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Escala BPRS-A: Avaliação Psiquiátrica

Este documento apresenta a Escala Breve de Avaliação Psiquiátrica - Versão Ancorada (BPRS-A), um instrumento para avaliação psiquiátrica que contém 18 itens avaliados em uma escala de 0 a 6. O documento descreve cada item da escala e fornece instruções para aplicação da escala em pacientes.
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Escala BPRS-A: Avaliação Psiquiátrica

Este documento apresenta a Escala Breve de Avaliação Psiquiátrica - Versão Ancorada (BPRS-A), um instrumento para avaliação psiquiátrica que contém 18 itens avaliados em uma escala de 0 a 6. O documento descreve cada item da escala e fornece instruções para aplicação da escala em pacientes.
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GOVERNO DO ESTADO DE MINAS GERAIS

SECRETARIA DE ESTADO DE SAÚDE DE MINAS GERAIS


SUPERINTENDÊNCIA DE ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA
DIRETORIA DE MEDICAMENTOS DE ALTO CUSTO

Escala Breve de Avaliação Psiquiátrica – Versão Ancorada


Brief Psychyatric Rating Scale – Anchored – BPRS-A (Worner et al., 1998)

Paciente:_______________________________________________________Número:__________
Entrevistado por:_________________________________________________Data:___/___/_____
Fase: __________________________________Semana:_________________________________

Instruções: A escala é composta de 18 itens a serem avaliados. Metade destes (itens 3,4,6,7,13,14,16,17
e 18 devem ser avaliados tomando por base observações feitas durante a entrevista. Para esses itens, 0=
não observado. Os demais itens devem ser avaliados a partir de informação relatada (ou seja, subjetiva)
referente aos últimos _____________. Nesses itens 0= não relatado.

1. PREOCUPAÇÃO SOMÁTICA
Grau de preocupação com a saúde física. Avaliar o grau no qual a saúde física é percebida como um
problema pelo paciente quer as queixas sejam baseadas na realidade ou não. Não pontuar simples
relato de sintomas físicos. Avaliar apenas apreensão ou preocupação sobre problemas físicos (reais ou
imaginários). Pontuar a partir de informação subjetiva.

0- Não relatado
1- Muito leve: Ocasionalmente fica levemente preocupado com o corpo, sintomas ou doenças físicas.
2- Leve: Ocasionalmente fica preocupado com o corpo de forma moderada, ou frequentemente fica
levemente apreensivo.
3- Moderado: Ocasionalmente fica muito preocupado ou moderadamente preocupado com frequência.
4- Moderadamente grave: Frequentemente muito preocupado.
5- Grave: Fica muito preocupado a maior parte do tempo.
6- Muito grave: Fica muito preocupado praticamente o tempo todo.

2. ANSIEDADE
Preocupação, medo ou preocupação excessiva acerca do presente ou futuro. Pontuar somente a partir
do relato verbal das experiências subjetivas do paciente. Não inferir ansiedade a partir de sinais
físicos ou mecanismos de defesa neuróticos. Não pontuar se restrito à preocupação somática.

0- Não relatado
1- Muito leve: Ocasionalmente se sente levemente ansioso.
2- Leve: Ocasionalmente se sente moderadamente ansioso ou frequentemente se sente levemente
ansioso.
3- Moderado: Ocasionalmente se sente muito ansioso ou frequentemente se sente moderadamente
ansioso.
4- Moderadamente grave: Frequentemente se sente muito ansioso.
5- Grave: sente-se muito ansioso a maior parte do tempo.

3. RETRAIMENTO AFETIVO
Deficiência no relacionamento com o entrevistador e na situação da entrevista. Manifestações evidentes
dessa deficiência incluem: falta de contato visual (troca de olhares); o paciente não se aproxima do
entrevistador; apresenta uma falta de envolvimento e compromisso com a entrevista. Diferenciar do
AFETO EMBOTADO, no qual são apontadas deficiências na expressão facial, gestualidade e tom de
voz. Pontuar a partir de observações feitas durante a entrevista.

