Universidade Estadual de Maringá
Cálculo
Diferencial Cálculo
e vetorial
Integral IDra. Rebecca Manesco Paixão
Maringá, 2023
Curvas definidas por equações paramétricas
Supondo que x e y sejam dadas como funções de uma terceira variável t
(denominada de parâmetro) pelas equações 𝑥 = 𝑓(𝑡) e 𝑦 = 𝑔(𝑡)
(chamadas de equações paramétricas). Então, cada valor de t determina
um ponto (𝑥, 𝑦) que pode ser marcado no plano coordenado.
Quando t varia, o ponto 𝑥, 𝑦 = 𝑓 𝑡 , 𝑔 𝑡 varia e traça a curva C, que
é chamada de curva parametrizada.
Parametrização de um segmento de reta
A parametrização de um segmento de reta dado por 𝑣Ԧ = 𝐴𝐵 =
𝐵(𝑥𝐵 , 𝑦𝐵 ) − 𝐴(𝑥𝐴 , 𝑦𝐴 ) é:
𝑥 𝑡 = 𝑥𝐴 + 𝑎. 𝑡
𝑟 𝑡 =ቊ
𝑦 𝑡 = 𝑦𝐴 + 𝑏. 𝑡
Ou ainda,
𝑟 𝑡 = 1 − 𝑡 (𝑥𝐴 , 𝑦𝐴 ) + 𝑡. (𝑥𝐵 , 𝑦𝐵 )
0≤𝑡≤1
Parametrização da circunferência
A parametrização da circunferência 𝑥 2 + 𝑦 2 = 𝑟 2 é:
𝑥 𝑡 = 𝑟. 𝑐𝑜𝑠 𝑡
𝑟 𝑡 =ቊ
𝑦 𝑡 = 𝑟. 𝑠𝑒𝑛 𝑡
0 ≤ 𝑡 ≤ 2𝜋
Integral de linha de primeira espécie
[Link]
Integral de linha de primeira espécie
Seja uma curva plana C dada pelas
equações paramétricas 𝑥 = 𝑥(𝑡), y = 𝑦(𝑡)
e 𝑎 ≤ 𝑡 ≤ 𝑏 (que é equivalente a equação
vetorial 𝑟Ԧ 𝑡 = 𝑥 𝑡 𝑖Ԧ + 𝑦(𝑡)Ԧ𝑗)
Parametrizar uma curva significa
determinar as coordenadas de cada
ponto da curva através de um
parâmetro.
Integral de linha de primeira espécie
Então, se f é definida sobre uma curva lisa
C, a integral de linha de f sobre C é dada por
𝑥 𝑓 𝐶, 𝑦 𝑑𝑆 .
Integral de linha de primeira espécie
Anteriormente, vimos que o comprimento de uma
curva C é dada por
𝑏 𝑑𝑥 2 𝑑𝑦 2
𝐿= 𝑎 + 𝑑𝑡
𝑑𝑡 𝑑𝑡
Desta forma, isto significa que
𝑥 𝑓 𝐶, 𝑦 𝑑𝑆 =
𝑏 𝑑𝑥 2 𝑑𝑦 2
𝑥(𝑓 𝑎 𝑡 , 𝑦(𝑡))
𝑑𝑡
+
𝑑𝑡
𝑑𝑡
• Em que termo 𝑑𝑠 representa uma variação bem [Link]
pequena no comprimento ao longo da curva multivariable-functions/line-integrals-for-scalar-functions-articles/a/line-integrals-
in-a-scalar-field?modal=1
Integral de linha de primeira espécie
Também é possível pensar na
parametrização da curva, da forma 𝑟Ԧ 𝑡 =
𝑓 𝑥 𝑡 , 𝑦 𝑡 . Se tomarmos o módulo da
derivada de 𝑟Ԧ 𝑡 , |𝑟′Ԧ 𝑡 |, encontraremos a
velocidade escalar; e a velocidade será a
derivada do espaço (S) pelo tempo (t), ou
seja:
′
𝑑𝑆
𝑟Ԧ 𝑡 =
𝑑𝑡
𝑑𝑆 = 𝑟Ԧ ′ 𝑡 𝑑𝑡
Isto significa que [Link]
𝑏
𝑥 𝑓 𝐶, 𝑦 𝑑𝑆 = 𝑓 𝑎 𝑟Ԧ 𝑡 𝑟Ԧ ′ 𝑡 𝑑𝑡
EXEMPLOS E
EXERCÍCIOS
Integral de linha de primeira espécie
Qualquer interpretação física da integral de linha 𝑥 𝑓 𝐶, 𝑦 𝑑𝑆 depende da
interpretação física da função 𝑓.
