0% acharam este documento útil (0 voto)
155 visualizações18 páginas

Aviso de Publicação no Boletim da República

Direitos autorais
© All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd
0% acharam este documento útil (0 voto)
155 visualizações18 páginas

Aviso de Publicação no Boletim da República

Direitos autorais
© All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd

Sexta-feira, 12 de Agosto de 2022 II SÉRIE —

­ Número 156

IMPRENSA NACIONAL DE MOÇAMBIQUE, E.P. Carreira de técnico de medicina geral:


Admitidas: Valores
AVISO 1. Lucrécia João Armando..............................................................15,75
A matéria a publicar no «Boletim da República» deve ser remetida em 2. Julieta Domingos Chico Nhancalize...........................................15,25
cópia devidamente autenticada, uma por cada assunto, donde conste, além 3. Zélia Luísa Olece Tinta...............................................................14,75
das indicações necessárias para esse efeito, o averbamento seguinte, 4. Marta Alverino Fureque..............................................................14,50
assinado e autenticado: Para publicação no «Boletim da República».
Suplentes:
1. Berlinda Artur Castigo..............................................................14,00
2. Redito Ricardo Sete..................................................................13,25
SUMÁRIO
3. Tânia Pedro Samuel..................................................................13,00
Governo do Distrito de Gorongosa: 4. Carlota Nhampoca Pedro Meque..............................................12,50
Serviço Distrital da Saúde, Mulher e Acção Social: 5. Antónia Augusto.......................................................................12,00
Aviso. 6. Danilio Cheque Américo Gasolina...........................................12,00
Governo do Distrito de Vanduzi: 7. Laurinda João Manuel...............................................................11,75
Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia: 8. Nando Mateus Fernando...........................................................11,25
Aviso. 9. Jonefane Jonefane Solomone....................................................11,00
10. Verónica Alexandre Jemo Maulene..........................................11,00
Universidade Lúrio:
Unilúrio Business School: Carreira de técnico de medicina física e reabilitação:
Aviso. Admitido:
Instituto Superior Mutasa – ISMU: Gerson Bernardino Ramires Horta..................................................12,00
Despacho.
Carreira de técnico de laboratório:
Admitido:
Governo do Distrito de Gorongosa João Castelo Manuel.......................................................................13,50
Serviço Distrital de Saúde, Mulher e Acção Social Categoria de enfermagem geral:

Aviso Admitidas:
1. Eva Artur Vasco..........................................................................14,00
Em conformidade com o Despacho do dia 14 de Março de 2022, 2. Noémia Celestino A. Cumbe......................................................13,75
do Administrador do Distrito de Gorongosa e do disposto do n.º 1 do
artigo 35 do Estatuto Geral dos Funcionários e Agentes do Estado, Suplentes:
conjugado com o Decreto n.º 30/2018, de 22 de Maio, publica-se 1. Nelsa Constâncio Ricardo.........................................................13,50
a pauta definitiva do concurso de ingresso nas carreiras de médico 2. Maria Shela Aza Moiana...........................................................13,00
da clínica geral de 2.ª, técnico superior de saúde N1, técnico saúde 3. Ana Inês António Guente..........................................................13,00
e operário. 4. Isabel Adolfo Gordo..................................................................12,75
Carreira de médico de clínica geral de 2.ª: 5. Fátima Meque...........................................................................12,00
Admitido: Valores 6. Salvador Eduardo Torcida Braz................................................11,50
7. Caino Mourinho Genro.............................................................11,50
Ivan Chamil Abibo..........................................................................16,00
8. Elisa Armando...........................................................................11,00
Carreira de administração hospitalar A: 9. Neto Domingos Macorreia........................................................10,50
Admitida: 10. Silva António Melo Chicote.....................................................10,00
Vânia Hélder Martins Pichem.........................................................16,00 Categoria de cozinheiro:
Suplentes: Admitida:
1. Merina da Glória Maguza Xavier...............................................15,50 Flávia António Miquitaio................................................................14,75
2. Emília Marta Mucote Joaquim....................................................14,75 Suplentes:
3. Ana Márcia Domingos Chaves...................................................14,25
4. Hozilia Agostinho Tivane...........................................................14,00 1. Luísa Baptista Mupar..................................................................13,25
5. Scan Sérgio Jeque Azevedo........................................................13,75 2. Taiobe Alberto Taiobe................................................................13,00
3. Júlia Luís Zeninga.......................................................................11,00
Carreira de técnico de estatística: O Presidente do Júri, Manuel Inácio Fulai. — A 1.ª Vogal, Adélia
Admitida: Amélia Fernandes Bapiro. — O 2.º Vogal, Daudo Manissul Mustafa
Olinda Carmona Mutemucuio Sitoe...............................................15,00 Faquia Dini.
866 II SÉRIE — NÚMERO 156

Governo do Distrito de Vanduzi Suplente: Valores


Serviço Distrital de Educação, Juventude Isabel Narcisio Chipenembe............................................................ 15,6
e Tecnologia
Observação:
Aviso
O concurso tem a validade de 3 anos, contados da data de publicação da lista
Nos termos do n.º 1 do artigo 35 do Estatuto Geral dos Funcionários
definitiva de apuramento final no Boletim da República.
e Agentes do Estado, conjugado com o n.º 2 do artigo 2 do Decreto
n.º 5/2006, de 12 de Abril, publica-se a lista definitiva de classificação Os suplentes deste concurso poderão preencher as vagas que por ventura
do concurso de admissão de docentes na carreira de docente de N3,
venham a ficar abertas no Quadro de Pessoal do Distrito de Vanduzi,
a que se refere o aviso de concurso publicado nesta instituição a 27
de Abril de 2022, concurso devidamente autorizado por despacho do correspondentes ao sector, num período de três anos, segundo a ordem de
Administrador do Distrito de Vanduzi e homologado a 7 de Junho precedência, nos termos do artigo 9 do Diploma Ministerial n.º 88/2005, de 28
de 2022, pelo mesmo Administrador.
de Maio.
Carreira de docente de N3 — 1 vaga:
Apurada: Valores O Presidente do Júri, Carmindo Zacarias Chifeche. — O 1.º Vogal,
Joaquina Dulce José Matasse........................................................... 16,1 Albino Aizeque Albino. — A 2.ª Vogal, Josefina Alberto Manuel.

Universidade Lúrio
Unilúrio Business School
Aviso
Nos termos do artigo 27 do Diploma Ministerial n.º 61/2000, de 5 de Julho, publica-se a lista de classificação final dos concorrentes ao concurso
de ingresso na Unilúrio Business School, nas carreiras de docente universitário, categoria de professor auxiliar, a que se refere o aviso devidamente
homologado por despacho do Vice-Reitor Administrativo, datado de 1 de Novembro de 2021 e publicado no jornal Notícias.

Curso de Mestrado em Gestão Pública e Autárquica


Carreiras de docente universitário, categoria de professor auxiliar
N.º Módulo Nome do candidato Resultados Classificação
1 Direito Autárquico Barbosa Alberto Morais Apurado 17
2 Contabilidade e Auditoria Pública Armando Agostino Tomás Apurado 17
3 Direito do Ambiente e Urbanismo Barbosa Alberto Morais Apurado 17

Alexandre Edgar Lourenço Tocoloa Não apurado (a) -


Sociologia e Desenvolvimento Cristóvão Francisco Anselmo Apurado 16
4
Sustentável Justino Amuri Mweze Não apurado (b) -
Pascoal Afonso Novidade Muibo Não apurado (c) -
Curso de Mestrado em Agronegócio
Carreira de docente universitário, categoria de professor auxiliar
Mercados e Comercialização dos
5 Julião Artur Francisco Mussa Não Apurado (a) -
Produtos Agroindustriais
6 Finanças e Desenvolvimento Rural Alexandre Edgar Lourenço Tocoloa Apurado 17
Marketing e Gestão Estratégica de Custos Cristóvão Francisco Anselmo Não apurado (a) -
7
no Agronegócio Julião Artur Francisco Mussa Não apurado (a) -

Legenda:
(a) Incompatível com a área de formação e/ou não teve a disciplina;
(b) Não é moçambicano;
(c) Sem certificado de habilitações literárias.
Nampula, 28 de Março de 2022. — Os Membros do Júri: O Presidente, Marques António Rafael. — A 1.ª Vogal, Isabel de Miranda Rui Januário
Lúcio. — O 2.º Vogal, Adriano Felex. — O 3.º Vogal, Rafael Armando Jone. — A 4.ª Vogal, Glória Luís.
12 DE AGOSTO DE 2022 867

Instituto Superior Mutasa — ISMU 12. Escolas superiores: são instituições de ensino superior, podendo
estar filiadas ou não a uma universidade, a um instituto superior ou a
Despacho uma academia, que se dedicam ao ensino num determinado ramo do
conhecimento e à extensão e que estão autorizadas a conferir graus e
Tornando-se necessário estabelecer princípios, regras e procedimentos
diplomas académicos;
que regem o pessoal integrado na carreira docente, investigação
científica e CTA do Instituto Superior Mutasa (ISMU) e, no uso das 13. Estudantes regulares: são aqueles que frequentam as aulas nos
competências que me são conferidas pelos n.ºs 3 e 4 do artigo do diferentes cursos e actividades curriculares oferecidos pelo ISMU,
Estatuto Orgânico do ISMU, aprovado pelo Decreto n.º 38/2012, geralmente no período diurno e/ou nocturno, mediante prévia matrícula
de 8 de Novembro, determino: e inscrição nos termos fixados na legislação em vigor, nos Estatutos
do ISMU, no presente Regulamento e noutros regulamentos com o
1. É homologado o Regulamento Geral Interno do Instituto
objectivo de obter os graus académicos que o ISMU lhes confere;
Superior Mutasa, em anexo ao presente despacho e que dele faz parte
integramente; 14. Excelência: valor que consiste no engajamento permanente em
todas as actividades de leccionação, pesquisa e extensão;
2. O presente Despacho entra imediatamente em vigor.
15. Institutos Superiores: são instituições que se dedicam à formação
Manica, 28 de Julho de 2022. — O Director-Geral, Prof. Doutor
e investigação no domínio das ciências e tecnologia ou profissionais,
Agripah Laissone Kandiero.
bem como à extensão e que estão autorizadas a conferir graus e
Regulamento Geral Interno do Instituto diplomas académicos;
Superior Mutasa – ISMU 16. Licenciatura: com base na Lei n.º 27/2009, é o grau de
CAPÍTULO I qualificação académica ou profissional que se obtém numa instituição
de ensino superior, no final do 1.º Ciclo de formação e é conferido
Das Disposições Gerais numa Universidade, Instituto Superior, Escola Superior, Academia ou
ARTIGO 1 Instituto Superior Politécnico;
(Definições) 17. Mestre: é grau de qualificação académica ou profissionalizante,
que se obtém numa instituição de ensino superior, no final do 2.º
Para efeitos do presente Regulamento, estabelecem-se as seguintes Ciclo de formação, sendo que segundo a Lei n.º 27/2009, o grau de
definições: Mestre de natureza académica é conferido pelas Universidades e
1. Acta: documento em que se descreve exaustivamente e se regista Institutos Superiores e o grau de Mestre de natureza profissionalizante
o que ocorre em certa reunião ou sessão; é conferido por Universidades, Institutos Superiores, Academias,
2. Admissão: é o processo pelo qual os estudantes são aceites com Escolas Superiores e Institutos Superiores Politécnicos;
base nas condições específicas de acesso definidas pelo ISMU; 18. Nível Académico: é o indicador de exigência imposta ao
3. Autonomia: a autonomia das instituições do ensino superior com estudante do ISMU em termos de rigor intelectual, complexidade e
base na Lei n.º 27/2009 - Lei do Ensino Superior - é a capacidade para grau de independência, aumentando-o progressivamente, dentro de
exercer os poderes e faculdades que lhes assistem na prossecução das uma qualificação do primeiro ao último ano de um curso;
suas respectivas missões, bem como observar os deveres necessários 19. Órgãos colegiais: centros decisórios que manifestam a vontade
a nível administrativo, financeiro, patrimonial e científico-pedagógico, imputável da pessoa colectiva. Ou seja, são aqueles que têm por suporte
para que se alcance a liberdade académica e intelectual; uma pluralidade de indivíduos e que se reúnem regularmente no quadro
4. Campus: o local e as infra-estruturas da instituição concentradas institucional;
e onde têm lugar as actividades da Instituição, no quadro da sua missão 20. Regulamento Geral Interno (RGI): o Regulamento Geral Interno
e objectivos de ensino; do Instituto Superior Mutasa, adiante designado por RGI, regula a
5. Certificado: é a qualificação conferida ao estudante que tenha actividade geral do ISMU em conformidade com as leis que regem
concluído com êxito uma formação, um curso ou um programa; a actividade do Ensino Superior no País e em estreita observância
6. Competência: conjunto de poderes funcionais atribuídos a um da legislação vigente na República de Moçambique e, também, dos
órgão para o exercício das suas atribuições; Estatutos Orgânicos do ISMU;

