, garantindo a estabilidade do
fluxo de ar em baixas rotações do motor, permitindo
aceleração e desaceleração sem picos de surge e permitindo
a recuperação do motor devido a picos de pressão.

As válvulas de sangria são instaladas duas em cada lado do


motor, uma acima e uma abaixo da linha central. A válvula de
sangria HP8 é instalada na posição superior esquerda e as
válvulas de sangria HP5 são instaladas nas outras posições.

Em cada posição da válvula de sangria, há um conjunto de


tubo vertical que é fixado à caixa do compressor. A válvula
de sangria é então montada no tubo vertical. Um tubo de ar
fornece o HP10 a um conector no tubo vertical e um furo no
flange o alinha com o corpo da válvula de sangria.

Cada válvula de sangria consiste em um conjunto de corpo e


um conjunto de válvula, que estão contidos em um
atenuador de ruído. Localizada dentro do conjunto do corpo,
há uma mola que mantém a válvula de sangria aberta
quando o motor não está funcionando.

NOTA: A ILUSTRAÇÃO ABAIXO MOSTRA O PADRÃO DO


SB 75-100385 DA VÁLVULA PURGA.

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COMPRESSOR BLEED VALVE


VALVULA DE PURGA DO COMPRESSOR
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COMPRESSOR BLEED VALVE


VALVULA DE PURGA DO COMPRESSOR
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COMPRESSOR BLEED VALVE


VALVULA DE PURGA DO COMPRESSOR
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5TH STAGE NOISE ATTENUATORS


ATENUADORES DE RUIDO DO 5o ESTAGIO
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5TH STAGE NOISE ATTENUATORS


ATENUADORES DE RUIDO DO 5o ESTAGIO
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8TH STAGE INNER & OUTER ATTENUATORS


ATENUADORES DE RUIDO INTERNO E EXTERNO DO 8o ESTAGIO
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8TH STAGE OUTER ATTENUATOR & FAIRING


ATENUADORES DE RUIDO EXTERNO DO 8o ESTAGIO E CARENAGEM
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5TH STAGE NOISE ATTENUATORS


ATENUADORES DE RUIDO DO 5o ESTAGIO
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5TH STAGE NOISE ATTENUATORS


ATENUADORES DE RUIDO DO 5o ESTAGIO
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BLEED VALVES
VALVULAS DE PURGA
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BLEED VALVES
VALVULAS DE PURGA
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BLEED VALVES
VALVULAS DE PURGA
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Operação de válvula de sangria e solenoide HP (SB 75-


100385)
(HP Bleed Valve and Solenoid Operation (SB 75-100385))

Motor não funcionando, solenoide desenergizado: • A operação das válvulas de sangria são mantidas
fechadas pelo estágio HP 5 ou 8 do compressor de ar nas
• A válvula de ventilação solenoide e a válvula de entrada fases de decolagem, subida e cruzeiro do voo. A falha de
são mantidas em seus assentos pela força da mola. A um solenoide (desenergizado) fará com que a respectiva
válvula de sangria é mantida na posição aberta pela mola. válvula de sangria se abra.

Motor em funcionamento, solenoide desenergizado: • A perda da pressão do ar servo HP10 não afetaria a
posição de uma válvula de sangria que está fechada; no
• A válvula de ventilação solenoide é mantida em seu entanto, essa válvula não abriria quando comandada pelo
assento pela força da mola, permitindo a pressão do ar EEC.
HP10 na superfície superior do pistão do êmbolo. Isso abre a
válvula de entrada e permite que o HP10 entre na câmara da
válvula de sangria, forçando a abertura da válvula de NOTA: A ILUSTRAÇÃO ABAIXO MOSTRA O PADRÃO
sangria. SB 75-100385 DA VÁLVULA DE PURGA E OPERAÇÃO
DO SOLENÓIDE.
Motor em funcionamento, energizado por solenoide:

• A válvula de ventilação solenoide é puxada em direção ao


núcleo do solenoide, abrindo a válvula Servo ventiladora.
Isso libera ar da parte superior do pistão e o ar HP10 fecha a
válvula de entrada. Agora o ar é expelido da câmara da
válvula de sangria e a válvula de sangria é fechada.

• As válvulas de sangria de manuseio são mantidas fechadas


pelos estágios 5 e 8 do compressor HP.

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Programação da válvula de sangria do compressor HP


(HP Compressor Bleed Valve Schedule)

As válvulas de sangria dos estágios 5 e 8 do compressor HP


estão programadas abertas ou fechadas durante a operação
do motor em estado estacionário e transitório. O EEC usa N2
corrigido (N2 real corrigido para condições ambientais usando
T20 e N1) para programar cada uma das quatro válvulas de
sangria do compressor HP. O EEC usa uma logica separada
para as válvulas quando um estol do compressor ou surge do
motor é detectada. A ilustração abaixo mostra a lógica
utilizadas pelo EEC para controlar a operação de cada uma
das válvulas de sangria.

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HP COMPRESSOR BLEED VALVE SCHEDULE


LÓGICA DE OPERAÇÃO DAS VALVULAS DE PURGA DO COMPRESSOR HP
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BLEED VALVE & VSV OPERATIONS


VALVULA DE PURGA & OPERAÇÃO DA VSV
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BLEED VALVE & VSV OPERATIONS


VALVULA DE PURGA & OPERAÇÃO DA VSV
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Intencionalmente em branco

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BR710 Seção 10 – Refrigeração e selagem

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Intencionalmente em branco

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Introdução
(Introduction)

O resfriamento e as vedações internas do motor são obtidos O ar do vedação (Buffer Air) pode ser o ar do 2º estagio
usando o ar retirado do desvio do fan e dos estágios 2, 4, 6 e do compressor de alta pressão (HP2), nas configurações
10. do compressor de alta pressão (HP). O ar do compressor de alta potência do motor, ou o 4º estagio do compressor
também é usado para vedar a caixa de acessórios (AGB). O de alta pressão (HP4), nas configurações de baixa
ar dos estágios 2 e 4 do compressor alta pressão HP é potência. A mudança entre o ar HP2 e HP4 é alcançada
chamado de ar amortecedor/vedação (buffer air). Partes do através de uma válvula chamada Buffer Air Valve (BAV),
motor com pressões diferentes são isoladas umas das outras que opera em conjunto com o mecanismo do atuador da
por selos labirinto. VSV .

Ar do Fan Air do compressor do 4º estágio de alta pressão.


(Fan Air) (HP4 Air)

O ar do Fan, depois de passar pela Zona 2, flui pelas O ar de HP4 é usado para vedar a câmara de rolamento
estatoras de saída da turbina (turbine outlet guide vanes) traseiro (Rear Bearing Chamber-RBC). Note-se que as
para resfriar as estatoras, a face traseira do disco do estágio derivações para o RBC são separadas da derivação para
2 da turbina LP, o amortecedor de ar e o estribo do sistema a Buffer Air Valve (BAV).
de desligamento de combustível de emergência. O ar do Fan
flui para o fluxo de gás de escape do motor entre as raízes Air do compressor do 6º estágio de alta pressão.
da blades do estágio 2 da turbina LP e as estatoras guia de (HP6 Air)
saída da turbina. O desvio do Fan também passa por três
tubos na carenagem do núcleo, para um duto de resfriamento Um fluxo interno de ar de HP6, através de um removedor
em torno da carcaça da turbina de alta pressão (HP). de vórtice, fornece vedação entre eixos da câmara de
rolamento dianteira (FBC), resfria os discos do compressor
Ar de vedação HP e dentro do tambor do compressor HP, resfria os
(Buffer Air) discos da turbina HP e pressuriza a vedação entre eixos
da RBC (Rear Bearing Chamber). O ar também esfria os
O ar de vedação é fornecido para as vedações da Câmara de discos da turbina LP e flui para o fluxo dos gás de escape
Rolamentos Frontais (FBC) e AGB. do motor entre as raízes da lâmina da turbina LP.

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INTERNAL COOLING AND SEALING AIRFLOW


FLUXO DE AR ​INTERNO DE REFRIGERAÇÃO E VEDAÇÃO
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Refrigeração da carcaça da turbina HP


(HP Turbine Case Cooling)

O ar do Fan do duto de derivação é usado para resfriar o


exterior da carcaça da turbina de alta pressão HP, a fim de
limitar a folga radial entre a superfície interna dessa carcaça
e as pontas da blade do rotor da turbina HP do 2º estágio
sem cobertura. O coletor, que circunda a carcaça da turbina
HP, é alimentado com ar de desvio do Fan através das
portas de entrada nas carenagens do motor principal. Esse
fluxo de resfriamento é direcionado ao invólucro através de
uma série de pequenos orifícios na superfície interna do
coletor.

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TURBINE STAGE 2 BLADE TIP CLEARANCE


FOLGA DA PONTA DO 2º ESTAGIO DE TURBINA E A CARCAÇA
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CORE FAIRING PANEL SCOOP


TOMADA DE AIR PARA REFRIGERAÇÃO DA CARCAÇA DA TURBINA HP
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CORE FAIRING PANEL SCOOP


TOMADA DE AIR PARA REFRIGERAÇÃO DA CARCAÇA DA TURBINA HP
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Air do compressor do 10º estágio de alta pressão.


(HP10 Air)

O ar HP10 possui todas as funções usuais associadas à


combustão e à redução da temperatura da chama e do
revestimento de combustão.

Além disso, o ar é retirado imediatamente em frente aos


OGVs do compressor para resfriar o eixo do rotor e a face
frontal do disco da turbina HP1.

O ar de HP10 também sangra após o difusor de saída do


compressor e flui ao redor do revestimento da câmara de
combustão. Parte desse ar esfria as pás das guias dos bicos
HP1 e HP2 antes de ingressar no fluxo dos gases de escape.

O restante flui através de bicos de pré-turbilhonamento que


direcionam o ar no ângulo ideal para entrar nas raízes da
blades da turbina HP1. O ar de HP10 que entra nas raízes
das blades da turbina HP do estágio 1 através de orifícios na
borda do disco segue em duas direções. Um pouco de ar de
HP10 flui através das blades para fornecer resfriamento do
filme de superfície do aerofólio e sai através de uma cobertura
na ponta, formando um anel de periferia para evitar
vazamento de gás. O restante flui de volta das raízes da
blade do estágio 1 da turbina de HP, entre os discos do
estágio 1 e 2 da turbina de HP. Isso esfria a face traseira do
disco do estágio 1 e a face frontal do disco do estágio 2. O ar
também resfria as blades da turbina de HP2 através de
orifícios na raiz da blade. O vazamento de gás é controlado
nas pontas da blade sem cobertura por folgas mínimas.

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COMBUSTION CHAMBER & TURBINE COOLING


REFRIGERAÇÃO DA TURBINA & CÂMARA DE COMBUSTÃO
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HP TURBINE NOZZLE GUIDE VANE


ESTATORA GUIA DA TURBINA DE ALTA PRESSÃO (HP)
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HP TURBINE 1 ROTOR BLADE COOLING


REFRIGERAÇÃO DAS BLADES DO 1º ESTAGIO DA TURBINA DE ALTA PRESSÃO
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HP TURBINE 2 ROTOR BLADE COOLING


REFRIGERAÇÃO DAS BLADES DO 2º ESTAGIO DA TURBINA DE ALTA PRESSÃO
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Câmaras de rolamento dianteira e traseira.


(Front and Rear Bearing Chambers )

Câmara de rolamento dianteira (FBC).


(Front Bearing Chamber (FBC)) Câmara de rolamento traseira (RBC).
(Rear Bearing Chamber (RBC))
A câmara do rolamento dianteira (FBC) possui um arranjo de
vedação dupla na frente e na traseira. O ar de vedação HP2
ou HP4 (Buffer Air) é alimentado entre cada par de Um arranjo de vedação de labirinto duplo é usado na frente
vedações. Em condições de baixa potência, é utilizado o ar e atrás do RBC. O ar de HP4 retirado do anel da caixa do
HP4. Em outras condições operacionais, é utilizado o ar HP2. compressor em quatro posições é alimentado entre as
O ar de vedação que sai das vedações externas é exaurido vedações de cada par em todas as condições de operação
de volta a parte central do motor na seção estator do motor e do motor.
entre as estatoras variáveis ​da guia de entrada e as pás do
compressor do estágio 1 de HP. A vedação entre eixos é obtida pelo uso de uma vedação
de labirinto do tipo "óleo de imersão", que é alimentada pelo
Um selo hidráulico é usado entre os sistemas de rotação HP ar HP6.
e LP. Este selo é pressurizado pelo ar HP6.

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HYDRAULIC
SEAL

FRONT & REAR BEARING CHAMBERS


CÂMARAS DE ROLAMENTO DIANTEIRA E TRASEIRA
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Válvula de vedação com ar.


(Buffer Air Valve)

A válvula de vedação fornece ar HP4 para as vedações da


câmara do rolamento dianteira e as vedações sopradas do ar
da interface com a AGB em configurações de baixa
potência, quando o ar de HP2 está com pressão insuficiente.
A válvula está localizada no lado esquerdo da carcaça do
compressor HP, abaixo de um painel de carenagem do
compressor. O ar entra no centro de um elemento de
controle oco que possui quatro slots retangulares. A rotação
do elemento de controle alinha os slots com os slots
correspondentes em uma luva de ajuste apertado. O
elemento de controle é girado por uma alavanca conectada
ao mecanismo das estatoras variáveis (VSVs). Os
componentes da válvula e o mecanismo da alavanca foram
projetados para garantir que a válvula de vedação com ar
(Buffer Air Valve) seja aberta quando o atuador VSV estiver
totalmente estendido e fechado em um deslocamento
predeterminado do atuador. Nenhum ajuste ou rigagem é
necessário ao substituir a Buffer Air Valve.

