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Revisão de Flash Cards para Prova Prática

O documento discute um caso de mucocele esfenoidal esquerdo diagnosticado por TC e RM. A abordagem cirúrgica proposta é a cirurgia endoscópica nasal para marsupialização do seio esfenoidal esquerdo com abertura ampla para manter o óstio pérvio. Não é necessária reconstrução óssea após a cirurgia desde que se preserve o mucoperiósteo.
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Revisão de Flash Cards para Prova Prática

O documento discute um caso de mucocele esfenoidal esquerdo diagnosticado por TC e RM. A abordagem cirúrgica proposta é a cirurgia endoscópica nasal para marsupialização do seio esfenoidal esquerdo com abertura ampla para manter o óstio pérvio. Não é necessária reconstrução óssea após a cirurgia desde que se preserve o mucoperiósteo.
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FLASH CARDS

REVISÃO PROVA PRÁTICA


+ A - NEUROSSENSORIAL OU SENSORIAL
PURA → Ocorre dano no epitélio olfatório
e nos nervos olfatórios ou ruptura dos
nervos olfatórios (neural pura) OU
CENTRAL → Acometimento de alguma
estrutura que constitui a via olfatória
central (bulbo olfatório, trato, estrias
olfatórias, centros corticais da olfação
+ B – MUCOCELE ESFENOIDAL ESQUERDA
→ TC com erosão óssea e RM com
possibilidade de invasão endocraniana ou
comprometimento orbitário →
HIPERSINAL EM T2 e HIPOSSINAL EM T1,
e não impregna pelo contraste
+ C – CIRURGIA ENDOSCÓPICA NASAL
PARA MARSUPIALIZAÇÃO do seio
esfenoidal esquerdo com ABERTURA
AMPLA do mesmo para manter o óstio
pérvio
+ MUCOCELE TTO É SEMPRE CIRÚRGICO
+ D – NÃO É NECESSÁRIA
RECONSTRUÇÃO DO OSSO
ERODIDO PELA MUCOCELE, desde
que se preserve o mucoperiósteo da
cavidade, pois o osso se regenera
adequadamente após a cirurgia
+ A – FALHA DRAF IIA E IIB, NEO-OSTEOGÊNESE,
DOENÇA INFLAMATÓRIA EXTENSA OU RSC COM
POLIPOSE NASAL EXTENSA, FATORES DE RISCO
(ASMA, AERD), DOENÇAS DE TRANSPORTE
MUCOCILIAR , TUMORES
+ B – PORÇÃO ANTERIOR DA CONCHA MÉDIA (DE
AMBOS OS LADOS), FRONTAL BEAK (DE AMBOS
OS LADOS), SEPTO INTERSINUSAL FRONTAL,
PORÇÃO SUPERIOR DO SEPTO NASAL
+ C – TAMPONAMENTO NÃO ABSORVÍVEL POR
CERCA DE 2 A 7 DIAS ANCORADO, COLOCAÇÃO
DE SPLINTS MALEÁVEIS (POSICIONADO
SUPERIORMENTE COMO UM U INVERTIDO),
STENTS DE MEATO MÉDIO OU PONTO DE
BOLGER, PRIMEIRO DEBRIDAMENTO ENTRE 7 A 10
DIAS APÓS A CIRURGIA, STENT NO RECESSO DO
FRONTAL, ACOMPANHAMENTO PROLONGADO
COM NECESSIDADE DE VÁRIOS DEBRIDAMENTOS
+ A – CÉLULA FRONTALBULAR
+ B – CÉLULA DE KUHN I
+ C – AGGER NASI
+ D – LAMELA DIAGNONAL DA
CONCHA MÉDIA
+ A – OTITE MÉDIA AGUDA COMPLICADA
COM PETROSITE A ESQUERDA – pela
característica de dor retro-orbitária +
otorreia + otalgia = PETROSITE
+ B – Nervo facial (VII), Nervo abducente (VI),
Nervo trigêmeo (V) E NÃO ESQUECER DO
NERVO VESTÍBULO-COCLEAR (VIII)
+ C – INTERSECÇÃO ENTRE A LINHA
PARALELA À LINHA TEMPORALIS E A LINHA
PARALELA AO CONDUTO AUDITIVO
EXTERNO OU LINHA SOBRE A ESPINHA DE
HENLE (OU SUPRAMEATAL)
+D – Limites:
+ANTERIOR → CONDUTO
AUDITIVO EXTERNO
+POSTERIOR → SEIO SIGMOIDE
+SUPERIOR → FOSSA MÉDIA
+INFERIOR → PONTA DA
MASTOIDE OU RANHURA
DIGÁSTRICA
+ A – 6 SEGMENTOS → INTRACRANIANO,
INTRACANALICULAR, LABIRÍNTICO,
TIMPÂNICO, MASTOÍDEO, SEGMENTO
EXTRATEMPORAL (OU PAROTÍDEO)
+ B – ELETRONEUROGRAFIA → É um teste de
estimulação elétrica objetivo, indicado até a 3ª
semana de evolução da doença, que compara
o número de fibras nervosas funcionantes do
lado normal com o lado alterado da face
+ C – TESTE DE LACRIMEJAMENTO OU TESTE
DE SCHIRMER E TESTE DO REFLEXO
ESTAPÉDIO → Esses testes permitem avaliar se
o ramo nervo petroso superficial maior ou
nervo estapédio estão acometidos, sendo
determinado se a lesão é supra ou
infragenicular. Realizar o teste do reflexo do
estapédio e da gustação, não possibilita esse
diagnóstico
+ D – SEGMENTO TIMPÂNICO OU MASTOIDEO
+ A – Presença de lesão esbranquiçada,
entrelaçada (ou em rendilhado)
envolvendo a região posterior da
mucosa jugal à esquerda
+ B – CANDIDÍASE, TRAUMA LOCAL,
