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SUPREMO CONSELHO DO BRASIL Fundado por Franciseo G2 Acaiaba de Montezuma
PARA O RITO ESCOCES ANTIGO E AGEITO _ Visconde de Jequitinhonha em 12 de novembro de 1832.EXPEDIENTE
O GRAAL Conselho Editorial: Impressao:
JOAO FERREIRA DURAO Grafica Santa Terezinha
Informative Cultural do Fone: (061) 336-1777
‘Supremo Conselho do RAIMUE EE MOS: hee a i eres
i CLAUDIO R. BUONO FERREIRA Fax: (061) 3
JOSE CASTELLANI regen:
5.
Soberano Grande ANTONIO CARLOS B. RAMOS 7070 exemplares:
Sheen ERAMOSPENEDO _“impade Sie Crstovio,
NEY COELHO SOARES —_ OSE RAI 114 - Rio de Janeiro - RJ
BEJAMIM A.L. COSTAJUNIOR
akg FONES: (021) 580-4647
Diretor do informativo:
CARLOS ANTONIO. LUISA. SANTOS BASTOS 589.8971 - 589-8773
PITOMBO JOSE EDMILSON A. PEIXOTO
(Jomalistas Responsaveis) FAX: (021) 589-4022F ———E
“gina 1 - ANO 1 - 1 ® Qe \ dezembro - 1998
Oditorial.
© Supremo Conselho do Brasil para o Rito Escocés Antigo e Aceito, que tem sede na Cidade
do Rio de Janeiro, rege-se, doutrinariamente, com bases nas Grandes Constituiges de 1786 @ os
Regulamentos Gerais de 1762; fundamentando-se na hierarquia de 33 graus, conforme estabelece 0
seu vigente Estatuto (Decreto n° 200, de 20 de agosto de 1986). Como Oficina-Chete do Rito, a
execugao administrativa de suas disposig6es estatutarias. por outro lado, esté disciplinada no
“Regulamento Geral para os Orgaos e Corpos Subordinados”, aprovado em 20 de agosto de 1988,
‘© qual substituiu 0 antigo “Compéndio Normativo”.
A estruturacao do Supremo Conselho do Brasil para 0 Rilo Escocés Antigo ¢ Aceito; esta
alicergada nos seus Orgaos e Corpos em atividade no tertitério nacional, constituidos: Pelos Orgaos;
As Delegacias Litirgicas, Os Colégios dos Grandes Inspetores Gerais e Colégios dos Cavaleiros
Rosa-Cruzes. Pelos Corpos das Oficinas Litirgicas; Lojas de Perfeicao, Sublimes Capitulos, Conselhos
filoséficos de Kadosch © Consistérios.
As delegacias Litargicas tém atribuigdes especiais de representagao do Supremo Conselho do
Brasil para 0 Rito Escocés Antigo Aceito, na area territorial de sua jurisdicao, @ o Delegado Litargico,
deve ser um Grande Inspetor Geral, escolhido e nomeado pelo Soberano Grande Comendador; para
lum periodo administrativo de trés anos; podendo ser reconduzido. No exercicio de suas funedes, 0
Delegadbo Litirgico membro nato dos Orgaos e Corpos Filoséficas do Rito Escocés na jurisdi¢ao de
sua Delegacia, competindo-Ihe: Orientar ¢ fiscalizar Orgaos e Corpos Filoséficos, no campo litirgico
e doutrinario.
Atualmente, 0 Supremo Conselho do Brasil, tem 45 Orgéios: 33 Delegacias Litirgicas @ 12
Colégios dos Grandes Inspetores Gerais; sediados nas regiées mais desenvolvidas de cada Estado
de nossa Reptblica Federativa, em que se acham funcionando plenamente; e também com 821
Corpos Filoséficos: 852 Lojas de Perfeicéo, 311 Capitulos Rosa-Cruzes, 98 Conselhos Filoséficos de
Kadosch e 60 Consistérios de Principes do Real Segredo; totalizando mais de 27.000, Obreiros
cadastrados no Supremo Conselho do Brasil para 0 Rito Escocés Antigo e Aceito.
© SUPREMO CONSELHO DO BRASIL PARA 0 RITO ESCOCES ANTIGO E ACEITO, em
harménica unido com o GRANDE ORIENTE DO BRASIL, cujo universo de obreiros ¢ superior a 80%
de magons do RITO ESCOCES, vem cumprindo de forma inexordvel os preceitos da verdadeira
Maconaria.
Para 0 atrio do terceiro milénio, com 0 tespaldo honroso do reconhecimento formal da maioria
das instituigdes magénicas do Globo, e cada vez mais estendendo seus dominios pelas regides mais
distantes de nosso pais, por meio do trabalho digno e eficiente de seus Delegados Litirgicos &
Diretores dos Orgaos e Corpos de sua jurisdicao, nosso Supremo Conselho do Brasil para 0 Rito
Escocés Antigo ¢ Aceito, a difundir os objetivos salutares da doutrina e estudo do Rito Escocés, do
cultivo da Fratemidade, da obediéncia a lei e a praitica da Justi¢a, do amor & Patria, do labor incessante
em prol da Ordem Magénica, ¢ da permanente pregagao da esperanga de solidariedade entre os
povos de todas as partes do Mundo.
is Cita ToaINFORMACOES DO SUPREMO CONSELHO DO BRASIL:
SUPREMO CONSELHO DO BRASIL PARA O R.'. E.'. As. A...
© Supremo Conselho do Brasil para 0 Rito Escocés Antigo e Aceito é a Oficina-
Chefe do Rito, com ascendéncia litargica, administrativa e disciplinar sobre os Orgaos e
Corpos que Ihe sao subordinados.
SAO CARGOS DO SUPREMO CONSELHO DO BRASIL:
1 - Soberano Grande Comendador
2 - Lugar-Tenente Comendador
3 - Grande Chanceler
4 - Grande Ministro de Estado
5 - Grande Secretario de Administragao
6 - Grande Secretdrio de Finangas
7 - Grande Secretario de Relacdes Exteriores
8 - Grande Secretario de Cultura e Comunicagao
9 - Grande Mestre de Ceriménias
10 - Grande Hospitaleiro
11 - Grande Capitao das Guardas
12 - Grande Porta-Estandarte
13 - Grande Arquiteto
14 - Grande Cobridor
15 - Grande Mestre de Harmonia
16 - Grande Porta-Espada
17 - Grande Porta-Bandeira Nacional
18 - Grande Porta-Pavilhao do Supremo Conselho do Brasil.
‘Além dos cargos referidos, poderao ser instituidas Comissdes integradas por
Soberanos Grandes Inspetores Gerais; sendo obrigatérias as seguintes:
1) Comissao de Graus
2) Comissao de Legislagao e Justica
3) Comissao de Finangas
4) Comissao de Solidariedade e Beneficéncia
5) Comissao de Liturgia e Ritualistica.Pagina 3 - ANO 1
— 0 GR&AN | —=— ees
1
MEMBROS EFETIVOS DO SUPREMO CONSELHO DO BRASIL
PARA O RITO ESCOCES ANTIGO E ACEITO
01 - Ney Coelho Soares*
02 - Joao Ferreira Duro*
03 - José Ramos Penedo*
04 - Raimundo Ramos*
05 - Benjamim de Araujo Lopes da Costa Jinior*
06 - Arlindo de Jesus Rodrigues Pereira Alves*
07 - Cléuido Roque Buono Ferreira*
08 - José Castellani*
09 - Antonio Carlos Barbosa Ramos"
10 - Laurentino Quintéo Souza
11 - Manoel de Moura Barros
12- Ary Azevedo de Moraes
13 - Nilson dos Reis Leitao
14 - Clemildes de Oliveira Santana
15 - Moacyr José Gongalves
16 - Sylvio Cola
17 - Silvio Rubini
18 - Dimei Flagelo Sodré
19 - Euler Souza Novaes
20 - Alvaro Francisco Canastra
21 - Olavo de Oliveira
22 - Fares de Moura Silveira
23 - José Lopes Castello Branco
24.- Nivaldo Combat
25 - Bruno De Bonis
26 - Takeo Siosaki
27 - Jo&o Luiz Torres Neto
28 - Fernando Tullio Colacioppo Junior
29 - David Caparelli
os nomes seguidos de * constituem 0
Sacro Colégio.rae) CRN, sere
ADMINISTRACAO:
SACRO COLEGIO
0 Sacro Colégio ou Santo Império constitui a Administragéo do Supremo Conselho do
Brasil.