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BUFFER AIR VALVE


VÁLVULA DE VEDAÇÃO COM AR
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BUFFER AIR VALVE


VÁLVULA DE VEDAÇÃO COM AR
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VALVULA ABERTA
VALVULA FECHADA

BUFFER AIR VALVE


VÁLVULA DE VEDAÇÃO COM AR
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BUFFER AIR VALVE


VÁLVULA DE VEDAÇÃO COM AR
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Detector de fogo do óleo da câmara de rolamento


traseiro.
(Rear Bearing Chamber Oil Fire Detector)

O sistema de detecção de fogo por óleo na RBC monitora a Um único canal pode sinalizar um superaquecimento se o
temperatura do ar de vedação da câmara dos rolamentos outro canal falhar na verificação de validação.
traseiros (HP4), usando um par de termopares. É tirado uma
mostra por baixo da proteção térmica traseira da estrutura de Uma falha de canal duplo é uma situação sem despacho
suporte da câmara de rolamentos traseiros. Se a temperatura para voo.
detectada atingir um limite predefinido, o EEC transmite um
aviso de condição de superaquecimento à tripulação de voo, Um superaquecimento é exibido como um AMBER EICAS
o que pode resultar em fogo no óleo da câmara de rolamento CAUTION:
traseiro. A lógica EEC tem a capacidade de reconhecer dois
níveis de superaquecimento, o nível inferior possui um
período de confirmação de 60 segundos, o nível superior, um “MOTOR L / R OVHT”
período de confirmação de 5 segundos. Os procedimentos de
manutenção adotados para cada nível são os mesmos,
portanto, o status e a indicação de manutenção são os
mesmos para os dois níveis. Ambos os canais da EEC devem
concordar que há uma condição de superaquecimento antes
que um aviso seja transmitido.

Os dois termopares estão alojados em uma única unidade. A


unidade está localizada em uma estatora da turbina NGV LP1
na posição de 4 horas (motor visto de trás). Os termopares
são conectados de forma independente aos canais A e B da
EEC. Os pinos terminais do termopar são codificados por
cores (verde para alumel e branco para cromel) e têm
diâmetros diferentes.

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L/R ENGINE OVHT

OIL FIRE DETECTION PROBE


SONDA DE DETECÇÃO DE FOGO NO ÓLEO
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OIL FIRE DETECTION PROBE


SONDA DE DETECÇÃO DE FOGO NO ÓLEO
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Detector de superaquecimento da turbina


(Turbine Overheat Detector)

O sistema de detecção de superaquecimento da turbina Um único canal pode sinalizar um superaquecimento se


monitora o fluxo de ar de resfriamento da turbina (HP6), o outro canal falhar na verificação de validação.
usando um par de termopares. É tirado uma amostra de ar
do fluxo de resfriamento HP6 que atua na face traseira do Uma falha de canal duplo é uma situação sem despacho
disco da turbina do estágio 2 da HP. Se a temperatura para voo.
detectada atingir um limite predefinido, o EEC transmite
um aviso de condição de superaquecimento à tripulação Um superaquecimento é exibido como um AMBER
de voo, após um período de confirmação de 60 segundos. EICAS CAUTION:
Ambos os canais do EEC devem concordar que há uma
condição de superaquecimento antes que um aviso seja “MOTOR L / R OVHT”
transmitido. O sinal é inibido por 90 segundos após uma
aceleração para evitar indicações falsas.

Os dois termopares estão alojados em uma única unidade.


A unidade está localizada em uma estatora da turbina
NGV LP1 na posição de 1 hora (motor visto de trás). Os
termopares são conectados de forma independente aos
canais A e B do EEC.

Os pinos terminais do termopar são codificados por cores


(verde para alumel e branco para cromel) e têm diâmetros
diferentes.

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L/R ENGINE OVHT

TURBINE OVERHEAT DETECTOR


DETECTOR DE AQUECIMENTO DA TURBINA
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Instalação do detector de aquecimento da turbina e fogo


no óleo da RBC.
(RBC Oil Fire and Turbine Overheat Detector Installation)

O detector de fogo por óleo da RBC e o detector de


superaquecimento de turbina são instalados no motor com
um tubo de suporte. Tome cuidado ao instalar o tubo de
suporte para garantir que ele esteja encaixado corretamente
antes de inserir o detector. Nunca use força para instalar o
tubo de suporte. Verifique se o flange de fixação do tubo de
suporte está nivelado com a carcaça da turbina. Observe
que o tubo de suporte do detector de fogo no óleo da RBC
pode cair da carcaça do motor, a menos que seja suportado
durante a instalação do detector.

NOTA: A instalação incorreta do tubo de suporte pode


causar avisos falsos no EICAS.

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OIL FIRE AND TURBINE OVERHEAT DETECTOR


DETECTOR DE ACQUECIMENTO DA TURBINA E FOGO NO ÓLEO
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OIL FIRE AND TURBINE OVERHEAT DETECTOR


DETECTOR DE ACQUECIMENTO DA TURBINA E FOGO NO ÓLEO
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OIL FIRE AND TURBINE OVERHEAT DETECTOR


DETECTOR DE ACQUECIMENTO DA TURBINA E FOGO NO ÓLEO
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Intencionalmente em branco

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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Ventilação da nacele e proteção contra fogo

BR710 Seção 11 – Ventilação da nacelle e proteção contra fogo

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Intencionalmente em branco

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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Ventilação da nacele e proteção contra fogo

Introdução
(Introduction)

A nacele é dividida em duas zonas que são isoladas uma da


outra por escudos, carenagens e selos à prova de fogo. Eles
são identificados como Zona 1 e Zona 2.

As zonas são ventiladas para impedir o acúmulo de vapores


inflamáveis ​e fornecer um fluxo de resfriamento aos
acessórios do sistema do motor. Os sensores de fogo são
instalados para dar à tripulação a indicação de incêndio, para
que as ações apropriadas possam ser tomadas.

No caso de um incêndio ser detectado, os extintores estão


localizados na aeronave, que podem ser descarregados na
nacele.

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FIRE PROTECTION OVERVIEW


VISÃO GERAL – PROTEÇÃO CONTRA FOGO
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Ventilação da nacele – Zona 1


(Nacele Ventilation – Zone 1)

A Zona 1 é o espaço anular entre a superfície externa do


motor (Fan, módulo intermediário e carcaças de derivação) e
as portas da capota do motor. A frente da zona é a anteparo
traseira da capota de entrada de ar, sendo a traseira o
anteparo dianteira do conjunto da unidade de escape. A zona
é ventilada pelo ar de impacto através de duas entradas na
porta superior da capota. Depois de fluir pela zona, o ar
escapa através de uma grade na porta da capota inferior.
Existem duas áreas isoladas na Zona 1. Elas são a caixa de
incêndio ao redor do suporte frontal e a caixa de proteção ao
redor do EEC.

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ZONE 1 VENTILATION
VENTILAÇÃO DA ZONA 1
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ZONE 1 VENTILATION
VENTILAÇÃO DA ZONA 1
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Ventilação da nacele – Zona 2


(Nacele Ventilation – Zone 2)

A Zona 2 é a seção anular ao redor do compressor de alta


pressão HP, formada pela carcaça externa do compressor e
pelas carenagens principais do motor. A parede de fogo frontal
é formado pela face traseira do módulo intermediário e a parte
traseira por um pequeno espaço anular ao redor da carcaça da
LPT. A carenagem interserviços é aberta para e parte da Zona
2. A zona é ventilada pelo ar de desvio através de três
entradas de ventilação. Há uma entrada na parte superior e
duas na parte inferior das carenagens principal do motor. As
duas entradas inferiores fornecem fluxos de ar de resfriamento
diretamente para o atuador VSV e o bloco de solenoides. O
escapamento da Zona 2 entra novamente no fluxo de
derivação através de uma saída na parte traseira da
carenagem interserviços e um pequeno vazamento ao redor
da área de revestimento do LPT.

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ZONE 2 VENTILATION
VENTILAÇÃO DA ZONA 2
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Sensores de fogo.
(Fire sensors)

Os sensores de fogo detectam altas temperaturas nas duas É também um sistema de auto redefinição para que,
zonas da nacele. O sistema é controlado e monitorado pela quando a temperatura cair, as indicações sejam desligadas.
Unidade de Controle de Detecção e Extinção de fogo
(FIDEEX). Os elementos do sensor de fogo são bastante frágeis e
devem ser tratados com cuidado. Eles não devem ser
Existem dois conjuntos de sensores, fixados nos trilhos de pressionados com a mão. Falhas e sinais espúrios podem
guia, localizados na Zona 1. Um está posicionado sob o AGB ocorrer.
e o outro na capota fixa.
Em caso de fogo, haverá um RED EICAS WARNING:
Um conjunto de sensores está localizado na Zona 2. Ele roda
da esquerda para a direita através do BDC, próximo ao "L / R ENG FIRE"
coletor de combustível inferior. Este conjunto não está
montado em um trilho de guia. Cada montagem consiste em acompanhado por um alerta de voz e iluminação do punho
dois elementos sensores. Elementos únicos de cada de fogo. Um ícone em vermelho “FIRE” também aparece
montagem são conectados em série, formando dois loops no indicador de ITT.
independentes. Normalmente, os dois loops precisam
detectar um incêndio antes que o alarme seja iniciado. Se um No caso de uma falha de um único loop, haverá uma
loop apresentar uma falha, o alarme será iniciado pelo loop mensagem de CYAN EICAS ADVISORY:
que pode ser reparado. O elemento sensor é um cabo coaxial
fino. O fio central é separado da bainha externa por um “L / R ENG FIRE FAULT”
material termistor. As características do material do termistor
são tais que sua resistência diminui e seu fluxo atual No caso de falhas dupla dos loops, haverá uma AMBER
aumenta, com um aumento da temperatura ambiente. EICAS CAUTION:

Em um fluxo de corrente predefinido, a unidade de controle “L/R ENG FIRE FAIL”


aciona um aviso de incêndio. Como o fluxo de corrente é
normalmente baixo (no caso de um incêndio), a FIDEEX vê
um grande fluxo de corrente como um curto-circuito. O
sistema não identifica em que zona o fogo se encontra.
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ENGINE FIRE LOOP SENSORS


SENSORES DE FOGO DO MOTOR
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ENGINE FIRE LOOP SENSORS


SENSORES DE FOGO DO MOTOR
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Sistema de extinção de fogo.


(Fire Extinguishing System)

Duas garrafas de extinção de fogo são montadas atrás do A FIDEEX testa continuamente as espoletas quanto à
anteparo de pressão traseira da fuselagem. Eles oferecem a continuidade, passando 1 amp. (máx.) corrente através
capacidade de apagar qualquer incêndio, com a opção de delas. Se um fio for quebrado, o FIDEEX armazenará a falha
uma segunda tentativa. em seu NVM, para visualização posterior através do sistema
CAIMS. Se ambos os fios estiverem quebrados, o FIDEEX
Os bicos de descarga estão montados da seguinte forma: indicará a mensagem CYAN EICAS ADVISORY:

• Dois bicos na frente da EEC, dois bicos atrás, alimentando


a Zona 1.

• Um tubo passando através da carenagem interserviços


para um bico duplo, alimentando a Zona 2.

As garrafas de incêndio são cheias com 6,5 libras de gás Um indicador na garrafa do extintor exibe a pressão da
Halon a uma pressão de 600 psig (a 21ºC), com alívio de garrafa e um pressostato adjacente iniciará um AMBER
segurança a 1600 psig. Os discos de ruptura permitem a EICAS CAUTION:
descarga normal do extintor e também permitem a descarga
no caso de condição insegura de alta temperatura.

As garrafas são descarregadas, uma de cada vez, pela Essas duas mensagens são a indicação de que uma garrafa
operação dos punhos de fogo na cabine de comando, que de fogo foi operada corretamente.
passam uma corrente de 5A através de uma das três
espoletas. (uma para cada motor e um para a APU). A
corrente normalmente passa por dois fios para "disparar" a
espoleta, mas um funcionará se o outro estiver quebrado. Os
bicos devem ser verificados para garantir que estejam limpos
e sem danos.

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ENGINE EXTIGUISHING SYSTEM


SISTEMA DE EXTINÇÃO DE FOGO DO MOTOR
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FIRE BOTTLE LOCATIONS


LOCALIZAÇÃO DAS GARRAFAS DE EXTINÇÃO
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Controles e indicações
(Controls And Indications)

Os punhos de comando de descarga das garrafas de


extinção de fogo estão no painel superior e possui luzes de
indicação de aviso de fogo incorporadas.

A ação de combate a incêndio inclui mover o acelerador para


marcha lenta e desligar o combustível. Se necessário, o
punho de fogo do painel superior pode ser operado. O punho
de fogo possui uma trava solenoide para evitar operação
inadvertida. Se a trava falhar ao liberar o punho
automaticamente, ela poderá ser liberada pressionando um
botão atrás do punho. Puxar o punho de fogo isola o
combustível LP, hidráulico, pneumático e elétrico. Ele
também arma as espoletas. Girar o punho para a esquerda
ou direita dispara uma espoleta e descarrega uma das
garrafas. Para permitir tempo de resfriamento e permitir que
o sistema de detecção seja redefinido, a segunda garrafa
não deve ser acionado até que passem 40 segundos.

O motor não deve ser reiniciado após um incêndio.

A maneira mais provável pela qual uma equipe tomará


conhecimento de um incêndio no tubo de escape é através
da notificação do observador no solo. Nenhum aviso de
cabine é dado para um incêndio no tubo de escape e não
deve ser necessário descarregar uma garrafa de fogo. A
conscientização de todos os procedimentos de emergência é
essencial antes de operar os motores.

