UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ
CENTRO DE TECNOLOGIA
DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE TRANSPORTES
LABORATÓRIO DE GEOMÁTICA APLICADA
LUANA RIBEIRO MELO
MARIA ANITA MONTENEGRO APOLINÁRIO
MARIA ÉRICA CORREIA OLIVEIRA
MOANA SOBREIRA MACHADO
THAISSA RODRIGUES GONÇALVES DE LIMA
LEVANTAMENTO TOPOGRÁFICO ALTIMÉTRICO: NIVELAMENTO
GEOMÉTRICO E TRIGONOMÉTRICO
FORTALEZA
2022
LUANA RIBEIRO MELO
MARIA ANITA MONTENEGRO APOLINÁRIO
MARIA ÉRICA CORREIA OLIVEIRA
MOANA SOBREIRA MACHADO
THAISSA RODRIGUES GONÇALVES DE LIMA
LEVANTAMENTO TOPOGRÁFICO ALTIMÉTRICO: NIVELAMENTO
GEOMÉTRICO
Trabalho apresentado à disciplina de Topografia
do Departamento de Engenharia de Transportes da
Universidade Federal do Ceará como requisito à
obtenção da segunda nota de prática.
Orientador: Prof. Carlos Augusto Uchôa da Silva.
FORTALEZA
2022
LISTA DE FIGURAS
Figura 1 - Nível ................................................................................................................ 6
Figura 2 - Mira.................................................................................................................. 6
Figura 3 - Tripé ................................................................................................................. 6
Figura 4 - Dados do levantamento geométrico ............................................................... 13
Figura 5 - Relação trigonométrica seno .......................................................................... 14
Figura 6 - Relação trigonométrica cosseno .................................................................... 14
Figura 7 - Dados do levantamento trigonométrico ......................................................... 15
Figura 8 - Representação por gráfico de linha do nivelamento geométrico ................... 16
LISTA DE TABELAS
Tabela 1 - Dados do levantamento trigonométrico ........................................................ 10
Tabela 2 - Dados do nivelamento geométrico ................................................................ 11
SUMÁRIO
1 INTRODUÇÃO ............................................................................................................. 4
2 OBJETIVOS .................................................................................................................. 5
3 MATERIAIS E MÉTODOS.......................................................................................... 6
3.1 Materiais ..................................................................................................................... 6
3.2 Métodos ...................................................................................................................... 7
4 RESULTADOS ........................................................................................................... 10
4.1 Dados do levantamento em campo ........................................................................... 10
4.2 Levantamento geométrico ........................................................................................ 12
4.3 Levantamento trigonométrico................................................................................... 13
5 PLANTA ALTIMÉTRICA ......................................................................................... 16
6 MEMORIAL DESCRITIVO....................................................................................... 17
REFRÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS.............................................................................. 18
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1 INTRODUÇÃO
“A topografia é definida como a ciência aplicada que
tem por objetivo estudar e desenvolver métodos e
instrumentos destinados a levantar e processar dados
do terreno, a partir dos quais seja possível representar
graficamente a realidade física em um documento
cartográfico.” (ERBA. 2009, p.)
O atual documento apresenta o relatório técnico topográfico altimétrico,
executado pela equipe durante as aulas de Topografia prática do professor Carlos Augusto
Uchôa da Silva na Universidade Federal do Ceará aos alunos do segundo semestre de
Arquitetura e Urbanismo.
De acordo com a NBR 131333, define-se levantamento topográfico como o
“Conjunto de métodos e processos que, através de
medições de ângulos horizontais e verticais, de
distâncias horizontais, verticais e inclinadas, com
instrumental adequado à exatidão pretendida,
primordialmente, implanta e materializa pontos de
apoio no terreno, determinando suas coordenadas
topográficas.”
O levantamento altimétrico foi realizado a partir de dois métodos: o geométrico e
o trigonométrico. Nesses casos, utilizou-se o método do caminhamento (poligonação) e
o método da irradiação.
O levantamento topográfico iniciou-se no ponto RN2661U e finalizou-se no ponto
RN2661T, de cotas já conhecidas fornecidas pelo IBGE, localizados no Acesso Público,
atrás do Bloco 729, departamento de Engenharia Metalúrgica, e próximo ao
Departamento de Zootecnia, dentro do campus do Pici na Universidade Federal do Ceará.
Serão descritos nos tópicos seguintes os objetivos, bem como os materiais
utilizados e os métodos durante a realização do levantamento. Ademais, estão presentes
todos os dados de campo, junto aos ajustes feitos com o auxílio do professor Carlos
Uchôa.
