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NORMA ABNT NBR


BRASILEIRA 10474
Segunda edição
05.11.2015

Válida a partir de
05.12.2015

Qualificação em soldagem — Terminologia


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Welding qualification — Terminology

ICS 01.020; 25.160 ISBN 978-85-07-05881-6

Número de referência
ABNT NBR 10474:2015
25 páginas

© ABNT 2015
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ABNT NBR 10474:2015


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reproduzida ou utilizada por qualquer meio, eletrônico ou mecânico, incluindo fotocópia e microfilme, sem permissão por
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ABNT NBR 10474:2015

Sumário Página

Prefácio................................................................................................................................................iv
1 Escopo.................................................................................................................................1
2 Termos e definições............................................................................................................1
Anexo A (normativo) Figuras................................................................................................................9

Figuras
Figura A.1 – Geometria da junta ................................................................................................................... 9
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Figura A.2 – Posição do eletrodo ou tocha......................................................................................10


Figura A.3 – Passes e camadas........................................................................................................10
Figura A.4 – Tipos de chanfro........................................................................................................... 11
Figura A.5 – Face do chanfro e face da raiz.....................................................................................12
Figura A.6 – Zonas de uma junta soldada........................................................................................12
Figura A.7 – Juntas de aresta............................................................................................................12
Figura A.8 – Juntas de topo..............................................................................................................13
Figura A.9 – Juntas de ângulo..........................................................................................................14
Figura A.10 – Juntas sobrepostas....................................................................................................15
Figura A.11 – Solda com e sem oscilação do eletrodo...................................................................16
Figura A.12 – Perna de solda............................................................................................................17
Figura A.13 – Posições de soldagem para soldas em ângulo.......................................................18
Figura A.14 – Posições de soldagem para soldas em chanfro......................................................19
Figura A.15 – Posições de soldagem para soldas de filete............................................................20
Figura A.16 ‒ Posições de soldagem para soldas em chanfro......................................................21
Figura A.17 ‒ Posições para qualificação – Soldagem de tubos...................................................22
Figura A.18 – Solda longitudinal e transversal................................................................................23
Figura A.19 ‒ Solda de tampão.........................................................................................................23
Figura A.20 ‒ Solda em cadeia..........................................................................................................23
Figura A.21 ‒ Reforço da solda.........................................................................................................24
Figura A.22 ‒ Solda em chanfro ................................................................................................................. 24
Figura A.23 ‒ Solda em escalão........................................................................................................24
Figura A.24 ‒ Solda por pontos........................................................................................................25
Figura A.25 ‒ Solda por costura.......................................................................................................25

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Prefácio

A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) é o Foro Nacional de Normalização. As Normas


Brasileiras, cujo conteúdo é de responsabilidade dos Comitês Brasileiros (ABNT/CB), dos Organismos
de Normalização Setorial (ABNT/ONS) e das Comissões de Estudo Especiais (ABNT/CEE),
são elaboradas por Comissões de Estudo (CE), formadas pelas partes interessadas no tema objeto
da normalização.

Os Documentos Técnicos ABNT são elaborados conforme as regras da Diretiva ABNT, Parte 2.
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A ABNT chama a atenção para que, apesar de ter sido solicitada manifestação sobre eventuais direitos
de patentes durante a Consulta Nacional, estes podem ocorrer e devem ser comunicados à ABNT
a qualquer momento (Lei nº 9.279, de 14 de maio de 1996).

Ressalta-se que Normas Brasileiras podem ser objeto de citação em Regulamentos Técnicos. Nestes
casos, os Órgãos responsáveis pelos Regulamentos Técnicos podem determinar outras datas para
exigência dos requisitos desta Norma, independentemente de sua data de entrada em vigor.

A ABNT NBR 10474 foi elaborada no Comitê Brasileiro de Mineração e Metalurgia (ABNT/CB-001),
pela Comissão de Estudo de Unidades de Medidas, Terminologia, Classificação e Simbologia
de Soldagem (CE-001:041.007). Esta Norma teve seu conteúdo técnico confirmado e adequado
à Diretiva ABNT, Parte 2:2011, pelo Comitê Brasileiro de Soldagem (ABNT/CB-042). O seu Projeto
de adequação circulou em Consulta Nacional conforme Edital nº 09, de 25.09.2015 a 25.10.2015.

