RDC n.
44/09 Resolução de Diretoria Colegiada –
BOAS PRÁTICAS FARMACÊUTICAS
SEMIOLOGIA FARMACÊUTICA
Semiologia Farmacêutica / Anamnese Farmacêutica
• Desde 2014, as farmácias foram autorizadas a oferecer aos pacientes esse
tipo de atendimento personalizado.
• O conceito de consultório farmacêutico, local onde é feito a anamnese
farmacêutica, foi definido em duas portarias de 2013 feitas pelo Conselho
Federal de Farmácia (CFF).
• Logo, em 2014, a atividade teve respaldo da Lei 13.021, no qual estão
dispostas as atividades farmacêuticas.
• Como resultado, diversos negócios aderirem à prática, o que foi uma maneira
de construir credibilidade na farmácia.
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Anamnese Farmacêutica
Propriedades
• Listar medicamentos/fármacos utilizados pelo paciente
• Problemas de saúde
• Alergias, reações adversas
• Analise da real necessidade (intervenção ou não – junto ao médico)
• Contato com outros profissionais da saúde
• Discussão sobre o tratamento do paciente
Anamnese Médica
• Coleta de dados com finalidade de diagnóstico e indicação do tratamento mais
adequado ao problema apresentado
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Condições e Infraestrutura
• Espaço para a consulta entre farmacêutico e paciente – consultório dentro da
farmácia.
• Possibilidade de o farmacêutico realizar atendimentos e prescrever exames e
medicamentos, é um ponto importante para a manutenção da saúde pública –
atendimento de qualidade.
• Vantagens:
• Acompanhamento - diagnóstico até a evolução do tratamento, resultado
desejado.
• Cuidado direto – promoção de uso racional de medicamentos e de outras
tecnologias ligadas à saúde.
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Anamnese Farmacêutica
1. Foco no paciente
• informações completas e verdadeiras sobre o paciente.
2. História clínica e pessoal do paciente
• abordar toda a história clínica do paciente – hábitos, rotina, doenças pré-
existentes, tratamento, uso de medicamentos e forma farmacêutica e como faz
uso – todos os detalhes!!!
3. Postura profissional
• a postura profissional deve ser séria, respeitosa, com empatia e sem
julgamento. Não é necessário intimidar o paciente, mas é importante mostrar
conhecimento e estabelecer uma relação de confiança.
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Anamnese Farmacêutica
4. Estratégia de fidelização
• personalização do atendimento ao paciente – é possível, acolhedor, confortável,
boa relação entre o farmacêutico e o paciente.
5. Inovação
• tornar o atendimento atrativo – fazendo perguntas pertinentes, e esclarecendo
as dúvidas de forma objetiva; dedicar-se ao paciente – exemplo: não adesão ao
tratamento = motivo? – uso de ferramentas.
3. Conquistar a confiança do paciente
• a postura profissional irá gerar a confiança – expressão das dúvidas,
sentimentos, pensamentos; informações são sigilosas.
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[Link]
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Resolução de Diretoria Colegiada RDC n. 44/09
Dispõe sobre Boas Práticas Farmacêuticas
• Controle sanitário do funcionamento, da dispensação e da comercialização de
produtos e da prestação de serviços farmacêuticos em farmácias e drogarias.
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Farmácias e Drogarias no Brasil
ANTES da RDC 44/09
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Farmácias e Drogarias no Brasil
APÓS a RDC 44/09
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RDC 44/2009 – resumo
CAPÍTULO I – DAS DISPOSIÇÕES INICIAIS
• Produtos que podem ser comercializados.
CAPÍTULO II – DAS CONDIÇÕES GERAIS
• As farmácias e drogarias devem possuir os seguintes documentos no estabelecimento.
• Horário de trabalho.
CAPÍTULO III – DA INFRA-ESTRUTURA FÍSICA
• Seção I Das Condições Gerais
• Localização, área física.
• Seção II Do Ambiente Destinado aos Serviços Farmacêuticos
• Ambiente destinado aos serviços farmacêuticos.
CAPÍTULO IV – DOS RECURSOS HUMANOS
• Seção I Das Condições Gerais
• Funcionários, uniforme, EPIs.
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• Seção II – Das Responsabilidades e Atribuições
• Atribuições e responsabilidades – Manual de Boas Práticas Farmacêuticas do estabelecimento.
• Seção III – Da Capacitação dos Funcionários
• Capacitação, POPs.
CAPÍTULO V – DA COMERCIALIZAÇÃO E DISPENSAÇÃO DE PRODUTOS
• Seção I Dos Produtos com Dispensação ou Comercialização Permitidas
• Medicamentos, correlatos. sanitária específica.
