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Curso de Formação em Practitioner PNL

O documento descreve o Módulo 1 de um curso de formação em PNL. Ele inclui seções sobre a introdução à PNL, sua definição e história, atitudes, pilares, pressupostos e modelo de comunicação da PNL.

Enviado por

Rafael Melo
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Curso de Formação em Practitioner PNL

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PNL

PRACTITIONER
(Programação Neurolinguística)
CURSO DE FORMAÇÃO EM PRACTITIONER PNL

Rafael Cristo De Melo - sasukekunn13@[Link] - IP: [Link]


MÓDULO 01
INTRODUÇÃO PROGRAMAÇÃO NEUROLINGUÍSTICA, DEFINIÇÕES, ATITUDES,
PILARES, PRESSUPOSTOS, MODELO DE COMUNICAÇÃO, CALIBRAÇÃO.

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História e Definição da PNL

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História e Definições da PNL
Richard Bandler – Matemático,
estudante de Computação. Foi
para psicologia
posteriormente.
Dr John Grinder – Professor
de Linguística.
O primeiro nome da PNL foi “A
linguagem da Mudança”.
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História e Definições da PNL
 Foi inspirada na observação e
replicação (modelagem) de:
Virgínia Satir – Criadora da Terapia
Familiar
Gregory Bateson – Filósofo e
Pensador de Sistemas
Milton Erickson – Criador da
Hipnose Ericksoniana

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História e Definições da PNL

Buscava a essência da Mudança.


Ajudaram na reformulação da
Gestalt Terapia.
Criada em 1975, na
Universidade da Califórnia
(UCLA).
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História e Definições da PNL
 PROGRAMAÇÃO – A maneira como organizamos
nossas ideias.

 NEURO – Todos os comportamentos nascem dos


processos fisiológicos dos sentidos.

 LINGUÍSTICA – Usamos a linguagem para


ordenar nossos pensamentos e comportamentos.

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História e Definições da PNL
“O estudo da estrutura da experiência
subjetiva” (Richard Bandler)

“PNL é uma atitude e uma metodologia


que deixa um rastro de técnicas”
(Richard Bandler)
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História e Definições da PNL
 “A ciência de como dirigir seu cérebro de uma forma
favorável para conseguir os resultados que deseja.”
(Anthony Robbins)

 “A PNL é um modelo poderoso e explícito de


experiências humanas e de comunicação. Usando os
princípios da PNL é possível descrever qualquer
atividade humana de maneira detalhada que permite
fazer mudanças profundas e duradouras, de forma
rápida e fácil.” (Steve Andreas)
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Atitudes da PNL

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Atitudes da PNL
 Ter o espírito curioso de uma criança
 Não ter medo de experimentar
 É mais do que uma “caixa de
ferramentas”
 Saber interpretar feedbacks
 Continuar experimentando até atingir o
resultado desejado

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Os 4 Pilares

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Os 4 Principais Pilares

 Relacionamento: Qualidade, confiança e


sensibilidade. Rapport

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Os 4 Principais Pilares

Fixar Meta: Preciso e específico.

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Os 4 Principais Pilares

 Acuidade Sensorial: Use os seus sentidos. Tenha


atenção neles.

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Os 4 Principais Pilares

 Flexibilidade Comportamental: Tenha muitas opções


de ação.

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Os Pressupostos

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Os Pressupostos

 “O mapa não é território.”(Korzybski)

 “Pessoas orientam-se pelos seus mapas internos, seu


modelo do mundo e não pelo próprio mundo.”(Korzybski)

 “Todo comportamento é potencialmente comunicação.”


(Bateson, Perls, Satir, Erickson)
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Os Pressupostos

 “Mente e corpo são parte do mesmo sistema


cibernético.” (Bateson, Perls, Satir, Erickson)

 “As pessoas têm (ou potencialmente têm) todos os


recursos de que precisam para agir eficazmente.”
(Perls, Satir, Erickson)

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Os Pressupostos

 “As pessoas fazem as melhores escolhas que


se apresentam a elas.” (Satir)

 “Escolha é melhor do que nenhuma escolha.” (Satir)

 “Todo comportamento é gerado por uma intenção


positiva.” (Satir)
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Os Pressupostos

 “O significado de uma comunicação é a resposta que ela


provoca, não a intenção do comunicador.” (Erickson)

 “A resistência é uma mensagem sobre o comunicador.”


(Erickson)

 “Se o que você está fazendo não está funcionando, fazer algo
diferente.” (Erickson)
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Os Pressupostos

 “Não existe fracasso, apenas feedback.”


(Erickson)

 “A variável mais flexível controla o sistema.” (Lei


de Ashby da variedade de requisitos)

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Os Pressupostos

 “Tudo o que um ser humano pode fazer, pode ser


modelado.” (Bandler e Grinder)

 “Se é possível para o mundo, é possível para mim.”

 “A energia flui para onde a atenção está.”

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Modelo de Comunicação

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Modelo de Comunicação

Nós não operamos diretamente sobre o mundo, mas em nossas


percepções individuais do mundo. Com a distinção de mapa/
território, o nosso "mapa", que é nossa percepção do território,
determina e controla as nossas percepções e nossas respostas. Nós
respondemos ao mundo, não como ele existe, mas de acordo com o
nosso "mapa" do mundo. Isso ressalta a importância de entendermos
e dirigirmos os nossos "mapas" de mundo.

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Modelo de Comunicação

Esses "mapas" consistem em nossas crenças, valores, atitudes, linguagem,


memórias e outros filtros psicológicos. Dentro da nossa consciência, nós
experimentamos estes "mapas" internos simplesmente como nossos
"pensamentos", através do nosso sistema representacional. No entanto, "da
forma como pensamos, somos." Assim, nossos "mapas" representacionais
internos interagem com nossa fisiologia para produzir nossos estados. Em
seguida, o nosso estado dirige nosso comportamento. Isto significa que a nossa
percepção funciona como nossa projeção. Ele determina nossas ações.

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Modelo de Comunicação

Respondemos de acordo com o nosso "mapa" interno do mundo. O


mesmo acontece com todas as outras pessoas. Todo mundo usa seu
próprio modelo para orientar as suas percepções, pensamentos,
emoções e ações. Isto inclui o seu cônjuge, filhos, amigos, pais,
figuras de autoridade, etc. Antes de podermos esperar que os
outros mudem os seus pensamentos, emoções, respostas, etc., o
"mapa" interno deles deve mudar.

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Modelo de Comunicação

O cérebro humano tem a capacidade de captar e


registrar em média 1.500 estímulos por segundo; sendo
que conseguimos ter consciência de 5 a 9 estímulos por
segundo. A Programação é feita através de todos os
estímulos que entram, mesmo que nós não tenhamos
consciência deles.

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Filtros Conscientes

DISTORÇÃO GENERALIZAÇÃO ELIMINAÇÃO


A distorção ocorre A generalização, é o A eliminação ocorre
quando fazemos processo através do qual quando seletivamente
mudanças nos dados
tiramos conclusões globais prestamos atenção a
recebidos pelos nossos
sentidos, através de uma baseadas em uma, duas ou certos aspectos de
representação distorcida mais experiências nossas experiências,
da realidade. omitindo outros.

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Filtros Inconscientes

META PROGRAMAS VALORES CRENÇAS


Os Meta Programas são os Valores são o primeiro Crenças são convicções ou
mais inconscientes e
independem de conteúdo. nível de filtros que aceitações de que certas
Isto quer dizer que os apresenta conteúdo e são coisas são verdadeiras ou
Meta Programas por si só
essencialmente de reais. São também
não tem conteúdo, mas
filtram o conteúdo de avaliação. Eles são a generalizações sobre o
nossas experiências. Os maneira pela qual estado do mundo.
Meta Programas são
filtros de omissão e decidimos se nossas ações Relacionado a Modelagem.
distorção, que subtraem são boas ou más, certas ou
ou acrescentam conteúdo
erradas
às nossas generalizações.

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Filtros Inconscientes

ATITUDES MEMÓRIAS DECISÕES


Atitudes resultam da As memórias afetam profundamente Decisões sobre quem somos,
coletânea de nossos especialmente decisões
as percepções e a personalidade de
valores e sistema de limitantes, podem afetar
uma pessoa. Elas são quem somos. De toda a nossa vida. Decisões
crenças, acerca de um
determinado tema. fato, alguns psicólogos acreditam que podem criar crenças,
Normalmente somos mais a medida que vamos ficando mais valores e atitudes e até o
ou menos conscientes de modo de viver. Ou pode
velhos, nossas reações no presente,
nossas atitudes, e simplesmente afetar nossa
são reações à "gestalts" de memórias percepção ao longo do
frequentemente dizemos
passadas, e que o presente tem uma tempo. O problema com
para as pessoas: "Bem, é
pequena participação em nosso muitas decisões é que elas
assim que me sinto a foram feitas
cerca daquilo". Hábitos. comportamento.
inconscientemente na mais
tenra idade e esquecidas.
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FILTROS:
Distorção

Representação Generalização

Interna Eliminação

Meta Programas Eventos Externos (VACOG)


Valores VISUAL, AUDITIVO,
Crenças CINESTÉSICO, OLFATIVO,
COMPORTAMENTO Estado Atitudes
GUSTATIVO.

Memórias
Decisões

Fisiologia

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Calibração

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O que é Calibração?

Alucinação x
Calibração Sensorial Sim e Não
Manter atenção nas Distinguir o que Identificar através de
respostas sensoriais realmente ocorre do respostas fisiológicas se
dadas pelo sujeito, ou que pensamos estar a fala do observado é
seja, respostas ocorrendo. Excluir nossa verdadeira ou não.
observáveis que percepção da Presta-se atenção nas
qualquer pessoa pode observação. Diferenciar respostas dadas pela
confiar. a realidade do fisiologia e não
“achismo”. verbalmente.

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 O guia fará Observações ao observado.
 Observações serão verdades incontestáveis e/ou
afirmações totalmente falsas.
Exercício de
 O observado responderá mentalmente as questões
Calibração quando sim e quando não, apenas mentalmente.
 O observador irá calibrar a fisiologia do observado.
UM GUIA (Fará as perguntas)  Após concluída a calibração, o observador fará
questionamentos que só o observado sabe a
UM OBSERVADOR (Irá apenas resposta.
observar as respostas do explorador)
 O observado responderá mentalmente a resposta.
UM OBSERVADO (Responderá as  O Observador tentará dizer se a resposta é positiva
questões) ou negativa.
 O observado deve concordar ou discordar
verdadeiramente com a resposta.
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Exercícios

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 Escolha um problema para se resolver.
 Escolha 6 Pressupostos que lhe ajudariam a resolver
Exercícios de esse problema.
Pressupostos da PNL
 Coloque um papel no chão para o problema e um
papel extra para cada pressuposto escolhido
(como mostra a imagem)
 Entre no espaço problema e reviva a situação, em
seguida saia do espaço.
 Entre em cada um dos espaços dos pressupostos e
imagine o problema sendo resolvido com a ótica
do pressuposto escolhido, seguida saia.
 Passe para o próximo espaço até terminar todos os
pressupostos.

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MÓDULO 02
RESULTADOS PROCESSO DE MUDANÇA, BOA FORMULAÇÃO DE OBJETIVOS,
QUESTIONÁRIO, CRENÇAS E RESULTADOS.

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Resolução de Problemas
(segundo a PNL)

ESTADO
ESTADO ATUAL PROBLEMA
DESEJADO

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Processo de Mudança

Estado Atual Estado Desejado


 Necessário estar consciente de  Tem que ser mensurável.
quem é.
 Tem que ser realista.
 Necessário saber como se está.
 Tem que ser ecológico.
 Uma introspecção ou análise
 Expresso positivamente.
atenta.
 Iniciado e controlado pela
 Ver se a queixa não é um sintoma,
pessoa.
no lugar de uma causa.
 Preservar a intenção positiva da
 Se prevenir para evitar a “cortina
ação.
de fumaça”.
 Bem contextualizado e
evidenciável.

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 Após verificar a realidade atual da
Problema pessoa e seus desejos e almejos,
precisamos saber quais
O problema, segundo a PNL, nada potencialidades precisam ser
mais é do que o caminho que se desenvolvidas para que se atinja o
percorre até a resolução ou
obtenção do resultado desejado. objetivo.
 Em suma, o problema é justamente o
processo onde a pessoa vai
desenvolver (na maioria dos casos
“descobrir”) tais potencialidades.

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Questões Importantes

 EM QUE DIREÇÃO ESTOU INDO?


 O estado ou resultado desejado.
 POR QUE ESTOU INDO?
 Os valores (ou pessoas) que o guiam.
 COMO CHEGAREI LÁ?
 A estratégia para a jornada.
 E SE ALGO DER ERRADO?
 Gerência de Risco e Planejamento de contingência.

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EXERCÍCIO
 Será disponibilizado um questionário
Boa Formulação de Objetivos.
que deverá ser respondido.
 Deve ser respondido apenas pelo
próprio aluno.
 Podem entrar em contato para
dúvidas.

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Crenças e Resultados

POSSIBILIDADE CAPACIDADE MERECIMENTO


• Possibilidade não é • Você estabeleceu um teto • A PNL não julga se as metas
competência. mental para as suas são morais ou corretas,
realizações? apenas lhe fornece um
• Não saber fazer algo é processo para alcançá-las.
diferente desse algo ser • Nos depreciamos ao
impossível. acreditar que não podemos • A visualização da ecologia
fazer algo. vislumbrará dilemas morais
• Se atente para seus limites ou éticos.
físicos e intelectuais. • Em sua maioria, crenças
não são fatos e não são • Você é o único que poderá
• Você só sabe quais são seus embasadas na lógica. resolver esses dilemas.
limites ao atingi-los.
• Você só supera seus limites
quando os conhece. TENHA UMA CRENÇA BÁSICA E
VERDADEIRA: VOCÊ AINDA NÃO VOCÊ MERECE ATINGIR
NÃO SE PRECIPTE AO ATINGIU O LIMITE DAQUILO QUE SEUS OBJETIVOS? MAS POR
DECIDIR O QUE É POSSÍVEL. É CAPAZ. QUE NÃO?

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MÓDULO 03
APRENDIZADO NÍVEIS DE APRENDIZAGEM, ZONA DE APRENDIZAGEM, POSIÇÕES
PERCEPTIVAS, NÍVEIS NEROLÓGICOS E MUDANÇA E EXERCÍCIOS.

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Níveis de Aprendizado

Incompetência Inconsciente Incompetência Consciente


 Você não sabe e não  Treina habilidades e
sabe que não sabe. não é muito bom
nelas.
 Nesse estágio o
aprendizado é
rápido.

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Níveis de Aprendizado

Competência Consciente Competência Inconsciente


 Nesse estágio você  Habilidade habitual e
tem a habilidade. automática.
 Ainda precisa se  Não precisa de
concentrar nela para concentração.
desempenhar algo  Deve ser a meta de
relacionado. qualquer
aprendizado.

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Níveis de Aprendizado

Maestria: A maestria é mais do que competência inconsciente. Possui uma


dimensão estética adicional. Não só é eficaz, mas lindo de se ver. Quando você
alcança a maestria, não precisa mais tentar. Tudo acontece em um fluxo constante.
Você adentra um “estado de fluxo”. Tal estágio exige tempo e esforço para ser
alcançado, mas os resultados são mágicos.

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Tipos de Aprendizagem

Aprendizagem Clássica Aprendizagem de Salto


 Pode ser ensinada  Não pode ser ensinada
 Exige muita prática para fixação  Fixação assim que aprendida
 É mais “fácil” de ser aprendida  É de difícil aprendizado, pois
depende de mecanismos
 Linear
inconscientes
 Com a falta de prática pode ser
 Nunca é esquecida
esquecida

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Linha de Aprendizado

Aprendizado
TEMPO

Aprendizado

Aprendizado

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Zonas de Aprendizado
DIFICULDADE PERCEBIDA

Zona de Ansiedade
Muita Dificuldade
Poucos Recursos Zona de Aprendizado
Recursos e Dificuldade
Equilibrados

Zona de Tédio
Pouca Dificuldade
Muitos Recursos
RECURSOS PERCEBIDOS

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Posições Perceptivas

Muitas vezes, é útil avaliar um evento ou um resultado a partir de uma perspectiva diferente:
da nossa própria perspectiva, da perspectiva de outra pessoa e da perspectiva de um
observador independente. John Grinder e Judith DeLozier apresentam essas perspectivas
como posições perceptivas. As posições perceptivas fornecem uma abordagem equilibrada
para pensarmos sobre um evento ou um resultado. Nas situações onde a compreensão ou o
progresso é pouco ou nenhum, elas podem fornecer uma maneira de desenvolver novas
compreensões e criar novas escolhas.

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Posições Perceptivas

Primeira Posição Segunda Posição


 Ver, ouvir e sentir a situação  Calçar os sapatos da outra
através dos seus próprios olhos, pessoa e experimentar (ver, ouvir
ouvidos e sensações. e sentir) a situação como se você
fosse a outra pessoa.
 Você pensa em termos do que é
importante para você, o que  Você pensa em termos de como
você quer alcançar. essa situação poderia parecer ou
ser interpretada pela outra
pessoa.

