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Gestão Financeira em Crises Econômicas

Este documento discute a importância da gestão financeira em tempos de crise, especificamente para micro e pequenas empresas. Primeiramente, apresenta os objetivos gerais e específicos da pesquisa, assim como as questões de investigação. Em seguida, discute os impactos da crise na economia global e local, assim como a importância do planejamento financeiro e reinvenção estratégica para empresas sobreviverem em períodos de crise. Por fim, enfatiza o potencial das micro e pequenas empresas e a necessidade destas se adaptarem rapidamente a nov

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Alai Arte
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Gestão Financeira em Crises Econômicas

Este documento discute a importância da gestão financeira em tempos de crise, especificamente para micro e pequenas empresas. Primeiramente, apresenta os objetivos gerais e específicos da pesquisa, assim como as questões de investigação. Em seguida, discute os impactos da crise na economia global e local, assim como a importância do planejamento financeiro e reinvenção estratégica para empresas sobreviverem em períodos de crise. Por fim, enfatiza o potencial das micro e pequenas empresas e a necessidade destas se adaptarem rapidamente a nov

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UNIVERSIDADE ABERTA ISCED

FACULDADE DE ECONOMIA E GESTÃO


LICENCIATURA EM GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS
METODOLOGIA DE INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA
1º ANO

GESTÃO FINANCEIRA EM TEMPOS DE CRISE

Elias Aly Muacula Nº: 71231369

Tutor: Luís Raul Chiau

Quelimane, 02 de Maço de 2023


UNIVERSIDADE ABERTA ISCED
FACULDADE DE ECONOMIA E GESTÃO
LICENCIATURA EM GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS
METODOLOGIA DE INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA
1º ANO

GESTÃO FINANCEIRA EM TEMPOS DE CRISE

Elias Aly Muacula Nº: 71231369

Quelimane, 02 de Março de 2023


Índice
1. Introdução ........................................................................................................................ 4
Delimitação do tema ............................................................................................................... 4
Justificativa ............................................................................................................................. 4
2. Objectivos ........................................................................................................................ 5
2.1 Objectivo geral ............................................................................................................. 5
2.2. Especifico......................................................................................................................... 5
Questões de investigação ........................................................................................................ 5
3. A crise e suas vertentes .................................................................................................... 6
3.1. Impacto da crise na empresa, no mercado, na economia global e local .......................... 6
3.2. Empresas de Pequeno porte e Empreendedorismo .......................................................... 7
3.4.1. A importância das micro e pequenas empresas ............................................................ 8
3.4.2. Importância do planejamento financeiro em meio à crise ............................................ 9
3.4. 3. Tendências para a economia pós-corona vírus ............................................................ 9
4. Conclusão.......................................................................................................................... 10
5. Referências Bibliográficas ................................................................................................ 11
1. Introdução
Dentre os diversos factores que podem afectar o mercado financeiro, as micro e pequenas empresas
em todo o mundo estão as oscilações de mercado; que ameaçam o desenvolvimento e a
longevidade destas organizações. O papel do gestor financeiro é identificar tais oscilações,
controlar os danos e gerenciar da melhor maneira a administração das crises. O mundo foi atingido
por uma crise econômica deflagrada pela pandemia do corona-vírus no início do ano de 2020 que
perdura até os dias actuais e ainda não tem data pra acabar em alguns países, inclusive em
Moçambique. Os impactos foram rápidos e provocaram uma reação em cadeia mundial que
desencadeou uma grave crise financeira em diversos sectores da economia e o fechamento de
diversas empresas que não estavam preparadas para uma crise desta dimensão, ou não tiveram
uma gestão financeira assertiva. As empresas que sobrevivem apesar da crise lutam para
continuarem activas produtivas e lucrativas diante das medidas governamentais e municipais para
conter a disseminação do vírus, controlar a pandemia e estimular a retomada econômica. Diante
disto, este presente estudo traz como tema a “gestão financeira em tempos de crise e a importância
de se reinventar estrategicamente” e versa sobre o crítico cenário econômico actual, as vertentes
da crise e o modo como ela impacta a economia global e local.

