Alterações do PDM de Ponte de Lima
Alterações do PDM de Ponte de Lima
(GASODUTO)
2) Alterações na planta de ordenamento nas áreas de exploração dos recurso aos procedimentos previstos na lei e referidos no artigo 85.º
recursos geológicos, no que se refere à sua delimitação, com consequente deste Regulamento.
alteração da UOPG 18;
3) Alteração da Planta de Ordenamento do PDM na área do Plano Artigo 5.º
de Urbanização (PU) das Pedras Finas, para expansão do limite da
UOPG de molde a que passe a coincidir com a área de intervenção da Vinculação
proposta daquele PU; 1 — O PDM de Ponte de Lima tem a natureza de regulamento admi-
4) Redefinição das áreas industriais, tendo em vista a manutenção nistrativo e as suas disposições são de cumprimento obrigatório para a
da sua dimensão global, mas reorganizando-as espacialmente a sua Administração Pública e para os particulares.
dimensão, concretamente na UOPG 19 e UOPG 20. 2 — As disposições contidas neste Regulamento devem, contudo, ser
entendidas sem prejuízo das atribuições e das competências que a lei
Nos termos da alínea d) do n.º 4 do artigo 148.º do RJIGT, publi- comete às demais entidades de direito público.
cam-se em anexo ao presente Aviso, o Regulamento do Plano Diretor
Municipal de Ponte de Lima, as Plantas de Ordenamento e as Plantas Artigo 6.º
de Condicionantes.
Composição do PDM
5 de março de 2012. — O Presidente da Câmara Municipal, Eng. Victor
Mendes. 1 — O PDM é constituído pelos seguintes elementos:
a) Regulamento;
CERTIDÃO b) Planta de Ordenamento (cinco folhas), à escala de escala 1:10 000;
c) Planta de Condicionantes (cinco folhas), à escala de escala 1:10 000,
acompanhada dos seguintes anexos que dela fazem parte integrante:
--------- DR. ABEL LIMA BATISTA, PRESIDENTE DA ASSEMBLEIA c.1 — Anexo I à Planta de Condicionantes — Áreas Florestais per-
MUNICIPAL DE PONTE DE LIMA, CERTIFICO: ------------------------------------------
--------- Que na sessão ordinária da Assembleia Municipal de Ponte de Lima realizada
corridas por Incêndios;
no dia dezassete de dezembro de dois mil e onze.--------------------------------------------- c.2 — Anexo II à Planta de Condicionantes — Classe Alta e Muito
---------- Alínea g), Ponto 3 da Ordem de Trabalhos, Discussão e votação de “Revisão Alta da Carta de Perigosidade de Incêndio Florestal.
do PDM”, foi aprovada por maioria, com duas abstenções.-----------------------------------
---------- Por ser verdade e me ter sido pedida passo a presente Certidão.------------------- 2 — O PDM é acompanhado por:
--------- Paços do Concelho de Ponte de Lima e Assembleia Municipal, nove de janeiro
de dois mil e doze.----------------------------------------------------------------------------------- a) Planta de Enquadramento, desdobrada em:
1) Enquadramento Regional e PRN 2000, à escala de 1:100 000;
2) Enquadramento Sub-Regional (extrato da Planta de Ordenamento
do PROTAM 1995), à escala de 1:50 000;
3) Enquadramento Municipal (Planta de Ordenamento do PDM de
O Presidente da Assembleia Municipal, Ponte de Lima 1995), à escala de 1:25 000;
Abel Lima Batista
b) Planta da Situação Existente, desdobrada em:
CAPÍTULO I 1) Análise da Fotografia Aérea (cinco folhas), à escala de 1:10 000;
2) Rede Viária, Redes de Infraestruturas de Abastecimento e Drenagem
Disposições gerais (cinco folhas), à escala de 1:10 000;
3) Equipamentos. Património Cultural. Oferta Turística (cinco folhas),
Artigo 1.º à escala de 1:10 000;
Objetivo e âmbito
c) Relatório, incluindo o Programa de Execução e o Plano de Finan-
1 — O presente Regulamento, a Planta de Ordenamento e a Planta ciamento e um Ficheiro do Património Arqueológico e Arquitetónico.
de Condicionantes estabelecem as regras e orientações a que deverá
obedecer a ocupação, uso e transformação do solo no âmbito do Plano Artigo 7.º
Diretor Municipal de Ponte de Lima (Revisão), adiante designado sim-
plesmente por PDM. Definições
2 — As disposições contidas no presente Regulamento aplicam-se à Para efeitos de exclusiva aplicação deste Regulamento, são adotadas
totalidade do território do concelho de Ponte de Lima, tal como este se as seguintes definições:
encontra definido nas Plantas referidas no número anterior. 1) «Área de Paisagem Protegida» — é uma zona com característi-
cas naturais de relevante interesse, onde se verifica a ocorrência de
Artigo 2.º espécies florísticas e faunísticas ameaçadas ou raras e que, de acordo
Regime com o disposto no Decreto-Lei n.º 19/93 de 23 de janeiro, merece um
reconhecimento especial em termos do seu ordenamento;
Quaisquer ações de iniciativa pública, privada ou cooperativa a realizar 2) «Biótopo» — é o espaço vital de uma comunidade biótica consti-
na área de intervenção do PDM e que tenham como consequência ou tuída por organismos associados entre si numa área determinada;
finalidade a ocupação, uso ou transformação do solo, ficam obrigato- 3) «Cércea» — é o número máximo de pisos ou a dimensão vertical máxima
riamente sujeitas ao disposto no presente Regulamento. da construção, medidos em qualquer uma das fachadas do edifício, incluindo
a do tardoz, independentemente do alçado se apresentar cego ou vazado;
Artigo 3.º 4) «Domínio Hídrico» — são os leitos e margens das águas correntes,
sobre as quais se impõem determinadas servidões administrativas;
Omissões e aplicação supletiva 5) «Ecossistema» — é um conjunto interligado de ocorrências físicas
A qualquer situação não prevista nas presentes disposições regula- e organismos biológicos que caracterizam determinada área, vulnerável
mentares aplicar-se-á o disposto na demais legislação vigente. por rutura do seu equilíbrio;
6) «Estudo de Impacte Ambiental» — geralmente designado EIA,
é um estudo que contém informações sobre um projeto e sobre a sua
Artigo 4.º
incidência na área onde se leva a efeito, de forma direta ou reflexa, a
Vigência e revisão do PDM curto e a longo prazo, tendo em conta as suas componentes biofísicas e
sócio-económicas e as suas inter-relações;
1 — O PDM de Ponte de Lima (revisão) entra em vigor no dia seguinte 7) «Índice de Afetação do Solo» — também designado Índice de
ao da sua publicação no Diário da República, podendo, a partir do 3.º ano Implantação, é a relação entre a área de implantação da construção,
da sua vigência, ser revisto sempre que a Câmara Municipal de Ponte incluindo os edifícios anexos, e a área da parcela ou lote onde se verifica
de Lima considere que se tornaram inadequadas as disposições que ele a edificação;
consagra e, obrigatoriamente, de acordo com a legislação vigente, quando 8) «Índice de Utilização do Solo» — também designado Índice de
decorrido o prazo de 10 anos após a sua entrada em vigor. Construção, é a relação entre o somatório das áreas dos pavimentos a
2 — A Câmara Municipal deverá proceder a uma avaliação bienal da construir acima e abaixo da cota de soleira, excluindo cave quando esta
sua atualidade e implementação, com o objetivo de o ajustar à dinâmica se destinar exclusivamente a estacionamento, e a área da parcela ou lote
evolutiva do concelho e a novas oportunidades de investimento, pelo onde se verifica a edificação;
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9) «Índice de Arborização» — é a relação entre a área arborizada, b) Destruir o revestimento vegetal ou alterar a morfologia natural
considerada como área coberta pelas copas das árvores com diâmetro do terreno;
igual ou superior a 5 metros e a área total do terreno sujeito à arborização; c) Instalar vazadouros, lixeiras, parques de sucata ou quaisquer outros
10) «Intervenção» — de um modo geral enquadra-se nesta designação a depósitos de materiais;
realização de novas construções ou quaisquer obras de demolição, amplia- d) Lançar ou permitir a infiltração de efluentes de esgotos domésticos,
ção, reconstrução ou restauro de edifícios existentes, a criação ou alteração agrícolas ou industriais não previamente tratados ou que constituam
do enquadramento paisagístico ou ambiental, incluindo ações de florestação riscos ambientais.
ou abate de árvores, a abertura ou alteração de arruamentos e de outros
espaços públicos ou privados, qualquer movimento de terra ou redefinição 2 — Na área que constitui o domínio hídrico ou integrada em zo-
do perfil morfológico dos terrenos e a alteração funcional do edificado; nas inundáveis, poderão ser autorizadas, mediante parecer favorável
11) «Margem» — são as faixas contíguas ou sobranceiras à linha que da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte
limita o leito normal dos cursos de água, considerando-se com a largura (CCDR — Norte):
de 30 metros no rio Lima, por se tratar de um curso de água navegável a) A implantação de infraestruturas de interesse público indispensáveis
ou flutuável e de 10 metros nos restantes, nomeadamente em torrentes, ou a realização de obras de beneficiação hidráulica;
barrancos e córregos de caudal descontínuo, por se tratarem de cursos b) A realização de intervenções, incluindo a construção de edifícios
de água não navegáveis nem flutuáveis; justificados como complemento indispensável de outros já existentes
12) «Parcela» — unidade cadastral não resultante de operação de e devidamente licenciados, quando não seja viável outra alternativa,
loteamento; nomeadamente a hipótese de demolir a construção existente para a
13) «Perímetro Urbano» — é a linha que delimita áreas contíguas
reconstruir noutro local.
de solos urbanizados ou cuja urbanização seja possível programar e
de outros que, estando afetos à estrutura ecológica, são necessários ao
equilíbrio do sistema urbano; SUBSECÇÃO I.2
14) «Restrições de Utilidade Pública» — são restrições ao direito de
propriedade que visam a realização de interesses públicos abstratos; Património natural — Recursos geológicos
15) «Servidões Administrativas» — são regras impostas por lei que
condicionam e limitam o direito de propriedade, com vista à prossecução Artigo 11.º
do interesse público; Areias dos rios
16) «Unidade de Cultura» — A unidade de cultura fixada pela lei
geral para a região onde se insere o concelho de Ponte de Lima é 20.000, 1 — No concelho de Ponte de Lima a extração de materiais inertes
5.000 e 20.000 metros quadrados, conforme se refere, respetivamente, nos leitos, margens, zonas inundáveis e zonas adjacentes das águas de
a culturas arvenses em terrenos de regadio, a culturas hortícolas em ter- superfície, quer do domínio público, quer do domínio privado, só poderá
renos de regadio e a terrenos de sequeiro. Nas áreas da RAN, a unidade realizar-se no âmbito de planos específicos a elaborar pelo INAG.
de cultura corresponde ao dobro das referidas; 2 — Poderão ser efetuadas operações de limpeza de detritos acumula-
17) «Unidades Operativas de Planeamento e Gestão» — são espaços dos por cheias em terrenos privados abrangidos pelo Domínio Hídrico,
de intervenção de coerência planeada ou pressuposta, que deverão ser mediante autorização concedida pela CCDR — Norte.
tratados a um nível de planeamento mais detalhado e sujeitas, portanto,
a programas específicos de desenvolvimento; Artigo 12.º
18) «Zona da Estrada» — é a área ocupada pela estrada, abrangendo a
faixa de rodagem, as bermas, as pontes e os viadutos nela incorporados Exploração de Massas minerais e concessões mineiras
e, quando existam, as valetas, os passeios, as banquetas e os taludes e 1 — Sem prejuízo da legislação aplicável, a Câmara Municipal de
os terrenos adquiridos para alargamento da infraestrutura, incluindo Ponte de Lima promoverá a racionalização do exercício da exploração
parques de estacionamento e miradouros adjacentes. de massas minerais e de concessões mineiras, da sua transformação e
comercialização e o cumprimento dos condicionamentos e obrigações
decorrentes dos respetivos processos de licenciamento.
