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NOTAS & MEDIDAS - BACIA & QUADRIL
ACETÁBULO
APÓFISES DA BACIA
Cobertura acetabular
LINHAS DA BACIA
Ângulo centro-borda (ângulo de Wiberg)
Índice de extrusão da cabeça femoral
Índice acetabular (ângulo de Tönnis) SÍNFISE PÚBICA
Coxa profunda e protrusão acetabular Diastase
Angulação do acetábulo em relação à pelve Instabilidade
Ângulo de versão acetabular
Ângulo equatorial-borda INCIDÊNCIAS RADIOGRÁFICAS NÃO-TRAUMÁTICAS
Ângulo teto-borda Anteroposterior (AP) da bacia
Lauenstein ou posição de rã (“frog leg” lateral)
Laterais
Cross-table (incidência em perfil cirúrgico)
FÊMUR
Dunn com 45° ou 90° de flexão do quadril
Eixo femoral
Perfil de Ducroquet
Ângulo cefalodiafisário (ângulo de inclinação femoral)
Falso perfil de Lequesne
Coxa vara e valga
Ângulo cefalodiafisário na infância
Torção e versão femoral
Ângulo de torção epifisário
“Offset” da cabeça femoral
Ângulo alfa (α)
Distância femoral anterior
MEDIDAS DO ACETÁBULO
COBERTURA ACETABULAR
Ângulo centro-borda (ângulo de Wiberg): Índice de extrusão da cabeça femoral: porção da cabeça
Ângulo entre uma linha perpendicular (linha P) à linha que passa pelo femoral que não está recoberta pelo acetábulo, representada pela distância N (seta
centro das cabeças femorais no RX da bacia (linha C) e uma linha que dupla preta) entre a linha vertical que passa pela margem superior da linha
tangencia a borda lateral do acetábulo (linha E). epifisária (linha E) e a linha que passa pela margem acetabular (linha A). A porção
Plano de avaliação – RX anteroposterior e plano coronal na TC e RM. da cabeça femoral recoberta pelo acetábulo está representada pela seta dupla azul
(distância C).
Avalia o grau de cobertura da cabeça femoral pelo acetábulo. Plano de avaliação – RX anteroposterior e plano coronal na TC e RM.
Normal adulto: 25-40°. Avalia o grau de cobertura da cabeça femoral pelo acetábulo.
Cobertura excessiva: quando >40-45° isoladamente ou >35°
associada a índice acetabular <0° Normal adulto: cerca de 75% da cabeça femoral deve ser recoberta pelo
Quadril displásico: < 20-25° acetábulo.
Cobertura excessiva: mais 75% da cabeça femoral está coberta pelo
acetábulo
Quadril displásico: tendência a pouca cobertura (menos de 75% da cabeça
femoral coberta pelo acetábulo)
O aumento da cobertura da cabeça femoral pelo acetábulo tem relação com impacto femoroacetabular de
causa acetabular (tipo “pincer”). Já a redução da cobertura costuma ocorrer nos casos de displasia acetabular e,
quando acentuada, pode predispor a luxação.
Índice acetabular (ângulo do teto acetabular de Tönnis): ângulo formado por uma linha paralela (linha H') à linha
horizontal que tangencia a margem inferior da imagem em "gota de lágrima" da radiografia AP da bacia (linha H), que passa pela margem de esclerose
mais medial do acetábulo (ponto vermelho) e outra linha que une as margens medial (ponto vermelho) e o bordo lateral (ponto verde) do acetábulo
(linha L).
Plano de avaliação – RX anteroposterior e plano coronal na TC e RM.
Avalia a presença impacto de origem acetabular ("pincer").
Normal adulto: > 0 a 10°.
Coxa profunda e protrusão acetabular = 0° ou negativo
> 10° há risco de instabilidade
COXA PROFUNDA E PROTRUSÃO ACETABULAR
No RX anteroposterior da bacia a linha da fossa acetabular (F, em roxo) normalmente é lateral à linha ilioisquial
(LII, linha tracejada laranja). Na coxa profunda a parede medial da fossa acetabular toca ou ultrapassa a linha
ilioisquial e na protrusão acetabular a cabeça femoral (linha C destacada em azul na imagem à direita) também
fica medial à linha ilioisquial. Para mais detalhes, abaixo estão demonstradas as LINHAS DA BACIA.
