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Corrosão e Difusão em Materiais Refratários

1. O documento calcula a energia de ativação para a corrosão de refratários de alumínio expostos a subprodutos de fabricação de aço. A energia de ativação calculada foi de 500182,9 J/mol. 2. Também calcula a difusividade do cobre em uma liga de bronze a 600°C, obtendo o valor de 2,924 x 10−17 m2/s, dado o valor de difusividade a 400°C e a energia de ativação para difusão do cobre no sistema. 3. Por fim, calcul
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Corrosão e Difusão em Materiais Refratários

1. O documento calcula a energia de ativação para a corrosão de refratários de alumínio expostos a subprodutos de fabricação de aço. A energia de ativação calculada foi de 500182,9 J/mol. 2. Também calcula a difusividade do cobre em uma liga de bronze a 600°C, obtendo o valor de 2,924 x 10−17 m2/s, dado o valor de difusividade a 400°C e a energia de ativação para difusão do cobre no sistema. 3. Por fim, calcul
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ATIVIDADE – MOVIMENTO DE ÁTOMOS E ÍONS NOS MATERIAIS

1. Os refratários são usados como envoltórios para conter o metal fundido em fornos de
fabricação de aço. Todavia o aluminossilicato de cálcio um subproduto comum do processo
de fabricação de aço é quimicamente corrosivo aos refratários. Para refratários de alumínio, a
taxa de corrosão é de 2,0 × 10 –8 m/s a 1.425 °C e de 8,95 × 10 –8 m/s a 1.500 °C. Calcule a
energia de ativação para a corrosão desses refratários de alumínio.

Dados:
Taxa (m/s) T (° C ) T (K )
1 −8
2,0 x 1 0 1425 °C 1698,15
2 8,95 x 1 0
−8
1500 ° C 1773,15
Sabe-se que:
−Q
taxa=C 0 e RT

Assim,
−Q
RT 1
taxa1 =C0 e
−Q
RT 2
taxa2 =C0 e

Aplicando o logaritmo natural, tem-se:

ln
( )
taxa 2
=
(
taxa 1 −Q 1 1

R T1 T2 )
ln
( ) (
taxa 1 Q 1 1
= −
taxa 2 R T 2 T 1 )
ln ( −8 )
2,0 x 10−8 m/ s
=
Q 1
− (1
8,95 x 10 m/ s 8,314 J /mol . K 1773,15 1698,15
K )
−1,4985 J
Q= =500182,9
−2,995 ∙ 10−6
mol

2. A energia de ativação para a difusão do cobre em um sistema é de 195 kJ/mol sendo que a
difusividade do cobre em uma liga de bronze comercial é de 10–20 m2/s a 400 °C. Calcule a
difusividade a 600 °C.

−Q
Sabe-se que: D=D e RT
0
 400ºC (673,15 K)

( )
−195000 J /mol
10−20 m2 / s=D0 ∙exp
J
8,314 ∙ 673,15 K
mol K

10−20 m2 / s
D 0=
7,3786 ∙ 10−16
−5
D0=1,3552 ∙ 10 m² / s

 Para a temperatura de 600ºC (873,15 K)

( )
−5 −195000 J /mol
D=1,3552 ∙ 10 m² /s ∙ exp
J
8,314 ∙ 873,15 K
mol K

D=1,3552 ∙ 10−5 m² /s ∙ 2,158∙ 10−12


−17
D=2,924 x 10 m ²/s

3. Em uma refinaria é utilizado uma lâmina de paládio para realizar a purificação do


hidrogênio por difusão. Caso os Engenheiros químicos utilizem uma lâmina de 5 mm de
espessura com área de 0,2 m2 a 500°C e considerando o coeficiente de difusão do hidrogênio
no paládio a 500°C como sendo 10-8 m2 /s de maneira que as concentrações de hidrogênio nos
dois lados da lâmina são respectivamente: 2,4 e 0,6 kg/m 3. É observado que o estado
estacionário foi atingido logo calcule a quantidade de hidrogênio que passa pela placa em 1
hora.

Como o processo ocorre em regime estacionário e em uma única direção, a primeira lei de
Fick pode ser utilizada:
dC
J=−D
dx
Assim, tem-se que:
C A −C B
J=−D
x A −x B

( 2,4−0,6 ) kg/ m 3
J=−( 10 m ²/ s )
−8

( 0−0,005 ) m

J=−( 10 m ²/s )−360 kg/m


−8 4

J=3,6∙ 10−6 Kg/m 2 . s

A área é igual a 0,2 m2, então a quantidade de hidrogênio por hora é:


−6 2 2 −3
¿(3,6 ∙ 10 Kg /m . s)(3600 s)(0,2 m ) → 2,592∙ 10 kg/h
A quantidade de hidrogênio que passa pela placa em 1 hora é 2,592 ∙10−3 kg .

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