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Controlo da Administração Pública em Moçambique

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UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MOÇAMBIQUE

FAGREFF

Licenciatura em Direito, II Ano – Laboral, 1°Grupo

Disciplina: Direito Administrativo

Tema:

Controlo da administração pública: legislativa, administrativa, judicial

Discente:

Adélia Estevão

Esmenia Jacinta viegas

Fidel Banquiune

Janete Agostinho Rueia

Krisna Emigarda Matías

Docente:

Hugo Mapilele

Lichinga, Dezembro de 2020

1
Índice
Resumo.......................................................................................................................................3

Abstract......................................................................................................................................3

1. Introdução...........................................................................................................................4

2. Objectivos...........................................................................................................................4

2.1. Geral............................................................................................................................4

2.2. Específicos...................................................................................................................4

3. Metodologia........................................................................................................................5

4. Revisão de literatura...........................................................................................................6

5. Análise do tema propiamente dito......................................................................................8

5.1. Controlo da administração pública..............................................................................8

5.1.1. Controlo legislativo..............................................................................................9

5.1.2. Controlo administrativo.....................................................................................10

5.1.3. Controlo Judicial................................................................................................11

6. Conclusão..........................................................................................................................13

7. Referências bibliográficas.................................................................................................14

2
Resumo

O presente trabalho aborda sobre o controlo da administração pública: legislativo, administrativo e judicial, com
objectivo de perceber o papel desses poderes no funcionamento do estado. Neste sentido, aborda-se de forma
específica sobre o controlo legislativo, administrativo e judicial. Entretanto, apesar da sua caracterização
específica os controlos acima mencionados complementam um a outro.

Abstract
The present work deal about the control of public administration: legislative, administrative and judicial, in
order to understand the role of these powers in the functioning of the state. In this sense, it deals specifically
with legislative, administrative and judicial control. However, despite their specific characterization, the
controls mentioned above complement each other

Palavras-chave: Controlo da administração pública, legislativo, administrativo, judicial,


poder.

3
1. Introdução

Nos dias actuais há cada vez mais consciência dos cidadãos, de estar numa sociedade
organizada, onde as autoridades públicas não se desviem do seu exercício dos seus poderes
(legislativo, administrativo, judicial). O controlo da administração publica actua de
forma a resguardar que esta esteja em harmonia com os princípios que lhes são
impostos pelos poderes. Entretanto, a prática do poder é função essencial do direito
administrativo.

A Administração Pública tem tarefas muito amplas, variadas, especializadas e complexas que
necessitam de controlo para seu pleno funcionamento. Neste contexto, o controlo se tem dado
por meio dos contextos legislativo, administrativo e judicial, com interesse de melhorar a
vida dos cidadãos. O controlo da administração pública é efectivado para atender o interesse
da sociedade ou seja para o bem comum, pois, as necessidades da população são infinitas,
enquanto, os recursos públicos disponíveis são insuficientes, fazendo com que o Governo
estabeleça prioridades, e defina metas e objetivos que deverão ser alcançados.

O presente trabalho aborda sobre o controlo da administração pública: legislativo,


administrativo e judicial. Foi elaborado no âmbito avaliativo da disciplina de Direito
Administrativo, ministrada no II ano do curso de Direito da UCM-FAGREFF.

2. Objectivos
2.1. Geral
 Estudar o controlo da administração do estado através dos poderes legislativo,
administrativo e judicial.

2.2. Específicos
 Definir os poderes legislativo, administrativo e judicial.
 Descrever os poderes legislativo, administrativo e judicial;
 Conhecer os procedimentos do controlo da administração pública;
 Reflectir sobre a importância dos poderes legislativo, administrativo e judicial na
administração pública.

4
3. Metodologia
A realização do presente trabalho incorporou as seguintes fases:

a) Pesquisa bibliográfica;
b) Análise de informações;
c) Compilação do trabalho final.

A pesquisa bibliográfica como primeira fase, foi efectuada na biblioteca da FAGREFF e em


sites disponíveis na internet. Nesta fase, foi feita a identificação e recolha de informação.