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Posições Perceptivas

Terceira Posição Quarta Posição


 Afastado da situação e experimentando-  Associado com o sistema todo ou com o
a como se você fosse um observador “campo”.
separado.
 Experimentando a situação com os
 Na sua mente, você é capaz de ver e melhores interesses do sistema.
ouvir você mesmo e a outra pessoa,
como se você fosse uma terceira pessoa.  A 4ª posição envolve uma sinestesia das
 Você pensa em termos de quais outras três posições, criando um sentido
opiniões, observações ou conselhos de “ser o sistema todo”. Ela implica em
ofereceria a alguém que não está uma identificação com o sistema ou o
envolvido. próprio relacionamento, produzindo uma
 Você precisa estar num estado pleno de experiência de fazer parte do coletivo,
sólidos recursos e obter uma visão caracterizado linguisticamente com
objetiva do seu próprio comportamento “nós” (1ª pessoa do plural).
e procurar oportunidades para
responder de uma maneira diferente  A 4ª posição é essencial para a
para alcançar um resultado diferente e produção da “mente de grupo” ou
mais positivo. “espírito de equipe”.

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Perigos das Posições Perceptivas

Primeira Posição Segunda Posição


 Visão mais egóica e egocêntrica  Sempre pensando nas outras
das situações pessoas à custa das suas próprias
necessidades
 Vê apenas os próprios benefícios
 Codependentes ou permissivos
 Viciados tendem a ver o mundo
numa situação disfuncional
da primeira posição.

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Perigos das Posições Perceptivas

Terceira Posição
 Seria visto como um indiferente e
desinteressado observador da
vida – sempre olhando de fora

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Níveis Neurológicos

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Níveis Neurológicos
 Desenvolvido por Robert Dilts e  Mudar algo em um nível superior,
Todd Epstein irradia nos níveis inferiores
 Valiosa ferramenta para organizar  Mudar algo em um nível inferior
nossos pensamentos, coleta de PODERÁ irradiar em um nível
informações e comunicação superior
 Nos permite compreender por  Nossa estrutura cerebral,
qual motivo alguém se comporta linguagem e sistemas sociais
de tal modo formam hierarquias naturais ou
níveis de processos
 Refere-se a uma hierarquia de
níveis de processos dentro do  Sistema dentro de um sistema
indivíduo ou grupo
 Cada nível tem por função:
sintetizar, organizar e direcionar
interações do nível abaixo dele.

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Níveis Neurológicos

AMBIENTE COMPORTAMENTO CAPACIDADES


• Os Fatores Ambientais • O Comportamento é • As Capacidades guiam e
determinam as composto de ações ou dão direção aos
oportunidades ou restrições reações específicas comportamentos através
externas que uma pessoa realizadas dentro do de um mapa mental, plano
tem para reagir. Responde ambiente. Responde à ou estratégia. Responde à
às questões “Onde?” e questão “O que?”. pergunta “Como?”.
“Quando?”.

QUANDO SE TEM UM BOM


“PORQUE” SE AGUENTA
QUALQUER “COMO”.

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Níveis Neurológicos

CRENÇAS E
VALORES IDENTIDADE ESPIRITUAL
• As Crenças e Valores dão • Os fatores de Identidade • As questões do Espiritual
reforço (motivação e determinam o Propósito relacionam-se ao fato de
permissão) que sustentam (Missão) e configuram as que fazemos parte de um
ou impedem as crenças e valores através Sistema Maior que se
capacidades. Responde à do nosso senso de Eu. estende além de nós
pergunta “Por quê?”. Responde à questão mesmos como indivíduos
“Quem?”. para nossa família,
comunidade e sistemas
globais. Responde à
questão “Quem mais?”.

O QUE BUSCA? O QUE VISÃO DE SI MESMO. VISÃO DE LONGO


QUER AFASTAR? QUEM SOU EU? PRAZO. PARA QUEM?

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Níveis Neurológicos
RESUMO: o nível de ambiente envolve as condições externas nas quais nossos
comportamentos tomam espaço. Comportamentos sem qualquer mapa interno, plano ou
estratégia para guia-los, são como reflexos condicionados, hábitos ou rituais. No nível de
capacidade nós somos capazes de selecionar, alterar e adaptar uma classe de
comportamentos para um conjunto mais amplo de situações externas. No nível de crenças e
valores nós podemos encorajar, inibir ou generalizar estratégias, planos ou formas de pensar
específicos. A identidade, é claro, consolida a totalidade dos sistemas de crenças e valores
em um senso de Eu (self). Enquanto cada nível torna-se mais abstrato a partir do
comportamento específico e da experiência sensorial, ele verdadeiramente tem um efeito
cada vez maior em nosso comportamento e experiência.

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TRANSMISSÃO ESPIRITUAL QUEM MAIS?

MISSÃO IDENTIDADE QUEM SOU?

MOTIVAÇÃO E
CRENÇAS E VALORES POR QUÊ?
PERMISSÃO

ESTRATÉGIAS CAPACIDADE COMO?

AÇÕES COMPORTAMENTO O QUE?

LIMITES AMBIENTE QUANDO E ONDE?


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Alinhamento de
Níveis Neurológicos

 Estabeleça fisicamente um espaço para cada um


dos seis níveis lógicos
 Responda as perguntas relacionadas a cada nível
neurológico
 Ancore o estado que você entrou no espaço
espiritual. Pegue a fisiologia, o mentor e a
experiência interna e volte ao espaço da
identidade para experimentar os dois ao mesmo
tempo. Perceba como isso aumenta ou enriquece
sua representação inicial da experiência de
identidade
 Faça isso voltando para cada espaço até chegar
no ambiente
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MÓDULO 04
RELACIONAMENTOS
RAPPORT, ACOMPANHAR E CONDUZIR, EXERCÍCIOS.

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Rapport

Você se torna como a outra pessoa. Quando as pessoas se parecem, falam, agem e se
movem como as outras pessoas, eles tendem a gostar dessas pessoas.

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Rapport

 A origem da palavra vem do francês (rapporter) e


significa “trazer de volta”

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TENHO ESSA MESMA VONTADE DE
ESPIRITUAL
AJUDAR MINHA CIDADE

IDENTIDADE QUE LEGAL, TAMBÉM SOU...

HONESTIDADE PARA MIM É


CRENÇAS E VALORES
IGUALMENTE IMPORTANTE...

NOSSA, EU (TREINO/ESTUDO)
CAPACIDADE
ISSO IGUAL A VOCÊ...

FAÇO DO MESMO JEITO QUANDO


COMPORTAMENTO
ESTOU COM VERGONHA...

AMBIENTE TAMBÉM MORO NESSE BAIRRO...


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Rapport na Prática

Acompanhamento e
Espelhamento Condução
 Acompanhar o interlocutor  A partir do momento em que é
estabelecido o Rapport, se testa
 Espelhar, “imitar” o interlocutor
para confirmação. Uma vez
 Voz, linguagem corporal, termos, confirmado, se pode conduzir.
etc.
 PRECISA SER SUTIL
 Normal
 Cruzado

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Rapport na Prática

Backtracking
 Repita o que seu interlocutor disse
 Escolha as partes mais marcantes
 Use os mesmos vícios de
linguagem
 Etc.
 “Entendo que você ache (...), mas
eu acho isso (...)”

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Quebra de Rapport

Acompanhamento e
Espelhamento Condução
 Também chamado de  Nesse caso, não há condução.
desequiparação
 Basta fazer tudo ao contrário
 Serve para quebrar o padrão e
alertar o interlocutor

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MÓDULO 05
SENTIDOS
SISTEMAS REPRESENTACIONAIS, PREDICADOS E PALAVRAS
PROCESSUAIS, PISTAS DE ACESSO OCULAR E EXERCÍCIOS.

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As 3 mentes da PNL

O entendimento da PNL é dividido em 3 mentes ao todo, onde cada uma tem sua função
específica.

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3 mentes

COGNITIVA SOMÁTICA CAMPO


• A mente que percebe a • A mente que age na nossa • A mente do ambiente em
forma como os estímulos fisiologia de acordo com que vivemos. Como esse
chegam até nós. nossos pensamentos ambiente nos afeta

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PNL de 3ª Geração

MENTE INTERNA. MENTE EXTERNA.


CONSCIÊNCIA DE CONSCIÊNCIA DO
NÓS. MEIO.
ATENÇÃO INTERNA. ATENÇÃO EXTERNA.

Mente Somática Mente de Campo


Mente Cognitiva

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Sistemas Representacionais

Segundo a PNL, todos os nossos sentidos (audição, olfato, visão, tato e paladar) fazem parte
dos nossos sistemas representacionais, ou seja, a maneira como a informação chega na
nossa mente.

Cada sistema tem seu conjunto de predicado.

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Sistemas Representacionais
VISUAL AUDITIVO
 Memória Fotográfica  Expressa os pensamentos em voz alta
 Sons tiram sua concentração  Prefere que alguém lhe explique ao
 Não gostam de toques enquanto conversam invés de ler
 Tem uma melhor retenção com auxílios  Segue conversas com facilidade
visuais mesmo que as pessoas não o olhem
 Cores e locais bonitos lhe chamam atenção diretamente
 Essas pessoas têm um alto nível de energia,  Pessoas relaxadas, comunicativas e de
são inquietas e observadoras, captam os fácil expressão
detalhes e muitos dos pequenos aspectos
que, para outras pessoas, passam
 Bom lembrança auditiva
despercebidos
 Precisa de lugares tranquilos para se
concentrar, faz pequenas anotações e
associação imagens aos fatos para facilitar a
lembrança.

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Sistemas Representacionais
CINESTÉSICO AUDITIVO DIGITAL
 Pessoas tranquilas  Pessoa que forma seus conceitos e
 Geralmente falam mais alto aprendizados por sons que escuta e
leva estes até o seu diálogo interno,
 Preferência alta pelas emoções e trabalhos
moldando-os.
manuais
 Muito expressivas socialmente, procura
 Tem as características do auditivo
contato pessoal, contato físico
 Não tem interesse em detalhes, sendo mais
espontâneas

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Informações adicionais
CINESTÉSICO VISUAL AUDITIVO
• 45 % da população • 35% da população. • 20% da população
• Olham mais para baixo • Lembranças visuais são mais • Maior distinção dos sons
(córtex cinestésico e fortes. que da imagem.
diálogo interno).
• Movimentação dos olhos • Se distraem com sons.
• Engloba: tato, olfato e nos quadrantes VL-VC.
paladar. • Movimentação lateral dos
• As impressões visuais são olhos, na horizontal.
• Gostam mais de toque, mais intensas .
falam calmamente, • Sons muito alto os
escutam mais que falam. • Evita contatos físicos e incomodam.
proximidade.

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Como Reconhecer?
CINESTÉSICO VISUAL AUDITIVO
• São seletivos nas palavras que
• Estão sempre “agarrando” • Gosta de organização,
usam.
algo concreto. decoração e coisas
coloridas em geral. • Gostam de música e o som tem
• Gostam de conforto, que ser de boa qualidade.
aconchego, maciez, etc. • Fala alto e rápido, não se
importam no modo como • Incomodam-se com ruídos em
• Desorganizado e paciente. se expressam. geral.
• Gosta de tocar as pessoas • Tem a voz melodiosa, gostam
• Tem necessidade de ver o
nas conversas. de ouvir o interlocutor, gostam
interlocutor, não costuma de falar ao telefone.
• Ritmo lento, fala devagar gostar de telefone.
em tom alto, aprende • Tem ritmo médio, aprende
• Rápido em suas atividades, ouvindo, anota tudo, voz
fazendo. aprende lendo, gosta de uniforme.
estímulos visuais.

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Sistemas Representacionais
CONDUTOR PREFERENCIAL
 Sistema que usamos para acessar o sistema  Sistemas que usamos
preferencial. preferencialmente para captar e
armazenar informações.

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Pistas de Acesso Ocular

Segundo a PNL o lado para o qual olhamos durante uma interação com um interlocutor
reflete o que estamos pensando, acessando ou construindo no momento.

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Pistas de
Acesso Ocular
A movimentação dos olhos, segundo
a PNL, pode nos informar as
emoções que estão em alta no
nosso interlocutor, bem como se ele
está sendo mais ou menos
verdadeiro. Esse quesito foi
desenvolvido através da observação
de John Grinder e Richard Bandler
(ajudou a editar a gestalt terapia),
nos tratamentos de psicólogos
famosos como: Virgínia Satir, Milton
H. Erickson, Burrhus Frederic Skinner
(professor de bandler).

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VC – Visual
Construído
• Indica a construção de uma
imagem, o cérebro da pessoa
está trabalhando para construir
algo que nunca viu. Ex: um
elefante rosa com asas e chifres,
etc. Construção de imagem ou
estímulo visual (possibilidade de
mentira).

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AC – Auditivo
Construído
• Indica a construção de um som,
o cérebro da pessoa está
trabalhando para construir algo
que nunca ouviu. Ex: a voz
aguda do Frank Sinatra, etc.
Construção de uma voz ou
estímulo auditivo (possibilidade
de mentira).

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CI - Cinestésico
• É quando a pessoa está
acessando as próprias emoções
e lembranças relacionadas ao
sentimento físico das emoções.
O “eu” emocional está
temporariamente no comando
das ações dessa pessoa.

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VL – Visual
Lembrado
• Indica a lembrança de uma
imagem, o cérebro da pessoa
está trabalhando para lembrar
algo que já viu. Ex: a roupa que
sua mãe estava vestindo ontem,
quantos sinais vermelhos você
passou hoje, etc. Lembrança de
uma imagem ou estímulo visual
(possibilidade de verdade).

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AL – Auditivo
Lembrado
• Indica a lembrança de um som,
o cérebro da pessoa está
trabalhando para lembrar algo
que já ouviu. Ex: o que seu filho
disse hoje cedo no café da
manhã, a voz da sua professora
do colegial, etc. Lembrança de
um som ou estímulo auditivo
(possibilidade de verdade).

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DI – Diálogo
Interno
• A pessoa está conversando
consigo mesma, provavelmente
ponderando situações para
tomar uma decisão. Pode estar
em dúvidas, com problemas
emocionais ou até com o “eu”
emocional brigando com o “eu”
racional. O olhar para o DI
seguido do olhar para o CI,
apresenta uma grande chance
de ser persuadido.

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ATENÇÃO!!
Com relação as PISTAS OCULARES, é necessário fazer uma calibração prévia para que se possa
identificar o lado de aptidão da pessoa que é observada. Faça perguntas de fácil dedução
que tenham relação com as pistas oculares em questão. Se quiser saber para onde a pessoa
olha quando está lembrando de algo, faça uma pergunta que leve a pessoa a lembrar de uma
memória visual ou auditiva, e assim por diante.

DICA: Pode-se usar também (apenas como um guia, e não como regra. Essa dica lhe dá em
torno de 70% de assertividade. O correto mesmo é fazer a calibração prévia) o lado de escrita
da pessoa observada. Uma pessoa DESTRA teria as pistas oculares como ditas aqui. Uma pessoa
CANHOTA, teria as pistas oculares invertidas.

Se quiser 100% de certeza em qualquer exercício da PNL, faça a calibração prévia sempre.
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Exercícios

Responder os questionários de sistema representacional e aplicar o exercício de observação


de pistas oculares.

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MÓDULO 06
ESTADOS EMOCIONAIS
ANCORAGEM, ESTABELECENDO ÂNCORA, CONDIÇÕES DE BOA FORMULAÇÃO DE
ÂNCORAS, ANCORAGEM SIMPLES, COLAPSO DE ÂNCORAS, ENCADEAMENTO DE ÂNCORAS,
CÍRCULO DE EXCELÊNCIA, MUDANÇA DE HISTÓRIA PESSOAL, “JOGO INTERIOR”, CRASH
X COACH, ZONA DE EXCELÊNCIA, ENERGIAS ARQUETÍPICAS, ACOLHENDO
SENTIMENTOS DIFÍCEIS, CHART.

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O que é Ancoragem?

Ancoragem é a associação de um estímulo à um determinado estado emocional.

Definição Clássica: Na PNL, “ancoragem” se refere ao processo de associar reações internas


com algum gatilho externo ou interno porque assim, prontamente, podemos acessar essa
reação de novo.

A associação pode ser feita através de qualquer estímulo do sistema VACOG, sendo esse do
meio externo ou interno.

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Ressalvas sobre Ancoragem
• Sua capacidade está ligada ao seu ESTADO no momento da ação.
• Não existe pessoa sem recursos, existe estado emocional de baixos recursos.
• Estados emocionais são contagiantes.
• Liderança é transferência de emoção.
• A ancoragem é feita em um estado associado.
• Estabelecer uma âncora é basicamente associar simultaneamente duas experiências.
• Condicionamento de Pavlov.

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O que faz uma âncora funcionar?

VERACIDADE ATEMPORALIDADE REALIDADE?


O nosso cérebro não mente. Se Para o nosso cérebro existe O que acontece na
acreditamos em algo, todo o apenas o presente. Se você imaginação, seu cérebro toma
nosso inconsciente move começar a imaginar uma como real. Se fechar seus olhos
estruturas para que esse algo situação futura (ou passada) e imaginar-se chupando um
se torne realidade, seja em que lhe desperte um limão bem azedo, até vendo
nossa fisiologia, seja em nosso nervosismo, seu cérebro vai esse limão indo de encontro a
comportamento. Se você despejar uma série de sua boca, irá perceber um
acredita que sair no Sol do hormônios de acordo com o aumento na sua saliva. Seu
meio dia dá dor de cabeça, que se viveu ou com o que cérebro age de acordo com o
isso realmente irá acontecer. está antecedendo. que pensa, mesmo que não
tenha nenhum limão nem
perto de você.

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O que faz uma âncora funcionar?

