Aberto Domingos Alberto
Assane Bernardo Miropa
Cremildo Joao Edi Guihire
Dadilson David Chaúque
Ivan Daniel Balame
Mussa Candido
Nicha Antônio Namaissa
Nobélio Virgílio
Competências do Professor de Educação Visual
Universidade Rovuma
Nampula
2023
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Alberto Domingos Alberto
Assane Bernardo Miropa
Cremildo Jõao Edi Guihire
Dadilson David Chaúque
Ivan Daniel Balame
Mussa Candido
Nicha Antônio Namaissa
Nobélio Virgílio
Competências do Professor de Educação Visual
O vigente trabalho é de carater avaliativo na cadeira
de Praticas pedagógicas de Educação Visual, curso de
Lic. Em Educação Visual, 2⁰ ano, no departamento de
FECT, de Lecionado pelo docente:[Link]êncio
Onorato Júlio Chaúque.
Universidade Rovuma
Nampula
2023
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Sumário
Competências do Professor de Educação Visual.......................................................................................i
Universidade Rovuma...................................................................................................................................i
Nampula........................................................................................................................................................i
2023...............................................................................................................................................................i
Competências do Professor de Educação Visual......................................................................................ii
..................................................................................................................................................................... ii
Universidade Rovuma..................................................................................................................................ii
Nampula.......................................................................................................................................................ii
2023..............................................................................................................................................................ii
1 Introdução............................................................................................................................................4
Esse trabalho visa abordar sobre competências do professor de Educação Visual.......................................4
1.1 Objectivos.....................................................................................................................................4
1.1.1 Objetivo Geral.......................................................................................................................4
1.1.2 Objetivos específicos............................................................................................................4
2 Competências do professor de Educação Visual..................................................................................5
2.1 Competências que os professores precisam ter...........................................................................5
2.1.1 Empatia.................................................................................................................................5
2.1.2 Criatividade...........................................................................................................................5
2.1.3 Adaptabilidade.....................................................................................................................5
2.1.4 Comunicação........................................................................................................................5
2.1.5 Aprendizado.........................................................................................................................5
2.1.6 Proatividade..........................................................................................................................6
2.1.7 Motivação.............................................................................................................................6
2.1.8 Organização..........................................................................................................................6
2.1.9 Paciência...............................................................................................................................6
2.1.10 Humildade............................................................................................................................6
3 Professor de educação visual como director de turma........................................................................7
3.1 Conselho de Director de Turma..................................................................................................10
4 Professor de Educação Visual como Delegado de disciplina..............................................................10
4.1 Competências de um Delegado de Disciplina:............................................................................11
iv
5 Professor de educação visual como Director de classe......................................................................12
5.1 Dossiê do Director de classe.......................................................................................................12
6 Conclusão...........................................................................................................................................13
7 Referências Bibliográficas...................................................................................................................14
5
1 Introdução
Esse trabalho visa abordar sobre competências do professor de Educação Visual, este
tema e de extrema importância no que diz respeito a nossa área, sendo que trata se das
capacidades e responsabilidades que um professor de Educação Visual deve ter como base
para exercer a sua função como um profissional.
O trabalho por nos realizado foi através de coleta de informações, dado que é preciso
organizar de modo que possa trazer uma melhor compreensão perante ao leitor. Assim sendo
o trabalho está estruturado da seguinte maneira; a introdução aqui dada, desenvolvimento do
conteúdo, a conclusão, e as fortes responsabilidades da bibliografia.
No que diz a parte metodológica usada, de salientar que foi um pouco difícil para seleção
de obras bibliográficas, sobretudo relevantes a disciplina de História Universal de arte II, com
isso, não me limitei, vi-me obrigado a recorrer a outras obras dos livros e de artigo de internet.
1.1 Objectivos
1.1.1 Objetivo Geral:
Compreender a competências do professor de Educação Visual
1.1.2 Objetivos específicos:
Falar do professor de Educacao Visual como director do curso;
Professor de Educacao Visual como delegado da disciplina; e
Professor de educação Visual como diretor de classe.