Asalividades do Supremo Conselho do Brasil e do Sacro Colégio, bem como as atribuigdes
de seus membros, sao as previstas no Estatuto no Regimento Intemo do Supremo Conselho do
Brasil
‘A Administracéio do Supremo Conselho do Brasil, denominada SACRO COLEGIO OU
SANTO IMPERIO, so exercida pelos titulares dos seguintes cargos:
Soberano Grande Comendador
NEY COELHO SOARES
Lugar-Tenente Comendador
JOAO FERREIRA DURAO
Grande Chanceler
JOSE RAMOS PENEDO
Grande Ministro de Estado
RAIMUNDO RAMOS
Grande Secretatio de Administragao
BENJAMIM DE ARAUJO LOPES DA COSTA JUNIOR:
Grande Secretario de Finangas
ARLINDO JESUS RODRIGUES PEREIRA ALVES
Grande Secretario de Relagoes Exteriores
CLAUDIO ROQUE BUONO FERREIRA
Grande Secretario de Cultura e Comunicagao
JOSE CASTELLANI
Grande Mestre de Ceriménias
ANTONIO CARLOS BARBOSA RAMOSPagina 5 - ANO 1-1
DELEGACIAS LITURGICAS DO SUPREMO CONSELHO DO BRASIL
PARA O RITO ESCOCES ANTIGO E ACEITO
UF DELEGACIAS LITURGICAS: DELEGADOS:
AC 05.1 - Acre Antonio de Souza Brito
AL 13.1 - Alagoas Porfirio Rodrigues Camara
AM | 03.1 - Amazonas Takeo Siosaki
AP | 01.2 - Amapa ‘Osmar Gongalves Castro
BA 15.1 - Bahia Abel Zacarias da Cunha
CE | 09.1 - Ceara Oziel Da Costa Albuquerque
CE 09.2 - Sobral Francisco Nazion Torquato Silva
DF 24.1 - Distrito Federal Joao de Morais Silva
ES 17.1 - Espirito Santo Sylvio Cola
GO | 25.1 - Golds Joao Luiz Torres Neto
MA | 07.1 - Maranhao José Ribamar M. Torres de Paula
MG | 16.1 - Belo Horizonte Manoel de Moura Barros
MG | 16.3 - Gov. Valadares Luiz Gonzaga Madalon
MG [16.4 - Manhagu Franklin de Souza
MG | 16.5 - Pouso Alegre Clemildes de Oliveira Sant'anna.
MG | 16.6 - Uberaba Sillas Scussel
MS | 27.1 - Campo Grande Cid Antunes da Costa
MS | 27.2 - Corumba Osman Antunes da Costa
MT | 26.1 - Mato Grosso Wilson Eustaquio Bregunci
PA 04.1 - Para Raimundo Alves Pereira
PB 11.1 - Paraiba Francisco Nunes de Almeida.
PE 12.1 _- Pernambuco Paulino Dantas
Pi_| 08.1 - Piauf ‘Antonio de Aratjo Pessoa
PR | 20.1 - Parana (S) Manoel Pedro de Araujo Santos
PR 20.2 - Parana (N) Joao Batista ira
RN 10.1 - Rio G. do Norte José Miguel Fernandes Filho
RO | 06.1 - Rondénia Raimundo Rodrigues Guimaraes
RR | 01.1 - Roraima Alquelino de Souza Cunha
RS | 221 - Porto Alegre Jorge Colombo Borges
SC_| 21.1 - Santa Catarina Sérgio Bopré
SE | 14.1 - Sergipe Adilio Aboim César
SP 19.1 - Sao Paulo Emilio Sanchez DimitroffPagina 6 - ANO 1 -
ORITO ESCOCES ANTIGO E ACEITO
RELAGAO DOS 33 GRAUS
De acordo com o Estatuto do Supremo
Conselho do Brasil para o Rito Escocés Antigo e
=
1° Grau ~ Aprendiz - Magom
2° Grau —Companheiro - Magom.
‘3° Grau — Mestre - Magom
1* Série - Graus de Perfeigao ou Inefaveis
4°Grau — Mestre Secreto
5°Grau — Mestre Perteito
6°Grau — Secretario intimo
7Grau — Preboste e Juiz
8° Grau — Intendente dos Edificios
$°Grau — Mestre Eleito dos Nove
10° Grau ~ Mestre Eleito dos Quinze
41° Grau — Sublime Cavaleiro Eleito dos Doze
ou Eleito Chefe de Tribo
12° Grau — Grao-Mestre Arquiteto
18° Grau ~ Cavaleiro do Real Arco
14° Grau — Grande Eleito ou Perteito e Sublime
Magon
2? Série ~ Graus Histéricos e Religiosos
15° Grau — Cavaleiro do Oriente
16* Grau — Principe de Jerusalém
17° Grau ~ Cavaleiro do Oriente e do Ocidente
18° Grau — Cavaleiro Rosa-Cruz ou Cavaleiro da
Aguia Branca e do Pelicano
O GRRL
‘dezembro - 1998
3? Série ~ Graus Filosdficos
19°Grau —
20°Grau —
21° Grau —
22°Grau —
23° Grau —
24° Grau —
25°Grau —
26°Grau —
27°Grau —
28°Grau —
29°Grau —
30° Grau —
Grande Pontifice ou
Sublime Escocés.
Soberano Principe da Magonaria ou
Mestre Ad Vitam,
Patriarca Noaquita ou Cavaleiro
Prussiano
Principe do Libano ou Cavaleiro do
Real Machado
Chefe do Tabemédculo
Principe do Tabernaculo
Cavaleiro da Serpente de Bronze
Principe da Mercé ou Escocés
Teinitério
Grande Comendador do Templo
Cavaleiro do Sol ou
Principe Adepto
Grande Cavaleiro Escocés de Santo
‘André ou Patriarca das Cruzadas
Cavaleiro Kadosch ou
Cavaleiro da Aguia Branca e Negra
4? Série— Graus Administrativos
312Grau —
32°Grau —
33° Grau
Grande Inspetor
Comendador
Sublime Principe do Real Segredo
Grande Inspetor Geral
InquisidorPagina 7-ANO 1-1
ALTERACA FILOSOFICOS
_
© Soberano Grande Comendador do
‘Supremo Conselho do Brasil para 0 Rito Escocés
Antigo @ Aceito, no uso de suas atribuigdes e de
acordo com a resolugéo do Supremo Conselho.
RESOLVE:
De acordo com os Decretos N° 534 © 535
Em 17 de setembro de 1998
Art. 12 - Os Artigos 68, 69 e 74 do
Regulamento Geral para os Orgaos e Corpos
‘Subordinados passam a ter a seguinte redacao:
"Art. 68 - sero conferidos pelas Oficinas
Litirgicas, com todas as formatidades do Rito, 08
seguintes graus da hierarquia escocesa: 4, 7, 9,
10, 14, 15, 16, 17, 18, 19, 22, 29, 30, 31, 32033
"Art. 69- Os Graus 5, 6, 8, 1, 12, 13, 20, 21,
23, 24, 25, 26, 27 @ 28 sao considerados
intermediérios e concedidos pelas respectivas
Oficinas, em sessao de instrugéo obrigatoria
realizada em Camara referente ao grau iniciatico
anterior”.
"Art, 74 - Para as elevagées de graus
Iniciticos serdo observados os seguintes
—0 GRE“
dezembro - 1998
INTERTISCIOS MINIMOS :
Dograu 3a0 4 — - seis meses
Dograu 4a0 7 - seis meses
Dograu 7a0 9 - seis meses
Dograu 92010 - seis meses
Dograu10a014 —- seis meses
Do grau 14015 - nove meses
Do grau15a0 16 - seis meses
Do grau 16a0 17 - seis meses
Do grau 17018 - seis meses
Dograu18a0 19 - nove meses
Dograu 19.4022 — - seis meses
Do grau 22.2029 - seis meses
Do grau 29.4030 - seis meses
Do grau 30.4031 — - doze meses
Dograu31a032 — - dozemeses
Do grau 32033 - vinte e quatro meses.
Art 2®- As normas de que trata este decreto
entrardo em vigor a partir de 2 de abril de 1989,
devendo as oficinas litirgicas tomarem as
providéncias necessarias para seu cumprimento,
As novas alteragées Regulamentares,
com a passagem dos Graus 7, |6¢17 aserem
Graus iniciéticos; visando ao obreiro mais
estudo para atentar sobre os objetivos
salutares da Doutrina do Rito EscocésAntigo
@ Aceito; mostrando um perpétuo resnancer,
que 6 a caracteristica iniciética da Ordem.Pagina 8- ANO 1-1
OG2XN—
‘dezembro - 1998
TRABALHOS:
AJOIA DO MESTRE SECRETO.
Consagrado ao siléncio do sabio e a
discrigao do bom obreito, o grau de Mestre Secreto
tem por JOIA uma CHAVE DE MARFIM, emblema
do sigilo, na extremidade da qual esta a letra "2",
inicial da palavra de passe. Este simbolo pretende
relembrar 0s propésitos e as finalidades do grau,
achando-se ainda ligado a esta JOIA extenso
simbolismo, somente descortinado 4 medida que
se estudam os varios elementos que a compéem.
Mas este simbolismo sé pode ser compreendido
recorrendo-se & CABALA. Geralmente criados e
estruturados durante 0 século XVIII por adeptos
das ciéncias ocultas em sua maioria, cabalistas
hermetistas, os graus inefaveis acham-se
totalmente impregnados de um simbolismo e de
um misticismo intimamente ligados & CABALA
Examinaremos separadamente cada um dos
elementos componentes da CHAVE DE MARFIM,
para em seguida procurarmos encontrar-Ihe uma
interpretagao adequada.
‘Na antiglidade, a CHAVE era considerada
como o simbolo do siléncio e da circunspeccao. E
@ razo por que, nos mistérios de ELEUSIS, 0
hierofante colocava sobre a lingua dos iniciados
uma CHAVE de ouro, como a lembrar-Ihes que se
apalavra é de prata, o silencio é de ouro. A propria
palavra “MISTERIO” significa algo oculto e
secreto. O professor BATEM, ao tratar dos
Iistérios eleusinos, expressa-se desta forma:
“A palavra "MYSTERIUM" devia portanto
designar, tia linguagem religiosa, alguma coisa
de .reparado, de secreto, de oculto de que nao
era licito falar. Souberam, alids, agir para
conseguir esta discricao. E bem verdade que nao
era exigido dos iniciados_nenhum juramento
particular de nao revelar nada daquilo que thes
era dado vere entender... mas punigées severas
eram decretadas contra os tagarelas; banimento,
confisco de bens, a prépria morte e a proibicao
de enterrar o delinquente em seu pais Natal’.