ESQUECIMENTO PREENCHIMENTO
Dentro dos processos Nosso cérebro preenche
psicológicos básicos, podemos memórias antigas. Quanto mais
ver que o esquecimento NÃO antiga a memória, mais o nosso
é uma falha da memória e sim cérebro preenche a
uma propriedade da mesma. experiência com o que
Salvo se a pessoa tiver uma “achamos” que aconteceu, de
patologia, ou foi vítima de um acordo com o contexto da
acidente, o esquecimento é situação. Da mesma forma,
uma função utilizada pelo que ficamos cegos 4 horas por
cérebro. Logo, quando dia e o nosso cérebro
esquecemos de eventos preenche a informação
(parcial ou totalmente), faltante.
podemos ressignifica-los.

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Estabelecendo uma Âncora

• Repetição da associação continuada à um estímulo e uma reação.


• Conectar um estado interno intenso a um estímulo particular.
• Âncoras poderosas e duradouras são reforçadas constantemente e foram feitas com base
em um intenso estado emocional.

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SITUAÇÃO ESTADO
EMOCIONAL
REAÇÃO/
ÂNCORA
COMPORTAMENTO

ESTÍMULO

REFORÇO DE ÂNCORA
ESTADO ESTADO
EMOCIONAL EMOCIONAL
SITUAÇÃO

SITUAÇÃO
REAÇÃO/ REAÇÃO/
ÂNCORA ÂNCORA
COMPORTAMENTO COMPORTAMENTO

ESTÍMULO ESTÍMULO

ESTADO ESTADO
EMOCIONAL EMOCIONAL
SITUAÇÃO

SITUAÇÃO
REAÇÃO/ REAÇÃO/
ÂNCORA ÂNCORA
COMPORTAMENTO COMPORTAMENTO

ESTÍMULO ESTÍMULO
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Condições para boa
formulação de âncoras

• Algumas “condições” tem de ser obedecidas para a maior proximidade de uma “âncora
perfeita”
• Elementos essenciais e necessário para estabelecer uma âncora efetiva
• São importantes correlações entre características do estímulo e a reação da pessoa em
questão

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Associação x Dissociação

ASSOCIADO DISSOCIADO
 Percebe a experiência de dentro,  Percebe a experiência de fora,
com seus olhos e sentidos. como um observador.
 Primeira posição perceptiva.  Terceira posição perceptiva.

 EXISTE ANCORAGEM  NÃO EXISTE ANCORAGEM

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Intensidade
 Quanto mais viva e intensa é uma reação em particular, mais facilmente ela é
lembrada e mais facilmente é associada com outro estímulo.
 No experimento de Pavlov, era mais fácil condicionar cachorros famintos a
salivarem do que os saciados.
 Se a pessoa acessou uma pequena parte do estado, a âncora pode ser
associada a essa pequena parte apenas.
 Se a pessoa estiver em um estado DISSOCIADO muito forte, onde não tenha
nenhuma reação emocional, isso leva a âncora a uma falha.
 Sempre se deve estar ASSOCIADO a um determinado estado de recursos para
que seja feita uma ancoragem.
 Faça a calibração do indivíduo para verificar a intensidade dos seus estados
emocionais.

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Dicas da intensidade

INTENSO NÃO INTENSO


 Alteração no fluxo respiratório  Mantém o mesmo fluxo
respiratório
 Alteração no fluxo sanguíneo
representado por rubores no rosto  Não apresenta nenhum tipo de
alteração que leve a crer em um
 Inquietação
maior fluxo sanguíneo em
 Concentração e foco qualquer parte do corpo
 Costuma ficar alheio a outros  Qualquer estímulo externo o
estímulos desconcentra
 Se movimenta de acordo com o  Abre os olhos constantemente
estado proposto
 Estático / Inerte

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Clareza
 Tange o aspecto de qual pura é a sensação que está tentando ancorar.
 Verifique se a sensação a ser ancorada não está “contaminada” por outros
pensamentos irrelevantes ou conflitantes, sensações ou reações.
 Se por acaso quando for ancorar alguém com um toque, o toque deixar a
pessoa desconfortável, essa sensação fará parte da âncora.

 Se você pedir para uma pessoa pensar em algo positivo, mas ela se recorda de
uma memória dissociada e julgando se escolheu a certa ou não; você estará
ancorando dissociação e julgamento.

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Singularidade
 O estímulo precisa ser único e replicável.
 Estímulo singular produz uma âncora de maior duração.
 Um estímulo muito comum é ineficaz por já estar associado a diversos outros
contextos e reações.
 Singularidade não necessariamente é intensidade.
 Um estímulo sutil pode ser intenso, um estímulo forte pode ser ineficaz.
 O toque do dedo para estabelecer a âncora não é a mesma coisa que o toque
de uma caneta, até se for no mesmo ponto. A temperatura e textura do dedo
compõem a âncora.

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Timing
 É o momento exato de se fazer a associação.
 Sempre deve ser feito na crescente da intensidade do estado.
 O período de ancoragem ideal é determinado em relação ao pico da
intensidade da reação ou do estado que alguém está ancorando.
 O estímulo deve ser iniciado quando a reação a ser ancorada atingiu cerca de
dois terços do seu valor máximo.
 O estímulo deve ser mantido até logo após ter estabilizado o estado ou pouco
antes de começar aa decair.
 A associação deve ser criada entre a crescente do estado e a crista de sua
reação.
 Para isso a necessidade de calibrar a reação do indivíduo, pois assim se sabe o
ponto exato para criar a ancoragem.

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INTENSIDADE EMOCIONAL
CRISTA DO ESTADO
Fim do Estímulo

ANCORAGEM
Início do Estímulo

ESTADO TEMPO
NORMAL

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Contexto
 Contexto compreende o ambiente onde a âncora é formada.
 O ambiente pode ter uma quantidade significativa de estímulos que deve ser
levada em consideração, fazendo com que haja uma menor quantidade
possível de interferências.
 Embora não sejam o foco principal da atenção as sugestões do ambiente
podem acabar fazendo parte da âncora.
 No que chamamos de “associação de contexto” o ambiente pode começar a
eliciar a reação que está sendo condicionada a um estímulo específico.
 No caso do experimento de Pavlov, os cachorros já começavam a salivar
apenas em vê-lo.
 Algumas âncoras são dependentes do contexto, onde o estímulo contextual
pode fazer parte da âncora, fazendo com que as mesmas trabalhem muito
melhor no ambiente em que foram contextualizadas.

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Boa Formulação de âncoras
INTENSIDADE ESTADO INTENSO NO MOMENTO DA ANCORAGEM

PUREZA PENSAMENTO FOCADO NO ESTADO E/OU OBJETIVO

SINGULARIDADE ESTÍMULO ÚNICO E REPLICÁVEL

TIMING MOMENTO EXATO DA ASSOCIAÇÃO DO ESTÍMULO COM O ESTADO

CONTEXTO CONTEXTO ONDE É FORMULADA INFLUENCIA NA ÂNCORA

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Tipos de ancoragem

SIMPLES COLAPSO ENCADEAMENTO


Um único estado de Âncoras de estímulos Vários estados de
recurso disparado por de vetores opostos recursos disparados
um único estímulo. que se “chocam” por vários estímulos
anulando-se. integrados.

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Tipos de ancoragem
CÍRCULO DE
EMPILHAMENTO EXCELÊNCIA ESTADO BASE
Vários estados de Técnica para colocar Ancoragem simples
recursos disparados todos os recursos que te leva para o
por um único desejados em uma seu estado de
estímulo. única ancoragem. recursos base, ou
estado normal.

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ANCORAGEM
SIMPLES
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EMPILHAMENTO DE
ÂNCORAS
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O que é?

• Empilhar várias âncora com o mesmo estímulo de gatilho.

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Procedimentos Básicos
ÂNCORA
ESTADO 01
“A”
ESTADO 01

ÂNCORA
ESTADO 02
“A”
ESTADO 02
ÂNCORA
“A”
ÂNCORA
ESTADO 03 ESTADO 03
“A”

ESTADO 04
ÂNCORA
ESTADO 04
“A”

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COLAPSO DE
ÂNCORAS
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O que é?

• Serve para através do processo de ancoragem simples, estar anulando uma experiência
negativa, transformando-a em uma positiva.

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Procedimentos Básicos
Estado Ancoragem Estado Ancoragem
Negativo Simples Positivo Simples

NEGATIVO POSITIVO

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ENCADEAMENTO DE
ÂNCORAS
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O que é?

• Instalar várias âncoras em sequência, onde um estímulo irá arrastar a ativação de todas as
âncoras em um processo encadeado, ou seja, um efeito dominó.

• Utilizado para sair de um estado de poucos recursos para um estado de plenos recursos,
como por exemplo: Sair da raiva para a compaixão.

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Procedimentos Básicos

Raiva Ancoragem Simples

Mágoa Ancoragem Simples

Aberto Ancoragem Simples

Compaixão Ancoragem Simples

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Procedimentos Básicos

Raiva Mágoa Ativar 01, na crescente ativar 02

Mágoa Aberto
Liberar 01, na crescente da 02,
ativar 03

Aberto Compaixão
Liberar 02, na crescente da 03,
ativar 04
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CÍRCULO DE
EXCELÊNCIA
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O que é?

• Basicamente é um empilhamento de âncoras espaciais “móveis”.

• Pode-se trabalhar com as submodalidades da âncora espacial.

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Procedimentos Básicos
• Passo 01: Imagine um círculo a sua frente (coloque cor, decore o círculo da
maneira como quiser);
• Passo 02: Dê um passo a frente “entrando” no círculo, e faça todo o
procedimento de ancoragem simples para um estado de altos recursos pré-
definido;
• Passo 03: Dê uma passo atrás “saindo do círculo;
• Passo 04: Quebre o estado;
• Passo 05: Repita do passo 02 ao 04, quantas vezes quiser;
• Passo 06: Entre novamente no círculo e imagine ele te envolvendo como se
fosse um escudo, em todas as partes, por todos os lados.
• Passo 07: Imagine o círculo se encolhendo e que você o guarda no bolso.
• Passo 08: Sempre que precisar “usar” o círculo, imagine que o tira do bolso e
o joga na sua frente, bastando apenas entrar no círculo.
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Aplicações Interessantes
• Pode ser usado antes de provas ou situações difíceis.

• Pode ser usado para preparação de resolução de problemas.

• Pode ser usado como um colapso de âncoras, entrando no círculo e


pensando em um problema a ser resolvido e com os recursos totais se vendo
resolvendo tudo e em situações futuras.

• Etc.

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ESTADO BASE

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O que é?

• É tomar consciência de seu estado natural, aquele estado onde você fica a maior parte do
dia, o estado onde você se encontra quando acorda, ou quando está almoçando, etc.

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Procedimentos Básicos

• Siga a “condução ao estado base” que está anexada ao curso na parte de


exercícios.

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MUDANÇA DE
HISTÓRIA PESSOAL
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O que é?

• Mudar o significado de uma vivência pessoal através de uma âncora e pesquisa


Transderivacional na sua linha de tempo.

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“JOGO INTERIOR”

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O que é?

• Existem basicamente dois jogos: interior e exterior.

• Exterior: As problemáticas que lidamos com tudo que é além de nós.

• Interior: Nosso diálogo interno, as falas de nossa mente, tomadas de decisão, etc.

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Jogando “na zona”

Quando o seu “Jogo Exterior” e o seu “Jogo Interior” estão trabalhando juntos, as ações fluem
com um tipo de excelência sem esforço que é chamado de “Jogar na Zona”. Alguns
indicadores de que você está focado e “na Zona” são:

• sentimento de confiança e a ausência de ansiedade e autodúvida;


• senso de autoridade/humilde – autoconfiança sem arrogância;
• não ter medo de fracassar ou autoconsciência sobre alcançar suas metas;
• foco em desempenhar-se linda e excelentemente;
• estado de prontidão relaxada no corpo e amplitude focada na mente;
• performance que vem sem esforço e sem ter que pensar sobre ela.

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Jogando “fora da zona”
• Ansiedade
• Falta de confiança
• Baixa energia
• Medo
• Stress
• Paralisia mental

São responsáveis por muitas das dificuldades e desafios no ambiente de treinamento.


Colocando de outra forma, limitações nas pessoas limitam suas performances. A prática física é
o que constrói as habilidades para o seu “Jogo Exterior” e as coloca em sua “memória
muscular” para que você não tenha que pensar sobre elas durante o jogo. Similarmente,
existem exercícios mentais e somáticos que podem ajudar você a melhorar seu “Jogo Interior”.

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ZONA DE
EXCELÊNCIA
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O que é?

• O exercício a seguir é baseado numa simples, mas profunda prática do “jogo interno"
adaptado e modificado por Robert Dilts e Judith Delozier a partir da prática de meditação de
John Welwood, a fim de incluir os elementos do estado de COACH. Seu propósito é acessar e
alinhar os três tipos de inteligência, movendo-se a partir da mente somática para incluir a
mente cognitiva e finalmente a mente de campo.

• Olhe na seção de exercícios e baixe o áudio dessa meditação guiada para poder
estabelecer sua zona de excelência interior.

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C.R.A.S.H. x
C.O.A.C.H.
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O que é?

• São dois estados emocionais em que devemos nos atentar, um deles é totalmente limitado
de recursos (C.R.A.S.H.) e o outro é totalmente cheio de recursos (C.O.A.C.H.)

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C.R.A.S.H.

• Contraction = CONTRAÇÃO

• Reaction = REAÇÃO

• Analisys paralysis = PARALISIA POR ANÁLISE

• Separation = SEPARAÇÃO

• Hurt and Hatred = FERIDO E ODIOSO

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C.O.A.C.H.

• Centered = CENTRADO

• Open = ABERTO

• Attending with Awareness = PRESENTE COM ATENÇÃO

• Connected = CONECTADO

• Holding = ACOLHENDO

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ENERGIAS
ARQUETÍPICAS
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O que é?

• De acordo com Stephen Gilligan, existe" três "energias arquetípicas" fundamentais necessárias
para gerar mudanças: a ferocidade (resistência, força, intensidade), a ternura (suavidade,
abertura, gentileza) e a brincadeira (humor, flexibilidade, A criatividade).

• Estas energias podem ser chamadas de arquetípicas por que todos os seres humanos (e a
maioria dos mamíferos) as processam e elas não precisam ser aprendidas. Elas (vêm com o
equipamento) e têm evoluído através de muitas gerações como uma parte fundamental de
nossa inteligência somática.

• Cada energia arquetípica serve ao propósito de nos dar suporte para enfrentarmos desafios e
oportunidades da vida.

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Energias Arquetípicas
FEROCIDADE TERNURA BRINCADEIRA
é necessária para se é necessária para se é necessária para
manter conectar com outros, encontrar novas
comprometido e para ter integridade perspectivas, ser
emocional para
para definir limites. criativo e ter fluidez.
efetivamente dar e
Para assumir qualquer Humor e brincadeira
receber o carinho
tarefa maior, você necessário para o nos permitem sair da
tem que ser capaz de crescimento e a cura. caixa e ter o senso
ter um compromisso Ela é que lhe permite das coisas de muitas
feroz — um foco tocar e ser tocado, formas. É a energia
profundo e intenso. aliviar, acalmar e ser da metamorfose.
Esta é a energia do calmo, sentir empatia e
guerreiro. sensibilidade, etc. É a
energia da mãe e do
curador.
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Energias Arquetípicas - NEGATIVO
FEROCIDADE TERNURA BRINCADEIRA
A ferocidade O lado sombrio da A brincadeira
descentrada e ternura é a fraqueza, descentrada e
descontrolada, sem a a falta de limites infundada,
ternura e o humor, claros, a desconectada da
vira violência e dependência, etc. ferocidade ou da
agressão. ternura, pode se
tornar cinismo,
superficialidade,
irresponsabilidade e
malandragem.

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Energias Arquetípicas - POSITIVO
FEROCIDADE TERNURA BRINCADEIRA
A ferocidade positiva ou De forma semelhante, A brincadeira em sua
centrada emerge quando as expressões positivas forma positiva nos ajuda
somos capazes de mantê- da ternura tomam a ficar soltos, alegres,
la e expressá-la de um
formas de bondade, fluídos e capazes de sair
estado COACH. A partir
deste estado, a ferocidade calma, doçura, da caixa das
se mantém centrada e gentileza, etc. perspectivas rígidas.
pode ser integrada e
equilibrada através do
contato com outros
recursos. Ela vem em forma
de determinação,
resistência clara, coragem,
compromisso, limites, ver
através dos jogos e
seduções protegendo a
vida, a sua própria e a de
outros.
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ACOLHENDO
SENTIMENTOS
DIFÍCEIS
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O que é?

• A terapeuta familiar Virginia Satir frequentemente costumava fazer a seus clientes duas
perguntas. A primeira era "Como você se sente?". Um cliente poderia responder a esta
questão dizendo que se sentia irritado, triste, com medo, culpado ou algum outro tipo de
sentimento difícil. Então, Virginia fazia a segunda pergunta: "Como você se sente por sentir-se
desta maneira?". A resposta a esta segunda pergunta é verdadeiramente significante e
determina em grande parte o impacto e significado que a resposta à primeira questão terá. É
muito grande a diferença entre alguém se sentir bem ou curioso acerca de estar se sentindo
irritado e alguém se sentir culpado ou frustrado por estar se sentindo irritado. É este segundo
sentimento que determina a facilidade e a qualidade com que somos capazes de
permanecermos presentes e acolher o primeiro cenário de sentimentos.

• Estará na seção de exercícios do curso.

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CHART

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O que é?

• Esse é um exercício de alinhamento dos hemisférios do cérebro.