CAPÍTULO II 2 — No âmbito dos procedimentos referidos no número anterior, as
explorações de massas minerais e de concessões mineiras deverão:
Servidões administrativas e restrições
de utilidade pública a) Respeitar as zonas de defesa previstas na legislação;
b) Adotar medidas tendentes à redução do impacte ambiental e à
Artigo 8.º preservação da qualidade do meio envolvente, durante o exercício da
atividade licenciada;
Identificação c) Promover, quando cesse a exploração da atividade, a execução
No território do concelho de Ponte de Lima serão observadas as dis- de medidas de segurança e de recuperação ambiental e paisagística
posições referentes a proteções, servidões administrativas e restrições adequadas, de acordo com a legislação em vigor.
de utilidade pública constantes da legislação em vigor e do presente Re-
gulamento, nomeadamente as assinaladas na Planta de Condicionantes. SUBSECÇÃO I.3
Artigo 9.º Património natural — Áreas de reserva e proteção de solos
Alterações à legislação e de espécies vegetais
A Câmara Municipal de Ponte de Lima atualizará a Planta de Condi- Artigo 13.º
cionantes nos termos da legislação em vigor, sempre que nova legislação
introduza alterações ao regime jurídico das servidões administrativas e Reserva Ecológica Nacional
restrições de utilidade pública de que trata este capítulo do Regulamento. 1 — No concelho de Ponte de Lima, a Reserva Ecológica Nacional,
adiante designada por REN, é constituída pelos seguintes ecossistemas:
SECÇÃO I a) Leitos de cursos de água e zonas ameaçadas pelas cheias;
b) Lagoas, suas margens naturais e zonas húmidas adjacentes;
Conservação do património c) Cabeceiras das linhas de água;
d) Áreas de máxima infiltração;
SUBSECÇÃO I.1 e) Áreas com riscos de erosão.
Património natural — Recursos hídricos 2 — Nas áreas incluídas na REN são proibidas todas as ações que
se traduzam em:
Artigo 10.º a) Obras de urbanização, nomeadamente operações de loteamento,
Domínio hídrico e Zonas inundáveis vias de comunicação e acessos viários, aterros e escavações;
b) Construção ou ampliação de edifícios, excetuando intervenções de
1 — Nos leitos, nas margens e na zona adjacente para cada lado da recuperação que não impliquem a ampliação da área de implantação e
linha de margem, é interdito: da volumetria, o agravamento das condições de impermeabilização dos
a) Implantar edifícios ou realizar obras suscetíveis de constituir obstrução terrenos ou a alteração das condições de uso;
à fluência dos leitos aparente, subterrâneo ou atmosférico das linhas de água; c) Destruição do coberto vegetal.
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1 — Os solos incluídos na Reserva Agrícola Nacional, adiante 1 — Aos imóveis classificados ou em vias de classificação listados
designada por RAN, devem ser exclusivamente afetos a atividades no anexo I deste Regulamento e às respetivas zonas de proteção iden-
tificadas na planta de ordenamento, na planta de condicionantes e na
agrícolas ou de complementaridade agrícola, sendo proibidas todas
planta da situação existente — equipamentos, património cultural, oferta
as ações que, de algum modo, destruam ou diminuam as potenciali-
turística —, aplica-se a disposição da legislação vigente, que sujeita
dades agrícolas que os caracterizam, designadamente as constantes todas as intervenções ao parecer favorável do Instituto Português do
do artigo 8.º do Decreto-Lei n.º 274/92, de 12 de dezembro e ainda Património Arquitetónico ou do Instituto Português de Arqueologia,
as seguintes: conforme a natureza do imóvel em causa.
a) A abertura ou expansão de explorações de inertes ou a sua utilização 2 — Aos imóveis, conjuntos e sítios que venham a ser classificados
como depósito temporário ou definitivo; e às respetivas zonas de proteção e que não estejam identificados na
b) A instalação de parques de sucata, lixeiras e nitreiras e, de um modo planta de ordenamento, na planta de condicionantes e no anexo I deste
geral, de qualquer outro depósito alheio à atividade agrícola; Regulamento, aplicar-se-á também o disposto no número anterior
c) As instalações agropecuárias de caráter industrial. deste artigo.
3 — Na aplicação do disposto nos números anteriores deste artigo,
2 — Excetuam-se da interdição referida no número anterior, mas entende-se por «intervenção» qualquer iniciativa enquadrada na defi-
sem prejuízo de prévio parecer favorável da Comissão Regional da nição contida no artigo 7.º deste Regulamento.
Reserva Agrícola, as intervenções previstas no artigo 9.º do Decreto-Lei 4 — Os projetos de obras nos imóveis classificados ou em vias
n.º 196/89, de 14 de junho, na redação dada pelo Decreto-Lei n.º 274/92, de classificação e na respetiva área de proteção, serão subscritos
de 12 de dezembro. por técnicos especializados de qualidade reconhecida, de acordo
com o disposto neste sentido no Decreto-Lei n.º 205/88, de 16 de
Artigo 15.º junho, podendo ainda a Câmara Municipal exigir a intervenção de
técnicos credenciados com outras especialidades que considere
Rede Natura 2000 necessárias à salvaguarda dos valores culturais e à sua integração
1 — A área demarcada na Planta de Ordenamento e na Planta de Condi- no meio envolvente.
cionantes como Sítio da Rede Natura e integrado no Sítio PTCON00020,
designado «Rio Lima», aplica-se o Decreto-Lei n.º 140/99, de 24 de Artigo 18.º
abril, até à entrada em vigor do plano sectorial previsto na Resolução Património inventariado e classificado
do Conselho de Ministros n.º 66/2001, de 6 de junho, cumprindo-se, a
partir daí, os procedimentos e as normas regulamentares emanados do 1 — Nos imóveis não classificados como património arquitetónico,
diploma que cria o plano sectorial. mas como tal inventariados no anexo II deste Regulamento, e nas áreas
de proteção definidas na planta de ordenamento e na planta da situação
existente equipamentos, património cultural, oferta turística-, as inter-
Artigo 16.º venções a que se refere o n.º 3 do artigo anterior respeitarão o valor e o
Regime florestal significado cultural que lhes está associado, promovendo soluções que
possam constituir um valor acrescentado à sua qualificação arquitetónica
1 — Os terrenos integrados no regime florestal e como tal delimitados e integração paisagística.
na Planta de Condicionantes estão sujeitos à servidão florestal definida 2 — O licenciamento dos projetos que tenham em vista as inter-
na legislação vigente. venções referidas no número anterior, deverá colher o parecer de uma
2 — Às áreas de baldios incluídas no Regime Florestal aplica-se comissão que a Câmara Municipal constituirá para apreciação destas
também o disposto no número anterior. situações durante a vigência do Plano, como garantia de salvaguarda e
valorização do património cultural local.
Artigo 16.º-A 3 — A comissão referida no número anterior integrará pelo menos
um arquiteto, um arquiteto paisagista e um arqueólogo e, quando se
Medidas de defesa da floresta contra incêndios justifique, um sociólogo, podendo ainda a Câmara Municipal solicitar
o parecer de outras entidades de reconhecida competência no conheci-
As edificações, infraestruturas e estruturas de apoio enquadráveis no mento da história local.
regime previsto para as categorias e sub-categorias de espaços inseridas 4 — A Câmara Municipal de Ponte de Lima manterá sempre atu-
em solo rural, terão de cumprir as medidas de defesa contra incêndios alizada a listagem constante dos anexo I e II deste Regulamento,
florestais definidas no quadro legal em vigor e previstas no plano mu- acrescentando-lhes outros valores culturais que venham a ser iden-
nicipal de defesa da floresta contra incêndios (pmdfci), bem como as tificados no âmbito dos trabalhos de reconhecimento e inventariação
que a seguir se definem: que promove, podendo aplicar-lhes as disposições constantes do
a) A construção de edificações para habitação, comércio, serviços e artigo 80.º deste Regulamento.
indústria, fora das áreas edificadas consolidadas, é proibida nos terrenos
classificados nos PMDFCI com risco de incêndio das classes alta ou
muito alta, sem prejuízo das infraestruturas definidas nas redes regionais SECÇÃO II
de defesa da floresta contra incêndios;
b) As novas edificações no espaço florestal ou rural fora das áreas Proteção de infraestruturas e equipamentos
edificadas consolidadas têm de salvaguardar, na sua implantação no
terreno, as regras definidas no PMDFCI de Ponte de Lima ou, se SUBSECÇÃO II.1
este não existir, a garantia de distância à estrema da propriedade de
uma faixa de proteção nunca inferior a 50 m e a adoção de medidas Infraestruturas básicas
especiais relativas à resistência do edifício à passagem do fogo e à
contenção de possíveis fontes de ignição de incêndios no edifício e Artigo 19.º
respetivos acessos.
Sistema de drenagem de esgotos
Artigo 16.º-B 1 — De acordo com a legislação vigente, é interdita a construção ao
Plano regional de ordenamento florestal do Alto Minho longo de uma faixa de 5 m, medida para cada lado do eixo dos emissários
e de 1 m para cada lado do eixo dos coletores.
As normas de intervenção nos espaços florestais, conforme definidos 2 — No espaço não urbano é interdita a plantação de árvores ao longo
nas secções VII, VIII e XIX deste regulamento, são as constantes do de uma faixa de 10 m medida para cada lado do traçado dos emissários
PROFAM, nomeadamente nas respetivas sub-regiões homogéneas aí e coletores, sendo, no espaço urbano e urbanizável, a largura desta faixa
definidas. definida por critérios casuísticos.
9980 Diário da República, 2.ª série — N.º 55 — 16 de março de 2012
c) Cércea máxima — R/C + 1 piso; 5) Qualquer parcela edificável, resulte ou não de operação de lotea-
d) Índice de utilização do solo não limitado; mento, terá a área mínima de 600 m2, exceto na área correspondente no
e) Alinhamento imposto no projeto de loteamento; PU de Freixo, onde este condicionamento não é aplicável;
f) Afastamentos impostos no projeto de loteamento.
