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MANUAL DE
APLICAÇÃO
CICLO INTRODUTÓRIO
Allan Kardec
BRASÍLIA
SOCIEDADE DE DIVULGAÇÃO ESPÍRITA AUTA DE SOUZA
EDITORA AUTA DE SOUZA
2014
2
Copyright @ 2014
SOCIEDADE DE DIVULGAÇÃO ESPÍRITA AUTA DE SOUZA
EDITORA AUTA DE SOUZA
ISBN: 85-86104-04-3
3
SUMÁRIO
APRESENTAÇÃO 8
1 - JUSTIFICATIVA 9
1.1 - Amai-vos e instruí-vos 9
1.2 - Porque estudar 9
1.3 - O que estudar 11
1.4 - O estudo em grupo 12
1.5 - O Centro Espírita e o estudo 12
1.6 - Na escola da alma 13
1.7 - Aliar o estudo à prática 14
1.8 - Especialização 14
2 - PALAVRAS DE KARDEC 15
2.1 - Seriedade, continuidade e metodologia 15
2.2 - Separar o falso do verdadeiro 15
2.3 - Cursos regulares 16
2.4 - Vantagens do estudo prévio 16
2.5 - A escola de médiuns 17
2.6 - A Escola do Espiritismo 17
4 - A FORMAÇÃO DE INSTRUTORES 22
4.1 - Como poderei entender se alguém não me ensinar? 22
4.2 - Ir e ensinar 23
4.3 - Espíritas, instruí-vos! 23
4.4 - A Tarefa dos espíritas 24
4.5 - O departamento de instrutores no plano espiritual 24
4
4.6 - A missão dos que ensinam 26
4.7 - Preparo do instrutor 26
4.7 - Conduta do instrutor 30
4.8 - Instrução e evangelização 32
4.9 - Reciclagem de instrutores 35
5 - METODOLOGIA E FUNCIONAMENTO DO
CICLO INTRODUTÓRIO 36
5.1 - Objetivos do Ciclo Introdutório 36
5.2 - Os cursos do ciclo introdutório 37
5.3 - Metodologia 37
5.4 - Normas e Funcionamento do Ciclo Introdutório 39
5.5 - O Ciclo de especialização de estudos espíritas 44
5.6 - Fluxograma dos cursos na Casa Espírita 44
6 - RECURSOS DIDÁTICOS 45
6.1 - O que são recursos didáticos 45
6.2 - Finalidade 45
6.3 - Objetivos 46
6.4 - Classificação 47
6.5 - Materiais didáticos do Ciclo Introdutório 48
6.6 - Planejamento 49
8 - TÉCNICAS DE ENSINO 62
8.1 - Ensino socializado 62
8.2 - Técnicas de sensibilização e integração 63
8.3 - Técnicas de trabalho em grupo 65
8.4. - Técnicas de debate 77
9 - COMO IMPLANTAR O
CICLO INTRODUTÓRIO DE ESTUDOS ESPÍRITAS 84
9.1 - Passos para a implantação do curso
Noções Básicas de Doutrina Espírita 84
5
10 - ASPECTOS GERAIS DA VIDA E OBRA DE ALLAN KARDEC 91
10.1- Nascimento e progenitores 91
10.2 - Formação escolar de Rivail 92
10.3 - Pestalozzi e Rivail 92
10.4 - Fertilidade pedagógica 93
10.5 - As “mesas girantes e dançantes” 94
10.6 - Da diversão aos estudos sérios 95
10.7 - O Missionário-chefe da Doutrina Espírita 95
10.8 - O esforço de Kardec 96
10.9 - Conselhos dos Espíritos 97
10.10 - As obras espíritas de Allan Kardec 97
10.11 - Desencarnação de Allan Kardec 98
6
16 - GABARITOS DOS CADERNOS DE EXERCÍCIOS DOS
CURSOS DO CICLO INTRODUTÓRIO 215
17 - ANEXOS 247
17.1 - Formulário de matrícula e triagem 247
17.2 - Formulário de frequência 248
17.3 - Ficha de plano de aula 249
17.4 - Ficha de avaliação semanal das aulas 250
7
APRESENTAÇÃO
Muita paz!
8
1 - JUSTIFICATIVA
9
"ESPIRITISMO E EDUCAÇÃO - Doutrina eminentemente racional, o
Espiritismo dispõe de vigorosos recursos para a edificação do templo da edu-
cação, porquanto penetra nas raízes da vida, jornadeando com o espírito através
dos tempos, de modo a elucidar recalques, neuroses, distonias que repontam
desde os primeiros dias da conjuntura carnal, a se fixarem no carro somático
para complexas provas ou expiações.
Considerando os fatores preponderantes como os secundários que atuam
e desorganizam os implementos físicos e psíquicos, equaciona como problemas
obsessivos as conjunturas em que padecem trânsfugas da responsabilidade,
agora travestidos em roupagem nova, reencetando tarefas, repetindo experiên-
cias para a libertação.
A educação encontra no Espiritismo respostas precisas para melhor com-
preensão do educando e maior eficiência do educador no labor produtivo de en-
sinar a viver, oferecendo os instrumentos do conhecimento e da serenidade, da
cultura e da experiência aos reiniciantes do sublime caminho redentor, através
dos quais os tornam homens voltados para Deus, o bem e o próximo.” (Joanna
de Ângelis, Estudos espíritas, p. 173).
"- A alma humana poder-se-á elevar para Deus tão-somente com o progres-
so moral, sem os valores intelectivos?
- O sentimento e a sabedoria são as duas asas com que a alma se elevará
para a perfeição infinita.
No círculo acanhado do orbe terrestre, ambos são classificados como adi-
antamento moral e adiantamento intelectual, mas, como estamos examinando
os valores propriamente do mundo, em particular, devemos reconhecer que
ambos são imprescindíveis ao progresso, sendo justo, porém, considerar a su-
perioridade do primeiro sobre o segundo, porquanto a parte intelectual sem a
moral pode oferecer numerosas perspectivas de queda, na repetição das ex-
periências, enquanto que o avanço moral jamais será excessivo, representando
o núcleo mais importante das energias evolutivas.
- A propaganda doutrinária para a multiplicação dos prosélitos é a necessi-
dade imediata do Espiritismo?
- De modo algum. A direção do Espiritismo, na sua feição de Evangelho redivivo,
pertence ao Cristo e seus prepostos, antes de qualquer esforço humano, precário
e perecível. A necessidade imediata dos arraiais espiritistas é a do conhecimento e
aplicação legítima do Evangelho, da parte de todos quantos militam nas suas fileiras,
desejosos de luz e de evolução. O trabalho de cada um na iluminação de si mesmo
deve ser permanente e metodizado. Os fenômenos acordam o espírito adormecido
na carne, mas não fornecem as luzes interiores, somente conseguidas à custa de
grande esforço e trabalho individual. A palavra dos guias e mentores do Além ensina,
10
mas não pode constituir elementos definitivos de redenção, cuja obra exige de cada
um sacrifícios e renúncias santificantes, no laborioso aprendizado da vida.
- Nos trabalhos espiritistas, onde poderemos encontrar a fonte principal de
ensino que nos oriente para a iluminação? Poderemos obtê-la com as mensa-
gens de nossos entes queridos, ou apenas com o fato de guardarmos o valor da
crença no coração?
- Numerosos filósofos hão compendiado as teses e conclusões do Espiritismo
no seu aspecto filosófico, científico e religioso; todavia, para a iluminação
do íntimo, só tendes no mundo o Evangelho do Senhor, que nenhum roteiro
doutrinário poderá ultrapassar.
Aliás, o Espiritismo em seus valores cristãos não possui finalidade maior que
a de restaurar a verdade evangélica para os corações desesperados e descrentes
do mundo.
Teorias e fenômenos inexplicáveis sempre houve no mundo. Os escritores e os
cientistas doutrinários poderão movimentar seus conhecimentos na construção de
novos enunciados para as filosofias terrestres, mas a obra definitiva do Espiritismo é
a da edificação da consciência profunda no Evangelho de Jesus Cristo.
O plano invisível poderá trazer-vos as mensagens mais comovedoras e convin-
centes dos vossos bem-amados; podereis guardar os mais elevados princípios de
crença no vosso mundo impressivo. Todavia, esse é o esforço, a realização do mecan-
ismo doutrinário em ação, junto de vossa personalidade. Só o trabalho de auto evan-
gelização, porém, é firme e imperecível. Só o esforço individual no Evangelho de
Jesus pode iluminar, engrandecer e redimir o espírito, porquanto, depois de vossa
edificação com o exemplo do Mestre, alcançareis aquela verdade que vos fará
livres." (Emmanuel, O consolador, 15. ed., perg. 204, 218, 219).
11
Uma noite por semana para o estudo espírita, no dia reservado ao Culto
Evangélico do Lar, como currículo educativo;
Uma pausa para a prece e singelo texto para vigilância espiritual, sempre
que possível...
Sim, todos podem realizar curso inadiável para promoção espiritual na
escola terrestre.
O estudo do Espiritismo, portanto, hoje como sempre é de imensurável
significação.
Definiu-lhe a validade o Espírito de Verdade, no lapidar conceito exarado
em 'O Evangelho Segundo o Espiritismo': 'Espíritas! Amai-vos, este o primeiro
ensinamento; instruí-vos, este o segundo.'
Estudar sempre e incessantemente a fim de amar com enobrecimento e
liberdade." (Joanna de Ângelis, Celeiro de bênçãos, p. 33).
12
Universidade de formação espiritual para as criaturas humanas, e por isso o
Espírito de Emmanuel, que nos orienta as atividades desde 1931, empresta a
maior importância ao Templo Espírita, porque o Templo Espírita revive as casas
do Cristianismo simples e primitivo em que os nossos corações se reúnem em
torno dos ensinamentos do Cristo, para a melhoria da nossa vida interior. Por
exemplo, numa Faculdade de ensino superior que nos merece o máximo acata-
mento, nós aprendemos Ciências que vão aperfeiçoar os nossos recursos intelec-
tuais. Mas, no Centro Espírita, orientado segundo os preceitos do Evangelho,
nós vamos encontrar os estudos e os raciocínios adequados à nossa necessidade
de vivência em paz no mundo com a vivência igualmente do Amor uns para com
os outros, segundo o ensinamento de Jesus; que nós não podemos esquecer:
'Amai uns aos outros como eu vos amei...'." (Emmanuel, Entrevistas, 5. ed., p.
115).
13
Compreender que realização e educação solicitam entendimento e apoio
mútuo. [...].
Somos trazidos à escola espírita, a fim de auxiliarmos e sermos auxiliados,
na permuta de experiências e na aquisição de conhecimento. [...].
Estudar para aprender. Aprender para trabalhar. Trabalhar para servir
sempre mais.
Estude e viva.
Pense no valor de sua cooperação na melhoria e no engrandecimento da
equipe de que participa, esteja ela constituída no templo doutrinário ou em seu
culto doméstico de elevação espiritual.
Não esquecer que o seu auxílio ao grupo deve ser tão substancial e tão
importante quanto o auxílio que o grupo está prestando a você." (Emmanuel e
André Luiz, Estude e viva. 6. ed., p. 20-22).
1.8 - Especialização
"Nos trabalhos mediúnicos temos que considerar, igualmente, os impera-
tivos da especialização?
O homem do mundo, no círculo de obrigações que lhe competem na vida,
deverá sair da generalidade para produzir o útil e o agradável, na esfera de suas
possibilidades individuais.
Em mediunidade, devemos submeter-nos aos mesmos princípios. O homem
enciclopédico, em faculdade, ainda não apareceu, senão em gérmen, nas or-
ganizações geniais que raramente surgem na Terra, e temos de considerar que
a mediunidade somente agora começa a aparecer no conjunto dos atributos do
homem transcendente.
A especialização na tarefa mediúnica é mais que necessária e somente de
sua compreensão poderá nascer a harmonia na grande obra de vulgarização da
verdade a realizar. (Emmanuel, O consolador, 15. ed., perg. 388).
14
2 - PALAVRAS DE KARDEC
15
Por esse lado, não preconizamos, nem criticamos obra alguma, visto não
querermos, de nenhum modo, influenciar a opinião que dela se possa formar.
Trazendo nossa pedra ao edifício, colocamo-nos nas fileiras. Não nos cabe ser
juiz e parte e não alimentamos a ridícula pretensão de ser o único distribuidor da
luz. Toca ao leitor separar o bom do mau, o verdadeiro do falso." (Allan Kardec,
O livro dos médiuns, 58. ed., p. 48).
16
2.5 - A escola de médiuns
"Mas, para a propaganda, precisamos dos elementos constitutivos dela.
Pergunto: - onde a escola de médiuns? Existe?
Porventura os homens que têm a boa vontade de estudar convosco os mis-
térios do Criador, preparando os seus Espíritos para o ressurgir da outra vida,
encontram em vós os instrumentos disciplinados - os médiuns perfeitamente
compenetrados do importante papel que representam na família humana e
cheios dessa seriedade, que dá uma ideia da grandeza da nossa Doutrina?" (FEB,
A prece segundo o Evangelho, 28. ed., p. 18).
17
3 - COMO ERAM OS ESTUDOS ESPÍRITAS
NA ÉPOCA DE ALLAN KARDEC
18
sobretudo, à natureza de suas ocupações. Em tais lugares os espíritas realizam
seus estudos individualmente. Mas aí, como em outras partes, as raízes já se
firmaram e, cedo ou tarde, apresentarão seus rebentos, tal como se tem visto
ocorrer, hoje em dia, nas cidades onde os espíritas já são mais numerosos.
Por toda parte a ideia espírita começa a ser difundida partindo das classes
mais esclarecidas ou de mediana cultura. Em nenhum lugar ascende das classes
mais incultas. Da classe média ela se estende às mais altas e mais baixas da escala
social. Em muitas cidades os grupos de estudos são constituídos quase que ex-
clusivamente por membros dos tribunais, pela magistratura e o funcionalismo.
A aristocracia fornece também seu contingente de adeptos, mas, até o presente,
eles se têm contentado em ser simpatizantes e, na França pelo menos, pouco
se reúnem. Grupos desse tipo são mais comuns na Espanha, Rússia, Áustria e
Polônia, onde o Espiritismo tem lúcidos representantes, mesmo nas camadas
sociais mais elevadas.
Um fato talvez mais importante do que a constatação em termos de quanti-
dade, resultante também de nossas observações, é a seriedade com que se encara
o Espiritismo. Onde quer que se pesquise – e podemos dizer: com avidez – busca-
se o lado filosófico, moral e instrutivo. Em nenhum lugar vimos a prática espírita
reduzida a motivo para distrações nem as experiências serem conduzidas como di-
versão. Invariavelmente, as perguntas fúteis e a simples curiosidade são postas de
lado. Em sua maioria os grupos são muito bem dirigidos, alguns mesmo de forma
notável, com o emprego pleno dos verdadeiros princípios da ciência espírita. Os
propósitos são idênticos aos que norteiam a sociedade de Paris e não se tem outra
bandeira senão os princípios ensinados em “O Livro dos Espíritos”. Nesses grupos
reina, de modo geral, uma ordem e um recolhimento perfeitos. Vimos alguns, em
Lyon e Bordeaux, que reúnem, habitualmente, cem a duzentas pessoas e onde a
atitude geral é tão edificante quanto o seria dentro de uma igreja. Foi em Lyon
que tivemos a reunião geral mais importante. Compunha-se de mais de seiscentos
delegados de diferentes grupos e tudo transcorreu de admirável maneira." (Allan
Kardec, Viagem espírita em 1862, p. 21-23).
19
aceitar a ideia espírita indica facilidade de compreender; que esta, como outra
qualquer ideia, pode se inata e que basta uma simples fagulha para fazê-la saltar
de seu estado latente. Essa facilidade em compreender denota uma evolução
anterior nesse sentido: seria leviandade aceitá-la sob palavra e cegamente. Este,
entretanto, não é o caso daqueles que só a adotam após haver estudado e com-
preendido. Eles veem através dos olhos da inteligência o que os outros veem
simplesmente pelos olhos do corpo. Isso prova que emprestam maior atenção
ao fundo do que à forma. Para eles a filosofia é o principal; as manifestações
constituem um mero acessório. A filosofia espírita explica-lhes o que nenhuma
outra lhes pode explicar. Ela satisfaz-lhes à razão por sua lógica, preenche neles
o vazio da dúvida e isto lhes basta. Eis porque preferem-na a qualquer outra."
(Allan Kardec, Viagem espírita em 1862, p. 27-28). (Grifos nossos).
20
é o lado moral. Eis o que é preciso - mesmo à custa de todo e qualquer esforço –
fazer compreensível, e, note-se, que é assim que ele é visto, mesmo nas classes
menos esclarecidas. Por esse motivo o seu efeito moralizador já é manifesto."
(Allan Kardec, Viagem espírita em 1862, p. 114-115).
21
4 - A FORMAÇÃO DE INSTRUTORES
22
4.2 - Ir e ensinar
"Portanto, ide e ensinai...” – Jesus (Mateus, 28:19).
"Estudando a recomendação do Senhor aos discípulos – ide e ensinai -, é
justo não olvidar que Jesus veio e ensinou.
Veio da Altura Celestial e ensinou o caminho de elevação aos que jaziam
atolados na sombra terrestre.
Poderia o Cristo haver mandado a lição por emissários fiéis... poderia ter
falado brilhantemente, esclarecendo como fazer...
Preferiu, contudo, para ensinar com segurança e proveito, vir aos homens e
viver com eles, para mostrar-lhes como viver no rumo da perfeição.
Para isso, antes de tudo, fez-se humilde e simples na Manjedoura, honrou o
trabalho e o estudo no lar e, em plena atividade pública, foi o irmão providencial
de todos, amparando a cada um, conforme as suas necessidades.
Com indiscutível acerto, Jesus é chamado o Divino Mestre.
Não porque possuísse uma cátedra de ouro...
Não porque fosse o dono da melhor biblioteca do mundo...
Não porque simplesmente exaltasse a palavra correta e irrepreensível...
Não porque subisse ao trono da superioridade cultural, ditando obrigações
para os ouvintes...
Mas sim porque alçou o próprio coração ao amor fraterno e, ensinando,
converteu-se em benfeitor de quantos lhe recolhiam os sublimes ensinamentos.
Falou-nos do Eterno Pai e revelou-nos, com o seu sacrifício, a justa maneira
de buscá-Lo.
Se te propões, desse modo, cooperar com o Evangelho, recorda que não
basta falar, aconselhar e informar.
"Ide e ensinai", na palavra do Cristo, quer dizer "ide e exemplificai para que
os outros aprendam como é preciso fazer". (Emmanuel, Fonte viva, 9. ed., cap.
116). (Grifos nossos).
23
Espantamo-nos, diante do desajustamento juvenil, a desbordar-se em tra-
gédias de todos os tipos, e pouco realizamos, a fim de que a criança encontre no
lar o necessário desenvolvimento com segurança de espírito.
Monumentalizamos instituições destinadas à cura dos desequilíbrios men-
tais e quase nada fazemos por afastar de nós mesmos os vícios do pensamento,
com que nos candidatamos ao controle da obsessão.
Clamamos contra os desregramentos de muitos, afirmando que a Terra
está em vias de desintegração pela ausência de valores morais e, na maioria
das circunstâncias, somos dos primeiros a exigir lugar na carruagem do excesso,
reclamando direitos e privilégios, com absoluto esquecimento de comezinhos
deveres que a vida nos preceitua.
Combatamos, sim, o câncer e a poliomielite, a ulceração e a verminose, mas
busquemos igualmente extinguir o aborto e a toxicomania, a preguiça e a intem-
perança que, muitas vezes, preparam a delinquência e a enfermidade por crises
agudas de ignorância.
Para isso e para que nos disponhamos à conquista da vida vitoriosa é que
o Espírito de Verdade, nos primórdios da Codificação Kardequiana, nos advertiu
claramente: "Espíritas, instruí-vos". (Emmanuel, Livro da esperança, cap. 15).
24
"[...] demandei o Centro de Mensageiros, no Ministério da Comunicação.
Acompanhava-me o prestimoso Tobias, não obstante os imensos trabalhos que
lhe ocupavam o circulo pessoal.
Deslumbrado, atingi a série de majestosos edifícios de que se compõe a
sede da instituição. Julguei encontrar algumas universidades reunidas, tal a
enorme extensão deles. Pátios amplos, povoados de arvoredo e jardins, convi-
davam a sublimes meditações.
Tobias arrancou-me do encantamento, exclamando:
– O Centro é muito vasto. Atividades complexas são desempenhadas neste
departamento de nossa colônia espiritual. Não creia esteja resumida a institu-
ição nos edifícios sob nossos olhos. Temos, nesta parte, tão somente a adminis-
tração central e alguns pavilhões destinados ao ensino e à preparação em geral.
[...]
"A essa altura, alcançamos enorme recinto.
Centenas de entidades penetravam no vasto edifício, cujas escadarias
galgamos em animada conversação.
Os aspectos do maravilhoso átrio impressionavam pela imponente beleza.
Espécies de flores, até então desconhecidas para mim, adornavam colunatas,
espalhando cores vivas e delicioso perfume.
Quebrando-me o enlevo, Tobias explicou:
– As diversas turmas de aprendizes encaminham-se às aulas. Procuremos
Aniceto no departamento de instrutores.
Atravessamos galerias vastíssimas, sempre defrontados por verdadeiras
multidões de entidades que buscavam as aulas, em palestras vibrantes.
Em pequeno grupo que parecia manter conversação muito discreta, encon-
tramos o generoso amigo da véspera, que nos abraçou sorridente e calmo.
– Muito bem! – disse, alegre e bondoso – esperava o novo aluno, desde a
manhãzinha.
– Doravante, André ficará aos meus cuidados. Volte tranquilo. [...]
– Quando deveremos procurá-lo para os estudos de hoje?
Aniceto pensou um instante e respondeu:
– Esclareça ao novo candidato os nossos regulamentos e venham juntos
para as instruções, após o meio-dia." (André Luiz, Os mensageiros, 12. ed.,
cap. 3).
25
4.6 - A missão dos que ensinam
"A missão do doutrinador é muitíssimo grave para qualquer homem. Não é
sem razão que se atribui a Nosso Senhor Jesus o título de Mestre. Somente aqui,
vim ponderar bastante esta profunda verdade. Meditei muitíssimo, refleti inten-
samente e conclui que, para atingirmos uma ressurreição gloriosa, não há, por
enquanto, outro caminho além daquele palmilhado pelo Doutrinador Divino. É
digna de menção a atitude d'Ele, abstendo-se de qualquer escravização aos bens
terrestres. Não vemos passar o Senhor em todo o Evangelho, senão fazendo
o bem, ensinando o amor, acendendo a luz, disseminando a verdade. Nunca
pensou nisso? Depois de longas meditações, cheguei ao conhecimento de que
na vida humana, junto aos que administram e aos que obedecem, há os que en-
sinam. Chego, pois, a pensar que nas esferas da Crosta há mordomos, coopera-
dores e servos. Muito especialmente, os que ensinam devem ser dos últimos."
(André Luiz, Os mensageiros, 30. ed., p. 63).
26
"Os benfeitores desencarnados e os espíritos familiares estudam sempre a
fim de se tornarem mais úteis na obra da educação e do consolo junto da hu-
manidade terrestre.
É imprescindível que os lidadores encarnados estudem também." (André
Luiz, Desobsessão, 12. ed., p. 229).
"Quem deseje tornar-se versado numa ciência tem que a estudar metodica-
mente, começando pelo princípio e acompanhando o encadeamento e o de-
senvolvimento ideias. Que adiantará aquele que, ao acaso, dirigir a um sábio
perguntas acerca de uma ciência cujas primeiras palavras ignore? Poderá o próp-
rio sábio, por maior que seja a sua boa- vontade, dar-lhe resposta satisfatória?
A resposta isolada, que der, será forçosamente incompleta e quase sempre, por
isso mesmo ininteligível, ou parecerá absurda e contraditória. O mesmo ocorre
em nossas relações com os Espíritos. Quem quiser com eles instruir-se tem que
com eles fazer um curso; mas, exatamente como se procede entre nós, deverá
escolher seus professores e trabalhar com assiduidade." (Allan Kardec, O livro
dos espíritos, 74. ed., p. 31).
"Consagrar diariamente alguns minutos à leitura de obras edificantes, es-
quecendo os livros de natureza inferior, e preferindo, acima de tudo, os que, por
alimento da própria alma, versem temas fundamentais da Doutrina Espírita.
Luz ausente, treva presente.
Digerir primeiramente as obras fundamentais do Espiritismo, para entrar em
seguida nos setores práticos, em particular no que diga respeito à mediunidade.
Teoria meditada, ação segura.
Disciplinar-se na leitura, no que concerne a horários e anotações, melhoran-
do por si mesmo o próprio aproveitamento, não se cansando de repetir estudos
para fixar o aprendizado.
Aprende mais, quem estuda melhor." (André Luiz, Conduta espírita, 15 ed.,
p. 137-139).
"Porque vês tu, pois, o argueiro no olho do teu irmão, e não vês a trave no
teu olho? Ou como dizes a teu irmão: Deixa-me tirar-te do teu olho o argueiro,
quando tens no teu uma trave? Hipócrita, tira primeiro a trave do teu olho, e
então verás como hás de tirar o argueiro do olho de teu irmão." (Mateus, 7:3-5).
"Aspiras à posse do conhecimento espírita evangélico? Iniciemos o aprendi-
zado pela reforma íntima.
27
Disse Jesus: ‘O reino de Deus está dentro de vós’.
Descobri-lo e estabelecer as vias de acesso para alcançá-lo depende de
nós." (Emmanuel, No portal da luz, 4. ed., p. 15).
"Qual a maior necessidade do médium?
- A primeira necessidade do médium é evangelizar-se a si mesmo antes de
se entregar às grandes tarefas doutrinárias, pois, de outro modo poderá esbar-
rar sempre com o fantasma do personalismo, em detrimento de sua missão.
Como iniciar o trabalho de iluminação da nossa própria alma?
- Esse esforço individual deve começar com o autodomínio, com a disciplina
dos sentimentos egoísticos e inferiores, com o trabalho silencioso da criatura
por exterminar as próprias paixões." (Emmanuel, O consolador, 15. ed., perg.
387, 230).
"A AUTO-EDUCAÇÃO é um processo de busca da perfeição. Para nós, es-
píritas, não se trata de um processo ilusório, segundo aqueles que julgam ser
inatingível a perfeição humana.
Os espiritistas sabem que a perfeição, como a felicidade, não são para o
nosso mundo. Mas sabem também que não estaremos eternamente limitados
às formas de vida da Terra. As vidas sucessivas são meios de aperfeiçoamento do
Espírito, visando à libertação do ciclo das reencarnações.
A autoeducação, como empenho na afirmação de uma consciência sempre
mais esclarecida e reta, corresponde ao esforço que o aprendiz emprega para
melhorar-se e engrandecer-se espiritualmente.
Ao exortar os seus discípulos a se tornarem perfeitos como o Pai Celestial,
Jesus não exigia uma igualdade de perfeição com Deus. Indicava somente o
dever do aperfeiçoamento, o caminho da evolução, ensino aplicável a todos nós,
por extensão.
Hoje, sob a luz da Doutrina Espírita, a exortação do Mestre torna-se muito
clara. O caminho para o Alto acha-se perfeitamente identificado pelos estudi-
osos com boa vontade.
Se não podemos atingir a perfeição relativa ao nosso Orbe em uma só vida,
teremos outras oportunidades. Nosso dever é o de aproveitar ao máximo cada
encarnação.
A autoeducação é o meio para isso. O Consolador indica-nos as metas, os
caminhos, o programa a ser cumprido.
28
Deter-se na caminhada, perder tempo irrecuperável é retardamento da che-
gada, com mais trabalho, mais repetições, mais esforços, quiçá mais sofrimentos.
Seria ideal que não se passasse nenhum dia em nossa vida sem que algum
proveito espiritual fosse acrescentado ao nosso patrimônio. E isso sabemos
ser perfeitamente possível, mesmo que haja dias de crises nos quais as perdas
sejam consideráveis. A perseverança no bem fará a reversão das perdas, nos
dias de aproveitamento positivo. No homem que se fixa num ideal edificante,
a velhice do corpo ou a fase da juventude não são os elementos essenciais na
determinação do aproveitamento espiritual.
Daí a importância da escolha de uma diretriz, como a Doutrina dos Espíritos,
que corresponda a um ideal capaz de satisfazer às mais belas aspirações das
almas propensas ao bem.
Com ela se desdobra vasto programa de vida em que o ideal precederá a
realização, o pensamento reto dirigirá a ação, a ideia justa se transformará em
fato, numa visão mental abrangente e segura de autoeducação." (Reformador,
n. 1908, mar. 1988, p. 9-10).
4.7.3 - Planejamento
"A obra do bem em que encontras empenhado, não pode prescindir de
planejamento.
Nem o estudo demorado, no qual aplicas o tempo, fugindo à ação. Nem a
precipitação geradora de muitos insucessos.
Para agires no bem, muitas vezes, qualquer recurso positivo constitui-se ma-
terial excelente de rápida aplicação. Todavia o delineamento nos serviços que
devem avançar pelo tempo, tem regime prioritário [...].
A improvisação é responsável por muitos danos. Improvisar é recurso de
emergência.
Programar para agir é condição de equilíbrio.
Nas atividades cristãs que a Doutrina Espírita desdobra o servidor é sempre
convidado a um trabalho eficiente, pois que a realização não deve ser tem-
porária nem precipitada, mas de molde a atender com segurança.
Planejar-agindo é servir-construindo [...].
Planifica tudo que possa fazer e que esteja ao teu alcance.
Estuda e examina, observa e experimenta, e, resoluto, no trabalho liberta-
dor avança, agindo com acerto para encontrares mais tarde, na realização supe-
rior, a felicidade que buscas." (Joanna de Ângelis, Espírito e vida, p.116-117).
29
4.7 - Conduta do instrutor
4.7.1 Disciplina
30
Sempre que possível, preferir o uso de verbos e pronomes na primeira
pessoa do plural, ao invés da primeira pessoa do singular, a fim de que não se
isole da condição dos companheiros naturais do aprendizado, com quem dis-
tribui avisos e exortações.
Somos todos necessitados de regeneração e de luz.” (André Luiz, Conduta
espírita, 15. ed., p. 60-62).
4.7.2 - Frequência
4.7.3 - Seriedade
"[...] Dissemos que o Espiritismo é toda uma ciência, toda uma filosofia.
Quem, pois, seriamente queira conhecê-lo deve, como primeira condição, dis-
por-se a um estudo sério e persuadir-se de que ele não pode, como nenhuma
outra ciência, ser aprendido a brincar. O Espiritismo, também já o dissemos,
entende com todas as questões que interessam a Humanidade; tem imenso
campo, e o que principalmente convém é encará-lo pelas suas consequências."
(Allan Kardec, O livro dos médiuns, 58. ed., p. 35).
"Acrescentemos que o estudo de uma doutrina, qual a Doutrina Espírita,
que nos lança de súbito numa ordem de coisas tão nova quão grande, só pode
ser feito com utilidade por homens sérios, perseverantes, livres de prevenções e
animados de firme e sincera vontade de chegar a um resultado [...].
O que caracteriza um estudo sério é a continuidade que se lhe dá. Será de
admirar que muitas vezes não se obtenha nenhuma resposta sensata a questões
de si mesmas graves, quando propostas ao acaso e à queima-roupa, em meio de
uma aluvião de outras extravagantes? Demais, sucede frequentemente que, por
complexa, uma questão, para ser elucidada, exige a solução de outras preliminares
ou complementares." (Allan Kardec, O livro dos espíritos, 74. ed., p. 31).
31
4.7.4 - Exemplo
"[...] Autoridade fundamentada no exemplo. Hábito de estudo e oração.
Dignidade e respeito para com todos. Afeição sem privilégios.
Brandura e firmeza. Sinceridade e entendimento.
Conversação construtiva." (André Luiz, Desobsessão, 12. ed., p. 59-60).
"[...] Tua prosperidade brilha nos exemplos de fraternidade com que dignificas
a vida, nas demonstrações de altruísmo com que suprimes a crueldade, nos teste-
munhos de fé renovadora com que levantas os tíbios ou nos atos de humildade com
que desarmas a delinquência.
Reparte com o próximo os valores que transportas no espírito.
Aquele que verdadeiramente serve, distribui sem nunca empobrecer-se.
Quem mais deu e quem mais dá sobre a Terra é Jesus-Cristo, cuja riqueza
verte, infinita, dos tesouros do coração." (Emmanuel e André Luiz, Estude e viva,
6. ed., p. 53).
"Reconhece-se o verdadeiro espírita pela sua transformação moral e pelos
esforços que emprega para domar suas inclinações más [...]." (Allan Kardec, O
Evangelho segundo o Espiritismo, 107. ed., p. 276).
"Pregai pelo exemplo da vossa fé, para a incutirdes nos homens. Pregai pelo
exemplo das vossas obras para lhes demonstrardes o merecimento da fé. Pregai
pela vossa esperança firme, para lhes dardes a ver a confiança que fortifica e
põe a criatura em condições de enfrentar todas as vicissitudes da vida." (Allan
Kardec, O Evangelho segundo o Espiritismo, 107. ed., p. 305).
"Estes são como aqueles tempos, embora o espaço de dois mil anos que os
separam.
A opressão e a força mudaram de mãos, no entanto, prosseguem gerando
infortúnio e dor.
O homem, escravo das paixões, padece a hipertrofia dos sentimentos, en-
quanto o monstro da guerra, com sua fauce hiante, persiste em devorar vidas...
Há lutas de destruição em toda parte, qual ocorria naqueles dias em que
veio Jesus para dar início à Era do Espírito Imortal.
32
Hoje, porém, pode-se adicionar àquelas condições negativas, entre outras
lamentáveis ocorrências, a destruição do instituto da família, liberando crianças
e jovens que se arrojam na desabalada correria da loucura, a grassar avassalado-
ra, parecendo anunciar o fim dos tempos da ética e da civilização, em desolador
retorno à barbárie, ao primitivismo. [...].
Ao Espiritismo cabe a honrosa tarefa de trazê-Lo de volta, atuante e dócil,
vigoroso e libertador, conforme ocorrera antes.
As vozes do além-túmulo que Lhe obedecem ao comando, promovem, na
Terra, uma clarinada de despertamento, pondo em ruínas as velhas construções
do materialismo, nas diversas expressões em que se manifesta, ensejando com-
preensão nova da vida e da realidade do ser imortal.
Neste sublime cometimento, porém, a floração infanto-juvenil - rodas do
progresso do amanhã que avançam pelos pés do presente - assume a grandeza
de um desafio que nos cumpre aceitar, conjugando esforços em ambos os lados
da vida, para conduzir com segurança e sabedoria, evitando os lamentáveis
erros transatos. [...].
A tarefa da educação, por isso mesmo, é de relevância, enquanto que a da
evangelização é de urgência salvadora.
Quem instrui, oferece meios para que a mente alargue a compreensão das
coisas e entenda a vida.
Quem educa, cria os valores ético-culturais para uma vivência nobre e ditosa.
Quem evangeliza, liberta para a Vida feliz.” (Diversos Espíritos, Terapêutica de
emergência, 2. ed., p. 21-24).
"Ao término do século XX, o século chamado das luzes, estamos convocando
os obreiros de boa vontade para a tarefa divina de evangelizar.
Evangelho é sol nas almas, é luz no caminho dos homens, é elo abençoado
para união perfeita.
Evangelizemos nossos lares, meus filhos, doando à nossa família a bênção
de hospedarmos o Cristo de Deus em nossas casas.
A oração em conjunto torna o lar um santuário de amor onde os Espíritos
mais nobres procuram auxiliar mais e mais, dobrando os talentos de luz que ali
são depositados.
Evangelizemos nossas crianças, espíritos forasteiros do infinito em busca de
novas experiências, à procura da evolução espiritual.
33
Sabemos que a Terra é um formoso Educandário e o Mestre Divino, de
sua cátedra de Amor, exemplifica pela assistência constante, o programa a ser
tratado.
Evangelizemos nossos companheiros de trabalho, pelo exemplo na conduta
nobre, pelo perdão constante.
Evangelizemo-nos, guardando nossas mentes e nossos corações na bênção
dos ensinos sublimes.
Estamos na Terra, mas alistamo-nos nas fileiras do Cristianismo para erguer-
mos bem alto a bandeira da luz do Mestre Divino: 'Amai-vos uns aos outros
como vos tenho amado.'
Evangelizemos.
Os tempos são chegados, os corações aflitos pedem amparo, os desespera-
dos suplicam luz.
Há um grito que ressoa pelo infinito! Pai, socorre-nos!
Filhos, somente através do Evangelho vivido à luz da Doutrina Espírita encon-
trará o homem a paz, a serenidade e o caminho do amor nobre.
Conclamamos os corações de boa vontade: Evangelizem; Evangelizemos.
Acendamos a luz dos ensinos divinos para que a Terra se torne um sol radioso
no infinito, conduzindo uma Família humana integrada nos princípios da vida em
hosana ao seu Criador.
Filhos, peçamos ao Pai inspiração e prossigamos para o alto porquanto so-
mente Cristo com o Seu saber e o Seu coração de luz poderá iluminar nossos
caminhos." (Bezerra de Menezes, Reformador, n. 1934, mai. 1990, p. 9).
4.8.3 - O evangelizador no plano espiritual
“- Aqui tendes os vossos educadores. São como anjos-tutelares que sobre
vós, como sobre vossos destinos, se debruçarão, amparando-vos na espinhosa
jornada! Acompanhar-vos-ão, a partir deste momento, em todos os dias de
vossa vida, e só darão cumprida a nobre missão de que se incumbiram junto
de vós, quando, já glorificados pela observação da Lei que infringistes, vol-
tardes da Terra, novamente para este asilo, recebendo, então, como que pas-
saporte para outra localidade espiritual, onde reapanhareis o fio normal da
rota evolutiva interrompida pelo suicídio.
As credenciais dos mestres a quem, neste momento, sois entregues em
nome do Pastor Celeste, estendem-se, em virtudes e méritos, a um passado
remoto, muitas vezes comprovado nos testemunhos santificantes.” (Yvonne A.
Pereira, Memórias de um suicida, 18. ed., p. 422-423).
34
"O estudo aqui é feito de forma bem objetiva. Os mestres, que nada têm de
convencidos nem ares de superioridade, acompanham os alunos e dão lições de
acordo com os problemas que aparecem. São às vezes, lições longas que levam
horas e horas e são dadas com a observação do fenômeno que se quer apren-
der.” (Luiz Sérgio, O mundo que eu encontrei, 20. ed., p. 27).
35
5 - METODOLOGIA E FUNCIONAMENTO
DO CICLO INTRODUTÓRIO
5.1.4 "[...] Esclarecendo o erro religioso, onde quer que se encontre, e revelan-
do a verdadeira luz [...]." (Emmanuel, O consolador, 15. ed., perg. 353).
5.1.8 "[...] fundar a unidade de princípios [...]" (Allan Kardec, Obras póstu-
mas, 25. ed., p. 342).
36
5.2 - Os cursos do ciclo introdutório
Os cursos do Ciclo Introdutório, de duração semestral, ministrados sequen-
cialmente na Casa Espírita, objetivam propiciar ao aluno o conhecimento do
Espiritismo e a sua preparação prévia para integração na Escola de Médiuns e
nas atividades da instituição.