LÍQUEN PLANO, LÚPUS ERITEMATOSO,
LEUCOPLASIA
+ C – LÍQUEN PLANO → Na lâmina
podemos ver – Hiperceratose, cristas
epiteliais com aspecto de dentes de
serra, degeneração da camada basal do
epitélio, intenso infiltrado linfocitário na
camada superficial da lâmina própria
+ D – Forma mais comum → RETICULAR,
Formas associadas à malignização →
ATRÓFICA E EROSIVA
+ A – Presença de lesão ulcerada
em região de palato duro + B – SUBEPIDÉRMICA/SUBEPITELIAL, EXAME →
IMUNOFLUORESCÊNCIA DIRETA
bilateralmente, hiperemia + Histologia demonstrando bolhas subepidérmicas. A
interface entre as camadas da epiderme e da derme é
difusa em todo o palato duro infiltrada por células inflamatórias densamente
povoadas ao redor da zona da membrana basal,
incluindo eosinófilos
+ C – PENFIGOIDE BOLHOSO
+ D – IgG e C3 (complemento
C3). Antígenos-alvo →
PROTEÍNAS BP 180 E BP 230
DOS HEMIDESMOSSOMOS.
+ A – NEURITE VESTIBULAR
+ B – AVC
+ C – RVO ALTERADO À
ESQUERDA
+ Diminuição do ganho em
canais lateral esquerdo e
anterior esquerdo com sacada
desorganizadas e descobertas
+ A – AVC
+ B – NISTAGMO
MULTIDIRECIONAL, NISTAGMO
VERTICAL PURO, NISTAGMO
HORIZONTAL PURO, PRESENÇA
DE NISTAGMO COM RVO
PRESERVADO, ALTERAÇÃO DE
RASTREIO/SACADA, DESVIO
SKEW
+ C – Ressonância magnética de
encéfalo
+ D – Ressonância magnética de
corte axial com janela para fossa
posterior, com aparente isquemia
em vermis cerebelar a esquerda
+ A – OTOSCLEROSE CLÍNICA BILATERAL
+ Mulher jovem, plenitude, autofonia,
zumbido, otoscopia sem alteração, PA na
acumetria
+ B – Audiometria tonal, vocal e
imitanciometria
+ Fase clínica → PA condutiva
+ Fase coclear → PANS ou PA mista
+ C – O efeito on-off ocorre na
imitanciometria e é a inversão do eixo de
rotação nos estágios iniciais da fixação do
estribo, pode até ter a presença do reflexo
estapediano
+ D – 1 – EMINÊNCIA PIRAMIDAL, 2 – RAMO
LONGO DA BIGORNA, 3 – CRURA
POSTERIOR DO ESTRIBO, 4 – NERVO
FACIAL (SEGMENTO TIMPÂNICO), 5 –
ANEL TIMPÂNICO, 6 – JANELA REDONDA
+ A – PEATE OU RESSONÂNCIA
NUCLEAR MAGNÉTICA DE
OSSO TEMPORAL OU DE
ÂNGULO PONTOCEREBELAR
+ Paciente com histórico de PAIR –
é esperada perda próximo a 4
KHz, porém na áudio existe uma
discrepância entre os lados
direito e esquerdo.
+ Em relação à discriminação, o
paciente apresenta baixa
discriminação →
RETROCOCLEAR
+ B – SCHWANNOMA DO VIII
PAR OU VESTIBULAR À DIREITA
+ C – ESTÁGIO II = Pequena
projeção para a cisterna, não
sendo apenas intracanalicular
+ À esquerda → corte axial
+ À direita → corte coronal
+ Ambos em T1 com contraste, assim
o tumor acaba tendo um realce
homogêneo e hipercaptante
+ D – Tratamento expectante
(tumores menores que 3 cm e
com audição preservada em
paciente idoso); Cirurgia com
acesso via fossa média (paciente
com audição preservada e tumor
pequeno) ou via retrolabiríntica;
Radiocirurgia estereotáxica
+ A – Fístula liquórica nasal, fístula
liquórica paradoxal, pseudofístula,
rinite vasogênica ou outra não
alérgica, rinite alérgica
+ B – Injeção de fluoresceína intratecal,
solução hipodensa de fluoresceína 5%
2,5 mg/ml, ou fluoresceína 5% 0,5 ml
em 10 ml de água destilada
+ C – VACINA ANTIPNEUMOCÓCICA,
Cirurgia endoscópica nasal para
fechamento da fístula liquórica,
cabeceira elevada, dieta laxativa
+ D – Enxertos → fáscia, mucoperiósteo,
músculo, gordura, osso, cartilagem;
Retalho de concha nasal e de
mucoperiósteo septal
+ A – Presença de crosta e/ou sinal de necrose em
corneto médio esquerdo, presença de mucosa
nasal pálida, mucosa de corneto médio esquerdo
comprometida com ausência de sangramento
mesmo após manipulação, presença de secreção
espessa proveniente de meato médio a esquerda
+ B – Black Sign Turbinate ou sinal do corneto que
não contrasta → os locais desvitalizados e com
necrose pela angioinvasão das hifas são áreas que
não contrastam (ausência de difusão) com o
gadolíneo
+ C – Transplante, leucemia aguda, linfoma, anemia
aplásica, mieloma múltiplo, esteroides sistêmicos,
drogas citotóxicas, irradiação, distúrbios
imunológicos, insuficiência renal, má nutrição,
gastroenterite, lesão por queimadura

