Consumo, Poupança E Investimento: Objetivos de Aprendizagem
Consumo, Poupança E Investimento: Objetivos de Aprendizagem
CONSUMO, POUPANÇA E
I
UNIDADE
INVESTIMENTO
Objetivos de Aprendizagem
■ Apresentar a teoria de consumo e poupança.
■ Compreender a dinâmica do consumo sob incerteza.
■ Entender a natureza do gasto com investimento.
Plano de Estudo
A seguir, apresentam-se os tópicos que você estudará nesta unidade:
■ Teoria de consumo e poupança
■ Consumo sob incerteza
■ Gasto com investimento
13
INTRODUÇÃO
Introdução
14 UNIDADE I
Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.
TEORIA DE CONSUMO E POUPANÇA
Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.
A lei psicológica fundamental em que podemos basear-nos com inteira confian-
ça, tanto a priori, partindo do nosso conhecimento da natureza humana, como a
partir dos detalhes dos ensinamentos da experiência, consiste em que os homens
estão dispostos, de modo geral e em média, a aumentar o seu consumo à medida
que a sua renda cresce, embora não em quantia igual ao aumento de sua renda.
(John Maynard Keynes)
Para entender o efeito de mudanças sobre a renda futura esperada, suponha que
em vez de receber a gratificação de R$ 12.000 durante o corrente ano, Magda
fique sabendo que receberá uma gratificação de R$ 12.000 (após os impostos) no
ano que vem. A promessa da gratificação está legalmente determinada e Magda
Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.
não tem dúvida alguma de que receberá a renda extra no ano que vem. Como
essa informação afetará o consumo e a poupança de Magda no presente ano?
Como sua renda corrente está inalterada, Magda pode manter seu consumo e
a poupança correntes inalterados, até receber, de fato, a gratificação para aumentar
seu consumo. Se suas decisões forem guiadas por uma motivação de uniformi-
dade do consumo, porém, ela preferirá utilizar a gratificação para aumentar seu
consumo corrente e seu consumo futuro.
Em suma, um aumento na renda futura esperada de um indivíduo tende a
levá-lo a aumentar seu consumo corrente e a reduzir sua poupança corrente. O
mesmo se aplica na esfera macroeconômica: se as pessoas esperam que a produ-
ção e a renda agregadas sejam mais altas no futuro, o consumo desejado corrente
deve aumentar e a poupança nacional desejada corrente, diminuir.
Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.
para a poupança atual tende a aumentar a poupança.
Em um segundo momento, uma taxa de juros real mais alta significa que
Magda pode alcançar qualquer meta de poupança futura com um montante menor
de poupança corrente. Pelo fato de que precisa poupar menos para atingir sua
meta, ela pode aumentar seu consumo corrente e, com isso, reduzir sua poupança.
Os efeitos descritos são conhecidos como efeito substituição da taxa de
juros real sobre a poupança, que evidencia a tendência para reduzir o con-
sumo no presente e aumentá-lo no futuro, e como efeito renda da taxa de
juros real sobre a poupança, o qual evidencia a mudança no consumo cor-
rente em decorrência de uma taxa de juros real mais alta. Esses efeitos podem
tornar um consumidor mais rico ou mais pobre.
Em relação à poupança nacional, pelo fato de que a economia nacional
é constituída por tomadores de empréstimos e por poupadores, e já que, em
princípio, os poupadores podem aumentar ou diminuir sua poupança em
resposta a um aumento na taxa de juros real, a teoria econômica não pode
responder qual seria o efeito de um aumento na taxa de juros real sobre ela.
Política Fiscal
pois ele mede o aumento do poder de compra de sua poupança após o paga-
mento dos impostos.
Você já deve ter percebido que as pessoas decidem o quanto consumir e o quanto
poupar, não apenas pela renda atual, mas, particularmente, pelas expectativas
sobre o futuro. A partir dessa premissa, esta seção, prezado(a) aluno(a), apre-
senta a teoria do consumo da renda permanente, desenvolvida pelo economista
Milton Friedman, na década de 1950. Nessa perspectiva teórica, a da “renda per-
manente” os consumidores olham para além da renda atual.
É importante destacar que a teoria da renda permanente (desenvolvida por Milton
Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.
Friedman) e a teoria do ciclo de vida (desenvolvida por Franco Modigliani), na verdade,
tratam-se de uma mesma teoria sobre o consumo, mas seus enfoques são distintos.
