CINCO LIÇÕES
DE PSICANÁLISE
(FREUD, 1909)
PROFESSORA: DRA LAURA CARMILO GRANADO
CINCO LIÇÕES DE PSICANÁLISE
(FREUD, 1909)
1ª Lição: caso Ana O
2ª Lição: teoria sobre histeria, Janet, repressão (recalque)-
exemplo, Resistência
3ª Psicopatologia da Vida Cotidiana
4ª Vida sexual infantil
5ª transferência, sublimação, desenlaces
HISTERIA DE CONVERSÃO:
• Hístero significa útero: era associada às doenças do aparelho
genital feminino, sua cura passava pela combinação de várias
terapias que podia culminar com a extirpação do útero
(Uchitel, 2001).
• “Conversão”:Transposição de um conflito psíquico e tentativa
de resolvê-los em termos de sintomas somáticos ([Link]
anestesias ou dores localizadas).
• (Laplanche, Pontalis, 2001)
HISTERIA DE CONVERSÃO
• Sintoma: significação simbólica – exprimem pelo corpo as
representações recalcadas.
• Libido desligada da representação recalcada é transformada,
convertida em energia de inervação.
• Representações recalcadas que “falam” depois de deformadas.
• (Laplanche, Pontalis, 2001)
HISTERIA
Emoções
• Em parte: fonte permanente de excitação para a psique
• Em parte: inervações somáticas
• Corrente escoa por dois canais, num deles o líquido se elevará,
logo que no outro se interponha um obstáculo
• Excitações psíquicas é normalmente conduzida para inervações psíquicas e
somáticas (estas últimas são a expressão das emoções)
• Conversão histérica: exagera essa parte da descarga
TRIEB
INSTINTO (INGLÊS:
PULSÃO (FRANCÊS: PULSION) INSTINCT)
• Processo dinâmico que consiste numa pressão ou força que faz o • Aguilhoar, estimular
indivíduo tender para um objetivo. Existem fontes internas de
excitação a que o organismo não pode escapar. A pulsão exerce • Instigação, excitação, impulso
uma pressão ou força. Há uma exigência de trabalho imposta ao
aparelho psíquico . • Freud incluía decididamente os homens entre
• Excitação a que organismo não pode escapar. Fator propulsor do os animais e sublinha o fundamento biológico
aparelho psíquico. de sua conceituação
• Narcisismo humano se manifesta na insistência
• Pulsão de nutrição: fome. Pulsão sexual: “libido” (Lust). em distinguir “instinkt” animal de um “trieb”
humano.
• Animal X humano simbólico
(SOUZA, 2010)
(LAPLANCHE; PONTALIS, 2001)
RECALQUE (REPRESSÃO)
Conflito
Recalque: provado pela resistência
Valores morais
• Desejo Ics
Sintoma: deformação
maior quanto mais forte for a resistência
RECALQUE OU REPRESSÃO
RECALQUE (VERDRÄNGUNG) X REPRESSÃO
REPRESSÃO (UNTERDRÜCKUNG) (VERDRÄNGUNG)
• Processo inconsciente pelo qual o sujeito procura • Usado no sentido de um processo
manter no inconsciente representações inconsciente que mantém
(pensamentos, imagens, recordações) representações no inconsciente
X • JUSTIFICATIVA: Uso mais
corriqueiro no português atualmente
• Repressão (unterdrückung): se dá no nível consciente, e como sugeriu Freud na sua
manter algo no pré-consciente tradução para o Inglês (repression)
(SOUZA, 2010)
(LAPLANCHE E PONTALIS, 2001)
RECALQUE/REPRESSÃO
• Processo psíquico universal – origem da constituição do inconsciente.
• Fato clínico desde primeiros tratamentos dos histéricos: lembranças não estão disponíveis
para os pacientes mas conservam, quando descobertas, toda a sua vivacidade.
• ligadas a uma pulsão.
A satisfação da pulsão – suscetível de proporcionar prazer por si mesma – ameaçaria
provocar desprazer relativamente a outras exigências.
• Os representantes-representação (ideia, imagem, etc) da pulsão é que são recalcados.