Esta segunda edição cancela e substitui a edição anterior (ABNT NBR 10474:1988), sem mudanças
técnicas.

O Escopo em inglês desta Norma Brasileira é o seguinte:

Scope
This Standard establishes terms applied in qualification of welding operations.

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Qualificação em soldagem — Terminologia

1 Escopo
Esta Norma estabelece os termos empregados nas operações de qualificação em soldagem.

2 Termos e definições
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Para os efeitos deste documento, aplicam-se os seguintes termos e definições.

2.1
abertura da raiz
separação entre membros a serem unidos na raiz da junta (ver Figura A.1)

2.2
acopladeira
maquinário empregado geralmente nas operações de montagem de componentes a serem soldados

2.3
ângulo de arraste
ângulo de deslocamento, quando o eletrodo está apontado para a direção oposta à da progressão
da solda (ver 2.5 e Figura A.2)

2.4
ângulo de avanço
ângulo de deslocamento, quando o eletrodo está apontando para a direção de progressão da solda
(ver 2.5 e Figura A.2)

2.5 ângulo de deslocamento

2.5.1
ângulo de deslocamento para chapas
ângulo que o eletrodo faz com linha de referência perpendicular ao eixo (ver 2.3, 2.4 e Figura A.2)

2.5.2
ângulo de deslocamento para tubo
ângulo que o eletrodo faz com uma linha de referência, estendendo do centro do tubo até a poça
de fusão, no plano do eixo da solda. Este ângulo pode ser usado para definir a posição das tochas,
pistolas, varetas e feixes de alta energia

2.6 ângulo de trabalho

2.6.1
ângulo de trabalho para chapas
ângulo formado entre o eletrodo e a superfície do metal de base, no plano perpendicular ao eixo
da solda (ver Figura A.2-a) e Figura A.2-b))

2.6.2
ângulo de trabalho para tubos
ângulo formado entre o eletrodo e a linha de referência tangente do tubo, no plano comum ao eixo
da solda (ver Figura A.2-c))

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2.7
ângulo do bisel
ângulo formado entre a borda preparada do componente e um plano perpendicular à superficie deste
componente (ver Figura A.1)

2.8
ângulo do chanfro
ângulo integral entre as bordas prepadas dos componentes (ver Figura A.1)

2.9
bisel
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borda do componente a ser soldado, preparada na forma angular (ver Figura A.1)

2.10
camada
deposição de um ou mais passes consecutivos dispostos lado a lado (ver Figura A.3)

2.11
chanfro
abertura devidamente preparada, na superficie de uma peça ou entre dois componentes, para conter
a solda. Os principais tipos de chanfros são os seguintes (ver Figura A.4)

 a) chanfro em J

 b) chanfro em duplo J

 c) chanfro em U

 d) chanfro em duplo U

 e) chanfro em V

 f) chanfro em X

 g) chanfro em meio V

 h) chanfro em K

 i) chanfro reto

2.12
cobrejunta
material colocado na parte posterior da junta a ser soldada, para suportar o metal fundido, durante
a soldagem (ver Figura A.3)

2.13
ensaio
avaliação realizada em um certo material, de maneira preestabelecida, sem a utilização de dispositivos
laboratoriais específicos, podendo ser sob forma destrutiva ou não destrutiva (ver Figura A.2)

2.14
face da raiz
parte da face do chanfro adjacente à raiz da junta (ver Figura A.1)

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2.15
face de fusão
superfície do metal de base a ser fundida durante a soldagem (ver Figura A.6)

2.16
face do chanfro
superfície de um componente preparada previamente, para conter a solda (ver Figura A.5)

2.17
geometria da junta
forma e dimensões da seção tranversal de uma junta a ser soldada
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2.18
goivagem
operação pela qual se forma um bisel ou um chanfro, através da remoção de material

2.19
goivagem a arco
operação pela qual se forma um bisel ou um chanfro, através de remoção de material por arco elétrico