‘As préprias sacerdotisas de Ceres, em
Eléusis, usavam uma CHAVE como insignia de
‘Seu mistico oficio e, nos mistérios de Isis, a CHAVE
representava a abertura ou a revelagéo do
coragao e da consciéncia, no reino da morte, para
que fossem submetidos ao Juizo final. Em todos
os tempos, aliés, as chaves foram simbolo do
poder e da predominancia. O PORTA-CHAVES,
entre os Gregos, era o titulo de um cargo elevado.
Entre os Romanos, no dia do casamento, eram
entregues a noiva, as chaves da casa, indicando
assim a autoridade do mando que Ihe era
conferida; mas, por ocasiao do divércio, estas
chaves eram-Ihe retiradas como simbolo da
privagao desse direito. As CHAVES, entre os
hebreus, eram usadas no mesmo sentido. No
catolicismo, porém, as chaves s4o os atributos
do PAPADO, e Sao Pedro, considerado como 0
primeiro PAPA, e sempre representado, na
iconogratia, portando duas chaves, simbolos do
poder temporal e do poder espiritual
rey
OMARFIM 6 a substéncia que constitui a
massa do dente tanto do homem como de todos
‘0s mamiferos, sendo também, a matéria compacta
branca e dura que forma os dentes do elefante &
de certos animais como o hipopstamo e outros.
De acordo com J. Boucher, o MARFIM simboliza
a pureza, mas também o poder. Muitas vezes,
este material era empregado ao mesmo tempoPagina 9 - ANO 1 -
que 0 ouro, fazendo-se trabalhos que eram
denominados criselefantinos. Assim, 0 trono do
Rei Salomao era feito de ouro e de marfim
representava o poder material e o poder espiritual
Nos paises orientais, o MARFIM era também o
emblema da Sabedoria, pelo que Magister
escreve’
“O MARFIM 6, pois, em todas as tradigoes
orientais, um dos emblemas da propria
‘Sabedoria. Além de relacionar-se com o elefante,
considerado 0 simbolo da inteligéncia, é um dos
materiais usados de preferénoia na confegao de
reliquias € de objetos de veneragao".
ACHAVE COMO SiMBOLO MACO!
Achave tem sido sempre um dos simbolos
mais importantes da Maconaria, e desde o século
XVIII os rituais faziam alusdo a uma CHAVE
destinada a guarda os segredos da Instituigao.
Assim, no Ritual do Grau de Mestre do Rito
‘Adonhiramita, segundo a "F RANC-MACONNERIE
ADONHIRAMITE”, publicado em 1.782, existe um
dialogo em que o Mestre responde ao Veneravel,
dizendo-Ihe que oculta no coracdo, os segredos
que lhe foram confiados, guardando um uma caixa
de coral, a CHAVE DE MARFIM que a abre e
fecha. Explica um comentario que a CHAVE 6 a
lingua obediente & Razdo, que fala bem na
presenga, como na auséncia daquele de quem
fala. Em Mackey, tanto no grau de Real Arco do
Rito de York, como no de Mestre Secreto do
Rito Escocés, a CHAVE é um simbolo de segredo.
E referindo-se as Lojas Alemas, o mesmo autor
acrescenta:
“Em muttas Lojas Alemés, uma CHAVE DE
‘MARFIM faz parte da indumentaria magénica de
‘cada irméo, para lembrar-Ihe que devera encerrar
ou ccultar 0 segredos da Magonaria em seu
coragao”
= 1998
E no mesmo sentido que a CHAVE DE
MARFIM se acha ligada ao Sinal de Siléncio, no
grau de Mestre Secreto. E através do silencio,
que 0 iniciado exerce um dominio total sobra as
palavras, e desta forma, pode dedicar-se &
meditacao ea reflexdo silenciosa, que Ihe abrem
as portas do progresso. O homem, que muito fala
ndo reflete. E, por consequéncia, imprudente.
Aquele que se acostuma a meditar busca
naturalmente o siléncio e 0 isolamento. O dominio
do pensamento comega pelo dominio de si mesmo,
entao, a verdade e a virtude dificilmente
‘acompanham ao homem de muitas palavras, dai
porque devemos aprender a calar para podermos
aprender a pensar (Makey).
ALETRA
Aletra"Z”, que se encontra esorita sobre a
CHAVE DE MARFIM, éa primeira letra da Palavra
de Passe. Mas 6, sem duvida alguma, a letra
hebraica ZAIN, cuja forma é a de um MALHETE
ouade um sete e que, precisamente, tem o valor
numérico de sete. Segundo Magister, a letra ZAIN,
‘em sua forma hebraica, tem o significado de sua
primeira letra, ou seja dente, ¢ isto, diz ele
“Mostra uma curiosa analogia com o material
de que se compoe a mistica chave que permite o
ingresso ao Santudirio. E 0 proprio dente tem sido
venerado como emblema da Sabedoria.”Pagina 10 - ANO 1-1
INTERPRETACAO DA JOIA
Eee
A CHAVE DE MARFIM, se mantém como
simbolo do siléncio da circunspeceao, do poder e
da predominancia, da prudéncia e da discrigao,
‘qualidades a serem desenvolvidas ou conquistadas
pelo Mestre Secreto. Conclui-se entdo, que 0
siléncio leva & meditagao e esta a pensamentos
retos; por isto, o homem que pensa e raciocina é
prudente, discreto e circunspecto, conseguindo
assim, predominancia e poder sobre 0s seus
semelhantes, logo, pela pratica desta estrita
disciplina (Siléncio, segredo e prudéncia) entende
© Mestre Secreto, gravitar para o conhecimento,
para a Palavra Perdida. E a ligdo de Hermes ao
seu filho TAT; “O meu filho, a sabedoria ideal esta
no siléncio e a verdadeira
INTERPRETACAO DA JOIA
)O MESTRE SECRET!
ACHAVE DE MARFIM, se mantém como
‘simbolo do siléncio da circunspeceao, do poder e
da predominancia, da prudéncia e da discrigéo,
qualidades a serem desenvolvidas ou conquistadas
pelo Mestre Secreto. Conclui-se entéo, que 0
siléncio leva & meditacdo e esta a pensamentos
retos; por isto, o homem que pensa e raciocina
prudente, discreto e circunspecto, conseguindo
assim, predominancia e poder sobre os seus
semelhantes, logo, pela pratica desta estrita
disciplina (Siléncio, segredo e prudéncia) entende
0 Mestre Secreto, gravitar para o conhecimento,
para a Palavra Perdida. E a ligdo de Hermes ao
seu filho TAT, “O meu filho, a sabedoria ideal esta
nosiléncio e a verdadeira semente 6 0 verdadeiro
bem’.
O@G2X—
dezembro - 1998
Todas as iniciagdes proclamam este
preceito fundamental. O ensinamento iniciético, dé-
se € recebe-se no siléncio de todo o ser, langa os
‘seus fundamentos na meditacao, e leva os seus
frutos nas obras mais secretas do espirito
apaziguado. O Mestre Secreto aspira a elevar-se
acima da superficie da terra e a penetrarnas altas
regides do conhecimento, a procura da verdade
da Palavra Perdida. Mas choca-se a esta aparente
quadratura filoséfica pela qual a verdade absoluta
reside na nuvem do incognoscivel sobre um cume
inacessivel. O Ritual mostra-the, nao obstante, que
ele detém a CHAVE deste mistério. A CHAVE DE
MARFIM lembra que somente através da pureza
the seré possivel alcangar a Sabedoria, e por ela
© poder, néo somente sobre si mesmo, mas
também sobre os outros. Ela representa a
compreensao iluminada que o Mestre pode realizar
dentro do seu préprio coracdo, entre o Esquadro
do Juizo e 0 Compasso da Razéo, ou melhor, a
perfeita compreensao da vida. A Joia, que é a
‘CHAVE DE MARFIM com a qual se abrem a uma
de ouro e a Arca, é um simbolo evidente de
fidelidade e de prudéncia, de discrigéo © de
segredo; é além disto, emblemdtica de capacidade
de penetracao da mente que se coloca em um
ponto de vista central: no centro do circulo ou na
Camara do Meio entre 0 Esquadro e 0 Compasso,
onde constantemente pode ser encontrado tudo 0
que estiver perdido. Desta forma, se a CHAVE
DE MARFIM representa o entendimento espiritul,
© Mestre Secreto ha de conseguir, por seu
intermédio, abrir a ARCA DA ALIANGA, que é 2
ARCA REAL DA SABEDORIA.
ANTONIO CARLOS BARBOSA RAMOS
Sob.’. Gr.’ Insp.’. Geralmeer 0) GaN
7° GRAU - PREBOSTE E JUIZ
‘ou Mestre Irlandés
Preboste, vem do Latim praepositus, €
significa "preposta"; nome dado a magistrados
civis, € atualmente designado apenas 0 Juiz
Militar; 6 0 nome do Grau 7 do R.\E..A..A..
Preboste e Juiz, -¢ sinénimo de sabi
ensina quem deve por remédio as misérias,
inculcando a todos os principios que o regem,
para que saibam apreciar seus deveres e direitos,
legislando e administrando Justiga com
imparcialidade e equidade.
OEstudo deste Grau, gira em tomo da
obrigaeao de fazer Justica; & dedicado a Justica
e a Equidade; a Justica é fundada nos deveres
e nos direitos do homem.