+ D – Correção dos distúrbios metabólicos ou


imunológicos subjacentes, terapia antifúngica
intravenosa, desbridamento cirúrgico amplo de
todos os tecidos afetados e desvitalizados
+ A – Presença de erosão atical.
Exames: Audiometria,
tomografia dos ossos temporais
e RNM de ouvidos
+ B – Perda auditiva mista a
severa à esquerda
+ C – A = T2 (presença de lesão
hiperintensa ocupando a
mastoide e a fenda timpânica a
esquerda); B = T1 com
gadolíneo (presença de lesão
hipointensa e sem realce pelo
contraste em topografia de
mastoide e fenda timpânica a
esquerda); C = Difusão
(presença de restrição à difusão
em topografia de mastoide e
fenda timpânica a esquerda)
+ D – Otite média crônica
colesteatomatosa. Indicação de
mastoidectomia e
descompressão do nervo facial
sem abertura da bainha do
nervo
+ A – Perda auditiva neurossensorial
profunda bilateral
+ B – Tomografia de ossos temporais,
RNM de ouvidos, VDRL, FTA-Abs, Anti-
HIV, FAN, sorologia para doença de
Lyme, painel genético
+ C - Desmineralização pericoclear,
cóclea disfórmica, vestíbulo disfórmico,
nipple sign (presença de foco de
desmineralização em topografia de
conduto auditivo interno. Dx –
OTOSCLEROSE
+ D – IMPLANTE COCLEAR –
reconhecimento de sentenças em
conjunto aberto com AASI < 50%.
Complicações → estimulação do nervo
facial, falso trajeto do implante,
colocação parcial dos eletrodos ou sem
possibilidade de colocação
+ A – SONOENDOSCOPIA
+ B – USO DO MIDAZOLAM → Diluição
em soro fisiológico em gotejamento
lento em equipo de microgota com
infusão até o alcance do nível de
sedação desejado e então interrompido;
ou em infusão contínua; ou em bôlus
inicial associado à infusão contínua de
propofol; tempo de meia-vida do
midazolam é de 2 e 4 horas. O
Antagonista é o FLUMAZENIL!
+ C – Obstrução anteroposterior,
classificada como grau 4 por acometer
75 a 100% da região com obstrução. A
região em questão é a base da língua
+ D – APARELHO INTRAORAL OU
CIRURGIA DE AVANÇO
MAXILOMANDIBULAR
+ A – FRIEDMAN I
+ B – APNEIA DO SONO GRAVE
→ IAH de 21
+ C – Obesidade, doenças
sindrômicas, alterações
craniofaciais, doenças
neuromusculares,
mucopolissacaridose, anemia
falciforme, discordância entre o
tamanho das tonsilas e o
quadro clínico
+ D – A partir de 14 cm H2O
+ A – Neoplasia maligna de laringe ou
câncer de laringe ou câncer glótico,
laringite crônica
(paracoccidioidomicose, Histoplasmose,
DRGE)
+ B – T1aN0M0
+ C – T2N2cM0
+ T2 porque se estende pra supraglote
+ N2c porque já tem linfonodo contralateral
+ Proposta terapêutica →
HEMILARINGECTOMIA À ESQUERDA +
EC RADICAL MODIFICADO
BILATERALMENTE

+ D – Cordectomia tipo II (subligamentar)


