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REPÚBLICADE ANGOLA
GOVERNO DA PROVINCIA DE LUANDA
GABINETE PROVINCIAL DE EDUCAÇÃO E SAÚDE
ESCOLA DE SAUDE CASTELO, LIMITADA
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO MEDIO DE ANALISES
CLÍNICAS
ENTEROBIASE
Qual é o nível de conhecimento dos alunos da 10ª classe do curso de enfermagem
da escola de saúde castelo limitada sobre a enterobíase no período do mês de
novembro no ano de 2022
Luanda 2022
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Avaliar o nível de conhecimento dos alunos da 10ª classe do curso de enfermagem da
escola de saúde castelo limitada sobre a enterobíase no período do mês de novembro no
ano de 2022
Trabalho de conclusão de curso para
obtenção do título de graduação em
Analises clínicas apresentado a escola
de saúde castelo, limitada.
Elementos do grupo nº 8
1. Adriana Jerónimo
2. Celestino Guli
3. Elídio Tiago
4. Graziela Neto
Orientador
________________________
Onésimo Caimesse de Sousa,
Licenciado em Serviço Social.
2
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SUMÁRIO
1. Introdução............................................................................................................................................4
1.2Justificativa .........................................................................................................................................6
1.3Objetivos .............................................................................................................................................7
1.3.1Objetivo Geral: .................................................................................................................................7
1.3.2Objetivo Específico: .........................................................................................................................7
2. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA ...............................................................................................................8
2.1. Definição e Conceitos .......................................................................................................................8
2.4. Epidemiologia ...................................................................................................................................8
[Link] ETIOLOGICO .........................................................................................................................8
[Link] ....................................................................................................................................9
[Link] BIOLOGICO ..............................................................................................................................9
[Link] E SINTOMATOLOGIA ....................................................................................................10
[Link]ÃO .................................................................................................................................11
DIAGNOSTICO ........................................................................................................................................11
TRATAMENTO ........................................................................................................................................12
TRATAMENTO NÃO CONVENCIONAL ....................................................................................................12
PROFILAXIA ............................................................................................................................................12
COMPLICAÇÕES POSSÍVEIS ....................................................................................................................12
Metodologia...........................................................................................................................................13
2.7 Tipo de Estudo .................................................................................................................................13
2.8 Local de Estudo ................................................................................................................................13
2.9 População ........................................................................................................................................13
2.10 Amostra..........................................................................................................................................13
3.1 Critério de Inclusão ..........................................................................................................................13
3.2 Critério de Exclusão .........................................................................................................................13
3.3 Procedimentos Éticos ......................................................................................................................13
3.4 Processamento de Recolha de Dado ...............................................................................................13
3.5 Processamento De Dados ................................................................................................................14
3.5.1 Variável em Estudos......................................................................................................................14
APÊNDICE A............................................................................................................................................15
Apêndice B .............................................................................................................................................19
Apêndice C .............................................................................................................................................20
Referências Bibliográficas ......................................................................................................................21
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1. Introdução
Os seres vivos que constituem um ecossistema apresentam entre si relações que são
fundamentais para a manutenção da vida. Entre estas relações observa-se o parasitismo, que é
a associação entre dois seres vivos, cujo hospedeiro torna-se fornecedor de abrigo e alimento e
o hóspede é o agente espoliador (NEVES, 2005). A parasitose intestinal ou enteroparasitose
atinge principalmente populações de países em desenvolvimento devido à carência de
infraestrutura, saneamento básico e educação sanitária (CARMO, PEREZ et al., 2005; BASSO,
RIBEIRO et al., 2008; MINÉ, J. 2009).
Desde cedo fomos ensinados com um conceito vulgar sobre a enterobíase, aprendemos que
está doença está ligada a tratamentos tradicionais. A enterobíase é uma doença que afeta o
sistema digestivo principalmente o intestino que tornam inflamados devido a presença de
vermes. Além de enterobíase essa doença também pode ser chamada de oxiúro ou (Maculo).
A sociedade infelizmente desvaloriza os pequenos sintomas da enterobíase considerando algo
normal ou apenas temporário. Com este trabalho pretendemos avaliar o nível de conhecimento
dos alunos da 10 classe da Escola de Saúde Castelo Limitada sobre a enterobíase no período
do mês de Novembro do ano de 2022.
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1.1Formulação do Problema
Foi bastante difícil a obtenção de dados concretos a cerca da situação em Angola no que tange
a enterobíase uma vez em que os habitantes consideram a doença tradicional e preferem
diagnostica-la e trata-la de modo tradicional.
