NOME DA IES
CAMPUS
TÍTULO DO PROJETO DE EXTENSÃO
Nome do(s) discente(s)
Nome do(a) professor(a) orientador
Ano
Cidade/estado
DIAGNÓSTICO E TEORIZAÇÃO
1. Identificação das partes envolvidas e parceiros
Descrever as partes envolvidas no projeto, inclusive parceiros, se houver, demonstrando o
público participante do projeto que será desenvolvido (perfil socioeconômico, escolaridade,
quantidade estimada de participantes e outras informações pertinentes). Nesta etapa é
importante demonstrar quem são os participantes para justificar a pertinência social do
projeto.
2. Problemática (s) identificada (s)
Descrever a problemática identificada e escolhida que motivou a elaboração do projeto de
extensão (alguns exemplos potenciais: clínica ampliada; diferenças entre psicologia e
psiquiatria; diferenças entre abordagens psicoterápicas; práticas não científicas; atenção
psicoterápica a grupos em vulnerabilidade social; ética em psicoterapia etc.).
3. Demanda sociocomunitária e justificativa acadêmica
Descrever a importância da questão identificada no item 2 e de que maneira esse projeto é
pertinente academicamente (qual a relação com a formação acadêmica), uma vez que a
aprendizagem por projeto de extensão deve garantir também a aplicação dos conteúdos
curriculares em contextos reais. Elucidar também que a demanda sociocomunitária foi
identificada, a partir de encontros/conversas/trocas/escuta (outros: especificar) da
comunidade onde o projeto será desenvolvido.
4. Objetivos a serem alcançados
Descrever entre 1 e 3 objetivos, no máximo, que devem ser alcançados pela equipe ao
desenvolver o projeto de extensão. Nesta etapa os objetivos devem ser descritos com verbos
de ação, de maneira clara e sucinta, em forma de tópicos (quando for mais de um),
correspondentes aos resultados concretos que o projeto de extensão pretende alcançar.
5. Referencial teórico (subsídio teórico para propositura de ações da extensão)
Breve exposição e discussão dos referenciais teóricos utilizados para entender e esclarecer o
problema identificado no item 2, apresentando e relacionando-as com o desenvolvimento do
projeto. O referencial teórico escolhido deve ser assertivo para justificar as escolhas das ações
formuladas, ou seja, obras e autores citados devem apresentar respostas teóricas-científicas
apropriadas para os desafios enfrentados durante a execução do projeto de extensão. Deve-
se tratar, no mínimo, três autores caso uma única abordagem psicoterápica seja escolhida
pelo grupo. Se porventura o grupo optar por uma atividade integrativa (atingindo mais de
uma abordagem), deverá referir-se a pelo menos três autores para cada abordagem.
PLANEJAMENTO PARA DESENVOLVIMENTO DO PROJETO
1. Delimitação e identificação do público participante
Caracterizar a natureza do público participante das ações (grupos implicados) bem como
justificar seu envolvimento com o projeto. Nesta etapa é importante deixar claro como a
escolha das partes, a pertinência e os objetivos atravessam o público identificado.
2. Plano de ação no modelo 5W2H (ou outras ferramentas de planejamento de
preferência do docente)
Montar um plano contendo informações sobre as ações a serem executadas para atingir os
objetivos do projeto, contendo cronograma com os prazos, responsáveis por cada tarefa,
recursos e formas de acompanhamento dos resultados. Deve-se incluir no planejamento uma
devolutiva final ao público participante, de forma que seja possível avaliar a efetividade das
ações desenvolvidas sob sua perspectiva. O plano de ação pode ser formulado de forma
digital, de maneira assíncrona ou síncrona, ou mesmo por uso de material físico em sala de
aula, tais como: cartolinas, quadro branco, murais etc.
3. Descrição da forma de participação do público participante na formulação do
projeto, seu desenvolvimento e avaliação.
Apresentar a forma como os participantes sociocomunitários envolvidos atuaram na
formulação, desenvolvimento e avaliação do projeto e identificar as estratégias utilizadas
pelo grupo para mobilizar essa participação. Importante destacar que essas etapas serão
definidas, a partir de encontros/conversas/trocas/escuta da comunidade, contexto no qual a
delimitação das ações do projeto de extensão serão produto também da interação entre o
público acadêmico e o público local em construção conjunta.