0- Não observado
1- Muito leve: Ocasionalmente deixa de encarar o entrevistador.
2- Leve: Ex.: Como acima porem mais frequente.

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3- Moderado: Ex: Demonstra dificuldade em encarar o entrevistador, mas ainda parece engajado na
entrevista e responde apropriadamente a todas as questões.
4- Moderadamente grave: Ex: Olha fixamente o chão e afasta-se do entrevistador, mas ainda parece
moderadamente engajado na entrevista.
5- Grave: Ex: Como acima, porém mais persistente ou disseminado.
6- Muito Grave: Ex: Parece estar “aéreo”, “nas nuvens” ou “viajando” (total ausência de vínculo
emocional) e desproporcionalmente não envolvido ou não comprometido com a situação da
entrevista (NÃO PONTUAR SE EXPLICADO PELA DESORIENTAÇÂO).

4. DESORGANIZAÇÃO CONCEITUAL
Grau de incompreensibilidade da fala. Incluir qualquer tipo de desordem formal de pensamento( [Link].:
Associações frouxas, incoerência, fuga de ideias, neologismos). Não incluir mera circunstancialmente ou
fala maníaca, mesmo que acentuada. Não pontuar a partir de impressões subjetivas do paciente ([Link].
”Meus pensamentos estão voando”; “Não consigo manter o pensamento”; “Meus pensamentos se
misturam todos”). Pontuar SOMENTE a partir de observações feitas durante a entrevista.

0- Não observado
1- Muito leve: Ex.: Levemente vago, todavia, de significação clínica duvidosa.
2- Leve: Ex.: Frequentemente vago, mas é possível prosseguir a entrevista.
3- Moderado: Ex: Ocasionalmente faz afirmações irrelevantes; uso infrequente de neologismos; ou
associações moderadamente frouxas.
4- Moderadamente grave: Ex: Como acima, porém mais frequente.
5- Grave: Desordem formal de pensamento presente durante a maior parte da entrevista, tornando-a
muito difícil.
6- Muito Grave: Muita pouca informação coerente pode ser obtida.

5. SENTIMENTOS DE CULPA
Preocupação ou remorso desproporcional pelo passado. Pontuar a partir das experiências subjetivas
de culpa evidencial por meio de relato verbal. Não inferir sentimentos de culpa a partir de depressão,
ansiedade ou defesas neuróticas.

0- Não relatado
1- Muito leve: Ocasionalmente se sente levemente culpado.
2- Leve: Ocasionalmente se sente moderadamente culpado; ou frequentemente se sente levemente
culpado.
3- Moderado: Ocasionalmente se sente muito culpado; ou frequentemente se sente moderadamente
culpado.
4- Moderadamente grave: Frequentemente se sente muito culpado.
5- Grave: Sente-se muito culpado a maior parte do tempo ou apresenta delírio de culpa encapsulado.
6- Muito Grave: Sentimento de culpa angustiante e constante; ou delírios de culpa disseminados.

6. TENSÃO
Avaliar inquietação motora (agitação) observada durante a entrevista. NÃO pontuar a partir de
experiências subjetivas relatadas pelo paciente. Desconsiderar patogênese presumida (por ex.:
discinesia tardia)

0- Não observado
1- Muito leve: Ocasionalmente agitado.
2- Leve: Frequentemente agitado.
3- Moderado: Ex: Agita-se constantemente ou frequentemente. Torce as mãos e puxa a roupa.
4- Moderadamente grave: Ex: Agita-se constantemente. Torce as mãos e puxa a roupa.
5- Grave: Não consegue ficar sentado, isto é, precisa andar.
6- Muito Grave: Ex.: Anda de maneira frenética.
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7. MANEIRISMOS E POSTURA
Comportamento motor incomum ou não natural. Pontuar apenas anormalidades de movimento; não
pontuar aqui simples aumento da atividade motora. Considerar frequência, durante e grau do caráter
bizarro. Desconsiderar patogênese presumida.