b) Na área predominantemente residencial — tipo 2:
1) Tipologia unifamiliar isolada ou geminada, podendo ser também
SECÇÃO III em banda na área correspondente no PU de Ponte de Lima e, no caso do
P. U. de Freixo, uni ou bifamiliar e ainda multifamiliar apenas quando
Aglomerados urbanos abrangidos por planos de urbanização se trate de loteamentos de que resultem pelo menos vinte fogos;
2) Área mínima de parcela ou lote — 600 m2, exceto na área de in-
Artigo 41.º tervenção do P. U. de Ponte de Lima e ainda em todas as situações que
Definição não correspondam a loteamentos de cinco ou menos lotes de habitação
unifamiliar desprovidos de infraestruturas públicas ou coletivas, na área
1 — Aos aglomerados urbanos abrangidos por planos de urbanização de intervenção do P. U. de Freixo, casos em que aquele condicionamento
aplica-se a mesma definição genérica a que se refere o n.º 1 do artigo 37.º não se aplica;
deste Regulamento, mas estão inseridas em áreas que a Câmara Munici- 3) Cércea máxima — R/C + 1 piso, podendo elevar-se a R/c + 2 pisos
pal de Ponte de Lima sujeitou a planos de urbanização, cuja elaboração apenas nas condições referidas na alínea 1) para tipologia multifamiliar
está atualmente em curso. na área correspondente no PU de Freixo;
2 — Os aglomerados urbanos abrangidos por planos de urbanização 4) Índice de Utilização do Solo é apenas limitado na área correspon-
compreendem as seguintes subcategorias de espaços: dente no PU de Ponte de Lima ao valor máximo 0.5, quando se trate de
a) Área predominantemente residencial — tipo 1; operações de loteamento;
b) Área predominantemente residencial — tipo 2; 5) Alinhamento da fachada aferido pela dominância;
c) Área predominantemente residencial — tipo 3; 6) Afastamentos posterior e laterais mínimos definidos no artigo 70.º
d) Área predominantemente residencial — tipo 4; deste Regulamento;
e) Centro histórico de Ponte de Lima;
f) Área de equipamento urbano; c) Na Área predominantemente residencial — tipo 3:
g) Área destinada a iniciativas empresariais. 1) Tipologia unifamiliar isolada, sendo admissíveis os alojamentos
de turismo no espaço rural na área correspondente nos PU de Freixo,
3 — A aplicação das disposições contidas nesta secção do Regula- de Refoios e de Fontão e Arcos;
mento às subcategorias de espaço referidas no número anterior será 2) Área mínima de parcela ou lote — 1200 m2, reduzindo-se a 1000 m2
imediatamente revogada com a entrada em vigor dos planos de urbani- na área correspondente no PU de Ponte de Lima;
zação onde se inserem. 3) Cércea máxima — R/c + 1 piso;
4) Índice de utilização do solo limitado apenas na área correspondente
Artigo 42.º no PU de Ponte de Lima ao valor máximo — 0.2, não podendo contudo
a área máxima de implantação ultrapassar 300 m2 nas áreas correspon-
Usos e atividades dentes nos PU de Correlhã, de Refoios e de Fontão e Arcos;
1 — Às áreas predominantemente residenciais a que se referem as 5) Alinhamento não imposto;
alíneas a), b), c) do n.º 2 do artigo anterior, aplica-se o disposto no 6) Afastamentos posterior e laterais mínimos definidos no artigo 70.º
artigo 38.º deste Regulamento. deste Regulamento;
2 — A área predominantemente residencial, a que se refere a alínea d)
do n.º 2 do artigo anterior, é uma área onde, na generalidade, predomina d) Na área predominantemente habitacional — tipo 4:
a habitação de tipologia multifamiliar e onde se verifica uma concen- 1) Tipologia unifamiliar ou multifamiliar, na generalidade, mas ex-
tração de serviços e comércio, constituindo pólos de centralidade e clusivamente unifamiliar na área correspondente no PU de Fontão e
convivialidade urbana. Arcos, sempre com a possibilidade de usos funcionais mistos, mas
3 — A área de equipamento urbano é uma área destinada a equipa- impondo, no caso do PU de Freixo, a afetação de pelo menos 20 %
mentos coletivos e serviços da Administração Pública, existentes ou a da superfície total de pavimento das novas construções a atividades
prever, podendo ainda incluir instalações complementares às atividades comerciais e de serviços;
principais. 2) Área de parcela ou lote não condicionada, exceto na área corres-
4 — A área destinada a iniciativas empresariais é caracterizada por pondente nos PU de Correlhã, de Refoios e de Fontão e Arcos, onde a
uma ocupação preferencial de construções de uso industrial ou de ar- parcela ou lote têm frente compreendida entre 8 e 15 metros, e profun-
mazenagem, incluindo os serviços afetos a essas atividades. didade entre 23 e 50 metros nos dois primeiros e entre 21 e 50 metros
no último;
Artigo 43.º 3) Cércea máxima — R/C + 3 pisos no P. U. de Ponte de Lima,
R/C + 2 pisos nos PU de Correlhã e de Freixo e R/c + 1 piso nos P.U.
Condições de incompatibilidade de Refoios e de Fontão e Arcos;
A esta categoria de espaço aplica-se o disposto no artigo 39.º deste 4) Índice de utilização do solo apenas limitado na área correspondente
Regulamento. no PU de Ponte de Lima ao valor máximo — 0.8;
5) Nas áreas correspondentes nos PU de Ponte de Lima e de Freixo,
Artigo 44.º os alinhamentos são respetivamente definidos, caso a caso e pela domi-
nância, e nos PU de Correlhã, de Refoios e de Fontão e Arcos por um
Edificabilidade afastamento mínimo de 6 metros à via pública, mas sempre e em qualquer
Nos aglomerados urbanos abrangidos por planos de urbanização caso verificados pela Câmara Municipal de Ponte de Lima;
aplicam-se os parâmetros de edificabilidade seguintes para cada uma 6) Afastamentos posterior e laterais mínimos definidos no artigo 70.º
das subcategorias de espaço: deste Regulamento;
a) Na área predominantemente residencial — tipo 1: e) No centro histórico de Ponte de Lima aplicam-se as disposições
1) Aplicam-se, na generalidade, os mesmos parâmetros definidos no urbanísticas contidas no Plano de Pormenor de Salvaguarda e Reabili-
artigo 40.º deste Regulamento para aglomerados urbanos não abrangidos tação do Centro Histórico de Ponte de Lima;
por planos de urbanização; f) Na área de equipamento urbano, que poderá incluir ainda serviços
2) Tipologia unifamiliar isolada ou geminada, podendo ser também da Administração e áreas de investigação, tecnologia e formação, de
em banda nas áreas correspondentes nos do PU de Freixo, de Fontão e iniciativa pública ou privada e instalações complementares às atividades
Arcos e de Ponte de Lima; principais, consideram-se os condicionamentos específicos do tipo de
3) São admissíveis alojamentos de turismo no espaço rural na área equipamento a implementar, tendo sempre em conta a salvaguarda das
correspondente nos PU de Correlhã, de Refoios e de Fontão e Arcos; servidões administrativas e das restrições de utilidade pública existen-
4) Índice de utilização do solo limitado apenas na área corres- tes, e ainda:
pondente no P.U. de Ponte de Lima ao valor máximo — 0.4, não 1) No que for aplicável, as disposições urbanísticas contidas no ca-
podendo contudo a área máxima de implantação ultrapassar 300 m2 pítulo IV deste Regulamento;
nas áreas correspondentes nos PU de Correlhã, de Refoios e de Fontão 2) Na área correspondente no PU de Freixo, a elaboração de um
e Arcos; plano de pormenor global que respeite um índice máximo de afetação
Diário da República, 2.ª série — N.º 55 — 16 de março de 2012 9983
do solo de 0,3 e um índice mínimo de arborização de 0,5 imposto so- Artigo 48.º
bre o remanescente non aedificandi, abrangendo as áreas de drenagem Edificabilidade
hídrica do solo;
1 — A edificabilidade associada ao campo de golfe de Ponte de Lima,
g) Na área destinada a iniciativas empresariais, para além dos condi- está definida nos projetos de licenciamento e de loteamento dele decor-
cionamentos decorrentes do empreendimento em causa, tem-se em conta: rentes, já aprovados pela Câmara Municipal de Ponte de Lima.
2 — Para o Hipódromo de Ponte de Lima, será elaborado um plano
1) No que for aplicável, as disposições urbanísticas contidas no ca- de pormenor que defina os usos e a edificabilidade associada a este
pítulo IV deste Regulamento; empreendimento, viabilizando-o na perspetiva de um equipamento
2) Na área correspondente no PU de Ponte de Lima, área mínima de turístico, desportivo e cultural, tendo em conta, no que lhe for aplicável,
parcela ou lote de 1000 m2, podendo a Câmara Municipal, quando o as disposições urbanísticas contidas no capítulo IV deste Regulamento.
entenda conveniente, restringir também a sua dimensão máxima; 3 — O Aeródromo de Ponte de Lima será objeto de um plano de
3) Na área correspondente no PU de Freixo, a elaboração de um plano pormenor sujeito a parecer da Direção Geral da Aeronáutica Civil,
de pormenor global que respeite uma área mínima de lote de 1000 m2, cuja edificabilidade se restringe ao mínimo necessário para viabilizar a
afastamentos laterais e posterior mínimos de 7 m e anterior de 10 m, exploração deste equipamento.
cércea máxima de 6 m e índice mínimo de arborização de 0,2 imposto
sobre o remanescente non aedificandi.
SECÇÃO VI
SECÇÃO IV Área predominantemente agrícola
Área industrial ou de armazenagem Artigo 49.º
Artigo 45.º Usos
Definição e Usos 1 — A área predominantemente agrícola destina-se à exploração
agrícola e outras atividades afins ou complementares, nomeadamente a
A área industrial ou de armazenagem é destinada à instalação de em- exploração florestal ou a implementação de equipamentos compatíveis
preendimentos industriais de qualquer classe e de armazéns, permitindo- com a sua natureza edafo-morfológica.
-se a coexistência de serviços e equipamentos relacionados com essas 2 — Esta área abrange solos incluídos na RAN — Reserva Agrícola
atividades, desde que não criem condições de incompatibilidade e es- Nacional e identificados na planta de condicionantes e na planta de
tejam integrados nas condições de edificabilidade exigidas para o local. ordenamento, e outros não sujeitos àquela servidão.
c) Nas situações referidas na alínea anterior, devem ser garantidas as a 8,5 metros, exceto se, por razões técnicas devidamente justificadas,
condições de acesso, integração paisagística e proteção ambiental e o afastamentos posterior e laterais de 50 e 10 m e de 20 m às vias públicas
estacionamento previsto no artigo 75.º deste Regulamento; confinantes e cumprindo, no que se aplique, as disposições contidas no
d) A impossibilidade ou inconveniência da execução de soluções capítulo IV deste Regulamento, nomeadamente o n.º 5 do artigo 76.º
individuais para infraestruturas e tratamento dos efluentes, constitui e o artigo 77.º
motivo de inviabilidade da construção;
2 — A Câmara Municipal de Ponte de Lima, fundamentada no agra-
3 — A Câmara Municipal de Ponte de Lima, fundamentada no in- vamento das condições de acesso, de serviço das infraestruturas de
cumprimento das condições referidas nos números anteriores e quando abastecimento e drenagem, de enquadramento paisagístico ou de pre-
daí resulte prejuízo evidente ao ordenamento do território, pode sempre servação de valores culturais, pode sempre condicionar e até inviabilizar
inviabilizar as construções previstas na alínea anterior. as situações previstas no número anterior.
4 — A execução e manutenção de todas as infraestruturas próprias e
necessárias à construção ficam a cargo dos interessados. Artigo 54.º
Vias e infraestruturas
SECÇÃO VII 1 — Em todas as situações referidas no artigo anterior, devem ser
garantidas as condições de acesso, integração paisagística e proteção
Área predominantemente florestal de produção livre ambiental e o estacionamento previsto no artigo 75.º deste Regulamento.
2 — A impossibilidade ou inconveniência da execução de soluções
Artigo 51.º individuais para infraestruturas e tratamento dos efluentes, constitui
Usos motivo de inviabilidade da construção.
3 — A execução e manutenção de todas as infraestruturas próprias e
1 — Esta área destina-se ao uso florestal, onde são permitidas plan- necessárias à construção ficam a cargo dos interessados.
tações ou sementeiras de espécies de rápido crescimento e de todas as
outras que se adaptem ao ecossistema.
2 — Esta área inclui: SECÇÃO VIII
a) Áreas florestais remanescentes da delimitação da área florestal de
produção condicionada; Área predominantemente florestal de produção condicionada
b) Áreas florestais de complementaridade agrícola não incluídas na
RAN e na REN. Artigo 55.º
Usos
3 — Os proprietários, autarquias e outras entidades que detenham a
administração destes terrenos confinantes com as áreas florestais, ado- 1 — Esta área destina-se ao uso florestal, condicionado à exploração
tarão medidas preventivas de redução do risco de incêndio, de acordo intensiva dos solos, não sendo permitidas quaisquer construções, exceto
com legislação em vigor, conforme o previsto artigo 16-A. quando destinadas à prevenção e combate de fogos florestais e com
4 — Nos terrenos desta área devastados por incêndios não é permi- aprovação das entidades competentes.
tida a alteração do uso, designadamente a edificabilidade, num prazo 2 — Nesta área aplica-se o disposto no n.º 3 do artigo 51.º deste
de 10 anos decorrido sobre essa ocorrência, aplicando-se a legislação Regulamento.
vigente que regulamenta estas situações. 3 — Nos terrenos desta área devastados por incêndios não é permitida
a alteração do seu uso e proceder-se-á ao seu repovoamento florestal.