5.3 - Metodologia
5.3.1 - Cursos teórico-práticos
Os estudos do Ciclo Introdutório, visando à formação doutrinária dos tra-
balhadores, são ministrados sob a forma de cursos teórico-práticos, de duração
semestral, com início das aulas em fevereiro e agosto e término em junho e
dezembro.
37
"[...] somos chamados, na Doutrina Espírita, a estudar instruindo-nos, e,
pela mesma razão, advertiu-nos Jesus de que apenas o conhecimento da ver-
dade nos fará livres." Albino Teixeira (Autores diversos, Caminho espírita, 2. ed.,
p. 144).
38
5.3.4 - Caderno de exercícios
Aulas teóricas
São aquelas que se destinam ao conhecimento doutrinário, ao aprimora-
mento individual e à reforma íntima.
"[...] ministrar conhecimentos práticos em torno da vida prática, ideias tão
sólidas quanto possíveis, quanto à realidade da vida em si." (Emmanuel, A terra
e o semeador, 6. ed., p. 80).
39
Aulas especiais
Aula inaugural
• 1º - Posto de Assistência
• 2º - Livre (definição a critério da direção da Casa Espírita)
Curso Passe:
40
Curso Corrente Magnética:
41
“E quando reprovados repetiríamos a experiência até concordar plenamente
o tema com a verdade que esposávamos [...].” (Ivone A. Pereira, Memórias de
um suicida, 18. ed., p. 483).
"[...] O aluno matriculado na escola, sem assiduidade às lições, apenas
abusa do estabelecimento de ensino que o acolheu, porquanto a simples ficha
de entrada não soluciona o problema do aproveitamento." (Emmanuel, Fonte
viva, 16. ed., p. 229).
Falta trabalho
42
4 - Fazer avaliação geral do curso, ao final do semestre.
5 - Registrar no campo próprio do formulário de controle de frequência os
resultados de cada aluno.
6 - Participar das reuniões de avaliação e treinamento de instrutores, pro-
gramadas pela direção da área doutrinária da Casa Espírita (reunião e
reciclagem).
5.4.6 - Reunião de instrutores
A matrícula dos alunos novatos poderá ser realizada ao longo de todo o ano,
devendo ser intensificada nos meses de janeiro, fevereiro e julho, períodos que
antecedem o início dos cursos. Os alunos que forem admitidos nos cursos após
a 4ª aula ficarão na condição de ouvintes, devendo reiniciar o curso no próximo
semestre, de modo a atender ao critério de promoção descrito no item 5.4.3
deste manual.
Os dados referentes à triagem dos alunos serão anotados pelo instrutor na
ficha de matrícula, conforme formulário anexo.
"[...] Nossa identidade, portanto, era antes fotografada: as imagens emiti-
das por nossos pensamentos, no ato das respostas às perguntas formuladas,
seriam captadas por processos que na ocasião escapavam à nossa compreen-
são. [...]. (Yvonne A. Pereira, Memórias de um suicida, 18. ed., p. 57-58).
5.4.8 - Horário
A porta será fechada no horário combinado para o início das aulas, não
sendo permitida a entrada após o mesmo.
43
"Tanto quanto possível, em qualquer obrigação a cumprir, esteja presente pelo
menos dez minutos antes, no lugar do compromisso a que você deve atender."
(André Luiz, Sinal verde, 2. ed., p. 91).
44
6 - RECURSOS DIDÁTICOS
6.2 - Finalidade
Pesquisas feitas pela Socondy-Vacuum Oil Co. Studies relativas ao aprendi-
zado constataram que:
Aprendemos: Retemos:
1% através do gosto 10% do que lemos
1,5% através do tato 20% do que escutamos
3,5% através do olfato 30% do que vemos
11% através da audição 50% do que vemos e escutamos
83% através da visão 70% do que ouvimos e logo discutimos
90% do que ouvimos e logo realizamos
A observação da tabela leva-nos a concluir que os nossos cinco sentidos, tato,
olfato, visão, audição e paladar, apesar de estarem diretamente ligados ao pro-
cesso ensino-aprendizagem, não têm a mesma graduação de importância.
45
Dados retidos de- Dados retidos
Método de ensino
pois de 3 horas depois de 3 dias
Somente oral 70 % 10 %
Somente visual 72 % 20 %
Oral e visual simultaneamente 85 % 65 %
Dessa forma, para alcançar maior efetividade na assimilação da mensagem
transmitida, temos que buscar integrá-los.
Para tanto, a utilização de recursos didáticos é fator de fundamental im-
portância e excelente aliado para todos aqueles que exercem a tarefa de ensinar
e divulgar uma mensagem.
Somente através de seu uso adequado é que se irá sensibilizar e despertar
o aprendiz para o conteúdo ministrado.
A finalidade dos recursos didáticos é a de melhorar a qualidade de trans-
missão e recepção das mensagens e tornar os conteúdos ministrados mais
facilmente assimiláveis, aprimorando o processo ensino-aprendizagem." (FEB,
Recursos didáticos, p.3).
6.3 - Objetivos
• Aproximar o aprendiz da realidade, dando-lhe noções mais exatas dos
fenômenos ou fatos em estudo;
• motivar e incentivar os alunos para as atividades de aprendizagem;
• facilitar a percepção e a compreensão dos fatos e conceitos em estudo;
• conceituar e ilustrar o que está sendo exposto verbalmente;
• economizar esforços na compreensão de fatos, conceitos e informações;
• auxiliar na fixação do conteúdo apresentado;
• estimular a participação do público;
• criar oportunidades para manifestação de aptidões e de desenvolvimen-
to de habilidades específicas com o manuseio de equipamentos e elabo-
ração de materiais por parte do aprendiz;
• despertar e prender a atenção do aprendiz;
• tornar o ensino dinâmico, concreto e mais próximo da realidade;
• reduzir o nível de abstração, na apreensão de uma mensagem;
• auxiliar na formação e retenção da ideia transmitida;
46
• favorecer o processo ensino-aprendizagem na retenção e na assimilação
do conteúdo transmitido;
• facilitar o relacionamento e a comunicação da escola/instituição com a
comunidade e melhorar o conhecimento de sua realidade."
6.4 - Classificação
Muitas são as classificações dos recursos didáticos. Unindo as ideias de
vários autores chegamos à classificação que apresentamos abaixo:
Tradicionalmente os recursos são definidos em três tipos principais: re-
cursos visuais, auditivos e audiovisuais.
Os recursos visuais incluem as projeções, os cartazes e as gravuras; os
auditivos, o rádio e as gravações; e os audiovisuais o cinema e a televisão.
Para melhor entendimento, adotaremos a seguinte classificação dos re-
cursos audiovisuais:
Recursos Recursos Recursos Recursos
Recursos Visuais
Auditivos Audiovisuais humanos naturais
Quadro de Giz Rádio Televisão / vídeo Instrutor / Água
Quadro branco / DVD Professor
Gravações Árvores
Quadro magnético Projetor Alunos
Música Pedras
Álbum Seriado multimídia
Equipes
Cartaz Discos Flores
Computador
Flip-Chart
Cinema
Mural Didático
Flanelógrafo
Diorama
Diapositivos – Slides
Episcópio
Retroprojetor
Transparências
Gráficos
Mapas
Gravuras
Fotografias
Bonecos
(Curso para instrutores – como aplicar uma boa aula na Casa Espírita, p. 153-154).
47
"Aperfeiçoar os métodos de ministração do ensino doutrinário [...] buscan-
do nesse particular os recursos didáticos suscetíveis de reafirmarem a seriedade
e o critério seguro de aproveitamento na elaboração de programas." (André
Luiz, Conduta espírita, 15. ed., p. 141).
48
Além das obras mencionadas, os alunos de todos os cursos farão uso da
Agenda Reforma Íntima, como ferramenta indispensável ao cumprimento deste
programa.
6.6 - Planejamento
6.6.1 - Conceito
"O ensino para ser eficaz tem que ser inteligente, metódico e orientado por
propósitos definidos.
Os dois grandes males que desvitalizam o ensino, prejudicando o andamen-
to do processo ensino-aprendizagem, reduzindo o seu rendimento a níveis ínfi-
mos são:
• a rotina, sem inspiração e sem objetivos;
• a improvisação dispersiva, confusa e sem sequência.
Para esses males, um remédio se impõe: o planejamento do ensino. Este
garante a contínua melhoria e vitalização do ensino (combate a rotina) e asse-
gura a progressão metódica e bem calculada do trabalho docente em vista de
objetivos definidos (contra improvisação dispersiva)
O planejamento é a previsão inteligente e bem calculada de todas as etapas
do trabalho escolar e a programação racional de todas as atividades, de modo a
tornar o ensino seguro, econômico e eficiente. Todo planejamento se concretiza
num programa definido de ação, que constitui um roteiro seguro para conduzir
progressivamente os alunos aos resultados desejados.” (Cláudio Piletti, Didática
Geral, p. 12).
49
5.6.2 - Tipos de planos de ensino
50
TV (LED, LCD ou Plasma). Estes aparelhos de TV geralmente contam em sua
parte traseira com um leitor USB (Universal Serial Bus) que permitem a conexão
de pendrives, possibilitando a leitura dos vídeos e do conteúdo dos slides. No
entanto, os arquivos dos slides precisarão ser previamente convertidos para um
dos formatos de imagem compatíveis com o aparelho de TV, ou seja, deverão ser
gravados com extensões do tipo .jpg, .jpeg, .bmp ou similares.
TV (LED, LCD, Plasma ou tubo) conectados ao aparelho de DVD. Geralmente
os leitores de DVD reconhecem uma variedade maior de arquivos. No entanto,
convém verificar previamente a compatibilidade dos arquivos no CD ou DVD ao
seu aparelho;
Computadores (PC ou Notebook). Caso o número de alunos não seja muito
grande, e o ambiente físico o permita, pode-se utilizar a própria tela do com-
putador para projetar as imagens e vídeos das aulas;
Retroprojetores ou Cartazes. Os conteúdos dos slides também podem ser
impressos em transparências e exibidos por meio de retroprojetores ou, se for
o caso, o instrutor poderá confeccionar cartazes em que estes conteúdos sejam
reproduzidos. Com relação aos vídeos, uma opção seria a utilização de imagens
de revistas, livros e jornais que atendam aos objetivos propostos.
Reservar espaço, em todas as aulas, para o estudo em grupo, como forma
de possibilitar o intercâmbio de experiências e conhecimentos entre os alunos.
Ao escolher determinado vídeo como recurso didático para sua aula, evite
a exibição de trechos muito longos, ou mesmo de filmes em sua íntegra. Essa
prática tende a fazer com que a aula fique monótona e pode resultar em afasta-
mento dos objetivos propostos.
Reservar tempos adequados para o estudo em grupo e para a apresentação
dos slides, evitando aulas demasiadamente expositivas, sem a participação dos
alunos.
Sempre que necessário, recorra ao Manual de Aplicação do Ciclo Introdutório
ou ao livro Curso para Instrutores, onde se encontram sugestões de dinâmicas
de grupos, técnicas de ensino e dicas quanto à utilização dos recursos didáticos,
além de orientações de interesse geral aos instrutores.
51
7 - PROGRAMA DE APOIO À REFORMA
ÍNTIMA
52
7.1.3 - Educação: a chave do progresso moral
"Que definição se pode dar da moral?
"A moral é a regra de bem proceder, isto é, de distinguir o bem do mal.
Funda-se na observância da lei de Deus. O homem procede bem quando tudo
faz pelo bem de todos, porque então cumpre a lei de Deus." (Allan Kardec, O
livro dos espíritos, 83. ed., perg. 629).
"A educação, convenientemente entendida, constitui a chave do progresso
moral. Quando se conhecer a arte de manejar os caracteres, como se conhece a
de manejar as inteligências, conseguir-se-á corrigi-los, do mesmo modo que se
aprumam plantas novas." Fénelon (Allan Kardec, O livro dos espíritos, 83. ed.,
perg. 917).
"Há um elemento, que se não costuma fazer pesar na balança [...]. Esse ele-
mento é a educação, não a educação intelectual, mas a educação moral. Não
nos referimos, porém, à educação moral pelos livros e sim à que consiste na arte
de formar os caracteres, à que incute hábitos, porquanto a educação é o conjunto
dos hábitos adquiridos [...]. Quando essa arte for conhecida, compreendida e prat-
icada, o homem terá no mundo hábitos de ordem e de previdência para consigo
mesmo e para com os seus, de respeito a tudo o que é respeitável, hábitos que
lhe permitirão atravessar menos penosamente os maus dias inevitáveis." (Allan
Kardec, O livro dos espíritos, 83. ed., perg. 685-a).
53
adormecido na carne, mas não fornecem as luzes interiores, somente consegui-
das à custa de grande esforço e trabalho individual." (Emmanuel, O consolador,
15. ed., perg. 218).
"O Céu, naturalmente, não nos reclama a sublimação de um dia para o outro
nem exige de nós, de imediato, as atitudes espetaculares dos heróis.
O trabalho da evangelização é gradativo, paciente e perseverante. Quem
recebe na inteligência a gota de luz da Revelação Cristã, cada dia ou cada semana
transforma-se no entendimento e na ação, de maneira imperceptível." Bezerra
de Menezes (Espíritos Diversos, Temas da vida, p. 59).
A Agenda Reforma Íntima foi criada com o objetivo de colaborar com o pro-
cesso de auto conhecimento e reforma moral, a fim de que cada um possa
tornar sua vida melhor, conforme os preceitos de Nosso Senhor Jesus: “Sede,
pois, perfeitos como é perfeito vosso Pai Celestial.” (Mt, 5:48).
Trata-se de uma agenda diária, só que voltada especificamente para o pro-
cesso de melhoria interior, sendo que, a cada dia, foram propostos exercícios, re-
flexões e metas de aperfeiçoamento íntimo, todos eles baseados na metodologia
de Santo Agostinho, conjugada a outras, como, por exemplo, as de Emmanuel,
Anália Franco, Joanna de Ângelis e Léon Denis.
54
7.3.2 - Utilizando a Agenda Reforma Íntima
Não existe uma única maneira de se utilizar a Agenda Reforma Íntima. Cada
pessoa encontrará o melhor horário, o local e o ambiente adequados para medi-
tar e realizar os exercícios propostos. O que é essencial é que o uso da agenda
deve ser diário, a fim de criar o hábito salutar da autoanálise.
Vale ressaltar que é de vital importância a continuidade e a disciplina, já
que a agenda serve como amparo ao processo de melhoria interior e de reforma
íntima no dia-a-dia. Sendo assim, sugerimos a utilização da agenda em dois mo-
mentos distintos: no início do dia e no seu término.
No início do dia:
"Nas horas matinais, a alma, pela oração e meditação, eleva-se com mais
fácil impulso até as alturas donde se vê e compreende que tudo – a vida, os
atos, os pensamentos – está ligado a alguma coisa grande e eterna e que habita-
mos um mundo em que potências invisíveis vivem e trabalham conosco." (Léon
Denis, O problema do ser, do destino e da dor, 16. ed., perg. 361).
No fim do dia:
"Fazei o que eu fazia, quando vivi na Terra: ao fim do dia, interrogava a
minha consciência, passava revista ao que fizera e perguntava a mim mesmo se
não faltara a algum dever, se ninguém tivera motivo para de mim se queixar. Foi
assim que cheguei a me conhecer e a ver o que em mim precisava de reforma.
Aquele que, todas as noites, evocasse todas as ações que praticara durante o dia
e inquirisse de si mesmo o bem ou o mal que houvera feito, rogando a Deus e ao
seu anjo de guarda que o esclarecessem, grande força adquiriria para se aper-
feiçoar, porque, crede-me, Deus o assistiria." Santo Agostinho (Allan Kardec, O
livro dos espíritos, 83. ed., perg. 919-a).
55
'Isso te auxiliará a enfrentar com tranquilidade os problemas e a solucioná-
los; a suportar as dores e superá-las; a compreender a necessidade das lutas e
vencê-las; a manter o bom ânimo e não tombar em erros." (Joanna de Ângelis,
No rumo da felicidade, 5. ed., p. 17).
Prece diária
A prece é poderoso mecanismo de auxílio no exercício contínuo e diário da
reforma Íntima, proporcionando-nos a sintonia com as forças do bem.
A partir da experiência de Anália Franco, para cada dia da semana foi sugeri-
da uma prece diferente, no sentido de manter a pessoa em sintonia elevada. A
sugestão de prece diária também tem o objetivo de despertar, dentre outros, os
sentimentos de amor e gratidão a Deus; de compaixão aos que sofrem, nos dois
planos da vida; de amor à família a aos amigos; de piedade e compaixão pelos
que nos querem mal; e, também, de vigilância ante as tentações do caminho.
Segundo André Luiz:
"[...] a oração, qualquer que seja o nosso grau de cultura intelectual, é o
mais elevado toque de indução para que nos coloquemos, para logo, em regime
de comunhão com as Esferas Superiores." (André Luiz, Mecanismos da mediuni-
dade, 13. ed., p. 177).
Neste sentido, vale a pena anotar as considerações de Allan Kardec a res-
peito da prece aos anjos guardiães e aos espíritos protetores:
"A prece aos anjos guardiães e aos Espíritos protetores deve ter por obje-
tivo solicitar-lhes a intercessão junto de Deus, pedir-lhes a força de resistir às
más sugestões e que nos assistam nas contingências da vida." (Allan Kardec, O
56
Evangelho segundo o Espiritismo, 113. ed., cap. XXVIII, item 2).
Exercícios diários – balanço moral do dia
São exercícios que nos convidam a realizar avaliações pessoais, tais como:
a) balanço do dia; b) metas de reforma íntima; c) quadro de defeitos e virtudes;
d) exame de ações positivas e negativas; dentre outros.
"Dirigi, pois, a vós mesmos perguntas, interrogai-vos sobre o que tendes
feito e com que objetivo procedestes em tal ou tal circunstância, sobre se fiz-
estes alguma coisa que, feita por outrem, censuraríeis [...]. Perguntai ainda mais:
‘Se aprouvesse a Deus chamar-me neste momento, teria que temer o olhar de
alguém, ao entrar de novo no mundo dos Espíritos, onde nada pode ser ocul-
tado?" Santo Agostinho (Allan Kardec, O livro dos espíritos, 83. ed., perg. 919-a).
Balanço da semana
No final de cada mês, foi colocado o Balanço da semana, que é um tipo de
exercício em que o aluno é convidado a avaliar toda a sua semana no horário
destinado à Reforma Íntima, na Escola de Estudos Espíritas. Trata-se de um ex-
ercício simples de avaliação semanal e de planejamento de metas para a nova
semana que vai começar.
"Formulai, pois, de vós para convosco, questões nítidas e precisas e não
temais multiplicá-las. Justo é que se gastem alguns minutos para conquistar uma
felicidade eterna. Não trabalhais todos os dias com o fito de juntar haveres que
vos garantam repouso na velhice? Não constitui esse repouso o objeto de todos
os vossos desejos, o fim que vos faz suportar fadigas e privações temporárias?
Pois bem! Que é esse descanso de alguns dias, turbado sempre pelas enfermi-
dades do corpo, em comparação com o que espera o homem de bem?" Santo
Agostinho (Allan Kardec, O livro dos espíritos, 83. ed., perg. 919-a).
57
"O bom livro é tesouro de Amor e Sabedoria. Na sua claridade, santificamos
a experiência de cada dia, encontramos horizontes novos e erguemos o próprio
coração para a vida mais alta." Emmanuel (Autores Diversos, Dicionário da alma,
5. ed., p. 234).
58
HORÁRIO GERAL DA REFORMA ÍNTIMA
59
PROGRAMA DE LEITURA – SUSTENTÁCULO DOUTRINÁRIO
PROGRAMA SEMESTRAL
CICLO CURSO LEITURA DE FÉRIAS
DE LEITURAS
60
Terceiro Momento: Reflexão
É destinado à reflexão em torno da Reforma Íntima, onde o aluno fará, indi-
vidualmente, uma avaliação moral da sua semana, estabelecendo metas de mel-
horia para a próxima. O instrutor deverá proporcionar a harmonia da sala. Como
é um momento de reflexão individual, é conveniente manter o silêncio, a música
elevada e um clima que convide à meditação. O instrutor levará os alunos a re-
fletirem sobre os exercícios propostos na Agenda Reforma Íntima, respondendo
ao Balanço da Semana, localizado no final de cada mês da agenda.
É preciso entender que esses exercícios são pessoais e de natureza íntima,
não necessitando o aluno revelar os resultados obtidos e nem mostrar sua
Agenda a ninguém. O papel do instrutor nesse momento é o de dinamizador e
motivador, a fim de que os 30 minutos destinados à reforma íntima sejam real-
mente aproveitados. Convém deixar claro que NÃO É papel do instrutor ser ex-
aminador, avaliador e juiz de ninguém. O exercício de reflexão é individual e diz
respeito apenas ao aluno.
"Ao passo que na meditação o Espírito se concentra, volta-se para o lado
grave e solene das coisas; a luz do mundo espiritual banha-o com suas ondas.
Há em roda do pensador grandes seres invisíveis que só querem inspirá-lo
[...]."(Léon Denis, O problema do ser, do destino e da dor, 16. ed., perg. 358).
61
8 - TÉCNICAS DE ENSINO
62
O ensino socializado oferece oportunidades para os alunos desenvolverem
suas potencialidades e, no trato com os colegas, aprenderem a conhecer e acei-
tar suas próprias limitações e as dos demais." (FEB, Técnicas de ensino, p. 4-5).
8.2.1 - Apresentação
Esta técnica é conveniente num grupo novo. É muito útil, nas primeiras re-
uniões, o uso do crachá, para a fixação dos nomes, fator básico na integração das
pessoas.
O professor ou coordenador do grupo se apresenta, de maneira breve e in-
formal, dizendo seu nome e algumas informações iniciais. Em seguida convida os
presentes a fazerem o mesmo.
Além de servir para quebrar o gelo da comunicação inicial, esta apresen-
tação desfaz o clima de massificação a que estamos habituados, e onde todos se
sentem apenas como número e como insignificante anônimo. Na apresentação,
por simples e breve que seja, destaca-se a presença de cada pessoa, com seu
valor individual e sua dignidade.
Cada membro do grupo diz o seu nome. Depois de cada apresentação, são
feitas 3 ou 5 perguntas à pessoa.
63
O coordenador pede que todos perguntem em rodízio; que não sejam os
mesmos a perguntar.
PRECAUÇÕES ÚTEIS
64
4) Não deve preocupar certo clima de estranheza ou de brincadeira no início.
Logo em seguida as duplas começam a gostar. No fim lamentam a brevidade do
tempo." (Andreola, Dinâmica de grupo: jogo da vida e didática do futuro, 8. ed.,
p. 33-35).
O Painel Integrado é uma das técnicas mais dinâmicas, tanto para intercâmbio
de ideias, como para a participação e integração de todos os membros de um grupo.
OBJETIVOS
1) Promover a comunicação, a participação, a cooperação e a integração de
todos os membros do grupo.
2) Possibilitar a contribuição de todos no estudo ou debate de uma ideia ou
de um tema.
DESENVOLVIMENTO
1ª etapa:
1) Divide-se o grupo em equipes com número igual de participantes ( 3, 4 ,
5 ou 6, conforme o tamanho do grupo).
65
2ª etapa:
1) Os que têm o mesmo número ou o mesmo código, formam novas equipes.
66
DESENVOLVIMENTO
1) Apresentação do tema a ser estudado.
2) Formação dos grupos e distribuição das questões para cada grupo.
1ª etapa:
EM CASA: Cada grupo pesquisa, estuda, elabora a questão que lhe coube.
2ª etapa:
DE CASA-EM-CASA: Cada grupo envia representantes para todos os outros
grupos, a fim de buscar as respostas das várias questões; ao mesmo tempo fica
alguém no grupo para fornecer aos outros a própria resposta.
3ª etapa:
DE-NOVO-EM-CASA: Cada grupo, de novo reunido, de posse de todas as res-
postas, elabora a própria síntese e faz seu estudo final.
67
4ª etapa:
ASSEMBLEIA FINAL: Perguntas e esclarecimentos complementares; avaliação
do trabalho feito. Programação da próxima tarefa. Conclusão. [...]
OBJETIVO
Esta é outra técnica destinada a quebrar a monotonia da aula expositiva,
promovendo maior interesse e participação dos alunos.
DESENVOLVIMENTO
1) O tema desenvolvido é subdividido numa série de itens (possivelmente
um para cada aluno ou membro do grupo), escritos em fichas, numeradas seg-
undo a sequência lógica do tema.
2) Distribuídas as fichas, o professor ou coordenador da reunião faz a apre-
sentação do tema e uma rápida introdução ao mesmo. Convida, em seguida, os
membros do grupo, a fazerem a exposição do mesmo, seguindo a ordem das
fichas que receberam.
3) O professor ou coordenador dará o fecho final. Poderão seguir-se pergun-
tas ou debates em torno do tema exposto.
68
4) As "aulinhas" poderão apresentar também variações nas técnicas e no
material de apresentação de cada expositor.
OBJETIVOS
1) Aprofundar o estudo de um tema.
2) Amadurecer, aperfeiçoar ideias ou conclusões.
3) Valorizar a contribuição de todos.
4) Integrar os membros de um grupo em torno de um tema comum.
DESENVOLVIMENTO
3) Divisão em 4 grupos.
4) Divisão em 8 grupos.
O trabalho pode encerrar-se com uma tarefa individual ou a dois, como apli-
cação do estudo feito.
69
OBJETIVOS
1) Individualização progressiva de uma tarefa
2) Tornar uma ideia concreta, aplicando-a a situações existenciais de cada
pessoa.
3) Levar cada membro do grupo a assumir responsabilidade, tirar con-
clusões, tomar decisões pessoais.
OBJETIVOS
1) Motivar o estudo de um texto ou tema.
2) Estimular a participação de todos no grupo.
3) Proporcionar intercâmbio de informações, comunicação e integração do
grupo.
DESENVOLVIMENTO
1) Encaminhada a sessão, o professor ou explicitador apresenta rapida-
mente o tema.
2) É distribuído ao grupo um texto sobre o tema para ser estudado e
discutido.
3) Avisa-se que em seguida passará uma caixinha com perguntas. Por en-
quanto é dado um tempo "X" (determinar) para leitura do texto.
4) Passa-se ao "jogo da caixinha". Liga-se uma música. A caixinha vai passando
a roda. Quando para a música, o que está com a caixinha extrai um bilhete. Tem
um minuto para responder, servindo-se, querendo, do texto. Se não responder
perde pontos ou paga prenda.
70
5) A caixinha prossegue. Se parar na mão de alguém que já respondeu,
quem responde é o colega que o antecede.
O valor da técnica está em que todos são intensamente envolvidos em cada
resposta. Enquanto o sorteado busca a resposta todo mundo pensa, procura no
texto, fica atento para o resultado.” (Andreola, Dinâmica de grupo: jogo da vida
e didática do futuro, 8. ed., p. 42-53).
OBJETIVOS
Permitir o intercâmbio do grande grupo, fazendo com que todos os compo-
nentes conheçam o trabalho realizado pelos demais grupos.
Dinamizar o grande grupo, treinando todos para uma discussão aprofundada.
DESENVOLVIMENTO
Tempo: 90 minutos divididos em:
. Preparação - 10 minutos
. Realização - 50 minutos
. Plenário - 20 minutos
. Avaliação - 10 minutos
REALIZAÇÃO
1ª ETAPA - O grupo já dividido se reúne e discute o assunto proposto du-
rante 15 minutos, estabelecendo conclusões.
2ª ETAPA - O relator de cada grupo se dirigirá ao grupo seguinte e fará uma
apresentação dos fatos discutidos em seu grupo inicial, explicando:
71
a) Como se desenvolveu a discussão;
b) A que conclusões o grupo chegou. Após, o relator volta ao grupo de
origem.
Assim, o relator do grupo A vai para o grupo B; o do grupo B vai para o C; o
C vai para o D e assim por diante.
@@@ ###
A @@& B ##@
@@ ##
$$$ &&&
C $$# D &&$
$$ &&
3º ETAPA - O grupo, após ouvir a comunicação do relator vindo do outro
grupo, prossegue a discussão, incluindo o relato feito e partindo das conclusões
elaboradas pelo grupo visitante.
O grupo poderá discordar do relato, completá-lo ou acrescentar novas ideias.
4º ETAPA - Os grupos voltam ao plenário e cada relator apresentará um
resumo do trabalho, incluindo o enriquecimento feito pelo grupo visitante.
O coordenador do grupo poderá complementar as conclusões dos grupos.
PLENÁRIO
@ $ & X
# # # #
# # # #
# # # #
AVALIAÇÃO
O coordenador levará o grupo a analisar o trabalho realizado nos aspectos
de desenvolvimento da técnica e aprofundamento do assunto.
O trabalho será considerado satisfatório se os grupos:
a) obedecerem o tempo previsto na realização das tarefas;
72
b) obtiverem participação integral do grupo;
c) realizarem o intercâmbio entre os grupos com sucesso;
d) apresentarem conclusões satisfatórias sobre os assuntos.
8.3.8 Técnica cooperativa
OBJETIVOS
1. Propiciar o trabalho cooperativo entre o coordenador e os participantes.
2. Permitir que os componentes dos grupos trabalhem cooperativamente.
3. Ensinar a estudar.
4. Oferecer aos alunos oportunidades de tornarem-se trabalhadores inde-
pendentes e confiantes em suas possibilidades (autoconfiantes).
DESENVOLVIMENTO
a) Iniciar o método, motivando a classe, através de uma exposição geral
sobre a unidade de estudo e o tema a ser trabalhado.
b) Dividir os alunos em grupos e, para cada grupo, distribuir uma subuni-
dade de estudo ou tema.
Os assuntos podem ser oferecidos em forma de roteiros elaborados pelo
orientador e trabalhados em estudo dirigido, ou apenas dadas as indicações bib-
liográficas para que os grupos elaborem a pesquisa.
c) Após, os grupos apresentam ao plenário um resumo da sua subunidade
de trabalho, obedecendo a ordem lógica da unidade.
d) O orientador sintetiza no quadro de giz cada subunidade apresentada
pelos grupos, organizando, assim, a unidade completa.
Após cada apresentação discute-se o tema, permitindo-se que todas as
dúvidas sejam levantadas.
Quando a unidade estiver completa o professor faz as retificações
necessárias e a apreciação do trabalho.
AVALIAÇÃO
A técnica será considerada satisfatória se os alunos trabalharem
cooperativamente.
73
8.3.9 - Técnica de exposição mista
CARACTERÍSTICAS - Consiste em uma mistura de estudo dirigido e exposição.
O tema será , inicialmente, exposto pelo professor. Após, serão distribuídos à
classe textos sobre o assunto ou a bibliografia para ser estudada.
E, como terceira etapa, apresentar-se-á um questionário para ser respon-
dido e discutido com o grande grupo.
OBJETIVOS
a) Evitar que fiquem dúvidas sobre o assunto, possivelmente geradas na
aula expositiva.
b) Permitir a melhor organização e o estudo aprofundado do tema através
das bibliografias ou textos dados.
c) Treinar o aluno a ouvir, anotar, pesquisar e expor um determinado
assunto.
DESENVOLVIMENTO:
a) O professor fará uma exposição sobre o tema ou apenas sobre as partes
essenciais do mesmo.
b) Segue-se uma distribuição de textos, apostilas ou bibliografia sobre o as-
sunto, para que os alunos façam o estudo aprofundado do tema exposto.
c) O coordenador distribui os questionários, que podem ser respondidos
individualmente ou em pequenos grupos (4 ou 5 alunos, no máximo).
d) Após, cada grupo apresenta suas respostas ou parte delas, que serão dis-
cutidas pelo grande grupo.
e) Seguindo cada apresentação, o coordenador fará as observações
necessárias, solicitando aos grupos que anotem as respostas corretas.
AVALIAÇÃO
A técnica será considerada satisfatória se os alunos:
a) Demonstrarem ter aprofundado os conhecimentos já adquiridos.
b) Apresentarem e discutirem corretamente os estudos efetuados pelos grupos.
8.3.10 - Síntese
74
OBJETIVOS
Elaborar, sinteticamente, um resumo escrito de uma aula ou reunião, na
qual foram debatidos vários assuntos.
AVALIAÇÃO
A dinâmica será considerada satisfatória se os alunos:
a) retirarem do tema as ideias principais, discutindo-as nos grupos;
b) elaborarem, de maneira lógica, uma redação sobre o assunto dissertado;
c) realizarem o trabalho no tempo previsto na técnica.
8.3.11 - Quem me auxilia?
75
OBJETIVOS
a) Facilitar a integração e o auxílio mútuo entre os evangelizandos que tra-
balham em grupo, estimulando-os a aprender.
b) Desenvolver a autoconfiança ao expor, sem receio, as ideias apreendidas
no texto.
c) Testar o nível de aprendizagem.
DESENVOLVIMENTO – Tempo: 50 minutos.
1ª ETAPA - Distribuir aos educandos, que serão divididos em grupos de
acordo com a sugestão abaixo, um ou dois textos de apoio para leitura e inter-
pretação individual.
A 1 3 5 7 9 C 1 3 5 7 9
B 2 4 6 8 10 D 2 4 6 8 10
As duplas formadas pelos números A1 e B2, A3 e B4, A5 e B6, etc... irão de-
bater o assunto de tal forma que, os alunos que estão na equipe A, explicarão o
texto para os da equipe B. Os componentes da C (C1, C3, C5, etc...) explicarão o
texto para os da equipe D (D2, D4, D6, etc...).
2ª ETAPA - A seguir, faz-se uma troca de lugares entre as equipes: os alunos
da equipe A trocam de lugar com os da equipe C.
C 1 3 5 7 9 A 1 3 5 7 9
B 2 4 6 8 10 D 2 4 6 8 10
1 1 3 3 5 5 7 7 9 9
A B C D E
2 2 4 4 6 6 8 8 10 10
76
As novas equipes discutem os textos uma vez que todos já tomaram conheci-
mento do seu texto e do texto da outra equipe.
Nessa etapa, os quartetos elaboram uma síntese do assunto.
4ª ETAPA - Em plenário, os grupos expõem as sínteses e, com o auxílio do
orientador, elaboram as conclusões finais.
VARIAÇÃO - O coordenador pode relacionar as duplas, sem que os evangelizan-
dos percebam, a fim de unir fortes e fracos, da seguinte maneira:
a) Confeccionar cartões numerados e distribuí-los aos evangelizandos.
b) Solicitar que reúnam-se em duplas as pessoas que possuam o mesmo
número.
OBSERVAÇÕES
. Se julgar necessário, o evangelizador pode dar uma aula para esclarecer as
dúvidas.
. É aconselhável o coordenador avaliar a dinâmica com os evangelizandos.
AVALIAÇÃO - A dinâmica será considerada satisfatória se os alunos:
a) trabalharem, cooperativamente, em grupo.
b) estudarem o texto e explicarem corretamente aos alunos do grupo.
c) realizarem a técnica dentro do tempo estipulado.” (Técnicas de ensino, p.
8-9, 14-15, 19-20, 38-40).
OBJETIVOS
1) Desenvolvimento do raciocínio; da organização lógica do pensamento.
2) Flexibilidade mental: ver um tema sob muitos ângulos; entender o ponto
de vista dos outros.
3) Debate amplo de ideias.
4) Exercitar a cabeça fria
PREPARAÇÃO
1) Apresentação da ideia ou situação a ser discutida.
2) Constituição de dois minigrupos: de 3 a 5 membros cada um: para as-
sumirem as posições a favor e contra a ideia em discussão.
77
3) Um moderador para acompanhar os debates.
DESENVOLVIMENTO
1) Os dois grupos debatem o tema proposto, durante o tempo previsto.
2) Concluído o debate, faz-se uma auto e hetero avaliação de cada subgrupo.
78
OBJETIVOS
1) Discutir amplamente um tema.
2) Esclarecer os múltiplos aspectos do mesmo.
3) Aprofundar o conhecimento de um assunto.
4) Desenvolver a capacidade para o debate.
5) Integrar os membros de um grupo.
6) Descobrir e analisar aspectos de integração num grupo.
7) Desenvolver liderança.
DESENVOLVIMENTO
1) Apresentação do tema ao grupo, disposto em círculo.
2) Enumeram-se os membros do grupo.
3) Os números ímpares dispõem-se no círculo interno: G.V.
4) O G.V. organiza-se com as lideranças convenientes para um bom debate.
5) O G.V. realiza o debate. O G.O. acompanha o mesmo desempenhando
tarefas de observação.
6) Encerra-se a discussão.
7) O G.O. faz a avaliação do trabalho, apresentando as observações feitas.
79
d) Pode-se também fornecer uma ficha padronizada, para cada membro do G.O.
e) Outra variação: antes de passar a palavra ao G.O. os membros do G.V.
podem fazer uma auto avaliação.
f) Antes da avaliação, o G.O. pode subdividir-se em pequenos grupos, onde
as observações individuais são reunidas em relatórios.
OBJETIVOS
1) Motivar o estudo de um tema, tornando-o empolgante.
2) Exercitar o debate de ideias.
3) Flexibilidade mental.
4) Ver um problema sob vários ângulos ou pontos de vista.
DESENVOLVIMENTO
1) O tema ou problema a ser debatido deve ter sido planejado e estuda-
do com antecedência pelo grupo. O júri simulado é a culminância de todo este
trabalho.
2) A técnica segue todos os passos de uma sessão do tribunal do júri.
PERSONAGENS
Juiz, promotor público, advogado de defesa, advogado de acusação, réu,
testemunhas, jurados.
80
história de Napoleão e de sua época, para poderem desempenhar seu papel na
sessão do júri. Um grupo de alunos do 1º grau da Escola N.S. Aparecida de Nova
Prata(RS) aplicou-a com muito sucesso numa sessão comemorativa do dia da
árvore. Um dos alunos era “acusado” de ter quebrado o galho de uma árvore
da praça. Em torno disto girou um debate interessantíssimo sobre o valor da
árvore, e o respeito pelo meio ambiente.
1) O júri desenvolve-se através de várias sessões. Nos intervalos, os outros
membros do grupo desempenham diversos papéis como os de repórteres de
jornal, rádio e televisão, realizando entrevistas, reportagens, redigindo noticiários
e crônicas; outros poderão redigir manifesto a favor ou contra, para serem expos-
tos no jornal mural.
2) Alguns “peritos” poderão fazer sondagens de opinião pública, do tipo:
“Você condena ou absolve? Por quê?” (Andreola, Dinâmica de grupo: jogo da
vida e didática do futuro, 8. ed., p. 55-59).
CARACTERÍSTICAS
O método acima prevê a conversa informal entre duas pessoas, utilizando-
se de perguntas e respostas sobre um tema previamente combinado.
A plateia poderá, posteriormente, participar da conversa, fazendo pergun-
tas aos dois dialogadores.
Esta técnica poderá ser realizada convidando-se dois especialistas em algum
assunto, ou entre dois alunos, previamente preparados.
A conversa será informal mas, seguindo um roteiro pré-estabelecido, a fim
de que sejam abordados aspectos importantes do assunto.
OBJETIVOS
a) Possibilitar aos participantes a compreensão objetiva de um tema, apre-
ciando o confronto de ideias entre especialistas.
b) Permitir que pessoas que conheçam determinados assuntos, mas não
sejam oradoras, possam transmitir esses assuntos, em conversa informal.
c) Possibilitar a divisão do assunto entre duas pessoas, tornando mais
dinâmica a apresentação.
DESENVOLVIMENTO
Os participantes desta técnica são: coordenador, dois dialogadores e a
plateia. Cada um destes elementos desempenha tarefas específicas.
