Protocolo de Desparasitação Natural

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O documento discute parasitas, fornecendo detalhes sobre o que são, como entram no corpo, e os danos que podem causar. É explicado que a desparasitação completa requer preparo inicial, inclu…

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DESPARASITAÇÃO
SE LIVRE DE UMA DAS MAIORES
CAUSAS DAS DOENÇAS QUE
AMEAÇAM O SEU BEM ESTAR FÍSICO
E MENTAL.

DANI SABINO
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ÍNDICE
CAPÍTULO 

01
Parasitas

CAPÍTULO

02
Diagnóstico

CAPÍTULO

03
Preparo
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ÍNDICE
CAPÍTULO 

04
Protocolo adultos

CAPÍTULO

05
Protocolo crianças
CAPÍTULO

06
Protocolo Pets

CAPÍTULO

07
Dúvidas frequentes
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CAPÍTULO

01
Parasitas
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01
Parasitas

Apesar da existência de um microbioma


necessário à vida humana, a definição
de “parasita” não está em harmonia
como o microbioma que possuímos.

A principal base teórica para a


construção desse tema foram os
trabalhos da cientista Hulda Clark, que
fugiu das teorias modernas sobre as
causas das doenças e propôs a
existência de um componente
parasitário, principalmente em relação à
liberação de toxinas por esses
microrganismos, que podem prejudicar o
sistema imune e desbalancear todo o
organismo.
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01
Parasitas
QUEM É

Segundo a Sociedade Brasileira de


Parasitologia, parasita é "o ser vivo de
menor porte que vive associado a outro
ser vivo de maior porte, à custa ou na
dependência deste", podendo ser
vermes e outros.

Em uma analogia simples, é aquele


amigo ou familiar que só quer tirar coisas
de você, sem te dar coisas boas em
troca, diferente dos organismos
comensais, que nos ajudam em muitas
funções fisiológicas. O parasita é
prejudicial, ele aproveita do que é seu
(energia, nutrientes, temperatura) para
se multiplicar, desequilibrando o
organismo como um todo.
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01
Parasitas
QUEM É?

Os parasitas não estão limitados ao


trato gastrointestinal, eles podem
habitar regiões do corpo onde é mais
"sujo", como o fígado, órgãos sexuais,
cérebro, pele, o próprio intestino e
diversas outras partes do corpo.

MEIOS DE CONTAMINAÇÃO

O parasita pode entrar no organismo de


diversas maneiras.

Pela saliva, ao beijar um parceiro ou


receber o carinho de um animal. Por
meio da pele/mucosa (mucosa oral,
genital, nasal e qualquer outra), ao
comer alimentos mal higienizados, ao
pegar o celular e coçar o olho, ao
mergulhar em águas contaminadas.
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01
Parasitas

DICA:

Uma solução para alimentos


contaminados é mergulhá- los em água
ionizada por 5 minutos.

O contato com o chão descalço e com


animais também podem ser portas de
entrada para parasitas.

A seguir, uma lista de portas de entrada


com as quais é necessário estar atento.
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01
Parasitas
PRINCIPAIS PORTAS DE
ENTRADA:

Boca
Vias respiratórias
Ouvidos
Conjuntiva (uma membrana mucosa
que reveste a parte posterior da
pálpebra)
Pele:
Penetração direta pelo parasita;
Penetração por vetor (carrapato,
mosquitos e outros)
Ânus, vagina, mucosa uretral
Mucosa corroída (boca ou intestino)
Cárie
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01
Parasitas
ALIMENTOS QUE EXIGEM
MAIOR ATENÇÃO

Carne vermelha, carne suína, carne


de aves
Leite, lactose e lácteos no geral
Aveia
Batata, milho, trigo, pão
Alface, brócolis, lentilhas, alho poró,
salsa
Melão, goiaba, abacaxi, limão, coco,
pepino, kiwi
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01
Parasitas
O QUE FAZEM NO
ORGANISMO?

Intoxicam pela liberação de


substâncias para defesa e para o
metabolismo próprio, como a amônia,
que causa dor de cabeça e dor no
corpo.

Podem estar associados a vírus e


bactérias, que podem gerar doenças.

Podem alterar a funcionalidade de


órgãos: perturbar o intestino, roubar
nutrientes e sangue; podem gerar
eritema pancreático, toxoplasma no
cérebro, ascaridíase.
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01
Parasitas
O QUE FAZEM NO
ORGANISMO?

Reduzem a absorção de nutrientes,


podendo perturbar a produção de
ácido clorídrico no estômago.

Ação do parasita = imunodeficiência +


inflamação + componente genético

Podem ativar genes danosos que não


seriam ativadas sem a parasitose;
portanto, algumas consequências
dependem da genética de cada
indivíduo.

