INSTITUTO SUPERIOR POLITÉCNICO DE TECNOLOGIAS E CIÊNCIAS
DEPARTAMENTO DE TENOLOGIAS E CIÊNCIAS
CURSO DE ENGENHARIA INFORMÁTICA
RAFAEL KACUMBA NGUNGA
SISTEMA DE INTERNET DAS COISAS E EDGE COMPUTING PARA
MONITORAMENTO DE PROCESSOS AGRÍCOLAS
Luanda
2022
RAFAEL KACUMBA NGUNGA
SISTEMA DE EDGE COMPUTING PARA MONITORAMENTO DE
PROCESSOS AGRÍCOLAS
Trabalho de Conclusão de Curso apresentado ao
curso de Engenharia Informática do Instituto
Superior Politécnico de Tecnologia e Ciências
como requisito para obtenção do grau de
Licenciado em Engenharia Informática.
Orientador: Daniel Sofrimento
Luanda
2022
RAFAEL KACUMBA NGUNGA
SISTEMA DE EDGE COMPUTING PARA MONITORAMENTO DE
PROCESSOS AGRÍCOLAS
Submetido ao corpo de docente de Engenharia
Informática do Instituto Superior Politécnico de
Tecnologias e Ciências, como requisito para
obtenção do grau de licenciatura em Engenharia
Informática.
BANCA EXAMINADORA
___________________________________________________
Prof. Nome – Presidente da Banca
DET/ISPTEC
___________________________________________________
Prof. Nome – Primeiro Oponente
DET/ISPTEC
___________________________________________________
Prof. nome – Segundo Oponente
DET/ISPTEC
Luanda aos 16 de Novembro de 2022
DEDICATÓRIA
Dedico este trabalho primeiramente aos meus
pais e as minhas irmãs por terem acreditado em
mim e na minha capacitação técnica e aos jovens
angolanos, africanos, de países subdesenvolvidos
para que sirva de inspiração para não
desacreditarem dos seus sonhos apesar das
condições sociais.
AGRADECIMENTOS
Aos amigos/familiares por todo o apoio e pela ajuda, que muito contribuíram para a
realização deste trabalho. Aos meus pais e irmãos, que me incentivaram nos momentos
difíceis e compreenderam a minha ausência enquanto eu me dedicava à realização deste
trabalho.
Ainda a minha família por sempre me mostrar o caminho da busca do conhecimento
em primeira pessoa. Os seus esforços eram sempre vistos por mim desde pequeno, o que
moldou o meu senso de pesquisa, disciplina, persistência e autodidatismo.
Ao melhor grupo da universidade que contribuiu para o meu desenvolvimento pessoal
nas vertente pessoal e na vertente do conhecimento. Agradeço ao meu grande companheiro
Helder da Costa, que com sua capacidade de indagação e formulação de problemas estimulou
em mim este senso crítico, aventureiro e ousado de ser, pois sem isto não teria escolhido um
tema tão emergente como este.
“Eu não falhei, apenas descobri mil maneiras de
não dar certo”
Sir. Thomas Edison
RESUMO
ABSTRACT
LISTA DE FIGURAS
LISTA DE TABELAS
LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS
ÍNDICE
1. INTRODUÇÃO 15
1. Problema 15
2. Justificativa 16
3. Objectivo Geral 17
4. Objectivos Específicos 17
5. Delimitação do Problema 17
1. Objecto de estudo 17
2. Campo de acção 17
6. Organização do trabalho 18
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1. INTRODUÇÃO
1. Problema
Agricultura é uma prática fonte de muita riqueza. Grande fonte de alimentos, fonte de
muita matéria-prima, e até há países cuja riqueza vem de comodities de produtos agrícolas. Só
para se ter uma ideia deste último facto, no Brasil, o agronegócio teve 68% de participação no
PIB em 2021. Agricultura em Angola contribui com 6,3% para o PIB do país.
Porém, segundo um artigo publicado pelo Jornal de Angola (2019), Angola é um dos
muitos países africanos que não progride na agricultura. Esta é uma situação preocupante,
pois reflete diretamente no aumento do preço dos alimentos e no aumento da fome e
malnutrição. Um relatório da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e
Agricultura (FAO, 2018 por Rafael Belincanta (Roma)) revela que a produção agrícola está a
diminuir em Angola, onde 54% da população vive em zonas rurais.
Os factores que contribuem para este fraco desenvolvimento da agricultura em Angola
são complexos e multifactoriais. Um amplo espectro de questões, incluindo factores políticos,
perspectivas econômicas ruins e riscos naturais como inundações e secas, todos contribuem.