81
a) O coordenador pode ser o professor ou um educando. Deverá fazer um
levantamento junto à plateia, sobre os pontos de maior interesse ou dúvida
e organizar uma agenda para os dialogadores, a fim de orientá-lo quanto aos
interesses e necessidades do grupo.
b) Os conversadores ou dialogadores serão 2 educandos ou 2 especialistas,
conhecedores do tema proposto. Deverão conhecer profundamente o tema,
conversar com voz clara e audível para toda a plateia.
Não devem fazer discursos, mas dar respostas diretas e simples de modo a serem
bem compreendidas pela plateia.
c) A plateia, no caso, será uma classe. Durante a conversa anotará os pontos
que desejar melhor esclarecimento, sem interferir.
As perguntas serão feitas após o término do diálogo, individualmente ou
por grupo.
82
E assim, o coordenador vai apresentando a agenda de questões que será
debatida entre os especialistas. A plateia poderá ir anotando, individualmente
ou em grupos os pontos de maior interesse ou de dúvidas. (Técnicas de Ensino,
p. 16-19).
83
9 - COMO IMPLANTAR O CICLO
INTRODUTÓRIO DE ESTUDOS ESPÍRITAS
84
5º - Conheça as vídeo-aulas do curso Noções Básicas de Doutrina Espírita,
contidas no site [Link], programa Ensino Espírita.
Estão disponíveis vídeo-aulas referentes à aula inaugural e a de encerramen-
to, bem como dos temas Deus, Jesus, Doutrina Espírita e Allan Kardec, reen-
carnação, pluralidade dos mundos habitados, mediunidade, conhecimento de
si mesmo, prece e culto do Evangelho no lar e vícios. As aulas referentes aos
temas desencarnação, obsessão, família e caridade e o Centro Espírita deverão
ser elaboradas pelos instrutores locais.
85
Obs.: Caso o Centro Espírita conte com um número reduzido de trabal-
hadores, as tarefas poderão ser por eles acumuladas. Assim, a implantação dos
grupos de trabalho dar-se-á gradativamente, na medida em que a equipe for se
estruturando, com a formação de novos trabalhadores.
DIVULGAÇÃO EXTERNA
DIVULGAÇÃO INTERNA
86
• Avisos, convites e inscrições na quarta-feira: dia destinado ao tratamen-
to espiritual e à desobsessão, para pacientes em tratamento e para os mé-
diuns, a fim de que convidem seus familiares e amigos (Campanha “Traga
mais um”, que incentiva todos a convidarem pelo menos mais um para fre-
quentar o curso Noções Básicas de Doutrina Espírita) e levem panfletos para
divulgar externamente;
• Avisos, convites e inscrições aos assistidos das atividades de práticas as-
sistenciais, Mocidade (jovens acima de 14 anos), lares visitados pelas equi-
pes de Culto do Evangelho no Lar, etc.;
• Montar banca de matrícula permanente na Triagem, na Reunião Pública,
no Tratamento Espiritual e nas atividades assistenciais do Centro Espírita.
87
12º - Reunião de instrutores, com antecedência, quando serão tomadas as
seguintes providências:
• Apresentação e entrega do plano da aula inaugural com as atribuições
de cada um;
• Entrega da pasta do curso ao instrutor ou dupla de instrutores, contendo:
a) os formulários de matrícula para serem preenchidos com os alunos
do curso Noções Básicas de Doutrina Espírita;
b) o Formulário de frequência dos alunos;
c) o Calendário do curso Noções Básicas de Doutrina Espírita (Vide
anexos, ao final do livro Manual de Aplicação do Ciclo Introdutório, da
Editora Auta de Souza);
d) o Calendário de estudo do livro do sustentáculo doutrinário - “Há dois
mil anos”, conforme o programa da reforma íntima (Vide livro Reforma
Íntima – Como tornar sua vida melhor, da Editora Auta de Souza); e
e) as fichas de Plano de Aula e avaliação, em branco, para que os instru-
tores possam utilizar na montagem e avaliação de suas aulas.
• Repassar algumas informações indispensáveis aos instrutores nessa
reunião:
88
aula: Campanha de Fraternidade Auta de Souza, e 2ª aula: Livre, isto é, plane-
jamento a critério da direção da Casa Espírita), informando com antecedência
ao dirigente da atividade prática, a fim de que este possa preparar uma breve
explanação sobre aquela prática e criar condições para a recepção dos alunos e
para a realização da aula;
6. Arrumar a sala do curso Noções Básicas de Doutrina Espírita antes do
horário de recepção e de abertura, a fim de estar presente e auxiliar na recepção
dos alunos com fraternidade e alegria;
7. Participar da alegria cristã e da prece de abertura;
8. Arrumar a sala após o encerramento da aula;
9. Fazer semanalmente o exercício da Reforma Íntima, nos seus três mo-
mentos: Livre conversa – Sustentáculo doutrinário (livro Há dois mil anos) –
preenchimento da Agenda Reforma Íntima; conforme capítulo 7 deste manual.
10. Entrar em contato com os alunos que faltaram, durante a semana em
que se verificou a ocorrência, utilizando-se dos diversos meios disponíveis para
tal mister: cartas, contato telefônico, mensagens de texto via celular, e-mails,
redes sociais. etc.
11. Recomenda-se que a equipe de instrutores se reúna ao menos uma
vez por mês, preferencialmente no terceiro sábado do mês, antes do início
das aulas, com vistas ao planejamento e avaliação das atividades da Escola de
Estudos Espíritas.
89
ATIVIDADE TEMPO LOCAL HORÁRIO
Recepção dos alunos e Alegria Auditório ou
30 minutos 17:30 / 18:00
Cristã Salão
Abertura dos cursos (Prece
Auditório ou
Inicial, avisos e encaminha- 20 minutos 18:00 / 18:20
Salão
mento para as salas de aula)
Exercício da Reforma Íntima 30 minutos Salas de aula 18:20 / 18:50
Cursos Sistematizados 100 minutos Salas de aula 18:50 / 20:30
Obs:
1 - O programa da reforma íntima encontra-se detalhado no livro Reforma Íntima
– Como tornar sua vida melhor, publicado pela Editora Auta de Souza.
2 – Sugerimos que não sejam marcadas atividades doutrinárias e ou administra-
tivas próximas ao horário dos cursos (sábado à tarde, ou à noite, por exemplo).
O mesmo com relação às tarefas assistenciais da Casa Espírita, que devem ser
realizadas no sábado pela manhã, conforme proposta contida no livro O Centro
Espírita – Escola da Alma, publicado pela Editora Auta de Souza;
90
10 - ASPECTOS GERAIS DA VIDA E OBRA DE
ALLAN KARDEC
91
achava sob a jurisdição da diocese lionesa. Seus padrinhos foram Pierre Louis
Perrin e Suzanne Gabrielle Marie Vernier, domiciliados na mesma cidade onde
nascera a mãe de Rivail.
O futuro Codificador do Espiritismo recebeu um nome querido e respei-
tado, que remonta ao século XV, e todo um passado de virtudes, de honra e
de integridade. Grande número de seus antepassados se tinham distinguido na
advoc acia, na magistratura e até mesmo no trato dos problemas educacionais.
Bem cedo, o menino se revelou altamente inteligente e perspicaz obser-
vador, sempre compenetrado de seus deveres e responsabilidades, denotan-
do franca inclinação para as ciências e para os assuntos filosóficos.” (Wantuil e
Thiesen, Allan Kardec, 3. ed., v. I, p. 29-31).
92
educação. No dizer do douto e saudoso confrade Prof. José Herculano Pires,
“Pestalozzi foi o guia seguro que levou o menino Denizard Rivail ao desenvolvi-
mento, segundo a expressão kantiana, “de toda a sua perfectibilidade possível.”
A nosso ver, não houve propriamente acaso no encontro dos dois
grandes missionários do progresso. Estava determinado esse reencontro pela
Espiritualidade Superior. Ambos retornaram ao mundo com a tarefa específi-
ca de educar, na implantação de idéias e conceitos novos, opostos à educação
tradicional e formalista daqueles tempos.
Rivail pôde [...] dedicar-se de corpo e alma à codificação do Espiritismo
científico, filosófico e religioso, “a grande voz do Consolador prometido ao
mundo pela misericórdia de Jesus-Cristo”, conforme a expressão de Emmanuel.
Não nos esqueçamos, entretanto, de que a influência pestalozziana sobre Rivail
não foi absorvente. Este, como reencarnação de “um dos mais lúcidos discípulos
do Cristo, na afirmativa reveladora de Emmanuel, trazia consigo rica bagagem de
conhecimentos intelectuais e morais.” (Wantuil e Thiesen, Allan Kardec, 3. ed.,
v.1 , p. 25-26).
93
XII - Soluções dos Exercícios e Problemas do “Tratado Completo de
Aritmética” de H. L. D. Rivail.
XIII - Projeto de reforma referente aos Exames e aos Educandários para
mocinhas.
XIV - Catecismo Gramatical da Língua Francesa.
XV - Gramática Normal dos Exames.
XVI - Ditados Normais dos Exames.
XVII - Ditados da Primeira e da Segunda Idade. Vol. I
XVIII - Ditados da Primeira e da Segunda Idade. Vol. II
XIX - Curso de Cálculo Mental.
XX - Programa dos Cursos Usuais de Física, Química, Astronomia e Fisiologia.
XXI - Programas dos Estudos de Instrução Primária.
XXII - Tratado de Aritmética.
Como se vê, não foi pequeno o número de livros escolares publicados pelo
insigne discípulo de Pestalozzi, os quais, sobretudo pelo seu valor prático, ben-
eficiaram a estudantes e mestres.
Votando cérebro e coração às atividades educacionais, acreditamos que,
com o talento e capacidade que lhe sobejavam, ele teria deixado obra maior, se
não fora constantemente solicitado para os problemas de subsistência material,
que por várias vezes o obrigaram a desviar-se dos seus mais caros ideais.
Destinados à instrução primária, secundária e até mesmo superior, algumas
de suas obras foram adotadas pela Universidade de França, em estabelecimen-
tos públicos.
Nos planos e projetos apresentados aos membros do Parlamento, às
Comissões encarregadas da reforma do ensino e à Universidade, nota-se que o
autor se adiantara de muitos anos aos processos pedagógicos então em voga,
aproximando-se, em diversos pontos, da “escola ativa”. (Wantuil e Thiesen, Allan
Kardec, 3. ed., v. 1, p.183-187).
94
uma referência às mesas fantásticas: table volante ou table tournante, para os
franceses; table-moving, para os ingleses; tischrüeken, para os alemães.
A imprensa informava e tecia largos comentários acerca das estranhas man-
isfestações, e, a não ser o grande físico inglês Faraday, o sábio químico Chevreul,
o conde de Gasparin, o marquês de Mirville, o abade Moigno, Arago, Babinet
e alguns outros eminentes homens de ciência, bem poucos se importavam em
descobrir-lhes as causas, em explicá-las, a maioria dos acadêmicos olhando os
fenômenos com superioridade e desdém.” (Wantuil e Thiesen, Allan Kardec, 3.
ed., v. 2, p. 56).
95
É uma página emocionante da história da vida de Rivail. Humilde, sem com-
preender a razão de sua escolha para missionário-chefe de uma doutrina que
revolucionaria o pensamento científico, filosófico e religioso, pareceu duvidar.
Mas o Espírito da Verdade lhe respondeu: “Confirmo o que foi dito, mas reco-
mendo-te discrição, se quiseres sair-te bem. Tomarás mais tarde conhecimento
de coisas que te explicarão o que ora te surpreende. Não te esqueças que podes
triunfar, como podes falir. Neste último caso, outro te substituiria, porquanto os
desígnios de Deus não assentam na cabeça de um homem”.
E à imitação da Virgem Maria, Rivail elevou uma prece ao Criador, nestes
termos: “Senhor! pois que te dignaste lançar os olhos sobre mim para o cumpri-
mento de teus desígnios, faça-se a tua vontade! Está nas tuas mãos minha vida;
dispõe do teu servo. Reconheço a minha fraqueza diante de tão grande tarefa; a
minha boa-vontade não desfalecerá, as forças, porém, talvez me traiam. Supre
a minha deficiência; dá-me as forças físicas e morais que me forem necessárias.
Ampara-me nos momentos difíceis e, com o teu auxílio e dos teus celestes men-
sageiros, tudo envidarei para corresponder aos teus desígnios.”
A tarefa agora é bem maior, de gravíssima responsabilidade e de suma
relevância, visto que traria consequências de alcance mundial, para todos
os tempos. O “discípulo de Pestalozzi” aceita as funções de “missionário do
Consolador”.
Nunca elaborando teorias preconcebidas, sem nenhuma tendência ao es-
pírito de sistema, e só admitindo por válida uma explicação quando ela resol-
via todas as dificuldades do problema, o Prof. Rivail começou a tecer com os
fatos, considerados ridículos ou vulgares pela maioria, a grande obra da Terceira
Revelação.” (Wantuil e Thiesen, Allan Kardec, 3. ed., v. 2, p.69-70).
96
10.9 - Conselhos dos Espíritos
“Durante toda a sua existência, Kardec orientou-se por este conselho que o
Espírito de S. Luis deu aos membros da Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas:
“Por mais legítima que seja a confiança a vós inspirada pelos Espíritos que
presidem aos vossos trabalhos, há uma recomendação, nunca demais repetida,
que sempre deveis ter presente no pensamento, quando vos dedicardes aos
vossos estudos: tudo pesar e amadurecer, submeter ao controle da mais severa
razão todas as comunicações que receberdes; não deixar de pedir, desde que
uma resposta vos pareça duvidosa ou obscura, os esclarecimentos necessários
para vos consolidar.” (RS, 1859.)
“[...] Melhor é repelir dez verdades do que admitir uma única falsidade,
uma só teoria errônea. Efetivamente, sobre essa teoria poderíeis edificar um
sistema completo, que desmoronaria ao primeiro sopro da verdade, como um
monumento edificado sobre areia movediça, ao passo que se rejeitardes hoje
algumas verdades, porque não vos são demonstradas clara e logicamente,
mais tarde um fato brutal ou uma demonstração irrefutável virá afirmar-vos
a sua autenticidade.” (“O livro dos médiuns”, 230).” (Wantuil e Thiesen, Allan
Kardec, 3. ed., v. 2, p.141).
97
XII - O Céu e o Inferno, ou a Justiça Divina segundo o Espiritismo
XIII - Coleção de Preces Espíritas, extraídas de “O Evangelho segundo o
Espiritismo”
XIV - Estudo acerca da poesia medianímica
XV - Caracteres da Revelação Espírita
XVI - A Gênese
XVII - Obras Póstumas
XVIII - Revista Espírita (“Revue Spirite’), Jornal de Estudos Psicológicos. Paris,
in-8º. Embora seja uma publicação periódica, fundada em 1º de janeiro de
1858 por Allan Kardec, pode aqui figurar, nessa relação de obras, não só
porque esteve sob a direção de Kardec até 1869, como também porque
as suas páginas expressam o pensamento e a ação do Codificador do
Espiritismo.” (Wantuil e Thiesen, Allan Kardec, 3. ed., v. 3, p. 15-19).
98
11 - CURSO NOÇÕES BÁSICAS DE
DOUTRINA ESPÍRITA
99
4.5 - O CORPO FÍSICO
4.6 - A IMORTALIDADE DA ALMA
5ª AULA: REENCARNAÇÃO
5.1 - CONCEITOS
5.2 - OBJETIVOS DA REENCARNAÇÃO
5.3 - JUSTIÇA DIVINA
5.4 - O PROCESSO DA REENCARNAÇÃO
5.5 - O ESQUECIMENTO DO PASSADO
5.6 - CRENÇA NA VIDA FUTURA
6ª AULA: DESENCARNAÇÃO
6.1 - CONCEITO
6.2 - PROCESSO DA DESENCARNAÇÃO
6.3 - TIPOS DE DESENCARNAÇÃO
6.4 - NOSSO COMPORTAMENTO DIANTE DA DESENCARNAÇÃO
6.5 - A VIDA NO ALÉM
6.6 - POR QUE OS ESPÍRITAS NÃO TEMEM A MORTE?
8ª AULA: MEDIUNIDADE
8.1 - CONCEITOS
8.2 - OBJETIVO DA MEDIUNIDADE
8.3 - O MÉDIUM
8.4 - EDUCAÇÃO MEDIÚNICA
8.5 - SÍNTESE DOS PRINCIPAIS OBJETIVOS DA PRÁTICA MEDIÚNICA COM JESUS
8.6 - TIPOS DE MEDIUNIDADE
9ª AULA: OBSESSÃO
9.1 - DEFINIÇÃO
9.2 - CAUSAS DA OBSESSÃO
9.3 - TIPOS DE OBSESSÃO
9.4 - PROCESSO DA OBSESSÃO
9.5 - MEIOS DE EVITAR A OBSESSÃO E SEU TRATAMENTO
100
10ª AULA: CONHECIMENTO DE SI MESMO
10.1 - ILUMINAÇÃO INTERIOR
10.2 - A MAIOR NECESSIDADE DO HOMEM
10.3 - COMO CONHECER-SE A SI MESMO
10.4 - REGRA UNIVERSAL DE PROCEDER
10.5 - OS DEFEITOS
10.6 - AS VIRTUDES
13ª AULA:VÍCIOS
13.1 - O LENTO SUICÍDIO
13.2 - MALEFÍCIOS DO ÁLCOOL
13.3 - CONSEQÜÊNCIAS DA EMBRIAGUEZ
13.4 - O FUMO
13.5 - TÓXICOS
13.6 - AS DROGAS E A OBSESSÃO
13.7 - VÍCIOS MORAIS
13.8 - A IMPORTÂNCIA DE UM LAR COM CRISTO
101
11.2 - Plano de curso
OBJETIVOS GERAIS:
1 - Identificar o estudo regular e sistemático da Doutrina Espírita, nos seus
vários aspectos, desenvolvendo os princípios da ciência e propagando o gosto
pelos estudos sérios.
2 - Propiciar a unidade de princípios.
3 - Fazer adeptos esclarecidos, capazes de propagar as idéias espíritas.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
1 - Propiciar conhecimentos básicos da Doutrina Espírita, despertando para
as verdades espirituais e sua aplicação prática.
2 - Preparar os alunos para integração na escola de médiuns e nos institutos.
3 - Adquirir frequência regular na Casa Espírita.
102
11.3 - Programa geral do curso
103
PLANO DE UNIDADE
CURSO: NOÇÕES BÁSICAS DE DOUTRINA ESPÍRITA OBJETIVOS GERAIS:
UNIDADE: INTRODUÇÃO (AULA INAUGURAL) Identificar a necessidade do conhecimento da Doutrina Espírita. Reconhecer no estudo metód-
N° DE AULAS: 1 AULA: 1a ico e disciplinado um eficiente roteiro para o aprimoramento espiritual.
CICLO INTRODUTÓRIO
SUBUNIDADE OBJETIVOS ESPECÍFICOS CONTEÚDO BIBLIOGRAFIA
- Ante o estudo - Identificar a necessidade do estudo para - "O sentimento e a sabedoria são as Emmanuel, O consolador, pergs.
nossa melhoria espiritual. duas asas com que a alma se elevará 63, 84.
- Reconhecer no Centro Espírita a “escola para a perfeição infinita". Emmanuel, Entrevistas, pergs.
de nossa alma”. - Em qualquer setor de trabalho a ausên- 63,84.
- Enumerar as normas e condutas disci- cia de estudo significa estagnação. André Luiz, Nos domínios da medi-
plinares do curso. - Critérios de aprovação e promoção do unidade, cap. 17.
- Conhecer os critérios de aprovação e pro- aluno. Joanna de Ângelis, Celeiro de
moção para os cursos seguintes. - O Centro Espírita: "a Escola mais bênçãos, cap. 8.
importante de nossa alma. É a escola e
104
- Identificar os objetivos, a metodologia e a Allan Kardec, Obras póstumas, 16.
programação do curso. santuário, hospital e lar". ed., parte 2a, p.342.
- Perceber na convivência amiga e fraterna
com os companheiros de curso, um grande
incentivo para reforma íntima e para o
aprendizado.
PLANO DE UNIDADE
CURSO: NOÇÕES BÁSICAS DE DOUTRINA ESPÍRITA OBJETIVOS GERAIS:
UNIDADE: DEUS Identificar Deus como a Inteligência Suprema, causa primária de todas as coisas.
N° DE AULAS: 1 AULA: 2ª
CICLO INTRODUTÓRIO
SUBUNIDADE OBJETIVOS ESPECÍFICOS CONTEÚDO BIBLIOGRAFIA
- Deus - Conceituar O que é Deus. - Deus é a inteligência suprema, causa Mateus, 8: 22, 37.
- Reconhecer a existência de Deus, com- primária de todas as coisas. Allan Kardec, O livro dos espíritos,
preendendo que não nos é possível con- - Para crer-se em Deus, basta se lance o pergs. 1, 4-5, 10.
hecer a sua natureza íntima. olhar sobre todas as obras da criação. Allan Kardec, A gênese, cap. 2.
- Enumerar os atributos de Deus, sem os - Não há efeito sem causa. Allan Kardec, Obras póstumas, 1ª
quais seria impossível compreender-se a - Não é dado ao homem sondar a parte, cap. 1.
obra da Criação. natureza íntima de Deus. Para com- Allan Kardec, O Evangelho segundo
- Analisar que sem a compreensão dos preendê-lo, ainda nos falta o sentido o Espiritismo, cap. 3, item 2, cap.
atributos de Deus, não se pode entender próprio, que só se adquire por meio da
105
28, item 3.
verdadeiramente o Criador, nem a Doutrina completa depuração do Espírito.
Espírita. Emmanuel, Pão nosso, cap. 48.
- Sem o conhecimento dos atributos de
- Perceber a paternal solicitude de Deus em Deus, impossível seria compreender-se Áureo, Universo e vida, cap. 5, item
nossas vidas a todos os instantes. a obra da Criação. 20.
- Sentir a presença Divina em todas as obras - Atributos da Divindade: Deus é a Léon Denis, O grande enigma, caps.
da Criação. Suprema e Soberana inteligência, 3-9.
- Compreender que vivemos mergulhados eterno, imutável, imaterial, onipotente,
no Fluido Cósmico que dimana da Mente soberanamente justo e bom, infinita-
Divina. mente perfeito, único, imutável.
- Entender que tudo vem de Deus e - A providência é a solicitude de Deus
remonta a Ele. para com as suas criaturas.
- Deus lê os mais profundos refolhos do
nosso coração. Estamos n’Ele, como Ele
está em nós.
PLANO DE UNIDADE
CURSO: NOÇÕES BÁSICAS DE DOUTRINA ESPÍRITA OBJETIVOS GERAIS:
UNIDADE: O CRISTO Entender a missão divina do Cristo, como diretor e governador de nosso planeta e da
N° DE AULAS: 1 AULA: 3ª Humanidade.
CICLO INTRODUTÓRIO
SUBUNIDADE OBJETIVOS ESPECÍFICOS CONTEÚDO BIBLIOGRAFIA
- Ante o estudo - Situar o decálogo, recebido por - O Decálogo, que Moisés recebeu Mateus, 5:17.
Moisés, como a primeira grande revelação no Sinai, foi a primeira mensagem
mediúnica diretamente transmitida, João, 6:38. 7:16-18. 8:28-29. 12:49-
Divina aos homens. 50. 14:24.
sem intermediários, aos homens
- Identificar Jesus como nosso Guia terrenos Áureo, Universo e vida, caps. 06,
e Modelo, sendo Ele um Espírito Puro e - Jesus não veio destruir a Lei, isto é, a 08, 10.
Perfeito. Lei de Deus.
Allan Kardec, O Evangelho segundo
- Compreender a missão do Cristo - Jesus constitui o tipo da perfeição o Espiritismo, cap. 1, item 2.
como sendo a segunda grande revelação moral a que a Humanidade pode
Divina. aspirar na Terra. Allan Kardec, Obras póstumas,
106
- Reunião da Comunidade dos “Estudo sobre a natureza do Cristo”,
- Compreender a missão de Jesus junto item 3.
a nós. Espíritos Puros nas proximidades da
Terra: Allan Kardec, O livro dos espíritos,
- Diferenciar Deus e Jesus. pergs. 625, 627.
a) na formação do Planeta
- Perceber a grandeza do Mestre como b) na vinda de Jesus junto aos homens. Emmanuel, A caminho da luz, caps.
Diretor do Planeta Terra. 1, 12, 24.
- "Jesus não é Deus, mas o seu enviado,
- Entender o divino legado que o Mestre ou Messias”. Emmanuel, Emmanuel, cap. 2
nos deixou através de seus ensinamentos.
- Jesus tem a seu cargo a direção da Humberto de Campos, Boa nova,
Terra e da Humanidade. cap. 1, item 3.
- A inteligência humana não dispõe de
capacidade suficiente para bem avaliar
a divina grandeza do Espirito Crístico de
Jesus.
- O divino legado de Jesus é o de
um mundo feliz, de paz, amor, sem
injustiças, sem crimes e ódios.
PLANO DE UNIDADE
CURSO: NOÇÕES BÁSICAS DE DOUTRINA ESPÍRITA OBJETIVOS GERAIS:
UNIDADE: ESPIRITISMO Identificar no Espiritismo o Consolador Prometido por Jesus. Reconhecer a missão de Allan
N° DE AULAS: 1 AULA: 4ª Kardec - O Missionário Chefe da Doutrina Espírita
CICLO INTRODUTÓRIO
SUBUNIDADE OBJETIVOS ESPECÍFICOS CONTEÚDO BIBLIOGRAFIA
- Doutrina Espírita e - Conceituar a Doutrina Espírita, enten- - O Espiritismo é a chave com o auxílio João, 14: 15-17.
Allan Kardec dendo que ela é a "chave” com o auxilio da da qual tudo se explica de modo fácil.
Allan Kardec, O Evangelho segundo
qual tudo se explica de modo fácil. - Princípios básicos da Doutrina Espírita: o Espiritismo, cap. 6, itens 3-4, cap.
- Identificar a Doutrina Espírita como a) Existência de Deus; 1, itens 5-11.
Ciência, Filosofia e Religião. b) Imortalidade da alma; Áureo, Universo e vida, cap. 11.
- Identificar a missão do Espiritismo. c) Reencarnação ou pluralidade das
existências; Ariovaldo Caversany e Geziel
- Reconhecer o Espiritismo como sendo o d) Comunicabilidade entre os espíritos Andrade, Manual e dicionário
Consolador Prometido. e os homens; básico de Espiritismo, Lição "Allan
Kardec”.
107
- Compreender a importância da Doutrina e) Pluralidade dos mundos habitados
Espírita em nossas vidas. - Três aspectos do Espiritismo: Pedro Franco Barbosa, Espiritismo
- Entender a importância do episódio de a) Ciência; básico, 1ª parte "Notícias
Hydesville e das Mesas Girantes como pre- Históricas”.
b) Filosofia;
paração para o surgimento do Espiritismo c) Religião Emmanuel, O consolador, perg.
- Conhecer a origem da Doutrina Espírita. 352.
- O Espiritismo Evangélico é o
Consolador Prometido por Jesus. Emmanuel, Caminho espírita, cap.
- Estudar os principais fatos da Vida de Allan
Kardec, suas obras, suas publicações. - Hydesville e Mesas Girantes: fase 2.
preparatória para a codificação do Emmanuel, A caminho da luz, caps.
- Enumerar as principais obras do Espiritismo.
Codificador. 23-24.
- 1ª Fase da vida de Kardec:
- Reconhecer a missão de Kardec como cod- a) Nascimento, estudos, seus conheci- Zêus Wantuil. Francisco Thiesen,
ificador da Doutrina Espírita mentos, diplomas, casamento e obras Allan Kardec, v. 3, caps. 1-3.
publicadas. Humberto de Campos, Brasil,
- 2ª Fase da vida de Kardec de 1855 a coração do mundo, pátria do
1869: Evangelho, caps. 23, 28.
- mesas girantes;
PLANO DE UNIDADE
CURSO: NOÇÕES BÁSICAS DE DOUTRINA ESPÍRITA OBJETIVOS GERAIS:
UNIDADE: ESPIRITISMO (CONTINUAÇÃO) Identificar no Espiritismo o Consolador Prometido por Jesus Reconhecer a missão de Allan
N° DE AULAS: 1 AULA: 4ª Kardec - O Missionário Chefe da Doutrina Espírita
CICLO INTRODUTÓRIO
SUBUNIDADE OBJETIVOS ESPECÍFICOS CONTEÚDO BIBLIOGRAFIA
- Doutrina Espírita e - Conhecer as origens do Espiritismo no - Primeiros estudos do Espiritismo;
Allan Kardec Brasil e a missão da Federação Espirita obras básicas;
Brasileira.
desencarne.
- Principais obras de Kardec:
1857 - O Livro dos Espíritos;
1861 - O Livro dos Médiuns;
1864 - O Evangelho Segundo o
108
Espiritismo;
1865 - O Céu e o Inferno;
1868 - A Gênese;
- Federação Espírita Brasileira: deposi-
tária e diretora de todas as atividades
evangélicas da Pátria do Cruzeiro
PLANO DE UNIDADE
CURSO: NOÇÕES BÁSICAS DE DOUTRINA ESPÍRITA OBJETIVOS GERAIS:
UNIDADE: O COMPLEXO HUMANO Identificar no homem a existência de três elementos essenciais: Corpo, Perispírito e Espírito.
N° DE AULAS: 1 AULA: 5ª
CICLO INTRODUTÓRIO
109
itens 7-12.
normal do Espírito. sitória e passageira.
- O objetivo final de todos os Espíritos con- Allan Kardec, O que é o Espiritismo,
- Identificar a definição, existência, forma, siste em alcançar a perfeição. Cap. 2.
funções e densidade do perispírito.
- Reconhecer na Escala Espírita as várias Emmanuel, Roteiro, caps. 2-7.
- Reconhecer a importância do corpo físico ordens e classes de Espíritos.
dentro do complexo humano, compreen- Emmanuel, Mãos unidas, cap. 2.
- Escala Espirita: A classificação dos Espíritos
dendo que o corpo é “o santuário sublime” se baseia no grau de adiantamento deles, Martins Peralva, O pensamento de
que permite o aprendizado e a evolução da nas qualidades que já adquiriram e nas Emmanuel, cap. 3.
imperfeições de que terão de despojar-se.
alma no orbe terrestre André Luiz, Conduta espírita, cap.
- Classificam-se em três grandes divisões: 34.
3ª Ordem - Espíritos Imperfeitos. 2ª Ordem
Espíritos Bons. 1ª Ordem - Espíritos Puros. André Luiz, Evolução em dois
- O perispírito é o laço que prende o Espirito mundos, cap. 2.
ao corpo, é semi material
Pedro F. Barbosa, Espiritismo
- No corpo humano, temos na Terra o mais básico, lição: Sobrevivência do
sublime dos santuários e uma das maravil- Espírito.
has da Obra Divina.
- O corpo é o primeiro empréstimo recebido Joanna de Ângelis, Estudos espíri-
pelo Espírito. tas, caps. 3-5.
PLANO DE UNIDADE
CURSO: NOÇÕES BÁSICAS DE DOUTRINA ESPÍRITA OBJETIVOS GERAIS:
UNIDADE: NASCER DE NOVO Identificar na reencarnação a oportunidade do aperfeiçoamento e a demonstração da bondade
N° DE AULAS: 1 AULA: 6ª e justiça de Deus para conosco, seus filhos.
CICLO INTRODUTÓRIO
110
- Identificar que a reencarnação inicia-se no isto é, o espírito se vai impregnando na Allan Kardec, O livro dos espíritos
momento da fecundação. matéria, vai dominando-a até atingir os pergs. 132-134, 166-168, 171-172,
pródromos da adolescência, quando 195.
- Refletir sobre a necessidade da prática do
bem para a nossa melhoria espiritual. está totalmente reencarnado. Léon Denis, O problema do ser, do
- “Todos os Espíritos tendem para a destino e da dor, 2ª parte, cap. 13.
- Identificar na crença da vida futura as André Luiz, Missionários da luz,
compensações que Jesus promete aos perfeição e Deus lhes faculta os meios
de alcançá-la, proporcionando-lhes as caps. 12-13.
aflitos da Terra.
provações da vida corporal. Sua justiça, Emmanuel, Roteiro, cap. 9.
porém, lhes concede realizar, em novas Emmanuel, O consolador, pergs.
existências, o que não puderem fazer 31- 33,109.
ou concluir numa primeira prova”.
Manoel P. de Miranda, Temas
- Bem aventurados os que choram, pois da vida e da morte, lição:
que serão consolados. “Reencarnação - dádiva de Deus”.
Divaldo P. Franco, Viagens e entre-
vistas, perg. 78.
Joanna de Ângelis, Estudos espíri-
tas, cap. 8.
PLANO DE UNIDADE
CURSO: NOÇÕES BÁSICAS DE DOUTRINA ESPÍRITA OBJETIVOS GERAIS:
UNIDADE: MORTE Identificar na desencarnação um fenômeno natural, que se traduz na mudança de um plano
N° DE AULAS: 1 AULA: 7ª para outro. A volta do Espírito da vida corporal à vida espiritual.
CICLO INTRODUTÓRIO
111
nação como processo natural. - A morte é a destruição somente do
corpo físico. Emmanuel, Intervalos, p. 70.
- Entender que o conhecimento da vida Léon Denis, O problema do ser, do
espiritual e a prática dos ensinos de Jesus - O companheiro recém-desencarnado,
pede sem palavras a caridade da prece destino e da dor, 8 ed., 1ª parte,
exerce influência sobre a duração da per- itens 10-11.
turbação do Espírito no seu desencarne. ou do silêncio, que o ajuda a refazer-se.
- A Doutrina Espírita transforma com- Manoel P. de Miranda, Temas da
- Entender porque os espíritas não temem pletamente a perspectiva do futuro. A vida e da morte, lição “Morte e
a morte. vida futura deixa de ser uma hipótese desencarnação”.
para ser uma realidade. André Luiz, Conduta espírita, lição
36.
- A perturbação que se segue à morte
nada tem de penosa para o homem Martins Peralva, Estudando a medi-
de bem. Para aquele cuja consciência unidade, cap. 34.
ainda não está pura, a perturbação é Joanna de Ângelis, Estudos espíri-
cheia de ansiedade e de angustias. tas, cap. 7.
- A outra vida é fonte de inefável ventura
para os que seguiram o bom caminho.
Os sofrimentos guardam relação com o
proceder que tiveram.
PLANO DE UNIDADE
CURSO: NOÇÕES BÁSICAS DE DOUTRINA ESPÍRITA OBJETIVOS GERAIS:
UNIDADE: MORTE Identificar na desencarnação um fenômeno natural, que se traduz na mudança de um plano
N° DE AULAS: 1 AULA: 7ª para outro. A volta do Espírito da vida corporal à vida espiritual.
CICLO INTRODUTÓRIO
112
como processo natural. corpo físico. Emmanuel, Intervalos, p. 70.
- Entender que o conhecimento da vida - O companheiro recém-desencarnado, Léon Denis, O problema do ser, do
espiritual e a prática dos ensinos de Jesus pede sem palavras a caridade da prece destino e da dor, 8 ed., 1ª parte,
exerce influência sobre a duração da pertur- ou do silêncio, que o ajuda a refazer-se. itens 10-11.
bação do Espírito no seu desencarne. - A Doutrina Espírita transforma com- Manoel P. de Miranda, Temas da
- Entender porque os espíritas não temem a pletamente a perspectiva do futuro. A vida e da morte, lição “Morte e
morte. vida futura deixa de ser uma hipótese desencarnação”.
para ser uma realidade.
André Luiz, Conduta espírita, lição
- A perturbação que se segue à morte 36.
nada tem de penosa para o homem
de bem. Para aquele cuja consciência Martins Peralva, Estudando a medi-
ainda não está pura, a perturbação é unidade, cap. 34.
cheia de ansiedade e de angustias. Joanna de Ângelis, Estudos espíri-
- A outra vida é fonte de inefável ventura tas, cap. 7.
para os que seguiram o bom caminho.
Os sofrimentos guardam relação com o
proceder que tiveram.
PLANO DE UNIDADE
CURSO: NOÇÕES BÁSICAS DE DOUTRINA ESPÍRITA OBJETIVOS GERAIS:
UNIDADE: HÁ MUITAS MORADAS Ressaltar a grandeza de Deus, nosso Pai, reconhecendo a magnitude da criação nas diversas
N° DE AULAS: 1 AULA: 8ª moradas da casa do Pai.
CICLO INTRODUTÓRIO
113
- Situar o planeta Terra, na escala de porque aí vive o homem a braços com 30.
evolução dos mundos, analisando porque o tantas misérias.
Léon Denis, O grande enigma, cap.
homem ainda sofre tanto. - Diversas categorias de mundos habita- 16.
- Compreender que fazemos parte da dos: a) Mundos de expiações e provas;
b) Mundos de regeneração; c) Mundos
Grande Família Universal, percebendo a felizes.
solidariedade e fraternidade que existem
entre os diversos mundos, vindas de Deus. - Os diversos mundos são as diversas
moradas da Casa do Pai. São eles as
- Compreender a destinação da Terra, o grandes escolas das almas, as grandes
seu futuro, as transformações que já estão oficinas do Espírito, o berço da vida.
ocorrendo, a missão do Espiritismo, e o - A destinação da Terra: A Terra pert-
que podemos fazer para participarmos da encerá aos mansos de coração.
regeneração do nosso orbe.
- Reinarão a Ordem e a Paz, o Amor
Universal será Estatuto Divino.
PLANO DE UNIDADE
CURSO: NOÇÕES BÁSICAS DE DOUTRINA ESPÍRITA OBJETIVOS GERAIS:
UNIDADE: INTERCÂMBIO ESPIRITUAL Identificar na mediunidade o meio de comunicação com o mundo espiritual.
N° DE AULAS: 2 AULA: 9ª
CICLO INTRODUTÓRIO
114
médium. - Importância da mediunidade: 40-49.
a) Comprovação do mundo espir- Allan Kardec, Revista Espírita 1859, p.
itual; b) Intercâmbio espiritual; c) 397-398.
Esclarecimento; d) Aprimoramento do
espírito; e) Oportunidade de resgate e Emmanuel, O consolador, pergs. 98,
372 -401.
trabalho.
Emmanuel, Emmanuel, cap. 11.
- Tipos de mediunidade: a) Psicografia;
b) Audiência; c) Vidência; d) Psicofonia; Emmanuel, Entrevistas, pergs. 76-77.
e) Efeitos físicos e outros. André Luiz, Missionários da luz, caps.
9, 18.
- A mediunidade não deve ser fruto de
precipitação. André Luiz, Sinal verde, cap. 4.
Joanna de Ângelis, Alerta, cap. 4.
Léon Denis, Espíritos e Médiuns, cap.
3
PLANO DE UNIDADE
CURSO: NOÇÕES BÁSICAS DE DOUTRINA ESPÍRITA OBJETIVOS GERAIS:
UNIDADE: INTERCÂMBIO ESPIRITUAL Identificar na mediunidade o meio de comunicação com o mundo espiritual.
N° DE AULAS: 2 AULA: 9ª
CICLO INTRODUTÓRIO
115
vida eterna, cap. 50.
Batuíra, Mais luz, lições 30-31, 34, 55.
Wenefledo de Toledo, Passes e curas
espirituais, 7. ed., parte 2, p. 103.
Martins Peralva, Estudando a mediu-
nidade, Cap. 29.