A segunda fase, que incorporou a análise de informação, foi de forma minuciosa analisada a
informação identificada e recolhida na fase anterior, e com base com corpus teórico, legal
foram feitas analogias e interpretações, sem omitir os objectivos do trabalho.

A terceira e última fase, foi feita a compilação do trabalho final.

5
4. Revisão de literatura

Antes de mais, é importante teorizar o conceito de estado. Para BASTOS e MARTINS, o


Estado é entendido como uma forma específica da sociedade política. É o resultado de uma
evolução na organização do poder1.

Por seu turno, PALLIERI argumenta que Estado é uma ordenação que tem por um fim
específico e essencial a regulamentação global das relações sociais entre os membros de um
dada população sobre um dado território, na qual a palavra ordenação.

A distinção entre as três funções estatais básicas - legislar, administrar e julgar- remonta à
época de ARISTÓTELES, a partir do desenvolvimento da chamada teoria da constituição
mista, recebendo novas contribuições de LOCKE, até alcançar sua consagração em
MONTESQUIEU2.

Compreendendo o conceito de Administração pública, de acordo com TOSTES, é o conjunto


de órgãos instituídos para a consecução dos objectivos do Governo em sentido material, é o
conjunto das funções necessárias aos serviços públicos em geral; em acepção operacional é o
desempenho perene e sistemático, legal e técnico, dos serviços próprios do estado ou por ele
assumidos em benefício da colectividade3.

Para DIOGO NETO, o conceito de administração pública resume-se como actividades


preponderantemente executórias, definidas por lei como funções do Estado, gerindo recursos
para a realização de objectivos voltados à satisfação de interesses definidos como públicos4.

De forma específica, o controlo administrativo, conforme definição de DI PIETRO é o poder


de fiscalização e correção que a Administração Pública (em sentido amplo) exerce sobre sua
própria actuação, sob os aspectos de legalidade e mérito, por iniciativa própria ou mediante
provocação.

Para SOUZA a palavra controlo é de origem francesa, e significa fiscalizar, verificar,


examinar e supervisionar.  O controlo constitui um dos cinco princípios primordiais da
administração, de tal forma que a sua inexistência ou deficiência tem reflexos negativos nas
1
Bastos & Martins, 1988
2
Dallaverde s/d
3
Tostes, 2004:94
4
Moreira Neto, 2002:109
6
demais funções (planeamento, organização, direcção e coordenação), resultando na ineficácia
e ineficiência da organização5.

De acordo com MEIRELES, em Direito Administrativo, podemos definir controlo como, a


faculdade de vigilância, orientação e correção que um Poder, órgão ou autoridade exerce
sobre a conduta funcional de outro. A partir dessa definição, podemos inferir que o controle é
indispensável para qualquer tipo de organização, principalmente àquelas referentes à
administração pública, já que  a transparência é fundamental no exercício da função daqueles
que operam em nome dos cidadãos6.

Segundo MARINELA, o poder legislativo fundamenta-se pelo exercício do Poder Legislativo


em face dos demais Poderes do Estado e sobre sua própria administração;

Para SANTOS, o poder administrativo, quando emana da própria administração, por


iniciativa ou provocação externa. Legislativo, aquele exercido pelo poder legislativo, através
de seus órgãos e Judicial: quando exercido exclusivamente pelo poder judiciário, a quem cabe
principalmente a análise da legalidade dos actos administrativos7.

Para GONÇALVES o controlo administrativo pode ser exercido pelos próprios órgãos
internos da Administração, como por órgãos externos incumbidos do julgamento dos recursos
(tribunais administrativos) ou das apurações de irregularidades funcionais (órgãos
correcionais).

Na óptica d mesmo autor, o poder judiciário é permitido perquirir todos os aspectos de


legitimidade, para descobrir e pronunciar a nulidade do acto administrativo onde ela se
encontre8.

