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oSVVVVULLLLL )CENTRO INTEGRADO ~ TECNOLOGICO DE TRANSITO Lufs EDUARDO MAGALHAES-BA Digitalizado com CamScanner Condigdes adversas do veiculo Condigdes adversas de carga Condigdes adversas do motorist. Bebidas alcodlicas. Outras substancias tovicas ‘utomatismos.. Condigdes aversas de passageiro Prevencdo de acidentes. Colisdo com veiculo da frente. Coliso com veiculo de trés Colisdo frente a frente. Choque com ebjtosfxos ou colisdo misteiosa. Colisdo nas ultrapassagens.... Colisao em cruzamentos e abairoamento Colisio com pedestres / atropelamento. Colisdo com motocicletas.... Coliso com biccletas Colisio em marcha ar... Coliséo com anima EER) Introduso... Processo de habilitar ao do condutor. Requisitos para habiltacdo Formac3o tedrico-técnica do condutor. Aprendizagem de praca veicular. ‘ho candidato aprovado Candidato portadr de defcincia sca Renovaca0 e validade d3 CNH. nw Reciclagem do condutor : Suspensio ecassacio do drt de digi. Documentos de porte abrigatério ‘Seguro DPVAT . Condutor estrangeiro ID Permissio internacional para Digit) Categorias de habilitacdo. Sistema Nacional de Transito ~ §.N.T. Compasicao do Sistema Nacional de Transito. Normas gerais de circulacéo e conduta... Uttrapassagem Coliséo com trens Como ultrapassat nme Curvas.. Manobras e deslocamento lateral Maneiras de drigit. Comportamentos seguros no transit. Veiculos que se deslocam sobre trithos. Ouso de luzes em veiculos.. Como parar. = Dicas para drigir cam seguranc] an. Ouso da buzina. Estacionamentoe p Condutores com deficiéncia auditva. Veiculos de trecdo animal Direcdo defensiva para motociclstas Uso careto das equipamentos de seguranca Circulagdo de motocicletas. Circulagdo de quaricilo.. Circulacdo de bicicletas.. : Competicées desportivas nas vias. Cinto de sequranca. Dispositivos retrorefletivos de seguranca.. Equipamentos de seguranca, Transporte de passageiro na matociceta. Postura, estratégiase técnicas de frenagem.. Pilotagem em condigdes adver3a nu Criangas e 0 cinto de segur Registra dos veiculos ~ [Link]. Identificacao do veiculo...... Classificarao dos veiculos Pistagem de motoccetas ro rnsto urban. Carga soltae operigo para 0 motocicista.. Limites de peso e dimensies pare vecls Classificacao das via Infragao de transit. Penalidades. Medidas administraivas Responsabliade plas fraps 17° Vere ser visto Dicas de seguranca sobre duas roda: ORT CAS ics Introduggo O que sao primeiros socorras Recurso adminstrativo. Classifcacdo das inracbes. ‘Quando devernos prestar SoCo... Iniragées.. Importancia das técnicas de primeiros socom... Procedimentos iniciais . Sinalzacao do local do acidente ‘Acionamento dos recursos para 0 socorro. Infragdes da sinalzacao de regulamentaco Grimes de trnsito - CB. Fiscalizacaoeletrnicae videomonitoramento Sinalizagao de transit. Aendimento as vtimas. ‘Avaliagao primaria lo Direcdo Defensiva Avaliacao secundéria...... 2 Parada cardiorrespiratdria (P.C.R. : Introduga Conceito de direcao defensiva.. Estado de chaque ..nssma Acidentes de trénsito. Desmaio 0s 5 elementos da direc detensv Convulsées. Condigdes adversas.. Hemorragias.. Amputagao de membr0.. Fraturas. Luxagao e entorse.. Fratura de cranio, Fratura de bacia ou quadril Fratura de costela Fratura da coluna vertebral Condigées adversas de lu Condicdes adversas de tempo Aquaplanagem ou hidroplanagem. Dirigindo sob neblina ou ceragéo. Ventos laterais .. Condicdes adversas da via CondigGes adversas do transit. 70 wD = i Digitalizado com CamScanner Habilitagao ———__________ 9» ‘imetira © Indice Pr Queimaduras... Ferimentos. Envenenamento, . MovimentacSo de emergéncia ( que ndo fazer com uma vitima de acidente.... Doacdo de drgacs.... lo/Meio Ambiente'e Cidadania| Introdugao - Meio ambiente... Legislago ambiental... Poluicao do ar . ‘Apoluigdo das Squas. Poluigd0 S0MOFa. nnn Poluicao das vias de trénsito.... Substituicao de fluidos. Os automéveis e a contaminacao do ar. Como detectar um veiculo poluidor Gases emitidas por veiculos. Chuva dcida...... Uso consciente do veicul, Desenvolvimento sustentavel. Introducao - Cidadania.. 0 individuo e o grupo social Diferencas individuais.. Relacionamento interpessoal Ciindividuo como cidadao Educacao para o transit. Semana Nacional do Transito Abicicleta como de meio de transporte Ciclistas, motoristas e pedestres .. Introdugao : : Veiculo equipado com motor flex Motor de combustao interna. 4 edi (7 Editora Funcionamento do motor. Sistema de alimentacao. Sistema de arrefecimento... Sistema de lubrifcacao.. Sistema de escapamento Sistema elétrico.... : Distribuidor e bobina de ignico Vela de ignicao = Motor de arranque ou motor de partida Alternador.. : Fusiveis Luzss... Painel de instruments... Sistema de transmis Sistema de direca Sistema de suspensao.... Sistema de freios. Sistema de freio ABS. Sistema de rodagem. Estrutura dos veiculos. Air bag. Motocicletas, Inspecdo didria na motocicleta.. Freio ABS e CBS em motocicletas Equipamentos obrigatoris. Extintor de incéndio. DSnMErErocl Questies vo QL nee Termos e definigdes. lo Exame Pratico de Direcao| Introduga Motorista FLE [Link] LINHA COMPLETA DE MANUAIS DE TRANSITO Formacio de Condutores, Motoristas Profissionais, Instrutor de TrAnsito, Diretor Geral e de Ensino, e Examinador Central de vendas: (14) 3451.3159 / (14) 98226.01999 Plc @eeditoraflex [Link] Obra registrada na Biblioteca Nacional. Registro n* 700.580 5 DIREITOS RESERVAGOS - € probda a reprodugio total ou parcial, de qualquer forma ou por qualquer mei. ro a ea tpl coo ct «tgs 6 CHdg0 en Lei 687 617.10 ito gonjuntamente com Busca eapreesioeindenzardes diversas art. 102, 103, pardgrafa nico, (0, de 19/08/98, Leis dos Drei Autor). a alteragdes sem aviso prévio. Digitalizado com CamScanner SUV OOOO DODDS dd dddE DD DDD DELEEE Alegistacaio de Ansito consiste em normas legais que disciplinam e orient ni jormas a ntam todas as atividades que envolvem o transito nas vias abertas a circulacao, uniforrnizando os conhe- cimentos e os componentes. engisidera-se transito a utilizagao das vias por pessoas, veiculos e animais, isolados ou M grupos, conduzidos ou néo, para fins de circulacao, parada, estacionamento e opera- a0 de carga ou descarga, cupgtiansito de qualquer natureza nas vias terrestres do territério nacional, abertas & cir- Lacso, rege-se pelo C.T.B. ~ Cédigo de Transito Brasileiro, tod [Link] em vigor em janeiro de 1998, estabelecendo regras e normas vslidas era 10 © territério nacional para ruas, avenidas, logradouros, caminhos, passagens, rodo- vias, estradas, praias abertas a circulagao e vias internas de condominios. 0 Codi 5 93 igo possui 341 artigos divididos em 20 capitulos, da seguinte forma: |. Das disposicdes preliminares; UI, Do sistema nacional de transit IL Das normas gerais de circulacao e conduta; I-A. Da conducao de veiculos por motoristas profissionais; IV. Dos pedestres e condutores de veiculos nao motorizados; V. Do cidadao; . VI. Da educacdo para o transito; VII. Da sinalizagao de transito; Vill. Da engenharia de tréfego, da operacao, fiscalizacao e pol IX. Dos veiculos; X. Dos veiculos em circulacao internacional; XI. Do registro de veiculos; XII. Do licenciamento; XII. Da condugao de escolares; XIII-A. Da conducao de motofrete; XIV. Da habilitagai XV. Das infragoes XVI. Das penalidade XVII. Das medidas administrativas; XVIII. Do processo administrativo; y XIX. Dos crimes de transito; XX. Das disposicSes finais e transitorias. Conhecer as leis é uma obrigacao do motorista. Ele é 0 unico responsavel pelas acdes que comete no transito. Infringi-las pode render multas, adicao de pontos na carteira, cas~ sagdo da carteira e, em caso de acidentes com vitimas, 0 motorista corre o risco de ser acusado de homicidio doloso ou culposo, dependendo da previsibilidade do risco. ‘A Lei Federal n° 9503/97 que instituiu 0 Cédigo de Transito Brasileiro - C.T.B. Ee combinada com a Resolugao n° 789/20 do Conselho Nacional de Transito - CON- TRAN, estabelecem as normas regulamentares para 0 processo de formacao, especia- e lizagdo e habilitacdo do condutor de veiculo automotor € elétrico, os procedimentos dos 3 exames, cursos, avaliacdes e requisitos para habilitagao. ‘©)Requisitos para habilitagio 9 0 candidato a obtencdo da Autorizagao para Conduzir Ciclomotor ~ A.C.C., da Car- it] teira Nacional de Habilitagdo - C.N.H., solicitard ao érgao ou entidade executiva de {ransito do Estado ou do Distrito Federal do seu domicilio ou residéncia, ou na sede esta- @— dual ou distrital do préprio 6rgdo ou entidade, a abertura do processo de habilitagao, para © qual deverd preencher os seguintes requisitos: [Ser penalmente imputavel (maior de 18 anos); i) ay Anil e IL Saber ler e escrever; at wt oh « iamento ostensivo de transito; to ranst IV. Possuir Cadastro de Pessoa Fisica - C.P.F. C De acordo com a Resolugao n° 789/20 - CONTRAN para obtencao da A.C.C, e da CNH, 0 candidato devers submeter-se a exames realzados pelo orgie executwvo de @ transito na seguinte ordem: II. Possuir documento de identidade; : vor mine NTE CareM Digitalizado com CamScanner |. Exame médico (de aptidio fisica ¢ mental); I. Avaliacao psicolégica; . Ill, Exame escrito (prova teérica) sobre a integridade do contetido programatico desenvolvido em Curso de Formagao para Condutor ~ C.F.C.; . WV. Exame de diregao veicular (prova prética) realizado na via piblica, em veiculo da categoria para a qual esteja se habilitando, Nao hd prazo limite para a conclusao do processo de habilitacdo. 0 processo do candi- dato & habilitacao ficara ativo no érgao ou entidade executivo de transito do Estado ou do Distrito Federal por tempo indeterminado - Portaria n° 195/20 - CONTRAN. Aprovado nos exames psicoldgico e médico, o candidato a obtencdo da Carteira Nacio- nal de Habilitacao ~ C.N.H., deverd se dirigir a um Centro de Formagao de Condutores = C.R.C. A ow A/B, para a realizacao do curso teérico-técnico, cuja estrutura curricular @ carga horaria de 45 horas/aula ficaram estabelecidas na Resolugao n° 789/20 ~ CON- TRAN da sequinte forma: Legislacdo de Transito 18 horas/aula reco Defensiva_16 horas/aula eras Socorras 4 horas/aula te Meio Ambiente/Cidadania_& horas/aula dep Mec&nica Basica_3 horas/aula 0 Centro de Formacao de Condutores ~ C.F.C. é 0 drgao responsavel pela conducao do processo de habilitacdo (aulas tedricas e praticas). Tais centros sao as antigas autoes- colas, porém com mais atribuigdes e responsabilidades. O candidato a obtencao da A.C.C. ou da C.N.H., apds a conclusdo do Curso de Forma- $40, serd submetido a Exame Teérico-técnico, constituido de prova convencional ou ele- trdnica de, no minimo, 30 questées, incluindo todo o contetdo programatico, proporcional & carga horéria de cada disciplina, organizado de forma individual, unica e sigilosa. Para aprovago no exame, 0 candidato devera obter aproveitamento de, no minimo, 70% de acertos nas questées, isto é, 21 questées. Os Detrans de alguns estados, como a Bahia, Ceard, Distrito Federal e Santa Catarina, por exemplo, aplicam prova com 40 ques- tdes, devendo o candidato acertar, no minimo, 28 questdes, 0 Exame Teérico-Técnico ser aplicado pelo drgao ou entidade executiva de transito do Estado ou do Distrito Federal; ou por entidade publica ou privada por ele credenciada. Nos municipios do interior dos estados, 0 exame ¢ aplicado pela CIRETRAN ~ Circuns- rigdo Regional de Transito. Aprovado no Exame Teérico-Técnico, 0 candidato deverd dirigir-se a0 Centro de For- magao de Condutores - C.F.C. B ou A/B para realizar 0 curso de Pratica de Direcao Veicular seguindo a carga hordria estabelecida pela Resolugo n° 789/20 - CONTRAN: de | + A.C.C. (ciclomotor): minimo de 5 horas/aula (obtenco ou adi¢do). * Categoria “A (motocicleta): minimo de 20 horas/aula. Adicao minimo de 15 horas/aula, + Categoria “B" (carro): minimo de 20 horas/aula, Adigao minimo de 15 horas/aula. Para obten- ¢40, 0 candidato podera optar por realizar até 5 horas/aula em simulador de diregao veicular que deverdo ser feitas previamente as aulas préticas em via piiblica e poderao ser descontadas da carga horéria de pratica em veiculo de aprendizagem, com exce¢io da aula em periodo noturno. No caso de adicao de categoria “B”, é obrigatéria