2.20
intensidade de corrente de soldagem
faixa de corrente elétrica aplicada durante a execução de solda

2.21
junta
região onde duas ou mais peças são unidas por soldagem, podendo ser de aresta, de topo, de ângulo
e sobreposta (ver Figuras A.7 a A.10)

2.22
junta dissimilar
junta constituída por componentes, cujas composições químicas dos metais de base diferem signifi-
cativamente entre si

2.23
linha de fusão
interface entre a zona de fusão e o metal de base (ver Figura A.6)

2.24
mata-junta
ver 2.12

2.25
metal de adição
metal a ser adicionado a uma junta para sua soldagem ou brasagem

2.26
metal de base
material a ser soldado, brasado ou cortado

2.27
metal de solda
região fundida durante a soldagem

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2.28
metal depositado
metal de adição depositado durante a operação de soldagem

2.29
operador de soldagem
pessoa capacitada a operar equipamento de soldagem automático ou mecanizado

2.30
oscilação do eletrodo
medida linear do deslocamento lateral do eletrodo, em relação ao eixo da solda (ver Figura A.11)
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2.31
passe
ver 2.33

2.32
passe de revenimento
depósito de solda, feito em condições que permitam a modificação estrutural do depósito anterior
e de sua zona afetada pelo calor

2.33
passe de solda
progressão simples de uma operação de soldagem ou revestimento. O resultado de um passe é um
cordão de solda (ver Figura A.3)

2.34
passe de solda estreito
passe realizado sem movimento oscilatório apreciável (ver Figura A.11)

2.35
passe de solda oscilante
passe realizado com oscilação tranversal (ver Figura A.11)

2.36
perna de solda
distância mínima da raiz da junta até a margem da solda em ângulo (ver Figura A.12)

2.37
polaridade
ver 2.38 e 2.39

2.38
polaridade direta
tipo de ligação para soldagem com corrente contínua, onde o eletrodo é o polo negativo e o compo-
nente e o polo positivo

2.39
polaridade inversa
tipo de ligação para soldagem com corrente contínua, onde o eletrodo é o polo positivo e o compo-
nente é o polo negativo

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2.40
pós-aquecimento
aplicação de calor da junta soldada, brasada ou cortada, imediatamente após a operação de soldagem,
de brasagem ou de corte

2.41
posição de soldagem
ângulo formado entre o eixo da solda e a horizontal (inclinação do eixo) e entre uma linha de referência
perpendicular à face da solda e uma linha preestabelecida (rotação da face) (ver Figuras A.13 e A.14)

2.42 posição horizontal


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2.42.1
posição horizontal em soldas em ângulo
posição na qual a soldagem é executada na parte superior de uma superfície aproximadamente
horizontal e contra uma superfície aproximadamente vertical. Adota-se a identificação 2F (ver
Figura A.15.b))

2.42.2
posição horizontal em soldas em chanfro
posição na qual o eixo da solda está em um plano aproximadamente horizontal e a face da solda,
em um plano aproximadamente vertical. Adota-se a identificação 2G (ver Figura A.16.b))

2.43
posição horizontal fixa
posição na qual o eixo do tubo é aproximadamente horizontal, sendo que o tubo não é girado
durante a soldagem. Adota-se a identificação 5G (ver Figura A.17-c))

2.44
posição horizontal girada
posição na qual o eixo do tubo é aproximadamente horizontal, sendo que o tubo é girado durante
a soldagem, feita na posição plana. Adota-se a identificação 1G (ver Figura A.17-a))

2.45
posição inclinada
posição na qual o eixo do tubo é aproximadamente inclinado a 45°, sendo que o tubo não é girado
durante a soldagem. Adota-se a identificação 6G ou 6GR (ver Figuras A.17-d) e A.17-e))

2.46
posição plana
posição na qual a face da solda fica em um plano aproximadamente horizontal, sendo usada para
soldar a parte superior da junta. Adotam-se as identificações 1F para soldas em ângulo e 1G para
soldas em chanfro (ver Figuras A.15-a) e A.16-a))

2.47
posição sobrecabeça
posição na qual executa-se a soldagem pelo inferior da junta (ver Figuras A.15-d) e A.16-d))