7. Corpo discente: conjunto de todos os estudantes inscritos que 21. Relatório: exposição oral ou escrita, objectiva e minuciosa de
participam no processo de aprendizagem do ISMU e que tenham os um determinado assunto a ser prestado por uma determinada pessoa ou
seus direitos e obrigações dentro da instituição; órgão, ou seja, descrição analítica de factos, conclusões e propostas;
8. Corpo Docente: funcionários da carreira de assistente universitário, 22. Responsabilidade social: valor que consiste na assunção de
docente universitário e agentes de serviço que exerçam funções de compromissos em usar todas as potencialidades científico-pedagógicas
docência; para participar activamente na resolução dos obstáculos psicológicos,
políticos, sociais e económicos do desenvolvimento do País;
9. Corpo Técnico e Administrativo: funcionários e colaboradores do
ISMU que exerçam actividades administrativas; 23. Síntese: documento em que se descreve de forma sucinta o que
ocorre em certa reunião;
10. Crédito académico: é a unidade que serve para medir o trabalho
realizado pelo estudante sob todas as suas formas com sucesso, para que 24. Unidades orgânicas do ISMU: são estruturas através das quais
se alcancem os resultados de aprendizagem previstos nas disciplinas ou a instituição realiza a sua missão numa determinada área geográfica ou
módulos; do conhecimento, com especial ênfase nas dimensões do ensino e da
investigação ou pesquisa;
11. Decano: é o mais antigo dos membros da congregação de
professores do ISMU que representa os interesses da instituição e 25. Voto de qualidade: manifestação de vontade do órgão máximo
assiste ao processo de contratação dos professores e a regulamentação dos órgãos colegiais, feita através do voto no caso de se verificar um
de cursos e exames; empate no processo de votação por parte dos demais membros.
868 II SÉRIE — NÚMERO 156

26. Pós-graduação: os cursos de pós-graduação referem-se aos ciclos 4. A investigação, enriquecimento e desenvolvimento da cultura
de pós-licenciatura, destinados à formação científica e académica local, nacional e regional em todas as suas manifestações;
e ligados à pesquisa, mais direcionados à actuação profissional e 5. A promoção da defesa dos recursos naturais e humanos do País.
actualização dos graduados no nível superior.
ARTIGO 8
ARTIGO 2
(Princípios)
(Denominação e Natureza)
O ISMU rege-se pelos seguintes princípios fundamentais:
O Instituto Superior Mutasa, abreviadamente designado por ISMU,
1. Princípio da legalidade;
é uma pessoa colectiva de direito privado, dotada de personalidade
jurídica, e goza de autonomia administrativa, financeira, patrimonial e 2. Igualdade e equidade;
científico-pedagógica. 3. Democracia e respeito pelos direitos humanos;
4. Valorização das ideias da pátria, ciência e humanidade;
ARTIGO 3
5. Liberdade de criação cultural, artística, científica e tecnológica;
(Sede)
6. Participação no desenvolvimento científico, económico, social e
O ISMU tem a sua sede no Bairro Chinhamapere, EN6, Cidade de cultural do País, da Região e do Mundo.
Manica, Província de Manica.
ARTIGO 9
ARTIGO 4
(Autonomia)
(Âmbito)
O ISMU goza de autonomia administrativa, financeira, patrimonial
1. Ao abrigo do n.º 1 do artigo 15 da Lei n.º 27/2009, de 29 de e científico-pedagógica.
Setembro, Lei do Ensino Superior, conjugado com os artigos 1 e 2 do
Decreto n.º 38/2012, de 8 de Novembro, do Conselho de Ministros ARTIGO 10
da República de Moçambique, autorizou-se a Entidade Instituidora, (Autonomia administrativa)
SOMACHIL - Sociedade Manica Chinhamapere Investments, S.A. para
a criação de uma instituição de Ensino Superior denominada Instituto O ISMU goza de autonomia administrativa que lhe confere a
Superior Mutasa, abreviadamente designado pela sigla ISMU, podendo capacidade de:
desenvolver as suas actividades em todo o território da República de 1. Elaborar e aprovar o Regulamento Geral Interno dos seus órgãos
Moçambique. e serviços;
2. O RGI será subsidiado pelos regulamentos dos seus órgãos e 2. Definir o quadro de pessoal docente e não docente, propondo
demais normas. à entidade instituidora, o recrutamento, a promoção e exoneração de
docentes, investigadores, pessoal técnico e administrativo, bem como
ARTIGO 5 exercer acção disciplinar relativamente aos mesmos.
(Duração)
ARTIGO 11
De acordo com o preceituado no n.º 3 do artigo 2 dos Estatutos
(Autonomia Financeira)
aprovados pelo Decreto n.º 38/2012, de 8 de Novembro, do Conselho
de Ministros de Moçambique, o Instituto Superior Mutasa - ISMU, é O ISMU goza da autonomia financeira que lhe confere a capacidade
criado por tempo indeterminado. de dispor e gerir de forma rigorosa e criteriosa os recursos financeiros
que lhe são atribuídos de acordo com os orçamentos propostos pelos
CAPÍTULO II seus órgãos e aprovados pela entidade instituidora.
Da Missão, Objectivos, Princípios e Autonomia ARTIGO 12
ARTIGO 6
(Autonomia Patrimonial)
(Missão)
O ISMU goza de autonomia patrimonial que lhe confere a
Prover uma formação integral nos vários níveis de conhecimento, capacidade de gerir de acordo com a legislação aplicável, o património
com enfoque para o domínio das Ciências Sociais, Negócios e Direito, que lhe for afecto.
disseminando saberes que tenham como impacto o domínio crítico
dos problemas, cientificidade, investigação e a extensão, apoiados nas ARTIGO 13
tecnologias de informação e comunicação. (Autonomia Científica e Pedagógica)

ARTIGO 7 O Instituto Superior Mutasa goza de autonomia científico-


pedagógica que lhe confere a capacidade de:
(Objectivos)
1. Criar, suspender, modificar e extinguir cursos;
São objectivos do Instituto Superior Mutasa:
2. Elaborar e aprovar os currícula dos cursos;
1. A formação de estudantes com elevado nível de exigência, no
3. Definir os métodos de ensino e aprendizagem;
campo científico, técnico e profissional, nos domínios de Ciências
Sociais, Negócios e Direito; 4. Definir os meios e os critérios de avaliação,
2. A promoção da formação científica e humanística do profissional, 5. Introduzir novas experiências pedagógicas;
com um alto sentido social e histórico; 6. Aprovar regulamentos académicos;
3. A criação de condições para a investigação e análise da realidade 7. Definir e desenvolver as áreas, planos, programas e acções de
local, nacional e regional; ensino, investigação e de extensão;
12 DE AGOSTO DE 2022 869

8. Promover de acordo com as suas capacidades, disponibilidades 2. O Director-Geral;


e necessidades, relações de cooperação nos domínios do ensino, 3. O Vice-Director-Geral Académico;
investigação, serviços e extensão, com entidades nacionais e
4. O Vice-Director-Geral Administrativo;
estrangeiras.
5. Gabinete do Director-Geral;
CAPÍTULO III 6. Gabinete de Garantia da Qualidade.
Da Entidade Instituidora
ARTIGO 19
ARTIGO 14
(Mandato)
(Definição)
Os membros e demais dirigentes dos órgãos e das unidades orgânicas
1. Ao abrigo do artigo 10 dos Estatutos aprovados pelo Decreto n.º internas do ISMU são nomeados ou eleitos para um mandato de quatro
38/2012, de 8 de Novembro, a Entidade Instituidora (EI) do Instituto anos, renovável uma única vez.
Superior Mutasa - ISMU é a SOMACHIL – Sociedade Manica
Chinhamapere Investments, S.A., com Sede na Cidade de Manica, ARTIGO 20
Província de Manica.
(Convocatórias)
2. O Instituto Superior Mutasa exerce as suas atribuições em
articulação com a Entidade Instituidora que é responsável pela definição As convocatórias para as reuniões ordinárias ou extraordinárias
do tipo de gestão económica, financeira e patrimonial indispensável à devem ser assinadas pelo respectivo presidente, conter a agenda da
garantia do funcionamento e da existência do Instituto. reunião e serem expedidas, com pelo menos sete dias de antecedência,
3. A Entidade Instituidora afectará ao Instituto um património salvo outro prazo deliberado pelo órgão.
específìco em instalações e equipamento e o dotará dos meios
ARTIGO 21
necessários à prossecução dos seus objectivos.
(Votação)
ARTIGO 15
1. Nas reuniões, as deliberações ou decisões são adoptadas as
(Competências) que reúnam consenso ou o voto favorável da maioria dos membros
Compete à Entidade Instituidora: presentes, não contando, para o efeito, as abstenções.
1. Disponibilizar todos os meios, financeiros, patrimoniais e materiais 2. Os membros dos órgãos têm voto igual à excepção do presidente
para a prossecução dos objectivos do Instituto; que dispõe do voto de qualidade, salvo quando declarado impedido de
2. Nomear e/ou demitir os órgãos directivos e de gestão do Instituto; votar.