a carga horéria de prética diretamente no veiculo de aprendizagem. E obrigatério pelo menos 1 hora/aula no periodo noturno para obten¢io ou adigdo da A.C.C. ou C.N.H. categorias “A” ou “B”. Para a realizacao de tal curso, o candidato deverd estar acompanhado por um instrutor de Pratica de Direcdo Veicular e portar a Licenga para Aprendizagem de Direco Ve cular - LADY, expedida pelo drgao ou entidade executiva de transito do Estado ou do Distrito Federal, contendo, no minimo, as seguintes informacses: © Legislacio - Digitalizado com CamScanner |. Identificago do érgao ou entidade executiva de transito expedidora; @ II. Nome completo, nimero do documento de identidade, do Cadastro de Pessoa Fisica ~C.P.F. € do formulério RENACH do candidato; Ill Categoria pretendida; V. Nome do Centro de Formagio de Condutores ~ C.F.C. responsavel pela instrucao;, [Link] de validade, * enema ° ALLADV sora expedida em nome do candidato com a identificacdo do C.F.C. responsavel e/ou do instrutor, depois de aprovado nos exames previstos na legislagao, com prazo de validade que permita que o processo esteja concluido ALADV serd expedida mediante a solicitacao do candidato ou do C.F.C. ao qual o mes- mo esteja vinculado para a formacao de pratica de direcdo veicular e somente produzira os seus efeitos legais quando apresentada no original, acompanhada de um documento de identidade e na Unidade da Federacao em que tenha sido expedida. Ocandidato que for encontrado conduzindo veiculo automotor desacompanhado do ins- trutor de pratica de direcao veicular tera a LADV suspensa pelo prazo de 6 meses. Em caso de reprova no Exame Tedrico-Técnico ou no Exame de Direcao Veicular, o can- didato s6 podera repetir 0 exame depois de decorridos 15 dias da divulgagao do resultado, ‘endo Gispensado do exame no qual tenha sido aprovado, e mediante pagamento de taxa fe reexame, “Ao candidato aprovado sera conferida Permissao para Dirigir ~ P.P.D., com validade de | ano. A Carteira Nacional de Habilitacao ~ C.N.H. e a Autorizagao para Conduzir Ciclomotor ~ A.C.C. definitiva sera conferida ao condutor no término de I ano, desde que no tenha cometido qualquer infracao de natureza grave ou gravissima ou seja reincidente em infrac3o média. 0 cometimento dessas infragdes obriga 0 candidato a reiniciar todo o processo de habilitacao. ‘AC.N.H. tera validade em todo territério nacional, equivalendo 20 documento de identida- de e produzindo seus efeitos quando apresentada no original e dentro do prazo de validade. ‘Quando o condutor possuir C.N.H.,a A.C.C. serd inserida em campo especifico, utilizan- do-se para ambas um tnico registro. ‘A identificacao da Carteira Nacional de Habilitagao expedida e da autoridade expedi- dora sero registradas no RENACH ~ Registro Nacional de Condutores Habilitados. "A cada condutor corresponderd um unico registro no RENACH, agregando-se neste to- das as informagdes. ‘0 Exame de Direcdo Veicular para candidato portador de deficiéncia fisica sera consi- derado prova especializada e deverd ser avaliado por uma comissio especial integrada por, no minimo, um examinador de transito, um médico perito examinador e um membro Indicado pelo Conselho Estadual de Transito ~ CETRAN cu Conselho de Transito do Distrito Federal - CONTRANDIFE, conforme dispée 0 inciso VI do artigo 14 do C.T.B. (0 velculo destinado a instrugo e a0 exame de candidato portador de deficiéncia fisica deverd estar perfeitamente adaptado segundo a indica¢ao da Junta Médica Examinado- ra, podendo ser feitos, inclusive, em veiculo disponibilizado pelo candidato. E de se salien- far que a deficiéncia em si ndo impede a habilitagao. to anst © Legislacdo de Tr ‘Arenovacio da validade da Carteira Nacional de Habilitacao ou a emissao de uma nova via serd realizada somente apds a quitacao de débitos constantes no prontuario do condutor. ‘Avalidade da Carteira Nacional de Habilitagao esta condicionada ao prazo de vigéncia do Exame de Aptidao Fisica e Mental. (0 Exame de Aptidao Fisica e Mental sera preliminar e renovavel a cada 5 anos, oul a cada 3 anos para condutores com mais de 65 anos de idade, no local de residéncia ou domicilio do examinado. Quando houver ind Py _ 70552 diminuir 2 capacidade para conduz veiculo, por diminuido a critério do perito examinador. O candutor que, por qualquer motivo, adquira algum tipo de deficiéncia fisica para 2 FY condugio de velculo automotor, deverd se apresentar ao érgao ou & entidade executiva de , consi do Estado ou do Distrito Federal para submeter-se aos exames necessarios. VVYOdOdOdO OOOO DODD DEDEEIG ys icios de deficincia fisica, mental ou de progressividade de doenga que 0 prazo de validade do exame poder Digitalizado com CamScanner = ‘ - 0 x = } me £ ig = o ° 6 o a 2 nD ® a ° (AN aie Q5536 Drdsro) £0 TDA van © walowio infrator sera submetido a curso de reciclagem, conforme estabelece o CONTRAN: 1. Quando, sendo contumaz, for necesséria a sua reeducagio; Il, Quando suspenso do direito de dirigi; I. Quando se envolver em acidente grave para o qual haja contibuido, independentemente de processo judicial; IV, Quando condenado judicialmente por delito de transite; 1t,[Link] tempo, se fr constatado que o condutar est colocando em risco a seguranca do, VI. Em outras situagées a serem definidas pelo CONTRAN. 0 condutor habilitado na categoria C, D ou Ee que tenha a inscrigao “exerce atividade remunerada’ na C.N.H., poder optar por participar de curso de reciclagem preventiva sempre que, no periado de | ano, atingir 14 a 19 pontos. O condutor que optar pelo curso ‘nao poderd fazer nova opcao no periodo de 12 meses. ‘Apenalidade de suspensiio do direito de dirigir serd aplicada sempre que o condutor atingir 20 pentos no periodo de 12 meses, levando-se em consideracdo a data de cada infragao ‘ou quando for autuado por infrago gravissima (7 pontes), que determina a suspensao do to de dirigir. Esto incluidas nessa penalidade as multas referentes a pratica de rachas, dirigir embriagado, ultrapassar 50% da velocidade maxima permitida ou pilotar sem capacete, entre outras. _ Os condutores com as carteiras suspensas perderdo o direito de dirigir durante um pe- riodo que varia de 6 meses a 1 ano, dependendo da gravidade das infragSes cometidas no periodo. Para infratores reincidentes no prazo de 12 meses apés o cumprimento do periodo de suspensio, as penalidades aplicadas variam de 8 meses a 2 anos. Seo condu- tor cometer uma das infracdes que levam a suspensao direta do direito de dirigir, o prazo serd de 2 até 8 meses e, em caso de reincidéncia em 1 ano, os prazos serdo de 8 a 18 meses. Durante o periodo de suspensao, o motorista deverd passar por um curso de reciclagem de 30 horas/aula, que pode ser feito nos C.F.C.s credenciados pelo Detran. ‘Ao final do curso de reciclagem, 0 candidato sera submetido a prova de no minimo 30 questées de miltipla escolha, realizada por érgaos ou entidades executivos de transito dos Estados ou do Distrito Federal ou entidades por eles credenciadas, devendo obter um apro- veitamento minimo de 70% de acertos. Em caso de reprova serd cobrado taxa de reexame. ‘Apés o cumprimento do periodo de suspensao e o recebimento do certificado do curso de reciclager, 0 motorista teré sua C.N.H. de volta, Se no periodo de suspensdo o motorista for surpreendido dirigindo, entao ocorre a cas- sao da C.N.H. e somente apds 2 anos o infrator poderd requerer os exames para sua reabilitaco. As penalidades de suspensao do direito de dirigir e de cassaco do documento de habilitacdo sero aplicadas por decisdo fundamentada da autoridade de transito com- petente, em processo administrativo, assegurado ao infrator amplo direito de defesa. © Documentos de porte obrigatério - condutor’e veiculo + Autorizagao para Conduzir Ciclomotor (A.C.C.), Permissao para Dirigir (P.P.D.) ou Carteira Nacional de Habilitagao (C.N.H.), no original ou verso digital (CNH-e). + Certificado de Registro e Licenciamento de Veiculo (C.R.L..) ou Certificado de Licencia~ mento Anual (C.L.A.), impresso (pagina tinica, formato A4) ou versao digital (CRLV-e). Para transitar em outro pais, o condutor deverd portar obrigatoriamente a verso impressa. C.N.H. CNH-e [Link]. CRLV-e A quitagao dos débitos relativos a tributos e multas de transito e ambientais, entre outros, o Imposto sobre Propriedade de Velculos Automotores (IPVA) e do Seguro DPVAT & condigdo para o licenciamento anual do velculo HAD arnnardsradhd NN Sy 194 Digitalizado com CamScanner 0 Seguro DPVAT, como o préprio nome diz, indeniza vitimas de danos pessoais causa- dos por veiculos automotores de via terrestre. siniesiaaga Por morte: morte de motoristas, passageiros ou pedestres provocada por veiculos eon ia terrestre ou cargas transportadas por esses veiculos em atropelamentos, sRes © Outros tipos de acidentes. Os beneficisrios sao os herdeiros da vitima. « Indenizagao por invalidez permanente: invalidez permanente total ou parcial decorrente de {culos automotores ou por cargas transportadas por esses veiculos. 0 valor do reembolso varia a soma das despesas comprovadas. 0 beneficidrio é a prépria vitima ou um terceiro a quem a vitima tenha cedido o direito de reembolso, acidente envolvendo veiculos automotores de via t , eg lerrestre ou cargas transportadas por esses veiculos 0 beneficidrio¢ a prépriavtima do acdente, 5 i; , sykeambolso de despesas médico-hospitalares — DAMS: reembolso de despesas médico- ospitalares pagas por pessoa fisica ou juridica pelo tratamento de lesdes provocadas por ve- Maiores informacées: [Link] ssc 4 O condutor. de veiculo oriundo de pais estrangeiro e nele habilitado, desde que penal- mente imputavel no pais, poderd dirgir no Brasil no prazo maximo de 180 dias, respeitada a validade da habilitacao de origem, Apés esse prazo, deverd submeter-se aos Exames de waliagao Psicolégica e aptidao Fisica e Mental, nos termos do artigo 147 do C.T.B. E a emissao da permissao para que um brasileiro possa dirigir no exterior. A PID pode ser requerida por condutores habilitados em qualquer categoria (com excecéio da Auto- rizagao para Conduzir Ciclomotores - A.C.C.). 0 prazo de validade da PID ser de no maximo 3 anos da data de sua emissao ou até a data de expiraco da validade da C.N.H., © que ocorrer primeiro, observado o limite maximo de 3 anos. Informe-se no Consulado do pais em que deseja dirigir sobre as exigéncias locais. Ha 5 tipos de categorias de habilitagao que variam de acordo com a finalidade e o grau de responsabilidade exigido por alguns veiculos. Os candidatos poderao se habilitar nas categorias de A aE, sendo as categorias Ae B para primeira habilitacao. ° Os candidatos poderdo requerer simultaneamente a A.C.C. ea habilitagao na catego ria B, bem como requerer habilitagao em Ae B. = 7 @ een : 1, Categoria A: condutor de veiculo motorizado de duas ou trés rodas, com ou sem carro lateral. Motocicleta, motoneta e ciclomotor. 2. Categazia B: condutor de veiculo motorizado, nao abrangido pela categoria A, cujo peso bruto total nao exceda 3500 kg e cuja lotacdo nao exceda 8 lugares, excluindo o do motorista. So autorizados a conduzir: trator de roda, equipamentos auitomotores destinados a executar trabalhos agricolas, quadriciclo e vefculo automotor da espécie motor-casa, cujo peso nao ex- a = ev ceda a 6000 kg, ou cuja lotacao nao exceda a 8 lugares, excluido 0 do motorista, oO 6 a mh a E 3 3. Categoria C: condutor de veiculo motorizado utilizado no transporte de carga, cujo peso bruto total exceda 3500 kg. Para habilitar-se na categoria C, o condutor deverd estar habilitado na} =? categoria B ha no minimo 1 ano e nao ter cometido nos tltimos 12 meses qualquer infragao de natureza gravissima ou grave ou ser reincidente em infragdes médias. 4. Categoria D: condutor de veiculo motorizado utilizado no transporte de passageiros, cuja lotagao exceda 8 lugares, excluindo o do motorista. Onibus articulado. 