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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Ventilação da nacele e proteção contra fogo

CONTROL AND INDICATIONS


CONTROLE E INDICAÇÃO
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CONTROL AND INDICATIONS


CONTROLE E INDICAÇÃO
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Intencionalmente em branco

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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Sistema anti-gelo

BR710 Seção 12 – Sistema anti-gelo

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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Sistema anti-gelo

Intencionalmente em branco

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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Sistema anti-gelo

Introdução
(Introduction)

O acúmulo de gelo na frente do motor e na nacele pode Ativo


atrapalhar e restringir o fluxo de ar no motor. Isso pode ter um
efeito prejudicial no desempenho do motor em termos de A sonda P20 / T20 é aquecida eletricamente usando 115 VAC
potência e economia. Grandes acúmulos de gelo também fornecidos pela aeronave, sempre que N2>35%, ou a
podem aumentar o risco de danos estruturais e de impacto. aeronave estiver fora do solo. A lógica de controle de calor da
Portanto, é necessário manter o motor e a nacele livres de sonda reside na unidade de monitoramento de aquecedor
gelo. /Unidade de monitoramento do freio da aeronave (HBMU). O
calor é desligado quando a velocidade do ar é <50 nós e a
Existem dois métodos de proteção contra a acumulação de aeronave está no solo e os dois motores não estão
gelo: funcionando. Se a unidade de monitoramento de aquecedor
/Unidade de monitoramento do freio da aeronave (HBMU) não
• Passivo, por recurso de design. estiver ligada, o calor da sonda será LIGADO, ou seja, à
prova de falhas.
• Ativo, por um sistema de controle.
A falha no aquecimento levaria à perda de P20, perda de EPR
Passivo e uma reversão suave para o controle N1. A falha de calor da
sonda é indicada por uma mensagem em CYAN EICAS
A ponta do spinner é feito de borracha macia que distorce ADVISORY:
durante o funcionamento do motor e o acúmulo de gelo e,
portanto, libera qualquer acúmulo de gelo. “TAT HT 1/2/3 FAIL”

A parte traseira do spinner e as pás do Fan dependem da onde TAT 1 e TAT 2 são as sondas do motor esquerdo e
força centrífuga para desprender gelo após a partida e impedir direito e TAT 3 é uma sonda montada em aeronave. Um
o acúmulo de durante a operação. Na parte traseira das pontas sistema de anti-congelamento térmico (TAI), usando o ar do
das blades do Fan, há uma caixa de impacto de gelo. estágio 5 do compressor de HP, mantém o bordo principal da
entrada de ar livre de acúmulo de gelo.

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ICE AFFECTED AREAS


ÁREAS AFETADAS POR GELO
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Sistema anti-gelo térmico na admissão do motor.


(Engine Intake Thermal Anti-icing System)

O sistema TAI mantém o bordo de ataque da entrada de ar A posição da chave rotativa é indicada pelas mensagens
livre de gelo e, portanto, mantém a eficiência e reduz o risco na cor branca na pagina de status do EICAS (WHITE
de danos mecânicos. EICAS STATUS):

O sistema usa o ar do 5º estágio do compressor HP, extrai do "L / R COWL A / ICE AUTO"
sistema de sangria da cabine e é controlado por uma válvula
borboleta operada por solenoide. O ar de HP8 fornece a ou
pressão servo para operar a válvula. Os sistemas esquerdo e
direito do motor são controlados independentemente por "L / R COWL A / ICE ON"
chaves rotativas no painel superior da cabine de comando. Os
sinais de controle e indicação passam pelo BMC (Bleed A posição da válvula e os valores de pressão serão
Management Controller). indicados na Synoptic Page no EICAS.

Cada chave rotativa possui 3 posições:

• DESLIGADO - O solenoide é energizado continuamente,


desde que a energia da aeronave esteja ligada. A válvula
permanece fechada enquanto houver pressão servo
suficiente. Não está disponível a proteção anti-gelo da capota.

• AUTO - Nesta posição, a válvula de controle abrirá quando o


gelo for detectado pelos detectores de gelo da aeronave.
Estes estão localizados na fuselagem dianteira.

• ON - O solenoide é desenergizado e a válvula abre.

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TAI CONTROLS & INDICATIONS


TAI CONTROLE & INDICAÇÃO
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TAI CONTROLS & INDICATIONS


TAI CONTROLE & INDICAÇÃO
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TAI CONTROLS & INDICATIONS


TAI CONTROLE & INDICAÇÃO
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TAI CONTROLS & INDICATIONS


TAI CONTROLE & INDICAÇÃO
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TAI CONTROLS & INDICATIONS


TAI CONTROLE & INDICAÇÃO
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Localizações dos componentes do motor


(Engine Component Locations)

As unidades removíveis em linha (LRUs) montadas no


motor no sistema são a válvula TAI e o transdutor de
pressão. Há também um arranjo de dutos, que inclui um
Venturi para controlar o fluxo de ar em caso de falha do
duto.

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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Sistema anti-gelo

TAI COMPONENTS LOCATIONS


TAI – LOCALIZAÇÃO DOS COMPONENTES
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TAI COMPONENTS LOCATIONS


TAI – LOCALIZAÇÃO DOS COMPONENTES
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TAI COMPONENTS LOCATIONS


TAI – LOCALIZAÇÃO DOS COMPONENTES
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Localização dos componentes da entrada de ar.


(Intake Cowl Component Locations)

O duto da entrada de ar consiste no duto de alimentação


interno, no anel de pulverização e um duto de exaustão
externo, com grade de exaustão integral.

Quando a válvula de controle TAI está aberta, o ar é


introduzido no duto da entrada de ar. Isso consiste em um
duto de alimentação interno para o anel de pulverização. O
ar é descarregado na cavidade formada pelo lábio da
admissão e o antepara frontal (seção 'D'), em seguida, é
coletada em um duto de exaustão externo (ao redor do duto
de alimentação interno) e sai para a atmosfera através de
uma grade de saída. O duto externo / interno e o conjunto da
grade estão situados no ponto morto inferior da entrada de
ar.

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INLET COWL COMPONENTS


COMPONENTES DA ENTRADA DE AR
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INLET COWL COMPONENTS


COMPONENTES DA ENTRADA DE AR
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INLET COWL COMPONENTS


COMPONENTES DA ENTRADA DE AR
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INLET COWL COMPONENTS


COMPONENTES DA ENTRADA DE AR
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Válvula de controle térmico anti-gelo (TAI)


(Thermal Anti-Icing (TAI) Control Valve)

A válvula de controle TAI é montada no lado inferior direito do


motor, adjacente ao start. A válvula controla o fluxo de ar para
o duto da entrada de ar do motor. Ele pode ser acessado
através de um painel de acesso articulado dedicado na parte
inferior da entrada de ar.

A válvula de controle TAI é uma válvula de regulagem e corte


de pressão controlada por sinais elétricos da aeronave por
meio de uma válvula tipo esfera operada por solenoide.
Quando a válvula borboleta está aberta, o ar HP5 flui para o
anel de pulverização da entrada de entrada. A válvula
incorpora indicadores de posição por micro interruptores para
as indicações de posições aberta e fechada. Se a válvula não
estiver na posição comandada, o contorno da válvula na
página sinótica será alterado de BRANCO para ÂMBAR.

Quando a aeronave estiver ligada e o motor não estiver


funcionando, o solenoide da válvula será energizado e ficará
quente. Pode ser necessário selecionar o sistema anti-ice
para ON (ou puxar o disjuntor relevante) durante a
manutenção para evitar ferimentos.

A válvula pode ser travada manualmente ABERTA ou


FECHADA para permitir o despacho da aeronave com uma
válvula inoperante.

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TAI CONTROL VALVE


VALVULA DE CONTROLE - TAI
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TAI CONTROL VALVE


VALVULA DE CONTROLE - TAI
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Válvula de controle TAI (SB 30-101200)


(TAI Control Valve (SB 30-101200)

Esta válvula incorpora um recurso revisado de travamento


manual que é mais fácil de acessar em um motor instalado.

Este padrão de válvula anti-gelo só pode ser bloqueado na


posição ABERTA.

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THERMAL ANTI-ICE CONTROL VALVE


(SB 30-1-1200)
VALVULA DE CONTROLE – TAI - (SB 30-101200)
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Operação da válvula de controle TAI


(TAI Control Valve Operation )

Com motor não está funcionando:

• O duto não está pressurizado e a válvula permanece aberta


sob força da mola.

Com o motor em funcionamento (pressão do duto acima


de 8 psi):

• Com o interruptor na posição OFF, o solenoide é


energizado, a válvula de esfera é fechada e a pressão de
controle na câmara superior fecha a válvula.

• Com o interruptor na posição ON, o solenoide é


desenergizado, a válvula de esfera é aberta e a pressão de
controle na câmara superior é ventilada para a atmosfera. A
válvula borboleta agora será aberta.

Regulação da pressão:

• A válvula reguladora piloto detecta a pressão do duto de


saída da válvula. Se a pressão de saída subir acima de 25
psi, a válvula da agulha do regulador piloto será aberta,
permitindo uma pressão mais alta na câmara superior. Isso
forçará a válvula borboleta a fechar um pouco e limitar a
pressão do duto da entrada de ar para 25 psi.

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THERMAL ANTI-ICE OPERATIONS


VALVULA TAI - OPERAÇÃO
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Sensor de pressão do duto


(Duct Pressure Sensor)

O sensor de pressão do duto está localizado no lado inferior Certas falhas não têm efeito operacional, mas podem
direito, na face traseira da anteparo traseiro da tampa da degradar o sistema. Se o motor não estiver funcionando e
entrada de ar e detecta a pressão do duto TAI de saída da a válvula TAI estiver travada fechada, ou se o motor
válvula de controle. estiver funcionando e os micro interruptores ou o sensor
de pressão não estiverem funcionando, uma mensagem
O sensor indica a pressão do duto para a página sinóptica do do EICAS CYAN ADVISORY:
sistema e para as mensagens no EICAS.
“L/R COWL A/ICE FAULT”
O pequeno orifício no corpo do sensor deve ser mantido
sempre limpo, ou serão geradas mensagens falsas. é gerado. A página sinóptica pode então mostrar, por
exemplo, uma válvula na posição fechada, enquanto a
Se, com o motor estiver em funcionamento, a válvula TAI não pressão do ar é mostrada de saída da válvula.
se mover para a posição comandada (Micro-interruptor e
sensor de pressão) ou a pressão não estiver dentro da faixa
regulada (<10 ou > 40 psi), o sistema gera um mensagem de
cuidado em âmbar no EICAS (EICAS AMBER CAUTION) :

“L/R COWL A/ICE FAIL”

Airjet Taxi Aéreo Ltda Pag. 27


BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Sistema anti-gelo

TAI DUCT PRESSURE SENSOR


SENSOR DE PRESSÃO DO DUTO - TAI
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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Sistema anti-gelo

TAI DUCT PRESSURE SENSOR


SENSOR DE PRESSÃO DO DUTO - TAI
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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Sistema anti-gelo

Intencionalmente em branco

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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Sistema de partida e ignição

BR710 Seção 13 – Sistema de partida e ignição

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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Sistema de partida e ignição

Intencionalmente em branco

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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Sistema de partida e ignição

Introdução
(Introduction)

Os ciclos de partida e ventilação do motor são iniciados a Se o motor tive dado uma partida anterior entre 20 minutos e
partir dos painéis de controle da cabine de comando até o 5 horas é possível apresentar uma alta vibração do motor
sistema FADEC. Quando selecionado, o FADEC fornecerá: durante a partida. Isso ocorre devido ao resfriamento
diferencial do rotor HP e é conhecido como ROTOR BOW.
• Partida normal (automática) em solo e em voo.
Para aliviar este problema, um motoring estendido (EDC) é
• Partida alternada (manual) em solo e em voo. realizada antes que o motor acenda.

• Ventilação seca ou molhada (Motoring).

• Ignição contínua.

O sistema FADEC também fornece uma função de


Autoatendimento (Auto-Relight), independente dos
comandos da cabine, além de um recurso de reacendimento
rápido "Quick Relight".

Os suprimentos pneumáticos para o start com ar podem ser


fornecidos por:

• A unidade de energia auxiliar (APU).

•Unidade de suprimento terrestre (GPU).

• O outro mecanismo, se estiver executando (alimentação


cruzada).

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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Sistema de partida e ignição

STARTING & IGNITION SYSTEM OVERVIEW


APRESENTAÇÃO DO SISTEMA DE PARTIDA & IGNIÇÃO
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localização dos componentes do sistema de Partida.


(Starting System Component Locations)

Os componentes do sistema de partida estão localizados na parte


externa do duto de desvio estrutural. Eles são:

• Um motor de partida pneumático.

• Uma válvula de controle de ar de partida.

• Duto pneumático.

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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Sistema de partida e ignição

COMPONENT LOCATIONS
LOCALIZAÇÃO DOS COMPONENTES
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Válvula de ar de partida (SAV)


(Starter Air Valve (SAV))

Operação - Solenoide Energizado.


A válvula de partida (Start Air Valve) controla o suprimento
de ar para o starter. Ele é fixado no duto de ar de partida por
O ar ainda passa para as câmaras A e B, mas a câmara C é
duas abraçadeiras em 'V', levemente à direita do BDC, na
agora ventilada para a atmosfera, através da ventilação
parte traseira do motor. O SAV consiste em:
ajustável. A pressão na câmara B agora supera a carga da
mola de torção para forçar o pistão a abrir a válvula borboleta,
• Uma válvula de controle solenoide de bobina dupla.
permitindo a entrada de ar no start. A ventilação da câmara C
é controlada, pela ventilação ajustável, para evitar a carga de
• Uma válvula borboleta, girando em um único eixo.
choque do start. É definido durante a fabricação e não é
ajustado em serviço. A condição “à prova de falhas” da
• Micro interruptores para indicar a válvula 'não fechada’.
válvula fechada é alcançada se:
• Um recurso de operação manual (Chave de 3/8 "), com um
• O suprimento de ar para a válvula falhar ou o diafragma está
indicador de posição mecânico.
rompido.
Operação - Solenoide desenergizado.
ou
O ar de entrada passa para as câmaras A, B e C. A carga
• A energia elétrica do solenoide falhar.
diferencial da pressão do ar, mais a carga de fechamento da
mola de torção, força o pistão fechar a válvula borboleta.
A válvula pode ser operada manualmente para despachar a
aeronave se ela não funcionar sob o comando de controle
normal.

Airjet Taxi Aéreo Ltda Pag. 7


BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Sistema de partida e ignição

Válvula de ar de partida (SAV)


(Starter Air Valve (SAV))

Controle

A válvula de ar de partida (SAV) é controlada pelo EEC


(qualquer canal) a partir do comando do piloto.