+ A – Muda vocal incompleta, falsete
mutacional, disfonia psicogênica, sulco
vocal, microdiafragma laríngeo, paralisia
bilateral do nervo laríngeo recorrente,
alterações hormonais (redução do GH,
hipotireoidismo congênito,
hipogonadismo), tumor de hipófise
+ B – Videolaringoestroboscopia, análise
acústica, dosagem de testosterona,
dosagem de DH, dosagem de TSH e
T4L, RM de crânio (se tumor de crânio),
eletromiografia laríngea (se paralisia
bilateral do nervo laríngeo recorrente)
+ C – Fonoterapia ou fono + apoio
psicológico
+ D – Tireoplastia tipo III
+ A – PFAPA, NEUTROPENIA
CÍCLICA, SÍNDROME DE HIPER
IGD, FEBRE DO MEDITERRÂNEO,
PAROTIDITE RECORRENTE DA
INFÂNCIA
+ B – Indicação formal →
Faringotonsilite crônica,
faringotonsilite de repetição que
preenche critérios de Paradise,
síndrome da apneia obstrutiva do
sono em associação à hipertrofia
tonsilar, portadores assintomáticos
de estreptococo GAS que tenham
sido refratários ao tratamento.
+NÃO HÁ CONSENSO EM
RELAÇÃO À PANDAS!
+ C – PAROTIDITE RECORRENTE DA
INFÂNCIA.
+ EXAME = SIALOGRAFIA → “imagens tipo
salsichão” = processo inflamatório crônico
da glândula
+ Resultado das deformidades do sistema
ductal causadas pela doença →
SIALOECTASIAS DUCTAIS PONTIFORMES
+ D – Vantagens → Sialorressonância é o
padrão-ouro e possibilita a identificação das
alterações ductais típicas sem a necessidade
de injeção de contraste (enquanto que a
sialografia é mais invasiva, depende da
manipulação do ducto e do uso de contraste
iodado)
+ Desvantagens → tempo de execução do
exame, dificuldade de obtenção de imagens
de qualidade, custo elevado e claustrofobia
de alguns pacientes
+ A – A TANU deve ser realizada em
todos os recém-nascidos, período
ideal de 24 a 48 horas de vida (se
possível, antes da alta hospitalar).
+Este paciente não tem indicador
de risco para deficiência auditiva,
por essa razão deveria ter sido
realizada a pesquisa de EOA com
resultado de emissões presentes
bilateralmente. PREMATURIDADE
NÃO É IRDA!
+ B – Laringomalácia grave, paralisia
de prega vocal, fenda
laringotraqueal
+ C – FENDA LARINGOTRAQUEAL.
CLASSIFICAÇÃO DE BENJAMIN-INGLIS
+ TIPO 1 = a fenda se encontra nos tecidos moles
da região interaritenoidea, sem
comprometimento da cartilagem cricoidea
+ TIPO 2 – a fenda se estende abaixo das pregas
vocais envolvendo a cricoide, mas sem alcançar a
borda inferior desta cartilagem
+ TIPO 3 = a fenda se estende por toda a
cartilagem cricoidea, com ou sem
comprometimento da traqueia cervical
+ TIPO 4 = a fenda laringotraqueal é completa, se
estendendo para dentro do tórax, podendo
atingir até a carina
+ D – PALPAÇÃO DA CRICOIDE
POSTERIOR para identificaçãoe
adequada classificação da
fenda
+ A – FISSURA LABIOPALATINA
TRANSFORAME BILATERAL
COMPLETA
+ B – 3 MESES
+ C – TÉCNICA DE SPINA
+ D – CRIAÇÃO DE SLING
MUSCULAR
+ A – Rinossinusite crônica
+ B – Tomografia dos seios da
face
+ C – Presença de imagem com
atenuação de partes moles e
nível hidroaéreo preenchendo
o seio maxilar esquerdo e
células etmoidais esquerdas,
presença de imagem nodular
calcificada em seio maxilar
esquerdo
+ D – Sinusotomia maxilar e
etmoidectomia esquerdas.
+ A – DOENÇAS SISTÊMICAS → SARCOIDOSE, AMILOIDOSE,
LINFOMA; HORMONAL; TABAGISMO; ETILISMO;
RESPIRADOR BUCAL; MEDICAMENTOSA; SÍNDROME DE
SJOGREN; XEROSTOMIA SENIL; DOENÇA IMUNOMEDIADA
PELO IGG4; RADIOTERAPIA
+ B – SIALOMETRIA, TESTE DE SCHIRMER, TESTE DE
COLORAÇÃO OCULAR, ANTI-SSA, BIÓPSIA
+ C - Cintilografia, sialometria, sialografia
+ D – SIALOADENITE FOCAL LINFOCÍTICA

+ E – Glândula salivar labial com sialoadenite linfocítica focal em


1 ou mais focus por 4 mm2 = 3 pontos + Anti-SSA positivo = 3
pontos + Schirmer <= 5 mm/5 min = 1 ponto + Sialometria <=
0,1 ml = 1 ponto → Total 8 pontos

+ F – Evitar açúcar, higiene oral, protetor labial, hidratação,


estimulação salivar com alimentos cítricos
+ A – LESÃO EXULCERADA NO
PALATO DURO, DE BORDAS
ELEVADAS E HIPEREMIADAS
+ B – SÍFILIS SECUNDÁRIA
+ C – VDRL e FTA-Abs
+ D – Punção liquórica
+ Penicilina Benzatina 2,4 milhões UI
intramuscular por 3 semanas