(LAPLANCHE E PONTALIS, 2001)
JANET (DISCÍPULO DE CHARCOT)
• Divisão da mente: hereditariedade e degenaração
• Freud: divisão psíquica não é explicada por incapacidades
inatas, mas em função de conflitos mentais
RECALQUE:
• Malogrou.
• Impulso continua a existir no inconsciente
• Substituto do reprimido, disfarçado e irreconhecível
• Traços de semelhança com idéia reprimida
• Tratamento psicanalítico: desvenda trajeto ao longo do qual se realizou substituição
RETORNO DO RECALCADO
• Caráter indestrutível dos conteúdos inconscientes.
• Tendem incessantemente a reaparecer
• Sintomas
• Efetua-se por meio de “formações de compromisso entre
as representações recalcadas e recalcantes”
(LAPLANCHE E PONTALIS, 2001)
FORMAÇÃO DE COMPROMISSO
• Forma que o recalcado assume para ser admitido no
consciente, retornando no sintoma, no sonho e, mais
geralmente, em qualquer produção do inconsciente.
• As representações recalcadas são então deformadas pela
defesa a ponto de serem irreconhecíveis. Na mesma formação
podem assim ser satisfeitos – num mesmo compromisso –
simultaneamente o desejo inconsciente e as exigências
defensivas.
(LAPLANCHE E PONTALIS, 2001)
ANA O
• Jovem de 21 anos
• Altos dotes intelectuais
• Doença: durou mais de 2 anos
• Perturbações físicas e psíquicas
• Tratada entre 1880 e 1882
• (Publicado em 1893)
PERTURBAÇÕES
• Não reconhecia as pessoas, somente Breuer. Pessoas lhe pareciam figuras de cera.
• Paralisia extremidades do lado direito
• Perturbação dos movimentos oculares e alterações da visão
• Tosse nervosa intensa
• Impossibilidade de beber durante várias semanas, apesar de uma sede martirizante
• Redução da faculdade de expressão verbal que chegou a impedi-la de falar ou entender a língua materna
(alemão) só falava inglês e não podia compreender o que lhe falavam em alemão.
• Estados de ausência (alteração da personalidade acompanhada de confusão), delírio. Ficava “travessa”,
ofensiva, jogava travesseiro nas pessoas, arrancava os botões.
SURGIMENTO
• Afecção apareceu quando estava tratando do pai, que ela
adorava
DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL
• Lesão cerebral orgânica X histeria
• Se não é doença orgânica, médico:
• - Nega-se a conceder mesmo interesse, pois mal é menos grave.
• -saber em anatomia, fisiologia, patologia deixam-no
desamparado.
• - Sentem-se leigos diante da histeria
• Assim, histéricos ficam privados de sua simpatia – transgressores das
leis de sua ciência, acusa-os de simulação.
ANA O
• Palavras durante ausência
• Médico repeti-as para incitá-la a associar ideias
• paciente reproduziu criações psíquicas que a
tinham dominado no estado de ausência –fantasias -
Devaneios que tomavam como ponto de partida a situação
de uma jovem à cabeceira do pai doente.
ANA O
• Ausências: auto-hipnose
• Breuer a hipnotizava: pedia-se para concentrar-se nos sintomas que estavam tratando no momento –
ocasiões em que surgiam
• Depois de relatar certo número de fantasias, sentia-se aliviada e era reconduzida à vida
normal.
• No dia seguinte: nova ausência que cessava do mesmo modo pela revelação das fantasias
novamente formadas.
• A paciente nomeou este tratamento de “talking cure” (cura pela fala) ou “Chimney sweeping” (limpeza de
chaminé)
SOB HIPNOSE
• Quando a paciente sob hipnose recordava com
exteriorização afetiva, a ocasião e o motivo do aparecimento
desses sintomas pela primeira vez, os sintomas desapareciam
• Ex. Sob hipnose refere-se a dama de companhia inglesa, de quem não
gostava e contou com repugnância que, tendo ido ao quarto dessa
senhora viu, bebendo num copo, o seu cãozinho, um animal nojento.