5. Categoria E: condutor de combinacao de veiculos em que a unidade tratora se enquadre nas| =! categorias B, C ou D ecuja unidade acoplada, reboque, semirreboque, trailer ou articulada tenha 6000 kg ou mais de peso bruto total ou cuja lotagao exceda a 8 lugares. ° Digitalizado com CamScanner ® 0 exame toxicolégico de larga janela de deteccéio de consumo de substancias psicoati- vas é exigido na adicao e renovacao para as categorias C, De E. Para habilitar-se nas eategorias D e E ou para conduzir velculo de transporte coletivo de passageiros, de escolares, de emergéncia, de produto perigoso ou de carga indivisivel, 0 candidato devera preencher os sequintes requisitos: 1. Ser maiar de 21 anos; I. Estar habilitado: + No minimo ha 2 anos na categ habilitar-se na categoria D; + No minimo ha 1 ano na categoria C, quando pretender habilitar-se na categoria E; IIL Nao ter cometido qualquer infracao grave ou gravissima ou ser reincidente em infragdes mé- dias durante os iltimos 12 meses; . IV. Ser aprovado em curso especializado e em curso de treinamento de prética veicular em situ- a¢do de risco, nos termos da normatizacao do CONTRAN, . A participacao em curso especializado independe da observancia do disposto no inciso III. O trator de roda, o trator de esteira, o trator misto ou o equipamento automotor destina- do 3 movimentacao de cargas, de terraplenagem, de construgao ou de pavimentacao, $6 pode ser conduzido na via publica por condutor habilitado nas categorias C, D ou E. B ou no minimo ha 1 ano na categoria C, quando pretender 0 Sistema Nacional de Transito (S.N.T.) é 0 conjunto de drgdos ¢ entidades da Unido, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municipios que tem por finalidade o exercicio das atividades de planejamento, administracdo, normatizacao, pesquisa, registro e licencia- mento de veiculos, formacdo, habilitacao e reciclagem de condutores, educacdo, engenha- ria, operaco do sistema vidrio, policiamento, fiscalizacSo, julgamento de infracoes e de recursos, e aplicacao de penalidades. Sao objetivos basicos do Sistema Nacional de Transito: |.Estabelecer diretrizes da Politica Nacional de Transito, com vistas & seguranca, & fluidez, a0 conforto, & defesa ambiental e & educacao para o transito, e fiscalizar seu cumprimento; IL-Fixar, mediante normas e procedimentos, a padronizacao de critérios técnicos, financeiros e administrativos para a execugdo das atividades de transito; IllEstabelecer a sistematica de fluxos permanentes de informacdes entre os seus diversos ér- ~ gios e entidades, a fim de facilitar o processo decisério e a integracao do Sistema. OS5 Zs ‘Orgaos normativos, consultivos e coordenadores que ditam normas e fazem as leis: © GPS. \.CONTRAN (Consetho Nacional de Transito):é 0 6rgao maximo normativo e consultivo do Sis~ SG ° tema Nacional de Transito (S.N.T.), orientando as politcas de trénsito no pais e coordenando os Ge demais érgdos do S.N.T. Ao CONTRAN cabem os processos de normatizacao dos pracedimentos ". relativos & aprendizagem, habilitacdo, expedigao de documentos de condutores, registro elicen- © ciamento de veiculo. Sua sede é em Brasilia-DF. © CAmaras Teméticas: érgaos técnicos vinculados ao CONTRAN tém como objetivo estudar e ofe- = recer sugestées e embasamento técnico sobre assuntos especificos para decisdes do Conselho, ©) = II-CETRAN (Conselho Estadual de Transito): é 0 6rgio maximo normativ, consultivo e coorde nador do S.N.T. na drea de atuacao do seu respectivo Estado. Cada Estado possui o seu Conselho, ‘com sede na capital do Estado. Compete ao CETRAN cumprire fazer cumprir a legistacao e as nor- 2g), | mas de transite, acompanhando as atividadestécnicas eadministrativas de transit do seu Estado, LILCONTRANDIFE (Conselho de Trénsito do Distrito Federal): é 0 érgao méximo normativo, (& _consulivo e coordenador do S.N.T. do Distrito Federal. Compete ao CONTRANDIFE cumprir £5 fazer cumprir a legislacao e as normas de transit, acompanhando as atividades técnicas e ad- Gp ~Ministrativas de trnsito no Distrito Federal. 2 *©5< Grgios e entidades executivas de transito da Unigo, dos Estados, do Distrito Federal e 2 (Ecos Municipios que cumprem e fazem cumprir a legislac3o de transito: © 5, 1, DENATRAN (Departamento Nacional de Transito): é o 6rg30 méximo executivo do Sistema Sel “Nacional de Transit, cujodrigente preside o CONTRAN e que tem por fnalidade acoordenagao e << a supervisio dos éraios delegados e a execucio da politica nacional de transite, com autonomia © ddministrativae técnica, e jurisdigo sobre todo o territério nacional. Sua sede é em Brasilia-DF. cao Digitalizado com CamScanner sa Al B® =~ II. DETRAN (Departamento Estadual de Transito): é 0 drgao maxi Estados e que tem por finalidade cumprir e fazer cumprir a legislagao de t sua jurisdiggoy ¢ y¢¢(¢ = “Ill. [Link]? (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes): & 0 6rgao executive S| rodoviério da Uniao, com autonomia sobre as rodovias ¢ as estradas federais e que tem por Fina- | lidade planejare operar 0 transito no ambito de sua jurisdic ~ [Link]. (Departamento de Estradas e Rodagem): é 0 6rgio executiva rodovisrio do Estado, oS mm mononta sobre as rodovias e as estradas estaduais de sua sede © que tem por finalidade > planejar e operar 0 trinsito no ambito de sua jurisdicao. cd <5, ML IARIS Guntas Administrativas de Recursos de Infragses): as JARIs 530 ‘érgaos colegia- =} dos, componentes do $.N.T., responsaveis pelo julgamento dos recursos interpostos contra pe- diy <. Talidaes apicades por rains eentidades executivas do transito ou rodovirias. |< Ml Policia Rodovisria Federal: compete & Policia Rodovidria Federal exercer os poderes de WB aUloridade de policia de tansito, cumprindo e fazendo cumprit a legistagao © demais normas pertinentes, bem como inspecionar e fiscalizar 0 transite nas rodovias ¢ estradas federals. @ Vil. Policias Militares dos Estados e do Distrito Federal: executam a fiscalizazao de transito, quando e conforme convénio firmado, como agente do drgio ou da entidade executiva de transite ou executiva rodoviaria, concomitantemente com os demais agentes credenciados. [Link] (Circunscri¢ao Regional de Transito): 6rgao subordinado aos DETRANs nos mu nicipios do interior dos estados e que tem por finalidade cumprir e fazer cumprir a legislacao ¢ as normas de transito no dmbito de sua jurisdi IX, Departamento Municipal de Transito: planeja, coordena e gerencia as acées paraimplemen- tagao das politicas municipais de transporte, transito e de infraestrutura viaria. Planeja, executa e regulamenta a utilizacao e interdices das vias publicas, além de promover acdes educativas. Nas cidades integradas ao Sistema Nacional de Transito, é de responsabilidade das prefei- turas, por meio dos érgaos municipais de transito, as tarefas de sinalizacao, fiscalizacao, aplicagao de penalidades e educagao de transito, {mo executivo de transito dos \ransito, nos limites de de grande importancia 0 condutor conhecer e praticar as leis de transito e as regras de circulacao e conduta para dirigir corretamente de acordo com o que determina a legis- lagdo. Mas antes de colocar seu veiculo em movimento, verifique as condi¢Ges de funcio- py raento dos equipamentos de uso obrigatorio, como cintos de seguranca, limpador de « para-brisa, sistema de ilurninacao e buzina, além de observar se o combustivel é suficiente para chegar ao seu destino. Utilizar calcados que se firmem aos pés é muito importante para que nao comprometa a utilizagao dos pedais. 0 transito de veiculos nas vias terrestres abertas & circulagao obedecera as se- guintes normas: es E 3 1. A circulagao far-se-d pelo lado direito da via, admit lizadas. 2. 0 condutor deverd guardar distancia de seguranca lateral e frontal entre o seu e os demais veiculos, bem como em relacao ao bordo da pista, considerando-se no momento a velocidade e as condicdes do local, da circulacao, do veiculo e as condigSes climaticas. 3, Quando vefculos, transitando por fluxos que se cruzem, ap lizado, terao preferéncia de passagem: _ te de rodovia, aquele que estiver circulando por ela; 3a) No caso de apenas um fluxo ser provenient 3.b) No caso de rotatéria, aquele que estiver circulando por ela. roximarem-se de local no sina- ° a £ = eo ° 18 uo % = a : © Digitalizado com CamScanner 3.¢) Nos demais casos, © que vier pela direita do condutor 4. Quando uma pista de rotamento comportar varias faixas de circulagao no mesmo sentido, $30 9s da dirlta destinadas ao destocamento dos veiculos mais lentos e'de maior pore, quando ‘nao houver faixa especial a el les destinada, e as da esquerda, destinadas a ultrapassagem e a0 deslocamento dos veiculos de maior velocidade, §,O'transito de veiculos sobre passcias, calcadas e nos acostamentos sé poderd ocorrer para que Se adentre ou se saia dos iméveis ou das dreas especiais de estecionaneote, §. Os vefculos destinados a socorro de incéndio salvamento, os de policia, os de fiscalizacao e operacao de transito, e as ambuléncias, além de Prioridade de transito, gozam de livre circula~ Fispocite nzmem© © parada, quando em servico de urgéncia e devidamente identficados por dispositives regulamentares de alarme sonora eiluminagao vermelhe intermitente, observadas as seguintes disposicdes: Quando os dispositivos estiverem acionados, indicando a proximidade dos veiculo, todos os condutores deverao deixar livre a passayem pela faira da esquerda, indo para a dreita da via € parando, se necessari + 05 pedestres, ao ouvir o alarme sonoro, quando 0 veiculo jd tiver passado pelo local, +O uso de dispositivos de alarme sonoro e de iluminagio vermelha intermitente sé poders ocor~ er quando da efetiva prestacao de servico de urgéncia, * A prioridade de passagem na via e no cruzamento deverd se dar com velocidade reduzida e com os devidos cuidados de seguranca, « A circulagao de pedestres nas dreas urbanas, quando nao houver passeios/calcada ou quando nao for possivel a utilizacao destes, a circulacao de pedestres na pista de rolamento sera feita com prioridade sobre os veiculos, pelos bordos da pista, em fila tinica, exceto em locais proibidos pela sinalizacao e nas situacdes em que a seguranca ficar comprometida, Ja em vias rurals a Circulacdo deve ser feita pelo acostamento. Caso nao exista acostamento, o pedestre circulard pela borda da pista, em sentido contrdrio ao fluxo de veiculos. Os condutores nao poderdo dirigir o veiculo: 4 + com o braco do lado de fora; + transportando pessoas, animais ou volume & sua esquerda ou entre osbracos e as pernas; + com apenas uma das maos; + utilizando-se de fones nos ouvidos ou manuseando telefone celular. deverdo aguardar no passeio, sé atravessando a via ito [Link] o movimento de passar a frente de outro vefculo que se destoca no mesmo sentido, em menor velocidade e na mesma faixa de trafego, necessitando sait ¢ retornar & faixa de origem. Linhas de divisdo de fluxos opostos: separam os movimentos veiculares de senti- dos contrarios e regulamentam a ultrapassagem e os deslocamentos laterais, exceto para acesso a imével situado ao longo das vias. SIMPLES SECCIONADA ‘SIMPLES CONTINUA Ultrapassagem permitida nos dois sentidos Ultrapassagem proibida para os dois sentidos DUPLA CONTINUA SECCIONADA DUPLA CONTINUA Ultrapassagem permitida somente no sentido B Ultrapassagem proibida para os dois sentidos © Legisla¢do de Trans ~_mnaneaeeee Digitalizado com CamScanner SYVVVVVVSVVEVIVVSD DOSED TESTS TE Linhas de divisio de fluxos de mesmo sentido: separam os movimentos veiculares de mesmo sentido e regulamentam a ultrapassagem ea transposigio. SECCIONADA conTinuA Permite a ultrapassagem e a transposi¢ao de faixa pa de faiva Auultrapassagem de outro veiculo em movimento devera ser feita pela esquerda, obe- decida a sinalizacao regulamentar e as demais normas estabelecidas no C.T.B., exceto quando o veiculo a ser ultrapassado estiver sinalizando o propdsito de entrar 3 esquerda. I ea [Link] condutor deverd, antes de efetuar uma ultrapassagem, certificar-se que: ‘+ nenhum condutor que venha atras tenha comegado uma manobra para ultrapassa-lo; * quem 0 precede na mesma faixa de transito nao haja indicado o propésito de ultrapassar um terceiro; * a faixa de transito que vai tomar esteja livre em uma extensao suficiente para que sua manobra ‘no ponha em perigo ou obstrua o transito que venha em sentido contrério. [Link] condutor, ao efetuar a ultrapassagem, devera + indicar com antecedéncia a manobra pretendida, acionando a luz indicadora de direcao do vei- culo ou por meio de gesto convencional de braco; + afastar-se do usudrio ou usuarios aos quais ultrapassa, de tal forma que deixe livre uma dis- tancia lateral de seguranca; + retomar, apés a efetivacéo da manobra, a faixa de transito de origem, acionando a luz indica~ dora de direcao do veiculo ou fazendo gesto convencional de braco, adotando os cuidados neces- sérios para nao por em perigo ou obstruir 0 transito dos veiculos que ultrapassou. [Link] condutor, ao perceber que outro que o segue tem o propésito de ultrapassé-to, devers: * Se estiver circulando pela faixa da esquerda, destocar-se para a faixa da direita sem acelerar; ” + Se estivercirculando pelas demais faixas, manter-se naquela em que estejacirculando, sem acelerar 4.0 vefculos mais lentos, quando em fila, deverdo manter distancia suficiente entre si para permitir que veiculos que 0s ultrapassem possam se intercalar na fila com seguranca. 