100% acharam este documento útil (1 voto)
136 visualizações28 páginas

Alterações do PDM de Ponte de Lima

1) O documento apresenta informações sobre o Plano Diretor Municipal de Ponte de Lima, incluindo a 1a e 2a alterações publicadas em 2012 e 2018. 2) Inclui anexos com áreas atingidas por incêndios em 2018 e mapa de perigosidade de 2015. 3) Fornece detalhes sobre condicionantes do PDM relacionadas a gasodutos.

Enviado por

Cláudia Dantas
Direitos autorais
© All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd
100% acharam este documento útil (1 voto)
136 visualizações28 páginas

Alterações do PDM de Ponte de Lima

1) O documento apresenta informações sobre o Plano Diretor Municipal de Ponte de Lima, incluindo a 1a e 2a alterações publicadas em 2012 e 2018. 2) Inclui anexos com áreas atingidas por incêndios em 2018 e mapa de perigosidade de 2015. 3) Fornece detalhes sobre condicionantes do PDM relacionadas a gasodutos.

Enviado por

Cláudia Dantas
Direitos autorais
© All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd

Praça da República

4990-062 Ponte de Lima

Planta do PDM - Ordenamento


[Link]
(2ª Alteração) Tel: +351 258 900 400
LEGENDA geral@[Link]

PDM de Ponte de Lima:


1ª Alteração publicada pelo Aviso (extrato) n.º 4269/2012 em Diário da República n.º 55, 2.ª Série, de 16 de Março de 2012,
2ª Alteração publicada pelo Aviso (extrato) n.º 1294/2018 em Diário da República n.º 19, 2.ª Série, de 26 de Janeiro de 2018.
Praça da República
4990-062 Ponte de Lima

Planta do PDM - Condicionantes


[Link]
(2ª Alteração)
Tel: +351 258 900 400
LEGENDA geral@[Link]

(GASODUTO)

PDM de Ponte de Lima:


1ª Alteração publicada pelo Aviso (extrato) n.º 4269/2012 em Diário da República n.º 55, 2.ª Série, de 16 de Março de 2012,
2ª Alteração publicada pelo Aviso (extrato) n.º 1294/2018 em Diário da República n.º 19, 2.ª Série, de 26 de Janeiro de 2018.
Praça da República
Planta do PDM - Condicionantes (2ª Alteração) 4990-062 Ponte de Lima
[Link]
(ANEXO I - ÁREAS PERCORRIDAS POR INCÊNDIO 2018)
Tel: +351 258 900 400
LEGENDA geral@[Link]

> PDM de Ponte de Lima:


1ª Alteração publicada pelo Aviso (extrato) n.º 4269/2012 em Diário da República n.º 55, 2.ª Série, de 16 de Março de 2012,
2ª Alteração publicada pelo Aviso (extrato) n.º 1294/2018 em Diário da República n.º 19, 2.ª Série, de 26 de Janeiro de 2018.
> Áreas Percorridas por Incêndios, publicadas pelo ICNF a 5/12/2018 ([Link]/portal/florestas/dfci/inc/info-geo).
Praça da República
Planta do PDM - Condicionantes (2ª Alteração) 4990-062 Ponte de Lima
[Link]
(ANEXO II - PERIGOSIDADE 2015)
Tel: +351 258 900 400
LEGENDA geral@[Link]

> PDM de Ponte de Lima:


1ª Alteração publicada pelo Aviso (extrato) n.º 4269/2012 em Diário da República n.º 55, 2.ª Série, de 16 de Março de 2012,
2ª Alteração publicada pelo Aviso (extrato) n.º 1294/2018 em Diário da República n.º 19, 2.ª Série, de 26 de Janeiro de 2018.
> PMDFCI - Carta de Perigosidade aprovada pelo ICNF em 6/2/2015.
> Decreto-Lei n.º 124/2006 de 28 de Junho, na sua redação atual do Decreto-Lei n.º 14/2019 de 21 de Janeiro.
9976 Diário da República, 2.ª série — N.º 55 — 16 de março de 2012

subdelegada a competência, respetivamente, pelo presidente da câmara MUNICÍPIO DE PENICHE


ou vereador.
Artigo 39.º Aviso (extrato) n.º 4267/2012
Norma revogatória
É revogado o Regulamento Municipal de Toponímia e Numeração de Processo n.º 40/02-10 (2010) — ref.ª D)
Polícia, publicado no apêndice n.º 19 do Diário da República, n.º 30, de
11 de fevereiro de 2005. São revogados quaisquer despachos, posturas Lista unitária de ordenação final
e ou regulamentos em vigor, relativos à toponímia. Nos termos do n.º 6, do artigo 36.º, da Portaria n.º 83-A/2009, de
22 de janeiro, republicada pela Portaria n.º 145-A/2011 de 06 de abril,
Artigo 40.º torno público que foi homologada por meu despacho datado de 07
Entrada em vigor de março de 2012, a Lista Unitária de Ordenação Final, referente ao
Procedimento Concursal Comum de Recrutamento, com vista ao esta-
O presente Regulamento entra em vigor 15 dias após a sua publicação, belecimento de relação jurídica de emprego público, na modalidade de
nos termos legais. contrato de trabalho em funções públicas por tempo indeterminado, para
205858264 ocupação de um posto de trabalho, na Carreira e Categoria de Assistente
Operacional (Motorista de Transportes Coletivos), para exercício de
funções no Departamento de Energia e Ambiente, de acordo com o
MUNICÍPIO DE NELAS Mapa de Pessoal do Município de Peniche para o ano de dois mil e dez,
conforme meu despacho datado de 02 de julho de 2010, cujo aviso de
Aviso n.º 4265/2012 abertura foi publicado na 2.ª série do Diário da República n.º 203, em
19 de outubro de 2010.
Dr.ª Isaura Leonor Marques de Figueiredo Silva Pedro, Presidente da A Lista Unitária de Ordenação Final dos candidatos encontra-se
Câmara Municipal de Nelas: disponível na página eletrónica do Município de Peniche ([Link]-
Torna público, nos termos e para os efeitos do disposto no artigo 118.º, [Link]) e afixada no Átrio do mesmo Município.
do Código do Procedimento Administrativo, aprovado pelo Decreto-Lei
n.º 442/91, de 15 de novembro, alterado pelo Decreto-Lei n.º 6/96, de 7 de março de 2012. — O Presidente da Câmara, António José Ferreira
31 de janeiro, que no dia útil seguinte à publicação do presente aviso Sousa Correia Santos.
no Diário da República entra em vigor a alteração ao Regulamento de 305841301
Trânsito da Vila de Nelas, que foi presente à reunião ordinária desta
Câmara Municipal, realizada em 25 de outubro de 2011 e aprovado pela
Assembleia Municipal de Nelas, em sua sessão ordinária, realizada em MUNICÍPIO DE POMBAL
24 de fevereiro de 2012, que a seguir se transcreve:
«Estacionamento proibido a veículos automóveis ligeiros, entre Aviso n.º 4268/2012
as 09:00 horas e as 19:00 horas, em frente ao Centro Educativo de
Nelas, na Av.ª José Pinto Loureiro, em Nelas». Alteração ao alvará de loteamento n.º 2/87
8 de março de 2012. — A Presidente da Câmara, Isaura Leonor Narciso Ferreira Mota, Presidente da Câmara Municipal de Pom-
Marques Figueiredo Silva Pedro. bal, torna público, nos termos dos artigos 22.º e 27.º, do Decreto-Lei
305844031 n.º 555/99, de 16 de dezembro, na sua atual redação, que está a decorrer,
por um período de 15 dias, a discussão pública relativa ao projeto de
alteração ao loteamento sito em Caseirinhos, freguesia e concelho de
MUNICÍPIO DE ÓBIDOS Pombal, titulado pelo alvará n.º 2/87, requerida pelo proprietário do
lote 18 — Elias Mendes Bicho, residente em Mogadouro de Cima,
freguesia de Santiago da Guarda, concelho de Ansião, que se encontra
Aviso n.º 4266/2012
para aprovação na Câmara Municipal.
A alteração ao lote 18 do alvará de loteamento n.º 2/87, consiste na
Loteamento Municipal — Proposta de alteração alteração da tipologia de T2 para T3 e no consequente aumento da área
das regras de construção e ocupação de construção de 86,50 m2 para 97,80 m2.
dos lotes Urbanização da Cerca — Gaeiras O processo poderá ser consultado na Secção de Urbanismo
desta Câmara Municipal, dentro do horário de expediente (9,00 ho-
Discussão pública ras — 12,30 horas e 14,00 horas — 16,30 horas).
Telmo Henrique Correia Daniel Faria, Presidente da Câmara Municipal 28 de fevereiro de 2012. — O Presidente da Câmara, Narciso Fer-
do Concelho de Óbidos, torna público que a Câmara Municipal na reunião reira Mota, Eng.
realizada a 22 de fevereiro de 2012, aprovou por unanimidade a proposta de 305848244
alteração do loteamento municipal, sito em Cerca, designado por “Urbanização
da Cerca”, freguesia de Gaeiras, do concelho de Óbidos, que consta da alte-
ração das regras e construção e ocupação dos lotes, prevendo-se a construção
de moradias bifamiliares em dois pisos para todos os lotes, assim como, a MUNICÍPIO DE PONTE DE LIMA
possibilidade de edificação/divisão das construções em dois fogos. Mais
deliberou, nos termos do n.º 5 do artigo 7.º do Decreto-Lei n.º 555/99, de 16 Aviso (extrato) n.º 4269/2012
de dezembro na sua atual redação, em conjugação com o artigo 77.º do Decreto-
-Lei n.º 380/99, de 22 de setembro, alterado pelo Decreto-Lei n.º 46/2009 de Primeira alteração ao Plano Diretor Municipal de Ponte de Lima
20 de fevereiro, submeter a referida proposta a discussão pública.
Para o efeito, a proposta de alteração em causa, estará disponível na Victor Manuel Alves Mendes, Presidente da Câmara Municipal de
Secção de Loteamentos e Obras Particulares, no edifício dos Paços do Ponte de Lima: torna público, para os efeitos do disposto no n.º 4 do
Concelho, por um período de 15 dias, com início no dia seguinte à sua artigo 148.º do Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial
publicação na 2.ª série do Diário da República. (RJIGT), aprovado pelo Decreto-Lei n.º 380/99, de 22 de setembro, na
As sugestões e observações tidas por convenientes, deverão ser for- redação dada pelo Decreto-Lei n.º 46/2009, de 20 de fevereiro, que a
muladas por escrito, dirigidas ao Sr. Presidente da Câmara Municipal Assembleia Municipal de Ponte de Lima, na sua sessão ordinária de 17 de
de Óbidos, com endereço no Largo de São Pedro, 2510-086 Óbidos, dezembro de 2011, aprovou por unanimidade, a alteração do Plano Dire-
ou diretamente no Balcão Único desta Câmara Municipal, durante o tor Municipal de Ponte de Lima, mediante proposta da Câmara Municipal
período de expediente. aprovada por unanimidade em reunião do dia 05 de dezembro de 2011.
Para constar se publica o presente aviso e outros de igual teor que A elaboração da alteração ao PDM, tramitada de acordo com o pro-
vão ser afixados nos lugares públicos do costume, publicado no Diário cedimento previsto no artigo 96.º do regime jurídico dos instrumentos
da República e na comunicação social. de gestão territorial, assume um caráter pontual, incidindo sobre os
seguintes aspetos:
1 de março de 2012. — O Presidente da Câmara, Telmo Henrique
Correia Daniel Faria. 1) Alterações no Regulamento do PDM relativamente ao regime das
205856458 UOPG relativas a zonas industriais;
Diário da República, 2.ª série — N.º 55 — 16 de março de 2012 9977

2) Alterações na planta de ordenamento nas áreas de exploração dos recurso aos procedimentos previstos na lei e referidos no artigo 85.º
recursos geológicos, no que se refere à sua delimitação, com consequente deste Regulamento.
alteração da UOPG 18;
3) Alteração da Planta de Ordenamento do PDM na área do Plano Artigo 5.º
de Urbanização (PU) das Pedras Finas, para expansão do limite da
UOPG de molde a que passe a coincidir com a área de intervenção da Vinculação
proposta daquele PU; 1 — O PDM de Ponte de Lima tem a natureza de regulamento admi-
4) Redefinição das áreas industriais, tendo em vista a manutenção nistrativo e as suas disposições são de cumprimento obrigatório para a
da sua dimensão global, mas reorganizando-as espacialmente a sua Administração Pública e para os particulares.
dimensão, concretamente na UOPG 19 e UOPG 20. 2 — As disposições contidas neste Regulamento devem, contudo, ser
entendidas sem prejuízo das atribuições e das competências que a lei
Nos termos da alínea d) do n.º 4 do artigo 148.º do RJIGT, publi- comete às demais entidades de direito público.
cam-se em anexo ao presente Aviso, o Regulamento do Plano Diretor
Municipal de Ponte de Lima, as Plantas de Ordenamento e as Plantas Artigo 6.º
de Condicionantes.
Composição do PDM
5 de março de 2012. — O Presidente da Câmara Municipal, Eng. Victor
Mendes. 1 — O PDM é constituído pelos seguintes elementos:
a) Regulamento;
CERTIDÃO b) Planta de Ordenamento (cinco folhas), à escala de escala 1:10 000;
c) Planta de Condicionantes (cinco folhas), à escala de escala 1:10 000,
acompanhada dos seguintes anexos que dela fazem parte integrante:
--------- DR. ABEL LIMA BATISTA, PRESIDENTE DA ASSEMBLEIA c.1 — Anexo I à Planta de Condicionantes — Áreas Florestais per-
MUNICIPAL DE PONTE DE LIMA, CERTIFICO: ------------------------------------------
--------- Que na sessão ordinária da Assembleia Municipal de Ponte de Lima realizada
corridas por Incêndios;
no dia dezassete de dezembro de dois mil e onze.--------------------------------------------- c.2 — Anexo II à Planta de Condicionantes — Classe Alta e Muito
---------- Alínea g), Ponto 3 da Ordem de Trabalhos, Discussão e votação de “Revisão Alta da Carta de Perigosidade de Incêndio Florestal.
do PDM”, foi aprovada por maioria, com duas abstenções.-----------------------------------
---------- Por ser verdade e me ter sido pedida passo a presente Certidão.------------------- 2 — O PDM é acompanhado por:
--------- Paços do Concelho de Ponte de Lima e Assembleia Municipal, nove de janeiro
de dois mil e doze.----------------------------------------------------------------------------------- a) Planta de Enquadramento, desdobrada em:
1) Enquadramento Regional e PRN 2000, à escala de 1:100 000;
2) Enquadramento Sub-Regional (extrato da Planta de Ordenamento
do PROTAM 1995), à escala de 1:50 000;
3) Enquadramento Municipal (Planta de Ordenamento do PDM de
O Presidente da Assembleia Municipal, Ponte de Lima 1995), à escala de 1:25 000;
Abel Lima Batista
b) Planta da Situação Existente, desdobrada em:
CAPÍTULO I 1) Análise da Fotografia Aérea (cinco folhas), à escala de 1:10 000;
2) Rede Viária, Redes de Infraestruturas de Abastecimento e Drenagem
Disposições gerais (cinco folhas), à escala de 1:10 000;
3) Equipamentos. Património Cultural. Oferta Turística (cinco folhas),
Artigo 1.º à escala de 1:10 000;
Objetivo e âmbito
c) Relatório, incluindo o Programa de Execução e o Plano de Finan-
1 — O presente Regulamento, a Planta de Ordenamento e a Planta ciamento e um Ficheiro do Património Arqueológico e Arquitetónico.
de Condicionantes estabelecem as regras e orientações a que deverá
obedecer a ocupação, uso e transformação do solo no âmbito do Plano Artigo 7.º
Diretor Municipal de Ponte de Lima (Revisão), adiante designado sim-
plesmente por PDM. Definições
2 — As disposições contidas no presente Regulamento aplicam-se à Para efeitos de exclusiva aplicação deste Regulamento, são adotadas
totalidade do território do concelho de Ponte de Lima, tal como este se as seguintes definições:
encontra definido nas Plantas referidas no número anterior. 1) «Área de Paisagem Protegida» — é uma zona com característi-
cas naturais de relevante interesse, onde se verifica a ocorrência de
Artigo 2.º espécies florísticas e faunísticas ameaçadas ou raras e que, de acordo
Regime com o disposto no Decreto-Lei n.º 19/93 de 23 de janeiro, merece um
reconhecimento especial em termos do seu ordenamento;
Quaisquer ações de iniciativa pública, privada ou cooperativa a realizar 2) «Biótopo» — é o espaço vital de uma comunidade biótica consti-
na área de intervenção do PDM e que tenham como consequência ou tuída por organismos associados entre si numa área determinada;
finalidade a ocupação, uso ou transformação do solo, ficam obrigato- 3) «Cércea» — é o número máximo de pisos ou a dimensão vertical máxima
riamente sujeitas ao disposto no presente Regulamento. da construção, medidos em qualquer uma das fachadas do edifício, incluindo
a do tardoz, independentemente do alçado se apresentar cego ou vazado;
Artigo 3.º 4) «Domínio Hídrico» — são os leitos e margens das águas correntes,
sobre as quais se impõem determinadas servidões administrativas;
Omissões e aplicação supletiva 5) «Ecossistema» — é um conjunto interligado de ocorrências físicas
A qualquer situação não prevista nas presentes disposições regula- e organismos biológicos que caracterizam determinada área, vulnerável
mentares aplicar-se-á o disposto na demais legislação vigente. por rutura do seu equilíbrio;
6) «Estudo de Impacte Ambiental» — geralmente designado EIA,
é um estudo que contém informações sobre um projeto e sobre a sua
Artigo 4.º
incidência na área onde se leva a efeito, de forma direta ou reflexa, a
Vigência e revisão do PDM curto e a longo prazo, tendo em conta as suas componentes biofísicas e
sócio-económicas e as suas inter-relações;
1 — O PDM de Ponte de Lima (revisão) entra em vigor no dia seguinte 7) «Índice de Afetação do Solo» — também designado Índice de
ao da sua publicação no Diário da República, podendo, a partir do 3.º ano Implantação, é a relação entre a área de implantação da construção,
da sua vigência, ser revisto sempre que a Câmara Municipal de Ponte incluindo os edifícios anexos, e a área da parcela ou lote onde se verifica
de Lima considere que se tornaram inadequadas as disposições que ele a edificação;
consagra e, obrigatoriamente, de acordo com a legislação vigente, quando 8) «Índice de Utilização do Solo» — também designado Índice de
decorrido o prazo de 10 anos após a sua entrada em vigor. Construção, é a relação entre o somatório das áreas dos pavimentos a
2 — A Câmara Municipal deverá proceder a uma avaliação bienal da construir acima e abaixo da cota de soleira, excluindo cave quando esta
sua atualidade e implementação, com o objetivo de o ajustar à dinâmica se destinar exclusivamente a estacionamento, e a área da parcela ou lote
evolutiva do concelho e a novas oportunidades de investimento, pelo onde se verifica a edificação;
9978 Diário da República, 2.ª série — N.º 55 — 16 de março de 2012