3. Pronunciar-se sobre parcerias e acordos a serem celebrados com ARTIGO 22


instituições congéneres nacionais e estrangeiras;
(Subordinação e Prestação de Contas)
4. Pronunciar-se sobre abertura/introdução de novos cursos ou
programas de pesquisa; 1. Os membros do ISMU que realizam funções de direcção e chefia
5. Aprovar os planos anuais ou plurianuais de actividade, assim subordinam-se e prestam contas aos seus superiores hierárquicos em
como de outras actividades de âmbito social, económico e cultural da conformidade com o que se encontra preconizado nos Estatutos do
instituição; ISMU, aprovados pelo Decreto n.º 38/2012, de 8 de Novembro, do
Conselho de Ministros de Moçambique. Nestes termos:
6. Instaurar processos disciplinares ao Director-Geral e aos Vice-
Directores-Gerais, de acordo com o Regulamento Interno, quando se a) O Director Geral do ISMU subordina-se e presta contas de
evidenciarem irregularidades no exercício das suas funções. todas as actividades relevantes à Direcção da Sociedade
Manica Chinhamapere Investments, SOMACHIL, S.A.,
CAPÍTULO IV através do seu Presidente do Conselho de Administração
“PCA”, quando por esta solicitada ou denrtro da rcgularìdade
Dos Órgãos de Gestão e Direcção
prcviamente estabelecida, em princípio semestralmente;
ARTIGO 16
b) Os Vice-Directores-Gerais do ISMU que têm por função
(Órgãos) assessorar o Director Geral, se subordinam e prestam contas
das suas actividades através de relatórios trimestrais;
A gestão do Instituto Superior Mutasa - ISMU, para seu funcionamento,
organiza-se em conformidade com os seus Estatutos e mediante os seus c) O Coordenador/Director do Gabinete de Garantia de Qualidade
órgãos de gestão e direcção. do ISMU, subordina-se directa e exclusivamente ao
Director-Geral do ISMU, a quem presta contas bimensais
ARTIGO 17 das actividades desenvolvidas;
(Órgãos de Gestão)
d) Os Directores das Divisões obedecem o princípio de dupla
subordinação, uma que ocorre com os respectivos Vice-
São seguiontes órgãos de gestão que garantem o funcionamento e Directores-Gerais das áreas onde se desenvolvem as suas
desenvolvimento integral do ISMU: actividades respectivamente Académico-Pedagógica e
1. O Conselho Superior; Administrativa, e outra e principal, com o Director-Geral do
2. Conselho Académico. ISMU a quem prestam contas através de relatórios bimensais,
em regra escritos, devidamente visados pelos respectivos
ARTIGO 18 Vice-Directores-Gerais das áreas afins;
(Órgãos de Direcção) e) Os chefes de Departamentos a diferentes níveis subordinam-se
e prestam contas sobre as suas realizações aos respectivos
Para a direcção do ISMU, existem os seguintes órgãos: Directores de Divisões onde se encontram vinculados, dentro
1. Conselho de Direcção; da periodicidade previamente definida e calendarizada;
870 II SÉRIE — NÚMERO 156

f) O mesmo princípio referido no número anterior do presente ARTIGO 26


artigo aplica-se às chefias de secções e trabalhadores nestas (Conselho Académico)
vinculados a todos os níveis de funcionamento do ISMU.
1. O Conselho Académico (CA) do ISMU será constituído pelo
2. A não observância dos Princípios e Normas de Subordinação e
Director-Geral, Vice-Directores-Gerais, Directrores das Faculdades,
Prestação de Contas estabelecidas por este artigo, implica a tomada
chefes de Departamentos, Coordenadores de Cursos e Directores
de medidas disciplinares previstas no RGI e demais regulamentos e
de Centros, Representante dos Professores, um Representante dos
normas complementares em vigor no ISMU em particular, e na Lei do Estudantes e um Representante da Sociedade Civil.
Trabalho.
2. O Representante dos Professores será eleito mediante voto directo
ARTIGO 23 e secreto dos professores dos respectivos cursos.
3. O Representante dos Estudantes será designado pelos integrantes
(Conselho Superior)
do núcleo dos estudantes, de acordo com o regulamento académico.
Nos termos do artigo 18 do Decreto n.º 38/2012, de 8 de Novembro, 4. O Representante dos Estudantes deve ser o estudante que já tenha
do Conselho de Ministros de Moçambique, que aprova os Estatutos do concluído os dois primeiros anos e a sua qualificação não seja inferior
Instituto Superior Mutasa, o Conselho Superior (CS) é o órgão máximo ao equivalente a 65% da máxima qualificação do ISMU.
de direcção e apoio Académico e Pedagógico ao ISMU e é responsável 5. Os integrantes do Conselho Académico terão um mandato de 4
por assegurar as relações entre a Entidade Instituidora e o ISMU. anos, podendo ser releitos para períodos iguais, conforme o regulamento
interno.
ARTIGO 24
ARTIGO 27
(Composição do Conselho Superior)
(Competências do Conselho Académico)
1. O Conselho Superior (CS) é composto por:
Segundo o artigo 20 dos Estatutos do Instituto Superior Mutasa,
a) Presidente;
aprovados pelo Decreto n.º 38/2012, de 8 de Novembro, compete ao
b) Director-Geral; Conselho Académico:
c) Vice-Directores-Gerais Académico e Administrativo; 1. Dirigir e coordenar os trabalhos de ensino, investigação, extensão
d) Directores de Divisões e outros equiparados; e demais actividades académicas e administrativas da instituição;
e) Coordenadores dos Cursos; 2. Estabelecer relações do ISMU com outros órgãos da Educação,
f) Um representante de docente; tanto nacionais como internacionais;
g) Um representante dos estudantes. 3. Propor ao Conselho Superior a criação e supervisão de cursos e
2. O Presidente deste órgão é eleito dentre os membros do Conselho centros especializados;
Científico-Pedagógico sob proposta do Conselho de Direcção do ISMU. 4. Formular propostas de políticas e perspectivar estratégias de
3. O Presidente do Conselho Superior é eleito por um mandato de desenvolvimento a curto, médio e longo prazos;
quatro anos, podendo ser renovável sempre que assim se demonstrar. 5. Propor ao Conselho Superior a aprovação de regulamentos do
ISMU demais instrumentos normativos, assim como as suas alterações;
ARTIGO 25 6. Supervisionar a criação e funcionamento da organização de
(Competências do Conselho Superior) docentes;
7. Estabelecer a duração académica dos períodos de docência;
Compete ao Conselho Superior do ISMU:
8. Aprovar os planos de trabalho anual que apresentem as diferentes
1. Aprovar a estrutura orgânica de todos os serviços, incluindo o
dependências académicas e administrativas.
Regulamento Geral Interno e os restantes regulamentos;
2. Aprovar os planos científicos, pedagógicos e de desenvolvimento ARTIGO 28
das actividades próprias do ISMU; (Conselho de Direcção)
3. Aprovar e modificar os Estatutos do ISMU, de acordo com as 1. O Conselho de Direcção é um órgão de consulta e apoio do Director-
disposições e regulamentos estabelecidos; -Geral, na programação, organização e análise do funcionamento do
4. Avaliar o grau do desempenho das actividades do ISMU, Instituto Superior Mutasa e é presidido pelo Director-Geral do ISMU.
considerando o informe do Director-Geral; Nas suas ausências e impedimentos é substituído por um dos vices ou
Directores-Gerais-Adjuntos.
5. Convocar auditoria externa e independente ao ISMU;
2. O Conselho de Direcção do ISMU é composto pelo Director-
6. Fiscalizar o movimento económico e financeiro do ISMU, tendo
Geral que o preside, os Vices ou Directores-Gerais-Adjuntos, os
em conta as execuções das gestões passadas;
Directores das Divisões, Coordenador do Gabinete de Garantia de
7. Convocar as reuniões ordinárias e extraordinárias, de acordo com Qualidade, Director do Gabinete Jurídico, Directores das Delegações e
um terço dos seus membros, para definir assuntos institucionais de o chefe do Gabinete do Director Geral, respectivamente.
grande importância; 3. Em função dos assuntos agendados, podem ser convidados às
8. Aprovar normas de acordo com as propostas do Conselho sessões deste órgão, técnicos e especialistas de áreas específicas para
Académico, sobre a criação, extinção parcial ou total, fusão e nelas participarem, sem no entanto, direito a voto.
reorganização das Faculdades, Departamentos, Cursos, Centros, e 4. O Conselho de Direcção do ISMU reúne-se ordinariamente, uma
outras unidades orgânicas em concordância com a lei em vigor sobre vez por mês e, extraordinariamente, quando convocado por iniciativa
a matéria. do Director-Geral ou a pedido da maioria dos seus membros.
12 DE AGOSTO DE 2022 871

5. O Conselho de Direcção do ISMU é regido por um Regulamento 8. O expediente e o secretariado dos Conselhos são assegurados
específico, pelo Regulamento Geral Interno, pelos Estatutos e de outras pelo Gabinete do Director-Geral e pelo Secretariado-Geral do ISMU;
normas em vigor na instituição. 9. Das reuniões são lavradas actas, que são lidas em voz alta na
presença de todos membros presentes e assinadas pelo corpo de
ARTIGO 29
Direcção;
(Competências do Conselho de Direcção) 10. Qualquer um dos membros pode lançar para a acta uma
Competências do Conselho de Direcção do ISMU: declaração de voto;
1. Elaborar o plano estratégico de médio prazo e plano de acção para 11. As actas são lançadas pelo secretariado em livro próprio de cada
o quadriénio do seu mandato e apresentá-lo à Entidade Instituidora, Conselho, que ficam à sua guarda;
para aprovação; 12. As actas das reuniões são submetidas ao visto do Director-Geral,
2. Elaborar o plano anual das actividades e proposta de orçamento ou do seu respectivo substituto legal.
da Instituição e apresentá-lo à Entidade Instituidora para aprovação,
assegurando-se assim, o fornecimento de todos os meios técnicos, ARTIGO 31
financeiros e humanos para o efeito; (Competências do Director Geral)
3. Pronunciar-se sobre a orientação geral da gestão e direcção da
De acordo com o artigo 23 dos Estatutos do Instituto Superior
actividade do ISMU, tendo em vista à do seu objecto principal e das
Mutasa aprovados pelo Decreto n.º 38/2012, de 8 de Novembro,
suas atribuições;
compete ao Director-Geral:
4. Coordenar o processo sobre a implementação de políticas
1. Presidir a actos oficiais do ISMU;
definidas pelo ISMU no quadro da realização da sua Missão;
2. Representar o ISMU em juízo;
5. Analisar e preparar as linhas de política de desenvolvimento do
ISMU; 3. Cumprir e fazer cumprir as disposições emanadas dos Conselhos
Superior e Científico-Pedagógico do ISMU;
6. Aferir o nível ou o grau da implementação das decisões emanadas
do Conselho Superior, Conselho Científico-Pedagógico em geral, e do 4. Dirigir e coordenar o desenvolvimento das actividades docente,
Ministério que superintende as Instituições do Ensino Superior; administrativa e de extensão do ISMU;
7. Analisar o funcionamento das divisões e respectivos departamentos 5. Nomear e exonerar os Directores de Divisões, chefes de
e de outras unidades subordinadas; Departamentos, Coordenadores de Cursos, Centros, pessoal docente
e de investigação;
8. Avaliar o impacto sobre a efectivação do Plano Estratégico
do ISMU e do processo de melhoria das condições e qualidade dos 6. Conferir títulos e assinar certificados de competência conforme a
serviços prestados pelo ISMU; lei e Estatuto Orgânico;
9. Analisar os projectos de plano e orçamento anuais das actividades 7. Executar as decisões sobre os processos disciplinares aprovados
do ISMU e realizar a monitoria e o acompanhamento da sua execução; em Conselho Científico-Pedagógico;
10. Apreciar o relatório anual de actividades, fazendo o balanço 8. Apresentar à consideração do Conselho Superior, o informe anual
periódico das actividades do ISMU e posterior prestação de contas aos de gestão, acompanhado pela situação financeira da instituição e actas
órgãos de gestão e da Entidade Instituidora; do Conselho Científico-Pedagógico;
11. Preparar a agenda das reuniões do Conselho de Direcção do 9. Prestar informações relevantes à direcção da SOMACHIL, S.A.,
ISMU. quando por esta solicitada ou dentro da regularidade previamente
estabelecida.
ARTIGO 30
ARTIGO 32
(Normas Gerais de Funcionamento dos Conselhos)
(Gabinete do Director-Geral)
Os Conselhos Superior e Científico-pedagógico do Instituto Superior
Mutasa — ISMU, no seu funcionamento, observam normas gerais que O Gabinete do Director Geral (GDG) é dirigido por um Director
lhes são comuns em conformidade com os Estatutos: do Gabinete nomeado pelo Director-Geral do ISMU. Compete ao
1. A convocação dos Conselhos é da competência do Director-Geral Gabinete do Director-Geral:
do ISMU, conforme o expresso nos Estatutos Orgânicos; 1. Organizar a agenda de trabalho e o programa do Director-Geral;
2. A convocatória é acompanhada da agenda e programa e dos 2. Prestar apoio técnico, logístico e administrativo ao Director-
documentos relevantes a apreciar na respectiva reunião; Geral;
3. Os membros dos Conselhos podem propor para a agenda das 3. Proceder ao registo de entrada e saída de correspondência,
reuniões, a discussão das propostas estudadas ou projectos sobre a organizar a transmissão de despachos aos interessados e o arquivamento
matéria do âmbito do respectivo Conselho; dos documentos de expediente do Director-Geral e dos Vice-Directores
4. Em função da matéria em apreciação, o Director-Geral que Gerais;
preside a reunião, pode convidar outros técnicos para participarem nas 4. Proceder à transmissão e controlo da execução das decisões e
reuniões, mas sem direito a voto; instruções do Director-Geral e dos Vice-Directores-Gerais;
5. O Conselho Superior do ISMU reúne-se ordinariamente uma vez 5. Coordenar o conjunto dos serviços de apoio directo em
por ano e extraordinariamente, sempre que convocado pelo Director- secretariado, logístico e técnico ao Director-Geral, Vice-Directores
Geral; Gerais e aos demais órgãos de direcção do ISMU no desempenho das
6. O Conselho Científico-Pedagógico reúne-se no final de cada suas funções;
trimestre e/ou sempre que convocado pelo Director-Geral; 6. Facilitar a coordenação institucional nas relações que o ISMU
7. As deliberações podem ser tomadas por consenso e, quando estabelece com outras instituições e parceiros, em particular do ensino
sujeitas a votação, por maioria simples dos presentes; superior, assim como no contacto com o público no geral;
872 II SÉRIE — NÚMERO 156