0 condutor que tiver o propésito de ultrapassar um veiculo de transporte coletivo que esteja parado, efetuando embarque ou desembarque de passageiros, deverd reduzir a velocidade, diri- gindo com atenco redobrada, ou parar o veiculo com vistas & seguranca dos pedestres. 0 condutor nao poderd ultrapassar: nas intersecdes e suas proximidades, veiculos em vias com duplo sentido de direcao e pista dnica, nos trechos em curvas e em aclives sem visibilidade suficiente, nas passagens de nivel, nas pontes e viadutos e nas travessias de pedestres, exceto quando houver sinalizagao permitindo a ultrapassagem. ‘+ Manobra: 6 0 movimento executado pelo condutor para alterar a posicdo em que o veiculo esta no momento em relacao a via. + Deslocamento lateral: consiste em transposicao de faixas, movimentos de conversio a direita, ‘A esquerda e retornos. 9° ~~ Ocondutor que queira executar uma manobra deverd certificar-se de que pode executs-la sem perigo para os demais usuarios da via que o sequem, precedem ou cruzarao com ele, considerando sua posicao, sua direcao e sua velocidade. Antes de iniciar qualquer manobra que implique um deslocamento lateral, 0 condutor deverd indicar seu proposito de forma clara e com a devida antecedéncia, por meio da luz indicadora de diregao de seu veiculo ou fazendo gesto convencional de braco. © Legisla¢ao de Trans Digitalizado com CamScanner © Legislacdo de Transito ——___________________@ uma via, procedente de um imdvel situado ao longo los e pedestres que por ela estejam transitando. Nas vias providas de acostamento, a conversao 4 esquerda e a operacio de retorno deverao ser feitas nos locais apropriados e, onde estes no existirem, o condutor deverd aguardar no acostamento, & direita, para cruzar a pista com sequran¢a, Nas vias urbanas, a operacaio de retorno deverd ser feita nos locais para isso determina- dos, quer por meio de sinalizagao, quer pela existéncia de locais apropriados ou, ainda, em outros locais que oferecam condigdes de seguranca e fluidez, observadas as caracteristicas da via, do veiculo, das condic&es meteorolagicas ¢ movimentacao de pedestres e ciclistas. Antes de entrar a direita ou a esquerda, em outra via ou em imével situado ao longo da via, 0 condutor deverd: + Ao sair da via pelo ado direito, aproximar-se o maximo possivel do bordo direito da pista e executar sua manobra no menor espa- ¢0 possivel; + Ao sair da via pelo lado esquerdo, aproximar-se o maximo pos- sivel de seu eixo ou da linha diviséria da pista, quando houver, caso se trate de uma pista com circulac3o nos dois sentidos, ou do bordo esquerdo, tratando-se de uma pista de um 56 sentido. Os veiculos que se deslocam sobre os trithos terdo preferéncia de passagem sobre os demais, respeitadas as normas de circulacao. O uso de luzes em veiculos obedecerd as seguintes determinagées: + Ocondutor manter acesos os fardis do veiculo, utilizando luz baixa, durante a noite e durante o dia, nos tuneis providos de ilu- minagao e nas rodovias, Atengdio: sé sera considerado infracdo 0 no uso da luz baixa, durante o dia, em rodovias devidamente si- nalizadas. A sinalizacdo deve permitir ao condutor identificar que a via se classifica como rodovia, + Nas vias nao iluminadas o condutor deverd usar luz alta, exceto ‘ao cruzar com outro veiculo ou segui-lo. * Ocondutor manterd acesas pelo menos as luzes de posic¢ao do veiculo quando sob chuva forte, neblina ou cerragao. + Atroca de luz baixa e alta, de forma intermitente e por curto periodo de tempo, com objetivo de advertir outros motoristas, sé poderd ser utilizada para indicar a intencao de ultrapassar o veiculo que segue a frente ou para indicar a existéncia de risco a seguranca para os veiculos que circulam em sentido contrario. * Durante a noite, em circulagdo, 0 condutor manterd acesa a luz de placa. + O condutor manterd acesas, & noite, as luzes de posi¢ao quando o veiculo estiver parado para fins de embarque ou desembarque de passageiros e carga ou descarga de mercadorias. O condutor utilizard o pisca-alerta em imobilizacdes ou situacdes de emergénci ou quando a regulamentacao da via assim o determinar. Os veiculos de transporte coletivo, quando circularem em faixas a eles destinadas, e os ciclos motorizados deverdo se utilizar de farol de luz baixa durante o dia e anoite. + Luz alta: facho de luz do veiculo destinado a iluminara via até uma grande distancia do veiculo. + Luz baixa: facho de luz do veiculo destinado a iluminar a via diante do veiculo, sem ocasionar cfuscamento ou incémodo injustificdveis aos condutores e a outros usuérios da via que venham em sentido contrério. * Luz de freio: luz do veiculo destinada a indicar aos demais usuérios da via, que se encontram atras do veiculo, que o condutor esta aplicando 0 freio de servigo. * Luz indicadora de direcdo (pisca-pisca); luz do veiculo destinada a indicar aos demais usué- Tios da via que o condutor tem o propésito de mudar de diregao para a dieita ou para a esquerda. « Luz de marcha a ré: luz do veiculo destinada a iluminar atrés do veiculo e advertir aos demais Usuarios da via que o vetculo esta efetuando ou a ponto de efetuar uma manabra de marcha aré. « Luz de neblina: luz do veiculo destinada a aumentar a iluminagao da via em caso de neblina, chuva forte ou nuvens de p6. ; a * Luz de posigao (lanterna): luz do vefculo destinada a indicar a presenca ea largura do vetculo, Pisca-alerta: luz intermitente do veicuo, utlizada em cardter de adverténcia, destinada a in- dicar aos demais usuarios da via que o veiculo esté imobilizado ou em situacao de emergéncia. dela, deverd dar preferéncia aos w #OHHEERLELESSS m--22n0222208068060464 Digitalizado com CamScanner 2~sssswewewsesesee wr ewww ewe eee ewe ee ewe ew ew we Para um veiculo circular ele deve possuir condicées minimas de ilurninago, com as lu- @ zes de diversas cores espectficas para cada uso, sendo: brancas para os fardis dianteiros, vermelhas para as luzes de freio, mbar para as luzes indicadoras de direcao ¢ brancas para as luzes de marcha a ré, oO nae a veiculo sé podera fazer uso de buzina, desde que em toque breve, has seguintes situacdes: + Para fazer as adverténcias necessérias a fim de evitar acidentes. + Fora das dreas urbanas, quando for convenient advertir a um condutor que se tem o propésito de ultrapassé-lo. Segundo o art. 227 - C.T.B., é proibido acionar a buzina no periodo cor preendido entre as 22 e as 6 horas em locais regulamentados pela sinalizagao. + Estacionamento: imobilizacao de veiculos por tempo superior ao necessério para embarque ou desembarque de passageiros. + Parada: imobilizagao do veiculo com a finalidade e pelo tempo estritamente necessario para efetuar embarque ou desembarque de passageiros. Sempre que for necessaria a imobilizacao temporaria de um veiculo no leito vidrio, em situagio de emergéncia, use imediata- mente a sinalizago de adverténcia (triangulo de seguranca) e o [4 pisca-alerta. Quando proibido o estacionamento na via, a parada deverd se restringir a0 tempo indispensavel para embarque ou desembarque de passageiros, desde que nao interrompa ou perturbe o fluxo de veiculos ou a locomogao de pedestres. ‘A operacdo de carga ou descarga serd regulamentada pelo érgao ou entidade com cir- cunscrigao sobre a via e é considerada estacionamento. Nas paradas, nas operagdes de carga ou descarga e nos estacionamentos, o veiculo de- vera ser posicionado no sentido do fluxo, paralelo ao bordo da pista de rolamento e junto a guia da calcada (meio-fio), admitidas as excecdes devidamente sinalizadas. Nas vias providas de acostamento, os veiculos parados, estacionados ou em operagao de carga ou descarga deverdo estar situados fora da pista de rolamento. Oestacionamento dos veiculos motorizados de duas rodas sera feito em posic&o per- pendicular 8 guia da calgada (meio-fio) e junto a ela, salvo quando houver sinalizacao que determine outra condicao, 0 condutor e os passageiros nao deverao abrir a porta do veiculo, deixa-la aberta ou descer do veiculo sem antes se certificarem de que isso nao constitui perigo para eles e para outros usudrios da via. ‘Oembarque eo desembarque de passageiros deve ocorrer sempre do lado da calcada. E proibido estacionar nas esquinas a menos de 5 metros do bordo de alinhamento da via transversal. ito ‘ans! Os veiculos de tracdo animal sero conduzidos pela direita da pista, junto a guia da calca~ da (meio-fio) ou a0 acostamento, sempre que nao houver faixa especial & eles destinada, devendo seus condutores obedecer s normas de circulacao previstas no C.T.B. Os condutores de motocicletas, motonetas e ciclomotores s6 poderdo circular nas vias: + Utilizando capacete de seguranca, com viselra ou éculos protetores, conforme disposto na Resolugao n* 453/13 - CONTRAN. + Segurando o guido com as duas maos. + Usando vestuario de protecdo, de acordo com as especificades do CONTRAN. 0s passageiros de motocicletas, motonetas e ciclomotores sé podersio ser transportados: + Utilizando capacete de seguranca, com viseira ou éculos protetores, conforme disposto na Resolugdo n° 453/13 - CONTRAN. wl + Em carro lateral acoplado aos veiculos ou em assento suplementar atrés do condutor. + Usando vestudrio de protecdo, de acordo com as especificagdes do CONTRAN. egislacdo de Tr. © Digitalizado com CamScanner Os ciclomotores devem ser conduzidos pela direita da pista de rolamento, preferencialmente no centro da faixa mais a direita ou no bordo direito da pista, sempre que nao houver acostamento ou faixa propria a eles destinada, proibida a sua circulagio nas vias de transito rapido e sobre as calcadas das vias urbanas. Quando uma via comportar duias ou mais faixas de transito ea da direita for destinada ao uso exclusivo de outro tipo de veiculo, 05 ciclomotores deverao circular pela faixa adjacente a da direita. E = _ ALei Federal n° 13.281/16, em seu artigo 162, estabelece 0 prazo de 1 de novernbro de 2016 para os condutores de ciclomotores obterem o documento de habilitacao corres Pondente ao veiculo, podendo neste caso ser a A.C.C, ou a C.N.H. na categoria A. Criancas menores de 7 anos ou que nao tenham condigdes de cuidar de sua seguranca nao podem ser transportadas em motocicletas, motonetas e ciclomotores. A Resolucao n° 789/20 - CONTRAN determina que condutores de quadriciclos deve Portar C.N.H. na categoria B. Os quadriciclos tém circulacio restrita as vias urbanas, sen- do proibida sua circulacao em rodovias federais, estaduais e do Distrito Federal bem como © transporte de criancas menores de 7 anos. Para conduzir 0 quadriciclo nas vias publicas, © condutor e o passageiro devem utilizar capacete de seguranca, com viseira ou éculos Protetores, em acordo com a legislacao vigente aplicavel 3s motocicletas. Nas vias urbanas e nas rurais de pista dupla, a circulagao de bicicletas deveré ocorrer, quando nao houver ciclovia, ciclofaixa ou acostamento ou, quando nao for possivel a utili- zago destes, nos bordos da pista de rolamento, no mesmo sentido de circulacdo regula- mentado para a via, com preferéncia sobre os velculos automotores. Ciclovia: pista propria destinada a circulacao de ciclos, separada fisicamente do trafego comum. Aautoridade de transito com circunscrico sobre a via poderé autorizar a circulacao de bicicletas 1no sentido contrério ao fluxo dos veiculos automotores, desde que dotado o trecho com ciclofaixa. Ciclofaixa: parte da pista de rolamento destinada a circulacao exclusiva de ciclos, delimitada