5
Souza, 2004:559
6
Meireles s/d
7
Santos 2008
8
Gonçalves, 2005:24

7
5. Análise do tema propiamente dito
5.1. Controlo da administração pública
A finalidade do controlo da Administração Pública, independentemente do regime político ou
do sistema jurídico adoptado pelo país, normalmente se relaciona com a garantia dos
princípios da legalidade, da moralidade e da eficiência na actividade dos entes
administrativos e da manutenção do equilíbrio entre a efectivação dos interesses públicos
frente aos direitos e garantias individuais e que a administração actue em consonância com os
princípios que lhe são impostos pelo ordenamento jurídico, como os da legalidade,
moralidade, finalidade pública, publicidade, motivação de impessoalidade9.

A função do controle é indispensável para acompanhar a execução de programas e apontar


suas falhas e desvios; zelar  pela boa utilização, manutenção e guarda dos bens patrimoniais;
verificar a perfeita aplicação das normas e princípios adoptados e constatar a veracidade das
operações realizadas. A função do controle exige a atenção da Administração voltada para a
execução de planos e programas, para que metas e objectivos previamente delineados sejam
atingidos. Assim, a função de controlo está intimamente relacionada à Administração que, ao
exercer aquela função, analisa e avalia os resultados obtidos, compara-os ao que foi planejado
ou previsto, objectivando verificar os resultados e sanar possíveis falhas que possam ter
ocorrido. 

Entretanto, o Poder Público e seus desmembramentos administrativos, nos Estados de Direito


como o nosso, atuam dentro das normas legais que fixam a competência de seus órgãos e
delimitam o campo de actuação da Administração, estabelecendo os controlos a que se
sujeitam a actividade pública e seus agentes. Esses controles, segundo o Poder que os exerce,
são classificados em judicial, parlamentar e administrativo. Nesta exposição só nos
interessam os controlos administrativos, mas é necessário que se conceituem as duas
primeiras modalidades, para bem compreendermos a terceira.

As formas de controlo podem ser entendidas a partir de diversas categorias, classificadas de


acordo com determinados critérios. Sendo assim, podem ser:

 Legislativo;
 Administrativo;
 Judicial.
9
Madrigal, 2016

8
5.1.1. Controlo legislativo
É aquele realizado pelo parlamento, particularmente através dos Deputados. Os meios
utilizados são: Comissões Parlamentares de Inquérito, Convocação de Autoridades, pedidos
escritos de informação, fiscalização contábil, financeira e orçamentária, sustação dos actos
normativos do executivo, entre outros10.  

O controlo exercido pelo poder legislativo sobre a Administração Pública consiste, junto com
a elaboração das leis, em uma das atribuições típicas constitucionalmente delegadas ao poder
legislativo, devendo ser exercido na forma e nos limites prescritos, sob ameaça de violação da
Constituição da República, que assegura a separação dos poderes.

Alguns dos mecanismos do controle parlamentar são: (i) pedidos escritos de informação aos
Ministros de Estado; (ii) convocação para o comparecimento de autoridades; (iii) fiscalização
de actos da Administração Pública directa e indirecta; (iv) comissões parlamentares de
inquérito; (v) aprovações de decisões do poder executivo; (vi) fiscalização financeira e
orçamentária8; (vii) sustação de actos normativos do poder executivo; (viii) recebimento de
petições e reclamações dos cidadãos.

Os mecanismos de controlo legislativo, independentemente das peculiaridades que


caracterizam o regime jurídico e o regime governamental do Estado, costumam ser
desacreditados quanto à eficácia da fiscalização exercida. Esse panorama pode ser explicado
pelo facto de o poder executivo deter o controlo da máquina governamental, o que
consequentemente gera sua hegemonia frente aos outros poderes. Desse modo, embora haja a
previsão normativa para o exercício do controle, o poder legislativo comumente furta-se à
realização de uma fiscalização concreta e de um controle efectivo dos actos administrativos
como forma de reequilíbrio dos interesses político partidários envolvidos na gestão
governamental.

