Colégio Afri Laure
Trabalho de F.A.I
O PAPEL DA RELIGIÃO NA
SOCIEDADE
Curso de Análises Clínicas
Turno: Manhã
Sala: 05
Turma: E
Classe: 10ª
Docente
_________________________
Luanda, 2023
Colégio Afri Laure
Trabalho de F.A.I
O PAPEL DA RELIGIÃO NA SOCIEDADE
Integrante do grupo:
Índice
Pág.
INTRODUÇÃO...............................................................................................................4
FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA..................................................................................5
Origem da palavra religião.........................................................................................5
Tipos de religião...........................................................................................................5
A religiosidade do ser humano e sua vivência em sociedade...................................6
As manifestações religiosas na comunidade local.....................................................8
Religião e Qual a Sua Importância Para a Sociedade..............................................9
A sociologia compreensiva........................................................................................10
Religiosidade e racionalidade econômica................................................................11
Considerações................................................................................................................12
CONCLUSÃO...............................................................................................................13
REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS........................................................................14
INTRODUÇÃO
O Desenvolvimento Local (DL) é um processo no qual as relações humanas têm
que ser levadas em consideração. Esse processo valoriza o homem, todos os habitantes
do local, envolvendo a comunidade em rede que se amplia chegando a uma realidade
planetária.
Como o DL envolve inúmeras reflexões, entre elas está o entendimento da
religiosidade: suas manifestações, seus rituais, seus valores, seus conceitos e atitudes
que são fundamentais para a vivência cotidiana do indivíduo. A religiosidade constrói
um universo de reflexão todo especial na vida seja individual ou social por envolver um
contrato, em que o elemento esperança e sentido da vida são fundamentais para o
desenvolvimento do ser humano em sua trajetória terrestre.
Este estudo analisa e interpreta a religiosidade em seu contexto territorial,
buscando apreender as identidades coletivas e a dinâmica da religião como propriedades
dessas identidades. A pesquisa pautou-se no método dedutivo, e as fontes que a
viabilizaram foram: sites e Blogges, interpretadas à luz das categorias da religiosidade.
Se a religião está ligada a uma cultura, ela é importante para determinar essa cultura. Ao
sacralizar o mundo, o homem religioso atribui à significação plena de um espaço
sagrado em oposição a todo o resto, como sendo sem forma e sentido.
P á g i n a 4 | 14
FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA
A formação do ser humano está ligada à construção do lugar onde ele habita que
envolve desde o ambiente natural (paisagem natural) até as influências que ele recebeu
na vida pretérita. Essas influências formam seu caráter individual e social. Ele se
constrói em um dado território e busca ser ele mesmo nesse espaço, passando a se
conectar com outros indivíduos e com elementos que passam a fazer parte de seu
cotidiano. Neste processo encontram-se aspectos de sua formação tais como: a cultura, a
arte, a religião, o direito, etc.
Para se entender essa questão é preciso refletir sobre alguns elementos
importantes, tais como: a formação dos valores de um determinado lugar em relação à
formação étnica ou de elementos externos à etnia. Igualmente é necessária uma sincera
e objetiva reflexão sobre a importância dos valores culturais. Certamente que esse
debruçar epistemológico sobre a construção dos espaços locais obedece aos valores
culturais puros de um grupo que recebe constantes influências do contexto societário de
inserção.
Para se comentar sobre a primeira assertiva, toma-se o texto "A ciência do
costume" de Ruth Benedict (1934) afirmando que a ideia de um purismo racial é mito.
Caberia igualmente discutir a questão da herança racial ou étnica. Sabe-se de um modo
geral o que é a hereditariedade de pai para filho. Dentro de uma linha de família, a
importância da hereditariedade é enorme. Mas a hereditariedade é um assunto de linhas
de família. Fora disso é mitologia. Essa mesma autora acima citada afirma ainda que,
em comunidades locais, a identidade racial é visível, mas que, em uma comunidade
mais ampla, nem as características físicas permanecem, elas sofrem alterações. Nessa
linha de reflexão.
Origem da palavra religião
Há uma disputa entre estudiosos romanos sobre a origem do termo “religião”
(religio em latim). O famoso orador e filósofo Cícero relaciona a palavra com religere,
que significa “ler novamente”, ação muito exercida pelas pessoas religiosas. Já o autor
Lactâncio atribui a origem do termo ao verbo religare, que significa “reconectar”.