• Seção II Da Aquisição e Recebimento
• Produtos regularizados junto à Anvisa, conforme legislação vigente.
• Seção III Das Condições de Armazenamento
• Armazenamento, regras.
• Seção IV Da Organização e Exposição dos Produtos
• Dispensação e comercialização.
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• Seção V Da Dispensação de Medicamentos
• Informação e orientação quanto ao uso de medicamentos.
CAPÍTULO VI DOS SERVIÇOS FARMACÊUTICOS
• Serviços farmacêuticos.
• Seção I Da Atenção Farmacêutica
• Subseção I Da Atenção Farmacêutica Domiciliar
• Subseção II Da Aferição Dos Parâmetros Fisiológicos e Bioquímico Permitidos
• Subseção III Da Administração de Medicamentos
• Seção II Da Perfuração do Lóbulo Auricular para Colocação de Brincos
• Seção III Da Declaração de Serviço Farmacêutico
CAPÍTULO VII DA DOCUMENTAÇÃO
• Manual de Boas Práticas Farmacêuticas, específico para o estabelecimento.
CAPÍTULO VIII DAS DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS
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Lei nº 5.991, de 17 de dezembro de 1973
Regulamentada pelo decreto 74170/74
Dispõe sobre o controle sanitário do comércio de drogas, medicamentos, insumos
farmacêuticos e correlatos, e dá outras providências
• Trata de definições importantes – drogaria, farmácia, droga, medicamento,
correlato .....
• Trata de responsabilidade farmacêutica, horário de funcionamento ....
• Trata de receituário (preenchimento, assinatura, data) ....
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Resolução nº 308, de 2 de maio de 1997 - Ementa: Dispõe sobre a Assistência Farmacêutica em
farmácias e drogarias.
• O Conselho Federal de Farmácia, no uso das suas atribuições legais e regimentais, consoante
lhe confere o Artigo 6º, alínea "g" da Lei 3.820, de 11 de novembro de 1960;
Considerando que é atribuição do Conselho Federal de Farmácia delimitar e esclarecer as
atribuições atinentes à profissão farmacêutica;
Considerando a privatividade da profissão para a responsabilidade técnica das farmácias e
drogarias, RESOLVE:
• Artigo 1º - Compreende-se por assistência farmacêutica, para fins desta resolução, o conjunto de
ações e serviços com vistas a assegurar a assistência terapêutica integral, a promoção e
recuperação de saúde, nos estabelecimentos públicos e privados que desempenham atividades
de projeto, pesquisa, manipulação, produção, conservação, dispensação, distribuição, garantia e
controle de qualidade, vigilância sanitária e epidemiológica de medicamentos e produtos
farmacêuticos.
• Artigo 2º - Cabe ao farmacêutico responsável técnico, responsabilizar-se pelos princípios de
gestão e administração da farmácia.
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Resolução número 357, de 27 de abril de 2001
• Regulamenta as boas práticas farmacêuticas em farmácia e drogarias.
• Atividades do profissional ainda não regulamentadas – capítulos que dispõem
sobre a prestação da assistência farmacêutica domiciliar, sobre a dispensação
de alimentos e sobre farmacovigilância.
• Automedicação responsável.
• Importância, no sentido de fomentar a atenção farmacêutica e todo o conjunto
das atribuições profissionais, dentro da farmácia e drogaria.
• Regulamenta as Boas Práticas Farmacêuticas.
– A Resolução 357/01 foi elaborada por uma Comissão Especial criada pelo
CFF com esta finalidade.
– Inovadora e que contempla as novas práticas farmacêuticas.
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Bibliografia
RDC n. 44/09 Resolução de Diretoria Colegiada – BOAS PRÁTICAS FARMACÊUTICAS
Projeto: Farmácia Estabelecimento de Saúde. Fascículo II Medicamentos Isentos de Prescrição.
CRF São Paulo, 2010. Organização Panamericana de Saúde.
Projeto: Farmácia Estabelecimento de Saúde. Fascículo 11 Consulta e Prescrição
Farmacêutica. CRF São Paulo, 2016. Organização Panamericana de Saúde.
Conselho Federal de Farmácia – legislação:
Análise/avaliação da prescrição sob seus aspectos legais e técnicos.
Intervenções Farmacêuticas e suas bases legais:
- Resolução 308 de 1997
- Resolução 596 de 2014
- Resolução 357 de 2001
- RDC 44 de 2009
- LEI 5.991 de 1973.
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