O Ciclo da Vida trata sobre o planejamento dos consumidores ao longo de
toda a sua vida, defendendo a hipótese de que a renda segue um padrão regular
ao longo da vida da pessoa. Já a renda permanente, ao contrário, considera que as
pessoas experimentam variações aleatórias e temporárias em suas rendas de ano
para ano. Assim, a renda total de uma pessoa, para Friedman, seria separada em
duas parcelas: (i) a permanente, na qual a pessoa espera que permaneça no futuro;
e a (ii) transitória, em que a pessoa não espera que vá permanecer no futuro.
Para exemplificarmos esses conceitos relacionados à renda permanente, suponha-
mos que Magda, além de trabalhar no hospital público enquanto servidora efetiva,
atua, esporadicamente, em hospitais privados. Podemos dizer que o salário de Magda
como funcionária pública é garantido. Ela espera receber, todo mês, os seus R$ 10.000,
uma vez que o valor adquirido com os bicos não é garantido. No entanto, Magda con-
segue, em média, com os bicos, por mês, R$ 2.000. Nessa situação, como Magda age?
Ela considera como sua renda permanente R$ 10.000 + R$ 2.000 = R$ 12.000,00.
Todo o resto que Magda conseguir a mais com os bicos é considerado algo transitório.
Como Magda deveria consumir? O consumo de Magda deve estar relacionado
ao gasto de uma proporção de sua renda permanente. Assim, digamos que, no
mês de outubro, ela tenha conseguido R$ 5.000 só com os bicos: o que Magda faz?
Renda total no mês: R$10.000 + R$ 5.000 = R$ 15.000,00. Essa renda é esperada
de ocorrer nos próximos meses? Não. Quanto há de renda permanente? Ainda
12.000,00. Logo, esses R$ 15.000 - R$12.000 = R$ 3.000 reais a mais, por serem
transitórios, deveriam ser consumidos pelo resto da vida, e não apenas no mês.
Yp Q
Y p (1 r ) Q1 (1 2r )
A equação apresentada pode ser solucionada para Y p , em termos de Q1 e Q2 :
(1 r ) Q 2
Y p
Q
(2 r ) 1 (1 r )
Note que a renda permanente seria exatamente a média da produção atual e futura,
no caso específico, em que a taxa de juros é zero (quando a família não herda um
estoque de ativos financeiros no tempo). Todavia, em geral, a taxa de juros não é zero,
portanto, dizemos que a renda permanente é um “tipo” de média da futura produção.
Em um caso especial e importante de maximização da utilidade, a família
tenta manter uma trajetória de consumo perfeitamente estável, portanto, o con-
sumo é igual em todos os períodos. Nesse caso, o consumo é exatamente igual à
renda permanente (C= 1 C= 2 Y p ) . Desse modo, a poupança é dada pela dife-
rença entre a renda atual e a renda permanente: S 1 Q C 1 Q Y p ,
1 1
assim como mostra o gráfico a seguir:
í
Na Figura 1, a curva da indiferença
tangencia a reta do orçamento no
mesmo ponto em que a reta do
orçamento intercepta a reta de
= 45 graus. Assim, o consumo é o
mesmo nos dois períodos e igual
à renda permanente, Y p .
É conveniente distinguir
í os efeitos sobre o consumo de
Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.
°
= Qp
três tipos de choques: choques
atuais temporários, choques
Figura 1 - Consumo familiar e renda permanente
Fonte: Sachs e Larrain (2000, p. 99). permanentes e choques futuros
antecipados. Em um nível abs-
trato, a teoria da renda permanente é muito interessante. Contudo, em geral, as
famílias só têm certeza absoluta da renda atual quando a receita muda. Assim,
como podemos saber se essa alteração vai ser transitória ou permanente? Antes
das pessoas tomarem decisões sobre o futuro, quase sempre precisam definir
suas expectativas das variáveis econômicas futuras.
Em termos de evidência empírica, aplicação recente do modelo da renda
permanente que aparece na função do consumo aleatório de Robert Hall, da
Universidade de Stanford, Hall demonstrou que, sob certas condições, a esti-
mativa da renda permanente do ano corrente deve dar a melhor ideia de qual
vai ser a sua renda permanente no próximo ano. Isso significa que o consumo
do próximo ano deve ser igual ao consumo do ano corrente mais um montante
aleatório resultante dos choques inesperados que vão afetar, no próximo ano, a
estimativa familiar da renda permanente.