0- Não observado
1- Muito leve: Comportamento estranho, mas de significação clínica duvidosa, por exemplo, um riso
imotivado ocasional, movimentos de lábios infrequentes.
2- Leve: Comportamento estranho, mas não obviamente bizarro, por exemplo, às vezes balança a
cabeça ritmadamente de um lado para o outro, movimenta os dedos de maneira anormal
intermitentemente.
3- Moderado: Ex: Adota posição de ioga por um breve período, à vezes põe a língua para fora, balança
o corpo.
4- Moderadamente grave: Ex: Adota e mantém posição de ioga durante toda a entrevista, movimentos
incomuns em várias áreas do corpo.
5- Grave: Como acima, porém mais frequente intenso ou disseminado.
6- Muito Grave: Ex.: Postura bizarra durante maior parte da entrevista, movimentos anormais
constantes em várias áreas do corpo.

8. IDÉIAS DE GRANDEZA
Autoestima (autoconfiança) exagerada ou apreciação desmedida dos próprios talentos, poderes,
habilidades, conquistas, conhecimentos, importância ou identidade. Não pontuar mera quantidade
grandiosa das alegações ([Link].: “Sou o pior pecador do mundo”. “Todo o país está tentando me matar”),
a menos que a culpa/persecutoriedade esteja relacionada a algum atributo especial exagerado do
indivíduo. O paciente deve declarar atributos exagerados; se o paciente nega talentos, poderes, etc.
mesmo que ele afirme que outros digam que ele possui essas qualidades, este item não deve ser
pontuado. Pontuar a partir de informação relatada, ou seja, subjetiva.

0- Não relatado
1- Muito leve: Ex.: É mais confiante que a maioria, mas isso é apenas de possível significância clínica.
2- Leve: Autoestima definitivamente aumentada ou talentos exagerados de modo levemente
desproporcional às circunstâncias.
3- Moderado: Autoestima aumentada de modo claramente desproporcional às circunstâncias, ou
suspeita-se de delírio de grandeza.
4- Moderadamente grave: Ex.: Um único (e claramente definido) delírio de grandeza encapsulado ou
múltiplos delírios de grandeza fragmentários (claramente definidos).
5- Grave: Ex.: Um único e claro delírio/sistema delirante ou múltiplos e claros delírios de grandeza com
os quais o paciente parece preocupado.
6- Muito Grave: Ex.: Como acima, mas a quase totalidade da conversa é dirigida aos delírios de
grandeza do paciente.

9. HUMOR DEPRESSIVO
Relato subjetivo de sentimento de depressão, tristeza, “estar na fossa”, etc. Pontuar apenas o grau de
depressão relatada. Não pontuar inferências de depressão feitas a partir de lentificação geral e queixas
somáticas. Pontuar a partir de informação relatada, ou seja, subjetiva.

0- Não relatado
1- Muito leve: Ocasionalmente se sente levemente deprimido.
2- Leve: Ocasionalmente se sente moderadamente deprimido; ou frequentemente se sente levemente
deprimido.
3- Moderado: Ocasionalmente se sente muito deprimido; ou frequentemente se sente moderadamente
deprimido.

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4- Moderadamente grave: Frequentemente se sente muito deprimido.
5- Grave: Sente-se muito deprimido a maior parte do tempo.
6- Muito Grave: Sente-se muito deprimido quase o tempo todo.

10. HOSTILIDADE
Animosidade, desprezo, agressividade, desdenho por outras pessoas fora da situação de entrevistas.
Pontuar somente a partir de relato verbal e atos do paciente em relação aos outros. Não inferir
hostilidade a partir de defesas neuróticas, ansiedade ou queixas somáticas.