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01
Parasitas
DOENÇAS QUE PODEM
OCORRER

Doenças autoimunes: devido a toxinas e


hiperativação do sistema imune
Anemias: devido à redução da absorção
gastrointestinal.

Diabetes: surgimento estimulado pelo


estresse oxidativo causado pelos
parasitas.

Depressão e ansiedade: alteração


funcional orgânica e intoxicação.

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01
Parasitas
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CAPÍTULO

02
Diagnóstico
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02
Diagnóstico
Existem muitos exames para diagnosticar a
presença de organismos indesejados em
nosso corpo, porém, segundo Hulda Clark, o
melhor método seria a análise da saliva.

Hulda percebeu que cada parasita possui


uma frequência de vibração específica,
existindo um grande papel de frequências
dentro do corpo, as quais podem ser
analisadas pela saliva.

Esse método é muito específico e pouco


acessível, mas os protocolos de
desparasitação são efetivos para os mais
de cem tipos de parasitas que podem estar
causando desequilíbrios, podendo ser
utilizados normalmente sem um diagnóstico
específico.

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02
Diagnóstico
Muitos medicamentos podem ser bons para
a desparasitação, mas eles costumam ser
específicos para determinados parasitas
ou grupo pequeno destes, e podem, ainda,
ser hepatotóxicos e não gerar a
desparasitação completa.

Antes de começar os protocolos de


desparasitação, Hulda recomenda etapas
anteriores de preparo.

A limpeza do trato gastrointestinal, detox


de metais e adequações nutricionais são os
passos iniciais para a desparasitação
completa.

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CAPÍTULO

03
Preparo
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03
Preparo
LIMPEZA INTESTINAL

Durante o período, serão acrescentados


alguns componentes durante e entre as
refeições habituais de desjejum, almoço e
jantar para otimizar a limpeza do trato
gastrointestinal.

Mas, o que é limpeza do trato


gastrointestinal?

Não é apenas a evacuação, mas a inserção


de nutrientes antivirais, antibacterianos e
antiparasitários que ajudam tanto na
digestão quanto na evacuação
propriamente dita.

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03
Preparo
LIMPEZA INTESTINAL

A limpeza do trato gastrointestinal deve ser


feita antes de iniciar a desparasitação. Por
exemplo, eliminar alérgenos e evitar
alimentos inflamatórios.

A limpeza gastrointestinal dura 25 dias, em


uma dieta normal, limpa, livre de alérgenos.

Ademais, é importante uma dieta de detox


(ex.: dia com proteína animal seguido por
dia de restrição de proteína animal etc).

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03
Preparo
NO DESJEJUM - SHOT:

- Tintura de nogueira em água fria (15-45


gotas):
30 minutos antes do café da manhã e após
a ingestão de 300mL de água morna para
preparar o trato digestivo.

O esquema de gotas deve ser feito com:


15 gotas; após 2 a 3 dias, aumentar mais 15


gotas e, após mais 2 a 3 dias, acrescentar
mais 15 gotas, chegando ao limite de 45
gotas de tintura, que serão mantidas até o
final do protocolo de 25 dias.

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03
Preparo

- Se necessário, o esquema de pausa entre


o aumento pode ser maior de acordo com a
sensibilidade individual, desde que tenha
no mínimo 2 dias.

A tintura de nogueira elimina todos os


parasitas (exceto oxiúros e Ascaris
lumbricoides) do trato gastrointestinal, e,
além do efeito antiparasitário, também tem
ação antibacteriana.

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03
Preparo
AINDA NO DESJEJUM
Chá de erva-doce com cáscara sagrada
em 200mL de água: podem ser
encontradas em farmácias de
manipulação na forma de tinturas ou
extratos; os 200mL de água não precisam
ser quentes, pode-se tomar frio.

3 colheres de chá de cúrcuma pura (sem


misturas de maltodextrina ou amido):
para efeito antibacteriano e anti-
inflamatório; pode-se também usar
cápsulas ou pó.

Óleo de óregano - 1 gota ou 1 capsula.


Ou ainda, chá da erva.

1 colher de chá de óleo de coco: efeito


antiparasitário e antifúngico, além de
diluir melhor o óleo essencial de orégano.

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03
Preparo

AO LONGO DO DIA

Enzimas digestivas: podem ser


manipuladas ou encontradas em lojas
na internet.

Suco de limão (opcional): pela


sensação de aumento de ácido
clorídrico; auxilia pessoas com a
digestão mais lenta ou comprometida.

Betaína (opcional): auxilia pessoas


com o mesmo perfil acima.