Atendendo a falta de conhecimento dos alunos da 10 classe da Escola de saúde Castelo
Limitada sobre o Diagnostico da enterobíase?
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1.2Justificativa
A enterobíase em Angola ainda é infelizmente abordada de uma maneira empírica sendo uma
doença tradicional e isso tem impossibilitando no atendimento médico para aquelas pessoas
acometida pela doença. A enterobíase é maioritariamente acometida por crianças na idade
escolar. Desde cedo fomos ensinados a olhar para enterobíase como uma doença vulgar e fomos
ensinados que o tratamento e o diagnostico da enterobíase estão unicamente ligados a medicina
Tradicional.
Abordar acerca da enterobíase é falar de uma doença severamente ignorada e mal interpretada,
um problema que afeta a sociedade como um todo e que tem a sua história distorcida por
pensamentos culturistas, um senso comum que tem sido passado de geração a geração
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1.3Objetivos
1.3.1Objetivo Geral:
❖ Avaliar o nível de conhecimento dos alunos da Escola de Saúde Castelo
Limitada sobre o diagnostico da enterobíase.
1.3.2Objetivo Específico:
❖ Descrever o conhecimento dos alunos sobre a enterobíase, a transmissão
da enterobíase;
❖ Saber o nível de conhecimento dos alunos sobre o Tipo de amostra
utilizada;
❖ Conhecer os matérias utilizados.
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2. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA
2.1. Definição e Conceitos
2.1.1 Enterobíase
A Enterobíase é uma das infeções intestinais mais comuns do mundo, presente mesmo em
países desenvolvidos. A infeção é causada pelo verme nematódeo Enterobíase vermiculares,
também chamado de oxiúro. A enterobíase-oxiuríase é uma parasitose intestinal causada pelo
nematódeo enterobius vermiculares. O agente é o mais cosmopolitas de todos os nematódeos
cujo a infeção é caracterizada por um prurido anal infeção do trato feminino.
2.4. Epidemiologia
Infestação intestinal causada por helmintos. Pode cursar assintomática ou apresentar, como
característica principal, o prurido retal, freqüentemente noturno, que causa irritabilidade,
desassossego, desconforto e sono intranqüilo. As escoriações provocadas pelo ato de coçar
podem resultar em infecções secundárias em torno do ânus, com congestão na região anal,
ocasionando inflamação com pontos hemorrágicos, onde se encontram freqüentemente fêmeas
adultas e ovos. Sintomas inespecíficos do aparelho digestivo são registrados, como vômitos,
dores abdominais, tenesmo, puxo e, raramente, fezes sanguinolentas. Outras manifestações,
como vulvovaginites, salpingites, ooforite e granulomas pelvianos ou hepáticos, têm sido
registradas esporadicamente.
Os casos de enterobíase no mundo são estimados em mais de um bilhão. A população mais
afetada são crianças em idade escolar entre 5 e 10 anos. A doença se espalha facilmente e é
difícil de controlar em escolas, internatos ou campos de férias. A transmissão em famílias
com crianças infectadas é bastante comum.
[Link] ETIOLOGICO
O Enterobius vermicularis ou Oxyurus vermicularis é um verme cilíndrico, de cor branca,
com aspecto de fio de linha, medindo o macho 2 a 5 mm de comprimento e a fêmea, 8 a 13
mm. Apresenta na extremidade anterior uma dilatação da cutícula formando duas expansões,
denominadas asas cervicais.
Internamente, o esôfago termina em uma estrutura muscular arredondada e proeminente,
chamada bulbo esofagiano.
A extremidade posterior da fêmea termina em ponta fina e alongada, enquanto a do macho
mostra um enrodilhamento ventral e a presença de um espículo. Os ovos são brancos,
transparentes, com dupla membrana, um lado plano e o outro convexo, similar à letra D do
alfabeto. Medem aproximadamente 50 a 60 micras de largura por 20 a 30 micras de
comprimento, são resistentes aos desinfetantes comerciais e podem sobreviver em ambientes
domiciliares por duas a três semanas.
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[Link]
É um pequeno verme fusiforme branco. A fêmea adulta tem 8-13 mm de comprimento e 0,4-
0,5 mm de largura; os machos são menores, atingindo 2,5-5 mm de comprimento e 0,5-0,6 mm
de largura.
Eles têm três lábios e um par de asas cefálicas laterais que permitem a sua aderência à mucosa
do intestino. Possui um esôfago robusto que termina em um bulbo esofágico altamente
desenvolvido. A extremidade posterior do corpo é atenuada; daí o nome antigo de oxiuro
(cauda afiada).