• Sigam as instruções na seção de exercícios do curso.

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MUDANÇA DE
ESTADO
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O que é?

• Mudar de estado emocional.

• Todas as pessoas tem totais capacidades de controlar seus estados emocionais.

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MUDANÇA DE ESTADO

QUEBRA DE ESTADO INTERRUPÇÃO DE PADRÃO


 Mudança leve do estado  Quebra abrupta de estado.
emocional.
 Mudança para estados muito
 Usado após uma âncora para distantes ou muito opostos.
retirar a pessoa do estado da
 Mostrar para a pessoa que ela
âncora.
tem o controle de seus estados
 Muda para estados próximos. emocionais.
 Sai de estados não muito intensos
e volta para o estado neutro.

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MÓDULO 07
POR DENTRO DA MENTE
SUBMODALIDADES – DIGITAL X ANALÓGICA – DISTINÇÕES – LINHA DO TEMPO –
PROGRAMAÇÃO DO FUTURO.

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SUBMODALIDADES

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O que é?
• São os “Blocos de Construção” da nossa realidade
interna.
• Características dos nossos sistema representacionais.
• Enquanto o sistema VACOG são as modalidades, as
submodalidades são as qualidades desse sistema.
• Alterando as submodalidades, se muda o significado
da experiência.
• O cérebro é literal.
• Criatividade é a palavra chave.
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SUBMODALIDADES
DIGITAL ANALÓGICA CRÍTICA
• Só tem duas variações. • Tem inúmeras variações. • A submodalidade que
faz total diferença em
• Sim ou Não. • Varia com níveis de
uma determinada
intensidade.
• Preto ou Branco. experiência.
• Volume, Brilho, Nitidez;
• Modalidade binária. • Essa submodalidade faz
são exemplos.
mais diferença do que
• Sem meio termo.
• Pode ser boa, ruim ou as outras na
indiferente. representação da
experiência em
• A intensidade varia a
questão.
experiência.

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DISTINÇÕES DE
SUBMODALIDADES
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O que é?

• As distinções das submodalidades são usadas para diferenciar real de imaginário e eliciar a
própria linha do tempo (o que fiz ontem, o que almocei semana passada, etc.)

• A experiência real é armazenada de forma diferente da experiência imaginada.

• O cérebro não distingue imaginação de realidade, mas a consciência sim.

• Compare mentalmente uma experiência real de uma experiência imaginária.

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DISTINÇÕES DE SUBMODALIDADES
VISUAL AUDITIVA CINESTÉSICA
• Cor • Localização • Qualidade
• Brilho • Pitch • Intensidade
• Contraste • Tonalidade • Localização
• Foco • Melodia • Movimento
• Textura • Volume • Direção
• Tamanho • Tempo • Velocidade
• Distância • Ritmo • Duração
• Forma • Duração • Etc.
• Borda • Mono – estéreo
• Movimentação • Etc.
• Associado - Dissociado
• Etc.
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MAPEAMENTO
CRUZADO
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O que é?

• Eliciar as submodalidades de duas experiências diferentes.

• Cruzar essas submodalidades encontrando a submodalidade crítica de cada uma.

• Encontrar as diferenças das estruturas das submodalidades.

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MAPEAMENTO CRUZADO

ESTADO DE RECURSOS ESTADO PROBLEMA


 SOM Muitos sons Muitos Sons  SOM
 NITIDEZ Nítido Nítido  NITIDEZ
 DISTANCIA Perto CRÍTICA Perto  DISTANCIA
 MOVIMENTO Estático Movimentado  MOVIMENTO
 BRILHO Brilhoso CRÍTICA Brilhoso  BRILHO
 CORES Colorido Monocromático  CORES
 VOLUME DO SOM Agradável Ensurdecedor  VOLUME DO SOM
 LOCALIZAÇÃO Na frente Acima  LOCALIZAÇÃO
 MOLDURA Sem Com  MOLDURA

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PADRÃO SWISH

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O que é?

• Técnica para eliminar pequenos maus hábitos e padrões de pensamento negativos.

• Funciona no nível neurológico de comportamentos, logo se for um mau hábito de fumar, por
exemplo, essa técnica provavelmente não funcionará.

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COMO FAZER?

• IDENTIFICAR O PROBLEMA
• DESCOBRIR O GATILHO
• DESCOBRIR AS SUBMODALIDADES CRÍTICAS (mais comum são brilho e tamanho) - ASSOCIADO
• QUEBRAR ESTADO
• RESULTADO DESEJADO (escuro e pequeno em um canto da imagem maior) - DISSOCIADO
• QUEBRAR ESTADO
• SWISH / QUEBRAR ESTADO (pelo menos 3X)
• PONTE PARA O FUTURO

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PEQUENO ACRÉSCIMO

• A técnica pode sofrer a seguinte alteração:

• NO LUGAR DE ALTERAR AS DUAS IMAGENS , PODE “CONTAMINAR” A IMAGEM NEGATIVA COM


A POSITIVA
• QUANDO FIZER O “SWICH”, DIMINUIR RAPIDAMENTE A IMAGEM PROBLEMA AUMENTANDO A
IMAGEM DE RECURSOS, AO MESMO TEMPO QUE A IMAGEM PROBLEMA VIRA UM PONTO, UM
PIXEL, DENTRO DA IMAGEM DE RECURSOS.

• Essa alteração foi vista no curso de hipnose do Lucas Naves.

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INTERVENÇÃO
SIMPLES DE
SUBMODALIDADES
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COMO FAZER?

• MUDANÇA DE PONTO DE VISTA

• VARIAÇÃO DE OUTRAS SUBMODALIDADES

• ESTILHAÇAR

• SEPARAR A PESSOA DO CONTEXTO

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CHOCOLATE
GODVA
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O que é?

• Técnica para instalar compulsões positivas.

• Pegar o sentimento de apreciar fazer algo, um compulsão positiva e “copiar” esse sentimento
para instalar uma outra compulsão positiva.

• Sabe que tem que fazer, é importante que faça, mas não aprecia muito fazer.

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COMO FAZER?
• IMAGEM DA COMPULSÃO (Associado)
• IMAGEM DA TAREFA A SER INSTALADA (Dissociado)
• TESTE ECOLÓGICO
• Existe alguma parte de mim que não gostaria que eu tivesse essa compulsão?
• Negocie a compulsão com essa parte. Remover obstáculos e objeções.

• GODIVA
• Você está realizando a compulsão, associado.
• Veja uma lente de câmera na sua frente e do outro lado do diafragma da lente a uma imagem da
compulsão que você que instalar, dissociado.
• Tire uma “foto” e funda as duas situações.
• Você estará agora, realizando a tarefa que quer instalar a compulsão.

• TESTE
• PONTE AO FUTURO
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ALÍVIO DE DORES

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O que é?

• Técnica para aliviar dores.

• Funciona particularmente bem com dores de cabeça.

• Não “trata” a raiz do problema.

• Todo comportamento tem uma intenção positiva, e toda dor também. A dor é um aviso de
que tem algo errado no corpo e no campo somático.
• Ganho secundário.

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COMO FAZER?
• SUBMODALIDADES CINESTÉSICAS
• Eliciar as submodalidades cinestésicas, a maior quantidade possível.

• SÍMBOLO / FORMA
• Mude da submodalidade cinestésica para a Visual.
• Pode induzir uma forma perguntando simplesmente: Qual a forma dessa dor?
• Qual a cor?
• Trabalhar assim para dissociar do cinestésico, diminuindo a sensação da dor.
• Tamanho, movimento, etc.

• ALTERAR SUBMODALIDADES
• Mudar as submodalidades que o cliente trouxe e ir investigando para saber qual delas afeta a dor.
• Eliminar a forma “brincando” com as submodalidades.

• TESTE
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CURA RÁPIDA DE
FOBIAS
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O que é?

• Técnica mais famosa da PNL.

• Contida no Livro “Sapos em Príncipes”

• Eliminar reações que deram origem a estados fóbicos.

• Eficaz também com situações traumáticas.

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PARTE 01/04
• ÂNCORA DE RECURSOS
• Âncora de recursos, segurança, confiança. Serve como um “botão de emergência”

• RECONHECER CAPACIDADE DE APRENDER (Pré-Talk na Hipnose)


• O cérebro aprende de forma muito rápida, tanto coisas positivas quanto negativas.
• Quando se faz isso, na mente da pessoa, se torna possível esquecer o negativo e aprender o positivo.
• O mesmo sistema que o cérebro usou para aprender o negativo, pode ser usado para aprender o positivo.
• Uma única experiência é suficiente para o cérebro aprender algo.

• TELA DE CINEMA / FOTO P&B


• Faça um exercício de relaxamento para que a pessoa fique calma e tranquila.
• Conduza a pessoa a se imaginar em um cinema.
• Você está sozinho no cinema.
• Tudo claro e aceso, e você vê apenas aquela tela branca gigante do cinema na sua frente.
• Sente-se onde você achar mais confortável nesse cinema.
• Coloque uma foto sua, preto e branco, no momento antes da primeira experiência fóbica.

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PARTE 02/04
• DUPLA DISSOCIAÇÃO
• Imagine-se saindo do seu corpo e indo em direção a sala de projeção do cinema, flutuando.
• Da sala de projeção você consegue se enxergar vendo a tela de cinema.
• Da sala de projeção você não consegue ver a tela de cinema.
• A sala de projeção é blindada e totalmente segura, nada ali pode te afetar negativamente.
• Você está muito longe da situação, você só consegue enxergar a si mesmo vendo o filme.
• Caso seja necessário, faça uma tripla dissociação.
• Você sai da sala de projeção e começa a flutuar para o céu, de onde você só enxerga o prédio
do cinema.
• FILME P&B
• Coloque o filme para rodar em preto e branco.
• O filme começa a rodar a partir do momento antes do evento fóbico.
• Roda o filme em velocidade normal. Quando terminar o filme da experiência fóbica, pause o
filme. Deixe paralisado o filme na tela nessa imagem final.
• Você gosta de ver um filme ruim quantas vezes?
• Então por qual motivo assiste esse filme aí várias e várias vezes?
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PARTE 03/04
• TELA BRANCA (Brilho)
• Peça para a pessoa alterar o brilho da tela, para deixar a imagem cada vez mais brilhante
até se transformar em uma tela branca.

• ENTRA NA TELA (Associado)


• Saia da sala de projeção e flutue novamente para onde você está sentado no cinema.
• Se a pessoa tiver precisado de uma tripla dissociação, faça ela voltar do espaço para a
sala de projeção, e da sala de projeção para a cadeira de cinema.
• Coloque na tela do cinema a cena final do filme novamente.
• Saia da cadeira do cinema e entre na tela, fazendo parte da imagem que está estática e
preto e branco.
• Associado no final do filme. Está seguro. O que tinha de ruim já passou.
• Faça a imagem da tela de cinema ficar colorida.

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PARTE 04/04
• EXECUTE O FILME DE TRÁS PARA FRENTE (Colorido e Associado)
• Rebobine o filme, dê o play no filme, do final para o começo, com a imagem agora colorida e
estando associado.
• Volte o filme rapidamente até o seu primeiro ponto de segurança no início do filme.
• Ou seja, você vivenciará o filme, ao contrário do ponto de segurança final até o ponto de
segurança inicial.
• Faça isso muito rapidamente, em aproximadamente 3 segundos.
• Se veja totalmente associado no filme colorido, fazendo tudo ao contrário até o seu ponto inicial
de segurança.
• Pode imaginar também o som da fita k7 rebobinando.
• QUEBRE O ESTADO E REPITA O PASSO ANTERIOR
• Quebre o estado.
• Se veja na imagem final do filme.
• Rebobine até o ponto inicial de segurança. Pode também colocar música cômica de circo.
• Repetir isso quantas vezes for necessário.
• TESTE
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TÉCNICA PARA
LIDAR COM
CRÍTICAS
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O que é?

• Técnica importante para que se possa aprender a lidar com críticas retirando o que há de
positivo nela ou simplesmente excluindo tudo.

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PARTE 01/03
• ÂNCORA DE RECURSOS
• Ancore um estado “totalmente inabalável”

• ESTADO DISSOCIADO
• Imagine a situação onde recebe a crítica.
• Se coloque numa posição de terceira pessoa.
• Veja a cena da crítica em uma tela de cinema por exemplo.

• DISSOCIAÇÃO DA CRÍTICA
• Logo antes de a pessoa começar a falar a crítica, no filme que está na tela, se dissocie
novamente, causando o efeito de dupla dissociação.
• Faça como no exemplo a seguir:

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DUPLA DISSOCIAÇÃO
EU
OBSERVADOR

EU
CURIOSO DISSOCIAÇÃO

EU CRÍTICO

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PARTE 02/03
• FILME DISSOCIADO DO CONTEÚDO
• Uma vez estando em um filme dissociado da crítica, comece a rodar o momento da crítica.
• Use as perguntas do Metamodelo.
• Tente saber o que se passa na cabeça do crítico.
• Honre a intenção positiva da crítica.
• O seu EU CURIOSO começa a fazer perguntas sobre a crítica.
• O que você acha que eu posso fazer melhor? De que maneira você acha que eu fiz errado? Porque
você pensa isso? No que se embasa? Qual raciocínio seguiu até chegar nessa conclusão? Etc.

• AVALIE A CRÍTICA
• Nisso você tem razão. Realmente nesse ponto poderia ter feito melhor. Você tem razão, mas não
gostei da forma como você falou. Olha, isso eu não concordo muito. Etc.
• Se for uma crítica onde a pessoa apenas quis lhe colocar para baixo, descarte a crítica inteira.
• Se a pessoa tem razão na crítica, mas apenas se comunica de uma maneira ruim, pegue a parte
que a pessoa tem razão e use como feedback.
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PARTE 03/03
• DECIDA SOBRE SUA RESPOSTA
• Aproveite que está em uma posição segura e planeje como vai responder ao seu crítico.
• Faça um ensaio da resposta até a maneira onde você chega num ponto em que sua resposta seja aceitável
dada a situação.
• MUDE COMPORTAMENTOS
• Pegue o aprendizado da crítica e mude comportamentos.
• Veja o que a pessoa realmente tem razão e mude para sua evolução.
• Quais os novos comportamentos que você vai ter em função dos aprendizados dessa interação com esse
crítico?
• PONTE AO FUTURO
• Se coloque numa nova situação de crítica com esse crítico, três ou quatro vezes no futuro, para generalizar
seu comportamento e interiorização de aprendizado das críticas futuras.
• Se imagine tendo esses novos comportamentos no futuro.
• INCORPORE
• Remova a parede de vidro e incorpore o EU CURIOSO. Reconheça todo o aprendizado que ele teve. Tome
alguns segundos para perceber como seu passado presente e futuro mudaram em decorrência desse novo
aprendizado. Incorpore agora o EU, volte a ser inteiro com todo esse novo aprendizado de como lidar com
críticas.
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LINHA DO TEMPO

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O que é?

• O tempo não existe, é apenas uma metáfora para organizarmos nossas experiências.
• É uma forma de usar as submodalidades para codificar as experiências vividas.
• Cada um tem uma linha do tempo.
• Basicamente, é a maneira como organizamos passado, presente e futuro.
• Pode estar organizada, passando pela pessoa com passado a frente e futuro atrás.
• Pode estar com futuro a direita e passado a esquerda.
• Pode estar passando longe da pessoa.
• Podem ambos estar perpendicularmente na frente da pessoa.

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LINHA DO TEMPO

NO TEMPO ATRAVÉS DO TEMPO


 É quando a linha do tempo passa  É quando a linha do tempo não
pela pessoa. passa pela pessoa.
 A pessoa está dentro da própria  A pessoa está fora da própria
linha do tempo. linha do tempo.
 A pessoa não vê a linha do  A pessoa vê a linha do tempo.
tempo.
 Dissociada da linha do tempo.
 Associada na linha do tempo.
 Identifica as experiências
 Não identifica as experiências claramente.
claramente.
 Tende a ser mais organizado com
 Tende a ser mais desorganizado o tempo.
com o tempo.

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NO TEMPO
EU

PASSADO PRESENTE FUTURO

ATRAVÉS DO TEMPO
EU

PASSADO PRESENTE FUTURO

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LINHA DO TEMPO
EU

TRAUMA CAUSA SINTOMA PONTE PARA O FUTURO

PASSADO PRESENTE FUTURO

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ELICIANDO A LINHA
DO TEMPO
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COMO FAZER?
• PEÇA PARA A PESSOA DIZER COMO ELA VÊ SUA PRÓPRIA LINHA DO
TEMPO.

• PERGUNTE SE ESTÁ ASSOCIADO O DISSOCIADO DA LINHA DO TEMPO.

• FAÇA PERGUNTAS DE EVENTOS DA VIDA DA PESSOA QUE ENVOLVAM


PASSADO, PRESENTE E FUTURO.

• FAÇA COM QUE A PESSOA INFORME ONDE ESSES EVENTOS ESTÃO


SITUADOS NA SUA LINHA DO TEMPO.
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PROGRAMAÇÃO
DO FUTURO
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O que é?

• Junção de algumas técnicas para introjetar sua meta já traçada na sua linha do tempo,
basicamente como se “já tivesse” acontecido, levando assim a generalização de situações.

