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Padrão de Inventário de Peças e Pneus

Este documento estabelece os requisitos mínimos para gerenciar peças e pneus utilizados na manutenção da frota fixa e puxada, definindo políticas de inventário, processos de compra, organização do espaço físico e segurança.

Enviado por

Joel Lopes
Direitos autorais
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Este documento estabelece os requisitos mínimos para gerenciar peças e pneus utilizados na manutenção da frota fixa e puxada, definindo políticas de inventário, processos de compra, organização do espaço físico e segurança.

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DPO - PILAR FROTA - PADRÃO - INVENTÁRIO DE PEÇAS E PNEUS

Tipo de
Corporativo
padrão:

Mundo Área Área Específica Função Específica

Sales DISTRIBUIÇÃO AS Entrega AS Analista Distribuicao AS


Campo de DISTRIBUIÇÃO ROTA Entrega Rota Coordenador Distribuicao AS
Aplicação:
Entrega Rota - FLC Coordenador Distribuicao Rota
Analista Rota
Gerente de Operacoes e Distribuicao
Gerente de Operacoes e Distribuicao AS
Supervisor Distribuicao AS
Numeração: 14156
Supervisor Distribuicao Rota
Tecnico Distribuicao AS
Estagiario Logistica
Índice
1. OBJETIVO
2. CAMPO DE APLICAÇÃO
3. DEFINIÇÃO DE INVENTÁRIO
4. IMPORTANCIA DO CONTROLE DE INVENTARIO
5. POLITICA DE INVENTÁRIO
6. PROCESSO DE COMPRAS PEÇAS
7. PROCESSO DE COMPRA DE PNEUS
8. BAIXAS DE ESTOQUE
9. ORGANIZAÇÃO DO ESPAÇO FÍSICO ( SALA DE MANUTENÇÃO)
10. RACI
11. Histórico

1. OBJETIVO

Garantir gestão de peças e pneus, visando melhor aproveitamento de tempo, agilidade nas manutenções, 5S
no ambiente da manutenção estabelecer requisitos mínimos para gerenciar as peças utilizadas para
manutenção interna da Frota Fixa da unidade desde sua compra, aplicação, estoque, identificar perdas e
padronização do processo.

2. CAMPO DE APLICAÇÃO

Destina-se a todos os CDDs ambev, na manutenção interna da frota fixa e puxada, AS, referente as peças e
pneus.
3. DEFINIÇÃO DE INVENTÁRIO

O inventário nada mais é do que a identificação, classificação e contagem dos produtos que estão no estoque.
Com o inventário você pode tomar decisões fundamentais a respeito dos produtos que estão em falta, que
estão encalhados, que estão danificados ou vencidos e ainda determinar a importância de cada tipo de
produto para o seu estoque.

4. IMPORTANCIA DO CONTROLE DE INVENTARIO

Esse ganho de eficiência tende a reduzir perdas, evitar a falta de certos itens e o gasto desnecessário com
outros e, por causa desse melhor aproveitamento de recursos, melhorar a lucratividade do negócio.

Dessa forma, já que manter um inventário atualizado traz a possibilidade de identificar problemas que de outra
forma não seriam percebidos, o que contribui, no longo prazo, para a precaução com relação a tais problemas,
é necessário executar o processo com excelência, de maneira que os dados gerados sejam confiáveis e
tenham a menor margem de erro possível.

5. POLITICA DE INVENTÁRIO

Estoque deverá ser contado duas vezes ao mês, conforme cronograma, sendo executadas as cegas, usando
como base a planilha do sistema. A contagem será realizada pelo Assistente de Frota juntamente com o
mecânico e será validada pelo Supervisor de Frota, qualquer ajuste referente a diferenças deverá ser
repassado para a matriz que será responsável pelo ajuste no sistema.

O mesmo processo fica estipulado para a contagem do estoque de Pneus.


6. PROCESSO DE COMPRAS PEÇAS

Após a contagem de Estoque, e conferencia física X Sistema deve-se iniciar o processo de compra.

Utilizando-se como base a planilha de estoque dos meses anteriores e na contagem de estoque para peças
com maior rotatividade, junto as analises de checklist, blitz e conferente, as peças deverão ser adquiridas.

Para o processo ser eficaz é necessário que no ato da compra a Nota já venha com os produtos para dar
entrada no sistema, enviada para contabilidade, validar e os produtos irem para o estoque do sistema, ficando
disponível para uso.

As datas abaixo ficam estipuladas como base para as compras, e poderá ser alterada de acordo com a
necessidade da filial.