0- Não relatado
1- Muito leve: Ocasionalmente sente um pouco de raiva.
2- Leve: Frequentemente sente um pouco de raiva; ou ocasionalmente sente raiva moderada.
3- Moderado: Ocasionalmente sente muita raiva; ou frequentemente sente raiva moderada.
4- Moderadamente grave: Frequentemente sente muita raiva.
5- Grave: Atuou sua raiva tornando-se verbal ou fisicamente agressivo em uma ou duas ocasiões.
6- Muito Grave: Atuou sua raiva em várias ocasiões.

11. DESCONFIANÇA
Crença (delirante ou não) de que os outros têm agora ou tiveram no passado intenções discriminatórias
ou maldosas em relação paciente. Pontuar apenas se o paciente relatar desconfianças atuais quer elas
se refiram a circunstâncias presentes ou passadas. Pontuar a partir de informação relatada, ou seja,
subjetiva.

0- Não relatado
1- Muito leve: Raras circunstâncias de desconfiança que podem ou não corresponder à realidade.
2- Leve: Situações de desconfiança ocasionais que definitivamente não correspondem à realidade.
3- Moderado: Desconfiança mais frequente; ou ideias de referência passageiras.
4- Moderadamente grave: Desconfiança disseminada; ou ideias de referência frequentes.
5- Grave: Claros delírios de perseguição ou referência não totalmente disseminados (p. ex.: um delírio
encapsulado).
6- Muito Grave: Como acima, porém mais abrangente, frequente, intenso.

12. COMPORTAMENTO ALUCINATÓRIO (ALUCINAÇÕES)


Percepções (em qualquer modalidade dos sentidos) na ausência de um estímulo externo identificável.
Pontuar apenas experiências que ocorreram na última semana. NÃO pontuar “vozes na minha
cabeça”, a menos que o paciente saiba diferenciar entre essas experiências e seus pensamentos.

0- Não relatado
1- Muito leve: Apenas suspeita de alucinação.
2- Leve: Alucinações definidas, porém insignificantes, infrequentes ou transitórias ([Link].: ocasionais
alucinações visuais sem forma; uma voz chamando o nome do paciente).
3- Moderado: Como acima, porém mais frequentes ([Link].: frequentemente vê a cara do diabo; duas
vozes travam uma longa conversa).
4- Moderadamente grave: As alucinações são experienciadas quase todo dia, ou são fonte de
incômodo externo.
5- Grave: Como acima e exerceu impacto moderado no comportamento do paciente (p. ex.:
dificuldades de concentração que levam a um comprometimento do trabalho).
6- Muito Grave: Como acima, com grave impacto ([Link].: tentativas de suicídio como resposta a ordens
alucinatórias).

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13. RETARDAMENTO MOTOR
Redução do nível de energia evidenciada por movimentos mais lentos. Pontuar apenas a partir de
comportamento observado no paciente. Não pontuar a partir das impressões subjetivas do paciente
sobre o seu próprio nível de energia.

0- Não observado
1- Muito leve: Significação clínica duvidosa.
2- Leve: Ex.: conversa um pouco mais lentamente, movimentos levemente mais lentos.
3- Moderado: Ex.: Conversa notavelmente mais lenta, mas não arrastada.
4- Moderadamente grave: Ex.: Conversa é arrastada, movimenta-se muito lentamente.
5- Grave: Ex.: É difícil manter a conversa, quase não se movimenta.
6- Muito Grave: Ex.: Conversa é quase impossível, não se move durante toda a consulta.

14. FALTA DE COOPERAÇÃO COM A ENTREVISTA


Evidência de resistência, indelicadeza, ressentimento e falta de prontidão para cooperar com o
entrevistador. Pontuar exclusivamente a partir das atitudes do paciente e das reações ao
entrevistador e à situação da entrevista. Não pontuar a partir do relato do ressentimento e recusa à
cooperação fora da situação de entrevista.