Quando o seletor ENG START for comandado para AUTO,


movendo o interruptor ENG RUN para ON fará com que o
EEC energize o solenoide da SAV. Isso abre a válvula e inicia
a rotação do motor. O EDC será realizado, se necessário. O
fluxo de combustível e a ignição são ligados automaticamente
pelo EEC. Após um acendimento bem-sucedido, o EEC
desenergiza o solenoide em 41% de N2, fechando a SAV e,
assim, desengatando o start.

Mover o seletor ENG START para L / R CRANK fará com que


o EEC energize o solenoide da SAV. Isso abre a válvula e
inicia a rotação do motor. O combustível e a ignição são
ligados manualmente (após EDC, se necessário). Após um
acendimento bem-sucedido, o EEC desenergiza o solenoide
em 41% de N2, fechando a SAV e, assim, desengatando o
motor de partida. Quando a SAV está aberta, os micro
interruptores posicionais geram um ícone START acima da
leitura de N2 na página principal do EICAS.

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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Sistema de partida e ignição

OPERATIONS SAV OPEN


OPERAÇÃO DA VALVULA DE AR DE PARTIDA - ABERTA
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OPERATIONS SAV CLOSED


OPERAÇÃO DA VALVULA DE AR DE PARTIDA - FECHADA
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START AIR VALVE


VALVULA DE AR DE PARTIDA
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Motor de partida
(Starter Motor)

O motor de partida gira o conjunto do eixo de alta pressão


(HP) para permitir a partida do motor. Ele é montado em um
adaptador, que é cavilhado e parafusado na face frontal da
caixa de acessórios. As abraçadeiras de banda V prendem o
motor de partida ao adaptador de montagem e ao duto
associado. A unidade pesa aproximadamente 23 libras.

A unidade possui seu próprio sistema de óleo independente,


a bomba de óleo sendo acionada pelo eixo de acionamento
de saída. Possui um bujão de abastecimento de óleo e
indicador de nível, além de um bujão combinado de MCD e
dreno de óleo. Quando o óleo é drenado através do bujão de
drenagem.

O MCD também pode ser verificado quanto a resíduos. O


plug deve então ser recolocado, com uma nova vedação. A
reposição de óleo é feita através da porta de abastecimento.

Quando o óleo está no nível com a porta de abastecimento,


a quantidade está correta.

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PRE SB-BR700-80-101741
PRE SB-BR-700-80-101741
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POS SB-BR700-80-101741
POS SB-BR-700-80-101741
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Operação do motor de partida


(Starter Motor Operation)

O ar do sistema pneumático da aeronave, através do motor A turbina e o eixo de saída giram em direções opostas e a
de partida pneumático (SAV), passa pelas estatoras guia de relação entre as engrenagens da roda da turbina e o eixo
entrada para acionar a turbina de estágio único e, em de transmissão é de 13: 1.
seguida, escapa pela carcaça externa da unidade até a
capota (Zona 1). Ao abrir a SAV manualmente, é importante estar ciente de
que a temperatura do ar de exaustão do Starter pode ser
A turbina aciona uma engrenagem anular através de três tão alta quanto 200ºC. Esse ar quente sairá pelo painel de
eixos de transmissão. A engrenagem anular, por sua vez, acesso aberto da SAV a partir da área dentro da capota.
aciona o eixo de acionamento de saída através de uma Luvas de proteção de alta temperatura devem ser usadas
embreagem do tipo embreagem. Na velocidade de corte do para evitar ferimentos.
motor de arranque, o SAV é fechado e a turbina perde a
velocidade, o que desengata a embreagem. A roda da turbina As limitações do motor de partida estão definidas para
desce a zero rpm e o acionamento de saída continua a girar proteger o motor de partida de falhas e danos. São
com a caixa de engrenagens. permitidos períodos de 3 x 3 minutos de operação contínua,
com pausas de 15 segundos entre os períodos. São
Existe um anel de contenção em caso de falha da turbina. necessários 15 minutos antes de uma futurada operação.

Um cortador de tungstênio corta a borda do disco da turbina e


as pás se os rolamentos do local do rotor falharem.

Um desacoplador do eixo de acionamento de saída elimina a


possibilidade de acionar a roda da turbina, se caso a
embreagem agarrar.

Um pescoço de cisalhamento do eixo de acionamento de


saída protege a caixa de engrenagens externa no caso de
turbina de partida devido a sobre torque ou travamento da
unidade.

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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Sistema de partida e ignição

ATS CUTAWAY VIEW


MOTOR DE PARTIDA EM CORTE
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SPRAG CLUTCH OPERATIONS


OPERAÇÃO DA EMBREAGEM DO STARTER
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Sistema de ignição
(Ignition System)

Para acender a mistura ar / combustivel no sistema de O acima descrito aplica-se apenas se não houver falhas no
combustão, são fornecidos dois sistemas de ignição sistema FADEC, que impedem o EEC de selecionar canais
independentes. de ignição ou EEC alternativos. Quando uma tentativa
normal de partida no solo foi abortada devido a anomalias,
Cada sistema consiste em uma caixa de excitação de ignição, o EEC selecionará automaticamente o outro dispositivo de
um cabo de ignição de alta energia e um plug de ignição de ignição na seguinte tentativa normal de partida no solo.
alta energia. Quando a ignição está LIGADA, o ícone IGN é exibido
verticalmente no lado externo do indicador de ITT.
Os sistemas são controlados pelo EEC. Cada canal EEC
pode controlar um ou ambos os sistemas de ignição. AVISO: A ENERGIA ARMAZENADA DENTRO DOS
CAPACITORES DO EXCITADOR DE IGNIÇÃO É
Para partidas automáticas normais no solo, apenas um POTENCIALMENTE LETAL. ABRA OS DISJUNTORES E
dispositivo de ignição é usado. Para partidas manuais de solo ESPERE PELO MENOS TRÊS MINUTOS PARA
e todas as partidas em voo, ambos os ignitores são usados. PERMITIR QUALQUER ENERGIA ARMAZENADA A
DISSIPAR ANTES DE TOCAR EM QUALQUER PARTE
Para tentativas normais consecutivas de partida em solo, o DO SISTEMA.
EEC alterna canais e dispositivos de ignição da seguinte
maneira: As caixas e cabos do excitador de ignição são montados no
duto de desvio estrutural, como é o EEC.
• Canal A do EEC Ignição 1
As velas de ignição estão localizados na carcaça da câmara
• Canal B do EEC Ignição 1 combustão. Os cabos do dispositivo de ignição são
direcionados para o lado externo da caixa de desvio até a
• Canal A do EEC Ignição 2 carenagem interserviços e depois para os plugs do
dispositivo de ignição montados na parte superior do motor.
• Canal B do EEC Ignição 2

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IGNITOR & EXCITER POSITIONS


POSIÇÃO DAS VELAS & CAIXA DE IGNIÇÃO
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Unidades de excitação de ignição


(Ignition Exciter Units)

As unidades do excitador de ignição são montadas lado a


lado, na parte traseira do EEC, na parte superior da caixa do
desvio estrutural.

Ambas as unidades são idênticas e são intercambiáveis.

A energia é fornecida a partir da fonte da aeronave de 28


Volts DC. Esta é a entrada de baixa energia. A saída de alta
energia é energia pulsada de aproximadamente 3.000 Volts.
A taxa de descarga é de um a dois pulsos por segundo.

A entrada de controle é do EEC, canal A ou canal B. O


excitador normalmente está desligado, a menos que seja
comandado por qualquer canal do EEC.

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IGNITOR EXCITER UNIT


CAIXA DE IGNIÇÃO
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HE IGNITION UNITS
UNIDADES DE IGNIÇÃO DE ALTA ENERGIA
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Velas de ignição
(Igniter Plugs)

As duas velas de ignição recebem alta energia pulsada das A instalação das velas de ignição depende do padrão de
caixas do excitador de ignição por meio dos cabos de alta modificação do motor.
energia (HE) e produzem uma faísca para acender a mistura
ar / combustível na câmara de combustão. Antes do SB 74 - 101073, o adaptador foi selecionado a
partir de uma faixa, durante a construção do motor, para
Cada plug de ignição é parafusado em uma saliência na caixa fornecer a imersão correta do plug na câmara de
de seção de combustão adjacente às posições 8 e 12 do FSN. combustão.
A ponta se projeta através do revestimento de combustão. Os
ignitores são do tipo descarga de superfície. O SB 74 - 101073 introduziu um único adaptador e uma
variedade de arruelas de ajuste para proporcionar a
O eletrodo positivo está no centro e fornece um caminho para imersão correta. A arruela correta é instalada entre o
a corrente entre o fio interno do cabo do dispositivo de ignição plugue e o adaptador e é selecionada durante a
e a ponta do irídio. O invólucro externo é o eletrodo negativo e construção do motor. Durante qualquer trabalho nas
faz parte do caminho de retorno. Os dois eletrodos são velas em serviço, deve-se tomar cuidado para não
separados por um isolador de cerâmica. Na ponta do deixar cair e perder a arruela. Identifique o adaptador de
dispositivo de ignição, há uma pastilha semicondutora entre os qual as arruelas são removidas para garantir que sejam
eletrodos. reinstaladas no local original.

As duas velas de ignição são intercambiáveis ​e com várias


fontes. Eles não são reparáveis.

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IGNITOR PLUG ASSEMBLY


CONJUNTO DA VELA DE IGNIÇÃO
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GV (POST SB 74-101073)
G500/550

IMMERSION DEPTH
PROFUNDIDADE DE IMERSÃO
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Controles da cabine de comando


(Flight Deck Controls)

Os procedimentos de partida do motor / ventilação / Na posição "ON", o interruptor é pressionado e travado e a


religamento são iniciados através das seguintes chaves de legenda "ON" fica acesa. Nesta posição, o EEC ligará os
controle: dois dispositivos de ignição para executar uma partida
alternativa ou, para ignição contínua, enquanto o botão
• Uma chave START SELECT MODE. estiver pressionado.

• Uma chave de IGNIÇÃO. A chave ENG RUN tem uma posição "ON" e "OFF". Na
posição “ON”, durante uma partida normal, o EEC permitirá
• Uma chave ENG RUN. que a válvula de elevação e desligamento da pressão
(PRSOV) na FMU seja aberta. Mover o interruptor para a
As chaves do modo de seleção inicial e da ignição estão posição “OFF” (desligado) fechará o PRSOV. Durante uma
localizados no painel superior. As chaves Eng Run fazem partida alternativa, a posição “ON” comanda diretamente o
parte do módulo das manetes, montado no pedestal central. PRSOV para abrir.

A chave START SELECT MODE é uma chave do tipo rotativa


de três posições. A posição "AUTO" seleciona a sequência
de partida normal (automática) para cada motor. As posições
"L ou R CRANK" iniciam o acionamento do motor
selecionado para ventilação do motor ou partidas alternativas
(manuais).

A chave de ignição é um botão de pressão. A posição normal


é "relaxada", onde a chave não está travado e a legenda
"ON" não está acesa. Nesta posição, o EEC controlará os
ignitores conforme necessário, ou seja, gelo etc.

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FLIGHT DECK CONTROLS


CONTROLES DA CABINE DE COMANDO
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Limitações dos procedimentos de partida


(Starting Procedures Limitations)
• Com 42% de N2, o EEC desativa a SAV e os circuitos de
Máx. ITT pre-start 150 ° C ignição. Os ícones START e IGN são cancelados.

Máx. ITT durante a partida 700 °C O EEC monitorará os parâmetros do motor.

Máx. tempo para atingir macha lenta 120 segundos Se a SAV não atingir sua posição de comando, o ícone
START mudará de VERDE para ÂMBAR e haverá um
Máx. RPM para ré engrazar o starter 42% de N2 mensagem ÂMBAR EICAS CAUTION:

Min. temperatura do óleo. para partida de -40 ° C "L / R ENG SAV FAIL"

(Ventilação do motor, conforme necessário, para aumentar a


temperatura do óleo)

Sequência de partida no solo normal (automática).

• Chave START SELECT MODE AUTO

• Chave de IGNIÇÃO NORMAL

• Chave ENG RUN ON

• EEC abre a SAV (o ícone START aparece).

• O EDC será realizado se necessário.

• Com 15% de N2, o EEC abre o PRSOV e a ignição é ligada


(o ícone IGN aparece).

Airjet Taxi Aéreo Ltda Pag. 28


BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Sistema de partida e ignição

Limitações dos procedimentos de partida


(Starting Procedures Limitations)

Partida abortada
(Aborted Start)

Uma partida em solo normal (automática) será abortada se: O desligamento iniciado pelo piloto gerará a mensagem
WHITE EICAS STATUS:
• A chave ENG RUN é colocado na posição OFF.
"L - R ENG SHUTDOWN"
• N2 não atinge 15%, dentro de 120 segundos.
Rotação do FAN LP na partida.
• N2 está acima de 10%, mas aumenta em menos de 0,1%
por segundo. Ao iniciar Sempre garanta uma rotação N1 positiva antes de
comandar uma partida automática, principalmente durante as
• O motor não atinge a marcha lenta em 120 segundos da partidas com vento de cauda. Sob essas condições, um ciclo
abertura do PRSOV. de partida pode ser realizado para obter a rotação positiva
necessária do Fan.
• O motor não alcança 41% de N2 (velocidade de corte) em
180 segundos de abertura da SAV. •

ITT excede limites

• Limite de acendimento de 150°C., Mesmo após 120


segundos da partida.

• Limite de partida no solo de 700 ° C.

O acima irá gerar uma mensagem AMBER EICAS


CAUTION:

"L / R START ABORTED"

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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Sistema de partida e ignição

Limitações dos procedimentos de partida


(Starting Procedures Limitations)
• Se o temporizador da ignição expirar, o EEC ligará a
ignição novamente.
Sequencia de partida no solo alternada (Manual)
(Alternate (Manual) Ground Start Sequence)
• Na rotação de corte de partida, o EEC fechará o SAV .
Antes de uma partida em solo alternativa (manual), é
responsabilidade do operador verificar se o EDC é necessário • Após uma partida bem-sucedido, o operador desliga
para o arco do rotor e se o ITT é inferior a 150 °C. IGNITION OFF e o botão START SELECT MODE para
AUTO.
• Chave de IGNIÇÃO ON
Durante uma partida manual, o operador é responsável pelo
• Ambos os canais de ignição serão ligados. monitoramento do motor. O EEC não interromperá
automaticamente a partida.
• A legenda ON aparecerá na chave.