Delimitação do tema
A pesquisa com o tema: “A Gestão Financeira em Tempos de Crise”, será realizada no distrito
de Molumbo, província da Zambézia, concretamente no serviço distrital das actividades
econômicas de Molumbo, num intervalo de tempo compreendido entre Fevereiro a Março de 2023.
Portanto, a pesquisa terá como alvo todos elementos que compõem a gestão dos recursos humanos
de Molumbo.

Justificativa
A escolha deste tema a “A Gestão Financeira em Tempos de Crise”, pelo facto do autor
verificar durante o trabalho como gestor da mesma instituição no envolvimento dos membros de
SDAE como forma de garantir o sucesso econômico. Este facto motivou o autor em fazer um
estudo para apurar o não envolvimento dos membros do serviço distrital na planificação e na
realização das actividades.

Provavelmente esta pesquisa pode ajudar, os gestores do SDAE a compreenderem a gestão


de uma forma diferente a fim de contagiar os demais integrantes da comunidade experimentando
ousadia e determinação para enfrentar os problemas do dia-a-dia. Dessa forma, pode permitir a
conhecer melhor o que está acontecendo na gestão, ver as necessidades, desafios, o que a
instituição tem de bom e pode melhorar ainda mais, trazer saídas para os problemas do cotidiano

4
e aprimorar ainda mais o que já é bom. Além do mais, ela pode ajudar na melhoria do distrito, pois
é por meio do processo de organização e coordenação.

Desta forma, torna-se fundamental compreender a Gestão Financeira em Tempos de Crise


como condição estruturante para termos qualidade no SDAE.

Portanto, este trabalho de Metodologia de Investigação Cientifica tem como:


2. Objectivos
2.1 Objectivo geral
 Conhecer a importância de uma boa gestão financeira no enfrentamento de crises em micro e
pequenas empresas principalmente em tempos de crise.
2.2. Especifico
 A importância de traçar estratégias e diretrizes de enfrentamento de crises e elencar
algumas delas;
 Enaltecer o potencial crucial das micro e pequenas empresas e a necessidade destas se
reinventarem em meio à crise para manter suas empresas abertas e lucrativas;
 Analisar a urgência de investir em estratégias de marketing, redes sociais e delivery
para manter as micro e pequenas empresas activas durante e pós-crise.

Questões de investigação
 Quais são os factores que influenciam na melhoria da Gestão Financeira em Tempos de
Crise?
 Qual é Impacto da crise nos serviços distritais e activiadades econômicas de Molumbo?

5
3. A crise e suas vertentes

Segundo Dornelas (2015) defende a tese de que as oscilações e as crises econômicas não são
duradouras, mas cíclicas, o que não configura um empecilho a um novo empreendimento; e
também que as empresas não são afectadas da mesma maneira pela crise financeira dependendo
do ramo em que atuam, mas que elas podem ser afectadas por outros factores. Em um cenário de
crise a economia se retrai, as pessoas gastam menos e os empreendedores precisar ser criativos
para manter o mesmo ritmo de vendas. O autor define a crise como sendo um período de
instabilidade econômica caracterizada pela desigualdade de bens de produção e consumo, pelo
aumento da inflação, pelo excesso de desempregos e pela falência das empresas.

Já Bertolucci, apud Conrado; Cavalcanti (2016) acredita que o cenário actual evidencia que o
ambiente onde as empresas estão inseridas enfrentam mudanças cada vez mais freqüentes e
profundas, e que esse dinamismo exigem dos gestores a uma tomada de decisões imediata e cada
vez mais assertiva. O ciclo de funcionamento da economia é descrito pela Blastingnews, apud
Conrado; Cavalcanti (2016) como tendo quatro fases (o Boom, a Depressão, a Recessão e a
Estagnação) que se alternam de forma cíclica se expandindo e se contraindo de acordo com a fase
do chamado ciclo econômico.