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PARTE 01/02
• BOA FORMULAÇÃO DE OBJETIVOS (módulo 02)
• ELICIAR LINHA DO TEMPO
• Exercício para identificar a linha do tempo que vimos anteriormente.
• FLUTUAR ATÉ O OBJETIVO DESEJADO
• Saia da sua linha do tempo e vá flutuando, por cima dela, observando todas as experiências até
chegar no ponto futuro da experiência que quer programar.
• PUXAR IMAGEM
• “Estique a mão” e puxe o ponto, a imagem do objetivo realizado, onde você se veja na imagem
de forma dissociada.
• ASSOCIAR-SE
• “Entre” na imagem em questão, associando-se a ela. O que você vai ver, ouvir e sentir quando
esse objetivo tiver sido realizado?
• A intenção é trabalhar todas as submodalidades da imagem, vivenciando o objetivo realizado,
até que a experiência fique extremamente intensa.
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PARTE 02/02
• DISSOCIAR-SE / RECOLOCAR IMAGEM
• “Saia” da imagem se dissociando dela, se vendo novamente na imagem e observando como a
deixou mais plena, mais rica.
• Recoloque de volta no mesmo ponto da sua linha do tempo.
• VOLTAR AO PRESENTE
• Ainda flutuando na sua linha do tempo, se oriente em direção ao presente.
• Perceba na sua volta que todos os eventos do seu presente até o ponto de realização do
objetivo, se encaixam perfeitamente, fazendo toda a preparação necessária para que o seu
objetivo seja alcançado.
• RECURSOS
• No ponto presente, olhe a sua linha do tempo em direção ao ponto do objetivo e veja todos os
recursos que vai precisar na sua jornada até a realização do seu objetivo já colocado.
• Pela sua linha do tempo, volte até alguma experiência passada onde manifestou o recurso
necessário para desempenhar a ação futura, pegue a imagem do recurso, vá até o ponto da sua
linha do tempo em que vai precisar do recurso em questão, e coloque a imagem do recurso lá.
• Faça isso quantas vezes forem necessárias.
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MÓDULO 08
ESTRATÉGIAS
ESTRATÉGIAS – PRESSUPOSIÇÕES – T.O.T.S. – BOA FORMULAÇÃO ESTRUTURAL DE
ESTRATÉGIAS – BOA FORMULAÇÃO FUNCIONAL DE ESTRATÉGIAS - PERGUNTAS.

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ESTRATÉGIAS E
MODELAGEM
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O que é?
• Modelagem é a metodologia que está por trás de
toda a PNL.
• Bandler e Grinder buscavam entender
comportamentos complexos.
• Como Fritz Perls, Virginia Satir e Milton Erickson
conseguem fazer o que fazem e pessoas que
estudam sua metodologia não conseguem?
• Descobriram que existia padrões de linguagem.
• Nasce assim Metamodelo e Padrão Milton
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O que é?
• Descobriram os Sistemas Representacionais e pistas de
acesso ocular.
• Quebrando um pouco mais, chegaram nas
Submodalidades.
• Se as Submodalidades são os tijolos de construção da casa,
qual a sequencia certa de construção?
• Se quer um determinado resultado, precisa da sequência
certa de organização de ideias e etapas, para atingi-lo.
• Para todas as situações (positivas e negativas) o cérebro
humano possui uma estratégia.
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O que é?
• Não existe associações aleatórias quando se
quer agir eficazmente.
• Uma estratégia é o mapa mental particular
usado por um indivíduo para orquestrar suas
atividades.
• A modelagem foca nas estruturas mais
profundas que produzem o resultado de uma
atividade e não no conteúdo da atividade.
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O que é?
• Pesquisa os processos neurológicos básicos, como o sistema
VACOG, e a maneira que são moldados e refletidos pela
linguagem e como se combinam para produzir determinado
programa ou estratégia.
• A forma pela qual organizamos nossas funções sensoriais e
linguística.
• A modelagem é a parte da PROGRAMAÇÃO da PNL.
• O ser humano tem estratégia para tudo (banho, medo,
pânico, fala, vitória, etc)
• Uma estratégia que não funciona, pode ser organizada para
funcionar. E uma estratégia que funcione pode ser
bagunçada para não funcionar.
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O que é?
• Melhor forma para eliciar uma estratégia, é quando
a pessoa desempenha a função.
• Analisa as pistas de acesso ocular.
• Compara a ação mental com a pista de acesso
ocular para verificar a congruência da mesma.
• Quando se entra em sintonia com o campo (ou
inconsciente coletivo), torna-se mais fácil modelar
alguém.
• As estratégias cognitivas são o software mental que
o nosso biocomputador (cérebro) utiliza.
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Como se modela?
• Colocar-se em segunda posição. Você se transforma na
pessoa.
• Entrar em sua estrutura de níveis neurológicos, os 04
primeiros são os mais importantes.
• Ambiente (contexto da estratégia)
• Comportamento (se atente as pistas oculares aqui, buscar submodalidades críticas)
• Capacidade (qual a sequência que a pessoa usa, qual a forma correta para a função)
• Crenças e Valores (o que a pessoa acredita, faz a diferença para a estratégia. Elas dão a
permissão para fazer ou não fazer.)
• Identidade
• Espiritual

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Como se modela?

• “Incorporar” o modelado.
• Comportamento | Fala | Fisiologia
• Pode ser feita “post-mortem”

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Observações:
• Nossos sistemas de representação: padrões de
sinestesia, e processos de linguagem; se organizam
para formar sequencias consistentes ou estratégias
que compõem as nossas capacidades e
personalidade.
• Mesmo tendo o mesmo potencial, formamos isso de
maneira diferente.
• As estratégias se organizam através do “ciclo de
feedback”, através do qual a informação flui
normalmente através de um sistema.
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Ciclo de Feedback

Mecanismo Núcleo do Transformação


Informação
de interface Sistema da Informação

PROCESSO DE
ENTRADA CONEXÃO CONEXÃO SAÍDA
REPRESENTAÇÃO

Alteração do
Ambiente

FEEDBACK

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PRESSUPOSIÇÕES
FUNDAMENTAIS DE
ESTRATÉGIAS
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Pressuposições Fundamentais
• Todo comportamento é resultado dos padrões
neurológicos (sequências funcionais internas de
representação). Se um padrão neurológico ocorre,
então o comportamento ocorre. Se o padrão
neurológico não ocorre, então o comportamento
não ocorre.
• Qualquer padrão neurológico é resultado de dois
processos básicos:
• Pistas de Acesso
• Padrões de Cinestesia, que incluem fenômenos como: âncoras, associações,
busca transderivacional e sobreposição.
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MODELO T.O.T.S.

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O que é?
• Uma estratégia mental é tipicamente
organizada em um circuito básico de
feedback chamado T.O.T.S.
• Teste | Operação | Teste | Saída
• Todos os modelos mentais e
comportamentais giram em torno de se
ter um objetivo fixo e uma variedade de
caminhos para o alcance deste objetivo.
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O que é?
• Quando pensamos definimos metas em nossas
mentes (conscientes ou inconscientes).
• Desenvolvemos um TESTE para quando a meta
for alcançada.
• Caso não seja alcançada OPERAMOS para
mudar algo ou fazemos algo para nos
aproximar da meta.
• Quando nosso critério de TESTE for satisfatório,
SAÍMOS para o próximo passo.
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Função de um programa
Comportamental
• TESTAR informações a partir dos sentidos, a fim
de checar o progresso em torno da meta.
• OPERAR para mudar alguma parte da
experiência em curso.
• TESTAR novamente afim de descobrir se a
ação é satisfatória.
• SAÍDA para uma nova etapa de programa.
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Modelo T.O.T.S.

T s
OBJETIVO FIXO
___________________

Evidência do atingimento
do Objetivo

O T
Flexibilidade de meios
para atingir o objetivo.

OPERAÇÃO
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Performance Eficiente
• Ter um objetivo fixo futuro.
• Ter evidências sensoriais para determinar
com precisão o seu processo na direção
de seu objetivo.
• Ter um conjunto variável de meios para
atingir seu objetivo e a flexibilidade
comportamental para escolhas.
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CONTRASTANDO
T.O.T.S.
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O que é?
• Levar modelos de T.O.T.S. de uma área
nossa de excelência para uma área
nossa não tão boa.
• Funciona perfeitamente, pois elicia a
própria estratégia de maestria e a copia
para outra área/função/atividade.
• Processo de “auto modelação”
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BOA FORMULAÇÃO
DE ESTRATÉGIAS
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Boa formulação estrutural
• Deve ter uma bem definida (explicita) representação do
resultado (objetivo). Deve ter também uma operação para
pegar informações de feedback de onde a representação
do resultado desejado possa ser criado e/ou modificado.
• A estratégia deve envolver os três maiores sistemas
representacionais (visual, auditivo e cinestésico). Os recursos
perceptivos (Distinção de Submodalidades) de cada
sistema sensorial estarão potencialmente disponíveis
quando todas as modalidades estiverem incluídas em
sequência.
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Boa formulação estrutural
• Uma estratégia não pode dar um círculo antes do
“Ponto de Decisão”
• Não existência de looping sem ponto de saída: Um looping pode acontecer
quando a fase de operação é tão pequena que uma mudança significante não
resulta quando representações são testadas (comparadas | contrastadas) Isso
também ocorre em testes inadequados.
• Não existência de looping de dois pontos: ocorre quando uma pessoa circula
ida e volta entre dois sistemas representacionais.
• Possibilidades para direcionar estratégias com loop: tempo limite determinado –
depois que loop operou por tempo X, proceder para ponto de decisão.
Utilização de contador interno para que a pessoa possa detectar visualmente
ciclos consecutivos. Depois de X ciclos completados, estratégia passa para
próxima alternativa e o contador reseta.
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Boa formulação estrutural

• A estratégia deverá ter uma checagem


externa depois de N passos. Onde N depende
do tipo de tarefa. A checagem é necessária
para incluir feedback apropriado de recursos
externos.

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Boa formulação funcional
• Uma estratégia precisa de uma fase de OPERAÇÃO: uma
corrente de atividades de sistemas operacionais e
atividades motoras com o propósito de agrupar, organizar e
modificar informações para se ter o objetivo bem definido.
• Precisa ter um TESTE para comparar/contrastar a
representação da informação que foi obtida e organizada
durante a fase de operação.
• Depois do TESTE, a estratégia precisa ter um PONTO DE
DECISÃO que determina o próximo passo.

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ELICIAÇÃO DE
ESTRATÉGIAS
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PARTE 01/03
• ASSOCIAR A PESSOA À ESTRATRÉGIA
• Colocar a pessoa para desempenhar a função que se quer
modelar.
• Quando não for possível, pedir para pessoa se lembrar
fazendo. Qual o “ritual”?
• Quando for alguém que não se conhece, pesquisar sobre a
vida da pessoa e replicar tudo, desde seu comportamento
até o que se quer modelar.
• PASSO A PASSO
• Seja detalhista e específico no passo a passo.
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PARTE 02/03
• DISTINÇÕES
• Faça perguntas que levem a pessoa a lhe oferecer a maior
quantidade possível de detalhes. Pode usar outra colher ou
só essa? Serve apenas essa tigela? Quanto de farinha?
Qual tipo? Porque esse tipo? Por qual motivo chutar a bola
assim? Etc.
• DESCARTE O CONTEÚDO
• PERGUNTAS T.O.T.S.
• Perguntas do contrastando T.O.T.S.
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PARTE 03/03
• “E ENTÃO...”?
• Sempre recapitular os procedimentos, buscando a
sequencia, ajudando a pessoa eliciar a estratégia.
• TESTE EM VOCÊ MESMO
• Verifique em você mesmo se essa estratégia faz sentido
para si.
• TESTE NO MODELO
• Devolva para a pessoa testar e validar o que foi eliciado.
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PERGUNTAS PARA
ELICIAÇÃO DE
ESTRATÉGIAS
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Perguntas

• Verifiquem na apostila.
• Estará disponibilizado na área de
exercícios.

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QUESTÕES PARA
DETERMINAÇÃO DE
ESTRATÉGIAS
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Perguntas

• Verifiquem na apostila.
• Estará disponibilizado na área de
exercícios.

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GERADOR DE
NOVOS
COMPORTAMENTOS
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O que é?

• Exercício desenvolvido para criar uma


estratégia, afim de desenvolver ou melhorar
algum comportamento específico.

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PARTE 01/02
• NOVO COMPORTAMENTO
• Defina o comportamento.
• A – Auditivo Interno Digital
• Olhar “baixo esquerda” e entrar no diálogo interno.
• Se questione o que, como, porque, evidência, etc. Especifique o
comportamento desejado.
• V – Interno Construído
• Fazer a imagem de você fazendo o que se quer, o novo
comportamento. Exatamente como quer que seja. Depois de vista a
imagem e corrigido os pontos para ficar da forma como se quer,
associe-se a ela.
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PARTE 02/02

•C – Cinestésico Interno
• Sinta-se fazendo o comportamento.
• GATILHO
• Defina algo que dispare o novo
comportamento.
• PONTE AO FUTURO
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ESTRATÉGIA DISNEY
DE CRIATIVIDADE
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O que é?

• Modelo de criação desenvolvido através da


modulação “post-mortem” de Walt Disney
• Um não se mete no papel do outro.
• Pode ser feito com âncoras espaciais.
• Assuma a fisiologia do papel em questão. Se um papel falar no
lugar do outro, peça para ele se calar.

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O que é?

• Tem 03 estruturas básicas:


• SONHADOR – Responsável por criar e desenvolver o plano e
soluções. É a parte operação. Sonhar sem limites.
• REALISTA – Responsável ajustar o plano com o senso de “pé no
chão”. É a parte operação.
• CRÍTICO – Responsável por estar procurando falhas e passando o
crivo afim de saber com exatidão a aplicabilidade e finalidade.
Não dá soluções, não fala nada, apenas levanta questionamentos
que são devolvidos ao SONHADOR para solução. É a parte teste.

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SONHADOR

CRÍTICO REALISTA

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Como é?

• PREPARAÇÃO:
• Não contaminar as partes.
• Fazer perguntas relevantes para cada parte.
• Criar uma fisiologia para cada uma, manter a fisiologia
da parte enquanto responde a pergunta.
• Usar âncora espacial, caso isso facilite.

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Como é?

• SONHADOR – FASE “O QUE”:


• Objetivo: declarar o objetivo específico em termos
positivos.
• Estabelecer os ganhos da ideia.
• Exemplos de perguntas: O que você quer fazer?
Por que quer fazer? Qual o Propósito? Quais os
benefícios?

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Como é?

• REALISTA – FASE “COMO”:


• Objetivo: Estabelecer prazos e marcos para o
progresso. Certifique-se de que a ideia pode ser
iniciada e mantida pela pessoa/grupo e o
progresso é testável por experiência sensorial.
• Exemplos de perguntas: Quando o objetivo geral
será concluído? Quem estará envolvido?

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Como é?

• CRÍTICO – FASE “OPORTUNIDADE”:


• Objetivo: Certifique-se de que o plano preserva qualquer
subproduto positivo da maneira atual de se atingir o
objetivo
• Exemplos de perguntas: Quem essa nova ideia vai afetar
e quem vai fazer ou quebrar a eficácia da ideia? Quais
são as necessidades e ganhos dessas pessoas? Por que
alguém poderia se opor a esse plano ou ideia?

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MÓDULO 09
METAMODELO
METAMODELO – ELIMINAÇÃO / COLETA DE INFORMAÇÕES – GENERALIZAÇÃO –
DISTORÇÃO – TABELA DE METAMODELO.

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LINGUAGEM

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O que é?
• É o que nos diferencia de outros animais.
• O mapa (palavras, como damos significado)
não é território (experiência sensorial).
• Palavras diferenciam-se de experiência.
• O que se fala, não é a realidade.
• O que falamos para nós mesmo, limita as
nossas ações.
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O que é?
• A forma como se estrutura e experiência pode
estar limitando suas ações.
• Omissão de palavras por pressuposição.
• Significado de palavras
• Mesma representação

• Algumas pessoas (auditivo digital) pensam em


formas de palavras, ou seja, usam palavras
para pensar.
• Entender mal as pessoas.
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ESTRUTURA
PROFUNDA X
SUPERFICIAL
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O que é?

• Todos os estímulos que recebemos são


armazenados no cérebro, gerando nossa
experiência subjetiva.
• Sabemos que toda a informação que entra
passa pelos filtros: distorção, generalização e
omissão.

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Estrutura Profunda

• Depois que a informação entrou no cérebro


pelo sistema VACOG, a mesma é armazenada
de forma abstrata na estrutura profunda.
• Memórias mais antigas ficam na estrutura
profunda.

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Estrutura Profunda

• Não é compreensível.
• Não se consegue expressar a estrutura
profunda em palavras.

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Estrutura Superficial

• Quando queremos comunicar uma ideia ou


pensamento, ele é transferido para a estrutura
superficial.
• Nessa condução o pensamento sofre
novamente a ação dos filtros.
• Deriva da estrutura profunda.

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Estrutura Superficial

• Estrutura pobre, com pouco significado.


• Precisa de eliciação para estruturar melhor o
conteúdo.
• Pega partes do que está armazenado na
estrutura profunda

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Troca de estruturas
• Para passar da estrutura profunda para a
superficial, fazemos 3 coisas inconscientemente:
• Selecionamos apenas parte da informação disponível na
estrutura profunda, grande parte fica de fora.
ELIMINAÇÃO.
• Oferecemos uma versão simplificada, que implica em
uma DISTORÇÃO.
• Se falássemos todas as possíveis exceções e condições a
conversa seria maçante, então fazemos a
GENERALIZAÇÃO.
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Exemplo ESTRUTURA
SUPERFICIAL

FILTROS:
OMISSÃO
INFORMAÇÃO VACOG
GENERALIZAÇÃO
DISTORÇÃO

ESTRUTURA
PROFUNDA

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Busca Transderivacional

• O ato de buscar uma informação da estrutura


profunda através da estrutura superficial se
chama: busca transderivacional.
• Engenharia reversa.