• O ícone IGN aparecerá.

• Haverá uma mensagem WHITE EICAS STATUS:

"L - R IGNITION ON "

• Chave START SELECT MODE L / R CRANK

• A SAV abrirá (o ícone START será exibido).

• Com 15% de N2 ou máxima rotação de ventilação e com


rotação N1 positiva:

• Chave ENG RUN ON

• PRSOV abre.

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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Sistema de partida e ignição

Limitações dos procedimentos de partida


(Starting Procedures Limitations)

Partidas em voo Reacendimento automático


Air Starts (Auto Re-light)

As partidas automáticas e manuais podem ser realizadas em Se alterações no N2 indicarem que está ocorrendo um
voo. As partidas automáticas podem iniciar com “Windmill" apagamento do motor em voo, o EEC selecionará os dois
ou o "Turbine Assisted". O EEC decide o que é aplicável, a ignitores para operar e programará o fluxo de combustível
partir de certos parâmetros. para restaurar o funcionamento normal do motor. Os
ignitores continuarão a funcionar por 20 segundos.
Ventilação seca ou molhada.
(Wet/Dry crancking) Se o Reacendimento falhar, e o motor cair a rotação, a
PRSOV será fechada com 35% de N2 e haverá uma
A ventilação seca ou molhada é iniciada movendo a chave mensagem AMBER EICAS CAUTION:
START SELECT MODE para L / R CRANK. A SAV abrirá e o
motor girará. O ciclo é encerrado movendo o interruptor "L / R ENG FLAMEOUT"
START SELECT MODE de volta para AUTO.

Uma ventilação úmida é executada, garantindo que a chave


de ignição esteja em NORMAL (não selecionada e a luz
acesa) e movendo a chave START SELECT MODE para L /
R CRANK. Verifique se o ITT é menor que 100 oC, selecione
o interruptor ENG RUN para ON e a PRSOV irá abrir. O ciclo
é encerrado movendo a chave ENG RUN para OFF e, em
seguida, movendo o interruptor START SELECT MODE de
volta para AUTO. Limite a duração do combustível ligado para
20 segundos para evitar inundações e, depois, seque com
uma ventilação seca por 30 segundos ou até que todos os
sinais de combustível no escapamento acabem.

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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Sistema de partida e ignição

Reacendimento rápido.
(Quick Re-light)

O EEC fornece um meio de reacender automaticamente o Precauções de segurança


motor se o ENGINE RUN SWITCH tiver sido levado para a (Safety Precautions)
posição OFF e depois novamente para a posição ON. Essa
função de acendimento rápido está disponível apenas em voo Execute todos os procedimentos regulamentares relativos a
e fica ativa por um período de 30 segundos após a chave de precauções de segurança e incêndio e esteja ciente das
operação do motor ter sido selecionado para OFF com N2 áreas de perigo de solo.
maior ou igual a 41%. Se a rotação de N2 for menor que 41%,
uma partida de ar será iniciada se a chave de funcionamento Familiarize-se completamente com o layout da cabine de
do motor for selecionado como ON. Quando a função de comando, prestando atenção especial à localização e aos
partida rápida está ativa, o EEC demanda combustível e opera procedimentos de operação do punho de fogo do motor.
os dois sistemas de ignição. A ignição permanece ligada por 20
segundos se a rotação do motor não cair abaixo da marcha Não realize nenhum teste além do pré-planejado. Desvios
lenta. Se a rotação do motor estiver abaixo da marcha lenta, a das execuções planejadas podem causar confusão, pânico,
ignição será desligada 20 segundos depois que a rotação do acidentes e / ou ferimentos.
motor for recuperada.
CUIDADO: VERIFIQUE SE VOCÊ ESTÁ INTEIRAMENTE
FAMILIARIZADO COM A ÁREA DAS AERONAVES
GLOBAL EM OPERAÇÃO DE ÁREAS DE PERIGO E
CORREDORES DE ENTRADA.

Airjet Taxi Aéreo Ltda Pag. 32


BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Sistema de partida e ignição

Airjet Taxi Aéreo Ltda Pag. 33


BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Sistema de partida e ignição

Intencionalmente em branco

Airjet Taxi Aéreo Ltda Pag. 34


BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Reversor de Empuxo

BR710 Seção 14 – Reversor de Empuxo

Airjet Taxi Aéreo Ltda Pag. 1


BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Reversor de Empuxo

Intencionalmente em branco

Airjet Taxi Aéreo Ltda Pag. 2


BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Reversor de Empuxo

Introdução
(Introduction)

O objetivo do reversor de empuxo é fornecer forças de


desaceleração adicionais para ajudar a desacelerar a
aeronave no pouso ou durante a decolagem abortada.

O uso de empuxo reverso em marcha lenta está disponível,


como uma ajuda para reduzir a velocidade do táxi.

NÃO é permitido usar empuxo reverso para movimentar para


trás a aeronave.

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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Reversor de Empuxo

REVERSER THRUST EFFECT


EFEITO DO REVERSOR DE EMPUXO
Airjet Taxi Aéreo Ltda Pag. 4
BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Reversor de Empuxo

Arranjo do Reversor de Empuxo.


(Thrust Reverser Arrangement)

O inversor de empuxo é do tipo de porta pivotante. Em voo


normal, as portas pivotantes são trancadas e fechadas para
fornecer superfícies aerodinâmicas suaves para a nacele e
escape e para permitir que todos os gases de escape ejetem
através do tudo de propulsão. Um selo de borracha contínuo é
montado na estrutura fixa para evitar vazamentos de gás
quando as portas estão fechadas.

Quando comandadas, as portas superior e inferior giram para


redirecionar todos os gases de escape pela parte superior e
inferior da capota. Isso elimina a tração dianteira e fornece um
efeito de frenagem. Cada porta possui uma placa Kicker presa
à sua borda interna frontal, projetada para garantir que os
gases de escape sejam ejetados na direção certa. O curso de
rotação das portas é de aproximadamente 60 °

Airjet Taxi Aéreo Ltda Pag. 5


BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Reversor de Empuxo

THRUST REVERSER ASSEMBLY


CONJUNTO DO REVERSOR DE EMPUXO
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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Reversor de Empuxo

EXHAUST UNIT
UNIDADE DE EXASTÃO
Airjet Taxi Aéreo Ltda Pag. 7
BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Reversor de Empuxo

Visão geral do sistema


(System Overview)
O sistema elétrico inclui:
A seleção do empuxo reverso é apenas manual, iniciada a
partir das alavancas de seleção reversa montadas na • Travas terciárias:
manete de potência(alavancas de elevação com dedos). O (Tertiary Locks)
sistema é operado por pressão hidráulica da aeronave e
controlado tanto pelo EEC e sinais elétricos da aeronave. São dois, um para cada porta, controlado por sinais do de
feedback dos Micro interruptores para o EEC.
O sistema hidráulico inclui:
• Chaves de stow
• Unidade de controle de isolamento. (Stow Switches)
(Isolation Control Unit)
São quatro chaves, duas por porta. Informa o sinal de
Controlado via EEC, e incorporando um pressostato (sinal de portas recolhidas ao EEC.
feedback ao EEC).
• LVT:
• Unidade de controle de direção.
(Direction Control Unit) São dois, um por porta, indicação de posição para o EEC.

Controlada por sinais da cabine de comando. • Chave de teste de manutenção ativado:


(Maintenance Test Enable Switch)
• Atuadores de trava primária :
(Primary Lock Actuators) Um interruptor de segurança no solo para permitir a
operação no solo, usando pressão hidráulica, sem acionar
São dois atuadores, ambos travam as portas superior e o motor.
inferior, através de um mecanismo de trava.
Observe que as travas engatam apenas na posição
• Atuadores de porta: retraída. Não há bloqueios de posição estendida.
(Door Actuators )
O movimento da porta não está sincronizado.
São dois atuadores, um para cada porta.

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THRUST REVERSER OVERVIEW


VISÃO GERAL DO REVERSOR DE EMPUXO
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Localização dos componentes do reversor de empuxo


(Thrust Reverser Component Locations) As unidades não montadas na unidade de exaustão incluem:

As seguintes unidades substituíveis em linha (LRU) estão • Chave de habilitação para teste de manutenção (montado
localizadas na unidade de exaustão: no motor, próximo ao motor de partida).
(Maintenance Test Enable Switch (engine mounted, near the air starter).

• Atuadores superiores e inferiores.


• Unidade de controle de isolamento (montada em aeronave,
(Upper and Lower Actuators)
no compartimento traseiro do equipamento).
(Isolation Control Unit (aircraft mounted, in the rear equipment bay).
• Unidade de controle de direção (DCU).
(Direction Control Unit (DCU)). Os sistemas do reversor de empuxo (e unidades de exaustão)
são entregues de acordo com a instalação esquerda ou direita
• Travas terciárias superior e inferior. e não são intercambiáveis. As diferenças entre esquerdo e
(Upper and Lower Tertiary Locks)
direito são as seguintes:
• Ambos os atuadores de bloqueio primário.
(Both Primary Lock Actuators) • DCU e LVT’s
(DCU and LVT’s)

• Chaves de reverso recolhido (duas por porta). localizados no motor do lado de fora da unidade de exaustão.
(Stow Switches (two per door)).

• Placas retrocesso da porta.


• Transformadores variáveis ​lineares (LVT) (um por porta). (Door Kicker Plates)
(Linear Variable Transformers (one per door).
Configuradas para a esquerda ou Direita

• Bocal de escape.
(Exhaust Nozzle)

Configurado para a esquerda ou direita.

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COMPONENT LOCATIONS
LOCALIZAÇÃO DOS COMPONENTES
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Unidade de controle de isolamento


(Isolation Control Unit)

A Unidade de Controle de Isolamento (ICU) controla o Quando a alavanca de inibição é girada, a válvula de
fornecimento de pressão do sistema hidráulico da aeronave ao isolamento é fisicamente mantida na posição fechada. O
sistema de reversão de empuxo. Ela está localizado no status de inibição é indicado visualmente por tinta vermelha
compartimento de equipamento traseiro da aeronave, na face na parte inferior da alavanca. Ao trabalhar no reversor de
frontal da anteparo, em linha com os suportes do motor traseiro. empuxo ou próximo dele, e o reversor de impulso não deve
O acesso é fornecido através de uma porta e escada na parte ser operado, execute a desativação de manutenção do
traseira da aeronave. mesmo.

A ICU contém a válvula de isolamento (isolation valve) , que é • Verifique se as manetes de potência do motor estão na
controlada por uma válvula solenoide. Um pressostato posição de marcha lenta e instale a etiqueta "NÃO OPERAR
(pressure switch) indica para o EEC quando o sistema de O MOTOR".
reversor de empuxo esta pressurizado. Uma alavanca de
inibição manual é incorporada para impedir a operação • Abra os disjuntores apropriados.
hidráulica do reversor de empuxo durante a manutenção do
sistema. • Gire a alavanca de inibição na unidade de controle de
isolamento para a posição de inibição.
O sistema deve ser inibido quando qualquer trabalho de
manutenção for realizado no reversor de empuxo ou próximo a • Se as portas pivotantes do reversor de empuxo estiverem
ele. O AMM contém todas as precauções e procedimentos de abertas durante um procedimento de manutenção, verifique
segurança relevantes. se as luvas de segurança do atuador da porta do reversor
também estão instaladas. (As portas giratórias não são
AVISO: A FALHA EM REALIZAR ESTES PROCEDIMENTOS mantidas abertas por pressão hidráulica e podem fechar
PODE CAUSAR LESÕES GRAVES A PESSOAS E DANOS novamente causando ferimentos.)
AO EQUIPAMENTO.

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ISOLATION CONTROL UNIT (ICU)


UNIDADE DE CONTROLE DE ISOLAMENTO
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ISOLATION CONTROL UNIT (ICU) - LOCATION


UNIDADE DE CONTROLE DE ISOLAMENTO - LOCALIZAÇÃO
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Operação da unidade de controle de isolamento.


(Isolation Control Unit Operation)

A válvula solenoide de controle (Solenoid Control Valve)


(SCV) é carregada por mola com a pressão hidráulica
desligada quando desenergizada. A SCV é controlado por
sinais do EEC. A válvula de isolamento é carregada por mola
e pressurizada hidraulicamente para a pressão hidráulica OFF
quando a válvula de controle do solenoide é desenergizada.
O pressostato é carregado por mola para OFF quando a
pressão hidráulica estiver abaixo de 750 - 950 psi.

Quando o solenoide é energizado, a pressão hidráulica é


permitida através da parte superior do pistão da válvula de
isolamento. A válvula de isolamento é aberta e permite a
pressão no sistema Thrust Reverser. A pressão é detectada
pelo pressostato e, em seguida, passa pela DCU, para o lado
da haste do pistão do atuador, causando uma sobrecarga nas
portas. O Overstow é necessário para ativar o travamento
dos bloqueios primários.

Após o comando, o solenoide permanece energizado durante


a operação do reversor de empuxo e o subsequente ciclo de
carenamento (stow). Para inibir a ICU, empurre a coleira em
direção ao corpo da ICU (para cima) e gire a alavanca para a
posição de travamento. Quando a alavanca de inibição
manual é girada, os planos em uma came mantêm a alavanca
na posição de inibição. Isso trava a válvula de isolamento na
posição OFF de hidráulica. Solte o colar para travar a ICU na
posição isolada.

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ICU- DE-ENERGIZED
ICU - DESENERGIZADA
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ICU - ENERGIZED
ICU - ENERGIZADA
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Unidade de Controle de Direção.