9) «Índice de Arborização» — é a relação entre a área arborizada, b) Destruir o revestimento vegetal ou alterar a morfologia natural
considerada como área coberta pelas copas das árvores com diâmetro do terreno;
igual ou superior a 5 metros e a área total do terreno sujeito à arborização; c) Instalar vazadouros, lixeiras, parques de sucata ou quaisquer outros
10) «Intervenção» — de um modo geral enquadra-se nesta designação a depósitos de materiais;
realização de novas construções ou quaisquer obras de demolição, amplia- d) Lançar ou permitir a infiltração de efluentes de esgotos domésticos,
ção, reconstrução ou restauro de edifícios existentes, a criação ou alteração agrícolas ou industriais não previamente tratados ou que constituam
do enquadramento paisagístico ou ambiental, incluindo ações de florestação riscos ambientais.
ou abate de árvores, a abertura ou alteração de arruamentos e de outros
espaços públicos ou privados, qualquer movimento de terra ou redefinição 2 — Na área que constitui o domínio hídrico ou integrada em zo-
do perfil morfológico dos terrenos e a alteração funcional do edificado; nas inundáveis, poderão ser autorizadas, mediante parecer favorável
11) «Margem» — são as faixas contíguas ou sobranceiras à linha que da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte
limita o leito normal dos cursos de água, considerando-se com a largura (CCDR — Norte):
de 30 metros no rio Lima, por se tratar de um curso de água navegável a) A implantação de infraestruturas de interesse público indispensáveis
ou flutuável e de 10 metros nos restantes, nomeadamente em torrentes, ou a realização de obras de beneficiação hidráulica;
barrancos e córregos de caudal descontínuo, por se tratarem de cursos b) A realização de intervenções, incluindo a construção de edifícios
de água não navegáveis nem flutuáveis; justificados como complemento indispensável de outros já existentes
12) «Parcela» — unidade cadastral não resultante de operação de e devidamente licenciados, quando não seja viável outra alternativa,
loteamento; nomeadamente a hipótese de demolir a construção existente para a
13) «Perímetro Urbano» — é a linha que delimita áreas contíguas
reconstruir noutro local.
de solos urbanizados ou cuja urbanização seja possível programar e
de outros que, estando afetos à estrutura ecológica, são necessários ao
equilíbrio do sistema urbano; SUBSECÇÃO I.2
14) «Restrições de Utilidade Pública» — são restrições ao direito de
propriedade que visam a realização de interesses públicos abstratos; Património natural — Recursos geológicos
15) «Servidões Administrativas» — são regras impostas por lei que
condicionam e limitam o direito de propriedade, com vista à prossecução Artigo 11.º
do interesse público; Areias dos rios
16) «Unidade de Cultura» — A unidade de cultura fixada pela lei
geral para a região onde se insere o concelho de Ponte de Lima é 20.000, 1 — No concelho de Ponte de Lima a extração de materiais inertes
5.000 e 20.000 metros quadrados, conforme se refere, respetivamente, nos leitos, margens, zonas inundáveis e zonas adjacentes das águas de
a culturas arvenses em terrenos de regadio, a culturas hortícolas em ter- superfície, quer do domínio público, quer do domínio privado, só poderá
renos de regadio e a terrenos de sequeiro. Nas áreas da RAN, a unidade realizar-se no âmbito de planos específicos a elaborar pelo INAG.
de cultura corresponde ao dobro das referidas; 2 — Poderão ser efetuadas operações de limpeza de detritos acumula-
17) «Unidades Operativas de Planeamento e Gestão» — são espaços dos por cheias em terrenos privados abrangidos pelo Domínio Hídrico,
de intervenção de coerência planeada ou pressuposta, que deverão ser mediante autorização concedida pela CCDR — Norte.
tratados a um nível de planeamento mais detalhado e sujeitas, portanto,
a programas específicos de desenvolvimento; Artigo 12.º
18) «Zona da Estrada» — é a área ocupada pela estrada, abrangendo a
faixa de rodagem, as bermas, as pontes e os viadutos nela incorporados Exploração de Massas minerais e concessões mineiras
e, quando existam, as valetas, os passeios, as banquetas e os taludes e 1 — Sem prejuízo da legislação aplicável, a Câmara Municipal de
os terrenos adquiridos para alargamento da infraestrutura, incluindo Ponte de Lima promoverá a racionalização do exercício da exploração
parques de estacionamento e miradouros adjacentes. de massas minerais e de concessões mineiras, da sua transformação e
comercialização e o cumprimento dos condicionamentos e obrigações
decorrentes dos respetivos processos de licenciamento.
CAPÍTULO II 2 — No âmbito dos procedimentos referidos no número anterior, as
explorações de massas minerais e de concessões mineiras deverão:
Servidões administrativas e restrições
de utilidade pública a) Respeitar as zonas de defesa previstas na legislação;
b) Adotar medidas tendentes à redução do impacte ambiental e à
Artigo 8.º preservação da qualidade do meio envolvente, durante o exercício da
atividade licenciada;
Identificação c) Promover, quando cesse a exploração da atividade, a execução
No território do concelho de Ponte de Lima serão observadas as dis- de medidas de segurança e de recuperação ambiental e paisagística
posições referentes a proteções, servidões administrativas e restrições adequadas, de acordo com a legislação em vigor.
de utilidade pública constantes da legislação em vigor e do presente Re-
gulamento, nomeadamente as assinaladas na Planta de Condicionantes. SUBSECÇÃO I.3
Artigo 9.º Património natural — Áreas de reserva e proteção de solos
Alterações à legislação e de espécies vegetais
A Câmara Municipal de Ponte de Lima atualizará a Planta de Condi- Artigo 13.º
cionantes nos termos da legislação em vigor, sempre que nova legislação
introduza alterações ao regime jurídico das servidões administrativas e Reserva Ecológica Nacional
restrições de utilidade pública de que trata este capítulo do Regulamento. 1 — No concelho de Ponte de Lima, a Reserva Ecológica Nacional,
adiante designada por REN, é constituída pelos seguintes ecossistemas:
SECÇÃO I a) Leitos de cursos de água e zonas ameaçadas pelas cheias;
b) Lagoas, suas margens naturais e zonas húmidas adjacentes;
Conservação do património c) Cabeceiras das linhas de água;
d) Áreas de máxima infiltração;
SUBSECÇÃO I.1 e) Áreas com riscos de erosão.
Património natural — Recursos hídricos 2 — Nas áreas incluídas na REN são proibidas todas as ações que
se traduzam em:
Artigo 10.º a) Obras de urbanização, nomeadamente operações de loteamento,
Domínio hídrico e Zonas inundáveis vias de comunicação e acessos viários, aterros e escavações;
b) Construção ou ampliação de edifícios, excetuando intervenções de
1 — Nos leitos, nas margens e na zona adjacente para cada lado da recuperação que não impliquem a ampliação da área de implantação e
linha de margem, é interdito: da volumetria, o agravamento das condições de impermeabilização dos
a) Implantar edifícios ou realizar obras suscetíveis de constituir obstrução terrenos ou a alteração das condições de uso;
à fluência dos leitos aparente, subterrâneo ou atmosférico das linhas de água; c) Destruição do coberto vegetal.
Diário da República, 2.ª série — N.º 55 — 16 de março de 2012 9979

3 — Excetuam-se do disposto no número anterior as intervenções SUBSECÇÃO II


previstas no n.º 2 do artigo 4.º do Decreto-Lei n.º 93/90, de 19 de março,
com a redação revista no Decreto-Lei n.º 213/92, de 12 de outubro. Património cultural edificado — Valores arqueológicos e arquitetónicos

Artigo 14.º Artigo 17.º

Reserva Agrícola Nacional Imóveis classificados ou em vias de classificação

1 — Os solos incluídos na Reserva Agrícola Nacional, adiante 1 — Aos imóveis classificados ou em vias de classificação listados
designada por RAN, devem ser exclusivamente afetos a atividades no anexo I deste Regulamento e às respetivas zonas de proteção iden-
tificadas na planta de ordenamento, na planta de condicionantes e na
agrícolas ou de complementaridade agrícola, sendo proibidas todas
planta da situação existente — equipamentos, património cultural, oferta
as ações que, de algum modo, destruam ou diminuam as potenciali-
turística —, aplica-se a disposição da legislação vigente, que sujeita
dades agrícolas que os caracterizam, designadamente as constantes todas as intervenções ao parecer favorável do Instituto Português do
do artigo 8.º do Decreto-Lei n.º 274/92, de 12 de dezembro e ainda Património Arquitetónico ou do Instituto Português de Arqueologia,
as seguintes: conforme a natureza do imóvel em causa.
a) A abertura ou expansão de explorações de inertes ou a sua utilização 2 — Aos imóveis, conjuntos e sítios que venham a ser classificados
como depósito temporário ou definitivo; e às respetivas zonas de proteção e que não estejam identificados na
b) A instalação de parques de sucata, lixeiras e nitreiras e, de um modo planta de ordenamento, na planta de condicionantes e no anexo I deste
geral, de qualquer outro depósito alheio à atividade agrícola; Regulamento, aplicar-se-á também o disposto no número anterior
c) As instalações agropecuárias de caráter industrial. deste artigo.
3 — Na aplicação do disposto nos números anteriores deste artigo,
2 — Excetuam-se da interdição referida no número anterior, mas entende-se por «intervenção» qualquer iniciativa enquadrada na defi-
sem prejuízo de prévio parecer favorável da Comissão Regional da nição contida no artigo 7.º deste Regulamento.
Reserva Agrícola, as intervenções previstas no artigo 9.º do Decreto-Lei 4 — Os projetos de obras nos imóveis classificados ou em vias
n.º 196/89, de 14 de junho, na redação dada pelo Decreto-Lei n.º 274/92, de classificação e na respetiva área de proteção, serão subscritos
de 12 de dezembro. por técnicos especializados de qualidade reconhecida, de acordo
com o disposto neste sentido no Decreto-Lei n.º 205/88, de 16 de
Artigo 15.º junho, podendo ainda a Câmara Municipal exigir a intervenção de
técnicos credenciados com outras especialidades que considere
Rede Natura 2000 necessárias à salvaguarda dos valores culturais e à sua integração
1 — A área demarcada na Planta de Ordenamento e na Planta de Condi- no meio envolvente.
cionantes como Sítio da Rede Natura e integrado no Sítio PTCON00020,
designado «Rio Lima», aplica-se o Decreto-Lei n.º 140/99, de 24 de Artigo 18.º
abril, até à entrada em vigor do plano sectorial previsto na Resolução Património inventariado e classificado
do Conselho de Ministros n.º 66/2001, de 6 de junho, cumprindo-se, a
partir daí, os procedimentos e as normas regulamentares emanados do 1 — Nos imóveis não classificados como património arquitetónico,
diploma que cria o plano sectorial. mas como tal inventariados no anexo II deste Regulamento, e nas áreas
de proteção definidas na planta de ordenamento e na planta da situação
existente equipamentos, património cultural, oferta turística-, as inter-
Artigo 16.º venções a que se refere o n.º 3 do artigo anterior respeitarão o valor e o
Regime florestal significado cultural que lhes está associado, promovendo soluções que
possam constituir um valor acrescentado à sua qualificação arquitetónica
1 — Os terrenos integrados no regime florestal e como tal delimitados e integração paisagística.
na Planta de Condicionantes estão sujeitos à servidão florestal definida 2 — O licenciamento dos projetos que tenham em vista as inter-
na legislação vigente. venções referidas no número anterior, deverá colher o parecer de uma
2 — Às áreas de baldios incluídas no Regime Florestal aplica-se comissão que a Câmara Municipal constituirá para apreciação destas
também o disposto no número anterior. situações durante a vigência do Plano, como garantia de salvaguarda e
valorização do património cultural local.
Artigo 16.º-A 3 — A comissão referida no número anterior integrará pelo menos
um arquiteto, um arquiteto paisagista e um arqueólogo e, quando se
Medidas de defesa da floresta contra incêndios justifique, um sociólogo, podendo ainda a Câmara Municipal solicitar
o parecer de outras entidades de reconhecida competência no conheci-
As edificações, infraestruturas e estruturas de apoio enquadráveis no mento da história local.
regime previsto para as categorias e sub-categorias de espaços inseridas 4 — A Câmara Municipal de Ponte de Lima manterá sempre atu-
em solo rural, terão de cumprir as medidas de defesa contra incêndios alizada a listagem constante dos anexo I e II deste Regulamento,
florestais definidas no quadro legal em vigor e previstas no plano mu- acrescentando-lhes outros valores culturais que venham a ser iden-
nicipal de defesa da floresta contra incêndios (pmdfci), bem como as tificados no âmbito dos trabalhos de reconhecimento e inventariação
que a seguir se definem: que promove, podendo aplicar-lhes as disposições constantes do
a) A construção de edificações para habitação, comércio, serviços e artigo 80.º deste Regulamento.
indústria, fora das áreas edificadas consolidadas, é proibida nos terrenos
classificados nos PMDFCI com risco de incêndio das classes alta ou
muito alta, sem prejuízo das infraestruturas definidas nas redes regionais SECÇÃO II
de defesa da floresta contra incêndios;
b) As novas edificações no espaço florestal ou rural fora das áreas Proteção de infraestruturas e equipamentos
edificadas consolidadas têm de salvaguardar, na sua implantação no
terreno, as regras definidas no PMDFCI de Ponte de Lima ou, se SUBSECÇÃO II.1
este não existir, a garantia de distância à estrema da propriedade de
uma faixa de proteção nunca inferior a 50 m e a adoção de medidas Infraestruturas básicas
especiais relativas à resistência do edifício à passagem do fogo e à
contenção de possíveis fontes de ignição de incêndios no edifício e Artigo 19.º
respetivos acessos.
Sistema de drenagem de esgotos
Artigo 16.º-B 1 — De acordo com a legislação vigente, é interdita a construção ao
Plano regional de ordenamento florestal do Alto Minho longo de uma faixa de 5 m, medida para cada lado do eixo dos emissários
e de 1 m para cada lado do eixo dos coletores.
As normas de intervenção nos espaços florestais, conforme definidos 2 — No espaço não urbano é interdita a plantação de árvores ao longo
nas secções VII, VIII e XIX deste regulamento, são as constantes do de uma faixa de 10 m medida para cada lado do traçado dos emissários
PROFAM, nomeadamente nas respetivas sub-regiões homogéneas aí e coletores, sendo, no espaço urbano e urbanizável, a largura desta faixa
definidas. definida por critérios casuísticos.
9980 Diário da República, 2.ª série — N.º 55 — 16 de março de 2012

Artigo 20.º 5 — Na rede viária de distribuição e penetração local, designadamente


nos caminhos vicinais e em todas as vias não classificadas existentes
Sistema de abastecimento de água e, em particular, nas que constituem as redes locais dos aglomerados,
1 — Nas captações de água para abastecimento dos aglomerados po- deverão manter-se as características viárias que, pela sua expressão,
pulacionais identificadas na planta de condicionantes, deverão respeitar- referenciam e valorizam o espaço rural, sem prejuízo do acesso exigido
-se as zonas de proteção próxima e a distância definidas e condicionadas para todas as parcelas de terreno edificáveis. Neste sentido, a Câmara
na NP 836-1971. Municipal deverá:
2 — Numa faixa de 100 m de largura envolvente dos pontos de cap- a) Manter sempre que possível o traçado e o perfil transversal dessas vias;
tação de água para abastecimento dos aglomerados populacionais, são b) Evitar a definição de um alinhamento enfático das construções;
interditos pontos de poluição bacteriana, tais como coletores e fossas c) Promover a conservação e renovação dos muros de alvenaria de
sépticas e o despejo ou depósito de lixo ou entulho. pedra que delimitam as propriedades;
3 — É interdita a construção ao longo de uma faixa de 5 m medida d) Conservar os pavimentos em calçada existentes, dando-lhes con-
para cada lado do eixo do traçado das condutas de adução ou de adução- tinuidade com recurso a soluções do mesmo tipo, sem prejuízo da co-
-distribuição de água. modidade da circulação rodoviária;
4 — É interdita a construção ao longo de uma faixa de 1 m medida e) Respeitar e fazer respeitar os elementos decorativos que valorizam
para cada lado do traçado das condutas distribuidoras de água. estas vias, nomeadamente pontões, cruzeiros, alminhas, árvores e latadas
5 — No espaço não urbano aplica-se a legislação vigente, que inter- devidamente cultivadas;
dita a plantação de árvores ao longo de uma faixa de 10 m medida para f) Recorrer apenas a soluções pontuais de correção de traçado ou de
cada lado do traçado das condutas de água, sendo, no Espaço Urbano e perfil quando o troço em causa não permita a circulação de veículos
Urbanizável, a largura desta faixa definida por critérios casuísticos. e, nestas circunstâncias, tendo sempre em atenção as recomendações
constantes das alíneas anteriores.
Artigo 21.º
Artigo 25.º
Linhas elétricas de média e alta tensões
Telecomunicações
Deverá ser dado cumprimento às limitações ao uso do solo na vizinhança
de linhas de alta e média tensões, de acordo com a legislação vigente. 1 — Carecem do parecer do Instituto das Comunicações de Portu-
gal, as intervenções previstas na legislação vigente sobre a matéria, a
realizar nas zonas de libertação e nas zonas de desobstrução dos feixes
Artigo 22.º hertzianos entre o Centro Radioelétrico da Serra de Arga e os de Pare-
Gasodutos des de Coura, Ponte da Barca e Ponte de Lima, definidos na planta de
condicionantes do PDM.
Deverá ser dado cumprimento às limitações ao uso do solo na vizi- 2 — É aplicável o mesmo procedimento referido no número anterior
nhança do gasoduto para o transporte do gás natural, de acordo com a às zonas de libertação e de desobstrução dos feixes hertzianos entre o
legislação vigente. Centro Radioelétrico da Serra de Arga e os do Porto e Braga, definidos
também na planta de condicionantes do PDM, não obstante não haver
Artigo 23.º ainda regulamentação específica sobre estas servidões.
Aterro sanitário
Deverá a Câmara Municipal de Ponte de Lima, como operador dos SUBSECÇÃO II.3
processos de exploração da lixeira municipal e seu encerramento defi- Equipamentos
nitivo como aterro sanitário, cumprir as determinações constantes do
respetivo projeto de selagem, durante o período definido para acompa- Artigo 26.º
nhamento e controle, conforme recomenda a Diretiva 97/C 156/08/CEE,
do Conselho, de 24 de maio de 1997. Edifícios escolares
1 — O afastamento de novas construções aos edifícios escolares
SUBSECÇÃO II.2 existentes ou previstos, ou a qualquer das suas dependências urbanas
ou rurais, rege-se pelo disposto no Decreto-Lei n.º 37575, de 8 de ou-
Infraestruturas de transportes e comunicações tubro de 1949.
2 — A Câmara Municipal de Ponte de Lima, em situações justificadas
Artigo 24.º pelos planos municipais de ordenamento do território a realizar nas uni-
dades operativas previstas neste Plano, poderá solicitar à CCDR — Norte
Rede rodoviária a criação de zonas de proteção específica, a definir caso a caso.
1 — A rede rodoviária classificada como espaço-canal está identi- 3 — Na área territorial não inserida em unidades operativas e, como
ficada na planta de ordenamento e compreende as vias incluídas no tal, não abrangida pelos planos municipais de ordenamento do território
Plano Rodoviário Nacional, as estradas nacionais não incluídas no previstos, a Câmara Municipal, ouvida a Comissão a que se referem os
Plano Rodoviário Nacional, toda a rede municipal existente e prevista números 2 e 3 do artigo 18.º deste Regulamento, poderá condicionar a
edificabilidade na envolvência dos equipamentos escolares até à distân-
e outras vias não classificadas que desempenham papel determinante na
cia de 50 m, quando estiver em causa a salvaguarda da sua integridade
acessibilidade ou na estruturação dos aglomerados urbanos. cultural, ambiental ou funcional.
2 — A rede rodoviária está hierarquizada em quatro níveis na planta
de ordenamento, de acordo com a função que as vias desempenham no
Artigo 27.º
serviço das diversas atividades no concelho de Ponte de Lima.
3 — Nas estradas incluídas no PRN 2000 e em outras que venham Hospitais e centros de saúde
a ser classificadas: Sem prejuízo do cumprimento da legislação aplicável para estes
a) As distâncias estipuladas para os afastamentos das construções equipamentos, aplica-se o disposto nos [Link] 2 e 3 do artigo 26.º deste
deverão respeitar os Decretos-Lei n.º 13/71, de 23 de janeiro, 13/94, de Regulamento.
15 de janeiro, 294/97, de 24 de outubro, e 234/2001, de 28 de agosto, e
demais legislação em vigor; Artigo 28.º
b) As construções ficarão condicionadas, para além da zona non aedifi- Cemitérios
candi, ao estipulado no Decreto-Lei n.º 292/2000, de 14 de novembro.
Sem prejuízo do cumprimento da legislação aplicável para estes
4 — Tendo em conta o disposto na Lei n.º 2110, de 19 de agosto de equipamentos, aplica-se o disposto nos [Link] 2 e 3 do artigo 26.º deste
1961, são consideradas zonas non aedificandi: Regulamento.
a) Nas Estradas Municipais (EM) — 8 m para cada lado do eixo Artigo 29.º
da via;
b) Nos Caminhos Municipais (CM) — 6 m para cada lado do eixo Juntas de freguesia
da via; Sem prejuízo do cumprimento da legislação aplicável para estes
c) Nos caminhos vicinais e, de um modo geral, em todas as vias não equipamentos, aplica-se o disposto nos [Link] 2 e 3 do artigo 26.º deste
classificadas existentes — 4 m para cada lado do eixo da via. Regulamento.
Diário da República, 2.ª série — N.º 55 — 16 de março de 2012 9981

Artigo 30.º d) Área predominantemente florestal estruturante;


e) Área para extração e transformação de granitos;
Igrejas e capelas
f) Área de paisagem protegida das lagoas de Bertiandos e de S. Pedro
Sem prejuízo do cumprimento da legislação aplicável para estes de Arcos;
equipamentos, de natureza pública ou privada, com culto permanente g) Área arborizada para proteção de ecossistemas;
ou temporário, aplica-se o disposto nos [Link] 2 e 3 do artigo 26.º deste h) Área arqueológica.
Regulamento.
Artigo 36.º
Artigo 31.º
Espaço-Canal
Produtos explosivos
1 — O Espaço-canal corresponde a corredores de infraestruturas
1 — A Câmara Municipal de Ponte de Lima providenciará para que rodoviárias existentes ou previstas, fundamentais à estruturação do
sejam respeitadas as Zonas de Segurança e as distâncias regulamen- território e à mobilidade da população.
tares das instalações de armazenagem, oficinas e paióis de produtos 2 — O Espaço-canal compreende apenas a rede rodoviária, hierar-
explosivos. quizada em quatro níveis:
2 — Outros empreendimentos desta natureza e em particular as ofici- a) Rede nacional estruturante;
nas de pirotecnia, que requeiram novo licenciamento, deverão localizar- b) Rede distribuidora principal;
-se em áreas protegidas que não ameacem perigo nem possam constituir c) Rede distribuidora secundária;
danos às populações residentes nas proximidades, nomeadamente por d) Rede de acesso e penetração local.
efeito da onda de choque provocada por explosão.