© Grau 7 - Preboste e Juiz - Este curso
comega atualmente por uma iniciagao, consiste
de estudo da instrugao do grau, pesquisa, reflexao,
vivéncia. Termina pelo aproveitamento que a
situagao morale intelectual do Irmaio Ihe permitam,
haut
Neste grau procura incutir a idéia da
necessidade de o Magom promover uma justiga
imparcial, igual para todos; capaz de proteger as
pessoas e as propriedades, gerando a seguranca
ea paz social
Por isso, neste curso, a Magonaria,
continuando a examinar as situagbes decorrentes
do assassinato do Grao-Mestre Hiram Habib, faz
dezembro - 1998
‘© Nedfito vivenciar a personalidade de um Preboste
ou Juiz que tenha de funcionar no julgamento dos
assassinos... com 0 objetivo de fazé-lo eliminar
quaisquer possiveis resquicios de édio e vinganga
ainda existentes em sua personalidade...no sentido
de transforma-Io em um Obreiro consciente ¢ justo,
capaz de espontaneamente se interessar pela
protecdo das criaturas, das propriedades, das
instituigdes. APTO, portanto, para procurar
controlaro mal e aumentar o bem entre os homens:
POR MEIO DO AMOR E DA RAZAO !
—M "DEUTERONOMIO"
DEVERES DOS JUIZES
"Os Juizes e oficiais pords em todas as
tuas cidades que o Senhor, teu Deus, te dé,
segundo as, tuas tribos, para que julguem © povo
com justica.
Nao torcerés 0 juizo; néo farés acepcao
de pessoas, nem receberds peitas; porque apelta
cega 0s olhos dos sdbios, e perverte a causa dos
justos.
Ajustiga, somente a justiga seguirés,
para que vivas, e possuas em herangas a terra
que o Senhor, teu Deus, te dé.”gina 12 - ANO 1-1
© GaN aero 008
SOBERANOS GRANDES COMENDADORES DO
SUPREMO CONSELHO DO BRASIL PARA O
R.’. E.’. A’. A.’. DESDE SUA FUNDACAO
eeveeeene
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vase
2 -
By
3
ATE A PRESENTE DATA
Francisco Gé Acayaba de Montezuma (Fundador)
Dr. Antonio Carlos Fbbeiro de Andrade e Silva
‘José Bonifacio de Andrade e Silva
Manoel Joaquim Pereira da Silva
‘Gen. Jodo Veira de Carvalho
Marechal Luiz Aves de Lima.e Silva
Miguel Calmon Du Pin e Almeida
‘José Bento da Silva Lisboa
Dr. Joaquim Marcolino de Brito
José Maria da Silva Paranhos
Almirante Artur Silveira da Mota
Marechal Francisco José Cardoso Jtnior
Luiz Antonio Vieira da Siva
‘Joao Batista Gonealves Campos
Marechal Manoel Deodora da Fonseca
Dr. Antonio Joaquim de Macedo Soares
Gen. Quintine Antonio Ferreira de Sousa Bocaluva
Gen. Lauro Nina Sodré e Silva
Dr. Antonio Gongalves Parvira de $4 Peixoto
Gen. Francisco Glycério Cerqueira Leite
Dr. Raimundo Floresta de Miranda
Dr. Joaquim Xavier Guimaraes Natal
‘Almirante Verissmo José da Costa
Dr. Nilo Procépio Peganha
Gen. Thomaz Cavaleante de Albuquerque
Dr. Mario Marinho de Carvalo Behring
Dr. Octavio Kelly
Gon. José Maria Moreira Guimaraes
Dr. Joaquim Rodrigues Neves
Dr, José Marcello Moreira
Djalma de Souza Santos Moreira
Dr. Aviovaldo Vuleano
Dr. Moacyr Arbex Dinamarco
Cel. Ney Coelho Soares (Atual)Ramee —— () GRAV ———serenrsoios
TEMPLOS ESCOCESES
(TEMPLO NOBRE DO SUMPREMO CONSELHO DO BRASIL)
© Templo Nobre do Supreme Consetho do Brasil para 0 R..E.'A..A.'; esta omamentado
dentro do padres do Rito, é todo na cor vermelho; que é acordo Rito; tema capacidade para
mais de 500 pessoas; no fundo do Templo est o trono do Soberano Grande Comendador; e 0
Estandarte, que representa a pureza e retidéio da Doutrina Magonica; as faixas suspensas com
inscrig6es em letras douradas: "ORDO AB CHAO" (Order no Caos); e "DEUS MEUMQUE JUS"
{DEUS e meu direito); que so as divisas dos principios fundamentais da ORDEM; e neste
Templo 6 onde se realizam as Sessdes Magnas do Supremo Conselho, do Colégio © do
Consistéro.Pagina 14 - ANO 1
dezembro - 1998
Este Templo é uma
réplica do Templo
Nobre em tamanho
menor; esta localizado
no prédio do Museu
Magénico; 6 todo
ornamentado na cor
vermelha, a cor do Rito
Escocés Antigo @
Aceito; ole é composto
de 3lugares, para os
membros efetivos do
‘Supremo Conselho do
Brasil; nas suas
reunides e do Sacro
Colégio; que 6 a
Administragao do
‘Supremo Conselho do
Brasil para o RV’. E.. A.
A‘s oqualé compost
de nove Membros
Eletivos,
No Templo para as
Lojas de Perteigao do
Suprerno Consetho do Be
sil para 0 RE! A.A!
‘esté ornamentado nos
padroes do Rito; que re-
presenta 0 Templo de
Salomao; predomina a
cor verde; para as ses
ses da CAmaras nos
Graus4,7,9, 106 14, das
Lojas de. Petfeicao; 0
local, € composto de
‘duas partes; uma parte
para a reuniao plenaria,
‘onde temassento todos
0s irmaos e a outra par-
te;60 Santos dos Santos,
onde temassento 0 Pre-
sidente, dvidido pela ba-
laustrada; ea sua capa-
cidade & de aproximada-
mente cem lugares,
(0 TEMPLO
PARA AS LOJAS DE PERFEICAO)Os Templos para os
Conselno de Kadosch
ou Aredpago do
‘Supreme Consethio do
Brasil para o Rv. E
AMAL; estdo
‘omamentados dentro
dos padrdes do Rito,
predomina a cor
preta, para as
reunides das
Camaras dos Grau
19, 22, 29.6 80; tem
a disposi¢ao_de um
Consetho.
‘dezembro - 1998
© Templo para as
Lojas Capitulares do
Suptemo Conselho
do Brasil para o
RIE ALAS esta
‘omamentado dentro
dos padrées do Rito;
predomina a cor
vermetha; para
as sessées das
Camaras dos Grau
15, 16, 17€ 18, das
Lojas Capitulares;
tem sua disposigaio
de um Conselho,
para reuniéo dos
Cavaleitos,
(TEMPLO PARA OS CONSELHOS DE KADOSCH)mae OT GRE, ——secees
© Gabinte do
Soberano Grande
Comendador do
Supremo Consetho do
Brasil para o
REMALALS 6
composto de varias
pecas rarissimas;
de méveis medieval,
com mais de 175
anos, pegase moveis
de cristal; Relogio
Frangés; doados pela
Embaixada da
Franga, para o
Supremo Conselho do
Brasil
(NEY COELHO SOARES - SOB.”.GR.. COMENDADOR)‘Pagina 17 - ANO 1-1
TRABALHOS:
A JUSTIGA
Aténica do Grau 7
6 a exaltacao a Justica.
Vocabulo de raiz latina: “jus". Numa
definicao simplista, Justiga significa “dar a cada
um o que é seu”. Ou melhor, garantir 0 direito &
propriedade, sendo a propriedade um bem que
envolve tudo, inclusive, qualquer direito legitimo.
Portanto, Justiga € um complexo de regras
inesgotavel, porque envolve um grupo de
homens aprofundados no conhecimento dos
meios propicios para proteger 0 direito de outro
grupo de homens que exigem protegao.
A evolugao do Direito atingiu concepes
perfeccionistas; assim, se inicialmente 0 homem
para obter Justiga devia bater as portas dos
pretorios, hoje, essa mesma Justiga vai ao
‘encontro do homem e Ihe da protegéo; em suma
ohomem de hoje, recebe protecdo de forma direta
e indireta.
Todas as Constituigées dos paises
prevéem como sao constituidos os tribunals ¢ os
juizes; do preceito constitucional seguem as leis
substantivas e adjetivas. A finalidade de Justica
@ coordenar os esforgos, as atividades, os
desejos da comunidade, por mais diversificados
que se apresentem e distribuir direitos, poderes
eaté deveres e obrigagées entre eles; deles para
0 Estado e do Estado para eles. A finalidade sera
satisfazer as necessidades e aspiragdes dos
OIGCRAMS
dezembro - 1998
individuos; promover esforgos produtivos, visando
‘a coesao social, o ber-estar e 0 convivio pacifico.
Portanto, “certos principios”, nao poderao
ser suprimidos sob a desculpa de “evolugao",
‘independéncia” e “modernismo". O ponto
fundamental é 0 valor ético. Assim como para que
uma familia possa se manter coesa e um membro
proteger o outro, faz-se necessario o respeito, 0
amor filial, a honra, a dignidade e a retribuigao,
para que uma sociedade possa subsistir, devem
sor mantidos os valores éticos tradicionais
Os alicerces da sociedade, os grandes
pensadores e filésofos, se preocuparam com a
apresentacao de conceitos e teorias em toro da
Justiga.
Plato, em sua Republica, formulou uma
doutrina da comunidade justa fortemente imbuida
de idéias coletivas; para ele, a Justiga consiste
numa relagao harmoniosa entre as varias panes
do organismo social.