(Direction Control Unit)

A Unidade de Controle Direcional (DCU) controla a pressão


hidráulica no lado da cabeça dos pistões do atuador para
fornecer a força de comando de abrir e no lado da haste do
atuador para fornecer a força de recolhimento do reverso. Ele
é montado atrás da anteparo dianteiro da unidade de
exaustão, no lado externo, e pode ser acessado através de
um painel de acesso dedicado.

A DCU contém a válvula de controle direcional (DCV), que é


controlada por uma válvula solenoide.

Há também uma porta de sangria do sistema hidráulico,


através da qual o sistema do inversor de empuxo pode ser
sangrado de ar.

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DIRECTIONAL CONTROL UNIT (DCU)


UNIDADE DE CONTROLE DIRECIONAL - DCU
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Unidade de Controle de Direção - Operação
(Direction Control Unit – Operation)

O DCV é carregado por mola na posição STOW. A válvula de


controle do solenoide é carregada por mola na posição OFF
da pressão hidráulica quando desenergizada. O solenoide é
controlado por micro interruptores (microswitchs) da manete
e sinais WOW ou WSU.

Quando a válvula de isolamento é aberta na ICU, a pressão


hidráulica passa através da DCU para as extremidades da
haste de ambos os atuadores, causando OVERSTOW. A
pressão também ajuda a mola a manter o (DCV) na posição
retraída.

Quando o solenoide é energizado, a válvula solenoide se


abre, permitindo que a pressão hidráulica libere
sequencialmente os dois bloqueios primários. A pressão
hidráulica então retorna à DCU, movendo a DCV para a
posição aberta ou carenada.

Quando o DCV está na posição estendida, a pressão


hidráulica é direcionada para a extremidade da cabeça de
ambos os atuadores, para estender as portas do reversor de
empuxo. O fluido deslocado da extremidade da haste do
atuador é transferido para a extremidade da cabeça do
atuador através do DCV. O sistema hidráulico pode ser
sangrado ar da DCU comandando o reversor para abrir e
fechar.

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DCU ENERGIZED ACTUATORS OVERSTOW


DCU ENERGIZANDO ATUADOR PARA SOBRE FECHAMENTO
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DOORS OVERSTOWED
PORTAS OVERSTOWED
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PRIMARY LOCKS & DOORS OPEN


TRAVAS PRIMARIAS E PORTAS ABERTAS
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PRIMARY LOCKS & DOORS OPEN


TRAVAS PRIMARIAS E PORTAS ABERTAS
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Mecanismo de Bloqueio Primário.


(Primary Lock Mechanism)

As travas primárias mantêm mecanicamente as portas do Durante o recolhimento, o mecanismo é projetado para travar
reversor de empuxo fechadas para um voo normal. O automaticamente pela força da mola do atuador, ou seja, a
mecanismo está localizado no nível da borda frontal das trava da porta empurra a alavanca da trava para fora da
portas, na linha central horizontal, nos dois lados da unidade posição. Quando as portas ultrapassam o limite superior, a
de escape. O acesso é através de painéis de acesso alavanca da trava e as travas da porta são ativadas
dedicados. novamente.

Cada conjunto consiste em uma alavanca de travamento, com É feita uma provisão para liberação manual das travas, para
ganchos nas extremidades. Esses ganchos se encaixam nas abertura manual do reversor.
placas de gancho da porta superior e inferior. A alavanca de
travamento é operada por um atuador hidráulico.

Quando o reversor de empuxo é selecionado, o solenoide da


DCU é energizado. A pressão hidráulica é então direcionada
aos atuadores de bloqueio primário sequencialmente. Os
atuadores moverão a alavanca de travamento para a posição
destravada se as portas estiverem na condição
OVERSTOWED. A trava primária NÃO PODE destravar, a
menos que as portas estejam OVERSTOWED. As vedações
da porta de borracha foram projetadas para permitir o excesso
de vazamentos sem causar danos à vedação. Na posição
totalmente implantada, quando a DCU é desenergizada
(pressão hidráulica OFF) a alavanca de travamento retorna à
sua posição normal pela força da mola no atuador.

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PRIMARY LOCK ACTUATOR


ATUADOR DE TRAVA PRIMÁRIO
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PRIMARY LOCKS HOOK


GANCHO DA TRAVA PRIMÁRIA
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Atuadores de bloqueio primário


(Primary Lock Actuators)

O objetivo dos atuadores de bloqueio primário é controlar o


mecanismo de bloqueio primário.

Eles são montados à frente e conectados ao mecanismo de bloqueio


primário. O atuador consiste em uma haste de saída, que é carregada
por mola na posição travada, e um pistão de liberação controlado
hidraulicamente, incorporando uma válvula de retenção.

Quando o solenoide da DCU é energizado, a pressão hidráulica é


direcionada para o primeiro atuador. O pistão de liberação comprime a
mola de retorno para estender a haste de saída. Depois que o pistão
percorre uma curta distância, uma porta é aberta para permitir pressão
no segundo atuador, que é idêntico em operação. Quando o segundo
atuador é destravado, a pressão hidráulica é retornada à DCU para
operar a DCV. A válvula de retenção permite retornar à baixa pressão
durante o ciclo de fechamento do reverso.

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OUTBOARD

INBOARD

PRIMARY LOCKS ACTUATORS


ATUADOR DE TRAVA PRIMÁRIO
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Travas terciárias.
(Tertiary Locks)

O objetivo das duas travas terciárias é impedir o comando não


solicitado do reversor de empuxo, se os mecanismos de
bloqueio primário falharem. As duas travas, um por porta, são
montadas no ponto morto superior e no ponto morto inferior,
logo em frente às portas do reversor de empuxo. O acesso é
através de painéis de acesso dedicados. A unidade consiste
em um êmbolo de mola operado por solenoide e um garfo de
trava de mola. O êmbolo de trava terciário (o 'gatilho') se
retrairá quando o solenoide for energizado pelo WOW / WSU e
sinal do Micro-interruptor da manete. Isso permitirá que o garfo
da trava gire para destravar quando as portas forem abertas
sob controle do sistema hidráulico. Quando as portas se
abrem, o garfo da trava é girado para liberar a barra do
detentor. O garfo de trava é então mantido aberto por uma
grande mola helicoidal, pronta para engatar a barra do
detentor no fechamento da porta.

Quando o fechamento do reverso é selecionado, o solenoide é


desenergizado, mas o gatilho é impedido de retornar à posição
de travamento pelo garfo da trava até a porta a ser fechada. O
solenoide é uma unidade de bobina dupla em que uma bobina
(a bobina PULL) é desligada por um Micro-interruptor na
posição aberta. Se o Micro-interruptor falhar, a unidade poderá
ficar muito quente. Para evitar o superaquecimento, um fusível
térmico está instalado no circuito. Um segundo Micro-
interruptor é usado como um indicador de posição.

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TERTIARY LOCK OPERATIONS


OPERAÇÃO DAS TRAVAS TERCEARIAS
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TERTIARY LOCK
TRAVA TERCEARIA
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TERTIARY LOCK ENERGIZES


TRAVA TERCEARIA ENERGIZADA
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LATCH FORK ROTATES AS DOOR OPENS


TRAVA GANCHO GIRA QUANDO A PORTA ABRE
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Atuadores do reversor de empuxo.


(Thrust Reverser Actuators)

A pressão hidráulica mais alta da HP no lado da haste agora


Os atuadores hidráulicos do reversor de empuxo fornecem a
dará uma força maior do que a pressão de retorno no lado da
força mecânica para abrir e fechar as portas do reverso. Eles
cabeça, portanto, o pistão se moverá para a posição de
são montados por parafusos que passam por rolamentos
recolhimento. O acesso aos suportes dianteiro e traseiro é feito
esféricos nas extremidades dianteira e traseira. Os rolamentos
através de painéis de acesso na estrutura fixa ou nas portas. A
esféricos permitem o alinhamento automático e pequenas
montagem traseira é ajustável, para permitir a montagem do
mudanças de ângulo durante os ciclos de recolhimento e
atuador de acordo com a instalação.
extensão.

Existem dois conectores de linha hidráulica. Um faz parte do


corpo do atuador e fornece pressão hidráulica ao lado da
cabeça (estender) do pistão. O outro conector faz parte de um
tubo montado externamente que fornece pressão hidráulica ao
lado da haste (recolhimento) do pistão.

Em direção à extremidade frontal, há uma bucha de


revestimento que passa através da vedação da porta de
estrutura fixa.

Durante a extensão, os dois lados do pistão estão abertos à


pressão hidráulica de HP (até 3000 psi). Como o lado da
cabeça tem a maior área efetiva, o pistão se moverá para a
posição de estendido. Durante o ciclo de recolhimento, o lado
da cabeça está aberto para retornar a pressão (até 300 psi).

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UPPER & LOWER DOOR ACTUATORS


ATUADORES DAS PORTAS SUPERIOR & INFERIOR
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UPPER & LOWER DOOR ACTUATORS


ATUADORES DAS PORTAS SUPERIOR & INFERIOR
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Transformador variável linear


(Linear Variable Transformer)

Existem dois transformadores variáveis ​lineares (LVT), um No acessório da estrutura fixa, é instalada uma placa de
para cada porta. Eles estão localizados entre os pontos de segurança para evitar que o parafuso de segurança caia, caso
dobradiça da porta no lado externo. O acesso é feito através a porca caia.
de um painel de acesso dedicado para a extremidade da caixa.
A extremidade da haste é acessível através do painel de
acesso à dobradiça da porta.

O LVT informa a posição da porta para o EEC para:

• Limitações do comando de potência.

• Intertravamento da manete do reversor de empuxo.

• Válvula de isolamento (desligada).

• Indicação de extensão do reverso.

Na extremidade da carcaça da unidade, há um suporte esférico


na estrutura fixa da unidade de exaustão. A outra extremidade
é uma haste rosqueada que é parafusada em um ajustador do
tipo esticador. Um recurso de rigging na caixa garante a
configuração correta na instalação. Dentro da sonda, há uma
mola polarizada que retrai a sonda, caso a extremidade do LVT
seja desconectada. A taxa de tensão nesta posição é menor
que o limite inferior para overstow. Consequentemente, o
motor não é desligado automaticamente para o modo inativo
em caso de descolamento LVT.

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DOOR POSITION LVT’S


LVT’S DE POSIÇÃO DA PORTA
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Chave de recolhimento.
(Stow Switch)

Existem quatro (4) chaves de recolhimento montadas no


reversor; duas (2) para cada porta montada em cada lado do
reversor de empuxo. Elas são instalados na face traseira da
caixa de torção. As chaves são operados por mecanismo
instalados na borda frontal de cada porta adjacente aos
cantos. Quando as portas se movem para a posição de
totalmente recolhidas, os mecanismos tocam nas chave de
recolhimento. Isso faz com que cada chave envie um sinal
para o EEC indicando que as portas giratórias estão
recolhidas.

Quando as portas giratórias começam a se abrir, os


mecanismos se afastam das chaves de recolhimento. Isso
faz com que cada chave envie um sinal para o EEC de que
as portas giratórias não estão totalmente recolhidas. Os
sinais da Stow Switch são usados ​pelo EEC para fornecer
indicações na cabine de comando de que o reversor de
empuxo não está totalmente recolhido.

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DOOR STOW SWITCHES


CHAVES DE PORTAS RECOLIDAS
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Controle e Indicação
(Control and Indication)
Se uma trava primária ainda estiver ativada, não haverá
O Reversor de Empuxo (T/R) e a seleção de potência são ícone RED REV. Nesse caso, o EEC comandará o
feitos com as manetes principais do motor e alavancas de mecanismo para inativo. Se o ícone RED REV aparecer, o
elevação com dedos (Finger Lift Levers). Outros sinais de motor será desligado.
aeronaves e motores são usados ​para garantir que nenhuma
situação perigosa possa surgir, por exemplo aumento de Uma mensagem na cor ÂMBAR,
potência antes da extensão do reverso adequada ou abertura
não comandada. "L - R REVERSER FAIL"

A posição do T/R é exibida na tela principal do EICAS, dentro indica que o inversor falhou e as portas permanecerão em
do indicador de N1 no arco redondo. O ícone REV aparece sua posição atual. O inversor não está disponível.
em cores diferentes, dependendo da situação existente:
Uma mensagem na cor CYAN,
• VERMELHO indica T/R aberto, não comandado.
"L - R REV LOCK FAIL"
• ÂMBAR indica T/R selecionado, não aberto.
mostra falha da trava, mas nenhuma informação de não
• BRANCO indica T/R selecionado, abrindo comandado.
normalmente.
Uma mensagem na cor CYAN,
• VERDE indica T/R 60% estendido.
“L-R REVERSER FAULT”
Além disso, as avarias do sistema são mostradas como
mensagens de alerta no EICAS. Uma mensagem vermelha indica uma falha menor, deixando a operação normal.

"L - R REVERSER UNLKD" Uma mensagem na cor CYAN,

indica que o inversor foi destravado com as manetes na faixa “L - R REV LOCK FAULT”
avançada. Duas chaves de reverso recolhido indicam não
carenado e a trava terciária indica destravada. mostra um interruptor de arrumação indicando que o
reversor não está arrumado.
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CONTROL AND INDICATION


CONTROLE E INDICAÇÃO
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Limitações do comando de potência


(Power Command Limitations)

O nível de potência dos motores comandado pelos pilotos,


conforme indicado no EEC pelos resolvedores da manete de
potência, é limitado de acordo com a posição do Reversor.

No empuxo a frente, quando o EEC receber um sinal dos


LVTs de que as portas foram abertas (sem comando) além
da posição de 14 a 15% (aproximadamente 9 graus), a
potência do motor será reduzida para marcha lenta.

Em potência de reverso, o motor não começará a acelerar


até o nível comandado até que as portas estejam abertas
além de 60% (aprox. 40 graus). A liberação da trava da
manete ocorre na posição de 60%.

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POWER COMMAND LIMITATTIONS


LIMITAÇÕES DE COMANDO DE POTÊNCIA
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Sistema hidráulico
(Hydraulic System )

Para estender
(To deploy)

Na seleção do reversor, o solenoide da ICU é energizado para


abrir o ICV e permitir a pressão hidráulica no sistema. O
pressostato (pressure switch) da ICU indica para o EEC que
o sistema está pressurizado.

