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Classificação de Orações Coordenadas e Subordinadas

As orações coordenadas podem ser copulativas, adversativas, disjuntivas, conclusivas ou explicativas. As orações subordinadas dependem de uma oração principal e podem ser adjectivas ou adverbiais. Resumos e resumos fornecem as informações essenciais de um documento de forma concisa.

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Classificação de Orações Coordenadas e Subordinadas

As orações coordenadas podem ser copulativas, adversativas, disjuntivas, conclusivas ou explicativas. As orações subordinadas dependem de uma oração principal e podem ser adjectivas ou adverbiais. Resumos e resumos fornecem as informações essenciais de um documento de forma concisa.

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ORAÇÕES COORDENADAS

As orações coordenadas podem ser: Copulativas, adversativas, disjuntivas, conclusivas


e explicativas.

a) Orações Copulativas: são as que exprimem uma simples adjunção, ou adição,


de afirmação (Orações). Exemplos: Os rapazes correm, jogam e riem.

Chamam-se coordenadas sindéticas as orações ligadas por assindéticas as separadas por


virgulas.

b) Orações Adversativas: são coordenadas adversativas as orações em que se


estabelece uma oposição entre o que se afirma na primeira e na segunda.
Exemplo: vieste, mas não chegaste a tempo.
c) Orações Disjuntivas: são disjuntivas as orações coordenadas que estabelecem
uma alternativa entre o que se afirma na primeira e segunda: o reu ora afirmava
isto, ora dizia aquilo.
d) Orações Conclusivas: é conclusiva a oração coordenada que, a partir do
conteúdo da primeira conclui o conteúdo da segunda: Tu sabes, logo não
reprovaras.
e) Orações Explicativas: é explicava a oração coordenada que explica a razão do
conteúdo da primeira: Sai dessa cama, pois não esta doente.

ORAÇÕES SUBORDINADAS

Subordinação é a relação de dependência entre frases parciais de uma frase complexa.


As subordinadas são todas as frases dependentes, e as subordinantes são frases
dominantes, superiores às subordinadas. As Orações Subordinadas: são orações que se
ligam à subordinante por meio de uma conjunção ou locução conjuncional, para
completarem o seu sentido, ou para caracterizarem alguns dos seus elementos.

Exemplo: O filho pede a mãe que lhe dê uma bicicleta

(Subordinante) (Subordinada Integrante)


As palavras introdutórias da subordinada dão origem à seguinte subclassificação:

 Frase Conjuncional: se a palavra introdutora da subordinada for uma


conjunção; exemplo: Embora tivéssemos chegado a horas não vimos o início do
filme (a conjunção “embora” expressa o valor de oposição).
 Frase Relativa: se elemento introdutor for um pronome ou um adverbio
relativo. Exemplo: Estas férias que eu passei na montanha, foram melhores que
tive até hoje.
 Frase Interrogativa: se o elemento introdutor for um pronome ou um adverbio
interrogativo. Exemplo: o que não se, não me interessa.

CLASSIFICAÇÃO DAS SUBORDINADAS

Quanto a subclassificação as subordinadas podem ser: adjectivas: (relativas,


explicativas e restritivas), e as adverbias: (temporais, causais, finais, condicionais,
comparativas, consecutivas e concessivas.

Oração relativa explicativa e Relativa Restrita

1. Orações Adjectivas
a) A oração relativa explicativa: não é indispensável ao sentido da frase, podendo
suprimir-se. Exemplo: esta menina precisa do nosso carinho.
b) Relativa restrita: como induz uma restrição de sentido, é indispensável, não
podendo suprimir-se: O rapaz que partiu o vidro terá de o pagar.
2. Orações Adverbias
a) Oração Temporal: indica a nocao do templo, esta pode aparecer explicativa ou
não. Exemplos: Compraremos um carro quando tivermos dinheiro.
(Subordinante) (Subordinada temporal)
b) Orações Causais: indica a causa ou o motivo.
Exemplo: ontem não vieste, porque estiveste doente.
(Subordinante) (Subordinada causal)
c) Oração Final: remete ao término da acção ou o fim.

Exemplo: diga tudo isto, para que não erres futuramente.


(Subordinante) (Subordinada final)
d) Oracao Condicional: a realização ou concretização depende de um outro
elemento. Exemplo: Irei contigo a Roma, se conseguires dinheiro.
(Subordinante) (Subordinada condicional)
e) Oração Comparativa: Estabelece uma comparação entre dois elementos.
Exemplo: Tratar-te-ei como tu te portares.
(Subordinante) (Subordinada comparativa)
f) Oração concessiva: indicam uma concessão (pode haver dificuldades, mas a
acção realizar-se-á. Exemplo: iremos a serra da estrela, ainda que neve.
(Subordinante) (Subordinada
Concessiva)
g) Oracao Consecutica: indica uma consequência (o facto indicado na subordinada
é consequência do enunciado na subordinante).