O sistema reprodutivo é altamente desenvolvido e tem a forma de T. Em uma seção transversal,
os ovos característicos são observados dentro do útero. Os machos adultos têm uma cauda
curvada ventralmente, com asa caudal e uma única espícula copulatória grande.
Os ovos medem 50-54 μm x 20-27 μm, são ovóides, um de seus rostos achatados e outro
convexo, quase incolor. A concha tem em seu exterior uma espessa camada de albumina que
lhe permite aderir às superfícies. Em seguida, uma fina camada hialina e uma membrana
embrionária. As larvas têm 140-150 μm de comprimento.
[Link] BIOLOGICO
O Enterobius vermicularis tem um ciclo de vida relativamente simples, que inicia-se com a
deposição de ovos pelas fêmeas grávidas na mucosa da região perianal.
O ciclo biológico do nematódeo inicia-se com a ingestão do ovo, que segue até o intestino
delgado. Nesse órgão, as larvas eclodem e seguem para o ceco, onde se tornam adultos e
reproduzem-se. O macho é então eliminado com as fezes, e as fêmeas migram para a região
perianal onde colocam seus ovos e morrem em seguida. A migração ocorre normalmente no
período noturno. A doença normalmente está associada à irritabilidade e a sono inquieto em
virtude da coceira retal causada pelas fêmeas nessa área e pela eclosão dos ovos. O prurido
intenso pode fazer com que o paciente coce a região com muita força, propiciando o surgimento
de lesões que podem ocasionar infeções secundárias.
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10 1 de 20 10
Ovas de oxiúros se tornam infeciosas poucas horas depois de alcançarem o períneo. A
infestação normalmente é o resultado da transferência de ovos da área perianal para fômites
(vestimentas, roupas de cama, mobília, tapetes, brinquedos, assento de privadas), dos quais os
ovos são apanhados pelo novo hospedeiro, levados à boca e deglutidos. Chupar o dedo polegar
é um fator de risco. A reinfestação (autoinfestação) ocorre facilmente por meio da transferência
de ovos da área perianal para a boca, pelos dedos. Infeções por oxiúros também tem sido
atribuídas por contato anal-oral (anilingus) entre adultos. Oxiúros alcançam maturidade no
trato gastrintestinal inferior em 2 a 6 semanas. O verme fêmea migra do anus para a região
perianal (normalmente à noite) para depositar ovos. A substância pegajosa e gelatinosa na qual
os óvulos são depositados e os movimentos dos vermes fêmeas provocam pruridos perianais.
Os óvulos podem sobreviver em fômites por 3 semanas à temperatura ambiente.
[Link] E SINTOMATOLOGIA
SINTOMAS
Os sintomas de enterobíase podem incluir:
1. Coceira na região anal ou vaginal;
2. Insônia;
3. Irritabilidade e agitação;
4. Dor abdominal intermitente;
5. Náuseas. E algumas pessoas com enterobíase não apresentam sintomas.
6. prurido perianal (coceira) - Em alguns casos, a fêmea migra pelo trato genital feminino
humano, causando vaginite. Alguns pacientes apresentam sintomas como vômitos,
dores abdominais e fezes sanguinolentas, entretanto, essas ocorrências não são
específicas da doença.
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[Link]ÃO
A transmissão se dá pela ingestão dos ovos em água e alimentos contaminados. O ser humano
é o único hospedeiro natural do oxiúro. A doença pode ser transmitida por várias formas
diferentes: Autoinfecção, Retroinfecção e a Heteroinfecção.
1. Autoinfecção: A presença dos ovos provoca intensa coceira anal. Se o paciente coçar
a região do ânus, ele pode contaminar suas mãos e unhas com os ovos do verme. Se a
mão contaminada for levada à boca em algum momento, o paciente volta a se
contaminar. Os ovos ingeridos eclodem no intestino delgado, dando origem a uma nova
geração de Enterobius vermicularis.
2. Retroinfecção: Após 3 semanas, os ovos implantados na região perianal eclodem e dão
origem a novos vermes. Estes vermes podem entrar pelo ânus e seguir em direção ao
ceco, onde irão se acasalar novamente.
3. Heteroinfecção: A transmissão do oxiúrus para outras pessoas pode ocorrer através de
mãos contaminadas com ovos. O paciente coça o ânus, contamina suas mãos e pode
transmitir os ovos ao preparar alimentos, manipular objetos ou cumprimentar outros
indivíduos. A enterobíase é transmitida por via fecal-oral, ou seja, através da
transferência de ovos do ânus para a boca de alguém, seja diretamente com a mão ou
indiretamente, por meio de roupas contaminadas, roupas de cama, alimentos ou outros
artigos. Assim que são ingeridos, os ovos partem para o intestino.