Depois de exteriorizar energicamente a cólera retida, pediu para
beber, bebeu sem embaraço grande quantidade de água e
despertou na hipnose com o copo nos lábios. A perturbação
desapareceu definitivamente.
[Link]
2009/01/[Link]
SENTIDO DOS SINTOMAS
• Sintomas como resíduos de experiências emocionais que
foram denominadas traumas psíquicos
• Caráter de cada um deles se explicava pela relação com a
cena traumática que o causara e não mais produtos
arbitrários.
• Perturbações visuais – estando com os olhos marejados ela forçou a vista, aproximando
os olhos do relógio, cujo mostrador lhe pareceu muito grande. Esforçou-se para que
enfermo não visse suas lágrimas.
• Colocou o braço direito sobre as costas da cadeira. Caiu em estado de semi-sono
(devaneio) e viu, como se visse da parede, uma cobra que se aproximava do enfermo
para mordê-lo. Ela quis afastá-la (provavelmente com a mão direita), mas estava como
que paralisada, seu braço direito achava-se adormecido e, quando ela o contemplou,
transformaram-se os dedos em cobrinhas cujas cabeças eram caveiras (as unhas).
• Quando esta desapareceu, aterrorizada, quis rezar, mas não achou palavras em idioma
algum, até que, lembrando-se de uma poesia infantil em inglês, pôde pensar e rezar nessa
língua
• Reconstituição dessa cena permitiu remoção da paralisia do braço direito, que existia
desde o começo da moléstia e o tratamento teve fim.
GENERALIZAÇÃO:
• Os histéricos sofrem de reminiscências (lembrança quase apagada; coisa de que se guardou memória
inconscientemente).
• Sintomas são resíduos e símbolos mnêmicos de experiências especiais (traumáticas). Fixação psíquica aos
traumas patogênicos.
A doente de Breuer em quase todas as situações teve de: subjugar a poderosa emoção em vez de
permitir sua descarga por sinais apropriados de emoção, palavras ou ações.
• Na situação com o cão da dama de companhia – não demonstrou profunda aversão
• Velando à cabeceira do pai também não expressou emoção ao estar atenta para que doente
não percebesse a ansiedade e penosa depressão.
• Diante do médico, ao repetir cenas, energia afetiva então inibida manifestava-se intensamente.
TRATAMENTOS UTILIZADOS
AO LONGO DO TEMPO
TRATAMENTOS UTILIZADOS AO
LONGO DO TEMPO:
• HIPNOSE ASSOCIADA À SUGESTÃO:
• sugestão de que sintoma não existe: logo abandonada
TRATAMENTOS UTILIZADOS AO
LONGO DO TEMPO:
MÉTODO CATÁRTICO ASSOCIADO À HIPNOSE
• Descarga dos afetos patogênicos – não conseguiram encontrar o caminho para descarga, ficam presos e tornam-se
patogênicos
• Evoca e até revive com intensidade dramática acontecimentos traumáticos a que estão ligados até ab-reagi-los (descarga
emocional, reação pela qual sujeito se liberta do afeto – rememorando e objetivando pela palavra o acontecimento
traumático) - tratamentos efetuados sob hipnose
• Purificação, purgação
• Lembrança sem emoção quase invariavelmente não produz resultado
• Porém: linguagem já é vista como um substituto para o ato de modo que o afeto pode ser ab-reagido.
(1880-1895)
TRATAMENTOS UTILIZADOS AO
LONGO DO TEMPO:
ABANDONO DA HIPNOSE:
• Hipnotismo encobre resistência deixando livre e acessível um
determinado setor psíquico, em cujas fronteiras, porém,
acumula as resistências, criando para o resto uma barreira
intransponível
• Resistência:
Tudo o que se opõe ao acesso da análise ao inconsciente
(Laplanche e Pontalis, 2001)
TRATAMENTOS UTILIZADOS AO
LONGO DO TEMPO:
SUGESTÃO
• Freud: só conseguia hipnotizar parte de seus doentes – tornou procedimento
catártico independente dele
• Quando chegavam num ponto em que afirmavam mais nada saber, Freud assegurava-
lhes que sabiam. Afirmava que a recordação exata seria a que lhes apontasse no
momento em que lhes pusesse a mão sobre a fronte. Método era, porém, inadequado
para uma técnica definitiva.