+ F – REAÇÃO DE JARISCH-
HERXHEIMER. Orientação,
sintomáticos como anti-inflamatórios
não esteroidais ou antipiréticos
+ A – SÍNDROME DE TERCEIRA
JANELA
+ B - AUDIOMETRIA COM
IMITANCIOMETRIA, VEMP,
TOMOGRAFIA DE MASTOIDES
COM CORTES FINOS <5 MM
E/OU INCIDÊNCIA OBLÍQUA
+ C – NISTAGMO TORCIONAL
PARA A DIREITA (ANTI-HORÁRIO)
COM COMPONENTE VERTICAL
INFERIOR
+ D – ASSIMETRIA INTERAURAL DE
AMPLITUDE COM EVOCAÇÃO
EM BAIXOS LIMIARES
(EVOCAÇÃO PATOLÓGICA)
+ A – NISTAGMO PROVOCADO
POR HIPERVENTILAÇÃO
HORIZONTAL PARA A DIREITA
+ B - SCHWANNOMA
VESTIBULAR E PAROXISMIA
VESTIBULAR
+ C – RESSONÂNCIA
MAGNÉTICA DE ÂNGULO
PONTO-CEREBELAR E
MASTOIDES
+ D – PERDA AUDITIVA
NEUROSSENSORIAL EM ALTAS
FREQUÊNCIAS
+ A - Internamento em UTI >5 dias, uso
da Furosemida, uso de Ventilação
mecânica (INDEPENDENTE DO
TEMPO)
+ Outros: Apgar <4 no 1º min e <6 no 5º
min; Peso < 1500g; Preocupação dos
pais em relação à audição
+ B – Não, por ser criança com fator de
risco ela necessita realização de BERA
automático para o diagnóstico
+ C – Presença de secreção e bolhas
retrotimpânicas, devido a quadro de
otite média de efusão em ouvido
direito em processo de involução. As
EOA vão ser ausentes devido a quadro
de secreção em orelha média.
+ D – Ausência de ondas I, III, V mesmo
no máximo de intensidade da via aérea
(90 dB) e via óssea (55 db)
+ E – 1) Presença de microfonismo coclear
(presente e prolongado);
+ E – 2) o MC desaparece
+ O estímulo alternado é a soma da polaridade
dos estímulos rarefeito e condensado
+ E – 3) o MC desaparece, porque quando
clampeia o fone não ocorre o estímulo
auditivo
+ O MC é estímulo-dependente! Se tira o estímulo
e desapareceu, tem certeza que é microfonismo!
+ A técnica do fone clampeado pode ser utilizada
tanto no BERA quanto na ECOG
+ F – NEUROPATIA AUDITIVA
+ KERNICTERUS CLASSICAMENTE PODE FAZER
NEUROPATIA AUDITIVA
+ GENE OTOF → Bom prognóstico para IC
+ PRÉ-SINÁPTICO → Ausência de potencial de
ação, bom prognóstico para o IC
+ PÓS-SINÁPTICO → Potencial de ação presente,
IC só faz by-pass da cóclea mas com o nervo
funcionando, é mau prognóstico para IC
+ Quanto mais distal na via, pior o prognóstico!!!
+ G – Mau prognóstico para implante coclear
+ A – Perda auditiva neurossensorial à esquerda com
audição normal à direita
+ B - Surdez súbita, solicitação de audiometria tonal e
vocal e imitanciometria
+ C – 1) Presença de perda auditiva neurossensorial de
grau leve (média tritonal em 500, 1000 e 2000 Hz) em
ouvido esquerdo.
+ C – 2) Definição de surdez súbita → Perda auditiva
neurossensorial em 3 frequência contínuas, até 30 dB, em
até 72 horas.
+ D – Recomendadas: Corticoterapia sistêmica e câmera
hiperbárica.
Não recomendadas: Aciclovir e Pentoxifilina (antivirais,
vasodilatadores – incluindo Ginkgo biloba)
Medicação utilizada: Prednisona 60 mg/dia ou
Dexametasona 10 mg/dia ou Metilprednisolona 48 mg/dia
+ E –1) BERA ou RM com contraste + Exames
laboratoriais → VDRL, anti-HIV, FAN, HbA1C,
marcadores para DIMOI
+ E – 2) Bom prognóstico → Curva ascendente, jovem,
Mau prognóstico → Mulher, curva plana
F – CTC intratimpânico e câmara hiperbárica
+ A – OD – Perda auditiva condutiva leve;
OE – Perda auditiva condutiva moderada
+ B - Otosclerose e síndrome da terceira
janela (deiscência de canal semicircular
superior e fístula perilinfática → janela
redonda, janela oval, CSC lateral)
+ C – Curva As
+ Otosclerose → ausente (efeito on-off pode
estar presente)
+ Deiscência CSC superior → presente
+ D – Tomografia dos ossos temporais
+ E – Sinal do Duplo Halo e Sinais de
desmineralização na janela oval, no
vestíbulo e no conduto auditivo interno
(chamado NIPPLE SIGN = SINAL DO
MAMILO)
+ E – Sinal do Duplo Halo e Sinais
de desmineralização na janela
oval, no vestíbulo e no conduto
auditivo interno (chamado
NIPPLE SIGN = SINAL DO
MAMILO)
+
+ A – Leucoplasia verrucosa
proliferativa
+ B – Não. A principal hipótese
diagnóstica clínica da lesão
referida é de carcinoma verrucoso
(evolução esperada dos quadros
de leucoplasia verrucosa
proliferativa)
+ C – Alto.
+ D – Leucoplasias em mulheres,
longo tempo de duração da lesão,
leucoplasia em não fumantes,
localização em assoalho bucal e
borda lateral da língua, leucoplasia
não homogênea, presença de
displasia epitelial.
+ A – Presença de numerosas pápulas ou
petéquias vermelhas dispersas (1-2 mm)
+ B – TELANGIECTASIA HEMORRÁRICA
HEREDITÁRIA (THH) ou SÍNDROME DE
RENDU-OSLER-WEBER. Critérios
diagnósticos (3 dos 4): epistaxe espontânea
recorrente, telangiectasias da pele e da
mucosa, malformações arteriovenosas
envolvendo pulmões/fígado/SNC, histórico
familiar de THH.
+ C – Casos leves não demandam tratamento;
casos moderados podem fazer
CRIOCIRURGIA SELETIVA ou
ELETROCAUTERIZAÇÃO DE VASOS; casos
graves CIRURGIA SEPTAL. Reposição de
ferro, terapia combinada de estrogênio e
progesterona. As lesões no cérebro podem
predispor ao desenvolvimento de abscessos
cerebrais.
+ D – Mononucleose infecciosa. Epstein-Barr
vírus.
+ F – 1) Bifosfonados e Cloreto de
Sódio
+ F – 2) Efeitos colaterais dos
Bifosfonados: Osteonecrose de
maxila e mandíbula, náuseas,
vômitos, dor abdominal, esofagite
erosiva
+ F – 3) VEMP NA OTOSCLEROSE →
Fixação de cadeia ossicular (e
qualquer outra causa de perda
auditiva condutiva) → NÃO VAI
TER TRAÇADO
+ OBS → Na deiscência de CSC
superior → VEMP tem assimetria
interaural de amplitude, redução do
limiar de resposta (evocação
patológica), aumento de amplitude
+ DOENÇA
+COMO REALIZAR O DIAGNÓSTICO?
+ CLASSIFICAÇÃO:
+EXAMES COMPLEMENTARES E ALTERAÇÕES:
+COMO TRATAR?
+ DOENÇA DE MENIÉRE