PLANO DE UNIDADE
CURSO: NOÇÕES BÁSICAS DE DOUTRINA ESPÍRITA OBJETIVOS GERAIS:
UNIDADE: INTERCÂMBIO ESPIRITUAL Propiciar o conhecimento da obsessão, suas causas, consequências e tratamento.
Nº DE AULAS: 2 AULA: 10ª
CICLO INTRODUTÓRIO
- Obsessão. - Compreender o que é obsessão. - A obsessão é a atuação persistente Lucas, 8:30 João, 8:32.
- Identificar as causas da obsessão. que um espírito mau exerce sobre um Allan Kardec, O livro dos médiuns,
indivíduo. cap. 23.
- Distinguir os vários tipos de obsessão e
observar como se dá o processo de atuação - “A obsessão decorre sempre de uma Allan Kardec, A gênese, cap. 14.
do obsessor. imperfeição moral, que dá ascendência Allan Kardec, Obras póstumas, cap. 7.
a um espírito mau”.
- Identificar os meios de combate e o trata- André Luiz, Missionários da luz, cap.
mento da obsessão. - Tipos de obsessão: a) obsessão 18.
simples; b) fascinação; c) subjugação.
116
- Enumerar as fases de um processo André Luiz, Desobsessão, cap. 64.
obsessivo. - Auto obsessão: O homem não rara- André Luiz, Nos domínios da mediu-
mente é o obsessor de si mesmo. nidade, cap. 17.
- Reconhecer em Jesus o caminho para a
libertação interior e desobsessão natural. - Meios de evitar a obsessão e seu trata- André Luiz, Sinal verde, cap. 4.
mento: a) fortalecimento da alma; b)
vontade e prece; c) auto educação; d) Joanna de Ângelis, Alerta, cap. 4.
desobsessão; e) Jesus; f) passe; g) água Sueli C. Schubert, Obsessão-
fluidificada; h) cursos; i) culto no lar; j) Desobsessão, caps. 1, 5.
educação do pensamento e da palavra; Manoel P. de Miranda, Nos bastidores
I) triagem. da obsessão, lição "Examinando a
obsessão".
Espíritos Diversos, Sementes da vida
eterna, cap. 50.
Batuíra, Mais luz, caps. 100-102.
Wenefledo de Toledo, Passes e curas
espirituais, cap. 7.
PLANO DE UNIDADE
CURSO: NOÇÕES BÁSICAS DE DOUTRINA ESPÍRITA OBJETIVOS GERAIS:
UNIDADE: REFORMA ÍNTIMA Refletir sobre nossas virtudes e defeitos. Compreender a necessidade da auto iluminação, situ-
N° DE AULAS: 1 AULA: 11ª ando a Lei do Progresso como propulsor da reforma Intima de cada indivíduo.
CICLO INTRODUTÓRIO
SUBUNIDADE OBJETIVOS ESPECÍFICOS CONTEÚDO BIBLIOGRAFIA
- Refletir sobre nós mesmos, analisando - A necessidade imediata dos arraiais Mateus, 5:48.
espiritistas é a do conhecimento e apli-
- Conhecimento de si nossas virtudes e defeitos. cação do Evangelho. Allan Kardec, O livro dos espíritos,
mesmo - Entender o que significa iluminação e - O trabalho de cada um na iluminação
pergs. 893, 919, 926, 933, 937-938.
iniciar o processo de nossa própria alma. de si mesmo deve ser permanente e Allan Kardec, O Evangelho segundo
- Compreender a importância do conheci- metodizado. o Espiritismo, cap. 5, itens 1-2, 4, 14,
mento das leis divinas no processo de auto - Todavia, para a iluminação do íntimo, só 25; cap. 7, itens 11-12; Cap. 8, itens
iluminação. tendes no mundo o Evangelho do Senhor 1-3; cap. 9, itens 1-3, 6-10; cap. 10,
que nenhum roteiro doutrinário poderá itens 1-8, 14-18; cap. 11, itens 1-4,
- Situar a lei do progresso como agente pro- ultrapassar.
pulsor da reforma moral de cada indivíduo. 11-14; cap. 12, itens 1-3, 9-10; cap.
117
- Quando estiverdes indecisos sobre o 13, itens 11, 17; cap. 14, item 9; cap.
- Identificar a maior necessidade dos valor de uma de vossas ações, inquiri 17, itens 1, 3-4, 8.
espíritas. como a qualificaríeis, se praticada por
outra pessoa. Se a censurais noutrem, Emmanuel, A terra e o semeador,
- Compreender o significado da frase não a podereis ter por legítima quando perg. 124.
"Conhece-te a ti mesmo”. fordes o seu autor.
- Não há progresso possível sem Emmanuel, O consolador, pergs.
- Analisar o depoimento de Santo Agostinho observação atenta de nós mesmos. 225- 226, 228, 230, 232-233, 235.
na perg. 919 de O Livro dos Espíritos. 237- 238.
- Fazei o que eu fazia, quando vivi na
- Analisar os principais defeitos e quali- Terra: interrogava minha consciência, Emmanuel, Encontro marcado, caps.
dades do homem. perguntava a mim mesmo se não faltara 2,10-11, 14, 17, 29, 46, 48.
a algum dever.
- Reconhece-se o verdadeiro espírita pela Léon Denis, O problema do ser, do
sua transformação moral. destino e da dor, 8. ed., p. 352-353.
- Os defeitos mais comuns: orgulho Joanna de Ângelis, Estudos espíritas,
egoísmo, vaidade, cólera, inveja, ciúme, cap. 22.
vingança, personalismo.
Ney Prieto Peres, Manual prático do
- As principais virtudes: humildade, espírita, caps. 2, 3.
modéstia, afabilidade, doçura, piedade,
perdão, resignação, paciência, renúncia.
PLANO DE UNIDADE
CURSO: NOÇÕES BÁSICAS DE DOUTRINA ESPÍRITA OBJETIVOS GERAIS:
UNIDADE: ESCOLA DO CORAÇÃO Perceber a importância da família para cada alma que chega à Terra, permitindo à reunião com
N° DE AULAS: 1 AULA: 12ª seus afetos e desafetos.
CICLO INTRODUTÓRIO
118
- Enumerar as várias causas dos conflitos
no lar. Espíritos de seus filhos pela educação.
Emmanuel, Livro da esperança, cap. 75.
- Compreender a diferença entre família - Dever dos filhos: Honrar pai e mãe. Emmanuel, Caminho, verdade e vida,
consanguínea e família espiritual. - Família consanguínea - laços de cap.12.
sangue, família espiritual - laços do Emmanuel. André Luiz, Estude e viva,
- Compreender as responsabilidades e o caps. 15, 33.
importante papel que o lar exerce perante Espírito.
André Luiz, Sinal verde, caps. 4-8
a lei da reencarnação, permitindo que - Na seara doméstica, evitemos deses-
Espíritos em desafeto possam se reunir pero, irritação, desânimo e ressenti- André Luiz, O Espirito da verdade, cap. 16.
dentro de um lar. mento, que não oferecem proveito André Luiz, Nosso Lar, cap., 20.
- Compreender a vigilância que devemos algum, e sim recorramos à prece. André Luiz, Sol nas almas, cap. 53.
ter perante a nossa conduta para harmoni- - A escola educativa do lar só possui Joanna de Ângelis, Estudos espíritas, cap.
zação e crescimento do nosso lar. uma fonte de renovação que é o 24.
Evangelho. Joanna de Ângelis e outros Espíritos, S.O.S.
família, 2 ed., p. 26-29, 56-57, 100-101.
- Através do casal funciona o princípio
da reencarnação, consoante as Leis Espíritos Diversos, Família, p. 24-29,53-56.
divinas. Jesus no lar é vida para o lar. Sheila, Luz no lar, cap. 3.
PLANO DE UNIDADE
CURSO: NOÇÕES BÁSICAS DE DOUTRINA ESPÍRITA OBJETIVOS GERAIS:
UNIDADE: PEDI E OBTEREIS Esclarecer a necessidade do cultivo da prece, sua importância e sua eficácia, demonstrando que
N° DE AULAS : 1 AULA: 13ª a prece verdadeira é a de coração. Demonstrar os benefícios da comunhão com o alto em um
CICLO INTRODUTÓRIO lar que se reúne em torno do Evangelho.
119
ed., p. 41.
que se estabelece com o Mundo Maior. - Deus concederá ao homem pela
prece a coragem, a paciência, a res- André Luiz, Conduta espírita, cap.
- Conscientizar quanto a importância da 26.
prece em nossas vidas. ignação. Os meios de se tirar por si
mesmo das dificuldades. Joanna de Ângelis e outros
- Orientar como devemos nos portar para Espíritos, S.O.S. família, 2 ed., p.56.
conversar com Deus (orar). - Há diferença fundamental entre
orar e declamar. Joanna de Ângelis, Celeiro de
- Entender a necessidade do Culto do bênçãos, cap. 2.
Evangelho em nosso lar. - “Quando o Evangelho penetra o
lar, o coração abre mais facilmente a Autores Diversos, Mentores e sea-
- Identificar a metodologia de realização do porta ao Mestre Divino”. reiros, lição “Quando em prece".
Culto do Evangelho no lar.
- Roteiro e disciplina do Culto do Espíritos Diversos, Família, p. 24-29.
Evangelho no Lar: a) Leitura de uma
mensagem; b) Prece inicial; c) Leitura Valérium, Bem aventurados os
do evangelho; d) Comentários; e) Água simples, cap. 27.
fluidificada; f) Prece final. USEERJ, Culto no lar, 8 ed., p. 4-9.
PLANO DE UNIDADE
CURSO: NOÇÕES BÁSICAS DE DOUTRINA ESPÍRITA OBJETIVOS GERAIS:
UNIDADE: VÍCIOS Conhecer o drama dos vícios, identificando as suas graves consequências para o ser humano.
N° DE AULAS: 1 AULA: 14ª
CICLO INTRODUTÓRIO
120
uso do fumo e das drogas. - O fumo é tóxico venenoso, o alcatrão é Luiz Sérgio, Driblando a dor, cap. 4.
cancerígeno.
- Compreender os processos de obsessão Luiz Sérgio, Um jardim de esperança, 6
e vampirismo gerados pelo uso de tóxicos - Após o desencarne os resultados do fumo ed. p. 143-144.
em geral. são desastrosos, provocando insensibilidade
ao socorro espiritual. O fumante alimenta o Luiz Sérgio, Ninguém está sozinho, cap.
- Identificar na gula, no jogo, no sexo dese- vício de entidades vampirizantes. 8, 19.
quilibrado, outros tipos de vicio. - Consequências do tóxico (drogas): a) Vinícius, Nas pegadas do mestre, 7 ed.,
alterações no sistema cardiovascular; b)
- Compreender a importância de um lar enfraquecimento, esterilidade, obsessão. p. 109-110.
com Cristo, como medida profilática de - Vampiros inalando as forças vitais do rapaz Ney Prieto Peres, Manual prático do
combate aos vícios. ... cada viciado sustenta uma legião. espírita, 9. ed., p. 48-51, 54-55.
- Vícios morais: orgulho, egoísmo, vaidade, Manoel P. de Miranda, Nas fronteiras da
usura, rebeldia, cólera, impaciência, etc. ... loucura, cap. 9
- Nos lares onde todos oram juntos, as mães Vítor Hugo, Calvário de libertação, cap.
não choram pela infelicidade de ter um 3.
viciado em casa.
- A vida espiritual é a vida normal do Espírito Humberto de Campos, Estante da vida,
- é eterna. A vida corporal é transitória e lição “Encontro Singular’’.
passageira.
PLANO DE UNIDADE
CURSO: NOÇÕES BÁSICAS DE DOUTRINA ESPÍRITA OBJETIVOS GERAIS:
UNIDADE: ESCOLA DA ALMA Identificar na máxima de Jesus: "Fora da Caridade não há salvação" o caminho único para o
N° DE AULAS: 1 AULA: 15ª progresso individual e coletivo. Reconhecer o Centro Espírita como uma escola, um lar, um
CICLO INTRODUTÓRIO templo e um hospital.
121
p. 67.
- Entender que todos nós temos condições sublime virtude.
Emmanuel, Entrevistas, perg. 84.
de praticar a caridade. - A caridade moral consiste em se
suportarem umas às outras as criaturas Emmanuel, Terapêutica de
- Diferenciar a caridade de filantropia. e é o que menos fazeis nesse mundo emergência, cap. 41.
- Diferenciar caridade de esmola. inferior. Emmanuel e André Luiz, Estude e
- Os infortúnios ocultos são os que a ver- viva, caps. 36, 39.
- Identificar algumas virtudes que são
exemplos de caridade. dadeira generosidade sabe descobrir. Emmanuel, Emmanuel, cap. 30.
- Perceber a “Casa do Caminho" como a - O verdadeiro homem de Bem é o Emmanuel, O consolador, pergs.
que pratica a lei de justiça, de amor e 218, 352, 388.
primeira igreja cristã e estabelecer um caridade.
paralelo entre as igrejas do Cristianismo Emmanuel, Opinião espírita, lição
Primitivo e os centros espiritas. - A esmola é humilhante, a caridade liga "Instrução Espírita”.
o benfeitor ao beneficiado.
André Luiz, Conduta espírita, caps.
- A piedade é a virtude que mais vos 11,14.
aproxima dos anjos.
- A Beneficência dar-vos-á nesse mundo
os mais puros e suaves deleites.
PLANO DE UNIDADE
CURSO: NOÇÕES BÁSICAS DE DOUTRINA ESPÍRITA OBJETIVOS GERAIS:
UNIDADE: ESCOLA DA ALMA (CONTINUAÇÃO) Identificar na máxima de Jesus: "Fora da Caridade não há salvação" o caminho único para o
N° DE AULAS: 1 AULA: 15ª progresso individual e coletivo. Reconhecer o Centro Espírita como uma escola, um lar, um
CICLO INTRODUTÓRIO templo e um hospital.
122
receber e doar as lições em torno da Revista Auta de Souza, v.6, n. 7, p.
- Identificar qual deve ser a nossa conduta 3, 5-7.
dentro da Casa Espírita. paciência e da tolerância.
- Atividades na Casa Espirita: a) cursos; Campanha da Fraternidade Auta
- Obter as primeiras noções sobre o fun- de Souza: bases e regulamentos, p.
cionamento da Casa Espírita, bem como b) evangelização da criança e do jovem; 24-25.
c) atividades assistenciais; d) assistên-
seus diversos institutos. cia espiritual; e) desobsessão; f) pal- Dijalma Farias, Sementeira da
estras; g) Campanha de Fraternidade fraternidade, cap. 55.
Auta de Souza; h) Divulgação; I) Posto
de Assistência. Hilário Silva, A vida escreve, parte
2, cap. 1.
- Conduta na Casa Espírita: disciplina,
pontualidade, respeito. Néio Lucio, Jesus no lar, lição 20.
- Diversos institutos existentes na
Casa Espirita: a) Instituto da Criança;
b) Instituto do Jovem; c) Instituto do
Esclarecimento e Família; d) Instituto
da Caridade; e) Instituto da Divulgação;
f) Instituto da Mediunidade.
12 - ANOTAÇÕES EM TORNO DE
ANDRÉ LUIZ
12.1 - Surge André Luiz. Contato com o médium Chico Xavier
"Noto, contudo, que Emmanuel, desde
fins de 1941, se dedica, afetuosamente, aos
trabahos de André Luiz. Por essa época,
disse-me ele a propósito de "algumas autori-
dades espirituais" que estavam desejosas de
algo lançar em nosso meio, com objetivo de
despertamento. Falou-me que projetavam
trazer-nos páginas que nos dessem a con-
hecer aspectos da vida que nos espera no
"outro lado", e, desde então, onde me con-
centrasse, via sempre aquele "cavalheiro
espiritual", que depois se revelou por André Luiz, ao lado de Emmanuel. Assim
decorreram quase dois anos, antes do "Nosso Lar".
123
"Esta é a razão pela qual, segundo creio, não tem o nosso amigo trazido a sua
contribuição direta. Isto é o que eu acredito, sem saber se está certo, porque no
meio destas realizações eu estou como "um batráquio na festa". A luz que, por
vezes, me rodeia me amedronta. Vejo, ouço, e me movimento, no círculo destes
trabalhos, mas, podes crer, vivo sempre com a angústia de quem se sente indigno
e incapaz. Cada dia que passa, mais observo que a luz é luz e que minha sombra
é sombra. Reconhecendo a minha indigência, tenho medo de tantas responsa-
bilidades e rogo a Jesus me socorra." (Suely C. Schubert, Testemunhos de Chico
Xavier, p. 97-100).
124
A forma da narrativa foi planejada, visando facilitar o entendimento. André Luiz
corporifica o aprendiz, que se torna, depois, em repórter da vida além-túmulo.
Conta as suas próprias experiências ou, quem sabe, um conjunto de outras ex-
periências, que ele, como um recurso de escritor, as transforma em suas, sem
que isto invalide em nada a força do seu discurso ou a sua autenticidade.
Se ele fosse um iniciante em Doutrina Espírita, nem por isso haveria o perigo
de prejudicar o trabalho, já que ele era ali, também ele, MÉDIUM de outros
Espíritos mais elevados. Se se deixasse empolgar, teria Emmanuel e Bezerra ao
seu lado, vigilantes. André sabe que as novas a serem lançadas no meio dos
encarnados têm que ser dosadas e viriam progressivamente. Quando escreve
"Nosso Lar" tem um prazo e um limite dos assuntos, previamente estipulados.
Outros livros viriam e cada um trataria de aspectos específicos.
Muitas são as dificuldades que ele vai enfrentar. Está cônscio de que não
será fácil falar aos homens, revestidos da matéria física, das realidades do plano
espiritual. Precisará adotar terminologia que expresse essa realidade e, muitas
vezes, em seus livros, encontramos o autor a lutar contra a falta de termos ade-
quados, ora escolhendo palavras, ora fazendo comparações, na tentativa, enfim,
de traduzir em nossa pobre linguagem toda a grandeza e complexidade da Vida
Verdadeira que estua no Universo. Ele tenta, e consegue, o melhor que pode, ex-
pressar na estreiteza da linguagem humana toda a magnífica visão da continui-
dade da Vida e da luta ingente do homem em sua escalada evolutiva." (Suely C.
Schubert, Testemunhos de Chico Xavier, p. 101-102).
125
precursora, que se filtra de mais Alto, em nosso plano cinzento de vida, limitada
apenas, em seu esforço de doação, pela nossa capacidade de entender, pois,
no dizer dos nossos Maiores, - é exatamente a nossa mentalidade e condições
éticas, que marca limite à revelação.
Vamos tentar, aqui, sem pretensões, uma abordagem em síntese, de alguns
enfoques do livro “Nosso Lar”, que, com outros quinze, integra a coleção cientí-
fico- filosófica, recebida por Francisco Cândido Xavier, do Espírito de André Luiz.
(Ed. FEB, Rio).
Para facilitar a inteligência do nosso trabalho e racionalizar-lhe o estilo ex-
positivo, observaremos o seguinte:
"O autor espiritual André Luiz, neste livro, registra, na mensagem inicial,
que fornece “somente algumas ligeiras notícias aos espíritos sequiosos dos
nossos irmãos na senda da realização espiritual”.
Todavia, procuramos reunir informações esparsas ao longo de diversos
capítulos, bem como as que ficam nas entrelinhas e, ainda, as que resultem,
como ilações, do processo lógico dessas informações, para ver a possibilidade de
compor um panorama mais nítido, dentro das nossas possibilidades, no espaço
que dispomos, desse surpreendente plano de vida. É evidente que não poder-
emos colher todos os esclarecimentos e informações que desejaríamos, sobre
a vida e os costumes nessa Colônia Espiritual, para tentarmos uma visão, tanto
mais clara, quanto possível de alguns problemas que nos aguardam do outro
lado do véu.
126
As informações colhidas ao longo das páginas desse livro, se analisadas com
coerência e meditadas com bom senso, nos permitem um entendimento, como,
até então, não tínhamos da vida, nas colônias espirituais desse nível. A riqueza
de detalhes que nos oferece André Luiz, em um estilo científico-filosófico, vasado
numa linguagem castiça, instrui e encanta.
Na literatura de outros países, principalmente nos de língua inglesa, encon-
tramos livros que se aproximam, mas não rivalizam, tais como “A ´Vida Além
do Véu”, do Rev. G. Vale Owen; “No Limiar do Etéreo”, de J. Artur Findlay; “A
Vida no Além Túmulo”, de Ruth Montegomery; “Testemunhos de Luz”, de Helen
Greaves e “A Vida nos Mundos Invisíveis”, de Anthony Borgia. Na literatura bra-
sileira, contamos, igualmente, com “Voltei”, do Irmão Jacob (Frederico Figner),
que é um livro que, também, nos ensina morrer. Porém, nenhum no estilo dos
de André Luiz, alicerçado em bases científico- filosóficas, e no mais seguro e efe-
tivo cristianismo como os da literatura brasileira espírita.
Não obstante, as notícias recebidas de André Luiz, com relativa riqueza
de detalhes, elas se reportam apenas às esferas espirituais mais próximas da
Terra, - enquanto que nada ou quase nada informa das esferas mais elevadas,
“as regiões da mente pura”, vida intraduzível na pobreza da linguagem de nós
encarnados.
I - HISTÓRICO
“Nosso Lar”, colônia espiritual de transição, situada sobre a cidade do Rio de
Janeiro, “é antiga fundação de portugueses distintos, desencarnados no Brasil,
no século XVI”, isto é, pelos idos dos primeiros tempos pós-descobrimento. Os
anais da Colônia registram que “a princípio, enorme e exaustiva foi a luta, seg-
undo consta dos arquivos, no Ministério do Esclarecimento ... Os trabalhos pri-
mordiais foram desanimadores, mesmo para os espíritos mais fortes. Onde se
congregam, hoje, vibrações delicadas e nobres, edifícios de fino lavor, mistura-
vam-se as notas primitivas dos silvícolas do país e as construções infantis de suas
mentes rudimentares”, (o grifo é nosso).
Se “nada na vida existe sem preço, e, para receber, é indispensável dar
alguma coisa” em troca, - daí “Nosso Lar” ser, com justa causa, produto do tra-
balho, da abnegação, da renúncia, do amor, e não poderia ser diferente, pois a
evolução não se faz por fora da nossa participação.
“No início da Colônia, todas as moradias, ao que sabemos, ligavam-se aos
núcleos da evolução terrestre ... A cidade era mais um departamento do Umbral,
que, propriamente, zona de refazimento e instrução”. Não é estância de espíri-
tos vitoriosos, mas há uma razoável felicidade, superior à da Terra, porque não
lhes falta o pão santificante do trabalho redentor, rigorosamente cumprido e
sentido como fator de libertação espiritual.”
127
Arguido sobre as finalidades dessa importante Colônia Espiritual, informa
André Luiz que ela visa, fundamentalmente, sob a égide do Cristo, a libertação
espiritual pela educação, pelo aprendizado e pelo trabalho. É um estágio em
nossa laboriosa caminhada para o Alto, inquestionável destino de todos.
Hoje, face ao grau de desenvolvimento que alcançou essa Colônia, sua in-
fluência nos processos artísticos, científicos, filosóficos e outros da Terra, é mais
intensa e extensa do que se possa pensar, a medida que melhora o nível evolu-
tivo da Crosta.
“Nosso Lar” não é a única Colônia existente nos planos espirituais vizinhos
da Terra, para além das faixas umbralinas.
II - ESTRUTURA GEOGRÁFICA E URBANA
Como vimos, a Colônia Espiritual “Nosso Lar” está sediada, em faixa espir-
itual de certa altitude, sobre a cidade do Rio de Janeiro. No capítulo VII, André
Luiz oferece- nos subsídios interessantes a respeito da estrutura geográfica e
urbana de “Nosso Lar”, como segue: - “Deleitava-me, agora, contemplando os
horizontes vastos, debruçado às janelas espaçosas(do hospital). Impressionava-
me, sobretudo, os aspectos da natureza. Quase tudo, melhorada cópia da Terra.
Cores mais harmônicas, substâncias mais delicadas. Forrava-se o solo de veg-
etação. Grandes árvores, pomares fartos e jardins deliciosos. Desenhavam-se
montes coroados de luz, em continuidade à planície onde a Colônia repousava.
Todos os departamentos pareciam cultivados com esmero. À pequena distân-
cia, alteavam-se graciosos edifícios. Alinhavam-se a espaços regulares, exibindo
formas diversas. Nenhum sem flores à entrada. Destacavam-se, ainda, algu-
mas casinhas encantadoras, cercadas de muros de heras, onde rosas diferentes
desabrochavam, aqui e ali, adornando o verde de cambiantes variados. Aves de
plumagem policromas cruzavam os ares e, de quando em quando, pousavam
agrupadas nas torres muito alvas, a se erguerem retilíneas lembrando lírios gi-
gantescos, rumo ao céu ... Surpreendido identificava animais domésticos, entre
árvores frondosas”.
No capítulo VIII, André nos oferece algo específico, quanto à estrutura
urbana, quando descreve: - “Impressionou-me o espetáculo das ruas. Vastas
avenidas, enfeitadas de árvores frondosas. Ar puro, atmosfera de profunda tran-
qüilidade espiritual ...”
Que diferença das vias públicas das cidades da Terra! Estas ruidosas, poluí-
das, trepidantes ...
O Umbral é uma faixa que envolve o planeta, e que, aqui examinaremos
como zona geográfica. É uma zona obscura, que começa na crosta terrestre,
128
“onde se concentra tudo o que não tem utilidade para a vida superior ... pais-
agem, quando não totalmente escura, parecia banhada de luz alvacenta, como
que amortalhada em neblina espessa, que os raios do sol aquece de muito longe
... paisagem por vezes escura e úmida.”
III - ESTRUTURA ORGANIZACIONAL
A estrutura organizacional desse plano de vida, como vimos no esquema
inicial, é integrada pelas infra-estruturas Política, Civil e Religiosa, bem como as
respectivas atividades.
A infra-estrutura Política é integrada pelo que poderíamos chamar, em
linguagem de disciplina acadêmica, de - orgãos diretivos (atividades meios) e
executivos (atividades fins), responsáveis pela Alta Administração, o Governo
da Colônia; a infra-estrutura Civil se subdivide em atividades de ordem: Social,
Econômica, Cultural, Educacional, Científica e Artística; a infra-estrutura Religiosa
se desdobra em atividades Filosófico-Doutrinárias. Não se trata, a estrutura
proposta, de uma estrutura racionalmente abrangente, como seria de desejar,
mas atende às exigências expositivas deste trabalho.
É preciso entender, todavia, para melhor inteligência da matéria, que os
problemas administrativos propriamente e os problemas espirituais não são
atividades estanques ou dissociadas como se verifica na Terra, apesar de se con-
statar nesta uma certa promiscuidade, entre as religiões dominantes e os po-
deres temporais, por interesses subalternos recíprocos. É certo que os assuntos
espirituais, em “Nosso Lar”, sobrelevam em importância os primeiros, verifican-
do-se até uma certa subordinção, considerando que a administração, organica-
mente entendida, é uma atividade meio, e a vivência espiritual é uma atividade
fim, de importância fundamental. Entretanto, o Governo da Colônia, visto pela
ótica do Direito Público Constitucional, não é uma teocracia, com os inconven-
ientes e prejuízos que essa forma de governo se nos apresenta na Crosta, ao
longo da História, mas seus titulares, em todos os níveis, são espíritos de es-
merada formação cristã, - o que se reflete, positivamente, nos seus atos públicos
e privados, com extensão e verticalidade que não se conhece exemplo na Terra.
Este fato corrobora a velha tese de que os problemas da convivência social não
se resolvem, simplistamente, tão só a força de leis e regulamentos, mas é indis-
pensável a reforma do homem íntimo.
Se aplica perfeitamente ao “Nosso Lar” o conceito de Estado, previsto no
capítulo XCVII, de “A Grande Síntese”, onde é conjugado ao fenômeno basilar do
ser - a evolução, e cuja primeira função é a de ser um instrumento das ascenções
humanas”, tendo por tarefa substancial a formação do homem pela sua educação
integral, e ter por programa central - “Deus e o conhecimento da ordem divina.”
129
Passemos agora ao exame da infra-estrutura organizacional e suas ativi-
dades, pelo menos de alguns de seus aspectos, seguindo a linha do nosso es-
quema expositivo.
1. Infra-Estrutura Política
130
festação de ordem, no mundo, procede do Plano Superior; acrescentando que
“nenhuma organização útil se materializa na crosta terrena, sem que seus raios
iniciais partam de cima”.
A ação administrativa se exerce, com ordem, hierarquia e competência,
através de uma infra-estrutura organizacional que compreende - escolas, univer-
sidades, templos, (não no sentido de igrejas dogmáticas), hospitais, câmaras de
retificações, gabinetes transformatórios, repartições públicas, serviços de água,
de energia, de comunicação (apesar de audição e visão à distância de alguns), de
transporte (apesar da volitação de uma minoria), fábricas, habitações, prédios
públicos, áreas de lazer, logradouros, vias públicas, praças, jardins, bosques, rios,
prados, espaço rural com o seu componente agrícola e zoológico (animais domé-
sticos), etc.
“A lei do trabalho é rigorosamente cumprida” e vivida como fator propulsivo
nesse contexto. A semana de trabalho é de 48 horas no mínimo, podendo atin-
gir, conforme as circunstâncias, até 72 horas, o que representa uma jornada de 8
a 12 horas, na hipótese da semana de 6 dias, com um para descanso e lazer, num
total de 7 dias, como na Terra. A jornada de 12 horas ocorre apenas nos casos
especiais, como, por exemplo, nos serviços sacrificiais, cuja remuneração é du-
plicata e até triplicada. Lembramos aos nossos leitores que, adiante, quando fo-
calizarmos os aspectos filosóficos da remuneração, daremos subsídios para um
melhor entendimento do ângulo moral do salário e consequências espirituais.
Toda a família trabalha. Só não trabalham os convalescentes. Não querer
trabalhar é catalogado como enfermidade. O trabalho é visto como específico
certeiro às enfermidades da alma e como elemento propulsor nos caminhos da
evolução.
Quando o Ministério de Auxílio confia crianças, a determinado lar, as horas
de serviço, neste lar, são contadas em dobro, o que nos dá uma idéia da im-
portância do serviço maternal, ficando dispensado o serviço externo.
Como é fácil entender, numa sociedade organizada sobre princípios de soli-
dariedade integral como essa, não cabe espaço ao egoísmo desintegrador.
Anote-se que a música, a exemplo do que se faz em algumas atividades na
Terra, “intensifica o rendimento do trabalho em todos os setores do esforço
construtivo”.
O trabalho é remunerado, mediante o chamado Bônus-Hora, que é “o
padrão de pagamento”, e, de certa forma, unidade de valor, meio circulante,
sem ser moeda no sentido que se dá na Terra. No conceito da Colônia: “Não é
propriamente moeda, mas ficha de serviço individual, funcionando como valor
aquisitivo”, e sendo transferível em determinada circunstância.
131
II. Infra-Estrutura Civil
132
grande maioria. Evidentemente que terão um aprendizado mais produtivo, na
compreensão e adaptação à nova vida.
A medicina é muitíssimo menos complexa. O diagnóstico que é um dos
pontos, ainda, muito vulnerável da nossa ciência médica na Terra, não luta com
as deficiências e incertezas, que enfrenta o nosso profissional. Pode,assim, o
tratamento ir direto às causas do mal, com recursos inimagináveis para o nosso
estágio evolutivo na Crosta.
O médico é como que o arauto da vida, numa missão de legítimo sacerdócio,
conjugado no seu trabalho ciência e religião (a religião cósmica), num sublime
binômio, que lhe outorga responsabilidade e benemerência, pois ninguém faz
jus a essa sagrada investidura, se não catalogar, em sua ficha pessoal, condições
indispensáveis de responsabilidade, abnegação, lucidez, espírito de renúncia
e a indispensável bagagem científica. Nesta área de atividade, a idéia matriz,
aliás, como em tudo em “Nosso Lar”, é a vivência do ideal crístico, em espírito e
verdade.
A Alimentação
Sobre esta matéria, André Luiz nos revela enfoque de extraordinária im-
portância, que abre ao conhecimento humano vastos horizontes, de inacredi-
táveis e revolucionárias implicações científico-filosóficas.
Atentemos, com olhos de ver, para esta afimativa de André Luiz: - “Todo o
sistema de alimentação, nas variadas esferas da vida, tem no amor a base pro-
funda”. Não se trata de figura de retórica, mas fato real da vida, que procurase-
mos entender, em nossa modesta capacidade de análise.
Destaquemos algumas informações, contidas no capítulo XVIII:
“- Nosso irmão talvez ainda ignore que o maior sustentáculo das cria-
turas é justamente o amor... Tudo se equilibra no amor infinito em Deus, e,
quanto mais evoluído o ser, mais sutil o processo de alimentação... O verme,
o animal, o homem e nós (os espíritos) dependemos absolutamente do amor.
Todos nos movemos nele e sem ele não teríamos existência”. Estamos mergul-
hados num oceano de vida, sustentado pelo amor infinito de Deus imanente e
transcendente.
Estes conceitos não ferem a lógica, nem colidem com o bom senso. Hoje,
com o entendimento que se tem, através do pensamento de vultos eminentes
da Física Teórica, tais como Einstein, Max Planck, Niels Bohr e outros “o átomo
não é uma partícula material, mas um processo funcional do Universo..., uma
função imaterial do cosmos”.Dilui-se,assim, o nosso conceito generalizado de
matéria, para pensarmos em termos de vibração, que é movimento.
133
Escreve Humberto Rohden, no seu livro "Einstein, o Enigma da Matemática":
- “Planck e Bohr, através de longos decênios de experiências de laboratório, pro-
varam que um átomo pode irradiar energia através de 30 anos ou mais, sem
nada perder do seu conteú[Link] processo seria impossível se o átomo fosse
uma partícula material, uma vez que a matéria quantitativa perde o seu conteú-
do à medida que irradia. Mas, se o átomo é um processo funcional no cosmos,
não diminui o seu conteúdo na razão direta de sua irradiação, porque o con-
teúdo do Universo é Infinito e o Infinito irradiando finitos não diminui”. (pág.
113/114).
Passemos uma rápida revista no que diz “A Grande Síntese”, de Pietro
Ubaldi, sobre o átomo e verificaremos a convergência impressionante com o
pensamento de Einstein, Panck e Bohr. Diz esse livro, que consideramos a maior
análise científico- filosófica produzida pelo pensamento ocidental, pelo menos,
no século XX: - “... o núcleo não é o último termo... Mas, por muito que procureis
o último termo, não o encontrareis, porque ele não existe."
Às páginas 165 e 167, encontraremos estas elucidações, desdobrando os
conceitos acima, sobre o átomo, para maior inteligência do assunto:- “Ainda
quando decompuserdes a matéria naquilo que vos parecer serem os últimos
elementos, nunca vos encontrareis em face de uma partícula sólida, compacta,
indivisível. O átomo é um vórtice; vórtices são o elétron e o núcleo; vórtices são
os centros e os satélites contidos no núcleo, e assim ao infinito. Quando imagi-
nais uma partícula mínima, animada de velocidade, nunca tendes aí um corpo,
no sentido comum, qual o figurais; é sempre um vórtice imaterial de velocidade.
E a decomposição dos vórtices, em que rodopiam unidades vertiginosas, meno-
res, prolonga-se ao infinito. Assim, na substância não exsite matéria, no sentido
em que a compreendeis; apenas há movimento”.
E movimento do que, perguntaríamos nós? Da substância Divina, diríamos
e como veremos.
“A Grande Síntese”, nas suas revelações em torno do átomo, ontem, an-
tecipando- se à Física Teórica, hoje, em consonância com ela, esclarece, ainda,
confortando o que transcrevemos acima, que “o núcleo, centro da rotação
eletrônica, não é o último termo [...] ele é um sistema planetário da mesma
natureza e forma do atômico, interior a este, composto e decomponível, ao in-
finito, em semelhantes sistemas menores e interiores”; acrescentando que “o
núcleo é a semente ou o gérmen da matéria”.
Há uma convergência de conceitos, como se vê, entre o pensamento cientí-
fico e a revelação, que nos levará, naturalmente, a uma justificativa da tese de
André Luiz que , em última análise, ensina que todo o sistema profundo tem no
amor a base profunda.
134
Procuraremos estabelecer a conexão entre essa teoria da matéria, vista
acima, e o amor, que aquece o universo inteiro, com hálito de vida eterna.
Prossigamos em nosso raciocínio, até atingirmos, se possível, com a maior
clareza a comprovação e verticalidade da tese.
André Luiz, em “Evolução em Dois Mundos”, define o fluido cósmico como
“plasma divino ou hausto do Criador, substância primordial onde vibram e
vivem constelações e sóis, mundos e seres” (Cap.1, I Parte). Em “Mecanismos
da Mediunidade”, encara a “matéria” como “uma realidade relativa que repousa
sobre uma outra, subjacente e absoluta, em cuja profundidade encontramos
um oceano de pura consciência, com potencialidade energética infinita:Fluido
Cósmico ou Hálito Divino”.
Por tudo isto, sem falarmos da matéria mental, a matéria física (realidade
relativa) é apenas manifestação, nos parâmetros do nosso nível humano, da im-
aterialidade da essência divina, da substância absoluta, graduada às nossas con-
dições e necessidades.
Se a matéria é apenas a manifestação do pensamento Divino, - e que ela
não existe como a entendemos, e as digressões de “A Grande Síntese”, confor-
tadas pela Física Teórica contemporânea, deixa intendível,podemos finalmente,
concluir que a matéria é manifestação da vibração do pensamento Divino, que,
em frequência de amor, numa coesão de caloroso afeto, envolve toda a criação
universal do macrocosmo ao microcosmo, no infinito do tempo e do espaço.
Donde a ilação final: - Deus é amor e com amor e por amor vivifica e mantém
o Universo, e do nosso nível evolutivo, aquém, e além deste, tudo vive e se ali-
menta da substância do amor Divino, que nos mantém a vida.
Quando André Luiz escreve que “todos nos movemos nele (no amor) e sem
ele não teríamos existência”, com lógica e sem figura de retórica, quer dizer que
a alimentação em última análise é a materialização do amor Divino; o que diz
com o endosso da ciência e da revelação.
O assunto não é fácil, pois envolve problema substancial, donde não ser
possível analisá-lo com profundidade, na simplicidade destas modestas consid-
erações. Levantamos, apenas, o problema, sem maiores veleidades, numa ten-
tativa elementar, como contribuição ao seu entendimento.
Lar
André nos descreve um lar típico, em “Nosso Lar”: - “Ambiente simples e
acolhedor. Móveis quase idênticos aos terrestres; objetos em geral, demonstran-
do pequeninas variantes. Quadros de sublime significação espiritual, um piano
de notáveis proporções, descansando sobre ele grande harpa talhada, em linhas
nobres e delicadas.” A organização doméstica é muito rica de encantos. Como na
Terra, há casas residenciais e apartamentos.
135
Casamento e Sexo
Nesse Plano de Vda, há o casamento, no sentido de uma antecipação ao
da Terra, onde se efetuará o reencontro das almas. As núpcias por amor, seg-
undo André, se processam pela combinação vibratória, pela afinidade máxima e
completa.
“Há quatro tipos de casamentos, (escreve referindo-se à vida espiritual ou a
Terra), - de amor, de fraternidade, de dever e de provação. O matrimônio reali-
zado na base do mais puro amor, verdadeiramente espiritual, distingue-se dos
demais, que representam “ simples conciliações, indispensáveis à solução de
necessidades ou processos retificadores, embora todos sejam sagrados”.
