POP 001 – HIGIENIZAÇÃO DE INSTALAÇÕES: PISO,
TETO, PAREDES
VERSÃ PÁGIN
O A REVISÃO
2023 2 de 4 000
1- OBJETIVO DO POP:
Padronizar o processo de limpeza de piso, teto e parede, a fim de garantir a
higienização adequada e a manutenção da qualidade e segurança do ambiente.
2- ÁREAS ENVOLVIDAS/ CAMPO DE APLICAÇÃO:
Este POP é aplicável às áreas da UAN.
3- MATERIAIS UTILIZADOS:
EPIs: luvas, óculos de proteção e máscara;
Produtos de limpeza: detergente neutro, desinfetante, água sanitária, álcool 70%,
pano de limpeza e esponja.
Equipamento: escada.
4- FREQUÊNCIA DE EXECUÇÃO DOS PROCEDIMENTOS:
A limpeza de piso, teto e parede deve ser realizada diariamente ou conforme a
necessidade. Sendo o piso obrigatório todos os dias. E sempre seguir a ordem teto,
parede piso, pra que caso escorra, não suje algo já limpo.
5- DESCRIÇÃO DOS PROCEDIMENTOS:
5.1 - Teto:
Prepare o material de limpeza e suba nas escadas;
Remova o pó e teias de aranha com uma vassoura ou espanador;
Umedeça um pano limpo em água e detergente neutro e passe no teto, realizando
movimentos circulares;
Enxágue o pano em água limpa e passe novamente no teto para retirar o excesso
de detergente;
Deixe o teto secar naturalmente.
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5.2 - Parede:
Remova o pó e sujeiras sólidas com uma vassoura ou espanador;
Umedeça um pano em detergente neutro e água e passe na parede, realizando
movimentos circulares de cima para baixo;
Enxágue o pano em água limpa e passe novamente na parede para retirar o
excesso de detergente;
Deixe a parede secar naturalmente.
5.3 - Piso:
Remova o lixo e os objetos do chão;
Varra o piso para retirar a poeira e sujidades sólidas;
Passe um pano umedecido em detergente neutro para limpar o piso;
Enxágue o piso com água limpa;
Passe um pano umedecido em desinfetante diluído em água (seguindo as instruções
do fabricante) e deixe agir por alguns minutos;
Enxágue o piso com água limpa novamente;
Deixe o piso secar naturalmente.
6- RESPONSABILIDADE PELA EXECUÇÃO DOS PROCEDIMENTOS:
A execução dos procedimentos de limpeza de piso, teto e parede deve ser realizada
pela equipe de limpeza designada pela empresa.
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7- MONITORAMENTO:
7.1 O QUE MONITORAR?
Deve ser monitorado se todos os procedimentos de limpeza estão sendo realizados
de acordo com o POP.
7.2 COMO MONITORAR?
Através de observação da equipe responsável pela limpeza e realização de
auditorias internas.
7.3 QUANDO MONITORAR?
A monitoria deve ser realizada periodicamente para garantir a conformidade do
processo.
7.4 QUEM IRÁ MONITORAR?
O colaborador da UAN indicado para essa responsabilidade.
8- AÇÃO CORRETIVA
Se durante a verificação forem identificados problemas com a limpeza de piso, teto e
parede, as seguintes ações corretivas devem ser tomadas:
- Identificar a causa do problema;
- Tomar medidas para corrigir a causa do problema;
- Retrabalhar a área afetada para garantir que esteja adequadamente limpa;
- Verificar se as ações corretivas tomadas foram efetivas.
9- VERIFICAÇÃO
9.1 O QUE VERIFICAR?
A verificação deve garantir que:
As áreas de piso, teto e parede tenham sido adequadamente limpas;
Os produtos químicos utilizados tenham sido misturados e aplicados corretamente;
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O equipamento utilizado tenha sido inspecionado e esteja funcionando
corretamente;
O trabalho tenha sido concluído dentro do tempo especificado.
9.2 COMO VERIFICAR?
Inspeção visual;
Utilização de equipamentos de medição, como luminosidade e pH.
9.3 QUANDO VERIFICAR?
A verificação deve ser realizada após a conclusão da limpeza de teto, parede e piso.
9.4 QUEM IRÁ VERIFICAR?
A nutricionista responsável pela UAN.
10- REGISTROS
Todos os registros relacionados à limpeza de piso, teto e parede devem ser
mantidos em local seguro e acessíveis para fins de auditoria interna ou externa.
11- ANEXOS
Planilha de monitoramento de frequência;
Instrução de trabalho.
12-REFERÊNCIAS
BRASIL, Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância Sanitária. Portaria RDC no
216, de 15 de setembro de 2004.
ABRASEL – Associação Brasileira de Bares e Restaurantes. Guia de Boas
Práticas para Serviços de Alimentação - Programa Qualidade na Mesa, 2006,
Salvador.
SILVA JR, ENEO ALVES. Manual de Controle Higiênico Sanitário em
Alimentos. Varela, 6a edição, 2005, São Paulo.
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