Artigo 52.º
Artigo 56.º
Utilização de espécies florestais de rápido crescimento
Condicionamentos à mobilização e exploração florestal
A utilização destas espécies fica submetida à legislação específica
em vigor. Nesta área não são permitidas mobilizações do solo suscetíveis de
promover ou aumentar o seu grau de erosão e degradação, observando-
Artigo 53.º -se as seguintes disposições:
Edificabilidade a) As mobilizações mecânicas do solo constarão apenas de ripagens
simples segundo as curvas de nível;
1 — Na área predominantemente florestal de produção livre não são b) A aplicação de cortes rasos deverá ser feita de forma a minimizar
permitidas operações de loteamento, admitindo-se, apenas em situações os riscos de erosão, pelo que não deverão ter uma largura superior
compatíveis e previstas em plano de gestão florestal aprovado pela au- a 150 m medida na direção do maior declive, permanecendo faixas
toridade florestal nacional, construções nas situações seguintes: paralelas com 50 m de largura sem cortar durante, pelo menos, cinco
a) De apoio à exploração florestal ou à atividade pastorícia, com anos;
10 000 m2 de área mínima de parcela, cércea inferior a 4,5 metros c) As ações de repovoamento florestal, nomeadamente de adensamento
apenas excedida por razões técnicas devidamente justificadas, índice de falhas e clareiras, devem visar uma floresta de proteção, com implan-
de afetação do solo inferior a 0,01 até um máximo de 500 m2 e a tação de povoamentos mistos de espécies autóctones e serem feitas à cova
manutenção da arborização do remanescente no mínimo de 60 % da ou sementeira ao «covacho», nas zonas de maior risco de erosão.
área total da parcela;
b) Para fins de indústria agroflorestal, com 25 000 m2 de área mínima
de parcela, cércea inferior a 7,5 metros apenas excedida por razões SECÇÃO IX
técnicas devidamente justificadas, índice de afetação do solo inferior
a 0,02 até um máximo de 1000 m2, manutenção da arborização do re- Área predominantemente florestal estruturante
manescente no mínimo de 50 % da área total da parcela e a garantia de
soluções de todas as questões ambientais nomeadamente de depuração Artigo 57.º
e tratamento dos efluentes; Usos
c) Para fins habitacionais de apoio à atividade florestal, com uma
moradia unifamiliar de cércea igual ou inferior a dois pisos e servida 1 — A área predominantemente florestal estruturante destina-se ao
por via pública, 10 000 m2 de área mínima de parcela, área bruta de uso florestal, visando fundamentalmente a conservação dos maciços
construção não superior a 250 m2 e a manutenção da arborização do arborizados que estruturam e compartimentam a paisagem, constituindo
remanescente no mínimo de 60 % da área total da parcela, respeitando referências fundamentais para o seu equilíbrio e desempenhando uma
os afastamentos e regras de segurança aplicáveis definidos pelas nor- ação estabilizadora importante como fatores naturais de regularização
mas em vigor; climática.
d) Para empreendimentos turísticos sancionados pela Tutela, com 2 — Nesta área não é permitido o fracionamento de parcelas de área
10 000 m2 de área mínima de parcela, cércea igual ou inferior a dois inferior à unidade mínima de cultura legalmente fixada.
pisos, índice máximo de utilização do solo de 0,1 e a manutenção 3 — Nesta área aplica-se o disposto no n.º 3 do artigo 51.º deste
da arborização do remanescente no mínimo de 60 % da área total da Regulamento.
parcela; 4 — Aos terrenos desta área devastados por incêndios aplica-se o
e) Para fins industriais e de armazenagem conexos com a atividade disposto no n.º 4 do artigo 51.º deste Regulamento e proceder-se-á ao
florestal, com 25 000 m2 de área mínima de parcela, cércea não superior seu repovoamento florestal.
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de estradas, virão a integrar a rede municipal, que têm em comum a UOPG 32 — Plano de Pormenor da Área de Instalações de Pirotecnia
capacidade de assegurar as ligações preferenciais entre os principais aglo- do Formigoso;
merados urbanos e entre estes e os empreendimentos económicos mais UOPG 33 — Plano de Pormenor do Setor de Indústria Vitivinícola
significativos, articulando-se diretamente com a rede estruturante; de Bertiandos/Sá;
c) Rede distribuidora Secundária, constituída pelas vias que integram UOPG 34 — Plano de Pormenor e Reabilitação do Centro Histórico
a rede municipal e por outras não classificadas, mas que igualmente as- de Ponte de Lima;
seguram a interligação entre todos os aglomerados entre si, constituindo UOPG 35 — Plano de Salvaguarda e Reabilitação Urbana de Além
também alternativas às vias da rede distribuidora principal; Ponte.
d) Rede de acesso e penetração local, articulada nas vias distribuidoras
e constituída pelo sistema capilar da rede viária, com características 5 — Tendo em conta a evolução económica e social do concelho e
de arruamentos urbanos ou de caminhos rurais, conforme o espaço de a eventual ocorrência de situações atualmente imprevistas, a Câmara
ordenamento que serve. Municipal de Ponte de Lima poderá considerar a necessidade de definir
outras unidades operativas, para as quais procederá à elaboração de pla-
Artigo 64.º nos municipais de ordenamento de território ou de corrigir a delimitação
das que estão referidas no número anterior nos termos do artigo 85.º
Usos
O espaço-canal definido no artigo anterior destina-se exclusivamente a Artigo 66.º
garantir a mobilidade de pessoas e bens e para salvaguarda da integridade
das funções que desempenha, aplicando-se o disposto no artigo 24.º Afetação de parcelas do território a um uso específico
deste Regulamento. 1 — A Câmara Municipal de Ponte de Lima ou qualquer outra enti-
dade pública pode delimitar ou destinar parcelas do território municipal
à instalação de equipamentos e atividades de interesse público, não
SECÇÃO XV previstas no PDM.
2 — A afetação de uso referida no número anterior só poderá, no en-
Unidades operativas de planeamento e gestão tanto, ser feita por aplicação do disposto no artigo 85.º deste Regulamento
e desde que daí não resulte prejuízo ao ordenamento do território e às
Artigo 65.º servidões e restrições constituídas, nem a contravenção das disposições
Definição e Regime legais e regulamentares de caráter geral aplicáveis.
1 — As unidades operativas de planeamento e gestão correspondem a
espaços de ordenamento ou conjuntos de espaços de ordenamento, para CAPÍTULO IV
os quais devem ser desenvolvidos planos municipais de ordenamento
do território, loteamentos e outras operações urbanísticas. Disposições urbanísticas complementares
2 — Enquanto os instrumentos referidos no número anterior não
entrarem em vigor, a gestão das respetivas unidades operativas para
a ocupação, uso e transformação do solo reger-se-á pelas disposições Artigo 67.º
aplicáveis deste plano diretor municipal sendo estas revogadas pelas Condição geral de edificabilidade
disposições neles contidas, após a aprovação dos mesmos.
3 — Os planos municipais de ordenamento do território referidos no É condição imperativa de edificabilidade, seja qual for o tipo ou
n.º 1 deste artigo estabelecerão o regime de cedências e mecanismos utilização do edifício, a existência de infraestruturas de acesso público,
de perequação compensatória para cada uma das áreas de intervenção. de abastecimento de água, de saneamento e de eletricidade, individuais
4 — São definidas as seguintes Unidades Operativas identificadas ou coletivas, de iniciativa pública ou de iniciativa privada.
na Planta de Ordenamento:
Artigo 68.º
UOPG 1 — Plano de Urbanização de Ponte de Lima;
UOPG 2 — Plano de Urbanização de Freixo; Perímetros urbanos
UOPG 3 — Plano de Urbanização da Correlhã; Os perímetros urbanos dos diversos aglomerados estão definidos na planta
UOPG 4 — Plano de Urbanização de Refoios; de ordenamento e correspondem à delimitação da sua máxima extensão.
UOPG 5 — Plano de Urbanização de S. Martinho da Gandra;
UOPG 6 — Plano de Urbanização de Fontão/S. Pedro de Arcos; Artigo 69.º
UOPG 7 — Plano de Urbanização de Santa Comba/Sá/Bertiandos;
UOPG 8 — Plano de Urbanização de Vitorino das Donas/Facha/Seara; Aplicação dos índices de utilização urbana do solo
UOPG 9 — Plano de Urbanização do Aglomerado Central de Vitorino A área bruta de construção resultante da aplicação dos índices de
de Piães; utilização definidos para as áreas urbanas inseridas em unidades ope-
UOPG 10 — Plano de Urbanização de Feitosa/Fornelos; rativas de planeamento e gestão, enquanto não entrarem em vigor os
UOPG 11 — Plano de Urbanização de S. João da Ribeira/Arca; planos de urbanização respetivos, calcula-se tendo por base apenas a área
UOPG 12 — Plano de Pormenor da Área Industrial da Queijada; aedificandi definida na planta de ordenamento e que resulta da dedução
UOPG 13 — Plano de Pormenor da Área Industrial da Gemieira; à área total do terreno, da que se mantiver na posse do proprietário com
UOPG 14 — Plano de Pormenor do Aglomerado de Padrão — Ca- estatuto de prédio rústico.
lheiros/Cepões;
UOPG 15 — Plano de Pormenor do Bairro dos Aflitos — Arcozelo; Artigo 70.º
UOPG 16 — Plano de Pormenor do Aglomerado Central de Moreira
de Lima; Afastamentos
UOPG 17 — Plano de Pormenor da Expansão Urbana do Sopé de 1 — Em cada parcela ou lote, não havendo outras disposições, os
Santo Ovídio; afastamentos posterior e laterais mínimos são 6 m medidos entre o plano
UOPG 18 — Plano de Pormenor das Pedreiras das Pedras Finas — da fachada posterior da edificação e o limite da parcela ou lote e 5 m
Exploração de Granito; entre os planos laterais e os limites laterais respetivos.
UOPG 19 — Plano de Urbanização das Oficinas de Cantaria das 2 — Os afastamentos mínimos definidos no número anterior, não são
Pedras Finas; aplicáveis a planos de fachadas onde não existam vãos de compartimen-
UOPG 20 — Plano de Pormenor da Área Industrial da Brandara; tos de habitação nem aos anexos edificados de acordo com o disposto
UOPG 21 — Plano de Pormenor da Industrial de Fontão/Arcos; no n.º 1 do artigo 72.º deste Regulamento.