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03
Preparo
ENTRE AS REFEIÇÕES
No almoço e no jantar, repetir a
preparação do shot completo do
desjejum e ingerir novamente, usar a
enzima novamente e acrescentar o
magnésio citrato de 150 a 300mg a cada
ingestão.

O magnésio pode ser manipulado ou


comprado como biomagnésio.

O magnésio tem o efeito de auxiliar a


produção energética e de estimular o
intestino e a evacuação.

Entre as refeições, usar o Lugol (5%), que tem


ação antisséptica em doses baixas,
diferentemente do uso para tratamento da
tireoide.
O uso é de 6 gotas ao dia diluído em água,
sendo 2 gotas diluídas 2h depois das
refeições.
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em sete dias..
O PROTOCOLO DE
DESPARASITAÇÃO
ESPECÍFICO.

DANI SABINO

Common questions

Com tecnologia de IA

The detox diet prior to desparasitation focuses on a clean, allergen-free nutrient intake. Key components include tinctures such as walnut tincture, teas with herb components, and essential oil supplements like oregano oil. It also suggests digestive enzymes and possibly lemon juice for aiding digestion, along with magnesium citrate to support energy production and intestinal functioning .

The desparasitation preparation recommends a detox diet, focusing on removing allergens and inflammatory foods such as certain meats, dairy, and grains. It suggests a balanced intake with days of protein consumption followed by protein restriction. The inclusion of antiviral, antibacterial, and antiparasitic nutrients like walnut tincture, essential oils, and specific teas is advised to support gastrointestinal health and enhance the protocol's effectiveness .

The preparation phase involves gastrointestinal cleaning, a detox diet excluding inflammatory foods, and nutritional adjustments. This phase lasts 25 days and includes the consumption of antiviral, antibacterial, and antiparasitic nutrients, such as walnut tincture and digestive enzymes, to optimize the gastrointestinal environment. These steps are crucial for removing barriers that impede successful desparasitation and ensure that the body can effectively process and eliminate parasitic entities and toxins .

Genetic predisposition significantly impacts the severity of parasitic infection effects, as certain genes may be activated by the presence of parasites and associated toxins, leading to personalized health consequences. This can result in diverse outcomes, such as the development of autoimmune diseases or metabolic disorders like diabetes, contingent on the individual's genetic makeup. Understanding this relationship is crucial for tailoring more effective treatment strategies and recognizing that not all individuals will experience infection effects uniformly .

Parasitic infections can mimic autoimmune disorders through the release of toxins and other substances that lead to an overactive immune response, sometimes mistaken by the body as a threat akin to an autoimmune attack. This hyperactivation can cause immune dysregulation, where the body inadvertently targets its own tissues as foreign invaders, potentially triggering or exacerbating autoimmune conditions. The individual genetic predisposition also plays a significant role in determining the extent of this effect .

The expected outcome of a full detox and desparasitation protocol includes the elimination of parasites and improved gut health by reducing inflammatory responses and enhancing nutrient absorption. The challenges include adhering to a strict diet, managing potential side effects, and the possibility of incomplete desparasitation if not all steps are followed meticulously. The protocol involves initial preparation, gastrointestinal cleaning, detoxification of metals, and nutritional adjustments, which require significant discipline and commitment .

Parasites can release toxins that interfere with the immune system's functionality and can lead to organismal imbalance. They reduce nutrient absorption, alter organ function, and can activate harmful genes depending on an individual’s genetics. This can result in diseases such as autoimmune disorders, anemia from gastrointestinal absorption reduction, increased oxidative stress leading to conditions like diabetes, and altered brain function triggering depression and anxiety .

Frequency analysis, as posited by Hulda Clark, plays a pivotal role in identifying parasitic infections by examining the unique vibrational frequency each parasite exhibits. This approach allows for a non-invasive and theoretically precise method of diagnosis, offering a novel perspective compared to traditional symptomatic and laboratory-based approaches. However, its practical applicability is limited by accessibility and the necessity of specialized equipment, which can hinder widespread adoption despite its potential benefits .

Gastrointestinal cleaning is crucial as it sets a clean slate for effective desparasitation. The process involves eliminating allergens and inflammatory foods, optimizing the gut environment by introducing nutrients with antibacterial, antiviral, and antiparasitic properties. This step ensures that the gastrointestinal tract is in optimal condition to efficiently process and expel parasites and their toxins, preventing reinfection and enhancing health outcomes .

Hulda Clark's method leverages the unique vibrational frequencies of each parasite, detectable through saliva analysis, whereas traditional methods typically rely on various laboratory tests specific to detecting parasitic entities or their markers in physical samples. Despite its precision, Clark's method is less accessible and has fueled the development of general protocols effective against numerous parasite types without needing specific diagnoses .

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