Todo cidadéo deve cumprir com 0 seu
dever no lugar que Ihe compete, realizando as
tarefas para as quais esteja melhor habilitado
pela sua indole e conhecimento,
O estado de Platdo 6 formado em classes
diversas, como as dirigentes, as auxiliares © as
produtivas: a justica platonica importa em que os
membros de cada classe devem cuidar do que he
compete, semintromissao no que diga respeito aos
membros das outras classes. Em suma, uma
perfeita ordem hierarquica, pois certos individuos
vem ao mundo com sua estrela peculiar; unsPagina 18 - ANO 1-1
ascem para governar, outros para auxiliar os que
governam, outros destinados a agricultura, a0
comeércio, ao artesanato etc.
Aquele que pretenda governar os seus
semelhantes, quando s6 ser considerado
insensato mas também injusto, portanto, os
administradores do Estado, assistidos pelos seus
auxiliares, devem estar atentos para que cada um
permanega no lugar que Ihe cabe na vida,
cumprindo assim, satisfatoriamente, com os
deveres proprios da sua posicao. Portanto, essa
divisdo faz supor que 0 individuo nao é um ser
isolado mas um membro dependente de uma
ordem geral em beneficio da coletividade a que
pertence,
Aristételes tem outro ponto de vista a
respeito da Justiga. A Justiga consiste “numa
espécie de igualdade”. Ela exige que as coisas
deste mundo sejam equilibradamente distribuidas
‘aos membros da comunidade ou Estado; quer que
© Direito defenda essa justa atribui¢ao dos bens
de quaisquer violagoes.
Tendo em vista essa duplice funedo de
Justiga, Aristételes apresenta duas formas de
Justiga: & primeira chama de Justiga distribuia, que
6 fungéio do legislador consistindo na distribuicao
de encargos, direitos, honrarias e bens entre os
membros da comunidade de conformidade com o
principio da igualdade proporcional.
‘Asmesmas coisas devem tocar a pessoas
iguais, coisas desiguais devem caber a pessoas
desiguais. “Haver a mesma igualdade entre os
quinhdes ¢ as pessoas, pois a proporgao entre os
quinhdes corresponderé a proporgao entre as
OGaA=
dezembro - 1998
pessoas, porque, nao sendo iguais, as pessoas
no tero quinhées iguais; as queixas ¢ as
disputas s6 surgem quando a pessoas iguais se
destinam quinhées desiguais ou, a pessoas
desiguais, quinhées iguais.”
(O que Aristételes propée para a medida da
igualdade 6 o do mérito e da capacidade. Se“A"é
duas vezes mais merecedor do que “8”, 0 seu
quinhao deve ser duas vezes maior. A pessoa de
mais altas virtudes civicas, que mais contribua
para.a boa existéncia social, essa deve merecer o
maior reconhecimento em matéria de recompensa
monetaria, honrarias, fungées puiblicas, etc,
A segunda espécie de Justiga para
Aristételes chama-se Justiga corretiva. Cabe &
Justiga manter a distribuigo de direitos efetuada
pelo legislador, contra os ataques ilegais
restabelecer 0 equilibrio distributive quando
perturbado. Essa funcao corretiva da Justiga &
realizada pelos juizes.
Se um membro da Comunidade usurpou
08 direitos, privilégios ou haveres de outro, a
Justiga corretiva restabelecera o que foi violado,
restituindo & vitima o que Ihe pertencia ou
determinado 0 ressarcimento dos prejulzos
sofridos.
‘Se um homem enriquecer injustamente a
custa de outro, perderé o que ganhou
indevidamente.
Segundo Aristételes, 0 principio da
igualdade operante, na Justiga corretiva difere da
que se deve obter na Justica distributiva,Pagina 19 - ANO 1-1_
‘[Link] distributiva requer uma igualdade
relativa, proporcional, geométrica, que se atém,
as naturais diferengas dos dotes mentais ¢ fisicos
das pessoas.
A igualdade defendida pela Justica
corretiva é igualdade aritmética preocupada com
o calculo das perdas sofridas e a restituigao dos
lucros ilegalmente auferidos.
Justiniano no seu “Corpus Juris Civilis”
define a Justiga do sequinte modo: “A Justiga é a
constante e perpétua vontade de dar a cada um
‘que Ihe pertence”.
Essa descri¢ao remonta a Cicero e foi
adotada em varios periodos histéricos; &
chamada de “suum cuique” (a cada um o que the
pertence).
© socidlogo e fildsofo inglés Herbert
‘Spencer diz que o valor supremo com a idéia da
Justiga nao é a igualdade, mas sim, a‘liberdade”.
Todo individuo tem o direito de colher os
beneficios resultantes da sua natureza e aptiddes.
Acada um deve ser garantido afirmar a sua
\dividualidade, adquirir bens, dedicar-se ao
negécio ou & vocagao de sua preferéncia,
locomover-se livremente @ manifestar sem
constrangimento os seus pensamento e as suas
crengas religiosas e possuir a consciénoia de que
‘outros individuos, dotados da mesma liberdade,
podem entregar-se, também, as mesmas
irrestritas e amplas atividades, sendo imperioso,
OG ey ——_
Aliberdade de cada um deve ser limitada
apenas pelas mesmas liberdades de todos. “Todo
homem tem a liberdade de fazer 0 que queira,
contando que nao viole a mesma liberdade que
tém todos os outros homens”
Ofilésofo alemao Emanuel Kant, também,
tomou aidéia de liberdade para detinir o direito e
a Justiga. Partindo da premissa de que a
liberdade era 0 tinico direito natural originario
pertencente a cada homem pela sua condigéo de
‘ser humano, descreveu 0 direito como sendo: “A
totalidade das condigées em que a vontade
arbitraria de que um pode coexistir com a vontade
arbitraria de outro sob uma lei geral de liberdade".
sociélogo norte-americano Lester Ward
define a Justica: na ‘imposicao pela sociedade
de uma igualdade artificial em condig6es sociais
que so naturalmente desiguais’.
‘A “igualdade artificial”, mediante a qual
Ward pretendia fazer desaparecerem as
incidéncias e conseqiéncias da desigualdade
natural, deveria constituir o deliberado fim de uma
politica social destinada a proporcionar ilimitada
igualdade de oportunidade para todos os
membros de uma Comunidade ou Estado.
Todo individuo, independentemente do
sexo, da raga, da nacionalidade, da classe e da
corigem social, deveria ter todas as oportunidades
de progredir na vida e de levar uma existéncia
digna.
fildsofo escocés W. R. Sorley disse ser
impossivel desenvolver qualquer doutrina da
Justiga sem se encontrar um lugar para ambas, aPagina 20 - ANO 1
“igualdade” ¢ a “liberdade”, no plano de uma
organizagao social, e sem tentar a reconciliagaio
desses dois valores humanos, eliminando o seu
caréter potencialmente antiético,
Resumindo 0 pensamento filosético em
consonancia com © pensamento magénico,
considerando que a Magonaria possui sua
filosofia prépria, verificamos que 0 conceito de
Justiga, nos tempos atuais, imana-se com o
conceit de Liberdade; portanto, Justica
Liberdade confundem-se numa idéia tnica:
Justiga sem Liberdade nao pode existir ¢
Liberdade sem Justiga, muito menos.
AA nsia de liberdade esta profundamente
arraigada em todas as criaturas, sejam humanas
ound.
(Oserhumano adulto, como disse Spencer,
“irrita-se nao s6 com as restrigoes visiveis, como
também, com as invisiveis", 0 homem goza a
liberdade de que dispée exigindo-a ampla,
itrestrita e total
© filésofo John Locke afirmou: “O fim do
direito no é abolir nem restringir, mas preservar
e ampliar a liberdade".
Jean-Jacques Rousseau disse: “O homem,
nasce livre; ¢ em toda parte vive acorrentado’,
Jesus dissera:
inde a mim que vos libertarei”.
Ha varios séculos vemos que a liberdado
no tem sido vista em todos 08 sistemas politicos
@ sociais, como sendo 0 direito a natural e
—O GRENL
‘dezembro - 1998
inaliondvel de todo ser humano. Grandes massas.
de povo foram reduzidas a escravidao na
antiguidade, mormente o povo hebreu.
A Idade Média praticou um tipo de
escravidéo amenizada e mais humana. Certas
ditaduras modemas sujeitaram seus povos a uma,
forma de liberdade restrita que, emibora nao sendo
escravidao no sentido juridico, apresentava
caracteristica de submissao,
Obispo Isidoro de Servilha proclamou no
século Vil ser a “liberdade universal de todas as
criaturas humanas um mandamento da Justiga
natural’.
‘Sao Tomas de Aquino argumentou que o
postulado de Isidoro passara por uma
transformagaio através dos tempos, e que alguma
forma de servidao se verificou ser ttl sociedade;
insistia, porém, em que aos homens e mulheres
escravizados se reconhecesse, ao menos, 0
diteito & vida, ao sustento e as relagdes familiares,
Os filésofos racionalistas exigiam sem
reservas a liberdade para todos os seres
humanos,
Amold Toynbee, o historiador inglés,
‘observou que: “O homem nao pode viver sem um
minimo de liberdade, exatamente como ndo pode
viver sem um minimo de seguranga, justiga €
alimento. Parece existir na natureza humana um
pendor irresistivel, que insiste em que se the
‘conceda uma cena dose de liberdade © que sabe
como impor a sua vontade quando contido além
dos limites suportaveis'Pagina 21 - ANO 1-1
ministro Harlan F. Stone, luminar do
judicidrio norte-americano, disse: “O homem no
vive s6 por si, nem s6 para si mesmo. Ha um
ponto, na organizagao de uma sociedade
complexa, em que 0 individualismo tem de ceder
4s regras de trafego, em que o direito de fazer 0
que se queira se curva as regras de zoneamento,
ou até mesmo, em determinadas ocasiées, as
tabelas fixadoras de pregos.