2.48
posição vertical
posição na qual o eixo da solda está em plano aproximadamente vertical. Adotam-se as identificações
3G para solda em chanfro e 3F para solda em ângulo (ver Figuras A.15-c) e A.16-c))

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2.49
pré-aquecimento
aplicação de calor ao metal- base, imediatamente antes da operação de soldagem, brasagem ou corte

2.50
progressão de soldagem
sentido em que se executa a soldagem ao longo de uma junta, quando esta junta é posicionada
na vertical, podendo ter progressão ascendente ou descendente

2.51
qualificação de soldador
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demostração da habilidade de um soldador em executar soldas, de acordo com as variáveis previa-


mente estabelecidas

2.52
reforço da solda
metal depositado em excesso, além do necessário para preencher a junta (ver Figura A.21)

2.53
revestimento
deposição de um metal de adição sobre um metal de base, para obter propriedades ou dimensões
desejadas

2.54
sequência de passes
ordem pela qual ocorrem os depósitos unitários de uma solda multipasse, em relação à seção trans-
versal da junta (ver Figura A.3)

2.55
sequência de soldagem
ordem pela qual são executadas as soldas de um equipamento

2.56
solda
união localizada de materiais através de aquecimento a temperaturas adequadas com ou sem apli-
cação de pressão, podendo-se usar material de adição, ou somente com aplicação de pressão sem
aquecimento

2.57
solda autógena
solda executada por fusão de materiais, sem participação de metal de adição

2.58
solda circunferencial
solda executada em uma junta circunferencial (ver Figura A.17)

2.59
solda descontínua
solda executada de maneira que a sua continuidade seja interrompida por espaçamentos sem solda

2.60
solda descontínua coincidente
ver 2.66

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2.61
solda descontínua intercalada
ver 2.68

2.62
solda de selagem
solda executada com a finalidade de impedir vazamentos

2.63
solda de tampão
solda executada em um furo circular ou não, localizado em uma das superficies de uma junta sobreposta
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ou em T, que une um componente a outro. As paredes do furo podem ser paralelas ou não, e o furo
pode ser parcial ou totalmente preenchido com solda (ver Figura A.19)

2.64
solda de topo
solda executada em uma junta, cuja seção transversal às superficies dos componentes a serem
soldados, está alinhada aproximadamente em um mesmo plano (ver Figura A.2-a))

2.65
solda em ângulo
solda cuja seção transversal apresenta-se aproximadamente triangular, com um ângulo geralmente
reto entre as superfícies a serem unidas (ver Figura A.2-b))

2.66
solda em cadeia
solda descontínua, executada em ambos os lados de uma junta de ângulo, composta por cordões
igualmente espaçados, de modo que um trecho dos cordões se oponha ao outro (ver Figura A.20)

2.67
solda em chanfro
solda executada em uma junta, com bisel previamente preparado (ver Figura A.22)

2.68
solda em escalão
solda descontínua, executada em junta de ângulo, geralmente em T, composta por cordões igualmente
espaçados, de modo que um trecho dos cordões, se oponha a uma parte não soldada (ver Figura A.23)

2.69
solda heterogênea
solda executada de modo que a composição química do metal de solda seja significativamente dife-
rente da composição do metal de base

2.70
solda homogênea
solda executada de modo que a composição química do metal de solda seja próxima à do metal
de base

2.71
solda longitudinal
solda paralela ao eixo de um tubo ou no sentido do comprimento de determinada peça (ver
Figura A.18)

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2.72
solda por costura
solda executada entre ou sobre superficies sobrepostas, podendo ser constituída de um único passe
ou de uma série de pontos de solda (ver Figura A.25)

2.73
solda por pontos
solda executada entre ou sobre componentes sobrepostos, cuja fusão ocorre entre as superfícies em
contato ou sobre a superfície externa de um dos componentes. A seção transversal da solda no plano
da junta é aproximadamente circular (ver Figura A.24)
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2.74
solda transversal
solda perpendicular ao sentido do comprimento de uma peça. No caso de tubos, denomina-se solda
circunferencial (ver Figura A.18)