por sinalizagao especifica. Desde que autorizado e devidamente sinalizado pelo érgao ou entidade com circunscri¢ao sobre a via, sera permitida a circulagao de bicicletas nos passeios. “e rovas ou compel a ponivasi inclusive seus ensaios, em via ola a circula~ ‘co 56 poderdo ser realizadas mediante prévia permissao da autoridade de transito com £ —_ f oi] & a E ; i wm ceunscrigao sobre a via, e dependerao de: ° 8 oO 6 -_ B o + Autorizagdo expressa da respectiva confederacao desportiva ou de enti- dades estaduais a ela filiadas; + Cauco ou fianga para cobrir possiveis danos materiais a via; + Contrato de seguro contra riscos e acidentes em favor de terceiros; + Prévio recolhimento do valor correspondente aos custos operacionais em que 0 érgio ou a entidade permissionaria incorrera. ‘A autoridade com circunscri¢ao sobre a via arbitrara os valores minimos da caugo ou fianga e do contrato de seguro. Art. 173 - C.1.B.: disputar corrid: Infragdo: gravissima, Penalidade: multa (10 vezes) R$ 2.934,70, suspensao do direito de dirigit. el Medida administrativa: recolhimento da C.N.H. e remocio do veiculo, Pardgrafo dinico: aplica-se em dobro a multaprevista em caso de reincidéncia no periado de 12 © meses da infragao anterior. : e e e é = @ | @ ¢ q q q Digitalizado com CamScanner syvyvyyvyvyvvvvvvvvvvsevvwvevwwvwvewvwes: dee Um dispositivo que garante a sua seguranca em caso de acidentes, além de fazer parte los equipamentos obrigatérios. Seu uso nas vias urbanas e rurais é exigido a todos os ocypantes do veiculo. Conforme o artigo 65 - C.T.B. obrigatério o uso do cinto de seguranca para condutor e passageiros em todos as vias do territério nacional, salvo em situacdes regulamentadas pelo CONTRAN. Atualmente, so usados trés tipos de cinto: 1, Cinto pélvico ou subabdomin: \ equipamento que se ajusta na regiao do térax em posi- \\ Go diagonal. 3. Cinto de trés pontos: equipamento que se ajusta na regido do térax e na re- ! h giao pélvica. O cinto de trés pontos é o que dd mais protecao ao condutor e aos passageiros, impe- dindo que eles sejam jogados para fora do veiculo, ou mesmo contra o painel ou partes contundentes do veiculo, e sofram danos fisicos graves ou venham a falecer. Gestantes devem usar, sempre que possivel, o cinto de trés pontos com a parte subab- dominal na posigo mais baixa (abaixo da barriga). Encosto de cabeca: protecio obrigatéria para os assentos dos mo-| _f — toristas e passageiros (8 excegao do passageiro do assento central traseiro). Sua altura deve estar acima de seus olhos e a distancia nao deve ser maior do que 7 cm. Enecessério para proteger 0 pesco¢o, em caso de colisdes com veiculos de trés. = : Art. 167 ~ C.T.B.: deixar o condutor ou 0 passageiro de usar o cinto de seguranca. Infracao: grave. Penalidade: multa RS 195,23. Medida administrativa: retencdo do veiculo até colocacao do cinto pelo infrato. Para transitar em veiculos automotores, os menores de 10 anos deverdo ser transporta~ dos nos bancos traseiros usando individualmente cinto de seguranca ou sistema de reten- ¢30 equivalente conforme a idade: bebé conforto, cadeirinha e assento elevado. Na hipotese de a quantidade de criancas com idade inferior a 10 anos exceder a capaci- dade de lotago do banco traseiro, sera admitido o transporte daquela de maior estatura no banco dianteiro, utilizando o cinto de seguranca do veiculo ou dispositive de retencdo adequado ao seu peso e altura. Excepcionalmente, nos velculos dotados exclusivamente de banco dianteiro, o transpor- te de criancas com até 10 anos de idade poderd ser realizado neste banco, utilizando-se sempre o dispositivo de reten¢ao adequado ao peso e a altura da crianca. 1. Até 1 ano: bebé conforto no banco de trds, no sentido contrdrio do motorista. 2. Entre 1 e & anos: cadeirinha no banco de tr. | 3. Entre 4 e 7 anos e meio: assento de elevacio no banco de trés. 4, Entre 7 anos e meio e 10 anos: cinto de seguranca no banco de tras. Cada dispositivo de retencao tem uma forma espectfica de instalacao. Por isso, & portante seguir as instrucSes do manual do bebé conforto, da cadeirinha e do assento de flevacdo. Os veiculos também trazem em seus manuais especificagdes sobre a instalagao dos dispositivos de retencao. O cinto nunca deve ficar sobre partes mais frageis, como barriga e pescoco. © Legislacdo de Transito ———__________@® Digitalizado com CamScanner tério e com a firma reconhecida, habilita a transteré Kc 5 sh de do vefculo para a Pessoa que nele constante, ann . Esse documento nao 6 de porte obrigatério e deve ser quardado em local seguro. ere obrigatoria a expedicao de novo Certificado de Registro de Veicule quando: + houver mudanca de categoria, aN, 280 de transferéncia de propriedade, o prazo para o proprietario adotar as pro déncias necessarias a efetivacao da expedicio do novo C.R.V. ¢ de 30 dias. obrigatério reconhecer firma do documento presencialmente em cartorio, CODIGO RENAVAM — Registro Nacional de Veiculos Automotores: é o niimero de won 6 SCY n Sa Qi \ Todo velculo automotor,elétrico, articulado, reboguy ou semirreboque, qi driciclo e ciclo-elétrico deve ser registrado perante o drgio executive de tan: = Sie do Estado ou do Distrito Federal, no municipio de domiclio ou residéncia de seu proprietario. Registrado o veiculo, serd expedido 0 C.R.V. — ji veicsist p -R.V. ~ Certificado de Registro de P-E-RV. € 0 documento que se destina a comprovar que o veiculo com as caracteristicas nrele descritas est no cadastro de veiculos do DETRAN, + for transferida a propriedade; {2 Proprietério mudar o municipio de domicilio ou residéncia; identificagao dos veiculos registrados nos DETRANs e vem gravado no C.R.V.., inter gados em sistema nacional, sequindo uma codificacao e sequéncia concedida pelo DE- Além de comprovar 0 registro, 0 C.R.V., como verso preenchido, assinado pelo propri + for alterada qualquer caracteristica do veiculoy NATRAN aos DETRANs de cada unidade da federacao. Os requisitos para o registro dos veiculos em todo o Brasil so padronizados e o niimero do CODIGO RENAVAM significa que, 20 obté-lo, 0 proprietario do veiculo cumpriu todas as exigéncias legais. 0 CODIGO RENAVAM € permanente para um dado veiculo, nao podendo, em hipotese alguma, ser alterado, mesmo que o veiculo seja transferido para outra unidade da federacao. . 0 veiculo ae ee... por caracteres gravados no chassi ou no monobloco, reproduzidos em outras partes, conforme dispuser 0 CONTRAN. A gravacao sera realizada pelo fabricante, de modo a identificar o veiculo, seu fabricante ‘jee Suas caracteristicas, além do ano de fabricacao, nao podendo ser alterado. 4 per FBW HEelJxX e@ T OS01L36 > ep Dy eRe Th Tet .<0#°0 veiculo sera identificado externamente por meio de placas dianteira e traseira, sendo * esta lacrada em sua estrutura, obedecendo as especificagdes e modelos do CONTRAN. a le LoEDS ao 8. to YEE ate! oe yp. 20S" Quanto a tracao: q 1) Automotor. 2) Elétrico. 3) Propulsdo humana. 4) Tracio animal, 5) Reboque. 6) Semirreboque. (© Quanto & espéci ; 7 ; ems a)De passageiros: bicicleta, ciclomotor, motoneta, motocicleta, triciclo, quadriciclo, automével, @)_ micro-6nibus, énibus, bonde, reboque ou semirreboque, charrete. ue b b)De carga: motoneta, motocicleta, triciclo, quadriciclo, caminhonete, caminhao, reboque ou 5 semirreboque, carroca, carro de mao. c)Misto: camioneta, utilitario, outros. ida. one aga caminhao, trator, trator de rodas, trator de esteiras, trator misto, f) Especiais. g)De colegio. @ @ e e « q q | Digitalizado com CamScanner SVYYYVYVVY OOK KOOKS LELLLLELEESES Quanto & categoria: a categoria do veiculo ¢ i Resolugao ne 231/07 ~ CONTRAN: PPV ET Wikies Mie oo Rice ntificada pelas cores das placas: yor, seresergio PARTICULAR AAR-ODUD) "9m | Resolugao ne 780/19 - CONTRAN: (SSESEEG uc (padréo Mercosul) BRAUSI7 Jin EBRAUSA? Jims i fanaa "BRAGS17 A (:BRAGS17 | s:rreseracio RAGS? |" “ ~ S17 flenosi7 ser Te BRAGS17 |: Resolugo n° 780/19 - CONTRAN: dispie sobre o novo sistema de Placas de Identificagao Vei- cular ~ PIV (padréo Mercosul). Devera ser implementada pelos DETRANSs até o dia 31 de janeiro de 2020, sendo exigida nos casos de primeiro emplacamento do veiculo, Os DETRANs em conjunto com as CIRETRANS sao 0s érgaos responsdveis por vistoriar, inspecionar quanto as condicdes de seguranca veicular, registrar, emplacar, selar a placa e licenciar os veiculos. As dimensées autorizadas para veiculos, com ou sem carga, So as seguintes: ) Os limites maximos de peso bruto total e peso bruto transmitido por eixo de veiculo, nas superficies das vias piblicas, so os sequintes: &) 45t 10t Resolugao n° 608/16 - CONTRAN: o peso e as | dimensdes maximos aqui estabelecidos nao excluem a competéncia dos demais drgaos e entidades executivos rodovisrios fixarem valores mais restriti- vos em relacdo as vias sob sua circunscricdo, de acordo com as restricSes ou limitacSes estruturais da drea, viapista, faixa ou obra de arte, desde que observado o estudo de engenharia respective. ‘Avia deverd ser sinalizada nos termos do Manual de Sinalizacao Vertical de Regulamentacao, especialmente as placas R-14 e R-17, conforme 0 caso. ‘A circulagdo de veiculo com suas dimensdes ou de sua carga superiores aos limites estabelecidos pelo CONTRAN poderd ser permitida mediante Autorizagao Especial de Transito (AET) com prazo certo, valida para cada viagem, atendidas as medidas de sequ- _ranga consideradas necessarias a) Veiculos simples: 14,00 m b) Veiculos articulados: 18,60 m ¢) Veiculos com reboque 19,80 m + Via: superficie por onde transitam veiculos, pessoas e animais, compreendendo a pista, a cal- ada, 0 acostamento, a ilha e o canteiro central. @ As vias abertas a circulagao, de acordo com sua utilizagao, classificam-se em vias urba- nas e vias rurais. + Via urbana: ruas, avenidas, vielas, caminhos e similares abertos a circulacao publica, situados na drea urbana, caracterizados por possuirem iméveis edificados ao longo de sua extensao. * Via de transito rapido: caracterizada por acessos especiais com transito livre, sem intersegdes em nivel, sem acessibilidade direta aos lotes lindeiros e sem travessia de pedestres em nivel. rial: caracterizada por intersecdes em nivel, geralmente controlada por seméforo, com idade aos lotes lindeiros e as vias secundérias e locais, possibilitando o transito entre as regides da cidade. gala olla destinadaa colar distri ns qu eh neessidade de evra st das vias de transita répido | a Resp r arlanielg pert vate, possiands owas dente tas reget cde, sei cal cratterad por irate em nel no senatrado, sins apenas 20 1 Mia ua estadese odo stuada fora ds dress urbanas, + Estrada: via ral nl pavimenada, + eda pepe jtoleria ou eta vicina: a de carder Seen desnda itera muni, gar es- {its leat satis, rporconar aceso a propidades ou essai demease aes ‘einai pavinertadas so deominadsrdevs cha ap a pavmenitestote oe ‘igo 61 C-.B.