Tipos de religião
Há muitas religiões no mundo. No que diz respeito à fé em divindades, a religião pode
ser classificada como:
P á g i n a 5 | 14
Ateia, quando não se crê em nenhuma divindade. Por mais que o ateísmo seja
definido muitas vezes como a ausência de religião, ele pode, na verdade, ser uma
característica da religião. Esse é o caso do budismo, confucionismo e taoísmo.
Agnóstica, quando se afirma ser impossível saber, por meio da razão, se existem
ou se não existem divindades. Religiões assim foram criadas por humanistas,
como August Comte, fundador da Religião da Humanidade.
Deísta, quando se crê na existência de um ou mais deuses. O judaísmo, o
cristianismo e o islamismo são exemplos de religiões deístas e são também as
maiores do mundo.
Entre o Deísmo, há ainda dois tipos de religião:
As monoteístas, que creem em um Deus supremo. Esse é o caso das religiões
deístas citadas acima e também da umbanda e do candomblé. Essas duas
últimas, embora possuam outras figuras divinas, acreditam em um Deus acima
de todos os outros.
As politeístas, que creem em mais de um deus. O hinduísmo, algumas religiões
tradicionais africanas e as religiões da Grécia e Roma antiga são exemplos de
politeísmo.
A religiosidade do ser humano e sua vivência em sociedade
A religiosidade é a manifestação do sagrado que é a presença de uma potência
sobrenatural em que se mostra o poder por meio de algum símbolo como uma força
sobrenatural (CHAUÍ, 1995). Essa força, considerada superior, serve de alento às
situações mais diferentes que possam acontecer no dia a dia. As representações são
naturais, mas possuem um significado que as liga às teofanias em que aparece a força da
potência realizadora daquilo que o homem pensa não ser capaz de resolver.
Esse sagrado envolve os seres humanos criando vínculos com o numinoso,
eterno, perfeito, envolvendo não só um ser humano, mas também grupos que assumem
manifestações comuns que passam a fazer parte de uma sociedade e constroem valores,
que são elementos determinantes de uma cultura. Em todas as culturas, existem
manifestações possíveis de expressar o sobrenatural que faz parte de suas vidas.
A força pode representar qualidade boa ou má, Deus do bem e Deus do Mal,
mostrando que o sagrado é não só o bem e pode levar aspectos positivos, mas é também
P á g i n a 6 | 14
algo que causa medo, e esse medo nada mais é do que a força que deixa sempre em
alerta a necessidade de se garantir atos bons para evitar as ações desse malvado. Dai a
suscitação de devoções que podem ser boas (amor, fraternidade...) e más (ódio, repulsa
etc.).
O sagrado, como manifestação de força, de potência, está para ajudar a superar
as dificuldades ou para quem tem medo, indicar o caminho que não se deve seguir. Tais
manifestações religiosas podem se expressam nas relações individuais ou coletivas.
Desde os conceitos mais tradicionais que colocam a religião como religação, vinculação
do profano ao sagrado, buscando onde estão as divindades, até as noções mais modernas
que descartam as necessidades de se ter elemento de ligação entre indivíduos para se ter
a ligação com o sagrado. Percebe-se que são uma manifestação de um dado local, dentro
de um território específico, em um dado tempo que pode ser econômico, social,
histórico etc. A religião desenvolve uma ideia de espaço sagrado onde a teofania
acontece e ela mesma mostra como deve ser o espaço sagrado dando qualidades
culturais que são diferentes das qualidades naturais.
A cultura também é importante para desenvolver os valores religiosos. É onde a
religião acontece e, por isso, ela é marcada pela religião. Rampazzo (1996, p. 51)
enfatiza que "todas as tribos e todas as populações de qualquer nível cultural, cultivaram
alguma forma de religião", e que "todas as culturas são profundamente marcadas pela
religião". Nessa vertente, evidencia-se que a religião é uma manifestação humana, não
se percebendo fenômenos religiosos em outros seres, estando presente em todas as
sociedades humanas independente de espaço, tempo, situação geográfica.