2.75
soldador
pessoa que executa uma operação de soldagem manual ou semiautomática

2.76
soldagem
método utilizado para unir materiais por meio de solda

2.77
soldagem automática
soldagem feita com equipamento que executa a operação de soldagem, com ajuste dos controles feito
por um operador de soldagem. O equipamento pode ou não posicionar a peça

2.78
soldagem manual
operação realizada por equipamento de soldagem, sendo que toda a sua sequência é executada
e controlada manualmente

2.79
soldagem semiautomática
operação realizada por equipamento de soldagem que controla somente a alimentação do metal
de adição. A progressão da solda é controlada manualmente

2.80
velocidade de soldagem
velocidade com a qual a solda progride

2.81
zona afetada pelo calor
região do metal de base que não foi fundida durante a soldagem, mas cujas microestruturas
e propriedades mecânicas foram alteradas devido ao calor da soldagem (ver Figura A.6)

2.82
zona de fusão
área fundida do metal de base, determinada sobre a seção tranversal da solda (ver Figura A.6)

2.83
zona fundida
ver 2.27

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Anexo A
(normativo)

Figuras

Ângulo do chanfro
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Âng
ulo d
o bis Ângulo
el
Bisel do chanfro

Abertura Ângulo
da raiz do bisel
Raio
do chanfro

Abertura da raiz
Face da raiz
Face da raiz

Figura A.1 – Geometria da junta

(Ângulo de
(Ângulo de deslocamento) Ângulo de
deslocamento) Ângulo de trabalho
Ângulo de arraste
avanço

lda
od a so
gressã
Pro
Eixo
da
a
sold

a) Chapa em topo

Figura A.2 (continua)

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Ângulo de
deslocamento

Ângulo de
trabalho

da
sol
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a
ã od
gress
Eixo Pro
da
solda

b) Chapa pependicular
(Ângulo de
(Ângulo de Ângulo de deslocamento)
deslocamento) arraste
Ângulo de Ângulo de
avanço trabalho

Linha de tangência

Progressão
da solda

Linha de
centro
do tubo

c) Rolo
Figura A.2 – Posição do eletrodo ou tocha

Passes de solda Passes de solda


29 28 27 26 8
22 23 24 25 7
21 20 19 18 6
14 15 16 17 5
13 12 11 4
8 10 9
3
6 7 5 2
4 3 1
2 1

Cobrejunta Camadas
Camadas

Figura A.3 – Passes e camadas

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a) Chanfro em J b) Chanfro em duplo J


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c) Chanfro em U d) Chanfro em duplo U

e) Chanfro em V f) Chanfro em X

g) Chanfro em meio V h) Chanfro em K

i) Chanfro reto

Figura A.4 – Tipos de chanfro

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Face do chanfro
S
Face da raiz e face do chanfro
S Face do chanfro
S
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Figura A.5 – Face do chanfro e face da raiz

2 1 3 4

6 5

Legenda

1+2 metal de solda


2 zona de fusão
3 zona afetada pelo calor
4 metal de base
5 face de fusão
6 linha de fusão
Figura A.6 – Zonas de uma junta soldada

Figura A.7 – Juntas de aresta

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a) Com chanfro reto b) Com Chanfro em V


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c) Com chanfro em X d) Com chanfro em K

e) Com chanfro em meio V f) Com chanfro em U

g) Com chanfro em J h) Com chanfro em duplo U

i) Com chanfro em duplo J

Figura A.8 – Juntas de topo

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a) Junta de ângulo em quina

b) Junta de ângulo em L

c) Junta de ângulo em T

d) Junta de ângulo
Figura A.9 – Juntas de ângulo

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Figura A.10 – Juntas sobrepostas

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odo
do eletr
ento
ocam
Desl
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a) Passe estreito

Oscilação do eletrodo

rodo
to do elet
c amen
Deslo

b) Passe oscilante

Figura A.11 – Solda com e sem oscilação do eletrodo

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Perna

Perna
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Perna

Perna

Figura A.12 – Perna de solda

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90°
80°
E
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C
E
125° D 0°
D
360°
235°

