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UNIDADES, GRANDEZAS FISICAS E VETORES -7- Péra minimizar os danos causados por um furacdo a ‘vidas e propriedades, & essencial prever 0 seu percurso. Se um furacdo se destoca a 20 km/h a 53° a nordeste, quanto ele se deslocars rumo ao norte em uma hora? cestudo da fisica € importante porque essa ciéncia QO: uma das mais fundamentais. Cientistas de todas as disciplinas usam 0s eonceitos da fisiea, desde ‘0s quimicos, que estudam a estrutura das moléculas, até ‘0s paleontélogos que tentam reconstruir como os dinos- sauros caminhavam, e os climatologistas, que analisam como as atividades humanas afetam a atmosfera e os ‘oceanos. A fisica € também a base de toda engenharia € tecnologia. Nenhum engenheiro pode projetar uma tela plana de TV, uma nave espacial ou mesmo uma ratoeira mais eficiente, sem antes eniender os principios basicos da fisica, estudo da fisiea & também uma aventura, Ela poderd ser instigante, algumas vezes frustrante, ocasi nalmente laboriosa e, com freqiiéncia, significativamen- te compensadora e gratificante. Ela instigard o seu senso estético e sua inteligéncia racional. Se desejar saber por que 0 c€u € azul, como as endas de rédio se propagam através do espago ou como um satélite permanece em “rbita, voce encontrard as respostas aplicando os concei- tos fundamentais da fisica, Acima de tudo, voc€ passard 2 encarar a fisica como uma elevada aquisigao da mente humana na busca para compreender a nossa existéncia € ‘nosso mundo, OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM ‘Ao estudar este capitulo, vocé oprenderé: Quais s30 as grandezas mecénicas fundamentais € as unida- des usades pelos fisicos para medias. + Como nao perder de viste 0s algatismos mais sigificatives os seus calculos. + A diferenca entre grandezas escalares e vetores e como omar e subtrair vetores graficamente + Quais s20.05 componentes de um vetor e como usé-los em cleus. + 0 que sae vetores unitarios e como usé-los com componen tes para descrever vetores + Duas formas de mukiplicer vetores. Neste capitulo inicial, apresentaremos algumas pre- liminares importantes que serio necessérias em nossos cestudos. mos a natureza da teoria fisica € 0 uso izados para representar sistemas fisicos. temas de unidades ccrever grandezas fisicas e discutiremos como representar a ‘exatiddo de um niimero, Apresentaremos exemplos de pro- blemas para os quais ndo podemos (cu nao desejamos) ‘encontrar uma resposta exata, porém para os quais um cél- culo aproximado pode ser til e interessante. Finalmente, cestudaremos diversos aspectos dos vetores e da dlgebra vetorial. Os vetores serdo permanentemente necessérios ‘em nossos estudos de fisica para descrever e analisar gra dezas fisicas,tais como velocidade e fora, que possuem diregdo e sentido, 1.1 A natureza da fisica A fisica é uma ciéncia experimental. O fisico observa fendmenos naturais € tenta achar os padres € os prin pios que relacionam esses fendmenos. Esses padres so ‘denominados teorias fisicas ou, quando bem estabelecidas de largo uso, leis € prinetpios fisicos.2 FIsicat @) Figura. 1.1 ois ambientes de pesquisa. (@) Segundo 2, lend Galleu investgava a queda lire de compos, detando-s car da Tore de Psa, na di. Também se diz que ele estudou o moumento pen ‘ular observando as osclagbes de um candelabro na cateral ats da torre (b) O Telescépio Espacal Hubble @ 0 primero grande tolescé io Ser operada fora da atmostera terestre, Medidas omadas por ‘meio desse telescope 18m contribuide para determinar a idade © a taxa de expanszo do unwverso. ATENCAO 0 significado da palavra ‘teoria’ Chamar uma ida de teoria no significa que se trata apenas de um penss- ‘mento aleat6rio ou um conceito no comprovado. Ua teora & isso sim, uma explcagio de fendmenos naturas pautada em cobservacio e principios fundamen aeitos. Exemplo disso é ‘tbem fundamentad teora da evolsiobiolgie, resultant de textensiva pesquisa e observagio por geragbes de bilogos. O desenvolvimento de uma teoria fisica requer c vidade em todos os estigios. © fisico deve aprender a fazer perguntas pertinentes. projetar experimentos. para {entar responder a essas perguntas ¢ tirar conclusdes apro- priadas dos resultados, A Figura 1.1 mostra dois ambier tes onde foram realizadas