O religioso aparece desde as tribos mais primitivas e em qualquer nível cultural.
Ao se analisar as culturas em seu espaço histórico, em sua arte, em sua economia, em
seu processo de aprendizagem, identificam-se sinais culturais específicos de cada povo.
O religioso é algo inerente ao ser humano como indivíduo, mas é uma manifestação
deste homem na relação com os outros homens, portanto é uma manifestação cultural
que se mostra na transcendência.
A religião permite conhecer o local onde as pessoas vivem seus valores em uma
cultura. Ela é influenciada pela cultura, mas ela também influencia a cultura daqueles
que vivem em seu entorno. A religião permite um conhecimento maior dos valores que
envolvem uma dada sociedade, principalmente seus valores éticos. Ela se coloca como
P á g i n a 7 | 14
luz que ilumina as atitudes humanas em busca do Eterno, e não há religião em que esse
eterno seja a destruição. Esclarece-se que esse caminho é ético, se bem fundamentado,
permite entender o caminho que aquela sociedade está seguindo para se realizar como
sociedade em busca da garantir a realização dos indivíduos que fazem parte dela.
As manifestações religiosas na comunidade local
A partir do que está analisado acima, pode-se fazer algumas reflexões sobre a
construção do religioso na comunidade local tentando vislumbrar pontos que permitam
entender o agir das pessoas nessa comunidade.
Em se fazendo uma pequena digressão histórica na Africa e em outros locais
ocupados como Brasil, as Americas percebe-se que o religioso, desde as tomadas de
posse do Novo Mundo, foi uma imposição da totalidade europeia que precisavam se
impor sobre as totalidades africana e ameríndias para garantir sua preponderância
cultural. Isso trouxe a destruição das totalidades africanas e ameríndias das suas
identidades locais e culturais.
Mesmo assim, as culturas locais, quando se pensa em religião, desenvolveram
uma amálgama que mostra a presença das mais diferentes manifestações. Faz parte
disso: o universo ameríndio com seus cultos animistas na esperança dos astros como
iluminadores do homem, da vida e do existir do mundo. O universo afro com sua
simbologia rica e cheia de rituais onde se valoriza a produção, o corpo, a encruzilhada
como ponto de encontro como afirma Santos (2012). Nesse universo afro, estão
presentes os lugares da senzala (lugar da escravidão e do sofrimento), o lugar do
quilombo (lugar da liberdade e do não sofrimento). Não se pode deixar fora o universo
católico, que, mesmo colonizador, se adapta às adversidades e consegue se aproximar
das pessoas dando importância aos valores que formam os locais.
A religião é a manifestação do sagrado que são atenuadores do "[...] terror diante
da finitude da vida e impõe obediência a valores morais vitais para a sobrevivência
humana" (CASTILHO, 2006, p. 148). Nesse contexto, as pessoas, os lugares, os espaços
reconstroem a religiosidade que lhes é tão cara. As manifestações religiosas que se
formam a partir de uma ou várias matrizes organizam esse universo que é resposta para
os temores da vida. Isso transparece em relatos místicos que se faz dos fatos que
acontecem.
P á g i n a 8 | 14
Religião e Qual a Sua Importância Para a Sociedade
A religião é um sistema de regras e valores morais que são estabelecidos por
meio de crenças e práticas que caracterizam um grupo de indivíduos. Um aspecto
importante de mencionar é dizer que as religiões servem de ponto entre o mundo
humano e o espiritual, além de explicar a origem das coisas, como o mundo e o
universo.
“Mas você sabe de fato o que difere a religião de todo o resto? Essa diferente de
uma crença particular, possui um caráter público, ou seja, a religião só é religião
enquanto constituída por um grupo expressivo de seguidores que apresentam
um comportamento organizado e hierárquico. ”, comenta o teólogo Rodrigo
Moraes.
Segundo um estudo feito em 2018, pessoas que seguiam uma religião na China,
um país com maioria ateu, eram mais felizes que aqueles que não seguiam nenhuma
religião, pois fazem com que os indivíduos tenham mais interações sociais e
desenvolvam amizades baseadas nos valores morais em comum.
