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Pavimentação da Avenida Marginal Poti Sul

Este documento apresenta o relatório do projeto básico para a implantação e pavimentação da Avenida Marginal Poti Sul em Teresina, Piauí. O relatório descreve o projeto geométrico, projeto de terraplenagem, obras de arte corrente, pavimentação, drenagem e sinalização da via, além do plano de execução da obra.

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Pavimentação da Avenida Marginal Poti Sul

Este documento apresenta o relatório do projeto básico para a implantação e pavimentação da Avenida Marginal Poti Sul em Teresina, Piauí. O relatório descreve o projeto geométrico, projeto de terraplenagem, obras de arte corrente, pavimentação, drenagem e sinalização da via, além do plano de execução da obra.

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ESTADO DO PIAUÍ

PREFEITURA MUNICIPAL DE TERESINA


Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano e Habitação-
SEMDUH

PREFEITURA MUNICIPAL DE TERESINA


SECRETARIA MUNICIPAL DE DESENVOLVIMENTO URBANO E
HABITAÇÃO-SEMDUH

OBRA: IMPLANTAÇÃO E PAVIMENTAÇÃO DA AVENIDA MARGINAL

POTI SUL.

SEGMENTO: EST.00 (Av. Marechal Castelo Branco) / EST.70).

PROJETO BÁSICO

RELATÓRIO DO PROJETO – VOL 01

TERESINA - 2014

CONSÓRCIO PCA ENGENHARIA LTDA e MARINHO PROJETOS E CONSULTORIA LTDA


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ÍNDICE

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ÍNDICE

ÍNDICE ...................................................................... 2

1. APRESENTAÇÃO ....................................................... 7

2. MAPA DE SITUAÇÃO ................................................. 9

3. OBJETIVO .............................................................. 11

4. INFORMATIVO DO PROJETO ..................................... 13

4.1. GEOMETRIA DO TRAÇADO .................................................... 13

4. 1.1 . I N T E R V E N Ç Õ E S P R E V I S T A S . . . .............................................................................. 13

4.2. FASE DE EXECUÇÃO ............................................................. 14

4. 2.1 . T E R R A P L E N A G E M . . . . . . . . .. . . . . . . .............................................................................. 1 5

4. 2.2 . O B R A S D E A R T E C O R R E N T E S .............................................................................. 16

4. 2.3 . P A V I M E N T A Ç Ã O . . . . . . . . .. . . . . . . . . . ............................................................................. 17

4. 2.4 . D R E N A G E M S U P E R F I C I A L . . . . . . ............................................................................. 17

4. 2.5 . S I N A L I Z A Ç Ã O E O B R A S C O M P L E M E N T A R E S .......................................................... 18

5. RESUMO DO PROJETO .............................................. 21

5.1. CONSIDERAÇÕES GERAIS...................................................... 21

5.2. ASPECTOS FISIOGRÁFICOS DA REGIÃO ................................... 21

5. 2.1 . C L I M A ............... . . . . . . . . . . . . . . .. .............................................................................. 21

5. 2.2 . V E G E T A Ç Ã O ...... . . . .. . . . . . . . . . . . . .............................................................................. 23

5. 2.3 . H I D R O G R A F I A ... .. . . . . . . . . . . . . . . . .......... .................................................................... 23

5.3. PROJETO GEOMÉTRICO......................................................... 24

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5. 3.1 . C A R A C T E R Í S T I C A S T É C N I C A S . ............................................................................. 24

5.4. PROJETO DE TERRAPLENAGEM ............................................... 25

5. 4.1 . A L A R G A M E N T O D E C O R T E S . . .............................................................................. 25

5. 4.2 . E X E C U Ç Ã O D E A T E R R O S . . . . . . . .......... .................................................................... 25

5. 4.3 . M A T E R I A I S D E C O N S T R U Ç Ã O . ............................................................................. 26

5.5. PROJETO DE OBRAS DE ARTE CORRENTE ................................. 27

5.6. PROJETO DE PAVIMENTAÇÃO................................................. 29

5. 6.1 . C O N S I D E R A Ç Õ E S G E R A I S . . . . . .............................................................................. 29

5. 6.2 . N A T U R E Z A D O S S E R V I Ç O S A E X E C U T A R ............................................................... 29