O exame de todas as informações examinadas nos levam a conclusão lógica
que existe o consórcio na Vida Espiritual, como uma etapa preparatória do
casamento na Terra, remate final do aprendizado decorrente desse importante
ato da vida do espírito. O casamento no plano espiritual não é um simples con-
senso, com vistas a compromisso futuro, a se materializar na Terra, pois verifica-
se o próprio convívio conjugal.
No capítulo XLV, o problema é colocado de maneira, ainda, mais explícita.
Vejamos:-”É curioso, - observei intrigado, - encontrarmos noivados, também
aqui...”
“-Como não? Vive o amor sublime no corpo mortal ou na alma eterna? Lá
no círculo terrestre o amor é uma espécie de ouro abafado nas pedras brutas...
o noivado é muito mais belo na espiritualidade. Não existem véus de ilusão a
obscurecer-nos o olhar...” E conclui a entidade espiritual:-”... fundaremos aqui,
dentro em breve, nossa casinha de felicidade, crendo que voltaremos à Terra
precisamente daqui a uns trinta anos”.
Atividades Econômicas
Esta exposição não seguirá uma linha ortodoxa de moldes técnicos, pois
não buscamos uma análise econômica das relações desse conglomerado espirit-
ual, porém, um enfoque mais informativo, sem preocupações de normas didáti-
cas, a que se afeiçoam os manuais da Ciência Econômica, mesmo porque, com
os subsídios que se nos oferecem, ficaria limitado esse propósito. Nossa abord-
agem, reiteramos, é de inspiração apenas informativa, objetivando uma visão
panorâmica, sem maiores amplitudes, face aos elementos de que dispomos.
Como acontece na Terra, evidente que segundo as peculiaridades próprias,
que predispõe o meio, a economia, em “Nosso Lar”, assinala três momentos ou
estágios fundamentais: Produção, Circulação e Consumo.
136
Existe a área rural (setor primário) e fábricas (setor secundário, a indústria
de transformação se diria na Terra) que produzem o essencial, em termos de
bens de consumo imediato, principalmente, tais como alimentação, vestuário
e outros de indispensável necessidade. A distribuição (Circulação) aos vários
setores da sociedade (mercado), onde se efetua o consumo, como etapa final da
atividade econômica, é feita através dos recursos de transportes, assemelhados
aos da Terra, porém, muito mais aperfeiçoados. Seja visto, no transporte de pas-
sageiros, principalmente na área urbana, a exemplo do aeróbus.
No Setor Primário, existe uma zona rural, com sua produção, visando for-
necer ao Setor Secundário os recursos para a produção, principalmente, de
sucos, em suas fábricas (industrialização), que é o alimento predominante, su-
jeito à manipulação fluídica, como vimos, nos alimentos servidos nos hospitais
especialmente, e vestuário (roupas, calçados, etc).
Essas são as grandes linhas gerais da economia que, a exemplo da Terra, por
lhe ser um plano de vida muito próximo, oferece uma complexidade de atos e
fatos, que constituem sua atividade econômico-administrativa.
137
Examinaremos a seguir, alguns dos seus itens mais importantes, tais como
os aspectos financeiros de intercâmbio, trocas e serviços; o relacionamento legal
do trabalho, regidos por normas e princípios próprios e válidos, segundo uma
mentalidade bem afastada da nossa na Crosta, onde, nesta, interfere a com-
petição, o “ do et des”, a deslealdade, o egoísmo usurpador, a lei do mais forte,
o hedonismo avassalador.
Todavia, desejamos sublinhar um aspecto que se reputa, fundamental-
mente, importante e que representa a viga mestra de sustentação do Sistema.
Desejamos nos referir aos fundamentos ético-cristãos que alicerça essa socie-
dade de almas, sem o que seria impossível uma convivência e consenso hu-
manos, como os que matizam de luzes inconfundíveis, de amor, de paz e de
justiça, essa notável morada de espíritos em esforço ascencional, como preocu-
pação permanente e diretora em espírito e verdade.
Consequentemente, o processo e relacionamento na atividade econômica
se realizam de maneira muito diferente dos da Terra, assinalados, nesta, pela
competição lesiva, em vias de regra, do mais forte pelo dolo, pela fraude, pela
usura, pela fome insaciável de lucro a qualquer preço, não importando, maqui-
avelicamente, a legalidade ou moralidade dos meios.
A Moeda Circulante
A Propriedade
Sobre este assunto, - aliás muito curioso para nós que estamos presos ao
conceito predominante de propriedade, pelo menos no mundo ocidental, con-
138
ceito, predominante, injusto e lesivo à grande maioria, da forma como está regu-
lamentada na sociedade capitalista, - é oportuno lembrar que, em “Nosso Lar”,
ela não tem a conotação que se dá no mundo ocidental especialmente. Veja-se o
que instrui o texto: - “... a propriedade aqui é relativa ... As construções em geral
representam patrimônio comum...”. O valor da casa própria é de trinta mil bô-
nus-hora, o que se consegue com 3 anos e cinco meses de trabalho, em tempo
da Terra, na base da remuneração percebida. A propriedade de bens imóveis
não passa disto, com justa causa e inteiro critério.
O Problema da Herança
O Calendário e o Tempo
139
Atividade Cultural
Na Colônia a cultura se processa num intenso e extenso trabalho, com
dilatada abrangência, através de cursos, preleções, palestras, escola ativa, com
locais, recursos materiais , e diversificada segundo a melhor técnica didática.
Um trabalho desejamos destacar, que informa a excelência da ação cultural,
sempre dirigida ao aperfeiçoamento espiritual. Queremos nos referir à notáv-
el preleção de Veneranda, sobre o Pensamento, que pode ser admirado sobre
outros ângulos ( pgs.178 a 181).
Atividade Educacional
A técnica fundamental, que preside ao esforço do programa educacional,
nessa faixa de vida espiritual, tem por alicerce fundamental o Amor e a Justiça,
no seu caráter misericordiosamente construtivo. Nesse sentido podemos ex-
emplificar, com a experiência de oito anos do próprio André Luiz, nas faixas de
sofrimento da zona umbralina, num trabalho ativo de purgação que, inquestion-
avelmente, lhe proporcionou um amadurecimento mental indispensável às suas
extraordinárias experiências posteriores, que sua obra nos oferece uma visão
emocionante. Sem querermos dizer que a dor seja o único caminho de liber-
tação, ou melhor, de evolução.
Outros exemplos podemoso citar, em termos de trabalho educacional, tais
como à assistência a adultos, a jovens e a crianças, nos diversos educandários,
com programas didáticos e pedagógicos adequados às respectivas faixas etárias;
a orientação educacional preconizada e oferecida a pais, como a que anotamos
à página 157, e outros.
Atividade Científica
O aspecto científico do Espiritismo - que a nosso ver está colocado com toda
a clareza e segurança na obra monumental de que Allan Kardec foi o ilumina-
do codificador, - no trabalho de André Luiz recebe um enfoque impressionante,
evangelizando-lhe a alma e projetando-o à condição de mensagem cósmica que,
com a filosofica e a religião, constitui um bloco monolítico de sabedoria, certo
que não é possível ultrapassar certos limites de conhecimento sem purificação
moral, o que nos atesta a vinculação indissolúvel dessa trilogia.
Atividades Artísticas
140
reno da música. Descreve ambiente encantador e refere-se à música ligeira à
entrada de notável parque, anotando através da palavra do seu cicerone: - “Nas
extremidades do campo, temos certas manifestações que atendem ao gosto
pessoal de cada grupo dos que ainda não podem entender a arte sublime; mas
no centro, temos a música universal e divina, a arte santificada, por excelência”.
E explica: - “Na Terra, há pequenos grupos para o culto da música fina e multi-
dões para a música regional. Ali, contudo, se verifica ao contrário”.
141
através da ciência. da filosofia e da religião, no sentido mais universalista possív-
el, na manifestação desse “oceano eterno de sabedoria”, e na solução do prob-
lema fundamental da iluminação das consciências, em que reside “a suprema
equação da Vida Eterna”.
Atividades Filosófico-Doutrinárias
142
século, obtida por via mediúnica, para a solução do problema da natureza do
homem, hoje tão focalizada pela Parapsicologia. Fica aqui consignada, a título
de registro e endossada por mim a seguinte previsão: - As obras de André
Luiz, psicografadas por Francisco Cândido Xavier, serão, futuramente, objeto
de estudo sério e efetivo nas maiores universidades do mundo, e consideradas
como a mais perfeita informação acerca da natureza do homem e da sua vida
após a morte do corpo físico.”
143
espíritas, em nome de uma pseudo pureza doutrinária. Contra o trabalho desse
Espírito, hoje consagrado pelo consenso geral, ela manifestou sua desconformi-
dade, temerosos das idéias novas, do pensamento renovador.
[...] Os livros de André Luiz não devem ser apenas lidos, mas estudados,
meditados com os olhos da alma, com os pressentimenos sutis da intuição, au-
rindo-lhe a seiva com lógica viva, afeiçoando-nos, assim, a padrões mais altos de
entendimento e proporcionando- nos descortinios mais amplos, pelas sendas da
evolução sem limites." (Anuário Espírita, v. 18, n. 18, 1981, p. 131-133).
144
Testifica que a morte física descortina a vida
espiritual em contínua evolução. Objetiva eviden-
ciar a oportunidade de trabalho dos médiuns, na
prática da disciplina para o auto-aperfeiçoamen-
to. Através de 51 capítulos, apresenta as experiên-
cias da vida comum de servidores do Espiritismo,
elucidando temas como: culto doméstico; doutri-
nação; calúnia e pavor da morte. Alerta aos
médiuns quanto à necessidade da prática dos en-
sinamentos na esfera íntima, evitando as surpre-
sas negativas no Plano Espiritual.
145
Focaliza aspectos da vida no Plano Espiritual
e do intercâmbio entre desencarnados e encarna-
dos, especialmente durante o repouso do corpo
carnal, visando fornecer esclarecimento sobre o
desequilíbrio da vida mental e os respectivos trata-
mentos a nível espiritual. Analisa temas como:
aborto; epilepsia; esquizofrenia e mongolismo, uti-
lizando a forma romanceada para narrar o socorro
imediato prestado aos infelizes pelos trabalhadores
invisíveis, evitando o quanto possível a loucura, o
suicídio e os extremos desastres morais. Revela a
importância do conhecimento científico, mas res-
salta a supremacia da terapêutica do amor.
146
Destaca o impositivo do respeito ao corpo
físico e o serviço incessante no bem. Objetiva
mostrar a vida comum das almas que aspiram à
vitória sobre si mesmas, aproveitando o tempo
para a aquisição do progresso moral. Apresenta
40 capítulos, orientando sobre a solução de prob-
lemas como: o coração aflito em prece; conflitos
da emoção; o desvario do ciúme; embates do
pensamento; o engano da posse e provações no
lar. Atesta a Justiça Divina, enfatizando a “necessi-
dade de valorização dos recursos que o mundo nos
oferece para a reestruturação do nosso destino.
Analisa a questão da mediunidade, objeti-
vando ressaltar a importância da sintonia do pen-
samento. Apresenta 30 capítulos, estudando os
mecanismos da mediunidade nos planos físico e
espiritual, com embasamnto científico, elucidan-
do temas como: assimilação de correntes mentais;
efeitos físicos; forças viciadas; passes e psicofonia.
Salienta a responsabilidade e perseverança na
prática do bem para que a mediunidade cumpra
seu papel na redenção da humanidade, repetindo
com Jesus: "A cada qual segundo suas obras."
Descreve as regiões inferiores da esfera espir-
itual, objetivando mostrar o sofrimento a que se
projeta a consciência culpada, após a morte do
corpo físico. Através de 20 capítulos, apresenta
estudos de casos reais, oferecendo orientações
sobre assuntos como: débito aliviado; lei de
causa-e-efeito; preparativos a para reencarnação;
resgates coletivos e valor da oração. Enfatiza a im-
portância da reencarnação como estágio sagrado
de recapitulações das experiências, demostrando
que as possibilidades de hoje vinculam a alma às
sombras de ontem, "exigindo trabalho infatigável
no bem, para a construção do amanhã, sobre as
bases redentoras do Cristo."
147
Estuda a "evolução filogenética" do ser, ob-
jetivando aliar o conceito rígido da ciência e a
mensagem consoladora de Jesus rediviva pelo
Espiritismo. Apresenta estudo científico, envolvendo
conhecimentos de física e biologia, dividido em duas
partes: a primeira, contém 20 capítulos, subdividi-
dos em vários itens como: fluido cósmico; evolução
e hereditariedade; evolução e sexo; existência da
alma; mecanismo da mente e simbiose espiritual; a
segunda, consta de 20 capítulos, tratando de temas
como: alimentação dos desencarnados; matrimônio
e divórcio; aborto criminoso e invasão microbiana.
"Esclarece que o homem não está sentenciado ao
pó da Terra, e que da imobilidade do sepulcro se
reerguerá para o movimento triunfante, tranportan-
do consigo o céu ou o inferno que plasmou em si
mesmo."
Apresenta o estudo e a explicação espírita da
mediunidade à luz da Ciência. Objetiva oferecer aos
médiuns e interessados os recursos preciosos para o
conhecimento de si mesmos e os mecanismos que
envolvem o fenômeno mediúnico. Através de lin-
guagem científica, traz, em 26 capítulos, conceito
sobre energia, átomo, onda mental, química nucle-
ar, reflexos condicionados, ideoplastia, psicometria
e obsessão, entre outros. Ressalta a importância da
mediunidade com Jesus, demonstrando que além
dos conhecimentos necessários surge o impositivo
da disciplina e da moral evangélica como fatores de
aprimoramento e felicidade da criatura em trânsito
para a realidade maior.
Coletânea de mensagens esclarecedoras,
indica o roteiro para a vivência espírita com bom
senso e discernimento. Através de páginas con-
tendo diretrizes cristãs para o burilamento das
atitudes, aborda o comportamento do espírita em
várias situações nas atividades doutrinárias, em
família e no cotidiano. Preceitua a necessidade
de aperfeiçoamento, ressaltando que o exemplo
digno é a base para toda e qualquer realização
respeitável.
148
Veicula conceitos da Espiritualidade Superior,
em torno de sexo e destino. Objetiva afirmar a
aplicação da lei de causa-e-efeito na retificação do
caminho evolutivo. Apresenta 28 capítulos dividi-
dos em duas partes: a primeira, psicografada por
Waldo Vieira e a segunda por Francisco Cândido
Xavier. Aborda de forma romanceada, temas nas-
cidos na realidade cotidiana, que dizem respeito
a: sexo e destino; amor e consciência; liberdade
e compromisso; alcoolismo; culpa e resgate; lar
e reencarnação. Lembra que a existência física,
da infância à velhice, é dom inefável que cabe a
todos louvar com gratidão a Deus pela oportuni-
dade da reencarnação.
Apresenta uma síntese sobre o tratamento da
obsessão. Objetiva esclarecer aos que se interes-
sam pelo socorro aos obsedados que a desobsessão
é trabalho de amor conjugado ao conhecimen-
to dos princípios da Doutrina Espírita. Através de
73 capítulos ilustrados, escritos de forma objeti-
va, aborda temas que orientam os trabalhadores
desde o preparo para uma reunião ao despertar,
cuidados com a alimentação, superação de impedi-
mentos, pontualidade, manisfetações, passes, edu-
cação mediúnica, até o encerramento da reunião.
Alerta sobre a gravidade do assunto, salientando
que cada templo espírita deve possuir a sua equipe
de servidores da desobsessão, para socorrer as víti-
mas da desorientação espiritual e para a defesa e
conservção de si mesmo.
Apresenta o retrato espiritual da criatura ao
desencarnar, objetivando demonstrar que a vivên-
cia dos habitantes do Além está relacionada com
sua condição mental. Através de 26 capítulos,
numa linguagem romanceada, traz a história de
personagens reais, que, desencarnados, deparam-
se com o amparo dos amigos espirituais, incenti-
vando a renovação por intermédio do estudo, do
trabalho, preparando-os para rever sua vida e des-
vendar as tramas do passado, permitindo traçar
novas diretrizes. Ensina a prática do auto-exame na
certeza de que a vida continua plena de esperança
e trabalho, progresso e realização, ajustada às leis
de Deus." (O livro espírita na FEB: catálogo geral,
p. 80, 84-85, 87-89, 93-96).
149
12.2 - Entrevistando André Luiz
(*) Na presente entrevista com os diretores deste Anuário , o Espírito de
André Luiz respondeu às perguntas formuladas de números ímpares através
do médium Waldo Vieira e às de números pares através do médium Francisco
Cândido Xavier.
VIDA NO ESPAÇO
150
com a elevação que alcançaram. Quanto a companheiros de evolução retardada,
principalmente os que se fizeram necessitados de corretivo doloroso por delitos
conscientemente praticados, em muitos casos, sofrem temporária segregação
em planos regenerativos.”
5. Espíritos originários de outras plagas costumam estagiar na Terra em en-
carnações de exercício evolutivo?
“Isso acontece com freqüência, de vez que muitos Espíritos Superiores
se reencarnam no planeta terrestre a fim de colaborarem na educação da
Humanidade e criaturas inferiores costumam aí sofrer curtos ou longos períodos
de exílio das elevadas comunidades a que pertencem, pela cultura e pelo sen-
timento, porquanto, a queda moral de alguém tanto se verifica na Terra quanto
em outros domicílios do Universo.”
6. Considerando-se a enorme distância geométrica existente entre dois
ou mais orbes de um sistema solar, ou entre dois ou mais sistemas solares,
pergunta-se:
a - os Espíritos, em seu desenvolvimento evolutivo, ligam-se, necessaria-
mente, a determinados orbes?
b - na imensidão dos espaços que separam dois ou mais corpos celestes
vivem, também, inteligências individuais?
“a) Em seu desenvolvimento, sim, qual acontece com a pessoa que em de-
terminada fase de experiência física se vincula, transitoriamente, à certa raça ou
família.
b) Isso é perfeitamente compreensível; basta lembrar os milhares de cria-
turas que atendem aos interesses de um país ou de outro nas extensões do
oceano.”
7. Quais os processos de locomoção utilizados nas migrações interplanetárias,
considerando-se a possibilidade de migrações de entidades de categoria até mesmo
criminosa, como parece ser o caso dos imigrantes da Capela?
“Esses processos de locomoção, no plano espiritual, são numerosos. A téc-
nica não se relaciona com a moral. Os maiores criminosos do mundo podem
viajar num jato sem que isso ofenda os preceitos científicos.”
8. Onde começa o Umbral?
“A rigor, o Umbral, expressando região inferior da Espiritualidade, pelos
vínculos que possui com a ignorância e com a delinqüência, começa em nós
mesmos.”
151
9. Onde se situa “Nosso Lar”?
“Não possuímos termos terrestres para falar em torno da geografia no
plano espiritual, mas podemos informar que as primeiras fundações da cidade
de “Nosso Lar” por Espíritos pioneiros da evolução brasileira, se verificaram no
espaço do território hoje conhecido como sendo o Estado da Guanabara.”
SEXO
10. Por que a disciplina sexual é recomendada pelo Plano Espiritual Cristão?
“Claramente que a disciplina sexual é recomendável em qualquer plano da
vida, para que a degradação não arruíne os valores do Espírito.”
11. Há alguma relação entre sexo e mediunidade?
“Tanto quanto a que existe entre mediunidade e alimentação ou mediuni-
dade e trabalho, relações essas nas quais se pede morigeração ou equilíbrio.”
12. As funções reprodutoras do sexo se destinam, somente, à vida na Terra?
“Em muitos outros orbes, compreendendo-se, porém, que mundos existem
nos quais as funções reprodutoras não são compreensíveis, por enquanto, na
terminologia terrestre.”
13. Espíritos sensuais mantêm atividades de natureza sexual após a
desencarnação?
“Aos milhões, reclamando educação dos recursos do sentimento e das man-
isfestações afetivas, como acontece nos caminhos da Humanidade.”
14. Os perispíritos das entidades espirituais, que se localizam nas vizinhan-
ças da Terra, conservam o órgão do aparelho sexual humano?
“Sim, e por que não? O órgão sexual é tão digno quanto o olho e como não se
deve atribuir ao olho os horrores da guerra, o órgão sexual nào pode ser respon-
sável pelo vício.”
15. Os Espíritos conservam, para sempre, as condições de masculino e
feminino?
“Respondamos com os orientadores espirituais de Allan Kardec que na
questão 201, de O Livro dos Espíritos afirmaram, com segurança, que o Espírito,
tanto se reencarna no corpo de formação masculina quanto no corpo de for-
mação feminina.”
152
16. Como explicar os homosexuais?
“Devemos considerar que o Espírito se reencarna, em regime de inversão
sexual, como pode renascer em condições transitórias de mutilação ou cegueira.
Isso não quer dizer que os homosexuais ou intersexos estejam nessa posição, en-
dereçados ao escândalo e à viciação, como aleijados e cegos não se encontram
na inibição ou na sombra para serem deliqüentes. Compete-nos entender que
cada personalidade humana permanece em determinada experiência, merecen-
do o respeito geral no trabalho ou na provação que estagia, importando anotar,
ainda, que o conceito de normalidade e anormalidade são relativos. Lembremo-
nos de que se a cegueira fosse condição da maioria dos Espíritos reencarnados
na Terra, o homem que pudesse enxergar seria positivamente considerado mi-
noria e exceção.”
17. Se vivemos tantas vezes, participando da formação de casais frequente-
mente diversos, como explicar o ciúme?
“O ciúme é característico de nossa própria animalidade primitiva, sombra
que a educação dissipará.”
18. O Espírito desencarnado também está sujeito a crises prolongadas de
ciúmes?
“Como não? A desencarnação é um acidente no trabalho evolutivo, sem
constituir por si qualquer solução aos problemas da alma.”
19. Como explicar a paixão que, tantas vezes, cega o indivíduo? (A paixão é,
somente, uma doença humana?)
“Ainda aqui, animalidade em nós é a explicação.”
20. O adultério é, sempre, causa de conflitos, quando da volta dos cúmplices
ao Plano Espiritual?
“Sim.”
REENCARNAÇÃO
153
22. Se a medicina da Terra aumentar - num futuro não muito distante - a
média da vida humana na crosta, do ponto de vista educacional, uma única ex-
istência, de 500 anos, por exemplo, bastaria para libertar o Espírito das necessi-
dades da escola terrena?
“Cabe-nos aguardar o apoio mais amplo da medicina à sáúde humana, com
vista à longevidade, entretanto, em matéria de libertação espiritual, o problema
se relaciona com a vontade acima do tempo. Quando a pessoa se decide ao
burilamento próprio, com ânimo e decisão, a existência física de cinqüenta anos
vale muito mais que o tempo correspondente a cinco séculos, sem orientação
no aprimoramento moral de si mesma.”
23. É de se esperar que nos próximos milênios, quando a Terra se tornar
um centro de solidariedade e de cultura, seja dispensado o processo de reencar-
nação, como elemento indispensável de experiências e estudos?
“Digamos, com mais propriedade, que o Espírito, alcançando a sublimação,
não mais se encontra sujeito ao processo de reencarnação, por medida educa-
tiva, conquanto prossiga livre para se reencarnar, como, onde e quando deseje
em auxílio voluntário aos semelhantes.”
24. A duração média de vida dos encarnados racionais de outros orbe, cor-
responde à terrena?
“Não. Essas etapas de tempo variam de mundo a mundo.”
25. Todas as reencarnações, mesmo as dos indivíduos vinculados a con-
dições inferiores, são objeto de um planejamento detalhado, por parte dos ad-
ministradores espirituais?
“Há renascimentos quase automáticos, principalmente se a criatura ainda
permanece fronteiriça à animalidade, entendendo-se que quanto mais impor-
tante o encargo do Espírito a corporificar-se, junto da Humanidade, mais dilata-
do e complexo o planejamento da reencarnação.”
26. As organizações espirituais que pautam as suas atividades dentro de pro-
gramas alheios aos princípios cristãos, também procedem a execuções de pro-
gramas para a reencarnação de tarefeiros determinados em suas organizações?”
“Sim.”
27. Reencarnações de Espíritos de ordem superior, presididas por Espíritos
elevados, em meio inferior, estão sujeitas a represálias da parte de organizações
espirituais interessadas na ignorância humana?
“Natural que assim seja. Recordemos o próprio Jesus.”
154
28. Se um Espírito encarnado com propósito cristão pode, pela má conduta,
transformar-se num instrumento das trevas, é de se perguntar se um Espírito
encarnado sob os vínculos de organizações ainda não cristianizadas no Espaço,
pode, também, transformar-se num instrumento ostensivo do programa do
bem?
“Perfeitamente. Assim ocorre porque o íntimo de cada um prevalece sobre
o rótulo que caracterize a pessoa no ambiente humano.”
ATUALIDADES
155
Terra, entretanto, diante da Infinita Bondade, devemos afastar quaisquer idéias
sinistras da cabeça popular carecedora de harmonia e esperança para evoluir
e servir. Amemo-nos uns aos outros. Realizemos o melhor ao nosso alcance.
Convençamo-nos de que o bem vive para o mal como a luz para a sombra.
Edifiquemos o mundo melhor, começando em nós mesmos, e confiemos na
palavra fiel do Cristo que prometeu amparar-nos e auxiliar-nos “até o fim dos
séculos”. E assim nos exprimindo, não nos propomos afirmar que, a pretexto de
contar com Jesus, podemos andar irresponsáveis ou desatentos. Não. Forçoso
trabalhar e cumprir as obrigações que a vida nos trace, a fim de sermos am-
parados e auxiliados por ele, sejam quais forem as circunstâncias.” (ANUÁRIO
ESPÍRITA, v. 29, n. 29, 1992, p.145-152)
156
13 - CURSO NOSSO LAR
2ª AULA
05 - Recebendo assistência
06 - Precioso aviso
07 - Explicações de lísias
08 - Organização de serviços
3ª AULA
09 - Problema de alimentação
10 - No bosque das aguas
11 - Notícias do plano
4ª AULA
12 - O umbral
13 - No gabinete do ministro
14 - Elucidações de Clarêncio
5ª AULA
15 - A visita materna
16 - Confidências
17 - Em casa de Lísias
18 - Amor, alimento das almas
6ª AULA
19 - A jovem desencarnada
20 - Noções de lar
21 - Continuando a palestra
22 - O bônus hora
157
7ª AULA
23 - Saber ouvir
24 - O Impressionante apelo
25 - Generoso alvitre
26 - Novas perspectivas
8ª AULA
27 - O trabalho, enfim
28 - Em serviço
29 - A visão de Francisco
30 - Herança e eutanásia
9ª AULA
31 - Vampiro
32 - Notícias de Veneranda
33 - Curiosas observações
34 - Com os recém- chegados do Umbral
10ª AULA
35 - Encontro singular
36 - O sonho
37 - A preleção da ministra
38 - O caso Tobias
11ª AULA
39. Ouvindo a senhora Laura
40. Quem semeia, colherá
41. Convocados à luta
42. A palavra do governador
12ª AULA
43. Em conversação
44. As trevas
45. No campo da música
46. Sacrifício de mulher
158
13ª AULA
47. A volta de Laura
48. O culto familiar
14ª AULA
49. Regressando à casa
50. Cidadão de “Nosso Lar”
OBJETIVOS GERAIS:
1 - Trazer ao conhecimento dos encarnados as condições gerais da vida no
além-túmulo;
2 - Demonstrar que a reencarnação é oportunidade valiosa dada ao homem
para que possa progredir;
3 - Compreender que por intermédio da desencarnação o homem encontrar-se-
á, irrevogavelmente, diante da própria consciência, reconhecendo-se tal qual é.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
1 - Conhecer a experiência de André Luiz no Plano Espirutual narrada no
livro Nosso Lar, de psicografia de FranciSco Cândido Xavier e publicação da
Federação Espírita Brasileira.
159
“... de há muito desejamos trazer ao nosso círculo espiritual alguém que
possa transmitir a outrem o valor da experiência própria, com todos os detalhes
possíveis à legítima compreensão da ordem que preside o esforço dos desencar-
nados laboriosos e bem-intencionados, nas esferas invisíveis ao olhar humano,
embora mutuamente ligadas ao planeta.” (André Luiz, Nosso Lar, 40. ed., p. 10).
2 - Apresentar “não o médico terrestre e autor humano, mas sim o novo
amigo e irmão na eternidade”. (André Luiz, Nosso Lar, 40. ed., p. 9).
3 - Guardar a experiência dele no “livro da alma”:
“[...] Ela diz bem alto que não basta à criatura apegar-se à existência
humana, mas precisa saber aproveitá- la dignamente; que os passos do cristão,
em qualquer escola religiosa, devem dirigir-se verdadeiramente ao Cristo, e que,
em nosso campo doutrinário, precisamos, em verdade, do ESPIRITISMO e do
ESPIRITUALISMO, mas, muito mais, de ESPIRITUALIDADE." (André Luiz, Nosso
Lar, 40. ed., p. 11).
160
19 - A Jovem Desencarnada
20 - Noções de Lar
01
21 - Continuando a Palestra
III – Novos 22 - O Bônus Hora
Conhecimentos 23 - Saber Ouvir
24 - O Impressionante Apelo
01
25 - Generoso Alvitre
26 - Novas Perspectivas
27 - O Trabalho, Enfim
28 - Em Serviço
01
29 - A Visão de Francisco
30 - Herança e Eutanásia
IV - Em Serviço
31 - Vampiro
32 - Notícias de Veneranda
01
33 - Curiosas Observações
34 - Com os Recém-Chegados do Umbral
39. Ouvindo a Senhora Laura
40. Quem semeia, Colherá
01
41. Convocados à Luta
VI - Quem Semeia 42. A Palavra do Governador
Colherá 43. Em Conversação
44. As Trevas
01
45. No Campo da Música
46. Sacrifício de Mulher
161
PLANO DE UNIDADE
CURSO: NOSSO LAR OBJETIVOS GERAIS:
UNIDADE: Recebendo Assistência Demonstrar que ninguém, por mais culpado que seja no plano da Criação, está desamparado
N° DE AULAS: 2 AULA : 1ª (Cap. 01 a 04) da Providência Divina.
CICLO INTRODUTÓRIO
SUBUNIDADE OBJETIVOS ESPECÍFICOS CONTEÚDO BIBLIOGRAFIA
- Identificar o sofrimento moral daqueles - "Acendei vossas luzes antes de 01 - Nas zonas inferiores
que não se preparam adequadamente para atravessar a grande sombra. Buscai a André Luiz, Nosso Lar, cap. 1.
1. Nas Zonas inferiores a vida espiritual. verdade, antes que a verdade vos sur- Allan Kardec, O Evangelho segundo
2. Clarêncio - Identificar a função da dor no desperta- preenda. Suai agora para não chorardes o Espiritismo, cap. 8, itens 18-19.
mento do Espírito, em relação à necessi- depois.” Emmanuel, Justiça divina, p. 53-141.
3. A Oração Coletiva dade de melhoria.
- “[...] é necessário haver conhecido 02 - Clarêncio
- Identificar os perigos espirituais da o remorso, a humilhação, a extrema 03 - A oração coletiva
conduta comodista, mostrando que não desventura, para tomar com eficácia o
basta não fazer o mal, é necessário se fazer André Luiz, Nosso Lar, cap. 3.
elixir da esperança.”
o bem, pois a inação em si já é um mal. Allan Kardec, O livro dos espíritos,
pergs. 249,251, 658, 666.
162
- Reconhecer que para a realidade da vida - Dor, arrependimento e oração; os
não basta apenas os patrimônios intelec- caminhos a serem percorridos pelo Allan Kardec, Obras póstumas, lição "A
tuais, econômicos, sociais e políticos, e sim Espírito que teima em errar. música celeste”.
os patrimônios morais. Allan Kardec, A gênese, cap. 14, item 1.
- Concluir que o Espírito continua tendo as Allan Kardec, O livro dos espíritos, perg.
mesmas sensações que tinha quando em 660.
vida, conforme tenha ou não se despren- Emmanuel, O consolador, perg. 168.
dido da matéria.
04 - O médico espiritual
- Explicar o valor do arrependimento e da André Luiz, Nosso Lar, cap. 4.
prece sincera como o meio de nos fazermos
merecedores do auxílio dos bons Espíritos. Allan Kardec, O livro dos espíritos,
pergs. 93 - 95, 957.
- Identificar a importância da prece e da
música sublimada em nossas vidas, como Allan Kardec, A gênese, cap. 14, item 31.
veículos de harmonia e refazimento. Emmanuel, O consolador, perg. 154.
Yvonne A. Pereira, Memórias de um
suicida, parte 2, cap. 2.
PLANO DE UNIDADE
CURSO: NOSSO LAR OBJETIVOS GERAIS:
UNIDADE: Recebendo Assistência (continuação) Demonstrar que ninguém, por mais culpado que seja no plano da Criação, está desamparado
N° DE AULAS: 2 AULA: 1ª (Cap. 01 a 04) da Providência Divina.
CICLO INTRODUTÓRIO
SUBUNIDADE OBJETIVOS ESPECÍFICOS CONTEÚDO BIBLIOGRAFIA
- Identificar o mecanismo da ação do - Música e Prece: alimentos da
pensamento dos espíritos sobre o Fluído alma.
3. A Oração Coletiva Cósmico Universal. - Fluído Cósmico Universal: O
4. O Médico Espiritual - Compreender que “para os Espíritos, o agente que propaga o pensamento,
pensamento e a vontade são o que é a mão como o ar que propaga o som.
para o homem”. - Tipos de suicídio:
- Concluir que o suicídio não é apenas a) Suicídio voluntário;
aquele que procuramos voluntariamente,
pois existe também o suicídio involun- b) Suicídio involuntário.
tário, causado pelos perniciosos hábitos
- Perispírito: arquivo da alma.
163
humanos (má alimentação, vícios, drogas,
sexo irresponsável, falta de repouso, etc). - “Mente sã em corpo são.”
- Concluir que todas as nossas ações
ficam gravadas em nosso corpo espiritual
- Perispírito;
- Explicar que muitas doenças do ser
humano são agravadas pelo seu procedi-
mento mental "exasperado e sombrio".
- Explicar a importância de cuidarmos de
nosso corpo físico como o instrumento
precioso para desempenharmos nossas
tarefas.
- Analisar que há muitas ações que os
homens não consideram senão como
simples faltas, mas que são crimes aos
olhos de Deus.
PLANO DE UNIDADE
CURSO: NOSSO LAR OBJETIVOS GERAIS:
UNIDADE : Recebendo Assistência Demonstrar que ninguém, por mais culpado que seja no plano da Criação, está desamparado
N° DE AULAS: 2 AULA: 2ª (Cap. 05 a 08) da Providência Divina.
CICLO INTRODUTÓRIO
SUBUNIDADE OBJETIVOS ESPECÍFICOS CONTEÚDO BIBLIOGRAFIA
- Reconhecer que a nossa situação após a - “A morte não prodigaliza estados 05 - Recebendo assistência
morte será boa ou má, conforme praticar- miraculosos para a nossa consciência.” André Luiz, Nosso Lar, cap. 5.
5. Recebendo mos o bem ou o mal.
Assistência - Trabalho: o "Pão abençoado”. Allan Kardec, O céu e o inferno, cap. 7.
- Identificar a importância do trabalho
6. Precioso aviso diário para a nossa felicidade; - Pena de Talião: “Olho por olho, dente Allan Kardec, O Evangelho segundo o
por dente". Espiritismo, cap. 8, item 11. Emmanuel,
- Indicar que a Terra é cópia imperfeita do O consolador, pergs. 147- 148.
Plano Espiritual, e que ao desencarnamos - Necessidade de reparação: "Não seria
não entraremos num plano de milagres, justo impor a outrem a tarefa de moldar 06 - Precioso aviso
onde encontraremos o "céu” ou o “inferno”, o campo que semeamos de espinhos André Luiz, Nosso Lar, cap. 6.
e sim ambiente de “trabalho áspero”, con- com as próprias mãos”.
164
tinuidade da vida na Terra. Allan Kardec, O Evangelho segundo o
- Explicar que não bastam a expiação e o - Mecanismos da Lei Divina: Expiação - Espiritismo, cap. 5, itens 5, 15, 18- 19.
arrependimento do culpado perante as leis Arrependimento - Reparação. Emmanuel, Emmanuel, cap. 23.
Divinas. É necessário que este repare os - Lamentações: “enfermidade mental”. Emmanuel, Palavras de Emmanuel, cap.
prejuízos causados contra essas mesmas 29.
Leis. - “O mesmo Pai que vela por sua 07 - Explicações de Lísias
- Identificar a inconveniência das lamen- pessoa oferecendo-lhe teto generoso,
tações para a cura espiritual de nossos nesta casa, atenderá aos seus parentes André Luiz, Nosso Lar, cap. 7.
males, e que lamentação denota “enfermi- terrestres." Allan Kardec, O céu e o Inferno, cap. 7.
dade mental e enfermidade de curso labo-
rioso e tratamento difícil”. - Cura espiritual, “trabalho mais áspero Allan Kardec, O Evangelho segundo o
como benção de realização [...]". Espiritismo, cap. 8, item 11. Emmanuel,
- Indicar a necessidade de nos desapegar- O consolador, pergs. 147- 148.
mos da possessividade que temos em
relação aos nossos familiares, pois dia Emmanuel, Palavras de Emmanuel, cap.
virá que nos veremos temporariamente 9.
separados. Autores Diversos, O Espirito da verdade,
- Indicar rumos para a cura espiritual. cap. 53.
PLANO DE UNIDADE
CURSO: NOSSO LAR OBJETIVOS GERAIS:
UNIDADE: Recebendo Assistência (continuação) Demonstrar que ninguém, por mais culpado que seja no plano da Criação, está desamparado
N° DE AULAS: 2 AULA : 2ª (Cap. 05 a 08) da Providência Divina.
CICLO INTRODUTÓRIO
SUBUNIDADE OBJETIVOS ESPECÍFICOS CONTEÚDO BIBLIOGRAFIA
- Compreender que a natureza não dá saltos - “Todo o processo evolutivo implica 08 - Organização de serviços
e que tudo obedece a “princípios de desen- gradação.”
7. Explicações de volvimento natural e hierarquia justa”. André Luiz, Nosso Lar, cap. 8.
Lísias - “[...] há chuvas que destroem e chuvas Allan Kardec, O livro dos espíritos,
- Determinar as diferenças existentes entre que criam [...]. Lágrimas há também,
8. Organização de as lágrimas de arrependimento e as lágri- pergs. 234-235.
Serviços mas de revolta. assim.”
Emmanuel, O consolador, pergs.
- Indicar no texto os “três requisitos fun- - Realização nobre: 58- 60.
damentais para que ocorra a ‘realização a) Desejar (vontade ativa);
nobre’: Desejar (vontade ativa), saber Emmanuel, Justiça divina, cap. 85.
desejar (trabalho persistente) e merecer b) Saber desejar (trabalho persistente);
165
(merecimento justo).”.
c) Merecer (merecimento justo).
- Identificar que as organizações político-
sociais não são privilégio exclusivo do plano - Instituições no Plano Espiritual:
material, e sim, que a ordem no plano físico Ministérios.
constitui simples cópia imperfeita do que - História de “Nosso Lar".
existe no plano Espiritual.
- Explicar a necessidade da divisão e organi- - Boa Vontade: Exemplo de preparo
zação em todo o trabalho que empreen- para o trabalho.
demos, como condição de êxito. - "A cada um segundo suas obras".