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METAMODELO

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O que é?
• Ferramenta essencial da PNL
• O primeiro modelo da PNL, feito através do
cruzamento de informações da modelagem
de Fritz Perls da Gestalt terapia e da Virgínia
Satir da terapia familiar sistêmica.
• Identificou-se uma forma diferente de usar a
linguagem, ao qual atribuiu-se o sucesso
desses terapeutas.
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O que é?

• Metamodelo é o modelo acima da


linguagem.
• Se o mapa é representado pela nossa
linguagem, o Metamodelo é a ferramenta que
altera o nosso mapa.
• Usa padrões de perguntas que transformam as
percepções das pessoas.
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O que faz?

• COLETA INFORMAÇÕES: Perguntas que forçam


a busca transderivacional.
• ESCLARECE SIGNIFICADOS: Permite entender o
significado das experiências das pessoas
expressadas através da linguagem. Permite a
interpretação de mapas alheios.

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O que faz?

• IDENTIFICA LIMITES: Identifica os limites que a


palavra está impondo na pessoa. Possibilita o
correto discernimento entre palavra e
experiência.
• OFERECE MAIS ESOLHAS: Abre a capacidade
interpretativa e perceptiva da pessoa,
possibilitando ter mais escolhas.
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O que faz?

• A correta utilização desse padrão, desafia


crenças limitante e tem a possibilidade de
eliminá-las.

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CUIDADOS COM
METAMODELO
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Cuidado...

• As pessoas tem apego as suas crenças e


formas de pensar.
• Deve-se ter cuidado para desafiar uma
crença e/ou confrontar um modelo de
comunicação com o Metamodelo
• Sempre tenha certeza de ter estabelecido um
Rapport de qualidade.
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PADRÕES DE
METAMODELO
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O que é?

• O Metamodelo se associa aos filtros


conscientes.
• Existem 3 padrões de metamodelo, um para
cada filtro:
• Eliminação/Omissão
• Generalização
• Distorção

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Omissão/Eliminação
• Eliminação simples
• Quando eliminamos uma pequena parte da informação.
• Índice referencial não especificado
• Indica a ação, mas não quem ou o que a fez.
• Verbos não especificados
• O verbo não especifica o como.
• Julgamentos
• Quando se julga algo ou alguém sem base concreta.
• Comparações
• Quando se julga algo ou alguém sem referencial comparativo.
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Omissão/Eliminação
• Eliminação simples – Utilizar perguntas abertas para
eliciar a resposta.
• Exemplos:
• “Vá e faça isso!” (Isso o que?)
• “Quando ver isso, pegue!” (Ver o que, pegar o que?)
• “Aquilo é importante!” (Aquilo o que?)
• “Me sinto mal.” (Em relação a que?)
• “Não sei nada daquilo.” (Não sabe nada do que?)
• “Estive fora.” (Fora de onde? Para onde foi?)
• “Não posso.” (O que você não pode?)
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Omissão/Eliminação
• Índice referencial não especificado
• Conhecido também como voz passiva do verbo
• Exemplos:
• “Erros foram cometidos” (Por quem? Quem cometeu o erro?)
• “Eles não se suportam” (Eles quem? Quais as pessoas que não se
suportam?)
• “Fui ferido” (Quem te feriu? O que te feriu?)
• “Ninguém me ama” (Quem especificamente não te ama?) Nesse
caso, quando usam o “ninguém” em geral a pessoa está omitindo
quem gostaria que fizesse determinada ação, e se utilizando de
uma generalização também.
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Omissão/Eliminação
• Verbos não especificados – Em algum momento ele
deixa de especificar como foi feita a ação.
• Exemplos:
• “Eu o convenci de fazê-lo.” (Como? Qual o processo de
convencimento?)
• “Impressionei-o bastante.” (Como? O que fez para impressionar)
• “Eles estavam pensando.” (Como eles estavam pensando?)
• “Eu virei minha mãe.” (Como? O que você fez que virou sua mãe?)
• “Ele me machucou.” (Como ele te machucou?)
• “Ele não mostra qualquer preocupação.” (O que ele faz que não
mostra?)
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Omissão/Eliminação

• Julgamentos/Execução perdida – Juízo de valor próprio


ou replicado, perdeu-se o formador da opinião.
• Exemplos:
• “Isso não é importante.” (quem disse que isso não é importante?)
• “Você é insensível!”(Quem disse? Quem tem essa opinião?)
• “Isso não é bom o suficiente.” (quem disse isso?)
• “Crianças devem ser vistas e não ouvidas.” (Quem disse?)
• “Lugar de mulher é na cozinha.” (Quem disse?)
• “Isso é ruim.” (Quem disse?)
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Omissão/Eliminação

• Comparações
• Exemplos:
• “Ele é o melhor jogador.” (Comparado a quem?)
• “Eu fiz isso mal.” (Comparado a quem ou o que?)
• “A PNL é mais eficaz.” (Mais eficaz que o que?)
• “Isso é mais fácil.” (Mais fácil comparado a que?)
• “Você é mais gentil.” (Mais gentil do que quem?)

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Generalização

• Operadores modais de necessidade


• Regras de necessidades generalizadas.
• Operadores modais de possibilidade
• Regras de possibilidade ou impossibilidade
generalizadas.
• Quantificadores universais
• Superlativo aplicado para especificações generalizadas. A
amostra é tão grande que se generaliza.
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Generalização
• Operadores modais de necessidade
• Exemplo:
• “Tenho que ir agora.” (O que aconteceria se você
não fosse? Tem mesmo que ir agora? O que te faz ter
que ir agora? Como seria se você não fosse agora?)
• “Devo fazer melhor.”
• “Você deveria me ouvir mais.”
• “Eu não deveria me envolver.”
• “Tenho que dormir cedo.”
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Generalização
• Operadores modais de possibilidade
• Exemplos:
• “Não posso dizer a ele.” (O que te impede? O que
aconteceria se dissesse? E se você pudesse?)
• “Simplesmente não pude recusar.” (O que lhe impediu
de recusar?)
• “Não posso relaxar.”
• “Não é possível fazer valer a minha vontade.”
• “Não consigo aprender.”
• “É impossível.”
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Generalização
• Quantificadores universais
• Exemplos:
• “Eu nunca poderei fazer isso.” (nunca mesmo? Nem se
você treinar bastante vai conseguir?)
• “Todo mundo está rindo de mim.” (Todo mundo mesmo?)
• “Tudo está sempre dando errado.” (Tudo mesmo? Não
tem nada dando certo? Sempre? Não teve nenhuma vez
que algo deu certo?)
• “Você sempre faz isso.” (Quer dizer que eu nunca fiz algo
diferente disso?)
• “Nada acontece por aqui.”
• “Todo político é mentiroso.”
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Distorção
• Nominalizações
• Substantivação de processos/atos. Pode ser entendido também
como personificação.
• Leitura mental
• A pessoa alucina que sabe os pensamentos do outro.
• Causa e efeito
• Ação A é causa de atitude/emoção B.
• Equivalentes complexos
• Colocar duas ideias complexas em padrão de igualdade.
• Pressuposições
• Assume algo como verdade que só se encontra no mapa de quem
observa.
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Distorção
• Nominalização ou Substantivação – Transformar um processo que é
algo em movimento em algo parado/estático, assim não se
consegue mudar dada situação. Dar novamente movimentação.
• Exemplos:
• “Tenho muito temor.” (O que acontece quando tem temor? De que forma é
o seu temor?)
• “Quero dar uma boa impressão.” (Como? O que é impressionar?)
• “O Estresse é demais para mim.” (Como você está se estressando? Qual o
processo do seu estresse?)
• “Nosso relacionamento não está bem.” (Como não está bem?)
• “O fracasso é assustador.” (Como é sua ação de fracassar?)
• “Sofro de depressão.” (De que forma você sofre de depressão?)
• “Tenho péssima memória.” (Você tem o processo de memorizar, e como é
ele?)
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Distorção
• Leitura mental – Ato de alucinar o que se passa na
cabeça do outro e vice-versa.
• Exemplos:
• “Você não gosta de mim.” (Como você sabe? O que te
leva a acreditar nisso? Quais evidências tem disso?)
• “Eles pensam que sou burro.” (Como você sabe?)
• “Você só está fazendo isso para me irritar.” (O que te leva
a acredita?)
• “Ele está sempre tentando me magoar.”
• “Você não se importa comigo.”
• “Você está chateado.”
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Distorção
• Causa e efeito – Uma forma das crenças se
apresentarem.
• Exemplos:
• “Ela me assusta.” (Como ela te assusta? Como causa
esse feito? O que ela faz que te deixa nesse estado? Não
tem escolha para reagir de modo diferente?)
• “A notícia me fez ficar aborrecido.” (Porque você
escolheu – pressuposição – ficar aborrecido com essa
notícia?)
• “Estou triste por sua causa.”
• “Sempre me sinto mal quando fazem isso.”
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Distorção
• Equivalentes complexos – Uma das formas como crenças
são formadas. Não tem sentido lógico. Pode limitar ou
possibilitar. Colocar a pessoa como sujeito da ação. De que
forma X significa Y?
• Exemplos:
• “Ela está atrasada. Ela não se importa.” (quando você está atrasado,
então você não se importa?)
• “Ele não me deu presente. Ele não me ama mais.” (Se você não dá
presente, quer dizer que não ama?)
• “O cliente não retornou. Ele não tem interesse.”
• “Eu nasci pobre, vou morrer pobre.” (Não existe ninguém que nasceu
pobre e ficou rico? Essa regra só se aplica a você?)
• “Se ele pode, eu também posso.”
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Distorção
• Pressuposições – Preocupa-se apenas quando elas
são limitadoras.
• Exemplos:
• “Meu filho está ficando tão preguiçoso quanto meu marido.” (Pressupõe-
se que o marido é preguiçoso. O que lhe diz que o marido é preguiçoso?)
• “Se ele soubesse o quanto sofro, não agiria dessa maneira.” (Pressupõe-
se que a pessoa sofre e que o outro não sabe. Tem certeza que o outro
não sabe?)
• “Não sei se poderei concertar meu modo de ser.” (Pressupõe-se que algo
está errado e que não tem capacidade de concerto. Por que acha que
deve concertar algo?)
• “O quão feliz você ficará quando comprar esse carro?” (Pressupõe-se
que efetuará a compra. O que diz que eu irei comprar?)
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MÓDULO 10
NEGOCIAÇÃO
MODELO DE PARTES – CONFLITO – PARTES CONFLITANTES.

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MODELO DE PARTES

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O que é?

• É o agrupamento de informações dentro do


nosso cérebro.
• Como o nosso cérebro armazenas as
informações que entram pelo 5 sentidos.

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SEGMENTAÇÃO

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O que é?
• Como a informação vai do mais simples tipo
ao mais complexo.
• Tudo depende da segmentação da
informação.
• Segmentação da informação facilita a
comunicação.

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O que é?
• Pode ser uma segmentação da comunicação
para cima onde se procura categorizações
mais amplas do material, generaliza o sentido.
• Pode ser segmentada da comunicação para
baixo onde se atribui características para o
material, especificando o sentido.
• Esse curso de vocês foi feito de uma
segmentação alta para uma baixa.
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O que é?

• Pode ser uma segmentação lateral da


comunicação, onde o significado busca
elementos parecidos com o material.
• É onde se usa metáforas.

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GENERALIZA

CIMA
LADO
ANALOGIAS COMUNICAÇÃO METÁFORAS
LADO
BAIXO

ESPECIFICA

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NEGOCIAÇÃO E
MEDIAÇÃO
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O que é?
• Saber entender as partes.
• “Nenhum homem é uma ilha.”
• O foco demasiado em nosso próprio mapa,
desconecta.
• Apesar de interesses opostos ou conflitantes,
um relacionamento não existe sem eles.
• Aprender a se conectar e entender o objetivo
da outra pessoa.
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Negociação

• Quando você faz parte de um conflito e


precisa entender a outra parte afim de
chegarem em um consenso.

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Mediação

• Quando você tem uma posição neutra em um


conflito e precisa fazer as partes chegarem a
um consenso.

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Mediação e Negociação
• Resultado Claro | Evidências
• Qual seu objetivo no conflito?
• Evidências para saber quando atingiu o objetivo.
• Porque quer esse objetivo? (Intenção Positiva)
• Estado de Recursos
• Estado próprio cheio de recursos potencializadores.
• Rapport
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Mediação e Negociação

• Posições perceptivas
• Assumir diferente posições perceptivas.
• 1ª Posição – Entenda seu lado
• 2ª Posição – Entenda o lado do outro (Qual resultado
o outro quer? Porque quer esse resultado?)
• 3ª Posição – Assuma o papel de mediador do seu
próprio conflito.

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Mediação e Negociação
• Segmentação Cima | Baixo
• Fazer a segmentação para cima, até descobrir um ponto
em comum no objetivo de ambas as partes.
• Fazer a segmentação para baixo para entender com
clareza e especificidade o objetivo do outro.
• Acordo Congruente
• Não entrar na negociação com o conceito de “jogo de
soma zero”.
• Entrar com a ideia de que todos saem ganhando desse
acordo.
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MODELO DE PARTES

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O que é?
• Metáfora da PNL para informar que a
consciência do indivíduo é formada por
subsistemas que operam de forma mais ou
menos independente um do outro.
• Sistema de crenças, estados, ideias e
habilidades.
• Motivo pelo qual caímos em processo de auto
sabotagem.
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O que é?
• Partes: “Grupo de ideias e habilidades que são
associadas entre si, mas tem menos ‘conexões
associativas’ com outros estados de
consciência, dessa forma podem operar
como uma ‘segunda consciência’.”
• Partes Lógica | Analítica e Sonhadora |
Emocional | Prazer Instantâneo.

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SQUASH VISUAL OU
INTEGRAÇÃO DE
PARTES
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PARTE 01/07
• IDENTIFIQUE O CONFLITO
• Identifique as partes, trabalhe de duas em duas.
• METAPOSIÇÃO
• Assuma a posição de observador das partes
• Para facilitar pode espalmar as mãos para cima como se cada
parte fosse um “bonequinho” em cima da palma da sua mão.
• Descreva cada parte como se realmente fosse uma pessoa, o
que vê, acredita, valoriza, etc. Personificação. Dê um nome
para cada uma.
• Pergunte se as partes se conhecem, e se gostam uma da outra,
se aceitam uma a outra.
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PARTE 02/07

• CADA PARTE EXPRESSA SUA OPINIÃO


• Faça com que cada parte expresse sua opinião no conflito
com relação a outra parte.
• INTENÇÃO POSITIVA
• Faça a segmentação para cima de cada parte, suba até o
nível neurológico de propósito. Qual o propósito e a intenção
positiva das partes.

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PARTE 03/07
• BUSQUE ACEITAÇÃO DA INTENÇÃO POSITIVA
• Agora, fale com cada parte e pergunte se elas aceitam e
reconhecem a intenção positiva uma da outra.
• Não é necessário que um parte concorde com o modus
operandi apenas que reconheça a intenção positiva.
• Se necessário, pode fazer uma segmentação maior para
cima, afim de que as partes encontrem a intenção positiva
em que ambas aceitem.
• Uma não precisa concordar com a outra, apenas respeitar
e reconhecer a intenção positiva.
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PARTE 04/07

• INTENÇÃO EM COMUM
• Ambas tem que encontrar a mesma intenção positiva, porém
alcançada de formas diferentes.
• Achando isso fica muito mais fácil a mediação da negociação.

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PARTE 05/07
• RECURSOS E CAPACIDADES
• Faça a segmentação para baixo, afim de encontrar recursos e
capacidades únicas de cada parte.
• “Parte 01, seria interessante ter tal habilidade da parte 02? Parte
02, você está disposto a partilhar tal habilidade com a parte
01? E Vice-versa.
• Quando se faz um favor para alguém, automaticamente se
passa a gostar mais da pessoa.
• Isso gera mais um ponto de concordância entre as partes.
• As partes passam a reconhecer que unidas são mais fortes e
passam a fazer mais.
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PARTE 06/07

• INTEGRAÇÃO
• Naturalmente as partes vão começar um movimento de
tração.
• Você pode fazer um movimento com as mãos e visualizar as
partes se aproximando, nisso elas se unem formando uma
“super parte”.
• Uma vez unidas, integre as partes em si mesmo, levando as
palmas das mãos até o corpo e visualizando as partes unindo-
se novamente a você com essa nova forma de ser.

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PARTE 07/07
• GENERALIZAÇÃO
• Olhe para o passado e perceba como essa integração
transforma as situações em que houve conflito.
• Navegue ao passado e perceba como seus comportamentos
seriam diferentes com essas parte integradas e agindo de outra
forma.
• Faça a continuidade até chegar no futuro.
• Chegue em situações que poderiam acontecer esse conflito de
parte e perceba que não ocorre mais.
• Se tiver outra parte conflitante, pegue essa super parte e faça o
mesmo processo com outra parte conflitante.
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ALINHAMENTO DE
POSIÇÕES
PERCEPTIVAS
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O que é?

• Exercício interessante que ajuda na resolução


de conflitos e na integração de partes.

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PARTE 01/03

• SITUAÇÃO PROBLEMA – 1ª POSIÇÃO


• Associe a situação problema em primeira pessoa.
• O que você vê, ouve e representa da situação problema?