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2 OBJETIVOS
Esse relatório técnico tem como objetivo a apresentação e a discussão dos
resultados obtidos a partir do levantamento Altimétrico, buscando uma real compreensão
dessa ciência e colocando em prática o que foi dado nas aulas teóricas. A medição foi
iniciada no ponto RN2661U e terminada no ponto RN2661T, ambos na Universidade
Federal do Ceará, no Campus do Pici, por meio dos materiais e recursos fornecidos pelo
Laboratório de Geomática Aplicada (LAG).
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3 MATERIAIS E MÉTODOS
3.1 Materiais
Para o levantamento altimétrico, utilizou-se os seguintes equipamentos
responsáveis por auxiliar a medição dos nivelamentos geométricos e suas curvas de
níveis, usados durante as aulas práticas e disponibilizados pelo Laboratório de Geomática
Aplicada (LAG): nível óptico, tripé e mira de alumínio graduada. Os dados dos
levantamentos foram registrados em uma caderneta de campo.
Figura 1 - Nível
Fonte: site do LAG.
Figura 2 - Mira
Fonte: site do LAG.
Figura 3 - Tripé
Fonte: site do LAG.
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3.2 Métodos
Para a realização do levantamento altimétrico foram utilizados dois métodos: o
geométrico e o trigonométrico. Segundo a ABNT, a altimetria é o
“levantamento que objetiva, exclusivamente, a
determinação das alturas relativas a uma superfície
de referência dos pontos de apoio e/ou dos pontos de
detalhe, pressupondo-se o conhecimento de suas
posições planimétricas, visando a representação
altimétrica da superfície levantada.”
O nivelamento geométrico realiza a medida da diferença de nível entre pontos no
terreno por intermédio de leituras correspondentes a visadas horizontais, obtidas com um
nível, em miras colocadas verticalmente nos referidos pontos. Para isso, foram utilizados
equipamentos do LAG, o Nível, Tripé de metal e a Mira, em que foi seguido passo a passo
para sua montagem e nivelamento do aparelho:
1. Ajuste das 3 pernas do tripé até a altura do queixo do manuseador e feita a fixação
2. Aperte a porca hexagonal sobre a cabeça do tripé para que as pernas do tripé não mexam
[Link] o tripé sobre um ponto certo, abra as pernas até a distância entre cada perna
chegar em aproximadamente de 1m. Primeiro, fixe uma perna, e mova as outras 2 fazendo
a cabeça do tripé aproximadamente nivelada. Se necessário, ajuste o comprimento das
pernas do tripé e fixe bem as pernas no solo.
4. Aponte o parafuso central do tripé para o centro da base nivelante e aperte até que ele
esteja fixado na cabeça do tripé.
5. Centralize a bolha circular ajustando os três parafusos de nivelamento da base
nivelante. Deve soltar o parafuso central do tripé e girar o instrumento em volta da cabeça
do tripé até que a bolha circular esteja centralizada, então aperte o parafuso.
Para iniciar a medição, uma pessoa precisa ir até o local desejado e levar a Mira,
colocando-a de forma vertical fazendo 90° com o solo. Quem permaneceu com o nível
deve:
1. Visar à mira de forma grosseira.
2. Girar a ocular vagarosamente até que a imagem do retículo fique nítida. Após isso,
girar o anel de foco até que a imagem da mira fique nítida. Girar o parafuso do movimento
horizontal para mover a imagem da mira para o centro da linha vertical do retículo.
3. Observar através da ocular.
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Após esses passos e a verificação do ponto desejado, é necessário que mais de
uma pessoa confira para diminuir a probabilidade de erro e assim anotar na caderneta de
campo.
Em seguida, em outra aula foi realizado o levantamento Planialtimétrico, que
permite o conhecimento das três coordenadas do terreno e suas condições e requisitos
determinados pela norma NBR 13133. Nesse sentido, é possível conhecer todos os
ângulos e distâncias, tanto horizontais quanto verticais, necessárias ali presentes, o que
reflete em um detalhamento maior do terreno para produtos gráficos com bastante
qualidade de precisão. O equipamento utilizado para a execução desse método é a estação
total, uma trena e o prisma e foram seguidos os seguintes passos para sua montagem e
nivelamento do aparelho:
1. Levantar a estação total de acordo com a altura do queixo do observador e, depois, o
colocar o equipamento conforme o formato da base do tripé e encaixar com o parafuso.
2. Verificar, por meio do prumo óptico, se o equipamento está centralizado, caso contrário
deve-se movimentar duas pernas do tripé para centralizá-la.
3. Iniciar o nivelamento do equipamento antes de começar a utilizá-lo para realizar o
levantamento. De início, verifica-se se a bolha circular está nivelada, caso contrário, as
pernas do tripé devem ser movimentadas para que garanta o nivelamento, a bolha deve
ser levada até o centro do retículo; ainda, é necessário nivelar a bolha tubular da estação
por meio do uso dos parafusos que se localizam na base do equipamento, chamados
parafusos calantes.