7. Providenciar sobre o expediente geral e audiências; ARTIGO 36


8. Programar as actividades do Director-Geral do ISMU; (Comissões)
9. Prestar assistência logística, administrativa e outro tipo de apoio
1. Considerando o exposto no artigo 14 dos Estatutos aprovados
ao exercício das funções do Director-Geral, Vice-Directores Gerais e pelo Decreto n.º 38/2012, de 8 de Novembro, o ISMU cria e conta no
demais órgãos do ISMU; processo de implementação dos seus nobres objectivos, com comissões
10. Executar as tarefas que lhe sejam determinadas pelo Director- especializadas para estudos, análise, avaliação, elaboração de relatórios
Geral do ISMU. com apresentação das conclusões e propostas concretas de decisão e/
ou recomendações, sobre matérias também específicas emergentes do
ARTIGO 33 funcionamento da instituição.
(Competências do Vice-Director-Geral Académico) 2. Tendo em consideração a natureza do seu mandato, as comissões
são permanentes, periódicas e/ou temporárias.
Em harmonia com estabelecido no artigo 25 dos Estatutos do
Instituto Superior Mutasa, aprovados pelo Decreto n.º 38/2012, de 8 de 3. As Comissões são dirigidas por um chefe, cargo equivalente ao de
Novembro, compete ao Vice-Director-Geral Académico: Director nomeado pelo Director-Geral da instituição.

1. Supervisionar e coordenar as actividades académicas, docentes e 4. As comissões contribuem através de seus resultados não só, nos
de investigação do ISMU; processos de tomada de decisões pelos órgãos aos diferentes níveis de
intervenção, como também são o garante para a construção e obtenção
2. Supervisionar as actividades dos serviços estudantis; de subsídios de índole decisivo no quadro de planificação, avaliação
3. Supervisionar as actividades dos centros especializados; administrativa, académico-pedagógica e institucional.
4. Supervisionar e coordenar o serviço de admissão e controlo dos
CAPÍTULO V
estudantes;
5. Cumprir com todas as funções que lhe sejam conferidas pelo Das Unidades Orgânicas
Director-Geral e pelo Conselho Científico-Pedagógico. ARTIGO 37
(Disposições gerais)
ARTIGO 34
1. De harmonia com o disposto no n.º 2 do artigo 31, artigo 32
(Competências do Vice-Director-Geral Administrativo)
e n.º 2 do artigo 16, todos dos Estatutos aprovados pelo Decreto
Em conformidade com o artigo 26 dos Estatutos do Instituto Superior n.º 38/2012, de 8 de Novembro, o Instituto Superior Mutasa, tem
Mutasa aprovados pelo Decreto n.º 38/2012, de 8 de Novembro, estabelecidas Unidades Orgânicas integrando a Imprensa Académica,
compete ao Vice-Director-Geral Administrativo: Gabinetes, Centros, Divisões, Serviços e Associação de Estudantes.
1. Dirigir, supervisionar e coordenar todas actividades administrativas 2. Pela natureza do papel e tipo de actividades desenvolvidas
do ISMU; por cada unidade orgânica, as unidades orgânicas subdividem-se
2. Informar periodicamente ao Director-Geral e à Direcção da em subunidades ou sejam departamentos, podendo estes também se
SOMACHIL, S.A. sobre a situação financeira da instituição, apresentando subdividirem em secções, respectivamente.
informações e estados financeiros mensais, trimestrais e anuais; 3. Na organização e funcionamento de unidades orgânicas, estas
cingem-se no cumprimento escrupuloso dos Estatutos, Regulamento
3. Preparar com o Departamento Jurídico todas as minutas de
Geral Interno, Regulamentos específicos aprovados para cada unidade
contratos do pessoal docente, administrativo e de investigação do
orgânica e demais normas legais em vigor.
ISMU e submetê-los à consideração do Director Geral;
4. Propor ao Director-Geral a nomeação e exoneração do pessoal SECÇÃO I
administrativo e informar a Direcção da SOMACHIL, S.A. sobre a
Imprensa Académica
movimentação do pessoal;
ARTIGO 38
5. Elaborar com base na projecção dos ingressos, o plano de gastos
e investimentos da instituição e, apresentá-los à consideração do (Definição)
Conselho Superior, ouvido o Director- Geral para a sua aprovação por 1. A Imprensa é sobejamente conhecida e defendida na arena
parte da sociedade promotora do ISMU; nacional e internacional como sendo aquela que ocupa o quarto lugar,
6. Executar, actuando conjuntamente com o Director-Geral as portanto, o quarto poder dentre os três já existentes nomeadamente:
actividades anuais da instituição; Legislativo, Executivo, e Judiciário.
7. O Vice-Director-Geral Administrativo, actuando conjuntamente 2. De acordo com Silva (2002), a imprensa faz as coisas
com o Director-Geral realiza e executa os actos de simples administração transpareçam publicamente e com a necessária visibilidade, o que a
necessários para o bom funcionamento do ISMU; torna um verdadeiro veículo de transmissão de informaçao no exercício
8. Supervisionar e manter actualizado o inventário de bens da da democracia.
instituição. 3. A Lei n.º18/91, de 10 de Agosto, sobre a Imprensa em Moçambique,
explicita definindo na imprensa a existência dos órgãos de informação
ARTIGO 35 cuja actividade principal é a recolha, tratamento e divulgação pública
de informação, envolvendo para o efeito, entre diversas formas,
(Outros Órgãos)
publicações gráficas, rádio, televisão, cinema ou qualquer reprodução
Em face do que está previsto no artigo 13 dos Estatutos aprovados de escritos, som ou imagem destinada à comunicação social.
pelo Decreto n.º 38/2012, de 8 de Novembro, o ISMU estrutura- 4. Para o Instituto Superior Mutasa - ISMU, a Imprensa Académica,
se ainda em outros diversos órgãos que compreendem os chefes de abreviadamente designada por IAI, é uma unidade orgânica cujo papel
Comissões, Directores de Imprensa Académica do ISMU (IAI), de fundamental tem como enfoque a missão que a instituição prossegue no
Divisões, Centros, Serviços, e Chefes de Departamentos. domínio das Ciências Sociais, Negócios e Direito.
12 DE AGOSTO DE 2022 873

ARTIGO 39 ARTIGO 41
(Atribuições da IAI) (Missão do Gabinete de Garantia de Qualidade)