A pressão hidráulica passa pela DCU para os dois lados da


haste dos atuadores da porta. As portas irão então para a
posição de overstow (totalmente fechada).

Quando o solenoide da DCU é energizado, a pressão


hidráulica passa sequencialmente para os atuadores de trava
primário (para destravá-los) e depois de volta ao DCV. O DCV
move-se da posição recolhido para a posição estendido e a
pressão é então fornecida ao lado da cabeça dos dois
atuadores da porta. O reversor de empuxo é estendido.

O solenoide da ICU permanece energizado.

Para recolher
(To stow)

No comando para recolhimento do reversor, a DCU é


desenergizada, fechando as portas. Quando as portas estão
abaixo de 12%, um temporizador de 8 segundos será iniciado.
No final dos 8 segundos, o solenoide da ICU será
desenergizado e o sistema voltará ao estado isolado
hidraulicamente.

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HYDRAULIC SYSTEM
SISTEMA HIDRÁULICO
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Sistema elétrico de controle e detecção


(Electrical Control And Sensing System)

Para estender
(To deploy)

• As portas agora ficarão agora totalmente fechada, as travas


No pouso (touchdown), os sinais WOW / WSU fornecem
principais serão destrancadas e o DCV, no DCU, passará
um terra para o T/R DEPLOY RELAY.
para a posição de estendido. A alta pressão hidráulica passa
agora para o lado da cabeça dos pistões do atuador e as
Com as mantes de potência em FORWARD IDLE, levante
portas começam a abrir:
as alavancas de elevação com dedos (finger lift levers) e
retarde as manetes para a posição REVERSE IDLE. Isso
• As quatro chaves de recolhimento sinalizam ao EEC que as
vai:
portas não estão recolhidas. (Ícone WHITE REV) (ÂMBAR
REV, se não estiver em movimento).
• Colocar as chaves no quadrante da manete em DEPLOY.
• Com 60% de implantação, o LVT sinaliza ao EEC para
• Desconecta o INTERLOCK SOLENOID da trava terciária e
liberar o interlock da manete. (Ícone GREEN REV) e
conecta ao EEC. •
manetes de potência podem ser retardadas para a posição
reverso totalmente. Macha lenta em reverso é mantido.
O interlock da manete restringe para à posição REVERSE
IDLE. O EEC sente que o TRA está na faixa reversa e
• Entre 70% e 85% da posição estendida, o EEC permite
energiza a ICU. O pressostato da ICU sinaliza ao EEC
que o N1 suba linearmente de marcha lenta até o máximo.
quando a pressão hidráulica está disponível.
Potência em reverso. O solenoide do ICU permanece
energizado.
• Desbloqueia as duas travas terciárias. Envia sinal para
EEC.

• Energize o solenoide da DCU.

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Sistema elétrico de controle e detecção


(Electrical Control And Sensing System)

Para recolher.
(To stow)

Mover as manetes da posição de marcha lenta para a frente Após os 8 segundos quando o temporizador termina, a ICU é
irá: desenergizada e as molas de trava terciárias movem as
portas para a posição retraída normal.
• Colocar as chaves no quadrante da manete em STOW.

• Desenergiza a DCU e os solenoides de trava terciários. Isso


reposiciona a válvula do carretel da DCU, permitindo que as
portas se fechem e as alavancas de trava primárias se movam
para a posição de travamento. As chaves de posição de trava
terciária agora fornecem o GROUND, mantendo o solenoide de
interlock energizado.

• Na posição de porta a 60%, o ícone GREEN REV muda para


WHITE.

• Na posição de 12% da porta, 8 segundos O temporizador é


acionado pelo EEC.

Quando as portas estão over-stowed, as travas primária e


terciária se engatam mecanicamente, e o interlock da manete
é removida. O ícone WHITE REV é apagado quando a trava
terciária e todas as chaves de recolhimento estão na condição
STOW.

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ELECTRICAL CONTROL AND SENSING SYSTEM


SISTEMA ELÉTRICO DE CONTROLE E DETECÇÃO
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Bloqueio para voo / Extensão manual do reverso.


(Flight Lock-Out / Manual Deployment )

Bloqueio para voo.


(Flight Lock-Out )

O bloqueio para voo permite a operação contínua da Gire as duas alavancas de bloqueio da trava primária para
aeronave com um reversor inoperante. Depois de abrir os a posição destravada, usando a ferramenta especial
disjuntores apropriados, o reversor é bloqueado com três 04Y0008-001. As travas terciárias são destravadas usando
travas: um torquímetro (não exceda 20 lb in). Segure a liberação
manual até que o parafuso de inibição tenha sido removido.
• Cada porta é fixada na posição fechada por um parafuso
de inibição. O parafuso passa através de uma seção Remova o parafuso de inibição da porta pivotante que deve
reforçada na borda frontal das portas e aparafusa no ser aberta.
encaixe de montagem frontal do atuador. Uma placa de
travamento se encaixa no parafuso para evitar que ele se As portas são então abertas, usando a ferramenta
solte. Quando instalado, o parafuso se projeta acima da 04Y0011-001. A luva do atuador 04Y0006-001 é montada
superfície da tampa e é de cor VERMELHA. para manter as portas abertas.

• O terceiro bloqueio é a alavanca de inibição da ICU. O fechamento da porta é o inverso do acima.

Extensão manual do reverso. É essencial que a trava terciária esteja na posição


(Manual Deployment ) destravada antes de fechar. Também é importante a
condição overstow das portas antes de trancar as
Execute o procedimento de desativação da manutenção do fechaduras principais. A alavanca de inibição da ICU deve
inversor. Instale um parafuso de inibição nas portas retornar à posição normal. Os parafusos de inibição devem
giratórias superiores e inferiores. Aperte os parafusos até retornar às suas posições recolhidos e todos os painéis de
que as portas giratórias estejam em suas posições acesso devem ser recolocados.
sobrepostas. (Os Parafusos de Inibição são guardados em
uma bolsa desmontável no compartimento traseiro do
equipamento.)

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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Reversor de Empuxo

TR LOCKOUT FOR
TRAVAMENTO DO REVERSO PARA VOO
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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Reversor de Empuxo

MANUAL OPENING OF TR DOORS


ABERTURA MANUAL DAS PORTAS DO REVERSO
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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Reversor de Empuxo

Chave de habilitação para teste de manutenção (MTES)


(Maintenance Test Enable Switch (MTES))

O reversor de empuxo pode ser operado no solo, sem acionar


o motor, fazendo a seleção normal na cabine de comando e
operando a MTES.

O MTES substitui a lógica EEC e permite que a ICU seja


energizada mesmo quando o motor não está funcionando.

O MTES é carregado por mola na posição OFF. É protegido


por um guarda.

O EEC somente permitirá que o MTES energize a ICU quando:

• O motor não está funcionando

• A manete é movido de FWD para REV ou vice-versa. Um


suprimento de pressão hidráulica para o sistema será
necessário a partir de uma GPU ou do sistema hidráulico
elétrico de bordo.

A chave está situada entre o STARTER e o gerador dedicado e


é acessado abaixando a porta da capota inferior. Após o
movimento da alavanca da manete, o MTES fica armado por
apenas 30 segundos.

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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Reversor de Empuxo

MAINTENANCE TEST ENABLE SWITCH


CHAVE DE HABILITAÇÃO PARA TESTES DE MANUTENÇÃO
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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Reversor de Empuxo

MANUAL INHIBIT & SAFETY SLEEV


INIBIÇÃO MANUAL & LUVA DE SEGURANÇA
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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Reversor de Empuxo

Intencionalmente em branco

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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Isolamento de Falhas

BR710 Seção 15 – ISOLAMENTO DE FALHAS

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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Isolamento de Falhas

Intencionalmente em branco

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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Isolamento de Falhas

Sistema de informação central da aeronave(CAIMS)


(Central Aircraft Information Maintenance System (CAIMS))

A aeronave Global Express incorpora um sistema de • Marcador de evento do piloto (PEM), quando o piloto opera
diagnóstico de falhas conhecido como CAIMS. O CAIMS é essa chave no painel o EEC registra "dados de captura
um sistema de manutenção interativo e distribuído. A natureza instantânea". Essas informações do evento de voo e um
distributiva do sistema significa que cada Sistema Membro conjunto de parâmetros designados e são armazenados na
possui seu próprio conjunto de funções de manutenção memória não volátil para recuperação posterior. A função
acessíveis pelo CAIMS. O EEC é um exemplo de um sistema PEM está disponível apenas em voo. Os dados da NVM
membro instalado na aeronave que atende aos requisitos de baixados são encaminhados para a Rolls-Royce para
interface com o CAIMS. O Terminal de acesso de interpretação.
manutenção portátil (PMAT) fornece um ponto de acesso
único para cada membro do CAIMS. O CAIMS fornece • 3 computadores Aviônicos integrados (IACs).
modos para visualizar falhas ativas do EEC, histórico de
falhas, baixar dados de falhas e exibir dados em tempo real • 4 unidades de aquisição de dados (DAUs).
enquanto a aeronave está no solo. O CAIMS também pode
ser usado em voo para monitorar falhas ativas e imprimir
relatórios de falhas ativas. Os componentes do sistema
CAIMS (ilustrados abaixo) são os seguintes:

• Terminal de acesso de manutenção portátil (PMAT).

• Impressora (opcional)

• Chave PRINT MANUT REPORT (opcional)

• Painel de upload / download de dados

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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Isolamento de Falhas

Sistema de informação central da aeronave(CAIMS)


(Central Aircraft Information Maintenance System (CAIMS))

O EEC faz interface com o CAIMS usando o barramento de Observe que algumas falhas do sistema FADEC só podem
dados ARINC 429. O IAC FWC envia os comandos de ser detectadas quando o motor está em operação.
manutenção do PMAT via ARINC 429 diretamente para o
EEC e as respostas do EEC via DAUs. Quando o sistema é Quando a aeronave está em voo ou a velocidade do ar é
ligado, os seguintes modos CAIMS estão disponíveis com a superior a 50 nós, os seguintes modos CAIMS estão
aeronave no solo ou a velocidade do ar é inferior a 50 nós. disponíveis:

• FALHAS ATIVAS • FALHAS ATIVAS


(ACTIVE FAULTS) (ACTIVE FAULTS)

• FALHAS ARMAZENADAS • FDE • LRU STATUS


(STORED FAULTS) (FDE • LRU STATUS )

• RELATÓRIO DE FALHAS ATIVAS


• DIAGNÓSTICO DO SISTEMA
(SYSTEM DIAGNOSTICS) (ACTIVE FAULTS REPORT)

• FDE (efeitos da cabine de comando)


(FDE (Flight Deck Effects))

• LEITOR DE BARRA
(BUS READER)

• DOWNLOAD NVM

• LRU STATUS
(LRU STATUS)

• RELATÓRIO DE FALHAS ATIVAS


(ACTIVE FAULTS REPORT)

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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Isolamento de Falhas

CAIMS COMPONENTS
COMPONENTES DO CAIMS
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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Isolamento de Falhas
Interfaces do usuário.
(User Interfaces)

O terminal de acesso de manutenção portátil (PMAT) Janela Efeito da cabine de comando (FDE) para correções
(The Portable Maintenance Access Terminal (PMAT)) de falha .
(Flight Deck Effect (FDE) to Fault Correlation Window)
O PMAT é um computador portátil robusto usando o sistema
operacional Microsoft Windows NT. Ele fornece um único Quando o PMAT é ativado, a janela Correlação de FDE para
ponto de acesso a todos os sistemas membros do CAIMS. falha aparece como a tela padrão. Todos os dados de solução
de problemas e manuais relacionados ao avião são
O PMAT liga automaticamente quando a energia é aplicada. O disponibilizados nesta tela. FDE é qualquer coisa notada no
PMAT não possui um botão liga / desliga e quando a energia é compartimento de voo, como uma luz ou som do EICAS. Os
aplicada usando a EMS CDU, inicia o Windows NT e o CAIMS FDEs são agrupadas por níveis: Warning, Caution, advisory
executa autotestes. Ao fazer manutenção na aeronave, é e status. As mesmas informações estão acessíveis nas
altamente recomendável que o método de “desligamento páginas de falhas ativas no CAIMS.
manual” seja usado.
Lista de falhas correlacionadas.
Feche todas as janelas abertas e use os comandos START - (Correlated Fault List)
SHUTDOWN na barra de tarefas. Por fim, selecione
DESLIGAR O COMPUTADOR e SIM na janela do Windows. A lista de falhas correlacionadas é exibida na parte inferior da
Quando o PMAT indicar "Agora é seguro desligar o janela FDE para correlação de falhas e contém uma lista de
computador", remova a energia do PMAT configurando o todas as falhas possíveis que podem ser a fonte do FDE ativo.
disjuntor do CAIMS PMAT LAPTOP para OUT no EMS CDU A lista estará vazia se nenhuma mensagem EICAS estiver
ou removendo a energia AC externa da aeronave. Depois que selecionada.
a energia for removida, pressione o botão verde no PMAT. Isso
encerrará o PMAT imediatamente e economizará a carga da
bateria. Observe que o botão verde na frente do PMAT, à
esquerda do indicador de ligar, não é um botão liga / desliga.
O botão verde é um botão de reinicialização para que o PMAT
seja usado apenas se o software do sistema operacional
Windows congelar ou como uma última etapa no desligamento
da manutenção do PMAT. Nunca interrompa um desligamento
automático.
Airjet Taxi Aéreo Ltda Pag. 6
BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Isolamento de Falhas

Interfaces do usuário.
(User Interfaces)

Caixa de diálogo de Informações detalhadas sobre falhas.


(Detailed Fault Information Dialog Box)

Essa caixa de diálogo é exibida quando o usuário seleciona


um FDE e uma falha e, em seguida, seleciona o botão
Informações detalhadas sobre falhas na janela Correlação de
FDE para falhas. Esses dados podem ajudar na solução de
problemas. O código de falha exibido refere-se a um
procedimento específico de isolamento de falhas no manual
de isolamento de falhas.