4. Deve verificar se o equipamento está centralizado para iniciar o levantamento, se ele
permanecer descentralizado, o observador deve manipular uma peça que se localiza
abaixo do equipamento para deixá-lo centralizado no ponto.
Com a conclusão do nivelamento, insere-se na estação os seguintes dados: a altura
do instrumento, que é obtida por meio da medição com a trena pelo observador, o nome
do ponto de ré e não se altera o valor do azimute (AZ), o qual continua como 0°0’0’’.
Para começar a medição é necessário:
1. Levar o prisma para o ponto de Ré
2. Visualizar o centro do prisma com a estação total, zerando o ângulo.
3. Levar o prisma para o ponto de Vante.
4. Fazer a visagem do centro do prisma, assim, a estação total fornece o ângulo horizontal
(AH), o ângulo vertical (AV) e a distância inclinada (DI).
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5. Para finalizar, digitar, no aparelho, o nome do ponto de Vante e a sua descrição.
Assim deve ser feito em todos os outros pontos, levando em conta a mudança de
estação (onde houver). Além disso, para medir as alturas do terreno, faz-se o uso do
método de nivelamento trigonométrico, baseado no uso de operações trigonométricas.
Para a execução desse processo, dados como os ângulos, altura do instrumento e
distâncias, tanto horizontal quanto inclinada, devem estar obtidos para a determinação
das alturas.
OBS: O AH é o ângulo formado pelos dois planos verticais que contêm as visadas
de ré e de vante, o AV é o ângulo formado pelo plano horizontal e o alinhamento de
visada.
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4 RESULTADOS
Após o levantamento em campo, durante as aulas práticas, e feito as planilhas com
os dados, é possível obter os resultados das altitudes e a tolerância.
4.1 Dados do levantamento em campo
Tabela 1 - Dados do levantamento trigonométrico
AP AI ESTAÇÃO PONTO ÂNGULO DISTÂNCIA
VISADO ZENITAL INCLINADA
1,5m 1,5m 1 RN2661U 90°57'35" 234,120
2m 1,5m 1 P12 90°49'31" 181,460
2m 1,5m 1 P11 90°35'12" 141,500
2m 1,5m 1 P10 90°13'27" 101,410
2m 1,5m 1 P09 89°53'29" 61,790
2m 1,5m 1 P08 87°07'05" 14,280
2m 1,5m 1 P07 87°31'04" 12,760
2m 1,5m 1 P06 90°06'17" 56,070
2m 1,5m 1 P05 90°41'56" 96,120
2m 1,5m 1 P04 90°45'18" 141,450
2m 1,5m 1 P03 90°25'30" 190,180
2m 1,48m 2 P03 90°15'33" 73,567
2m 1,48m 2 P02 89°41'25" 37,230
2m 1,48m 2 P01 89°22'01" 27,140
2m 1,48m 2 AUX1 88°06'04" 58,980
2m 1,5m 3 AUX1 87°20'22" 10,220
2m 1,5m 3 RN2661T 81°16'21" 5,860
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Tabela 2 - Dados do nivelamento geométrico
ESTAÇÃO PONTO VISADO LEITURA RÉ (mm) LEITURA VANTE (mm)
1 RN2661U 2385
1 P12 1557
1 P11 387
2 P11 2812
2 P10 1738
2 P09 1219
2 P08 594
3 P08 1011
3 P07 1108
4 P07 1169
4 P06 1852
4 P05 2510
5 P05 895
5 P04 1579
5 P03 1120
5 P02 595
6 P02 1675
6 P01 1539
6 AUX1 831
7 AUX1 2768
7 RN2661T 1484
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4.2 Levantamento geométrico
Para o levantamento geométrico foram realizados os cálculos das altitudes de cada
ponto, as correções necessárias e a tolerância permitida para a classe de levantamento.
Sendo assim, para encontrar as altitudes foram realizados os seguintes passos:
I. Dada uma cota conhecida, nesse caso, o RN2661U, soma-se a ela a ré do
primeiro ponto da estação, encontrando a altura do instrumento, como indica
a figura 4.
II. Para a altitude das vantes intermediárias, é feita a subtração da altura do
instrumento encontrada naquela estação pelo valor da vante do ponto
levantado em campo.
III. Sempre quando há uma mudança de estação, é necessário encontrar a nova
altura do instrumento. Para isso, é feita a soma da altitude da vante de
mudança, no caso da segunda estação, a do P11, pela ré do mesmo ponto na
nova estação.
Quando chega no último ponto da última estação é necessário verificar o erro
cometido, mas isso só foi possível porque a poligonal aberta estava amarrada em 2 pontos
de altitudes conhecidas, o RN2661U e o RN2661T, fornecidas pelo IBGE. Para encontrar
o erro, portanto, é feita a subtração do valor que o Instituto fornece, 18.476 m, pelo o que
foi obtido através do levantamento, 18.556 m. O erro encontrado foi de 0,08 m para mais.