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2 Competências do professor de Educação Visual
2.1 Competências que os professores precisam ter
Os professores assumem compromissos quando se dispõem a ensinar e, portanto, é
necessário ter as competências certas para educar os estudantes. Além de tudo isso, claro, são
fatores que ajudam o profissional a se tornar mais qualificado e preparado para assumir os
desafios que surgem a todo momento no mercado de trabalho. Agora, vamos à lista:
2.1.1 Empatia
Uma das habilidades mais importantes é a empatia. Os professores precisam conseguir
entender a necessidade de seus alunos. Quem trabalha com educação especial, por exemplo,
deve ter essa característica ainda mais forte. É importante estar presente, ouvir o que o aluno
precisa e estar à sua disposição para auxiliá-lo quando necessário.
2.1.2 Criatividade
Todo profissional que trabalha com ensino precisa ter criatividade para inovar nas
apresentações e deixar os conteúdos apresentados mais dinâmicos. É essencial que haja
interesse dos estudantes nas disciplinas apresentadas nas aulas e, por isso, é importante que o
professor desenvolva essa habilidade.
2.1.3 Adaptabilidade
Ainda é primordial que os professores consigam se adaptar bem diante dos desafios e
das situações do dia a dia. Também é fundamental que estejam dispostos a aprender novas
tecnologias digitais, principalmente com o crescimento do ensino EAD, para conseguir gravar
materiais e conhecer novas ferramentas que facilitem o ensino a distância.
2.1.4 Comunicação
A comunicação é essencial em muitas profissões e, aqui, não seria diferente. Por ser o
responsável por transmitir as informações, o docente deve saber se comunicar de forma clara
e sem ruídos. Precisa ser uma pessoa comunicativa e capaz de se expressar com facilidade
para conversar com quem está ao seu redor.
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2.1.5 Aprendizado
Os professores precisam se atualizar constantemente, sendo necessário, muitas vezes,
investir no aprendizado contínuo. Para isso, é interessante apostar em uma especialização, que
traz todo o conhecimento necessário para ser um especialista e ganhar destaque em sua área
de atuação. É possível fazer uma pós-graduação a distância em 6 meses e, em apenas um
semestre, já transformar a sua carreira.
2.1.6 Proatividade
Os docentes também precisam ter proatividade para tomar a iniciativa de resolver
conflitos que podem surgir nas salas de aula. Com isso, devem estruturar as melhores
soluções diante dos problemas. Também precisa ser capaz de mapear possíveis dificuldades e
traçar planos para lidar com elas caso venham à tona.
2.1.7 Motivação
Além das habilidades já mencionadas, o professor precisa ter motivação para, assim,
conseguir transmiti-la aos estudantes. Dessa forma, o docente consegue criar uma relação de
confiança com os alunos para que possam se expressar e realizem suas atividades, sempre
com espaço para tirar dúvidas e criar debates saudáveis.
2.1.8 Organização
Organização é essencial e faz com que o trabalho flua com mais facilidade. Por isso, é
necessário reservar um período do dia para organizar as atividades, preparar as aulas, conferir
compromissos na agenda e tudo mais que envolve sua rotina. Só assim será possível começar
o dia preparado e com todas as tarefas em ordem.
2.1.9 Paciência
O nível de aprendizado de um estudante para outro pode ser diferente. Então, enquanto
uns aprendem com mais facilidade, outros precisam de mais dedicação para compreender um
assunto. É por isso que, além do professor saber lidar com diferentes perfis, ele precisa ter
paciência para acompanhar o ritmo de cada aluno e ajudá-lo da melhor forma possível.
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2.1.10 Humildade
O professor ainda precisa ter humildade. Com isso, consegue estimular o aprendizado
entre os estudantes e, ainda, aprender com eles. É preciso que haja uma troca de
conhecimento entre ambos para que todos possam compartilhar conhecimento. Também é
interessante que o profissional consiga tratar as dificuldades dos alunos individualmente para
se comprometer com a sua educação em primeiro lugar. Pronto! Agora, você já sabe todas as
competências que os docentes devem ter.