renomadas experincias. De acordo com a lenda, Galileu Galileo Galilei — 1564-1642) deinava eair objetos leves ¢ pesados do topo da inclinada Torre de Pisa (Figura 1.18) para verificar se taxa de queda livre era constante ou nio. Galilew afirmava que somente a investigagio experimental poderia respon- der a essa pergunta, Examinando-se os resultados dessas experiéneias (que eram na verdade muito mais sofisticadas do que as contadas na lenda), ele deuo salto intitivo para © principio, ou teoria, segundo 0 «| corpo em queda livre no depende de seu peso. desenvolvimento de uma teoria fisica como a de Galileu € sempre um processo de mio dupla que comega ¢ termina com experimentos ou observacbes. Esse desenvol- ‘vimento normalmente segue caminhos indiretos, com becos sem saida, suposigées erradas e 0 abandono de teorias mal- idas em favor de teoriss mais promissoras. A fis 6 simplesmente uma colegio de fatos de principios: é também o processo pelo qual chegamos a prineipios gerais que descrevem como 0 universe fisico se comport. ‘Nunca se encara uma teoria como uma verdade final acabada. Existe sempre a possibilidade de novas obser: vvagies exigirem a revisio ou o abandono de uma teoria. Faz parte da natureza da teora fisica podermos desaprovar tama teoria ao eneontrarmos um comportamento que no seja coerente com ela, porém nunea podemos provar que uma teoria seja Sempre correta Retornando a Galileu, suponha que vo tuma bala de canhao © uma pena, Certamente elas ndo caem com a mesma aceleragao. Isto nao significa que Galileu estivesse errado; significa que sua teoria estava incompleta. Se deixissemos cair uma bala de canhio ¢ tuma pena no vécuo para eliminar os efeitos do ar, entio ‘com a mesma aceleraglo. A teoria de Galileu possui um limite de validade: ela se aplica somente a objetos para os quais a forga exercida pelo ar (devido a0 empuxo e 2 resistencia do ar) seja muito menor do que o peso do objeto. Objetos como penas ou paira-quedas esti claran ni Toda teoriafisica possui um limite de validade fora do qual ela nio pode ser aplicada. Freqiientemente um novo desenvolvimento na fisica estende o limite de validade de um principio. A andlise da queda livre de corpos fei por Galilew foi estendida 50 anos depois pela lei da gravi tagio e pelas Isis do movimento de Newton. site fora des 1.2 Solucdo de problemas de fi: Em algum ponto nos seus estudos, a maioria dos estu: dantes de fisica pensa: “Entendo os conceitos, mas nao consigo resolver os problemas.” Em fisica, porém, com: preender realmente um conceito ou principio € 0 mesmo ue ser capaz de aplicd-lo a uma variedade de problemas, priticos. Aprender a resolver problemas é fundamental, Vocé nao sabe fisica, a menos que voc® face fisica, Como se aprende a resolver problemas de fisica’? Em todo capitulo deste livro encontram-se as Evtratégias pare4 Soluedo de Problemas, que apresentam téenicas de pre- paro e solugio de problemas de modo eficientee preciso. Apés cada Estratégia para a solugo de problemas, hi ‘ou mais Exemplos resolvidos que demonstram a aplicagio ddessastécnicas (As Estratégias para a solucao de proble- ‘nas também previnem contra 0 isco de se usar téenicas incorretas.) Hi também exemplos extras que nio estio associados a uma estratégia em particular. Estdem essas «stratégias ¢ exemplos com atengio ¢ resolvam por si mes- ‘mos cada exemplo, num pedago de papel Diferentes téenicas so steis para a resolugio de diversos tipos de problemas de fisica ¢, por isso, este livro apresenta dezenas de Estratégias para a solugao de pro- blemas. Entretanto, seja qual foro tipo de problema a solu- hha algumas etapas essenciais a seguic. (As mesmas ‘tapas slo iguslmente tteis para problemas de matem: ca, engenharia, quimica e muitos outros campos.) Neste livro, organizamos esses passos em quatro etapas de solu- Go de problemas, Todas as Estratégias para a solugdo de problemas e Exemplos deste livro seguirio esses quatro passos. (Em alguns casos, combinaremos os dois ou trés primeiros pas sos.) Recomeniamos que vos® siga essas mesmas etapas quando for resolver um problema. Vocé pode achar itil lembrar-se do acrénimo I SEE (ew vejo), do inglés identify, Setup, Execute ¢ Evaluate (Identifcar, Preparar, Executar e Avalian. Screen SOLUCAO DE PROBLEMAS DE FISICA IDENTIFICAR