Logo em seguida é feita a correção das altitudes, sendo da seguinte maneira;
I. O valor do erro encontrado é dividido pelo número de estações. Portanto, 0,08
m/7 estações, resultando em 0,0114 m.
II. Esse número encontrado é gradualmente maior em cada estação. Na primeira,
o valor 0,0114 m permanece o mesmo; na segunda, será 2x maior; na terceira,
3x; e assim sucessivamente até chegar na última estação, na qual será o próprio
erro encontrado de 0,08m. Como o erro foi para mais, será subtraído esses
valores dos pontos de cada estação, como indica a figura 4.
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Figura 4 - Dados do levantamento geométrico
Fonte: Elaborado pelas autoras, 2022.
Por fim, a tolerância da classe I, para o levantamento geométrico, é:
T = 0,2 mm √K, sendo K a distância total da poligonal.
Para o nosso levantamento foi considerado que cada poste estava a uma distância de 40
m, com uma poligonal de 15 postes. Portanto, a tolerância obtida foi de 0,1549 m.
4.3 Levantamento trigonométrico
O levantamento trigonométrico é caracterizado pelo uso da trigonometria,
especialmente as relações do triângulo retângulo, para os cálculos da altitude, desnível,
distâncias horizontal e vertical, além de outros parâmetros. É necessário considerar que,
a depender do ângulo zenital do ponto, existirá duas possibilidades de cálculo da altitude.
Sendo elas:
I. Para ângulo zenital maior que 90°:
A = AC + Ai - Dv - Ap
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sendo,
A - Altitude do ponto
AC - Altitude conhecida, fornecida, no caso, pelo IBGE;
Ai - Altura da estação, medida em campo com a trena;
Dv - Distância vertical, obtida através da relação trigonométrica seno (figura X);
Ap - Altura do prisma, fixada em 2,0 m;
Di - Distância inclinada, fornecida pela Estação Total.
Dh - Distância horizontal, obtida por cosseno.
Figura 5 - Relação trigonométrica seno
Fonte: Elaborado pelas autoras, 2022.
II. Para ângulo zenital menor que 90°:
A = AC + Ai + Dv - Ap
A distância vertical (Dv) é também obtida através da relação trigonométrica, nesta
situação, mas sendo cosseno, como indica a imagem 6 abaixo. E a distância horizontal
(Dh), seno.
Figura 6 - Relação trigonométrica cosseno
Fonte: Elaborado pelas autoras, 2022.
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A figura 7 abaixo reúne todos os resultados obtidos dos cálculos de desnível,
distâncias vertical e horizontal, altitude (ou cota), bem como as compensações. Estas, por
sua vez, foram feitas como no método anterior, o geométrico, no qual o erro era o
resultado obtido da subtração do valor conhecido do RN2661T, 18.476 m, pelo
encontrado, nesse caso, 18.061m, resultando em 0,415 m.
Figura 7 - Dados do levantamento trigonométrico
Fonte: Elaborado pelas autoras, 2022.
A tolerância da classe II, a do trigonométrico, é calculado através da expressão:
T = 200 mm * √K
sendo K, a distância da poligonal. Assim como no geométrico foi considerado 40 m de
afastamento entre cada poste, sendo 15 pontos no total. A tolerância foi de 0,155 m.
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5 PLANTA ALTIMÉTRICA
Figura 8 - Representação por gráfico de linha do nivelamento geométrico
Fonte: Elaborado pelas autoras, 2022.
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6 MEMORIAL DESCRITIVO
Levantamento topográfico altimétrico utilizando como método principal a
poligonação aberta e amarrada, com levantamento geométrico e trigonométrico, a partir
do método de irradiação, utilizando-se da Estação Total. Feito no Acesso Público,
próximo ao Departamento de Engenharia Metalúrgica e ao Departamento de Zootecnia,
do campus do Pici da Universidade Federal do Ceará, com uma poligonal de 15 pontos,
caminhamento ascendente e descendente, encontrando distâncias (verticais, inclinadas,
horizontais) e ângulos (zenitais). Obteve-se como resultados uma poligonal com
diferença de nível de 5,126 m, entre o primeiro ponto (RN2661U) e o último (RN2661T).
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REFRÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 13133: Execução de
levantamento topográfico. Rio de Janeiro. 1994.
LAG - LABORATÓRIO DE GEOMÁTICA APLICADA. Equipamentos & Acessórios.
Disponível em: [Link] Acesso em: 05 dez. 2022.
SOUZA, Genival Corrêa de. Levantamentos planimétricos. In: THUM, Adriane Brill et
al. Topografia para estudantes de arquitetura, engenharia e geologia. Rio Grande do Sul:
UNISINOS, 2009. p. 1-35.