Supondo que 𝜌(𝑥, 𝑦) represente a densidade linear num ponto (𝑥, 𝑦) de um
arame fino com o formato da curva C, então, a massa do arame é dada por
𝑀 = න 𝜌 𝑥, 𝑦 𝑑𝑆
𝐶
EXEMPLOS E
EXERCÍCIOS
Integral de linha de primeira espécie
Se 𝐶 consistir de um número finito de curvas C1, C2, ... Cn, então, a
integral de 𝑓 ao longo de C é definida como a soma das integrais de f ao
longo de cada parte da curva:
න 𝑓 𝑥, 𝑦 𝑑𝑆 = න 𝑓 𝑥, 𝑦 𝑑𝑆 + න 𝑓 𝑥, 𝑦 𝑑𝑆 + ⋯ + න 𝑓 𝑥, 𝑦 𝑑𝑆
𝐶 𝐶1 𝐶2 𝐶𝑛
EXEMPLOS E
EXERCÍCIOS
Integral de linha de primeira espécie
É possível também calcular as integrais de linha com relação a x e y,
escrevendo tudo em termos de t: 𝑥 = 𝑥(𝑡), e 𝑦 = 𝑦(𝑡), 𝑑𝑥 = 𝑥 ′ 𝑡 𝑑𝑡 e 𝑑𝑦 =
𝑦 ′ 𝑡 𝑑𝑡:
න 𝑓 𝑥, 𝑦 𝑑𝑥 = න 𝑓 𝑥 𝑡 , 𝑦 𝑡 𝑥 ′ 𝑡 𝑑𝑡
𝐶 𝑎
𝑏
න 𝑓 𝑥, 𝑦 𝑑𝑦 = න 𝑓 𝑥 𝑡 , 𝑦 𝑡 𝑦 ′ 𝑡 𝑑𝑡
𝐶 𝑎
Também é comum integrais de linha com relação a x e a y aparecerem juntas:
න 𝑃 𝑥, 𝑦 𝑑𝑥 + න 𝑄 𝑥, 𝑦 𝑑𝑦 = න 𝑃 𝑥, 𝑦 𝑑𝑥 + 𝑄 𝑥, 𝑦 𝑑𝑦
𝐶 𝐶 𝐶
EXEMPLOS E
EXERCÍCIOS
Integral de linha de primeira espécie no espaço
Supondo C uma curva espacial dada pelas equações paramétricas 𝑥 = 𝑥(𝑡),
𝑦 = 𝑦(𝑡) e 𝑧 = 𝑧(𝑡), 𝑎 ≤ 𝑡 ≤ 𝑏 (ou por uma equação vetorial rԦ 𝑡 = 𝑥 𝑡 Ԧi +
𝑦 𝑡 Ԧj + 𝑧(𝑡)k), então, se f é uma função de três variáveis, a integral de linha é
definida como:
𝑏 2 2 2
𝑑𝑥 𝑑𝑦 𝑑𝑧
න 𝑓 𝑥, 𝑦, 𝑧 𝑑𝑆 = න 𝑓 𝑥 𝑡 , 𝑦 𝑡 , 𝑧 𝑡 + + 𝑑𝑡
𝑑𝑡 𝑑𝑡 𝑑𝑡
𝐶 𝑎
𝑏
Ou ainda, 𝑓 𝑎 𝑟Ԧ 𝑡 𝑟Ԧ ′ 𝑡 𝑑𝑡
Integral de linha de primeira espécie no espaço
Assim como para as integrais de linha no plano, também é possível calcular a
integral de linha no espaço como:
න 𝑃 𝑥, 𝑦, 𝑧 𝑑𝑥 + 𝑄 𝑥, 𝑦, 𝑧 𝑑𝑦 + 𝑅 𝑥, 𝑦, 𝑧 𝑑𝑧
𝐶
EXEMPLOS E
EXERCÍCIOS
Campo vetorial
Considerando D um conjunto no ℝ2 , um campo vetorial em ℝ2 é uma função
F que associa a cada ponto (x,y) em D um vetor bidimensional F(x,y).
• De modo geral, um campo vetorial trata-se de uma função cujo domínio é
um conjunto de pontos de ℝ2 (ou ℝ3 ) e cuja imagem é um conjunto de
vetores em 𝑉2 (ou 𝑉3 ).
Um vetor
apresenta
módulo,
direção e
sentido.