os conceitos relevantes: primeio, detina quais conceitos de fisiea so relevantes a0 problema, Embora esta ‘tapa nio envolva nenhum cileulo, as vezes, & parte mais desa- fiadora da solugio do problema, Mas no pule este passo; esco- ler a abordagem errada no comego pode tomar o problema mais, Jifeil do que realmente €, ow até induzir a wma fesposta errada. Neste ponto voo8 deve também identificar a variivel-alve 4o problema ~ ou seja, a grandeza eujo valor se esté tentando descobrir. Pode ser a. velocidade em que um projétil atinge 0 solo, intensidade do som de uma sirene ou a dimensio da ima {gem produzida por uma lupa, (Algumas vezes, 0 objetivo é ‘encontrar uma firmula matemética em vex de um Valor auméri- «0, Outras vezes também, o problema teré mais de uma varivel- alvo,) A varidvelalvo € 0 objetivo do processo de solugio do problema; no a perea de vista enquanto busca a solugio, PREPARAR 0 problema: com tase nos conceitos selecionados a etapa de Mdenificagdo, excolha as equagies que usar para resolver © problema ¢ defina como vai usiclas. Se for 0 380, represente graficamente a situagio deserts no problema, EXECUTAR a soluedo: neste passo, “entra a matemética’ Antes de se empolgar com os edleulos, faga um lista de todas, 48 grandezas conhecidas e desconhecidas ¢ observe quals So as ‘ariveis-alvo, Entdo resolva as equagdes para as desconhecidas, AVALIAR sua resposta: 0 objetivo da solugio de problemas de ica nko 6 s6 cbier um ngmero ou uma formula: & obter uma Capitulo 1 Unidades, granderastsicas e vetores 3 ‘melhor compreensio. Isso significa que voe® deve examinar sua resposta para saber 0 que ela esti the dizendo, Nao deixe de se pperguntar: “Essa resposta faz sentido?” Se a sua varidvel-alvo era © aio da Terra e sua resposta foi 6,38 centimetros (ou se sua res posta for un numero negativo!), algo deu errado no seu proces- s0 de solugio do problema, Reavalie 0 problema ¢ corrija sua solugio conforme necessirio. Modelos idealizados ‘Na linguagem cotidiana geralmente usamos a palavra “modelo” para indicar uma réplica em pequena escala, tal ‘como um modelo de estrada de ferro, cu uma pessoa que cexibe partes do vestusrio (ou a auséncia delas). Na fsica, ‘um modelo é uma versio simplificada de um sistema fis ‘60 que seria complicado demais analisar com detalhes, completos, or exemplo, supona que queiramos analisar o movie ‘mento de uma bola de beisebol atirada ao ar (Figura 1 2a). Qual é a complicagao deste problema? A bola nao é uma cesfera perfita (ela possui costuras salientes) e gira du te seu movimento no ar. O vento € a resisténcia do ar influenciam seu movimento, 6 peso da bola varia lige mente com a variagao da distancia entre a bola € 0 centro da Terra cic. Se tentarmos incluir todos esses fatores, andlise se tornaré inutilmente complexa. Em vez disto, ceriamos versio simplificada do problema, Desprezamos a forma e © tamanho da bola considerando- 4 um objeto puntiforme, ou particula. Desprezamos a resisténcia supondo que ela se desloca no vacuo e con ‘deramos o peso constante. Agora o problema se torna bas tante simples de resolver (Figura 1.2b). Analisaremos esse modelo com detalhes no Capitulo 3, Para criar um modelo idealizado do sistema, devemos 10" kg (a massa de um
, parse 6 deslecaunénio & dado pole nani Veter X. Now {que 0 vetor deslocamento nio € associado com a distancia total da trajetéria descrita, Caso a particula continuasse a se deslocar até ponto Pze depois retornasse a0 ponto P,, seu deslocamento na trajet6ria fechada seria igual a zero (Figura 1.90). ‘Vetores paralelos sio aqueles que possuem a mesma dirego e 0 mesmo sentido, Se dois vetores possuem 0 mesmo médulo ¢ a mesma direcdo € sentido eles S20 ‘quais, independentemente do local onde se encontram no Capitulo 1 Unidades, grandezastsicas e velores. 