Apesar de cíclicas, as crises de uma forma geral impactam os diversos setores da economia de um
país em diferentes proporções nesses diversos sectores, tendo em vista que há áreas mais
suscetíveis a determinados tipos de crise que outras. Quando há uma crise econômica todos os
setores sofrem as consequências desta de maneira inevitável e em uma reação em cadeia porque
os mercados estão cada vez mais entrelaçados e as dificuldades acabam reagindo em cadeia,
mesmo que não de maneira uniforme (ADMINISTRADORES. COM, 2016). A crise econômica
enfrentada pelo Brasil e pelo mundo em virtude especialmente da pandemia provocada pelo
COVID-19 criou um cenário de grandes riscos e muitas incertezas para o ramo empresarial, que
exige das empresas uma gestão eficiente para a manutenção da liquidez, para o alcance de bons
resultados e solidez no mercado.

3.1. Impacto da crise na empresa, no mercado, na economia global e local


Frente a este caótico e incerto cenário que muitas empresas vêm enfrentando desde o início de
2020 cresce a preocupação com os impactos deixados pela crise tanto com a queda nas vendas e
no consumo, quanto na dificuldade de obter crédito no mercado ou do aumento da inadimplência.
Estes são alguns dos fatores que influenciam as finanças das empresas e determinam sua
longevidade e permanência no mercado.

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Mesmo antes da pandemia provocada pelo COVID-19 a economia global em Moçambique já
vinha enfrentando dificuldades e dava sinais de crise econômica que precisava ser combatida. A
Serasa estimou que os 60 milhões de inadimplentes no país deixaram de quitar uma dívida total de
256 bilhões de meticais, registrando a maior marca desde o início da medição em 2012, de acordo
com Assis, (2016). Estes factores reforçam a importância da empresa e de seus respectivos gestores
reverem constantemente suas estratégias; e se reinventarem em meio a crises como esta que
assolou em Moçambique e o mundo. É necessário também redirecionar as acções a fim de se
adequar à nova realidade e enfrentar as crises eventuais a que estão sujeitas as empresas. E por fim
é imprescindível traçar diretrizes assertivas de enfrentamento capazes de combater e reverter os
impactos negativos da crise em oportunidades de crescimento frente à concorrência.
([Link], 2016).

3.2. Empresas de Pequeno porte e Empreendedorismo


Segundo o Sebrae (2018) classifica os pequenos negócios em MEI – Micro empreendedor
individual, ME – Microempresa e EPP - Empresa de Pequeno Porte, cuja diferença básica e inicial
está no faturamento anual bruto de cada uma delas, que é respectivamente de R$ 81.000,00, R$
360.000,00 e R$ 4.800.000,00 conforme ilustra a tabela 1 a seguir.

Na categoria denominada MEI o SEBRAE considera o micro empreendedor individual todo aquele
trabalhador que trabalha por conta própria e se regulariza como pequeno empresário optante pelo
Simples Nacional, cuja receita bruta anual é de até R$ 81.000,00. Nessa categoria o micro
empreendedor pode possuir um único empregado e não pode ter sócio ou titular nenhuma outra
empresa.

A categoria ME – Microempresa é qualquer empreendimento com rendimento bruto anual até R$


360.000,00; e sua formalização exige que se escolha entre as formas de tributação Simples
Nacional, Lucro Real ou Lucro Presumido; e que se execute o registro em uma Junta Comercial.
Já para ser considerada uma Empresa de pequeno porte – EPP a empresa deve gerar um
faturamento anual bruto de no máximo R$ 4,8 milhões de reais e assim como a microempresa, o
titular de uma Empresa de Pequeno Porte deve formalizar o negócio em uma Junta Comercial, e
também optar por um dos regimes tributário Simples Nacional Lucro Real ou Lucro Presumido;
ainda de acordo com o SEBRAE (2018). Quando se fala de empreendedorismo, Chiavenato (2008)
aponta como principal razão pelas quais muitas pessoas decidem empreender e assumir o risco de
criar seus próprios negócios a conquista da tão sonhada independência financeira e trabalhista. Ele
acredita também que outras razões que despertam nas pessoas a vontade de empreender são: a
chance de serem seus próprios patrões e poder colocar em prática suas idéias, a possibilidade deles
trabalharem em um ramo de sua afinidade, a oportunidade deles ganharem mais do que quando

7
eram empregados, a possibilidade de inovar; e/ou a oportunidade de aplicar seus próprios recursos
e habilidades pessoais.