Ea eterna questdo do direito constitucional
6 justamente a de saber por onde deve passar a
linha que assinale o limite entre o campo da
liberdade e dos direitos individuais @ o da agao
governamental pelo maior bem puiblico, de
maneira a conseguir 0 menor sacrificio de
qualquer dessas conveniéncias sociais".
Assim, retirado 0 que ha de melhor no
pensamento filoséfico de ontem e atual,
chegaremos a algumas conclusdes que todos
conhecem, mas que nem sempre observam.
Tomna-se inadmissivel a liberdade de
‘expresso que importe em infundada difamagao
de qualquer pessoa.
Asatividades organizadas que tenham por
objetivo imediato uma revolucao violenta, nao
merecem protecao.
(© uso da propriedade privada de maneira
grave e injustiticadamente danosa para os demais
membros da comunidade deve ser vedado,
A liberdade de fazer negécio ou contratar
nao deve ser levada ao extremo de envolver
transagées que repugnam a moralidade publica.
O GRaNI
‘dezembro - 1998
A realizagao de negécios por meios de
praticas desonestas, assim consideradas por
‘outros comerciantes ou pela comunidade, deve ser
sujeita as resttigdes legais.
Aliberdade de manufatura deve serlimitada
pelo dever que tem o governo de zelar pela satide
da comunidade, promulgando, leis ¢
regulamentos para a produgao de alimentos
remédios.
A liberdade profissional que exige especial
habilitagdo deve ser reconhecida unicamente
queles que se tenham submetido 4 educagao
a0 treinamento profissional necessétios.
A liberdade de construir ha de estar
subordinada a cenas limitagdes ditadas pelo
interesse na seguranga e no bem-estar piblicos.
A liberdade de locomogéio tem de ser
regulamentada pelas regras de transito. A instrugao
piiblica tem de ser promovida, ainda que importe
em restrigéo da liberdade dos educandos ¢ de
seus pais. Esses conceitos se ampliam se
considerarmos os miitiplos setores da sociedade;
assim eremos a liberdade sindical, a liberdade dos
partidos, a liberdade artistica, aliberdade religiosa,
etc. etc. O comportamento livre, porém, encontra
limites, que sao as regras do jogo, como para um
motorista, a observancia das regras do trafego
resulta em sua propria protegéo. H8 porém,
individuos que no alcangam o poder da sua
liberdadejustica; como exemplo, temos, apenas
para citar, 0 habito que tém os fumantes de, sem
respeitaro direito de outrem, fumarem em recintos
fechados; os imoral istas que se desnudam em
locais puiblicos como nas praias; 0s compositoresPagina 22 - ANO 1-1
que langam no mercado cangées cuja letra atenta
‘A moral, mas que todos se obrigam esoutar porque
o veiculo, como a TV ¢ radio, atinge os lares.
Nos cinemas e teatros ou na literatura, tudo
passa a ser admissivel, pela livre expressao;
porém a nocividade é relativa, eis que ninguém &
‘compelido a assistir os espetaculos ou ler um
livro. O conceito Justica-Liberdade, sob 0 ponto
de vista magénico difere um tanto do ponto de
vista juridico-politico, pois o principal e grande
interesse mag6nico abrange uma area que 6
restrita “a coberto", hd porém, a liberdade, sem
mutilar os Rituais, de interpretagao e evolugao.
ORitual 6 0 "poder" governamental que dirige em
beneficio da “Ordem”, que representa o Estado.
E 0 Cédigo que contém as regras a serem
observadas; qualquer violacdo exige aplicagao
de remédio imediato a fim de estancar 0 abuso.
A Declarago dos Direitos Humanos
resume a politica que a assembléia das Nacdes
Unidas adotou em 10 de dezembro de 1948, cana
de inspiragdo magonica, pois os seus preceitos
esto, contidos dentro dos Rituais do Rito
Escocés Antigo Acsito. “Uma concepeao real
isto da Justiga conhecendo as imperteigdes da
natureza humana, as limitagées do saber humano
as condigdes restritas da tecnologia, do
desenvolvimento econdmico e dos recursos
naturais, deve tornar os direitos fundamentais do
individuo até certo ponto subordinados as
necessidades oriundas da interdependéncia
social e das exigéncias do estorgo humano de
cooperagao. Em outras palavras: a Justiga requer
cena acomodacdo ou sintese dos valores
comunitarios @ individuais.
O Gk;
‘dezembro - 1998
A relagio entre os direitos do individuo
‘bem piiblico na realizagao da Justica, pode ser
expressa na seguinte formula: “A Justiga exige
que a liberdade, a igualdade e outros direitos
essenciais sejam atribuidos e assegurados aos
‘seres humanos com a maior amplitude conciliével
‘como bem comurr", Na atualidade, ohomem esta
ameagado de néo ter ar puro para respirar;
alimento isento de defensivos venenosos, para
se alimentar. A Ecologia, ciéncia que surge de
um imperativo, como grito lancinante de um SOS
internacional, tem encontrado muito pouca
ressonancia; os governos, cientes do perigo,
pouco fazem para afastar o problema, porque se
envolvem, podetio econémico: esse tem
prevaléncia.
(© educador alemao Friedrich Wilhelm
Poorster, j escrevia em 1959: “Toda a gigantesca
‘empresa da tecnologia, como todas as até agora
inimaginaveis conseqiiéncias das descobertas
atémicas, requer, para 0 seu sucesso, muito mais
que um simples aparelhamento cientifico
material; essa empresa faz tremendas exigéncias
cultura social e ética da criatura humana, de
‘quem se espera harmonize as diversas fun¢des
da maquina gigantesca, impedindo-Ine o mau uso,
‘que na realidade toda a tecnologia representa uma
‘causa perdida, se ndo vier em seu socorro um
renascimento moral ¢ espiritual.
A tecnologia sem a ética seria como um ser
vivo sem alma e sem consciéncia.” O que a
Magonaria espera de seus adeptos & o manejo
dessa consciéncia; oreconhecimento da existéncia
de um Justica que respeita o direito do semethante,
motmente do irm&o.Pagina 23 - ANO 1-1
GRAUS HISTORICOS E RELIGIOSOS:
15.16.17... 18.".
Nesta 2° Série — Graus Histéricos e Religiosos;
passaram todos a serem inicidticos:
15° Grau — Cavaleiro do Oriente
16 Grau — Principe de Jerusalém
17? Grau ~ Cavaleiro do Oriente @ do Ocidente
18° Grau ~ Cavaleiro Rosa-Cruz ou Soberano
Nesta escola, o Capitulo dos Cavaleiros
Rosa-Cruz; A Maconaria examina as
conseqiéncias da destruigao do Primeiro
Templo, o Templo de Salomao, e a construgao
do Segundo Templo, 0 Tempio de Israel; os
ensinamentos morais decorrentes das
GRANDES RELIGIOES... tendo em vista a
necessidade de buscar argumentos que possam
contribuir para o aprimoramento moral dos
Magons... no sentido de desenvolver e assegurar
fidelidade as obrigagdes assumidas, bem como
aprimorar 0 seu cardter, com 0 propésito de
prevenir as decepgdes.
Esta escola oferece quatro cursos:
= curso do Cavaleiro do Oriente - Grau 15."
~ [Link] do Principe de Jerusalém - Grau 16."
= ocurso do Cavaleiro do Oriente e do Ocidente
Grau 17°
= curso do Soberano Principe Rosa-Cruz
Grau 18.°
15° GRAU - CAVALEIRO DO ORIENTE
Este curso comega por uma INICIAGAO.
Consiste de instrugao do grau, aulas e palestras
sobre a iniciagao, estudos e pesquisas, visitas,
vivéncia, reflexao. Termina por um trabalho escrito
em que o Irmao deve demonstrar qualidades de
pesquisador e conhecimentos da flosofia do grau.
Neste curso devem ser examinados
principalmente os motivos que levaram os judeus
a0 cativeiro de Babildnia... ea razao dos esforgos
O GRRL
dezembro - 1998
para alibertagao da Terra Santa, por aqueles que
conseguiram sobreviver e conservar a FE e as
\VIRTUDES recomendadas por Jeova. Assim, 0
curso se desenvolvera sobre a deportacao dos
Israelitas ¢ a sua escravidao por 70 anos, em.
BabilOnia; a permissdo para a reconstrucao do
Tempio de Jerusalém; libertacao dos ornamentos
¢ jéias do Templo; a elevagao de Zorobabel a
Cavaleiro da Ordem de Ciro; a recepoao de
Zorobabel por Ananias; a designagéo de
Zorobabel para Chefe da Nacéio Judaica; e a
construgao do Segundo Templo.
Portanto, este grauinaugura uma nova fase
do aprendizado magénico... e enseja a
oportunidade para que 0 Iniciado aproveite os
variados meios postos ao seu alcance para
melhorar os seus conhecimentos - que, se
devidamente aproveitados, olibertarao do dominio
da ignorancia - que 0 mantém esoravizado as
fraquezas humanas.
Ea razdo por que, na iniciagao neste grau,
a Maconaria faz 0 Neéfito vivenciar a
personalidade de Zorobabel, o construtor do
‘Segundo Templo, a fim de fazé-lo entender - que
somente a integral fidelidade - aos juramentos
prestados - poderé fazé-lo livrar-se do
desfalecimento - ante a iminente tarefa de
combater as suas proprias fraquezas... sobretudo
se tiver de refazer-se de desiizes praticados apos
© conhecimento da verdade ... Daf por que a
construcao do Segundo Templo de Jerusalém foi
mais dificil... pois, além do Obreiro manejar a
trolha, tinha de estar de espada na mao.