ANGULAÇÃO DO ACETÁBULO EM RELAÇÃO À PELVE
Ângulo de versão acetabular: ângulo entre uma linha Ângulo equatorial-borda: ângulo entre a linha do plano sagital da
passando pelos rebordos anterior e posterior do acetábulo (linha A) e pelve (linha S’) e a linha passando pelas margens anterior e posterior do acetábulo
uma linha de referência (linha R) perpendicular ao eixo posterior da (linha A).
pelve no nível dos ísquios (linha P). É também descrito o uso da linha de Plano de avaliação – plano axial na TC e RM – imagem do maior diâmetro da
referência passando pelo rebordo posterior dos acetábulos (linha P' em cabeça femoral.
azul).
Plano de avaliação – plano axial na TC e RM – imagem do maior Avalia a angulação do acetábulo em relação à pelve.
diâmetro da cabeça femoral. Caso seja usada como referência a linha P'
passando pelo rebordo posterior usa-se a imagem onde o acetábulo é Normal adulto: em torno de 20°.
mais profundo.
Outra referência utilizada é a imagem logo acima do grande trocânter.
Avalia a angulação do acetábulo em relação à pelve.
Normal adulto: linha A medial à linha R; 20 a 40° de anteversão
(maioria considera limite normal 20°).
Retroversão anormal (relacionada a impacto) <15°.
Ângulo teto-borda: ângulo entre a linha do plano sagital da pelve
(linha S) e a linha passando pelas margens anterior e posterior do acetábulo (linha
A)
Plano de avaliação – plano axial na TC e RM – imagem mais superior da abertura
do acetábulo.
Avalia a angulação da porção proximal do acetábulo em relação à pelve.
Normal adulto: em torno de 14° (média em pessoas que não tem sinal do cross-
over no RX de quadril, mas existe desvio padrão significativo).
A retroversão acetabular está associada a maior cobertura da porção anterolateral da cabeça femoral pelo
acetábulo, podendo ser causa de impacto femoroacetabular de causa acetabular (tipo “pincer”). A maioria dos
estudos considera significativo e relacionado a impacto tipo "pincer" os ângulos de versão < 15°.
MEDIDAS DO FÊMUR
Eixo femoral (“femoral shaft axis or long femoral axis”): linha
vermelha F que passa pelo ponto no centro do fêmur (ponto vermelho proximal) no
plano imediatamente abaixo do pequeno trocânter (linha tracejada preta) e o ponto
mais proximal da região intercondiliana do fêmur (ponto vermelho distal).
Avalia a orientação do corpo do fêmur (a sua porção mais longa).
A linha do eixo femoral é usada como referência para diversas mensurações.
Ângulo cefalodiafisário (ângulo de inclinação
femoral): ângulo entre o eixo longo do colo femoral passando pelo
centro da cabeça femoral (linha C) e o eixo longo da diáfise femoral
(linha F).
Plano de avaliação – RX anteroposterior e plano coronal na TC e RM.
Avalia a inclinação femoral.
Normal adulto: 120-125 a 135-139°.
Coxa VARA: ângulo cefalodiafisário < 120-125° - tendência a joelho VALGO
Coxa VALGA: ângulo cefalodiafisário > 135-140° - tendência a joelho VARO e frequente na displasia acetabular
– Implicações clínicas da avaliação da inclinação femoral: é importante nos casos de
displasia do desenvolvimento do quadril, paralisia cerebral, impacto femoroacetabular,
doença de Perthes, epifisiólise da cabeça femoral, fraturas do fêmur proximal, entre
outros, sendo fundamental a mensuração adequada no pré-operatório das osteotomias,
artroplastias e fixação de fraturas.
– A mensuração da inclinação femoral é influenciada pela rotação e pela flexão do
quadril. A rotação (interna ou externa) tende a superestimar o ângulo de inclinação
enquanto que a flexão tende a subestimar.