- A velociade maxima permitida para avia sets ndicnda por eo As sinalza;do, obedecdas suas caractersteae tense fs condsten eee ne do exist Snazagio regulomentadora, avelocdade naa ge Pista dupa 10 kv para automeis,camineas e matacletas 70k ars dema ec, stamp 100 kh para uomévis,camioncias e matcelets 90 kmh paras demals vec. 0 Srado ov entdae de slo rodovidrio com crcunscrigio sabre ava poder epamevia BR elo de soalizaco, vlociadessuperoresou interes aquces ene: neha Artigo 62 C.1.B. ~ A velocidade minima permi a velocidad minima estabelecda, resp Inrogdo de rnsto € a incbservnci a qualavrpreceto do legac de inst, do CONTRAN, earegulamentacaoesabeecdopet gio uentdek cxietnadernacite Toda nracdo ¢ passive de urna penaizago, com una mula porsseneic Non ltases lam de pealicade, poser ter uma consequencasdhinsatin ou Sag agente de winsto deverd adotar ‘medidas sominctratvas: depended os soortaae ip objeto pedi que o condutor contin ngnde on conbebes oan + Adverncla gor escrite:imgosta cam fralddeeducatva aos que coneteem aaa eve ou mia, do ecidenes os limes 12 meses eaurethom fontaine eee ae pecuivo [Link] 619/16 CONTRAN: a apaan do avernlaporeacnaey {mplaré em registra de oruagio no prasad nee, «Malta: peralade Ge cn pect apcada pla urd ‘lasobeolecal onde sconees sao avin de tanta + Suspensto de dito de igh srs apeada sempre que e Condor ang 20 penta, no lad de 12 meses, asspenso do dei ce dig sarc mestsa ome cated {ici na period de 12 meses, de meses a? aos Se condor comet un as fea Sue leva 3 suspensotet dodo de digo prazo ser eZ ale S meses ecm este 2 meses, os prazos seria de 8a 18 meses, 8 da CNH at racaae pela sutra densi de rar sem eft ou an lar oreo de um condtr si veo apésdeist andamentad Ingen ans ee ‘ames, tend que enicarovarneopocesso de hablar gue pesca voor dene + Cassagio da Permisio para Dirigit: mpte ao lator nves exams endo que rm Aeyarete o press dehabitagi gaa gu ura lr ad + Frequtncaobrigatria mcrae de recager ato rats pela auaidade de vst, 195 casos preston art, 268 do... em qe sea necessano oii patpe oe san os ‘eclagem, como ferma de edcs-o oureedss lO conde que eee ade anaes em veil, habltado na ceteoria ov poder par or arr de crssoree nae lagem sempre ue no peiodo dean, sng Neponts Omelatss us soca es to poder acer nova opie no paride de Tz mes Vis de trinsito rip Vas arteras.. ‘bo poderd ser inferior metade is as condigées operaconais de transito © ernst com competén- © Legislac&o de Transito ———_____________@ client ds Caria acon de Mbiltagioe da Perisde para ig sede {h ganda our supeia de sua nauencade Su sblerotin ie eee | seitaltiment do Criieaa de Rear st recluse See nei dente ‘lode ov asain do acai ou 3 taslernes Se poe eee tts prars jeitatimente do Centcats de Lcentamente Ans srrestida quando hour sxe A inautenticidde ou aduteraci do document, seo praca de icencantente eer vente ‘soe tenia wah tesinesone ger * emoctod ku leat geo yee Soar ee inp rst ee oe dyno lel a, uanda da oneal da rie a nacesidage de oe retiaro veil do eae, * Retengio do veicul:consise na sua paralsaan no lea om que ce venfcoue edo preenchic ‘mento dos requisites necessris para ceva, «quando o condor nia spresone a oceans xis pra digit, Quando aimequardade pater ser sanota o lavas aftcaa omnes sea lberado pos areqularzaca. Nao senda paztivl sonar afalna to lca pftagoo oe Calo, desde que oferecacondcoes de sequangapaacituloso, per ser rkrado por contot tequiarmentehabitad para equaieaso, + Transborda do excess de carga: di-se quando 9 velco ester ansportands cargo acima do ermitio a sus copacidade au da vias 2 aus far excecens deve sur trodo to veedle desagem de alecclera ov perc de substanca enter fiatea ou psiaues:ocondutor de veeulo autem ident 6 wens ou qu for lv de scazacs de vant gators ser autre st, eta. Ime cline, peria ou outro procedimento que, pr eos eenicos ou cntfican, permit ertcat inflncia de lool ou ourasubstanca pucaativa ae determine dependent, « Recolhimenta de animal que se encntram sols nas vas devers ser condo o gio com i a para que seulize dos mse necacesnos para ager a apts ¢Famoean lexames de atid fisica, mental, de lesisagae, de pritca ce grimevos socoros ede dregio veicular: a autondase de rns emp gus lg necessina, peed ‘equerer ao condutor a relizagia de novesexames 5 Aoliada a penadade sed expeda a notiario oprazo mixin de 3 das 20 pope inlet parts ps seer ls co es ge Assegure ali daimposgo a pealade. ‘Arete devi por decays fo nderegs dopo do wee eth ome ‘ada vla par todos feos «a proprio abe sempre a respensabiiade pela naga relernte pb cua {agi ea preenchimens das formaliadese condgesenigias pre orn do weal via eres, cnservoane rltrldae de sas exretetsess, componente, agregets, habit gale conpatvel ae seus condtres, quan exaorengia eos Spas goes Strnad anna up ct nee inde, ter seu nome cite no cadata fa vera ma Rena, abel a espenablcade ps inioteetacaretes ras potas ma re ito ‘anst x itn a nn ei ti rout soe can Se pe pens Tg eit an i ra ea tg wi Cys * “Sprite neo erupt opt est mcd pr nie iB a St cece iecceaead pes Suita seine vest ' Cas0 0 infrator ope pelo sistema de notilicagio eletrnica se eispanive,e opt as spe SEARS aE eee rennet ne es Hemet et enema ee age Ee cnchadtsarnin met temmmen ati lagdo de Tr: cio, por cite gis © Le Digitalizado com CamScanner A partir trative da notificacao da penalidade, 0 i i 4 a atte 0 proprietario do veiculo poderd recorrer & Junta qeinistrativa de Recursos de Infragdes - JARI. 0 recurso administrativo € 0 direito 18 30 digg, |” PA"? Fecomrer contra a imposigao da multa, A JARI devers julgs-lo em + O recurso nao terd efeito ‘Suspensivo, + Aautoridade que impés a penalidade rer a érgao ju ic aa in meterd o recurso ao érgao julgadar, dentro dos 10 dias tteis subsequentes & sua apresentaca finio, seteaterd 7 code encaminhamerta, sPresentacio,e, se o entender imprépro, ssinalardofato no despa * Se, por motivo de forca maior, o Tecurso nao for je ic Se, malo, 0 recurso nao for julgado dentro do prazoprevist, a autoridade que aoe de, de offcio, Wu por solicitagao do recorrente, poderd conceder-lhe efeito suspensivo. todo cor sagttt2 a imposio de muita poder ser interposto no prazo legal, sem orecolhimen, a 3 infracio for cometida em locaidade dversa daquela do licenciamento do veiculo, o recurso etre ser; apresentado junto 20 Orgao ou entidade de transito da residéncia ou domicilio do infrator. + £480 0 recurso seja indeferido, o infrator poderd, ainda, recorrer ao Conselho Estadual de Transito - CETRAN; no caso do Distrito Federal, ao CONTRANDIFE. Fdou tater recaher o valor da muta e aprecentar recurso, se julgadaimprocedente a pena- lidade, serd devolvida a importéncia pag As infracdes punidas com multas classificam-se, de acordo com sua gravidade, em 4 ca~ tegorias e computam os seguintes pontos, que sao somados no prontuario do motorists, Leve 3 RS Média 4 RS 130,16 Grave 5 RS 195,23 Gravissima 7 RS 293,47 *Gravissima (2x) 7 RS 586,94 *Gravissima (3x) 7 RS 880,41 *Gravissima (5x) 7 RS 1.467,35 *Gravissima (10x) 7 RS 2.934,70 *Gravissima (20x) 7 RS 5.869,40 *Gravissima (40x) 7 RS 11.738,80 *Gravissima (60x) 7 RS 17.608,20 *Algumas infragées gravissimas podem ter o valor multplicado por 2,3 5, 10, 20, 40 ou 60. Quan- do isso ocarre & porque a vida foi colocada em risco extremo, o que ofende as principais normas de circulagao e conduta no transito, ‘Ao atingir 20 pontos o motorista terd sua C.N.H. suspensa, de 6 meses a 1 ano, acritério da autoridade de trénsito. Para contagem dos pontos, & considerada a soma das infracoes, cometidas no ultimo ano, a contar regressivamente da data da viltima penalidade recebida, Dirigir,“entregar ou “permit a deco do velculo a pessoa sem possuir CNH. Permissio p/ ‘cu Autorizacao para CondurrCiclomotor. 880,41 ult (3 vezes). Retengio do veiculo até a apresentagio de condutorhabiltad, Digi, “entregar ov “perma drecaodoveculo a pessoa com aC.N.. Permissa pl Diigir ou ‘Autoritacao para ConduzrCilomotor cassada ou com suspen P.e M.A: Mulla (3 vezes).Recolhimente do documento de hal aié a apresentacio de condutor habiltad, Dirgir,entregar ou permit a diesGo do veiculo a pessoa com CNH, ou Permiss3o para Digi de categoria diferente da do veiculo que eseja conduindo Pe M.A. Multa (2 vezes).Retencio do velculoaté a apresentagdo de condutorhabiltado, Dirigir,entregar ou permit a dreclo do veculo a pessoa com a validade da CN. vencida hd mais de 3 ds. MoMA "Recolhimento do documento ag 880,41 retengio do veiculo | habilitacio e retengi fo veiculo até a Digitalizado com CamScanner [eg ais esr eae = teses ou adaptagses | yg7-1 Dirigir, entregar ou permitir a drecSo do veiculo a pessoa sem lentes pr tnlgdas no process de habiitagao ou renovayso da CN. “163 | 293,47 a ace i aie atgosamcamento da ieguaridade ou apresentagso de con") +164 dose recahiment MMe Diigir sob a ifluéncia de alcool ou de qualquer oura substincia que determine depend | eertca influencia de alco ou outa substincapsiceatva oS | 2.936 cre into de coc suspenaao do ira de digi por 12 meses, Recolhimento do) “165-4 | Bosumeste de habiitagao e retengao do veiculo alé a apresentacao de condutor habilitado {que também seré submetide& fiscalizaao. aera Confiar ou entregar adiecdo do veiculo a pessoas sem condiées fiscas ou psiqucas. 16 z Transportar criangas sem observincia das normas de seguranga. 148 | 293,67 Pre M.A: Retengio do veiculo até que a iregularidade seja sanada. | Dirigr ameacando os pedestres que cruzam a via ou os demas veiculos. 170 | 293,47 Pc [Link] [Link] de dirigir, retencio do veiculo e recolhimento da CNH. Disputarcorvida. Pre MA Malta (10 ver nto da [Link].e remo-| 173, | 293470 do do veiculo, Aplica-se em dobro a multa em caso der Promover na via competi, exibigdo ou der Be Mek ala (10 vezes), suspensio de dito de 174 |2.924,70 ao do veeulo, Aplica-se em dobro a multa em caso Uilizar-se de veiculo para manobras pergosas, arrancadas,derrapagem ou frenagem. Pees Malte (10 roses), suspensse do direto de drgit Recolhimento da CNH. e remo-| 175 | 2.93470 gi do veiculo, Aplica-se em dobro a multa em caso dere eixar 0 condutor envalvi vitima de prestar ou provideniar socorro &vtima, Deixaro condutorenvolvido em acidente com viima de prestar ou provide aa uta (5 vezes), suspense do direito de dirigiterecolhimento da C.N.H. Deixaro condutor envalvido em acidente com vitima de sinalizareafastar 0 perigo, identiicar-| yg. y, ee, presiariformagGes ou acatar determinaces da autoridade. Ae | 1467.35 Pc Mat Multa (5 vezes), suspensio do direito de drigire recolhimento da CNH. Fstacionaro veiculo na pista de rotamento das estradas,rodovias, vias de transite répido e vias ‘com acostamento. ra1-v | 293,47 Pre MA: Remogao do veiculo. stacionar o veiculo nas vagas reservadae ds pessoas com defcéncia ou idosos, sem credencial que comprove tal condicao, e1-xx| 293,47 A: Remocao do veiculo. ir com o veiculo na faixa ou via de trinsto exclusivo regulamentada com ciculacao Transit cor iculos de transporte publico coltive de passageres, salvo casos de orga maior| ogy.) | 293,47 fe com autorizapa0 do poder piblic competent. sks Remogao do veiculo. Transtar pela contramio de direglo em vas de sentido nico decirculagao. 186-1 | 293,47 F Deixar de dar passagem aos velculos precedidos de batedores ou com luzes intermitentes e| 1g | 293.47 sirenesligadas. Forcar passagem entre velculos que estejam transtando em sentidos opastos, na iminéncia de sear um pelo outro ou realizar ultrapassagem. Pa eer lta (10 vezes) e suspensio do direito de digi. Aplica-se em dobro a multa em caso 3 de reincidéncia, Transitar com o veleulo em calyadas,ciclovias,cantelros, acostamentos, gramados e jardins. Multa (3 vezes). : 193 | 980,41 Ultrapassar pela direitaveiclo de transporte coletivo ou de escolares parado para embarque ou desembarque de passageiros. 2 200 | 293,47 Ultrapassar uo veiculo pelo acostamento, em cruzamentos passagens de nivel. 202- Pa Multa (5 vezes). cama | 1667.38 Ultrapassar pela contramdo outro veculo nas curvas,aclives,declves faixa de pedestres, pon-| 203-1, tes, viadutos, tinels, junto a sinais luminoses, pareiras, cruzamentose locals proibidos. Wail | 1.467,35) ulta (5 vezes). Aplica-se em dobro a multa em caso de reincidéncia. Ww Executar operagio de retorno em locas prebides pela sinalizaglo ou que so permitidos com| 206: prejuzo da circulacdo e seguranca " aaa minal com ty | 29947 ‘Avangar 0 sina vermelho ou de parada obrigatéia. 208 | 2387 -ranspor, sem autorizarao, bloquelo vidio policial. P.e M.A Suspensio do direito de dirigir. Remoco do veiculo e recolhimento da C.N.H. cea ligaau Deixar de pararoveiculo antes de cruzamento de inka férrea. a2 | aaa Deixar de pararoveiculo para agrupamento de pessoas, passeatas, desfiles e outros. 