No caso de desastres naturais, inundações, secas e tempestades tropicais afetam mais a
produção de alimentos (FAO, 2015); a seca, em particular, causa 80% do total de danos e
perdas na agricultura, sendo os subsectores da produção animal e agrícola particularmente
afectados.
Como não há uma única razão pela qual o fornecimento de alimentos seja problemático, não
pode haver solução única para o problema; em vez disso, um portfólio combinado de
estratégias deve ser adotado (Fraser et al., 2016). Agricultura de precisão não se trata de uma
tecnologia em específico mas de um complexo de combinações tecnológicas aplicadas a
vários processos processos na cadeia completa de produção.
Historicamente, a adoção de TIC na agricultura tem sido relativamente lenta; várias
razões são atribuídas a esse motivo, mas uma falta intrínseca de infraestrutura é um inibidor
crucial (Trendov et al., 2019). Questões socioeconômicas obviamente contribuem (Tamirat et
al., 2018); no entanto, a proposta de valor é fundamental, e isso ainda não está claro para
muitos agricultores em Angola.
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Por outro lado existe uma divisão rural-digital no caso do acesso à internet e à banda
larga; este é um tema recorrente em todo o mundo. Pragmaticamente, haverá sempre um
diferencial em Qualidade de Serviço (QoS) entre cidades e áreas rurais.
Então, como podemos utilizar Internet das Coisas e Edge Computing para
mitigar estes problemas e contribuir para o desenvolvimento da agricultura em Angola?
Como podemos dar aos empresários do agronegócio, aos camponeses da agricultura
famíliar os benefícios de se implementar um sistema tecnológico na agricultura?
2. Justificativa
A proposta de valor de um sistema de internet das coisas com edge computing é levar
a computação, a rede e o armazenamento até a borda da rede móvel para habilitar uma
qualidade de serviço (QoS) suficiente para aplicações com uso intensivo de computação e
sensíveis à latência e serviços que exigem largura de banda (Abbas et al., 2018).
Tomando o Reino Unido como exemplo, altos rendimentos são alcançados em média
quando comparados com o resto do mundo. Adoção de tecnologias no Reino Unido está
aumentando à medida que os tamanhos das fazendas estão aumentando, reduzindo assim o
custo em base por hectare. Cada vez mais, os fabricantes de máquinas estão fornecendo
equipamentos que suportam a agricultura inteligente.
A agricultura inteligente oferece uma visão de como a tecnologia irá transformar a
prática agrícola.
Estima-se pelo Fórum Econômico Mundial (WEF) que se as soluções de Internet das
Coisas (IoT) fossem implantadas em 50 a 75% das cadeias de suprimentos de produtos
agrícolas até 2020, haveria uma economia de 10 a 50 milhões de toneladas de alimentos
(WEF , 2018)
Serviços oferecidos pela agricultura inteligente quase sempre dependentes de acesso
contínuo à Internet. Em geral, o problema é duplo; alguns não têm acesso à internet enquanto
outros têm acesso a uma conexão intermitente e de baixa qualidade. Assim, mesmo para
aqueles para quem os serviços são relativamente simples, não aproveitam bem sua
disponibilidade. Edge Computing e Internet Das Coisas (Shi et al., 2016) oferecem um meio
pelo qual a comunidade agrícola poderia acessar e utilizar de forma mais eficaz os serviços de
agricultura inteligente. Pode ajudar a atenuar o problema de acesso à Internet, mas não o
eliminar..
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3. Objectivo Geral
Criar um sistema de internet das coisas, implementado sobre uma infraestrutura de
edge computing para o processo de monitoramento do plantio agrícola.
4. Objectivos Específicos
a) Estabelecer um sistema de redes com o servidor de edge perto dos sensores
b) Desenvolver a aplicação que rodará no servidor de edge que irá por um lado se
comunicar com os sensores e por outro lado com um servidor na cloud;
c) Mensurar os resultados desta implementação a nível de eficiência na produção
e comparar com sistemas tradicionais de cloud computing em relação a
eficiência na produção e nos custos.
5. Delimitação do Problema
1. Objecto de estudo
Implementação do sistema de Edge Computing integrado com internet das coisas
Exemplo Gestão de atendimento hospitalar focado nas seguintes áreas: recepção e
tesouraria, consultório médico, laboratório clinico, farmácia e enfermaria.
2. Campo de acção
Colocar a área tecnológica onde incidira o trabalho
O campo de acção desta monografia é o processo de desenvolvimento de uma
infraestrutura de redes baseada em edge computing, e um sistema de aplicação com a mesma
base.
Exemplo Campo de acção do presente trabalho tendo em conta o seu objecto de estudo
é processo de desenvolvimento de software com tecnologias Web.