1. Para assegurar a organização e funcionamento da Imprensa Promover a avaliação e a melhoria contínua da qualidade académica
Académica do Instituto Superior Mutasa, o Director-Geral, garante a na instituição.
nomeação de um Director de reconhecida idoneidade e competência,
fazendo a recolha, seleção e tratamento, produção e divulgação dos ARTIGO 42
resultados obtidos com vista a manter as comunidades académicas, a (Composição do Gabinete de Garantia da Qualidade)
sociedade, e do público em geral, informados sobre as realizações do
ISMU. O Gabinete de Garantia de Qualidade (GGQ), para além de técnicos
2. No exercício das suas funcões, o Director observa a legislação criteriosamente seleccionados e que nele fazem parte integrante, tem
atinente à matéria sob sua gestão, os regulamentos geral e específico, os obrigatoriamente a seguinte composição:
Estatutos e Regulamento da IAI superiormente aprovados. 1. Coordenador que dirige e representa a instituição;
3. A IAI, para além do que vem estabelecido no número 2 precedente, 2. Assistente Administrativo e Financeiro que secretaria as actividades
tem as seguintes atribuições: do gabinete de garantia de qualidade;
a ) Manter o cidadão e a sociedade informado sobre o 3. Técnico profissional (ou superior) de tecnologias de informação e
que efectivamente está acontecendo e que níveis de comunicação que faz a gestão da plataforma electrónica;
desenvolvimento se estão alcançando no processo de ensino 4. Um docente ou investigador.
e aprendizagem;
b) Contribuir para consolidação da unidade nacional e a defesa dos ARTIGO 43
interesses nacionais em geral e da instituiçao, em particular;
(Competências do Gabinete de Garantia da Qualidade)
c) Participar na promoção da democracia e da justiça social;
d) Garantir o processo de internacionalizaçao instituicional e do O GGQ, em conformidade com o Decreto n.º 63/2007, de 31 de
desenvolvimento científico-pedagógico, económico, social Dezembro, que cria o Sistema Nacional de Avaliação, Acreditação e
e cultural; Garantia de Qualidade do Ensino Superior, abreviadamente designado
e) Trabalhar e cooperar com o Centro de Investigação Científica, por SINAQES, conjugado com o preconizado no Decreto n.º 38/2018,
Pesquisa e Extensão e outras unidades orgânicas na troca de 8 de Novembro, que aprova os Estatutos do Instituto Superior
e manutenção de informações que contribuam para o bom Mutasa — ISMU, o funcionamento deste gabinete obedece a legislação
desempenho da IAI; suprareferenciada, os Estatutos, o Regulamento Geral Interno e o
f) Estabelecer mecanismos de indústria gráfica que assegurem a Regulamento Específico da Garantia de Qualidade do ISMU. Assim,
produção e distribuição de revistas científicas diversificadas ao GGQ compete:
baseadas nos problemas concretos e vida real das 1. Planear e orientar a execução e monitoria do Sistema de Gestão
comunidades; da Qualidade;
g) Construir, gerir, consolidar a base de Revisores por pares 2. Organizar e instalar equipas multidisciplinares e/ou comissões de
nacionais e internacionais “Peer Reviews”. avaliação interna da qualidade;
h) Disponibilizar à comunidade académica, à sociedade e aos
3. Promover o desenvolvimento de uma cultura interna de qualidade;
cidadãos em geral, a informação adequada e que permita
o acesso atempado sobre factos, informações e opiniões 4. Preparar os instrumentos para avaliação da qualidade das
veiculados no âmbito do processo de ensino e aprendizagem; actividades de ensino, investigação e extensão;
i ) Servir de veículo de atracção de mais membros para o 5. Orientar a autoavaliação regular dos cursos;
incremento da comunidade estudantil, de docência, 6. Apoiar os processos de avaliações externas e de acreditação dos
investigadores, visando o alcance da qualidade do ensino cursos e da instituição;
superior em Moçambique.
7. Elaborar recomendações sobre acções de melhoria a nível da
SECÇÃO II instituição, tendo por base os processos de autoavaliação interna e
avaliação externa;
Garantia de Qualidade
8. Divulgar os resultados da autoavaliação à comunidade académica;
ARTIGO 40
9. Divulgar e garantir o atendimento dos requisitos dos docentes,
(Criação e definição) discentes, investigadores/pesquisadores do ISMU e dos respectivos
1. Nos termos do preceituado pelo Decreto n.º 63/2007, de 31 de graduados;
Dezembro, foi criado o Sistema Nacional de Avaliação, Acreditação e 10. Propor acções de melhorias da qualidade para o aperfeiçoamento
Garantia de Qualidade do Ensino Superior, conjugado com o Decreto dos processos académicos;
n.º 64/2007, que estabelece os Estatutos do Conselho Nacional de 11. Estabelecer os indicadores de qualidade em todos os níveis de
Avaliação da Qualidade do Ensino Superior (CNAQ), ambos do funcionamento do ISMU;
Conselho de Ministros de Moçambique.
12. Garantir o cumprimento das normas e verificar em que medidas
2. O Gabinete de Garantia de Qualidade (GGQ) do ISMU é o órgão
os indicadores de desempenho são seguidos;
independente que no âmbito de sua actuação se subordina directamente
ao dirigente máximo da instituição do Ensino Superior, "o Director- 13. Desenvolver um sistema de gestão interna e de garantia de
Geral" do Instituto Superior Mutasa - ISMU, não estando, por isso, qualidade na instituição e assegurar a sua implementação;
ligado a mais nenhuma Direcção ou órgão. O GGQ é dirigido por um 14. Introduzir mecanismos regulares de avaliação permanente e
Coordenador do Gabinete, cargo equiparado a um Director de Divisão sistemática da qualidade de ensino, e coordenar projectos inovadores
e este é nomeado pelo Director-Geral do ISMU. que visem melhorar a qualidade de ensino e aprendizagem.
874 II SÉRIE — NÚMERO 156

SECÇÃO III c) Avaliar o desempenho dos estudantes;


Centros d) Assegurar o cumprimento dos planos de estudos dos cursos
de pós-graduação;
ARTIGO 44
e) Distribuir o corpo docente e em conformidade com a natureza
(Definição e direcçao) pedagógica dos cursos de pós-graduação;
1. Os Centros constituem órgãos de orientação à investigação e f) Estudar e propor a criação de cursos de pós-graduação;
formação profissional especializada. Nesta perspectiva, ao nível do g) Implementar os regulamentos dos cursos de pós-graduação;
Instituto Superior Mutasa, os Centros abrangem uma ou mais áreas do h) Controlar todas actividades relativas ao ao desenvolvimento
conhecimento, caracterizando-se pela excelência do ensino oferecido, dos programas pós-graduação;
comprovada pela qualificação do seu corpo docente e condições de i) Gerir assuntos da comunidade académica da área de pós-
trabalho académico oferecidas à comunidade estudantil e desempenham, graduação;
por isso, um importante papel na realização e desenvolvimento dos j) Cumprir com o RGI e o Regulamento de Pós-Graduação.
objectivos da instituição. Vide número 2 do artigo 16 dos Estatutos do
Instituto Superior Mutasa - ISMU, aprovados pelo Decreto n.º 38/2012, ARTIGO 47
de 8 de Novembro.
(Centro de Ensino à Distância)
2. Os Centros são dirigidos por um Director de comprovada
competência e responsabilidade, nomeado pelo Director- Geral, para o 1. De conformidade com o que estabelece o Regulamento Pedagógico
exercício de funções em estrita observância do RGI, do Regulamento e de Avaliações - Aprovado em Janeiro de 2017, pelo Instituto Superior
Específico devidamente aprovado pelos órgãos competentes. Mutasa – ISMU, o Ensino à Distância (EAD) é a modalidade de ensino
em que professores e estudantes estão em ambientes distintos e por meio
ARTIGO 45 de tecnologias da informação e comunicação as aulas se desenvolvem.
(Centro de Investigação Científica, Pesquisa e Extensão) 2. O estudante assiste às aulas por meio de plataformas, podendo
utilizar computadores, tablets e até mesmo smartphones, contudo, não
Ao Director do Centro de Investigação Científica, Pesquisa e
há uma interação presencial entre o estudante e o docente.
Extensão compete:
3. No EAD e em ambiente virtual são realizadas avaliações, sanadas
1. Elaborar projectos de investigação e extensão e sua publicação;
dúvidas, executados exercícios e muito mais actividades, tal e qual
2. Aprovar plano anual de investigação e extensão ouvido o como acontece no ensino tradicional.
Conselho Científico-pedagógico;
4. Nestes termos, o processo de EAD no ISMU desenvolve-se em
3. Propor a contratação de investigadores e pessoal técnico- conformidade com o Regulamento Interno aprovado especificamente
administrativo para actividades científicas e bibliotecárias; para o efeito.
4. Adquirir e fazer uso de equipamento científico;
SECÇÃO IV
5. Prestar serviços à comunidade;
6. Coordenar as actividades de investigação e extensão; Associação de Estudantes do Instituto Superior Mutasa

7. Executar políticas e suas respectivas linhas de investigação e ARTIGO 58


extensão; (Definição, sede e duração)
8. Executar regulamento de carreira de investigadores no ISMU;
1. Convindo assegurar o envolvimento directo e activo do corpo
9. Elaborar de planos de actividades anuais e garantir a sua efectiva de discente no processo de tomada de decisões pelos órgãos do
implementação; Instituto Superior Mutasa, ao abrigo dos artigos 28 e 29 dos Estatutos
10. Coordenar e cooperar com a Imprensa Académica do ISMU aprovados pelo Decreto n.º 38/2012, de 8 de Novembro, e no uso das
(IAI), assegurando-se deste modo que os artigos e todos outros competências que lhe atribuídas pelo artigo 14 do mesmo Decreto,
materiais resultantes das pesquisas sejam publicadas. estabeleceu-se a Associação de Estudantes do Instituto Superior
Mutasa, abrevidamente designada por AEISMU, fazendo deste modo
ARTIGO 46 parte integrante das unidades orgânicas e unidades académicas que se
(Centro de Pós-Graduação) destinam a desenvolver o Ensino, Investigaçao e Extensão.
2. Para o Instituto Superior Mutasa, o Estudante constitui a génese
1. Em conformidade com o n.º 2 do artigo 3 do Regulamento
basilar do surgimento desta instituição designada ISMU, cuja missão
Pedagógico e Avaliações, de Janeiro de 2017, combinado com o
se circunscreve no provimento de uma formação integral nos vários
artigo 36 dos Estatutos aprovados pelo Decreto n.º 38/2012, de 8 de
níveis de conhecimento, com enfoque para o domínio das Ciências
Novembro, funcionam no Instituto Superior Mutasa, cursos de Pós-
Sociais, Negócios e Direito, disseminando saberes que tenham como
Graduação.
impacto o domínio crítico dos problemas, cientificidade, investigação
2. Os cursos de Pós-Graduação ministrados pelo ISMU, visam e a extensão, apoiados nas tecnologias de informação e comunicação.
dar prosseguimento com os estudos e completar o segundo ciclo de
3. A relação intrínseca e de reciprocidade de interesses entre o
formação superior dos estudantes que neles se matriculam.
estudante e o Instituto Superior Mutasa e vice-versa, implica que a
3. O Centro na realização das actividades observa o RGI, o existência de um seja a existência de outro, ou seja ainda, a inexistência
Regulamento Específico e a legislação vigente sobre o Ensino Superior de um é a inexistência do outro, assim mutuamente.
em Moçambique.
4. A Associação de Estudantes do Instituto Superior Mutasa,
4. Ao Centro de Pós-Graduação compete: abreviadamente designada por AEISMU, é a organização representativa
a) Garantir a organização e funcionamento dos cursos de pós- que congrega vários estudantes frequentando diversos cursos de ensino
graduação oferecidos; superior e que desempenha o papel fundamental de coordenação das
b) Seleccionar candidatos aos cursos de pós-graduação; actividades estudantis.
12 DE AGOSTO DE 2022 875