A aplicação efectiva dos instrumentos de controlo parlamentar gera consequências profundas


para a gestão administrativa, pois estimula a actuação conforme com os princípios
constitucionais e os interesses públicos aos quais a Administração Pública está limitada.
Assim, a título de exemplo, na hipótese da abertura de uma comissão parlamentar de
inquérito para apuração de fato determinado por prazo certo, se o mecanismo de controlo for
exercido de maneira efectiva e concreta, a identificação de actuações contrárias ao
10
Santos, 2008.

9
ordenamento jurídico resultariam na cassação do mandato do representante cuja conduta
estava sob análise. Contudo, os interesses políticos partidários costumam dificultar e, por
vezes, impedir que a fiscalização se efective em uma punição quando a conduta é identificada
como violadora dos direitos e garantias públicas11.

5.1.2. Controlo administrativo


É todo aquele que o Executivo e os órgãos de administração dos demais Poderes exercem
sobre suas próprias actividades, visando mantê-las dentro da lei, segundo as necessidades do
serviço e as exigências técnicas de sua realização, pelo que é um controle de legalidade, de
conveniência e de eficiência. Sob esses três aspectos pode e deve operar-se o controle
administrativo, para que a actividade pública atinja a sua finalidade, que é o pleno
atendimento dos interesses colectivos a cargo da Administração em geral.

O controlo administrativo pode ser exercido pelos próprios órgãos internos da Administração
(controle hierárquico propriamente dito), como por órgãos externos incumbidos do
julgamento dos recursos (tribunais administrativos) ou das apurações de irregularidades
funcionais (órgãos correccionais). Todos eles, entretanto, são meios de controlo
administrativo.

Esses meios de controlo podem ser preventivos, sucessivos ou correctivos. Pelos primeiros
estabelecem-se formalidades e exames prévios dos actos administrativos para adquirirem
eficácia e operatividade, pelos segundos acompanha-se a formação dos actos; pelos terceiros
corrigem-se os actos defeituosos ou ilegítimos.

As formas de controlo da administrativo podem ser, em sentido amplo, realiza-se através de:
a) fiscalização hierárquica; b) recursos administrativos; c) prestação de contas dos dinheiros
públicos, como veremos a seguir. Esse controle atinge não só os órgãos da Administração
centralizada (impropriamente chamada Administração directa), como a descentralizada ou
indirecta, sendo nestas compreendidas as autarquias, como também as entidades
paraestatais, ou seja, as sociedades de economia mista, as empresas públicas, as fundações
instituídas ou subvencionadas pelo Poder Público e os serviços autónomos custeados por
contribuições parafiscais.

Recursos administrativos, em acepção ampla, são todos os meios hábeis a propiciar o


reexame da actividade administrativa pela própria Administração, e abrangem a
11
Medauar, 2012:96 citado por 388).
10
representação, a reclamação e o pedido de reconsideração; e, em sentido estrito,
compreendem unicamente os recursos hierárquicos, próprios e impróprios12.

Por outo lado, o controlo administrativo é o poder de fiscalização e correcção que a


Administração Pública (em sentido amplo) exerce sobre sua própria actuação, sob os aspectos
de legalidade e mérito, por iniciativa própria ou mediante provocação13. 

5.1.3. Controlo Judicial


Em linhas gerais é aquele realizado pelo Poder Judiciário, sobre os actos da administração,
mediante provação. Os meios para efectivação do controle judicial são: Mandado de
Segurança, Acção Popular, Acção Civil Pública, Mandado de Injunção, Habeas Data, Acção
Directa de Inconstitucionalidade, Habeas Corpus14.

Controlo judicial é o exercido exclusivamente pelos órgãos do Poder Judiciário, na sua


função judicante e contenciosa. Essa correcção das actividades públicas pelo Poder judiciário
visa à defesa dos administrados e à manutenção da Administração dentro das normas legais,
pelo que é apenas um controle de legalidade.