5.7. PROJETO DE DRENAGEM ....................................................... 31

5.8. PROJETO DE SINALIZAÇÃO.................................................... 32

5. 8.1 . M E T O D O L O G I A ... . . . . . . . . . . .. . . . . .............................................................................. 3 2

5. 8.2 . S I N A L I Z A Ç Ã O H O R I Z O N T A L . . ............................................................................. 3 2

5. 8.3 . S I N A L I Z A Ç Ã O V E R T I C A L . . .. . . . ............................................................................. 3 2

5.9. OBRAS COMPLEMENTARES .................................................... 34

6. PLANO DE EXECUÇÃO DA OBRA ................................ 36

6. 1.1 . S E R V I Ç O S P R E L I M I N A R E S . . . . . .......... .................................................................... 36

6. 1.2 . T E R R A P L E N A G E M . . . . . . . . .. . . . . . . .............................................................................. 3 6

6. 1.3 . O B R A S D E A R T E C O R R E N T E S . .......... .................................................................... 36

6. 1.4 . P A V I M E N T A Ç Ã O . . . . . . . . .. . . . . . . . . . ............................................................................. 36

6. 1.5 . D R E N A G E M S U P E R F I C I A L . . . . . . ............................................................................. 37

6. 1.6 . S I N A L I Z A Ç Ã O .... . . . . . . . . . . . . . . .. . .............................................................................. 37

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7. ACERVO FOTOGRÁFICO ........................................... 38

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APRESENTAÇÃO

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1. APRESENTAÇÃO

O Consórcio PCA ENGENHARIA LTDA. e MARINHO PROJETOS E

CONSULTORIA LTDA, apresenta a Prefeitura Municipal de Teresina, o Volume 01-

Relatório do Projeto, que é parte integrante do Projeto Básico para Implantação e

Pavimentação da Avenida Marginal Poti Sul, no Segmento- Est.00 (Av. Marechal Castelo

Branco) / Est 145 (Prolongamento da Av. Industrial Gil Martins em fase de projeto)

totalizando 2,90 Km de extensão.

Este projeto contém todas as informações que possibilitaram as definições dos

serviços, permitindo pleno conhecimento dos elementos necessários a execução da obra e aos

licitantes os elementos necessários para a avaliação dos custos e cotação dos preços unitários.

O prazo para a execução da obra será de 360 (Trezentos e sessenta) dias, contados a

partir da entrega da ordem de serviço

Os volumes que constituem o projeto básico de engenharia são os seguintes:

 Volume 01 – Relatório do Projeto

 Volume 02 – Projeto de Engenharia

 Volume 03 – Memória Justificativa

 Anexo 3A –Estudos Geotécnicos

 Anexo 3B –Notas de Serviço de Terraplenagem e Quadro de Volume

 Volume 4 – Orçamento

O conteúdo de cada volume é descrito a seguir:

Volume 01 – Relatório do Projeto

Contém um informativo sobre o projeto, as etapas de construções, resumo do projeto,

o plano de execução da obra; é apresentado em tamanho A4

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Volume 02 – Projeto de Engenharia

Contêm as plantas, seções transversais tipo, projetos tipos, listagens dos serviços a

serem executados e outros desenhos necessários ao perfeito entendimento do projeto. É

apresentado em tamanho A3.

Volume 03 – Memória Justificativa

Reúne as metodologias adotadas, que possibilitaram a definição das soluções para as

atividades a serem desenvolvidas, permitindo, consequentemente, a definição dos serviços a

executar. Apresenta, também todos os estudos realizados que, de alguma forma, orientaram

a tomada das decisões com relação às soluções adotadas. É apresentado em tamanho A4.

Anexo 3A – Estudos Geotécnicos

Contém as informações relativas ás sondagens e ensaios realizados com os materiais

coletados no subleito e nas ocorrências de materiais, de empréstimos e jazidas. É apresentado

em tamanho A4

Anexo 3B – Notas de Serviço de Terraplenagem e Quadro de Volume

Contém as notas de serviço de terraplenagem e quadro de volume para a realização

dos serviços de Melhoramento da Implantação e Pavimentação da avenida em termos de

geometria e terraplenagem. É apresentado em tamanho A4.

Volume 04 – Orçamento

Contém memória de cálculo, orçamento básico da obra por item de serviço e global,

compostos de acordo com as instruções do SICRO-2-PI, SINAPI-PI, ORSE e SEINFRA. É

apresentado em tamanho A4.