Campo vetorial
Campo vetorial
No ℝ2 , o campo vetorial é dado por:
𝐹Ԧ 𝑥, 𝑦 = 𝑃 𝑥, 𝑦 𝑖Ԧ + 𝑄(𝑥, 𝑦)Ԧ𝑗
= 𝑃 𝑥, 𝑦 , 𝑄 𝑥, 𝑦
No ℝ3 , o campo vetorial é dado por:
𝐹Ԧ 𝑥, 𝑦, 𝑧 = 𝑃 𝑥, 𝑦, 𝑧 𝑖Ԧ + 𝑄 𝑥, 𝑦, 𝑧 𝑗Ԧ + 𝑅 𝑥, 𝑦, 𝑧 𝑘
= 𝑃 𝑥, 𝑦, 𝑧 , 𝑄 𝑥, 𝑦, 𝑧 , 𝑅 𝑥, 𝑦, 𝑧
Integral de linha de segunda espécie
Imagine que você esteja caminhando
ao longo da curva C, e que a cada
passo, você calcula o produto escalar
entre os dois vetores:
• O vetor do campo 𝐹Ԧ no ponto em
que você está
• O vetor de deslocamento associado
ao próximo passo que você der ao
longo da curva
A soma dos produtos escalares resulta
na integral de linha de 𝐹Ԧ ao longo de C:
න 𝐹Ԧ ∙ 𝑑 𝑟റ
Fonte: [Link] 𝐶
Integral de linha de segunda espécie
Uma integral de linha de segunda espécie, ou integral de linha de campos
vetoriais, é aquela que, considerando o campo 𝑭 𝑥, 𝑦 = 𝑃 𝑥, 𝑦 𝒊 +
𝑄 𝑥, 𝑦 𝒋, é representada por:
𝑏
න 𝑭 ∙ 𝑑𝒓 = න 𝑭 𝒓(𝑡) ∙ 𝒓′(𝑡) 𝑑𝑡
𝐶 𝑎
Integral de linha de segunda espécie
𝑏
න 𝑭 ∙ 𝑑𝒓 = න 𝑭 𝒓(𝑡) ∙ 𝒓′(𝑡) 𝑑𝑡
𝐶 𝑎
• 𝑭 é um campo vetorial, que associa cada ponto no espaço a um vetor
• 𝐶 é uma curva através do espaço
• 𝒓(𝑡) é uma função vetorial que parametriza a curva 𝐶 no intervalo 𝑎 ≤
𝑡≤𝑏
• 𝒓′(𝑡) é a derivada de 𝒓 que representa o vetor velocidade de uma
partícula cuja posição é dada por 𝒓(𝑡) enquanto 𝑡 aumenta a uma taxa
constante
Integral de linha de segunda espécie
Considerando que 𝐹Ԧ 𝑥, 𝑦, 𝑧 = 𝑃 𝑥, 𝑦, 𝑧 𝑖Ԧ + 𝑄 𝑥, 𝑦, 𝑧 𝑗Ԧ + 𝑅 𝑥, 𝑦, 𝑧 𝑘 seja um
campo de força no ℝ3 , é possível calcular o trabalho exercido por essa força
ao mover uma partícula ao longo de uma curva suave C:
𝑏
𝑊 = න 𝑭 𝒓(𝑡) ∙ 𝒓′(𝑡) 𝑑𝑡
𝑎
O trabalho é a integral
com relação ao
comprimento de arco da
componente tangencial da
força.
Integral de linha de segunda espécie
Considerando que 𝐹Ԧ 𝑥, 𝑦, 𝑧 = 𝑃 𝑥, 𝑦, 𝑧 𝑖Ԧ + 𝑄 𝑥, 𝑦, 𝑧 𝑗Ԧ + 𝑅 𝑥, 𝑦, 𝑧 𝑘 seja um
campo de força no ℝ3 , é possível calcular o trabalho exercido por essa força
ao mover uma partícula ao longo de uma curva suave C:
𝑏
𝑊 = න 𝑭 𝒓(𝑡) ∙ 𝒓′(𝑡) 𝑑𝑡
𝑎
O trabalho é a integral
com relação ao
comprimento de arco da
componente tangencial da
força.
EXEMPLOS E
EXERCÍCIOS
Campo gradiente
Se f é uma função escalar de duas variáveis, seu gradiente é dado por:
∇𝑓 𝑥, 𝑦 = 𝑓𝑥 𝑥, 𝑦 𝑖Ԧ + 𝑓𝑦 (𝑥, 𝑦)Ԧ𝑗
E, é chamado de campo do vetor gradiente.
Analogamente, para uma funções escalar de três variáveis, o gradiente é um
campo vetorial dado por:
∇𝑓 𝑥, 𝑦, 𝑧 = 𝑓𝑥 𝑥, 𝑦, 𝑧 𝑖Ԧ + 𝑓𝑦 𝑥, 𝑦, 𝑧 𝑗Ԧ + 𝑓𝑧 𝑥, 𝑦, 𝑧 𝑘
Campo vetorial conservativo
Um campo vetorial 𝐹Ԧ é chamado de campo vetorial conservativo se ele é
gradiente de alguma função escalar, ou seja, se existe uma função f tal que
𝐹Ԧ = ∇𝑓. Neste caso, a função f é uma função escalar, e é chamada de função
Ԧ
potencial de 𝐹.
Teorema. Se 𝐹Ԧ 𝑥, 𝑦 = 𝑃 𝑥, 𝑦 𝑖Ԧ + 𝑄(𝑥, 𝑦)Ԧ𝑗 é um campo vetorial conservativo,
onde P e Q têm derivadas parciais de primeira ordem contínuas sobre um
𝜕𝑃 𝜕𝑄
domínio D, então em todos os pontos de D temos: = .
𝜕𝑦 𝜕𝑥
Independência do caminho
De modo geral, se 𝐹Ԧ for um campo vetorial
contínuo com domínio D, dizemos que a
integral de linha 𝐹 Ԧ ∙ 𝑑 𝑟Ԧ é independente do
𝐶
caminho se 𝐶1 𝐹Ԧ ∙ 𝑑 𝑟Ԧ = 𝐶2 𝐹Ԧ ∙ 𝑑 𝑟Ԧ para
quaisquer dois caminhos C1 e C2 em D que
tenham os mesmos pontos iniciais e finais.