OBS: a participação do público envolvido na ação no processo avaliativo é obrigatória para a
demonstração dos resultados alcançados. Assim, nesta etapa de planejamento e, a partir do
perfil dos atores envolvidos já deve ser pensado o instrumento de avaliação aplicável
(entrevistas, rodas de conversa, dinâmicas de grupos, jogos, aplicação de testes, produção de
textos etc.).
4. Cronograma do projeto (sugestão: Diagrama de Gantt, Cronograma de Marcos,
Diagrama de Rede)
Apresentar as etapas e ações previstas no projeto segundo o calendário acadêmico. Nesta
etapa é importante demonstrar como o projeto será estruturado, desenvolvido e avaliado
dentro do período da disciplina, considerando as etapas previstas no Plano de Ensino,
inclusive os Seminários de Extensão, demonstrando a pertinência e articulação acadêmica do
ensino-aprendizagem por projetos.
5. Equipe de trabalho (descrição da responsabilidade de cada membro)
Apresentar a(s) responsabilidade(s) e a(s) ação(ões) de cada membro da equipe de trabalho
(o que será utilizado como base para a avaliação do relatório individual do projeto), os papeis
e atribuições assumidos pelos participantes socio comunitários e as justificativas socio
comunitária e acadêmica do projeto.
6. Metas, critérios ou indicadores de avaliação do projeto
Descrever o detalhamento dos objetivos previstos no item 4, indicando como eles serão
alcançados, definindo as metas/critérios e os indicadores necessários para o entendimento
dos resultados do projeto de extensão desenvolvido com a comunidade em articulação com
a disciplina do curso da IES.
7. Recursos previstos
Descrever os recursos previstos (materiais, institucionais e humanos) para o desenvolvimento
do projeto. Esclarecer que qualquer indicação de gastos financeiros deve apontar a fonte
deste recurso. Sugere-se dar preferência a estratégias que minimizem ao máximo possível o
dispêndio de custos financeiros, tendo em vista que as IES não possuem previsão de recursos
específicos para a execução de projetos de extensão a serem desenvolvidos nas disciplinas da
matriz curricular.
ENCERRAMENTO DO PROJETO
1. Relatório coletivo (podendo ser oral e escrito ou apenas escrito)
Descrever o desenvolvimento do projeto, o inicialmente planejado, o efetivamente
executado, as dificuldades, os resultados alcançados, a avaliação dos públicos participantes.
O referido relato deverá ser documentado (registros fotográficos de todas as etapas do
projeto) e sua entrega é obrigatória por escrito/postado no ambiente virtual, ficando a
critério do grupo a definição do formato de materiais complementares como, vídeo, projetos
visuais, entre outros. Sugere-se que a apresentação da entrega coletiva seja feita em aula, de
maneira a possibilitar o diálogo entre os grupos, de modo a possibilitar as trocas de
experiências entre os grupos e o docente.
2. Relatório individual (podendo ser oral e escrito ou apenas escrito)
Sistematizar, de forma escrita, as aprendizagens construídas. O relato precisará conter,
obrigatoriamente:
a) CONTEXTUALIZAÇÃO: explicitar a experiência/projeto vivido e contextualizar a sua
participação;
b) OBJETIVOS: apresentar de forma clara os objetivos da experiência;
c) METODOLOGIA: descrever como a experiência foi vivenciada (local, sujeitos/públicos
envolvidos, período e detalhamento das etapas);
d) RESULTADOS E DISCUSSÃO: detalhar a expectativa e o vivido; descrever o que foi
observado e o que resultou a experiência; explicitar como se sentiu, as
descobertas/aprendizagens, facilidades, dificuldades e recomendações, caso
necessário;
e) REFLEXÃO APROFUNDADA: discorrer sobre a relação entre a experiência vivida e a
teoria estudada.
OBSERVAÇÃO: Exige-se que todo o processo de desenvolvimento do projeto de extensão
seja documentado e registrado através de evidências fotográficas ou por vídeos, tendo em
vista que o conjunto de evidências não apenas irá compor a comprovação da realização das
atividades, para fins regulatórios, como também poderão ser usadas para exposição do
projeto em mostras acadêmico-científicas e seminários de extensão a serem realizados
pelas IES.