5. A organização e funcionamento são regidos por estatutos próprios, ARTIGO 61


aprovados em Assembleia-Geral da AEISMU.
(Competências do Director da Divisão Académico-Pedagógica)
6. A Associação é constituída por tempo indeterminado.
Compete ao Director da Divisão Académico-Pedagógica:
7. A Associação de Estudantes tem a sua Sede nas instalações da
Sede do Instituto Superior Mutasa, Bairro de Chinhamapere, EN6, 1. Representar a Divisão;
Cidade de Manica. 2. Propor ao Conselho Científico-Pedagógico as linhas gerais de
desenvolvimento da Divisão, plano e orçamento anuais de actividades;
ARTIGO 59
3. Participar no processo de nomeação dos responsáveis das
(Funções da AEISMU) unidades subordinadas, bem como dos funcionários afectos à sua
Para o Instituto Superior Mutasa, o estudante constitui a génese unidade orgânica;
basilar do surgimento desta instituição designada ISMU, cuja missão 4. Assegurar a correcta execução das deliberações dos órgãos de
se circunscreve no provimento de uma formação integral nos vários Direcção do ISMU, das recomendações aprovadas pelo Conselho
níveis de conhecimento, com enfoque para o domínio das Ciências Científico-Pedagógico e o cumprimento dos regulamentos e normas
Sociais, Negócios e Direito, disseminando saberes que tenham como em vigor;
impacto o domínio crítico dos problemas, cientificidade, investigação 5. Dirigir a gestão académica, administrativa e financeira e dos
e a extensão, apoiados nas tecnologias de informação e comunicação. recursos humanos da Divisão;
A relação intrínseca e de reciprocidade de interesses entre o estudante
6. O Director da DAP pode propor e submeter para apreciação
e o Instituto Superior Mutasa e o Estudante e vice-versa, implica que a
e aprovação do Director-Geral do ISMU, a delegação das suas
existência de um seja a existência do outro, ou seja ainda, a inexistência
competências nos chefes dos departamentos e/ou nos coordenadores
de um é a inexistência do outro, assim mutuamente.
dos cursos.
São funções da Associação de Estudantes do ISMU:
1. Representar todos os estudantes e defender os seus interesses; ARTIGO 62
2. Contribuir para a formação humana, cívica, física, cultural e (Departamentos)
científica dos estudantes associados;
1. O conjunto dos vários cursos académicos de formação constituem-
3. Defender e promover os valores fundamentais do ser humano; se na unidade orgânica denominada no Departamento.
4. Contribuir para a participação dos estudantes na vida e na 2. Ao abrigo do n.º 1 do artigo 16 do Decreto n.º 38/2012, de 8 de
comunidade académica; Novembro, que aprova os Estatutos do Instituto Superior Mutasa e de
5. Participar na discussão dos problemas educativos e outros acordo com os objectivos do ISMU, os Departamentos subdividem-
conflitos emergentes; se em conformidade com as áreas de formação afins, congregando as
6. Cooperar com organismos estudantis nacionais ou estrangeiros, matérias de estudo que compõem uma determinada orientação técnico-
cujos princípios não contrariem os definidos em leis e regulamentos do científica ou social.
ISMU, e os definidos nos Estatutos da AEISMU; 3. Os Departamentos académicos das divisões correspondem ao
7. Colaborar com as demais estruturas associativas e de gestão e conjunto de disciplinas em que se estrutura a actividade programática
administração da AEISMU na implementação de projectos educativos; e/ou curricular da divisão.
8. Participar activamente nos órgãos do ISMU em que tenha assento. 4. As disciplinas representam as diferentes áreas de competências e
de créditos académicos dentro de um determinado curso de formação
SECÇÃO V do ISMU.
Divisão e Departamento 5. Os Departamentos são dirigidos por um chefe de Departamento
ARTIGO 60 proposto pelo Director da Divisão e nomeado pelo Director-Geral.

(Definição) ARTIGO 63
1. A Divisão é uma unidade estruturada, responsável pela gestão (Departamento Académico-Pedagógico)
dos processos académicos dos estudantes dos cursos de licenciatura
e mestrado, cursos técnicos superiores profissionais e cursos de pós- 1. No âmbito Académico compete:
-graduação. a) Propor e emitir pareceres sobre a organização dos planos de
2. Ao abrigo do artigo 14 dos Estatutos aprovados pelo Decreto estudo dos cursos de graduação, de pós-graduação e outros;
n.º 38/2012, de 8 de Novembro, o Instituto Superior Mutasa, para b) Propor ao Director da Divisão a distribuição do serviço docente
assegurar o cabal exercício da sua actividade no domínio das Ciências dos elementos que integram o Departamento, indicando
Sociais, Negócios e Direito, tem estabelecido e conta com três (3) os regentes e assistentes, e a afectação dos docentes aos
divisões inseridas na sua estrutura orgânica: a Divisão Académico- diferentes cursos;
Pedagógica; Divisão de Estudos e Planificação; e de Administração e c ) Executar as actividades de investigação e extensão do
Finanças. Departamento;
3. A Divisão é dirigida por um director nomeado pelo Director- d) Executar o Directório Bibliotecário e emitir parecer sobre o
Geral, oriundos dentre os membros do corpo docente, assistentes regulamento da biblioteca;
e investigadores, e, em última instância, rerutados via concurso e) Garantir a aquisição de equipamento do seu departamento e
documental aberto para o efeito. emitir instruções sobre a sua utilização na sua área do saber;
4. A Divisão organiza-se em departamentos e estes são dirigidos por f) Propor a concessão de títulos honoríficos;
um chefe, nomeado pelo Director-Geral. g) Elaborar propostas de prestação de serviços à comunidade
5. O Director de Divisão é nomeado para um mandato de quatro e submeter para aprovação dos órgãos superiormente
anos, renovável uma única vez para o igual período. competentes;
876 II SÉRIE — NÚMERO 156

h) Pronunciar-se sobre equivalência de disciplinas integrantes u) Definir padrões metodológicos de ensino e aprendizagem;
do departamento e, sendo caso disso, propor a equivalência v) Instruir processos de recursos dos estudantes e candidatos ao
de licenciatura, mestrado e pós-graduação ao Director da ingresso no ISMU referentes aos resultados das avaliações
Divisão; finais e de admissão;
i) Dinamizar o processo de realização de convénios, parcerias w) Realizar outras tarefas que lhe sejam incumbidas superiormente
ou acordos de cooperação no domínio da sua área de nos termos do estatuto e demais legislação aplicável.
especialização com outras instituições públicas ou privadas,
nacionais ou estrangeiras; ARTIGO 64
j) Coordenar os trabalhos académicos e promover a sua publicação (Departamento do Registo Académico)
na Imprensa Académica do ISMU (IAI);
k) Coordenar as actividades da Associação dos Estudantes. Compete ao Departamento de Registo Académico (DRA):
2. Na área Pedagógica compete: 1. Implementar o serviço de matrícula, registo e arquivo relativo à
a) Elaborar o plano de actividades de natureza pedagógica e situação e desempenho académico e disciplinar dos estudantes;
o respectivo relatório de avaliação do processo ensino- 2. Apoiar na preparação e realização de exames de admissão ao
aprendizagem; ISMU;
b) Elaborar a proposta de criação e extinção dos cursos após 3. Passar as declarações, certidões e outros documentos afins,
consulta ao Conselho Científico; ligados à vida académica dos estudantes;
c) Sistematizar e organizar os programas que ofereçam o mestrado 4. Assistir na elaboração das actas de exames de admissão;
para formação de pessoal qualificado no exercício das
5. Interagir com a Divisão por forma a que os dados sobre a situação
actividades lectivas de ensino, pesquisa e desenvolvimento
académica dos estudantes sejam partilhados em tempo útil;
para a produção do conhecimento filosófico, científico,
artístico e tecnológico; 6. Criar e manter um banco de dados de natureza qualitativa e
d) Elaborar a proposta de regulamento pedagógico; quantitativa sobre os estudantes, incluindo o registo estatístico geral
do ISMU.
e) Apresentar propostas sobre programas de formação do corpo
docente; ARTIGO 65
f) Gerir e coordenar pedagogicamente, os cursos ministrados no
ISMU e conceber o plano curricular de formação; (Departamento de Coordenação de Cursos)

g) Orientar o ensino ministrado no ISMU e dirigido para a política De acordo com o Regulamento Pedagógico do ISMU, cada curso
educacional; de graduação é coordenado por um Coordenador do Curso, que reúne
h) Identificar e desenhar soluções tecnológicas de informação professores e representantes de estudantes matriculados no curso. São
de gestão; competências do Coordenador do Curso:
i) Zelar pelo cumprimento dos métodos pedagógicos de ensino 1. Dirigir as actividades de coordenação de curso de graduação ou
dos cursos ministrados no ISMU; pós-graduação, na linha geral da política global definida pela instituição;
j) Participar no processo de autorização do valor e mérito científico 2. Organizar, coordenar e controlar a elaboração e execução de
dos cursos realizados e, quando necessário, aconselhar a planos anuais e plurianuais de actividades do curso, bem como os
sua extinção; respectivos relatórios e submetê-los à aprovação superior;
k) Apreciar o mérito científico e valor pedagógico das aulas,
3. Fixar após aprovação pelo Vice-Director-Geral Académico, os
experiências, trabalhos, estágios e outras actividades
horários das turmas;
curriculares e extra-curriculares e, bem como, textos e outros
elementos de estudo disponibilizados ou distribuídos aos 4. Assegurar a representação da direcção do curso, bem como o
estudantes; intercâmbio com outras estruturas e/ou instituições congéneres;
l) Acompanhar o desenvolvimento do processo de ensino- 5. Participar na elaboração de políticas e de planos estratégicos da
aprendizagem e elaborar os respectivos relatórios periódicos; Divisão, canalizando informação para sua definição;
m) Explorar as inovações e oportunidades tecnológicas no domínio 6. Dirigir e coordenar de forma eficaz e eficiente o uso dos meios
de informação, e estudar formas de incluí-las ou reestruturá- para a execução integral das actividades do curso, garantindo a
las no plano de estudo; qualidade do ensino;
n) Propor e orientar os júris dos exames de admissão; 7. Responder pela organização, disciplina e eficácia das actividades
o) Apreciar e dar parecer sobre os pedidos de concessão de bolsas do curso e sua interligação com outras estruturas, bem como
em conformidade com o regulamento próprio; formação e capacitação de docentes, investigadores e técnicos sob sua
p) Analisar os pedidos de matrículas de estudantes especiais, no responsabilidade;
termos da lei; 8. Controlar o desempenho e garantir a avaliação do pessoal sob sua
q) Propor a admissão, suspensão e formação contínua, promoção responsabilidade;
e expulsão de docentes nos termos da legislação sobre a
9. Garantir o cumprimento do regulamento interno do curso e demais
matéria;
normas em vigor na Divisão, em particular e no ISMU, em geral;
r) Promover execuções permanentes relativas ao planeamento,
coordenação e controlo das actividades de ensino e estágios; 10. Garantir a gestão e administração dos recursos humanos
materiais e financeiros do curso;
s) Propor o reajustamento e aperfeiçoamento dos currículos
de modo a adequá-los a evolução científica, técnica e 11. Programar semestralmente a oferta de disciplinas para o curso e
pedagógica; orientar os estudantes nas questões relacionadas à sua vida académica;
t) Promover, em colaboração com os centros a obtenção de bolsas 12. Realizar outras actividades de natureza e complexidade similar
e financiamento para os estudantes de pós-graduação; que lhe forem determinadas superiormente.
12 DE AGOSTO DE 2022 877

ARTIGO 66 ARTIGO 68
(Departamento de Estágios e Saídas Profissionais) (Corpo Docente)