De acordo com Dolabela (2001) o grau de empreendedorismo no Brasil é alto em virtude do alto
índice de desemprego no país que vêem no empreendedorismo muitas vezes a única forma de
sobreviver e conseguir prover seu próprio sustento, e não somente porque identificaram uma
oportunidade no mercado de trabalho. Já Dornelas (2008) defende que a capacidade de possuir
visão e empreender exige uma busca por oportunidades e esforços; e também que um
conhecimento aprofundado na área que se pretende atuar (incluindo tempo dedicado ao estudo)
proporciona habilidades e ricas experiências profissionais aos empreendedores. O autor afirma
ainda que os empreendedores precisam pensar a longo prazo sobre seus negócios e possuir as
competências necessárias para tomar decisões corretar e assertivas quando for preciso. E
finalmente ele acredita que os pequenos empresários tem a habilidade de perceber em pequenas
coisas a chance de progredir, evoluir e alcançar seus objetivos.

3.4.1. A importância das micro e pequenas empresas


Silva (2004) afirma que uma das formas mais imprescindíveis de lutar contra o desemprego é a
criação de novos negócios, onde pessoas qualificadas, que possuem conhecimento e associado a
um perfil empreendedor assumem a missão de desenvolver sua própria empresa e com isso gerar
produção, renda e em seguida, novos postos de trabalho. O autor ressalta e defende como sendo
essencial para que as empresas de pequeno porte sejam capazes de apresentar maior flexibilidade
para lidar com os problemas, pois através das dificuldades elas conseguem inovar cada vez mais e
cumprir as exigências impostas pelo mercado quanto que Degen (2005) julga ser essencial
identificar as falhas responsáveis pela mortalidade precoce das empresas de pequeno e médio
porte, tendo em vista que as falhas podem ser provocadas pelos gestores seja no momento da
criação ou na gerência das empresas. Dentre os demais fatores apontados como responsáveis pela
mortalidade das empresas o autor cita a ausência de um comportamento empreendedor e a falta de
planejamento, baseado na crença de que o êxito de uma empresa depende indispensavelmente da
realização prévia de um estudo de todos os aspectos do negócio como: localização, concorrência,
público alvo, custos fixos e 21 variáveis, portanto é necessário ter domínio de conhecimentos sobre
aquilo que se quer empreender.

A importância econômica das micro e pequenas empresas se dá também porque elas geram treze
vezes mais empregos do que as médias e grandes empresas. Estes pequenos empreendimentos
abriram em um mesmo período 351,6 mil vagas contra 27,2 mil vagas abertas pelas empresas de
médio e grande porte, segundo levantamento feito pelo SEBRAE em 2017. Estes dados

8
comprovam a importância expressiva deste tipo de empreendimento para fomentar a economia
brasileira.

3.4.2. Importância do planejamento financeiro em meio à crise


Para Chiavenato (2000) os processos administrativos consistem principalmente em prever,
organizar, comandar, coordenar e controlar. Este conjunto de atividades propicia ao gestor uma
visão holística capaz de construir um alicerce estratégico para qualquer decisão, que se inicia
através da previsão ou do planejamento. Esta fase inicial envolve a análise das circunstâncias
actuais e a projecção de acções futuras.