Artigo 32.º SECÇÃO II


Marcos geodésicos
Aglomerados urbanos não abrangidos
Será respeitada uma servidão mínima de proteção de 15 m em torno por planos de urbanização
dos marcos geodésicos identificados na planta de condicionantes e de
outros que venham a ser colocados, devendo a Câmara Municipal de
Ponte de Lima inviabilizar qualquer intervenção que prejudique a visi- Artigo 37.º
bilidade assegurada ao sinal construído e entre os sinais que integram Definição
a rede geodésica.
1 — Os aglomerados Urbanos não abrangidos por planos de urbaniza-
ção são áreas delimitadas que apresentam uma estrutura urbana coerente
ou têm capacidade de adquirir coerência por consolidação ordenada
CAPÍTULO III do seu tecido e incluem, em alguns casos, áreas livres para expansão.
2 — Nesta categoria não se incluem as áreas urbanas sujeitas a pla-
Ordenamento e edificabilidade nos de urbanização em curso, que estão definidas na Secção III deste
capítulo.
SECÇÃO I Artigo 38.º
Usos e atividades
Classes de espaços
1 — Nos aglomerados urbanos não abrangidos por planos de urbani-
Artigo 33.º zação, a área é predominantemente residencial unifamiliar, destinando-
-se à habitação e usos e atividades complementares, nomeadamente
Classificação agrícolas, florestais, comerciais, de serviços, de verde urbano, turísticos
Em função do uso dominante, no concelho de Ponte de Lima, e de outros equipamentos, industriais e de armazenagem, desde que
consideram-se as seguintes classes de espaços, demarcadas na planta sejam compatíveis com a atividade residencial e estejam integradas nas
de ordenamento: condições de edificabilidade exigidas para o local.
2 — Nestas zonas, salvaguardadas outras restrições de caráter especí-
a) Espaço urbano e urbanizável; fico, são permitidos loteamentos e destaques de parcela e a edificação de
b) Espaço não urbano; novas construções que colmatem os espaços livres ou substituam edifí-
c) Espaço-canal. cios existentes, bem como obras de beneficiação e ampliação de edifícios.

Artigo 34.º Artigo 39.º


Espaço urbano e urbanizável Condições de incompatibilidade
1 — O Espaço urbano e urbanizável é caracterizado por dispor ou Considera-se que existem condições de incompatibilidade efetiva das
poder vir a adquirir um elevado nível de infraestruturação e concentração atividades referidas no n.º 1 do artigo anterior com a função residen-
de edificações, onde o solo se destina predominantemente à construção cial, sempre que ocorram as situações previstas no n.º 1 do artigo 76.º
ou à implementação de áreas complementares não edificáveis. deste Regulamento, aplicando-se então o disposto nos números 2 e 3
2 — O Espaço urbano e urbanizável compreende as seguintes ca- do mesmo artigo.
tegorias:
a) Aglomerados urbanos não abrangidos por planos de urbanização; Artigo 40.º
b) Aglomerados urbanos abrangidos por planos de urbanização; Edificabilidade
c) Área industrial ou de armazenagem;
d) Área de grandes equipamentos. 1 — Nos aglomerados urbanos não abrangidos por planos de urbani-
zação, a edificabilidade não sujeita a operações de loteamento, é definida
3 — No espaço urbano e urbanizável delimitado na Planta de Ordena- pelos seguintes condicionamentos:
mento que coincida com áreas delimitadas na Planta de Condicionantes a) Habitação unifamiliar isolada, sem prejuízo do disposto no n.º 1
como Regime florestal é aplicado este último regime. do artigo 38.º deste Regulamento;
b) Área mínima da parcela — 500 m2;
Artigo 35.º c) Cércea máxima — R/C + 1 piso;
Espaço não urbano d) Índice de utilização do solo não limitado;
e) Alinhamento não imposto;
1 — O Espaço não urbano é caracterizado por se destinar predomi- f) Afastamentos posterior e laterais mínimos referidos no artigo 70.º
nantemente ao uso agrícola ou florestal e no qual não são permitidas deste Regulamento.
operações de loteamento.
2 — O Espaço não urbano compreende as seguintes categorias: 2 — Nesta categoria de áreas, quando se recorre a uma operação de
a) Área predominantemente agrícola; loteamento, a edificabilidade é definida por:
b) Área predominantemente florestal para produção livre; a) Habitação unifamiliar isolada;
c) Área predominantemente florestal para produção condicionada; b) Área mínima da parcela — 600 m2;
9982 Diário da República, 2.ª série — N.º 55 — 16 de março de 2012

c) Cércea máxima — R/C + 1 piso; 5) Qualquer parcela edificável, resulte ou não de operação de lotea-
d) Índice de utilização do solo não limitado; mento, terá a área mínima de 600 m2, exceto na área correspondente no
e) Alinhamento imposto no projeto de loteamento; PU de Freixo, onde este condicionamento não é aplicável;
f) Afastamentos impostos no projeto de loteamento.
b) Na área predominantemente residencial — tipo 2:
1) Tipologia unifamiliar isolada ou geminada, podendo ser também
SECÇÃO III em banda na área correspondente no PU de Ponte de Lima e, no caso do
P. U. de Freixo, uni ou bifamiliar e ainda multifamiliar apenas quando
Aglomerados urbanos abrangidos por planos de urbanização se trate de loteamentos de que resultem pelo menos vinte fogos;
2) Área mínima de parcela ou lote — 600 m2, exceto na área de in-
Artigo 41.º tervenção do P. U. de Ponte de Lima e ainda em todas as situações que
Definição não correspondam a loteamentos de cinco ou menos lotes de habitação
unifamiliar desprovidos de infraestruturas públicas ou coletivas, na área
1 — Aos aglomerados urbanos abrangidos por planos de urbanização de intervenção do P. U. de Freixo, casos em que aquele condicionamento
aplica-se a mesma definição genérica a que se refere o n.º 1 do artigo 37.º não se aplica;
deste Regulamento, mas estão inseridas em áreas que a Câmara Munici- 3) Cércea máxima — R/C + 1 piso, podendo elevar-se a R/c + 2 pisos
pal de Ponte de Lima sujeitou a planos de urbanização, cuja elaboração apenas nas condições referidas na alínea 1) para tipologia multifamiliar
está atualmente em curso. na área correspondente no PU de Freixo;
2 — Os aglomerados urbanos abrangidos por planos de urbanização 4) Índice de Utilização do Solo é apenas limitado na área correspon-
compreendem as seguintes subcategorias de espaços: dente no PU de Ponte de Lima ao valor máximo 0.5, quando se trate de
a) Área predominantemente residencial — tipo 1; operações de loteamento;
b) Área predominantemente residencial — tipo 2; 5) Alinhamento da fachada aferido pela dominância;
c) Área predominantemente residencial — tipo 3; 6) Afastamentos posterior e laterais mínimos definidos no artigo 70.º
d) Área predominantemente residencial — tipo 4; deste Regulamento;
e) Centro histórico de Ponte de Lima;
f) Área de equipamento urbano; c) Na Área predominantemente residencial — tipo 3:
g) Área destinada a iniciativas empresariais. 1) Tipologia unifamiliar isolada, sendo admissíveis os alojamentos
de turismo no espaço rural na área correspondente nos PU de Freixo,
3 — A aplicação das disposições contidas nesta secção do Regula- de Refoios e de Fontão e Arcos;
mento às subcategorias de espaço referidas no número anterior será 2) Área mínima de parcela ou lote — 1200 m2, reduzindo-se a 1000 m2
imediatamente revogada com a entrada em vigor dos planos de urbani- na área correspondente no PU de Ponte de Lima;
zação onde se inserem. 3) Cércea máxima — R/c + 1 piso;
4) Índice de utilização do solo limitado apenas na área correspondente
Artigo 42.º no PU de Ponte de Lima ao valor máximo — 0.2, não podendo contudo
a área máxima de implantação ultrapassar 300 m2 nas áreas correspon-
Usos e atividades dentes nos PU de Correlhã, de Refoios e de Fontão e Arcos;
1 — Às áreas predominantemente residenciais a que se referem as 5) Alinhamento não imposto;
alíneas a), b), c) do n.º 2 do artigo anterior, aplica-se o disposto no 6) Afastamentos posterior e laterais mínimos definidos no artigo 70.º
artigo 38.º deste Regulamento. deste Regulamento;
2 — A área predominantemente residencial, a que se refere a alínea d)
do n.º 2 do artigo anterior, é uma área onde, na generalidade, predomina d) Na área predominantemente habitacional — tipo 4:
a habitação de tipologia multifamiliar e onde se verifica uma concen- 1) Tipologia unifamiliar ou multifamiliar, na generalidade, mas ex-
tração de serviços e comércio, constituindo pólos de centralidade e clusivamente unifamiliar na área correspondente no PU de Fontão e
convivialidade urbana. Arcos, sempre com a possibilidade de usos funcionais mistos, mas
3 — A área de equipamento urbano é uma área destinada a equipa- impondo, no caso do PU de Freixo, a afetação de pelo menos 20 %
mentos coletivos e serviços da Administração Pública, existentes ou a da superfície total de pavimento das novas construções a atividades
prever, podendo ainda incluir instalações complementares às atividades comerciais e de serviços;
principais. 2) Área de parcela ou lote não condicionada, exceto na área corres-
4 — A área destinada a iniciativas empresariais é caracterizada por pondente nos PU de Correlhã, de Refoios e de Fontão e Arcos, onde a
uma ocupação preferencial de construções de uso industrial ou de ar- parcela ou lote têm frente compreendida entre 8 e 15 metros, e profun-
mazenagem, incluindo os serviços afetos a essas atividades. didade entre 23 e 50 metros nos dois primeiros e entre 21 e 50 metros
no último;
Artigo 43.º 3) Cércea máxima — R/C + 3 pisos no P. U. de Ponte de Lima,
R/C + 2 pisos nos PU de Correlhã e de Freixo e R/c + 1 piso nos P.U.
Condições de incompatibilidade de Refoios e de Fontão e Arcos;
A esta categoria de espaço aplica-se o disposto no artigo 39.º deste 4) Índice de utilização do solo apenas limitado na área correspondente
Regulamento. no PU de Ponte de Lima ao valor máximo — 0.8;
5) Nas áreas correspondentes nos PU de Ponte de Lima e de Freixo,
Artigo 44.º os alinhamentos são respetivamente definidos, caso a caso e pela domi-
nância, e nos PU de Correlhã, de Refoios e de Fontão e Arcos por um
Edificabilidade afastamento mínimo de 6 metros à via pública, mas sempre e em qualquer
Nos aglomerados urbanos abrangidos por planos de urbanização caso verificados pela Câmara Municipal de Ponte de Lima;
aplicam-se os parâmetros de edificabilidade seguintes para cada uma 6) Afastamentos posterior e laterais mínimos definidos no artigo 70.º
das subcategorias de espaço: deste Regulamento;
a) Na área predominantemente residencial — tipo 1: e) No centro histórico de Ponte de Lima aplicam-se as disposições
1) Aplicam-se, na generalidade, os mesmos parâmetros definidos no urbanísticas contidas no Plano de Pormenor de Salvaguarda e Reabili-
artigo 40.º deste Regulamento para aglomerados urbanos não abrangidos tação do Centro Histórico de Ponte de Lima;
por planos de urbanização; f) Na área de equipamento urbano, que poderá incluir ainda serviços
2) Tipologia unifamiliar isolada ou geminada, podendo ser também da Administração e áreas de investigação, tecnologia e formação, de
em banda nas áreas correspondentes nos do PU de Freixo, de Fontão e iniciativa pública ou privada e instalações complementares às atividades
Arcos e de Ponte de Lima; principais, consideram-se os condicionamentos específicos do tipo de
3) São admissíveis alojamentos de turismo no espaço rural na área equipamento a implementar, tendo sempre em conta a salvaguarda das
correspondente nos PU de Correlhã, de Refoios e de Fontão e Arcos; servidões administrativas e das restrições de utilidade pública existen-
4) Índice de utilização do solo limitado apenas na área corres- tes, e ainda:
pondente no P.U. de Ponte de Lima ao valor máximo — 0.4, não 1) No que for aplicável, as disposições urbanísticas contidas no ca-
podendo contudo a área máxima de implantação ultrapassar 300 m2 pítulo IV deste Regulamento;
nas áreas correspondentes nos PU de Correlhã, de Refoios e de Fontão 2) Na área correspondente no PU de Freixo, a elaboração de um
e Arcos; plano de pormenor global que respeite um índice máximo de afetação
Diário da República, 2.ª série — N.º 55 — 16 de março de 2012 9983

do solo de 0,3 e um índice mínimo de arborização de 0,5 imposto so- Artigo 48.º
bre o remanescente non aedificandi, abrangendo as áreas de drenagem Edificabilidade
hídrica do solo;
1 — A edificabilidade associada ao campo de golfe de Ponte de Lima,
g) Na área destinada a iniciativas empresariais, para além dos condi- está definida nos projetos de licenciamento e de loteamento dele decor-
cionamentos decorrentes do empreendimento em causa, tem-se em conta: rentes, já aprovados pela Câmara Municipal de Ponte de Lima.
2 — Para o Hipódromo de Ponte de Lima, será elaborado um plano
1) No que for aplicável, as disposições urbanísticas contidas no ca- de pormenor que defina os usos e a edificabilidade associada a este
pítulo IV deste Regulamento; empreendimento, viabilizando-o na perspetiva de um equipamento
2) Na área correspondente no PU de Ponte de Lima, área mínima de turístico, desportivo e cultural, tendo em conta, no que lhe for aplicável,
parcela ou lote de 1000 m2, podendo a Câmara Municipal, quando o as disposições urbanísticas contidas no capítulo IV deste Regulamento.
entenda conveniente, restringir também a sua dimensão máxima; 3 — O Aeródromo de Ponte de Lima será objeto de um plano de
3) Na área correspondente no PU de Freixo, a elaboração de um plano pormenor sujeito a parecer da Direção Geral da Aeronáutica Civil,
de pormenor global que respeite uma área mínima de lote de 1000 m2, cuja edificabilidade se restringe ao mínimo necessário para viabilizar a
afastamentos laterais e posterior mínimos de 7 m e anterior de 10 m, exploração deste equipamento.
cércea máxima de 6 m e índice mínimo de arborização de 0,2 imposto
sobre o remanescente non aedificandi.
SECÇÃO VI
SECÇÃO IV Área predominantemente agrícola
Área industrial ou de armazenagem Artigo 49.º
Artigo 45.º Usos
Definição e Usos 1 — A área predominantemente agrícola destina-se à exploração
agrícola e outras atividades afins ou complementares, nomeadamente a
A área industrial ou de armazenagem é destinada à instalação de em- exploração florestal ou a implementação de equipamentos compatíveis
preendimentos industriais de qualquer classe e de armazéns, permitindo- com a sua natureza edafo-morfológica.
-se a coexistência de serviços e equipamentos relacionados com essas 2 — Esta área abrange solos incluídos na RAN — Reserva Agrícola
atividades, desde que não criem condições de incompatibilidade e es- Nacional e identificados na planta de condicionantes e na planta de
tejam integrados nas condições de edificabilidade exigidas para o local. ordenamento, e outros não sujeitos àquela servidão.

Artigo 46.º Artigo 50.º


Edificabilidade Edificabilidade
1 — A urbanização e a edificação da área industrial e de armazenagem 1 — À área predominantemente agrícola incluída na RAN aplicam-se
deve ser precedida de operações de loteamento, exceto relativamente a as disposições seguintes:
parcelas já servidas por arruamento público, são admitidas operações
a) Não são permitidas quaisquer construções sem o parecer favorável
urbanísticas avulsas.
da comissão regional da RAN;
2 — Nesta área a edificabilidade está sujeita ao cumprimento das
b) No caso de construções para habitação excecionalmente autorizadas
seguintes regras:
em área abrangida pela RAN nos termos da legislação em vigor, a área
a) O índice de afetação do solo não pode exceder 0,6; bruta de construção para habitação não poderá ultrapassar 200 m2 e a
b) O índice de utilização do solo não pode exceder 0,7; cércea máxima está limitada a dois pisos;
c) A implantação das edificações deve respeitar um afastamento lateral c) A Câmara Municipal de Ponte de Lima, fundamentada no agra-
mínimo de 5 metros; vamento das condições de acesso, do serviço das infraestruturas de
d) A implantação das edificações deve respeitar um afastamento frontal abastecimento e drenagem, de enquadramento paisagístico ou de pre-
mínimo de 8 metros ao lote ou fachada; servação de valores culturais, pode sempre inviabilizar as situações
e) A altura da fachada não pode exceder os 7,5 metros, salvo em casos previstas na alínea anterior, mesmo quando autorizadas pela comissão
decorrentes da atividade específica desenvolvida; regional da RAN.
f) No interior de cada lote ou parcela terá de ser garantido o espaço
necessário ao movimento de cargas e descargas, bem como ao estacio- 2 — À área predominantemente agrícola não incluída na RAN aplicam-
namento próprio; -se as disposições seguintes:
g) Nos lotes ou parcelas em que se desenvolvam atividades industriais a) Não é permitido o fracionamento de parcelas de área inferior à
contíguas com áreas predominantemente residenciais ou com área de unidade mínima de cultura legalmente fixada, devendo ser garantidos
equipamento urbano, deve ser assegurada, dentro do lote ou parcela, os níveis mínimos de aproveitamento do solo, exceto em operações
uma faixa arborizada com uma largura não inferior a 10 metros, com de destaque efetuados ao abrigo do n.º 5 e seguintes do artigo 6.º do
o objetivo de minimizar os impactes visuais resultantes do exercício Decreto-Lei n.º 555/99, de 16 de dezembro;
da atividade. b) Não são permitidas operações de loteamento, admitindo-se, apenas
em situações justificadas e não havendo alternativa possível, construções
3 — Para além das condições impostas no número anterior, nesta área nas condições seguintes:
vigoram, no que for aplicável, as disposições contidas no capítulo IV
deste Regulamento. 1) De apoio à exploração agrícola, com 2000 m2 de área mínima de
parcela, cércea inferior a 6 m apenas excedida por questões técnicas
devidamente justificadas, afastamentos mínimos de 6 m aos limites
SECÇÃO V da parcela e de 10 m às vias públicas confinantes e quando não afe-
tem a área envolvente sob o ponto de vista paisagístico, cultural e de
Área de grandes equipamentos salubridade;
2) Para fins habitacionais de apoio à exploração agrícola, em parcela
Artigo 47.º com área mínima de 2000 m2 e servida por via pública, aplicando-se
como máxima edificabilidade a prevista na alínea b) do n.º 1 deste artigo;
Definição e usos 3) Para empreendimentos turísticos sancionados pela Tutela, 5000 m2
A área de grandes equipamentos é constituída por três zonas afetas de área mínima de parcela e cércea igual ou inferior a dois pisos;
aos equipamentos já definidos ou a atividades que lhes sejam comple- 4) Para fins industriais e de armazenagem conexos com a atividade
mentares, considerados de grande importância no desenvolvimento agrícola ou pecuária, com 10 000 m2 de área mínima de parcela, cércea
socioeconómico da região, e que abrangem extensas áreas territoriais não superior a 8,5 m, exceto se por razões técnicas devidamente justifica-
não incluídas nos aglomerados urbanos: das, índices de afetação e utilização do solo máximos de respetivamente
0,3 e 0,5, afastamentos posterior e laterais de 50 e 10 m e de 20 m às
a) Campo de golfe de Ponte de Lima, existente; vias públicas confinantes e cumprindo, no que se aplique, as disposições
b) Hipódromo de Ponte de Lima, existente; contidas no capítulo IV deste Regulamento, nomeadamente o n.º 5 do
c) Aeródromo de Ponte de Lima, previsto. artigo 76.º e o artigo 77.º;
9984 Diário da República, 2.ª série — N.º 55 — 16 de março de 2012