UOPG 22 — Plano de Pormenor da Área Industrial da Seara;
UOPG 23 — Plano de Pormenor do Aglomerado Central de Gondufe;
UOPG 24 — Plano de Pormenor da Área Industrial de Vitorino das Dornas; Artigo 71.º
UOPG 25 — Plano de Pormenor da Área Industrial de Vitorino de Piães; Logradouros
UOPG 26 — Plano de Pormenor da Área Industrial de Anais;
1 — Os logradouros serão ocupados com áreas verdes, sendo neles
UOPG 27 — Plano de Pormenor da Área Industrial de Calvelo;
interdita a construção, exceto nos seguintes casos:
UOPG 28 — Plano de Pormenor da Área Industrial de Arca/Ribeira;
UOPG 29 — Plano de Pormenor do Parque Municipal de Sucatas; a) Pequenos anexos destinados à manutenção do próprio logradouro
UOPG 30 — Plano de Pormenor do Aeródromo de Ponte de Lima; ou ao apoio do edifício principal, desde que esses anexos se conformem
UOPG 31 — Plano de Pormenor do Hipódromo de Ponte de Lima; com o estipulado no artigo 72.º deste Regulamento;
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b) Estacionamento a céu aberto para uso privativo do edifício, devendo, b) A edificação em parcelas não sujeita a loteamento deverá prever,
nestes casos, ser aplicados pavimentos permeáveis ou semipermeáveis; sempre que possível e sem prejuízo do disposto no n.º 6 do artigo 24.º
c) Situações em que a sua manutenção possa gerar insalubridade, deste Regulamento, um lugar de estacionamento no exterior;
nomeadamente nos casos em que os logradouros confinantes já estejam c) Poderão ficar isentas de dotação de estacionamento no exterior dos
ocupados com construções ou em que a topografia do terreno envolvente lotes, as operações de loteamento à face da via pública existente, sempre
determine más condições de fruição do logradouro. que tal se torne manifestamente desadequado ao perfil deste arruamento
e à integridade do seu valor cultural;
2 — A Câmara Municipal de Ponte de Lima poderá licenciar exceções d) Sempre que seja provada a impossibilidade de criação de estacio-
ao disposto neste artigo quando se trate de coletividades ou associações namento público de apoio a equipamentos dentro ou fora do respetivo
reconhecidas que prossigam fins de interesse público ou de assistência lote, é admissível a contabilização da capacidade existente na via pública
social. de acesso para efeitos de viabilização da sua localização;
e) Nos casos referidos nas alíneas anteriores, a Câmara Municipal
Artigo 72.º de Ponte de Lima poderá acordar com os requerentes a forma de ma-
terializar esse estacionamento noutros locais, ou contribuir para a sua
Anexos
resolução por outra entidade, na proporção dos encargos dispensados
1 — Os anexos, entendidos como dependências cobertas nos lotes ou com a isenção admitida no exterior do lote.
parcelas edificáveis em aglomerados urbanos, não incorporadas no edi- 4 — Excetuam-se do n.º 1 deste artigo, os casos em que seja devida-
fício principal e destinadas ao uso particular das habitações, não podem mente justificada a impossibilidade total de criação de estacionamento
exceder a área de 50 m2 por fogo, só poderão ter um piso acima do nível próprio no interior da parcela de novas construções:
do logradouro e o seu pé-direito não poderá exceder 2,3 m.
2 — A Câmara Municipal de Ponte de Lima poderá licenciar exce- a) Por razões de ordem cadastral ou pela insuficiente dimensão da
ções a este artigo, desde que os anexos se destinem ao apoio agrícola parcela, quando se trate da remodelação de edifício existente, sem recurso
ou outras atividades artesanais que não criem as condições de incom- a ampliação da área de implantação;
patibilidade referidas no n.º 1 do artigo 76.º e estejam de acordo com b) Pelo perfil topográfico do terreno ou pela incapacidade dos acessos
a legislação vigente. na execução das manobras respetivas;
3 — A Câmara Municipal de Ponte de Lima poderá também licenciar c) Por gerar alteração contraproducente do equilíbrio da composição
exceções ao disposto neste artigo, quando se trate de coletividades ou arquitetónica ou da integração local do edifício ou conjunto edificado,
associações reconhecidas que prossigam fins de interesse público ou nomeadamente naqueles cujo valor histórico ou cultural justifica cons-
de assistência social. tituir exceção.
no n.º 1 deste artigo, devendo neste caso promover-se a sua transferência 2 — Os depósitos de sucata existentes no concelho deverão ser trans-
para uma área industrial; feridos para o Parque Municipal de Sucatas referido na alínea anterior,
b) Sem prejuízo das disposições do Decreto-Lei n.º 69/2000, de 3 de no prazo estabelecido pela Câmara Municipal para esse efeito.
maio, qualquer intervenção sujeita a licenciamento municipal implica a 3 — Os depósitos, constituídos ou a constituir, para armazenamento
realização de um estudo de impacte ambiental que minimize as situações de materiais e nomeadamente de construção, novos ou usados, só
anómalas existentes, nomeadamente as decorrentes do enquadramento poderão verificar-se com a aprovação da Câmara Municipal de um
paisagístico e das condições de ocupação e uso do logradouro. estudo de impacte ambiental que garanta a não ocorrência de disfun-
ções urbanas e a salvaguarda do enquadramento paisagístico e dos
5 — Quando, por razões excecionais, não for possível viabilizar uma valores culturais locais.
iniciativa empresarial nas áreas industriais previstas, sem prejuízo das
disposições do Regulamento do Licenciamento da Atividade Industrial, Artigo 79.º
anexo ao Decreto Regulamentar n.º 8/2003, de 11 de abril, a Câmara Mu-
Estações de serviço e oficinas de reparação de veículos automóveis
nicipal pode admitir a sua localização no espaço não urbano, desde que:
As estações de serviço e oficinas de reparação de veículos automóveis
a) Se justifique não haver outra alternativa à sua localização e se
não poderão ser instaladas, quer em construções de raiz, quer em espaços
trate de um empreendimento de reconhecido interesse para o desenvol- preexistentes adaptados, se causarem manifesto prejuízo às habitações
vimento económico e social da região, em parecer comprovado pela ou outras atividades próximas, em termos de comodidade, segurança
CCDR — Norte; e salubridade e, de um modo geral, da qualidade do ambiente urbano,
b) Fiquem satisfeitas todas as exigências referidas no n.º 2 deste artigo; ou se os respetivos acessos não estiverem previstos de modo a não
c) O projeto geral seja elaborado por uma equipa multidisciplinar e prejudicarem a fluidez do trânsito.
subscrito por um arquiteto e inclua um projeto de enquadramento paisa-
gístico e de arranjos exteriores elaborado por arquiteto paisagista;
Artigo 80.º
d) Fiquem salvaguardados os valores culturais locais mediante a
apresentação de um relatório elaborado por um arqueólogo. Dotação para equipamentos e espaços
verdes e de utilização coletiva
6 — As novas construções ou reconstruções destinadas a atividades Em loteamentos ou operações urbanísticas que regulamento municipal
industriais, quando não inseridas em áreas industriais, ficam sujeitas às considere de impacte similar, as parcelas de terrenos para a implantação
seguintes disposições: de espaços verdes públicos e equipamentos de utilização coletiva são
a) Não são permitidas construções geminadas nem em banda; cedidas gratuitamente ao domínio público municipal pelo proprietário
b) No interior do respetivo lote ou parcela existirá o espaço necessário e demais titulares de direitos reais, nos termos da lei.
ao movimento de cargas e descargas, bem como ao estacionamento
próprio referido no n.º 1 do artigo 75.º deste Regulamento, sem prejuízo Artigo 81.º
da normal fluência do tráfego nas vias públicas; Salvaguarda do património cultural não inventariado
c) A cércea máxima admitida será de 5 m, exceto se por questões
técnicas devidamente justificadas; A Câmara Municipal de Ponte de Lima procederá, sob qualquer uma
d) Deverá ser assegurado o afastamento mínimo das construções de das formas de plano de pormenor previstas na legislação ou por incor-
10 m aos limites anterior e posterior do lote ou parcela e de 5 m aos poração no regulamento municipal, à delimitação de áreas de proteção
laterais; e salvaguarda de outros valores culturais, não identificados na planta
e) Todos os espaços que não sejam ocupados pelas instalações ou de ordenamento, na planta da situação existente, equipamentos, patri-
arruamentos deverão obrigatoriamente ser objeto de ajardinamento e mónio cultural, oferta turística e nos anexos I e II deste Regulamento,
arborização, a qual será formada por espécies de alto porte ou por ma- mas cuja intervenção se justifique pelo disposto no n.º 4 do artigo 18.º
ciços contínuos quando as instalações se situarem em locais dominantes deste Regulamento.
ou de fácil visualização;
f) Quando os lotes ou parcelas das instalações industriais confinarem Artigo 82.º
com lotes ou parcelas de uso residencial ou afetas a serviços ou equipa- Prevenção e controle da poluição sonora
mentos, deverão aqueles incluir uma faixa verde contínua de proteção
em toda a extensão da confinidade. A elaboração dos planos consignados para as unidades operativas
de planeamento e gestão terá em conta as disposições consagradas no
7 — Não é permitida a constituição de novas situações de coexistência Regulamento Geral do Ruído prevendo, nomeadamente, a salvaguarda
de unidades industriais, à exceção do tipo 4, com habitação, no mesmo das zonas sensíveis e das zonas mistas, dos efeitos decorrentes das
lote ou parcela de terreno, devendo a Câmara Municipal promover atividades ruidosas e o seu enquadramento de acordo com os níveis de
soluções de individualização destas atividades. exposição quantificados no mapa de ruído.
Paço de Siqueiros, em Gondufe — Decreto-Lei n.º 129/77, de 29 de Castro de Pousada (Refoios) — X32
setembro — Y126 Castelo da Ermida (Ribeira) — X33
Penedo de S. Simão (com sepultura medieval), em Refoios de Lima — Castro de S. Simão (Vitorino de Piães) — X37
Decreto-Lei n.º 28/82, de 26 de fevereiro — X80 Castro do Outeiro Seco (Vilar das Almas/Gaifar) — X38
Capela das Pereiras, na vila de Ponte de Lima — Decreto-Lei
n.º 28/82, de 26 de fevereiro — Y52 Povoados da idade do ferro — Castros agrícolas
Castro do Bárrio (Bárrio) — X39
Zonas Especiais de Proteção Castro de Valadares (Calvelo) — X40
Ponte sobre o Lima — Portaria 721/77, pub. no D.R., Série I, n.º 269, Castro de Cadém (Calvelo) — X41
de 21 de novembro Castro de Cepões (Cepões) — X42
Solar de Bertiandos — Portaria 38692, pub. no D.R., Série I-B, n.º 107 Castro do Eirado (Correlhã) — X43
de 9 de maio de 1992 Castro do Calvário (Fojo Lobal) — X44
Santuário de Nossa Senhora da Boa-Morte — pub. no D.R., Série II, Castro da Quinta do Castro (Fornelos) — X45
n.º 219, de 21 de setembro de 1982 Castro de Baixo (Labruja) — X46
Castro de Castelinho (Ribeira) — X47
Castro de Subidade (Vitorino das Donas) — X48
Património em vias de classificação Vestígios castrejos em Crasto (Santa Comba) — X49
17 Edifícios integrados no Bairro das Pereiras, na vila de Ponte de
Lima (aberto em 1980) — Y28 Povoados da idade do ferro — Ocupações especiais
Quinta da Baldrufa (incluindo casa, portal, cruzeiro, fonte, área de cul-
tivo e pinhal), na freguesia de Ponte de Lima (aberto em 1994) — Y112 Vestígios castrejos nas imediações da Capela de S. Cipriano (Facha) — X50
Casa de Abades (incluindo a quinta), em S. Martinho da Gandra
(homologado como V.C. em 1996, mas ainda não publicado) — Y124 Ocupações da época romana e da alta idade média
Quinta e Casa da Laje (incluindo o portão nobre, portal e anexos Vestígios romanos em Massarães (Ardegão) — X51
agrícolas), em S. Pedro de Arcos (aberto em 1993) — Y85 Vestígios romanos e suevos no Paço (Beiral) — X52
Casa de Pombeiro de Sabadão (incluindo o portão e o terreiro), em Vestígios romanos e medievais no lugar da Igreja (Brandara) — X53
Arcozelo (aberto em 1993) — Y73 Vestígios romanos na Quinta do Cardido (Brandara) — X54