perdura a vida inteira. Nesse sentido, o modelo do ciclo de vida, assim como o
modelo da renda permanente, baseia-se na teoria de que o consumo de um deter-
minado período depende das expectativas de renda da vida toda, e não da renda
atual. A contribuição da hipótese do ciclo de vida está em observar que a renda
tende a sofrer flutuações sistemáticas no decorrer da vida de uma pessoa, pois o
comportamento da poupança é determinado, fundamentalmente, pelo estágio da
família no ciclo de vida. Esses conceitos são exemplificados pela figura a seguir:
Assim como é demonstrado na
Figura 2, quando as pessoas são
Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.
jovens, sua renda é baixa e, fre-
quentemente, elas contraem
dívidas (“despoupam”), porque +
sabem que ganharão mais dinheiro
no futuro. Nos anos de trabalho, a
renda atinge um pico por volta da -
meia-idade, o que permite que as
pessoas paguem as dívidas contra-
ídas anteriormente e poupem para
a velhice. Quando atingem a apo-
sentadoria, a renda de trabalho é
zero e as pessoas passam a consu- Figura 2 - A hipótese do ciclo de vida de consumo e poupança
mir os recursos acumulados. Fonte: Sachs e Larrain (2000, p. 106).
Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.
EVIDÊNCIAS NO MODELO DO CICLO DE VIDA
Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.
Assim, se o indivíduo otimiza,
C t E t 1 C t et . (E)
e
em que t é uma variável cuja expectativa a partir do período t −1 é
E C C
zero. Assim, como t 1 t t 1 , temos C C t e
t 1 t .
Esse é o famoso resultado de Hall de que a hipótese do ciclo de vida/
renda permanente implica que o consumo segue um passeio aleatório (HALL,
Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.
1978). A intuição para esse resultado é direta: se espera que o consumo mude,
o indivíduo pode fazer um trabalho melhor de suavizar o consumo. Suponha,
por exemplo, que o consumo aumente: isso significa que a utilidade margi-
nal atual do consumo é maior do que a utilidade marginal futura esperada
do consumo e, portanto, que o indivíduo aumenta o consumo atual. Assim,
o indivíduo ajusta seu consumo atual ao ponto em que não se espera que o
consumo mude.
EVIDÊNCIAS EMPÍRICAS
O Paradoxo da Poupança
À medida que as pessoas poupam mais em seu nível inicial de renda, elas
diminuem seu consumo. Mas esse consumo menor diminui a demanda,
que, por sua vez, diminui a produção. Nesse contexto, é possível dizer o que
acontece com a poupança? Analise a equação da poupança privada a seguir:
c 0 c1
S I Y T .
Por um lado, o intercepto é maior (menos negativo). Os consumidores pou-
pam mais a qualquer nível de renda: isso tende a aumentar a poupança.
Mas, por outro lado, a renda, Y , é menor, e isso diminui a poupança. O
efeito líquido parece ambíguo. Na verdade, podemos dizer o sentido para
Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.
o qual ele vai. Isso significa que, à medida que as pessoas poupam mais, o
resultado é tanto uma diminuição do produto como uma poupança inalte-
rada. Esse surpreendente par de resultados é conhecido como o paradoxo
da poupança (ou o paradoxo do entesouramento).
Fonte: Blanchard (2007, p. 55).
INVESTIMENTO
Investimento
30 UNIDADE I
Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.
mento. A primeira é o investimento no imobilizado da empresa, que mede
o valor gasto pelas empresas no “prédio” e em “equipamentos”. O segundo
é o investimento em estoques (matérias-primas, bens semiacabados e bens
acabados em poder da empresa). Já a terceira é o investimento residencial,
que inclui os valores gastos tanto com a manutenção das habitações quanto
com a produção habitacional. É importante destacar que, quando uma famí-
lia adquire uma casa já existente, não ocorre um investimento em termos de
economia global, pois não há uma mudança no estoque de capital, só uma
mudança de propriedade.
Em relação a todos os tipos de investimento, identifica-se uma diferença
importante, que é entre o investimento bruto e o investimento líquido. A
maioria dos tipos de capital tende a sofrer desgaste com o decorrer do tempo
até virar sucata (processo de depreciação). O nível total de investimento é
chamado investimento bruto e a parte do investimento que aumenta o esto-
que de capital é chamada investimento líquido. Logo, temos uma relação
simples, em que o investimento bruto é igual ao investimento líquido, soma-
dos à depreciação do capital, que pode ser expressa pela equação a seguir:
I J dK , em que I é o investimento bruto; J , o investimento líquido; e
d , o parâmetro de depreciação. A alteração no estoque de capital é igual à
taxa de investimento líquido: K 1
K J . Combinando as duas equações,
temos a equação básica de acumulação do capital: K 1
(1 d ) K I .
O DIAGRAMA POUPANÇA-INVESTIMENTO
Curva da poupança, S
Taxa de juros real, r
Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.