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PARTE 02/03
• ALINHE A 3ª POSIÇÃO
• Associe-se a 3º posição, porém ela tem de estar equidistante
das outras duas posições. Imagine uma linha diagonal, de
mesmo tamanho, ligando a terceira posição à primeira e outra
linha ligando à segunda. Se vier algum julgamento ou
pensamento seu, jogue isso para a primeira pessoa. Se vier
algum pensamento ou julgamento do outro, jogue na segunda
posição. Distancia imparcial.
• Observe toda a situação problema e veja como percebe a
situação e, terceira pessoa, o que vê, o que ouve, etc. Houve o
que você e o outro falam sobre o problema.
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PARTE 03/03
• ALINHE A 1ª POSIÇÃO
• Perceba o que mudou depois de alinhar a terceira posição.
Como você percebe agora? O que mudou? Qual sua postura?
• VOLTE À 3ª POSIÇÃO
• Perceba e realinhe novamente a situação
• TERMINE NA 1ª POSIÇÃO
• Termine a análise da situação conflito na primeira posição.
• PONTE AO FUTURO
• Generalize esse alinhamento para outras situações de conflito
parecidas ou não.
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METAMAPA

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O que é?
• Forma mais eficaz para resolver conflitos entre
partes, situações desafiantes, entre outros
similares.
• Bom para resolver situações desafiadoras com
pessoas que se tem dificuldade para se
comunicar.
• Técnica complexa, mas de profunda
mudança;
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PARTE 01/03
• IDENTIFIQUE A SITUAÇÃO DESAFIADORA
• Veja qual o conflito ou situação que precise de resolução.

• MAPEAR A DINÂMICA
• Você
• Veja como se comporta, o que fala, o que faz, com relação a essa pessoa e à situação.
• Como você chama essa outra pessoa?
• Seu Observador Interno (3ª posição perceptiva)
• O que essa voz dentro de você fala com relação ao seu comportamento perante essa pessoa e a
situação.
• Como você se julga nessa situação? Como essa “vozinha” te chama?
• O Outro
• Veja o que a pessoa faz, como ela se comporta, o que ela fala, como ela age com reação a você
e a situação.
• O que o outro fala de você, como ele te chama?
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PARTE 02/03
• ASSUMIR 2ª POSIÇÃO PERCEPTIVA
• O que essa pessoa sente, o que ela acha de verdade. Assuma o papel da outra
pessoa.

• ASSUMIR 4ª POSIÇÃO PERCEPTIVA


• Aqui você vai tomar consciência, ao mesmo tempo, das outras posições
trabalhadas até esse momento nesse exercício.
• Como o seu (e dele) comportamento reforça o comportamento do outro (e seu)?
Como o que você (e ele) acredita reforça a dificuldade da relação? Como o seu
comportamento com você mesmo (seu observador interno), reforça a dificuldade
da relação?
• Buscar padrões Físicos
• Buscar padrões Mentais
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PARTE 03/03

• EXPLORAR ALTERNATIVAS
• Mude e “brinque” com os pontos descobertos anteriormente.
• Mude os pontos do mapeamento dinâmico e coloque em visualização de novo e
perceba o que muda no conflito.
• Veja se muda o que a outra pessoa acho de você e/ou o comportamento dela.
• Vá alterando, mudando, experimentando diferentes partes para cada variável
desse sistema, até encontrar a melhor situação possível.
• A única regra aqui é explorar à vontade.
• Entre como negociador, mediador, use tudo o que aprendeu até agora no curso.

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MÓDULO 11
ENQUADRAMENTO
PRINCIPAIS ENQUADRAMENTOS – ENQUADRAMENTOS SOLUCIONADORES –
RESSIGNIFICAÇÃO OU REENQUADRAMENTO.

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FRAMING OU
ENQUADRAMENTO
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Framing ou Enquadramento
• A interpretação da realidade é intrínseca à
subjetividade de cada ser. Gestalt.
• É, basicamente, o significado que damos às
nossas experiências.
• Podemos dar qualquer significado. Podemos
alterar qualquer significado.

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Pré-Frame (Tony Robbins)

• Forma de persuasão.
• Similar ao pré-talk da hipnose.
• Você prepara a interpretação da pessoa.
• Não dá chance/brecha para interpretação
que não seja para a forma escolhida.
• Pode também ser usado conosco.

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Re-Frame (Tony Robbins)

• Mudar a interpretação da pessoa para com a


situação.
• Busca formas de alterar a percepção própria
e/ou de outros para com as interpretações de
variadas situações.

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De-Frame (Tony Robbins)

• Propicia-se um choque de realidade.


• Quebra de enquadramento para algo oposto.
• Quebra abrupta de interpretação.
• Destrói a interpretação com um
contraexemplo radical.

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PRINCIPAIS
ENQUADRAMENTOS
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O que é?

• Sete formas específicas da PNL para


interpretação.
• Padrões que facilitam a aplicação das
técnicas da PNL.

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ECOLOGIA
• Identificar o reflexo de uma situação no
sistema e moldar as atitudes de acordo com
um contexto ecológico.
• Enquadramento contrário: EGOÍSMO
• Visão de longo prazo.
• Como será isso a longo prazo?
• Quem mais é afetado?
• O que pensariam?
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RESULTADO
• Foco em resultado. Precisa ser usado em
conjunto com a ecologia.
• Sem foco na culpa das partes.
• Sempre em busca do que se quer realizar.
• Enquadramento contrário: CULPA
• O que estou tentando realizar agora?
• O que desejo?
• O que isso me proporciona que será valioso?
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BACKTRACKING
• Devolver o que a outra pessoa disse, nas mesmas
palavras, de forma literal.
• Não substituir por sinônimos de acordo com seu
entendimento.
• Não reinterpretar, apenas repetir as palavras.
• Enquadramento contrário: PARÁFRASE
• Então, você está dizendo?
• Posso resumir as coisas até agora?
• Posso me certificar de que compreendi?
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CONTRASTE
• Enquadramento que iniciou a PNL.
• Qual a diferença que faz a diferença?
• Por qual motivo uma tem algo muito bom e outra
não. Falar sobre os recursos da ancoragem.
• Enquadramento contrário:
GENERALIZAÇÕES/MESMISSE
• Como isso é diferente?
• O que é que faz com que isso se destaque?
• Quais as variações importantes?
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“COMO SE...”
• Enquadramento das possibilidades, do “faz de
conta”
• Trabalha com suposições, você se coloca no
lugar de outra pessoa, imagina e vivencia
situações hipotéticas.
• Enquadramento oposto: O INDEFESO
• Como seria se... ?
• O que aconteceria...?
• Podemos supor que... ?
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SISTÊMICO
• Nada está isolado, tudo trabalha em conjunto com o todo.
• Tudo faz parte de um sistema maior. Aqui se busca as
conexões entre as coisas.
• O níveis neurológicos são sistêmicos.
• Ganho secundário em situações ruins.
• Tudo tende ao equilíbrio.
• Como isso se encaixa com o que sei?
• Como isso se conecta ao sistema maior?
• Qual o relacionamento entre esses eventos?
• Como o que estou fazendo mantém as coisas como são?

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NEGOCIAÇÃO
• Supões que as partes querem chegar a um acordo.
• Parte do pressuposto de que sempre há o jogo do “ganha
ganha”
• Se existe uma negociação existe um conflito de interesses.
• Segmenta para cima até buscar um ponto de
concordância.
• De que forma se pode atender as necessidades de ambos,
para que sejam igualmente beneficiados?
• Enquadramento contrário: CONVENCIMENTO/GUERRA.
• Queremos coisas diferentes, respeito suas diferenças, mas:
• Em que podemos concordar?
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ENQUADRAMENTOS
SOLUCIONADORES
DE PROBLEMAS
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O que é?

• Mudanças simples de perspectivas que farão


a diferença na vida de todos.
• Perguntas melhores trazem respostas melhores.

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Resultado x Culpa

RESULTADO CULPA
 Onde estou agora?  O que está errado?
 O que quero?  Quem é o culpado?
 Como posso sair de onde estou e  Quem vai concertar?
chegar onde quero?

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Como x Porquê

COMO PORQUÊ
 Como esse problema tem sido  Porque isso é um problema?
mantido?
 Porque não posso resolvê-lo?
 Como posso solucionar esse
problema?

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Feedback x Fracasso

FEEDBACK FRACASSO
 Quais os meus resultados até  Porque fracassei?
aqui?
 O quão gravemente fracassei?
 O que aprendi deles?
 Que feedback me dirá que tive
sucesso?
 O que farei de forma diferente?

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Curiosidade x Suposição

CURIOSIDADE SUPOSIÇÃO
 O que está suposto com relação ao problema?

 O que está supondo em relação às pessoas


envolvidas?

 O que precisa ser verdade para que isso seja um


problema?

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RESSIGNIFICAÇÃO
OU
REENQUADRAMENTO
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Ressignificação ou
Reenquadramento
CONTEXTO CONTEÚDO
 Generalização Comparativa  Alteração do significado do que
se está fazendo.
 Todo comportamento é útil em
um determinado contexto, não  Buscar um significado que seja útil
existe comportamento errado. no atual contexto.
 Compara um comportamento  “Sua televisão quebrou, que
que não serve para um contexto ótimo, vai poder passar mais
com algum outro contexto em tempo de qualidade com a
que ele se enquadre. família.” ao contrário de “No seu
trabalho você não vai precisar de
 Em qual contexto ele seria
televisão, não é mesmo?”
positivo?
 Você é procrastinador, onde ela
pode ser útil?
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RESSIGNIFICAÇÃO
EM 06 PASSOS

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O que é?
• Serve para eliminar comportamentos inconscientes
indesejados.
• Você faz algo, sabe que faz mal, mas não
consegue parar.
• Pode ser usado também com doenças.
• É necessário confiar na sua “intuição”.
• São respostas inconscientes que surgem através do
consciente.
• É melhor quando alguém o guia pelo exercício.
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PARTE 01/06

• IDENTIFIQUE O PROBLEMA
• Veja qual o problema, situação, comportamento, doença ou qualquer outra coisa que
queira trabalhar.
• Coloque uma âncora espacial com o comportamento problemático.
• Você é o comportamento nesse ponto, se associe totalmente ao comportamento. Se for
uma doença ou um tumor, você é a doença enquanto está nesse papel.
• Saia desse papel com um passo atrás e quebre o estado.

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PARTE 02/06

• PARTE RESPONSÁVEL PELO COMPORTAMENTO


• Entre em contato com a parte responsável pelo problema.
• A parte sempre vai tomar a melhor decisão dentro do mapa dela.
• Honre a parte responsável:
• “Obrigado parte por existir. Obrigado por visar o meu melhor e o bem do sistema.”

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PARTE 03/06

• ITENÇÃO POSITIVA
• Dê mais um passo atrás e faça uma nova âncora espacial para a intenção positiva.
• “Olhe” para a parte e peça para ela lhe dizer qual a intenção positiva por trás do
comportamento/doença.
• O que a parte quer de bem para o sistema com esse comportamento? Qual o ganho
secundário de ter esse comportamento? Quando o comportamento se iniciou, o que a
parte queria?
• Honre a intenção positiva por trás do comportamento. Saiba que assim como nós, a parte
toma a melhor decisão de acordo com o mapa dela.
• Aqui, para cada intenção positiva que tiver, vai fazer o exercício novamente daqui em
diante.

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PARTE 04/06

• PARTE CRIATIVA (03 ALTERNATIVAS)


• Dê um passo para o lado e crie uma âncora espacial para a parte criativa.
• Se associe ao sonhador da estratégia Disney.
• Entre em contato com sua parte criativa e peça para que ela lhe dê 03 alternativas que
tenha a mesma intenção positiva, mas que não sejam nocivas e substituam o
comportamento.

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PARTE 05/06

• CONCORDÂNCIA
• Volte para a âncora espacial da parte responsável.
• Pegue todas as ideias de novos comportamentos oferecidos pela parte criativa e apresente
um a um para a parte responsável perguntando se ela está de acordo.
• “Parte responsável, você aceita testar esse comportamento alternativo 01/02/03?”
• Você aceita? Você está aberta? Você quer testar? Apenas testar para ver se esse novo
comportamento atende à intenção positiva.
• Caso a parte responsável não aceite ou não concorde ou não se sinta bem com o novo
comportamento sugerido, volte para a âncora espacial da parte criativa e peça um outro
novo comportamento.
• Caso a parte responsável concorde, passe para a próxima opção de comportamento.

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PARTE 06/06

• VERIFICAÇÃO ECOLÓGICA
• Saia de todo o sistema, vá para uma metaposição.
• Veja se realmente o cenário está legal, se existe alguma parte de você (que não é a parte
responsável e que também não é a parte criativa) que ainda acredite ser necessário mudar
alguma coisa.
• Assuma aqui a quarta posição.
• Identifique como essas 03 novas alternativas vão afetar todo o sistema, quais as novas
consequências desses novos comportamentos e se isso é aceitável para o seu sistema.
• As vezes a parte responsável concorda e alguma outra parte não.

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MÓDULO 12
MODELO MILTON
HIPNOSE – MODELO MILTON – INVERSO DO METAMODELO – PADRÕES ADICIONAIS.

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O que é?
• É o padrão de linguagem que pode extrair o
máximo de uma pessoa.
• Serve para burlar a mente consciente para ser
possível acessar a mente inconsciente sem um
transe.
• A mente consciente processa de 5 a 9 estímulos
simultâneos.
• A mente inconsciente tem capacidade “infinita” –
200 milhões de bilhões de cálculos por segundo.
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MENTE CONSCIENTE
VS MENTE
INCONSCIENTE
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O que é?

• Toda mudança acontece no inconsciente.


• A pessoa que está na sua frente, é por falta de
Rapport entre o consciente e o inconsciente.

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O que é?
• Pode ser entendido como a definição dos
pensamentos em atividade no momento
contra os pensamentos que não estão ativos.
• Metáforas para explicar as estruturas da
mente.
• O entendimento da Neurologia e medicina,
difere destes.
• Existem várias definições de acordo com a
base teórica.
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Consciente X Inconsciente | Freud
Freud defende o determinismo psíquico onde não há acaso ou descontinuidade
mental, cada evento tem explicações.
Para Freud existem 03 estruturas: Consciente, pré-consciente e Inconsciente.

CONSCIENTE PRÉ-CONSCIENTE INCONSCIENTE


 Tudo aquilo que estamos  Muitas vezes chamado de  Todo aquele conteúdo mental
consciente no agora. subconsciente. Mas Freud não que não se encontra
usava essa terminologia. disponível ao indivíduo
 Menor parte da mente humana.
 Informações que não pensamos naquele momento.
 Contém tudo o que podemos
constantemente, mas que nosso  Maior e mais importante parte
perceber e acessar de forma
consciente precisa para realizar da mente.
intencional.
suas funções.
 Funciona de acordo com as  Tudo o que já vivemos ou
 “Memória de acesso rápido”
regras sociais, respeita tempo e presenciamos está guardado
espaço.  Pertence ao inconsciente. aqui.
 Nossa capacidade de perceber  “Peneira” que filtra as  É regido pelas próprias leis, é
e controlar o conteúdo mental. mensagens que passam do atemporal. Pode ser acessado
consciente para o inconsciente. parcialmente.
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Consciente X Inconsciente | Jung

• Para Carl Gustav Jung (1875-1961), empiricamente, os limites da consciência


atingem o universo desconhecido
• Esse último pode ser dividido em:
• Desconhecido do mundo externo
• Desconhecido do mundo interno
• Aqui dentro está o que chamamos de inconsciente.

• Para Jung, o inconsciente consiste no mundo desconhecido de cada indivíduo,


que fatalmente escapa do controle da consciência.
• O inconsciente exerce uma influência poderosa no comportamento humano sem
que a consciência tenha noção. Ele é uma fonte de conteúdos que nunca se cala
e que ninguém pode calar, uma força criativa.
• O inconsciente cria o consciente, logo ele é a mãe da consciência.
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Consciente X Inconsciente | Jung
Jung e Freud divergem em suas concepções acerca do consciente x inconsciente.
Para Jung, o inconsciente se divide em duas camadas, o pessoal e o coletivo.

CONSCIENTE INCONSCIENTE PESSOAL INCONSCIENTE COLETIVO


 Fruto da criação do  Reservatório de todo o material  Toda a herança espiritual da
inconsciente. que já foi consciente, porém foi
esquecido ou reprimido. evolução da humanidade
 Pensamentos em atividade nascida novamente na
no momento, que foram  Tudo que o Ego não suporta é
transferido do consciente para o estrutura cerebral de cada ser
emitidos pelo inconsciente. inconsciente. humano.
 Receptor: recebe toda a  Neste nível somos todos iguais
atividade psicológica e
conteúdos que não conseguem e não somos entidades
se harmonizar com o processo separadas, pois “somos todos
de individualização e o um”.
consciente.
 Todo conteúdo, por mais
absurdo que seja, é real. A
Psiquê é uma grande realidade.
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Consciente X Inconsciente | Hipnose
Para a hipnose, não existe o pré-consciente. E você não acessa o inconsciente, na
hipnose você chega apenas até o subconsciente. Você é capaz de afetar o
inconsciente indiretamente através de sugestões que são levadas pelo subconsciente.