Casa das Pereiras (incluindo o jardim e o logradouro), na vila de Ponte Vestígios romanos no lugar da Igreja (Cabaços) — X55
de Lima (aberto em 1998) — Y108 Vestígios romanos e forno medieval na Quinta do Paço (Calheiros) — X56
Igreja de S. João da Ribeira (aberto em 2001) — Y53 Vestígios romanos, túmulos medievais e antigo Convento no lugar
Casa Grande, na Além da Ponte, em Arcozelo (aberto em 2001) — Y148 da Igreja (Calvelo) — X57
Casa do Espírito Santo, na Feitosa (aberto em 2002) — Y149 Vestígios romanos e antigo Convento no lugar da Igreja (Serdedelo) — X58
Vestígios romanos no lugar do Paço (Correlhã) — X59
ANEXO II Vestígios romanos e medievais no lugar da Igreja (Correlhã) — X60
Vestígios de uma «villa» tardo-romana na Quinta do Paço Velho
(Facha) — X61
Património arqueológico inventariado e não classificado
Vestígios castrejos, necrópole e forno cerâmico na Quinta do Paço
(Facha) — X62
(a referência alfanumérica identifica cada situação na peça Vestígios de uma «villa» romana em Prazil/Mende (Facha) — X63
desenhada 4.3 que integra o PDM) Vestígios de uma «villa» romano-medieval no lugar de Maria Velha
(Facha) — X64
Megalitismo Vestígios romanos em Cividades (Facha) — X65
Vestígios romanos em Agras de Gondim (Facha) — X66
Mámua 1 da necrópole megalítica de S. Pedro de Arcos (Arcos) — X1 Vestígios romanos nas imediações da Igreja Paroquial e Quinta da
Mámua 2 da necrópole megalítica de S. Pedro de Arcos (Arcos) — X2 Cancela (Feitosa) — X67
Mámua 3 da necrópole megalítica de S. Pedro de Arcos (Arcos) — X3 Vestígios romanos no Monte dos Medos (Feitosa) — X68
Mámua da Quinta da Inveja (Calvelo) — X4 Vestígios romanos e túmulos alti-medievais no lugar da Igreja (Freixo) — X69
Mámua 1 da Portela (Fojo Lobal) — X5 Vestígios romanos no lugar da Senra (Freixo) — X70
Mámua 2 da Portela (Fojo Lobal) — X6 Vestígios romanos na Portela da Câmboa (Labruja) — X71
Mámua de Santo Amaro (Fornelos) — X7 Vestígios romanos e do Convento medieval na Quinta de Santa Vaia
Vestígios de 3 mámuas em Sendim (Navió/Friastelas/Vitorino de (Gaifar) — X72
Piães) — X8 Vestígios romanos e alti-medievais na Bouça do Cavalo (Moreira) — X73
Mámua de Gaião (Freixo) — X9 Vestígios romanos no Lugar do Bodilhão (Moreira) — X74
Mámua do Sabugueiro (Poiares) — X10 Vestígios romanos na Quinta da Boavista (Moreira) — X75
Mámua da Cruz Vermelha (Rendufe) — X11 Vestígios romanos na Quinta da Carcaveira (Moreira) — X76
Mámua do Campo Novo (Seara) — X12 Vestígios romanos e medievais no lugar da Igreja (Souto de Rebordões) — X77
Mámua de Sanjoanes (Serdedelo) — X13 Vestígios de uma «villa» tardo-romana na Quinta do Paço de Penas
Cista megalítica de Sanjoanes (Serdedelo) — X14 (Refoios) — X78
Vestígios romanos nas imediações da Capela de Santa Eulália
Insculturas (Refoios) — X79
Vestígios romanos no lugar da Igreja (Ribeira) — X81
Pratinhos de Nossa Senhora (St.a Maria de Rebordões) — X16 Vestígios romanos e provável Convento medieval, no lugar de Louredo
Laje com fossetes na Regueira (Vitorino das Donas) — X17 (Sá) — X82
Vestígios romanos na área da Igreja Paroquial e Quinta de Arcelos
Povoados da idade do ferro — Castros tradicionais (Mato) — X83
Vestígios de «villa» tardo-romana (Mato) — X84
Castro de Santo Ovídio/Alto da Telha (Arcozelo) — X18 Vestígios romanos nas imediações do Mosteiro das Donas (Vitorino
Castro de Genço /Castro Pequeno (Calheiros/Refoios) — X19 das Donas) — X85
Castro do Monte Crasto (Anais/Calvelo) — X20 Vestígios alti-medievais nas imediações da Igreja Paroquial (Vitorino
Castro de Nossa Senhora da Conceição (Correlhã) — X21 de Piães) — X86
Castro de S. João do Monte (Correlhã) — X22 Vestígios alti-medievais a sul da aldeia de Paredes (Cepões) — X109
Castro de Vilar (Gondufe) — X23 Vestígios de minas romanas (Vitorino de Piães/Fojo Lobal) — X87
Castro de S. Lourenço da Armada (Gondufe) — X24
Castro e Castelo do Formigoso (Estorãos) — X25
Castro de Santo Estevão (Facha) — X26 Povoados tardo-romanos
Castro de Santa Maria Madalena (Fornelos) — X27 Povoado tardo-romano dePaçô (Freixo) — X89
Castro de S. Cristóvão (Freixo) — X28 Povoado tardo-romano de Vilarinho (Seara) — X90
Vestígios de um castro, em Castelhão (Freixo) — X29 Povoado tardo-romano deNossa Senhora do Barco (Vitorino das
Castro de Cima (Labruja) — X30 Donas) — X91
Castro de S. Simão (Refoios) — X31 Povoado tardo-romano do Sabugueiro (Poiares) — X92
Diário da República, 2.ª série — N.º 55 — 16 de março de 2012 9991
Casa da Quinta das Fontes (Souto de Rebordões) — Y131 José Miranda Novo, assistente operacional e José Francisco Crespo
Casa da Cachadinha (Souto de Rebordões) — Y132 Simão, assistente operacional com a relação jurídica de emprego pú-
Casa do Baganheiro (Queijada) — Y133 blico — contrato por tempo indeterminado, cessaram funções por motivo
Casa de Albergaria (Anais) — Y134 de aposentação, com efeitos a partir de 1 de outubro de 2011 e 1 de
Casas Novas, Capela e cruzeiro (Anais) — Y135 novembro de 2011, respetivamente.
Casa da Torre de Pousada (Calvelo) — Y136
Paço de Merece (Calvelo) — Y137 2 de novembro de 2011. — A Vereadora, Ana Cristina Manteiga.
Casa de Santa Vaia e portão nobre (Gaifar) — Y138 305722159
Casa de Proence (Sandiães) — Y139
Casa de Vermil (Ardegão) — Y140 Aviso n.º 4271/2012
Casa de Estreje (Ardegão) — Y141 Em conformidade com o estipulado na alínea d) do n.º 1 do artº. 37.º
Portão, chafariz e outros vestígios do Convento de Vale de Pereiras da Lei n.º 12-A/2008, de 27 de fevereiro, faz-se público que, Maria
(Arcozelo) — Y145 Francisca Bicho Pinheiro, Assistente Operacional, com a relação jurí-
Casa das Regadas (Arcozelo) Y146 dica de emprego público — contrato por tempo indeterminado, cessou
Casa de Crasto (incluindo os anexos), em S. João da Ribeira — Y151 funções por motivo de aposentação, com efeitos a partir 19 de janeiro
Casa da Quinta da Torre (Poiares) — Y153 de 2012.
8 de fevereiro de 2012. — A Vereadora, Ana Cristina Manteiga.
Identificadores das imagens e respectivos endereços no sítio do SNIT 305736172
(conforme o disposto no artigo 14.º da Portaria n.º 245/2011)
7630 — [Link]
7630 — [Link] MUNICÍPIO DO PORTO
7630 — [Link]
Aviso n.º 4272/2012
7631 — [Link]
7631 — [Link] Primeira correção material do PDM do Porto
7632 — [Link] Rui Rio, Presidente da Câmara Municipal do Porto, nos termos do
7632 — [Link] previsto no artigo 97.º-A, do Decreto -Lei n.º 380/99, de 22 de setembro,
alterado e republicado pelo Decreto -Lei n.º 46/2009, de 20 de fevereiro,
7632 — [Link] torna público que:
7633 — [Link] 1 — A Câmara Municipal do Porto, em reunião realizada em 15 de
7633 — [Link] dezembro de 2009, deliberou efetuar correções materiais ao Plano Diretor
605855315 Municipal do Porto ratificado por Resolução do Conselho de Ministros
n.º 19/2006, publicado no Diário da República. 1.ª série-B, n.º 25 de
3 de fevereiro de 2006.
2 — As correções e retificações foram comunicadas à Assembleia
MUNICÍPIO DE PONTE DE SOR Municipal do Porto e à Comissão de Coordenação Regional do Norte
(CCDRN), em conformidade com o artigo 97.º-A do Regime Jurídico
Declaração de retificação n.º 398/2012 dos Instrumentos de Gestão Territorial (RJIGT).
Nos termos do n.º 2 do artigo 9.º do Regulamento da Publicação 3 — Cumpridos que estão assim os procedimentos legalmente pre-
de Atos no Diário da República, aprovado pelo despacho normativo vistos e uma vez emitido o parecer da CCDR-N, são introduzidas as
n.º 35-A/2008, de 29 de julho, e alterado pelo despacho normativo seguintes correções ao PDM do Porto.
n.º 13/2009, de 1 de abril, declara-se que o aviso n.º 3703/2012, de 1 4 — Os interessados poderão consultar as alterações constantes do
de março, publicado no Diário da República, 2.ª série, n.º 49, de 8 de regulamento e (outros documentos), no site da Câmara Municipal do
março de 2012, saiu com a seguinte inexatidão que, mediante declaração Porto ([Link]) e no site da DGOTDU — Direção — Geral do
da entidade emitente, assim se retifica: Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano ([Link]).
No primeiro parágrafo, onde se lê:
«João José de Carvalho Taveira Pinto, Presidente da Câmara Municipal Regulamento
de Ponte de Sor, torna público que, no âmbito do procedimento de Alteração Os artigos 4.º, 20.º, 37.º e 54.º do regulamento passam a ter a seguinte
do Plano Diretor Municipal de Ponte de Sor, cuja Proposta de Alteração redação:
obteve parecer favorável da CCDR Alentejo, a Câmara Municipal de Ponte
de Sor deliberou, na sua reunião realizada no dia 29 de fevereiro de 2012, «Artigo 4.º
proceder à abertura do período de discussão pública, em conformidade
com o artigo 77.º do Decreto-Lei n.º 380/99 de 22 de setembro, na atual […]
redação do Decreto-Lei n.º 460/2009 de 20 de fevereiro.» Para efeitos de aplicação do presente Regulamento, entende-se por:
deve ler-se: 1) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
2) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
«João José de Carvalho Taveira Pinto, presidente da Câmara Municipal
3) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
de Ponte de Sor, torna público que, no âmbito do procedimento de Alteração
4) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
do Plano Diretor Municipal de Ponte de Sor, cuja proposta de alteração
5) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
obteve parecer favorável da CCDR Alentejo, a Câmara Municipal de Ponte
6) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
de Sor deliberou, na sua reunião realizada no dia 29 de fevereiro de 2012,
7) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
proceder à abertura do período de discussão pública, em conformidade
8) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
com o artigo 77.º do Decreto-Lei n.º 380/99, de 22 de setembro, na atual
9) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
redação do Decreto-Lei n.º 46/2009, de 20 de fevereiro.»
10) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
9 de março de 2012. — O Presidente da Câmara, João José de Car- 11) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
valho Taveira Pinto. 12) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
205854279 13) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
14) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
15) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
16) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
MUNICÍPIO DE PORTALEGRE 17) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
18) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
Aviso n.º 4270/2012 19) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
20) ‘Espaço de colmatação’ o prédio, ou conjunto de prédios con-
Em conformidade com o estipulado na alínea d) do n.º 1 do artº. 37.º tíguos, confinante com uma frente urbana consolidada, situado entre
da Lei n.º 12-A/2008, de 27 de fevereiro, faz-se público que, Francisco dois edifícios existentes (edifícios de referência) cuja distância entre
Diário da República, 2.ª série — N.º 19 — 26 de janeiro de 2018 3325
Alteração ao Plano Diretor Municipal de Ponte Atualização do tarifário dos serviços de abastecimento
de Lima (RERAE) de água, recolha de saneamento
e recolha de resíduos para o ano de 2018
Vítor Manuel Alves Mendes, Presidente da Câmara Municipal de
Avelino Adriano Gaspar da Silva, Presidente da Câmara Municipal
Ponte de Lima. da Póvoa de Lanhoso, torna público, para os devidos efeitos que a As-
Torna público que, sob proposta da Câmara Municipal, a Assembleia sembleia Municipal da Póvoa de Lanhoso, em sessão ordinária realizada
Municipal de Ponte de Lima, aprovou, no dia 23 de dezembro de 2017, no dia 27 de dezembro de 2017, aprovou por maioria, a atualização de
a proposta de alteração ao Plano Diretor Municipal de Ponte de Lima, tarifário dos serviços de abastecimento de água, recolha de saneamento
realizada no âmbito do Decreto-Lei n.º 165/2014, de 5 de novembro e recolha de resíduos para o ano de 2018.