11 east miniseries A Peso fnaP, Destocameto A Posi iniia: 6 AK rajons WY, o 0 destocamento depen somente das posses ‘nil final ~ no ea tae © ‘Quando 0 pono final datraetria coincide ‘om 0 pont nics, © desloeamento igus & zero, sea qual fora distinciapercorida Figura 1.9 0 deslocamento ¢um vetor cla dieo € sempre wacada 4o ponto inca a0 pono fi, mesmo no caso de uma tote ‘espago. Na Figura 1.10.0 vetor A que liga 0 ponto P, a0 onto P. possui o mesmo médulo, a mesma diregio e 0 ‘mesmo sentido do vetor A’ que liga 0 ponto P;com 0 Ponto Py. Estes dois deslocamentos sio iguais, embora les comesem em pontos diferentes. Na Figura 1.10, vemos que A’ = A e estamos usando negrito no sinal de ‘igual para enfatizar que esta igualdade envalve dois veto res, € ni duas grandezas escalares. Duas grandezas vet0- Fiais sio iguais somente quando elas possuem 0 mesmo médulo e a mesma diregio e sentido, % Didedlechaaits © destocaivento B dededy aio iguais Post omesmo médulo orgue possuem o mesma 6A mas regio oe opesia: Béo, somprimentoe drei. ‘eativo det Figura 1-10 0 significado de vetores que possuem 0 mesmo médo e a mesma diego ou drecd0 oposa12 Fisica Contudo, o vetor B na Figura 1.10 nao € igual a A, Porque pos serio convo ao do desloeamento 4. mos um velor negativo como um Yetor gue possul mesmo médulo e diregio do vetor dado, mas possui sent 4do contririo ao sentido deste vetor. O valor negativo de um vetor A é designado por ~A, onde usamos um sinal negativo em negrio para enfatizar sua natureza vetorial. Caso A seja um vetor de 87 m apontando do norte para 0 sul, ento ~A seré um vetor de 87 m apontando do sul para o norte. Logo, a relaglo enire 0 vetor A eo vetor B na Figura 1.10 pode ser eserita como A = ~B ou Bt =A, Quando dois vetores A e Bt possuem a mesma dire- (0, mas sentidos contrérios, possuindo ou no © mesmo médulo, dizemos que eles sio antiparalelos. Normalmente representamos 6 médulo de uma gran- 4dera vetorial (0 comprimento, no caso do vetor deslocs- mento) usando a mesma letra do vetor, porém com um tipo indlico sem negritoe sem flecha em cima, O uso de barras vertcais laters ¢ uma notagdo alternativa para o médulo de um vetor: (Modulo de A) \a) on Por definigao, o médulo de um vetor é uma grandeza cescalar (um niimero), sendo sempre positive. Note que um vetor nunca pode ser igual a um escalar porque eles repre sentam grandezas diferentes. A expresso “A = 6 mi” é 130 cerrada quanto dizer "2 laranjas = 3 mags’ ou °6 tb = 7 km"! Quando desenhamos diagramas contendo vetores, geralmente adotamos uma escala semelhante & usada em ‘mapas. Por exemplo, um deslocamento de S km pode ser representado por um vetor com I em de comprimento € um, deslocamento de 10 km por um vetor com [Link] de compri- mento. Quando consideramos outras grandezas. vetoriais, como a de velocidade, devemos usar uma escala em que lum vetor com um comprimento de 1 cm represente uma velocidade de médulo de 5 metros por segundo (5 m/s). ‘Uma velocidade de 20 mis seria entio representada por um. vetor de 4 cm, com a dirego apropriada. Soma vetorial Suponha agora que uma particula sofa um destoca- mento A, seguido de outro destocamento B (Figura 1.112). © resultado final é igual a um tinico destocamento C, ‘comegando no mesmo ponto inicil terminando no mesmo ponio final, conforme indicado. Dizemos que 0 desloca- mento € ¢ a resultante ou soma vetorial dos destocamen- tos d e B. Esta soma & expressa simbolicamente por C=A+B (a) Usamos negrito no sinal de soma para enfatizar que a soma de dois vetores é uma operscio diferente da soma de agrandezas escalares, tal como 2 + 3 = 5. Na soma veto- rial, normalmente desenhamos 0 inicio do segundo vetor a partir da extremidade do primeiro (Figura I.11a) Caso voot faga a soma, primeiro A e depois B, ou, na ordem inversa, primeiro B e depois A, 0 resultado sera 0 ‘mesino (Figura 1.11b). Logo BtA ec A+B=B+A (13) Donde se conclui que a ordem da soma vetorial nao importa, Em outras palavras, dizemos que a soma vetorial uma operagio comutativa. ‘A Figura 1.11¢ mostra uma representagio alternativa para a soma vetorial. Quando desenhamos 0 inicio de A € (2) Podemes somar dois vetresdesenhando a xtremidade ‘de um com o ini do outro, B Caate (B) Somos em onder invens prods 0 mesa tesla, Figura 1.11 1kés modos de soma dos vetores, Commo se vé em (0). ‘erdern da soma wetoal no import; a soma vetoral ¢comutatva (@) Asoma de das vetoes paratos Figura 1.12 (@) Somente quando. 