E 0 Templo de Israel jamais atingiu a
perfeicéo e beleza do Templo de Salomao!
Verificamos, deste modo, que este Grau enseja
uma magnifica ligao moral: © Magom deve vigiar
‘0s seus atos e pensamentos para conferi-los dia-
acdia... a fim de que possa melhoré-los sempre,
uma vez que livremente foi INICIADO...Pagina 24-ANO 1-1
“O LIVRO DE ESDRAS: Cap. 3; Vers. 8 a 10.
Capitulo 3 -E levantado o altar.
Versiculo 8 - Ora, no segundo ano da sua
vinda & casa de Deus em Jerusalém, no segundo
més, Zorobabel, flo de Sealtiel, e Jesud,flho de
Jozadaque, € os outros seus irmaos, os
sacerdotes e os levitas, ¢ todos os que vieram do
cativeiro para Jerusalém, deram inicio & obra @
constiuiram os levitas, da idade de vinte anos para
cima, para superintenderem a obra da casa do
Senhor.
9 - Entao se levantaram Jesud com seus
fihos e seus imaos, Cadmiel e seus flhos, os fihos
de Juda, como um s6 homem, para
superintenderem os que faziam a obra da casa
de Deus; como também os filhos de Henadade,
‘com seus filhos e seus itmaos, os levitas.
10 - Quando os edificadores langaram os
alicerces dos Templo do Senhor, os sacerdotes,
trajando suas vestes, apresentaram-se com
trombetas, @ 08 levitas, filhos de Asafe, com
Cimbalos, para louvarem o Senhor, segundo a
ordem de Davi, rei de Israel.”
16.” GRAU ICIPE DE JERUSALEM
Este estdgio comega por sua iniciagao.
Consiste de instrugao do grau, estudo da
comunicacdo, reflexao, vivencia. Termina pelo
aproveitamento do Irmao.
Este 6 complemento do curso precedente,
visto como neste grau é examinado o resultado
da Embaixada dos Israelitas junto ao Rei Dario,
para desfazer as intrigas dos Samaritanos e pedir
‘ajuda 20 Rei Persa. Trata ainda da volta dos cinco
‘embaixadores chefiados por Zorobabel; de suas
designagoes para Principes de Jerusalém; do
tributo exigido pelo mais forte e da soberania das
nagies.
—O GRRL
dezembro - 1998
A ténica deste grau 6, pois, a exaltagao
do valor moral, da firmeza de caréter e da
constancia no ideal.
Por isso que neste mundo de disputas
de discutidas cooperagdes; em que as armas da
intriga e da deslealdade s4o esgrimidas em todas
as diregdes; ¢ muito dificil cul
gentileza, a beleza do amor, o heroismo da
verdade, 0 exercicio da justica e a pratica da
caridade,
Dai por que, na iniciagdo deste grau, a
Magonaria faz 0 Nedfito vivenciar a situacéio de
Zorobabel - como embaixador unto a Dario, - para
defender-se das intrigas dos opositores &
construgao do Segundo Tempio... no sentido de
fazé-lo entender, mais uma vez, as redobradas
dificuldades que teré de enfrentar toda vez que -
depois de Iniciado; ceder as tentagdes das
fraquezas humanas; com 0 objetivo de fazé-lo
entender, ainda, que, mesmo contra possiveis,
adversérios, mesmo inimigos..., 6 necessario que
‘© Macom seja justo, posto que ainda nas mais,
adversas condigdes; ele deve estar sempre
cconstruindo e reconstruindo o TEMPLO DE DEUS:
Que ¢ 0 seu préprio corpo! e Para quendocesse
demelhorar as suas condigdes morais, -as Gnicas
armas de que dispée para defender a evolugao
do seu espifito....
“O LIVRO DE ESDRAS: Cap. 6; Vers. 13
16; élido neste Grau.
Capitulo 6 - O rei Dario confirma a ordem
de edificar 0 templo.
Versiculo 13 - Entéo Tatenai, o Governador
a oeste do rio, Setar-Bozenai e os seus
‘companheiros executaram com toda a diligéncia
‘© que mandara 0 rei Dario.
14 - Assim os ancides dos judeus iam
edificando e prosperando pela profecia de Ageu,
© profeta, e de Zacarias, ofilho de Ido. EdificaramPagina 25 - ANO 1
@ acabaram a casa de acordo com o mando de
Deus de Israel, e de acordo com o decreto de Ciro
ede Dano, e de Artaxerxes, rei da Pérsia.
15- Eacabou-se esta casa no terceiro dia
do més de Adar, no sexto ano do reinado do rei
Dano.
16 - Eos filhos de Israel, 0s sacerdotes €
06 levitas, ¢ 0 resto dos filhos do cativeiro fizeram
a dedicagao desta casa de Deus, com alegria.”
47° GRAU - CAVALEIRO DO ORIENTE
bo ocwenre
Este curso comega por uma iniciagao.
Consiste de instrugéo do grau, estudo da
comunicacao, reflexdo, vivéncia. Termina pelo
aproveitamento do Irmo. No entanto, se quiser
prosseguir seus estudos no Grau 18.°, tera de
apresentar um trabalho escrito, em que demonstre
seus conhecimentos magénicos.
A organizagai e filosofia deste grau foram
transportadas da Palestina para a Europa, donde
‘asua denominacao de CAVALEIRO DO ORIENTE
EDOOCIDENTE.
A sua tonica 6 a defesa da FE e da
CARIDADE.
Pois, a Ordem dos Cavaleiros de Malta,
para os quais nao hé fronteiras entre as nagdes,
nem estrangeiros a considerar, foi organizada
para combater o male fazer o bem, para combater
a tirania @ lutar pela liberdade e 0 progresso, a
fim de conseguir a paz e a fraternidade universal,
Trata, portanto, este grau do direito de
REUNIAO @ do direito de INSTRUIR-SE; posto
que somente haveré PUBLICO se 0 povo for
educado e se nao houver apenas escravost...
Este curso exige muita reflexdo, por isso
a Magonaria, na sua iniciagao, faz 0 Nedfito
O GRRL
dezembro - 1998
vivenciar a personalidade de um dos PRIMEIROS
ONZE CAVALEIROS DAS CRUZADAS, que, em
1118, prestaram juramento a Garimont, Patriarca
@ Principe de Jerusalém; como objetivo de tazé-
loentender que o Magom deve estudar as diversas
religides e o costume dos diferentes povos; para
evitar a discriminacao sectaria, e para que possa
respeitar e defender, como dogma, a liberdade de
cada pessoa adotar a religido que mais Ihe
convenha, ou mesmo de nao adorar nenhuma
religido; mas, de que ele, 0 Magom, teré de
conscientemente crer em Deus ¢ na sobrevivéncia
doseuespitito; para que possa realmente cultivar
a amizade, a unido, a submissao, a discrioao, a
prudéncia, a fidelidade e a temperanga; atributos
indispensaveis aos Obreiros!.
"O APOCALIPSE DE SAO JOAO:
CAP. 5; VERS. 1A5.
Capitulo 5 - O livro selado com sete selos.
‘Somente 0 Cordeiro é digno de abr-lo.
Versiculo 1 - Vina destra do que esta
assentado sobre 0 trono um livro escrito por dentro
@ por fora, bem selado com sete selos.
2- Vitambém um anjo forte, chamando com
grande voz: Quem é digno de abrir 0 livro ¢ de
romper os seus selos?
3 E ninguém no eu, nem na terra, nem
debaixo da terra, poderia abrir o livro, nem olhar
para ele.
4- E eu chorava muito, porque nao era
achado ninguém digno de abriro livro, nem de olhar
para etc.
5 - E disse um dentre os ancidos: Nao
chores; eis que 0 Ledo da tribo de Juda, a raiz de
Davi, venceu para abrir o livro e romper os seus
sete selos.”Pagina 26 - ANO 1-1
18° GRAU - SOBERANO PRINCIPE.
ROSA-CRUZ
Este curso comega por uma INICIAGAO.
Consiste de instrucao do grau, estudo, pesquisas,
aulas e palestras sobre a iniciagao, reflexao,
conclusées, visitas, vivéncia, comportamento.
Termina por um trabalho escrito em que o lmao
deve demonstrar conhecimento satisfatério do
Grau.
Neste curso é examinado a transcendental
mensagem oferecida & meditagao do crente;
desde o nascimento a crucificacao do Cristo: ea
semelhanga do Cristianismo com as outras
Grandes Religides da Humanidade. & um curso
longo, mas de uma beleza @ atragao irresistiveis.
Pois, indubitavelmente, este é um dos graus mais
proveitosos para o aperfeicoamento moral
intelectual do Iniciado.
Sua ténica é 0 exame da FE, da
ESPERANCA e da CARIDADE. Os seus
simbolos sio a CRUZ e a ROSA; isto é, 0
corpo e 0 espirito: JESUS e 0 CRISTO.