(RERAE). Mais se torna público, que a atualização de tarifário dos serviços de
A alteração ao PDM consistiu numa alteração da Planta de abastecimento de água, recolha de saneamento e recolha de resíduos
Ordenamento, numa área classificada como solo rural que in- para o ano de 2018, será publicada no portal do Município no dia de
tegrava as categorias de “área predominantemente florestal de publicação do presente aviso no Diário da República.
produção condicionada” e de “área predominantemente agrí- 16 de janeiro de 2018. — O Presidente da Câmara Municipal, Avelino
cola não incluída na RAN”, ambas alteradas para “área para Adriano Gaspar da Silva.
exploração de recursos geológicos”, de acordo com estabelecido 311064992
no artigo 59.ª do Regulamento do PDM. Procedeu -se, ainda à
inclusão da “exploração de recursos geológicos” na Planta de
Condicionantes. MUNICÍPIO DE SANTO TIRSO
Assim, em conformidade com o disposto do n.º 2, do artigo 12.º do
Decreto-Lei n.º 165/2014, de 5 de novembro (RERAE) e da alínea g), Edital n.º 108/2018
do n.º 4, do artigo 191.º do Decreto-Lei n.º 80/2015, de 14 de maio
(RJIGT), publicam-se no Diário da República, com as alterações reali-
zadas, a Planta de Ordenamento e a Planta de Condicionantes do PDM Delegação de competências na Junta de Freguesia de Água Longa
para a Gestão do Cemitério
de Ponte de Lima, bem como a deliberação da Assembleia Municipal
e da Capela Mortuária de Água Longa
que aprovou essas alterações.
Dr. Joaquim Barbosa Ferreira Couto, presidente da câmara munici-
12 de janeiro de 2018. — O Presidente da Câmara Municipal, Victor pal de Santo Tirso, torna público, para efeitos do disposto no n.º 2 do
Mendes, Eng. artigo 47.º e artigo 159.º do Código do Procedimento Administrativo,
aprovado pelo DL n.º 4/2015, de 7 de janeiro, e artigo 56.º do Anexo I
da Lei n.º 75/2013, de 12 de setembro, que foi celebrado, no dia 3 de
Deliberação julho de 2016, entre o Município de Santo Tirso e a Junta de Freguesia
de Água Longa o contrato de delegação de competências do município
Para os devidos efeitos certifico que na sessão ordinária da Assem- na junta de freguesia, autorizado por deliberação da assembleia muni-
bleia Municipal de Ponte de Lima, realizada a vinte e três de dezembro cipal de 28 de junho de 2016 (item 19), o qual tem por objeto a gestão
de dois mil e dezassete, no Auditório Rio Lima, foi apresentado no do cemitério e da capela mortuária de Água Longa, nas condições que
Ponto 3. Alínea k) da Ordem de Trabalhos, a proposta de Aprovação constam do contrato de delegação de competências.
da Alteração do Plano Diretor Municipal — Regularização da Am- Mais torna público que o referido contrato encontra-se disponível,
pliação da Pedreira de Granito n.º 4441, denominada Serdedelo”. na íntegra, para consulta, no Edital n.º 4 de 11/1/2018, afixado no edi-
Sujeita a proposta a votação, foi aprovada por maioria com sessenta fício da câmara municipal, na sede da Junta de Freguesia de Água
e oito votos a favor, uma abstenção e três votos contra. Aprovado Longa, bem como na Internet, no sítio institucional desta autarquia,
em minuta. em [Link].
Para constar e devidos efeitos, vai o presente edital ser publicado
29 de dezembro de 2017. — O Presidente da Assembleia Municipal, nos termos legais.
João Evangelista da Rocha Brito Mimoso de Morais. 11 de janeiro de 2018. — O Presidente, Dr. Joaquim Couto.
311063696
c) Execução:
i) O programa desta subunidade executa-se no âmbito planos de por- Pesados:
menor ou em alternativa à não existência por operações de loteamento 1 lug./500 m2 para [Link] a.c., com um mí-
ou de operações de edificação. nimo de 1 lugar/lote (a localizar no interior
do lote)
d) No âmbito da execução da subunidade devem ter-se em conside-
ração os seguintes aspetos: Indústria e/ou arma- Ligeiros:
i) A modelação do terreno e a implantação dos edifícios deve ter em zéns (2) (3).
1 lugar /100 m2 a. c.
atenção os declives naturais do terreno, a sua vegetação e os leitos de
cursos de água que devem ser mantidos ou beneficiados, evitando-se os Pesados:
movimentos de terras que contrariem as melhores condições existentes;
ii) Promover a correta infraestruturação dos sistemas de drenagem de Pesados: 1 lugar/500 m2 a. c., com um mínimo
águas pluviais e de linhas de água, preservando, sempre que possível, de 1 lugar/lote
o seu percurso natural;
iii) (Revogada.) a.c. — Área de construção
(1) Para determinação do estacionamento público, deverá aplicar-se 50 % sobre o cálculo
iv) Dever-se-á instalar postos de abastecimento de energias alternativas do estacionamento privado.
(eletricidade, GPL e biodiesel); (2) Para determinação do estacionamento público, aplicar-se-á 20 % sobre o cálculo do
v) Nos casos em que a área de intervenção da UOPG confine com estacionamento privado.
(3) O número de lugares referidos localiza-se no interior dos respetivos lotes.
espaço florestal integrado nas classes de perigosidade de incêndio flo-
restal muito alta ou alta, deverão ser acauteladas as medidas de defesa
da floresta contra incêndios;
vi) Deverá ser estabelecida uma faixa de gestão da floresta, de acordo Tipo de ocupação Arruamentos
com a legislação em vigor.
4 — SUOPG 4 — Parque Natural e Turístico da Pedra: Comércio e ou Ser- Faixa de rodagem maior ou igual a 6,5 m;
viços (1). Estacionamento maior ou igual a 2,15 m;
a) Objetivos: Passeios maiores ou iguais a 2,2 m.
i) Este parque tem como principal objetivo a valorização ambiental e Indústria e/ou arma- Faixa de rodagem maior ou igual a 7,0 m;
paisagística através da exposição permanente da atividade de desenvol- zéns (2). Estacionamento maior ou igual a 2,5 m;
vida pelos artesãos que se dedicam ao trabalho de cantaria; Passeios maiores ou iguais a 2,2 m.
ii) Preveem-se também as atividades ligadas ao recreio e lazer assim
como o desenvolvimento das infraestruturas e equipamentos de utilização
coletiva destinados ao apoio na utilização recreativa e de lazer. TÍTULO VI
b) Regime: Disposições finais
i) Aplica-se o disposto no artigo 11.º
Artigo 38.º
c) Execução: Vigência
A urbanização e a edificação são enquadradas em Unidade de Exe- O presente plano entra em vigor no dia imediato ao da sua publica-
cução.
ção no Diário da República, e tem um prazo de vigência de 10 anos,
5 — Regularizações no âmbito do Regime Extraordinário de Regu- podendo ser revisto sempre que a Câmara Municipal considere que se
larização das Atividades Económicas (RERAE) tornaram inadequadas as disposições nele consagradas, sem prejuízo
As operações urbanísticas que se enquadrem no Regime Extraor- do disposto na lei.
dinário de Regularização de Atividades Económicas e tenham obtido 611593785
decisão favorável ou favorável condicionada tomada em conferência
decisória, podem ficar dispensadas do cumprimento parcial ou integral, Aviso (extrato) n.º 12730/2018
das prescrições do PU que lhe sejam aplicáveis, nos termos definidos
nas atas das conferências decisórias.
Alteração no âmbito do RERAE ao Plano Diretor Municipal
Artigo 37.º de Ponte de Lima
Parâmetros de dimensionamento do estacionamento Vítor Manuel Alves Mendes, Presidente da Câmara Municipal de
Ponte de Lima.
1 — A largura dos lugares de estacionamento dispostos de forma
longitudinal e ao longo dos passeios deverá ser de 2,0 metros, tendo o Torna público que, sob proposta da Câmara Municipal, a Assembleia
comprimento de cada lugar uma dimensão de referência de 7,00 metros, Municipal de Ponte de Lima, aprovou, no dia 23 de junho de 2018, a
exceto em casos excecionais de aparcamento especialmente criado e alteração ao Plano Diretor Municipal, realizada no âmbito do Decreto-
autorizado para o estacionamento de veículos pesados em que essas -Lei n.º 165/2014, de 5 de novembro (RERAE).
medidas deverão ser ajustadas ao tipo de veículos a permitir. Com a aprovação do Regime Extraordinário de Regularização das
2 — Nas restantes situações cada lugar de estacionamento público Atividades Económicas (RERAE), estabelecido pelo Decreto-Lei
deverá ter como dimensões de referência 2,50 por 7,00 metros, valores n.º 165/2014, de 5 de novembro, alterado pela Lei n.º 21/2016, de 19
variáveis em função da largura do acesso e do ângulo de posicionamento. de julho, foi criado um regime transitório para “regularização de um
3 — A dotação de estacionamento a exigir na execução das subuni- conjunto significativo de unidades produtivas que não dispõem de título
dades operativas de planeamento e gestão previstas será estabelecida de exploração ou de exercício válido face às condições atuais da ativi-
em função da área de construção a edificar, de acordo com o definido dade, designadamente por motivo de desconformidade com os planos
nos quadros seguintes: de ordenamento do território vigentes ou com servidões administrativas
e restrições de utilidade pública” (cf. preâmbulo do RERAE).
No âmbito deste quadro legal, foi prevista a obrigatoriedade da res-
Tipo de ocupação Estacionamento privado petiva entidade competente em razão da matéria proceder à alteração
do instrumento de gestão territorial e/ou da servidão e restrição de
utilidade pública, que determine a desconformidade da atividade em
Comércio e ou Ser- Ligeiros: causa com os mesmos (cf. n.º 1 do artigo 12.º e n.º 2 do artigo 13.º,
viços (1) (3). ambos do RERAE).
1 lugar/50 m2 para establ. com a.c. <500 m2
1 lugar/30 m2 para establ. com a.c. entre 500 m2 Assim, enquadrados pelo disposto no RJIGT, conjugado com o ar-
e 1000 m2 tigo 12.º do RERAE, o Município de Ponte de Lima desencadeou um
1 lugar/25 m2 para establ. com a.c. ≥ 1000 m2 procedimento de alteração do PDM, tendo em vista sanar a descon-
24844 Diário da República, 2.ª série — N.º 170 — 4 de setembro de 2018
Artigo 12.º
CAPÍTULO I
Exploração de Massas minerais e concessões mineiras
Disposições Gerais [...]
Artigo 1.º
SUBSECÇÃO I.3
Objetivo e âmbito
Património natural — áreas de reserva e proteção de solos
[...]
e de espécies vegetais
Artigo 2.º
Artigo 13.º
Regime Reserva Ecológica Nacional
[...] [...]
Artigo 3.º Artigo 14.º
Omissões e aplicação supletiva Reserva Agrícola Nacional
[...] [...]
SUBSECÇÃO II Cemitérios
[...]
Património cultural edificado — valores arqueológicos
e arquitetónicos Artigo 29.º
Artigo 17.º Juntas de freguesia
Artigo 39.º
SECÇÃO VII
Condições de incompatibilidade
[...] Área predominantemente florestal de produção livre
Artigo 52.º
SECÇÃO III
Utilização de espécies florestais de rápido crescimento
Aglomerados urbanos abrangidos por planos de urbanização [...]
Artigo 43.º
Condições de incompatibilidade SECÇÃO VIII
[...]. Área predominantemente florestal de produção condicionada
Artigo 44.º Artigo 55.º
Edificabilidade Usos
[...] [...]