Isto significa que as integrais de linha de
campos vetoriais conservativos são
independentes do caminho.
Independência do caminho
Uma curva é chamada de fechada se seu ponto terminal coincide com seu
ponto inicial, ou seja, 𝑟Ԧ 𝑏 = 𝑟Ԧ 𝑎 .
Independência do caminho
Se 𝒓𝑑 ∙ 𝑭 𝐶é independente do caminho em D e C é uma curva fechada em D,
podemos escolher quaisquer dois pontos A e B sobre C e olhar C como
composta por um caminho C1 de A a B seguido de um caminho C2 de B a A.
Desta forma:
න 𝑭 ∙ 𝑑𝒓 = න 𝑭 ∙ 𝑑𝒓 + න 𝑭 ∙ 𝑑𝒓 = න 𝑭 ∙ 𝑑𝒓 − න 𝑭 ∙ 𝑑𝒓 = 0
𝐶 𝐶1 𝐶2 𝐶1 𝐶2
Independência do caminho
Teorema. 𝒓𝑑 ∙ 𝑭 𝐶é independente do caminho em D se, e somente se,
= 𝒓𝑑 ∙ 𝑭 𝐶0 para todo caminho fechado C em D.
Isto significa que o trabalho realizado por qualquer campo de força
conservativo para mover um objeto ao redor de um caminho fechado é 0.
Teorema Fundamental para as integrais de linha
Considerando C uma curva lisa dada pela função vetorial 𝑟Ԧ 𝑡 , 𝑎 ≤ 𝑡 ≤ 𝑏. Seja f
uma função diferenciável de duas ou três variáveis cujo vetor gradiente ∇𝑓 é
contínuo em C, então:
න ∇𝑓. 𝑑 𝑟Ԧ = 𝑓 𝑟Ԧ 𝑏 − 𝑓 𝑟Ԧ 𝑎
𝑐
Em que:
• 𝑓 é uma função multivariável de valor escalar
• ∇𝑓 é o gradiente de 𝑓
Ԧ é uma função de valor vetorial que parametriza um caminho pelo
• 𝑟(t)
espaço de entrada de 𝑓
• 𝑟Ԧ 𝑎 e 𝑟Ԧ 𝑏 são os pontos finais do caminho
Teorema Fundamental para as integrais de linha
Considerando C uma curva lisa dada pela função
vetorial 𝑟Ԧ 𝑡 , 𝑎 ≤ 𝑡 ≤ 𝑏. Seja f uma função
diferenciável de duas ou três variáveis cujo vetor
gradiente ∇𝑓 é contínuo em C, então:
න ∇𝑓. 𝑑𝑟Ԧ = 𝑓 𝑟Ԧ 𝑏 − 𝑓 𝑟Ԧ 𝑎
𝑐
Isto significa que a integral de linha do gradiente
de uma função f nos dá a variação total no valor
de f do inicio ao fim da curva. Ou seja, podemos
calcular a integral de linha de um campo vetorial
conservativo (o campo vetorial gradiente da função
potencial f) sabendo apenas o valor de f nos
pontos terminais de C.
Resumindo... Campo vetorial conservativo
Um campo vetorial 𝑭 é chamado de campo vetorial conservativo se ele satisfaz
qualquer uma das três propriedades:
• 𝑭 é o gradiente de alguma função de valor escalar, ou seja, 𝑭 = 𝛻𝑓.
• As integrais de linha de 𝑭 são independentes do caminho, ou seja,
𝑓∇ 𝑐. 𝑑𝑟Ԧ = 𝑓 𝑟Ԧ 𝑏 − 𝑓 𝑟Ԧ 𝑎
• As integrais de linha de 𝑭 em circuitos fechados são sempre 0, ou seja,
= 𝒓𝑑 ∙ 𝑭 𝐶ׯ0
Um campo conservativo é um tipo de campo vetorial em que o trabalho
realizado por uma força ao mover um objeto em uma trajetória fechada é zero.
Isso significa que a energia potencial associada ao campo é conservada e
independente da trajetória que o objeto segue.
EXEMPLOS E
EXERCÍCIOS
Teorema de Green
O Teorema de Green fornece a relação entre uma integral de linha ao redor de
uma curva fechada simples C e uma integral dupla sobre a região D do plano
cercada por C.
Portanto, substitui o cálculo de uma integral de linha sobre uma curva fechada
encerrando uma região 𝐷 por uma integral dupla sobre 𝐷.
Teorema de Green
Teorema de Green: seja 𝐷 uma região plana simples conexa, cuja fronteira é
uma curva 𝐶 lisa por partes, fechada, simples e orientada no sentido anti-
horário. Se P(𝑥, 𝑦) e Q(𝑥, 𝑦) forem contínuas e tiverem derivadas parciais de
primeira ordem contínuas em algum conjunto aberto contendo 𝐷, então:
𝜕𝑄 𝜕𝑃
ර 𝑭 ⋅ 𝑑𝒓 = න 𝑃 𝑥, 𝑦 𝑑𝑥 + 𝑄 𝑥, 𝑦 𝑑𝑦 = ඵ − 𝑑𝐴
𝐶 𝜕𝑥 𝜕𝑦
𝐶 𝐷
Resumindo... Teorema de Green
• 𝑭 é um campo vetorial bidimensional;
• D é uma região no plano xy;
• A curva C deve ser fechada simples;
• C é a fronteira dessa região, orientada
positivamente;
• Todos os pontos de D devem estar no domínio de
𝑭;
• P e Q tem derivadas de primeira ordem contínuas
em todos os pontos de um conjunto aberto que
contém D.