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2. MAPA DE SITUAÇÃO

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OBJETIVO

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3. OBJETIVO

O objetivo do Projeto da Implantação e Pavimentação da Avenida Marginal Poti Sul

no segmento: Est.00 (Av. Marechal Castelo Branco) / Est 145 (Prolongamento da Av.

Industrial Gil Martins em fase de projeto) no município de Teresina-PI, é de criar uma nova

via de integração das zonas norte e sul da cidade, permitindo a redução do número de

veículos automotores nas vias existentes, reduzindo, assim o nível de serviço, trazendo maior

conforto aos usuários. Além disso facilitará a mobilidade urbana de toda região integrada

(norte/sul) da cidade de Teresina e de seu entorno, que atualmente apresentam-se despovoados,

permitindo o adensamento populacional em regiões, mais favoráveis para a expansão e

implantação de obras e serviços de infraestrutura urbana, como coleta de lixo, rede de

abastecimento de água e iluminação pública. É bom ressaltar que a Implantação, irá propiciar

maior conforto e segurança aos usuários da via.

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INFORMATIVO DO PROJETO

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4. INFORMATIVO DO PROJETO

4.1. Geometria do Traçado

O traçado geométrico da via nesse segmento, foi definido pelos técnicos da Prefeitura

Municipal de Teresina, tendo seu início na Av. Marechal Castelo Branco na altura da curva

do CFAP, passando sob a ponte Wall Ferraz e ponte Ferroviária, seguindo pela margem

esquerda do rio Poti, respeitando, a partir desse ponto, a distância mínima de 100,00 m do

barranco superior do rio, seguindo até o prolongamento da Av. Gil Martins, (em fase de

Projeto), passando sob a ponte (em fase de projeto), localizada no prolongamento da Av. Gil

Martins.

4.1.1. Intervenções Previstas

São 04 (quatro) as intervenções que estão sendo estudadas para melhor comodidade

e soluções adequadas:

[Link] Parque de Floresta Fóssil

A partir da estaca 0 até à estaca 34, está localizada a esquerda da via projetada o Parque de

Floresta Fóssil, que será atingido por uma faixa mínima para poder encaixar a seção tipo de

pavimentação prevista em projeto.

[Link] Ponte Wall Ferraz e Ponte Ferroviária

[Link].1 Ponte Wall Ferraz

Nesse local o traçado previsto passará sob a ponte, obedecendo a altura livre mínima

permitida 5,50 m (gabarito vertical). Também foi estudado a questão de máxima enchente do rio Poti.

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Visto isso o greide de pavimentação terá que ser adequado as orientações do plano diretor de

Teresina no aspecto drenagem urbana.

Será construído os acessos para a ponte Wall Ferraz, no modelo tesourinha.

[Link].2 Ponte Ferroviária

O traçado projetado previsto passará sob a Ponte Ferroviária, nesse local foi projetada uma

passagem inferior, no modelo Ponte Metálica treliçada, para a via principal e uma outra com menor

dimensão na alça de acesso à Ponte Wall Ferraz.

[Link] Ponte Projetada (Prolongamento da Av. Gil Martins)

Nesse local a via projetada passará sob a ponte. Serão construídos os acessos à Av. Gil

Martins, no modelo tesourinha. Todos esses acessos estão apresentados no Vol. 02 (Projeto de

Engenharia.

4.2. Fase de Execução

Na fase de execução do Projeto Básico de Engenharia da Implantação e Pavimentação

da Avenida Marginal Poti Sul no segmento: Est.00 (Av. Marechal Castelo Branco) / Est 145

(Prolongamento da Av. Industrial Gil Martins em fase de projeto) com 2,90 km de extensão

serão realizadas os seguintes serviços:

 Terraplenagem

 Obras de Arte Corrente e Especiais

 Pavimentação

 Drenagem

 Sinalização Horizontal e Vertical

 Obras Complementares

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 Iluminação Pública

A seção transversal de pavimentação adotada possui uma plataforma com uma

largura de 37,00 m, sendo constituída por duas pista de rolamento com 10,00 m de largura

cada, revestida com uma capa em concreto betuminoso usinado a quente –CBUQ, canteiro

central com 6,00 m de largura, passeio lateral do lado esquerdo com 6,00 m e 2,20 do lado

direito, sarjeta com 0,40 m de largura.