O Departamento de Estágios e Saídas Profissionais realiza as suas Nos termos dos n.ºs 1 e 2 do artigo 29 do Decreto n.º 38/2012, de 8
actividades em estreita colaboração e cooperação com os coordenadores de Novembro, que estabelece os Estatutos do ISMU, o Corpo Docente
dos cursos, competindo a este: do ISMU é constituído por todos os estudantes matriculados nos cursos
1. Planear e organizar todo o processo de estágios, desde à inscrição nele ministrados, ou, ainda, é todo o pessoal integrado na carreira
até à distribuição dos estudantes nas unidades acolhedoras; docente que, possuindo requisitos habilitacionais e profissionais,
2. Estabelecer contactos com as entidades acolhedoras tais como é recrutado para realizar tarefas e exercer funções de docência,
instituições, empresas público-privadas para assegurar a colocação dos investigação científica, extensão, administração e gestão no ISMU.
estagiários da instituição, bem como negociar as condições envolventes Neste sentido, os docentes exercem as seguintes funções:
à realização dos estágios; 1. Leccionar em regime de exclusividade, defender a ordem legal
3. Recrutar e seleccionar os estudantes dos diferentes cursos estabelecida pelo ISMU, educar os seus alunos no amor e dedicação
ministrados no ISMU para sua integração nos programas de estágios à pátria; no respeito ao trabalho e desenvolver nele uma consciência
nas entidades acolhedoras; patriótica;
4. Efectuar visitas regulares às entidades acolhedoras, para aferir o 2. Agir com dignidade e imparcialidade nas funções que exerce,
grau de inserção dos estudantes na instituição e nas actividades a estas actuando com independência e justiça em relação aos interesses e
atribuídas; pressões particulares de qualquer índole;
5. Promover, receber e publicitar os pedidos de emprego e, quando 3. Actualizar e aperfeiçoar os conhecimentos científicos relativos
solicitado, seleccionar os candidatos;
aos conteúdos das disciplinas que lecciona;
6. Apoiar os graduados na procura de empregos e uma colocação
4. Preparar e planificar adequadamente as suas aulas;
profissional, facultando-lhes informação a vários níveis (potenciais
entidades empregadoras); 5. Realizar e avaliar rigorosa e sistematicamente todas actividades
lectivas;
7. Apoiar os estudantes no processo de elaboração de currículos e na
preparação de entrevistas, proporcionando-lhes os contactos directos 6. Contribuir para a formação integral do estudante, garantindo a sua
com empresas para a interacção dos graduados com o mercado de participação activa no processo educativo;
trabalho; 7. Melhorar a qualidade do ensino, utilizando os métodos e os meios
8. Criar grupos multidisciplinares de trabalho, para a correcção de locais mais adequados;
relatórios e trabalhos de culminação do estágio ou curso. 8. Conhecer as particularidades de cada estudante, para adoptar a
melhor acção educativa;
ARTIGO 67
9. Registar e fornecer dados sobre o aproveitamento, comportamento
(Departamento de Assuntos Estudantis, Género e Acção Social)
e outros dados de interesse para o conhecimento da evolução da
Em Moçambique, a Igualdade de Género é garantida pela formação da personalidade e aptidões do estudante;
Constituição da República de Moçambique, revista pela Lei n.º 1/2018, 10. Guardar segredo profissional relativamente aos factos de que
de 12 de Junho, no que concerne aos seus “Objectivos Fundamentais tenha conhecimento em virtude do exercício das suas funções e que não
do Estado”, onde é apresentada a defesa e a promoção dos direitos e da
se destinem a ser do conhecimento público;
igualdade dos cidadãos perante a Lei e no seu Artigo 36 (Princípio de
Igualdade de Género) preconiza-se que o homem e a mulher são iguais 11. Tratar com respeito os seus superiores hierárquicos, colegas,
perante a lei em todos os domínios da vida política, económica, social discentes e outros elementos da comunidade universitária;
e cultural. Assim, compete ao DAEGAS: 12. Ser assíduo e pontual ao serviço, dentro do horário que lhe for
1. Promover a transparência e justificação de acordo com a atribuído;
implementação de políticas que respeitem a igualdade de oportunidades 13. Colaborar na organização e realização das actividades extra-
e equilíbrio de género e critérios de procedimentos claros de admissão e curriculares de interesse para a formação do estudante;
de aconselhamento dos estudantes;
14. Contribuir com o seu exemplo e conduta para a valorização
2. Desenvolver políticas de admissão de estudantes que garantam a social da função docente;
igualdade e equidade de género no curso ou programa;
15. Aplicar a sua iniciativa criadora na melhoria das condições da
3. Criar procedimentos claros de admissão do corpo docente ao
vida e do trabalho no ISMU;
curso ou programa;
16. Não ultrapassar a natureza da sua relação profissional com os
4. Estabelecer critérios de selecção de estudantes ao curso ou
estudantes para qualquer fim;
programa, bem como participar activamente nos processos de
concessão e administração de bolsas de estudo; 17. Desempenhar com zelo os cargos para os quais tenha sido
designado, no âmbito das suas funções;
5. Construir sistemas de divulgação dos requisitos de admissão para
o curso ou programa; 18. Promover a boa imagem do ISMU.
6. Montar estrutura e medidas de apoio, de aconselhamento e
ARTIGO 69
acompanhamento dos estudantes;
7. Propor a contratação, nomeação e promoção do corpo docente, (Divisão da Administração e Finanças)
respeitando a igualdade e equidade de género na instituição; A Divisão da Administração e Finanças tem a função de zelar por
8. O DAEGAS desenvolve estudos e projectos em temáticas como tudo quanto diz respeito ao funcionamento geral da instituição, desde
violência contra a mulher, empoderamento económico da mulher, os âmbitos académico, administrativo, financeiro, recursos humanos e
práticas pedagógicas sensíveis ao género entre outras. sóciocultural.
878 II SÉRIE — NÚMERO 156

ARTIGO 70 8. Manter a condução e manutenção das instalações técnicas;


(Competências do Director da DAF) 9. Gerir e acompanhar as obras de beneficiação ou manutenção
executadas por entidades externas ao ISMU;
Compete ao Director da Divisão de Administração e Finanças:
10. Executar pequenas obras de beneficiação das instalações do
1. Dirigir os serviços, designadamente nos domínios da gestão ISMU.
administrativa, financeira e patrimonial e de recursos humanos;
2. Dirigir o pessoal não docente, distribuí-lo pelos diferentes ARTIGO 73
serviços e zelar pela sua disciplina; (Competências do Departamento do Recursos Humanos)
3. Assistir tecnicamente os órgãos de gestão do ISMU;
Compete ao Departamento dos Recursos Humanos:
4. Interagir com serviços e entidades públicas e privadas no âmbito
1. Organizar os processos relativos à constituição, modificação e
da sua competência;
extinção da relação de trabalho do pessoal docente e não docente;
5. Promover a elaboração do relatório e plano de actividades anuais
2. Instruir os processos relativos a faltas, férias e licenças disciplinares e
dos serviços administrativos e financeiros;
elaborar os respectivos mapas;
6. Exercer as demais funções que lhe sejam acometidas pelo ISMU
3. Transmitir os procedimentos administrativos inerentes à acumulação
e/ou as que forem emanadas do Vice-Director-Geral Administrativo.
de funções do pessoal docente e não docente;
ARTIGO 71 4. Transmitir os procedimentos administrativos relativos a dispensas
de serviço;
(Competências do Departamento de Contabilidade e Tesouraria)
5. Instruir os processos relativos a benefícios e protecção social do
Compete à DCT: pessoal docente e não docente e seus familiares;
1. Elaborar a proposta de orçamento, em articulação com a Divisão 6. Disseminar informação relativa a benefícios sociais, acções de
de Estudos e planificação, segundo as instruções dos respectivos órgãos formação profissional e concursos de recrutamento de pessoal, internos
competentes; e externos;
2. Elaborar a demonstração de resultados; 7. Organizar e actualizar os dados relativos ao cadastro de pessoal
3. Garantir a realização de contabilidade analítica; docente e não docente e garantir a confidencialidade dos dados pessoais
4. Controlar a execução orçamental e das receitas próprias dos registados;
centros de custo; 8. Preparar os elementos necessários ao pessoal registado e os
5. Organizar e elaborar a conta de gerência; processos relativos à realização da conta de gerência referente ao
pessoal;
6. Gerir o fundo de maneio;
9. Organizar os processos relativos à atribuição da classificação de
7. Registar o processo dos movimentos relativos a documentos de
serviço e realização das tarefas administrativas correntes respeitantes
receita e despesa;
ao pessoal;
8. Processar as operações contabilísticas relativas à execução de
10. Manter actualizado o arquivo geral do Departamento dos
projectos de investigação e desenvolvimento;
Recursos Humanos.
9. Processar as operações contabilísticas relativas à execução de
contratos de prestação de serviços; ARTIGO 74
10. Organizar a documentação e apuramento de resultados (Departamento de Marketing, Comunicação e Imagem)
susceptíveis à tributação fiscal;
Compete ao (DMCI):
11. Emitir facturas e recibos comprovativos da realização de receitas
e despesas da instituição; 1. Gerir programas comunitários de intercâmbio institucional de
docentes e discentes;
12. Manter actualizado o arquivo do Departamento;
2. Organizar eventos e apoio às iniciativas de constituição e consolidação
13. Colaborar na definição de políticas de tesouraria e respectivos
de relações com o exterior;
procedimentos.
3. Garantir o processo de actualização da página electrónica da
ARTIGO 72 instituição;
(Competências do Departamento do Património) 4. Manter actualizado o arquivo do Departamento;
5. Exercer outras funções que forem determinadas pelos órgãos
No âmbito da gestão e manutenção do património, o DP tem como
hierarquicamente superiores.
atribuições:
1. Preparar os procedimentos de aquisição de bens e serviços; ARTIGO 75
2. Organizar o cadastro de realização de inventário de bens da (Departamento de Relações Públicas e Cooperação)
instituição;
No âmbito das suas atribuições, compete ao Departamento de
3. Gerir os stocks de materiais e de equipamentos;
Relações Públicas e Cooperação:
4. Realizar tarefas correntes respeitantes ao património da
1. Assegurar o estabelecimento de acordos, convénios e protocolos de
instituição;
cooperação e parceria com instituições congéneres e com estabelecimentos
5. Manter actualizado o arquivo do Departamento do Património; de Ensino Superior, Universitários, ou com outros organismos públicos ou
6. Assegurar a manutenção das instalações físicas e mecânicas, de privados, nacionais, estrangeiros ou internacionais;
energia e hidráulicas básicas do ISMU; 2. Realizar acções e ou programas e projectos de interesse comum
7. Garantir a manutenção das condições de higiene e segurança; nos contextos académicos, científicos, técnicos e administrativos;
12 DE AGOSTO DE 2022 879

3. Utilizar simultaneamente os recursos disponíveis dentro de b) Participar no processo de elaboração de regulamentos e outras
uma perspectiva de racionalização e optimização de meios humanos normas internas;
e de equipamento nos campos de Educação, Investigação e técnico
c) Instruir e participar nos procedimentos de concursos de
administrativo;
aquisição de bens e serviços;
4. Executar a política de internacionalização;
d) Colaborar nos procedimentos de concursos de recrutamento
5. Garantir da materialização dos acordos; de pessoal;
6. Executar a política de mobilidade de docentes e de discentes e e) Instruir os procedimentos de celebração de contratos, protocolos
propor acções de implementação.
e acordos específicos com entidades externas;
SECÇÃO VI f) Manter actualizado o arquivo do GJ;
Serviços g ) Exercer outras tarefas determinadas pelos órgãos
hierarquicamente superiores;
ARTIGO 76
h) Propor mecanismos de resolução de conflitos.
(Serviços de Biblioteca e Tecnologias Educacionais)