EXEMPLOS E
EXERCÍCIOS
Área de superfície do gráfico de uma função
Para uma superfície S com equação 𝑧 = 𝑓(𝑥, 𝑦), onde (𝑥, 𝑦) está em D e f tem
derivadas parciais contínuas, tomando x e y como parâmetros, a área de
superfície é obtida fazendo
2 2
𝜕𝑧 𝜕𝑧
𝐴 𝑆 =ඵ 1+ + 𝑑𝐴
𝜕𝑥 𝜕𝑦
𝐷
Integral de superfície - gráfico de uma função
Se S é o gráfico de uma função de duas variáveis, então, ela tem uma equação
da forma 𝑧 = 𝑔(𝑥, 𝑦), e a integral de superfície é calculada fazendo:
2 2
𝜕𝑧 𝜕𝑧
ඵ 𝑓 𝑥, 𝑦, 𝑧 𝑑𝑆 = ඵ 𝑓 𝑥, 𝑦, 𝑔 𝑥, 𝑦 1+ + 𝑑𝐴
𝜕𝑥 𝜕𝑦
𝑆 𝐷
Integral de superfície
Para que serve a integral de superfície?
A integral de superfície é uma ferramenta matemática importante para o
cálculo de várias grandezas físicas que estão relacionadas a superfícies, como
a área, o fluxo de um campo vetorial através de uma superfície e o trabalho
realizado por uma força ao mover um objeto ao longo de uma superfície.
EXEMPLOS E
EXERCÍCIOS
Superfícies paramétricas
Uma superfície pode ser descrita por uma função vetorial 𝒓(𝑢, 𝑣) de dois
parâmetros u e v.
Supondo que 𝒓 𝑢, 𝑣 = x u, v 𝐢 + 𝑦 u, v 𝐣 + z u, v 𝒌 seja uma função com valor
vetorial definida sobre uma região D do plano uv. Então, x, y e z são funções de
duas variáveis u e v com domínio D.
O conjunto de todos os pontos (x,y,z) em ℝ3 tais que x = x u, v , 𝑦 = 𝑦 u, v e
z = 𝑧 u, v e (u,v) variando sobre D, é denominado superfície paramétrica S.
Superfícies paramétricas
Isto significa que a superfície S é traçada pela ponta do vetor posição 𝐫 u, v
quando u, v se move na direção D.
Área de superfície da superfície paramétrica
Se uma superfície paramétrica S traçada por uma função vetorial
𝒓 𝑢, 𝑣 = 𝑥 𝑢, 𝑣 𝒊 + 𝑦 𝑢, 𝑣 𝒋 + 𝑧 𝑢, 𝑣 𝒌
E, S é coberto uma única vez quando 𝑢, 𝑣 varre todo o domínio D dos
parâmetros, então, a área de superfície de S é:
𝐴 𝑆 = ඵ 𝒓𝑢 × 𝒓𝑣 𝑑𝐴 𝒓𝑢 × 𝒓𝑣 é o vetor
𝐷
normal (perpendicular) à
superfície
Em que:
𝜕𝑥 𝜕𝑦 𝜕𝑧
𝒓𝑢 e 𝒓𝑣 são vetores 𝒓𝑢 = 𝒊+ 𝑗+ 𝒌
𝜕𝑢 𝜕𝑢 𝜕𝑢
tangentes à superfície 𝜕𝑥 𝜕𝑦 𝜕𝑧
𝒓𝑣 = 𝒊+ 𝑗+ 𝒌
𝜕𝑣 𝜕𝑣 𝜕𝑣
Área de superfície da superfície paramétrica
Área de superfície da superfície paramétrica
𝒓𝑢 𝑒 𝒓𝑣 são os vetores tangentes.
A área do paralelogramo é 𝒓𝑢 × 𝒓𝑣 𝑑𝑢𝑑𝑉.
Integral de superfície – superfície paramétrica
Supondo que a superfície S tenha equação vetorial 𝒓 𝑢, 𝑣 = 𝑥 𝑢, 𝑣 𝒊 +
𝑥 𝑢, 𝑣 𝒋 + 𝑥 𝑢, 𝑣 𝒌, então:
ඵ 𝑓 𝑥, 𝑦, 𝑧 𝑑𝑆 = ඵ 𝑓 𝒓 𝑢, 𝑣 𝒓𝑢 × 𝒓𝑣 𝑑𝐴
𝑆 𝐷
EXEMPLOS E
EXERCÍCIOS
Superfície orientada
Seja uma superfície S que tenha um plano tangente em todos os pontos (x,y,z)
em S, então, existem dois vetores normais unitários 𝒏1 e 𝒏2 = −𝒏1
Superfície orientada
Para uma superfície fechada (uma superfície que seja fronteira de uma região
solida E) a convenção é que a orientação positiva é aquela para a qual os
vetores normais apontam para fora de E,
E, os vetores normais que apontam para dentro correspondem à orientação
negativa.