0° C360° Plano
150° A vertical
210°
125° B
15° B 235°
P

AEB C
0° 360°
Plano horizontal

Tabulações das posições de solda


Diagrama de Inclinação do Rotação de face,
Posição
referência eixo, graus graus
Plana A 0 a 15 -150 a 210
125 a 150
Horizontal B 0 a 15
210 a 235
0 a 125
Sobrecabeça C 0 a 75
235 a 360
D 15 a 75 125 a 235
Vertical
E 75 a 90 0 a 360

O plano horinzontal de referência é tomado de forma a estar sempre abaixo da solda considerada.
A inclinação do eixo é medida a partir do plano horizontal de referência em direção ao plano vertical.

O ângulo de rotação da face é medido a partir de uma linha perpendicular ao eixo da solda e situada
no mesmo plano vertical que contém este eixo. A posição de referência (0°) de rotação da face aponta,
invariavelmente, na direção oposta àquela na qual o ângulo do eixo aumenta. O ângulo de rotação
da face da solda é medido no sentido horário, a partir desta posição de referência (0°), quando
observando o ponto P.

Figura A.13 – Posições de soldagem para soldas em ângulo

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90°
75°
Limites do
eixo para E
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E
C

D
ara


ara
D
op

360°
op
eix

eix

235°
do

Plano vertical
do
ites

ites

28
0° C
150
Lim


360°
Lim

A
°

80° 210°
B

15°
B

P
280°
AeB

C
0° 360°

ntal
0° horizo
Plano

Tabulações das posições de solda


Diagrama de Inclinação do Rotação de face,
Posição
referência eixo, graus graus
Plana A 0 a 15 150 a 210
80 a 150
Horizontal B 0 a 15
210 a 280
0 a 80
Sobrecabeça C 0 a 75
280 a 360
D 15 a 75 80 a 280
Vertical
E 75 a 90 0 a 360

O plano horizontal de referência é tomado de forma a estar sempre abaixo da solda considerada.
A inclinação do eixo é medida a partir do plano horizontal de referência em direção ao plano vertical.
O ângulo de rotação da face é medido a partir de uma linha perpendicular ao eixo da solda e situada
no mesmo plano vertical que contém este eixo. A posição de referência (0°) de rotação da face aponta,
invariavelmente, na direção oposta àquela na qual o ângulo do eixo aumenta. O ângulo de rotação da
face da solda é medido no sentido horário, a partir desta posição de referência (0°), quando observado
o ponto P.
Figura A.14 – Posições de soldagem para soldas em chanfro

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Vertical
30°
lda
da so
Eixo

lda
d a so 125°
Eixo
150°

Vertical
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a) Plano – 1F b) Horizontal – 2F

Eixo da solda

Vertical

olda
da s
Eixo

125°
Vertical

c) Vertical – 3F d) Sobrecabeça – 4F

Figura A.15 – Posições de soldagem para soldas de filete

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Vertical q
30° 30°

lda 60°
da so
Eixo

olda
da s
Eixo
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Hor
izon
10° tal

a) Plana – 1G b) Horizontal – 2G

Eixo da solda
Vertical

a
a sold
Eixo d

80°

Vertical 80°

c) Vertical – 3G d) Sobrecabeça – 4G

Figura A.16 ‒ Posições de soldagem para soldas em chanfro

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15 °

15 °
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15 ° 15 °

a) Horizontal girada – 1G b) Vertical – 2G

15 °

15 ° 45 ° ± 5°

c) Horizontal fixa – 5G d) Inclinada – 6G

45 ° ± 5°

e) Inclinada com anel de restrição – 6GR

Figura A.17 ‒ Posições para qualificação – Soldagem de tubos

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Solda transversal
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Solda longitudinal

Figura A.18 – Solda longitudinal e transversal

Vista A-A
A

Figura A.19 ‒ Solda de tampão

Figura A.20 ‒ Solda em cadeia

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Reforço de solda
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Figura A.21 ‒ Reforço da solda

Figura A.22 ‒ Solda em chanfro

Figura A.23 ‒ Solda em escalão

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A Vista A-A
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Figura A.24 ‒ Solda por pontos

Figura A.25 ‒ Solda por costura

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