+COMO REALIZAR O DIAGNÓSTICO?


+ CLASSIFICAÇÃO:
+EXAMES COMPLEMENTARES E ALTERAÇÕES:
+COMO TRATAR?
+ PAROXISMIA VESTIBULAR

+COMO REALIZAR O DIAGNÓSTICO?


+ CLASSIFICAÇÃO:
+EXAMES COMPLEMENTARES E ALTERAÇÕES:
+COMO TRATAR?
+ NEURITE VESTIBULAR

+COMO REALIZAR O DIAGNÓSTICO?


+EXAMES COMPLEMENTARES E ALTERAÇÕES:
+COMO TRATAR?
+ Paralisia de prega vocal, laringomalácia (MAIS COMUM) e estenose
subglótica
+ A – TIPO 2
+ B – TIPO 3
+ C – TIPO 1
+ Nervo Acessório, Músculo Esternocleidomastoideo e Veia Jugular
INTERNA
+ Abscesso retrofaríngeo
+ Cordotomia posterior à direita
+ Indicado em casos de paralisia laríngea BILATERAL em adução
+ 1) Sinal do Polegar – Haemophilus influenzae tipo B
+ 2) Sinal da Torre DE IGREJA – Vírus Parainfluenza TIPO I
+
+
+ Anterior → Parede posterior do conduto auditivo externo
+ Posterior → Seio sigmoide
+ Superior → Tégmen timpânico
+ Inferior → Bulbo da Veia Jugular
+ Medial → Canal semicircular lateral
+ RESPOSTA:
+ DISPLASIA DE SEGUNDO GRAU
+ ALPORT
+ PENDRED
+ USHER
+ STICKLER
+ MOEBIUS
+ HELLER
+ POLAND
+ COGAN
+ Sensorial, estrial,
mecânica, neural
+ Sensorial
+ ESTRIAL
+ Hipoacusia e zumbido
+ ARTERIOGRAFIA DIGITAL
+ C2
+ Artéria faríngea ascendente
+ 1) Meato acústico interno à direita