Se trata também de uma influência positiva na vida das pessoas de uma maneira
um pouco mais intrínseca, pois várias religiões incluem a pratica da meditação, que
auxilia no bem-estar do indivíduo. Porém, é necessário também atentarmos nos efeitos
psicológicos do fanatismo religioso, enquanto a religião pode ser um interessante
caminho para tratar a depressão, por incentivar relacionamentos entre pessoas da mesma
crença e criar uma rotina ligada ás práticas religiosas que pode servir de motivação para
o indivíduo.
A religião permite conhecer o local onde as pessoas vivem seus valores em uma
cultura. Ela é influenciada pela cultura, mas ela também influência a cultura daqueles
que vivem em seu entorno. A religião permite um conhecimento maior dos valores que
envolvem uma dada sociedade, principalmente seus valores éticos.
O Papel da Religião na Sociedade: Cinco Pontos a Ponderar
Não é segredo que a liberdade religiosa e o papel da religião no mundo de hoje
são assuntos muito debatidos. Ao buscar compreensão, pondere estes pontos citados
pelo Élder Dallin H. Oaks, do Quórum dos Doze Apóstolos:
P á g i n a 9 | 14
1. A liberdade religiosa está em risco. Oitenta e quatro por cento da população do
mundo se identifica com determinada religião, mas 77% dos habitantes do
mundo vivem em países com restrições elevadas ou muito elevadas relacionadas
à liberdade religiosa.
2. A religião faz a civilização avançar. Muitos dos mais importantes avanços
morais da civilização ocidental foram motivados por princípios religiosos, e a
persuasiva pregação nos púlpitos culminou em sua adoção oficial.
3. A religião protege a democracia. As sociedades ocidentais não são controladas
fundamentalmente pela aplicação das leis, mas pelos cidadãos que
voluntariamente obedecem às leis devido a suas normas internas de
comportamento correto. Para muitos, é a crença religiosa do certo e do errado e
da responsabilidade perante um poder superior que produz tal comportamento
voluntário.
4. A religião preserva a liberdade. Os valores religiosos e as realidades políticas
acham-se tão interligados na origem e perpetuação das nações ocidentais que
não podemos perder a influência da religião na vida pública sem ameaçar
seriamente nossas liberdades.
5. As religiões se submetem ao governo. Os governos têm o interesse primordial
de preservar a segurança de suas fronteiras nacionais e defender a saúde e a
segurança de seus cidadãos. Eles obviamente têm o direito de insistir para que
todas as organizações, inclusive as religiosas, abstenham-se de ensinar o ódio e
refreiem ações que poderiam resultar em violência ou outros atos criminosos
direcionados a outras pessoas.
Os estudos produzidos também por Weber, porém, sem dúvida alguma tiveram
maior amplitude teórica e empírica. Weber analisou e comparou diversas religiões que
existiram e que ainda existem no mundo, avaliando o papel que as crenças religiosas
exercem na conduta dos indivíduos em sociedade. Num plano mais geral, o autor
desvelou o potencial que a religião tem de provocar transformações na ordem social,
sejam elas na esfera da economia, da política ou da cultura em geral.
A sociologia compreensiva.
Weber jamais aceitou os pressupostos do materialismo histórico (teoria
elaborada por Karl Marx e Friedrich Engels) como único modelo teórico-metodológico
válido para compreensão da realidade social. De acordo com a teoria marxista, a forma
P á g i n a 10 | 14
como o homem produz e reproduz sua sobrevivência (ou seja, a maneira como busca
satisfazer suas necessidades materiais, indispensáveis à manutenção da própria vida)
exerce uma influência determinante sobre as outras esferas da vida social, tais como a
religião, a cultura, as instituições políticas e jurídicas, etc.
A sociologia compreensiva formulada por Weber se contrapõe ao determinismo
econômico ao enfatizar que nem sempre as diversas esferas da vida social derivam (ou
estão subordinadas) da estrutura econômica de uma sociedade. Há casos em que ocorre
o inverso, isto é, as ideias, valores éticos e concepções de mundo (ou seja, as
representações sociais) podem desempenhar um papel crucial na produção da vida
material.
Religiosidade e racionalidade econômica
Weber atribuiu às crenças e valores religiosos um papel importante na conduta
dos indivíduos em sociedade. Num dos seus livros mais proeminentes, "A Ética
Protestante e o Espírito do Capitalismo", ele defendeu a tese de que a religião
protestante exerceu uma poderosa influência no surgimento do modo de produção
capitalista.