Torção e versão femoral: ângulo entre o eixo longo do colo femoral passando pelo
centro da cabeça femoral (linha C) e a margem posterior dos côndilos femorais (linha B).
Plano de avaliação – Plano axial na TC e RM (alternativa plano axial oblíquo). RX pouco utilizado
atualmente; avaliação através de análise trigonométrica usando as incidências anteroposterior e perfil.
Avalia a orientação do colo femoral.
Normal: Normalmente o colo femoral está orientado anteriormente em relação aos côndilos femorais
e os valores normais variam com a idade, sexo e etnia.
Os termos ANTEVERSÃO e ANTETORÇÃO femoral são frequentemente empregados como sinônimos para descrever
a orientação normal do colo femoral.
Diversos autores preferem o termo “ANTETORÇÃO” para descrever a rotação anterior do colo femoral, enquanto outros
usam os termos “TORÇÃO” quando se referem ao fêmur e “VERSÃO” ao descrever o ângulo de versão femoral em
relação à linha bicondiliana posterior.
Existem ainda autores que consideram "VERSÃO" o ângulo entre o eixo longo do colo femoral e a linha horizontal que
passa pelas tuberosidades isquiáticas, ou seja, o ângulo entre o eixo cabeça-colo femoral em relação ao plano frontal do
corpo, e "TORÇÃO" o ângulo entre o eixo longo do colo femoral e a linha que passa pela margem posterior dos côndilos
femorais.
Em nosso meio o mais frequente é considerar os termos versão e torção femoral como sinônimos e usar como
referência a rotação do colo do fêmur em relação à linha bicondiliana posterior nas imagens seccionais.
Avaliação da torção / versão femoral por TC e RM: são utilizadas como referências no plano axial o centro de rotação da
cabeça do fêmur (ponto azul), a porção mais estreita do colo femoral (linha dupla preta) e a margem posterior dos côndilos femorais (pontos vermelhos).
O ângulo de versão/torção é formado pela linha C, que passa
pelo centro de rotação da cabeça do fêmur (ponto azul) e pelo centro da
porção mais estreita do colo femoral (ponto no centro da seta dupla) e a
linha bicondiliana posterior (linha B) que tangencia a margem posterior
dos côndilos femorais.
Valores normais adulto: antetorção em torno de 10 a 20-25°. Em
homens a média é de cerca de 8° e em mulheres de 14°.
Valor normal nascimento: antetorção 30 a 40°
Alguns autores preconizam a mensuração do ângulo de versão Os pontos de referência são os mesmos utilizados nas imagens no
femoral no plano axial oblíquo utilizando a técnica MPR. A partir de plano axial convencional. Na reformatação a cabeça e o colo femoral
imagem no plano coronal (figura no canto superior esquerdo) é obtida são identificados na mesma imagem.
imagem no plano do eixo longo do colo femoral (linha tracejada).
– Implicações clínicas da avaliação da inclinação femoral: a avaliação da torção femoral
é importante na avaliação pré-operatória das artroplastias e osteotomias e nos casos de
impacto femoroacetabular - o excesso de anteversão reduz a amplitude da rotação externa
predispondo a impacto posterior, enquanto que a redução da anteversão/retroversão reduz
a rotação interna e predispõe a impacto anterior. Anteversão anormal também tem sido
relacionada a osteoartrite, instabilidade femoropatelar, alterações na marcha e epifisiólise
da cabeça femoral.
Alguns autores consideram RETROVERSÃO apenas quando a linha do eixo longo do colo femoral (linha C) encontra-se
posterior à linha bicondiliana posterior (linha B).
Outros já consideram retroversão quando há redução da anteversão fisiológica (anteversão inferior a 8-10°).
j q ç g ( )
Embora a mensuração da verão/torção femoral possa ser utilizada tanto na TC quanto na RM, alguns estudos
encontraram uma tendência sistemática das medidas obtidas na RM serem menores dos que as obtidas na TC.
Entre as possíveis causas foram consideradas as possibilidades do paciente relaxar durante o exame e o quadril adotar
maior rotação externa ou o posicionamento na RM ocasionar algum grau de flexão para maior conforto do paciente.