+ 2) Tégmen timpânico à esquerda

+ 3) Espaço de Prussak à direita

+ 4) Giro basal da cóclea à esquerda

+ 5) Esporão de Chausset à direita


+ 2 – Cabeça do martelo direito
+ 3 – Nervo Facial – porção
TIMPÂNICA à direita
+ 4 – Nervo facial – gânglio
geniculado direito
+ 9 – Septo de Koerner à direita
TEORIAS DO COLESTEATOMA
+ Migração, proliferativa, invaginação e metaplasia
+ Grau moderado
+ Mucocele, granuloma de colesterol e colesteatoma
+ Mucocele → HIPER / HIPER
+ Síndrome de Terceira janela, schwannoma do VIII nervo, migrânea
vestibular → CONFERIR!!!
+ Manobra de Lempert ou Barbecue – Indicado para Canalolitíase de
CSC lateral
+ Manobra de Yacovino, indicada para VPPB de canal semicircular
anterior
+ Papiloma invertido
+ Nasoangiofibroma juvenil à direita
+ Sinal de Holman MILLER
+ Artéria MAXILAR
+ 3B
+ Forma poliostótica da dysplasia fibrosa, manchas cutâneas em café
com leite (HIPERPIGMENTADAS) e puberdade precoce NO SEXO
FEMININO
+ Tríade se Santer – DREA = DOENÇA RESPIRATÓRIA EXACERBADA
PELA ASPIRINA
+ GRUPO 3 – PÓS-SEPTAL INTRACONAL
+ Artéria etmoidal anterior à esquerda
+ S-Point
+ Agger nasi a esquerda
+ Concha media paradoxal à direita
+ CÉLULA DE KUHN TIPO 3
+ 1a → Penicilina Benzatina 2,4 milhões UI IM dose única
+ 2a → Penicilina Benzatina 2,4 milhões UI IM seminal por 3 semanas
+ 3a → Penicilina Benzatina 2,4 milhões UI IM seminal por 3 semanas
+ Neurossífilis → Penicilina Cristalina Endovenosa 10-14 DIAS
+ 1) Anatomopatológico – presença de fenda ACANTOLÍTICA subepitelial /
Imunofluorescência direta – presença de padrão linear subepitelial
+ Penfigoide bolhoso
+ LINHAS DE BURTON
+ Actinomicose
+GRÂNULO DE ENXOFREEEEEEEE
+ Actinomyces israelli
+ Cristas epiteliais em dentes de serra
+ Hiperqueratose
+ Corpos de Civatte
+ Aftas orais, úlceras genitais e uveíte anterior ou posterior de caráter
recidivante
+ Ciclofosfamida e CORTICOIDE
+AZATIOPRINA TAMBÉM PODE
+ Grânulos de Fordyce
+ Glossite romboidal mediana
+ Doença de Riga-Fede
+ Músculo Palatofaríngeo

+ Músculo Constritor Superior


+3
+4
+4
+2
+1
+2
+ Padrão 1 = LATERO-LATERAL / 2 = Concêntrico
+ 1 → Epiglote / Laringe
+ 2 → Velofaringe / Orofarínge
+ Propofol, Midazolam, Dexmedetomidina
+ Midazolam
+ Sedação profunda
+ N2