Exemplo: Chove tanto, que não podemos sair.


(Subordinante) (Subordinada Consecutiva)
h) Oração Gerundiva: é aquela subordinada que apresenta verbos conjugados no
gerúndio. Exemplo: Estando eu a estudar, eles chegaram em Algazarra

TOMADA DE NOTAS

Consiste na redução dum texto seleccionados de forma sintética, determinadas


informações dum texto muito longo. É o registo de informações de maior relevância.

Regras a obedecer na tomada de notas:

a) A partir de texto oral


 Ouvir com atenção, compreender o que está sendo dito, maior atenção às
repetições de ideias, controlar o tom de voz do orador, registar as informações
importantes.
b) A partir do texto escrito
 Ler o texto pelo menos 2 vezes, compreender o conteúdo ou assunto do texto,
usar números ou letras para hierarquizar as informações, de cada parte do texto,
destacar as ideias participais e palavras-chave de cada parte, produzir um novo
texto das notas anteriormente tomadas.
c) Técnica de Economia de palavras
 Uso de símbolos, uso de siglas e abreviaturas, a nominalização.

O RESUMO

O resumo é um texto que apresenta as ideias ou factos essenciais desenvolvidas num


outro texto, expondo-os de um modo abreviado e respeitando a ordem pela qual surgem.
Resumir um texto é condensar as ideias principais, respeitando o sentido, a estrutura e o
tipo de enunciação.
O resumo encara o texto como um todo, não é uma sequência de frases autónomas, é um
conjunto de ideias ordenadas, numa totalidade, formal e significativa.

Elaboração do Resumo

Para elaborar um resumo, consideram-se duas fases: Compreensão da estrutura do texto


a resumir e redação de um novo texto.

a) Compreensão do texto Original:

Leitura global, leitura para descoberta da organização do texto:

 Levantamento das ideias ou factos essenciais e detecção do seu encadeamento.


 Apos uma primeira leitura de lápis na mão deve-se: dividir o texto em partes, dar
título a cada das partes, assinalar as palavras-chave, detectar informações dadas
pelo título, pela introdução, pelo desenvolvimento e pela conclusão.
b) Construção do novo texto (Resumo)
 Seleccionar as ideias ou factos essenciais do texto original que constarão no
resumo. Suprimir: palavras ou frases referentes a ideias ou factos secundários,
repetições e redundâncias, interjeições e tudo o que contribua para um estilo
particular do texto.
c) Construção do resumo

Manter os valores mais significativos nos textos que fornecem dados em números,
escolher o vocabulário com rigor, de modo a evitar palavras inexpressivas, Redigir o
resumo em linguagem clara e concisa, não exprimir opiniões pessoais, não repetir frases
do autor directo em discurso indirecto, articular os parágrafos e as frases.

Textos Orais ou Escritos de Natureza Didáctica ou Cientifica

 Texto Expositivo: apresenta uma questão, situação ou problema, de modo a que


os destinatários obtenham um conhecimento, tanto quanto possível, completo o
se explana.
 Os textos Expositivos-Explicativos: são aqueles que transmitem reiais
informações dum determinado acontecimento. Com objectivo de fazer conhecer,
saber e compreender a explicação.

Tipos de Textos Expositivos-Explicativos

a) Os manuais escolares:
b) Os textos didácticos;
c) Textos de instruções: Exemplo, receita de cozinha;
d) Textos de pesquisa científica, antropológico, histórico.

Grelha de Descoberta

O conteúdo de um texto expositivo passa pela rede de perguntas abaixo apresentadas:

 Causas: (quem?’ o que?; a quem?);


 Circunstancia (Onde?; Quando?; Como?);
 Finalidades (Objectivo?; Consequência).

Características

Os Textos Expositivos-Explicativos, resumem-se em três momentos:

1. Fase de Questionar: apresentação do tema, assunto da exposição.


2. Fase de Resolução ou Desenvolvimento: em que se faz a narração do assunto.
3. Conclusão: faz resumo ou síntese das ideias fundamentais.

TEXTOS ARGUMENTATIVOS

Argumentação: é a arte de falar de modo a convencer. De acordo com Ribeiro et Al


(2010).

Texto Argumentativo: é aquele que a sua intenção de comunicação é fazer com que o
alocutário (leitor) adira a opinião defendida pelo locutor (escritor), com recurso a
argumentação.

Tipos de Argumentos

Na relação tese/argumentos, os argumentos podem ser exemplificativos ou ilustrativos.

 Exemplificativos: são aqueles que conduzem a uma conclusão ou tese, eles


aparecem antes de tese.
 Ilustrativos: são aqueles que legitimam a tese apresentada anteriormente,
aparecem depois da tese.

Tese: são argumentos exemplificativos e ilustrativos.

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