c) Nas situações referidas na alínea anterior, devem ser garantidas as a 8,5 metros, exceto se, por razões técnicas devidamente justificadas,
condições de acesso, integração paisagística e proteção ambiental e o afastamentos posterior e laterais de 50 e 10 m e de 20 m às vias públicas
estacionamento previsto no artigo 75.º deste Regulamento; confinantes e cumprindo, no que se aplique, as disposições contidas no
d) A impossibilidade ou inconveniência da execução de soluções capítulo IV deste Regulamento, nomeadamente o n.º 5 do artigo 76.º
individuais para infraestruturas e tratamento dos efluentes, constitui e o artigo 77.º
motivo de inviabilidade da construção;
2 — A Câmara Municipal de Ponte de Lima, fundamentada no agra-
3 — A Câmara Municipal de Ponte de Lima, fundamentada no in- vamento das condições de acesso, de serviço das infraestruturas de
cumprimento das condições referidas nos números anteriores e quando abastecimento e drenagem, de enquadramento paisagístico ou de pre-
daí resulte prejuízo evidente ao ordenamento do território, pode sempre servação de valores culturais, pode sempre condicionar e até inviabilizar
inviabilizar as construções previstas na alínea anterior. as situações previstas no número anterior.
4 — A execução e manutenção de todas as infraestruturas próprias e
necessárias à construção ficam a cargo dos interessados. Artigo 54.º
Vias e infraestruturas
SECÇÃO VII 1 — Em todas as situações referidas no artigo anterior, devem ser
garantidas as condições de acesso, integração paisagística e proteção
Área predominantemente florestal de produção livre ambiental e o estacionamento previsto no artigo 75.º deste Regulamento.
2 — A impossibilidade ou inconveniência da execução de soluções
Artigo 51.º individuais para infraestruturas e tratamento dos efluentes, constitui
Usos motivo de inviabilidade da construção.
3 — A execução e manutenção de todas as infraestruturas próprias e
1 — Esta área destina-se ao uso florestal, onde são permitidas plan- necessárias à construção ficam a cargo dos interessados.
tações ou sementeiras de espécies de rápido crescimento e de todas as
outras que se adaptem ao ecossistema.
2 — Esta área inclui: SECÇÃO VIII
a) Áreas florestais remanescentes da delimitação da área florestal de
produção condicionada; Área predominantemente florestal de produção condicionada
b) Áreas florestais de complementaridade agrícola não incluídas na
RAN e na REN. Artigo 55.º
Usos
3 — Os proprietários, autarquias e outras entidades que detenham a
administração destes terrenos confinantes com as áreas florestais, ado- 1 — Esta área destina-se ao uso florestal, condicionado à exploração
tarão medidas preventivas de redução do risco de incêndio, de acordo intensiva dos solos, não sendo permitidas quaisquer construções, exceto
com legislação em vigor, conforme o previsto artigo 16-A. quando destinadas à prevenção e combate de fogos florestais e com
4 — Nos terrenos desta área devastados por incêndios não é permi- aprovação das entidades competentes.
tida a alteração do uso, designadamente a edificabilidade, num prazo 2 — Nesta área aplica-se o disposto no n.º 3 do artigo 51.º deste
de 10 anos decorrido sobre essa ocorrência, aplicando-se a legislação Regulamento.
vigente que regulamenta estas situações. 3 — Nos terrenos desta área devastados por incêndios não é permitida
a alteração do seu uso e proceder-se-á ao seu repovoamento florestal.
Artigo 52.º
Artigo 56.º
Utilização de espécies florestais de rápido crescimento
Condicionamentos à mobilização e exploração florestal
A utilização destas espécies fica submetida à legislação específica
em vigor. Nesta área não são permitidas mobilizações do solo suscetíveis de
promover ou aumentar o seu grau de erosão e degradação, observando-
Artigo 53.º -se as seguintes disposições:
Edificabilidade a) As mobilizações mecânicas do solo constarão apenas de ripagens
simples segundo as curvas de nível;
1 — Na área predominantemente florestal de produção livre não são b) A aplicação de cortes rasos deverá ser feita de forma a minimizar
permitidas operações de loteamento, admitindo-se, apenas em situações os riscos de erosão, pelo que não deverão ter uma largura superior
compatíveis e previstas em plano de gestão florestal aprovado pela au- a 150 m medida na direção do maior declive, permanecendo faixas
toridade florestal nacional, construções nas situações seguintes: paralelas com 50 m de largura sem cortar durante, pelo menos, cinco
a) De apoio à exploração florestal ou à atividade pastorícia, com anos;
10 000 m2 de área mínima de parcela, cércea inferior a 4,5 metros c) As ações de repovoamento florestal, nomeadamente de adensamento
apenas excedida por razões técnicas devidamente justificadas, índice de falhas e clareiras, devem visar uma floresta de proteção, com implan-
de afetação do solo inferior a 0,01 até um máximo de 500 m2 e a tação de povoamentos mistos de espécies autóctones e serem feitas à cova
manutenção da arborização do remanescente no mínimo de 60 % da ou sementeira ao «covacho», nas zonas de maior risco de erosão.
área total da parcela;
b) Para fins de indústria agroflorestal, com 25 000 m2 de área mínima
de parcela, cércea inferior a 7,5 metros apenas excedida por razões SECÇÃO IX
técnicas devidamente justificadas, índice de afetação do solo inferior
a 0,02 até um máximo de 1000 m2, manutenção da arborização do re- Área predominantemente florestal estruturante
manescente no mínimo de 50 % da área total da parcela e a garantia de
soluções de todas as questões ambientais nomeadamente de depuração Artigo 57.º
e tratamento dos efluentes; Usos
c) Para fins habitacionais de apoio à atividade florestal, com uma
moradia unifamiliar de cércea igual ou inferior a dois pisos e servida 1 — A área predominantemente florestal estruturante destina-se ao
por via pública, 10 000 m2 de área mínima de parcela, área bruta de uso florestal, visando fundamentalmente a conservação dos maciços
construção não superior a 250 m2 e a manutenção da arborização do arborizados que estruturam e compartimentam a paisagem, constituindo
remanescente no mínimo de 60 % da área total da parcela, respeitando referências fundamentais para o seu equilíbrio e desempenhando uma
os afastamentos e regras de segurança aplicáveis definidos pelas nor- ação estabilizadora importante como fatores naturais de regularização
mas em vigor; climática.
d) Para empreendimentos turísticos sancionados pela Tutela, com 2 — Nesta área não é permitido o fracionamento de parcelas de área
10 000 m2 de área mínima de parcela, cércea igual ou inferior a dois inferior à unidade mínima de cultura legalmente fixada.
pisos, índice máximo de utilização do solo de 0,1 e a manutenção 3 — Nesta área aplica-se o disposto no n.º 3 do artigo 51.º deste
da arborização do remanescente no mínimo de 60 % da área total da Regulamento.
parcela; 4 — Aos terrenos desta área devastados por incêndios aplica-se o
e) Para fins industriais e de armazenagem conexos com a atividade disposto no n.º 4 do artigo 51.º deste Regulamento e proceder-se-á ao
florestal, com 25 000 m2 de área mínima de parcela, cércea não superior seu repovoamento florestal.
Diário da República, 2.ª série — N.º 55 — 16 de março de 2012 9985

Artigo 58.º SECÇÃO XII


Edificabilidade Área arborizada de proteção de ecossistemas
1 — Nesta área não são permitidas operações de loteamento, admitindo-
-se apenas construções nas condições referidas nas alíneas a), b), c) e d) Artigo 61.º
do n.º 1 do artigo 53.º deste Regulamento. Definição e usos
2 — A esta área aplica-se o disposto no n.º 2 do artigo 53.º deste
Regulamento. 1 — Esta área destina-se à proteção e recuperação de valores ecoló-
3: a) Poderá constituir exceção ao n.º 1 deste artigo, a área correspon- gicos, florísticos e faunísticos, nomeadamente:
dente no PU de Freixo, se a Câmara Municipal de Ponte de Lima consi- a) Manchas de folhosas autóctones;
derar de interesse público a sua afetação total ou parcial à concretização b) Faixas envolventes dos principais cursos de água e, de um modo
de equipamentos, verde urbano, habitação social, serviços ou indústria e geral, toda a arborização ripícola.
armazenagem, salvaguardando sempre as restrições de utilidade pública,
o enquadramento paisagístico e a capacidade de infiltração natural dos 2 — Na área arborizada de proteção de ecossistemas e sem prejuízo
terrenos nas áreas de baixa. das disposições da regulamentação vigente aplicável, é obrigatório
b) Na área correspondente no PU de Ponte de Lima, poderá a Câ- conservar, para além do arvoredo classificado todos os núcleos de flo-
mara Municipal autorizar a localização de edifícios de uso público resta autóctone, nomeadamente carvalhos, sobreiros e castanheiros e
previstos em estudos urbanísticos abrangentes, que salvaguardam os ainda matos e folhosas ribeirinhas, nomeadamente, salgueiros, choupos,
condicionalismos referidos no número anterior e que sejam aprovados amieiros e freixos, admitindo-se apenas cortes por motivos sanitários,
pela Assembleia Municipal. depois de aprovados pelas entidades competentes e a exploração pé a
pé, não podendo o número de exemplares cortados exceder 30 % do
povoamento.
SECÇÃO X 3 — Nesta área admitem-se apenas construções de caráter precário
integradas em projetos turísticos ou de valorização ambiental aprovados
Área para exploração de recursos geológicos pela CCDR — Norte.
4 — Pode ainda admitir-se, com o parecer favorável das entidades da
tutela, a recuperação de construções existentes com interesse cultural,
Artigo 59.º nomeadamente de moinhos e azenhas, reconvertendo-as para uso habi-
Definição e usos tacional, turístico, cultural ou lúdico, se daí não resultarem prejuízos à
conservação do ecossistema em que se integram.
1 — A área de exploração de recursos geológicos integra as áreas que
possuem as características adequadas ao aproveitamento económico de
massas minerais e depósitos minerais. SECÇÃO XIII
2 — A utilização destas áreas subordinar-se-á, estritamente, ao
permitido pelos condicionamentos impostos pela legislação em vi- Área arqueológica
gor e pelas autoridades competentes através dos devidos parece-
res, autorizações e ou licenciamentos obrigatórios, admitindo-se, Artigo 62.º
complementarmente ao previsto no n.º 1, as seguintes ocupações Definição e salvaguarda
e utilizações:
1 — A área arqueológica é o conjunto dos locais de ocorrência de
a) Operação de gestão de resíduos diretamente relacionados com a achados arqueológicos com inegável interesse cultural, abrangendo
atividade de exploração ou adequados para a requalificação ambiental imóveis classificados, em vias de classificação ou simplesmente inven-
da área; tariados e os que venham no futuro a ser descobertos e incluindo áreas
b) Instalação de estabelecimentos industriais onde se desenvolvam de proteção e de reserva que acautelem presumíveis extensões do objeto
atividades de transformação diretamente relacionadas com a exploração; arqueológico ainda não pesquisadas.
c) Anexo destinado ao uso complementar e dependente, de ocupações 2 — Nesta área não são permitidas quaisquer construções, retifica-
e utilizações previstas no presente artigo. ções de traçado, alteração de pavimentos ou abertura de novas vias,
movimentos de terra ou modificação do perfil morfológico do terreno,
3 — A área de explorações das massas minerais existentes pode ser impermeabilizações de solo e correção da drenagem hídrica, desmatações
sujeita a expansão, mediante declaração prévia de Interesse Municipal. e desbaste do coberto florestal, incluindo a exploração florestal e agrícola
4 — As zonas englobadas nesta área que não estejam em atividade de e atividades de pesquisa e de reconhecimento arqueológico, enquanto
exploração terão uso preferentemente florestal, devendo promover-se a não houver parecer favorável do Instituto Português de Arqueologia e
sua recuperação paisagística. do Instituto Português do Património Arquitetónico.
3 — Outras restrições a impor na área arqueológica sobre os usos
urbano, industrial, florestal ou agrícola previstos na planta de orde-
SECÇÃO XI namento e na planta de condicionantes serão definidas, caso a caso,
pelo Instituto Português de Arqueologia e do Instituto Português do
Paisagem protegida das Lagoas de Bertiandos Património Arquitetónico.
e de S. Pedro de Arcos
SECÇÃO XIV
Artigo 60.º
Definição e usos Espaço-canal
1 — A paisagem protegida das lagoas de Bertiandos e de S. Pedro Artigo 63.º
de Arcos, criada pelo Decreto-Regulamentar n.º 19/2000, de 11 de de-
zembro, tem como objetivos específicos, a conservação da natureza e Definições
a valorização do património natural da área das lagoas de Bertiandos e 1 — O espaço-canal é o conjunto de corredores ativados por infraes-
de S. Pedro de Arcos, a promoção do repouso e do recreio ao ar livre truturas rodoviárias existentes e previstas.
em equilíbrio com os valores naturais salvaguardados e a prossecução 2 — A rede viária que constitui o espaço-canal no concelho de Ponte
de um desenvolvimento local sustentável. de Lima, está hierarquizada em quatro níveis definidos na planta de
2 — Até à entrada em vigor do adequado instrumento de gestão ordenamento, a saber:
territorial, a ocupação do solo e o uso dos componentes da diver- a) Rede nacional estruturante, constituída pelas duas vias que integram
sidade biológica e dos recursos naturais desta área protegida de as redes e itinerários principais e complementares do Plano Rodoviário
âmbito regional, rege-se pelo Decreto-Regulamentar n.º 19/2000, Nacional, privilegiando sempre a fluência do tráfego intermunicipal,
de 11 de dezembro, em articulação com o Decreto-Lei n.º 140/99, mas estabelecendo, através dos seis nós existentes neste concelho, a
de 24 de abril. articulação com a rede de distribuição;
3 — Constituem exceção ao disposto no número anterior as atividades b) Rede distribuidora principal, constituída pelas vias classificadas
agrícolas integradas no projeto de regadio do rio Estorãos e as decorrentes como estradas nacionais e regionais no Plano Rodoviário Nacional,
do processo de emparcelamento da Veiga de Bertiandos. incluindo os troços das que, tendo feito parte da antiga rede nacional
9986 Diário da República, 2.ª série — N.º 55 — 16 de março de 2012

de estradas, virão a integrar a rede municipal, que têm em comum a UOPG 32 — Plano de Pormenor da Área de Instalações de Pirotecnia
capacidade de assegurar as ligações preferenciais entre os principais aglo- do Formigoso;
merados urbanos e entre estes e os empreendimentos económicos mais UOPG 33 — Plano de Pormenor do Setor de Indústria Vitivinícola
significativos, articulando-se diretamente com a rede estruturante; de Bertiandos/Sá;
c) Rede distribuidora Secundária, constituída pelas vias que integram UOPG 34 — Plano de Pormenor e Reabilitação do Centro Histórico
a rede municipal e por outras não classificadas, mas que igualmente as- de Ponte de Lima;
seguram a interligação entre todos os aglomerados entre si, constituindo UOPG 35 — Plano de Salvaguarda e Reabilitação Urbana de Além
também alternativas às vias da rede distribuidora principal; Ponte.
d) Rede de acesso e penetração local, articulada nas vias distribuidoras
e constituída pelo sistema capilar da rede viária, com características 5 — Tendo em conta a evolução económica e social do concelho e
de arruamentos urbanos ou de caminhos rurais, conforme o espaço de a eventual ocorrência de situações atualmente imprevistas, a Câmara
ordenamento que serve. Municipal de Ponte de Lima poderá considerar a necessidade de definir
outras unidades operativas, para as quais procederá à elaboração de pla-
Artigo 64.º nos municipais de ordenamento de território ou de corrigir a delimitação
das que estão referidas no número anterior nos termos do artigo 85.º
Usos
O espaço-canal definido no artigo anterior destina-se exclusivamente a Artigo 66.º
garantir a mobilidade de pessoas e bens e para salvaguarda da integridade
das funções que desempenha, aplicando-se o disposto no artigo 24.º Afetação de parcelas do território a um uso específico
deste Regulamento. 1 — A Câmara Municipal de Ponte de Lima ou qualquer outra enti-
dade pública pode delimitar ou destinar parcelas do território municipal
à instalação de equipamentos e atividades de interesse público, não
SECÇÃO XV previstas no PDM.
2 — A afetação de uso referida no número anterior só poderá, no en-
Unidades operativas de planeamento e gestão tanto, ser feita por aplicação do disposto no artigo 85.º deste Regulamento
e desde que daí não resulte prejuízo ao ordenamento do território e às
Artigo 65.º servidões e restrições constituídas, nem a contravenção das disposições
Definição e Regime legais e regulamentares de caráter geral aplicáveis.
1 — As unidades operativas de planeamento e gestão correspondem a
espaços de ordenamento ou conjuntos de espaços de ordenamento, para CAPÍTULO IV
os quais devem ser desenvolvidos planos municipais de ordenamento
do território, loteamentos e outras operações urbanísticas. Disposições urbanísticas complementares
2 — Enquanto os instrumentos referidos no número anterior não
entrarem em vigor, a gestão das respetivas unidades operativas para
a ocupação, uso e transformação do solo reger-se-á pelas disposições Artigo 67.º
aplicáveis deste plano diretor municipal sendo estas revogadas pelas Condição geral de edificabilidade
disposições neles contidas, após a aprovação dos mesmos.
3 — Os planos municipais de ordenamento do território referidos no É condição imperativa de edificabilidade, seja qual for o tipo ou
n.º 1 deste artigo estabelecerão o regime de cedências e mecanismos utilização do edifício, a existência de infraestruturas de acesso público,
de perequação compensatória para cada uma das áreas de intervenção. de abastecimento de água, de saneamento e de eletricidade, individuais
4 — São definidas as seguintes Unidades Operativas identificadas ou coletivas, de iniciativa pública ou de iniciativa privada.
na Planta de Ordenamento:
Artigo 68.º
UOPG 1 — Plano de Urbanização de Ponte de Lima;
UOPG 2 — Plano de Urbanização de Freixo; Perímetros urbanos
UOPG 3 — Plano de Urbanização da Correlhã; Os perímetros urbanos dos diversos aglomerados estão definidos na planta
UOPG 4 — Plano de Urbanização de Refoios; de ordenamento e correspondem à delimitação da sua máxima extensão.
UOPG 5 — Plano de Urbanização de S. Martinho da Gandra;
UOPG 6 — Plano de Urbanização de Fontão/S. Pedro de Arcos; Artigo 69.º
UOPG 7 — Plano de Urbanização de Santa Comba/Sá/Bertiandos;
UOPG 8 — Plano de Urbanização de Vitorino das Donas/Facha/Seara; Aplicação dos índices de utilização urbana do solo
UOPG 9 — Plano de Urbanização do Aglomerado Central de Vitorino A área bruta de construção resultante da aplicação dos índices de
de Piães; utilização definidos para as áreas urbanas inseridas em unidades ope-
UOPG 10 — Plano de Urbanização de Feitosa/Fornelos; rativas de planeamento e gestão, enquanto não entrarem em vigor os
UOPG 11 — Plano de Urbanização de S. João da Ribeira/Arca; planos de urbanização respetivos, calcula-se tendo por base apenas a área
UOPG 12 — Plano de Pormenor da Área Industrial da Queijada; aedificandi definida na planta de ordenamento e que resulta da dedução
UOPG 13 — Plano de Pormenor da Área Industrial da Gemieira; à área total do terreno, da que se mantiver na posse do proprietário com
UOPG 14 — Plano de Pormenor do Aglomerado de Padrão — Ca- estatuto de prédio rústico.
lheiros/Cepões;
UOPG 15 — Plano de Pormenor do Bairro dos Aflitos — Arcozelo; Artigo 70.º
UOPG 16 — Plano de Pormenor do Aglomerado Central de Moreira
de Lima; Afastamentos
UOPG 17 — Plano de Pormenor da Expansão Urbana do Sopé de 1 — Em cada parcela ou lote, não havendo outras disposições, os
Santo Ovídio; afastamentos posterior e laterais mínimos são 6 m medidos entre o plano
UOPG 18 — Plano de Pormenor das Pedreiras das Pedras Finas — da fachada posterior da edificação e o limite da parcela ou lote e 5 m
Exploração de Granito; entre os planos laterais e os limites laterais respetivos.
UOPG 19 — Plano de Urbanização das Oficinas de Cantaria das 2 — Os afastamentos mínimos definidos no número anterior, não são
Pedras Finas; aplicáveis a planos de fachadas onde não existam vãos de compartimen-
UOPG 20 — Plano de Pormenor da Área Industrial da Brandara; tos de habitação nem aos anexos edificados de acordo com o disposto
UOPG 21 — Plano de Pormenor da Industrial de Fontão/Arcos; no n.º 1 do artigo 72.º deste Regulamento.
UOPG 22 — Plano de Pormenor da Área Industrial da Seara;
UOPG 23 — Plano de Pormenor do Aglomerado Central de Gondufe;
UOPG 24 — Plano de Pormenor da Área Industrial de Vitorino das Dornas; Artigo 71.º
UOPG 25 — Plano de Pormenor da Área Industrial de Vitorino de Piães; Logradouros
UOPG 26 — Plano de Pormenor da Área Industrial de Anais;
1 — Os logradouros serão ocupados com áreas verdes, sendo neles
UOPG 27 — Plano de Pormenor da Área Industrial de Calvelo;
interdita a construção, exceto nos seguintes casos:
UOPG 28 — Plano de Pormenor da Área Industrial de Arca/Ribeira;
UOPG 29 — Plano de Pormenor do Parque Municipal de Sucatas; a) Pequenos anexos destinados à manutenção do próprio logradouro
UOPG 30 — Plano de Pormenor do Aeródromo de Ponte de Lima; ou ao apoio do edifício principal, desde que esses anexos se conformem
UOPG 31 — Plano de Pormenor do Hipódromo de Ponte de Lima; com o estipulado no artigo 72.º deste Regulamento;
Diário da República, 2.ª série — N.º 55 — 16 de março de 2012 9987