Superfície orientada
Se S for uma superfície orientada suave dada na forma parametrizada pela
equação vetorial 𝒏(𝑢, 𝑣), então, ela está associada à orientação do vetor
normal unitário:
𝒓𝑢 × 𝒓𝑣
𝒏=
𝒓𝑢 × 𝒓𝑣
Integrais de superfície de campos vetoriais (ou integral de fluxo)
Se 𝑭 for um campo vetorial continuo definido sobre uma superfície orientada S
com vetor normal unitário 𝒏, então a superficie integral de 𝐅 sobre S é
ඵ 𝑭. 𝑑𝑺 = ඵ 𝑭. 𝒏 𝑑𝑺
𝑆 𝑆
Esta integral é também chamada de fluxo de 𝐅 através de S.
Isto significa que a integral de superfície de um campo vetorial sobre S é igual à
integral de superfície de seu componente normal sobre S.
Integrais de superfície de campos vetoriais (ou integral de fluxo)
Se S é uma função vetorial dada por 𝒓(𝑢, 𝑣), então:
𝒓𝑢 × 𝒓𝑣
ඵ 𝑭. 𝒏 𝑑𝑺 = ඵ 𝑭. 𝑑𝑺
𝒓𝑢 × 𝒓𝑣
𝑆 𝑆
𝒓𝑢 × 𝒓𝑣
= ඵ 𝑭 𝒓 𝑢, 𝑣 . 𝒓𝑢 × 𝒓𝑣 𝑑𝐴
𝒓𝑢 × 𝒓𝑣
𝐷
= ඵ 𝑭 𝒓 𝑢, 𝑣 . 𝒓𝑢 × 𝒓𝑣 𝑑𝐴
𝐷
Superfície orientada
Para uma superfície 𝑧 = 𝑔(𝑥, 𝑦) a orientação da superfície é dada pelo vetor
unitário:
𝜕𝑔 𝜕𝑔
− 𝒊− 𝒋+𝒌
𝜕𝑥 𝜕𝑦
𝒏=
𝜕𝑔 2 𝜕𝑔 2
1+ +
𝜕𝑥 𝜕𝑦
Superfície orientada
Desta forma, se 𝑭 𝑥, 𝑦, 𝑧 = 𝑃 𝑥, 𝑦, 𝑧 𝒊 + 𝑄 𝑥, 𝑦, 𝑧 𝒋 + 𝑅 𝑥, 𝑦, 𝑧 𝒌, então:
ඵ 𝑭. 𝑑𝑺 = ඵ 𝑭. 𝒏 𝑑𝑺
𝑆 𝑆
𝜕𝑔 𝜕𝑔
− 𝒊− 𝒋+𝒌 𝜕𝑔
2
𝜕𝑔
2
𝜕𝑥 𝜕𝑦
= ඵ 𝑃𝒊 + 𝑄𝒊 + 𝑅𝒊 . 1+ + 𝑑𝐴
2 2 𝜕𝑥 𝜕𝑦
𝐷 𝜕𝑔 𝜕𝑔
1+ +
𝜕𝑥 𝜕𝑦
Ou simplesmente:
𝜕𝑔 𝜕𝑔
ඵ 𝑭. 𝑑𝑺 = ඵ −𝑷 −𝑸 + 𝑹 𝑑𝐴
𝜕𝑥 𝜕𝑦
𝑆 𝐷
EXEMPLOS E
EXERCÍCIOS
Rotacional
Se um objeto gira em duas
dimensões, é possível
descrever completamente a
rotação com uma constante: a
velocidade angular.
Velocidades angulares
positivas indicam rotação no
sentido anti-horário enquanto
valores negativos indicam
rotação no sentido horário.
O valor absoluto da velocidade
angular indica a velocidade de
rotação, geralmente dada em
radianos por segundo.
Rotacional
Se um fluido escoa pelo espaço tridimensional ao longo de um campo vetorial,
a rotação do fluido em cada ponto, representada por um vetor, é dada pelo
rotacional do campo vetorial original calculado naquele ponto.
Rotação com um vetor
Para um objeto que gira em três dimensões, é
preciso representar tanto a velocidade angular
quanto a direção de rotação do objeto no
espaço tridimensional.
Para fazer isso, a rotação em três dimensões
é tipicamente representada por um
único vetor. A magnitude do vetor indica a
velocidade angular, e a direção do vetor é
determinada por uma convenção chamada de
"regra da mão direita".
O vetor que representa essa rotação
tridimensional é, por definição, orientado na
direção do seu polegar.
Rotacional
Quando 𝐅 representa um campo de velocidade em mecânica dos fluidos, as
partículas perto (x,y,z) no fluido tendem a rodas em torno do eixo que aponta
na direção de rot 𝐅, e o comprimento do vetor rotacional é a medida de quão
rápido as partículas se movem em todo desse eixo.
Se rot 𝐅 = 0 no ponto P, então o fluido não gira em P e 𝐅 é chamado de
irrotacional em P.