Exibe dados.
(Data Display)

O EEC pode exibir informações em tempo real sobre o


desempenho do motor, dados de configuração, dados de
manutenção, dados do quadrante de manetes, status do
reversor de Empuxo e fiação do plug de entrada de dados no
CAIMS, através da seleção SYSTEM DIAG no menu principal
do CAIMS e escolha ATA 73.00 seguido por EEC1A, EEC1B,
EEC2A ou EEC2B.

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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Isolamento de Falhas

FLIGHT DECK EFFECT (FDE) TO FAULT CORRELATION


and DETAILED FAULT INFORMATION WINDOWS
EFEITOS DA CABINA DE COMANDO (FDE) PARA FALHA CORRELACIONADA E JANELA DE INFORMAÇÃO DE FALHA
DETALHADA
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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Isolamento de Falhas
Filosofia do Sistema de Manutenção.
(Maintenance System Philosophy)

Os três principais requisitos do sistema de manutenção são: [FMU TM]

1. Determinar o status de despacho do FADEC. Indica um problema com o circuito do torque motor, os
colchetes [ - ] indicam falha interna.
2. Identifique o componente com defeito ou LRU.
RNG
3. Identifique ações corretivas.
Indica que a falha esta fora da faixa.
O atendimento a esses requisitos eliminará as alterações
desnecessárias e dispendiosas de LRU que resultam em
respostas ‘NO FAULT FOUND' das investigações de defeitos
dos fabricantes ou fornecedores da unidade.

A primeira conscientização da equipe quanto a uma falha será


uma mensagem de alerta exibida no EICAS. Isso destacará o
status do despacho e a necessidade de obter acesso ao
sistema CAIMS, que exibirá todas as falhas atuais.

Uma mensagem de falha típica pode ser:

L FMU CH A WRG / FMU [FMU TM] RNG

Onde:

L FMU CH A WRG / FMU

Refere-se ao EEC esquerdo, fiação do circuito do canal A


para a FMU.

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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Isolamento de Falhas

MAINTENANCE SYSTEM PHILOSOPHY


FILOSOFIA DO SISTEMA DE MANUTENÇÃO
Airjet Taxi Aéreo Ltda Pag. 10
BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Isolamento de Falhas
Definição do tipo de falha
(Failure Type Definition)

Consulte a ilustração abaixo.


Discordo de sinal - / TRACK
Cada falha dentro de um sistema ou circuito será definida (Signal disagree -/TRACK )
como:
O sistema falha ao operar comando, os circuitos elétricos
Verificação de alcance - / RNG estão funcionando corretamente, mas o sistema não se
move devido a falha mecânica, ou seja, 1 é comparado a 3 e
(Range check -/RNG ) 5 é comparado a 6.
Os sinais de entrada são em comparação com um intervalo
especificado, isto é, os sinais 2 e 4 são comparados com
valores de intervalo especificados.

Verificação cruzada - / XCK


(Cross check -/XCK )

Sinais de entrada comparados a um ao outro, ou seja, sinal 2


comparado ao sinal 4.

Discordar - / DIS
(Signal disagree -/DIS)

Sinais de entrada comparados a sinais de saída, ou seja, 2


em comparação com 3 e 4 em comparação com 6.
Principalmente para LVTs de feedback do sistema modulado
etc.

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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Isolamento de Falhas

FAILURE TYPE DEFINITION


DEFINIÇÃO DO TIPO DE FALHA
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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Isolamento de Falhas
Acesso a informações sobre falhas
(Fault Information Access)

A exibição do menu principal do CAIMS pode ser aberta Histórico de falhas


(Fault History)
usando o ícone CAIMS na área de trabalho ou
selecionando a opção CAIMS no menu INICIAR. A tela do Para visualizar o histórico de falhas do EEC, escolha a
menu principal do CAIMS pode ser aberta durante o voo e opção FALHAS ARMAZENADAS (STORED FAULTS) no
em solo. Essas funções incluem manutenção de saída, menu principal do CAIMS. As falhas são listadas por data
falhas ativas, falhas armazenadas e diagnóstico do sistema. e trecho de voo em ordem cronológica.
Falhas armazenadas e diagnóstico do sistema estão Falhas observadas
disponíveis apenas no solo com o CAIMS ativo. (Observed Faults)

Falhas atuais O Manual de isolamento de falhas também inclui


(Current Faults) informações de solução de problemas do motor que
podem ser observados no EICAS, mas não são
Para visualizar falhas ativas do EEC, selecione FALHAS anunciados com uma mensagem de alerta.
ATIVAS (ACTIVE FAULTS) na parte inferior da página do
menu principal do CAIMS. Na lista por ATA 100, escolha o Exemplos dessas falhas incluem N1, N2, ITT ou vibração
EEC e selecione SHOW DETAIL na parte inferior do menu alta. Observe que o computador de aviso de falha (Fault
principal. Essa tela exibe as informações detalhadas da Warning Computer-FWC) da aeronave armazena
falha para o LRU selecionado. Todas as falhas do sistema informações de excedência do motor. Os últimos
selecionado são listadas e separadas no status da falha. É parâmetros de excedência do motor podem ser exibidos
fornecido um link para cada falha para as publicações no visor multifuncional (MFD) do EICAS pressionando o
técnicas aplicáveis, incluindo o procedimento específico de botão Menu MFD até o menu 3 aparecer. O botão de
isolamento de falhas. menu MFD está no pedestal central.

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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Isolamento de Falhas

CAIMS MAIN MENU


MENU PRINCIPAL DO CAIMS
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6000 DISPLAY & INTERFACE


INDICADOR 6000 & INTERFACE
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Procedimento de isolamento de falha – Exemplo 1


(Fault Isolation Procedures – Exemple 1)

O manual de isolamento de falhas da aeronave fornece 5. Teste de confirmação de falha


(Fault Confirmation Test)
informações de solução de problemas do motor para cada
falha no seguinte formato: Para estabelecer se a falha realmente existe ou se é
intermitente, etc. e evita trabalho desnecessário e remoções
1. Descrição. de LRU.
(Description)

6. Isolamento de falhas
Descrição da falha e seu status de despacho. (Fault Isolation)

2. Causas possíveis. Que ação é necessária, com base nas observações feitas.
(Possible Causes)
Ilustrações
Onde a falha pode estar; geralmente é o LRU, o EEC ou a (Ilustrações)
fiação intermediária. Este exemplo mostra que a falha é
interna do EEC. Ilustrações e links de diagrama de fiação.

3. Links de informações de referência para a tarefa


necessária do AMM .
(Reference Information links to required AMM Tasks)

4. Informações sobre configuração do trabalho.


(Job Set-Up Information)

Qualquer remoção / instalação as tarefas são referenciadas


aqui.

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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Isolamento de Falhas

FAULT ISOLATION PROCEDURES – EXAMPLE 1


PROCEDIMENTO DE ISOLAMENTO DE FALHA – EXEMPLO 1
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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Isolamento de Falhas

Procedimentos de isolamento de falhas - Exemplo 2


(Fault Isolation Procedures - Example 2)

Este exemplo mostra as informações de isolamento de falhas


no mesmo formato que anteriormente, mas a mensagem
agora indica uma falha em algum lugar dentro do circuito IOP
do canal A do EEC do motor esquerdo para o circuito COSS
da FMU. Isso envolve mais LRUs, fiação e conectores, e o
procedimento é, portanto, mais complicado.

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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Isolamento de Falhas

FAULT ISOLATION PROCEDURES – EXAMPLE 2


PROCEDIMENTO DE ISOLAMENTO DE FALHA – EXEMPLO 2
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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Isolamento de Falhas

ATA CHAPTER NUMBER REFERENCE


Airjet Taxi Aéreo Ltda NUMERO DE REFERÊNCIA ATA 100
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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Isolamento de Falhas

ATA TASK NUMBER REFERENCE


Airjet Taxi Aéreo Ltda NUMERO DE REFERÊNCIA DA TAREFA ATA 100
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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha Isolamento de Falhas

Intencionalmente em branco

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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha PRATICAS DE MANUTENCÃO DO MOTOR

BR710 Seção 16 – PRATICAS DE MANUTENÇÃO DO MOTOR

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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha PRATICAS DE MANUTENCÃO DO MOTOR

Intencionalmente em branco

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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha PRATICAS DE MANUTENCÃO DO MOTOR

Verificações de manutenção programada.


(Scheduled Maintenance Checks)

As verificações de manutenções programadas são as • ‘8A'-CHECK (Subtarefa 05-21-00-210-005)


seguintes:
• Verificação de manutenção com intervalo de 4000
• TRANSIT (Subtarefa 05-21-00-210-001). horas de voo. (Também são necessárias verificações
de manutenção com intervalo de 1000 e 500 horas de
• No término do voo, ou seja, durante o reabastecimento voo.)
ou no final da operação de cada dia, o que ocorrer
primeiro. As verificações de trânsito podem ser realizadas • '9A'-CHECK.
por um membro da tripulação qualificado.
• Verificação de manutenção com intervalo de 4500
• A 'CHECK (Subtarefa 05-21-00-210-002). horas de voo. (Também são necessárias verificações
de manutenção com intervalo de 500 horas de voo.)
• Antes de 500 horas de voo. Não exceda 525 horas de
voo. • C-CHECK (subtarefa).

• '2A'-CHECK (subtarefa 05-21-00-210-003). Se dentro de um período de 15 meses, de utilização dos


operadores for inferior a 500 horas de voo, será
• Antes de 1000 horas de voo. Não exceda 1025 horas de necessário realizar um A-Check além do C-Check
voo. necessário. As páginas a seguir resumem, em forma de
tabela, as tarefas típicas que são realizadas em
• ‘3A'-CHECK (Subtarefa 05-21-00-210-004) diferentes intervalos de forma planejada. Observe que
elas são fornecidos apenas para fins ilustrativos e,
• Verificações de manutenção com intervalo de 1500 portanto, podem não refletir todas as tarefas de
horas de voo. (Também são necessárias verificações de manutenção agendadas e os requisitos de inspeção
manutenção com intervalo de 500 horas de voo.) atuais do motor BR710-A2-20.

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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha PRATICAS DE MANUTENCÃO DO MOTOR

TRANSIT CHECK
CHECK DE TRANSITO
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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha PRATICAS DE MANUTENCÃO DO MOTOR

500 FLIGHT HOUR CHECK (A-CHECK)


(CHECK A – CHECK DE 500 HORAS)
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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha PRATICAS DE MANUTENCÃO DO MOTOR

1000 FLIGHT HOUR CHECK (2A-CHECK)


(CHECK 2A – CHECK DE 1000 HORAS)
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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha PRATICAS DE MANUTENCÃO DO MOTOR

1500 FLIGHT HOUR CHECK (3A-CHECK)


(CHECK 2A – CHECK DE 1000 HORAS)

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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha PRATICAS DE MANUTENCÃO DO MOTOR

4000 FLIGHT HOUR CHECK (8A-CHECK)


(CHECK 8A – CHECK DE 4000 HORAS)
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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha PRATICAS DE MANUTENCÃO DO MOTOR

4500 FLIGHT HOUR CHECK (9A-CHECK)


(CHECK 8A – CHECK DE 4000 HORAS)

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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha PRATICAS DE MANUTENCÃO DO MOTOR

C-CHECK (15 MONTHS)


(CHECK C – 15 MESES)
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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha PRATICAS DE MANUTENCÃO DO MOTOR

Verificações de manutenção não programadas


(Unscheduled Maintenance Checks)

As verificações de manutenção não programada são as


seguintes:

• Inspeção após surge. • Inspeção do motor após apagamento em voo)

• (Subtarefa 71-00-00-220-801) • (Subtarefa 71-00-00-220-807)

• Inspeção após queda de raio. As páginas a seguir resumem as tarefas típicas que são
realizadas em cada uma das verificações de manutenção
• (Subtarefa 71-00-00-220-802) não programadas especiais do motor. Observe que elas são
fornecidos apenas para fins ilustrativos e, portanto, podem
• Inspeção após ingestão de cinzas vulcânicas. não refletir todos os requisitos atuais de verificação de
manutenção não programada do motor BR710-A2-20.
• (Subtarefa 71-00-00-220-803)

• Inspeção após o ataque das aves.

• (Subtarefa 71-00-00-220-804)

• Inspeção após carga de choque

• (Subtarefa 71-00-00-220-805)

• Inspeção após derramamento / ingestão de gelo


gerado pela aeronave.

• (Subtarefa 71-00-00-220-806

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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha PRATICAS DE MANUTENCÃO DO MOTOR

INSPECTION AFTER ENGINE SURGE


INSPEÇÃO APÓS SURGE DO MOTOR
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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha PRATICAS DE MANUTENCÃO DO MOTOR

INSPECTION AFTER LIGHTING STRIKE


INSPEÇÃO APÓS DANO POR RAIO
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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha PRATICAS DE MANUTENCÃO DO MOTOR

INSPECTION AFTER INGESTION OF VOLCANIC ASH


INSPEÇÃO APÓS INGESTÃO DE CINZA VULCÂNICA
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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha PRATICAS DE MANUTENCÃO DO MOTOR

INSPECTION AFTER BIRD STRIKE


INSPEÇÃO APÓS CHOQUE COM PASSARO
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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha PRATICAS DE MANUTENCÃO DO MOTOR

INSPECTION AFTER SHOCK LOAD


INSPEÇÃO APÓS CARGA DE CHOQUE
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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha PRATICAS DE MANUTENCÃO DO MOTOR

INSPECTION AFTER SHEDDING/INGESTION OF


AIRCRAFT GENERATED ICE
INSPEÇÃO APÓS DERRAMAMENTO / INGESTÃO DE GELO GERADO PELA AERONAVE
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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha PRATICAS DE MANUTENCÃO DO MOTOR

INSPECTION AFTER INFLIGHT SHUTDOWN


INSPEÇÃO APÓS APAGAMENTO DO MOTOR EM VOO
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BR710 (Bombardier Global) Manutenção de base e linha PRATICAS DE MANUTENCÃO DO MOTOR

Intencionalmente em branco

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