b) Estacionamento a céu aberto para uso privativo do edifício, devendo, b) A edificação em parcelas não sujeita a loteamento deverá prever,
nestes casos, ser aplicados pavimentos permeáveis ou semipermeáveis; sempre que possível e sem prejuízo do disposto no n.º 6 do artigo 24.º
c) Situações em que a sua manutenção possa gerar insalubridade, deste Regulamento, um lugar de estacionamento no exterior;
nomeadamente nos casos em que os logradouros confinantes já estejam c) Poderão ficar isentas de dotação de estacionamento no exterior dos
ocupados com construções ou em que a topografia do terreno envolvente lotes, as operações de loteamento à face da via pública existente, sempre
determine más condições de fruição do logradouro. que tal se torne manifestamente desadequado ao perfil deste arruamento
e à integridade do seu valor cultural;
2 — A Câmara Municipal de Ponte de Lima poderá licenciar exceções d) Sempre que seja provada a impossibilidade de criação de estacio-
ao disposto neste artigo quando se trate de coletividades ou associações namento público de apoio a equipamentos dentro ou fora do respetivo
reconhecidas que prossigam fins de interesse público ou de assistência lote, é admissível a contabilização da capacidade existente na via pública
social. de acesso para efeitos de viabilização da sua localização;
e) Nos casos referidos nas alíneas anteriores, a Câmara Municipal
Artigo 72.º de Ponte de Lima poderá acordar com os requerentes a forma de ma-
terializar esse estacionamento noutros locais, ou contribuir para a sua
Anexos
resolução por outra entidade, na proporção dos encargos dispensados
1 — Os anexos, entendidos como dependências cobertas nos lotes ou com a isenção admitida no exterior do lote.
parcelas edificáveis em aglomerados urbanos, não incorporadas no edi- 4 — Excetuam-se do n.º 1 deste artigo, os casos em que seja devida-
fício principal e destinadas ao uso particular das habitações, não podem mente justificada a impossibilidade total de criação de estacionamento
exceder a área de 50 m2 por fogo, só poderão ter um piso acima do nível próprio no interior da parcela de novas construções:
do logradouro e o seu pé-direito não poderá exceder 2,3 m.
2 — A Câmara Municipal de Ponte de Lima poderá licenciar exce- a) Por razões de ordem cadastral ou pela insuficiente dimensão da
ções a este artigo, desde que os anexos se destinem ao apoio agrícola parcela, quando se trate da remodelação de edifício existente, sem recurso
ou outras atividades artesanais que não criem as condições de incom- a ampliação da área de implantação;
patibilidade referidas no n.º 1 do artigo 76.º e estejam de acordo com b) Pelo perfil topográfico do terreno ou pela incapacidade dos acessos
a legislação vigente. na execução das manobras respetivas;
3 — A Câmara Municipal de Ponte de Lima poderá também licenciar c) Por gerar alteração contraproducente do equilíbrio da composição
exceções ao disposto neste artigo, quando se trate de coletividades ou arquitetónica ou da integração local do edifício ou conjunto edificado,
associações reconhecidas que prossigam fins de interesse público ou nomeadamente naqueles cujo valor histórico ou cultural justifica cons-
de assistência social. tituir exceção.

Artigo 73.º Artigo 76.º


Caves Estabelecimentos industriais e armazenagem
Só são admitidas caves quando a morfologia do terreno o permitir 1 — Considera-se que existem condições de incompatibilidade efetiva
e contarão como piso para avaliação da cércea, sempre que a altura da da atividade industrial e de armazenagem com outros usos do espaço
parede livre, medida pelo exterior, ultrapasse 1,5 m. urbano ou não urbano, quando:
a) Dá origem a cheiros, fumos, resíduos incómodos ou ruídos;
Artigo 74.º b) Acarreta perigo de incêndio, explosão ou radiação;
c) Perturba as condições de trânsito e de estacionamento, nomeada-
Cérceas mente em operações de carga e descarga;
1 — Os andares recuados não poderão exceder a cércea a estabelecer d) As instalações que ocupa constituem intrusões visuais graves no
em cada caso nos artigos específicos das áreas urbanas previstas neste equilíbrio da paisagem ou, de alguma forma, prejudicam a qualidade
Regulamento. de vida ou a harmonia da área envolvente.
2 — É permitido o aproveitamento de vãos de telhado, desde que a
inclinação da cobertura não exceda um plano inclinado com 22.º, que 2 — Sempre que existam ou se presume venham a ocorrer as con-
passe pela intersecção entre a fachada e a laje de teto do último piso. dições de incompatibilidade definidas no numero anterior, a Câmara
Municipal de Ponte de Lima zelará para que os promotores dessas
Artigo 75.º atividades adotem medidas tendentes à resolução dos problemas, no-
meadamente exigindo que:
Estacionamento
a) As indústrias que produzam resíduos industriais, promovam a sua
1 — Nas novas construções, bem como naquelas que tenham sido recolha, armazenagem, transporte e eliminação ou reutilização, de acordo
objeto de ampliação ou remodelação, deverá ser assegurado no interior da com o estipulado na legislação vigente;
parcela ou lote o estacionamento próprio para responder às necessidades b) Seja assegurada a construção e funcionamento de instalações de
dos seus utentes e, pelo menos, nas seguintes condições: pré-tratamento dos fluentes, de modo a garantir que as águas residuais
a) 1 lugar de estacionamento por fogo, para fogos com área bruta saídas dessas instalações possam ser descarregadas nos coletores mu-
inferior a 140 m2 (T0, T1, T2 e T3); nicipais, no solo ou na água, satisfazendo integralmente os parâmetros
b) 2 lugar de estacionamento por fogo, para fogos com área bruta estabelecidos na legislação em vigor;
superior a 140 m2 (T4, T5, etc.); c) Fique garantida a eliminação de poeiras e cheiros, nomeadamente
c) 1 lugar de estacionamento por cada 50 m2 de área comercial ou de através de equipamentos eficientes para aspiração e filtração localizada
serviços e nunca menos de 1 lugar por unidade; e respetiva recolha, dando cumprimento à legislação em vigor;
d) 1 lugar de estacionamento por cada 100 m2 de área industrial; d) Sejam cumpridos os preceitos legais relativos ao projeto e cons-
e) 1 lugar de estacionamento por cada 2 quartos em estabelecimentos trução das instalações e instalação dos equipamentos, por forma a não
hoteleiros; ultrapassar os níveis de ruído no interior e exterior dos estabelecimentos;
f) 1 lugar de estacionamento por cada 25 m2 de área destinada a e) Se adotem medidas que minimizem o impacte negativo da locali-
restaurantes similares de hotelaria, no mínimo de 6 por cada empreen- zação, implantação e volumetria mal adequadas das instalações.
dimento a constituir;
g) 1 lugar de estacionamento por cada 20 lugares de salas de espetá- 3 — Quando não for possível dar cumprimento às exigências refe-
culos ou outros locais de reunião. ridas no número anterior, a Câmara Municipal de Ponte de Lima de-
sencadeará os meios necessários para que não seja passada a respetiva
2 — Nas grandes superfícies comerciais com áreas de venda su- Licença de utilização ou para inviabilizar a instalação das atividades
periores a 2.000 m2, é obrigatória a existência de área de estacio- que provoquem ou venham a provocar situações anómalas, promo-
namento no interior da parcela, cuja dimensão será justificada no
vendo, sempre que possível, a instalação ou reinstalação da atividade
estudo técnico referido no n.º 1 do artigo 77.º deste Regulamento,
em causa nas áreas industriais previstas no PDM para a resolução
não sendo nunca inferior a quatro lugares para veículos ligeiros por
dessas situações.
cada 100 m2 de área bruta de venda e um lugar para veículo pesado
4 — Às unidades industriais existentes, que não seja viável transferir
por cada 500 m2 de área bruta de construção destinada ao armaze-
para as localizações consagradas no PDM para a utilização industrial,
namento de produtos.
aplicam-se os preceitos seguintes:
3: a) Sem detrimento da legislação específica aplicável, as operações
de loteamento deverão prever também um número de lugares públicos a) Não são permitidas ampliações da área do lote afeta à atividade ou
de estacionamento, nunca inferior a 50 % do número de lugares referido da área coberta ou dos equipamentos e processos de laboração e quadro
no n.º 1 deste artigo; de pessoal, quando daí advenha o agravamento das situações previstas
9988 Diário da República, 2.ª série — N.º 55 — 16 de março de 2012

no n.º 1 deste artigo, devendo neste caso promover-se a sua transferência 2 — Os depósitos de sucata existentes no concelho deverão ser trans-
para uma área industrial; feridos para o Parque Municipal de Sucatas referido na alínea anterior,
b) Sem prejuízo das disposições do Decreto-Lei n.º 69/2000, de 3 de no prazo estabelecido pela Câmara Municipal para esse efeito.
maio, qualquer intervenção sujeita a licenciamento municipal implica a 3 — Os depósitos, constituídos ou a constituir, para armazenamento
realização de um estudo de impacte ambiental que minimize as situações de materiais e nomeadamente de construção, novos ou usados, só
anómalas existentes, nomeadamente as decorrentes do enquadramento poderão verificar-se com a aprovação da Câmara Municipal de um
paisagístico e das condições de ocupação e uso do logradouro. estudo de impacte ambiental que garanta a não ocorrência de disfun-
ções urbanas e a salvaguarda do enquadramento paisagístico e dos
5 — Quando, por razões excecionais, não for possível viabilizar uma valores culturais locais.
iniciativa empresarial nas áreas industriais previstas, sem prejuízo das
disposições do Regulamento do Licenciamento da Atividade Industrial, Artigo 79.º
anexo ao Decreto Regulamentar n.º 8/2003, de 11 de abril, a Câmara Mu-
Estações de serviço e oficinas de reparação de veículos automóveis
nicipal pode admitir a sua localização no espaço não urbano, desde que:
As estações de serviço e oficinas de reparação de veículos automóveis
a) Se justifique não haver outra alternativa à sua localização e se
não poderão ser instaladas, quer em construções de raiz, quer em espaços
trate de um empreendimento de reconhecido interesse para o desenvol- preexistentes adaptados, se causarem manifesto prejuízo às habitações
vimento económico e social da região, em parecer comprovado pela ou outras atividades próximas, em termos de comodidade, segurança
CCDR — Norte; e salubridade e, de um modo geral, da qualidade do ambiente urbano,
b) Fiquem satisfeitas todas as exigências referidas no n.º 2 deste artigo; ou se os respetivos acessos não estiverem previstos de modo a não
c) O projeto geral seja elaborado por uma equipa multidisciplinar e prejudicarem a fluidez do trânsito.
subscrito por um arquiteto e inclua um projeto de enquadramento paisa-
gístico e de arranjos exteriores elaborado por arquiteto paisagista;
Artigo 80.º
d) Fiquem salvaguardados os valores culturais locais mediante a
apresentação de um relatório elaborado por um arqueólogo. Dotação para equipamentos e espaços
verdes e de utilização coletiva
6 — As novas construções ou reconstruções destinadas a atividades Em loteamentos ou operações urbanísticas que regulamento municipal
industriais, quando não inseridas em áreas industriais, ficam sujeitas às considere de impacte similar, as parcelas de terrenos para a implantação
seguintes disposições: de espaços verdes públicos e equipamentos de utilização coletiva são
a) Não são permitidas construções geminadas nem em banda; cedidas gratuitamente ao domínio público municipal pelo proprietário
b) No interior do respetivo lote ou parcela existirá o espaço necessário e demais titulares de direitos reais, nos termos da lei.
ao movimento de cargas e descargas, bem como ao estacionamento
próprio referido no n.º 1 do artigo 75.º deste Regulamento, sem prejuízo Artigo 81.º
da normal fluência do tráfego nas vias públicas; Salvaguarda do património cultural não inventariado
c) A cércea máxima admitida será de 5 m, exceto se por questões
técnicas devidamente justificadas; A Câmara Municipal de Ponte de Lima procederá, sob qualquer uma
d) Deverá ser assegurado o afastamento mínimo das construções de das formas de plano de pormenor previstas na legislação ou por incor-
10 m aos limites anterior e posterior do lote ou parcela e de 5 m aos poração no regulamento municipal, à delimitação de áreas de proteção
laterais; e salvaguarda de outros valores culturais, não identificados na planta
e) Todos os espaços que não sejam ocupados pelas instalações ou de ordenamento, na planta da situação existente, equipamentos, patri-
arruamentos deverão obrigatoriamente ser objeto de ajardinamento e mónio cultural, oferta turística e nos anexos I e II deste Regulamento,
arborização, a qual será formada por espécies de alto porte ou por ma- mas cuja intervenção se justifique pelo disposto no n.º 4 do artigo 18.º
ciços contínuos quando as instalações se situarem em locais dominantes deste Regulamento.
ou de fácil visualização;
f) Quando os lotes ou parcelas das instalações industriais confinarem Artigo 82.º
com lotes ou parcelas de uso residencial ou afetas a serviços ou equipa- Prevenção e controle da poluição sonora
mentos, deverão aqueles incluir uma faixa verde contínua de proteção
em toda a extensão da confinidade. A elaboração dos planos consignados para as unidades operativas
de planeamento e gestão terá em conta as disposições consagradas no
7 — Não é permitida a constituição de novas situações de coexistência Regulamento Geral do Ruído prevendo, nomeadamente, a salvaguarda
de unidades industriais, à exceção do tipo 4, com habitação, no mesmo das zonas sensíveis e das zonas mistas, dos efeitos decorrentes das
lote ou parcela de terreno, devendo a Câmara Municipal promover atividades ruidosas e o seu enquadramento de acordo com os níveis de
soluções de individualização destas atividades. exposição quantificados no mapa de ruído.

Artigo 77.º Artigo 83.º


Unidades comerciais de dimensão relevante Construções clandestinas
1 — O licenciamento de unidades comerciais de dimensão re- A Câmara Municipal de Ponte de Lima procederá, caso a caso, à
levante fica dependente, para além do cumprimento da legislação legalização das construções clandestinas edificadas sem prévia licença
específica em vigor, da avaliação do seu interesse social e económico municipal e que não respeitem todas as disposições contidas no pre-
por parte da Câmara Municipal de Ponte de Lima e será precedido sente Regulamento, desde que, cumulativamente, reúnam as seguintes
da apresentação de um estudo técnico que avalie o seu impacte eco- condições:
nómico e social na região, e que justifique a localização e dimensão a) Se prove tenham sido iniciadas antes da entrada em vigor deste
previstas. Regulamento;
2 — O projeto de licenciamento de um empreendimento deste tipo b) Os respetivos projetos mereçam parecer favorável das entidades
deverá ser elaborado por uma equipa multidisciplinar e subscrito por um supramunicipais com tutela nas situações em questão;
arquiteto, incluindo sempre um projeto de enquadramento paisagístico e c) Cumpram todas as demais disposições previstas na legislação
ficando salvaguardados os valores culturais locais com a apresentação em geral.
de um relatório elaborado por um arqueólogo.
Artigo 84.º
Artigo 78.º
Cedências em operações de loteamento
Recintos para armazenagem de sucata e outros materiais
1 — Nos loteamentos os parâmetros para o dimensionamento das
1 — A armazenagem de sucata deverá confinar-se à área definida áreas destinadas a espaços verdes e de utilização coletiva, infraestruturas
como Parque Municipal de Sucatas na planta de ordenamento deste viárias e equipamentos regem-se pelo disposto na Portaria n.º 1136/2001,
Plano, que será gerida de acordo com a legislação vigente e com as de 25 de setembro.
disposições contidas no plano de pormenor que definirá o seu orde- 2 — Nos casos em que a Câmara Municipal considere não se justificar
namento, tendo em vista a redução da quantidade final de resíduos a cedência total ou parcial das áreas referidas no número anterior, cumprir-
a conduzir a aterro e o incremento da sua reutilização, reciclagem e -se-ão as disposições do Regulamento Municipal que estabelecem uma
recuperação. compensação monetária ou em espécie.
Diário da República, 2.ª série — N.º 55 — 16 de março de 2012 9989