Ângulo de torção epifisário: ângulo entre o eixo longo
do colo femoral passando pelo centro da cabeça femoral (linha C) e o
eixo epifisário (seta). O eixo epifisário é perpendicular à base da epífise
(linha tracejada entre os pontos onde a linha fisária encontra a cortical
anterior e posterior do fêmur).
Plano de avaliação – plano axial oblíquo (no eixo longo do colo
femoral) na TC e RM.
Avalia se há torção dorsal da epífise da cabeça femoral em relação
ao colo.
Normal adulto: Eixo da epífise usualmente é paralelo ao eixo do colo
femoral. Quando >20° é considerada retrotorção epifisária.
Alguns autores consideram a retrotorção epifisária como um fator de risco para impacto femoroacetabular e
osteoartrite prematura.
“Offset”da cabeça femoral: distância (seta dupla O)
entre uma linha passando pela margem anterior da cabeça femoral
(linha F) paralela à linha que passa pelo centro da cabeça e do eixo
longitudinal do colo femoral (linha C) e uma linha também paralela que
tangencia a face anterior do colo femoral (linha A).
Plano de avaliação – plano axial oblíquo (no eixo longo do colo
femoral) na TC e RM.
Incidências radiográficas "cross-table" (perfil cirúrgico) e perfil
Ducroquet.
Avalia o espaço entre a cabeça e o colo femoral, necessário para
evitar impacto da transição cabeça/colo com o acetábulo durante
os movimentos.
Normal adulto: > 8 a 10 mm. (média nos indivíduos assintomáticos em
torno de 10 a 12 mm).
A razão do "offset" é calculada dividindo o “offset” (distância
entre as linhas A e F) pelo diâmetro da cabeça femoral.
Normal em indivíduos assintomáticos: 0,18 a 0,24; quando <
0,15 é muito provável estar relacionado com deformidade do tipo
came.
Ângulo alfa (α) ou ângulo de Notzli: ângulo entre
a linha que passa pelo centro da cabeça femoral e o centro do ponto
mais estreito do eixo longitudinal do colo femoral (linha C) e a linha que
passa pelo centro da cabeça femoral e o ponto onde a cortical anterior
do colo femoral está fora do contorno do círculo que demarca a cabeça
femoral (linha A).
Plano de avaliação – plano axial oblíquo (no eixo longo do colo
femoral) na TC e RM (no nível da fóvea) e RX laterais:
Incidência radiográfica "cross-table" (perfil cirúrgico), Dunn 45° e
Ducroquet
Avalia a presença de abaulamento da cortical anterior da transição
da cabeça com o colo femoral (“bump”).
Normal adulto: < 50°.
Anormal adulto: > 55° (mais usado) a 60°
– Implicações clínicas: a perda da concavidade normal que existe na transição da cabeça
com o colo femoral com abaulamento do contorno anterior está associado a impacto
femoroacetabular de causa femoral (tipo “cam”). O ângulo alfa foi descrito como um sinal
de impacto quando > 55° (alguns autores usam como referência valores > 60°).
Vários autores consideram que há considerável variabilidade intra e interobservador na
mensuração do ângulo alfa, encontrando baixa sensibilidade, especificidade e valores
preditivos em seus estudos. Embora possa ser uma ferramenta útil, o ângulo alfa não deve
ser utilizado isoladamente no diagnóstico de impacto femoroacetabular por não ser um
método muito acurado em diferenciar indivíduos assintomáticos dos com impacto
femoroacetabular sintomático, o que levou alguns autores a preconizarem aumento dos
valores de referência (> 60°).
Distância femoral anterior: distância (seta dupla D)
perpendicular entre uma linha passando pela cortical anterior do colo
femoral / grande trocanter (linha A) e o ponto do maior abaulamento da
cabeça femoral do colo femoral.
Plano de avaliação – plano axial oblíquo (no eixo longo do colo
femoral) na TC e RM (no nível da fóvea).