23-4 | 29347 © Legislacdo de Transito Digitalizado com CamScanner te? ‘ansi © Legislacao de Tr Deixar de dar preferéncia de agem a pedestre, portadores de ianga,| 21d idosos, gestantese a veiculosnio rados que se encontrem na faixa ale destinada. | I il 2naar Transtar em velocidade superior m ‘Az Multa (3 vezes), suspen: 3 permitida para o local em m: imediata do direito de drigir e apreen we 218-1 Debra de reduzira velocidae do veculo a aproximar-sedepasseatas,aglomerabes,corteps, des-| 220-1, | 299,47 [Link].A Multa agravada em até 5 vezes, & crtério da autoridade. files, escols, hospitals estages de embarque ov onde hajaintensa movimentagao de pedestres. | 1 [Conduzrovelevla como acre, a insrigbo do chassi,o sel, a placa ou qualquer outro element de identfcacao do veiculo vielao ou fasificado 230-1 | 293.47 M.A. Remocio do veiculo. i Conduzir veicut transportanda passageir no compartimento de carga za0-it | 293.47 M.A: Remogao do veiculo. | Conduzir veiculo com dispositive aniradar, sem qualquer uma das placas de idetficagdo, sem) 799.1, estar reglstrado edevidamentelicencado ou qualquer uma das placas de identificag3o sem con-| "yy v,"| 299,47 igbes de legiiidade e visiilidade. WW MA: Remogao do veiculo. : Conduzir 0 veiculo sem portar a autorizagao para condugao de escolares, conforme art. 136. | [Link]|1.467,35) Pre M.A: Multa (5 vezes) e remogao do veicule, “Transitr com o veicul danificando a via, derramando, langando ou arrastando a carga, combus-| 2311 | 0, tivel ou lubrificante ou ainda qualquer objeto que possacausar acidente Na, | 2934 Pre M.A: Retencdo do veieulo para regularizagio. le Transitar com oveieulo efetuando transporte remunerado de pessoas ou bens, quando nao for {| im, slv esos de orga maar ou com permissd a autvtaade competent. 231-il} 293.47 u veieulo. Falsificar ou adltear documento de habilitagao ede ientficagSo do veiculo. zu | 29347 Remogio do veiculo. Recusar-se a eniregar 3 autoridade de trinsto documento para aveiguagio mediante recibo. | 7g | 293,47 M.A: Remogao do veicu Retrar do local oveiclo reid para regulariagio. ze | 293.47 [Link] Remogao do veieul Fazer flsa declaracdo de domiclio para fins de registro icenciamento ov habiltagdo. 2i_| 293.67 ‘Conduzir motocicleta sem usar eapacete de seguranga com visera ou éculos de protegao e ves-| frie de acordo com as normas eespeciicagies aprovadas pelo CONTRAN;transportando pas Sageiro com falta de capacete,capacete nao encalxado na cabeca ou uso de capacete indevido| 244-1, Safors do banco ou care lateral; fazendo malabarismo ou equilibrando-se apenas em uma roda;| UII | 293,47 ‘om fardie apagados ou com crianga menor de 7 anos ou sem condicdes de cuidar de sua prépria) V, V seguranca. ; Pre Mac: Suspensio do dreito de dirigire recolhimento da C.N.H. Deixar de sinalizar qualquer obstéculo na via, aaa estay Dirigir 0 veiculo segurando ou manuseando telefone celular Bey | 23.7 | Bloquear a via com o veiculo. .8.: Remocio do vefculo. Usar qualquer veiculo para, deliberadamente,interromper,restringir ou perturbar a circulagao na via sem autorizacao do érgao ou entidade de transito com circunscricgo sobre ela. P.e M.A: Multa (20 vezes), suspensio do direito de dirigir por 12 me: culo, Aplica-se a multa agravada em 60 vezes aos organizadores da dobro a multa em caso de reincidéncia no period de 12 meses. uta. Aplica-se em| e remocao do vet-| 253-A |5.869,40 Deixar o condutor ou o passageiro de usar o cinto de seguranga, Pe M.A.: Retencao do veiculo até colocacao do cinto pelo infrator. 167 | 195,23 Deixar o condutor de prestar socorro quando solicitado pela autoridade, iv ulos e pedestres, em desacordo com as condigées regulamentadas espe lizacao (placa Estacionamento Regulamentado).. [Link].A.: Remogao do veiculo. amente pela v77_| 195.23, Fazer ou deixar que se fag reparo em veiulo a via pblica, em rodk sito rap PreMAc Remasao do veut. Leeann ameaammaaea [LIT | 195:25 Estacionar o veiculo afastado da quia da calgada (meio-fio) a mais de 1 metro, em fila dupla, sobre passelo, reas de cruzamento de vias, faixas de pedestres, cclovas, ilhas,canteiros cen’ 181, trais, marcas de canalizagao, jardins, viadutos, pontes e tineis, prejudicando 4 circulacao de | Vil, XI, xiv) 195.23 XVI Estacionar veiculo em active ou declive sem freio ou calgo quando se tratar de veiculo com PBT superior a 3500 kg ou em locais e hordrios de estacionament ‘[Link] PET) 181~ petins Remorbe do velculo, 10 parada probidos pela sinalizacSo, uy | 9520 aseeeeee? Digitalizado com CamScanner ™eyyyyyYVVYOSVYYVODVDDIDIBSIDDEE Parar veiculo na pista de rolamento das estradas, rodovias, vias de transite répido € tadas de acostamento, 182-7 195,23 195,28, do exigidos pela legislagao. Tea cac Retengio do veleulo para reglarizagio. Transtar com o veiculo na faixa da esquerda, se esta for para uso exclusiva de Transitar pela contramio de diregio, em vias de sentido duple,excetoparaullrapassagem. | 186-1 | 195.23 | | Seguirveculo em servo de urgéncia, 190_| 195,23 Deixar de quardardistincia de seguranca lateral frontal ou do bordo da pista. ~ [ime [195.23 Transtar em marcha ré em trechos logos ou com peigo - 194 | 195,23 | Desobedecer as ordens da auordade de iinsito e seus agentes. 195_| 195,23 Deixar de indicar com antecedéncia mediante gesto regulamentar de braco ou luz indicadora do veicloa mudanca de diego, mudanga de fai ou paras, ced Lees Deixar de pararoveiculo no acostamento &dieita para executrretorno ou conversio. 204_| 195,23 Executar operagio de retorno e/au conversia em locais que so probidos. 207_| 195,23 | Transpor sem autarizagio bloqueovirio, drea de pesagem ou evadir-se de pedago 209_| 195,23 Uttrapassar vecu jos em io vidio parcial com excegio dos ni Utrapasar ves em fl, parades em aro de equi wro prc com exes dso] 294 | 19520 Dinar de para’ sempre o ecu paa agrupamerto de vlelos, cots, fomagbesmitares e outs. | 213-U | 195.23 | ‘Deixar de dar preferéncia de passagem a pedestre ea veiculo nfo motorizado quando houver ini-| 94 lado atravessia, mesmo que nao haa sinalzagde eles destinada, ou que estejaatravessando| fy ‘y | 195.23 a via transversal para onde se diigo velulo. a 3 de dar preferncia de passagem em intersecao ndo sinaizada a veculo qu estvercit-| 45, culando por rodovia ou rotatria, ou que se aproximem pela dreta, ou desobedecer ao sinal de| 4p" | 195.23 “De a Preteréncia : | Fransitar em velocidade superior & maxima permiidaparao local em mais de 20% até 50%. | 218-11 | 195.29, [Deixar de reduzir a velocidade do veiculo: onde o transite estejasendo contrlado pelo agente 7p. da autoridade de transit, a0 e aproximar da guia da calgada ou acostament, ou passat por| fy interseedo nao sinalizada, nas vias rraiscuja aia de dominio nao estejacercada, nos trechos| jj" fem curva de pequeno rai, 20 se aproximar de locas sinalizados de obras ou trabalhadores na yj. | 195,23 sta sob chuva’ neblin,ceraraooU ventas forts, quando houver ma visbiidade, quando pa-| yp Vimento se apresentar escorregadio,defeituoso ou avariado, quando hi aproximagao de animals | yy yjy na pista, em declvee a ulrapassarciclista, I Transitar com farol desregulado ou como facho de luz alta perturbando a visdo de outrocondutor.| 293 | 195,23 Pe M.A. Retengio do veiculo para regularizaga i Deixar de sinalizara va, de forma a preveir os demas condutoese, & noite, nao manteracesas ae ines ou omitirse a providenciasnecessérias para tornarvsivelo local, quando tier de re-| >75.111| 195,23 ae vero velculo da pista ou permanecer no acostamento ou quando a carga for deramada sobre| 225-MI| 198 a via endo puder ser retirada imediatamente, 'Usarno vecule equipamento com som em volume cu frequéncia que no sejam autorizadospelo| CONTRAN. . 228 | 195,23 P.e MA Retengio do velculo para regularizaga [Conduziro veieulo coma cor ou caraceristicaalterada, sem ter sido submetido & inspegio de] 230- Seguranea viclar, sem equipamento obrigatrioineficiente ou inopeante, com equpamento| Vil abrigatrio em desecordo a0 CONTRAN, com descarga lvre ou silenciador de motor de explosio| Vl, | 495.23 efetuaso, com equipamento ou acessério probido, com o equipamento do sistema de ilumina-| 1X, X, 0 ede sinalizacio alterades, XL, Bee W.A.: Retensio do veiculo para regularizagso, om onduzir © veiulo com tacégrafo deteituoso quando hower exigéncia desse apaelho, com) yyy, caraceristias alleradas, como vidros elatriacobertos por inscriies, adesivo ov paints no) "iq" Sulorizados, com cortinas ou pesianas fechadas, em mau estado de conservacso comprometen-| yj | 195.23 do a seguranca, sem acionar 0 limpador de para-bisa quando sob chuva. el Pre M.A: Retengao do veiculo para regularizagao, i FTransitar com veiculo produzindo fumaga, gases ou particulas em niveis superiores aos fixados | 94.1, pelo CONTRAN, com suas dimensées ou sua carga superiors aos limites estabelecidos. Wy 195.23 Pe M.A Retengao do velculo para regularizagao. Transitar com o velculo em desacordo com a autoizagao especial, expedida pela autoridade competent. 2at-vi | 195,23, M.A: Remogao do veiculo. Deixar de efetuaro registro de velelo no pazo de 30 dias. Pie M.A: Retengio do veiculo para regularizacao. 2007 |e Conduzr pessoas, animais ou carga nas partes extemas d velco, salvo se devdamenteautrzados. PreM Ar Retengao do veiculo para transbordo. 235 | 19828 Transtar com oveculo em desacrdo com as espeicaées, falta de inscrgioe snbologia| 27 | 195,23 © Legislac&o de Transito Digitalizado com CamScanner M.A.: Remocao da mercadoria eu do material, pra de promaverabaixa do registro de velculoirrecuperdvel ou defntivamente desmontado. 2 e M.A. Recolhimente do CRV e do CLA, om _ mo |e Deixar a empresa seguradora de comunicar ao 6rgio de trnsito a ocorréncia de perda total do ius edeths devote as respectnaspacase ecuments, " ma | 19523 P.e M.A: Recolhimento de placas e documentos. Genduzir motoccleta, matonetaecilomor;rebocando outro veicuo; sem seguraroguidgo com | {Trensportar em veiculo destinado ao transporte de passageiros carga excedente, etencio do veieulo para o transborde, i pooh es amas 25 mies, sive eventualmente para indicagao de mandras ansportndo carga ncom| 74g patel com suas especiiacdes ou em desacordo cama previsono 7" do ar 139-Adestales| Cen, | 19523 tfewando transporte remunerada de mercadoras em desactdo com o pesto af 13-4] i desta lei ou com as normas que regen a aniadeprofisional ds mulsoneas, ' M.A Remogae do velul para reguarnapa, Uilizarawia pare depésito de mercadoras, materials ou eupamenos sem aura, us | 19523 Usaro veil paraaremessay, sobre pedests ou vels, gua ude, m_| 130,16 Ata do veiculo ou abandonat na via objets ou substi. 172_| 130.16 Denaro condtr,envolvido em aedente sem vima, de adelarprovidincas para remover © veiculo do local, quando necessria tal medida, . ea Lee Ter seu veiclo Bed Estacionarovcula asesuins ea meres de Snes dood da via arse em daca] gy cam as posisexabelecidas no CT. junto usb hints de ct, regio ée agua ou| 18h alerias uberness,ndehower qua decal neo) ebsade mpedndsa evento] GV | 130,16 hiro veiculo, onde howe sinaling de embarqe ou desembarqu; de pastanevvs, nd Pee M.A: Remogio do velo. Estaconr o veeulonacontramio de dregia Torxv] 13018 Estaconarovecula em lacie horres potas pla sala. 18 [rants Pre M.A: Remogio do vteul. xvut_| 190 Pararoveiculo nas esquinas ea menos de§ metros do Bordo da va Wansveral,aasado da] 182-1 gun cata mas de no hars cron devi cana scan || 190.16 aduos, panes eines, a contamda de deo, em cle hor proians pela sialanes | VLG Pararoveiulo sobre a axa depedstes na mudana de snl luninoso. 1313018 tering wie rn ptmnens, reas Gas RR pa por falta de combustivel, 180 | 130,16 “TS | sinalizacao de regulamentacao, exceto em stuages de emergénca, dear de conservéla nas 130,16 OD |Tateas do dria caso de vecios lens ede mir port ua {© _[easitar em ocaisehorrios no permits pela regulamentagio. 187 | 130,16 | tanstar ao lado de eur veiuointrrompendo ou perturbando o Wns 188_| 130,16 Deixar de deslocar, com antecedéncia, oveiculo para afaixa mais 8 dirita ov esquerda quando = |formanabrar para um dsses aos, 97] tants = | nstar de dar passage pela esqurda, qannd soleiad; 198_| 1206 Utrapassar pela drt, salvo quando oveculo da frente estiver colocado na faixa apropiada © [aerstnatde Que va entrar 3 esquerda. 199 | 130,16 "O)_[Deizar de guardar a distancia lateral de um metro melo ao ullrapassarbicileta, 2o1_| 130,46 Entrar ou sat de es laters sem estar adequadarent poscoado para ingressoma vine] >14 | 19944 [o} }sem as precaucées de seguranca. Mt Entrar ou sair de fila de velculos estacionados sem dar preferéncia de passagem a pedesires e| 2S [airs veces. 