0- Não observado
1- Muito leve: Ex.: Não parece motivado.
2- Leve: Ex.: Parece evasivo em certos assuntos.
3- Moderado: Ex.: Monossilábico, fracassa em cooperar espontaneamente.
4- Moderadamente grave: Ex.: Expressa ressentimento e é indelicado durante a entrevista.
5- Grave: Ex.: Recusa-se a responder algumas questões.
6- Muito Grave: Recusa-se a responder a maior parte das questões.

15. ALTERAÇÂO DO CONTEÚDO DOS PENSAMENTOS/DELÍRIOS


Atividade de qualquer tipo de delírio – considerar convicção e seu efeito em ações. Pressupor convicção
total se o paciente agiu baseado em suas crenças. Pontuar a partir de informação relatada, ou seja,
subjetiva.

0- Não relatado
1- Muito leve: Suspeita-se ou há probabilidade de delírio.
2- Leve: Às vezes o paciente questiona suas crenças (delírios parciais).
3- Moderado: Plena convicção delirante, porém delírios têm pouca ou nenhuma influência sobre o
comportamento.
4- Moderadamente grave: Plena convicção delirante, porém os delírios têm impacto apenas ocasional
sobre o comportamento.
5- Grave: Delírios têm efeito significativo: por exemplo, negligencia responsabilidade por causa de
preocupações com a crença de que é Deus.
6- Muito Grave: Delírio(s) tem (têm) impacto marcante; por exemplo, para de comer porque acredita
que a comida está envenenada.

16. AFETO EMBOTADO


Responsividade afetiva diminuída, caracterizado por déficits na expressão facial, gestualidade e tom de
voz. Diferenciar de RETRAIMENTO AFETIVO, no qual o foco está no comportamento interpessoal mais
do que no afetivo. Considerar grau de consistência do comprometimento. Pontuar a partir de
observações feitas durante a entrevista.

0- Não observado
1- Muito leve: Ex.: Ocasionalmente parece indiferente a assuntos que são normalmente
acompanhados por demonstração de emoção.
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2- Leve: Ex.: Expressão facial levemente diminuída, ou voz levemente monótona, ou gestualidade
levemente limitada.
3- Moderado: Ex.: Como acima, porém mais intenso, prolongado ou frequente.
4- Moderadamente grave: Ex.: Achatamento de afeto, incluindo pelo menos duas de três
características: falta acentuada de expressão facial, voz monótona ou gestualidade limitada.
5- Grave: Ex.: Profundo achatamento de afeto.
6- Muito Grave: Ex.: Voz totalmente monótona e total falta de gestualidade expressiva durante toda a
avaliação

17. EXCITAÇÃO
Emocional aumentado, incluindo irritabilidade e expansividade (afeto hipomaníaco). Não inferir afeto de
afirmações a partir de delírios de grandeza. Pontuar a partir de observações feitas durante a
entrevista.

0- Não observado
1- Muito leve: Significação clínica duvidosa.
2- Leve: Ex.: Às vezes irritadiço ou expansivo.
3- Moderado: Ex.: Frequentemente irritadiço ou expansivo.
4- Moderadamente grave: Ex.: Constantemente irritadiço ou expansivo, ou às vezes enfurecido ou
eufórico.
5- Grave: Ex.: Enfurecido ou eufórico durante maior parte da entrevista.
6- Muito Grave: Ex.: Como acima, porém de tal modo que a entrevista precisa ser encerrada
prematuramente.

18. DESORIENTAÇÃO
Confusão ou falta de orientação adequada em relação a pessoas, lugares e tempo. Pontuar a partir de
observações feitas durante a entrevista.

0- Não observado
1- Muito leve: Ex.: Parece um pouco confuso.
2- Leve: Ex.: Indica 1993 quando é, na verdade, 1994.
3- Moderado: Ex.; Indica 1982.
4- Moderadamente grave: Ex.: Não sabe ao certo onde está.
5- Grave: Ex.: Não faz ideia de onde está.
6- Muito Grave: Ex.: Não sabe quem é.

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