Ainda sobre o assunto, Assaf e Lima (2011) afirmam que o planejamento financeiro evidencia a
necessidade de crescimento e eventuais adversidades momentâneas e futuras; e que através dele o
gestor financeiro consegue precisar os ativos mais rentáveis e adequados ao ramo do negócio.
Segundo eles o planejamento financeiro busca identificar as necessidades da organização voltadas,
acima de tudo, para o crescimento contínuo que garantem uma ascensão segura e sólida

3.4. 3. Tendências para a economia pós-corona vírus


Ainda no início da pandemia (em abril de 2020), o SENAC - o Serviço Nacional de Aprendizagem
Comercial já previa que nada seria como antes da crise provocada pela pandemia do corona vírus,
pois acreditam que crises criam grandes transformações e proporcionam a descoberta de novas
oportunidades. A mudança dos mercados trará junto às novas necessidades, mudanças também dos
modelos de negócios, dos perfis dos clientes, e do comportamento de compra do consumidor.
Segundo Camejo (2020), todas estas mudanças obrigam as empresas a se reinventarem e
implementarem mudanças em seus processos, a se reorganizar rapidamente e principalmente usar
sua criatividade para trazer soluções para o seu segmento. Ela diz que para conseguir inovar e criar
novas soluções para o seu negócio é necessário antes de tudo analisar quais as novas necessidades
dos consumidores que você deve atender. Ela sugere que as empresas estreitem os laços com seus
clientes e pergunte a eles sobre suas preferências atuais, o que os influencia e quem os está
influenciando nas decisões de compra; e quais as motivações que movem as compras de seu
público alvo. Estes questionamentos levaram Camejo (docente do SENAC Carazinho), a elaborar
algumas sugestões de soluções criativas adaptadas ao segmento e as necessidades dos clientes.

Medidas para sobreviver às crises e pós-corona vírus Inúmeros micro empreendedores individuais
(MEI) e donos de pequenas e médias empresas foram fortemente impactados pelo período de
combate ao corona vírus, especialmente por causa do fechamento do comércio em alguns locais.
A Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL) estimava em 2020 que o setor do
comércio e serviços teria um impacto negativo superior a R$ 100 bilhões de reais.

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4. Conclusão
Após feita a abordagem em torno do processo da gestão financeira em tempos de crise, a crise
econômica provocada pela pandemia do COVID-19 marcou de forma determinante a história
mundial e usei neste trabalho como exemplo da importância da gestão financeira em tempos de
crise através da adoção de medidas e estratégias de recuperação econômica a curto e longo prazo.
Os dados e informações trazidos nesta abordagem mostraram que as crises podem ter um lado
muito negativo com consequências graves para a economia a nível global e local; mas que são, em
contrapartida, também uma excelente oportunidade de crescimento para as micro e pequenas
empresas que estiverem dispostas a adotar as medidas necessárias de superação das crises,
inclusive inovando e perseverando. É imprescindível criar novas maneiras de ir até os clientes e
estreitar relacções com eles; e as plataformas digitais mostraram ser um excelente meio para
manter os clientes já captados e conquistar novos clientes. E por fim, ficou claro que os esforços
em conjunto entre os empresários, comerciantes, consumidores, entidades públicas e demais
sectores da economia precisam ser rápidos, assertivos e constantes. Quanto mais rápido os sectores
agirem, maior é a chance das empresas saírem da crise e se recuperar financeiramente.

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5. Referências Bibliográficas

[Link] xo_de_Caixa_planilha1.xlsx
DORNELAS, J. Por que empreender em tempos de crise pode ser um bom negócio. Uol Economia,
São Paulo-SP, 2015. Disponível em: [Link] Acesso em 27 de abril de 2021.
GITMAN, J. L. Princípios de administração financeira. 10 ed. São Paulo: Pearson Addison
Wesley, 2004.
CHIAVENATO, Idalberto. Empreendedorismo: dando asas ao espírito empreendedor. São Paulo:
Editora Saraiva, 2008.
SEBRAE. Como o SEBRAE pode ajudar seu negócio. 2016. Disponivel em
[Link]
negocio,5438892adfd03510VgnVCM1000004c00210aRCRD. Acesso em 23 de abril de 2021.

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