217 | 130,16 (D> [ransitar em velocidade superior & maxima permitida para o local em ald 208 218-1 | 130,16 ' (@ _|Transitarcom ovecul em vlcidade inferior 3 metade da velocidad maxima estabelecda,amenos exes | que as condiges de trfegoe meteorolica noo permitam, salvo se estverna faa data, | 219 | 130,16 (A [Portarno veculo placa de dentiicagéo em desacord com especifiagies e modelos estabele- fps _| idos pelo CONTRAN. za | 130,16 [Epp Bees Reteng ovat para regulazagi preenso ds plaosiregulaes. Deixar de manterligado, em alendimento, os sinais dos viculos de polica, de socorra de inc ©) [doe salvamento, de iscalizagao de trnsitoe das ambulincias, ainda que parades, 222 | 130,16 so) Deir de retrar objeto que tena sido utlizado para sinalizaiotemporiia da via, 226 | 130,16 Usarindevidamente no veiculoalarme ou que produza sons eruldos em desacordo com harms] ( © leprae zy | 130,16 M.A: Remoga ( Digitalizado com CamScanner da tara e demaisi mina lizagio ov Limpadas queimadas. lecidas no art. 67-C, relativamente 20 ara descanso, quando se atar| 230° | 130,16 30, Conduziroveiculo com defeito no sistema de iluminagao, Conduzr veiculo em desacordo com as condcies estabe tempo de permanéncia do condutor ao volante e aos intervalos de vetclo de transporte de carga ou coetvo de passageires MA Retengdo de veiculo para cumprimento do tempo de descanso aplicivel. als ransitar com 0 veculo com excesso de peso. aav | 130,16 |P.e M.A: Retencia do veiculo e transbordo da carga excedente, _ oe sil Baio Transtar com o veiculo com ltardo excedent, desligad ou desengrenado, em decive, wa | sot Pre M.A. Retencao do veiculo. vil D | Rebocar outro veiculo com cabo flexivel ou corda, 236_| 130.16 Conducr cil transportando passageio fora da garupa ou do assento especial, em vies de tn] rarer sedoras: ala onde rower acostamento ouairas de rolamentopréprias, tans-]§ la 5 130,16 portando criangas que nao tenham condicdes de cuida de sua propria segurang2, b Sie 0s veiculos de taga0 ou] 747 | 130,16 Deixar de conduzir pelo bordo da pista de rotamento, em fila ti propulsio humana e os de tragao animal. Deixar de manter acesas, & noite, as luzes de posigao quando o veiculo estiver parado, para) 79 | 130,16 embarque ou desembarque de passageiros e carga ou descarga. Juande o veiuloesiver em movimenta deixar de mater aesa a luz bia darane anata tuz| 250-a, sande a cos tnels provides de luminacaopiblieae nas rdovias, alurbara dedi ede noi Tbe, | 13016 te, nos veiculos de transporte coletivo, a luz baixa de da ede note, tratando-se de ciclomotores. ‘Quando oveiculoestiver em movimento, deixar de manter acesas pelo menos a uzes de posi¢d0| 250-!l,| 430,16 sob chuva forte, neblina ou cerracdo, deixar de mante a placa traseiraluminada& noite. : Uiilizar as luzes do veicuo, pisca-alerta, exceto em imobilizagées ou sitvagées de emergéncia, as luzes baicae alta de forma inermitente, exceto: a cutos intervalos quando for conveniente| 5. 35,ort gout conduter que se temo propbsito de ultrapassé-l; em imobilizagées ou situagdo} “jy, | 130,16 de emergencia, como adverténcia,ulllzando o pisca-alerta; quando a sinalizagao de regulamen- taco da via determinaro uso do pisca-ale Dirigro veeulo com o braco do lado de fra, transportando pessoas, animals ou volume & sua eaquerda ou entre os bragos eas pernas, com incapacidadefsica ou mental temporaria compro tmetendo a seguranga, usando calgado que ndo se firme nos pés, com apenas uma das mas (ca- Taeterizar-se-4 coma infracdo gravissima no caso de o condutor estar segurando ou manuseando {letone celular, utllzando-se de fones nas cuvidos conectados & aparelhagem sonora ou de telefone celular, realizando a cobranca de tarfa com o veiculo em movimento. ‘Conduzirbiccleta em passeios onde nao seja permitida a circulagdo desta, ou de forma agres- Chi. semn autorizagao ou sem sinaizacao do érgao ou entidade com circunsericao sobre avia. | 255 | 130,16 Pe M.A: Remogao da bicileta, mediante recibo para o pagamento da mulla. Dirgir sem atencio ou sem os cuidads indispenséveis &seguranca. Conduzr motacclta com aaa settmente aberta, sem éculos de protegao ou wtlizando capacete nio afixado na cabeca.| ‘6? | 8838 Fazer ou devar que se fara repara em veicuo na via piblic, salvo nos casos de impedimento abso- are ee a ctjadeidamentesiralitadem vig arterial cletoa,localovestadas.| 17%"! | 98.38 Estacionaro veiculo afastado da guia da ealgada(meio-fo), de 50 centimetros a 1 metro, nos acostaments, salvo motivo de forga maior. VO] TTT | 99,38 Pie M.A.: Remocao do vefculo. vil Pe Parar o veiculo afastado da guia da calcada (meio-fio), de 50 centimetros a 1 metro, em di | Erdocom a5 posites estaelecdasnoC1LB. no paseo ou sobre aia destnada a pedeste,| 82 canteiroscenrase divisores de ist, . destnada a pedestiss jy, yr | 6638 Transtar como veculo a aia ou pista da direita, regulamentada como d 0 exclusiva or dccrsds tp deve ecto paaeesse's inves ndeeas ou conerinssaneta] 121 | 9898 Utrapassar veiculos em movimento que inter em corto, présti es mil ston stotaae da storage dai ce esin deste formagsesmitires| 95° | 99.38 130,16 Fazer uso do facho de luz alta dos fardis em vias providas de iluminagio piblica 724 | 08,38 Usar abuzina em situaglo que no ade simples toque bre a ~ essonmens# gular pce ene ao a5 6 hoe ameeas ctenten pokes ea] IPH | 88.38 agi tra desaarda crs os piensa equemasetbalecis pos CONAN Nav | Conduziro veiculo sem os documentos de port abrigatério, ; Pie M.A. Retencio do velculo até a apresentagio do documento, 22 | e038 Deixar de atualizaro cadastro de registro do veiculo ou de habilitagio. 241 | 8,38 © Legislacado de Transito Digitalizado com CamScanner © Legislagao de Transito ———_—___________YY—_-@ DO) © COO/G©SO@@@*ejee@/@ |o@e@e@@ee@ < A tabela abaixo apresenta os sinais de regulamentacao, seus significados e 0 tipo de infracao prevista no €.T.B. por desrespeito a cada sinal. @] 2 Pata igs atk ests RZ Déapreferéncia. At. 215-1 grave gravissima RB Sentido probido, 1 maa Rela Proibido virar & esquerda. Rub Proibidovirar & direita, R-Sa_Proibido retornar 8 esquerda, Art. 206-K: gravissima R-Sb Proibido retornar direita, Art, 206-l: gravissima Reba Proibido estacionar, Art. 181-XVIN: Re6b_Estacionamento regulamentado, Art, 181-XVIE grave Rede. Proibido parar e estacionar. RT: Proibido ultrapassar. ‘Art. 203+) I VV: gravissima Ga Proibido mudar de faixa ou pista de trnsito da esquerda para dieita. | Art 185-1: média R-Bb Proibido mudar de fata ou pista de trnsito da dreta para esquerds.| Art. 185-1: média 8-9 Probido inside caminhes. Ae. 187: mia Proibido trinsito de veiculos automotares. At 187: média RIT Probido tinsito devils de tag animal At. 187: média R12 Probie trnsito de biiletas. Ar 187 eA. 255: Re19_Proibid nit de trator emsguinas de obras. At. 187: média Ret4 Pes rut total méximo perio. Art. 231-¥e média fe15- Altura méxima permit Art. 231-V: grave -16 Largura maxima perma Art. 231-V: grave R17 Peso méximo permitido por exo ‘rt 201-¥: média 8-18. Comprimento méximo permit ‘At. 201-V: grave -19_ Velocidad maxima perma aie joan sie ‘ANLZ16-I ee zeae grave ArL.218-Il asses: gravissima R-20_Proibide acionar buzina ou sinal sonore, Art. 227-NVsleve mae em enn nae 2 2B LAKH AAHAA LL DH & SH & wm & R21. Alfandega. Ar. 208: gravissima Digitalizado com CamScanner - +, eew wre wrrwvwzwe ewe TFT FT TTT HHH eHeees Art, 230-1% grave eaten Art, 185-l: média Art, 186 gravissima Art, 186-Hl gravissima ‘At. 187: média @ R27. Onibus, caminhdes e vecuos de grande porte mantenham-se rita. © rts ve ears, fet aia erm Eas @ R-25c Siga em frente ou d esquerda. bs a a ) 8254 signer tome ou sre. ACU gore @ 828 sinemtene. itor gow An 165m Art. 186-l: grave ® R29 Pr fo transite de pedestres. Art. 254-Vi love © be cress sade © 650 Peet perp wae Os te Art. 184-I: leve to © +33. Sentido de circulagdo na rotatéria. @ R34 Circulagdo exclusiva de bicicletas. Art. 193: gravissima © 36a Ciclista, transite & esquerda. ‘anst ‘Art 187: méia GA) 50 cits, vansited det Art 187; méia ® 36a Ciclistas & esquerda, pedestres &direita, ‘Ac. 187: média Ant, 254-Vi:leve ‘Ac, 255: méia @ R-36b Pedestres & esquerda,ciclistas &direta, ‘An. 187: média At, 256-VE leve @ fsb cireaaso compartad de clistasepedeses ©} 2.37 Prva wins de motcelts, melons ccomoares ‘Art 187; méia @® 2 Previn de nis. At, 187: média © 39 reac exclusiva de camino, eve I grave média t.10 Transit pride a cars dem © Legislacado de Tr ‘Art, 187: média Digitalizado com CamScanner de um veiculo automotor, e ter ocorrido onde é aplicdvel o Cédigo de Transito, nas vias publicas. Artigo 302: praticar homicidio culposo na direcao do velculo automotor: 0 homicidio culposo na diregao de veiculo automotor & considerado como a eliminagao de vida de uma pessoa por ato de outra, através de uma causa gerada por culpa, nas espécies imprudéncia, negligéncia ou impericia, 5 Penas: detencao de 2 a4 anos e suspensao ou proibigdo de se abter a permissao ou a habilitagao para dirigirvelculo automotor. § 1*No homicido culposo cometido na direcdo de veiculo automotor, a pena é aumentada de um terco & metade, se o agente: |. Nao possuir Permissio para Dirigit ou Carteira de Habilitago; Il Praticd-to em faixa de pedestres ou na calcada; Ill Deixar de prestar socorro, quando possivel fazé-lo sem risco pessoal, a vitima do acidente; IV. No exercicio de sua profissao ou atividade, estiver conduzindo veiculo de transporte de passageiros. § 3° Se o agente conduz veiculo automotor soba influéncia de dlcool ou de qualquer outra subs tancia psicoativa que determine dependéncia, s Penas: reclusao, de 5 a8 anos, e ‘suspensao ou proibi¢ao do direito de se obter a permissao ou a habilitagdo para dirigir veiculo automotor. Para ser considerado “crime de trnsito” ele deve ter sido cometido na direcao & p @ Artigo 303.: praticar lesio corporal culposa na direcao de veiculo automotor: : Pune-se o condutor do veiculo por ofender, em acidente de transito, culposamente a integridade corporal ou a sade de pessoas, Penas: detencao de é meses a 2 anos e suspensdo ou proibigdo de se obter permissio ou a ha~ bilitacdo para dirigir veiculo automotor. § 1° Aumenta-se a pena de um tergo a metade se ocorrer qualquer das hipdteses do pardgrafo primeiro do artigo anterior. §2°A pena privativa de liberdade é de reclusio de 2 a 5 anos, sem prejuizo das outras penas Previstas neste artigo, se o agente conduz o veiculo com capacidade psicomotora alterada em razéo da influéncia de alcool ou de outra substancia psicoativa que determine dependéncia, e se do crime resultarlesio corporal de natureza grave ou gravissima, Artigo 304: deixar o condutor do veiculo, na ocasiao do acidente, de prestar imediato socorro a vitima, ou nao podendo fazé-lo diretamente, por justa causa, deixar de solicitar auxilio da auto- ridade pablica, Ss Penas:detencao de 6 meses a 1 ano ou multa, se o fato ndo constituir elemento de crime mais gra ‘UD Pardgrafo tinico: incide nas penas previstas neste artigo o condutor do velculo ainda que sua omi séo seja suprida por terciros ou se trate de vitima com mort instantanea ou com ferimentos eves. <( _Artigo 305: afastar-se o condutor do vefculo do local do acidente para fugir & responsabilidade penal ou civil ue the possa ser atribuida Penas: detencao de 6 meses a 1 ano ou mutta. AArtigo 306: conduzr vefculo automotor com capacidade psicomotoraalterada em razio da influ- ncia de alcool ou de outra substancia psicoativa que determine dependéncia. Penas: detencio de 6 meses a 3 anos, multa e suspensio ou proibicdo de se obter a permisso ou a habilitacdo para dirigir veiculo automotar. © _ STF As condutas previstas neste artigo serdo constatadas por: Gl Concentrag igual ou superior a 6 decigramas de cool por iro de sangue ou igual ou supe- rior a 0,3 miligrama de dlcool por ltr de ar alveolar, ou (Q> it Sinais qu indiquem,naforma discplinada pelo CONTRAN, alteragio da capacidade psicomotora. (© §2°A verificagao do disposto neste artigo poder ser obtida mediante teste de alcoolemia ou to = xicolégico, exame clinico, peicia, vdeo, prova testemunhal ou outros meios de prova em direito A” admitidos, observado o direito a contraprova, — [Epp Artigo 307. volar a suspensio ou a proibigio de se obtr a Permissdo ou a Habito para dirigir vefculo automotor imposta com fundamento no C.T.B. © Penas: detengio, de 6 meses a 1 ano, e multa, com nova imposigdo adicional de idéntico prazo de suspensio ou proibicao. Pardgrafo tinico: nas mesmas penas incorreo condenado que deixa de entregar, no prazo estab lecdo no pardrafo 1° do artigo 293 do C.1.B., a Permissio para Drigir ua Cartera de Habililagao, SEP OP eres eeanmemamannn_._ Digitalizado com CamScanner

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