3 Professor de educação visual como director de turma
A escola representa atualmente uma população bastante heterogénea em termos de
cultura e origens, necessitando de uma educação de qualidade, respeitadora das diferenças e
características individuais. Numa sociedade em constante mudança é importante, aliás senão
imprescindível, que as escolas se organizem com vista a responder de forma eficaz e eficiente,
com qualidade e equidade, à sua missão (Leite & Barroso, 2010).
São os professores que, ao fazerem parte de equipas de trabalho, contribuem para a
concepção de melhoria das práticas pedagógicas e para a transmissão de reflexos positivos
nos resultados escolares (Fernandes, 2011). Ao nível nacional, a figura do diretor da turma
tem sido colocada numa posição central em todo o trabalho de coordenação pedagógica a
desenvolver com os alunos, no sentido de promover o sucesso educativo. Ao ser um líder
pedagógico, o diretor de turma interliga a escola e a família. De acordo com Pereira (2008), o
diretor de turma assume a coordenação e assegura a monitorização da eficácia das medidas
educativas que foram implementadas para orientar o trabalho pedagógico.
Na gestão curricular, o diretor de turma enquadra-se no desenvolvimento curricular e
na relação funcional entre este e os docentes que coordena e, a sua ação é fundamental, pois
articula os processos de desenvolvimento curricular de cada professor (Roldão, 1995). Como
gestor do processo de desenvolvimento do currículo, o diretor de turma é a força motora para
a introdução de inovações curriculares, propõe projetos de índole curricular e constrói um
plano de ação para a turma, com base na resolução de problemas com os alunos (Vasconcelos
& Almeida, 2012).
De acordo com Marques (2002), o diretor de turma não se pode limitar somente à
transmissão de informações e gestão de faltas, deve facilitar o desenvolvimento psicológico
do aluno, promover o conhecimento e a aceitação de normas, valores e 19 atitudes. Deve
9
intervir na construção do projeto curricular de turma e desenvolver o envolvimento parental
na escola. Aos diretores de turma são atribuídos dois tipos de competências: promover e
maximizar a articulação entre outros professores da turma, alunos e encarregados de educação
e ser responsável por promover a participação destes nas atividades desenvolvidas (Zenhas,
2006). Por outro lado, o diretor de turma pode desempenhar ainda a função de mediador com
o objetivo de melhorar a gestão de conflitos e sensibilizar para a importância da escola.
De acordo com Favinha (2012), o diretor de turma pode, igualmente, desempenhar um
importante papel dinamizador de estratégicas de mediação, enquanto considerado líder
intermédio, isto porque estabelece relações com os alunos, conselho de turma, direção da
escola e encarregados de educação. De acordo com os autores, a mediação que deve ser
desempenhada pelo diretor de turma, considerada como um meio construtivo de resolução de
conflitos, proporciona um espaço ideal para desenvolver a capacidade de respeito mútuo,
comunicação assertiva e eficaz, compreensão da visão do outro e aceitação da diferente
percepção da realidade1.
É neste contexto que o diretor de turma deve ser um interveniente com uma
intervenção neutra e abstrata de tudo o que poderá saber previamente sobre os alunos e, deste
modo, conferir ao processo um carácter pedagógico (Morgado e Oliveira, 2009). O papel do
diretor de turma é crucial como coordenador de uma equipa de trabalho, isto porque, contribui
para identificar, caracterizar as situações problemáticas da turma e resolver problemas
detectados, conhecendo a vida dos alunos e procedendo a uma filosofia de trabalho (Favinha,
Gois e Ferreira, 2012). Tendo em conta as várias qualidades que deve ter um diretor de
turma, a principal é a sua capacidade de ouvir o outro (Martins, 2005). De acordo com Cruz
(2006) as qualidades do diretor de turma têm como base três áreas fundamentais:
1: Qualidade Como 2: Qualidade como 3: Qualidade como
pessoa técnico da orientador Familiar
educação
Fig. 1. Esquema representativo das qualidades do diretor de turma segundo Cruz (2006).