O pavimento será constituído por uma camada de sub-base com espessura de 15 cm, uma

camada de base estabilizada granulometricamente sem mistura, com espessura de 20 cm.

Para a capa de rolamento, será adotado o concreto betuminoso usinado a quente – CBUQ, na

pista de rolamento com espessura de 4 cm de acordo com o dimensionamento do pavimento.

A seguir, serão tecidos alguns comentários, de forma resumida, sobre o projeto

elaborado.

4.2.1. Terraplenagem

Definida a seção transversal da rodovia pavimentada e a espessura total do

pavimento, obteve-se uma plataforma de terraplenagem de 38,05 m de largura.

Será necessário a execução de remoção de solos moles sendo feito bota fora em local

apropriado, e será recomposto com areia os locais onde será realizado esta remoção.

O projeto de terraplenagem e o projeto geométrico foram então desenvolvidos a

partir destas condições. Em planta, foi levado em consideração os locais obrigatórios de

passagem, e em perfil foi lançado um greide de terraplenagem de acordo com as informações

de máxima enchente do Rio Poti, para que possa evitar as inundações do segmento

projetado.

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4.2.2. Obras de Arte Correntes

Todos os bueiros existentes foram cadastrados com vistas à obtenção das seguintes

informações:

 Tipo de seção ou diâmetro;

 Comprimento;

 Estado de Conservação;

 Registros de anormalidades no funcionamento relacionados à capacidade de vazão;

 Natureza e estimativa de quantidades de serviços a executar, tais como: limpeza de

bueiro, construção de extremidades, ampliação dos bueiros e implantação de novos

bueiros.

Todos os bueiros existentes estão funcionando normalmente, será necessário a

implantação de 09 (nove) novos bueiros de concreto, sendo 07 (sete) bueiros tubular de

concreto, 01 (um) bueiro simples celular de concreto 2,00x2,00, 01 (um) bueiro duplo celular

de concreto 2,00x2,00, e a ampliação de 03 (três) bueiros tubular de concreto.

[Link] Bueiros a Implantar

 BSTC Ø 1,00m ............................................................................................................ 01 und

 BDTC Ø 1,00m ............................................................................................................ 02 und

 BTTC Ø 1,00m ............................................................................................................ 04 und

 BSCC 2,00x2,00 alt 0 a 1,00m....................................................................................... 01 und

 BDCC 2,00x2,00 alt 0 a 1,00m...................................................................................... 01 und

[Link] Bueiros Ampliados

 BSTC Ø 1,00m .......................................................................................................... 02 und

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 BTTC Ø 1,00m .......................................................................................................... 01 und

No volume 02 - Projeto de Engenharia estão relacionados todos os bueiros existentes

na rodovia bem como os tipos de bueiros a implantar e ampliar.

4.2.3. Pavimentação

O projeto de pavimentação foi desenvolvido a partir dos resultados dos estudos

realizados orientados desde o início no sentido de buscar a localização de materiais que

permitissem a utilização de estabilização granulométrica na camada de sub-base e base,

objetivando assim, a minimização dos custos de pavimentação.

Para a estrutura do pavimento ficou dimensionado o seguinte:

 Camada de Sub-base estabilizada granulometricamente sem mistura com

espessura de 15 cm.

 Camada de base estabilizada granulometricamente sem mistura com

espessura de 20 cm.

 Revestimento em concreto betuminoso usinado a quente na pista de

rolamento com espessura de 4 cm.

4.2.4. Drenagem Superficial

Os componentes do sistema de drenagem superficial, considerados no projeto, são os

seguintes:

 Sarjeta

 Meio fio

 Entrada d’água

 Descida d’água

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 Transposição de Sarjeta TSS 02

Para cada um desses dispositivos foram definidos os seguintes elementos:

 Seção transversal tipo;

 Localização (estaca inicial e final);

 Itens de serviços, unidades e quantidades;

 Materiais a utilizar em cada caso.

O critério adotado na escolha de cada componente visou primordialmente, assegurar

que as águas pluviais fossem devidamente captadas e encaminhadas para as calhas naturais

de drenagem, evitando assim o início de um processo erosivo na plataforma da estrada ou

nos taludes dos cortes e aterros.