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6. Organização do trabalho
Este trabalho primeiramente abordará aspectos conceituais teóricos do paradigma de
Edge Computing. Depois irá apresentar as vantagens deste em relação aos sistemas
tradicionais de edge computing. Abordará de conceitos de Internet das coisas e como ele
integra-se com edge computing. Depois apresentarei os requisitos deste sistema a nível de
redes, a nível de aplicação e nível de qualidade de serviço. Em seguida apresentarei os
desafios da implementação de edge computing e como a proposta de valor deste sistema é
compensadora.
Mostrarei um sistema funcional com o processo de monitoramento do plantio agrícola
automatizado.
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2. CAPÍTULO I: FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA
1.1. Edge Computing
Como introduzido pela IBM, Edge Computing (Computação de borda, em Português)
é uma estrutura de computação distribuída que aproxima os aplicativos corporativos das
fontes dos dados, como dispositivos IoT ou servidores de borda locais. Essa proximidade com
os dados em sua origem pode oferecer fortes benefícios para os negócios, incluindo insights
mais rápidos, tempos de resposta aprimorados e melhor disponibilidade de largura de banda.
De acordo com Satyanarayanan (2018, apud NARDI, 1993, p. 94), “Edge Computing
é um novo modelo de computação que implanta recursos de computação e armazenamento na
rede, próximo de dispositivos móveis e sensores.”
“Edge computing é o modelo que estende os serviços de computação em nuvem para a
borda da rede”. (Taheri, Deng, 2020)
Sobre a definição de Edge Computing, distinguindo-a de cloud computing podemos
afirmar que:
Em contraste com a computação em nuvem, onde o armazenamento e o
processamento são feitos em uma instalação centralizada, longe dos dispositivos que
produzem dados ou solicitam serviços, a computação de borda implica que o
armazenamento e o processamento acontecem na borda da rede, perto dos
dispositivos. (Taheri, Deng, 2020, p.172)
Ainda de acordo a Taheri e Den, edge computing é geralmente classificada em Multi-access
Edge Computing, Edge computing de múltipo acesso em Português, (MEC), cloudlets e fog
computing. MEC é um nome mais recente para Mobile Edge Computing, introduzido em
2016 pelo European Telecommunications Standards Institute (ETSI)
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1.1.1. Internet das Coisas
A Internet das Coisas, ou IoT, é um sistema de dispositivos de computação inter-
relacionados, máquinas mecânicas e digitais, objetos, animais ou pessoas que recebem
identificadores exclusivos (UIDs) e a capacidade de transferir dados através de uma rede sem
exigir interação de humano para humano ou de humano para computador. (Gillis).
O termo “Internet das Coisas” foi mencionado pela primeira vez por Kevin Ashton, do
Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) em uma apresentação à Procter & Gamble
em 1999, querendo trazer a identificação por radiofrequência (RFID) da atenção da gerência
sênior da Procter & Gamble.
Segundo Samuel Greengard, quase qualquer coisa – um computador, tablet ou
smartphone, dispositivo de fitness, lâmpada, fechadura da porta, livro, motor do avião,
sapatos ou capacete de futebol, para citar alguns, e cada um desses dispositivos ou coisas tem
um único
número de identificação (UID) e um endereço IP (Internet Protocol).
Esses objetos se conectam através de cabos, fios e tecnologia sem fio, incluindo
satélites, redes celulares, Wi-Fi e Bluetooth.
Ainda de acordo a Samuel Grengard, o termo “dispositivos conectados refere-se a
dispositivos que trocam dados através da internet e ganham alguns benefícios sobre essa
conexão.
As principais aplicações de Internet das coisas é em smart homes, medicina e cuidados
de saúde, no transporte, nas construções de edifícios. Na indústria, a internet das coisas é
aplicada em processos de fabricação e produção, na agricultura e até processos militares,
redes elétricas e poupança de energia, abastecimento de água, gestão de manutenção
1.1.2. Cloud Computing
Segundo a Forrester Research, Cloud computing é uma capacidade de TI padronizada
(serviços, software ou infraestrutura) entregue através de tecnologias da Internet".
Segundo a Amazon, a computação em nuvem é a entrega de recursos de TI sob
demanda por meio da Internet com definição de preço de pagamento conforme o uso.
De acordo ao Instituto Nacional de Padrões e Tecnologia (NIST, 2009) Cloud
Computing (Computação em nuvem) é um modelo para permitir o acesso à rede onipresente,
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conveniente e sob demanda a um pool compartilhado de recursos de computação
configuráveis (por exemplo, redes, servidores, armazenamento, aplicativos e serviços) que
podem ser rapidamente provisionados e liberados com o mínimo de esforço de gerenciamento
ou interação do provedor de serviços.