Neste contexto, o diretor de turma deve ser um professor preparado e com
competências relacionais. Deve ser respeitado e respeitador, com competências pessoais
marcadas para que possa propiciar a relação entre a escola e os pais e a união dos professores
de turma. Salienta-se que, de entre as três áreas fundamentais apontadas, de entre qualidade
como pessoa, qualidade como técnico especializado e qualidade como orientador familiar, a
primeira é a que se apresenta com maior pertinência (Sá, 1996; Cruz, 2006).
10
De acordo com Silva (2007), existem dois fatores limitativos para o bom desempenho
do cargo de diretor de turma, ou seja, a origem pessoal e origem institucional. No caso da
origem pessoal, o autor refere a ausência de formação específica, as limitações na sua
formação pedagógica, limitações no desenvolvimento pessoal relativo à sua função como
orientador, limitações na sua própria orientação vocacional e a desmotivação para a realização
de tarefas relativas ao cargo desempenhado.
No que se relaciona com a origem institucional, o autor refere como entraves, a
mobilidade dos professores; a falta de coordenação da equipa pedagógica; a impossibilidade
de formação específica que seja adequada para ultrapassar as dificuldades da comunidade
escolar; a falta de formação para o cargo de diretor de turma; limitações de meios; elevado
número de alunos por turma e tempos letivos extensos; excesso de trabalho burocrático;
limitações na cultura organizacional da escola; ambientes que não sejam propícios ao trabalho
de equipa e dinâmica de grupo; legislação pouco esclarecedora ou limitações no espaço para
receber os pais ou encarregados de educação. O cargo do diretor de turma apresenta-se com
base em duas principais dimensões, na relação com os professores e na relação com alunos e
familiares. O diretor de turma deve ainda coordenar o projeto curricular da turma e solicitar
de forma periódica as informações aos professores sobre o comportamento, assiduidade e
aproveitamento dos alunos.
É através das suas responsabilidades que o diretor de turma, no contexto escolar,
auxilia a escola e torna-se uma figura mais presente na vida das famílias dos alunos (Favinha
& Hipólita, 2012). De acordo com Torres (2007), a atuação do diretor de turma é cada vez
mais no âmbito exterior, ou seja, é um mediador sociocultural e gestor de relacionamentos
entre alunos, professores, escolas e famílias. No seu papel de mediador, o diretor de turma
coloca-se no papel de coordenador formal e informal de diversos processos do aluno e da
comunidade, tendo, cada vez mais, um papel ativo na própria vida dos alunos, nomeadamente
com a intervenção na resolução de eventuais problemas que comprometam a sua
aprendizagem. Em relação aos professores da turma, o papel do diretor de turma apresenta um
conjunto de diretrizes específicas.
Deve fornecer-lhes as informações relativas a cada aluno e às suas famílias, deve
caracterizar a turma no início de cada ano e deve discutir e definir com os professores
algumas estratégicas de ensino e de aprendizagem, tendo em conta as características da turma
11
e as particularidades de alguns alunos com problemas no seu agregado familiar e dificuldades
na aprendizagem. O diretor de turma deve ainda coordenar o projeto curricular da turma e
solicitar de forma periódica as informações aos professores sobre o comportamento,
assiduidade e aproveitamento dos alunos.
3.1 Conselho de Director de Turma
Conselho de diretores de turma é constituído por vários diretores de turma de uma
escola, e as suas responsabilidades passam pela execução das orientações do conselho
pedagógico, analisando as propostas dos conselhos de turma em relação à integração dos
alunos e dos professores e promovendo a interação entre a escola e a comunidade, ou seja,
encontrando formas de atuação junto das famílias dos alunos. Sempre que possível, os
encarregados de educação deverão participar nas atividades educativas de forma a que possam
“ter um papel de relevo e intervenção no regular funcionamento e vida da escola” (Barroso,
1995).