Avalia o aumento anormal da profundidade da epífise
determinando abaulamento do contorno da cortical anterior da
transição cabeça/colo femoral (presença de “bump”).
Normal adulto: quando a distância é < 3,6 mm.
A perda da concavidade normal que existe na transição da cabeça com o colo femoral com abaulamento do contorno
anterior está associado a impacto femoroacetabular de causa femoral (tipo “cam”). A distância femoral anterior seria
uma alternativa proposta ao ângulo alfa.
LINHAS DA BACIA
A linha ilioisquial corresponde à coluna posterior do acetábulo e a linha iliopectínea ou iliopúbica corresponde à
coluna anterior do acetábulo.
MEDIDAS DA SÍNFISE PÚBICA
Diastase: aumento da distância entre as margens da sínfise púbica > 10 mm (seta dupla d) na ausência de fratura.
Plano de avaliação – incidência anteroposterior ou flamingo da bacia. Pode também ser feita na TC ou RM, mas os valores podem mudar um pouco.
Normal (RX):
Crianças < 3 anos: @ 10 mm.
Crianças > 3 anos e adulto jovem: @ 6 mm. Medidas na TC nas crianças até 11 anos @ 5 mm e de 12-15 anos @ 4,5 mm.
Adulto > 50 anos: @ 3 mm.
Gravidez: ocorre aumento da distância em torno de 2 a 3 mm.
* Sempre avaliar as articulações sacroilíacas nos casos de diastase da sínfise púbica (acometimento mais frequente quando diastase é > 20 mm).
Critério mais utilizado para definição de conduta:
Diastase até 2 cm → tratamento conservador
Diastase entre 2 e 5 cm → tratamento conservador ou cirúrgico dependendo do caso
Diastase > 5 cm → tratamento cirúrgico
Instabilidade da sínfise púbica: aumento da distância vertical (linha dupla vermelha) entre a margem superior do púbis de cada lado.
Plano de avaliação – incidências anteroposterior (AP) da bacia e flamingo do púbis para avaliação de macroinstabilidade.
Realizada incidência anteroposterior da bacia com apoio bipodal para referência (radiografia neutra).
Depois são obtidas incidências do púbis em AP com apoio unipodal de cada lado (uma com o pé direito elevado e outra com o pé esquerdo elevado).
É traçada uma reta no plano longitudinal passando pelo centro do sacro (linha tracejada azul) e depois uma reta perpendicular a esta tangenciando a
margem superior do púbis direito (linha D) e do púbis esquerdo (linha E) em cada incidência obtida.
É avaliada a distância vertical entre as retas D e E com cada pé elevado (linha dupla vermelha).
Normal:
Radiografia neutra: distância vertical entre as linhas D e E deve ser 0 (zero) ou até no máximo 2 mm.
Radiografias com apoio unipodal (flamingo): avaliada a distância vertical entre as linhas D e E (linha dupla vermelha), subtraindo a distância vertical
encontrada na posição neutra com apoio bipodal.
Microinstabilidade: distância vertical < 2 mm (overlap com valores normais)
Macroinstabilidade: distância vertical ≥ 2 mm
INCIDÊNCIAS RADIOGRÁFICAS DA BACIA E QUADRIL
ROTINA NÃO TRAUMÁTICA
As rotinas não-traumáticas variam entre os diferentes serviços e são utilizadas em geral na avaliação de
As rotinas não traumáticas variam entre os diferentes serviços e são utilizadas em geral na avaliação de
deformidades, osteoartrose e impacto femoroacetabular. As incidências mais frequentemente solicitadas são:
Anteroposterior (AP) da bacia
Lauenstein ou posição de rã (“frog leg” lateral)
Laterais
Cross-table (incidência em perfil cirúrgico)
Dunn com 45° ou 90° de flexão do quadril
Perfil de Ducroquet
Falso perfil de Lequesne
Incidência anteroposterior (AP) da bacia
Incidência Lauenstein ou posição de rã (“frog leg” lateral)
Incidência "cross-table" ou perfil cirúrgico ou de Arcelin
Incidência de Dunn
Incidência perfil de Ducroquet
Incidência falso perfil de Lequesne
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