- Identificar que o critério de ocupação dos
cargos de trabalho no plano Espiritual é o
da elevação moral e do esforço próprio, ao
contrário do que muitas vezes ocorre na
Terra.
- Explicar que a divisão dos cursos na Casa
Espírita em Institutos se baseou na organi-
zação dos Ministérios de “Nosso Lar”.
PLANO DE UNIDADE
CURSO: NOSSO LAR OBJETIVOS GERAIS:
UNIDADE: Novos Conhecimentos Observar que, onde quer que estejamos, sempre se nos apresentará ensejo para a aquisição
N° DE AULAS: 5 AULA: 3ª (Cap. 09 a 11) de novos conhecimentos, que enriquecem as nossas possibilidades de auxílio, e que devemos
estar atentos para tirarmos maior proveito das lições recebidas.
CICLO INTRODUTÓRIO
SUBUNIDADE OBJETIVOS ESPECÍFICOS CONTEÚDO BIBLIOGRAFIA
- Mostrar a importância de se cuidar da - Alimentação: "O que comeis". 09 - Problemas de alimentação
9. Problemas de alimentação, abolindo vícios alimentares - “O mais seguro alimento para todos os André Luiz, Nosso Lar, cap. 9.
Alimentação prejudiciais ao organismo físico e espiritual. vossos corpos entra pelas narinas [...]". Allan Kardec, O livros dos espíritos, pergs. 722
10. No Bosque das - Explicar o papel que cabe à respiração, - “Tudo aquilo com o qual o homem pode -724.
como fator complementar à nossa se nutrir, sem prejuízo de sua saúde, é per- Emmanuel, O consolador, perg. 190.
Águas mitido". "Na vossa constituição física, a carne Humberto de Campos, Cartas e crônicas, lição
alimentação.
nutre a carne, de outra maneira o homem “Treino para a Morte". Miramez, Saúde, caps.
- Concluir que quando não agimos de enfraquece. A Lei de Conservação dá ao 21, 32.
acordo com as leis divinas, a nossa liber- homem um dever de entreter suas forças e 10 - No Bosque das águas
dade é limitada, aí então, medidas drásticas sua saúde para cumprir a Lei do Trabalho. Ele André Luiz, Nosso Lar, cap. 10.
deve, pois, se alimentar, segundo lhe exige
166
são tomadas no sentido de modificarmos a
sua organização”. Allan Kardec, O livro dos espíritos, pergs.
nossa conduta. 33-33a.
- Utilidades da água:
- Identificar a importância da água no plano Allan Kardec, O Evangelho segundo o
material e no plano espiritual. a) O mar equilibra-nos a moradia planetária; Espiritismo, cap. 4, itens 7-8. Emmanuel, O
consolador, pergs. 103-104.
- Identificar a água como sendo elemento b) A água fornece-nos o corpo físico;
Miramez, Saúde, cap. 7.
químico altamente influenciável pelas c) A presença da água oferece-nos a benção
vibrações solares e mentais. 11 - Notícias do plano
do lar e do serviço.
André Luiz, Nosso Lar, cap. 11
- Indicar as diversas utilidades da água. - Água: fluido criador que absorve em
cada lar as características mentais de seus Allan Kardec, O livro dos espíritos, pergs. 227,
- Reconhecer as nossas responsabilidades moradores; 230, 234-236e.
na magnetização positiva ou negativa das Allan Kardec, O Evangelho segundo o
águas dos ambientes onde vivemos. - Princípios que influenciam a água: Espiritismo, parte 3, cap. 3.
a) O Sol e o magnetismo espiritual; Allan Kardec, Obras póstumas, 16 ed„ p.
b) Importância da água no equilíbrio físico- 173-185.
espiritual de nossas vidas: "[...] a água é Emmanuel, O consolador, pergs. 228 -230.
veículo dos mais poderosos para os fluídos Vinícios, Nas pegadas do mestre. 7 ed., p.
de qualquer natureza. Aqui ela é empregada, 20-21, 111, 259.
sobretudo, como alimento e remédio”.
PLANO DE UNIDADE
CURSO: NOSSO LAR OBJETIVOS GERAIS:
UNIDADE: Novos Conhecimentos (contiunuação) Observar que, onde quer que estejamos, sempre se nos apresentará ensejo para a aquisição
Nº DE AULAS: 5 AULA: 3ª (Cap. 09 a 11) de novos conhecimentos, que enriquecem as nossas possibilidades de auxílio, e que devemos
estar atentos para tirarmos maior proveito das lições recebidas.
CICLO INTRODUTÓRIO
SUBUNIDADE OBJETIVOS ESPECÍFICOS CONTEÚDO BIBLIOGRAFIA
- Concluir que cada Colônia possui a sua - Se nas esferas materiais, cada região
própria organização, porém, todas têm um e cada estabelecimento revelam traços
11. Notícias do Plano único objetivo: o progresso dos Espíritos; peculiares, imagine a multiplicidade
- Identificar o critério de disciplina e o rigor- de condições que existem nos Planos
ismo que os Espíritos utilizam na atribuição Espirituais.
de trabalhos aos Espíritos da Colônia;
- “Aqui, tal como na terra, as criaturas
- Explicar a importância da responsabi- se identificam pelas fontes comuns de
lidade pessoal no desempenho de nossas origem e pela grandeza dos fins que
tarefas, como meio de sermos promovidos devem atingir, mas importa considerar
a tarefas de maior importância;
que cada colônia, como cada entidade,
167
10. Identificar na música instrumento permanece em degraus diferentes na
divino para maior rendimento de nossos grande ascensão.”
esforços em todos os setores de trabalho.
- Em Nosso Lar: “[...] a lei do descanso
é rigorosamente observada para que
determinados servidores não fiquem
mais sobrecarregados que outros; mas,
a Lei do Trabalho é também rigorosa-
mente cumprida".
- "Nenhuma condição de destaque é
concedida aqui a título de favor."
- “A música é o médium da harmonia
[...].”
PLANO DE UNIDADE
CURSO: NOSSO LAR OBJETIVOS GERAIS:
UNIDADE: Novos Conhecimentos Observar que, onde quer que estejamos, sempre se nos apresentará ensejo para a aquisição
N° DE AULAS: 5 AULA: 4ª (Cap. 12 a 14) de novos conhecimentos, que enriquecem as nossas possibilidades de auxilio, e que devemos
estar atentos para tirarmos maior proveito das lições recebidas.
CICLO INTRODUTÓRIO
SUBUNIDADE OBJETIVOS ESPECÍFICOS CONTEÚDO BIBLIOGRAFIA
- Formular uma noção do Umbral e de sua - Umbral: “[...] região destinada a 12 - Umbral
12. Umbral função como zona purgatorial dos Espíritos esgotamento de resíduos mentais [...]". André Luiz, Nosso Lar, cap. 12. André
iludidos e desequilibrados. - Corpo causal: Roupa suja que deve ser Luiz, Libertação, cap. 7. André Luiz, No
13. No Gabinete do mundo maior, cap.17.
Ministro - Concluir as causas que levam o indivíduo a lavada no tanque da vida humana.
se fixar no Umbral após o desencarne. Allan Kardec, O livro dos espíritos,
- “[...] Todo Espírito, esteja onde estiver pergs. 1012-1018.
- Explicar que é pelo pensamento que os é um núcleo irradiante de forças que
homens encontram no Umbral os compan- criam, transformam ou destroem [...]". Allan Kardec, O céu e o inferno, cap. 5.
heiros que afinam com as tendências de - “No Planeta, sabia que meu direito Yvonne A. Pereira, Memórias de um
cada um. suicida, parte 1, caps. 1 -7.
de intervir começava nos livros conhe-
168
- Identificar as diferenças existentes entre cidos e nos títulos conquistados; mas 13 - No gabinete do ministro
a medicina terrestre e a medicina no Plano naquele ambiente novo a medicina André Luiz, Nosso Lar, cap. 13. André
Espiritual. começava no coração[...]." Luiz, Sinal verde, caps. 17-18.
- Reconhecer que para ajudar aos que - “Para que qualquer de nós alcance Emmanuel, O consolador, perg.
amamos é preciso que nos preparemos, a alegria de auxiliar os amados, faz-se 219.
pois ninguém dá o que ainda não possui. necessária a interferência de muitos a
quem tenhamos ajudado, por nossa Emmanuel, Caminho, verdade e vida,
- Concluir que todo o trabalho útil nos eleva cap. 4.
espiritualmente, principalmente quando é vez."
14 - Elucidações de Clarêncio
executado com amor e cuidado fraternal. - “Quem executa com alegria as tarefas
consideradas menores, espontanea- André Luiz, Nosso Lar, cap. 14. André
- Explicar a nossa obrigação de ajudar sem Luiz, Sinal verde, caps. 18, 35, item 1.
esperar recompensa. mente se promove às tarefas consid-
eradas maiores.” André Luiz, Missionários da luz,
introdução.
- “Toda pessoa que serve além do dever,
encontrou o caminho para a verdadeira Emmanuel, O consolador, perg. 230.
felicidade.”
PLANO DE UNIDADE
CURSO: NOSSO LAR OBJETIVOS GERAIS:
UNIDADE: Novos Conhecimentos (continuação) Observar que, onde quer que estejamos, sempre se nos apresentará ensejo para a aquisição
N° DE AULAS: 5 AULA : 4ª (Cap 12 a 14) de novos conhecimentos, que enriquecem as nossas possibilidades de auxílio, e que devemos
estar atentos para tirarmos maior proveito das lições recebidas.
CICLO INTRODUTÓRIO
SUBUNIDADE OBJETIVOS ESPECÍFICOS CONTEÚDO BIBLIOGRAFIA
- Reconhecer que os títulos acadêmicos na - Título Acadêmico: ficha de trabalho e Rodolfo Calligares, As leis morais,
14. Elucidações de Terra sâo simples fichas de trabalho com aprendizado nobre. cap. 13.
Clarêncio que o homem fica habilitado a aprender - “O médico não pode estacionar Joanna de Ângelis, Estudos espíri-
nobremente a servir ao Senhor. em diagnósticos e terminologias. Há tas, 2,ed., p. 96.
- Concluir que as ciências terrenas devem que penetrar a alma, sondar-lhe as
observar os acontecimentos submetidos a profundezas".
estudo sob um prisma mais abrangente, e - “Raros conseguem atravessar o
não de forma restrita apenas aos sentidos pântano dos interesses inferiores,
físicos. sobrepor-se a preconceitos comuns e,
169
- Explicar que toda profissão é nobre, desde para essas exceções, reservam-se as
que o homem a aproveite no sentido de se zombarias do mundo e o escárnio dos
melhorar e melhorar a vida do próximo. companheiros”.
- Concluir que a humildade abre portas para - "O essencial em seu êxito não é
novas lições e experiências úteis, que retor- tanto aquilo que você distribui, e sim
narão mais tarde em forma de aprendizado a maneira pela qual você se decide a
eficiente. servir”.
PLANO DE UNIDADE
CURSO: NOSSO LAR OBJETIVOS GERAIS:
UNIDADE: Novos Conhecimentos Observar que, onde quer que estejamos, sempre se nos apresentará ensejo para a aquisição
N° DE AULAS: 5 AULA: 5ª (Cap. 15 a 18) de novos conhecimentos, que enriquecem as nossas possibilidades de auxilio, e que devemos
estar atentos para tirarmos maior proveito das lições recebidas.
CICLO INTRODUTÓRIO
SUBUNIDADE OBJETIVOS ESPECÍFICOS CONTEÚDO BIBLIOGRAFIA
- Reconhecer a importância de darmos - “A encarnação tem também outro 15 - A visita materna
valor à encarnação, como meio de resgate objetivo que é o de colocar o Espírito André Luiz, Nosso Lar, cap.15.
15. A Visita Materna e progresso dos seres. em condições de cumprir sua parte na
André Luiz, Sinal verde, cap. 26. Allan Kardec,
16. Confidências - Reconhecer a importância da avaliação de obra da Criação.” O livro dos espíritos, pergs. 132-133, 919.
nossos atos para a nossa reforma íntima. - "Questionai, portanto, e perguntai-vos Allan Kardec, O Evangelho segundo o
- Concluir que as queixas e lamentações o que haveis feito e com qual objetivo Espiritismo, cap. 17, itens 1-2. Emmanuel,
não nos edificam em momento algum, ao haveis agido em tal circunstância; se O consolador, perg. 196. Léon Denis, O
contrário, são portas abertas ao desânimo haveis feito alguma coisa que censurais Problema do ser, do destino e da dor, parte
e à desolação destruidores. em outrem; se haveis feito uma ação 2, cap.15. Espíritos Diversos, O Espirito da
- Concluir que o verdadeiro cristão não que não ousaríeis confessar.” verdade, cap. 38.
170
é aquele que é praticante dos preceitos 16 - Confidências
religiosos e o que aparenta ser cristão, mas - “O conhecimento de si mesmo é, por-
sim aquele que procura vivenciar os ensina- tanto, a chave do progresso individual"; André Luiz, Nosso Lar, cap. 16.
mentos de Jesus e modificar o seu mundo - “Se você parar de se lamentar, notará André Luiz, Sinal verde, cap. 36. Allan Kardec,
íntimo, antes que o exterior. O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. 8,
que a felicidade está chamando o seu
- Reconhecer a importância de identificar- coração para vida nova.” itens 8-10; cap. 11, item 4; cap. 14; cap. 18,
mos em todos os Espíritos, irmãos nossos, itens 6-9. Vinícios, Nas pegadas do mestre,
filhos do mesmo Pai, cabendo a cada um de - “Nem todos os que dizem: Senhor! cap. 23.
nós amá-los como a nós mesmos, aceitando Senhor! entrarão no reino dos céus; 17 - Em casa de Lísias
a cada um com os seus defeitos e virtudes. apenas entrará aquele que faz a
vontade de meu Pai, que está nos céus.” André Luiz, Nosso Lar, cap. 17.
171
dos desvios da inteligência.”
- Concluir que à medida que o ser pro-
gride na escala evolutiva, a sua alimen- - “Tudo se equilibra no amor infinito
tação tende a tornar-se cada vez mais sutil de Deus, e, quanto mais evoluído o
ser criado, mais sutil o processo de
(fluídica). alimentação. [...] Nós outros, criaturas
- Concluir que, embora todos os seres vivos desencarnadas, necessitamos de sub-
necessitem de alimentos materiais, o prin- stâncias suculentas, tendentes à con-
cipal alimento é o amor que as almas per- dição fluídica, e o processo será cada
vez mais delicado, à medida que se
mutam entre si. intensifique a ascensão individual”.
- Identificar que o sexo é apenas uma - "[...] nem só de pão vive o homem
espécie do gênero Amor. [...]."
- "O sexo é manifestação sagrada desse
amor universal e divino, mas é apenas
uma expressão isolada do potencial
infinito”.
PLANO DE UNIDADE
CURSO: NOSSO LAR OBJETIVOS GERAIS:
UNIDADE: Novos Conhecimentos Observar que, onde quer que estejamos, sempre se nos apresentará ensejo para a aquisição
N° DE AULAS: 5 AULA: 6ª (Cap. 19 a 22) de novos conhecimentos, que enriquecem as nossas possibilidades de auxílio, e que devemos
estar atentos para tirarmos maior proveito das lições recebidas.
CICLO INTRODUTÓRIO
SUBUNIDADE OBJETIVOS ESPECÍFICOS CONTEÚDO BIBLIOGRAFIA
- Reconhecer que o apego exagerado à - “Ah! Essa dor se concebe naquele 19 - A jovem desencarnada
família será fator de sofrimentos, quando que carece de fé e que vê na morte André Luiz, Nosso Lar, cap. 19.
19. A jovem uma separação eterna. Vós, espiritas,
desencarnada nos for imposta a natural separação por
porém, sabeis que a alma vive melhor Allan Kardec, O Evangelho segundo o
meio da morte. Espiritismo, cap.5, itens 20-25; cap. 12, item
20. Noções de Lar quando desembaraçada do seu invólu-
- Concluir que sempre existem na Terra cro corpóreo.” 11.
21. Continuando a pessoas que sofrem muito mais do que nós. - “Na terra temos sempre a ilusão de Emmanuel, Caminho, verdade e vida, cap. 26.
Palestra que não há dor maior que a nossa.
- Reconhecer a importância do lar como Espíritos Diversos, O Espírito da verdade, cap.
instituição de natureza divina a serviço de Pura cegueira: há milhões de criatu- 25.
nossa evolução. ras afrontando situações verdadeira-
mente cruéis, comparadas às nossas 20 - Noções de lar
172
- Avaliar a importância do planejamento experiências." 21 - Continuando a palestra
familiar, que deve ser “fruto do diálogo - “O lar é como se fora um ângulo reto
franco e ponderado dos próprios cônjuges, 22- O bônus-hora
nas linhas do Plano da evolução divina.
que assumem responsabilidades pelas ati- A reta vertical é o sentimento feminino, André Luiz, Nosso Lar, caps. 20 - 22. André
tudes de que darão conta”. envolvido nas inspirações criadoras da Luiz, Sinal verde, caps. 4 - 8, 16-19.
vida. A reta horizontal é o sentimento Allan Kardec, O Livros dos espíritos, pergs.
- Analisar a sabedoria divina quando nos masculino, em marcha de realizações
coloca um véu sobre as lembranças do 392 - 399 e nota de rodapé, pergs. 674 - 685.
no campo do progresso comum. O lar
passado. é o sagrado vértice onde o homem e a Emmanuel, Caminho, verdade e vida, caps.
mulher se encontram para o entendi- 4, 12.
mento indispensável.”
Emmanuel, O consolador, perg. 110. Joanna
- "É preciso grande equilíbrio para de Ângelis, Após a tempestade, cap. 10.
podermos recordar edificando [...].
Quem lembra o crime cometido Rodolfo Calligares, As leis morais, caps. 13-15.
costuma considerar-se o mais desven-
turado do universo; e quem recorda o
crime de que foi vítima , considera-se a
conta de infeliz [...].”
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CURSO: NOSSO LAR OBJETIVOS GERAIS:
UNIDADE: Novos Conhecimentos (continuação) Observar que, onde quer que estejamos, sempre se nos apresentará ensejo para a aquisição
N° DE AULAS: 5 AULA: 6ª (Cap. 19 a 22) de novos conhecimentos, que enriquecem as nossas possibilidades de auxílio, e que devemos
estar atentos para tirarmos maior proveito das lições recebidas.
CICLO INTRODUTÓRIO
SUBUNIDADE OBJETIVOS ESPECÍFICOS CONTEÚDO BIBLIOGRAFIA
- Reconhecer a importância do trabalho - “E Jesus lhes respondeu: Meu Pai obra 23 - Saber ouvir
22. O Bônus Hora como meio de adquirirmos experiên- até agora, e eu trabalho também.” 24-0 importante apelo
cias sagradas, educação, enriquecimento
André Luiz, Nosso Lar, caps. 23-24. Allan
de bênçãos divinas e a extensão de Kardec, O Evangelho segundo o Espiritismo,
possibilidades. cap. 14, item 8.
Allan Kardec, O livro dos espíritos, pergs. 459 -
472, 489 - 521, 913 - 917. Allan Kardec, Obras
póstumas, cap. 5. Emmanuel, A caminho da
luz, 19 ed. p. 102-103.
Autores Diversos, 0 espírito da verdade, cap.
173
43.
Yvonne A. Pereira, Devassando o invisível,
cap. 10.
Vinícios, Nas pegadas do mestre, lição
“Horrores da guerra".
25 - Generoso alvitre
26 - Novas perspectivas
André Luiz, Nosso Lar, caps. 25-26. Allan
Kardec, O livro dos espíritos, perg. 674.
Allan Kardec, O Evangelho segundo o
Espiritismo, cap. 17, itens 1-2. Emmanuel,
Caminho, verdade e vida, cap. 148.
Vinícios, Nas pegadas do mestre, 7 ed., p.
262-263. _
Joanna de Ãngelis, Estudos espíritas, cap 11.
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CURSO: NOSSO LAR OBJETIVOS GERAIS:
UNIDADE: Novos Conhecimentos Observar que, onde quer que estejamos, sempre se nos apresentará ensejo para a aquisição
N° DE AULAS: 5 AULA: 7ª (Cap. 23 a 26) de novos conhecimentos, que enriquecem as nossas possibilidades de auxílio, e que devemos
estar atentos para tirarmos maior proveito das lições recebidas.
CICLO INTRODUTORIO
SUBUNIDADE OBJETIVOS ESPECÍFICOS CONTEÚDO BIBLIOGRAFIA
- Concluir que não devemos nos fechar num - “Em família, isolamo-nos frequente-
23. Saber ouvir circulo exclusivista dentro de nosso lar, mas mente no cadinho do sangue e esquec-
ao contrário, que não nos esqueçamos de emos o resto das obrigações. Vivemos
24.O impressionante nossos irmãos que sofrem fora de nosso distraídos dos verdadeiros princípios
apelo círculo familiar; da fraternidade. [...] no momento do
- Explicar que nem sempre o Espírito testemunho, somos solidários apenas
está preparado para ouvir mensagens de com os nossos.’’
parentes ou amigos encarnados, sob pena - “Não devemos procurar notícias dos
de dificultar o seu desprendimento, e que planos inferiores, [...] senão para levar
somente quando estiver em condições de auxílios justos.”
174
ajudar ou beneficiar desprendidamente - “Contra o assédio das trevas, acenda-
é que poderá manter contato com os mos a luz, contra a guerra do mal, movi-
encarnados; mentemos a resistência do bem.”
- Reconhecer que as coletividades, tal qual - ”A humanidade carnal, como person-
os indivíduos, sofrem tanto as influências alidade coletiva, está nas condições
das falanges de Espíritos do Umbral quanto do homem insaciável que devorou
das falanges de Espíritos Superiores, excesso de substâncias no banquete
cabendo a elas, pela sua conduta, seguir as comum. A crise orgânica é inevitável.
influências do bem ou do mal; Nutriram-se várias nações de orgulho
- Explicar que as guerras são “crises orgâni- criminoso, vaidade e egoísmo feroz.
cas" inevitáveis, decorrentes da alimen- Experimentam, agora, a necessidade
tação das Nações com o orgulho criminoso, de expelir os venenos letais.”
a vaidade e o egoísmo feroz, que precisam
ser expelidos como sendo venenos letais.
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CURSO: NOSSO LAR OBJETIVOS GERAIS:
UNIDADE: Novos Conhecimentos Observar que, onde quer que estejamos, sempre se nos apresentará ensejo para a aquisição
N° DE AULAS: 5 AULA: 7ª (Cap. 23 a 26) de novos conhecimentos, que enriquecem as nossas possibilidades de auxílio, e que devemos
estar atentos para tirarmos maior proveito das lições recebidas.
CICLO INTRODUTORIO
SUBUNIDADE OBJETIVOS ESPECÍFICOS CONTEÚDO BIBLIOGRAFIA
- Concluir que a mera curiosidade é - “A curiosidade, mesmo sadia, pode
25. Generoso Alvitre caminho perigoso, se não soubermos aliar a ser zona mental muito interessante,
mas perigosa, por vezes. Dentro dela, o
26 - Novas Perspectivas ela o trabalho construtivo; espírito desassombrado e leal consegue
- Explicar a necessidade de nos reformar- movimentar-se em atividades nobili-
mos intimamente em nossos valores, para tantes; mas os indecisos e inexperi-
transformar nossos pontos de vista em pos- entes podem conhecer dores amargas,
sibilidades de servir, deixando de lado o sem proveito para ninguém.”
egoísmo e as vaidades mundanas;
- “Lembremos, contudo, o exemplo
- Entender que Deus envia sempre recursos de Paula de Tarso, Doutor do Sinédrio,
175
da sua providência para fortalecer seus tra- esperança de uma raça, pela cultura e
balhadores no campo do bem, pois quando pela mocidade, alvo de geral atenção
o servidor está pronto sempre aparecerá em Jerusalém, que voltou, um dia, ao
trabalho; deserto para recomeçar a experiência
humana, como tecelão rústico pobre".
- “Quando o discípulo está preparado,
o Pai envia o instrutor. O mesmo se
dá, relativamente ao trabalho. Quando
o servidor está pronto, o serviço
aparece.”
PLANO DE UNIDADE
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UNIDADE : Em Serviço Compreender que todo o progresso individual e grupai, decorre unicamente do trabalho, e que
N° DE AULAS : 2 AULA: 8ª (Cap. 27 a 30) aquele que se encontra em trabalho útil, sem interrupção, sem reclamação e sem esmoreci-
mento, já colhe as bênçãos que decorrem do esforço pessoal.
CICLO INTRODUTÓRIO
SUBUNIDADE OBJETIVOS ESPECÍFICOS CONTEÚDO BIBLIOGRAFIA
- Justificar que ninguém mercadeja os dons - “[...] somos compelidos a reconhecer 27 - O trabalho, enfim
27. O trabalho, enfim recebidos de Deus sem que seja severa- que os negadores do processo evo- 28 - Em serviço
mente punido, e que a pior conduta é a dos lutivo do homem espiritual, depois do
28. Em Serviço “crentes negativos", que não aceitam ao sepulcro, definem-se contra o próprio 29 - A visão de Francisco
29. A Visão de Senhor e admitem somente o nada, a imo- Evangelho”. “Somos Almas, em função 30 - Herança e eutanásia
Francisco bilidade e a vitória do crime. de aperfeiçoamento, e, além do
túmulo, encontramos a continuação do André Luiz, Nosso Lar, caps. 27 - 30.
30. Herança e - Explicar que quando o trabalhador encon- André Luiz, Sinal verde, caps. 17
tra alegria na execução do trabalho, o mais esforço e da vida."
Eutanásia - 19.
importante passa a ser a satisfação da - “Quando o trabalhador converte o tra-
tarefa, e não o pagamento recebido. balho em alegria, o trabalho se trans- Allan Kardec, O livro dos espíritos,
176
forma na alegria do trabalhador.” pergs. 147-148, e nota de rodapé,
- Concluir a importância da preparação para perg. 155.
o nosso desencarne, para que não venha- - “[...] a afinidade persistente entre a
mos a ficar presos ao corpo após a morte alma e o corpo, em certos indivíduos, é Allan Kardec, O céu e o inferno, cap.
física; algumas vezes muito penosa porque o 5, itens 13-18, nota de rodapé.
- Concluir que a maior riqueza que podemos Espírito pode experimentar o horror da Allan Kardec, O Evangelho segundo
legar a nossos filhos é a educação moral, e decomposição." o Espiritismo, cap. 16, itens 14-15.
que a riqueza material, sem a participação - “São raros os que se preocupam Emmanuel, Caminho, verdade e
do equilíbrio moral, acarreta enorme peso em ajuntar conhecimentos nobres, vida, cap. 68.
a “legadores e legatários”. qualidades de tolerância, luzes de
humildade, bênçãos de compreensão
Impomos a outrem os nossos capri-
chos, afastamo-nos dos serviços do
Pai, esquecemos a lapidação do nosso
Espírito. Ninguém nasce no planeta
simplesmente para acumular moedas
nos cofres ou valores nos bancos.”
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CURSO: NOSSO LAR OBJETIVOS GERAIS:
UNIDADE: Em Serviço Compreender que todo o progresso individual e grupai decorre unicamente do trabalho, e que
N° DE AULAS: 2 AULA: 9ª (Cap. 31 a 34) aquele que se encontra em trabalho útil, sem interrupção, sem reclamação e sem esmoreci-
mento já colhe as bênçãos que decorrem do esforço pessoal.
CICLO INTRODUTÓRIO
SUBUNIDADE OBJETIVOS ESPECÍFICOS CONTEÚDO BIBLIOGRAFIA
- Concluir que a situação espiritual daquele - "É dessa forma que a mulher e o homem, 31 - Vampiros
que pratica o aborto criminoso em si ou em acumpliciados nas ocorrências do aborto
31. Vampiro delituoso, mas principalmente a mulher, André Luiz, Nosso Lar, cap. 31.
outrem pode ser pior que a dos suicidas e
32. Notícias de homicidas. cujo grau de responsabilidade nas faltas André Luiz, No mundo maior, cap. 10. André
dessa natureza é muito maior, à frente da Luiz, Evolução em dois mundos, cap. 14.
Veneranda vida que ela prometeu honrar com nobreza,
- Reconhecer que é necessário termos
prudência em nossas decisões para que na maternidade sublime, desajustam as Allan Kardec, O Evangelho segundo o
não venhamos a prejudicar a obra de Jesus energias psicossomáticas, com mais pen- Espiritismo, cap. 18, itens 1-11. Allan Kardec,
etrante desequilíbrio do centro genésico, O livro dos espíritos, pergs. 344-360, 585-591.
e pactuar com os falsos profetas encarna- implantando nos tecidos da própria alma a
dos e desencarnados. sementeira de males que frutescerão, mais Yvonne A. Pereira, Memórias de um suicida,
cap. 6.
177
- Concluir que a natureza é patrimônio de tarde, em regime de produção a tempo
inestimável valor que Deus oferece aos certo.”
Espíritos Diversos, Espírito da Verdade, cap.
seus filhos para que cuidem da mesma e - "Guardai-vos dos falsos profetas que vêm 50.
dela se beneficiem. ter convosco cobertos de peles de ovelha e
que são por dentro lobos devoradores." Nercio A. Alves, Os abortados, Nós aborta-
- Compreender que aquele que está em tra- mos, Eles abortaram.
balho útil, sem interromper, sem reclamar - "Nos mundos superiores as plantas são
como os outros seres, de uma natureza mais 32 - Noticias de Veneranda
e sem esmorecer, já colhe as bênçãos que perfeita?
decorrem do esforço pessoal. 33 - Curiosas observações
- Tudo é mais perfeito, mas as plantas são
sempre plantas, como os animais são sempre 34 - Com os recém chegados do Umbral
animais e os homens sempre homens.”
André Luiz, Nosso Lar, caps; 32-34. André Luiz,
- O bom trabalhador, no entanto, com- Sinal verde, cap. 29. Allan Kardec, O livro dos
preende, antes de tudo, o sentido profundo espíritos, pergs. 593, 597-598, 600-601, 603.
da responsabilidade que recebeu. Valoriza Emmanuel, Caminho, verdade e vida, cap. 73.
os elementos colocados em seus caminhos
como respeita as possibilidades alheias. Yvonne A. Pereira, Memórias de um suicida,
cap. 3.
PLANO DE UNIDADE
CURSO: NOSSO LAR OBJETIVOS GERAIS:
UNIDADE: Em Serviço Compreender que todo o progresso individual e grupai decorre unicamente do trabalho, e que
N° DE AULAS: 2 AULA: 9ª (Cap. 31 a 34) aquele que se encontra em trabalho útil, sem interrupção, sem reclamação e sem esmoreci-
mento já colhe as bênçãos que decorrem do esforço pessoal.
CICLO INTRODUTÓRIO
SUBUNIDADE OBJETIVOS ESPECÍFICOS CONTEÚDO BIBLIOGRAFIA
- Reconhecer a importância dos animais, - “[...] nos mundos superiores onde os 31 - Vampiros
que são os nossos irmãos mais novos, tanto homens são mais avançados os animais o
31. Vampiro são também, tendo meios de comunicação André Luiz, Nosso Lar, cap. 31.
no plano material, como no espiritual, e
32. Notícias de que são os nossos colaboradores fieis; mais desenvolvidos. Mas eles são sempre André Luiz, No mundo maior, cap. 10. André
inferiores e submissos ao homem; são para Luiz, Evolução em dois mundos, cap. 14.
Veneranda eles servidores inteligentes.”
- Identificar que todos os Espíritos encarna-
dos são irmãos, e como tal devem ser trata- - “As sociedades brasileiras, meus caros dis- Allan Kardec, O Evangelho segundo o
dos, sem distinção de qualquer natureza; cípulos, sofrem hoje e sofrerão ainda [...] as Espiritismo, cap. 18, itens 1-11. Allan Kardec,
consequências das iniquidades em pleno O livro dos espíritos, pergs. 344-360, 585-591.
- Explicar a importância de não perder- domínio da era cristã. Refiro-me, como bem Yvonne A. Pereira, Memórias de um suicida,
mos tempo com os assuntos inúteis, e não percebeis, à escravização de seres humanos
cap. 6.
178
incentivarmos nos outros comentários [...].”
destrutivos; - “[...] sempre que os temas importunos Espíritos Diversos, Espírito da Verdade, cap.
ou difíceis forem lembrados, em qualquer 50.
conversação, o equilíbrio e a prudência Nercio A. Alves, Os abortados, Nós aborta-
devem ser chamados ao verbo em manifes-
mos, Eles abortaram.
tação, para que o respeito aos outros não se
mostre ferido.” 32 - Noticias de Veneranda
33 - Curiosas observações
34 - Com os recém chegados do Umbral
André Luiz, Nosso Lar, caps; 32-34. André Luiz,
Sinal verde, cap. 29. Allan Kardec, O livro dos
espíritos, pergs. 593, 597-598, 600-601, 603.
Emmanuel, Caminho, verdade e vida, cap. 73.
Yvonne A. Pereira, Memórias de um suicida,
cap. 3.
PLANO DE UNIDADE
CURSO: NOSSO LAR OBJETIVOS GERAIS:
UNIDADE: Observações Importantes Demonstrar que devemos sempre estar atentos aos acontecimentos que nos rodeiam, bus-
N° DE AULAS: 1 AULA: 10ª (Cap. 35 a 38) cando observar racionalmente nesses acontecimentos a sua causa de origem, a fim de que
possamos melhor nos conduzir.
CICLO INTRODUTÓRIO
SUBUNIDADE OBJETIVOS ESPECÍFICOS CONTEÚDO BIBLIOGRAFIA
- Identificar que Deus sempre concede a opor- - “Reconciliai-vos o mais depressa pos- 35 - Encontro singular
tunidade de estarmos frente a frente com os sível com o vosso adversário, enquanto 36 - O sonho
35. Encontro Singular nossos inimigos para nos reconciliarmos, e que o todos estais a caminho [...].”
36. O Sonho quanto antes se der a reconciliação menos sofri- - “O sonho não era propriamente qual André Luiz, Nosso Lar, caps. 35-36. Allan
mentos teremos de passar; se verifica na Terra. Eu sabia, perfei- Kardec, O Evangelho segundo o Espiritismo,
37. A Preleção da tamente, que deixara o veículo inferior cap. 10, itens 5-6; cap. 13, itens 11-18.
- Concluir que os desencarnados ainda não no apartamento das Câmaras de retifi-
Ministra bastante evoluídos sentem necessidade de Allan Kardec, O livro dos espíritos, pergs. 400-
cação, em ‘Nosso Lar’, e tinha absoluta
38. O Caso repouso, e demonstrar as diferenças existentes consciência daquela movimentação 412; 886- 889.
entre os sonhos dos encarnados e dos em plano diverso. Minhas noções de Espíritos Diversos, Espírito da verdade, caps.
Tobias
desencarnados; espaço e tempo eram exatas." 25, 31.
179
- Compreender a importância da prática da - “Nos círculos inferiores, meu filho, o 37 - A preleção da ministra
Caridade como sendo o melhor aproveitamento prato de sopa ao faminto, o bálsamo ao
que podemos ter de nossas horas; leproso, o gesto de amor ao desiludido, 38 - O caso Tobias
são serviços divinos que nunca ficarão
- Justificar a importância de corrigirmos os deslembrados na casa de Nosso Pai André Luiz, Nosso Lar, caps. 37-38. André Luiz,
nossos pensamentos, que são “força viva" na [...].” Evolução em dois mundos, parte 2, cap. 2.
qual “transformam-se homens em anjos, a - “A energia divina que interpenetra André Luiz, Sinal verde, cap. 5. André Luiz,
caminho do céu ou se fazem gênios diabólicos a pelos centros de força e toma corpo Mecanismos da mediunidade, cap.12.
caminho do inferno”; mental tem uma sensibilidade inde-
scritível e nela gravamos os nossos Allan Kardec, O Evangelho segundo o
- Demonstrar que várias são as espécies de união sentimentos, que passam a dominar, Espiritismo, cap. 8, itens 5-7; cap. 12, item 3.
entre casais na Terra, como casamento de amor, segundo aquilo que somos e, pela lei de
de fraternidade, de provação e de dever, e que justiça, respondemos pelo que doamos Emmanuel, O consolador, pergs 178-179,
cada uma de6sas uniões são efetuadas conforme através das nossas faculdades mentais." 323-324, 328.
a necessidade do casal, porém só é perfeita a - “Mas, da união dos sexos, a par da Miramez, Saúde, caps. 11, 26.
união por amor, que obedece à combinação lei divina material, comum a todos os
vibratória dos cônjujes e é efetuada pela afini- seres vivos, há outra lei divina, imutável
dade máxima ou completa. como todas as leis de Deus, exclusiva-
mente moral: a lei de amor."
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CURSO: NOSSO LAR OBJETIVOS GERAIS:
UNIDADE: Quem Semeia Colherá Observar que tudo na vida obedece à GRANDE LEI DE CAUSA E EFEITO, sendo, por isso, a situ-
N° DE AULAS: 2 AULA: 11ª (Cap. 39 a 42) ação que estamos vivendo hoje apenas contingência do que criamos para nós no passado.
CICLO INTRODUTORIO
SUBUNIDADE OBJETIVOS ESPECÍFICOS CONTEÚDO BIBLIOGRAFIA
- Reconhecer a necessidade de encarar- - “Não tente padronizar as necessidades 39 - Ouvindo a senhora Laura
mos os acontecimentos de um ponto de afetivas dos outros por suas necessi- 40 - Quem semeia colherá
39. Ouvindo a dades afetivas, porquanto embora o
Senhora Laura vista mais elevado e espiritual, ampliando,
assim, a nossa compreensão, usando de amor seja luz uniforme e sublime em 41 - Convocados à luta
40. Quem semeia fraternidade para com todos indistinta- todos, o entendimento e posição do
amor se graduam de mil modos na 42 - A palavra do Governador
colherá mente e vendo-os como nossos irmãos. senda evolutiva.” Mateus, 10:28; 14:28-31.
41. Convocados à - Concluir que todos nós encontramos - “Use a consciência, sempre que se
luta no caminho os frutos do bem ou do mal decidir ao emprego de suas faculdades André Luiz, Nosso Lar, caps. 39-42. André Luiz,
que semeamos, e que, por conseguinte, genésicas, imunizando-se contra os Sinal verde, cap. 45.
42. A palavra do males da culpa."
temos que refletir a todo o instante sobre Allan Kardec, O Evangelho segundo 0
180
governador
os nossos atos, para que não venhamos a - "Quando um país toma a iniciativa da Espiritismo cap. 4, itens 18-20; cap. 11, itens
prejudicar a ninguém. guerra, encabeça a desordem da Casa 8-9; cap. 24, itens 13-19; cap. 19, itens 1 -12.
- Concluir que as coletividades que tomam do Pai, e pagará um preço terrível."
Allan Kardec, O livro dos espíritos, pergs.
a iniciativa da guerra pagarão um preço ter- - “E não temais os que matam o corpo 742- 745.
rível pela grande desordem na casa do Pai, e não podem matar a alma; temei
e que as comunidades do plano espiritual antes aquele que pode fazer perecer no Emmanuel, O consolador, perg. 184.
não estão alheias aos acontecimentos ter- inferno a alma e 0 corpo”. Emmanuel, Vida e sexo, cap. 1. Emmanuel,
renos, pois "zonas superiores da vida se Emmanuel, caps. 19, 21. Vinícios, Nas
voltam em defesa justa", ao passo que as pegadas do mestre, 7 ed., p. 264-265.
inteligências perversas também acorrem Yvonne A. Pereira, Memórias de um suicida,
para satisfazer os desejos destruidores dos 2a parte, cap. 1.
guerreiros.