05 dois vetwes de B sto patalelos, © méduo da sua soma € igual 3 somo dos seus mbcblor CA" (0) Quando Ae B sto ators o nul do Su sm Siguladlerenga dos ses medlos: C= 1A ~ Blde B no mesmo ponto, 0 vetor€ &a diagonal de um para- lelogramo constrido de tal modo que os vtores Ae B sejam seus lados adjacentes. ATENCAO Modulos na soma vetorial Sendo = A +B = € um erro comum coneluir que © médulo C & dado pela soma do médulo A com o mdulo B. A Figura 1.11 mostra que em geral ssa conclusio esté errada: voe® pode notar pelo desenho que C- + (9m) = 12,7 m 992.m 7.99 m reg 129° = 39° do norte para 0 oeste AAs perdedoras mediram trésdngulos e trésdistinciastotaizando 147.5 m, medidas de um em um metro. A vencedora mediu ape- as um dngulo © uma distincia muito menor. AVALIAR: noss0s cileulos para R e 0 nio diferem muito das nossasestimativas de 10 m e 40°do norte para oeste! Note que = =51° ou 51° do leste para o sul também saiisfaz a equagio ‘envolvendo 0. Contudo, visto que a vencedora fez um desenho os vetores destocamentos (Figura 1.22), ela notou que somente = 129° € a solucio correta para 0 Angulo. SOMA DE VETORES EM TRES DIMENSOES Depois da deco- lagem, um avitoviaja 10.4 km do lest para cet, 8,7 km do sl para norte e 2.1 km de baixo para cima. Qual éasua distancia do ponto de partida? Escolhemos 0 eixo +0s orientado de oeste para leste, 0 eixo + Oy orientado do sul para o norte € 0 eixo O- orientado de baixo para cima. Entio, A, = —10.4 km, A, = 8,7 kme A, = 2.1 km; 4 Equagio (1-12) formece: Capitulo 1 Unidades, grandezasfsicas e vetores 19 A= V(=10a km) km) + (2 km) 13.7 km Teste sua compreenaio da Seqlo 1.8 Comidere dois vetores de B no plano xy. (a) E possivel A possuir 0 mesmo smédulo de B, mas diferentes componentes? (bE possivel A pos- sui os mestios componentes de B mas diferir no médulo? © 1.9 Vetores unitarios ‘Um vetor unitério é aquele que possui médulo igual 4 1, nio possuindo nenhuma unidade. Seu tnico objetivo € apontar, ou seja, descrever uma direcio e um sentido no ‘espaco. Os vetores unitérios fornecem uma notagao con- veniente para célculos que envolvem es componentes de Yetores. Sempre usaremos acento circunflexo ou ‘chapéu” (* para simbolizar um vetor unitério e distingui-lo de um Yetor comum cujo médulo pode ser igual a 1 ou diferente del. Em um sistema de coondenadas xy, definimos um vetor uniticio 7 apontando no sentido positivo do eixo Ox © um vetor unitario j apontando no sentido positive do ‘eixo Oy (Figura 1.234), Podemos entio expressar as rela ‘des entre os vetores componentes e os componentes, des- Oe © produto escalar € postivo (Figura I.26a). Quando ¢ ests compreendido entre 90° e 180°, de modo que cos <0, ‘componente de B paralelo 10 vetor A é negativo, e A * B € negativo (Figura 1.26b). Finalmente, quando ¢ = 90°, 4+ B= 0 (Figura 1.26c). 0 produto escalar de dois veto- res ortogonais & sempre igual a zero. Para dois vetores arbitrtios, A e B, ABCOsd = AB cos, Capitulo 1 Unidades, grandezas fica ¢ vetores 21 ® Se destico centre O° € 9%,A = B positivo. porque B cosh > 0, o Se best compreeitido entre © porque Bpossuizer0 ‘componente paraelo a = 90" Figura 1.26 0 produto escala 2 4 pode ser post, regan Gu me, dependend doing eve Re Isto significa que A + B = B + A. O produto escalar obe- dece 8 lei comutativa da multiplicagZo; a ordem dos dois vetores niio importa, Usaremos 0 produto escalar no Capitulo 6 para defi- nir 0 trabalho realizado por uma forca. Quando uma forga. constante F é aplicada a um corpo que sofre um desloca- mento ¥, © trabalho W (uma grandeza escalar) realizado por esta forga € dado por =FF ( trabatho realizado por uma forgaé posi o Angulo entre F e F estiver compreendido entre 0° e 90°, negativo se este ngulo estiver compreendido entre 90° ¢ 180° ¢ igual a zero quando F e § forem dois vetores orto- gonais. (Este € outro exemplo de um termo que possui sig- nificado especial na fisica; na linguagem cotidiana, um “trahalho’ no pode ser nem negativo nem positive.) Em capitulos posteriores usaremos 0 produto escalar para diversas finalidades, desde 0 cAlculo de um potencial elé- trico até a determinagio dos efeitos produzidos pela varia- ‘glo de campos magnéticos em circuitos eléricos. Calculo do produto escalar usando componentes Podemos calcular o produto escalar A * B diretamen te quando os componentes x, y © < dos vetores Ac B22 FISICA forem conhecidos. Para ver como ito € feito, vamos cular 0 produto escalar dos vetores unitéios, Ito Facil visto que fj. ef possuem todor médulo eo ortogo- Usando a Equagao (1.18), encontramos: §65=j-7 = hk = (1)(1) cos ij rk = (1)(1) cos 90° a ‘Kegocn-eaphtsaned eB ern errhoa tos nepaclives ‘components, expandimos o produto ¢ usamos os produ- tos entre 0s vetores unitrios: AB = (AG +Aj + Ak)+ (Bi + Bj + Bk) AGBi + AG BS + AGB FAS BET AS-BI + A BR + Ade Ba + AK Bj + AR Bk = ABii + ABIAp + ABIvk PABST + ABS +i + AB rk + ABR T+ ABR] + ABER (120) Pelas Equagies (1.19) vemos que seis destes nove com Ponentes se anulam, ¢ os trés que sobram fornecem sim- plesmente: ACB (produto esealar AB. + A,B, + AB. (ay m termos dos componentes) Logo, 0 produto escalar entre dois vetores & igual a soma dos produtos escalares entre seus respectivos componentes.. produto escalar fornece um método diteto para o caieulo do Angulo. entre dois vetores A e B cujos con ponentes sejam conhecidos. Nesse caso, a Equagio (1.21) deve ser usada para 0 céleulo do produto escalar de A e B, Pela Equacao (1.18) 0 produto escalar € igual AB cos . Os mSdulos Ae B podem ser encontrado: partir dos componentes conforme a Equagio (1.12), ‘obtendo-se cos ¢, portanto, o Angulo # pode ser caleu- lado (veja o Exemplo 1.11). Exemplo 1.10 CALCULO DO PRODUTO ESCALAR Ache o produto esca- lar 4B dos vetores indicados na Figura 1.27. Os médulos 00 B = 500. temas 0s mésulos ea diegBes de Ae Be dese- _jamos calcular seu produto escalar, PREPARAR: existem dois métodos para caleular © produto salar primeio usa 0s mdulos ds vetoes eos iagulos entre les usando a Equato (1.18); 0 segundo usa os componentes dos yetoresuttizando a Equagio (1.20, EXECUTAR: usando rimeiro métod,ongulo en 0s vto- res 66 = 1300" = 530" = 77.0". ent A+B = ABoosd = (4,0)(50) 0877.0" = 4,50 Figura 1.27 Doi vetores em dua dimensdes. Esse € positive porque 0 anguloentre A e H est entre 0° € 9. Para sar o segundo método, precisamos primiro encontrar os componentes dos dois vetoes. Como os Angulos de A e B so dads em relagio ao eixo +O, esses ngulos so medids no sentido do eixo +Ox para 0 eixo +0y, podemos usar as Equagies (1.6): 407 195 = (4.0) coss.0° (4.0) sen 53,0" 0 B, = (5.0) 0s130.0° = ~3.2148 4B, = (5,0) sen 130,0° = 3,830 B=0 A Ay A, 0s components ds vores so nls pore esto comix 10 plano xy: Como no Exempl 1.7, estos crsiderando alga tamos demas ms cculs dos componente ees valores stia trptondetok ho, fnal parte mimeo oman, Pela’ Boag (121) 0 produto scalar ABH A0, +48, +40, = (2,407)(~3,.214) + (3,195) (3,830) + (0)(0) = AVALIAR: como er de se espera, por melo dos dots métods acon oes resultado para ocAleulo do produ ecalae CALCULO DE ANGULOS USANDO 0 PRODUTO ESCALAR, Ache o Angulo entre os dois vetores. +3Htk c 50 IDENTIFICAR: temos os componentes x, y ¢ 2de dois vetores. Nossa varidve-alvo & 0 ngulo 6 entre eles. PREPARAR: os vetores so indicados na Figura 1.28. O produto escalar entre os dois vetores A e B estérelacionado ao Angulo & entre eles ¢ aos médulos de A e B pela Equagie (1.18). O pro- duto escalar também estdrelacienado aos componentes dos dois vetores pela Equacd0 (1.21). Senos sdo dados os componentes, dos vetores (como no caso deste exemplo), primeira determina- mos 0 produto escalar A Be os valores de A e B para depois determinarmos a variével-alvo 6.A esende-se daorigem 20 B estende-e da origem 30 ‘canto pronimo da cain sermela, canto distant da casa a Figura 1.28 Doisvetores em wes dmensbes, EXECUTAR: 0 produto escalar pode ser caleulado pela Equagao (.8) ou pola Equagio (1.21). Igualando estas duas rolagies & reagrupando, achamos AB, + AB, + AB. AB sta formula pode ser usada pars doterminar 0 dagulo entre dois ‘etotes arbitrdrios A e B. Nesse exemplo, os componentes de A Si0 A, = 2,4, = 3A, = 1, €08 componentes de B sto B, =4,B,=2eB.= =I. Logo, TBH AB, +48, +48, = (2)(4) + 3)Q) + 0)(-1) = = VAPFAP HAE = VES Fe = Vid = VB? +B) + B= V(-#) +P + (=I) = VOI Ad AB, + Ae i cosd Wawa = 100" AVALIAR: para conferir este resaltado, note que o produto esca- lar A +B é negativo, Isto significa que o ingulo dbesté compreen- ido entre 90° ¢ 180° (Figura 1.26), 0 que esti de acordo com nossa resposta, Produto vetorial produto vetorial de dois vetores A e B, também chamado de eross produet, € designado por A x B. Como sugere onome, o proto vetorial & um yetor em si Usatemos este produto no Capitulo 10 para descrever 0 torque ¢ 6 momento angular: nos eaptilos 27 28 seu uso também seré freqlente para descrever campos € forgas