Para o meio fio adotou-se o critério de execução em sua totalidade.

No entanto, de modo a evitar o desperdício que representa o uso sistemático e

desnecessário de alguns componentes e o consequente reflexo financeiro ao custo final da

obra, procurou-se na elaboração do projeto, utilizar de forma racional e parcimoniosa cada

um dos dispositivos do sistema de drenagem. As condições climáticas reinantes durante o

período em que se desenvolveram os serviços de campo facilitaram essa tarefa, evidenciando

claramente os segmentos mais críticos quanto à necessidade de drenagem superficial.

Cada componente é indicado no projeto em planilhas onde se assinalam os elementos

característicos e necessários para execução.

4.2.5. Sinalização e Obras Complementares

O projeto de sinalização contempla os serviços de sinalização horizontal e vertical

necessários a segurança do usuário da rodovia.

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A sinalização horizontal constitui de demarcação sobre o pavimento representando

com isso, o mais efetivo dispositivo para canalização do tráfego com fluidez e garantia da

circulação com segurança, dando informações ao condutor do veículo, seja através de

pinturas de linhas de eixo e de bordas por símbolos e legendas no pavimento, bem como a

colocação de tachão bidirecional para separar as faixas de veículos /ciclovia.

A sinalização vertical constitui através de placas, subsistema da sinalização viária,

cujo o sistema de dispositivos de controle de transito utilizam o meio de comunicação (sinal)

na posição vertical, fixado ao lado através de postes apropriados, transmitindo mensagens de

caráter permanente, mediante símbolos e/ou legenda pré-reconhecidas e legalmente

instituídas.

As obras complementares foi desenvolvido a partir dos elementos de campo,

originados dos estudos realizados, complementados com as definições do projeto básico

específicos de cada disciplina, obedecendo as recomendações contidas nas Instruções de

Serviço do DNIT/2006.

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RESUMO DO PROJETO

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5. RESUMO DO PROJETO

5.1. Considerações Gerais

No item resumo do projeto são indicados os diferentes tipos de serviços a executar na

Implantação e Pavimentação da Avenida Marginal Poti Sul no segmento: Est.00 (Av.

Marechal Castelo Branco) / Est 145 (Prolongamento da Av. Industrial Gil Martins em fase de

projeto) com 2,90 km de extensão, contempla a execução dos seguintes tipos de serviços:

 Terraplenagem

 Obras de Arte Corrente e Especiais

 Pavimentação

 Drenagem

 Sinalização Horizontal e Vertical

 Obras Complementares

O conteúdo deste capítulo objetiva permitir ao licitante um conhecimento adequado

do serviço a realizar.

Assim, procurar-se-á indicar, para cada um dos grupos acima, os diferentes tipos de

serviços, as soluções concebidas, os materiais a empregar, as distâncias médias de transporte,

enfim, tudo o que possa interessar à determinação dos preços unitários dos diversos itens de

serviço.

5.2. Aspectos Fisiográficos da Região

5.2.1. Clima

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Teresina possui clima tropical semiúmido com duas estações características: o

período das chuvas (que ocorrem no verão e outono) e o período seco (que ocorre no inverno

e primavera). De janeiro a maio, devido às chuvas, o clima é "frio e úmido", para os padrões

nordestinos, (quando há possibilidade de ocorrer neblina nas manhãs); de junho a agosto o

clima começa a ficar mais seco com noites relativamente frias; de setembro a dezembro o

clima se torna mais quente e abafado, podendo começar a ocorrer algumas pancadas de

chuva a partir de novembro.

Uma peculiar característica das chuvas da cidade é por serem rápidas e muito

intensas, havendo vendavais, grande força das águas e trovões impressionantes. A incidência

de raios também é muito comum, por isso, o local onde está situada Teresina é conhecido

como Chapada do Corisco. A precipitação pluviométrica anual situa-se em torno de

1.500 mm.

Quente a maior parte do ano, Teresina possui uma temperatura média em torno dos

27 °C, tendo mínimas de 20 °C e máximas de 35 °C. Estas oscilações são amenizadas pela

contribuição dos ventos que tornam o clima mais agradável. A qualidade do ar de Teresina é

considerada boa, exceto no período mais seco, quando a umidade relativa do ar cai, e há

ocorrências de queimadas.

Segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), a temperatura

mínima registrada em Teresina foi de 14,6°C, ocorrida no dia 28 de Julho de 1951. Já a

máxima foi de 41,6°C, observada dia 24 de outubro de 2012 na estação automática do

instituto. O maior acumulado de chuva registrado na cidade em 24 horas foi de 178,9 mm,

em 27 de março de 1950.

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5.2.2. Vegetação

Situada numa zona de transição entre o Nordeste e a Amazônia (Meio-Norte),

Teresina é cercada pela mata dos cocais, cerrados e cerradões, onde pode se ver muitas

carnaúbas, babaçuais, buritizeiros, jatobás, caneleiras, ipês, e muitas outras árvores de médio

a grande porte. Na região de Teresina há também remanescentes de Mata Atlântica, o que dá

a paisagem uma cobertura arbustiva muito rica e densa.

5.2.3. Hidrografia

A cidade é cortada pelos rios Parnaíba e Poti, que se encontram no Parque Ambiental

do Encontro das Águas (zona Norte). Nas proximidades dos rios existem muitas lagoas,

principalmente na área "mesopotâmica".

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5.3. Projeto Geométrico

O projeto em estudo teve a diretriz escolhida devido a necessidade da Implantação

da Avenida Marginal Poti Sul, para criar uma nova via de integração das zonas norte e sul,

proporcionando maior conforto e segurança à população da cidade de Teresina, bem como

melhor mobilidade para os veículos que venham transitar por essa via.

Na execução desse trecho será necessária a implantação de 02 (dois) acessos modelo

tesourinha, sendo um na Ponte Projetada Av. Industrial Gil Martins e outro na Ponte Wall

Ferraz.

5.3.1. Características técnicas.

 Relevo da região: Ondulada

 Classe: 1-A

 Velocidade Diretriz: 60 Km/h

 Faixa de Domínio: 50,0 m

 Plataforma de Pavimentação: 37,00 m

 Plataforma de Terraplenagem: 38,05 m

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5.4. Projeto de Terraplenagem

Os serviços de terraplenagem têm como finalidade atender as especificações técnicas

vigentes, visando à realização de serviços completos de menor custo, constando de:

 Serviços preliminares

 Cortes

 Aterros

 Empréstimos

5.4.1. Alargamento de Cortes

Todos os cortes serão alargados e rebaixados para proporcionar uma melhor

drenagem e melhor visibilidade. Os materiais resultantes serão utilizados na confecção dos

aterros, obedecendo às normas e especificações técnicas em vigor.

5.4.2. Execução de Aterros

Para a execução dos aterros os materiais serão provenientes dos empréstimos com

DMT especificadas na planilha orçamentária, areia dragada e complementado dos cortes e

alargamentos destes ao longo da diretriz escolhida. Sua compactação será de 100% do

proctor normal.

Os volumes para os serviços de terraplenagem estão discriminados no volume 03 –

Memória Justificativa.

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5.4.3. Materiais de Construção

Para a execução da Terraplenagem serão utilizados os seguintes materiais

disponíveis:

 Materiais para Aterros

Para a execução dos aterros os materiais serão provenientes dos empréstimos e

alargamentos de cortes com D.M.T específicos na planilha orçamentária, complementados

com areia dragada, para os pontos que se tornarem necessário (locais de retirada de solos

moles).

 Materiais de 1ª, 2ª e 3ª categoria

Serão utilizadas no corpo de aterro apenas os materiais de 1ª e 2ª categoria e areia

dragada. Em caso especiais poderão ser utilizados materiais de 3ª categoria, no caso de

estabilização de pontos isolados, se houver.

Nesse caso seria estudado o solo, a condição de estabilização e o preenchimento dos

vazios, para a execução da compactação. Os materiais para corpo de aterro tem [Link] de

15,00 km.

Todo Material inservível para execução do aterro, (solo de baixa capacidade de

suporte) solos moles, serão removidos, transportados e depositados em locais apropriados,

definidos em projeto.

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5.5. Projeto de Obras de Arte Corrente

O projeto de obras e arte correntes tem como objetivo resolver o problema de

escoamento das águas fluviais dos córregos existentes e pluviais, através da implantação de

bueiros tubulares.

Uma síntese dos serviços a serem executados está apresentada no quadro O.A.C.