Artigo 85.º Torres de S. Paulo e da Cadeia e o pequeno pano de muralha existente


Alteração e revisão de classes e categorias de espaços entre elas, na vila de Ponte de Lima — Decreto n.º 34452, de 20 de
março de 1945 — Y110
A transposição de qualquer parcela para uma classe ou categoria de es- Igreja da Misericórdia de Ponte de Lima — Decreto n.º 35817, de 20
paço distinta daquela que lhe está consignada na planta de ordenamento, de agosto de 1946 — Y47
só poderá processar-se pelo recurso a um dos procedimentos seguintes: Ruínas da Idade do Ferro existentes na Bouça do Monte do Crasto, em
a) Revisão do PDM, nos termos da legislação vigente; Estorãos — Decreto n.º 35817, de 20 de agosto de 1946 — X88
b) Alteração do PDM, nos termos da legislação vigente; Capela de Santo Abdão, na Correlhã — Decreto n.º 41191, de 18 de
c) Ratificação do instrumento de planeamento e gestão previsto para julho de 1957 — Y43
a Unidade Operativa, que inclua o local em causa; Capela do Espírito Santo, em Moreira de Lima — Decreto n.º 44075,
d) Ajustamento pontual, exclusivamente por razões de cadastro da de 5 de dezembro de 1961 — Y62
propriedade ou necessidade de referência a elementos físicos de fácil Capela de Santa Eulália, em Refoios de Lima — Decreto n.º 44675,
identificação e com caráter imutável, desde que: de 9 de novembro de 1962 — Y61
Igreja de S. Martinho de Friastelas — Decreto n.º 47508, de 24 de
1) Seja levado a efeito na contiguidade da respetiva área; janeiro de 1967 — Y63
2) Daí não resultem prejuízos a eventuais áreas de proteção e salva- Igreja de S. João Batista da Queijada — Decreto n.º 47508, de 24 de
guarda existentes; janeiro de 1967 — Y64
3) A área acrescentada, quando se trate de área aedificandi, não seja Igreja do Salvador do Souto de Rebordões — Decreto n.º 47508, de
superior a 20 % da parcela em causa. 24 de janeiro de 1967 — Y65
Igreja de Santa Marinha de Arcozelo — Decreto n.º 47984, de 6 de
Artigo 86.º outubro de 1967 — Y33
Repartição de benefícios e encargos associados à construção Santuário do Senhor do Socorro, na Labruja — Decreto-Lei n.º 129/77,
de 29 de setembro — Y60
1 — Tendo em conta os princípios da justiça e da igualdade, o PDM Solar de Bertiandos, em Bertiandos (incluindo a alameda até ao
procura garantir a justa distribuição dos direitos e dos deveres entre os rio) — Decreto-Lei n.º 129/77, de 29 de setembro — Y142
proprietários, promovendo medidas de concertação que deverão ser apli- Portada proveniente do Palácio do Freixo, na Casa da Torre das
cadas no âmbito dos planos de pormenor ou das unidades de execução. Donas, em Vitorino das Donas — Decreto-Lei n.º 129/77, de 29 de
2 — O respeito pelos princípios invocados no número anterior deverá setembro — Y90
traduzir-se na aplicação alternativa ou cumulativa, no caso das alíneas b) Casa-Torre dos Barbosa Aranha, na vila de Ponte de Lima — Decreto-
e c), dos seguintes mecanismos: -Lei n.º 129/77, de 29 de setembro — Y118
a) Taxas proporcionais à área coberta de construção que for licenciada, Paço de Calheiros, em Calheiros — Decreto-Lei n.º 129/77, de 29
a cujo valor deverá abater-se o custo das obras de urbanização a cargo de setembro — Y68
dos promotores; Paço de Curutelo, em Freixo — Decreto-Lei n.º 129/77, de 29 de
b) Índice médio de utilização de 0.25; setembro — Y144
c) Área de cedência média para o domínio privado do município, que Paço de Vitorino, em Vitorino das Donas — Decreto-Lei n.º 129/77,
será definida no âmbito dos planos de pormenor; de 29 de setembro — Y91
d) Sistema de compensações. Casa de Nossa Senhora da Aurora, na vila de Ponte de Lima — Decreto-
-Lei n.º 129/77, de 29 de setembro — Y114
Artigo 87.º Igreja de Nossa Senhora da Guia, na vila de Ponte de Lima — Decreto-
Revogação -Lei n.º 129/77, de 29 de setembro — Y50
Penedo de granito insculturado, conhecido por «Pedra do Cavalinho»,
Com a entrada em vigor deste PDM, ficam revogadas todas as dis- junto à Capela de Santo Ovídio, em Arcozelo — Decreto-Lei n.º 28/82,
posições regulamentares, incluindo a correspondente tradução gráfica de 26 de fevereiro — X15
nas plantas de ordenamento e de condicionantes da versão anterior Igreja de Nossa Senhora da Boa-Morte (incluindo todos os elementos
deste Plano. que fazem parte do Santuário de romaria e o sítio onde se implantam),
na Correlhã — Decreto-Lei n.º 28/82 de 26 de fevereiro — Y41
ANEXO I Albergaria de S. João de Deus ou Quartéis, na vila de Ponte de
Lima — Decreto-Lei n.º 28/82, de 26 de fevereiro — Y113
Património arqueológico e arquitetónico classificado Casa da Garrida, no limite da vila de Ponte de Lima — Decreto-Lei
ou em vias de classificação n.º 28/82, de 26 de fevereiro — Y120
Capela de Nossa Senhora da Penha de França, na vila de Ponte de
(a referência alfanumérica identifica cada situação nas peças Lima — Decreto-Lei n.º 8/83, de 24 de janeiro — Y51
desenhadas 1, 2 e 4.3 que integram o PDM) Casa do Cruzeiro (incluindo a capela e o portão), em Arca — Decreto-
-Lei n.º 8/83, de 24 de janeiro — Y143
Património arqueológico inventariado e não classificado Cruzeiro no lugar da Pedrosa, na Correlhã — Decreto-Lei n.º 8/83,
de 24 de janeiro — Y106
(a referência alfanumérica identifica cada situação nas peças Castro de Trás Cidade, em Vitorino de Piães — Decreto-Lei n.º 29/84,
desenhadas 2 e 4.3 que integram o PDM) de 25 de junho — X35
Castro do Alto de Valadas, em Vitorino de Piães — Decreto-Lei
n.º 29/84, de 25 de junho — X36
Património classificado
Casa do Outeiro (incluindo a capela, terreiros, portão, cruzeiro e
aqueduto), em Arcozelo — Decreto-Lei n.º 1/86, de 3 de janeiro — Y77
Interesse Nacional (Monumento Nacional) Castro de Cresto, em Vitorino de Piães — Decreto-Lei n.º 29/90, de
Ponte sobre o Lima — Decreto de 16 de junho de 1910 — Y1 17 de julho — X34
Via romana de Braga a Tui — 14 marcos miliários, série Capela (3 Casa do Calisto, também designada Casa Pacheco e Casa dos Oliveira
em Arcozelo, 1 em Bertiandos e diversos fragmentos na Vila, Souto de Rego (incluindo o jardim, com as suas fontes), na vila de Ponte de
Rebordões e Calvelo) — Decreto de 16 de junho de 1910 — Y19 — Y21 Lima — Decreto-Lei n.º 45/93, de 30 de novembro — Y111
Capela doAnjo da Guarda — Decreto n.º 95/78, de 12 de setembro — Y30 Torre de Refoios ou Torre dos Malheiros, em Refoios de Lima —
Decreto-Lei n.º 2/96, de 6 de março — Y147
Interesse Público Casa de Pomarchão (incluindo a capela, o terreiro e o portão), em
Arcozelo — Decreto-Lei n.º 5/2002, de 19 de fevereiro — Y71
Pelourinho de Ponte de Lima — Decreto n.º 23122, de 11 de outubro Casa da Fonte da Bouça (incluindo a quinta, o campo chamado Tapada e
de 1993 — Y20 os anexos agrícolas), em Vitorino das Donas — Decreto-Lei n.º 5/2002, de
Pelourinho de Bertiandos — Decreto n.º 23122 de 11 de outubro de 19 de fevereiro — Y94
1933 (inclui na sua estrutura um marco miliário da via romana classifi-
cado independentemente como Monumento Nacional) — Y21 Interesse Municipal
Cruzeiro de S. Pedro de Arcos — Decreto n.º 27397, de 26 de de-
zembro de 1936 — Y26 Ponte de Estorãos — Decreto-Lei n.º 129/77, de 29 de setembro — Y6
Mosteiro de Refoios de Lima — Decreto n.º 29604, de 16 de maio Casa da Boavista, no limite da freguesia de Refoios de Lima —
de 1939 — Y66 Decreto-Lei n.º 129/77, de 29 de setembro — Y67
9990 Diário da República, 2.ª série — N.º 55 — 16 de março de 2012

Paço de Siqueiros, em Gondufe — Decreto-Lei n.º 129/77, de 29 de Castro de Pousada (Refoios) — X32
setembro — Y126 Castelo da Ermida (Ribeira) — X33
Penedo de S. Simão (com sepultura medieval), em Refoios de Lima — Castro de S. Simão (Vitorino de Piães) — X37
Decreto-Lei n.º 28/82, de 26 de fevereiro — X80 Castro do Outeiro Seco (Vilar das Almas/Gaifar) — X38
Capela das Pereiras, na vila de Ponte de Lima — Decreto-Lei
n.º 28/82, de 26 de fevereiro — Y52 Povoados da idade do ferro — Castros agrícolas
Castro do Bárrio (Bárrio) — X39
Zonas Especiais de Proteção Castro de Valadares (Calvelo) — X40
Ponte sobre o Lima — Portaria 721/77, pub. no D.R., Série I, n.º 269, Castro de Cadém (Calvelo) — X41
de 21 de novembro Castro de Cepões (Cepões) — X42
Solar de Bertiandos — Portaria 38692, pub. no D.R., Série I-B, n.º 107 Castro do Eirado (Correlhã) — X43
de 9 de maio de 1992 Castro do Calvário (Fojo Lobal) — X44
Santuário de Nossa Senhora da Boa-Morte — pub. no D.R., Série II, Castro da Quinta do Castro (Fornelos) — X45
n.º 219, de 21 de setembro de 1982 Castro de Baixo (Labruja) — X46
Castro de Castelinho (Ribeira) — X47
Castro de Subidade (Vitorino das Donas) — X48
Património em vias de classificação Vestígios castrejos em Crasto (Santa Comba) — X49
17 Edifícios integrados no Bairro das Pereiras, na vila de Ponte de
Lima (aberto em 1980) — Y28 Povoados da idade do ferro — Ocupações especiais
Quinta da Baldrufa (incluindo casa, portal, cruzeiro, fonte, área de cul-
tivo e pinhal), na freguesia de Ponte de Lima (aberto em 1994) — Y112 Vestígios castrejos nas imediações da Capela de S. Cipriano (Facha) — X50
Casa de Abades (incluindo a quinta), em S. Martinho da Gandra
(homologado como V.C. em 1996, mas ainda não publicado) — Y124 Ocupações da época romana e da alta idade média
Quinta e Casa da Laje (incluindo o portão nobre, portal e anexos Vestígios romanos em Massarães (Ardegão) — X51
agrícolas), em S. Pedro de Arcos (aberto em 1993) — Y85 Vestígios romanos e suevos no Paço (Beiral) — X52
Casa de Pombeiro de Sabadão (incluindo o portão e o terreiro), em Vestígios romanos e medievais no lugar da Igreja (Brandara) — X53
Arcozelo (aberto em 1993) — Y73 Vestígios romanos na Quinta do Cardido (Brandara) — X54
Casa das Pereiras (incluindo o jardim e o logradouro), na vila de Ponte Vestígios romanos no lugar da Igreja (Cabaços) — X55
de Lima (aberto em 1998) — Y108 Vestígios romanos e forno medieval na Quinta do Paço (Calheiros) — X56
Igreja de S. João da Ribeira (aberto em 2001) — Y53 Vestígios romanos, túmulos medievais e antigo Convento no lugar
Casa Grande, na Além da Ponte, em Arcozelo (aberto em 2001) — Y148 da Igreja (Calvelo) — X57
Casa do Espírito Santo, na Feitosa (aberto em 2002) — Y149 Vestígios romanos e antigo Convento no lugar da Igreja (Serdedelo) — X58
Vestígios romanos no lugar do Paço (Correlhã) — X59
ANEXO II Vestígios romanos e medievais no lugar da Igreja (Correlhã) — X60
Vestígios de uma «villa» tardo-romana na Quinta do Paço Velho
(Facha) — X61
Património arqueológico inventariado e não classificado
Vestígios castrejos, necrópole e forno cerâmico na Quinta do Paço
(Facha) — X62
(a referência alfanumérica identifica cada situação na peça Vestígios de uma «villa» romana em Prazil/Mende (Facha) — X63
desenhada 4.3 que integra o PDM) Vestígios de uma «villa» romano-medieval no lugar de Maria Velha
(Facha) — X64
Megalitismo Vestígios romanos em Cividades (Facha) — X65
Vestígios romanos em Agras de Gondim (Facha) — X66
Mámua 1 da necrópole megalítica de S. Pedro de Arcos (Arcos) — X1 Vestígios romanos nas imediações da Igreja Paroquial e Quinta da
Mámua 2 da necrópole megalítica de S. Pedro de Arcos (Arcos) — X2 Cancela (Feitosa) — X67
Mámua 3 da necrópole megalítica de S. Pedro de Arcos (Arcos) — X3 Vestígios romanos no Monte dos Medos (Feitosa) — X68
Mámua da Quinta da Inveja (Calvelo) — X4 Vestígios romanos e túmulos alti-medievais no lugar da Igreja (Freixo) — X69
Mámua 1 da Portela (Fojo Lobal) — X5 Vestígios romanos no lugar da Senra (Freixo) — X70
Mámua 2 da Portela (Fojo Lobal) — X6 Vestígios romanos na Portela da Câmboa (Labruja) — X71
Mámua de Santo Amaro (Fornelos) — X7 Vestígios romanos e do Convento medieval na Quinta de Santa Vaia
Vestígios de 3 mámuas em Sendim (Navió/Friastelas/Vitorino de (Gaifar) — X72
Piães) — X8 Vestígios romanos e alti-medievais na Bouça do Cavalo (Moreira) — X73
Mámua de Gaião (Freixo) — X9 Vestígios romanos no Lugar do Bodilhão (Moreira) — X74
Mámua do Sabugueiro (Poiares) — X10 Vestígios romanos na Quinta da Boavista (Moreira) — X75
Mámua da Cruz Vermelha (Rendufe) — X11 Vestígios romanos na Quinta da Carcaveira (Moreira) — X76
Mámua do Campo Novo (Seara) — X12 Vestígios romanos e medievais no lugar da Igreja (Souto de Rebordões) — X77
Mámua de Sanjoanes (Serdedelo) — X13 Vestígios de uma «villa» tardo-romana na Quinta do Paço de Penas
Cista megalítica de Sanjoanes (Serdedelo) — X14 (Refoios) — X78
Vestígios romanos nas imediações da Capela de Santa Eulália
Insculturas (Refoios) — X79
Vestígios romanos no lugar da Igreja (Ribeira) — X81
Pratinhos de Nossa Senhora (St.a Maria de Rebordões) — X16 Vestígios romanos e provável Convento medieval, no lugar de Louredo
Laje com fossetes na Regueira (Vitorino das Donas) — X17 (Sá) — X82
Vestígios romanos na área da Igreja Paroquial e Quinta de Arcelos
Povoados da idade do ferro — Castros tradicionais (Mato) — X83
Vestígios de «villa» tardo-romana (Mato) — X84
Castro de Santo Ovídio/Alto da Telha (Arcozelo) — X18 Vestígios romanos nas imediações do Mosteiro das Donas (Vitorino
Castro de Genço /Castro Pequeno (Calheiros/Refoios) — X19 das Donas) — X85
Castro do Monte Crasto (Anais/Calvelo) — X20 Vestígios alti-medievais nas imediações da Igreja Paroquial (Vitorino
Castro de Nossa Senhora da Conceição (Correlhã) — X21 de Piães) — X86
Castro de S. João do Monte (Correlhã) — X22 Vestígios alti-medievais a sul da aldeia de Paredes (Cepões) — X109
Castro de Vilar (Gondufe) — X23 Vestígios de minas romanas (Vitorino de Piães/Fojo Lobal) — X87
Castro de S. Lourenço da Armada (Gondufe) — X24
Castro e Castelo do Formigoso (Estorãos) — X25
Castro de Santo Estevão (Facha) — X26 Povoados tardo-romanos
Castro de Santa Maria Madalena (Fornelos) — X27 Povoado tardo-romano dePaçô (Freixo) — X89
Castro de S. Cristóvão (Freixo) — X28 Povoado tardo-romano de Vilarinho (Seara) — X90
Vestígios de um castro, em Castelhão (Freixo) — X29 Povoado tardo-romano deNossa Senhora do Barco (Vitorino das
Castro de Cima (Labruja) — X30 Donas) — X91
Castro de S. Simão (Refoios) — X31 Povoado tardo-romano do Sabugueiro (Poiares) — X92
Diário da República, 2.ª série — N.º 55 — 16 de março de 2012 9991

Castelos medievais Igrejas e capelas


Castelo de S. Miguel (Facha) — X93 Igreja de Santo António da Torre Velha (Arcozelo) — Y31
Castelo de Miranda (Refoios) — X94 Capela de S. Bartolomeu da Casa da Freiria (Arcozelo) — Y32
Castelo de Anais (Anais) — X95 Igreja Paroquial (Moreira) — Y34
Igreja Paroquial e recinto do Senhor da Saúde (Sá) — Y35
Atalaias e recintos medievais e de época moderna Igreja Paroquial (Santa Comba) — Y36
Igreja Paroquial (Cabração) — Y37
Vestígios medievais nas imediações da apela de S. Cristovão (Fontão) — X96 Igreja Paroquial (Estorãos) — Y38
Vestígios medievais nas imediações da Capela de Santa Catarina Capela de Nossa Senhora das Neves (Arcos) — Y39
(Ribeira — X97 Igreja Paroquial (Arcos) — Y40
Vestígios medievais no Penedo da Janelinha (Seara) — X98 Capela de Nossa Senhora das Neves (Correlhã) — Y42
Vestígios medievais em Cabreira (Vitorino de Piães) — X99 Igreja Paroquial (Correlhã) — Y44
Capela de Santa Maria Madalena, incluindo o Parque (Arca) — Y45
Povoados e ocupações medievais Igreja Matriz (Ponte de Lima) — Y46
Igreja de Nossa Senhora da Lapa (Ponte de Lima) — Y48
Vestígios medievais nas imediações da Igreja Paroquial (Arcos) — X100 Igreja do Convento de Santo António dos Capuchos e da Ordem
Vestígios da Igreja medieval de S. Julião de Boco (Facha) — X101 Terceira de S. Francisco — Instituto Limiano — Museu dos Terceiros
Vestígios medievais nas imediações da Igreja Paroquial (Friastelas) — (Ponte de Lima) — Y49
X102 Igreja Paroquial (Gondufe) — Y54
Povoado de Casais (Friastelas) — X103 Igreja Paroquial, cruzeiro e capela funerária (Fornelos) — Y55
Vestígios medievais nas imediações da Torre de Refoios (Refoios) — X104 Igreja Paroquial, incluindo o cruzeiro (Santa Maria de Rebordões) — Y56
Vestígios medievais na cerca do Mosteiro crúzio de Refoios Igreja Paroquial (Vitorino de Piães) — Y57
(Refoios) — X105 Igreja Paroquial (Poiares) — Y58
Vestígios de um mosteiro em Santa Ana (Labruja) — X106 Igreja Paroquial (Freixo) — Y59
Igreja Paroquial (Vilar das Almas) — Y152
Fortificações modernas
Vestígios de uma atalaia usada nas invasões francesas, de origem Casas nobres e outros edifícios
romana e medieval, na Portela Pequena (Labruja) — X107 Casa do Barrenho (Calheiros) — Y69
Atalaia nas invasões francesas sobre um antigo castro, no Alto do Casa do Cardido, incluindo o chafariz, jardim e mata com os seus
Castro (Rendufe) — X108 lagos (Brandara) — Y70
Casa e portão nobre da Quinta de Sabadão incluindo a azenha da
Itinerários Rebimba (Arcozelo) — Y72
Casa e portão nobre da Quinta da Conceição (Arcozelo) — Y74
Caminho Português medieval para Santiago de Compostela (Poiares,
Navió, Vitorino de Piães, Facha, Seara, Correlhã, Ponte de Lima, Arco- Casa da Granja (Arcozelo) — Y75
zelo, Cepões e Labruja) — X110 Casa da Ferreira, em Faldejães (Arcozelo) — Y76
Casa do Bárrio (Moreira) — Y78
Casa da Quinta das Cruzes (Moreira) — Y79
Património arquitetónico inventariado e não classificado Casa do Espírito Santo (Moreira) — Y80
Portão nobre da Casa da Boavista (Moreira) — Y81
Pontes romanas e medievais Casa da Carcaveira (Sá) — Y82
Casa da Laje ou Casa Grande (Sá) — Y83
Ponte da Geia ou Arco da Geia (Arcozelo) — Y2 Casa de Pentieiros (Arcos) — Y84
Ponte Nova (Labruja) — Y3 Casa e Capela de Mato Bom (Estorãos) — Y86
Ponte do Arquinho (Labruja) — Y4 Portão, Capela e cruzeiro da Quinta de S. Bento (Fontão) — Y87
Ponte do Arquinho (Arcozelo) — Y7 Casa do Retiro, incluindo os anexos agrícolas e eira (Fontão) — Y88
Ponte da Veiga (Bertiandos) — Y8 Casa Grande e portão nobre (Fontão) — Y89
Casa da Torre da Passagem, incluindo o portão de Nasoni (IIP)(Vitorino
Pontes da época moderna e contemporânea das Donas) — Y90
Casa do antigo Mosteiro das Donas e Igreja Paroquial (Vitorino das
Ponte do Arco (Cepões/Labruja) — Y5 Donas) — Y92
Ponte de Barros (Correlhã) — Y9 Casa de Pousada e portão nobre (Vitorino das Donas) — Y93
Ponte de Barreiros (Correlhã) — Y10 Casa do Paço, portão nobre e Capela (Facha) — Y95
Ponte de Monterroso (Gondufe) — Y11 Casa do Casal (Facha) — Y96
Ponte Velha, no lugar da Ponte Nova (Fornelos) — Y12 Casa de Santo António da Pedreira (Facha) — Y97
Ponte do Arquinho (Fontão) — Y13 Casa das Torres (Facha) — Y98
Ponte sobre o Trovela (Santa Maria de Rebordões) — Y14 Casa Grande (Seara) — Y99
Ponte da Veiga (Vitorino das Donas) — Y15
Casa da Quinta do Bom Gosto e portão (Seara) — Y100
Casa de Nabais, na Seara — Y101
Moinhos, azenhas e engenhos Casa do Morgado do Outeiro (Correlhã) — Y102
Moinho e Engenho de Abel e Moinho do Mosteiro, no Lugar do Portão nobre e Capela da Casa de Barreiros (Correlhã) — Y103
Outeiro (Vitorino das Donas) — Y16 Casa onde nasceu o Beato Francisco Pacheco, incluindo o portão
Moinho de rodízio no Torrão (Santa Maria de Rebordões) — Y17 nobre, em Barrô (Correlhã) — Y104
Azenha do Arquinho (Arcozelo) — Y18 Casa da Torre da Anta, Capela e portão nobre (Correlhã) — Y105
Casa da Pedrosa (Correlhã) — Y106
Casa da Torre de Bouçapaio, Capela e portão nobre (Correlhã) — Y107
Pelourinhos Teatro Diogo Bernardes (Ponte de Lima) — Y109
Pelourinho de Albergaria de Penela — reconstituição com 1 fragmento Vila Morais (Ponte de Lima) — Y115
original (Anais) — Y22 Alcaideria-mor (Ponte de Lima) — Y116
Pelourinho do Couto de Cabaços — reconstituição com 2 fragmentos Vila Belmira (Ponte de Lima) — Y117
originais (Cabaços) — Y23 Casa (Museu) do General Norton de Matos (Ponte de Lima) — Y119
Casa da Garrida Velha, incluindo a Capela (Ribeira) — Y121
Casa do Barreiro e construções envolventes, incluindo a Capela
Cruzeiros e alminhas (Gemieira) — Y122
Cruzeiro e Capela da Senhora da Luz (Arcozelo) — Y24 Casa dos Casais (Gemieira) — Y123
Cruzeiro do Arnado (Arcozelo) — Y25 Casa de Navais e portão nobre (Gandra) — Y125
Casa de Luou (Santa Cruz) — Y127
Paço de Beiral (Beiral) — Y128
Chafarizes e fontes Casa do Anquião e portão nobre (Fornelos) — Y129
Chafariz da Vila (Ponte de Lima) — Y27 Casa do Soalheiro (Souto de Rebordões) — Y130
9992 Diário da República, 2.ª série — N.º 55 — 16 de março de 2012