DIAGNOSTICO
Para diagnosticar a oxiurose, o médico analisa os sintomas e realiza exames para confirmar a
presença do parasita, os exames laboratoriais mais comuns são o método de Hall e o método
de Graham, que usam, respectivamente, o swab anal ou a fita gomada para colher material da
região do ânus. O diagnóstico é feito por meio da inspeção visual de vermes filiformes na área
perianal ou pelo teste do celofane para óvulos. Os ovos também podem ser encontrados nas
fezes, na urina, ou em secreções vaginais, mas com menos frequência.
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TRATAMENTO
Prevenir a infecção é uma higiene essencial, tanto pessoal
São utilizados diferentes fármacos do grupo benzimidazol, como mebendazol e albandazol,
ou compostos como piperazina, pirantel ou pirvinio. O tratamento deve ser aplicado a todo o
grupo familiar. Isso deve ser feito sob indicação médica rigorosa.
TRATAMENTO NÃO CONVENCIONAL
Segundo Costa (2012) o maculo, trata-se geralmente com a ingestão via oral ou a introdução
no reto de liquido resultante da decocção ou maceração das folhas de determinadas plantas
tais como:
❖ Vernonia amygdalina Delile (Mululu);
❖ Senna occidentalis(L.) Link (Mundianhoca, Pau-de-feijão ou Kalongupa);
❖ Carica papaya L. (Mamoeiro);
❖ Chenopodium ambrosiodes L. (Erva de Santa-Maria).
PROFILAXIA
A reinfestação por oxiúros é comum, pois ovos viáveis podem ser excretados depois de 1
semana da terapêutica e ovos depositados no meio ambiente antes da terapêutica podem
sobreviver 3 semanas. A melhor forma de prevenir a enterobíase é com uma rotina de higiene
adequada para todos os membros da família, especialmente as crianças. Lave as mãos com
água e sabão após usar o banheiro e antes de comer ou preparar alimentos; Troque as roupas
de banho e cama frequentemente; Mantenhas suas unhas curtas e limpas; Desencoraje hábitos
como roer as unhas em crianças; Pessoas que estão infectadas deve tomar banho todos os dias
pela manhã para retirar os ovos que estão depositados no ânus; Pessoas infectadas devem ter a
roupa de cama e banho trocada todos os dias, que deve ser lavada com água morna; Permita
que a luz solar entre nos cômodos durante o dia, uma vez que os ovos de oxiúro são sensíveis
ao sol. Após a confirmação do diagnóstico, medicamentos são utilizados para eliminar o
parasito. Além do fármaco, é importante orientar o paciente e familiares para que tenham bons
hábitos de higiene, lavando sempre as mãos e mantendo as unhas cortadas para evitar que
parasitos se acumulem nessas estruturas. Além disso, é importante não coçar a região anal e
trocar roupas de cama e toalhas.
COMPLICAÇÕES POSSÍVEIS
A enterobíase raramente causa complicações. Em raras ocasiões, infestações graves podem
causar infeções nos genitais femininos ou perda de peso acentuada.
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Metodologia
2.7 Tipo de Estudo
Será realizado um tipo de estudo observacional transversal com a bordagem qualiquantitativa
com inquéritos entregues aos alunos da 10 Classe do curso de Enfermagem da Escola de Saúde
Castelo Limitada.
2.8 Local de Estudo
O estudo será realizado na escola de Saúde Castelo Limitada, Localizada na província de
Luanda, Município de Belas, Bairro Benfica, Rua das tendas, com as seguintes Limitações:
Norte pela loja do Branco
Sul pelo restaurante Escravo do Lazer
Este pela fábrica de Blocos
Oste pela unidade do chacal
2.9 População
A população estudada será constituída por 25 alunos da Escola de Saúde Castelo Limitada.
2.10 Amostra
A amostra será constituída por 25 alunos da 10 classe do curso de Enfermagem.
3.1 Critério de Inclusão
Será incluído no estudo os alunos da 10 classe do curso de enfermagem que mostrarem-se
disponível em participarem no estudo.
3.2 Critério de Exclusão
Será excluído os alunos da 10 classe do curso de enfermagem que mostrarem-se indisponíveis
para participarem no estudo.