Talvez porque 0 mundo vem, de algum
tempo para ca, sob 0 império da tirania e da
maldade; a Magonaria na iniciagdo deste grau,
faz 0 Neofito vivenciar a personalidade de um
Cavaleiro TEMPLARIO; com 0 objetivo de que
nele, a Razéo ea Fé; simbolizadas pela Rosa
a Cruz, superem o pessimismo @ a descrenga;
forgando-o a encontrar‘a confianga em simesmo
© 0 olimismo da comunhaio fraternal; QUE O FARA
VENCEDOR NO PORFIADO COMBATE ENTRE
OBEMEOMAL,
E ainda, possivelmente, para perseguiresta
finalidade; sobretudo considerando a grande
semelhanga existente entre Cristianismo e muitas
outras das Grandes ReligiGes da Humanidade; 0
Rito Escocés Antigo e Aceito, dedicou o titimo
curso desta escola, 0 Capitulo dos Cavaleiros
Rosa-cruz; especialmente ao exame da LIAO
DE AMOR E PUREZA vivida na Terra, por nosso
-0 CR —
queridissimo Mestre, Nosso Senhor Jesus Cristo,
© Mensageiro de DEUS ; para revelar ao “homem
de boa vontade" - que é justamente pela PUREZA
e pelo AMOR - que ele libertard o seu espirito da
escravidao da matéria: “SEDE PUROS E AMAI-
VOS UNS AOS OUTROS" é 0 mandamento!
Pois, “quando a razdo reconhece uma
VERDADE como cena, a Magonaria ensina que
essa concepgao humana corresponde a uma
REALIDADE: quando a consciéncia reconhece
uma VERDADE MORAL, a Maconaria ensina que
ela deve merecera nossa mesma CERTEZA que
as Verdades de ordem material"...
“O EVANGELHO SEGUNDO MARCOS:
Cap, 14; Vers. 12.417.
Capitulo 14 - A conspiracao contra Jesus.
Versiculo 12- Ora, no primeiro dia dos pes
zimos, quando imolavam a pascoa, disseram-lhe
‘seus discipulos: Aonde queres que vamos fazer
‘0s preparativos para comeres a pdscoa?
13- Enviou, pois, dois dos seus discipulos
e disse-Ihes: Ide a cidade, e vos sair ao encontro
um homem levando um caintaro de agua; segui-o;
14 - E onde ele entrar, dizei ao dono da
casa: 0 Mestre manda perguntar: Onde esta omeu
aposento em que hei de comer a pascoa com os
meus discipulos?
prepararam. a pascoa.
15-E ele vos mostrard um grande cenéculo
mobiliado e pronto; 4 fazel-nos os preparativos.
16 - Partindo, pois, os discipulos foram &
cidade, onde acharam tudo como ele dissera, €
17- Aoanoitecer chegou ele com os doze.”
Carlos Antonio Pitombo:
Gr! Insp.'. GeralPagina 27 - ANO 1
DEMOLAY’
ae
A Ordem Demolay e as Filhas de Jé-
sob os auspicios do SUPREMO CONSELHO
DO BRASIL PARAORITOESCOCES ANTIGO
E ACEITO.
‘A Ordem DeMolay foi fundada em marco
de 1919 em Kansas City, com o resultado da
associagao de um magom, Frank Sherman Land,
€ 0 jovem Louis Gordon Lower. O grupo original
de 9 rapazes, logo passou a mais de dois mil em
menos de dois anos ¢ hoje a Ordem DeMolay se
enconctra em todo 0 mundo e é considerada a
maior organizagéio do mundo de jovens com idade
entre 13 € 21 anos.
(Os garotos de Kansas City tomaram as
Virtudes e 0 melhores valores da antiga cavalaria
@ 0s traduziram em conceltos e usos modemos. O
objetivo ¢ fazer do jovem um melhor filho hoje &
um methor cidadao, lider e pai no futuro. Para isso
sdo empregadas as sete virludes cardeais de um
DeMolay. Amor Filial, Reveréncia Pelas Coisas
Sagradas, Cortesia, Companheirismo, Fidelidade,
Pureza e Patriotismo; que sao passadas ao jover
para que alcance este objetivo.
A Ordem € dividida em nicleos
denominados Capitulos, ¢ se reinem em Templos
Magénicos. Os Capitulos so compostos por um
corpo magénico, este conhecido como Conselho
Consultivo, responsavel pelo patrocinio e pelos
deveres de ajudar, aconsethar e supervisionar as
ages dos jovens, que organizam seus trabalhos
através de comités, pequenos grupos
responséveis pelas diversas atividades do niicieo,
implantados no Capitulo.
Quando iniciado, 0 jovem esta pronto para
O GAR,
‘dezemb
aprender os ensinamentos de nossa Ordem, que
irdo Ihe proporcionar lideranga, criatividade, poder
de decisao, aco cooperativa, responsabilidade,
novas amizades ¢ toda uma atmosfera que Ihe dé
a chance de ser bem sucedido, como também a
liberdade de errar e aprender de seus erros.
Esses so os beneficios de ser un DeMolay!!!
ORDEM DA CAVALARIA
‘AOrdem da Cavalaria é uma Organizagao
paralela de antigos DeMolays. © programa da
Cavalaria é para DeMolays Ativos entre 17 e 21
anos de idade que so organizados em um corpo
denominado CONVENTO com seu proprio Ritual
© nome oficial da Ordem da Cavalaria é:
“Nobres Cavaleiros da Ordem Sagrada dos
‘Soldados Companheiros de Jacques DeMolay’
Nao é um Grau Honorifico ou um prémio, mas um
Corpo de trabalho cujo propésito é o de estender
‘© Companheirismo e servir a Ordem DeMolay.
As principais fungées de um Convento sao:
41) Desenvolver e apoiar a Ordem DeMoaly e os
seus Capitulos.
2) Manter o interesse e a dedicacéio dos
DeMbolays antigos.
3) Providenciar um programa de atividades para
‘os membros do Convento.
‘A Order da Cavalaria foi criada em 1946,
quando foi apresentada perante 0 Supremo
Conselho Internacional. Através dos anos, as
atividades dos Cavaleiros tem consistido de
programas sociais ¢ educacionais voltados paraPagina 28 - ANO 1-1
O GRR
dezembro - 1998
‘08 DeMolays mais antigos, com énfase especial
ao planejamento de uma carreira e atividades em
grupo, uma vez que é nesta faixa etaia que o jovem
comega a definir seus objetivos profissionais.
A Ordem da Cavalaria possui dois graus:
O Grau da Cavalaria e 0 Grau do Ebano. Ao
‘completar 17 anos de idade, todo DeMolay regular
em seu Capitulo tem o direito de ser inves
Grau da Cavalaria.
Atingindo a idade de 19 anos, 0 jovem
Cavaleiro deve ser automaticamente investido no
Grau do Ebano.
© Convento Sir Percival de Gales No001-
Master da America Latina; fundado em 04 de
setembro de 1993; no Campo de Sao Cristovo
-114 - Rio de Janeiro-RU.
‘A Ordem Internacional das Filha de J6, foi
fundada em 1920, pela tia Ethel T. Wead Mick em
Omaha, Nebraska, EUA tendo desde 1918
reunides extra-oficiais. A Ordem @ baseada no
Livro de J6, do qual a fundadora de nossa Ordem
retirou ligdes de grande importancia para sua vida.
Para que os ensinamentos de Jé pudessem
continuar a ser passados para outras jovens,
nasceu a idéia de eriar a Ordem Internacional das
Filhas de J6 que prega 0 respeito aos pais, a
Patria e amor ao Pai Celestial.
‘A Ordem existe atualmente no Brasil, EUA,
Canada, Australia e Filipinas. Na pratica as Filhas
de J6 tém um papel social que consiste na
construgao de cidadkis que buscam um futuro mais
justo para sua cidade, seu estado e seu pals.
Entao, se vocé tem parentesco Magénico
se enquadra nesses ideals procure a Bethel Lirio
do Valle pois aqui vocé tera a oportunidade de fazer
parte de um ciclo de muitas amizades e por em
préttica os mais elevados ensinamentos que uma
jovem pode receber.
BETHEL LiRiO DO VALLE N. 7
‘Campo de Sao Cristovao -114
Rio de Janeiro - RJ. CEP.: 20921- 440
© CONHECIMENTO E A RAZAO
"...As vezes, atormentado pelo espeticulo
do mundo e pelas incertezas do futuro, o homem
levanta os olhos para 0 céu, € pergunta-Ihe a
Verdade. Interroga silenciosamente a Natureza
© 0 Seu préprio espirito. Pede a ciéncia os seus
segredos, ea religiéo os seus entusiasmos. Mas,
anatureza Ihe parece muda, e as respostas dos
sdbios e dos sacerdotes nao satisfazem & sua
razao nem o seu coragao. Entretanto, existe uma
solug&o para este problema, solugao melhor, mais
racional e mais consoladora que todas as
oferecidas pelas doutrinas e flosofias do dia; tal
solugdo reposta sobre bases mais sélidas que
se conhecee possa: 0 testemunho dos sentidos €
a experiéncia da razio".
(Leon Denis).FAGA SUA ASSINATURA DA REVISTA O GRAAL
Para vooé conhecer mais sobre o seu SUPREMO CONSELHO DO BRASIL
PARA O RITO ESCOCES ANTIGO E ACEITO; O Museu Magénico, Templos
Escoceses, a Blibioteca com um grande acervo Cultura MacOnica e da
Historia do Brasil; a maior Pinacoteca Mag6nica Mundial com mais de
500 quadros.
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FONES: (021) 580-464
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Aos irméos do SupremoConselho do Brasil parao R.'.E..A.A.';; compete
a divulgar este Informativo Cultural do Rito; em todos os Orgdos e
Corpos que compée oSupremo Conselho do BrasilA maior Pinacoteca - Maconi
Museu + Templos Escoce:
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Sob.'. Gr.'. Comendat
Campo de Sao Cristovao, 114 - CEP 20921-440
FONES: (021) 580-4647 - 589-8971 - 589-877:
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