P á g i n a 11 | 14
Considerações
O mundo moderno vem descobrindo a importância do sagrado para a formação e
desenvolvimento das cidades.
O ser humano religioso sente necessidade de viver em um espaço sagrado e conviver
com coisas sagradas, por isso, constrói lugares e coloca objetos que sacraliza, ou seja,
que reveste de sentimento religioso.
Evidencia-se que a religião é uma manifestação humana, não se percebendo fenômenos
religiosos em outros seres, estando presente em todas as sociedades humanas
independente de espaço, tempo, situação geográfica.
A vida de uma coletividade envolve crenças que se revelam nas condutas e se
materializam nas formas espaciais do cotidiano vivido, o que inclui a valorização, não
só da dimensão simbólica -significativa dessas condutas -, como também da dimensão
cultural reveladora dessas crenças e condutas.
Assim, a organização do sagrado no território de forma endógena constitui-se em uma
dinâmica, móvel no espaço. A territorialidade do sagrado seria um espaço de
representação e apropriação simbólica de determinado espaço sagrado. Este é
fundamental para o homem, na medida em que para ele a alma é imortal e para viver
bem na terra e apresentar-se puro diante de Deus após a morte carnal.
A experiência religiosa, mesmo sendo subjetiva, contribui para a vida social, na medida
em que motiva atitudes e comportamentos coletivos referentes ao sagrado, as formas
espaciais resultantes exercem influência sobre a vida cotidiana da sociedade.
O comportamento religioso é direcionado pelo imaginário intuitivo e pelo sentimento
religioso e emocional, revelando-se como sagrado, sob formas materiais e imateriais no
contexto do território e da territorialidade.
P á g i n a 12 | 14
CONCLUSÃO
Depois de uma investigação concluímos o presente trabalho dizendo que as
atividades religiosas, independentemente do tipo de religião a que nos referimos, tem
um contributo importante relativamente ao “dar sentido à vida” dos indivíduos crentes.
Existe, porém, uma visão comum entre todas as religiões: de que há algo incompleto
sobre nós. Em todos os momentos de procura divina, cabe ao individuo filtrar os
detalhes e decidir sobre os seus assuntos de maior importância. A religião acaba assim
por oferecer espaço onde as respostas e os significados podem ser encontrados e
finalizados. Assim como, permitir que nos ligue aos fundamentos morais que sustentam
o melhor da nossa humanidade partilhada. Como tal, são muitos os meios que nos
podem ligar à vida religiosa, e muitos deles expostos virtualmente, como a bíblia online,
sites de missas online, canais de televisão, etc.
P á g i n a 13 | 14
REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS
BENEDICT, Ruth. The science of custom. In: ______. Patterns of culture Tradução de
Olga Dória. Boston: Houghton Mifflin Company, 1934. p. 1-20.
CHAUÍ, Marilena. Convite à Filosofia 3. ed. São Paulo: Ática, 1995.
RAMPAZZO, L. Antropologia, religiões e valores cristãos São Paulo: CEDAS/Loyola,
1996.
SANTOS, Luis Carlos. Ancestralidade e liberdade: em torno de uma filosofia africana
no Brasil. Revista Sul-Americana de Filosofia e Educação - RESAFE, n. 18, p. 48-61,
maio/out. 2012.
CASTILHO, Maria Augusta de. O místico da fé católica em Campo Grande - devoções
populares. In: CASTILHO, M. A. (Org.). O sagrado e o místico da fé católica no
contexto da territorialidade urbana em Campo Grande - MS Campo Grande, MS:
UCDB, 2006.
CASTILHO, Maria Augusta; AVER, Fernando Alessio. Devoção popular a Fátima no
cemitério Santo Amaro. In: CASTILHO, M. A. (Org.). O sagrado e o místico da fé
católica no contexto da territorialidade urbana em Campo Grande - MS Campo Grande,
MS: UCDB , 2006.
WEBER, A. História sociológica da cultura Tradução de M. E. Costa da Fonseca, M.
M. Duarte Sequeira. São Paulo: Mestre Jou, 1970.
P á g i n a 14 | 14