1.1.3. Papel da Cloud Computing em Internet das Coisas
A IoT está gerando uma quantidade sem precedentes de dados, o que, por sua vez,
coloca uma tremenda pressão sobre o Infraestrutura da Internet.
O uso da nuvem é importante para agregar dados e extrai insights desses dados.
O uso de cloud computing permite um grande escalabilidade para internet das coisas.
Por exemplo quando você tem centenas, milhares, ou até milhões de sensores, colocar grandes
quantidades de potência computacional em cada sensor seria extremamente caro e intensivo
em energia. Em vez disso os dados podem ser passados para a nuvem a partir de todos esses
sensores e lá processados em conjunto, pois conforme a oracle (2018) em vez de investir
pesadamente em bancos de dados, software e hardware, as empresas optam por aceder seu
poder de computação pela Internet ou pela nuvem e pagar por ele à medida que o usam.
Sobre o papel da cloud computing na internet das coisas, podemos que:
Computação em nuvem e IoT trabalham em conjunto para aumentar a eficiência das
tarefas diárias e ambos ter uma relação complementar. IoT gera lotes de dados
enquanto, por outro lado, a computação em nuvem fornece uma maneira de esses
dados viajarem. (Kaur, 2020, p. 20).
A computação em nuvem também permite uma melhor colaboração para
desenvolvedores, estão separados a grandes distâncias da área dos sensores. Simplificando os
desenvolvedores podem armazenar e acessar dados remotamente,
1.1. Soluções Informáticos Existentes com foco “Utilização de Edge Computing com
IoT”
1.1.1. AWS Snwoball Edge
O AWS Snowball Esge é um serviço da Amazon Web Services que fornece
dispositivos robustos e seguros para que você possa utilizar os recursos de armazenamento e
computação da AWS em seus ambientes de borda e transferir dados de e para a AWS. O
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AWS Snowball anteriormente se referia especificamente a uma versão prévia do hardware
desses dispositivos. Entretanto, esse modelo foi substituído por um hardware atualizado.
Agora, o serviço do AWS Snowball opera com dispositivos Snowball Edge, que contêm
recursos de computação integrados e armazenamento.
Com um dispositivo AWS Snowball Edge, você pode acessar o poder de
armazenamento e computação em nuvem AWS localmente e de forma econômica em locais
onde a conexão com a Internet pode não ser uma opção.
Tabela 2 – solução 1: vantagens e desvantagens
Vantagens Desvantagens
Grande capacidade de armazenamento O AWS Snowball não é uma solução fácil de usar;
e computação para dispositivos há uma certa curva de aprendizado
Adaptadores de rede com velocidades
de transferência de até 100
Gbit/segundo.
Criptografia é aplicada protegendo os
dados ociosos e em trânsito físico
Grande capacidade de armazenamento
e computação para dispositivos
Fonte: [Link]
1.1.2. Edge Computing com o Red Hat Enterprise Linux
O Red Hat® Enterprise Linux é um sistema operacional que oferece uma plataforma
consistente, flexível e voltada à segurança para você acelerar a entrega dos dados e gerar
inovações para suas cargas de trabalho empresariais na edge (borda da rede). A plataforma
simplificada viabiliza o gerenciamento eficiente dos sistemas de edge por meio de uma
interface centralizada que conecta os dados e os dispositivos na origem. Assim, você obtém os
insights necessários para tomar decisões empresariais inteligentes em tempo real.
Quando as organizações padronizam suas infraestruturas com o Red Hat Enterprise
Linux, elas diminuem a complexidade e os riscos de segurança gerados pelas cargas de
trabalho na edge. Além disso, é possível reduzir os custos de manutenção como um todo,
encurtar os ciclos de inovação e melhorar o uptime.
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Tabela 3 – solução 2: vantagens e desvantagens
Vantagens Desvantagens
Cargas de trabalho em containers
Máquina virtual e cargas de trabalho de
computação de alto desempenho
Sistema de mensageria e comunicação
Fonte: [Link]
1.2. Microsoft Azure IoT Edge
Com o Azure loT Edge, você pode implantar e gerenciar contêineres do loT Hub e
integrar com soluções loT do Azure na borda com opções robustas usando o Kubernetes com
suporte a vários nós e máquinas virtuais.
Permite que processar, classificar, analisar seus dados de IoT ou datacenter para
determinar no que você pode agir imediatamente, o que você precisa manter e armazenar na
nuvem e o que você não faz.
A tabela abaixo, descreve algumas comparações entre algumas das soluções existentes
descritos anteriormente:
Vantagens Desvantagens
Análise dos dados para obter insights acionáveis
rápidos com IA/ML acelerados por hardware
Transfira dados de forma eficiente e fácil entre a
nuvem e a borda
Fácil de implementar
Fonte: [Link]