magnéticas Para defini o produto vetorial A x B de dois vetores, 4 e B desenhamos os dois vetores com inicio em um mesmo ponto (Figura 1.29) Assim, os dois vetores fica situados em um mesmo plano. Definimos 0 produto veto- vial como uma grandeza vetorial ortogonal a este plano {isto €, ortogonal tanto a0 vetor A quanto a0 vetor B) e possuindo médulo dado por AB sen 6. Isto é, se C=A x B. entio: Capitulo 1 Unidades, grandezasfhicase vetores 23 @ Ax HS omogonal a0 plane qu contém os vetores As. Sea diregio€ determinada psa repra da mio dita i ‘@ a Desenhe os vette iniciand do eso pont, les definem um plano, © Ax (mesmo médulo, mas BXA diego opost). Figura 1.29 a) 0 produto yeotal Ax B deteminado pela rege da mao dicta. b) B x A= ~A'x Bo produto vetotal de dois vetoes & anticomutatvo C= ABsend (médulo do produto vetorial de A e (12) Medimos © Angulo ¢ entre A ¢ B como sendo 0 menor dngulo entre estes dois vetores, ou seja, 0 Angulo ¢ std compreendido entre 0° © 180°. Logo, sen = 06 C nna Equacdo (1.22) nunca possui valor negativo, como deve ser para o médulo de um vetor. Note também que ‘quando A e B forem dois vetores paralelos ou antiparale- Jos, b = 0° ou 180° e C= 0. Ou seja, 0 produto vetorial de dois vetores paralelos ou antiparalelos é sempre igual «zero. Emparticular, o produto vetorial de qualquer vetor com ele mesmo € igual a zero. ATENCAO Produto vetorial versus produto escalar Recomendse caucla para distinguirente a expressio AB sen f para mul do preduto vetorial A x Be a expressio Semelhante AB cos f para o produto escalar AB. Pra ava liar © conraste entre ess duas expresses, imagine que © fngulo ene os vetors A e B possa varar enquanto sus ‘édulos permanecem constants. Quando A e so parle- los, 0 médulo do produto vetorial € igual a zero e 0 produto, cescalar sexi méximo. Quando A e B sio perpendiculares, 0 médulo do produto vetorial serd méximo ¢ 0 produto escalar serd 270, Existom sempre doir sentidos para uma diregio crto- gonal a um plano, um para cima e outro para baixo do plano, Escolhemos qual desses sentidos nos da diregio de A X B do seguinte modo: imagine que 0 vetor A sofa tuma rotagio em torno de um eixo ortogonal ao plano até ‘que ele se superponha com o vetor B, escolhendo nesta24 FISICA o 2) Bson 0 componente de Bm yma ‘rein pepenciule rgio de Ae médulo de A x B ¢ igual ao produto do médulo de 4 por este comporent © 1) 0 mola de A tant igual 90 sul de Bviplicado pelo Componente de A ervuma dito perndilrh gto de 8 Send XY Figura 1,50 Clevo do médulo AB sen do produto vera de dois vetoes, Ax B rotagio o menor Angulo entre os vetores A e B. Faga uma rotagio dos quatro dedos da mio direita neste sentido; 0 dedo polegar apontaré no sentido de A x B. A regra da iio direita ¢ indicada na Figura 1.29 Analogamente, determinamos 0 sentido de B x A fazendo uma rotagio de B para A como indicado na Figura 1.29. O resultado é um vetor oposto ao vetor AX B.O produto vetorial no € comutativo! De fato, pars dois veto- res Ac B: (123) Assim como fizemos para 0 caso do produto escalar, podemos fazer uma interpretagdo geoméwica para © médulo do produto vetorial. Na Figura 1,30a, B sen 6 € 0 ‘componente do’ veior B ein ama diresto ortogonal b dice: ‘gio do vetor A. Pela Equagiio (1.22) vemos que o médulo de A x Bé ‘ igual «0 médulo de A multiplicado pelo com- ponente de B em uma diregio ortogonal &ditegio de A.A. Figura 1.30b mostra que o médulo de A x B é também igual 20 médulo de B mukiplicado pelo componente de A Grn. bma diregao artogenal: } deed de. B. Note’ que a Figura 1.30 mostra um caso no qual ¢ esté compreendido entre 0° ¢ 90°; vocé deve desenhar um diagrama seme- Thante para ¢ compreendido entre 90° e 180° para verifi- car que a mesma interpretagio geométrica vale para 0 méculo de A x B. Calculo do produto vetorial usando componentes Quando conhecemos os componentes de A e B, podemos calcular os componentes do. produto vetorial mediante procedimento anélogo ao adotado para o produ- to [Link], conyém fazer uma tabela de mul cdo vetorial para os vetores unitérios fj e k, todos os trés perpendiculares entre si (Figura 1.31a). O produto vvetorial de um vetor com ele mesmo é igual a zero, logo kxk=o ixi (© ze10 em negrito ¢ para lembrar que este produto for: rece um vetor nulo, isto é, aquele cujos