Casa da Quinta das Fontes (Souto de Rebordões) — Y131 José Miranda Novo, assistente operacional e José Francisco Crespo
Casa da Cachadinha (Souto de Rebordões) — Y132 Simão, assistente operacional com a relação jurídica de emprego pú-
Casa do Baganheiro (Queijada) — Y133 blico — contrato por tempo indeterminado, cessaram funções por motivo
Casa de Albergaria (Anais) — Y134 de aposentação, com efeitos a partir de 1 de outubro de 2011 e 1 de
Casas Novas, Capela e cruzeiro (Anais) — Y135 novembro de 2011, respetivamente.
Casa da Torre de Pousada (Calvelo) — Y136
Paço de Merece (Calvelo) — Y137 2 de novembro de 2011. — A Vereadora, Ana Cristina Manteiga.
Casa de Santa Vaia e portão nobre (Gaifar) — Y138 305722159
Casa de Proence (Sandiães) — Y139
Casa de Vermil (Ardegão) — Y140 Aviso n.º 4271/2012
Casa de Estreje (Ardegão) — Y141 Em conformidade com o estipulado na alínea d) do n.º 1 do artº. 37.º
Portão, chafariz e outros vestígios do Convento de Vale de Pereiras da Lei n.º 12-A/2008, de 27 de fevereiro, faz-se público que, Maria
(Arcozelo) — Y145 Francisca Bicho Pinheiro, Assistente Operacional, com a relação jurí-
Casa das Regadas (Arcozelo) Y146 dica de emprego público — contrato por tempo indeterminado, cessou
Casa de Crasto (incluindo os anexos), em S. João da Ribeira — Y151 funções por motivo de aposentação, com efeitos a partir 19 de janeiro
Casa da Quinta da Torre (Poiares) — Y153 de 2012.
8 de fevereiro de 2012. — A Vereadora, Ana Cristina Manteiga.
Identificadores das imagens e respectivos endereços no sítio do SNIT 305736172
(conforme o disposto no artigo 14.º da Portaria n.º 245/2011)
7630 — [Link]
7630 — [Link] MUNICÍPIO DO PORTO
7630 — [Link]
Aviso n.º 4272/2012
7631 — [Link]
7631 — [Link] Primeira correção material do PDM do Porto
7632 — [Link] Rui Rio, Presidente da Câmara Municipal do Porto, nos termos do
7632 — [Link] previsto no artigo 97.º-A, do Decreto -Lei n.º 380/99, de 22 de setembro,
alterado e republicado pelo Decreto -Lei n.º 46/2009, de 20 de fevereiro,
7632 — [Link] torna público que:
7633 — [Link] 1 — A Câmara Municipal do Porto, em reunião realizada em 15 de
7633 — [Link] dezembro de 2009, deliberou efetuar correções materiais ao Plano Diretor
605855315 Municipal do Porto ratificado por Resolução do Conselho de Ministros
n.º 19/2006, publicado no Diário da República. 1.ª série-B, n.º 25 de
3 de fevereiro de 2006.
2 — As correções e retificações foram comunicadas à Assembleia
MUNICÍPIO DE PONTE DE SOR Municipal do Porto e à Comissão de Coordenação Regional do Norte
(CCDRN), em conformidade com o artigo 97.º-A do Regime Jurídico
Declaração de retificação n.º 398/2012 dos Instrumentos de Gestão Territorial (RJIGT).
Nos termos do n.º 2 do artigo 9.º do Regulamento da Publicação 3 — Cumpridos que estão assim os procedimentos legalmente pre-
de Atos no Diário da República, aprovado pelo despacho normativo vistos e uma vez emitido o parecer da CCDR-N, são introduzidas as
n.º 35-A/2008, de 29 de julho, e alterado pelo despacho normativo seguintes correções ao PDM do Porto.
n.º 13/2009, de 1 de abril, declara-se que o aviso n.º 3703/2012, de 1 4 — Os interessados poderão consultar as alterações constantes do
de março, publicado no Diário da República, 2.ª série, n.º 49, de 8 de regulamento e (outros documentos), no site da Câmara Municipal do
março de 2012, saiu com a seguinte inexatidão que, mediante declaração Porto ([Link]) e no site da DGOTDU — Direção — Geral do
da entidade emitente, assim se retifica: Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano ([Link]).
No primeiro parágrafo, onde se lê:
«João José de Carvalho Taveira Pinto, Presidente da Câmara Municipal Regulamento
de Ponte de Sor, torna público que, no âmbito do procedimento de Alteração Os artigos 4.º, 20.º, 37.º e 54.º do regulamento passam a ter a seguinte
do Plano Diretor Municipal de Ponte de Sor, cuja Proposta de Alteração redação:
obteve parecer favorável da CCDR Alentejo, a Câmara Municipal de Ponte
de Sor deliberou, na sua reunião realizada no dia 29 de fevereiro de 2012, «Artigo 4.º
proceder à abertura do período de discussão pública, em conformidade
com o artigo 77.º do Decreto-Lei n.º 380/99 de 22 de setembro, na atual […]
redação do Decreto-Lei n.º 460/2009 de 20 de fevereiro.» Para efeitos de aplicação do presente Regulamento, entende-se por:
deve ler-se: 1) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
2) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
«João José de Carvalho Taveira Pinto, presidente da Câmara Municipal
3) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
de Ponte de Sor, torna público que, no âmbito do procedimento de Alteração
4) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
do Plano Diretor Municipal de Ponte de Sor, cuja proposta de alteração
5) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
obteve parecer favorável da CCDR Alentejo, a Câmara Municipal de Ponte
6) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
de Sor deliberou, na sua reunião realizada no dia 29 de fevereiro de 2012,
7) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
proceder à abertura do período de discussão pública, em conformidade
8) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
com o artigo 77.º do Decreto-Lei n.º 380/99, de 22 de setembro, na atual
9) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
redação do Decreto-Lei n.º 46/2009, de 20 de fevereiro.»
10) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
9 de março de 2012. — O Presidente da Câmara, João José de Car- 11) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
valho Taveira Pinto. 12) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
205854279 13) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
14) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
15) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
16) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
MUNICÍPIO DE PORTALEGRE 17) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
18) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
Aviso n.º 4270/2012 19) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
20) ‘Espaço de colmatação’ o prédio, ou conjunto de prédios con-
Em conformidade com o estipulado na alínea d) do n.º 1 do artº. 37.º tíguos, confinante com uma frente urbana consolidada, situado entre
da Lei n.º 12-A/2008, de 27 de fevereiro, faz-se público que, Francisco dois edifícios existentes (edifícios de referência) cuja distância entre
Diário da República, 2.ª série — N.º 19 — 26 de janeiro de 2018 3325

MUNICÍPIO DE PONTE DE LIMA MUNICÍPIO DA PÓVOA DE LANHOSO


Aviso (extrato) n.º 1294/2018 Aviso n.º 1296/2018

Alteração ao Plano Diretor Municipal de Ponte Atualização do tarifário dos serviços de abastecimento
de Lima (RERAE) de água, recolha de saneamento
e recolha de resíduos para o ano de 2018
Vítor Manuel Alves Mendes, Presidente da Câmara Municipal de
Avelino Adriano Gaspar da Silva, Presidente da Câmara Municipal
Ponte de Lima. da Póvoa de Lanhoso, torna público, para os devidos efeitos que a As-
Torna público que, sob proposta da Câmara Municipal, a Assembleia sembleia Municipal da Póvoa de Lanhoso, em sessão ordinária realizada
Municipal de Ponte de Lima, aprovou, no dia 23 de dezembro de 2017, no dia 27 de dezembro de 2017, aprovou por maioria, a atualização de
a proposta de alteração ao Plano Diretor Municipal de Ponte de Lima, tarifário dos serviços de abastecimento de água, recolha de saneamento
realizada no âmbito do Decreto-Lei n.º 165/2014, de 5 de novembro e recolha de resíduos para o ano de 2018.
(RERAE). Mais se torna público, que a atualização de tarifário dos serviços de
A alteração ao PDM consistiu numa alteração da Planta de abastecimento de água, recolha de saneamento e recolha de resíduos
Ordenamento, numa área classificada como solo rural que in- para o ano de 2018, será publicada no portal do Município no dia de
tegrava as categorias de “área predominantemente florestal de publicação do presente aviso no Diário da República.
produção condicionada” e de “área predominantemente agrí- 16 de janeiro de 2018. — O Presidente da Câmara Municipal, Avelino
cola não incluída na RAN”, ambas alteradas para “área para Adriano Gaspar da Silva.
exploração de recursos geológicos”, de acordo com estabelecido 311064992
no artigo 59.ª do Regulamento do PDM. Procedeu -se, ainda à
inclusão da “exploração de recursos geológicos” na Planta de
Condicionantes. MUNICÍPIO DE SANTO TIRSO
Assim, em conformidade com o disposto do n.º 2, do artigo 12.º do
Decreto-Lei n.º 165/2014, de 5 de novembro (RERAE) e da alínea g), Edital n.º 108/2018
do n.º 4, do artigo 191.º do Decreto-Lei n.º 80/2015, de 14 de maio
(RJIGT), publicam-se no Diário da República, com as alterações reali-
zadas, a Planta de Ordenamento e a Planta de Condicionantes do PDM Delegação de competências na Junta de Freguesia de Água Longa
para a Gestão do Cemitério
de Ponte de Lima, bem como a deliberação da Assembleia Municipal
e da Capela Mortuária de Água Longa
que aprovou essas alterações.
Dr. Joaquim Barbosa Ferreira Couto, presidente da câmara munici-
12 de janeiro de 2018. — O Presidente da Câmara Municipal, Victor pal de Santo Tirso, torna público, para efeitos do disposto no n.º 2 do
Mendes, Eng. artigo 47.º e artigo 159.º do Código do Procedimento Administrativo,
aprovado pelo DL n.º 4/2015, de 7 de janeiro, e artigo 56.º do Anexo I
da Lei n.º 75/2013, de 12 de setembro, que foi celebrado, no dia 3 de
Deliberação julho de 2016, entre o Município de Santo Tirso e a Junta de Freguesia
de Água Longa o contrato de delegação de competências do município
Para os devidos efeitos certifico que na sessão ordinária da Assem- na junta de freguesia, autorizado por deliberação da assembleia muni-
bleia Municipal de Ponte de Lima, realizada a vinte e três de dezembro cipal de 28 de junho de 2016 (item 19), o qual tem por objeto a gestão
de dois mil e dezassete, no Auditório Rio Lima, foi apresentado no do cemitério e da capela mortuária de Água Longa, nas condições que
Ponto 3. Alínea k) da Ordem de Trabalhos, a proposta de Aprovação constam do contrato de delegação de competências.
da Alteração do Plano Diretor Municipal — Regularização da Am- Mais torna público que o referido contrato encontra-se disponível,
pliação da Pedreira de Granito n.º 4441, denominada Serdedelo”. na íntegra, para consulta, no Edital n.º 4 de 11/1/2018, afixado no edi-
Sujeita a proposta a votação, foi aprovada por maioria com sessenta fício da câmara municipal, na sede da Junta de Freguesia de Água
e oito votos a favor, uma abstenção e três votos contra. Aprovado Longa, bem como na Internet, no sítio institucional desta autarquia,
em minuta. em [Link].
Para constar e devidos efeitos, vai o presente edital ser publicado
29 de dezembro de 2017. — O Presidente da Assembleia Municipal, nos termos legais.
João Evangelista da Rocha Brito Mimoso de Morais. 11 de janeiro de 2018. — O Presidente, Dr. Joaquim Couto.
311063696

Identificadores das imagens e respetivos endereços do sítio do SNIT


(conforme o disposto no artigo 14.º da Portaria n.º 245/2011)
MUNICÍPIO DE SETÚBAL
42072 — [Link]
42073 — [Link] Aviso n.º 1297/2018
611062261
Alteração ao Plano Diretor Municipal de Setúbal — Espaços
Culturais e Naturais/Área de Quintas de Setúbal
MUNICÍPIO DE PONTE DE SOR e Azeitão (Quintas dos Arcos e de Santo António do Galvão)
Maria das Dores Meira, Presidente da Câmara Municipal de Setúbal:
Aviso n.º 1295/2018 Faz público que, nos termos do artigo 92.º do Decreto-Lei n.º 80/2015,
Para os devidos efeitos se torna público que, por meu despacho de de 14 de maio, que aprovou o atual Regime Jurídico dos Instrumentos
22 de setembro de 2017, no uso da competência que me é conferida de Gestão Territorial, que a Assembleia Municipal de Setúbal deliberou
em sessão ordinária realizada em 21 de dezembro de 2017, aprovar a
pela alínea a) do n.º 2 do artigo 35.º do Anexo I à Lei n.º 75/2013,
Alteração ao Plano Diretor Municipal de Setúbal — Espaços Culturais
de 12 de setembro e nos termos do artigo 23.º da Lei n.º 2/2004, de e Naturais/Área de Quintas de Setúbal e Azeitão (Quintas dos Arcos e
15 de janeiro, alterada e republicada pela Lei n.º 64/2011, de 22 de de Santo António do Galvão), incluindo as alterações ao Regulamento,
dezembro aplicada à administração local por força do artigo 17.º da que se publicam em anexo.
Lei n.º 49/2012, de 29 de agosto, é renovada a comissão de serviço de Mais se torna público que aquela deliberação da Assembleia Municipal
Maria Adelaide Feitinha da Silva Rosa, no cargo de Chefe de Divisão foi tomada, de acordo com o n.º 1 do artigo 90.º do Regime Jurídico dos
Administrativa e Financeira, pelo período de três anos, com efeitos Instrumentos de Gestão Territorial, nos termos da proposta apresentada
a 1 de janeiro de 2018. pela Câmara Municipal de Setúbal aprovada na sua Reunião n.º 4A/2017,
em 6 de dezembro de 2017, através da Deliberação n.º 92A/17.
15 de janeiro de 2018. — O Presidente da Câmara, Hugo Luís Pe- Nos termos do artigo 94.º do citado Regime Jurídico dos Instrumentos
reira Hilário. de Gestão Territorial, torna-se público que a Alteração ao Plano Diretor
311062959 Municipal de Setúbal — Espaços Culturais e Naturais/Área de Quintas
Diário da República, 2.ª série — N.º 170 — 4 de setembro de 2018 24843

iii) Altura máxima da fachada de 7,5 metros, salvo em casos decor-


rentes da atividade específica desenvolvida. Tipo de ocupação Estacionamento privado

c) Execução:
i) O programa desta subunidade executa-se no âmbito planos de por- Pesados:
menor ou em alternativa à não existência por operações de loteamento 1 lug./500 m2 para [Link] a.c., com um mí-
ou de operações de edificação. nimo de 1 lugar/lote (a localizar no interior
do lote)
d) No âmbito da execução da subunidade devem ter-se em conside-
ração os seguintes aspetos: Indústria e/ou arma- Ligeiros:
i) A modelação do terreno e a implantação dos edifícios deve ter em zéns (2) (3).
1 lugar /100 m2 a. c.
atenção os declives naturais do terreno, a sua vegetação e os leitos de
cursos de água que devem ser mantidos ou beneficiados, evitando-se os Pesados:
movimentos de terras que contrariem as melhores condições existentes;
ii) Promover a correta infraestruturação dos sistemas de drenagem de Pesados: 1 lugar/500 m2 a. c., com um mínimo
águas pluviais e de linhas de água, preservando, sempre que possível, de 1 lugar/lote
o seu percurso natural;
iii) (Revogada.) a.c. — Área de construção
(1) Para determinação do estacionamento público, deverá aplicar-se 50 % sobre o cálculo
iv) Dever-se-á instalar postos de abastecimento de energias alternativas do estacionamento privado.
(eletricidade, GPL e biodiesel); (2) Para determinação do estacionamento público, aplicar-se-á 20 % sobre o cálculo do
v) Nos casos em que a área de intervenção da UOPG confine com estacionamento privado.
(3) O número de lugares referidos localiza-se no interior dos respetivos lotes.
espaço florestal integrado nas classes de perigosidade de incêndio flo-
restal muito alta ou alta, deverão ser acauteladas as medidas de defesa
da floresta contra incêndios;
vi) Deverá ser estabelecida uma faixa de gestão da floresta, de acordo Tipo de ocupação Arruamentos
com a legislação em vigor.

4 — SUOPG 4 — Parque Natural e Turístico da Pedra: Comércio e ou Ser- Faixa de rodagem maior ou igual a 6,5 m;
viços (1). Estacionamento maior ou igual a 2,15 m;
a) Objetivos: Passeios maiores ou iguais a 2,2 m.
i) Este parque tem como principal objetivo a valorização ambiental e Indústria e/ou arma- Faixa de rodagem maior ou igual a 7,0 m;
paisagística através da exposição permanente da atividade de desenvol- zéns (2). Estacionamento maior ou igual a 2,5 m;
vida pelos artesãos que se dedicam ao trabalho de cantaria; Passeios maiores ou iguais a 2,2 m.
ii) Preveem-se também as atividades ligadas ao recreio e lazer assim
como o desenvolvimento das infraestruturas e equipamentos de utilização
coletiva destinados ao apoio na utilização recreativa e de lazer. TÍTULO VI
b) Regime: Disposições finais
i) Aplica-se o disposto no artigo 11.º
Artigo 38.º
c) Execução: Vigência
A urbanização e a edificação são enquadradas em Unidade de Exe- O presente plano entra em vigor no dia imediato ao da sua publica-
cução.
ção no Diário da República, e tem um prazo de vigência de 10 anos,
5 — Regularizações no âmbito do Regime Extraordinário de Regu- podendo ser revisto sempre que a Câmara Municipal considere que se
larização das Atividades Económicas (RERAE) tornaram inadequadas as disposições nele consagradas, sem prejuízo
As operações urbanísticas que se enquadrem no Regime Extraor- do disposto na lei.
dinário de Regularização de Atividades Económicas e tenham obtido 611593785
decisão favorável ou favorável condicionada tomada em conferência
decisória, podem ficar dispensadas do cumprimento parcial ou integral, Aviso (extrato) n.º 12730/2018
das prescrições do PU que lhe sejam aplicáveis, nos termos definidos
nas atas das conferências decisórias.
Alteração no âmbito do RERAE ao Plano Diretor Municipal
Artigo 37.º de Ponte de Lima
Parâmetros de dimensionamento do estacionamento Vítor Manuel Alves Mendes, Presidente da Câmara Municipal de
Ponte de Lima.
1 — A largura dos lugares de estacionamento dispostos de forma
longitudinal e ao longo dos passeios deverá ser de 2,0 metros, tendo o Torna público que, sob proposta da Câmara Municipal, a Assembleia
comprimento de cada lugar uma dimensão de referência de 7,00 metros, Municipal de Ponte de Lima, aprovou, no dia 23 de junho de 2018, a
exceto em casos excecionais de aparcamento especialmente criado e alteração ao Plano Diretor Municipal, realizada no âmbito do Decreto-
autorizado para o estacionamento de veículos pesados em que essas -Lei n.º 165/2014, de 5 de novembro (RERAE).
medidas deverão ser ajustadas ao tipo de veículos a permitir. Com a aprovação do Regime Extraordinário de Regularização das
2 — Nas restantes situações cada lugar de estacionamento público Atividades Económicas (RERAE), estabelecido pelo Decreto-Lei
deverá ter como dimensões de referência 2,50 por 7,00 metros, valores n.º 165/2014, de 5 de novembro, alterado pela Lei n.º 21/2016, de 19
variáveis em função da largura do acesso e do ângulo de posicionamento. de julho, foi criado um regime transitório para “regularização de um
3 — A dotação de estacionamento a exigir na execução das subuni- conjunto significativo de unidades produtivas que não dispõem de título
dades operativas de planeamento e gestão previstas será estabelecida de exploração ou de exercício válido face às condições atuais da ativi-
em função da área de construção a edificar, de acordo com o definido dade, designadamente por motivo de desconformidade com os planos
nos quadros seguintes: de ordenamento do território vigentes ou com servidões administrativas
e restrições de utilidade pública” (cf. preâmbulo do RERAE).
No âmbito deste quadro legal, foi prevista a obrigatoriedade da res-
Tipo de ocupação Estacionamento privado petiva entidade competente em razão da matéria proceder à alteração
do instrumento de gestão territorial e/ou da servidão e restrição de
utilidade pública, que determine a desconformidade da atividade em
Comércio e ou Ser- Ligeiros: causa com os mesmos (cf. n.º 1 do artigo 12.º e n.º 2 do artigo 13.º,
viços (1) (3). ambos do RERAE).
1 lugar/50 m2 para establ. com a.c. <500 m2
1 lugar/30 m2 para establ. com a.c. entre 500 m2 Assim, enquadrados pelo disposto no RJIGT, conjugado com o ar-
e 1000 m2 tigo 12.º do RERAE, o Município de Ponte de Lima desencadeou um
1 lugar/25 m2 para establ. com a.c. ≥ 1000 m2 procedimento de alteração do PDM, tendo em vista sanar a descon-
24844 Diário da República, 2.ª série — N.º 170 — 4 de setembro de 2018

formidade das atividades económicas, objeto de decisão favorável ou Artigo 5.º


favorável condicionada, emitidas ao abrigo do RERAE. Vinculação
A alteração do Plano Diretor Municipal, que a seguir se publica,
incide sobre o Regulamento, Planta de Ordenamento e Planta de Con- [...]
dicionantes. A alteração da Planta de Condicionantes ficacondicionada à
publicação da Alteração da Carta da Reserva Ecológica Nacional (REN). Artigo 6.º
Esta alteração diz respeito ao pedido de licenciamento de estabelecimento Composição do PDM
industrial, no qual é requerente Inerbritas, Transformação de Granitos
[...]
SA, no Lugar de Monte de Antelas freguesia de Arcozelo.
Com a publicação do presente Aviso caduca a suspensão parcial do
Artigo 7.º
PDM Aviso n.º 1799/2018, publicado no Diário da República, 2.ª série,
n.º 28, de 8 de fevereiro de 2018. Definições
21 de agosto de 2018. — O Presidente da Câmara Municipal, Victor [...]
Mendes, Eng.