%
%
Curva do
investimento, I
Ao longo do eixo vertical, é medida a taxa real de juros e, ao longo do eixo hori-
zontal, a poupança e o investimento adicional. A curva de poupança (S) mostra
a relação entre a poupança nacional desejada e a taxa de juros real. A inclina-
ção da curva da poupança para cima reflete a constatação empírica de que uma
taxa de juros real mais alta aumenta a poupança nacional desejada. Já a curva
do investimento (I) mostra a relação entre o investimento desejado e a taxa real
de juros. Ela inclina-se para baixo, porque a taxa de juros real mais alta aumenta
o custo de uso do capital e, com isso, reduz o investimento desejado. Por fim,
o equilíbrio no mercado de bens é representado pelo ponto (E), no qual a pou-
pança nacional desejada é igual ao investimento desejado.
Investimento
32 UNIDADE I
Efeito Tanzi-Olivera
À medida que a taxa de inflação se torna muito alta, o déficit orçamentário,
normalmente, também se torna maior. Parte do motivo diz respeito às
defasagens na arrecadação dos impostos. Esse efeito é conhecido como
efeito Tanzi-Olivera, em homenagem a Vito Tanzi e Julio Olivera, dois
economistas que enfatizaram sua importância. Conforme impostos são
arrecadados sobre a renda nominal passada, seu valor real cai com a inflação.
Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.
Fonte: Blanchard (2007, p. 471).
A TEORIA q
Suponha que o estoque de capital seja constante, que a PMgK seja cons-
tante e que a taxa de depreciação seja d . Assim temos:
q
PMgK d PMgK d PMgK d ...
(1 r ) 1 r 2 1 r 3
PMgK d
são para q pode ser modificada para: q .
r
Constatamos, então, que q tende a ser maior que 1, se a PMgK for maior
do que (r + d ) nos períodos futuros. Não só, mas que q tende a ser menor que
1, se a PMgK for menor do que (r + d ) nos períodos futuros.
Investimento
34 UNIDADE I
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.
nentes. Além disso, é provável que, proporcionalmente, o consumo responda
menos às variações da renda.
No que se refere ao consumo sob incertezas, assumimos a hipótese de o con-
sumo seguir um passeio aleatório, em que os indivíduos podem ajustar o seu
consumo. Desse modo, se a utilidade marginal do consumo no presente é maior
do que a utilidade marginal do consumo futuro, o indivíduo otimiza se aumen-
tar o consumo corrente.
Em relação aos investimentos das empresas, que desempenham um papel
fundamental na determinação da capacidade produtiva de longo prazo da eco-
nomia, constatamos que eles dependem tanto do lucro atual quanto do valor
presente dos lucros futuros esperados. Nesse sentido, vale destacar que o inves-
timento é muito mais volátil do que o consumo e que as variações do lucro estão
estreitamente relacionadas com as variações do Produto Interno Bruto (PIB).
Finalmente, caro(a) aluno(a), destacamos a teoria q de Tobin. Nela, o eco-
nomista construiu uma variável correspondente ao valor de uma unidade de
capital já instalada em relação a seu preço de compra e observou como suas varia-
ções aproximavam-se daquelas do investimento. Essa razão é o q de Tobin, que,
intuitivamente, diz-nos: quanto maior for q , maior será o valor do capital em
relação ao preço de compra atual e, consequentemente, maior será o investimento.
3. Considere uma cidade do Rio Grande do Sul, o esquema do modelo de dois pe-
ríodos e que duas famílias recebem exatamente o mesmo rendimento em cada
período. Devido a diferenças nas suas preferências, no entanto, a família 1 eco-
nomiza R$ 200 , enquanto a família 2 economiza R$ 2.000, 00 . Qual
delas vai aumentar sua poupança se a taxa de juros subir?
REFERÊNCIAS ON-LINE
1
Em: [Link] Acesso
em: 03 jun. 2019
GABARITO
1. E.
2. C.
O rendimento permanente é igual a 147, 6 (1, 1 / 2, 1 *(100 200 /1,1)).
3. A Família 2 , porque se recebe uma parte maior da renda como juros sobre a
poupança.
4. Se ambos partirem de uma situação semelhante, então, a renda permanente dos
estudantes de Economia seria maior do que daqueles que estudam Educação
Física, porque as perspectivas futuras de renda da primeira são maiores do que
as da segunda.
5. A.
No ano, 1 é de −2 milhões ( 8 10% de 100) . Já no ano 2 , é igual a 5, 2
milhões ( 15 10% de 98) .