Artigo 56.º
SECÇÃO IV
Condicionamentos à mobilização e exploração florestal
Área industrial ou de armazenagem [...]
Artigo 45.º
Definição e Usos SECÇÃO IX
[...] Área predominantemente florestal estruturante
Artigo 46.º Artigo 57.º
Edificabilidade Usos
[...] [...]
Artigo 58.º
SECÇÃO V
Edificabilidade
Área de grandes equipamentos
Artigo 77.º
SECÇÃO XV
Unidades comerciais de dimensão relevante
Unidades operativas de planeamento e gestão [...]
Artigo 65.º Artigo 78.º
Definição e Regime Recintos para armazenagem de sucata e outros materiais
[...] [...]
Artigo 80.º
CAPÍTULO IV Dotação para equipamentos e espaços
verdes e de utilização coletiva
Disposições urbanísticas complementares
[...]
Artigo 67.º
Artigo 81.º
Condição geral de edificabilidade
Salvaguarda do património cultural não inventariado
[...]
[...]
Artigo 68.º
Artigo 82.º
Perímetros urbanos
Prevenção e controle da poluição sonora
[...] [...]
Artigo 69.º Artigo 83.º
Aplicação dos índices de utilização urbana do solo Construções clandestinas
[...] [...]
Artigo 70.º Artigo 84.º
Afastamentos Cedências em operações de loteamento
[...] [...]
Artigo 86.º nária de 29 de julho de 2018 e que a Câmara Municipal na sua reunião
Repartição de benefícios e encargos associados à construção ordinária de 31 de julho de 2018, deliberaram aprovar o Regulamento
Municipal de Utilização de Zonas de Estacionamento de Duração Li-
[...] mitada de Ponte de Sor.
Para constar e devidos efeitos se lavrou o presente aviso e outros de
Artigo 87.º igual teor que vão ser afixados nos lugares de estilo e será objeto de
divulgação na página eletrónica do Município.
Revogação
21 de agosto de 2018. — O Presidente da Câmara Municipal, Hugo
[...] Luís Pereira Hilário.
Identificadores das imagens e respetivos endereços do sítio do SNIT Regulamento Municipal de Utilização de Zonas
(conforme o disposto no artigo 14.º da Portaria n.º 245/2011) de Estacionamento de Duração Limitada de Ponte de Sor
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611599917 Preâmbulo
Aviso (extrato) n.º 12731/2018 Considerando as intervenções de reabilitação e regeneração urbana
da Zona Central da cidade de Ponte de Sor, que entre outros, tiveram
como objetivo o incentivo aos modos suaves de transporte, alguns muní-
Elaboração da 2.ª revisão do Plano Diretor Municipal cipes, ainda que de forma verbal, sugeriram que no troço compreendido
de Ponte de Lima entre a Rua Damião de Goes/Largo Marquês de Pombal e a Rua Vaz
Vítor Manuel Alves Mendes, Presidente da Câmara Municipal de Monteiro, fosse delimitada essa área como zona de estacionamento
Ponte de Lima, Presidente da Câmara Municipal de Ponte de Lima, torna com duração limitada.
público que, em cumprimento do disposto no artigo 75.º e seguintes do Efetivamente, a Avenida da Liberdade revela-se desde sempre como
Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial, aplicáveis por uma das principais artérias de interligação e distribuição do tráfego em
força do artigo 96.º do mesmo Regime Jurídico, a Câmara Municipal Ponte de Sor. Por sua vez, esse tráfego potenciou a atratividade da área,
deliberou, na reunião pública realizada no dia 30 de julho de 2018, a levando à concentração nessa área e nas limítrofes, nomeadamente o
elaboração da 2.ª Revisão do Plano Diretor Municipal (PDM), num prazo Largo Marquês de Pombal, de serviços e comércio. O sucessivo aumento
de 24 meses, e iniciar um período de participação pública de 30 dias, a de tráfego, associado a alguns hábitos de estacionamento criados têm
contar da publicação do presente Aviso no Diário da República, para contribuído e agravado os problemas de congestionamento de tráfego,
a formulação de sugestões e para a apresentação de informações sobre que se registam em especial no troço entre a Rua Damião de Goes/Largo
quaisquer questões que possam ser consideradas no âmbito deste pro- Marquês de Pombal e a Rua Vaz Monteiro.
cedimento. Não raro, verificam-se naquela referida zona, situações de estacio-
Os interessados poderão consultar a referida deliberação no Balcão namento em segunda fila e estacionamento em cima da passadeira para
Único do Município de Ponte de Lima, sito no edifício dos Paços do peões.
Concelho, nas horas normais de expediente, e na página da Internet do Atento o exposto, justifica-se a reestruturação e reorganização do
Município de Ponte de Lima. estacionamento da zona em questão. Consequentemente, afigura-se
Durante esse período, qualquer interessado, poderá apresentar por como solução mais adequada a delimitação dessa zona como área de
escrito, as suas observações, sugestões ou pedidos de esclarecimento, estacionamento de duração limitada.
dirigidas ao Presidente da Câmara Municipal de Ponte de Lima — Praça Prevê-se assim que a medida a adotar conduzirá a uma necessária
da Republica, 4990 -062 Ponte de Lima, ou por correio eletrónico (ge- rotatividade do estacionamento, permitindo uma mais eficiente reorga-
ral@[Link]). nização do tráfego, por via das alterações que serão introduzidas nos
As participações deverão ser feitas em impresso próprio disponibi- hábitos de estacionamento.
lizado nesses locais. Num raio aproximado de 300 m (à zona central da zona definida)
existem áreas de parque com estacionamento disponível durante grande
21 de agosto 2018. — O Presidente da Câmara Municipal, Eng. parte dos horários de funcionamento do comércio e serviços sedeados,
Vítor Mendes. nomeadamente, no Campo da Restauração.
No cômputo geral, as zonas de estacionamento disponíveis, sem
Deliberação qualquer tipo de restrição, serão as suficientes para cobrir a procura.
Deste modo, a aprovação do presente regulamento visa implementar
5.2 — Revisão do Plano Diretor Municipal — Relatório de Estado uma iniciativa municipal que, em matéria de custos e benefícios, se
do Ordenamento do Território — REOT — Aprovação. A Câmara Mu- prevê que seja financeiramente sustentável.
nicipal deliberou por unanimidade iniciar o procedimento de revisão do O presente regulamento foi objeto de consulta pública nos ter-
Plano Diretor Municipal, nos termos dos artigos 76.º n.º 2, 124.º e 199.º mos da alínea c) do n.º 3 do artigo 100.º do Código do Procedimento
do Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial; aprovar os Administrativo aprovado pelo Decreto-Lei n.º 4/2015 de 7 de janeiro e
termos de referência para a revisão do Plano Diretor Municipal, nos aprovado, pela Assembleia Municipal na sua sessão ordinária realizada
termos e para os efeitos do disposto no n.º 3 do artigo 76.º do Regime a 29 de junho de 2018.
Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial; fixar o prazo de elabo-
ração da revisão do Plano Diretor Municipal em dois anos; promover
o período de participação pública, nos termos dos artigos 6.º e 88.º do
Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial, por um prazo CAPÍTULO I
de trinta dias. Mais deliberou por unanimidade comunicar à CCDR-N,
nos termos do artigo 3.º da Portaria n.º 227/2015, de 10 de setembro, Disposições gerais
o teor da presente deliberação, acompanhada do Relatório de Estado
do Ordenamento Território, devendo solicitar uma reunião preparató- Artigo 1.º
ria; proceder à publicação da presente deliberação, de acordo com o Normas habilitantes
disposto no n.º 1 do artigo 76.º do RJIGT. O Senhor Vereador Dr. Abel
Lima Baptista apresentou declaração de voto, que se anexa à presente O presente regulamento é elaborado ao abrigo do disposto no n.º 2
ata, como documento número dois e se considera como fazendo parte do artigo 70.º do Código da Estrada, alínea rr) do n.º 1 do artigo 33.º da
integrante da mesma. Lei n.º 75/2013 de 12 de setembro, no uso da competência regulamentar
conferida pelo artigo 241.º da Constituição da República Portuguesa,
Reunião de Câmara Municipal de 30 de julho de 2018. — A Chefe alínea k), n.º 1 do artigo 33.º da Lei n.º 75/2013 de 12 de setembro e
de Divisão/DAF, Dr.ª Sofia Velho. Decreto-Lei n.º 81/2006 de 20 de abril.
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Artigo 2.º
Âmbito de aplicação
MUNICÍPIO DE PONTE DE SOR
Para os efeitos do presente regulamento, considera-se estacionamento
de duração limitada todo aquele que ocorre dentro de um espaço de-
Aviso n.º 12732/2018
terminado, na via pública ou em parque e cuja duração é registada por
Hugo Luís Pereira Hilário, Presidente da Câmara Municipal de Ponte dispositivo mecânico ou eletrónico, não podendo exceder um determi-
de Sor, torna público que a Assembleia Municipal na sua sessão ordi- nado período de tempo.
The notice from the municipality of Peniche was about the publication of the homologated final classification list for a recruitment procedure to establish an indefinite public employment contract for an Operational Assistant (Collective Transport Driver). The municipality of Pombal's notice concerned the public discussion on the proposed alteration of a lot within a subdivision, changing typology from T2 to T3 and expanding the construction area . Ponte de Lima's notice was about the approval of the first alteration to its Municipal Master Plan (PDM), affecting the regulation of industrial zones and the delimitation of areas for geological resource exploitation .
Public discussion periods are crucial as they facilitate community involvement in the urban planning decision-making process, ensuring transparency and fostering public consensus. By allowing stakeholders to express opinions or concerns, municipalities can make informed modifications that reflect both technical planning requirements and community interests, thereby promoting more informed and accepted urban development .
The regulations for predominantly forested areas aim to prevent erosion by restricting mechanical soil movements to minimal interventions that follow contour lines. They impose a limitation on the width of deforestation practices and promote reforestation with protective mixed-species forests in high-erosion risk zones. The protected reconversion of burnt areas into forestland with indigenous species supports ecological stabilization and climate regulation .
Municipal constraints that could influence rural parcel developments include infrastructure accessibility, landscape fitting, and adherence to specified environmental protectiveness and cultural value preservation. These factors allow the municipality to adjust or deny development permits, safeguarding infrastructural service access and ecological balance .
Tourism-related constructions on large parcels (minimum area of 10,000 m²) must adhere to a height limit of two stories with a maximum land use intensity of 0.1. At least 60% of the parcel must remain wooded. These conditions apply to projects sanctioned by relevant authorities .
In rural areas, infrastructure development must ensure access, landscape integration, environmental protection, and adherence to parking regulations. Proposals not aligning with these requirements may be rendered unviable. Furthermore, all necessary infrastructure development and maintenance are the responsibility of the proponents, and inadequate waste and effluent management systems can prevent construction approval .
Recent amendments to the Ponte de Lima Municipal Master Plan involved reclassifying rural land initially designated as “predominantly forested for controlled production” and “predominantly agricultural not included in the RAN” to “areas for geological resource exploitation.” This change was officially integrated into planning documents, acknowledging the importance of mineral resource development .
Before allowing construction in predominantly forested areas, the Municipal Council must consider public utility constraints, landscape integration, and natural land infiltration capacity. Even if urbanization appears justified, it must align with the public interest and abide by environmental and planning regulations, especially for designated urban public use areas .
Constructions within the predominantly agricultural area that is included in the Reserva Agrícola Nacional (RAN) require favorable approval from the regional RAN commission. For exceptionally authorized residential constructions, the gross construction area must not exceed 200 m2, with a maximum building height limited to two stories .
The 2011 revision of Ponte de Lima’s Municipal Master Plan introduced several changes, such as altering regulations related to industrial zones, redefining areas for resource exploitation, and modifying plans for the urbanization of Pedras Finas. It also reorganized industrial areas to maintain their overall size while spatially adjusting them. These changes aimed at improving industrial and resource management while expanding urban limits to align with specific urban planning proposals .