Alteração no âmbito do RERAE ao Plano Diretor Municipal CAPÍTULO II


de Ponte de Lima
Servidões administrativas e restrições de utilidade
É introduzido no Regulamento, o Artigo 76.º-A “Regularizações no pública
âmbito do RERAE”com a seguinte redação: “As operações urbanís-
ticas que se enquadrem no regime extraordinário de regularização de Artigo 8.º
atividades económicas e cujas atividades económicas tenham obtido
Identificação
decisão favorável ou favorável condicionada tomada em conferência
decisória, sob proposta da Câmara Municipal, podem ficar dispensadas [...]
do cumprimento, parcial ou integral, das prescrições do PDM que lhe
sejam aplicáveis.” Artigo 9.º
A alteração da Planta de Ordenamento (planta 1 B1) incide numa Alterações à legislação
área classificada como “área predominantemente florestal de produ-
ção condicionada” que foi alterada para uma “área para exploração [...]
de recursos geológicos”, de acordo com estabelecido no artigo 59.º do
Regulamento do PDM.
SECÇÃO I
A alteração da Planta de Condicionantes (planta 1 B1), fica con-
dicionada à publicação da Alteração da Carta da Reserva Ecológica Conservação do património
Nacional (REN).
SUBSECÇÃO I.1
Deliberação
Dr. João Evangelista da Rocha Brito Mimoso de Morais, Presidente Património natural — recursos hídricos
da Assembleia Municipal de Ponte DxE Lima, Certifico:
Artigo 10.º
Que na Sessão Ordinária da Assembleia Municipal de Ponte de Lima
realizada a vinte e três de junho de dois mil e dezoito. Domínio hídrico e Zonas inundáveis
Ponto 3. da alínea i) da Ordem de Trabalhos: Discussão e votação [...]
da proposta de “Alteração ao Plano Diretor Municipal, no âmbito do
Regime Extraordinário da Regularização de Atividades Económicas
(RERAE)”; SUBSECÇÃO I.2
Sujeita a proposta à votação foi aprovada por maioria com seis votos Património natural — recursos geológicos
contra e três abstenções.
Paços do Concelho de Ponte de Lima, 25 de junho de 2018. — O Pre- Artigo 11.º
sidente da Assembleia Municipal, João Evangelista da Rocha Brito Areias dos rios
Mimoso de Morais (Dr.).
[...]

Artigo 12.º
CAPÍTULO I
Exploração de Massas minerais e concessões mineiras
Disposições Gerais [...]
Artigo 1.º
SUBSECÇÃO I.3
Objetivo e âmbito
Património natural — áreas de reserva e proteção de solos
[...]
e de espécies vegetais
Artigo 2.º
Artigo 13.º
Regime Reserva Ecológica Nacional
[...] [...]
Artigo 3.º Artigo 14.º
Omissões e aplicação supletiva Reserva Agrícola Nacional
[...] [...]

Artigo 4.º Artigo 15.º


Vigência e revisão do PDM Rede Natura 2000
[...] [...]
Diário da República, 2.ª série — N.º 170 — 4 de setembro de 2018 24845

Artigo 16.º SUBSECÇÃO II.3


Regime Florestal Equipamentos
[...]
Artigo 26.º
Artigo 16.º-A Edifícios escolares
Medidas de defesa da floresta contra incêndios [...]
[...]
Artigo 27.º
Artigo 16.º-B Hospitais e centros de saúde
Plano regional de ordenamento florestal do Alto Minho [...]
[...]
Artigo 28.º

SUBSECÇÃO II Cemitérios
[...]
Património cultural edificado — valores arqueológicos
e arquitetónicos Artigo 29.º
Artigo 17.º Juntas de freguesia

Imóveis classificados ou em vias de classificação [...]

[...] Artigo 30.º

Artigo 18.º Igrejas e capelas


[...]
Património inventariado e classificado
[...] Artigo 31.º
Produtos explosivos
SECÇÃO II [...]
Proteção de infraestruturas e equipamentos Artigo 32.º
Marcos geodésicos
SUBSECÇÃO II.1
[...]
Infraestruturas básicas

Artigo 19.º CAPÍTULO III


Sistema de drenagem de esgotos Ordenamento e edificabilidade
[...]

Artigo 20.º SECÇÃO I


Sistema de abastecimento de água Classes de espaços
[...]
Artigo 33.º
Artigo 21.º Classificação
Linhas elétricas de média e alta tensão [...]
[...]
Artigo 34.º
Artigo 22.º Espaço urbano e urbanizável
Gasodutos [...]
[...]
Artigo 35.º
Artigo 23.º Espaço não urbano
Aterro sanitário [...]
[...]
Artigo 36.º
Espaço-Canal
SUBSECÇÃO II.2
[...]
Infraestruturas de transportes e comunicações

Artigo 24.º SECÇÃO II


Rede rodoviária Aglomerados urbanos não abrangidos
[...] por planos de urbanização
Artigo 25.º Artigo 37.º
Telecomunicações Definição
[...] [...]
24846 Diário da República, 2.ª série — N.º 170 — 4 de setembro de 2018

Artigo 38.º Artigo 50.º


Usos e atividades Edificabilidade
[...] [...]

Artigo 39.º
SECÇÃO VII
Condições de incompatibilidade
[...] Área predominantemente florestal de produção livre

Artigo 40.º Artigo 51.º


Edificabilidade Usos
[...] [...]

Artigo 52.º
SECÇÃO III
Utilização de espécies florestais de rápido crescimento
Aglomerados urbanos abrangidos por planos de urbanização [...]

Artigo 41.º Artigo 53.º


Definição Edificabilidade
[...] [...]

Artigo 42.º Artigo 54.º


Usos e atividades Vias e infraestruturas
[...] [...]

Artigo 43.º
Condições de incompatibilidade SECÇÃO VIII
[...]. Área predominantemente florestal de produção condicionada
Artigo 44.º Artigo 55.º
Edificabilidade Usos
[...] [...]

Artigo 56.º
SECÇÃO IV
Condicionamentos à mobilização e exploração florestal
Área industrial ou de armazenagem [...]
Artigo 45.º
Definição e Usos SECÇÃO IX
[...] Área predominantemente florestal estruturante
Artigo 46.º Artigo 57.º
Edificabilidade Usos
[...] [...]

Artigo 58.º
SECÇÃO V
Edificabilidade
Área de grandes equipamentos

Artigo 47.º SECÇÃO X


Definição e usos Área para exploração de recursos geológicos
[...]
Artigo 59.º
Artigo 48.º Definição e usos
Edificabilidade [...]
[...]
SECÇÃO XI
SECÇÃO VI
Paisagem protegida das lagoas de Bertiandos
Área predominantemente agrícola e de S. Pedro de Arcos

Artigo 49.º Artigo 60.º


Usos Definição e usos
[...] [...]
Diário da República, 2.ª série — N.º 170 — 4 de setembro de 2018 24847

SECÇÃO XII Artigo 72.º


Anexos
Área arborizada de proteção de ecossistemas
[...]
Artigo 61.º
Artigo 73.º
Definição e usos
Caves
[...]
[...]

SECÇÃO XIII Artigo 74.º


Cérceas
Área arqueológica
[...]
Artigo 62.º
Artigo 75.º
Definição e salvaguarda
Estacionamento
[...]
[...]

SECÇÃO XIV Artigo 76.º


Estabelecimentos industriais e armazenagem
Espaço-canal
[...]
Artigo 63.º
Artigo 76.º-A
Definições
Regularizações no âmbito do RERAE
[...]
As operações urbanísticas que se enquadrem no regime extraordinário
de regularização de atividades económicas e cujas atividades económicas
Artigo 64.º tenham obtido decisão favorável ou favorável condicionada tomada em
Usos conferência decisória, sob proposta da Câmara municipal, podem ficar
dispensadas do cumprimento, parcial ou integral, das prescrições do
[...] PDM que lhe sejam aplicáveis.”

Artigo 77.º
SECÇÃO XV
Unidades comerciais de dimensão relevante
Unidades operativas de planeamento e gestão [...]
Artigo 65.º Artigo 78.º
Definição e Regime Recintos para armazenagem de sucata e outros materiais
[...] [...]

Artigo 66.º Artigo 79.º


Afetação de parcelas do território a um uso específico Estações de serviço e oficinas de reparação de veículos automóveis
[...] [...]

Artigo 80.º
CAPÍTULO IV Dotação para equipamentos e espaços
verdes e de utilização coletiva
Disposições urbanísticas complementares
[...]
Artigo 67.º
Artigo 81.º
Condição geral de edificabilidade
Salvaguarda do património cultural não inventariado
[...]
[...]
Artigo 68.º
Artigo 82.º
Perímetros urbanos
Prevenção e controle da poluição sonora
[...] [...]
Artigo 69.º Artigo 83.º
Aplicação dos índices de utilização urbana do solo Construções clandestinas
[...] [...]
Artigo 70.º Artigo 84.º
Afastamentos Cedências em operações de loteamento
[...] [...]

Artigo 71.º Artigo 85.º


Logradouros Alteração e revisão de classes e categorias de espaços
[...] [...]
24848 Diário da República, 2.ª série — N.º 170 — 4 de setembro de 2018

Artigo 86.º nária de 29 de julho de 2018 e que a Câmara Municipal na sua reunião
Repartição de benefícios e encargos associados à construção ordinária de 31 de julho de 2018, deliberaram aprovar o Regulamento
Municipal de Utilização de Zonas de Estacionamento de Duração Li-
[...] mitada de Ponte de Sor.
Para constar e devidos efeitos se lavrou o presente aviso e outros de
Artigo 87.º igual teor que vão ser afixados nos lugares de estilo e será objeto de
divulgação na página eletrónica do Município.
Revogação
21 de agosto de 2018. — O Presidente da Câmara Municipal, Hugo
[...] Luís Pereira Hilário.

Identificadores das imagens e respetivos endereços do sítio do SNIT Regulamento Municipal de Utilização de Zonas
(conforme o disposto no artigo 14.º da Portaria n.º 245/2011) de Estacionamento de Duração Limitada de Ponte de Sor
45378 — [Link]
611599917 Preâmbulo
Aviso (extrato) n.º 12731/2018 Considerando as intervenções de reabilitação e regeneração urbana
da Zona Central da cidade de Ponte de Sor, que entre outros, tiveram
como objetivo o incentivo aos modos suaves de transporte, alguns muní-
Elaboração da 2.ª revisão do Plano Diretor Municipal cipes, ainda que de forma verbal, sugeriram que no troço compreendido
de Ponte de Lima entre a Rua Damião de Goes/Largo Marquês de Pombal e a Rua Vaz
Vítor Manuel Alves Mendes, Presidente da Câmara Municipal de Monteiro, fosse delimitada essa área como zona de estacionamento
Ponte de Lima, Presidente da Câmara Municipal de Ponte de Lima, torna com duração limitada.
público que, em cumprimento do disposto no artigo 75.º e seguintes do Efetivamente, a Avenida da Liberdade revela-se desde sempre como
Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial, aplicáveis por uma das principais artérias de interligação e distribuição do tráfego em
força do artigo 96.º do mesmo Regime Jurídico, a Câmara Municipal Ponte de Sor. Por sua vez, esse tráfego potenciou a atratividade da área,
deliberou, na reunião pública realizada no dia 30 de julho de 2018, a levando à concentração nessa área e nas limítrofes, nomeadamente o
elaboração da 2.ª Revisão do Plano Diretor Municipal (PDM), num prazo Largo Marquês de Pombal, de serviços e comércio. O sucessivo aumento
de 24 meses, e iniciar um período de participação pública de 30 dias, a de tráfego, associado a alguns hábitos de estacionamento criados têm
contar da publicação do presente Aviso no Diário da República, para contribuído e agravado os problemas de congestionamento de tráfego,
a formulação de sugestões e para a apresentação de informações sobre que se registam em especial no troço entre a Rua Damião de Goes/Largo
quaisquer questões que possam ser consideradas no âmbito deste pro- Marquês de Pombal e a Rua Vaz Monteiro.
cedimento. Não raro, verificam-se naquela referida zona, situações de estacio-
Os interessados poderão consultar a referida deliberação no Balcão namento em segunda fila e estacionamento em cima da passadeira para
Único do Município de Ponte de Lima, sito no edifício dos Paços do peões.
Concelho, nas horas normais de expediente, e na página da Internet do Atento o exposto, justifica-se a reestruturação e reorganização do
Município de Ponte de Lima. estacionamento da zona em questão. Consequentemente, afigura-se
Durante esse período, qualquer interessado, poderá apresentar por como solução mais adequada a delimitação dessa zona como área de
escrito, as suas observações, sugestões ou pedidos de esclarecimento, estacionamento de duração limitada.
dirigidas ao Presidente da Câmara Municipal de Ponte de Lima — Praça Prevê-se assim que a medida a adotar conduzirá a uma necessária
da Republica, 4990 -062 Ponte de Lima, ou por correio eletrónico (ge- rotatividade do estacionamento, permitindo uma mais eficiente reorga-
ral@[Link]). nização do tráfego, por via das alterações que serão introduzidas nos
As participações deverão ser feitas em impresso próprio disponibi- hábitos de estacionamento.
lizado nesses locais. Num raio aproximado de 300 m (à zona central da zona definida)
existem áreas de parque com estacionamento disponível durante grande
21 de agosto 2018. — O Presidente da Câmara Municipal, Eng. parte dos horários de funcionamento do comércio e serviços sedeados,
Vítor Mendes. nomeadamente, no Campo da Restauração.
No cômputo geral, as zonas de estacionamento disponíveis, sem
Deliberação qualquer tipo de restrição, serão as suficientes para cobrir a procura.
Deste modo, a aprovação do presente regulamento visa implementar
5.2 — Revisão do Plano Diretor Municipal — Relatório de Estado uma iniciativa municipal que, em matéria de custos e benefícios, se
do Ordenamento do Território — REOT — Aprovação. A Câmara Mu- prevê que seja financeiramente sustentável.
nicipal deliberou por unanimidade iniciar o procedimento de revisão do O presente regulamento foi objeto de consulta pública nos ter-
Plano Diretor Municipal, nos termos dos artigos 76.º n.º 2, 124.º e 199.º mos da alínea c) do n.º 3 do artigo 100.º do Código do Procedimento
do Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial; aprovar os Administrativo aprovado pelo Decreto-Lei n.º 4/2015 de 7 de janeiro e
termos de referência para a revisão do Plano Diretor Municipal, nos aprovado, pela Assembleia Municipal na sua sessão ordinária realizada
termos e para os efeitos do disposto no n.º 3 do artigo 76.º do Regime a 29 de junho de 2018.
Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial; fixar o prazo de elabo-
ração da revisão do Plano Diretor Municipal em dois anos; promover
o período de participação pública, nos termos dos artigos 6.º e 88.º do
Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial, por um prazo CAPÍTULO I
de trinta dias. Mais deliberou por unanimidade comunicar à CCDR-N,
nos termos do artigo 3.º da Portaria n.º 227/2015, de 10 de setembro, Disposições gerais
o teor da presente deliberação, acompanhada do Relatório de Estado
do Ordenamento Território, devendo solicitar uma reunião preparató- Artigo 1.º
ria; proceder à publicação da presente deliberação, de acordo com o Normas habilitantes
disposto no n.º 1 do artigo 76.º do RJIGT. O Senhor Vereador Dr. Abel
Lima Baptista apresentou declaração de voto, que se anexa à presente O presente regulamento é elaborado ao abrigo do disposto no n.º 2
ata, como documento número dois e se considera como fazendo parte do artigo 70.º do Código da Estrada, alínea rr) do n.º 1 do artigo 33.º da
integrante da mesma. Lei n.º 75/2013 de 12 de setembro, no uso da competência regulamentar
conferida pelo artigo 241.º da Constituição da República Portuguesa,
Reunião de Câmara Municipal de 30 de julho de 2018. — A Chefe alínea k), n.º 1 do artigo 33.º da Lei n.º 75/2013 de 12 de setembro e
de Divisão/DAF, Dr.ª Sofia Velho. Decreto-Lei n.º 81/2006 de 20 de abril.
611599722
Artigo 2.º
Âmbito de aplicação
MUNICÍPIO DE PONTE DE SOR
Para os efeitos do presente regulamento, considera-se estacionamento
de duração limitada todo aquele que ocorre dentro de um espaço de-
Aviso n.º 12732/2018
terminado, na via pública ou em parque e cuja duração é registada por
Hugo Luís Pereira Hilário, Presidente da Câmara Municipal de Ponte dispositivo mecânico ou eletrónico, não podendo exceder um determi-
de Sor, torna público que a Assembleia Municipal na sua sessão ordi- nado período de tempo.

Common questions

Com tecnologia de IA

The notice from the municipality of Peniche was about the publication of the homologated final classification list for a recruitment procedure to establish an indefinite public employment contract for an Operational Assistant (Collective Transport Driver). The municipality of Pombal's notice concerned the public discussion on the proposed alteration of a lot within a subdivision, changing typology from T2 to T3 and expanding the construction area . Ponte de Lima's notice was about the approval of the first alteration to its Municipal Master Plan (PDM), affecting the regulation of industrial zones and the delimitation of areas for geological resource exploitation .

Public discussion periods are crucial as they facilitate community involvement in the urban planning decision-making process, ensuring transparency and fostering public consensus. By allowing stakeholders to express opinions or concerns, municipalities can make informed modifications that reflect both technical planning requirements and community interests, thereby promoting more informed and accepted urban development .

The regulations for predominantly forested areas aim to prevent erosion by restricting mechanical soil movements to minimal interventions that follow contour lines. They impose a limitation on the width of deforestation practices and promote reforestation with protective mixed-species forests in high-erosion risk zones. The protected reconversion of burnt areas into forestland with indigenous species supports ecological stabilization and climate regulation .

Municipal constraints that could influence rural parcel developments include infrastructure accessibility, landscape fitting, and adherence to specified environmental protectiveness and cultural value preservation. These factors allow the municipality to adjust or deny development permits, safeguarding infrastructural service access and ecological balance .

Tourism-related constructions on large parcels (minimum area of 10,000 m²) must adhere to a height limit of two stories with a maximum land use intensity of 0.1. At least 60% of the parcel must remain wooded. These conditions apply to projects sanctioned by relevant authorities .

In rural areas, infrastructure development must ensure access, landscape integration, environmental protection, and adherence to parking regulations. Proposals not aligning with these requirements may be rendered unviable. Furthermore, all necessary infrastructure development and maintenance are the responsibility of the proponents, and inadequate waste and effluent management systems can prevent construction approval .

Recent amendments to the Ponte de Lima Municipal Master Plan involved reclassifying rural land initially designated as “predominantly forested for controlled production” and “predominantly agricultural not included in the RAN” to “areas for geological resource exploitation.” This change was officially integrated into planning documents, acknowledging the importance of mineral resource development .

Before allowing construction in predominantly forested areas, the Municipal Council must consider public utility constraints, landscape integration, and natural land infiltration capacity. Even if urbanization appears justified, it must align with the public interest and abide by environmental and planning regulations, especially for designated urban public use areas .

Constructions within the predominantly agricultural area that is included in the Reserva Agrícola Nacional (RAN) require favorable approval from the regional RAN commission. For exceptionally authorized residential constructions, the gross construction area must not exceed 200 m2, with a maximum building height limited to two stories .

The 2011 revision of Ponte de Lima’s Municipal Master Plan introduced several changes, such as altering regulations related to industrial zones, redefining areas for resource exploitation, and modifying plans for the urbanization of Pedras Finas. It also reorganized industrial areas to maintain their overall size while spatially adjusting them. These changes aimed at improving industrial and resource management while expanding urban limits to align with specific urban planning proposals .

Você também pode gostar