• Lembranças não tinham sido perdidas. Resistência as mantinha inconsciente, o que
era sentido quando se tentava trazer as lembranças ao consciente.
TRATAMENTOS UTILIZADOS AO
LONGO DO TEMPO:
SUGESTÃO:
(pressão na testa)
Só nas primeiras vezes aconteceu de que o esquecido se
apresentasse. Na verdade, pensamentos despropositados
que o próprio paciente repelia como inexato.
TRATAMENTOS UTILIZADOS AO
LONGO DO TEMPO:
• 1889 – 1890 Emmy von N. - Quando Freud a interrogava com insistência ela se
aborrecia, “muito rispidamente”, e pedia que ele parasse de “lhe perguntar de onde
veio isso ou aquilo, mas que a deixasse me contar o que ela tinha a dizer”. Emmy
von N., como ele disse à sua filha em 1918, também lhe ensinou algo mais “O
tratamento pela hipnose é um procedimento inútil e sem sentido”. Foi um momento
decisivo; levou-o “a criar a terapia psicanalítica mais sensata”. Se algum dia existiu
um médico capaz de converter seus erros em fonte de discernimento foi
Freud.
• 1892 - Elisabeth von R. – interpretação à qual ela resistiu veementemente por algum
tempo: ela amava seu cunhado, e havia reprimido desejos perversos pela morte da
irmã. O fato de aceitar esse desejo imoral pôs termo a seu sofrimento.
(Gay, 1989)
TRATAMENTOS UTILIZADOS AO
LONGO DO TEMPO:
• ASSOCIAÇÃO LIVRE
CONSIDERANDO:
• Resistência
• Transferência
• Eficácia da elaboração psíquica
• Perlaboração
(Laplanche e Pontalis, 2001)
RESISTÊNCIA
• “tudo o que interrompe o progresso do trabalho analítico
é uma resistência”
• Não podia ser superada pela hipnose
• Não bastava comunicar a seus pacientes o sentido do
sintoma para que o recalque se dissipasse.
TRANSFERÊNCIA
• Sentimentos (afetuosos/hostilidade) em relação ao médico
não justificado em relações reais que por suas
particularidades devem provir de antigas fantasias tornadas
inconscientes
• Revive com médico trecho da vida sentimental que não
pode lembrar
TRATAMENTOS UTILIZADOS AO
LONGO DO TEMPO:
ASSOCIAÇÃO LIVRE
• Dizer o que quiser, pedindo que renuncie a qualquer crítica, sem
nenhuma seleção deverá expor tudo o que lhe vier ao pensamento,
mesmo que lhe pareça errôneo, despropositado ou absurdo e,
especialmente, se lhe for desagradável a vinda dessas idéias à mente
• Regras que garantem o material que conduz ao complexo reprimido
• Este material: minério do qual através da interpretação se extrai metal
precioso.
• Efeito catártico deixa de ser a mola principal
ATENÇÃO FLUTUANTE:
• Suspensão de tudo aquilo que a atenção geralmente
focaliza: tendências pessoais, preconceitos, pressupostos
teóricos
• Deixar funcionar o mais livremente possível sua própria
atividade inconsciente
• Correspondente da associação livre
INTERPRETAÇÃO:
• Destaque, pela investigação analítica, do sentido latente nas
palavras e nos comportamentos de um sujeito
(Laplanche e Pontalis, 2001).
TRATAMENTOS EFETUADOS AO
LONGO DO TEMPO: RESUMO
1. Hipnose – sugestão de que sintoma não existe: logo abandonada
2. Hipnose: rememoração de experiências subjacentes ao sintoma (catarse)
3. Sugestão: pressão na testa: convencendo de que vai chegar à memória (catarse)
4. Associação Livre: efeito catártico deixa de ser principal (Descoberta: 1892-
1898)
(Laplanche e Pontalis, 2001)
ANEDOTA
• Também é substituição, mais ou menos distorcida, em lugar
de um elemento que não é dito claramente
PARA ALCANÇAR CONTEÚDOS
INCONSCIENTES:
• Além da associação livre:
• Interpretação dos sonhos
• Estudos dos lapsos e dos atos falhos
FALHAS COMUNS AOS INDIVÍDUOS NORMAIS E
NEURÓTICOS:
ATO EM QUE O RESULTADO EXPLICITAMENTE VISADO NÃO É ATINGIDO, MAS SE
VÊ SUBSTITUÍDO POR OUTRO.