- Reconhecer que o medo é dos piores
inimigos da criatura, pois destrói as forças
mais profundas do ser, e convidar a todos
para que possam lutar contra esse inimigo
destruidor do progresso.
PLANO DE UNIDADE
CURSO: NOSSO LAR OBJETIVOS GERAIS:
UNIDADE: Quem Semeia Colherá Observar que tudo na vida obedece à GRANDE LEI DE CAUSA E EFEITO, sendo, por isso, a situ-
N° DE AULAS: 2 AULA: 12ª (Cap. 43 a 46) ação que estamos vivendo hoje apenas contingência do que criamos para nós no passado.
CICLO INTRODUTÓRIO
SUBUNIDADE OBJETIVOS ESPECÍFICOS CONTEÚDO BIBLIOGRAFIA
- Concluir que a humanidade já se encontra - “[...] a parte intelectual sem a moral 43 - Em conversação
pode oferecer numerosas perspectivas 44 - As trevas
43. Em Conversação civilizada no que diz respeito ao desenvolvi- de queda, na repetição das experiên-
mento intelectual, ao passo que continua
44. As Trevas com o senso moral pouco desenvolvido, cias, enquanto que o avanço moral 45 - No campo da música
jamais será excessivo, representando
45. No campo da necessitando muito mais de evangelho do o núcleo mais importante das energias 46 - Sacrifício de mulher
música que de pão. evolutivas.” Allan Kardec, O Evangelho segundo
- Explicar que receberemos da vida con- - "Qual acontece a nós outros, que o Espiritismo, cap. 13, item 11; cap.
46. Sacrifício de 17, item 9.
forme houvermos doado à vida. trazemos em nosso íntimo o superior
mulher e o inferior, também o planeta traz em Allan Kardec, O livro dos espíritos,
- Identificar a beleza da música divina em si expressões altas e baixas, com que pergs. 251, 766-768, 1011-1018.
181
contraste com a música humana inferior, corrige o culpado e dá passagem ao tri-
e a importância das reuniões sociais onde unfador para a vida eterna.’' Allan Kardec, O céu e o inferno, cap.
reinam a pureza e a simplicidade, e onde a 4.
confraternização é a tônica. - “Acredita, minha filha, os sons dos
vossos instrumentos, as vossas mais Allan kardec, Obras póstumas, lição
- Reconhecer que os seres mais evoluídos belas vozes não poderiam dar-vos a “A música celeste".
esquecem a si mesmos e se sacrificam em menor idéia da música celeste e da sua André Luiz, Nosso Lar, caps. 43-46.
benefícios dos seres menos evoluídos. suave harmonia.”
André Luiz, Ação e reação, cap. 1.
- “[...] os Espíritos que amam, verda-
deiramente, não se limitam a estender André Luiz, Libertação, cap. 7.
as mãos de longe. De que nos valeria André Luiz, Os mensageiros, caps.
toda a riqueza material, se não pudés- 28-32.
semos estendê-la aos entes amados?”.
Emmanuel, O consolador, pergs.
204-
208.
Yvonne A. Pereira, Memórias de um
suicida, 18. ed., p. 216-217.
PLANO DE UNIDADE
CURSO: NOSSO LAR OBJETIVOS GERAIS:
UNIDADE: Preparando para o Reencarne Demonstrar que o retorno do Espirito à vida corporal preparado nas mínimas particularidades,
N° DE AULAS: 1 AULA: 13a (Cap. 47 a 48) não havendo lugar para imprevistos, e que a oportunidade do Espírito reencarnante é de fun-
damental importância para o seu progresso.
CICLO INTRODUTÓRIO
SUBUNIDADE OBJETIVOS ESPECÍFICOS CONTEÚDO BIBLIOGRAFIA
- Explicar que o retorno do Espírito à vida - "Em verdade, em verdade, digo-te: 47 - A volta de Laura
47. A volta de Laura corporal constitui uma necessidade e uma Ninguém poderá ver o reino de Deus se 48 – Culto familiar
bendita oportunidade de recapitular e não nascer de novo.”
48. Culto Familiar aprender para o bem, e que as dificuldades André Luiz, Nosso Lar, caps. 47- 48.
- “Pelo efeito do sono, os Espíritos
ou facilidades que terá o Espírito na nova encarnados estão sempre em relação André Luiz, Missionários da luz,
vida dependerão do progresso moral alcan- com o mundo dos Espíritos, e é o que cap. 13.
çado pelo mesmo na erraticidade e nas faz com que os Espíritos Superiores André Luiz, Sinai verde, cap. 45.
vidas anteriores. consintam, sem demasiada repulsa, Allan Kardec, O Evangelho segundo
- Analisar a importância do Culto do em encarnarem entre vós.” o Espiritismo, cap. 4 Allan Kardec,
Evangelho no Lar, como momento de O livro dos espíritos, pergs
182
intercâmbio entre os encarnados e desen- 330-343,402-412.
carnados e estudara situação do Espirito Allan Kardec, Obras póstumas, lição
encarnado, durante o repouso noturno. “Emancipação da alma”.
Emmanuel, O consolador, perg. 29.
Léon Denis, O Problema do ser, do
destino e da dor, cap. 5.
Néio Lucio, Jesus no lar, Introdução
- cap. 1.
"Culto do Evangelho no Lar”, 3a. ed.
FEEGO.
PLANO DE UNIDADE
CURSO: NOSSO LAR OBJETIVOS GERAIS:
UNIDADE; Colhendo os Frutos Entender que a Felicidade é fruto do dever cumprido para com Deus, para conosco e para com
N° DE AULAS: 1 AULA: 14ª (Cap. 49 a 50) o próximo, e que o dever cumprido se resume na Lei geral de AMOR A DEUS ACIMA DE TUDO E
AO PRÓXIMO COMO A SI MESMO.
CICLO INTRODUTÓRIO
SUBUNIDADE OBJETIVOS ESPECÍFICOS CONTEÚDO BIBLIOGRAFIA
- Explicar que devemos nos colocar na situ- - “Os mais rebeldes e os mais viciosos 49 - Regressando à casa
49. Regressando à ação de nossos irmãos para compreender se reformarão quando observarem os 50 - Cidadão de “Nosso Lar”
casa o motivo de suas ações e nunca esquecer benefícios resultantes da prática deste
do preceito evangélico que nos ensina a preceito: Não façais aos outros o que Lucas, 5:32-36.
50. Cidadão de amarmos os inimigos como a nós mesmos. não quiserdes que vos façam: fazei- André Luiz, Nosso Lar, caps. 49-50.
“Nosso Lar” lhes, ao contrário, todo o bem que vos Allan Kardec, O Evangelho segundo
- Concluir que quando nos dispomos vol-
untariamente a amaros nossos ofensores, esteja ao alcance fazer-lhes." o Espiritismo, caps. 11-12.
sentimos imediatamente a transformação - "Pelo que vos toca, amai os vossos Allan Kardec, O livro dos espíritos,
ocorrida em nós. inimigos, fazei o bem a todos e auxil- pergs. 886-887.
iai sem esperar coisa alguma. Então,
183
muito grande será a vossa recompensa Emmanuel, O consolador, pergs.
e sereis filhos do Altíssimo, que é bom 342, 348.
para os ingratos e até para com os Autores Diversos, O espírito da
maus. - Sede, pois, cheios de miser- verdade, caps. 43, 60.
icórdia, como cheio de misericórdia é o
vosso Deus."
184
14 - CURSO PASSE
185
Se necessitas de semelhante intervenção, recolhe-te à boa vontade, cen-
traliza a tua expectativa nas fontes celestes do suprimento divino, humilha-te,
conservando a receptividade edificante, inflama o teu coração na confiança pos-
itiva e, recordando que alguém vai arcar com o peso de tuas aflições, retifica o
teu caminho, considerando igualmente o sacrifício incessante de Jesus por nós
todos, porque, de conformidade com as letras sagradas, “Ele tomou sobre si as
nossas enfermidades e levou as nossas doenças”. (Emmanuel, Segue-me!... 6.
ed., p. 133-134).
“Na expansão dos recursos medianímicos que te enriquecem a experiên-
cia, sob as diretrizes dos benfeitores desencarnados, não te despreocupes das
faculdades edificantes, suscetíveis de te vincularem à elevação e à melhoria dos
companheiros da Terra. [...].
Estendes mãos fraternas, no passe balsamizante, em favor dos que te
procuram, sedentos de alívio.
Não furtes, porém, os braços prestimosos ao trabalho de cooperação es-
pontânea junto daqueles que o senhor te confiou na intimidade doméstica.
Atende às faculdades múltiplas pelas quais se evidencie a bondade dos
mensageiros divinos, mas não desdenhes essas outras mediunidades, tanta vez
esquecidas, da renúncia e da paciência, da humildade e do serviço, da prudência
e da lealdade, do devotamento e da correção, em que possas mostrar os teus
préstimos diante daqueles que te partilham a luta, porque somente assim serás
suporte firme da luz e chama da própria luz.” (Emmanuel, Seara dos médiuns, 2.
ed., p. 99, 101).
14.1.2 - Mediunidade
Definição
“Qual a verdadeira definição de mediunidade?
- A mediunidade é aquela luz que seria derramada sobre toda carne e pro-
metida pelo Divino Mestre aos tempos do Consolador, atualmente em curso na
Terra.
A missão mediúnica, se tem os seus percalços e as suas lutas dolorosas, é
uma das mais belas oportunidades de progresso e de redenção concedidas por
Deus aos seus filhos misérrimos.
Sendo luz que brilha na carne, a mediunidade é atributo do Espírito,
patrimônio da alma imortal, elemento renovador da posição moral da criatu-
ra terrena, enriquecendo todos os seus valores no capítulo da virtude e da in-
teligência, sempre que se encontre ligada aos princípios evangélicos na sua
trajetória pela face do mundo.” (Emmanuel, O consolador, 15. ed., perg. 382).
186
Em torno da mediunidade
“Ser médium não é simplesmente fazer-se veículo de fenômenos que tran-
scendem a alheia compreensão.
Acima de tudo, é indispensável entendamos na faculdade mediúnica a pos-
sibilidade de servir, compreendendo-se que semelhante faculdade é caracterís-
tica de todas as criaturas.
Acontece, porém, que o homem espera habitualmente pelas entidades pro-
tetoras em horas de prova e sofrimento, para arremessar-se ao estudo e ao tra-
balho quase sempre com extremas dificuldades de aproveitamento das lições
que o visitam, quando o nosso dever mais simples é o de seguir, em paz, ao en-
contro da Espiritualidade Superior, movimentando a nossa própria iniciativa, no
terreno firme do bem. [...]
Podes traduzir a mensagem do Senhor, onde quer que te encontres, apren-
dendo, amando, construindo e servindo sempre, porque acima dos médiuns
dessa ou daquela entidade espiritual, desse ou daquele fenômeno que muitas
vezes espantam ou comovem, sem educar e sem edificar, permanecem a con-
sciência e o coração devotados ao Supremo Bem, através dos quais o Senhor se
manifesta, estendendo para nós todos a bênção da vida melhor.” (Emmanuel,
Mediunidade e sintonia, p. 53-56).
Tarefa mediúnica
“[...] Tarefa mediúnica, no fundo, é consagração do trabalhador ao ministé-
rio do bem.
O fenômeno, dentro dela, surge em último lugar, porque, antes de tudo,
representa caridade operante, fé ativa e devotamento ao próximo.
[...] Ser medianeiro das forças elevadas que governam a vida é sintonizar-
se com a onda renovadora do Evangelho, que instituiu o “amemo-nos uns aos
outros”, qual Jesus se dedicou a nós, em todos os dias da vida. (Emmanuel,
Mediunidade e sintonia, p. 94-96).
14.1.3 - O Medianeiro
Definição
“[...] Médium quer dizer intérprete, medianeiro.
E dar utilidade à própria vida, transformando-nos em socorro e bênção para
os demais, é ser médium do Eterno Bem, sob a inspiração de Jesus Cristo, priv-
ilégio que cada um de nós pode usufruir.” (Emmanuel, Mediunidade e sintonia,
p. 51).
187
“É justo considerarmos todos os homens como médiuns?
- Todos os homens têm o seu grau de mediunidade, nas mais variadas
posições evolutivas, e esse atributo do Espírito representa, ainda, a alvorada de
novas percepções para o homem do futuro, quando, pelo avanço da mentali-
dade do mundo, as criaturas humanas verão alargar-se a janela acanhada dos
seus cinco sentidos.
Na atualidade, porém, temos de reconhecer que no campo imenso das po-
tencialidades psíquicas do homem existem os médiuns com tarefa definida, pre-
cursores das novas aquisições humanas. É certo que essas tarefas reclamam
sacrifícios e se constituem, muitas vezes, de provações ásperas; todavia, se o op-
erário busca a substância evangélica para a execução de seus deveres, é ele o tra-
balhador que faz jus ao acréscimo de misericória prometido pelo Mestre a todos
os discípulos de boa-vontade.” (Emmanuel, O consolador, [Link]., perg. 383).
Mensagem aos médiuns
“Venho exortar a quantos se entregaram na Terra à missão da mediunidade,
afirmando-lhes que, ainda em vossa época, esse posto é o da renúncia, da abne-
gação e dos sacrifícios espontâneos. Faz-se mister que todos os Espíritos, vindos
ao planeta com a incumbência de operar nos labores mediúnicos, compreen-
dam a extensão dos seus sagrados deveres para a obtenção do êxito no seu el-
evado e nobilitante trabalho.
Médiuns! A vossa tarefa deve ser encarada como um santo sacerdócio; a
vossa responsabilidade é grande, pela fração de certeza que vos foi outorgada,
e muito se pedirá aos que muito receberam. Faz-se, portanto, necessário que
busqueis cumprir, com severidade e nobreza, as vossas obrigações, mantendo a
vossa consciência serena, se não quiserdes tombar na luta, o que seria crestar
com as vossas próprias mãos as flores da esperança numa felicidade superior,
que ainda não conseguimos alcançar! Pesai as conseqüências dos vossos míni-
mos atos, porquanto é preciso renuncieis à própria personalidade, aos dese-
jos e aspirações de ordem material, para que a vossa felicidade se concretize.”
(Emmanuel, Emmanuel, 7. ed., p. 64).
14.1.4 - Reforma íntima
“Qual a maior necessidade do médium?
- A primeira necessidade do médium é evangelizar-se a si mesmo antes de
se entregar às grandes tarefas doutrinárias, pois, de outro modo poderá esbar-
rar sempre com o fantasma do personalismo, em detrimento de sua missão.”
(Emmanuel, O consolador, 15. ed., perg. 387).
“ [...] O médium tem obrigação de estudar muito, observar intensamente
e trabalhar em todos os instantes pela sua própria iluminação. Somente desse
modo poderá habilitar-se para o desempenho da tarefa que lhe foi confiada,
188
cooperando eficazmente com os Espíritos sinceros e devotados ao bem e à ver-
dade.” (Emmanuel, O consolador, 15. ed., perg. 392).
“Onde a luz definitiva para a vitória do apostolado mediúnico?
- Essa claridade divina está no Evangelho de Jesus, com o qual o missionário
deve estar plenamente identificado para a realização sagrada da sua tarefa. O
médium sem Evangelho pode fornecer as mais elevadas informações ao quadro
das filosofias e ciências fragmentárias da Terra; pode ser um profissional de no-
meada, um agente de experiências do invisível, mas não poderá ser um apóstolo
pelo coração. Só a aplicação com o Divino Mestre prepara no íntimo do trabal-
hador a fibra da iluminação para o amor, e da resistência contra as energias
destruidoras, porque o médium evangelizado sabe cultivar a humildade no amor
ao trabalho de cada dia, na tolerância esclarecida, no esforço educativo de si
mesmo, na significação da vida, sabendo, igualmente, levantar-se para a defesa
da sua tarefa de amor, defendendo a verdade sem transigir com os princípios no
momento oportuno.
O apostolado mediúnico, portanto, não se constitui tão-somente da movi-
mentação das energias psíquicas em suas expressões fenomênicas e mecânicas,
porque exige o trabalho e o sacrifício do coração, onde a luz da comprovação e
da referência é a que nasce do entendimento e da aplicação com Jesus Cristo.”
(Emmanuel, O consolador, 15. ed., perg. 411).
189
3ª AULA: CENTROS DE FORÇA
3.1 - TERMINOLOGIAS
3.2 - OS CENTROS DE FORÇA E OS PLEXOS
3.3 - CASO: DESEQUILÍBRIO DO CENTRO DE FORÇA
5ª AULA: PRECE
5.1 - O QUE É PRECE
5.2 - CASO: AÇÃO MAGNÉTICA DA PRECE - A PRECE DE ISMÁLIA
6ª AULA: O PASSE
6.1 - PASSE
6.2 - PORQUÊ APLICAR O PASSE
6.3 - QUEM APLICA O PASSE
6.4 - RECEPÇÃO E TRANSMISSÃO DE FLUIDOS
6.5 - AMBIENTE PROPÍCIO PARA O PASSE
6.6 - COMO COMEÇAR E COMO TERMINAR
6.7 - CASO: SERVIÇOS DE PASSE NA CABINE
190
8ª AULA: CASO: SEXO, ÁLCOOL E GLUTONARIA
8.1 - SEXO
8.2 - ÁLCOOL
8.3 - GLUTONARIA
8.4 - CONSIDERAÇÕES FINAIS DE ALEXANDRE
191
14.3 - MATRÍCULA E CONTROLE DE PRESENÇA DOS ALUNOS
14.4 - A ESCOLHA DOS INSTRUTORES
14.5 - ESTUDOS E TRABALHOS EM GRUPO
14.6 - OS PRECEPTORES
14.7 - A PROMOÇÃO PARA OUTROS CURSOS OU COLÔNIAS MAIS ELEVADAS
14.8 - APROVEITAMENTO DO TEMPO
14.9 - REPOUSO
14.10 - OS CURSOS MINISTRADOS
14.11 - METODOLOGIA DOS CURSOS
14.12 - AVALIAÇÕES E EXAMES
OBJETIVOS GERAIS:
1 - Identificar no passe uma eficiente terapêutica exemplificada por Jesus;
2 - Compreender o mecanismo de ação, os tipos e as técnicas do passe;
192
OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
1 - Formar “técnicos” esclarecidos para o auxílio magnético.
193
PLANO DE UNIDADE
CURSO : PASSE OBJETIVOS GERAIS:
UNIDADE : Aula inaugural Esclarecer a respeito da importancia do passe e da responsabilidade do passista, bem como
N• DE AULAS : 1 AULA : 1ª informar a respeito das normas do curso.
CICLO INTRODUTORIO
SUBUNIDADE OBJETIVOS ESPECÍFICOS CONTEÚDO BIBLIOGRAFIA
Desenvolver grande numero de médiuns A Seara e grande, mas os trabalhadores Allan Kardec, Obras Póstumas, lição
Aula Inaugural passistas; sao poucos: "Dos mediuns".
Todas as faculdades sao favores dos Allan Kardec, O livro dos médiuns,
Reconhecer a mediunidade como dom que quais se devem render graças a Deus; cap. 20
vem de Deus; "Dar condições para que nosso estudo Emmanuel, Roteiro, cap. 20.
seja acima de tude um processo liber- Emmanuel. Seara dos mediuns,
tador das conciencias, a fim de que a ?.ed., p. 45,94 ,115, 230
ldentificar o estudo como ponto principal- visao do homem alcance horizontes
para o progresso espiritual: Andre Luiz , Nos domínios da
mais altos; mediunidade, cap. 17.
194
"... entre os homens como entre nós,
Conhecer a disciplina perante o curso: que ainda nos achamos Ionge da per-
feição espiritual, o exito do trabalho
reclama experiencia, horario, segu-
Ter consciencia e ser consciente da impor- rança e responsabilidade do servidor
tancia da reforma Intima: fiel aos comprornissos assumidos";
"Se abraçaste a mediunidade, previne-
te contra o orgulho como quem se acau-
Compreender que para sermos verdadeira- tela contra um parasite destruidor";
mente uteis é preciso estudo e atividades,
atenção e suor; "O Mestre Divino espera-te na luta
por instrumento que possa atender-lhe
a obra".
Fundar a unidade de princlpios.
PLANO DE UNIDADE
CURSO : PASSE OBJETIVOS GERAIS:
UNIDADE : Magnetismo e fluido Entender o magnetismo como agente universal que tudo aciona e o fluido como base da toda
N° DE AULAS : 1 AULA : 2ª a criação. Estudar a presença e a importancia do magnetismo nos diversos reinos da Natureza.
CICLO INTRODUTORIO
SUBUNIDADE OBJETIVOS ESPECÍFICOS CONTEÚDO BIBLIOGRAFIA
Salientar a visao espírita sabre fluidos; "A matéria tornada invisível, imponderavel, Allan Kardec, 0 livro dos esplritos,
se encontra sob formas cada vez mais sutis pergs. 27, 65, 66, 70.
Conhecer os principais tipos de fluidos que denominamos "fluidos'.
Magnetismo e fluido conhecidos", salientando: Allan Kardec, A genese, cap. 14.
"..."fonte" e principio basico de todos os
Fluido Universal:"... é o principio sem o fluidos" Allan Kardec, 0 livro dos mediuns,
qual a materia estaria em eterno estado 2ª parte, cap 1.
.. primeira (e talvez única) e maior derivação
de divisao ..."; do Fluido Universal..." ; Andre Luiz, Missionarios da luz,
cap. 6.
Fluido Cósmico: "... a matéria elementar "... que e o responsável, quando "com-
primitiva, cujas modificações e trans- binado" com o Fluido Cósmico, ou com Leon Denis, No invislvel, 2" parte,
formacões constituem a inumeravel var- outras de suas derivações, através do caps. 15, 19.
195
iedade de corpos da Natureza ..."; Fluido agente chamado PRINCiPIO VITAL, segundo Melo, O passe: seu estudo, suas
Vital. padrões muito especiais, pela vida"; tecnicas, sua pratica, 5. ed., p. 53,
"A vida, portanto, como "efeito" decor- 54, 62, 64.
Obter noções à respeito do Principia Vital; rente de um agente (princípio vital) sobre a Michaelus, Magnetismo espiritual,
ldentificar e conhecer os diferentes tipos de materia (Fluido cósmico) ..."; cap. 8.
magnetismo; Tipos de magnetismo: Allan Kardec, Revista esplrita, 1858,
Compreender a relação e interação do 1). magnetismo mineral; 2). magnetismo p. 95, 288.
Espiritismo e magnetismo; vegetal; 3). magnetismo animal; 4). magnet- Allan Kardec, Revista esplrita, 1865,
ismo humano; 5. magnetismo espiritual
Reconhecer que a atuação magnetica pode p. 95, 250,252, 254.
se produzir par diversas maneiras; "O Espiritismo liga-se ao magnetismo por
lactos Intimas. como ciencias solidarias.";
Observar que o Magnetismo humano
espiritual e o que predomina no auxllio a "A atuação magnetica pode produzir-se de
muitas maneiras:
encarnados e desencarnados.
1ª) pelo fluido do magnetizador; 2ª) pelo
fluido dos Esplrttos; 3ª) pelos fluidos que os
Esplritos derramam sobre o magnetizador.
PLANO DE UNIDADE
CURSO: PASSE OBJETIVOS GERAIS:
UNIDADE: Perisplritr, e centros de força Mostrar o tríplice aspecto do ser humano (corpo físico, perispirito e espirito) e que o equilibrio
N° DE AULAS: 2 AULA: 3ª de nossos centres de força depende de nossa mente.
CICLO INTRODUTORIO
SUBUNIDADE OBJETIVOS ESPECÍFICOS CONTEÚDO BIBLIOGRAFIA
ldentificar e os tres elementos essen- Ha pois no homem tres elementos Allan Kardec, O livro dos espíritos,
essenciais: pergs. 70, 93- 95, 186, 187.
0 Homem e seus ciais e diferenciados que constituem o ser
corpos humano; a) A alma ou esplrito; Allan Kardec, 0 livre dos mediuns, 2ª
Estudar funções do duplo eterico, bem b) O corpo, invólucro material; parte, cap. 1.
como seu destino durante o sono e após a Allan Kardec, A genese, cap. 11, itens
desencarnação; c) O perispírito, invólucro fluidico.
18-21, cap. 14, item 22.
Estudar o perispírito que é "Organismo
delicado, com extremo poder plástico . Allan Kardec, 0 que e Espiritismo, cap.
O perispirito e o órgao sensitivo do 2, item 7.
que "... modifica-se sob o comando do Espírito, per meio do qual este percebe
196
pensamento."; Emmanuel, Roteiro, cap. 6.
as coisas espirituais que escapam aos
sentidos corpóreos. Andre Luiz, Nos dominios da medi-
unidade, cap. 11.
0 duplo etérico tem função específica,
preponderantes, de capital importan- Freire, Da alma humana, caps. 3, 11.
Peralva, 0 pensamento de Emmanuel,
cia, quer na vitalidade do corpo flsico cap. 3.
ou organico de que faz parte constitu-
inte, quer na vitalidade, quer nas mais Miranda, Dialogo com as sombras,
variadas mediunidades. lição "Deformavao".
Shubert , Testemunhos de Chico Xavier,
lição: "Perder o perispirito". Jorge
Andreia, Forças sexuais da alma, [Link].,
p. 66.
Leon Denis, Depois da morte, parte ter-
ceira, cap. 21.
Delanne, A evolução animica, cap. 7
PLANO DE UNIDADE
CURSO : PASSE OBJETIVOS GERAIS:
UNIDADE : Perispirito e centros de força Mostrar o tríplice aspecto do ser humano (corpo físico, perispírito e espírito) e que o equilí-
Nº DE AULAS : 2 AULA : 4ª brio de nossos centros de força depende de nossa mente.
CICLO INTRODUTORIO
SUBUNIDADE OBJETIVOS ESPECÍFICOS CONTEÚDO BIBLIOGRAFIA
Mostrar: "Antes que se rompa o cordao de prata Eclesiastes, 12:7-8.
Centros de Força A comprovação biblica da existencia dos ... e se defaça a roda sobre a cisterna..."; Andre Luiz, Entre a Terrae o Ceu,
centros de força; Chakras, conhecimento milenar; 12. ed , p.126-128.
Que centros de força (chakras) são "Na superffcie do duple eterico podem Andre Luiz , Evolu!fao em dois
também conhecidos em outras correntes ser observadas certas regiões ... tendo mundos, 1ª parte, cap. 1.
espiritualistas; a aparencia dos redemoinhos ...
Melo, 0 passe: seu estudo, suas
Catalogar algumas das pricipais definições; a) Coronário; tecnicas, sua pratica, 5. ed., p.
A visao espírita a respeito do assunto b) Frontal; 92-93. Gurgel, 0 passe espfrita,
p. 89. Armond, Passes e irradiadi-
197
(enfatizar este item); c) Laríngeo;
ações, 28. ed., p. 51.
Estudar a localização dos sete principais d) Cardíaco;
centros de força, bem como suas funções; e) Gástrico;
Salientar que somos os primeiros prejudica- f) Esplênico;
dos ou beneficiados por nossos pensamen- g) Genésico.
tos e ações.
"...nosso corpo de materia rarefeita está
intimamente regido por sete centros de
força, que se conjugam nas ramificações
dos plexos e que, vibrando em sintonia
uns com os outros, ao influxo do poder
diretriz da mente, estabelecem, para
nosso uso, um veículo de celulas elé-
tricas, que podemos definir como sendo
um campo eletromagnético, no qual o
pensamento vibra em circuito fechado."
PLANO DE UNIDADE
CURSO: PASSE OBJETIVOS GERAIS:
UNIDADE : Pensamento e aura Esclarecer que nosso pensamento reflete o que somos e que nossa saude fisica e espiritual
N• DE AULAS : 1 AULA : 5ª depende de nossos pensamentos.
CICLO INTRODUTORIO
SUBUNIDADE OBJETIVOS ESPECÍFICOS CONTEÚDO BIBLIOGRAFIA
Mostrar ao medium a responsabilidade de "Nos esclarecem os instrutores espirit- Allan Kardec, O livro dos espiritos, perg.
ter bons pensamentos; uais que é "a mente a base de todos os 89.
Pensamento e Aura fenômenos mediunicos"";
Concluir que atraves da vontade o medium Emmanuel, Roteiro, cap. 15.
conseguira manter elevado o pensamento; "O hálito mental sera, a seu tumo, Emmanuel, Pensamento e vida, liQOes:
O cultivo de pensamentos inferiores geram determinado pelo tipo dos nossos 2, 5, 28.
doenças fisicas e mentais; pensamentos";
Andre Luiz , Nos dominies da mediu-
Mostrar a ação do pensamento, tanto do "A mente é o espelho da vida em toda nidade, caps. 1, 17-18, 26. Andre Luiz,
medium passista quanta do paciente, na parte."; Entre a Terra e o Ceu, cap. 20.
cura. "Uma vontade decidida é o principio Andre Luiz, Nosso Lar, cap. 27. Andre
indispensavel de todas as operações Luiz, Missionarios da luz, cap. 14.
198
Estudar conceito e caracteristicas da aura magneticas";
humana. Andre Luiz, Evoluyao em dais mundos,
Observar a diferença de comportamento da "Todos as sintomas mentais depres- cap. 17.
audiencia dos dois planos; sivos influenciam as células em estado
de mitose, estabelecendo fatores de Andre Luiz, AQao e reaQ:lo, [Link]., p.
ldentificar o motivo da interferencia desagregação."; 70.
durante a comunicação mediunica; "Não nos esqueçamos, assim, de que Andre Luiz, Os mensageiros, cap. 47
Mostrar as exigencias para uma boa apenas o sentimento reto pode esboçar
concentração o reto pensamento, sem os quais a alma Aureo, Universe e vida, cap. 5, itens
adoece pela carência de equilíbrio inte- 6, 19, 21.
rior, imprimindo no aparelho somático
os desvarios e as perturbações que lhe Gurgel, 0 passe espirita. p. 86-88.
sao consequentes." Peralva, Estudando a mediunidade,
[Link]., p. 23.
"O cultivo da mente pura é nosso dever,
ja que ela é o filtro par onde passam
as benesses que favorecerão nosso
próximo e, por conseguinte, a nós
mesmos.";
PLANO DE UNIDADE
CURSO : PASSE OBJETIVOS GERAIS:
UNIDADE : Pensamento e aura Esclarecer que nosso pensamento reflete o que somos e que nossa saude ffsica e espiritual
N• DE AULAS : 1 AULA : sª depende de nossos pensamentos.
CICLO INTRODUTORIO
SUBUNIDADE OBJETIVOS ESPECÍFICOS CONTEÚDO BIBLIOGRAFIA
"O nosso corpo físico e material é
envolvido numa atmosfera fluidica, irra-
Pensamento e Aura diando em volta de todos as individuos
e interpenetrando-os, (...) sendo con-
stitulda por vibrações das diferentes
camadas do perispfrito".
199
No plano dos encarnados: "(...) nao se
notava o mesmo traço de harmonia.
Observava-se apreciável instabilidade
de pensamento. (...)";
200
tes é um ato de caridade:
preces pelos que já não sao mais da
Terra;
Esclarecer que o poder da prece está no preces pelos doentes e pelos
pensamento; obisidiados.
"Esta no pensamento o poder da
ldentificar o serviço de atendimento aos prece,(...)";
enfermos bem como as disposições do Serviço;
ambiente; Descrição do ambiente; Descrição dos
tratamentos;
Mostrar a ação do tratamento aplicado aos A prece de lsmalia (o pedido, a
enfermos; descrição dos enfermos, a descrição
dos que oravam); Ocorrências lumino-
sas durante a prece;
ldentificar as várias fases descritas por O problema vibratório;
Andre Luiz, durante a prece de lsmalia.
A resposta do alto à prece de lsmalia.
PLANO DE UNIDADE
CURSO : PASSE OBJETIVOS GERAIS:
UNIDADE : 0 passe Esclarecer a respeito da responsabilidade na aplicação do passe, mostrando o exemplo de
N• DE AULAS : 1 AULA: 7ª Jesus.
CICLO INTRODUTORIO
SUBUNIDADE OBJETIVOS ESPECÍFICOS CONTEÚDO BIBLIOGRAFIA
ldentificar em Jesus o grande médico de "E Jesus, estendendo a mão, tocou- Lucas, 6: 17-19. Mateus, 8: 3.
almas, curando os doentes do corpo e do lhe, dizendo: Quero, fica limpo! E Allan Kardec, 0 livre dos me<Jiuns,cap.
0 passe espírito; imediatamente ele ficou limpo de sua
lepra."; 14, itens 175- 176.
Compreender o que seja o Passe, quando e Emmanuel, 0 consolador, perg. 98-99.
porque aplica-lo; Andre Luiz , Nos domi nies da
Conceito de Passe; Porque aplicar o mediunidade, cap. 17.
passe;
Reconhecer que o Passe, tanto pode ser Quem aplica o passe; Preparação do Andre Luiz, Desobsessao, [Link]., p. 47-
aplicado com recursos do próprio medium, ambiente; 48.
quanto com recursos recebidos do Plano
201
Espiritual; O Valor da Prece; Andre Luiz, Missionaries da luz, cap.
16.
Ressaltar a importancia da preparação Os Mediuns nao precisam recear a Gurgel, 0 passe esplrita, p. 113, 151-
do ambiente onde serao ministrados os exaustão;
Passes, mostrando o trabalho da equipe 152.
espirital; Miranda, Dialogo com as sombras,
Como o Espirito Andre Luiz viu e cap. 1.
descreveu os passes; Michaelus, Magnetismoespiritual, cap.
Compreender a importancia e o valor da
prece; 9.
Porque nem todos melhoram como
passe?
Mostrar que os Passes sao muitas vezes
aplicados pelos Espíritos;
202
Reconhecer a prece como auxllio indispen-
savel para a preparação do passista; Gurgel, 0 passe esplrita, p. 132, 138.
Equilíbrio no campo das emoções. Michaelus, Magnetismoespiritual, cap.
203
Mostrar as reações do jovem quanto às advert "(...) Têm sido cultivados por este com-
ncias espirituais; prudencia e temperança; panheiro, nao só pela incontinência no
dominio das emoções próprias, através
Ter consciencia quanto a interligação alma de experiências sexuais variadas, senão
corpo nas ações humanas; tambem pelo contacto de entidades gros-
Descrever quadro orgânico do consumidor seiras, (...)";
de alcoólicos; "(...) acredita ouvir remotas lições de
aspecto dogmatico, exclusive, no exame da
ldentificar a atuação das larvas ao Iongo da fe religiosa. A pretexto de aceitar o imperio
veia aorta; da razao pura, na esfera da lógica, admite
que sexo nada tern a ver com espirituali-
Reconhecer as consequências orgânicas do dade, como se esta nao fosse a existência
consumo de alcoólicos; em si. (...);
Descrever quadro orgânico da glutona; "(...) O erro de nosso amigo e o de todos
os religiosos que supoem a alma absolu-
tamente separada do corpo ffsico, quando
todas as manisfestações psicofísicas se
derivam da influenciação espiritual."
PLANO DE UNIDADE
CURSO: PASSE OBJETIVOS GERAIS:
UNIDADE : Caso Compreender que o desequilíbrio, qualquer que seja,acarreta prejuízo a economia fisico-
N• DE AULAS : 1 AULA: 9ª perispiritual, desencadeando, tambem, processos obsessivos de difícil solução.
CICLO INTRODUTORIO
SUBUNIDADE OBJETIVOS ESPECÍFICOS CONTEÚDO BIBLIOGRAFIA
Mostrar a atuação das lesmas psíquicas no "(...) Semelhava-se-lhe o corpo a um Andre Luiz, Missionaries da luz, cap.
Caso: Sexo, alcool e ventre lotado de alimentos; tonel de configuravao caprichosa, de 3.
glutonaria cujo interior escapavam certos vapores
muito leves, mas incessantes. (...)";
Analisar os problemas da alimentação.
"(...) Pequeninas figuras horripilantes
postavam-se vorazes, ao Iongo da veia
aorta, lutando desesperadamente com
os elementos sanguineos mais novos.
(...)";
204
"(...) Terrível ingurgitamento. Os lóbulos
cilíndricos, modificados, abrigavam
células doentes e empobrecidas. O baço
apresentava anomalias estranhas.";
"Fraquíssima luz emanava de sua
organização mental e, desde o primeiro
instante, notara-lhe as deformações
físicas. O estômago dilatara se-lhe hor-
rivelmente e os intestinos pareciam
sofrer estranhas alterações. (...)";
"(...) Semelhantes parasitos atacavam
os sucos nutritivos, com assombroso
potencial de destruição."
"(...)tempos virao, para a Humanidade
terrestre em que o estábulo, como o lar,
sera tambem sagrado."
PLANO DE UNIDADE
CURSO : PASSE OBJETIVOS GERAIS:
UNIDADE : Tipos de passe Conhecer algumas das diferentes tecnicas do passe e compará-las com os exemplos de curas
N• DE AULAS : 2 AULA : 1oª operadas por Jesus.
CICLO INTRODUTORIO
SUBUNIDADE OBJETIVOS ESPECÍFICOS CONTEÚDO BIBLIOGRAFIA
ldentificar nas curas diferentes tecnicas de "Tendo dito isto, cuspiu na terra, e com Joao, 9:6-7. Mateus, 8:3.
Tecnicas do passe - I passe utilizadas; a saliva fez lodo, e untou com o lodo os Andre Luiz, Missionarios da luz, cap. 19.
olhos do cego. (...)"; Gurgel, 0 passe espirita, p.117, 121,
Estudar algumas das técnicas do passe; "E Jesus, estendendo a mão, tocou-lhe, 150-151.
dizendo: Quero, fica limpo! E imediata- Michaelus,Magnetismo espiritual,caps.
mente ele ficou limpo de sua lepra"; 9- 11.
Salientar a importan passista, para o servi
da prece e da auto passe); Roque Jacintho, Passes e passistas, p.
passes: 25.
205
Conhecer os procedimentos adotados no transversais;
início e término dos passes. rotatórios;
perpendiculares;
longitudinais;
imposição de mãos.
206
Andre Luiz, Entre a Terra e o Ceu, cap.
Estudar métodos utilizados para fluidifi- 6.•
cação da água; A fluidificação da água pode ser feita:
Andre Luiz, Nos dominios da
espiritualmente
mediunidade, cap. 17.
por passista encarnado. Andre Luiz, Os mensageiros, caps.
19, 22.
Martins Peralva, Estudando a mediu-
nidade, ?.ed., p.147.
PLANO DE UNIDADE
CURSO : PASSE OBJETIVOS GERAIS:
UNIDADE : Cases de passe Esclarecer quanta a necessidade de nos mantermos serenos diante des problemas que a vida
N° DE AULAS : 3 AULA : 12• nos apresenta e quando estamos em busca da verdade, Deus nao nos desampara onde quer
que estejamos.
CICLO INTRODUTORIO
SUBUNIDADE OBJETIVOS ESPECÍFICOS CONTEÚDO BIBLIOGRAFIA
ldentificar o estado do paciente; Analise da paciente, feita per Andre Luiz; Andre Luiz, Missionaries da luz, cap.
"Esta amiga, na manha de hoje, teve serios 19.