7. PROCESSO DE COMPRA DE PNEUS

A compra de pneus deve-se usar como base o controle de Milimetragem e analises de laudos, que deve ser
executado mensalmente, a compra é solicitada para matriz via email, nas datas estipuladas conforme
cronograma, o pedido deve ser bem claro, contendo medida e quantidade de pneus desejados e tipo liso ou
borrachudo.

RECEBIMENTO E ACOMODAÇÕES DOS PNEUS

O recebimento dos pneus enviados pela matriz deverá ser efetuado pelo o mecânico do período. Deve-se
atentar a quantidade solicitada, medida e tipo, com o que foi enviado e o que está descrito na Nota Fiscal.

Os pneus recebidos devem ser dirigidos a borracharia e marcado a “fogo” conforme numeração enviada pela
matriz, somente após esse processo ele deve ser acomodado na sala destinado ao estoque dos mesmos,
seguindo as identificações de modelo e situação dos pneus.

Pneus com rodas devem ficar na horizontal, e podem ser empilhados, pendurados pelas rodas mas não na
vertical no chão. Pneus sem rodas devem ficar em pé, sem empilhar ou suspende-los. É bom rodar a parte de
contato ao solo de tempos em tempos.
8. BAIXAS DE ESTOQUE

O Processo de baixa de estoque devera ser executado no sistema Benner, de acordo com as peças utilizadas
nos veículos.

Para o correto funcionamento do Sistema de Gestão de Estoque, as peças utilizadas pelo o mecânico
deverão ser registradas a saída do estoque – no corpo da OS. Somente com essa disciplina que podemos
rodar um sistema eficiente e com plena gestão.

Tal processo inicia-se no CheckList do motorista onde é evidenciado, problemas no caminhão, juntamente no
retorno de rota com o conferente, e nas Blitz realizadas pelo mecânico da tarde, qualquer evidencia necessária
a troca de peças deverá conter uma Ordem de serviço, que se for manual deverá ser transferida para o
sistema.

As peças utilizadas para Socorro em Rota deverão seguir o mesmo processo, e ser evidenciada no corpo do
Controle Socorro em Rota, para ser finalizada no sistema.

Toda OS aberta deverá ser validade e finalizada pelo Supervisor de Frota, que deverá confirmar a peça
utilizada.

Fica de responsabilidade da equipe Administrativa da Frota (Supervisor, analista e assistentes) o treinamento


e controle das Ordens de Serviços internas para os mecânicos, a fim de padronizar o processo.
BAIXA DE ESTOQUE PNEUS

A baixa do estoque dos pneus é baseado no controle de Milimetragem, de acordo com as informações
geradas os pneus devem ser alocados aos veículos que necessitam ter pneus substituídos.

A movimentação dever ser física e no sistema Ginfo, é importante que seja efetuada imediatamente o pneu ser
inserido no veiculo.

9. ORGANIZAÇÃO DO ESPAÇO FÍSICO ( SALA DE MANUTENÇÃO)

A Sala de manutenção deverá ser setorizada, de acordo com a necessidade da equipe de manutenção.

Todas as peças deverão estar dispostas em ordem e identificadas, conforme etiqueta padrão contendo código
do sistema e nome do produto.

As Ferramentas deverão estar a disposição dos mecânicos e em lugar seguro, as bancadas deverão estar
limpas e na iluminação.

SEGURANÇA NA SALA DE MANUTENÇÃO

Manter limpo e em bom estado o piso dos locais onde se manipulam e transportam os materiais.
o? Usar os equipamentos necessários para proteção pessoal, como luvas, ao manusear material cortante,
óculos, luvas, botas e avental para o transporte de ácidos, sapatos com bicos de aço no manejo de materiais
pesados.

Não manipular materiais se as mãos ou materiais estiverem sujos de óleo ou substâncias escorregadias.

Não levantar sozinho materiais de peso excessivo, ou além de sua capacidade. Não podendo utilizar meios
mecânicos, pedir ajuda aos companheiros de trabalho.

Evitar brincadeiras e competições para verificar quem consegue levantar maior peso.

Não carregar material em demasia, isso dificulta os passos e a visão.

10. RACI

11. Histórico
Nome do Nome do Descrição de Data de
Versão Elaborador
Responsável Aprovador Alteração Alteração

Francil Antonio de Francil Antonio de ROBERTO


0 Emissão Inicial 2016-11-11
Oliveira Baranano Oliveira Baranano MATTOS FILHO

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