ENGLOBA NÃO APENAS AÇÕES “STRICTU SENSU” MAS TODO O TIPO DE ERROS,
DE LAPSOS NA PALAVRA E NO FUNCIONAMENTO PSÍQUICO:
• Esquecimentos de coisas que sabem, lapsos de linguagem, erro de leitura, equívocos na ação
• Perda de um objeto, quebra de objetos
• Atrapalhação ao executar qualquer coisa
• Além disso: Atos e gestos que pessoas executam sem perceber ou atribuir importância:
cantarolar melodias, brincar com partes da roupa ou do próprio corpo
FALHAS COMUNS AOS INDIVÍDUOS
NORMAIS E NEURÓTICOS:
Atribuídos a: casualidades, distrações, desatenções
Interpretação fácil e segura tendo em vista a situação em que
ocorrem: impulsos e intenções que devem ficar ocultos à
própria consciência (tal como criadores dos sonhos e dos
sintomas)
Valor teórico: Repressão e substituição mesmo na saúde
Casos simples e casos motivados pela repressão
(FREUD, 1901 – A Psicopatogia da Vida Cotidiana)
SUBLIMAÇÃO
• Processo postulado por Freud para explicar atividades
humanas sem qualquer relação aparente com a sexualidade,
mas que encontram o seu elemento propulsor na força da
pulsão sexual. Freud descreveu como atividades de
sublimação principalmente a atividade artística e a
investigação intelectual
(Laplanche e Pontalis,2001)
SINTOMA:
Dependendo da:
• Quantidade
• Proporção de forças em choque
Resultado:
• Saúde
• Neurose
• Sublimação
Alvo irrepreensível mais elevado:
Arte
Atividade intelectual
DESEJO CONSCIENTE: DESTRÓI
MORAL?
• Desejo inconsciente (recalque) mais força
• Escapa a qualquer influência
• Independente das tendências contrárias
• Quando tornado consciente: impedido por ideias
conscientes que lhe opõem
SOLUÇÕES A PARTIR DO
TRATAMENTO:
Reconhece como justa a repulsa: recalque é substituído por julgamento com ajuda das
mais altas funções do homem - controle consciente do desejo é atingido
Personalidade convence-se de que repelira sem razão o desejo e aceita-o total ou
parcialmente*
Sublimação
* “Não devemos perder de vista nossa natureza animal” (FREUD, 1909)
BIBLIOGRAFIA:
Básica:
• FREUD, S. (1909) Cinco Lições de Psicanálise In: Obras Psicológicas Completas de Sigmund Freud, v. 11. Rio de Janeiro: Imago, 1970.
Complementar:
• BREUER, J. (1893-1895) Estudos sobre a histeria (Casos Clínicos: Fraülein Anna O.). In: Obras Psicológicas Completas de Sigmund Freud, v. 2. Rio de Janeiro: Imago, 1974.
• FREUD, S. (1901) A psicopatologia da vida cotidiana. In: Obras Psicológicas Completas de Sigmund Freud, v. 6. Rio de Janeiro: Imago, 1976
• GAY, P. Freud: uma vida para nosso tempo. Trad.: Denise Bottmanns. São Paulo: Companhia das Letras, 1989.
• LAPLANCHE, J.; PONTALIS, J. B. Vocabulário da psicanálise. Trad.: Pedro Tamen, 4ª Ed. São Paulo: Martins Fontes, 2001.
• SOUZA, P. C. As palavras de Freud: o vocabulário freudiano e suas versões. São Paulo: Companhia das Letras, 2010.
• UCHITEL, M. Neurose traumática: uma revisão crítica do conceito de trauma. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2001.