componentes sio mulos € no possui direcio definida. Usando as equagdes (1.22) € (1.23) € a regra da mio direita, encontramos: j (29 x x x Pode-se verificar essas equagdes pela Figura 1.31a, ‘A seguir escrevemos A e B em termes dos respecti ‘vos componentes © vetores unitérios © desenvolvemos a expressdo para o produto vetorial: Ax (Ag + Aj + Ak) x (BE + Bj + BK) AIX BAFAGX BI HAD BA FAG X BETAS X BS + Aj x BA FARK Bat ARK Bj + Ak Bh (2) Um sistema de coordenadas com orenta5 0 demi dicta, (©) Lin sistema de coordenadas com orientagio «du mio esquerda: ro ser usado, Figura 1.31 @) Sempre usaremos um sistema de coordenadas com ovientacio da mac deta, como este. () Nunca usaremos um sistema de Eoordenedas com onentacio ca mao esquerds (pata ¢ qual Xj =k, assim por dante).Os termos individuais também podem ser reescritos na Equagao (1.25) como A,i X Bj =(A,B,)i X j, € assim por diante. Usain unitérios nas Equa mos, encontramos: Ges (1.24) e entio reagrupando os ter- (A,B. -AB,)i + (AB. - AB.) + (AB, — ABR (126) Portanto; os componentes de = 4B sto: B.~ AB, B.- AB. C= AB, ~ AB, 2) (componentes de@ = A x By © produto vetorial também pode ser expresso sob forma de um determinante do seguinte modo spe i Ay B, Se vocé no esta familiarizado com determinantes, do se preocupe com esta formula, Se for invertido 0 sentido do eixo Oc do sistema de coordenadas da Figura 1.31a, obteremos o sistema de coordenadas da Figura 1.31b, Logo, como voce pode ver ficar, a definigio do produto vetorial fornece # x j = — em vez dei x j = k. De fato, todos os produtos vetoriais 4405 velores unttarios , J ¢ & eriam sinals opostos aos Indl «cados nas Equagdes (1.24). Vemos que existem dois tipos de sistemas de coordenadas, ciferenciados pelos sinais dos produtos vetoriais dos respectivos vetores unitirios. Um sistema de coordenadas para o qual # x j = k, como o jcado na Figura 1.31a, denomina-se sistema da mio ta, A pritica normal aconselha a usar somente siste- mas com orientagio da mio direita. Neste livro seguire- mos esta pritica, eCuenArs CALCULO DE UM PRODUTO VETORIAL (0 vetor A possi médalo igual a6 unidadese ext comido no tivo +0x. O vetor B posi médalo igual aS umidades e et Contido no plano sy, formando um éngulo de 30° com o eixo ‘0x igua 1.2), Caleuleo produto vetral A x B IDENTIFICAR: temos © médulo ¢ a dirego para cada vetor € ‘queremos determinar seu produto vetoral PREPARAR: podemos calcular © produto veorial por dois, métodos diferentes. No primeiro, usamos a Equagio (1.22) para Capitulo 1 Unidades, grandezasfiicas e vetores 25 Aeterminaro médulo de A x Bea seguir splicamos a repr da mo dreta para achar o sentido do produto vetrial. No segun- do, por mein da Equagao (127), wsamos ox components ded e para dterminar os componentes do produto. vtoriat CAxk Figura 1.32 Os vetores A’e Be seu produto wetoral C= A x 8.0 vetor Bess condo no plano EXECUTAR: usando o primeiro método, pela Equagio (1.22) 0 médulo do produto vetorial é dado por: ABsend = (6)(4)(sen30°) = 12 De acordo oom a regra da milo direita; o sentido de A x Béo mesmo sentido do eixo +0, de modo que A x B = 12k Para usar o segundo metodo, primeiramente eserevemos os componentes de A ede B Definindo € = A x B, pos Equagies (1.27), obtemos = (0)(0) ~ (0)(2) =0 ©, = (0)(2V3) ~ (6)(0) = 0 = (6)(2) ~ (0)(2V3) = 12 © produto vetorial € possi apenas 0 component ze ele ext sobre o exo +0. © seu médulo 6 igual a0 obidousande-se 0 primeiro metodo, como era esperado, [AVALIAR: para este exemplo, o primeiro método é mais direto Porque conkecemos os médulos de cada vetor € 0 Angulo entre les; além disto, ambos os vetores estio contidos em um dos pla- nos do sistema de coordenadas. Contudo, em muitos casos voc teri de achar © produto velorial de dois vetores que niio estio ‘orientados de modo to conveniente ou para os quais sio dados apenas os componentes, Em tais casos, 0 segundo método, usan= «do componentes, & 0 mais direto. Teste sua compreensio da Seco 1.10 O vetor A pos- sui modulo 2¢ 0 vetor B possui mesulo 3. 0 angulo & entre A © B extécompreendido ene, 90" c 180, Para cada uma dessas sitagBes,defina 0 valor de. (Em cada stuagio, pode haver may de uma resposta coma) a) A B= 0:6) A B 0) A+ B= 6:0 AB = ~6:¢)(médulode Ax B
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