CONSCIENTE SUBCONSCIENTE INCONSCIENTE


 É o “vigia” do banco, que  Aqui estão as “vozes” seu  Sistema nervoso autônomo
pode ser “hackeado” diálogo interno
Desprovido de questionamentos  Sistema Imunológico
 Raciocínio 

 Atenção  Tudo o que já aprendeu, sentiu,  Você não se preocupa em


ouviu, viveu está aqui. bater o coração, respirar,
 Força de Vontade  Memória Permanentes cicatrizar uma ferida, existe
 Mente Analítica  Hábitos – Comportamentos uma inteligência que toma
Automatizados conta disso e ela é o
 Memória de Curto Prazo
 Preguiça inconsciente
 Fator Crítico
 Autopreservação  Processos Fisiológicos em geral
 Fobias
 Emoções
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Para a PNL...
• Todos os nossos comportamentos são
“programas instalados” em nosso
subconsciente.
• Eles podem ser alterados, suprimidos e
melhorados.
• Só é possível acessar o que se tem em modelo
no cérebro, tanto de positivo como de
negativo.
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Para a PNL...
• Sendo um modelo negativo ou positivo ele
fica armazenado no seu subconsciente e
pode se acessado quando quiser.
• Por isso, as “recaídas” podem ocorrer. Aqui
está a importância de se aplicar as técnicas o
mais próximo possível do que foi explicado.
• Depois disso pode se arriscar desenvolvendo
suas próprias técnicas.
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HIPNOSE

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O que é?

• Hipnose = Hipnos (Deus grego do Sono) + Osis


(ação ou processo em latim). Ou seja, hipnose
é o ato de entra em processo de sono,
etimologicamente falando.

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O que é?
• A Hipnose “é um estado de consciência que
envolve atenção focada e consciência periférica
reduzida, caracterizado por uma maior resposta à
sugestão. É um estado mental (teorias de estados)
ou um tipo de comportamento (teorias de não-
estado) usualmente induzidos por um
procedimento conhecido como indução
hipnótica, o qual é geralmente composto de uma
série de instruções preliminares de sugestões.”
Associação Americana de Psicologia
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O que é?
• Nas teorias de estados, a hipnose é um estado
alterado de consciência.
• Nas teorias de não-estado, hipnose é um
comportamento e atitude mental.
• Pode-se encontrar as mais variadas definições em
artigos científicos, pois a hipnose engloba uma
série de fenômenos que podem ser interpretados
de forma diferente por cada abordagem teórica
que estiver sendo utilizada.
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O que é?

• “A Hipnose e a alteração da percepção


subjetiva de um individuo através da
comunicação verbal ou não verbal.”
James Tripp

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Elementos de Hipnose
A hipnose ocorre em inúmeros momentos da nossa vida, como por exemplo: quando
vemos um filme, não percebemos um objeto em cima da mesa, ao termos um foco
elevado em uma determinada ação, etc. Para se propiciar o estado de hipnose,
alguns itens facilitam isso, tais como:

OLHAR FALA GESTICULAÇÃO


 Tipo específico de olhar que  Dividas em Maternal e  A movimentação deve
induz a pessoa a fica em Paternal. acompanhar o tipo do olhar e
marasmo, a ter a sensação de o tipo de voz utilizada. Assim
 Fala Maternal – Acolhedora,
monotonia, e ao mesmo se gera uma congruência
monótona que induz à calma
tempo de “penetração” comportamental que o
e tranquilidade. Ideal para
psíquica. inconsciente do seu cliente
propiciar o relaxamento,
entende e replica através dos
 Em dados momentos pode-se indução e aprofundamento
neurônios espelho.
“arregalar” os olhos quando de transe.
se dá um comando ou algo
 Fala Paternal – Rígida e
do tipo que precise de mais
enfática, voz firme que é ideal
ênfase.
para comandos e sugestões.

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TRANSE HIPNÓTICO

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O que é?
• O transe, nada mais é do que o estado em
que a pessoa se encontra em hipnose. Se
utilizarmos as teorias de estado, estaremos
colocando a pessoa em transe para
efetuarmos o processo terapêutico. Se
usarmos as teorias de não-estado, nos
possibilita efetuar a terapêutica sem que o
cliente seja colocado em estado alterado de
consciência.
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Teorias de Estado

• O transe aqui é interpretado como um estado


alterado de consciência, similar ao sono, onde
o cérebro atinge as ondas Theta e a mente
consciente é facilmente adormecido,
podendo então entrarmos em contato direto
com a mente inconsciente, colocando as
sugestões.

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Teorias de Não-estado

• Aqui é interpretado como um momento


comportamental onde a percepção da
informação que entra para o indivíduo é
alterada. Não é necessário um transe. Através
de palavras, gestos e outros elementos é
possível burlar a mente consciente e acessar o
inconsciente da pessoa.

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O que se pode conseguir?
• Não se percebe o que ocorreu
• Se entra em “transe” aproximadamente 3 vezes por hora
• Relaxamento Muscular – Conforto
• Respiração e pulsação lenta
• Amnesia - Hipermnésia
• Anestesia
• Alucinação (positiva – adiciona |negativa - subtrai)
• Catalepsia (músculos totalmente enrijecidos)
• Regressão
• Desorientação Temporal
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Mitos e Verdades
• O hipnotizador não tem nenhum controle
sobre o hipnotizado.
• É um estado de Rapport com o inconsciente
do hipnotizado.
• Você só aceita a sugestão se fizer parte de
você.
• Não se dorme no transe, você precisa estar
consciente para que ele ocorra.
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MODELO MILTON DE
LINGUAGEM
HIPNÓTICA
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O que é?

• Não existe resistência.


• Todo mundo e hipnotizável.
• Entrar no modelo de mundo do cliente.
• Todos os recursos.

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Fases

• Acompanhar e conduzir.
• Distrair a mente consciente.
• Acessar recursos inconscientes.

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MODELO MILTON VS
METAMODELO

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O que é?
• Parte do Modelo Milton é o inverso do
Metamodelo.
• O Metamodelo é fazer perguntas para extrair
informações da estrutura profunda através da
estrutura superficial. Preencher as lacunas,
esclarecer, buscar significados conscientes para as
experiências.
• No Metamodelo se busca a eliciação arrumando o
trabalho dos filtros.
• Você “extrai” o significado da subjetividade do
cliente, trazendo ele para a mente consciente.
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O que é?
• O modelo Milton trabalha diretamente na estrutura
profunda. Usa as violações do Metamodelo para fazer com
que a pessoa busque informações.
• Se aproveita da ação dos filtros para burlar a consciência e
acessar a mente inconsciente.
• Não se preocupa em esclarecer o significado.
• Considerado também com a “arte de ser vago”.
• A própria pessoa encontra o significado interno para que foi
dito. O modelo Milton não tem significado próprio, a
subjetividade do cliente que dará o significado.
• Você não precisa tomar conhecimento do aprendizado e
as experiência do seu cliente.
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Diferenciação

METAMODELO MODELO MILTON


 Segmentação para baixo  Segmentação para cima.
 Estrutura profunda envia o  Estrutura Superficial envia significado
significado para estrutura superficial. para estrutura profunda.
 Desafia as Generalizações,  Gera as Generalizações, Omissões |
Omissões | Eliminações e Distorções. Eliminações e Distorções.
 Trazer experiência e significado.  Recursos inconscientes. “Você sabe
mais do que ninguém o que
 Lida com resultados de busca funciona melhor.”
transderivacional.
 Se faz uma comunicação para que
a pessoa se reorganize
internamente.
 Provoca uma busca
transderivacional.
 Metáforas.
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INVERSO DO
METAMODELO

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Obtenção de informações

NOMINALIZAÇÕES

 “À medida que se aprofunda no relaxamento e seu conforto aumenta, a facilidade


de sua aprendizagem pode se tornar uma forma de deleite.”

 “Eu sei que você tem uma determinada dificuldade em sua vida e que você
gostaria de trazer uma solução satisfatória... Não tenho certeza absoluta de quais
recursos pessoais você consideraria mais úteis na resolução dessa dificuldade, mas
eu sei que sua mente inconsciente tem mais condições do que você de
empreender uma busca em sua experiência para encontrar exatamente esse
recurso...”

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Obtenção de informações

VERBOS INESPECÍFICOS

 “Você pode aprender muitas coisas a partir dessas experiências.”

 “A medida que isso fizer sentido da sua própria maneira.”

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Obtenção de informações

FALTA DE ÍNDICE REFERENCIAL

 “As pessoas podem relaxar.”

 “Isto pode ser facilmente aprendido.”

 “Pode-se notar uma determinada sensação.”

 “Haverá pessoas que significaram muito para você e que lhe ensinaram muito...”

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Obtenção de informações

ELIMINAÇÕES

 “Eu sei que você está curioso.”

 “Você pode aprender confortavelmente...”

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Má Formulação Semântica |
Modelos causa/efeito ou vínculo.
CONJUNÇÕES “E”

 Muito usado na primeira fase – Acompanhar, acompanhar e conduzir. Fala-se duas


ou três coisas que se pode notar que está acontecendo, seguido de um comando.

 “Você está sentado e ouvindo o som da minha voz, e pode começar a relaxar.”

 “Você está inspirando e expirando e sente curiosidade a respeito do que poderá


aprender.”

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Má Formulação Semântica |
Modelos causa/efeito ou vínculo.
VÍNCULO TEMPORAL

 Palavras como: enquanto, quando, durante, na medida que, etc.

 “Enquanto você se senta aí sorrindo, você pode começar a entrar em transe.”

 “Na medida em que você se balança para frente e para trás, você pode relaxar
mais completamente.”

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Má Formulação Semântica |
Modelos causa/efeito ou vínculo.
CAUSALIDADE

 Palavras tais como: faz, causa, força, exige, etc.

 “O assentimento da sua cabeça fará com que relaxe mais completamente.”

 “Ao respirar completamente e com facilidade, cada respiração o deixará cada


vez mais relaxado.”

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Má Formulação Semântica

LEITURA MENTAL

 “Você pode estar se questionando o que direi a seguir.”

 “Você está curioso a respeito da hipnose.”

 “Você é facilmente capaz de encontrar o sentido disso à medida que se torna mais
curioso sobre exatamente o que você irá aprender.”

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Má Formulação Semântica

EXECUÇÃO PERDIDA (JULGAMENTO).

 “É bom que você possa relaxar com tanta facilidade.”

 “Não importa se você se afundar profundamente nessa cadeira.”

 “É bom recordar todas as vezes que foi bem-sucedido.”

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Limites de Modelo do Locutor

QUANTIFICADORES UNIVERSAIS

 “E agora você vai entrar totalmente em transe.”

 “Cada pensamento que você tem pode auxiliá-lo a entrar mais profundamente em
transe.”

 “Tudo o que sabe está disponível à você em algum lugar do seu inconsciente.”

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Limites de Modelo do Locutor

OPERADORES MODAIS DE NECESSIDADE

 “Você não deveria se limitar se deseja ser o melhor que puder.”

 “Você deve agarrar as oportunidades.”

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Limites de Modelo do Locutor

OPERADORES MODAIS DE POSSIBILIDADE

 “Você pode se tornar mais bem-sucedido.”

 “Você é capaz de ir mais a fundo em sua experiência.”

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PADRÕES
ADICIONAIS DO
MODELO MILTON
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Pressuposições

CLÁUSULAS SUBORDINADAS DE TEMPO

 “Você quer se sentar enquanto entra em transe?”

 “Gostaria de discutir algo com você antes que complete esse projeto.”

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Pressuposições

NÚMEROS ORDINAIS

 “Talvez você se pergunte qual lado do seu corpo começará a relaxar primeiro.”

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Pressuposições

DUPLO VÍNCULO

 “Não sei se sua mão direita ou se sua mão esquerda irá subir com movimentos
inconscientes.”

 “Você prefere escovar os dentes antes ou depois do banho?”

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Pressuposições

PREDICADOS DE CONSCIENTIZAÇÃO

 “Você nota que sua mente consciente já começou a aprender...”

 “Você sabia que já esteve em transes muitas vezes na sua vida?”

 “Você reparou nos efeitos atraentes que essa pintura causou à sua sala?”

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Pressuposições

ADVÉRBIOS E ADJETIVOS

 “Você está curioso para o seu estado de transe em desenvolvimento?”

 “Você está em trans profundo?”

 “Quão facilmente você pode começar a relaxar?”

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Pressuposições

MUDANÇA DE VERBOS E ADVÉRBIOS TEMPORAIS

 “Você pode continuar a relaxar...”

 “Você ainda está interessado em hipnose?”

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Pressuposições

ADJETIVOS E ADVÉRBIOS DE COMENTÁRIOS

 “Felizmente não há necessidade de que eu saiba dos detalhes do que você deseja
para que eu seja capaz de ajuda-lo a consegui-lo.”

 “Eu não sei quanto tempo será preciso para você tomar conhecimento das
aprendizagens que seu inconsciente já realizou, porque não é importante que você
saiba antes de ter, confortavelmente, dado prosseguimento ao processo de
relaxamento e de haver consentido que seu outro lado aprenda alguma coisa de
mais útil e gostoso para você.”

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Padrões de Eliciação Indireta

COMANDOS EMBUTIDOS

 “Você pode começar a relaxar.”

 “Eu não seu quão cedo você se sentirá melhor.”

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Padrões de Eliciação Indireta

MARCAÇÃO ANALÓGICA

 Elevação do Volume da Voz


 Pausa
 Trocando de tom de voz
 Fazendo um gesto com algum das mãos
 Levantando as sobrancelhas

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Padrões de Eliciação Indireta

PERGUNTAS EMBUTIDAS

 “Estou curioso para saber o que você gostaria de obter com a hipnose.”

 “Estou me perguntando o que você gostaria de beber.”

 “Eu fico me perguntando se você se dedicasse mais, onde que conseguiria


chegar.”

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Padrões de Eliciação Indireta

COMANDOS NEGATIVOS

 A pessoa precisa pensar sobre o fato antes, para depois ter condições de refutá-lo.
O cérebro não processa o negativo.

 “Não quero que você se sinta confortável demais.”

 “Não sinta prazer demais praticando comandos negativos.”

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Padrões de Eliciação Indireta

POSTULADOS CONVERSASIONAIS

 É quando você quer dar um comando, mascarado em uma pergunta. Trazem


como resposta sim ou não.

 “Você pode imaginar isso?”

 “Você sabe relaxar?”

 “Você sabe que horas são?”

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Padrões de Eliciação Indireta |
Ambiguidades
AMBIGUIDADES FONOLÓGICAS

 Insegurança | Em segurança

 Pelo, Pêlo | Nada, Nada | Bala, Bala | Clara, Clara | Pena, Pena | Um, Um |
Mente, Mente | Monte, Monte | Chama, Chama | Guarda, Guarda | Mau, Mal.

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Padrões de Eliciação Indireta |
Ambiguidades
AMBIGUIDADES SINTÁTICAS

 Uso do sujeito pós-posto ao verbo que seja transitivo direto: “Venceu o Brasil a
Argentina.”
 Uso de pronome possessivo na terceira pessoa: “Meu pai foi à casa do José em seu
carro.”
 Uso de certas comparações: “Na década de 60 os jogadores do Vasco não
levavam os treinos a sério, como acontecia no São Paulo.” “Falando com você
como pessoa inteligente...”
 Uso da preposição “de” em certos casos entre dois substantivos: “Não conheço o
pai do menino que se acidentou.”
 Uso do verbo deixar: “Deixei o cigarro correndo.” “João deixou a pessoa feliz.”

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Padrões de Eliciação Indireta |
Ambiguidades
AMBIGUIDADES DE PONTUAÇÃO

 “Está tudo certo agora você já começou a relaxar.”

 “Há muitas coisas que não sei se você pode aprender isso hoje.”

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Padrões de Metáfora

VIOLAÇÕES DAS RESTRIÇÕES SELETIVAS

 O inconsciente é totalmente simbólico e metafórico, quando se fala através de


metáfora o consciente não interpreta e envia diretamente para o inconsciente.

 “As paredes tem ouvidos.”

 “Veja como o tempo voa.”

 “Fique quieto e deixe que a sala lhe conte os seus segredos.”

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Padrões de Metáfora

CITAÇÕES

 “Milton Erickson costumava dizer que todo mundo podia entrar em transe.”

 “Minha amiga Elizabeth foi capaz de aprender vários idiomas em transe.”

 “Minha irmã certa vez encontrou uma pessoa que havia viajado para a índia onde
um homem santo lhe contou essa história.”

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PNL
PRACTITIONER
(Programação Neurolinguística)
CURSO DE FORMAÇÃO EM PRACTITIONER PNL
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MÓDULO 01
INTRODUÇÃO
PROGRAMAÇÃO NEUROLINGUÍSTICA, DEFINIÇÕES, ATITUDES, 
PILARES, PRESSUPOSTOS, MODELO DE COMUNICAÇÃO, CALIB
História e Definição da PNL
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História e Definições da PNL
Richard Bandler – Matemático, 
estudante de Computação. Foi 
para psicologia 
posteriormente.

História e Definições da PNL
Foi inspirada na observação e 
replicação (modelagem) de:
Virgínia Satir – Criadora da Terapia
História e Definições da PNL
Buscava a essência da Mudança.
Ajudaram na reformulação da 
Gestalt Terapia.
Criada em 1975,
História e Definições da PNL
PROGRAMAÇÃO – A maneira como organizamos 
nossas ideias.
NEURO – Todos os comportamentos nasce
História e Definições da PNL
“O estudo da estrutura da experiência 
subjetiva” (Richard Bandler)
“PNL é uma atitude e uma m
História e Definições da PNL
“A ciência de como dirigir seu cérebro de uma forma 
favorável para conseguir os resultados que
Atitudes da PNL
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