Caso: Desequillbrio atritos com o esposo, entrando em grave
emotivo e nuvem Reconhecer a causa da presença da nuvem posição de desarmonia íntima.(...)";
negra no coração; negra no coração;
"(...)Se a mente da criatura encarnada ainda
nao atingiu a disciplina das emoções, se ali-
Mostrar que nós, atraves de nossas próprias menta paixões que a desarmonizam com
emanações mentais e atitudes, podemos a realidade, pode a qualquer momento
destrui ou criar a harmonia de nosso corpo intoxicar-se (...)'
flsico e perispiritual; "(...) Anacleto assumiu nova atitude, dando
me a entender que ia favorecer suas expan-
sões radiantes (...)";
207
Compreender o tratamento aplicado por
Caso: O autodominio e Anacleto; "(...) Estivesse orando numa igreja católica
romana ou num templo budista, receberia o
nuvem negra no fígado socorro de nossa Esfera, (...)";
Salientar que todos estamos sob a pro-
teção de Deus, qualquer que seja nossa "(...) Com assombro, notei-lhe o flgado pro-
fundamente alterado (...)";
crença. Embora, nas organizações indene às
sombras do dogmatismo, o auxllio do Plano "(...) os próprios ensinamentos do Cristo, que
Espiritual pode ser mais eficiente; lhe serve de modelo a renovação, doem-lhe
no íntima como marteladas (...)";
"Anacleto continuou de pe e aplicou-lhe um
passe longitudinal sobre a cabeça, partindo do
contato simples e descendo a mao, vagarosa-
mente, ate a regiao do flgado (...)";
"(...) Ele, porem, esta em prece regeneradora
e facilitará nosso serviço de socorro, pela
emissao de energias benéficas. (...)".
PLANO DE UNIDADE
CURSO : PASSE OBJETIVOS GERAIS:
UNIDADE : Cases de passe Mostrar a necessidade de mantermos nossos pensamentos equilibrados e atitude serena.
N° DE AULAS : 2 AULA : 13ª
CICLO INTRODUTORIO
SUBUNIDADE OBJETIVOS ESPECÍFICOS CONTEÚDO BIBLIOGRAFIA
ldentificar o estado do paciente; "ldentificava o estado pre-agônico, Andre Luiz, Missionarios da luz, cap.
em todas as suas expressoes fisico- 7.
Case: Pensamento e
acidente circulatório Reconhecer a causa do tratamento, compreen- espirituais. (...)";
dendo que o determinismo inexoravel nao existe " Ó Alexandre, bem sei que devemos
e que podemos ter dilatada ou antecipada nossa
desencarnação; subordinar nossos desejos aos desfgnios
de Deus. Entretanto, meu filho necessita
de mais alguns dias na Terra.(...)";
Verificar a causa da enfermidade salientando
a influencia de nossos pensamentos sobre o "- (...) foi acidentado pelos próprios pen-
organismo; samentos em conflito injustificavel. (...)";
208
Mostrar a atuação de equipes de socorro durante
"(...) o orientador iniciou complicadas
o sono; operações magnéticas, no corpo inani-
mado, ministrando energias novas à
espinha dorsal. (..)";
Compreender a importancia de estarmos sempre
equilibrados, mesmo durante o sono, para que "- (...) precisamos aqui das emanações
possamos, quando necessaria, prestar auxllio de algum des nossos amigos encarnados,
fraterno; que estejam em repouso equilibrado.";
ldentificar o estado do paciente;
"(...) observei-lhe o fígado e o baço, que
acusavam enorme desequilibrio.";
Verificar os perigos fluldicos das rixas, discussoes, "(...) Estima as rixas frequentes, as dis-
cólera, mágoas e suas consequências organicas: cussões apaixonadas, o império de seus
pontes de vista. (...)";
Analisar a dupla origem do desequilibrio do "(...) cargas malignas, nao só dos pen-
paciente; samentos de angústia e represalia que
ele provoca nos outros, mas tambem
Compreender que depende do indivíduo grande dos pensamentos cruéis que fabrica
parte da solução do problema; para si. (...)";
PLANO DE UNIDADE
CURSO : PASSE OBJETIVOS GERAIS:
UNIDADE : Casos de passe Mostrar a necessidade de mantermos nossos pensamentos equilibrados e atitude serena.
N• DE AULAS : 2 AULA : 13ª
CICLO INTRODUTORIO
SUBUNIDADE OBJETIVOS ESPECÍFICOS CONTEÚDO BIBLIOGRAFIA
Mostrar que o esforço do Plano Espiritual é "(...) desde há muitas semanas, bus-
Caso: Pensamento e tambem educativo camos orienta-lo no serviço do amor
acidente circulat6rio cristão (...).
O infeliz, porém não nos ouve. (...)";
209
- Nosso esforço e tambem educativo e
nao podemos desconsiderar a dor que
instrui e ajuda a transformar o homem
para o bern. (...)"
PLANO DE UNIDADE
CURSO : PASSE OBJETIVOS GERAIS:
UNIDADE : Casas de passe Mostrar a necessidade de mantermos nossos pensamentos equilibrados e atitude serena.
N° DE AULAS : •3 AULA: 14ª
CICLO INTRODUTORIO
SUBUNIDADE OBJETIVOS ESPECÍFICOS CONTEÚDO BIBLIOGRAFIA
ldentificar o estado organico da paciente; Descrição do estado da paciente, feita Andre Luiz, Missionaries da luz, cap.
par Andre Luiz; 19.
Cas a: Gravidez sac-
"(...) A pobre senhora, contudo, alem
rificial e nuvem par- ldentificar a causa da presença das nuvens de suportar a carga de pensamentos Andre Luiz, Entre a Terra e o Ceu,
dacenta no organismo pardacentas; destruidores (...)"; cap. 30.
gerador
O tratamento aplicado, consiste em
duas fases:
Estudar o tratamento aplicado; tratamento a mae;
socorro ao feto.
210
ldentificar o estado da paciente e as causas amigdalite;
da amigdalite de Zulmira; Não aceitação alimentos (vômitos con-
stantes); a corrente de trocas entre mae
e filho;
Mostrar a interação entre mãe e filho; a atuação do pensamento;
Caso: Problemas de Analisar problemas de uma gestante; processo de moldagem, trabalho da
uma gestante Estudar o tratamento aplicado; maternidade;
ação fluídica e reação orgânica;
o mecanismo do "exaustor de fluidos";
descréscimo de vivacidade mental;
propósitos extravagantes; antipatias
súbitas; fantasias; aversões;
211
Estimular o trabalho em grupo; "As credenciais dos mestres a quem neste
Compreender a conversa fraterna como momenta sois entregues em nome do
Pastor Celeste, estendem-se, em virtude e
generoso amparo ao soerguimento moral; meritos a um passado remoto , muitas
Observar a adoção de criterios de pro- vezes comprovados nos testemunhos
sacrificantes";
moção para cursos mais avançados; "Sereis novamente divididos em agrupa-
ldentificar a necessidade de aliar a moral, o mentos homogeneos de dez individuali-
conhecimento e a pratica. dade..." ;
"Ouvirao eles as vossas confidencias, con-
Apresentar os objetivos dos institutos do solar-vos-ao com seus conselhos e expe-
ciclo de especialização. riencia, quando as fadigas ou as possiveis
saudades vos amea9am (...}";
"Mas, nao saireis deste local, ali;:ando
esferas espirituais mais compensadoras,
enquanto do nosso Institute, ou de vossas
conciencias, nao receberdes certificados
de reabilita tao. (...)";
Os curses ministrados:
Moral; Ciencia Universa; Curso Prático.
212
15 - CURSO CORRENTE MAGNÉTICA - O
MAGNETISMO APLICADO À DESOBSESSÃO
OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
213
15.2 - Programa geral do curso
214
16 - GABARITOS DOS CADERNOS DE
EXERCÍCIOS DOS CURSOS DO CICLO
INTRODUTÓRIO
AULA 01 - DEUS
1 - (A) (errada) ( E) (errada)
2 - “Num axioma a que aplicais às vossas ciências. Não há efeito sem causa.
Procurará a causa de tudo o que não é obra do homem e a vossa razão
responderá”.
3 - (c); (d); (a); (b); (e).
4 - a) - Providência
b) - Pai
c) - Adoração
d) - Verdade
e) - Coração
f) -Deus
5-
(H) (D)
(H) (H)
(D) (H)
(D) (D)
(D) (H)
6 - Pelas cerimônias e rituais exteriores.
AULA 02 - JESUS
1 - ( V ); ( F ); ( F ); ( V ).
215
2 - (B).
3 - “Dar cumprimento às profecias que lhe anunciaram o advento, ensinando aos
homens a Boa Nova”.
4 - (D); (C; (G; (A); (E);( F); (B);
5 - A escolher.
216
4 - (A); (C); (D).
5- 4-6-1-2-3-5
AULA 05 - REENCARNAÇÃO
AULA 06 - DESENCARNAÇÃO
1 - a) - O fim da vida animal ou vegetal; cessação da vida; fim. b) - Deixar a carne,
passar para o mundo espiritual.
2 - ( V ); ( F ); ( V ); ( V ); ( V ).
3 - (F); (A); (G); (E); (C); (D); (B).
4-
a) - Proceder corretamente nos velórios, calando anedotário e galhofa em torno
da pessoa desencarnada, tanto quanto cochichos impróprios ao pé do corpo
inerte.
Desterrar de si quaisquer conversações ociosas, tratos comerciais ou comen-
tários impróprios nos enterros que comparecer.
Transformar o culto da saudade, comumente expresso no oferecimento de
coroas de flores, em donativos às instituições assistenciais, sem espírito sectário,
fazendo o mesmo nas comemorações e homenagens a desencarnados, sejam
elas pessoais ou gerais.
Aproveitar a oportunidade do sepultamento para orar, ou discorrer sem afe-
tação, quando chamado a isso, sobre a imortalidade da alma e sobre o valor da
existência humana.
217
b) - Para os espíritas, a alma não é uma abstração; ela tem um corpo etéreo
que a define ao pensamento, o que muito é para fixar as idéias sobre a sua indi-
vidualidade, aptidões e percepções. A lembrança dos que nos são caros repousa
sobre alguma coisa de real. Não se nos representam mais como chamas fugiti-
vas que nada falam ao pensamento, porém sob uma forma concreta que antes
no-los mostra como seres viventes. Além disso, em vez de perdidos nas profun-
dezas do Espaço, estão ao redor de nós; o mundo corporal e o mundo espiritual
identificam- se em perpétuas relações assistindo-se mutuamente.
1 - Que diversos são os mundos que servem de escola, asilo, habitação para os
Espíritos, e existem em vários graus de progresso.
2 - Mundos de provas e expiações: “Que vos direi dos mundos de expiações
que já não saibais, pois basta observeis o em que habitais? A superioridade da
inteligência, em grande número dos seus habitantes, indica que a Terra é um
mundo primitivo, destinado a encarnação dos Espíritos que acabaram de sair
das mãos do Criador. As qualidades inatas que eles trazem consigo constituem a
prova de que já viveram e realizaram certo progresso”.
Mundos de regeneração: Os mundos regeneradores servem de transição entres
os mundos de expiação e os mundos felizes. A alma penitente encontra neles a
calma e o repouso e acaba por depurar-se. Nesses mundos, portanto, ainda não
existe a felicidade perfeita, mas a aurora da felicidade. O homem lá é ainda de
carne, por isso, sujeito às vicissitudes de que libertos só se acham seres com-
pletamente desmaterializados. Ainda tem que suportar provas, porém, sem as
pungentes angústias da expiação.
Mundos felizes: Onde o bem sobrepuja o mal
Mundos Celestiais ou Divinos: Habitações de Espíritos depurados, onde exclusi-
vamente reina o bem.
3 - a) - Regeneração
b) - Sírios
c) - Provas e expiações
4 - Terra - mundo de provas e expiações caminhando para mundo de regeneração.
5 – “Nesse mundo renovado, a paz inalterável instituirá um progresso sem te-
mores e uma civilização sem maldade. Os habitantes do planeta estarão muito
218
longe da angelitude, mas serão operosos e sinceros, um tanto sofredores e endi-
vidados para com a Eterna Justiça, mas fraternos e dóceis à inspiração superior.
A subsistência exigirá esforços titânicos na agricultura danificada e no trato
exaustivo das águas despoluídas, mas não haverá penúria nem fome. Por algum
tempo, muitos corações sangrarão no sacrifício de missões ásperas, na solidão
e no silêncio dos sentimentos em penitência; mas não existirá desespero nem
prostituição, viciações letais ou mendicância, infância carente ou velhice aban-
donada.” ( Áureo, Universo e vida, 4. ed., p. 169).
AULA 08 - MEDIUNIDADE
219
AULA 10 - CONHECIMENTO DE SI MESMO
AULA 11 - FAMÍLIA
220
tágio do seu amor, e se modificam as expreessões da desarmonia e do descon-
forto, produzindo natural condição de entendimento, de alegria, de refazimento.
Cristo no lar significa comunhão da esperança com amor.
A sua presença produz sinais evidentes de paz, e aqueles que antes esperimen-
tavam repulsa pelo ajuntamento doméstico descobrem sintomas de identifi-
cação, necessidade de auxílio mútuo.
1 – c) Na prece devemos pedir aos Espíritos que sejam satisfeitas todas as nossas
vontades, e assim serão atendidas.
2 - Para aprendermos o que ocorre em tal circunstância, precisamos conceber
mergulhados no fluido universal, que ocupa o espaço, todos os seres, encarna-
dos e desencarnados, tal qual nos achamos, neste mundo, dentro da atmosfera.
Esse fluido recebe da vontade uma impulsão.
3 - Estudo em família.
Permite ampla compreensão dos ensinamentos de Jesus e a prática destes nos
ambientes em que vivemos.
Com o estudo do Evangelho de Jesus aprende-se a compreender e a conviver na
família humana.
A presença de Espíritos iluminados no lar afasta aqueles de índole inferior, que
desejam desunião e a discórdia. O ambiente torna-se posto avançado da luz,
onde as almas dedicadas ao Bem estarão sempre presentes, quer encarnadas,
quer desencarnadas.
As pessoas habituadas a orações, ao estudo e a clarividência cristã, tornam-se
mais sensíveis e mais passíveis às inspirações dos Espíritos Mentores.
4 - ( 5 ); ( 8 ); ( 2 ); ( 6 ); ( 1 ); ( 3 ); ( 4 ); ( 7 ).
AULA 13 - VÍCIOS
1 - Os vícios são um lento suicídio. O homem quer salvar a sua vida, isto é, pre-
tende gozá-la desfrutando a maior soma possível de prazeres; e, neste afã, causa
dano a sí próprio, aniquilando e destruindo a vida.
2 - ( V ); ( F ); ( F ); ( V ); ( V ); ( V ); ( F ); ( V ).
3 - a) egoísmo;
221
b) vaidade;
c) indisciplina; d) desânimo; e) rebelde.
4 - O Evangelho de Jesus.
5 – a) Incompreensões que se agravam; Enfermidades; Perigo iminente;
Agressividade ou loucura; Enfermidades.
b) Antídoto contra problemas do lar. Evangelização da família e dos filhos Paz e
conforto.
222
16.2 - Curso "Nosso Lar”
AULA 01 - CAPÍTULOS 1, 2, 3 e 4
CAP. 2: CLARÊNCIO
1. O homem é formado de tríplice aspecto: o corpo, o perispírito e o Espírito.
André Luiz perdera, com a morte, o corpo físico, mas permanecera com seu
perispírito, ou corpo espiritual, sentindo todo o sofrimento que passara no
Umbral.
2. ( F ) - ( V ) - ( F ).
[Link] nesse instante que as neblinas espessas se dissiparam e alguém surgiu,
emissário dos Céus. Um velhinho simpático lhe sorriu paternalmente. Inclinou-
se, fixou nos meus os grandes olhos lúcidos e falou: _ Coragem, meu filho! O
Senhor não te desampara.
4. ( 3 ); ( 1 ); ( 4 ); ( 5 ); ( 2 ).
223
5. (Pesquisa), Sugestão: Pesquise na obra A Gênese, de Allan Kardec e outras.
AULA 02 - CAPÍTULOS 5, 6, 7 e 8
224
CAP. 7: EXPLICAÇÕES DE LÍSIAS
1. ( X ) A morte do corpo conduz... os planos material e espiritual”.
2. “Quase tudo era melhorada cópia da Terra; cores mais harmônicas, substân-
cias mais delicadas. Forrava-se o solo de vegetação. Grandes árvores, pomares
fartos e jardins deliciosos; montes coroados de luz; graciosos edifícios; casinhas
encantadoras; aves de plumagens policromas cruzavam os ares”.
3.”- Como não? Pensa que está esquecido?!...”
4.
1 - Desejar (vontade ativa);
2 - Saber desejar (trabalho persistente) e
3 - Merecer (merecimento justo).
AULA 03 - CAPÍTULOS 9, 10 e 11
225
4. Nos Ministérios da Regeneração e do Auxílio, devido ao grande número de
necessitados.
226
3. Sim, pela observação de nossas condutas pessoais, do cumprimento dos pro-
gramas de serviços do Pai. - “O dever cumprido é uma porta que atravessamos
ao Infinito, rumo ao continente sagrado da união com o Senhor”.
4. Pelo pensamento.
227
3. Que ele evitasse as queixas e agradecesse ao Pai a bênção desta aproximação.
Não era o único homem desencarnado a reparar os próprios erros, nem ela era
a única mãe a sentir-se distante dos entes amados.
228
4. O sexo é manifestação sagrada do amor universal e divino, mas é apenas uma
expressão isolada do potencial infinito. A permuta magnética é o fator que esta-
belece ritmo necessário à manifestação das criaturas.
229
CAP. 22: O BÔNUS-HORA
1. a) Bônus-hora;
b) Trabalho;
c) Sacrificiais;
d) Espiritual;
e) Merecimento;
2. ( Resposta pessoal).
3. - Experiência;
- Educação;
- Enriquecimento de bênçãos divinas;
- Extensão de possibilidades.
230
2. a) Curiosidade;
b) Paulo de Tarso;
c) Rafael;
d) Clarêncio;
e) Cristo.
3. Que André Luiz não deslizasse na nova posição que o Ministro Clarêncio lhe
ofereceu de visitas aos Ministérios, começando pelo da Regeneração. Que ele
não se limitasse a observar, a analisar e ter curiosidade. Mas que ele mergul-
hasse no trabalho na primeira oportunidade que tivesse.
231
Crentes negativos - Não aceitaram o Senhor. Admitiam somente o nada, a imobi-
lidade e a vitória do crime. Dormem longos anos, em pesadelos sinistros.
232
CAP. 32: NOTÍCIAS DE VENERANDA
1. ( c ); ( a ); ( b ).
2. ( X ) Por amor ao grupo de corações bem-amados que demoram na Terra.
3. Chorou em silêncio. Entregou, em seguida, o troféu aos arquivos da cidade,
afirmando que não o merecia, apesar dos protestos do Governador. Desistiu de
todas as festividades com que se pretendia comemorarar, mais tarde, o acon-
tecimento, jamais comentando a honrosa conquista.
233
3. ( 3 ); ( 1 ); ( 2 ).
4. ( Resposta pessoal).
234
espiritual, simplesmente porque se esquivam à fraternidade legítima.
235
CAP. 44: AS TREVAS
1. Das reuniões de fraternidade, de esperança, o amor e a alegria de todos; mas,
de toda assembléia de tendências inferiores, em que predominam o egoísmo, a
vaidade ou o crime, sairemos envenenados com as vibrações destrutivas desses
sentimentos.
2. ( a ); ( d ); ( e ); ( c ); ( b ).
AULA 13 - CAPÍTULOS 47 e 48
CAP. 47: A VOLTA DE LAURA
1. d) ( X ) As altenativas “b” e “c” estão corretas.
2. Sim, o gabinete da Governadoria forneceu uma nota no Ministério do Auxílio,
recomendando aos cooperadores técnicos da reencarnação o máximo cuidado
236
no trato com os ascendentes biológicos que vão entrar em função para consti-
tuir o novo corpo.
3. ( X ) Dona Laura
AULA 14 - CAPÍTULOS 49 e 50
49. CAP. 49: REGRESSANDO À CASA
1. ( F ); ( V ); ( V ).
2. Começou a ponderar o alcance da recomendação evangélica e refletiu com
mais serenidade. Sua família não era apenas uma esposa e três filhos na Terra.
Era, sim, constituída de centenas de enfermos nas Câmaras de Retificação e es-
tendia-se à comunidade universal.
237
16.3 - Curso Passe
1.1 - ( F ); ( F ); ( V ); ( V ); ( V ); ( V ); ( V ).
1.2 - c) ( X ).
1.3 - a) humano espiritual; b) espiritual; c) humano; d) prece.
1.4 - (g); (d); (f); (a); (c); (b); (e).
2.1 - ( V ); ( V ); ( F ).
2.2 - b) ( X ).
2.3 - ( Pessoal ).
2.4 - a) Perispírito; b) Duplo etérico; c) Perispírito; d) Duplo etérico; e) Perispírito;
f) Duplo etérico; g) Perispírito; h) Perispírito; i) Duplo etérico.
2.5 - ( Pessoal ).
4.1 - d) ( X ).
4.2 - b) ( X ).
4.3 - a) Fé; b) Mente; c) Passe; d) Centros de força.
238
4.4 - a) São as forças ideais, expressas no pensamento, carregadas de emoção
(sentimento), traduzindo cargas de ativo poder.
b) Amor: “carregamos” nosso pensamento de irradiações benfasejas
Ódio: “carregamos” nosso pensamento de irradiações meléficas
“setimento é força que se irradia”, força viva que carrega as forças ideais do
pensamento.
c) Pelo poder do pensamento agragamos e desagregamos formas mentais, cap-
tamos e emitimos força, que podem ser maléficas ou benéficas, sendo o seu
gerador o primeiro beneficiado ou prejudicado.
d) “Desenvolvimento mental sem correspondência equilibradora na bondade é
quase sempre caminho aberto a terríveis precipícios”
4.5 - (Pessoal)
4.6 - “sendo constituída por vibrações das diferentes camadas do perispírito. É
a aura humana.”
“Aí temos, nessa conjugação de forças físico-químicas e mentais, a aura humana,
peculiar a cada indivíduo”
“atmosfera carregada de eletricidade e magnetismo, de raios, ondas e vibrações.”
4.7 - Nela se refletem “todos os nossos estados de consciência” . Nela “todos
os estados da alma se estampam com sinais característicos e em que todas as
idéias se evidenciam”. Ela retrata “todos os pensamentos em cores e imagens
que nos respondem aos objetivos e escolhas, enobrecedores ou deprimentes.”.
E ainda “retrata, através de cores e imagens, todos os nossos sentimentos e pen-
samentos, mesmo os mais secretos.”
4.8 - “É assim que o campo de forças da própria aura delimita o mundo individ-
ual de cada espírito; mas não somente o delimita, como também o caracteriza,
porque possui peso específico determinado, densidade própria e condições pe-
culiares de coloração, sonoridade, velocidade eletrônica e ritmo vibratório.”
4.9 -(Pessoal)
4.10 - (d) ( X )
4.11 - Encarnados: “irrequietos em demasia”. “os mais novos em conhecimen-
tos doutrinários exibiam enorme irresponsabilidade.”. “Observava-se apreciável
instabilidade de pensamento. A expectativa ansiosa dos presentes perturbava a
corrente vibratória.”
239
Desencarnados: “respeito geral”
4.12 - ( F ); ( F ); ( V ); ( V ); ( V ).
AULA 06 - O PASSE
6.1 - ( F ); ( V ); ( V ); ( V ); ( F ); ( V ).
6.2 - a) “Descem sobre a fronte humana, em cada minuto, bilhões de raios
cósmicos, oriundos de estrelas e planetas amplamente distanciados da Terra,
sem nos referirmos aos raios solares, caloríficos e luminosos, que a ciência ter-
restre mal começa a conhecer.” b) “Os raios gama, provenientes do radium que
se desintegra incessantemente
no solo, e os de várias expressões emitidos pela água e pelos metais, alcançam
os habitantes da Terra pelos pés”.
c) “em sentido horizontal, experimenta o homem a atuação dos raios magnéticos
exteriorizados pelos vegetais, pelos irracionais e pelos próprios semelhantes.”
d) “Em cada segundo, André, cada um de nós recebe trilhões de raios de vária
ordem e emitimos forças que nos são peculiares que vão atuar no plano da vida,
por vezes em regiões muitíssimo afastadas de nós.”
6.3 - “No templo espírita, os instrutores desencarnados conseguem localizar re-
cursos avançados do plano espiritual para o socorro a obsidiados e obsessores,
razão por que, tanto quanto nos seja possível, é aí, entre as paredes respeitáveis
da nossa escola da fé viva, que nos cabe situar o ministério da desobsessão.”
6.4 - a) “As sessões de passes devem sempre começar com a preparação
dos passistas”, “cada um deles desligar-se dos problemas do cotidiano e, desta
forma, atingir o estado de harmonia psíquica adequado. Já na sala do passe,
mas ainda sem a presença de pacientes, deve-se fazer uma prece, pedindo a as-
sistência espiritual, executando-se, depois, um minucioso autopasse.”
b) “No encerramento, após ser atendido o último paciente, deve-se repetir o
autopasse e fazer-se uma prece de agradecimento final.”
6.5 - a) Oração; b) Expulsão; c) Sorver; d) Energia e luz; e) Aura; f) Pensamento;
g) Confiança.
240
6.6 - a) Atitude de “oração, com o reconhecimento de nossa desvalia”., pois
“o pensamento influi de maneira decisiva, na doação de princípios curadores.”
b) Atitude de confiança, “atitude de segurança íntima, com reverência e submis-
são, diante das Leis Divinas”
6.7 - a) “raios de espécie múltipla”, “substâncias renovadoras.”
b) magnetismo espiritual
c) Luminosas chispas comunicando vigor e refazimento. Representam raios de
espécie múltipla. Energia e luz, produzidas através da absorção de forças que
não lhe pertence.
d) Magnetização mista, semi-espiritual ou humano espiritual. e) Fluido
mentomagnético
6.8 - (c); (d); (a); (b); (e).
6.9 - a) “A senhora aguardando o concurso de Clara, sustentava-se dificilmente
de pé, com o ventre volumoso e o semblante dolorido.” O fígado demonstrava
“ dilatação característica das pessoas que sofrem de insuficiência cardíaca. As
células hepáticas pareceram-me vasta colméia, trabalhando sob enorme pertur-
bação. A vesícula congestionada impeliu-me a imediata inspecção do intestino.
A bile comprimida atingira os vasos e assaltava o sangue. O colédoco interdi-
to facilitava o diagnóstico. Ligeiro exame da conjuntiva ocular confirmava-me a
impressão.”
b) “Nasceu de terrível acesso de cólera, em que nossa amiga se envolveu no
reduto doméstico. Rendendo-se, desarvorada, à irritação, adquiriu renitente
hepatite, da qual a icterícia é a conseqüência.”
c) “Conrado, impondo a destra sobre a fronte da médium, comunicou-lhe
radiosa corrente de forças e inspirou-a a movimentar as mãos sobre a doente,
desde a cabeça até o fígado enfermo.
Notamos que o córtex encefálico se revestiu de substância luminosa que, de-
scendo em fios tenuíssimos, alcançou o campo visceral.
A senhora exibiu inequívoca expressão de alívio, na expressão fisionômica, reti-
rando-se visivelmente satisfeita, depois de prometer que voltaria ao tratamento.”
d) (Pessoal)
7.1 - ( F ); ( F ); ( V ); ( V ).
7.2 - (c); (d); (a); (b).
7.3 - a) Prece; b) Alimentação; c) Cérbro.
241
7.4 - (Reflexão)
7.5 - “o que se justifica, em virtude da assistência prestada pelos benfeitores de
nossos círculos de ação ao servidor humano, ainda incompleto no terreno das
qualidades desejáveis.”
7.6 - a) ( X ).
7.7 - “as autoridades de nosso meio designam entidades sábias e benevolentes
que orientam, indiretamente, o neófito, utilizando-lhe a boa vontade e en-
riquecendo-lhe o próprio valor”
242
10.2 - “Pelo pensamento podeis levar-lhe uma salutar corrente fluídica, cuja
força estará na razão de vossa intenção, aumentada pelo número. Por tal meio
podereis neutralizar o mau fluido que a envolve.”
10.3 - a) Sopro quente: “O sopro quente é executado enchendo-se completa-
mente os pulmões e depois soprando-se todo o ar com a boca bem aberta.”
Sopro frio: “tem de ser aplicado diretamente sobre o paciente e depois porque
o ar deve ser expelido dos pulmões aos pouquinhos, mantendo-se a boca quase
totalmente fechada.”
b) Sopro quente: “O sopro quente é um passe de concentração de fluidos que
apresenta forte ação cicatrizante sobre os tecidos da região onde é aplicado.”
Sopro frio: “O sopro frio é um passe dispersante de fluidos que também
apresenta uma ação revitalizante dos tecidos que constituem o sistema nervoso
central.”
c) Sopro quente: “inflamações, torções, hematomas, cólicas e dores localizadas
em geral”. “ingurgitamentos, nas obstruções, asfixias, dores de estômago, cóli-
cas hepáticas ou nefríticas, enxaquecas, afecções glandulares, dores de ouvido,
surdez, etc., tendo grande efeito sobre as articulações, sobre o alto da cabeça, o
cerebelo, as têmporas, os olhos, as orelhas, o epigastro, o baço, o fígado, os rins,
a coluna vertebral e o coração.”
Sopro frio: “em casos de desmaios, crises nervosas, incorporações indesejáveis”.
“dores de cabeça, convulsões, agitações febris, ataques nervosos.”
10.4 - ( F ); ( V ); ( F ); ( V ); ( V ).
10.5 - “Compreenderá, então, que a água, como fluido criador, absorve, em
cada lar, as características mentais de seus moradores. A água, no mundo, meu
amigo, não somente carreia os resíduos dos corpos, mas também as expressões
de nossa vida mental. Será nociva nas mãos perversas, útil nas mãos generosas
e, quando em movimento, sua corrente não só espalhará bênçãos de vida, mas
constituirá igualmente um veículo da Providência Divina, absorvendo amargu-
ras, ódios e ansiedades dos homens, lavando- lhes a casa material e purificando-
lhes a atmosfera íntima.”
10.6 - (d); (e); (a); (f); (c); (b).
10.7 - “Na fluidificação espiritual o recipiente com água é simplesmente posto
sobre uma mesa, ou outro móvel qualquer, num ambiente em que se faz a leitura
de uma página evangélica, seguida de uma prece em que se pede aos Espíritos
superiores que fluidifiquem aquela água, dizendo-se sempre a finalidade a que
se destina.”.
243
10.8 - “tuas necessidades físio-psíquicas; saúde e equilíbrio; frente de tuas
orações, espera e confia.”
“orvalho do plano divino; com raios de amor; sublime ensinamento do copo de
água fria.”
11.1 - ( F ); ( F ); ( V ); ( V ); ( V ).
11.2 - e) ( X ).
11.3 - a) “No círculo dos conflitos dessa natureza, vem lutando, desde ontem,
dentro de si mesmo, para acomodar-se a certas imposições de origem humana
que lhe são necessárias ao aprendizado espiritual, e, no esforço mental gi-
gantesco, ele mesmo produziu pensamentos terríveis e destruidores, que seg-
regaram matéria venenosa, imediatamente atraída para o seu ponto orgânico
mais frágil, que é o fígado.”
b) “Ele, porém, está em prece regeneradora e facilitará nosso serviço de socorro,
pela emissão de energias benéficas. Não fosse a oração, que lhe renova as forças
reparadoras, e não fosse o socorro imediato de nossa esfera, poderia ser vítima
de doenças mortais do corpo.”
c) “determinaria movimentos destruidores para os glóbulos vermelhos do
sangue, complicaria as ações combinadas da digestão e perturbaria, de modo
fatal, o metabolismo das proteínas.”
d) “Na luta titânica em que se empenha consigo mesmo, a vontade firme de ac-
ertar é a sua âncora de salvação.”
11.4 - Longitudinal. : “Surpreendido, observei que a nuvem, de escura, se fizera
opaca, desfazendo-se, pouco a pouco, sob o influxo vigoroso do magnetizador
em missão de auxílio.
O fígado voltou à normalidade plena.”
244
com dificuldade, quase que totalmente exteriorizada, junto do corpo imóvel, a
respirar dificilmente.
Enquanto Alexandre se inclinava paternalmente sobre ele, observei que estáva-
mos diante de uma trombose perigosíssima, por localizar-se numa das artérias
que irrigam o córtex motor do cérebro.”
b) “Antônio vive no círculo de pensamento muito desregrados, apesar do bom
coração. E hoje trouxe para o leito de repouso tantas preocupações descabidas,
tanta angústia desnecessária, que as suas criações mentais se transformaram
em verdadeiras torturas, permanecendo-lhe o cérebro sob a ameaça de um der-
ramamento mortífero.”
c) (Pessoal)
12.2 - ( V ); ( F ); ( V ); ( V ).
12.3 - a) “Conforme observa, estamos diante dum caso gravíssimo. É preciso
muito critério na escolha do doador de fluidos.”
b) (Pessoal)
c) Sim. “Precisamos de alguém suficientemente equilibrado no campo mental.”
12.4 - b) ( X ).
245
d) “(Pessoal)
13.2 - Porque os passes rotatório apresentam tem por efeito concentrar os flui-
dos na região em que é aplicado.
13.3 - ( F ); ( V ); ( V ).
13.4 - (b); (c); (a)
13.5 - (Pessoal)
13.6 - (Pessoal)
246
17 - ANEXOS
247
CENTRO ESPÍRITA - ESCOLA DE ESTUDOS ESPÍRITAS
FICHA DE FREQUENCIA
Curso: Instrutores:
248
17.2 - Formulário de frequência
CONCAFRAS-PSE
Estatística Legendas
Total de matriculados: Presença (P); Falta (F); Falta Trabalho (FT)
Total de reprovados: Presença aula teórica (P)
Total de aprovados:
17.3 - Ficha de plano de aula
249
17.4 - Ficha de avaliação semanal das aulas
250
18 - REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
01. ANDRÉ LUIZ. Conduta espírita. Psicografia de Waldo Vieira. 15. ed. Rio de
Janeiro: FEB, 1991.
02. _____. Desobsessão. Psicografia de Francisco Cândido Xavier e Waldo Vieira.
12. ed. Rio de Janeiro : FEB, 1991.
03. _____. Nos domínios da mediunidade. Psicografia de Francisco Cândido
Xavier. 8. ed. Rio de Janeiro : FEB, 1976.
04. _____. Nosso Lar. Psicografia de Francisco Cândido Xavier. 21. ed. Rio de
Janeiro : FEB, 1979.
05. _____. Sinal verde. Psicografia de Francisco Cândido Xavier. 2. ed. Uberaba
: CEC, 1972.
06. ANDREOLA, Balduíno A. Dinâmica de grupo : jogo da vida e didática do
futuro. 8. ed. Petropólis : Vozes, 1992.
07. ANUÁRIO ESPÍRITA. São Paulo : IDE, v. 18, n. 18, 1981.
08. _____. São Paulo : IDE, v. 19, n. 19, 1982.
09. _____. São Paulo : IDE, v. 29, n. 29, 1992.
10. AUTORES DIVERSOS. Caminho espírita. Psicografia de Francisco Cândido
Xavier. 2. ed. Uberaba : CEC, 1973.
11. BATUÍRA. Mais luz. Psicografia de Francisco Cândido Xavier. 4. ed. São
Bernardo do Campo : GEEM, 1976.
12. DIDÁTICA geral. Brasília : FEB, [199-]. (apostila).
13. DIVERSOS ESPÍRITOS. Terapêutica de emergência. [Link]. Salvador : LEAL,
1983.
14. EMMANUEL. A terra e o semeador. Psicografia de Francisco Cândido Xavier.
6. ed. Araras : IDE, 1987.
15. _____. Emmanuel. Psicografia de Francisco Cândido Xavier. 14. ed. Rio de
Janeiro : FEB, 1989.
16. _____. Entrevistas. Psicografia de Francisco Cândido Xavier. 5. ed. Araras :
IDE, 1985.
251
17. _____. Fonte viva. Psicografia de Francisco Cândido Xavier. 16. ed. Rio de
Janeiro : FEB, 1988.
19. _____. No portal da luz. Psicografia de Francisco Cândido Xavier. 3. ed. Araras
: IDE, 1984.
20. _____. O consolador. Psicografia de Francisco Cândido Xavier. 15. ed. Rio
de Janeiro : FEB, 1991.
21. _____. Roteiro. Psicografia de Francisco Cândido Xavier. 6. ed. Rio de Janeiro
: FEB, 1982.
22. _____. Seara dos médiuns. Psicografia de Francisco Cândido Xavier. [Link].
Rio de Janeiro : FEB, 1973.
29. _____. Espírito e vida. Psicografia de Divaldo Pereira Franco. Rio : SABEDORIA,
1967.
30. _____. Estudos espíritas. Psicografia de Divaldo Pereira Franco. 2. ed. Rio
de Janeiro : FEB, 1982.
31. KARDEC, Allan. O Evangelho segundo o Espiritismo. 107. ed. Rio de Janeiro
: FEB, 1993.
32. _____. O livro dos espíritos. 33. ed. Rio de Janeiro : FEB, 1974.
252
33. _____. O livro dos médiuns. 58. ed. Rio de Janeiro : FEB, 1991.
34. _____. Obras póstumas. 25. ed. Rio de Janeiro : FEB, 1990.
35. LUIZ SÉRGIO. O mundo que eu encontrei. Psicografia de Alayde de Assunção
e Silva. 20. ed. Brasília : RECANTO, 1994.
36. O LIVRO espírita na FEB : catálogo geral. Rio de Janeiro : FEB, 1994.
37. PEREIRA, Yvonne A. Memórias de um suicida. 18. ed. Rio de Janeiro : FEB,
1995.
38. RECURSOS didáticos. Brasília : FEB, [199-]. (apostila).
39. REFORMADOR. Rio de Janeiro : FEB, n.1908, mar. 1988.
40. _____. Rio de Janeiro : FEB, n.1934, mai. l990.
41. REVISTA ESPÍRITA. Brasília : EDICEL, v. 4. n.1 , jan. 1861.
42. SCHUBERT, Suely Caldas. Testemunhos de Chico Xavier. Rio de Janeiro : FEB,
1986.
43. TÉCNICAS de ensino. Brasília : FEB, [199-]. (apostila).
44. WANTUIL, Zêus ; THIESEN, Francisco. Allan Kardec : meticulosa pesquisa bio-
bibliográfica. 2. ed. Rio de Janeiro : FEB, 1982. v.1.
45. _____. Allan Kardec : meticulosa pesquisa biobibliográfica. 3. ed. Rio de
Janeiro : FEB, 1987. v. 2.
46. _____. Allan Kardec : meticulosa pesquisa biobibliográfica. 3. ed. Rio de
Janeiro : FEB, 1988. v. 3.
253
BRASÍLIA
SOCIEDADE DE DIVULGAÇÃO ESPÍRITA AUTA DE SOUZA
EDITORA AUTA DE SOUZA
2014
[Link]
[Link]
254


![3
Manual de aplicação dos cursos do ciclo introdutório / [editor] Sociedade
de Divulgação Espírita Auta de Souza. - Brasíli](/p?url=https%3A%2F%2Fscreenshots.scribd.com%2FScribd%2F252_100_85%2F362%2F638668151%2F3.jpeg&__src=https%3A%2F%2Fpt.scribd.com%2Fdocument%2F638668151%2FUntitled&__type=image)