A propósito já escrevemos e ora repetimos que todo ato administrativo, para ser legítimo e
válido, há-de ser praticado em conformidade com o Direito (princípio da legalidade), com a
moral da instituição (princípio da moralidade) e com o interesse público (princípio da
finalidade). Faltando, contrariando ou desviando-se desses princípios, a Administração
comete ilegalidade passível de invalidação por ela própria ou pelo Poder judiciário, desde que
o requeira o interessado.

Para obter a invalidação de ato administrativo ilegítimo, a parte interessada poderá valer-se
do procedimento judicial comum (acção ordinária), ou de meios especiais, adequados à
defesa de direitos individuais (mandado de segurança, acção cominatória, interditos
possessórios, etc.) ou à preservação do património público lesado pela própria Administração
(acção popular).

A competência do Judiciário para a revisão de actos administrativos restringe-se ao controle


da legalidade do ato impugnado. Mas por legalidade ou legitimidade se entende, não só a
conformação do ato com a lei, como também com a moral administrativa e com o interesse
12
Meirelles, s/d
13
Santos 2008
14
Santos 2008

11
colectivo, indissociável de toda actividade pública. Tanto é ato ilegal ou ilegítimo o que
desatende a lei, como o que violenta a moral da instituição, ou se desvia do interesse público,
para servir a interesses privados de pessoas, grupos, ou partidos favoritos da Administração.

Ao Poder judiciário é permitido perquirir todos os aspectos de legitimidade, para descobrir e


pronunciar a nulidade do ato administrativo onde ela se encontre e seja qual for o artifício que
a encubra. O que não se permite ao judiciário é pronunciar-se sobre o mérito administrativo,
ou seja, sobre a conveniência, oportunidade e justiça do ato, porque, se assim agisse, estaria
emitindo pronunciamento de administração e não de jurisdição.

O mérito administrativo, relacionando-se com questões políticas e elementos técnicos, refoge


do âmbito do Poder judiciário, cuja missão é a de aferir a conformação do ato com a lei
escrita, ou, na sua falta, com os princípios gerais do Direito.

Politico
Controlo legislativo

Financeiro

Esquema do controlo da
Adm. Publica administração pública

Controlo administrativo Contrololo interno

Legalidade e merito

Poder judiciario

Controlo judicial Legalidade e legitimidade

Se provocado

6. Conclusão
O controlo da administração pública fundamenta-se pela faculdade de vigilância, orientação e
correcção que um poder, exerce sobre a conduta funcional, através de um conjunto de

12
instrumentos estabelecidos pelo ordenamento jurídico que possibilita o exercício do poder de
fiscalização de toda a Administração Pública (todos os Poderes). O controlo da administração
do estado tem como objectivo de garantir a coerência entre sua actuação e esse mesmo
ordenamento.

O controlo da administração pública garante o exercício pleno de um estado. Por outro lado,
com crescente democratização da Administração Pública, exigência do chamado Estado
Democrático, há necessidade da sociedade conciliar ao exercício com os interesses da
sociedade. Neste sentido o controlo legislativo, administrativo e judicial garantem o
funcionamento legal e administrativo do estado.

7. Referências bibliográficas
Madrigal, A 2016. A importância do controle interno na Administração Pública.

13
Tostes, A. B. 2004. Organização Administrativa Brasileira. In: MOTTA, Carlos Pinto
Coelho. Curso Prático de Direito Administrativo. 2 ed. rev. atual. ampl. Belo Horizonte: Del
Rey.

Santos, M.O. 2008. Controle da Administração Pública: aspectos gerais e relevância.

Moreira neto, [Link]. 2008. Curso de Direito Administrativo: parte introdutória, parte


geral e parte especial. 12 ed. Rio de Janeiro: Ed. Forense.

Souza júnior, P.R. Curso de Direito Administrativo. Rio de Janeiro: Freitas Bastos, 2003.

Dallaverde, A.K. s/d. Controle político da administração pública.

Pacce, A. 2014. Controle parlamentar da Administração Pública na legislação brasileira: a


eficácia dos mecanismos de solicitação de informação. São Paulo: Universidade de São
Paulo.

Meirelles, H.L. s/d. Administração pública e seus controles •

14

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