(Volume 02 e Volume 03).

Os tipos de bueiros adotados têm suas seções tipos indicadas nos seguintes

desenhos:

 Bueiro Simples Tubular de Concreto- Bocas Normais

 Bueiro Duplo Tubular de Concreto- Bocas Normais

 Bueiro Triplo Celular de Concreto- Bocas Normais

 Bueiro Simples Celular de Concreto

Um resumo dos tipos e quantidades de serviços de obras de arte correntes é

apresentado no quadro O.A.C no volume 02 - Projeto de Engenharia, com base nas

informações contidas nos quadros anteriormente citados.

Os desvios de tráfego que se fizerem necessário para a substituição e construção de

novos bueiros, não serão objeto de pagamento, devendo seus custos ficar incluídos nos

preços unitários dos itens constantes da planilha de obras de arte corrente.

Todos os bueiros existentes estão funcionando normalmente, será necessário a

implantação de 09 (nove) novos bueiros de concreto, sendo 07 (sete) bueiros tubular de

concreto, 01 (um) bueiro simples celular de concreto 2,00x2,00, 01 (um) bueiro duplo celular

de concreto 2,00x2,00, e a ampliação de 03 (três) bueiros tubular de concreto. Todos os

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bueiros estão listados no quadro de obras de arte correntes, contido no volume 02 – Projeto

de Engenharia.

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5.6. Projeto de Pavimentação

5.6.1. Considerações Gerais

O Projeto de Pavimentação foi elaborado tendo em vista a importância do pavimento

em uma rodovia. Por se tratar de uma estrutura construída após a terraplenagem é destinada

em conjunto a:

Resistir e transmitir esforços recebidos, de forma acentuada, as camadas inferiores.

Melhorar as condições de rolamento, no que se refere ao conforto e a segurança.

5.6.2. Natureza dos Serviços a Executar

A seção transversal do pavimento é a indicada no desenho PV-01 (Volume 02 e

Volume 03), onde são também assinadas as quantidades por quilômetro dos materiais a

serem empregados nas diversas camadas.

Os itens de serviço objeto de medição e pagamento são os constantes da planilha

orçamentária.

[Link] Localização e distribuição dos materiais a utilizar

A localização, distribuição e distâncias médias de transporte dos materiais a utilizar

nas camadas de base e revestimento, são indicadas no desenho PV-03 no volume 02 – Projeto

de Engenharia.

O pavimento é composto por uma camada de sub-base estabilizada

granulometricamente sem mistura com espessura de 15 cm, com uma camada de base

estabilizada granulometricamente sem mistura, com espessura de 20 cm. Revestida por uma

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capa de concreto betuminoso usinado a quente – CBUQ com 4 cm de espessura na pista de

rolamento.

Para os materiais de base e sub-base foi selecionada 01 (uma) jazida localizada em,

cuja DMT, ponderada é igual a 15,00 Km.

A brita para o CBUQ será proveniente do município de Lagoa do Piauí com

DMT=45,00 Km.

Todo o material betuminoso a frio (CM-30 e RR-1C) será proveniente de Fortaleza,

com DMT=610,00 Km, até o início do trecho.

Todo o material betuminoso a quente (CAP 50/70) será proveniente de Fortaleza, com

DMT=610,00 Km, até a usina.

Os quantitativos para o item pavimentação estão discriminados no volume 03 –

Memória Justificativa.

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5.7. Projeto de Drenagem

O Projeto de Drenagem destina-se a proteger o pavimento da ação das águas

superficiais. Em vista disto, serão recuperados e implantados dispositivos responsáveis pelo

escoamento dessas águas, conduzindo-as para um local apropriado para o deságue.

Estes dispositivos são os seguintes:

 Sarjetas

 Meios fios

 Entradas d’água – EDA 02

 Descidas d’água – DAR 02

 Transposição de Sarjeta

As sarjetas e os meios fios são indicadas ao longo de todo o trecho.

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5.8. Projeto de Sinalização

Para elaboração do Projeto de Sinalização, analisou-se planta e perfil do Projeto

Geométrico com as orientações da Instrução de Serviço IS-215 do DNIT Manual de

Sinalização Rodoviário 3º edição-2010.

5.8.1. Metodologia

A metodologia adotada teve como finalidade atender as condições de geometria e

operação da via, visando dota-la de nível adequado de segurança de trânsito.