+ só um complexo K já define
+ Pra marcar os eventos respiratórios preciso de quantas épocas?
+ Pelo menos 4 épocas → 2 a 3 minutos!
+ Le For II
+ A – Pápulas brancas ou branco-amareladas com
cerca de 1 mm de diâmetro envolvendo a linha
média, próximas da junção do palato duro com o
palato mole.
+ B – PÉROLAS DE EPSTEIN – Cistos de
desenvolvimento (cistos palatinos do recém-
nascido)
+ C – Nódulos de Bohn – cistos de
desenvolvimento; Cisto gengival (alveolar) do
recém-nascido – cistos originados dos
remanescentes da lâmina dentária
+ D – Não necessitam tratamento porque sofrem
regressão espontânea.
+ A – Calcificação do ligamento estilo-hioideo.
+ B – Síndrome de Eagle (Sd estiloide ou da
artéria carotídea)
+ C – Após amigdalectomia ou trauma no
pescoço (acidente de carro – whiplash)
+ D – Depende da gravidade dos sintomas →
leve = tranquilizar o paciente ou injeções
locais de CTC; graves = excisão cirúrgica
parcial do processo estiloide alongado ou do
ligamento estilo-hioideo mineralizado (acesso
intraoral)
+ A – Anemia, hemorragia digestiva,
emagrecimento, disfagia e
odinofagia, sintomas de grande
intensidade
+ B – Endoscopia digestive alta
+ C – Medidas comportamentais,
inibidor de bomba de protons em
dose dobrada por 4 a 12 semanas
→ Omeprazol 80 mg/dia,
Lansobrasol 60 mg/dia,
Pantoprazol 80 mg/dia,
Rabeprazol 40 mg/dia,
Esomeprazol 80 mg/dia
+ D – Fundoplicatura de Nissen
+ A – Nasofibroscopia indireta (ou
laringoscopia indireta ou
laringoscopia direta)
+ B - Paralisia de prega vocal
bilateral
+ C – Ressonância magnética do
crânio
+ D – Síndrome
De Arnold-
Chiari
+ A – Nasofibrolaringoscopia flexível
+ B – Déficit de atenção/hiperatividade OU respiração
oral
+ SINTOMAS DIURNOS → respiração oral, cefaleia matinal,
dificuldade de acordar, alterações de humor, deficit de
atenção/hiperatividade e sonolência diurnal (raro)
+ C – Linhas de Dennie-Morgan.
+ D - Não.
+ E – TTO clínico → CTC tópico ou antileucotrienos;
TTO cirúrgico → Adenotonsilectomia.
Fatores de risco: idade < 3 anos, gravidade da
apneia complicações cardíacas da AOS, obesidade,
prematuridade, anormalidades craniofaciais e
alterações neuromusculares
+ F – Hemorragias primárias (<24h) e tardias (>24h),
interrupção das atividades normais por dor. Outras
→ Desidratação pós operatória imediata e tardia,
obstrução das vias aéres por recidiva nas tonsilas (??)
+ A – Doença imunomediada da
orelha interna, Sd de Meniére
provável, otoscleroes coclear,
otossífilis, perda auditive induzida
pelo HIV, doenças autoimunes com
perdas de audição
+ B – Hemograma complete, VHS,
PCR, fator reumatoide, FAN,
dosagem do complemento total e
frações, anti-HIV, VDRL e FTA-Abs,
pesquisa de anticorpos
anticolágeno tipo II
+ C – Prednisona 1-2 mg/kg/dia ou
na dose 60 mg/dia por 30 dias
+ D – Pesquisa do anticorpo anti-hsp
70 (ou anti-68kd)
+ A – Paciente não tem perda neurossensorial ou
apresenta perda auditiva neurossensorial
bilateral e simétrica
+ B – Fratura longitudinal em articulação
temporomandibular à direita
+ C – Gânglio geniculado ou segmento
timpânico do nervo facial à direita
+ D – OD – ipsi ausente / contralateral direito
presente;
OE – ipsi presente, contralateral esquerdo
ausente.
+ A – DOENÇA DA ORELHA MÉDIA
+ B - Vertigem paroxística benigna da
infância
+ C – Torcicolo benigno da infância e
cinetose
+ D – Nistagmo de posicionamento decúbito
dorsal vertical inferior, provável etiologia
central.
+ E – Tumores de fossa posterior, epilepsia.
Outros → Tumores de tronco, ataxias,
Síndrome de Arnold-Chiari
+ F – Restrição de alimentos de gatilho
(estimulantes, açúcares, industrializados,
embutidos), estímulo à atividade física,
hygiene do sono. Tratamento =
CINARIZINA / FLUNARIZINA / GINGKO
BILOBA / CLONAZEPAM
+ A – PEATE. Porque a criança tem indicador de risco para
deficiência auditive (CMV na gestação da mãe) e porque
mesmo que for a das metas das Diretrizes de Saúde Auditiva
a tanu é recomendada para todos os RN no Brasil
+ B – Perda auditiva neural, avaliação subjetiva em pacientes
difíceis de serem avaliados por métodos subjetivos,
prognóstico evolutivo da hidropsia endolinfática ou Doença
de Meniére, detecção precoce e monitoramento da PAIR,
monitoramento da função coclear durante uso de medicação
ototóxica, avaliação de pacientes adultos simuladores,
neuropatia auditiva, monitorização da orelha interna durante
as cirurgias
+ C – EOA AUSENTE → Otite media serosa, otoscleroses,
disjunção de cadeia. TV NÃO ALTERA EOA!!!!
+ D – Na presença de sintomas de infecção ou obstrução nasal
relacionados com a adenoide
+ E – Seguimento e nova avaliação auditiva pelo médico
assistente dentro de 3 meses, não encorajar proteção
auricular de rotina, não se recomenda aplicação de ATB gotas
otológicas de rotina no pós-op, e na vigência de otorreia não
complicada é preferível o uso de ATB tópico
+ F – Otorreia recorrente ou persistente, evidência de
Pseudomonas aeruginosa ou S. aureus em culturas do ouvido
médio durante as infecções crônicas, crianças com fatores de
risco para infecção e complicações, exposição a água
contaminada, crianças com desconforto no ouvido durante a
natação e mergulho profundo (??)
+ A – Presença de áreas de densidade
metálica em seio maxilar esquerdo,
presença de velamento em seio maxilar
esquerdo, alargamento do complex
ostio-meatal esquerdo, desvio septal
para a esquerda, corneto inferior
direito hipertrófico/vicariante, corneto
médio bolhoso à esquerda
+ B - Remoção cirúrgica da bola fúngica
com cirurgia endoscópica nasal e
aeração do seio maxilar esquerdo
+ C – Antrostomia maxilar por via
endoscópica nasal, maxilectomia
medial, acesso pré-lacrimal,
abordagem pela fossa canina e/ou
Caldwel Luc, cirurgia combinada com
caldwel luc e cirurgia endoscópica
nasal
+ A – Teste de Milder ou teste com
colírio de fluoresceína, irrigação das
vias lacrimais excretoras, sondagem
das vias lacrimais, teste de Jones 1, + C - LINHA MAXILAR OU BORDA POSTERIOR DO PROCESSO FRONTAL DA MAXILA → Ponto inicial
teste de Jones 2 de referência
+ B – Significa que o canalículo que + D – Válvula de HASNER
está sendo sondado está íntegro
+ E – Falha na localização do saco lacrimal, tecido de granulação e/ou sinéquia entre o flap de
mucosa e a concha media, inadequada abertura óssea, neoformação óssea, sangramento, desvio
septal não resolvido, granuloma obstruindo o óstio de drenagem

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