3.3 Procedimentos Éticos
Será elaborado uma carta de pedido de autorização á Direção da Escola de Saúde Castelo para
a realização do estudo. Todos que participarem no estudo cujo os resultados ajudarem a
determinar o grau de conhecimento dos alunos da 10ª classe de enfermagem sobre o
diagnostico da Enterobíase, os dados pessoais serão mantidos em anonimato, não serão usados
para outros fins que não forem de investigação com o objetivo de salvaguardar as identidades
dos alunos.
3.4 Processamento de Recolha de Dados
A recolha de dados para o nosso estudo será feita a partir de inquéritos dirigidos aos alunos da
10ª classe do curso de Enfermagem da Escola Saúde Castelo.
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3.5 Processamento De Dados
O processo de recolha de dados será processado no programa Windows utilizando o Microsoft
Word para elaboração de textos, e o Excel para elaboração de Tabelas e o Power Point para
elaboração da apresentação.
3.5.1 Variável em Estudos
Sócio demográfico: Sexo, Idade, Proveniência.
Estudo: Avaliar o conhecimento dos alunos sobre a enterobíase, agente etiológico, tipo de
diagnostico e a viabilidades dos mesmos, técnicas a serem utilizadas tipos de amostra a serem
utilizadas, Matérias a serem utilizados e a morfologia dos parasitas.
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APÊNDICE A
REPÚBLICADE ANGOLA
GOVERNO DA PROVINCIA DE LUANDA
GABINETE PROVINCIAL DE EDUCAÇÃO E SAÚDE
ESCOLA DE SAUDE CASTELO, LIMITADA
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO MEDIO DE ANALISES
CLÍNICAS
ENTEROBIASE
Avaliar o nível de conhecimento dos alunos da 10ºclasse do curso de
enfermagem da Escola de Saúde Castelo Limitada sobre a Enterobíase no
período de Novembro do ano de 2022.
FICHA DE INQUERITO
O presente inquérito é anónimo e confidencial, visa recolher informações sobre o índice de
conhecimento dos alunos da 10° classe da Escola de Saúde Castelo, Limitada (ESCA).
Agradecemos que responda às questões com sinceridade e marque com (X) dentro do
quadrado a sua resposta.
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Inquérito:
1. Idade_____
2. Género: Masculino Feminino
3. Proveniência_______________
4. Classe:_____
5. Curso:________________
6.. Estado civil: Solteira (o) Casada (o) Viúva (o)
União de facto Divorciada (o)
7. Conheces a Enterobíase?
Sim
Não
8. Como é vulgarmente conhecida a Enterobíase?
Maculo
Paludismo
Não sei
9. Qual é o agente etiológico?
Enterobíase vermicularis
Bacilo de koch
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10. Quais são os tipos de diagnósticos da Enterobíase?
Tradicional
Laboratorial
Não sei
11. Qual é o diagnostico mais viável?
Tradicional
Laboratorial
Clínico
Não sei
12. Quais são as técnicas utilizadas para o diagnostico da Enterobíase?
Técnica de Gram
Pesquisa de plasmódio
Técnica de sedimentação Espontânea
Não sei
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13. Qual é o tipo de amostra utilizada para o diagnostico da Enterobíase?
Sangue
Urina
Laboratorial
Não sei
14. Quais são os matérias utilizados para a realização do exame da Enterobíase?
Seringa
Urina
Lâmina
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Apêndice B
Termo de consentimento Livre Esclarecido Presado (a) participante
Nós somos alunos finalistas do curso de análises clínicas da escola de Saúde Castelo, Limitada
referente ao ano letivo 2022/2023 estamos a realizar uma pesquisa sobre Enterobíase com o(a)
Senhor(a)__________________________________________________________________
Por isso estamos a pedir a sua colaboração, para participar no estudo, respondendo a um
instrumento que contém várias questões relacionadas com conhecimento sobre o Enterobíase.
A participação no estudo é voluntária e não terá nenhum custo ou risco para a sua pessoa; a sua
identidade será mantida no anonimato.
Declaro que, após ter recebido e entendido os esclarecimentos, aceito participar no estudo.
Luanda, aos_______de_________________2022.
Assinatura do(a) entrevisto(a) Assinatura dos pesquisadores
_______________________ ______________________
______________________
______________________
______________________
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Apêndice C
Cronograma da atividade
ACTIVIDADES Mês
Outubro Novembro
Elaboração da Introdução e dos
objectos
Pesquisa bibliografica
Compilação dos dados da
pesquisa bibliografica
Coleta de dados do campo
Tabulação de dados
Montagem do TCC em Word
Revisão (correcção) do TCC
Entrega do TCC em Word
Ensaio de apresentação
20
21 1 de 20 21
Referências Bibliográficas
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[Link] Acesso em 15 de novembro de 2022.
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