Rotacional
Se 𝑭 = 𝑃𝒊 + 𝑄𝒋 + 𝑅𝒌 é um campo vetorial sobre ℝ3 e as derivadas parciais de
P, Q e R existem, então, o rotacional de 𝑭 é um campo vetorial sobre ℝ3
definido por:
𝜕𝑅 𝜕𝑄 𝜕𝑃 𝜕𝑅 𝜕𝑄 𝜕𝑃
𝑟𝑜𝑡 𝑭 = − 𝒊+ − 𝒋+ − 𝒌
𝜕𝑦 𝜕𝑧 𝜕𝑧 𝜕𝑥 𝜕𝑥 𝜕𝑦
Ou simplesmente:
𝒊Ԧ 𝒋Ԧ 𝒌
𝜕 𝜕 𝜕
rot𝐅 = 𝛻 × 𝑭 =
𝜕𝑥 𝜕𝑦 𝜕𝑧
𝑃 𝑄 𝑅
Rotacional
Teorema. Como um campo vetorial conservativo é tal que 𝐅 = 𝛻f, então, se 𝐅 é
conservativo, então rot𝐅 = 0.
Divergência
Pensando em um
campo vetorial que
representa o
escoamento de um
fluido, a divergência é
um operador que tem
como entrada a função
vetorial que define esse
campo e dá como saída Enquanto o fluido escoa, algumas regiões tendem a ter
uma função escalar que menor densidade de pontos, uma vez que as partículas se
mede a variação da afastam, como na seção superior central. Por outro lado,
densidade do fluido em abaixo e à esquerda dessa região, as partículas tendem a
cada ponto do campo. se aproximar umas das outras e os pontos ficam mais
densos.
Divergência negativa
Isso significa que um fluido escoando segundo o campo vetorial definido por 𝑣Ԧ
tenderia a ficar mais denso no ponto (𝑥0 , 𝑦0 ).
Divergência positiva
Isso significa que um fluido escoando segundo o campo vetorial definido por 𝑣Ԧ
tenderia se torna menos denso ao redor de(𝑥0 , 𝑦0 ).
Divergência nula
Significa que até mesmo se um fluido estiver escoando livremente,
sua densidade se mantêm constante. Isso é particularmente conveniente
quando modelamos fluidos incompressíveis, como a água.
Divergência
Quando 𝐅 representa a velocidade de um liquido (ou gás), o div 𝐅 representa a
taxa liquida de variação (com relação ao tempo) da massa do liquido (ou gás)
fluindo no ponto (x,y,z) nor unidade de volume.
Isto significa que div 𝐅 mede a tendencia do fluido diferir do ponto (x,y,z).
Se div 𝐅 = 0, 𝐅 é dito incompreensível.
Divergência
𝜕𝑃 𝜕𝑄 𝜕𝑅
Se 𝑭 = 𝑃𝒊 + 𝑄𝒋 + 𝑅𝒌 é um campo vetorial e existem , e , então, a
𝜕𝑥 𝜕𝑦 𝜕𝑥
divergência de 𝑭 é a função de três variáveis dada por:
𝜕𝑃 𝜕𝑄 𝜕𝑅
𝑑𝑖𝑣 𝑭 = + +
𝜕𝑥 𝜕𝑦 𝜕𝑧
Ou simplesmente: 𝑑𝑖𝑣 𝑭 = 𝛻 ∙ 𝑭
Forma vetorial do Teorema de Green
Na forma vetorial, o Teorema de Green por ser escrito como:
ර 𝑭 ∙ 𝑑𝒓 = ඵ 𝑟𝑜𝑡 𝑭 ∙ 𝒌 𝑑𝐴
𝐶 𝐷
Em que 𝑟𝑜𝑡 𝑭 ∙ 𝒌:
𝒊 𝒋 𝒌
𝜕 𝜕 𝜕
𝑟𝑜𝑡 𝑭 =
𝜕𝑥 𝜕𝑦 𝜕𝑧
𝑃(𝑥, 𝑦) 𝑄(𝑥, 𝑦) 0
𝜕𝑄 𝜕𝑃
= − 𝒌
𝜕𝑥 𝜕𝑦
Neste caso, a integral de linha do componente tangencial de F ao longo de C
como uma integral dupla do componente vertical de rot 𝑭 sobre a região D
delimitada por C.
Forma vetorial do Teorema de Green
Uma outra forma vetorial do Teorema de Green seria:
ර 𝑭 ∙ 𝒏 𝑑𝑠 = ඵ 𝑑𝑖𝑣 𝑭(𝑥, 𝑦)𝑑𝐴
𝐶 𝐷
Esta versão da integral de linha do componente normal de 𝑭 ao longo de C é
igual à integral dupla da divergência de 𝑭 sobre a região D delimitada por C.
EXEMPLOS E
EXERCÍCIOS
O Teorema de Stokes é a
versão 3D do Teorema de
Teorema de Stokes Green.
