A INTERPRETAÇÃO DA LEI E
INTEGRAÇÃO DE LACUNAS.
Discente:
Hortêncio de Jesus
Leonardo Luis
Tomas dos Santos
Contextualização
Procuramos com o presente trabalho, dar a conhecer as
diferentes formas (tipos) de interpretação que a norma pode
suportar, consoante a situação, o Legislador pode optar ao
analisar um caso prático da vida real, se a situação o exigir.
Interpretação da lei, entende-se como, o modo com que se
pretende alcansar o sentido e o espiríto das normas. Certos
autores do pensamento jurídico, dos quais serão aqui
mencionados, existem dois modos de interpretação: a
autêntica e a dotrinal.
A Lei e a sua interpretação
Interpretação da lei é o processo técnico-jurídico que visa
determinar qual o conteúdo e alcance das normas jurídicas.
Sentido e alcance
Artigos de destaque (Código Cívil)
Fases da sua interpretação
Elementos da sua interpretação
Métodos da sua interpretação
Integração de Lacunas
A lacuna decorre da inexistência de uma regra para regular um
caso jurídico, pelo que, numa fórmula concisa, pode dizer-se
que existe uma lacuna quando há caso mas não há regra.
A lacuna é sempre uma incompletude, uma falha ou uma falta.
O legislador não é capaz de prever todas as relações da vida
social merecedoras de tutela jurídica, por mais diligente e
precavido que seja.
Métodos de Integração
Existem dois métodos de integração de Lacunas:
Analogia Jurídica
Construção de uma regra hipotética
CONCLUSÃO
A integração de lacunas se orienta sempre por princípios
formais e materiais pois que eles estão presentes tanto na
aplicação analógica da regra que regula o caso previsto, como
na construção da regra hipotética que vai regular o caso omisso.
O que varia é apenas um meio pelo qual esses princípios atuam
nessa integração.
Por interpretação, referimos ao processo efetuado de modo a
adequar a norma ao caso em específico. Desta forma,
interpretar significa trazer a lume um sentido oculto, o que
acentua ainda mais o humanismo, permitindo o maior acesso
das pessoas do âmago do texto interpretado.