No que diz respeito às particularidades de cada aluno, o diretor de turma deve
acompanhar a situação educativa de cada um, divulgando aos restantes docentes da turma as
informações necessárias para a adaptação do processo de ensino aprendizagem. Para tal serve
também a realização de um processo individual destinado a cada aluno. Caso sejam
assinalados alunos na turma com determinados problemas ou entraves ao seu sucesso
educativo, o diretor de turma deverá concretizar ações para orientação e acompanhamento
desses mesmos alunos “fomentando a participação dos pais e encarregados de educação.
Ao longo do ano letivo, quando ocorram situações de insucesso disciplinar, cabe ao
diretor de turma a competência de decidir quais são as medidas a aplicar, de acordo com as
orientações do conselho pedagógico e a solicitação de conselhos de turma, em situações de
convocação extraordinária. As medidas aplicadas nestes casos de indisciplina devem ser
ajustadas e debatidas entre os vários intervenientes do sucesso educativo, desde a participação
dos próprios alunos, aos professores, pais e encarregados de educação. Cabe ao diretor de
turma gerir a apreciação destas situações. No que diz respeito ao processo educativo, o diretor
de turma dispõe, mais uma vez, de um papel fulcral. É ele que coordena o processo de
avaliação de todos os alunos da turma, garantindo o seu caráter globalizante e integrador,
solicitando, se necessário, a participação dos outros intervenientes na avaliação.
12
4 Professor de Educação Visual como Delegado de disciplina
Se define como sendo os coletivos ou agrupamento de disciplinas os responsáveis pela
coordenação educativa e pela supervisão pedagógica devendo promover entre outros, “a
cooperação entre os docentes”, “o apoio e o acompanhamento pedagógico aos professores
com maiores dificuldades”, “a elaboração dos instrumentos de avaliação das aprendizagens” e
“a fiscalização do cumprimento das planificações”. Estes coletivos são coordenados por um
professor efetivo, o Delegado de Disciplina, e reúne professores do mesmo ciclo de uma
mesma disciplina ou no máximo de 3 disciplinas com características próximas. O sistema de
supervisão é fortemente vertical e visa a monitorização e controlo do trabalho pedagógico, ao
mesmo tempo que pretende o desenvolvimento profissional dos professores.
4.1 Competências de um Delegado de Disciplina:
Representar o colectivo ou agrupamento no conselho pedagógico;
Orientar e coordenar as atividades do coletivo ou agrupamento;
Organizar e dirigir as reuniões de preparação metodológica realizadas na sua
escola em conformidade com as orientações dos metodólogos ou seus
substitutos;
Acompanhar e coordenar a execução das planificações didático-pedagógicas,
no plano dos conteúdos, objectivos, metodologias e gestão dos tempos
lectivos, de acordo com as orientações programáticas nacionais adstritas à
disciplina;
Prestar apoio didático-pedagógico aos professores do seu colectivo ou
agrupamento, sobretudo, aos menos experientes;
Manter informados os professores do seu coletivo ou agrupamento sobre as
propostas e resoluções do conselho pedagógico ou da direcção da escola;
Registar as presenças e as faltas às reuniões dos professores do colectivo ou
agrupamento e fazer a comunicação das mesmas à direcção da escola e ao
conselho pedagógico;
Supervisionar os materiais de apoio pedagógico directamente distribuídos à
disciplina;
Promover a troca de experiências entre os diversos professores do coletivo
ou agrupamento, em assuntos de índole pedagógica e científica;
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Observar as aulas dos professores do colectivo ou agrupamento e permitir
que observem as suas, fomentando o espírito de entreajuda e troca de
saberes;
Escrutinar os livros de sumários e os cadernos dos alunos para averiguar o
grau de desempenho dos professores do colectivo ou agrupamento no
cumprimento das planificações;
Elaborar ou coordenar a elaboração das provas de avaliação;
Apresentar no final de cada mês, um relatório das actividades desenvolvidas;
As competências definidas fazem sobressair 3 grandes momentos no exercício da função
do Delegado, a sua participação no conselho pedagógico, a observação de aulas, momento
vincadamente supervisivo e por fim as reuniões de preparação metodológica. Estas reuniões
acontecem normalmente a cada 15 dias, As funções apresentadas realçam a importância das
estruturas intermédias, Delegado de Disciplina, no caso, no funcionamento da escola pelo
papel central que assumem na gestão do currículo, do sistema educativo, por serem um dos
veículos privilegiados de divulgação e implementação das políticas educativas, promovendo
uma qualificação e uma auto qualificação dos professores e consequentemente da escola e
apontando o caminho da supervisão pedagógica como meio de a alcançar, bem como o
diagnóstico de necessidades de formação, que se pretende sejam efetuadas ao longo de toda a
vida (Delors & al, 1997).