Considerando um campo vetorial Relaciona a integral de
tridimensional 𝑭 𝑥, 𝑦, 𝑧 superfície do rotacional de um
= 𝑃 𝑥, 𝑦, 𝑧 𝒊 + 𝑄 𝑥, 𝑦, 𝑧 𝒋 + 𝑅 𝑥, 𝑦, 𝑧 𝒌, campo vetorial à integral de
uma superfície no espaço 𝑆 linha do campo em torno da
⊂ ℝ3 e 𝒏 o vetor normal e exterior a fronteira da superfície.
superfície 𝑆, então o teorema de Stokes
pode ser escrito como
ර 𝑭 ⋅ 𝑑𝒓 = ඵ 𝛻 × 𝑭 ⋅ 𝒏 𝑑𝑆
𝐶 𝑆
Teorema de Stokes
Considerando um campo vetorial O rotacional de 𝑭 𝑥, 𝑦, 𝑧 =
tridimensional 𝑭 𝑥, 𝑦, 𝑧 (𝑃, 𝑄, 𝑅) é definido como
= 𝑃 𝑥, 𝑦, 𝑧 𝒊 + 𝑄 𝑥, 𝑦, 𝑧 𝒋 + 𝑅 𝑥, 𝑦, 𝑧 𝒌, sendo o produto vetorial
uma superfície no espaço 𝑆 simbólico entre o vetor 𝛻 e o
⊂ ℝ3 e 𝒏 o vetor normal e exterior a campo F, ou seja
superfície 𝑆, então o teorema de Stokes
pode ser escrito como 𝒊Ԧ 𝒋Ԧ 𝒌
ර 𝑭 ⋅ 𝑑𝒓 = ඵ 𝛻 × 𝑭 ⋅ 𝒏 𝑑𝑆 𝜕 𝜕 𝜕
rot𝐅 = 𝛻 × 𝑭 =
𝐶 𝑅 𝜕𝑥 𝜕𝑦 𝜕𝑧
𝑃 𝑄 𝑅
Teorema de Stokes
Considerando um campo vetorial Para encontrar o vetor
tridimensional 𝑭 𝑥, 𝑦, 𝑧 normal, basta fazer:
= 𝑃 𝑥, 𝑦, 𝑧 𝒊 + 𝑄 𝑥, 𝑦, 𝑧 𝒋 + 𝑅 𝑥, 𝑦, 𝑧 𝒌, 𝜕𝑧 𝜕𝑧
uma superfície no espaço 𝑆 𝒏 = − ,− ,1
⊂ ℝ3 e 𝒏 o vetor normal e exterior a 𝜕𝑥 𝜕𝑦
superfície 𝑆, então o teorema de Stokes
pode ser escrito como
ර 𝑭 ⋅ 𝑑𝒓 = ඵ 𝛻 × 𝑭 ⋅ 𝒏 𝑑𝑆
𝐶 𝑅
Teorema de Stokes
Considere o campo de velocidades dado por 𝑭 𝑥, 𝑦, 𝑧 = (−4𝑦, 2𝑧, 3𝑥) e
suponha que S seja a parte do paraboloide 𝑧 = 10 − 𝑥 2 − 𝑦 2 acima do plano
𝑧 = 1.
EXEMPLOS E
EXERCÍCIOS
Teorema de Gauss
Seja G um sólido cuja superfície S é orientada O Teorema da Divergência
para fora. Se de Gauss estabelece uma
𝑭 𝑥, 𝑦, 𝑧 igualdade entre uma
= 𝑓 𝑥, 𝑦, 𝑧 𝒊 + 𝑔 𝑥, 𝑦, 𝑧 𝒋 + ℎ 𝑥, 𝑦, 𝑧 𝒌 integral de superfície do
Em que f, g e h têm derivadas parciais de campo F e uma integral
primeira ordem contínuas em algum conjunto tripla do divF sobre o
aberto contendo G, e se n for o vetor normal sólido E quem tem S como
unitário para fora de S, então: bordo.
ඵ 𝑭 ∙ 𝒏 𝑑𝑆 = ම 𝑑𝑖𝑣 𝑭 𝑑𝑉
𝑆 𝐺
Teorema de Gauss
Seja G um sólido cuja superfície S é orientada Seja 𝑭 𝑥, 𝑦, 𝑧 = (𝑃, 𝑄, 𝑅)
para fora. Se um campo vetorial com
𝑭 𝑥, 𝑦, 𝑧 funções
= 𝑓 𝑥, 𝑦, 𝑧 𝒊 + 𝑔 𝑥, 𝑦, 𝑧 𝒋 + ℎ 𝑥, 𝑦, 𝑧 𝒌 componentes 𝑃, 𝑄 e 𝑅
Em que f, g e h têm derivadas parciais de tendo derivadas parciais
primeira ordem contínuas em algum conjunto de primeira ordem
aberto contendo G, e se n for o vetor normal contínuas. O divergente de
unitário para fora de S, então: F será:
𝜕𝑃 𝜕𝑄 𝜕𝑅
𝑑𝑖𝑣𝑭 = + +
ඵ 𝑭 ∙ 𝒏 𝑑𝑆 = ම 𝑑𝑖𝑣 𝑭 𝑑𝑉 𝜕𝑥 𝜕𝑦 𝜕𝑧
𝑆 𝐺