5.8.2. Sinalização Horizontal

A sinalização horizontal constitui de demarcação sobre o pavimento representando

com isso, o mais efetivo dispositivo para canalização do tráfego com fluidez e garantia da

circulação com segurança, dando informações ao condutor do veículo, seja através de

pinturas de linhas de eixo e de bordas por símbolos e legendas no pavimento, bem como a

colocação de tachão bidirecional para separar as faixas de ônibus

As faixas a serem demarcadas sobre a pista serão de cor branca, sendo contínuas nas

bordas e espaçadas nas divisões da faixa de tráfego.

A tinta indicada é a tinta acrílica com durabilidade de dois anos.

5.8.3. Sinalização Vertical

Constitui na sinalização através de placas, subsistema da sinalização viária, cujo o

sistema de dispositivos de controle de transito utilizam o meio de comunicação (sinal) na

posição vertical, fixado ao lado através de postes apropriados, transmitindo mensagens de

caráter permanente, mediante símbolos e/ou legenda pré-reconhecidas e legalmente

instituídas.

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As placas de sinalização tem por finalidade aumentar a segurança, ajudar a manter o

fluxo de tráfego em ordem, reforçar a sinalização horizontal e fornecer informações aos

usuários da via.

Serão implantadas as seguintes placas verticais:

 Placa de Regulamentação

 Placa de Advertência

 Placa de Indicação

 Placas Educativas

 Sinalização Auxiliar

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5.9. Obras Complementares

O projeto de obras complementares foi desenvolvido a partir dos elementos de

campo, originados dos estudos realizados, complementados com as definições do projeto

básico específicos de cada disciplina, obedecendo as recomendações contidas nas Instruções

de Serviço do DNIT/2006.

Serão utilizados os seguintes itens:

 Piso Intertravado vibro-prensado (tipo tijolinho unistein) para pavimentação nos

passeios e canteiro central;

 Reaterro apiloado para contensão das encostas dos meios fios;

 Cerca arame farpado c/mourão de concreto para delimitar o limite de propriedades

 Tinta pó industrial de cal pigmento e fixador duas demãos para pintura das ciclovias.

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PLANO DE EXECUÇÃO DA OBRA

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6. PLANO DE EXECUÇÃO DA OBRA

A empresa construtora poderá instalar-se na cidade de Teresina-PI (início do trecho).

6.1.1. Serviços Preliminares

Os serviços serão iniciados com o preparo das áreas, seguindo as medidas de controle

ambiental, sobre como serão executados: acampamento, a área para estoque de material da camada

fértil das jazidas.

6.1.2. Terraplenagem

Os serviços de terraplenagem serão iniciados com o desmatamento da faixa de ocupação,

localização e limpeza dos bueiros existentes e a localização dos empréstimos indicados no projeto de

engenharia.

Após o desmatamento serão marcados no campo pela Equipe de topografia os off-sets,

definindo os locais de cortes e de aterros.

Os empréstimos laterais só serão utilizados, após todo o trabalho de execução dos cortes

indicado para cada aterro.

6.1.3. Obras de arte correntes

Após os desmatamento será marcado os off-set e a localização dos bueiros, para sua

posterior execução.

6.1.4. Pavimentação

Após a execução da última camada da terraplenagem, será executado a camada de

regularização do sub-leito, com a escarificação, homogeinização, umedecimento, e compactação no

proctor normal.

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Após a execução da regularização do subleito, será lançado na pista a camada de sub-base e

base com espessura respectivamente de 15 cm e de 20 cm, que serão executados na energia do proctor

intermediário.

A imprimação será aplicada na plataforma de base acabada com largura de 22,80 m, com

taxa de 1,2 l/m² de CM-30.

O Revestimento será executado em CBU2Q com espessura de 4 cm de acordo com o

dimensionamento do pavimento.

6.1.5. Drenagem Superficial

Após a execução da pavimentação será executado a drenagem superficial, com a implantação

dos meios fios, sarjetas, entrada d’água, descida d’água e transposição de segmentos de sarjetas.

6.1.6. Sinalização

Após a execução da drenagem será executado as pintura de faixas, colocação de tachões e

implantação de placas para a sinalização.

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7. ACERVO FOTOGRÁFICO

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