5 Professor de educação visual como Director de classe
Estimular o trabalho em grupo;
Coordenar com o grupo na busca de melhores resultados;
Orientar e controlar o planificado;
Fazer o acompanhamento do PEA;
Orientar reuniões pedagógicos;
Incentivar os colegas para o sucesso do PEA
Analisar continuamente os resultados e buscar novas soluções para o aprimoramento.
5.1 Dossiê do Director de classe
O Director de classe deve ter um dossiê que conter os documentos normativos da sua
classe e deve cumprir com os mesmos seguindo as normas da Escola:
Os nomes dos professores do colectivo ou agrupamento e os respectivos horários e
contactos;
programas das disciplinas;
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planificações;
Actas das reuniões de preparação metodológica realizadas;
Materiais de apoio (fichas de trabalho; textos);
Documentos de avaliação (testes; dados estatísticos);
legislação considerada pertinente;
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6 Conclusão
Chegado à meta do presente trabalho, eis que surge o momento de refletir sobre as abordagens
iniciais e que norteou o grupo ao longo de toda a pesquisa. Afinal, o que é ser diretor de
turma? Qual o seu papel na vida dos alunos? Que função tem o Director de classe Delegado
de Disciplina? Na Escola um diretor de turma deve ser um exemplo que a turma deve seguir.
Sendo este um papel de tamanha importância, deveria ser mais valorizado pelo sistema
educativo, no sentido de preparar os docentes para o desempenho do seu cargo,
reconhecendo-lhe ao mesmo tempo, o papel de líderes intermédios.
O Director de Classe deve: supervisionar os materiais de apoio pedagógico directamente
distribuídos as diversas disciplina; promover a troca de experiências entre os diversos
professores do coletivo ou agrupamento, em assuntos de índole pedagógica e científica;
observar as aulas dos professores do colectivo ou agrupamento e permitir que observem as
suas, fomentando o espírito de entreajuda e troca de saberes; escrutinar os livros de
sumários e os cadernos dos alunos para averiguar o grau de desempenho dos professores do
colectivo ou agrupamento no cumprimento das planificações
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7 Referências Bibliográficas
Alho, S. e Nunes, C. (2009). “Contributos do diretor de turma para a relação
escola/família”. Educação, v. 32 (n. 2, maio/ago.), pp. 150-158.
Boavista, M. (2010). “O Director de Turma - Perfil e Múltiplas Valências em
Análise”.
Consultado em 16/09/2016 de [Link]
Boavista, C. & Sousa, O. (2013). “O Diretor de Turma: perfil e competências”.
Revista Lusófona de Educação, p. 77-93.
Quintaneiro, L. (2012). São Tomé e Príncipe e a Cooperação Internacional: O seu
Impacto no Desenvolvimento e nas Finanças Públicas. Actas do Colóquio
Internacional São Tomé e Príncipe numa perspectiva interdisciplinar, diacrónica e
sincrónica (pp. 553-568). Lisboa: Instituto Universitário de Lisboa (ISCTE-IUL),
Centro de Estudos Africanos (CEA-IUL), Instituto de Investigação Científica
Tropical.