Os Serviços de Biblioteca e Tecnologias Educacionais congregam ARTIGO 79


duas importantes áreas: a de Biblioteca e a de Tecnologias Educacionais (Secretariado-Geral)
respectivamente. No seu funcionamento, a direcção dos serviços
é garantida por um director de Serviços, pessoa de reconhecida Compete ao Secretariado-Geral:
idoneidade técnico-profissional e responsabilidade, nomeado pelo 1. Assistir e secretariar os eventos realizados pelos Conselhos
Director-Geral do Instituto Superior Mutasa.
Superior e Científico-Pedagógico;
ARTIGO 77 2. Realizar as tarefas correntes de expediente geral;
(Competências do Director) 3. Organizar e manter os arquivos gerais e específicos da instituição;
Ao Director dos Serviços de Biblioteca e Tecnologias Educacionais 4. Proceder ao registo, encaminhamento e distribuição da
compete: correspondência geral;
1. Coordenar as actividades dos serviços e assegurar o seu efectivo 5. Apoiar aos demais órgãos e serviços da instituição;
funcionamento;
6. Garantir o atendimento do público e serviços protocolares;
2. Elaborar os Planos Anuais de actividades, submeter para
7. Promover e elaborar o relatório e plano de actividades anuais da
aprovação dos órgãos competentes, e garantir a sua implemtentação;
Administração e Finanças;
3. Criar os mecanismos adequados para a existência de um acervo
bibliotecário, físico e electrónico; 8. Exercer as demais funções que lhe sejam atribuídas pelos
diferentes órgãos da instituição.
4. Propor e dispor de um quadro de pessoal bibliotecário e das
tecnologias educacionais que mantenham os serviços operacionais;
ARTIGO 80
5. Criar e executar acções de “procurement”, aquisição e registo
de obras da propriedade institucional tanto em versão física quanto (Divisão de Estudos e Planificação)
electrónica;
1. A Divisão de Estudos e Planificação é a unidade orgânica de
6. Gerir as receitas provenientes dos serviços prestados e proceder à centralização, coordenação, globalização e harmonização de todas as
entrega das mesmas na Tesouraria;
actividades de planificação e orçamentação do ISMU.
7. Estabelecer e gerir um Sistema Standard de equipamentos
2. A DEP é dirigida por um Director da Divisão de Estudos e
informáticos que tenham garantia para a sua manutenção, durabilidade
e sustentabilidade funcional; Planificação, nomeado pelo Director-Geral do ISMU, para um mandato
de quatro anos, renovável uma vez para igual período.
8. Gerir a rede informática e de comunicações tornando-as
acessíveis, fiáveis e qualitativamente operacionais para uma boa 3. A Divisão de Estudos e Planificação, realiza as suas atribuições
prestação de serviços aos utentes; tendo como base o Regulamento Específico para o efeito e o RGI do
9. Realizar o aprovisionamento de produtos e pacotes informáticos ISMU.
(Software e Hardware) e gerir os sistemas de gestão informática
actualizada, em conformidade com a evolução tecnológica dos ARTIGO 81
mercados nacionais e internacionais; (Competências da Divisão de Estudos e Planificação)
10. Avaliar o processo de integração nas práticas educacionais que
promovam o harmonioso desenvolvimento de ensino-aprendizagem; Compete à Divisão de Estudos e Planificação (DEP):

11. Realizar outras tarefas que lhe forem determinadas pelos seus 1. Sistematizar as propostas de Plano e Programas de Actividades
órgãos superiores. Anuais do ISMU;
2. Recolher dados estatísticos de todos os sectores de actividades
ARTIGO 78
e garantir o processo de estudo e análise sócio-económica, visando
(Assessoria Jurídica) avaliar a evolução e o nível de desempenho e desenvolvimento do
1. O Gabinete Jurídico é dirigido pelo Director nomeado pelo ISMU;
Director-Geral do ISMU. 3. Produzir relatórios e/ou balanços periódicos das actividades
2. Compete aos GJ: desenvolvidas pelo ISMU tendo em vista a prestação de contas aos
a) Elaborar pareceres e informações jurídicas; órgãos competentes e à Entidade Instituidora;
880 II SÉRIE — NÚMERO 156

4. Formular propostas de políticas e perspectivar estratégicas de 4. Assegurar a administração e gestão de recursos humanos,
desenvolvimento a curto, médio e longo prazos; materiais e financeiros afectos à Delegação;

5. Elaborar e controlar a execução dos programas e projectos de 5. Prestar contas periodicamente sobre as actividades desenvolvidas
desenvolvimento do ISMU a curto, médio e longo prazos; pela Delegação ao Director Geral do ISMU;
6. Desempenhar outras tarefas determinadas pelos seus superiores
6. Dirigir e controlar o processo de recolha, tratamento, análise da
hierárquicos.
informação estatística para uso interno e sua disseminação;
7. Proceder ao diagnóstico do Instituto Superior Mutasa, visando CAPÍTULO VI
avaliar a sua cobertura, a eficácia interna e externa bem como a Das Condições de Ingresso
utilização dos recursos humanos, materiais e financeiros do mesmo; ARTIGO 84
8. Dirigir a elaboração dos projectos de planos sectoriais anuais
(Cursos de Graduação)
de ensino e aprendizagem em todas as componentes do domínio do
ISMU, de acordo com indicadores e metodologias central e localmente À luz do Regulamento Pedagógico do ISMU, as condições gerais de
acesso ao ISMU são idênticas as que se aplicam nas demais Instituições
definidos e controlar a sua execução;
de Ensino Superior nacionais, públicas e privadas, sem prejuízo dos
9. Planificar os limites de contratação de novo pessoal docente e não requisitos específicos constantes da lei vigente sobre a matéria.
docente, de acordo com as exigências do sistema, e projectar planos de
continuação dos estudos na instituição; CAPÍTULO VII

10. Realizar estudos para melhor uso e reposição do equipamento Do Regime de Integração do Funcionário
existente nas unidades orgânicas em particular e no ISMU em geral; ARTIGO 85
11. Planificar a reabilitação das instalações e equipamentos da (Integração, Admissão, Deveres e Obrigações)
instituição.
1. Para além da observância do que se encontra estabelecido na
12. Criar, gerir e garantir a manutenção e desenvolvimento de um Lei n.º 23/2007, de 1 de Agosto, que aprova a Lei do Trabalho, ficam
banco de dados para o processamento de informação estatística; sujeitos a este Regulamento Geral Interno todos os funcionários do
13. Executar todas outras tarefas que lhe forem atribuídas pelos ISMU, sejam quais forem as categorias profissionais a que pertencerem.

órgãos superiores. 2. A obrigatoriedade de cumprimento destes dispositivos legais e


normativos permanece por todo o tempo de duração do contrato de
SECÇÃO VII trabalho conforme está plasmado no Regulamento de Carreiras do CTA
do ISMU.
ARTIGO 82
CAPÍTULO VIII
(Delegação)
Da Bolsa de Estudos
1. Ao abrigo do n.º 2 do artigo 2 dos Estatutos do Instituto Superior
ARTIGO 86
Mutasa, aprovados pelo Decreto n.º 38/2012, de 8 de Novembro, e
do presente Regulamento, as Delegações são unidades orgânicas que (Disposições gerais)
realizam os objectivos do Instituto Superior Mutasa - ISMU numa De harmonia com o disposto no n.º 2 do artigo 5 da Lei n.º 27/2009,
determinada zona ou região geográfica do País e organizam-se em de 29 de Setembro - Lei do Ensino Superior em Moçambique, as bolsas
Departamentos e Cursos. podem ser atribuídas a estudantes de menor rendimento económico
2. As Delegações exercem as suas actividades tendo como base o de instituições públicas e privadas de ensino superior, podendo estas
conceder bolsas a partir de fundos próprios. Com efeito, a Bolsa de
Regulamento Específico aprovado pelos órgãos competentes.
Estudos no Instituto Superior Mutasa é considerada como sendo um
3. As Delegações são dirigidas por um/a Director/a designado/a benefício de natureza económica e financeira concedida pela instituição
pelo Director-Geral do ISMU, nos termos das atribuições que lhe são ao estudante após aprovação no concurso previamente fixado, conforme
conferidas pelos Estatutos e pelo presente Regulamento. o Regulamento de Atribuição de Bolsas vigente no ISMU.

ARTIGO 83 CAPÍTULO IX

(Competências do Director da Delegação) Das Disposições Finais e Transitórias


ARTIGO 87
São competências do Director da Delegação do ISMU:
1. Representar o Director-Geral e o ISMU em geral, no exercício (Regulamentação)

das suas funções; 1. A Lei n.º 27/2007 - Lei do Ensino Superior, de 29 de Setembro,
2. Coordenar o trabalho técnico e administrativo da Delegação; no seu artigo 19, n.ºs 1, 2 e 3, estabelece princípios orientadores sobre
a elaboração, aprovação, submissão ao órgão de tutela e competente do
3. Zelar pelo cumprimento das leis, regulamentos e instruções
Governo, do Regulamento Geral Interno pelas Instituições do Ensino
referentes à organização e funcionamento das áreas de actividade da Superior em Moçambique, bem como a sua publicação no Boletim da
Delegação; República.
12 DE AGOSTO DE 2022 881

2. Assim, em consonância com o n.º 1 do presente artigo, ARTIGO 88


o Regulamento Geral Interno do ISMU é elaborado como um (Revisão, Alterações/Omissões aos Regulamentos)
instrumento fundamental de orientação geral na prossecução da sua
As alterações e/ou omissões ao presente Regulamento Geral
missão e objectivos que tem como foco o domínio das Ciências Sociais,
Interno do ISMU, bem como a todos outros regulamentos específicos
Negócios e Direito. e complementares, deverão merecer uma revisão e debate, seguida
3. Na mesma perspectiva, o ISMU poderá, nos termos do artigo 20 de aprovação pelo Conselho Científico-Pedagógico, sob proposta do
da Lei supracitada, produzir e aprovar outros regulamentos específicos Conselho de Direcção do ISMU.
e complementares ao processo de implementação das funções ARTIGO 89
acometidas a cada unidade orgânica, principalmente os regulamentos
(Dúvidas)
do Conselho Científico-Pedagógico, Pedagógico e Avaliações, e
os demais instrumentos normativos que se mostrem necessários ao As dúvidas surgidas da interpretação e aplicação do presente
Regulamento serão resolvidas por Despacho do Director-Geral do
exercício da sua actividade.
ISMU.
4. O Regulamento Geral Interno do ISMU, tanto como para os
demais regulamentos e ou políticas das unidades orgânicas, são ARTIGO 90
elaborados e aprovados para um período de vigência de quatro anos, (Entrada em Vigor)
podendo ser renovados, sempre que necessário e em conformidade com O presente Regulamento Geral Interno entra em vigor a partir da
o estágio de desenvolvimento institucional. data da sua aprovação pelo Conselho Científico-Pedagógico do ISMU.
882

ORGANOGRAMA DA DIRECÇÃO GERAL DO ISMU

Director-Geral

Gabinete do
Director-Geral
Gabinete de Garantia de Qualidade

Comissões Vice-Director-Geral Académico Directores das Unidades Orgânicas Vice-Director-Geral Administrativo

Comissões Divisão Académico- Serviços da Biblioteca e


Comissões Divisão de Divisão de
Pedagógica Tecnologias Educacionais Estudos e Serviços de
Administração e
Planificação Finanças Acessoria Jurídica

Preço — 90,00MT
Departamento de Departamento Departamento de Departamento de

IMPRENSA NACIONAL DE MOÇAMBIQUE, E.P.


Departamento Departamento Departamento Departamento de
Departamento Registo de Estágios e Saídas Assuntos
Coordenação Departamento de de de Recursos
Académico- de Marketing, Relações
Académico de Cursos Profissionais Estudantis, Género Contabilidade e
Pedagógico Tesouraria Património Humanos Comunicação e Públicas e
e Acção Social
Imagem Cooperação

Imprensa Centro de Pós- Delegação de Delegação de Centro de Ensino à


Centro de Investigação Associação de Estudantes
Académica do Graduação Manica Delegação de Chimoio Distância
Científica, Pesquisa e
Maputo
ISMU (IAI) Extensão
II SÉRIE — NÚMERO 156

Você também pode gostar